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A2F abre vagas para profissionais de TI em São Paulo

A A2F, empresa especializada em soluções críticas de TI, anuncia a abertura de 10 vagas para profissionais de TI em São Paulo, capital. A empresa está selecionando candidatos para os seguintes cargos: Desenvolvedor SOA, Arquiteto SOA, Desenvolvedor BPM e Desenvolvedor JAVA. Para todas as vagas é necessário experiência nas tecnologias e ter graduação completa na área de TI.
O processo de seleção inclui análise de currículo, entrevistas com o RH, técnica e com o gestor. “Estamos buscando profissionais que já atuaram no mercado de TI e que preferencialmente tenham conhecimento nas ferramentas especificadas nas descrições das vagas, pois as oportunidades são para atuar em projetos que já estão em andamento”, explica Juliana Ferreira, sócia-diretora executiva da A2F.

Os currículos devem ser enviados até o dia 15 de julho para o e-mail: selecao@a2f.com.br, especificando o título da vaga no assunto da mensagem. Para mais informações sobre as oportunidades acesse o Linkedin da A2F: http://linkd.in/1Fq1QLU

Segue abaixo a descrição das vagas:

Desenvolvedor SOA

Requisitos:

– Experiência mínima de 02 anos em desenvolvimento em Oracle SOA Suite
– Experiência nas ferramentas: ALER; BAM: BPEL; OSB e REGISTRY
– Graduação em TI
– Conhecimento em manipulação de XML ( XSD, WSDL e Xquery)
– Atuação anterior com Java

Desejável:
– Certificação Oracle: SOA

Arquiteto SOA

Requisitos:

– Experiência mínima de 03 anos em Arquitetura SOA
– Conhecimento em Oracle SOA Suite e design patterns relacionados à arquitetura SOA
– Experiência em desenvolvimento nas ferramentas: ALER;BAM: BPEL; OSB e REGISTRY
– Conhecimento em Engenharia de Software
– Conhecimento em manipulação de XML ( XSD, WSDL e Xquery)
– Necessário já ter atuado com Java anteriormente
– Graduação em TI

Desejável:
– Certificação Oracle: SOA

Desenvolvedor BPM

Requisitos:

– Experiência em desenvolvimento, em arquitetura de soluções e em arquitetura para BPM, versões 11g e 12c

– Conhecimento em arquitetura SOA

– Conhecimento em Engenharia de Software

– Conhecimento em Manipulação de XML (XSD, WSDL e Xquery)

– Conhecimento em Desenvolvimento em OSB/BPEL, BAM

– Proficiência em WLI, WebCenter Content e ADF

– Graduação em TI

Desejável:

– Atuação anterior com programação JAVA/J2EE

– Certificação Oracle: SOA e/ou BPM

Desenvolvedor Java

Requisitos:

– Experiência de pelo menos 03 anos em desenvolvimento Java
– Experiência em projetos de integração
– Conhecimentos Necessários: Java 5 ou superior; Spring (2.5 ou superior); Object Relacional Mapping Frameworks – ex: Hibernate, JPA; RDBMS, ex.Oracle, MySQL, SQL Server; Junit; Web services ( RESTfull e SOAP)
– Graduação em TI

Desejável:

– Experiência em metodologia ágeis Scrum/XP

– Experiência em projetos relacionados ao e-commerce

– Experiência em SAP MM/SD e Spring – MVC, Struts ou JSF

– Conhecimentos em Tomcat e JMS

Sobre a A2F

A A2F é uma empresa especializada em soluções críticas na área de Tecnologia da Informação (TI corporativa), com foco em projetos de desenvolvimento, integração de aplicativos, sistemas de gestão de dados, virtualização e serviços para data centers. Seu portfólio de produtos e serviços inclui centro de gerência, fábrica de software, move de data centers, consolidação, virtualização, backup, DRP (Disaster Recovery Plan), automatização de processos, controle de acessos e gerenciamento de identidades. Possui uma equipe de 84 colaboradores, sendo 70% certificados nas tecnologias Oracle, VMware e EMC², seus parceiros estratégicos. A A2F atende aos segmentos de saúde, seguradoras, engenharia e construção, automotivo, finanças, telecomunicações, entre outros. Entre os clientes que integram a carteira da A2F estão: Andrade Gutierrez, Ascenty, A1 Soluções, DASA, HQI Consultoria, Locaweb, Progen Engenharia, Scania, Seguros Unimed, SPC, Transbrasa e Unimed Santos. Possui escritórios em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Mais informações: www.a2f.com.br

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IBM Brasil abre inscrições para programa de estágio 2015

A IBM Brasil está com as inscrições abertas para o seu programa de estágio 2015, que este ano contempla três programas diferentes, destinados a estudantes de vários perfis. As principais regiões de contratação são: São Paulo, Rio de Janeiro, Hortolândia, Belo Horizonte e Brasília. Eventualmente temos oportunidades em Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Recife, Salvador e Joinville. Pessoas com deficiência são elegíveis a todas as vagas oferecidas.

A empresa busca selecionar estagiários proativos, comprometidos e, acima de tudo, com vontade de aprender. O estágio tem até dois anos de duração, com uma carga horária que pode ser de quatro ou seis horas diárias, dependendo da área de atuação.

Confira os três programas para ingresso de estudantes ou recém-formados:

1. PROGRAMA DE ESTÁGIO

O programa visa estimular o desenvolvimento profissional por meio de experiências práticas do dia-a-dia dos negócios.
Pré-Requisitos:
– Estudantes do curso Técnico de Informática, ou;
– Estudantes Universitários dos cursos Administração, Análise de Sistemas & Tecnologia da Informação, Ciência da Informação, Ciência e Tecnologia, Ciências Contábeis (ou Contabilidade), Ciências da Computação , Ciências Econômicas , Economia, Comércio Exterior, Comunicação Social, Design, Direito, Engenharia da Computação, Engenharia da Produção, Estatística, Informática, Informática para Negócio, Marketing, Matemática, Recursos Humanos, Relações Internacionais, Secretariado, Segurança da Informação, Sistemas de Informação, Tecnologia da Informação.
– Cursando a partir do 3º semestre.
– Inglês (mínimo intermediário)
– Disponibilidade de 4 ou 6 horas diárias;

As inscrições devem ser feitas pelo link http://ow.ly/O2xJe até 16 de agosto de 2015. É permitido selecionar mais de uma área de interesse.

2. ESTÁGIO BUILD TO PLAN (BTP)

O programa é indicado a estudantes que queiram desenvolver suas carreiras nas áreas de Desenvolvimento de Aplicações e Testes de Software.
Através do programa BTP, o estagiário terá a oportunidade de desenvolver-se como profissional, ter um mentor experiente, aprimorar e adquirir novos conhecimentos. De acordo com seu desempenho, a partir do quarto mês de estágio poderá tornar-se funcionário efetivo na IBM Brasil. O programa possui índice de 96% de contratação.
Pré-Requisitos:
– Estudantes técnicos ou universitários dos cursos de Tecnologia da Informação, Engenharia ou outros relacionados a TI.
– Desejável inglês e conhecimentos básicos de informática.
As inscrições devem ser feitas pelo link http://ow.ly/O2xyR até 16 de agosto de 2015.

3. CONSULTING BY DEGREE (CBD)

O CBD é um programa de formação de consultores. O estudante terá um plano de educação com cursos práticos que propiciam desenvolvimento e conhecimento acelerados na área de consultoria, além de contar com experientes consultores do mercado como mentores. De acordo com o desempenho no CBD, o estudante também poderá tornar-se empregado efetivo a partir do quarto mês de estágio.
Pré-Requisitos:
– Estudantes dos cursos de Administração, Economia, Engenharias, Comunicação, Marketing, Cursos voltados para Tecnologia, Design e outros, cursando o último ano da universidade.
– Inglês Avançado
As inscrições devem ser feitas pelo link http://ow.ly/O2xSi até o dia 16 de agosto.

Os estagiários terão a oportunidade de começar sua carreira em uma das maiores gigantes de tecnologia da informação do mundo, com 103 anos de existência e presente há 97 anos no Brasil. A IBM possui mais de 380 mil colaboradores e está presente em mais de 170 países. A companhia oferece soluções de cloud, big data e analytics, segurança, mobilidade, social business e computação cognitiva a empresas de todos os portes e segmentos.”O programa de estágio IBM é uma excelente oportunidade para estudantes que desejam iniciar a carreira em uma empresa global que possibilita inúmeras possibilidades de crescimento. A interação com diferentes culturas, tecnologia de vanguarda e equipes de trabalho de alta performance contribuem para a formação de profissionais de alto potencial. O fato de sermos há 22 anos líderes em patentes no mundo mostra o quanto a inovação está em nosso DNA”, comenta Weliton Shalabi, Executivo de Recrutamento da IBM América Latina.

Para mais informações sobre o programa de estágio da IBM Brasil, acesse as redes sociais de Recursos Humanos:

Facebook:www.facebook.com/IBMBrasilVagas

Twitter:twitter.com/ibmbrasilvagas

Instagram: instagram.com/ibmbrasilvagas

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Parceria do governo com o Facebook é ilegal, avalia PROTESTE

O acesso à internet restrito a determinadas aplicações e conteúdos previsto na parceria do governo com o Facebook contraria a garantia de neutralidade e direitos do consumidor, tais como liberdade de escolha e proibição de venda casada.

Foi o que destacou Flávia Lefèvre Guimarães, conselheira da PROTESTE Associação de Consumidores e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em apresentação na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal, que debateu sobre o acordo nesta terça-feira (30).

“O Facebook não explica durante quanto tempo os beneficiários poderão manter o acesso gratuito e nem quais os critérios serão utilizados para definir as áreas de implantação do projeto”, observa a representante da PROTESTE.

O objetivo real da parceria do Facebook e o governo, para levar internet à população de baixa renda e de áreas isoladas do país, no entendimento da PROTESTE, é fisgar usuários para a plataforma e para as empresas parceiras que atuam na camada de infraestrutura e na camada de conteúdos e aplicações.

De acordo com a conselheira da PROTESTE, o projeto ao se autodenominar de Internet.org, está violando o direito à informação e incidindo em publicidade enganosa, na medida em que:

• Não se trata de acesso à internet, tendo em vista os padrões internacionalmente fixados;

• Não é “org”, tomando-se em conta que esta denominação indica fins não comerciais ou lucrativos;

• O Internet.org é uma versão atual de colonialismo; é uma estratégia para apropriação deste novo meio de produção que é a internet, com vistas a ampliar o máximo possível a mais valia sobre este novo modo de produção;

• A natureza do sistema capitalista é o capital subordinar a seu interesse todo segmento produtivo;

• Ocorre que o resultado do desenvolvimento das relações sociais nesse contexto dão forma a estrutura econômica da sociedade, que é a base objetiva sobre a qual se levanta a superestrutura jurídica e política e à qual correspondem determinadas formas de consciência social;

• Ou seja, “o modo de produção da vida material condiciona o processo da vida social, política e espiritual em geral. Não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas, pelo contrário, o seu ser social é que determina a sua consciência”;

• É com base nesta realidade que temos de nos posicionar diante das disputas hoje em curso, estando entre as principais a interpretação quanto à abrangência do direito à neutralidade da rede, expresso nos arts. 3º e 9º, do Marco Civil da Internet, e a regulamentação das hipóteses em que os agentes econômicos estão autorizados a quebrar a neutralidade.

• É preciso evitar que a internet se torne um espaço que se presta essencialmente a relações comerciais dominadas por grandes grupos econômicos, que cada vez mais se concentram, pondo em risco o poder de escolha dos usuários, o acesso livre à informação e à cultura e à liberdade de expressão.

A PROTESTE e outras 33 entidades que participam da campanha Marco Civil Já haviam entregue, em maio, carta à presidente Dilma Rousseff com críticas ao projeto Internet.org, implementado pela rede social em países da América Latina, África e Ásia, viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965), como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede.

Neutralidade da rede

Para a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), que solicitou o debate, é preciso conhecer melhor as consequências antes de se aprovar a parceria: “É necessário que se estudem os impactos de qualquer acordo em relação ao Facebook, porque, a priori, é uma ação social de inclusão, mas isso pode ter repercussões objetivas técnicas no que é uma conquista importante, que é a neutralidade da rede, e qual a repercussão que isso terá no fluxo de informação.”

A neutralidade da rede é um dos direitos garantidos pelo Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em 2014. Com a neutralidade, todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma e distribuídas na mesma velocidade. O objetivo é evitar que um provedor de internet filtre a distribuição do conteúdo de determinados sites por motivos ideológicos ou econômicos, por exemplo.

Participaram do debate:

– a conselheira da PROTESTE e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Flávia Lefèvre Guimarães;

– a diretora do Departamento de Serviços e de Universalização de Telecomunicações do Ministério das Comunicações (MiniCom), Miriam Wimmer;

– o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Gabriel de Carvalho Sampaio;

– o gerente de Relações Governamentais do Facebook no Brasil, Bruno Magrani;

– a secretária-geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Renata Mielli;

– a integrante do Conselho Diretor do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), Veridiana Alimonti;

– o presidente-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy; e;

– o presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Paulo Gallindo.

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A Realidade do BYOD

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Por Ricardo Alem *

Se a sua empresa já não implementou um programa de BYOD (Bring-Your-Own-Device, em inglês), é provável que esse tipo de sistema seja adotado em breve. De acordo com a Gartner, “50% das companhias disseram que pretendem migrar exclusivamente para o BYOD para smartphones em 2017, eliminando a opção de dispositivos fornecidos pela empresa[1].” Cada vez mais as empresas reconhecem que seus funcionários conseguem tomar suas próprias decisões sobre a tecnologia que precisam para trabalhar. Mas antes de entrar de cabeça no programa BYOD, é importante considerar alguns fatores para garantir um equilíbrio entre as preferências pessoais e as funcionalidades necessárias para o trabalho.

Existem várias maneiras de implementar um programa BYOD, cada um com um nível e tipo de controle diferente sobre o dispositivo móvel do funcionário. Por esse motivo, é importante saber o nível de controle que o departamento de TI terá em relação a seu dispositivo e o conteúdo pessoal.

BYOD – a versão simples (e às vezes dolorosa)

A maneira mais simples de oferecer um programa BYOD é simplesmente abrir acesso ao servidor de e-mail Microsoft Exchange para qualquer usuário, em qualquer dispositivo. É uma abordagem simples e fácil de implementar, mas muitas pessoas desconhecem as consequências de realizar uma conexão com aquele servidor. Usando as políticas disponibilizadas pelo Microsoft Exchange, o departamento de TI pode desabilitar sua câmera, requerer uma senha cada vez que você acessa seu dispositivo, ou até realizar um reset do seu dispositivo – apagando todo seu conteúdo, como e-mails pessoais, contatos, fotos, músicas e aplicativos.

É pouco provável que o departamento de TI faria isso sem um bom motivo, mas isso não vai ajudar muito se você acabou de perder as fotos do aniversário de sua filha.

Administrando seu dispositivo – melhor para você, melhor para o departamento de TI

Muitas companhias começam com a abordagem mais primitiva descrita acima, mas rapidamente percebem as limitações dessa postura e passam a implementar um sistema para a gestão de dispositivos móveis (mobile device management ou MDM, em inglês), uma maneira mais inteligente e sofisticada de implementar um programa BYOD. Nesse cenário, o departamento de TI pede a instalação de um aplicativo de cadastramento que pode ser baixado de uma das principais lojas de aplicativos – a Apple Store ou o Google Play – para cadastrar o dispositivo com a solução MDM. Esse processo abre várias possibilidades. A companhia pode configurar os dispositivos de maneira remota a facilitar a vida do usuário BYOD.

Com a MDM, a companhia também pode implementar as mesmas restrições da abordagem anterior. O departamento de TI também consegue verificar o dispositivo para detectar acessos não autorizados, que poderiam comprometer a segurança do conteúdo corporativo. Essas verificações de compliance frequentemente são automatizadas e iniciadas quando o dispositivo é utilizado em uma distância específica – ou seja, é preciso manter os serviços de localização sempre ativos. Isso faz parte do processo de segurança e proteção e é um preço pequeno pela liberdade de usar o próprio dispositivo, embora utilize mais bateria, então é importante sempre andar com o carregador.

Administração de aplicativos – segurança cirúrgica para o BYOD

A gestão de aplicativos móveis (mobile application management – MAM, em inglês) é uma abordagem cada vez mais popular, implementada individualmente ou em conjunto com a MDM. Com a MAM, é possível implementar configurações e restrições para cada aplicativo individualmente, em vez de adotar uma política de tudo ou nada para o dispositivo inteiro. Por exemplo, o departamento de TI pode:

• Exigir uma senha ao acessar um aplicativo corporativo, mas liberar o acesso a aplicativos pessoais. Mesmo com uma senha pessoal, a empresa provavelmente exigirá uma senha mais comprida para proteger seus ativos corporativos.

• Desabilitar a câmera e outras funções apenas quando estiver usando aplicativos corporativos, mas liberar o dispositivo durante o uso pessoal.

Uma abordagem conjunta

Algumas empresas usam a MAM e MDM em conjunto. Usando a MAM, o departamento de TI pode proteger aplicativos e dados corporativos sem afetar o conteúdo pessoal e a MDM é mais útil para implementar configurações pré-determinadas que facilitam a vida do usuário.

Com essa abordagem conjunta, a TI pode apagar apenas o conteúdo e as configurações corporativas do dispositivo, sem tocar nas informações pessoais. Ao perder o celular, o departamento de TI pode apagar aplicativos e dados corporativos rapidamente para manter a segurança – mas se o celular for encontrado, os aplicativos pessoais, e-mails, fotos, músicas, contatos etc. ainda estarão no dispositivo. (Obs.: Se o aplicativo corporativo for usado para criar conteúdo pessoal, por exemplo, uma cópia corporativa do Word para escrever uma carta, esse conteúdo será deletado junto com o aplicativo, então é importante salvar esse conteúdo em outro lugar).

Perguntas que você deve fazer

Sabendo como um programa BYOD funciona, reuni algumas perguntas que devem ser feitas para saber como o programa deve funcionar dentro da empresa.

• Se o departamento de TI está usando a MDM, quais restrições seriam implementadas em relação ao dispositivo inteiro? Se for necessário, o departamento de TI realizaria um reset remoto para apagar todo o conteúdo, ou iria apenas deletar o conteúdo corporativo, sem afetar meu conteúdo pessoal?

• A vida de minha bateria será reduzida depois de me cadastrar no sistema?

• Quais aplicativos corporativos serão instalados em meu dispositivo? Se meu dispositivo possui pouca memória disponível, terá espaço para meu conteúdo pessoal?

• Quais restrições serão implementadas para os aplicativos que uso, como impedir o recurso de copiar-e-colar ou acesso à câmera? Quais novos recursos serão disponíveis?

• Quais foram os comentários de outros usuários BYOD? Qual é a alternativa?

Provavelmente, você ainda vai querer se cadastrar no programa BYOD, mas agora você sabe o que esperar e o tipo de controle que o departamento de TI terá sobre seu dispositivo – criando uma experiência BYOD que combina praticidade com tranquilidade.

*Ricardo Alem é gerente sênior de Vendas e Engenharia da Citrix para América Latina e Caribe.

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4 motivos para ter um certificado SSL no site

Secure Socket Layer ou, simplesmente, SSL. Há empresas e consumidores que não sabem, mas essa tecnologia é essencial na experiência e segurança do usuário dentro do site ou loja virtual. O Certificado de servidor é um protocolo de proteção que garante a criptografia das informações e resguarda os internautas durante toda a navegação.

Este tipo de tecnologia é primordial, por exemplo, para empresas de comércio eletrônico, que precisam proteger dados como informações de cadastro e números de cartão de crédito dos clientes. Cada vez mais, para obter sucesso no mundo digital, é preciso ter a segurança como prioridade.
Confira abaixo quatro motivos para investir nessa tecnologia:

1- Segurança:
Todas as informações trafegadas entre o navegador do usuário e o site são criptografadas. Os dados ficam totalmente protegidos, uma vez que são totalmente codificados, impedindo que hackers interceptem as informações para utilizá-las de forma fraudulenta.

2- Confiança do usuário:
Para ter acesso aos leilões em andamento da Receita Federal ou Polícia Federal, basta que o interessado, pessoa física ou jurídica, acesse o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) por meio de certificado digital válido, utilizando a opção de atendimento “Sistema de Leilão Eletrônico”. Nesse link é possível visualizar os editais disponíveis, os lotes de cada um, preços e as datas de início e fim de recebimento das propostas. Também é possível acessar fotos de cada um dos itens.

3- Mais vendas:
Para as lojas virtuais, a garantia de segurança pode resolver o problema do abandono dos carrinhos de compra, já que um dos principais receios dos consumidores na internet continua sendo a troca de informações no e-commerce. Soluções como essa ajudam a aumentar a confiança dos compradores e, consequentemente, promovem o crescimento das vendas.

4- Boa reputação:
Muitas empresas já ficaram mundialmente conhecidas por grandes vazamentos de informações de usuários. Investir em tecnologias que impeçam este tipo de “mancha” na reputação garante que a imagem da companhia não ficará arranhada por conta de possíveis fraudes.
Saiba mais em: https://serasa.certificadodigital.com.br/produtos/certificados-de-servidor-web-ssl/raiz-internacional/

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Assespro repudia o resultado da votação das emendas ao PL 863/15, que reduz a desoneração da folha de pagamento

A Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional) e suas Diretorias Regionais manifestam sua frustração com o resultado da votação das emendas ao PL 863/15 na Câmara dos Deputados, que ratificou o desejo do Poder Executivo de aumentar em 125% a contribuição das empresas de TI para a Previdência Social. A decisão ocorreu apenas um ano depois de ter sido aprovado uma alíquota menor em caráter ‘permanente’.

Todas as lideranças da Assespro se envolveram intensamente ao longo do debate ocorrido no Poder Legislativo, interagindo com dezenas de parlamentares e lideranças partidárias. Apesar do conhecimento que os deputados possuem sobre a importância estratégica do Setor de TI, uma análise das folhas de votação na Câmara revela que a base governista agiu sob estrito controle do Poder Executivo.

O Governo Federal concentrou seus esforços no objetivo de aumentar a sua arrecadação, incluindo o aumento da alíquota de contribuição previdenciária das empresas. No caso específico das companhias de TI, esse aumento de 2% para 4,5% decepciona o setor pelo tratamento dispensado.

Em primeiro lugar, essa frustração é consequência de que a área de tecnologia da informação foi uma das poucas beneficiadas pela política anterior e que comprovadamente fez a ‘lição de casa’, gerando aumento significativo dos empregos e da arrecadação desde a implementação da alíquota aprovada em 2014.

Em segundo lugar, a negociação entre o Poder Executivo e o Legislativo durante a tramitação do Projeto de Lei criou exceções para setores que sofrem alta concorrência internacional e para os que possuem dependência de seus recursos humanos. Ambos se encontram no Setor de TI, pioneiro da globalização, e no qual seu principal patrimônio é a capacidade intelectual dos profissionais.

Finalmente, o atual governo vem defendendo sistematicamente políticas públicas de defesa da produção e conteúdo locais em todas as indústrias estratégicas. A votação deste PL se opõe à lógica imposta pelo Poder Executivo a sua base de apoio e também coloca em dúvida a agenda da viagem presidencial aos Estados Unidos, que contempla a atração de mais empresas de TI para disputar o nosso mercado doméstico (atualmente o sétimo a nível global).

Resta agora a esperança de que o trabalho de esclarecimentos das lideranças regionais e nacionais da Assespro junto ao Poder Legislativo resulte em uma modificação deste Projeto de Lei no Senado.

Caso isto não ocorra, a participação das empresas e do capital humano nacionais será reduzida, justamente o contrário ao almejado pelo governo. A maior prova disso é que, além da cooperação com as demais entidades empresariais, como Abes e Brasscom, a nossa posição foi defendida também pelo maior sindicato de trabalhadores de TI.

Fonte: Assespro Nacional

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VivaReal anuncia Gabriel Porto como novo VP de Marketing

O VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, anunciou hoje a entrada de Gabriel Porto para seu time executivo. Com mais de 10 anos de experiência no mercado digital, Porto possui ampla experiência em marketing e performance, com passagem por empresas de internet como Mercado Livre, iG, Catho e Dafiti – na última ocupou o cargo de diretor de marketing pelos últimos 3 anos.

O executivo chega ao VivaReal em um momento importante para a empresa, que iniciou operações no Brasil em 2009. O portal recebeu no último ano sua terceira rodada de investimentos, um aporte acima de R$ 100 milhões, intensificando suas ações para crescimento das operações, com abertura de 2 novos escritórios e ampliação da equipe.

O VivaReal é hoje uma das empresas de internet que mais cresce no Brasil e o marketplace imobiliário líder no País, tanto em número de acessos quanto em tamanho de portfólio de imóveis. “Minha intenção é conectar cada vez mais esta oferta à demanda, oportunizando às pessoas que procuram um novo lar que o encontrem no VivaReal, de forma simples e dinâmica”, destaca Porto.

Rodrigo Iannuzzi, que ocupava a função anteriormente, passa a liderar a equipe de Produto do portal.

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TIVIT implementa nuvem e otimiza infraestrutura de TI da AES Brasil

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, anuncia a renovação do contrato com a AES Brasil e amplia sua oferta de soluções em gestão de infraestrutura de TI para a empresa. O novo ciclo de seis anos prevê a migração para uma nova nuvem e também uma atualização de todo parque tecnológico, visando aprimorar a qualidade dos serviços já prestados.

A AES Brasil começa o projeto com a implementação de uma nuvem privada, que trará mais flexibilidade e mobilidade para suas operações. A nuvem contará com os melhores padrões de segurança praticados no mercado e reforçará a alta disponibilidade, o que garante a continuidade dos serviços críticos. Esta implantação será concluída até julho de 2015.

A segunda frente de atuação do projeto consiste na modernização do sistema de gestão empresarial (da sigla em inglês ERP) do grupo, e também do Customer Care Service (da sigla em inglês CCS), que é o 5º maior do mundo no setor de utilities. Com uma robusta base de dados, toda a operação será realizada por meio do Centro de Excelência SAP da TIVIT, que agrega o conhecimento da companhia em soluções SAP, e na metodologia Run SAP.

“Um dos nossos diferenciais é a sólida experiência na gestão de ambientes de missão crítica e também a possibilidade de oferecer nuvens privadas, construindo assim ambientes híbridos que garantem a robustez e a flexibilidade que o negócio de uma empresa como a AES exige. Temos a estrutura e a expertise para suportar empresas de alta complexidade e com operações que atendem milhões de consumidores”, explica Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. “Temos com a AES Brasil uma relação de confiança e parceria de muitos anos, e a renovação do contrato reforça esse compromisso”.

A renovação tecnológica possibilita para a AES Brasil a continuidade dos serviços prestados com excelência pela TIVIT. “Tanto o ambiente SAP CCS quando outros sistemas críticos não SAP, têm para o grupo AES Brasil papel crucial na prestação dos serviços para seus clientes, realizando a emissão mensal das faturas dos consumidores com a coleta de dados e o processamento das informações nos datacenters da TIVIT. A solução permite que nossa operação esteja mais robusta e atualizada, aumentando o nível de disponibilidade e performance dos ambientes”, afirma Antonio Narvaez, diretor de TI da AES Brasil. “Conseguimos, desta forma, oferecer maior agilidade dos nossos serviços para nossos clientes finais”, completa.

Oferta de serviços integrados de tecnologia
A TIVIT gerencia operações de missão crítica da AES Brasil desde a gestão do ambiente tecnológico – que está em momento de atualização -, serviços de suporte aos usuários internos de TI, o sistema de faturamento, além de redundância e continuidade para as operações em um segundo datacenter. O suporte é realizado em ambientes complexos e de larga escala, com alta disponibilidade e níveis de segurança, além de governança de TI.

A empresa também suporta os clientes residenciais, comerciais e industriais da AES Brasil com o relacionamento por meio de diversos canais, como chat, voz e mensagens de texto, com serviços de agendamento de reparos, reestabelecimento de energia, ombudsman, entre outros. Todos os meses, a TIVIT suporta mais de 600 mil incidentes, o que reforça o papel crucial da empresa para esta operação.

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ESET aponta seis maneiras de fazer o backup de informações

Em tempos em que as pessoas carregam quase todas as suas informações pessoais e corporativas em seus dispositivos, muitos usuários ainda não desenvolveram o hábito de fazer backup de seus dados. Diante de tantos possíveis riscos, como falhas, golpes ou furtos, manter todos os seus documentos armazenados em um único aparelho, sem que uma limpeza ou cópia seja realizada regularmente, é contar com a sorte.

Para ajudar os usuários a escolherem a melhor alternativa, os especialistas da ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação – desenvolveram uma lista, na qual ponderam as vantagens e desvantagens de cada tipo de backup.

1. Pen drive – Pequenos e baratos, os pen drives estão em toda parte. Por sua portabilidade, eles são fáceis de armazenar informações, pelo mesmo motivo, são fáceis de perder.

Prós:
+ Extremamente portátil
+ Muito barato
+ Pode facilmente transferir dados a outras fontes

Contras:
– São pequenos e fáceis de perder
– Problemas de leitura/gravação e ciclo de vida limitado

2. HD externo – Discos rígidos externos são vendidos separadamente e como o próprio nome sugere, eles ficam do lado de fora do computador e podem ser conectados a outras fontes.

Prós:
+ Relativamente barato
+ Bastante espaço de armazenamento para arquivos maiores

Contras:
– Vulnerável para perda de arquivos ou entrada de malware

3. Time Machine – Para os usuários de Mac, o Time Machine é uma opção que faz o backup automaticamente. A Apple vende separadamente o link dedicado para wireless, o Time Capsule.

Prós:
+ Automatizado, significa que você não irá se esquecer de fazer o backup
+ Oferece frequência de backups
+ Faz backup de disco inteiro, não apenas os arquivos chave

Contras:
– Essa ainda é uma opção consideravelmente cara
– Disponível apenas para Mac

4. Sistema de armazenamento em rede
As empresas tendem a fazer backup de seus arquivos por esse tipo de sistema. Porém, essa também tem se tornado uma opção para usuários comuns, especialmente para aqueles que procuram salvar arquivos de mais de uma fonte.

Prós:
+ Backups automáticos, o que significa que você não corre o risco de se esquecer de fazê-lo
+ Soluções sem fio também funcionam com telefones e tablets

Contras:
– Pode ser uma alternativac de alto custo
– Pode ser complicado de configurar e manter

5. Cloud Storage – Há uma grande oferta de armazenamento em nuvem: iCloud , Dropbox, Google Drive e OneDrive são grandes nomes, mas existem outros serviços disponíveis.

Prós:
+ Pode ser feito automaticamente
+ Espaço livre considerável

Contras:
– Requer uma conexão à internet para funcionar
– Podem existir falhas de segurança
– As empresas não são obrigadas a manter esses serviços disponíveis para sempre

6. Impressão – À primeira vista, isso pode parecer um tanto arcaico. Mas dependendo da importância de alguns arquivos, a impressão pode ser a solução em um caso de emergência, como queda de energia. Não é o melhor dos mundos, já que será impossível manter seus arquivos sempre atualizados, mas vale a pena considerar.

Prós:
+ Um backup que não será afetado por interrupções de hardware
+ Impossível dos cibercriminosos acessarem

Contras:
– Impossível para determinados tipos de arquivo
– Inábil para gerenciar
– Menos prático para documentos mais extensos
– Prejudicial ao meio ambiente

“A informação é um dos ativos mais importantes para empresas e pessoas na atualidade. Assim, é essencial que os usuários incorporem a cópia de segurança dos diversos dispositivos utilizados no trabalho e em casa”, alerta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Porém, é importante destacar que um programa para backup de informações não substitui uma solução de segurança, que protege contra malwares e outras ameaças cibernéticas. O ideal é que ambos os softwares sejam instalados”, finaliza.

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Aumento de 150% no imposto sobre faturamento é um retrocesso inaceitável, diz Skaf

Câmara aprova proposta do governo, que ainda vai à votação no Senado

Lamentavelmente, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) a proposta do governo que eleva em até 150% o imposto sobre a receita bruta das indústrias. “É um retrocesso inaceitável”, afirma Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

O governo não quer cortar suas despesas e apela, mais uma vez, ao aumento de imposto para cobrir o rombo nas suas contas. “E, mais uma vez, quem paga o pato é quem produz”, diz Skaf.

Não faz o menor sentido, neste momento de desemprego em alta e de consumo em baixa, aumentar os impostos sobre as empresas. O governo fala em fim de renúncia fiscal, como se tivesse dado alguma coisa quando permitiu a troca do imposto sobre a folha de pagamento pelo imposto sobre a receita bruta. Esta opção, conhecida como desoneração da folha, foi criada para aumentar a competitividade da indústria. Teve bom resultado, ajudou a evitar demissões e precisa ser mantida. A esperança é que o Senado reverta a decisão da Câmara de onerar as empresas. “Temos que mostrar aos senadores o dano que vai ser para o Brasil”, afirma.

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Jump Brasil anuncia resultado de aceleração

Foram selecionadas cinco startups de Pernambuco e uma de São Paulo

A aceleradora Jump Brasil, ligada ao parque tecnológico recifense Porto Digital, divulgou as startups escolhidas para sua primeira turma de aceleração. São cinco empresas: Teslabit, Epitrack, Archimedes, Fast e Clapme.

Para chegar ao resultado, representantes do Porto Digital, do Instituto Talento Brasil (ITB) e investidores assistiram a pitches das 14 startups pré-selecionadas. Pedro Souza, gestor da aceleradora, explica que “cada uma das empresas teve 10 minutos para falar sobre seu produto para uma banca com o time da Jump e do ITB”. Depois, os investidores sabatinaram cada equipe por mais 15 minutos.

Segundo Souza, os aspectos observados pela banca para tomar a decisão foram: a inovação da solução apresentada, o modelo de negócios, o tamanho do mercado, o retorno esperado e a capacidade de execução do time.

O gerente da aceleradora completa: “Das cinco empresas selecionadas, temos soluções que atacam mercados interessantes como o de energia, saúde, produtividade, educação e entretenimento. O destaque é para Clapme que é de São Paulo e está fazendo o movimento ‘inverso’ ao optar ser acelerada em Recife”.

Confira detalhes das empresas aprovadas:

Teslabit (Pernambuco): serviço completo de gestão energética. Fornece, em tempo real, todos os dados relativos à energia consumida.
Epitrack (Pernambuco): startup da área de saúde, como vigilância epidemiológica em dispositivos móveis, detecção digital de doenças e treinamento para epidemiologistas.

Archimedes (Pernambuco): sistema avaliativo integrado e completo para faculdades e escolas. Concentra-se no desenvolvimento de avaliações integradas e contextualizadas para direcionar o desenvolvimento do aluno e da instituição de ensino.

Fast (Pernambuco): empresa especializada no desenvolvimento de software para diversas plataformas e também em consultoria em gestão da inovação.

Clapme (São Paulo): plataforma de transmissão online de shows que tem 100 mil usuários cadastrados, dos quais 10 mil são artistas e bandas.

Sobre o Porto Digital

O Porto Digital é um dos pilares da nova economia do Estado de Pernambuco, com 200 empresas que faturaram uma média de R$ 1 bilhão (2010) e empregam mais de 6.500 pessoas. Sua atuação se dá em atividades altamente intensivas em conhecime nto e inovação, que são software e serviços de tecnologias da informação e comunicação e economia criativa, em especial os segmentos de games, multimídia, cine-vídeo-animação, música, design e fotografia, além de propaganda e publicidade.

Considerado uma referência na implementação do modelo da ‘triple helix’, o Porto Digital é fruto de uma ação coordenada entre empresas, governo e academia, que resultou, após 10 anos de sua fundação (2000), num dos principais ambientes de inovação do País.

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Café Tecnológico do Sebrae renova APL de Software de Curitiba

Veja como uma iniciativa do Sebrae, no Paraná, aumenta o nível de conhecimento de empresários do setor de Tecnologia da Informação e aumenta o número de interessados pelo programa de TI voltado para empresas de Curitiba e Região Metropolitana. Acompanhe na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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