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Drones: novo caminho para a conservação ambiental

Com capacidade de coletar dados e imagens de alta resolução, a tecnologia dos Veículos Aéreos Não Tripulados (os Vant’s, popularmente conhecidos como drones), pode ser uma ferramenta de trabalho para organizações que cuidam do meio ambiente. Os desafios são muitos, especialmente de natureza legal, mas a necessidade de inovações que contribuam para a proteção e monitoramento dos animais e das florestas motivou o WWF-Brasil, juntamente com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outros parceiros, a iniciar o Projeto Ecodrones Brasil.

Com lançamento previsto para 17 de julho, quando se celebra o Dia da Proteção das Florestas, o Projeto Ecodrones Brasil tem a intenção de otimizar a conservação, não apenas do ponto de vista técnico como também econômico, já que as ações necessárias para a proteção dos recursos naturais requerem, na maioria das vezes, bastante tempo e dinheiro (Assista ao vídeo, que explica como os drones podem ser usados para aperfeiçoar a gestão, a vigilância e o monitoramento dos recursos naturais do nosso País).

Segundo o especialista do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira, o potencial de uso desses equipamentos na esfera ambiental é enorme. Ele contou que os ecodrones trazem oportunidades inovadoras para o mapeamento de áreas protegidas, monitoramento da biodiversidade, combate a incêndios florestais, caça e exploração dos recursos naturais, bem como na coleta de dados científicos.

O diretor de Criação e Manejo do ICMBio, Sergio Brant, destacou que o órgão tem muito interesse nas possibilidades e alternativas de uso dos Vant’s. “É uma ferramenta interessante, que tem uma série de possibilidades de utilização em áreas protegidas: desde fiscalização até o uso público”, afirmou.

O emprego de veículos aéreos não tripulados para a defesa da biodiversidade já é reconhecido como uma estratégia bastante eficaz em alguns continentes, como África e Ásia. Em 2012, o WWF ganhou um prêmio de U$ 5 milhões do Google para um projeto com vistas a reduzir a morte de elefantes e rinocerontes em áreas protegidas na África.

Na Austrália, um experimento de monitoramento do Dugongo – um tipo de mamífero aquático semelhante ao peixe-boi – foi feito com Vant’s e trouxe resultados mais rápidos, mais baratos e mais refinados do que o método tradicionalmente utilizado de enviar um grupo de pesquisadores a bordo de um avião.

A aplicação da tecnologia no cenário brasileiro ainda é tímida ou realizada de forma isolada, especialmente por que a lei que regulamenta seu uso não traz regras claras para este tipo de finalidade.

Nesse sentido, o Projeto Ecodrones está focado em construir um cenário favorável para a utilização de Vant’s na questão ambiental no Brasil nos próximos meses. “Nós não faremos uso recreativo ou comercial deste equipamento, e entendemos que é preciso uma normatização diferente, que contemple e auxilie seu uso com objetivo de conservação do patrimônio natural brasileiro”, disse Oliveira.

Além da regulamentação, ele defendeu que é preciso formar um corpo técnico que seja capacitado e habilitado para pilotar os equipamentos e realizar um planejamento que possibilite
voos seguros e eficientes. “É nessa etapa que o grupo de cooperação está concentrando seus esforços”, afirmou Oliveira.

O grupo de cooperação, que foi formado em junho, busca não só planejar como utilizar esta tecnologia e ajudar os órgãos reguladores – como a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) – a construir leis que ajudem e facilitem o uso desses aparelhos para o monitoramento de toda a biodiversidade brasileira.

Este grupo que vem pensando em todas essas questões é formado pelo WWF-Brasil, pela organização não governamental inglesa Conservation Drones, o ICMBio, a Agência Nacional de Águas (ANA), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Araguaia de Proteção Ambiental, uma organização não-governamental do Estado do Tocantins.

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Empresas de tecnologia devem adotar uma abordagem inovadora para atender às cadeias de abastecimento

Um novo documento técnico (white paper) divulgado pela DHL, provedor logístico líder mundial, revelou que a indústria de tecnologia deve ter uma abordagem inovadora no desenvolvimento de produtos e aplicá-la à gestão de mudanças da cadeia de abastecimento para evitar a perda de participação no mercado de atuação.

A pesquisa detalha como o passado tem servido como um indicador impreciso quando se trata de fontes futuras no setor de tecnologia. A redução do ciclo de vida dos produtos, os mercados emergentes, o aumento no consumo da classe média e a terceirização vêm criando desafios para as empresas de tecnologia. E embora todas essas tendências estejam atrapalhando um ambiente de negociação constante, elas não são as únicas questões que têm causado incertezas e ambiguidades no segmento.

Lisa Harrington, presidente do lharrington Group LLC, elaborou o relatório em colaboração com a DHL para analisar os desafios e tendências que afetam o setor no âmbito mundial. O levantamento mostra que as cadeias de abastecimento do setor de tecnologia no futuro terão que ser enxutas, ágeis e resilientes. As empresas de tecnologia precisam desenvolver cadeias de abastecimento altamente adaptáveis e capazes de se alinhar rapidamente em todos os mercados mundiais. Essa agilidade gira em torno de se manter com poucos ativos, mas ser capaz de acessar recursos altamente qualificados sempre que necessário, normalmente através de parcerias com provedores logísticos.

“A dinâmica da incerteza e ambiguidade na indústria de tecnologia dificulta muito a tarefa de prever o que virá a seguir. O ciclo de vida dos produtos está ficando cada vez mais breve à medida que os fabricantes disputam para criar novos produtos mais eficientes para substituir os antigos. Os mercados emergentes e suas crescentes populações de classe média estão gerando altas fontes de demanda que são mais difíceis de atender, e com a expansão do alcance geográfico da cadeia de abastecimento, o mesmo acontece com os parceiros envolvidos. Enquanto isso, a terceirização da indústria de tecnologia tem resultado em cadeias com múltiplas camadas e geograficamente dispersas, com lacunas de visibilidade, de modo que as empresas não conseguem ter uma visão completa de suas operações logísticas”, explica Lisa.

“Ironicamente, em um setor tão intimamente associado à inovação, a maioria das companhias hoje ainda precisam aplicar esse pensamento inovador à maneira como elas pensam sobre suas cadeias de abastecimento a fim de enfrentar esses desafios. Somente após esse exercício elas irão adquirir a agilidade e a velocidade necessárias para competir com as empresas que adotam as melhores práticas de mercado e já lideram este caminho com eficiência cada vez maior e total controle de custos”, ressalta.

O documento analisa a forma como as empresas do setor de tecnologia que adotam as melhores práticas de mercado estão se adaptando em resposta aos desafios que surgem pelo caminho. Isso inclui firmar parceria com um operador logístico terceirizado que, sozinho, consegue gerenciar as operações logísticas com o auxílio de ferramentas que monitoram e avaliam as condições e desempenho de toda a cadeia de abastecimento.

De acordo com Márcio Barbeito, diretor de desenvolvimento de negócios da DHL Supply Chain, esses sistemas fornecem alertas em tempo real para que potenciais problemas possam ser identificados e tratados de forma proativa antes que causem qualquer interrupção na cadeia de abastecimento. “A visibilidade apresentada por um provedor logístico pode se estender através de vários níveis de fornecedores e evitar lacunas nos processos do setor de tecnologia, além de permitir uma perceptibilidade sobre o estoque global, permitindo assim à gerência tomar decisões melhor fundamentadas em relação ao montante, o posicionamento, a quantidade e o tipo de estoque”, afirma o executivo.

E finaliza: “o provedor logístico também não fornece apenas visibilidade. Cada vez mais, as empresas que adotam as melhores práticas de mercado estão utilizando as soluções multiclientes, onde compartilham processos comuns da cadeia de abastecimento, tais como armazenagem, transporte e sistemas de TI com outras companhias para reduzir custos, dispersar riscos e aumentar a agilidade. Eles também estão aproveitando a oportunidade de adiamento para criar flexibilidade e reduzir a complexidade, espaçando a personalização dos produtos até o mais próximo possível do ponto de venda”.

Para saber mais sobre o documento técnico, acesse www.dhl.com/tech-resilience. Informações sobre melhores práticas e casos de sucesso da cadeia de abastecimento, visite o endereço eletrônico
www.dhl.com.br/pt/logistica/solucoes_em_setor_industrial/tecnologia_logistica.html

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Microsoft premia Compusoftware Solutions & Reseller como melhor parceiro de cloud da América Latina

A Microsoft elegeu, na última semana, a Compusoftware Solutions & Reseller como a melhor parceira da marca na América Latina na categoria Cloud Solutions Package. A premiação aconteceu em 14 de julho, em Orlando, durante a WPC (Worlwide Partner Conference), evento promovido para celebrar o poder das parcerias com empresas do mundo inteiro.

A Compusoftware foi ganhadora pelo projeto desenvolvido para o Webmotors, maior portal brasileiro no segmento automotivo. O grande desafio da companhia era construir um sistema em que todos os funcionários da empresa pudessem ter acesso. O portal, que tem boa parte de seu corpo operacional trabalhando remotamente, tinha dificuldade em uniformizar as informações e precisava de um sistema que atendesse a todos. A solução encontrada pela Compusoftware para a renovação interna foi o uso das ferramentas de produtividade da Microsoft, como o Office 365 e todos os aplicativos completos, como Word, Excel, PowerPoint, Outlook, Publisher e OneNote, que aumentaram o nível de gerenciamento e a eficiência dos usuários.

Segundo Max Camargo, COO da Compusoftware, a mobilidade conquistada pela empresa é um grande diferencial para o dia a dia operacional dos colaboradores do WebMotors. “Após a implementação de Office 365, os funcionários passaram a ter acesso remoto às suas ferramentas de trabalho, incluindo conferências, arquivos e documentos”, afirma.

Marco Lonzetti, CIO do WebMotors, reafirma a importância da mobilidade alcançada pela empresa após a implementação de Office 365. “A grande vantagem é que a área de TI não precisa mais diferenciar a oferta de ferramentas para os funcionários: não importa se o colaborador é da equipe comercial, que está sempre na rua, ou alguém que passa mais tempo no escritório. Ambos são igualmente atendidos pelas ferramentas, independentemente de onde estão”, diz.

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Wacom anuncia Marta Clark como Vice-Presidente de Vendas para América Latina e Caribe

A Wacom, líder mundial no mercado de mesas digitalizadoras, displays interativos e canetas digitais, anuncia Marta Clark como Vice-Presidente de Vendas para América Latina e Caribe.

A executiva será responsável pela supervisão da marca em assuntos relacionados às unidades de negócios “Criativa” e “Consumo” e terá como objetivos a expansão da presença da Wacom na América Latina, o fortalecimento da relação com os canais de distribuição e aceleramento do crescimento nas vendas.

“Estamos orgulhosos por Marta Clark se juntar à equipe executiva da Wacom e acreditamos que ela nos ajudará a identificar oportunidades para aumentar as vendas dos nossos produtos. Além disso, ela irá despertar a atenção da nossa tecnologia aos usuários na América Latina”, diz Fredrik Torstensson, Vice-Presidente Sênior Mundial de Vendas da Wacom.

“Estou muito feliz por fazer parte de uma empresa que tem como principal objetivo promover a criatividade dos profissionais das mais diversas áreas”, comenta Marta. “Vamos concentrar os nossos esforços no desenvolvimento de uma equipe de profissionais que nos permitam posicionar nossos produtos e serviços para empresas privadas e governamentais nos mais diversos segmentos como Educação, Mídia, Entretenimento, Marketing, Design e Arquitetura”, finaliza.

Anteriormente, Marta Clark foi Vice-Presidente para a América Latina e Caribe na Adobe Systems, onde desempenhou um trabalho reconhecido por 17 anos. Na Wacom, Marta ficará sedeada em Miami, Flórida (EUA).

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Porto Digital divulga nova turma de startups incubadas

O Porto Digital acaba de escolher as oito startups e empreendimentos criativos que farão parte da nova turma de incubadas do parque tecnológico. As empresas selecionadas participarão dos Programas de Incubação Cais do Porto, voltada para startups da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), e Portomídia, com foco em soluções na área da Economia Criativa. Durante 18 meses elas terão direito a capacitações, treinamentos, contatos com o mercado e outros benefícios, como mentoria e suporte físico.

Cãopido, Farmazap, Mobicenter, Uptempo e ToGo foram selecionadas para a Cais do Porto. Buyte, Mídias Criativas e a Trampós Studio compõem a nova turma de incubadas do Portomídia. Cerca de 50 empresas participaram do processo seletivo, que teve duas fases. Na primeira, foram analisados os formulários e vídeos de apresentação enviados pelos inscritos. Dessa etapa foram selecionados 13 finalistas para o Pitch Day, apresentação oral em que os empreendedores defenderam suas propostas e modelos de negócios para uma banca de avaliadores.

As empresas assinarão contrato no dia 30 de julho e já em agosto começam a incubação. Conheça melhor as empresas selecionadas:

Cais do Porto

Cãopido – Rede social canina. Por meio do aplicativo, as pessoas podem encontrar cães para adotar, localizar animais perdidos, serviços e outras pessoas com interesse em colocar o pet para brincar ou namorar.

Farmazap – Aplicativo que permite aos usuários pesquisar preços de remédios nas farmácias da sua região, recebendo orçamentos apenas das que tem o produto.

Mobicenter – Aplicativo mobile de atendimento inteligente para consumidores falarem com empresas através de chat e sistema web multiusuários para empresas falarem com consumidores.

Uptempo – Sistema para monitoração e identificação de pessoas e/ou objetos em eventos esportivos ou sociais.

ToGo – Aplicativo que transforma qualquer estabelecimento em drive-thru. Com ele, o usuário vai fazer pedidos, pagar e receber na frente do estabelecimento sem precisar sair do carro.
Incubadora do Portomídia

Buyttle – Game no qual o usuário disputa em tempo real contra outras pessoas por prêmios e produtos de verdade.

Mídias Criativas – Produtora de aplicativos interativos para dispositivos móveis com foco em entretenimento infantil por meio de realidade aumentada.

Trampós Studio – Outsourcing de pós-produção com foco em efeitos especiais e finalização de peças para vídeo e cinema.

Resultado do Armazém da Criatividade

O Armazém da Criatividade, ambiente criativo de produção de moda, tecnologia e economia criativa em Caruaru, no Agreste pernambucano, gerido pelo Porto Digital também divulgou as primeiras empresas de sua incubadora.

Veja o perfil das aprovadas:

Arthemis Moda Plus Size – Plataforma de e-commerce com foco na moda plus size feminina.

Banco de Perfis – Catálogo virtual de atores e figurantes para o mercado publicitário e audiovisual.

Cota Legal – Sistema online de cotação de preços para supermercados de pequeno e médio porte.

Entrega – Aplicativo para motoboys, empresas e prestadores de serviço que pretende otimizar a entrega expressa.

Mantus Game Studio – Empresa de desenvolvimento de games com foco na inovação da mecânica e na narrativa criativa.

Phytoplankton Estamparia Criativa – Empresa especializada em design de soluções e aplicações de estamparia têxtil para o mercado de moda e decoração.

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Positivo inicia a produção de notebooks e tablets na África

Com o grupo argentino BGH como sócio, a companhia continua seu processo de internacionalização com o início da fabricação própria nesta semana em Ruanda, na capital Kigali. A operação começa com 750 mil equipamentos vendidos para entrega nos próximos cinco anos para o governo ruandês

A Positivo BGH, joint venture da Positivo com o grupo argentino BGH, inaugura fábrica em Kigali, em Ruanda, marcando a entrada da companhia no continente africano. Os primeiros equipamentos educacionais que saem das linhas de produção fazem parte do acordo firmado com o Ministério da Educação de Ruanda para contratação de um volume mínimo de 750 mil dispositivos, com cronograma de entregas distribuído ao longo de cinco anos para atender aos alunos de ensinos fundamental e médio. A operação é iniciada oito meses após a assinatura do acordo, em uma área de 7,5 mil m² e com capacidade produtiva nominal de 60 mil PCs e tablets por mês.

“Enxergamos a África como um mercado muito interessante para ofertarmos tecnologia de qualidade a preços acessíveis, com já fazemos no Brasil, Argentina e Uruguai, principalmente porque os produtos vão competir de forma justa no mercado local por serem feitos em Ruanda. Somamos 26 anos de atuação com experiências fantásticas nos segmento de tecnologia educacional e estamos confiantes no sucesso dessa iniciativa do governo ruandês”, diz Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo no Brasil.
O incentivo ao desenvolvimento social e à educação são prioridades para o governo local, com engajamento do setor privado. O treinamento dos colaboradores começou em junho, com cerca de 90% da mão de obra de ruandeses. “Nossa ideia é a transferência de conhecimento para a população, integrando-a nesta e em outras unidades que poderão ser construídas em um futuro próximo na África. Nossa prioridade é atender ao cronograma de governo, mas estamos nos preparando para alcançar consumidores finais por meio de vendas diretas e do varejo.Também buscaremos ofertar mais dispositivos em Ruanda, como smartphones, e avaliamos ingressar em outros países africanos que estão atraindo consistente investimento estrangeiro”, complementa Hélio.

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos devem crescer 1,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que as remessas mundiais de dispositivos (PCs, tablets, ultramóveis e celulares) devem atingir 2,5 bilhões de unidades em 2015, um aumento de 1,5% em relação a 2014. A expectativa fica abaixo da previsão do trimestre anterior, que apontava 2,8% de crescimento. Os gastos dos usuários finais com dispositivos totalizarão US$ 606 bilhões em 2015, demonstrando, pela primeira vez desde 2010, um declínio de 5,7% em dólares americanos. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Nossa previsão sobre o crescimento das remessas em unidades para todos os tipos de dispositivos em 2015 caiu 1,3% em relação à estimativa do último trimestre. Isso ocorreu em parte como consequência da contínua desaceleração nas compras de PCs, particularmente na Europa Ocidental, na Rússia e no Japão, principalmente devido aos aumentos de preços resultantes da desvalorização da moeda local em relação ao dólar”, diz Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O único mercado que continua a crescer é o de telefones celulares, no qual, em contraste, os preços continuam a cair. Os mercados emergentes estão impulsionando as vendas de smartphones para cima, com a China na liderança. O fim da migração do Windows XP afetou negativamente o mercado de PCs no âmbito global durante a primeira metade de 2015.
Espera-se que o mercado mundial de remessas de PCs totalize 300 milhões de unidades em 2015, um declínio de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. “Não esperamos que ele se recupere antes de 2016. O lançamento do Windows 10 no dia 29 de julho contribuirá para desacelerar a demanda corporativa de PCs móveis e ultramóveis premiuns em 2015. Entretanto, conforme fornecedores e compradores se ajustam aos novos preços, o Windows 10 pode impulsionar as substituições durante 2016”, diz o Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento ultramóvel (tablets e celulares clamshell) também deve diminuir. Estima-se que as remessas desses produtos totalizem 214 milhões de unidades em 2015, um declínio de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Tablets serão responsáveis por 207 milhões de unidades, uma redução de 5,9% em relação a 2014. “O mercado de tablets sofre por ter menos novos compradores, pelos ciclos de vida estendidos e pela pouca inovação para incentivar as compras. Ao mesmo tempo, o valor de um smartwatch para o usuário comum ainda não é atraente o suficiente, e o impacto dos wearables em compras de tablets permanece irrelevante”, afirma Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner. Como resultado, o Gartner acredita que a média de vida útil do tablet aumente para três anos até 2016. “Também esperamos que o mercado de tablets atinja uma penetração em cerca de 50% dos domicílios em mercados maduros até 2016, o que já está próximo”, acrescenta a Diretora de Pesquisas do Gartner.

A taxa de crescimento do mercado de telefonia móvel deve desacelerar 3,3% em 2015. “As vendas globais foram afetadas por um desempenho mais fraco da China. Temos assistido a cada vez menos compradores de primeira ocasião no país. Provedores chineses terão de ganhar os compradores de substituição e melhorar o apelo de suas ofertas de serviços especiais para atrair as atualizações, se quiserem manter ou aumentar sua parcela de mercado. Os fornecedores que procuram intensificar seu desempenho no mercado global de smartphones serão desafiados a melhorar rapidamente sua expansão em mercados emergentes fora da China, onde ainda se observa uma fatia considerável de celulares convencionais e uma oportunidade para o crescimento de dois dígitos em smartphones”, afirma Annette Zimmermann, Diretora de Pesquisas do Gartner.

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Lenovo anuncia Sergio Friedheim como novo diretor de marketing e trade no Brasil

A Lenovo, maior fabricante de computadores do mundo, anuncia nesta semana a contratação do novo diretor de marketing e trade da empresa no Brasil. Com mais de 20 anos de carreira, Sergio Friedheim assume a área após passar por outras grandes empresas como a Motorola, LG, Alpargatas e Unilever.

“Estou bastante entusiasmado em contribuir para o aumento dos negócios de uma companhia do porte da Lenovo no Brasil. Minha principal missão é construir a marca dentro do segmento premium e ao mesmo tempo fortalecer a presença dos nossos produtos junto aos nossos clientes”, afirma o executivo.

Formado em Administração pela USP (Universidade de São Paulo), Friedheim será responsável pela equipe de comunicação e marketing estratégico da Lenovo, reportando diretamente ao presidente da companhia no país, Silvio Stagni.

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Dispositivo Móvel: Compra, Locação, Leasing ou Comodato. Qual a melhor opção?

Rotineiramente, a Navita – líder em gestão de mobilidade e Telecom – recebe questionamentos de clientes sobre a melhor opção para aquisição de dispositivos móveis, sejam eles smatphones ou tablets.

O Diretor Financeiro da empresa, Vitor Nardini de Lima, explica que, por se envolver diretamente nos processos e conhecer as demandas dos clientes e ter know-how técnico para avaliar esse quadro, dá dicas de como adquirir os equipamentos e suas variações positivas e negativas (os famosos prós e contras):

A compra de equipamentos é uma opção quando o adquirente possui uma boa saúde financeira e está disposto a alocar o seu capital de giro em ativos de longa realização. Este é o caso de investimentos em ativos fixos, ou intangíveis.

Na aquisição com recursos próprios não há a incidência de juros. Porém, a empresa deixa de remunerar o seu capital no mercado financeiro ou mesmo no giro de suas operações.

A despesa dedutível, no ponto de vista de tributação do lucro real, fica alongada e corresponde a 1/60 do valor do bem mensalmente. Sendo assim, a empresa antecipa a tributação do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro. Por se tratar de um bem para uso e consumo, normalmente não ligado à produção, os impostos incidentes na compra do ativo fixo/intangível não darão direito a crédito.

Diferentemente da aquisição, a empresa que pretende locar ou arrendar seus dispositivos tem a vantagem de reconhecer integralmente o valor da parcela paga como “leasing” ou “aluguel” na apuração do seu lucro real. Operações de locação não tomam ou diminuem limites das linhas de crédito para aquelas empresas dependentes de captação de recursos no mercado financeiro. Desta forma, as linhas de créditos ficarão reservadas para aquelas operações que financiam a sua necessidade de capital de giro.

A locação é uma modalidade que sofre tributação somente do PIS e da COFINS, sendo isenta de ISS e ICMS. Uma opção de leasing se torna mais atrativa quando a taxa cobrada para o bem arrendado é inferior que a remuneração percebida nas aplicações financeiras da empresa.

Há, ainda, operações de leasing operacional, onde a empresa arrendadora efetua a recompra dos aparelhos após o término no contrato. Nestas situações, algumas instituições praticam taxas negativas. Isso, porque o arrendatário não está adquirindo o bem. Ele estará sim financiando, ou alugando, o seu uso por um determinado período de tempo, não incidindo juros sobre a parcela residual futura do bem.

Quanto ao regime de comodato, trata-se de uma opção para os casos onde um equipamento é cedido, e cobrado, juntamente de um serviço ou um bem de consumo de varejo. Do ponto de vista de crédito e financiamento de capital de giro a operação de comodato oferece vantagens similares ao leasing ou aluguel.

O lado negativo da operação é a somatória dos custos da amortização do equipamento aos demais custos da prestação do serviço. A prestação do serviço possuirá um preço maior e sobre ela incidem o ISS, o PIS e COFINS. Os custos precisam ser pagos por receitas e estas receitas sofrerão maior tributação que um leasing ou locação.

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Unisys firma parceria com Ascenty para ampliar oferta de Data Center no Brasil

A Unisys Brasil anuncia uma aliança estratégica com a Ascenty para expandir sua oferta de serviços e soluções de Data Center e cloud computing no Brasil. A migração de suas operações para o Data Center da Ascenty localizado em Campinas/ São Paulo permite à Unisys oferecer ao mercado uma infraestrutura de DC com grau de maturidade Tier III, assegurando alto desempenho, segurança e alta disponibilidade aos clientes atendidos.

A aliança permite à Unisys não apenas expandir sua rede global de centros de TI híbrida, mas também oferecer novos serviços e soluções integradas de nuvem privada e híbrida ao mercado brasileiro, bem como de avançadas capacidades de governança e segurança cibernética. A Unisys terá total controle operacional e independência na infraestrutura dedicada e a expectativa é de que a transição de suas operações para o novo ambiente seja concluída até setembro de 2015.

“Estamos muito entusiasmados com esta parceria com a Ascenty. Por meio dela alcançaremos patamares ainda mais elevados em termos de tecnologia e de ambientes híbridos computacionais, proporcionando excelência em segurança, governança, capacidade e performance”, explica Roberto Trinconi, Vice-presidente de Vendas da Unisys Brasil.

Localizado no polo tecnológico de Campinas, no interior de São Paulo, a unidade possui 5.000 m2 de área total e 2.300 m2 de piso elevado para TI. O Data Center conta com moderna infraestrutura tecnológica, com ampla conectividade em fibra óptica e suporte dos principais provedores de telecomunicações. Sua infraestrutura permite ainda otimização de espaço físico e de recursos operacionais, concentrando dados e aplicações dentro de uma estrutura de alta eficiência que, aliada à tecnologia de cloud computing, aumenta ainda mais a capacidade operacional e reduz o consumo de energia.

O DC conta com potência total de 6,2 MVA e capacidade de energia disponível de 3,7 MVA para TI. Todo o sistema de energia, climatização e redes são redundantes. Em caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica da concessionária, por exemplo, entra em ação uma robusta estrutura de geradores, que garante o funcionamento ininterrupto da operação.

Inaugurado em 2012, a Data Center foi o primeiro no país a ter o padrão de certificação baseado na norma ISO/IEC 27001, que é a referência internacional para sistemas de gestão da segurança da informação. Também possui o selo “PCI compliance”, o que significa estar em total conformidade com as normas de segurança de dados estabelecidas no Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), padrão adotado em todo o mundo pela indústria de cartões de crédito. A unidade conta ainda com as certificações ISAE 3402 e SSAE 16, tipo II.

“A parceria com a Unisys é muito importante para nós, pois representa o reconhecimento da alta qualidade da nossa infraestrutura por uma empresa de peso no mercado de TI”, afirma Chris Torto, fundador e CEO da Ascenty. “Desde que iniciamos a operação, temos feito investimentos pesados em nossos data centers, com o objetivo de garantir aos nossos clientes uma infraestrutura robusta, capaz de proporcionar alto desempenho, segurança e confiabilidade”, acrescenta.

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Startup Resultados Digitais recebe aporte de R$ 15 milhões

A Resultados Digitais, startup especializada em marketing digital, acaba de receber investimentos que somam R$ 15 milhões, feitos por três dos mais importantes fundos de capital empreendedor (venture capital) que atuam no mercado brasileiro. Redpoint eventures, DGF Inova e Astella foram atraídos pelo potencial de crescimento da empresa, que quadruplicou a sua base de clientes em 2014 e projeta um crescimento de 200% para 2015.

A startup vem revolucionando o segmento em que atua por meio do software RD Station, que reúne em um único local todas as ferramentas utilizadas no marketing digital. “Nós não vendemos apenas o produto que desenvolvemos, mas também o utilizamos para alavancar nosso negócio. Essa estratégia tem se mostrado acertada, pois saímos de uma base de 27 clientes no final de 2011 para 1360 no ano passado”, afirma o CEO e um dos fundadores, Eric Santos. De acordo com ele, hoje uma pessoa precisa adquirir dez ferramentas, separadamente, para trabalhar sua empresa na internet. Com o RD Station, o trabalho é bastante facilitado e o tempo, otimizado.

Na avaliação de Manoel Lemos, sócio da Redpoint eventures, firma líder de capital empreendedor que investe em empresas de internet, a Resultados Digitais ajuda as empresas a seguirem uma tendência mundial na qual o marketing é utilizado estrategicamente para alavancar os resultados financeiros. “O rápido crescimento que a empresa vem apresentando mostra a necessidade que as companhias têm de aperfeiçoar os trabalhos em marketing digital e que, acima de tudo, há bastante potencial no setor. A Resultados Digitais mostrou que pequenas e médias empresas também podem utilizar esses serviços. E é por isso que a empresa tem tido tanto sucesso, pois soube atender as necessidades desse nicho.”

O sócio do DGF Investimentos, Patrick Arippol, que investiu na Resultados Digitais em 2013, concorda que os números que a empresa já vem apresentando nos últimos anos foram o diferencial para a decisão de investimento. “Estamos há dois anos vendo resultados consistentes na operação e um claro diferencial competitivo da empresa e da equipe”, diz.

Hoje, a empresa já conta com mais de dois mil clientes, 170 funcionários e cerca de 300 parceiros de negócios. São dados que, para o sócio da Astella, Edson Rigonatti, representam o posicionamento que a empresa conquistou no mercado. “A Resultados Digitais construiu uma máquina própria de marketing e vendas que é referência no Brasil e se propõe a ensinar o mesmo para os clientes em conjunto com o uso do RD Station”, afirma.

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Registros de dados roubados na internet aumentaram 49% em 2014

Quase um bilhão de registros de dados roubados em 1500 ataques. Cerca de 54% das invasões são do tipo mais comum, o roubo de informações pessoais. Esses números foram levantados por uma empresa alemã para comprovar que a segurança na internet está a cada vez ficando pior. Não foi em vão que a Prosign IT, multinacional de origem uruguaia especializada em tecnologia da informação, trouxe ao mercado o Prosign Authentication System, uma plataforma de dupla certificação digital focada em transações comerciais realizadas na internet, que garante o que há de mais avançado em segurança virtual.

Atualmente grande parte das transações bancárias são realizadas através de Tokens ou sistemas de senhas randômicas disponibilizadas em aplicativos para smartphone. A grande diferença entre a solução Prosign e as praticadas hoje no mercado, é que os dispositivos de senha não participam ativamente da certificação da transação, ou seja, se a máquina usada para o acesso à conta corrente estiver hackeada, o sistema de senhas randômicas não será capaz de impedir a ação criminosa.
Assim a transação será efetivada e como a máquina está sendo invadida, todos os dados do correntista serão passados para um servidor criminoso e uma vez que a conta esteja aberta neste servidor, o hacker terá sucesso no roubo das informações e poderá realizar qualquer tipo de transação, como desvio de dinheiro.

Com o sistema da Prosign, para que o assaltante cibernético tenha sucesso, ele teria que invadir ao mesmo tempo o smartphone do correntista, a máquina usada para a transação e acessar o QR Code gerado, o que significa que a probabilidade de sucesso do ataque é mínima e a dificuldade para a invasão é muito grande, o que não vale a pena para o bandido virtual, que busca sempre sistemas de fácil violação.

“Com o mercado online em franca expansão e constante desenvolvimento, as empresas e instituições financeiras precisam investir em ferramentas robustas e inteligentes que garantam o máximo de segurança e que estejam, pelo menos, dez passos à frente dos criminosos”, afirma Leonardo Baptista, CEO da Prosign IT.

Como funciona a solução: supondo que o banco X utilize o Prosign Authentication System, o correntista vai entrar no portal do banco e preencher os dados necessários para acessar sua conta, antes de entrar de fato na conta bancária, o sistema vai gerar um QR Code que deverá ser scaneado por um aplicativo especifico do sistema através de um smartphone, desta forma os dados sigilosos da transação são divididos entre os dois dispositivos e enviados para o servidor do banco.

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