Page

Author admin

Empresário sueco lança site de vendas online em 39 idiomas

Depois de 25 anos lutando contra as barreiras de idiomas do comércio internacional, um empresário sueco lança um site de vendas online em 39 idiomas englobando 5,5 bilhões de pessoas

Usando tradução automática, Commercus.com permite que empresas e consumidores publiquem anúncios em até 39 idiomas, alcançando compradores e vendedores em mais de 100 dos mercados mais populosos do mundo.
“Transporte é barato, é fácil transferir dinheiro e o mundo está cheio de pessoas que adoram fazer negócios. Mas apesar de que a globalização avançou muito, a barreira do idioma permanece um obstáculo”, diz o fundador Andreas Isaksson.

Depois de 25 anos trabalhando com comércio internacional, ele já viu muita confusão. Nascido e criado em uma fazenda nos arredores de Gotemburgo, Suécia, Isaksson fez carreira vendendo caminhões Volvo. Sua primeira aventura aconteceu no Irã.

“Fui lá em uma viagem de negócios em 1990 e terminei ficando por três anos. Viajei pelo país e quase ninguém na comunidade de negócios entendia uma palavra do que eu queria falar”, afirma Isaksson.

Depois de tanto tempo no mundo dos negócios, ele percebeu um padrão. Isaksson foi enviado para vender caminhões na Rússia, Hungria e Turquia, e precisou usar intérpretes para se comunicar com os clientes. Ao sair da Volvo, fez uma parceria com um fabricante de máquinas de ferramentas, onde o procedimento teve que se repetir. Gradualmente, percebeu que o inglês não é a linguagem global que tanto se imagina.

“Fazer negócios tem a ver com apresentar uma oferta, mas fazer isso é difícil se você não consegue se comunicar de forma apropriada. Durante minha carreira eu dependi de intérpretes, e é como trabalhar na escuridão completa”, afirma Isaksson.

Agora sua experiência gerou a ideia de um site de vendas global de bens e serviços. Enquanto as alternativas existentes são geralmente específicas de cada país, baseada em um único idioma, Commercus.com aplica a tradução automática para maximizar o potencial impacto de cada anúncio. Os usuários publicam anúncios em seu idioma nativo, escolhendo entre mais de 400 categorias, depois disso os anúncios são automaticamente traduzidos para qualquer idioma escolhido a uma taxa de €3 por idioma.

“Até agora, não existia uma forma de anunciar seus produtos e serviços em um nível realmente global”, afirma Isaksson.

Para receber os novos usuários, os primeiros 150.000 anúncios incluindo traduções será completamente grátis.

Tags, , ,

UKTI: 18 novos empreendimentos do Brasil no Reino Unido, em ano com recorde de investimentos estrangeiros na região

Empresas brasileiras estão ampliando seus investimentos no Reino Unido, expandindo seus negócios e conquistando vantagem competitiva ao participar de 18 projetos de investimento em indústrias de ponta da Grã-Bretanha.

Um relatório da agência de promoção de investimentos britânica UK Trade and Investment (UKTI), destaca como os investimentos brasileiros no Reino Unido são parte de um recorde de £1 trilhão em Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2014, tornando o país o maior destino de IED na Europa.

Companhias brasileiras criaram mais de 800 empregos no Reino Unido. 88% dos investimentos foram feitos em Londres, além de Manchester, Glasgow, Irlanda do Norte e Milton Keynes. Empresas de tecnologia representam 40% dos investimentos, seguidas pelo setor de serviços financeiros, com 29%. Treze empresas brasileiras estabeleceram suas bases europeias no Reino Unido em 2014.

Os grandes players brasileiros que investiram no Reino Unido incluem a Marfrig Global Foods, que expandiu suas atividades no Norte da Irlanda e na Inglaterra; a Grendene, ao lançar sua loja carro-chefe da marca Melissa em Convent Garden; o banco BTG Pactual, que estabeleceu uma filial do seu time global de commodities em Londres; e o Bradesco, que transferiu sua base europeia de Luxemburgo para Londres.

Joanna Crellin, Cônsul-geral em São Paulo e Líder de Comércio e Investimento no Brasil, afirma que: “Em uma época em que o fluxo de IED caiu, os investidores brasileiros veem o Reino Unido como um mercado acolhedor, diverso e aberto a negócios. Companhias dos setores de serviços financeiros, comidas e bebidas, varejo e TIC têm demonstrado como elas podem entrar para a elite mundial de empresas ao trabalhar com a expertise setorial que encontram no Reino Unido.”

A Mafrig Global Foods está participando do projeto de expansão de £170 milhões do Moy Park, na Irlanda do Norte, anunciado há um ano.

O CEO da Marfrig Global Foods, Martin Secco, disse: “Estamos comprometidos em aumentar nossas atividades na Irlanda do Norte e esse investimento, com o apoio da Invest Northen Ireland, ajuda-nos a alcançar isso. Nossa experiência com a Northern Ireland Executiva foi de engajamento contínuo e positivo e uma atitude pró-negócios.”

Os dados anuais de investimento do UKTI para o ano financeiro de 2014/15 mostram que o Reino Unido atraiu um volume 12% maior de projetos de IED, quando comparado ao ano anterior.

Investimento no Reino Unido

O investimento no Reino Unido é procedente de mais de 70 países, incluindo o Brasil e os principais mercados emergentes do mundo. Os Estados Unidos se mantém como a principal fonte de investimento estrangeiro, com um total de 564 projetos em 2014, seguido pela França (124 projetos).

O investimento da Índia cresceu 65%, fazendo do país a terceira maior fonte de IED para o Reino Unido, contribuindo para a geração de mais de 9 mil empregos novos e estáveis. Também houve evidência de estreitamento no relacionamento com a China, com 112 projetos em 2014, sendo 13 de Hong Kong, resultando em mais de 4 mil novos empregos.

O relatório de investimento estrangeiro do UKTI também mostra que o IED é aplicado em uma grande variedade de setores e indústrias, com muitos trabalhos envolvendo pesquisa e desenvolvimento. Isso destaca a liderança do Reino Unido como centro de pesquisa, inovação e tecnologia.

Os serviços financeiros, profissionais e de negócios registraram o maior número de projetos de IED e geração de empregos.

Tags, ,

Google Mobilegeddon e a era mobile

view.aspx

Por Andre Campos Filippe, Bruno Utrera, Claudine Oliveira, Fernanda Snel e Gustavo Macedo*

No final de fevereiro deste ano, o Blog do Google para Webmasters anunciou a data para mais uma atualização no algoritmo para buscas feitas por dispositivos móveis, priorizando sites que estão preparados para as telas dos smartphones. Essa foi a primeira vez que o Google informou o momento exato de uma atualização, logo, o mundo digital criou grandes expectativas e batizou o dia como “Mobilegeddon”.

Desde a última atualização que priorizava os sites preparados para as telas de smartphones nos resultados de busca feitos por meio de dispositivos móveis, percebemos poucas alterações nas páginas de resultados. Inclusive, muitos sites ainda não são mobile-friendly.

No final das contas, a alteração do algoritmo foi só um susto do Google?

Pelo contrário, significa que, aos poucos, o próprio algoritmo irá se ajustar para tornar a busca mais relevante. Ou seja, agora é a hora para as marcas prepararem os sites para receber visitantes de dispositivos móveis. Por isso, analisamos a importância dessa atualização, separamos as diferenças dos formatos e listamos os resultados esperados ao tornar o seu site mobile-friendly.

O que sabemos até agora:

Temos dois insights que ajudam a enxergar a luz no fim do túnel:

1. A atualização não afeta o ranking dos resultados de pesquisa feitos em desktop

2. Somente páginas individuais podem sofrer algum tipo de alteração se não estiverem mobile-friendly (e não o site inteiro)

O mobile é importante!

A atualização é um caminho natural, já que a proposta do Google é de tornar a Internet um lugar melhor. Além disso, os dispositivos móveis tornaram-se indispensáveis para buscas durante o dia a dia. Alguns números comprovam o tamanho do mercado e a sua complexidade:

• 58,6 milhões de brasileiros possuem smartphones com acesso a Internet[1]

• Existem 394 modelos de aparelho de celular a venda no Brasil

• 63% dos brasileiros conectados a Internet estão utilizando algum dispositivo móvel enquanto assistem TV[2]

•50% de buscas locais são feitas por dispositivos móveis

•Um segundo de demora no carregamento da página pode reduzir a quantidade de conversões em até 7%

Como usuários, consideramos frustrante a experiência de fazer uma busca e acabar em um site onde é preciso dar zoom para ler ou clicar em qualquer informação.

Como entregar o conteúdo do site em dispositivos móveis? Ou por que se preocupar com as URLs e HTMLs?

Sites mobile-friendly podem ser apresentados e se comportar de três diferentes formas:

WEB DESIGN RESPONSIVO

Esse design pode ser exibido em todos os dispositivos com o mesmo código que se ajusta ao tamanho da tela.

Exemplo: www.airbnb.com.br

EXIBIÇÃO DINAMICA

Códigos diferentes para cada dispositivo, mas no mesmo URL

Exemplo: g1.globo.com

URLS SEPARADOS

Os URLs separados para dispositivos móveis veiculam códigos diferentes para computadores e dispositivos móveis (e, talvez, até mesmo para tablets) e em URLs diferentes.

Exemplo: www.lufthansa.com / mobile.lufthansa.com

Resumindo:

WEB DESIGN RESPONSIVO EXIBIÇÃO DINÂMICA URLs SEPARADOS
URL a mesma URL a mesma URL URLs diferentes
HTML o mesmo HTML HTMLs diferentes HTMLs diferentes

Qual o layout ideal para o meu site?

A respostas é que não existe um layout “ideal”. Em compensação, pelo nosso conhecimento e expertise em SEO, sugerimos o Web Design Responsivo. Alguns dos motivos:

• É o formato recomendado pelo Google, já que facilita a indexação de uma URL e a integração do conteúdo correto

• Como existe apenas uma única URL, fica mais fácil compartilhar o link e o conteúdo em redes sociais

• Evita o redirecionamento e, por isso, reduz o tempo de carregamento

• Reduz a chance de erro e de impactar negativamente a experiência para o usuário em dispositivo móvel

• A manutenção do conteúdo é mais simples, pois apenas um HTML é modificado

Dicas importantes:

URLs SEPARADAS: Muito cuidado com os redirecionamentos, principalmente entre URLs para mobile e desktop. Faça diversos testes para ter certeza de que estejam funcionando corretamente.

VERSÕES: Se alguma página ou seção da versão desktop do site não possui uma versão para mobile, o melhor é que o usuário acesse a página na versão desktop mesmo.

FAT FINGER: Antes de criar qualquer layout para dispositivo móvel, considere criar botões grandes e espaçados para dedos grandes em telas pequenas. Afinal, todos os tipos de pessoas em todas as situações possíveis podem estar navegando no seu site.

ACESSIBILIDADE: Ao incorporar ou embedar vídeos, tenha certeza de que eles podem ser visualizados em qualquer dispositivo. Além disso, considere as legendas em seus vídeos, tanto por acessibilidade quanto para pessoas que não possam ligar o áudio.

POP-UP: Evite os pop-ups, a experiência de abrir e fechar modais nos dispositivos móveis pode ser frustrante.

APPs: Para divulgar o seu app na versão mobile, o ideal é apresentá-lo discretamente como um pequeno banner no topo do seu site.

Quais resultados devo esperar?

Além do melhor posicionamento das páginas do site no Google, também há outros benefícios com o aumento de acessos através de dispositivos mobile:

• Aumento de tráfego

• Aumento de conversões
• Aumento do tempo médio no site
• Redução de bounce rate
• Vantagens perante à concorrência
• Maior engajamento dos usuários

Outras dicas:

O seu site é mobile? Faça o teste:

www.google.com/webmasters/tools/mobile-friendly

Verifique a velocidade do seu site:

https://developers.google.com/speed/pagespeed/insights/?hl=pt-BR

*Equipes de SEO e Content Marketing da iProspect

• Gustavo Macedo – Diretor de BI, SEO, Radar e Content
• Claudine Oliveira – Coordenadora de SEO
• Fernanda Snel – Especialista de SEO
• Bruno Utrera – Especialista de SEO
• Andre Campos Filippe – Especialista de Content Marketing

Tags, , , , , , , , , , ,

O Big Data e a lei

O escritório de advocacia PK Advogados, especialista em tecnologia e inovação,esclarece diversas dúvidas jurídicas envolvendo o Big Data, como tributos aplicáveis e propriedade intelectual

Perante a lei, quando dados sobre uma pessoa são agrupados, forma-se uma obra de autoria, e, portanto, esses dados passam a ser protegidos pela Lei de Direitos Autorais. “Por isso, mais do que nunca, são fundamentais ações para treinamento, conscientização e fiscalização dos funcionários que usam as ferramentas de TI da empresa para construir ações ou campanhas com base em dados de usuários”, explica Hélio Ferreira Moraes, sócio do PK Advogados. “O marketing programático, novo termo para o marketing digital inteligente, que utiliza o Big Data como ponto de partida para ações e campanhas focadas em dados, deve evoluir, sim, como todas as ferramentas de TI evoluem, porém dentro da regulamentação vigente”.

A preocupação jurídica com o Big Data permeia duas grandes questões:

1) A origem das informações obtidas: a coleta cumpriu a lei do Marco Civil da Internet?

2) O armazenamento desses dados: eles são protegidos contra vazamentos e acessos indevidos? Dados de usuários da internet estão à mercê de roubo de informações pessoais?

Tributação

O Big Data é um ativo não monetário intangível. As empresas podem utilizar o Big Data como crédito de PIS e Cofins, desde que seja considerado como insumo. Enquanto isso, as prestadoras de serviços de processamento de dados podem recolher uma alíquota de 2% da receita bruta da contribuição da previdência patronal.

No YouTube

O escritório de direito de tecnologia PK Advogados possui um canal no YouTube. Nele, há vídeos didáticos e explicativos de conteúdo jurídico sobre os temas mais recorrentes na área de tecnologia.Assista à série especial sobre Big Data:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLEUIxnNcj_iJBIitsu3H_kwbQiX8T9TMQ

Tags, ,

União de regionais fortalece atuação da Assespro Nacional

O trabalho das regionais da Assespro tem fortalecido a atuação da entidade no país e também en nível internacional. Os líderes do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações dos principais estados brasileiros participam de reuniões periódicas em Encontros Nacionais para tratar de planejamento, ações conjuntas, troca de experiëncias e promoção de um dos principais eventos de TI, que acontece em 2016 no Brasil. Veja na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

Tags, , , , ,

Senior inaugura novo espaço em Florianópolis para programa Inove

Especialmente desenhado para as atividades das startups, o espaço foi planejado para promover negócios e troca de ideias e experiências entre os profissionais. O projeto seguiu premissas como colaboração, interação, vivência em comunidade e inovação, assim como a manutenção da sinergia com o ambiente do Centro de Inovação da ACATE (CIA). “Buscamos uma expressão de design que se identificasse com a nova geração de empreendedores”, destaca Alencar Berwanger, diretor de Marketing e Produto da Senior.

Desde março, as startups do Inove Senior utilizam os espaços compartilhados do CIA; agora, essas empresas contam com esta sala exclusiva para as atividades de aceleração e mentoria. Além disso, as que não têm sede própria podem usar a sala como espaço de coworking. “Este é um investimento de longo prazo que poderá abrigar novas edições do Inove Senior e, ainda, servir como ambiente compartilhado para o desenvolvimento de projetos de P&D avançado da Senior”, acrescenta Berwanger.

Acelerando para o mercado

“No processo de aceleração das startups, diferentes assuntos são trabalhados. Já tratamos Design Thinking, Cultura Senior, formação de preço e discurso comercial. A próxima fase será a de negociação”, comenta o coordenador do Núcleo de Inovação da Senior, Anderson Torres.

Com expectativa de encerrar em novembro, o programa conta com oito empresas em processo de aceleração em três categorias distintas: as que ainda estão na fase de validação de conceito, as que iniciam o processo de levar o Minimum Viable Product (MVP) ao mercado – ou seja, um pré-produto com um conjunto mínimo de funcionalidades que permite uma ação e aprendizado sobre os clientes ou usuários, que serve para testar as demandas do mercado com relação ao produto – e, por fim, as startups que buscam escala para crescerem.

“Todas já concentram esforços em visitas e entrevistas com clientes da Senior. Enquanto as mais amadurecidas já traçam planos de vendas, as iniciantes validam as hipóteses em relação aos problemas reais que o empreendimento se propõe a resolver”, explica Torres. “A receptividade por parte dos clientes tem sido fantástica. Sabemos que as empresas se interessam por iniciativas de inovação em empreendedorismo e estamos levando isso ao mercado”, ressalta Berwanger.

CIA PRIMAVERA
Para Guilherme Bernard, presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), a força do setor tecnológico na capital catarinense se sustenta na geração de empregos. “São 6 mil vagas ocupadas em Florianópolis, concentração maior do que a da cidade de São Paulo na proporção por habitantes. Hoje, Florianópolis já soma 600 empresas do setor que faturam R$ 1 bilhão por ano e cresceram 15% em 2014”, destaca. Em Santa Catarina, a área de tecnologia agrega 20 mil profissionais e, atualmente com cerca de 700 associados, a Acate espera para 2015 um crescimento de 20% para o setor.
Inaugurado neste primeiro trimestre, o Centro de Inovação ACATE (CIA) – Primavera abriga a sede da entidade, a incubadora MIDI Tecnológico e o Instituto Internacional de Inovação – i3, além de mais de 30 empresas de tecnologia que funcionam em áreas locadas do empreendimento de mais de 6 mil m2.

O programa Inove Senior contou com mais de 250 projetos inscritos. “Empresas nascentes dos mais variados níveis de maturidade se inscreveram. O maior volume de projetos se concentrou nos segmentos de Varejo (17), Serviços (15) e Gestão Empresarial (10)”, afirma Berwanger. As vencedoras foram anunciadas em março e os empreendimentos são inovadores tanto em termos de tecnologia como em modelos de negócios.

+ senior.com.br
Referência nacional no desenvolvimento de softwares para gestão, a Senior possui um dos mais completos portfólios para empresas de todos os portes e diversos segmentos com soluções em ERP, gestão de pessoas, acesso e segurança, de performance corporativa – como BI e Workflow – e um pacote completo de implantação, consultoria e suporte em TI; todas também disponíveis em Cloud Computing.

Fundada em 1988 em Blumenau (SC), a companhia possui 6 filiais (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Pernambuco), 2 unidades de negócios nas áreas de segurança patrimonial e logística e cerca de 100 canais de distribuição em todo o Brasil.

O Inove Senior é um programa de aceleração corporativa que oferece aporte, know-how e acesso ao mercado para até 10 startups que demonstrem potencial econômico. A inciativa é da Senior, referencia nacional em sistemas para gestão empresarial. Conheça o programa e acompanhe novidades sobre inovação em www.inovesenior.com.br.

Tags, , , , , , , ,

Estudo da Salesforce mostra como as principais cidades norte-americanas usam tecnologias digitais para se conectar com seus moradores

San Antonio encabeça a lista, com a maior porcentagem de moradores que usam tecnologias digitais para se comunicar com seu governo municipal sobre serviços gerais, energia, transporte, visão do futuro e engajamento cívico

O relatório mostra que os moradores querem tecnologias digitais para se conectar com suas cidades de modos inteiramente novos, mas que hiatos na implantação da tecnologia e de awareness retardam essa adoção

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), divulgou o “2015 Connected Cities Report.” Baseado em um levantamento online conduzido por Harris Poll em maio a pedido da Salesforce com 3075 adultos em 15 das principais cidades dos EUA, o relatório identificou que os moradores querem usar tecnologias digitais como aplicativos de dispositivos móveis, websites e mídias sociais para se comunicar com seus governos locais sobre problemas envolvendo serviços, transporte público, segurança, uso de energia e outras preocupações cívicas. Contudo, em contraste com a demanda por tecnologias digitais, o relatório constatou que os moradores usam pouco – ou têm pouco conhecimento – de ofertas atuais em suas cidades.

Os governos locais enfrentam atualmente a inovação das tecnologias do setor privado, que avançam sobre serviços públicos. Além disso, os moradores aumentaram as expectativas sobre a qualidade e a disponibilidade de tecnologias digitais para se comunicar com seus governos locais. Com isso como pano de fundo, o levantamento “2015 Connected Cities Report” da Salesforce classificou 15 grandes cidades – Boston, Chicago, Dallas, Denver, Detroit, Houston, Indianapolis, Los Angeles, Nova York, Filadélfia, Phoenix, San Antonio, San Francisco, Seattle e Washington, D.C. – levando em conta como elas se conectam com os moradores com o uso de tecnologias digitais em seis categorias principais, incluindo os serviços gerais da cidade, engajamento cívico, segurança pública, transporte, uso de energia e visão de futuro.

Os resultados sugeriram hiatos significativos de tecnologia e conhecimento delas. Enquanto a maioria dos moradores quer serviços digitais para se conectar com seus governos municipais, muitos não estão cientes ou não usam os serviços disponíveis atualmente. Para acabar com esses hiatos, as cidades precisam melhorar a experiência do usuário de seus serviços digitais para aumentar as taxas de adoção, e também educar melhor seus moradores sobre os serviços digitais que eles têm à disposição.
O estudo foi encomendado pela Salesforce e conduzido pela Harris Poll em maio de 2015.

Principais Conclusões do “2015 Connected Cities Report”

– San Antonio ficou em primeiro lugar no relatório, devido à quantidade de moradores que usam ferramentas digitais para serviços gerais da cidade, energia, transporte, visão de futuro e engajamento cívico. Detroit ficou em último lugar, com pontuações baixas em todas as categorias, em particular para a participação cívica e visão de futuro.

– Uma porcentagem ativa de moradores de San Antonio utiliza as tecnologias digitais para interagir com o governo da cidade para denunciar um crime (39%), relatar um incêndio ou emergências relacionadas a EMT (37%), obter informações sobre interdição de estradas e ruas (58%), registrar-se para votar (36%) e receber notificação de falta de energia (38%).

– Os moradores de Detroit relataram baixo uso de ferramentas digitais para manter contato com o governo municipal em várias áreas, incluindo o pagamento de tíquetes de estacionamento/direção (20%), acesso a horários do transporte público (13%) e registro para votar (17%).

– Enquanto os moradores, de maneira geral, relataram um relativo baixo uso de ferramentas digitais para se conectar com seus governos locais, a maioria relatou que deseja se comunicar dessa forma.
– Mais de metade dos moradores gostaria que sua cidade tivesse os recursos para arquivar solicitações de serviços através de tecnologias digitais.

– 57% dos moradores gostariam de ter informações sobre segurança pública disponíveis através de tecnologias digitais.

– Quase metade (49%) dos residentes gostaria que a sua cidade fornecesse meios para pagar as contas, taxas ou multas através do uso de tecnologias digitais.

– Os moradores estão dispostos a serem participantes ativos na modernização tecnológica de suas cidades – fornecendo localização em tempo real e outras informações pessoais para seus governos locais para tornar suas cidades mais seguras, melhorar o transporte, criar uma comunicação melhor e aumentar a eficiência energética.

– 49% dos moradores estariam dispostos a compartilhar dados de localização em tempo real para ajudar a tornar suas cidades mais seguras.

– 54% dos moradores estariam dispostos a compartilhar os dados de tráfego de seus veículos pessoais para ajudar a melhorar o transporte público.

– 60% dos moradores estariam dispostos a compartilhar suas informações de contato pessoal para ajudar a melhorar a capacidade da sua cidade de se comunicar com eles.

– 68% dos moradores estariam dispostos a compartilhar o uso de água e energia de suas casas ou apartamentos para melhorar a eficiência energética da cidade.

“Na era da AirBnB, Uber e Nest, os moradores esperam se conectar com suas cidades de novas maneiras”, diz Vivek Kundra, vice-presidente executivo da Salesforce. “Os moradores não querem ficar em filas, aguardar no telefone ou enviar um formulário de papel em três partes para obter uma resposta de seus governos locais. Agora com a nuvem, mídias sociais, aplicativos de dispositivos móveis e data science, as cidades devem oferecer a mesma qualidade de serviços que os cidadãos vivenciam em suas vidas cotidianas”.

“Construir uma relação de confiança com cada um de nossos residentes é muito importante para o sucesso da nossa cidade”, afirma Rosetta Lue, Diretor Chefe de Atendimento ao Cliente da cidade de Filadélfia. “Demos prioridade ao desenvolvimento da tecnologia digital para tornar mais fácil para os residentes se comunicarem diretamente com a cidade de Filadélfia, e agora temos os recursos para responder de uma forma oportuna e eficaz.”

Tags, , , ,

Big Data e Internet das Coisas serão motores de uma nova economia, avalia especialista em Analytics

“A combinação de Big Data e Internet das Coisas irá impulsionar o surgimento de uma nova economia baseada na personalização de produtos e serviços”. A previsão é de Edouard Hieaux, Country Manager no Brasil da AT Internet, uma das maiores companhias de Digital Analytics do mundo.

Em entrevista, o executivo analisa as potenciais transformações que os negócios irão passar na medida em que os números se tornarem cada vez mais relevantes na definição de estratégias de marketing e até mesmo no desenvolvimento de produtos customizados a partir das preferências dos consumidores, que, conectados o tempo todo, disponibilizarão informações essenciais para uma empresa ganhar ou perder terreno para concorrentes com uma maior capacidade de análise de dados.

Aqui no Brasil, as empresas ainda parecem estar apenas engatinhando no uso de ferramentas de analytics, mas com o avanço da concorrência, especialmente no comércio eletrônico, está se tornando cada vez mais clara a importância de um olhar mais apurado para os dados e uma consequente personalização das ofertas. Qual será a relevância do digital analytics para o futuro das empresas?

Edouard Hieaux – No mundo dos negócios neste início de século XXI, extrair inteligência dos números se tornou fator crítico de sucesso. Embora para alguns setores a análise de dados seja uma necessidade já há algum tempo, a novidade é que, com o avanço da tecnologia e o aumento da concorrência, esta competência agora é determinante no mercado em geral. E com um nível de exigência cada dia mais elevado, com ferramentas e métodos de mensuração extremamente sofisticados.

Muitos se perguntam “para onde os dados vão nos levar?”. É uma questão pertinente porque as respostas indicam caminhos que vão definir a estratégia das empresas daqui para frente. Um dos reflexos diretos da importância estratégica dos dados nos negócios é que setores inteiros da economia estão sendo radicalmente transformados por eles. E esse movimento deve se acentuar com a convergência entre Big Data e Internet das Coisas.

O que irá representar a intersecção dessas duas disciplinas da tecnologia?

Edouard Hieaux – Não tenha dúvidas de que o impacto disso para as empresas é grande. A Internet das Coisas é assim chamada por conectar à rede objetos e máquinas diversos, como eletrodomésticos, vestuário, meios de transporte, sistemas de empresas, relógios e eletroeletrônicos, além de computadores e smartphones. Assim, em breve não haverá mais barreiras entre os mundos físico e digital. Conectados por meio de dispositivos que se comunicam entre si, eles se tornarão um só. Para dar um exemplo simples, pense num relógio inteligente, como os que foram lançados recentemente por grandes companhias de tecnologia.

Integrados a sistemas operacionais, eles funcionam como extensão dos smartphones e facilitam acesso a aplicativos e email. Além disso, podem coletar informações sobre trânsito e localização, previsão do tempo, atender a chamadas telefônicas sem que se tire o celular do bolso e monitorar batimentos cardíacos.

A tendência é que logo ele – ou qualquer outra tecnologia “vestível” – se comunique com sua residência ou seu carro e passe comandos sobre atividades que dizem respeito a você, o ser humano de carne e osso. Os veículos modernos, aliás, hoje já são uma espécie de data centers móveis, tamanha a sofisticação dos softwares embarcados.

Mas com uma disponibilização de uma massa de dados cada vez maior como as empresas irão dar sentido a esta infinidade de números?

Edouard Hieaux – Se não houver inteligência no processo de análise, não servirão para nada. É aí que entra o Big Data. Decupar essa imensa quantidade de informações que circula entre equipamentos e pessoas e apenas entre as máquinas é o ouro do século XXI. Afinal, os objetos conectados passarão a ser extensões da vida das pessoas e das estratégias de mobilidade das empresas.

Nesse cenário, o principal desafio será a escolha e o gerenciamento dos diferentes métodos de análises de dados. O ponto de partida para lidar com esse universo infindável é definir os objetivos da estratégia digital da companhia. O gestor deve avaliar qual o diferencial de sua marca e o posicionamento buscado – e onde quer chegar.

Os KPIs, por exemplo, servem para mensurar os objetivos principais. Outro ponto importante é internalizar a inteligência e a estratégia. De nada adianta imaginar que um software de analytics resolverá todos os problemas. Ele é como um foguete: sobe, mas precisa de bons pilotos para levar ao destino correto.

Então a combinação entre Big Data e Internet das Coisas irá levar a uma personalização de produtos e serviços como jamais pudemos imaginar?

Edouard Hieaux – Exatamente. Embora o mercado ainda esteja no início desse processo, de uma coisa não há dúvidas: as marcas que se prepararem melhor para obter inteligência a partir das informações geradas pelos consumidores nesse novo ambiente, onde há internet em tudo, inclusive no corpo, estarão na dianteira dessa nova era. Estas serão as empresas do futuro.

Tags, ,

Decisão do STF valida contratação de Organizações Sociais na prestação de serviços públicos

Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal, neste ano, confirma definitivamente a validade da prestação de serviços públicos não exclusivos por Organizações Sociais em parceria com o Poder Público.

Em sessão plenária, por votação majoritária, a Suprema Corte julgou parcialmente procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1923, dando interpretação conforme a Constituição às normas que dispensam licitação em celebração de contratos de gestão firmados entre o Poder Público e as Organizações Sociais para a prestação de serviços públicos de ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação ao meio ambiente, cultura e saúde. Na ação iniciada em 1998, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) questionavam a Lei 9.637/1998, e o inciso XXIV do artigo 24 da Lei 8.666/1993 (Lei das Licitações).

Essa decisão confirma que a Prefeitura de Curitiba acertou no modelo que adotou, há quase 17 anos, para o desenvolvimento e execução de projetos nas áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação. No fim da década de 90, Curitiba inovou ao promover a qualificação do Instituto Curitiba de Informática – ICI como Organização Social, que permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e a estar entre as cidades mais inteligentes do planeta.

Para o ICI, a decisão do STF é histórica e fortalece sua atuação em todo o território nacional como centro de referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação para a gestão governamental.

A respeito do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional” por meio das Organizações Sociais, o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, afirma que “não restam dúvidas de que a Tecnologia da Informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade. As organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer. Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firmam com o Poder Público.”

Fonte: Instituto Curitiba de Informática

Tags, , , , , , , , ,

Como o gerenciamento de projetos garante o sucesso dos negócios

Por Alex Sugiyama, George Silva e Marcelo Martins*

Intrínseca aos mais fortes, a adaptação é uma característica essencial às empresas que buscam sobreviver e crescer, maximizando a eficiência das suas operações com um gerenciamento adequado dos projetos para que promovam mudanças, agreguem valor e atinjam os benefícios e objetivos da organização. Uma empresa que consegue se adaptar constantemente é capaz de ajustar seu ponto de vista às oportunidades que surgem frente às dificuldades econômicas e tendências de mercado, por exemplo.

E para se adaptar, não basta a uma empresa ser flexível, criativa ou ter iniciativa. É preciso investir na prática do gerenciamento de projetos.

Para se ter uma ideia, a PricewaterhouseCoopers identificou que 97% dos entrevistados em sua pesquisa ‘Ideias e tendências: Práticas atuais de gestão de projetos, portfólio e programas’ consideram a gestão de projetos fundamental para o sucesso organizacional e o desempenho dos negócios, enquanto 94% afirmam que a gestão de projetos possibilita o crescimento dos negócios.

Neste momento, surgem diversas questões: O que é o gerenciamento de projetos? Como as empresas aplicam o gerenciamento de projetos de forma prática e eficaz? Como e por onde começar uma iniciativa ou melhorar as técnicas de gestão? Qual o valor do gerenciamento de projetos para as organizações?

Após entender um projeto como uma reunião de esforços aplicados de forma integrada na busca de um objetivo bem definido – e segundo o Project Management Institute (PMI) como sendo “um esforço temporário para produzir um produto, serviço ou resultado único”, é preciso analisar o contexto geral da empresa considerando o segmento de atuação, áreas que mais requerem uma visão orientada a projetos e situação atual com base em metodologias e práticas conceituadas para então definir a aplicabilidade da gestão de projetos.

Setores como tecnologia, construção, telecomunicações e a indústria de forma geral, assim como áreas de tecnologia da informação e comunicações (TIC), pesquisa, desenvolvimento e engenharia, apresentam tradição no emprego de práticas de gerenciamento para o desenvolvimento e implantação de sistemas, obras de construção civil e bens de capital. Inclusive, o desenvolvimento de novos produtos e a revisão de processos organizacionais se enquadram como projetos nestas organizações.

Ao analisar o contexto geral de uma organização, identificamos o grau de maturidade desta empresa na utilização de técnicas de gestão de projetos. Dessa forma, em conjunto com a análise do contexto, é possível levantar questões relevantes para determinar os objetivos, os níveis a serem atingidos e o plano de ação para a consecução de resultados mensuráveis. Tradicionalmente, o grau de maturidade inicial caracteriza-se por reatividade, informalidade e ações esporádicas. Gradativamente, a prática passa a ser repetitiva, definida e gerenciada, apresentando organização, padronização e controle por meio de metas, indicadores e processos bem estabelecidos. O grau mais elevado é o otimizado e possui foco contínuo na melhoria e qualidade. Em função do contexto e características da organização, o atingimento de níveis mais altos e otimizados não realizará os benefícios esperados, sendo os níveis intermediários mais adequados.

As metodologias de mercado permitem avaliar o estágio da maturidade da organização com base em critérios assertivos e determinar, a partir do nível atual e pretendido, qual a abordagem mais adequada para o atingimento dos objetivos e sucesso pretendido com o gerenciamento de projetos. A combinação de abordagens tradicionais de boas práticas – como o Guia PMBOK® e a metodologia PRINCE2® – com novas metodologias ágeis – como Scrum e Extreme Programming (XP) – permitem obter respostas mais pontuais, como relevância, momento adequado e como aplicar, parcial ou completamente, determinada disciplina do gerenciamento de projetos.
Em nossa visão, integrado aos processos, é essencial considerar pessoas devidamente capacitadas e engajadas em uma estrutura organizacional, como um Escritório de Projetos, que promova a inserção da prática no dia-a-dia. Além disso, um suporte tecnológico que forneça ferramentas que automatizem e facilitem o fluxo de trabalho e acesso a informação é essencial.

Somente dessa forma é possível contribuir para que os projetos sigam um planejamento adequado e cumpram seus objetivos com escopo, cronograma, orçamento, padrões de qualidade e, consequentemente, realizem os benefícios de negócio. Afinal de contas, existem ferramentas e técnicas para executar projetos, além de conhecimento e experiência necessários. As aplicações destas técnicas têm relação direta com a garantia de obtenção das metas organizacionais. Neste cenário, o gerente de projetos é um dos poucos agentes envolvidos com visão global do projeto, sendo sua responsabilidade coordenar a equipe em busca dos melhores resultados. Daí sim, características como flexibilidade, criatividade e iniciativa, quando presentes nesses profissionais, representam diferenciais que agregam competitividade às organizações e as permitem não só se adaptar com confiança, mas crescer e evoluir, ganhando mercado, conquistando novos clientes e entregando soluções ainda mais eficientes.

*Alex Sugiyama é gerente de Produtos com foco em Serviços, George Silva é gerente de Projetos de Fusões e Aquisições e Marcelo Martins é gerente de PMO de Serviços na Senior, empresa referência no desenvolvimento de sistemas para gestão no Brasil.

Tags, , , ,

Secretário Geral da WITSA volta ao Brasil para acompanhar o Comitê Organizador do WCIT 2016

unnamed-2

O secretário geral da World Information Technology and Services Alliance (WITSA), James H. Poisant, virá ao Brasil para acompanhar os trabalhos do Comitê Executivo do WCIT 2016 e buscar parcerias comerciais e estratégicas para o evento.

De 22 a 24 deste mês, o representante da entidade realizadora do evento terá encontros com chefes dos governos federal e distrital, empresas públicas e privadas com grande potencial no mercado e pessoas estratégicas para o sucesso do evento, em Brasília. Na cidade, além do Comitê e dos representantes da ASSESPRO, Poisant será acompanhado pelo governador, pelo secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação, Paulo Salles, e por representantes da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na semana seguinte, o secretário geral da WITSA seguirá para o Rio de Janeiro, onde continuará a se encontrar com possíveis patrocinadores e apoiadores do WCIT Brasil 2016. A agenda terminará no dia 30 de junho, em São Paulo.

As visitas de James H. Poisant ao Brasil ocorrem periodicamente desde a captação do evento pela ASSESPRO Nacional com o apoio do Governo do Distrito Federal. A primeira reunião em território nacional ocorreu em fevereiro de 2014, quando o representante da WITSA anunciou os primeiros patrocinadores – APEX Brasil e a Embratur, que colaborou com a ida do Comitê a edição de 2014, no México.

“Por conta desta visita técnica que estou realizando, já temos o apoio de patrocinadores representativos”, disse Poisant à época. “O suporte do Governo Federal e do Governo local é fundamental para visualizar o evento como uma prioridade nacional.”

Para o secretário-geral da WITSA, o evento tem duas grandes apostas: a primeira é no desenvolvimento das pequenas e médias empresas, que terão espaço específico para expandir os negócios e pensar em soluções conjuntas para crescimento; a segunda é na visibilidade do setor de Tecnologia da Informação como um todo, uma vez que as maiores empresas do mundo saberão o que o país tem para oferecer e, desta forma, terão mais segurança para investir no Brasil.

Tags, , , , ,

Embratel anuncia soluções de TI e Telecom para o mercado financeiro durante o CIAB 2015

 

A Embratel anuncia novas soluções direcionadas ao mercado financeiro durante o CIAB Febraban 2015, evento que acontece em São Paulo de 16 a 18 de junho. Com portfólio completo de serviços convergentes de Telecom e TI com Mobilidade Corporativa para empresas de todos os tamanhos, a Embratel está com novas soluções de Mobilidade para Força de Vendas, além de serviços de Data Center e soluções de voz.

“A Embratel reforça sua posição de liderança durante o CIAB Febraban e se destaca por ser a única empresa focada no mercado corporativo com um portfólio completo de serviços convergentes de Telecom e TI com Mobilidade”, diz Mario Rachid, Diretor Executivo da Embratel.

O serviço de Mobilidade da Embratel permite que toda a força de vendas dos clientes use aplicativos únicos para melhor desempenho e performance de vendas. Nossa oferta permite a criação de catálogo único de produtos com visibilidade para todo o time comercial, integra as ofertas de BPO (sigla em inglês para Terceirização de Processos de Negócio) e BSI (em português, Integração de Sistemas de Negócio) reduzindo o tempo de atendimento, e viabiliza avaliações imediatas do time de vendas.

“Com a oferta da Embratel, o cliente consegue aprimorar o antigo modelo de comercial focado em vendedores com carteiras específicas para um novo formato muito mais dinâmico, com informações disponíveis a qualquer momento via dispositivos móveis como Smartphones”, afirma o Diretor Executivo, acrescentando que o serviço aumenta performance e reduz custos administrativos das empresas. “O tempo de atendimento ao cliente pode cair em até cinco vezes, permitindo que os vendedores dediquem mais atenção aos clientes”, afirma Rachid.
No CIAB 2015, a Embratel apresenta suas ofertas de serviços de Data Center a clientes corporativos, disponibilizadas a partir do Data Center Lapa, instalado na capital de São Paulo. Resultado de um investimento direto de mais de R$ 100 milhões, o centro atende empresas públicas e privadas, de diversos tamanhos e setores. O Data Center Lapa integra os serviços de telecomunicações aos mais modernos recursos de TI, potencializando ofertas de Cloud Computing, Hosting, Security e Disaster Recovery.

Outro destaque no evento é a oferta de soluções de voz. A empresa atende às necessidades de Telecomunicações de seus clientes por meio de serviços de telefonia avançada VIP Único e da solução de telefonia Rede VIP. Assim, os clientes conseguem ficar conectados 24 horas por dia, sete dias por semana. ”Qualidade e economia com presença nacional são as principais características dessa oferta da Embratel”, diz Rachid.

Tags, , , , , , ,