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Cinco dicas para usar melhor as notificações push

Foi-se o tempo em que, para as empresas, a melhor forma de vincular-se ativamente com seus clientes era enviando catálogos e folhetos de porta em porta. Na era da Internet, determinado tipo de marketing tradicional, embora seja popular, é tão arcaico como cavalos e carruagens. Mesmo newsletters via email estão começando a parecer obsoletas e estão sendo marginalizadas (ou até mesmo substituídas) por canais de distribuição mais recentes, tais como as notificações push através de mensagens de texto, iBeacons, telefones ou relógios inteligentes.

Os novos canais proporcionam às empresas a oportunidade de oferecer informações valiosas para seus clientes de forma extremamente proativa, em vez de esperar que o cliente abra o app ou leia o e-mail e depois responda. Isto nos leva à seguinte pergunta: qual é o benefício de conquistar a atenção de seus clientes mesmo quando eles nem estão olhando para você? Bom, isso é o nirvana do marketing para qualquer experiência do cliente – quando é bem realizado, é claro. Mas quanta atenção é suficiente? Embora você possa acompanhar a vida de seus clientes através de textos, notificações push e iBeacon, isso não significa que você deva fazê-lo o tempo todo.

Aqui estão as cinco dicas sobre como transitar na ambígua linha entre as notificações push úteis e as agressivas:

1. O conteúdo importa

Os esforços de marketing e os engajamentos são tão bons para a experiência do cliente quanto o conteúdo da mensagem enviada. Não importa quão oportuno ou inteligente seja o texto da mensagem, se o que você está anunciando não é relevante para o cliente, suas atualizações aparentemente úteis transformam-se imediatamente em “spam de texto”. Então certifique-se de que o que está comunicando proativamente realmente é interessante para o cliente.

Por exemplo, uma notificação push ou mensagem de texto sobre atrasos nos voos pode ser excelente e tremendamente benéfico para um viajante, porque a informação é altamente pessoal e verdadeiramente urgente. Mas uma nova oferta na loja de alimentos para animais de estimação é “digna de um texto” nas mesmas condições? Talvez sim, mas talvez não. Coloque-se no lugar de seus clientes e tente decidir se o conteúdo da mensagem é algo que realmente deseja saber agora ou poderia facilmente esperar para ler no e-mail.

2. Divida, conquiste e conecte

Quanto melhor você puder segmentar sua base de clientes para entregar notificações e textos excepcionalmente relevantes, a probabilidade que seus clientes respondam será maior. Como? Segmente por grupos de clientes segundo idade, sexo e quais produtos ou serviços da sua empresa eles consomem. Segmente geograficamente e referencie em suas mensagens informação sobre clima local ou esportes regionais. Algumas pesquisas indicam que as notificações push mais inteligentemente segmentadas têm uma taxa de cliques superior a 50%, frente a apenas 15% para os alertas mais genéricos.

3. Seja pessoal, mas não assustador

Não exagere na extração de dados sobre os clientes procurando oportunidades para interagir. Embora seja interessante segmentar todos os clientes que compraram móveis de jardim ou uma churrasqueira e perguntar-lhes como funcionou tudo no último feriado, outra coisa muito diferente é perguntar a mesma coisa depois do Dia dos Namorados a todos os clientes que compraram lingerie ou chocolate.
Talvez o maior risco da excessiva familiaridade envolva os serviços baseados na localização, como o iBeacon dentro dos Relógios e iPhones da Apple, que permitem às lojas rastrear os movimentos dos clientes e enviar-lhes anúncios com base nos produtos que estão mais perto. Mas esses “serviços” que unem Big Data com localização podem rapidamente parecer com a assustadora ideia do Big Brother do romance do George Orwell. Basta perguntar à Nordstrom, que aprendeu da maneira mais difícil que os compradores não estavam nada satisfeitos ao descobrir que a empresa tinha implementado a tecnologia iBeacon para rastrear sua localização dentro da loja. Trabalhe de forma responsável e certifique-se de que seus clientes estejam conscientes do motivo pelo qual você quer saber onde eles estão a cada momento. Não perca de vista como isso pode impactar na experiência do cliente.

4. O momento é essencial

Notificações push perfeitamente programadas (sejam notificações nos celulares ou por e-mail) podem produzir um grande impacto na receptividade. Entender isso não requer que todas as empresas tenham que reinventar a roda. Basta estudar as taxas de cliques e sua relação com os horários do dia em que acontecem. Para tweets e posts no Facebook, tente utilizar um serviço de monitoramento de engajamento como o SocialFlow. De acordo com a empresa de automação de dispositivos móveis Kahuna, a tecnologia que personaliza a programação das notificações push pode resultar em taxas de resposta 325% mais elevadas que as das notificações padrão.

5. Escolha com sabedoria

O que é bom para um texto pode não ser tão bom para uma notificação app e vice-versa. Gere suas mensagens e utilize sabiamente os diferentes métodos de distribuição. Pode ter muito sentido enviar um texto confirmando que o pedido de pizza do cliente chegou, mas a confirmação do pedido de uma compra na loja on-line parece menos urgente e mais adequada para um clássico e-mail. E mantenha o toque pessoal dentro do razoável: se as farmácias começam a rastrear o comportamento dos clientes em suas lojas com o sistema iBeacon, seria bom que tenham em mente que nem todos os clientes irão apreciar ser abordados por um sorridente e útil funcionário na hora em que estão comprando preservativos ou estão no corredor dos antidiarreicos. Quando se t rata de melhorar o vínculo com o cliente por meio da tecnologia, a privacidade deve permanecer como a principal prioridade.
Os novos métodos de engajamento através de aplicativos de notificações push, textos e iBeacon com monitoramento de proximidade estão aumentando rapidamente, com 52% dos usuários dando seu consentimento para receber notificações quando baixam um novo app. Esta vontade de participar dos consumidores significa que, se utilizadas para melhor interação, e não de forma abusiva a ponto de aborrecer os clientes, há muito espaço para uma mudança radical na experiência do cliente com estas novas tecnologias.

Fonte: Genesys

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Kaspersky Lab pesquisa o fenômeno de amnésia digital: a incapacidade de memorizar informações que confiamos a dispositivos digitais

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Levamos uma vida agitada e estamos sempre com pressa, por isso não é surpreendente que não consigamos guardar tudo o que precisamos lembrar em nossas cabeças. Seriam o estresse e a agitação do dia-a-dia as razões pelas quais não memorizamos certas informações? Ou somos nós os culpados por terceirizar a memorização de cada vez mais informações a aparelhos tecnológicos? Se esse for o caso, o que estamos fazendo para garantir a segurança das informações que estão em nossos dispositivos?

Muitas vezes, nos incomoda ter que procurar uma informação específica dentre milhares de outros dados que estão armazenados em nossos smartphones, como, por exemplo, o número de telefone de um amigo. No entanto, um fenômeno dos novos tempos é que a maioria das pessoas não sabe de cor o contato de nenhum familiar ou amigo.

Você usa o seu celular em vez do cérebro?

Uma pesquisa recente feita pela Kaspersky Lab indica que há uma ligação direta entre os dados que ficam facilmente disponíveis em nossos dispositivos eletrônicos e a dificuldade que temos em armazena-los. A Kaspersky chama esse fenômeno de “amnésia digital”: a experiência de esquecer informações que confiamos a dispositivos digitais.

A Kaspersky Lab realizou uma pesquisa com 6.000 consumidores com 16 anos ou mais em seis países europeus. O estudo encontrou evidências de amnésia digital em todas as faixas etárias, e proporcionalmente iguais entre homens e mulheres. Mais da metade dos adultos disseram que poderiam ligar para o número de telefone da casa onde moravam quando tinham 10 anos de idade; mas não para seus filhos (53%) ou para o escritório (51%) sem antes consultar o número em seu dispositivo digital. Cerca de um terço não conseguiu ligar nem para o namorado usando apenas a memória.

Efeito Google- Os perigos de não pensarmos por nós mesmos

Para muitos de nós, dispositivos conectados tornaram-se o espaço de armazenamento padrão para nossas informações mais importantes, incluindo contatos e fotos. Quase metade dos proprietários de smartphones entre 16 e 34 anos de idade, e 40% dos jovens entre 35 e 44 anos, reconheceram que seus telefones têm quase tudo o que precisam saber ou lembrar.

A grande maioria (79,5%) admitiu usar a internet como uma extensão do seu cérebro. Quando têm alguma dúvida, 57% disseram que tentam lembrar a resposta primeiro. No entanto, 36% procuram a resposta online antes de tentar qualquer outra medida.

Da mesma forma, enquanto 67% das pessoas disseram que às vezes anotam algo que tenham encontrado online, 12% nunca faz isso, já que estão confiantes de que os dados estarão sempre lá em algum lugar. 24% dos entrevistados disseram que esquecem informações encontradas online assim que a utilizam.

Podemos realmente confiar em nossos dispositivos?

“O ato de esquecer não é inteiramente ruim. Somos criaturas muito adaptáveis e não nos lembramos de tudo simplesmente porque isso não seria uma vantagem. Esquecer só se torna problemático quando se trata da perda de informações que queremos lembrar”, disse a Dra. Kathryn Mills, do Instituto de Neurociência Cognitiva da University College London.

“Uma das razões pelas quais os consumidores podem estar menos preocupados em lembrar informações é porque têm acesso a dispositivos nos quais confiam. Em muitas sociedades, o acesso à internet é tão estável quanto o acesso à eletricidade ou à água corrente”, acrescenta ela.

No entanto, mesmo que a internet seja estável, guardar informações nela nem sempre é uma prática segura. Se não protegemos nossos dados, além de corrermos o risco de sofrer roubo de identidade ou fraude financeira, arriscamos também perder fotografias e lembranças para sempre.

Uma pesquisa anterior da Kaspersky Lab revelou que, enquanto três quartos das mulheres e dois terços dos homens não acreditam que são alvos potenciais para ataques cibernéticos ou malware, 43% foram afetados por malware financeiros em 2014. No mesmo ano, 24% dos usuários de Mac e 32% dos usuários de PC sofreram ataques de vírus ou malware em geral.

Outra recente pesquisa, também realizada pela Kaspersky Lab, revelou que, para muitos de nós, a perda ou divulgação de dados armazenados em dispositivos digitais causaria imenso sofrimento. 40% dos usuários entre 16 e 24 anos disseram que ficariam tristes se isto acontecesse. Um quarto das mulheres e 38% dos entrevistados mais jovens disseram que entrariam em pânico porque os seus dispositivos são o único lugar em que armazenam imagens e informações de contatos.

Como proteger seus valiosos dados digitais

Apesar de nossa crescente dependência em dispositivos conectados, o estudo da Kaspersky Lab descobriu que muitos de nós não protegemos adequadamente os nossos gadgets conectados à internet com soluções de segurança. Apenas 34,5% dos adultos instalam segurança digital adicional, como uma solução de software anti-malware, em seu smartphone. Apenas 23,4% dos entrevistados adicionam algum tipo de segurança em seu tablet. 20,9% consumidores não protegem nenhum dos seus dispositivos com medidas extras de segurança.

Se vamos confiar em nossos dispositivos para lembrar as coisas por nós, é essencial que tomemos medidas adequadas para assegurar que nossos dados e lembranças importantes estejam seguros. Ter um plano de segurança digital abrangente que inclua a instalação de software de segurança em todos os dispositivos é uma parte vital desse processo.

A Kaspersky Lab oferece soluções como o Kaspersky Total Security multidispositivo, que protege contra as ameaças da Internet a sua privacidade, finanças, identidade, fotos, arquivos e família. O produto pode ser instalado em todos os seus dispositivos, sejam PCs, Macs, smartphones ou tablets Android.
“Dispositivos conectados enriquecem nossas vidas, mas também nos levaram a sofrer de amnésia digital. Precisamos entender as implicações destes sintomas a longo prazo para determinar a forma como nós nos lembraremos e protegeremos nossas memórias. A Kaspersky Lab se empenha em ajudar o público a compreender os riscos que os seus dados correm, capacitando-os para lidar com estes, por exemplo, através da instalação de software de segurança para manter seus dispositivos e dados protegidos”, disse David Emm, Analista Sênior de Segurança da Kaspersky Lab.

Faça o download da versão de teste do Kaspersky Internet Security multidispositivo agora – antes que você se esqueça – e proteja-se contra os perigos da amnésia digital. Para descobrir como anda a sua memória, faça o teste: https://blog.kaspersky.com.br/digital-amnesia/

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Desoneração de folha e terceirização podem salvar 150 mil empregos no setor de TI

Assespro Nacional defende manutenção de alíquota de 2% na folha de pagamento de empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações. Medida pode salvar cerca de 150 mil empregos no Brasil. Terceirização regulamentada também pode aumentar número de vagas de trabalho mesmo em tempos de crise. Saiba mais na entrevista com Luís Mário Luchetta, Vice-Presidente de Articulação Política da Assespro Nacional.

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Public Interest Registry celebra os 30 anos de legado do domínio de internet .org como uma plataforma confiável para paixões e causas

10 de Julho de 2015, marca os 30 anos desde que o primeiro nome de domínio – mitre.org- foi registrado, lançando o que se tornaria o terceiro maior domínio de internet genérico do mundo e o domínio de escolha para trazer congregar pessoas por uma causa em comum. Para comemorar os 30 anos de legado do domínio .org, a Public Interest Registry – Organização não-governamental operadora dos domínios .org, .ngo e .ong – lançou hoje o site www.happy30th.org, onde os usuários podem explorar os websites de ONGs de grande destaque através de uma linha do tempo interativa e descobrir como esses websites e organizações tem mudado nesses últimos 30 anos.

“Trinta anos e depois de mais de 10,5 milhoes de ONGs registradas, o domínio de internet .org continua a dar voz às organizações e aos indivíduos que trabalham por um mundo melhor” disse Brian Cute, CEO do Public Interest Registry. “Desde encorajar o filantropismo e o voluntariado a preservar os patrimônios naturais e culturais, além de estimular o crescimento econômico, as causas que estão abrigadas no domínio de internet.org trazem benefícios incalculáveis para as nossas comunidades, nossas sociedades e o planeta que compartilhamos. Que venham muitos outros anos oferecendo às organizações de todos os tipos uma plataforma online confiável para construção de comunidades e trabalhando em benefício de uma causa comum”, completa Cute.

O domínio de internet .org é quase tão antigo quanto a própria internet, que mudou para sempre a forma como as pessoas se comunicam, se congregam e encontram formas de compartilhar informações. Com aproximadamente 3 bilhões de pessoas conectadas online diariamente, a internet tem mudado radicalmente o acesso à informação para indivíduos e aumentado o universo de pessoas que tem acesso a milhões de organizações. Para usuários do domínio .org em particular, o crescimento da Internet permitiu que organizações sem fins lucrativos pudessem prosperar através de doações online, instituições culturais pudessem espalhar a palavra de suas tradições e comunidades globais pudessem ultrapassar as fronteiras de degradação e se reunirem online.

Por exemplo, quando o Japão foi atingido por um tsunami devastador, quando um prédio desabou em Bangladesh, e quando um terremoto de 7,8 atingiu Nepal, pessoas de todo o mundo se viraram para sites .org como japansociety.org, ifrc.org, e globalgiving.org respectivamente para agir. Outros .orgs notáveis nos últimos 30 anos incluem:

WordPress estreou wordpress.org em 27 de maio de 2003 e tem crescido para se tornar a maior ferramenta de blogging auto-hospedado no mundo, usada em milhões de sites e visto por dezenas de milhões de pessoas todos os dias.

A Wikimedia Foundation introduziu código aberto wikipedia.org banco de dados em 13 de janeiro de 2001, e hoje oferece conteúdo educacional gratuito em 284 línguas como um dos 10 melhores sites mais procurados a nível mundial.

The Nature Conservancy tem operado nature.org desde 15 de maio de 1996, onde ele comunica esforços para preservar terras e águas em mais de 35 países do mundo.
UNICEF lançou unicef.org em 10 de março de 1993, onde promove o bem-estar de crianças em 190 países e territórios. Em 9 de fevereiro de 2015, a UNICEF lançou o 7.org em apoio da sua iniciativa 7: O Fundo UNICEF David Beckham, para proteger do perigo milhões de crianças em todo o mundo.
Como o primeiro registrado .org em 10 de julho de 1985 O MITRE Corporation (mitre.org) continua a trabalhar com o governo dos EUA para pesquisar e desenvolver usos expandidos de tecnologias para resolver problemas.

“MITRE desempenhou um papel fundamental na gestão do sistema de domínios nos estágios iniciais de desenvolvimento da Internet, mas como uma organização privada sem fins lucrativos, a nossa marca não alinha com outros domínios emergentes”, disse Joel Jacobs, MITRE vice-presidente e diretor de informática. “O domínio .org parecia ser o melhor ajuste e tivemos a sorte de ser o primeiro registrado. Acreditamos que ser parte do domínio .org tem feito muito para reforçar a identidade do MITRE como uma organização que trabalha no interesse público. É incrível ver o quão grande, global e diversificada esta comunidade tornou-se o .org e o impacto que causou”.

“Desde 15 de janeiro de 2001, nosso website, CreativeCommons.org, tem sido parte integrante de nosso trabalho diário, permitindo que milhões de criadores licenciem suas obras para construir um bem comum global de criatividade e conhecimento – quase um bilhão de obras até a data”, disse Ryan Merkley, CEO da Creative Commons. “O próprio domínio .org, Creative Commons tem como objetivo servir o bem público. Temos o compromisso de manter a internet criativa, livre e aberta e tornar mais fácil para as pessoas a colaboração e compartilhamento de suas obras criativas. ”

Para mais informações sobre Public Interest Registry, visite www.pir.org. Para saber mais sobre o crescimento e a composição do .org, baixe a última “Dashboard” relatório bi-anual www.pir.org/dashboard. Por 30 fatos interessantes sobre .org e da Internet dos últimos 30 anos, visite www.pir.org/30-org-and-internet-facts.

Sobre Public Interest Registry

Public Interest Registry é uma organização sem fins lucrativos que opera o .org domínio de nível superior – o terceiro maior domínio de nível superior do mundo “genérico” com mais de 10,5 milhões de nomes de domínio registrados em todo o mundo – e os domínios recém-lançados .ngo e .ong e site da comunidade OnGood. Como um defensor para a colaboração e segurança na Internet, a missão da Public Interest Registry é capacitar a comunidade não-comercial global para usar a Internet de forma mais eficaz, e de tomar uma posição de liderança entre as partes interessadas da Internet sobre a política e outras questões relacionadas com a nomeação de domínio sistema. A Public Interest Registry foi fundada pela Internet Society (internetsociety.org) em 2002 e está sediada em Reston, Virginia, EUA.

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Assespro-MG ajuíza mandado de segurança em defesa dos associados

A Assespro-MG, por intermédio do Dr. Paulo Henrique da Silva Vitor, sócio do escritório Silva Vitor, Faria & Ribeiro Advogados Associados, ajuizou contra o município de Belo Horizonte, na pessoa do Secretário adjunto de Arrecadações, um mandado de Segurança Coletivo, com o objetivo de declarar a não incidência do ISSQN sobre a licença de uso de software de prateleira.

Segundo o advogado, essa ação se mostrou necessária, pois o município de Belo Horizonte, em resposta à consulta administrativa formulada pela própria Assespro-MG, formalizou seu entendimento de que todo e qualquer programa de computador deve se submeter ao recolhimento do ISSQN, seja programa de computador personalizado ou desenvolvido sob encomenda, seja programa de computador padrão, licenciado de modo uniforme em larga escala, usualmente conhecido como software de prateleira.

“Inclusive, este mesmo entendimento foi empregado pelo município de Belo Horizonte contra empresas associadas à Assespro-MG, que mesmo atuando apenas com software de prateleira, sofreram autuações fiscais visando a cobrança de ISSQN”, ressaltou o advogado.

De acordo com Silva, dessa forma, não restou alternativa à Assespro-MG senão o ajuizamento desse Mandado de Segurança Coletivo, em defesa dos seus associados que atuam com software de prateleira. Sendo que, na data de 3 de julho de 2015, foi proferida sentença nesta ação, pelo Juiz titular da 3ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal da Comarca de Belo Horizonte, ocasião em que julgou procedente a ação proposta pela associação, e declarou expressamente a não incidência do ISSQN nas operações que envolvem a licença de uso de software de prateleira.

“Dessa sentença ainda cabe recursos às instâncias superiores. Mas, é uma vitória extremamente importante para a Assespro-MG e para seus associados”, destacou Silva.

O presidente e CEO da Paiva Piovesan, Rodrigo Paiva, afirmou que a decisão da justiça vai de encontro com o bom senso comum indicando não haver prestação de serviço na comercialização de um software ou app que foi desenvolvido para uso comum de vários usuários. “Ao fazer a instalação de um app em um dispositivo móvel que serviço estaria sendo prestado pelo fabricante do software ao usuário que o instalou? Nenhum!”, questionou.

Paiva espera que o poder público acate a decisão judicial e finalize a discussão que vem se estendendo durante anos, sempre com a decisão da justiça de que sobre a comercialização do software de prateleira não existe tributação pelo ISS, pelo simples fato de não haver qualquer tipo de prestação de serviço nesta operação. “O Brasil precisa virar a página e dar segurança jurídica para que os empresários possam, cada vez mais, gerar empregos e inovação para que não tenhamos que enfrentar de tempos em tempos crises tão agudas como a atual”, enfatizou.

Fonte: Assespro Nacional

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Exposição com aplicação de tecnologia é inaugurada na Coppe

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Palavrio é o tema da exposição que a Coppe/UFRJ inaugura hoje, dia 9 de julho, às 15 horas. Associando arte e tecnologia, a exposição exibirá um poema-instalação interativo em homenagem ao Rio de Janeiro, que, em 2015, completa 450 anos de fundação. Um conjunto de softwares e sensores levam o visitante a uma imersão no som de palavras com terminação “r,i,o” que compõe a obra de autoria do poeta André Vallias.

Para realizar o projeto foram entrevistadas pessoas provenientes de várias regiões do Rio de Janeiro e do seu entorno, no intuito de refletir a diversidade cultural da cidade. Com curadoria da professora da UFRJ Heloisa Buarque de Hollanda, do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (Pacc), a exposição ocorrerá no nicho 4 do Espaço Coppe Miguel de Simoni, no I-2000, entre os blocos C e D, no Centro de Tecnologia, Cidade Universitária.

Em Palavrio, o visitante é chamado a “pensar” a cidade sob o viés do significado da palavra selecionada, bem como da pessoa que a pronuncia. São 64 palavras que se sucedem de forma vertiginosa, com imagens projetadas no fundo de um corredor. Verbalizadas cada uma por uma pessoa diferente, as palavras produzem o som de um “vozerio”. À proporção que o visitante caminha em direção ao fundo do corredor, a animação desacelera, permitindo a identificação visual e sonora das palavras. No fim, uma delas é selecionada, dando acesso a um verbete e a um mapa com indicação do local de moradia da pessoa que disse a palavra.

O posicionamento e a movimentação do visitante são captados por sensores infravermelhos, em tempo real. É possível identificar as palavras de forma mais nítida, a medida que a pessoa se aproxima da tela. Softwares associados a um banco de dados, com base no google map, indicam a posição geográfica e revelam informações sobre a pessoa que verbalizou a palavra. Os fonemas identificados criam representações gráficas do áudio, mergulhando o visitante em um rio de palavras.

André promoveu uma pesquisa de dicções, das várias pronúncias escondidas na multiplicidade da cidade. “É um mapa fonético do Rio de Janeiro. A gente não se dá conta da multiplicidade cultural da cidade”, explica Heloisa.

Palavrio é fruto de uma cooperação interdisciplinar entre o Pacc, vinculado à Faculdade de Letras da UFRJ, e a Coppe, por meio do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (Lamce) e do Laboratório de Realidade Virtual (Lab3D). Durante o evento, ocorrerá o lançamento do livro-aplicativo Poesia, com obras de dez poetas.

Conexão entre diferentes universos

Segundo o professor da Coppe Luiz Landau, coordenador do Lamce, a ideia é que os dois laboratórios da Coppe, o Lamce e o Lab3D, funcionem como laboratórios de apoio à tecnologia e à arte e que as exposições, uma vez iniciadas na Coppe, ganhem o mundo. Para tanto, já se iniciaram tratativas com as curadorias do Museu de Arte do Rio (MAR) e do Museu do Amanhã. “O trabalho uniu equipes com formação variada. Foi desafiador e muito gratificante. A ideia é que este seja apenas a primeira de uma série de intervenções unindo arte e tecnologia”, afirmou Landau.

Primeiro artista convidado, André Vallias é poeta, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Já realizou apresentações multimídia de seus poemas nas obras Errática, Poema Falado e Sybabelia. Em Palavrio, o poeta desdobra uma de suas obras anteriores, ORATORIO – Encantação pelo Rio, agraciada com o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia.

“Foi uma experiência muito positiva poder atuar com profissionais que detêm conhecimento avançado de tecnologia. O diálogo entre a arte e a engenharia abre perspectivas para ambas as partes. Não teria sido possível chegarmos ao resultado pretendido sem a colaboração dos profissionais da Coppe”, ressalta Vallias.

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O desafio da interoperabilidade para o mercado de pagamentos móveis

Por Felipe Regis Lessa*

Não é a primeira vez que o setor de pagamentos ou mesmo de telecomunicações discute o desafio da interoperabilidade. Primeiramente, foi a integração das maquininhas (POS). Com o fim da exclusividade das operações de cartões entre bandeiras e credenciadoras, o consumidor passou a poder pagar suas compras com cartão de débito ou crédito em qualquer estabelecimento que possuísse uma máquina POS, independente da bandeira. No setor de telecomunicações, a primeira integração de sistemas se deu com as mensagens SMS. Sim, já existiu uma época em que era impossível enviar mensagens de texto para números de operadoras diferentes! No pagamentos móveis, o desafio agora é encontrar a melhor forma de integrar as soluções desenvolvidas por operadoras de telecomunicações, empresas de processamento de cartões e bancos de modo que o cliente consiga realizar transações interbancárias e concretizar compras em diferentes aplicativos e carteiras digitais.

Apesar de ser uma das metas da Lei 12.865 que regulamenta os pagamentos eletrônicos no Brasil, a interoperabilidade dos sistemas de pagamentos móveis ainda deve demorar algum tempo para se tornar realidade, apesar de não haver dúvidas sobre os benefícios para toda a cadeia de pagamentos móveis e, principalmente, para o consumidor. Nesse primeiro momento, um dos grandes entraves dessa integração é justamente a competição por mercado e espaço dentro do segmento móvel. As operadoras de telefonia celular, os bancos e as bandeiras de cartão de crédito ainda estão lutando para conquistar e demarcar seu território nesse mercado que engatinha, mas que tem projeções significativas para os próximos anos. A consultoria americana Frost & Sullivan, por exemplo, estima que o total de usuários cadastrados para acessar os serviços de pagamentos móveis no Brasil deva chegar a 80 milhões até 2018.

Contudo, uma peculiaridade do mercado brasileiro, e que pode atenuar essa falta de conversa de sistemas, é o fenômeno dos aparelhos multiSIMcard. Da mesma forma que existem pessoas com duas ou mais linhas pré-pagas diferentes no mesmo aparelho, poderá, em um breve período de tempo, haver pessoas com duas ou mais carteiras móveis no mesmo telefone, usando SIMcards de diferentes operadoras. Importante destacar que a participação de aparelhos multiSIMcard chega a 18%, entre smartphones e featurephones.

Além de benéfico para toda a cadeia de pagamentos móveis, a interoperabilidade poderá também ajudar as instituições financeiras a se aproximarem dos cerca de 55 milhões de brasileiros desbancarizados, permitindo que, por meio de um celular ou smartphone, as pessoas possam pagar contas, transferir dinheiro, realizar compras online, entre outros.
Não restam dúvidas que os pagamento móveis são uma forte tendência e que vieram para ficar, porém o mercado precisa buscar soluções que conversem entre si e que agreguem mais que comodidade a seus clientes, mas um serviço útil e que se tornará indispensável nos próximos anos.

*Felipe Regis Lessa é diretor de produtos e marketing da Pagtel, uma das primeiras empresas de pagamentos móveis do país.

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Recurso enviado por sistema e-Doc em horário de verão será analisado

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A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho conheceu de recurso da SOSERVI – Sociedade de Serviços Gerais Ltda., em Pernambuco, para reformar decisão que julgou fora do prazo o recurso enviado eletronicamente pelo sistema e-Doc. A petição foi enviada dentro do prazo no estado de origem, mas foi registrada uma hora depois devido ao horário de verão. O sistema E-DOC, por ser nacional, registra qualquer petição enviada com o horário de Brasília..

O Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região considerou que é de responsabilidade das partes zelar pelo correto acolhimento das apelações e enfatizou que o horário a ser aferido é no caso o horário de Brasília onde foi interposto o recurso da empresa.

No recurso de revista no TST a empresa alega que houve violação do artigo 10, paragrafo 1º da Lei 11409/06, que dispõe sobre a informatização do Processo Judicial. A desembargadora convocada Luiza Aparecida Oliveira Lomba, relatora do processo na Turma, acolheu a petição e validou o recurso interporto na instância Regional.

Para a relatora, o fato de não considerar a diferença de horário entre os estados durante a vigência do horário de verão incide em “discriminação na prática de ato processual”, uma vez que as Unidades da Federação que não adotam a mudança de horário terão o último dia para apresentar a apelação durante a vigência da mudança de horário, reduzido em uma hora.

A Primeira Turma, em decisão unânime, afastou a intempestividade e determinou o retorno dos autos ao TRT (PE) para que seja julgado o recurso.

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Gartner anuncia que gastos mundiais com TI devem diminuir 5,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que os gastos mundiais com TI devem atingir US$ 3,5 trilhões em 2015, um declínio de 5,5% em comparação com 2014. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontecerá nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Analistas atribuem a queda ao aumento do dólar americano. Em termos de moeda constante, o mercado deverá crescer 2,5%. Em abril, o Gartner havia previsto que os gastos com TI diminuiriam 1,3% em dólares americanos e cresceriam 3,1% na moeda constante. “Destacamos que este não é um colapso do mercado. São ilusões que grandes oscilações no valor do dólar americano em relação a outras moedas podem criar. No entanto, há efeitos secundários relacionados ao aumento do dólar. Os fornecedores têm que elevar os preços para proteger os custos e as margens dos produtos. Organizações e consumidores terão que tomar novas decisões de compra em função dos novos preços”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

A previsão de gastos mundiais com TI do Gartner é um dos indicadores das principais tendências tecnológicas, envolvendo hardware, software, serviços de TI e o mercado de telecomunicações. Por mais de uma década, os executivos globais e de negócios de TI têm usado esses relatórios trimestrais altamente qualificados para reconhecer oportunidades e desafios de mercado e basear suas decisões de negócios em metodologias comprovadas.

O segmento de serviços de comunicação continuará sendo um dos que mais investe em TI, com gasto de aproximadamente US$ 1,5 trilhão em 2015. Porém, essa área também está passando por revisões. A erosão nos preços e as ameaças competitivas estão impedindo o crescimento da receita na proporção do aumento do uso na maioria dos mercados nacionais.

No mercado de dispositivos, os telefones móveis continuam a liderar o segmento, com o crescimento da Apple nos telefones, especialmente na China, mantendo consistência nos gastos com telefones. No entanto, o crescimento global de unidades de smartphones deve começar a diminuir. Os mercados de PCs e tablets continuam a se enfraquecer. O aumento esperado de 10% no preço médio dos PCs em países com moeda impactada está avançando, atrasando as compras mais do que o esperado. Os níveis excessivos de estoques de PCs, especialmente na Europa Ocidental, precisam ser apurados, o que irá atrasar o inventário do Windows 10 na segunda metade deste ano.

No segmento de sistemas de centro de dados, espera-se que os mercados de armazenamento e rede tenham um crescimento mais fraco como resultado do aumento do dólar americano. Os orçamentos das empresas para sistemas de Data Center em gastos locais deverão se manter estáveis durante o ano, esperando-se que usuários estendam as vidas úteis dos produtos e adiem substituições como forma de compensar os aumentos de preços. O enfraquecimento geral do centro de dados de curto prazo é ligeiramente compensado por uma perspectiva mais positiva para o mercado de servidores. O mercado de serviços está se beneficiando de um ciclo de atualização de mainframe mais forte do que o esperado, bem como o aumento das expectativas de gastos de grande escala.

Os gastos com software empresariais vão reduzir 1,2% em 2015, com receita total de US$ 654 milhões. Segundo os analistas do Gartner, muitos fornecedores de software tentarão não aumentar os preços, porque o que conta no software como serviço é a participação no mercado, e não a rentabilidade. O aumento dos preços poderia levar os fornecedores de softwares para fora de um ciclo de vendas, e esses vendedores não podem perder clientes.

Os gastos com serviços de TI em 2015 têm previsão de diminuir 4,3%. O Gartner espera um aumento modesto em gastos com consultoria de 2015 e 2016. Os fornecedores demonstraram sua capacidade de estimular nova demanda dos compradores procurando ajuda com negócios de navegação e complexidades de tecnologia, particularmente relacionados à construção de empresas digitais. Porém, a previsão para os serviços de implementação foi reduzida levemente. Cada vez mais, os compradores preferem soluções que minimizem o tempo e o custo de implementação, estimulando a procura por métodos de entrega, implantação inovadora e soluções com menos custos e mais eficientes.

“A atividade de TI está mais forte do que o crescimento em gastos indicado. A diminuição do preço nos mercados principais, como comunicações e serviços de TI, e a mudança para a entrega como um serviço mascaram o aumento na atividade”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que está com desconto especial de R$ 475,00 até dia 10 de junho. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

Anote em sua agenda
Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – http://www.gartner.com/br/security
Data: 10 e 11 de agosto de 2015 (segunda e terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Embratel é eleita a empresa de Telecom mais inovadora do País

A Embratel comemora o anúncio do Prêmio Inovação Brasil, do jornal Valor Econômico. A empresa foi eleita a mais inovadora do segmento de Telecom do Brasil, ficando à frente de seus concorrentes, e a segunda colocada na categoria TI/Telecom da 1ª edição do Ranking Inovação, resultado de pesquisa inédita no País, promovida pelo Jornal Valor Econômico e a consultoria Strategy&. A Embratel ainda foi apontada como 15ª companhia mais inovadora no cenário nacional, entre mais de 100 corporações.

“O reconhecimento mostra os diferenciais da Embratel, uma empresa que possui mais de cinco décadas de inovação”, diz o Diretor Executivo da Embratel, Marcello Miguel, destacando ainda que o ranking elege empresas que se destacam dos concorrentes por adotarem uma estratégia contínua e sustentável de pesquisa e inovação.

A divulgação do Anuário Inovação Brasil ocorreu na noite desta segunda-feira, 6 de julho, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. A iniciativa traz uma análise ampla dos investimentos em inovação no Brasil, além de apontar os principais gargalos do País para alcançar a meta prevista de aportes financeiros nesse setor que, hoje, é de 2% do PIB. A pesquisa foi composta por 136 empresas que faturam mais de R$ 750 milhões e investem de forma contínua e estruturada em inovação.
De acordo com a publicação, as empresas inovadoras são aquelas que mais geram valor por meio de novos produtos, processos, modelos de negócios e serviços. Essas companhias se destacam porque fazem mais do que seus concorrentes, oferecendo produtos e soluções únicas no mercado.

Para a realização dessa ação, a consultoria Strategy& desenvolveu uma metodologia própria para com base em indicadores qualitativos e quantitativos apoiados sobre os três pilares: intenção, esforços e resultados. Além disso, a consultoria considerou as citações obtidas pelos participantes da amostragem e identificou os cinco setores que mais investem em Inovação no Brasil.

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STJ nega à prefeitura de Curitiba acesso a contratos do ICI com fornecedores

Há mais de um ano, a prefeitura de Curitiba busca, na justiça, ter acesso aos contratos particulares do Instituto Curitiba de Informática. Quatro decisões consecutivas, em três instâncias do judiciário, consideraram os pedidos do município desnecessários e sem respaldo legal. A decisão mais recente foi proferida pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça.

No final de 2013, o município ingressou com demanda, na justiça estadual, para ter acesso aos contratos privados do ICI, alegando dever de fiscalização. A liminar foi negada pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, sob o entendimento de que era desnecessário conhecer tais instrumentos, por haver outros modos de fiscalização, previstos no próprio contrato de gestão firmado entre as partes.

Não satisfeito, o município ingressou com Agravo no Tribunal de Justiça do Paraná. Novamente, o TJ-PR negou liminar, confirmando a decisão do juiz da 1ªa Vara por entender não ser plausível o pedido.

Após duas tentativas fracassadas, o município entrou com pedido de Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça. Esse pedido também foi negado pelo TJ-PR, que decide se tal recurso sobe ou não ao STJ.

Diante de nova negativa, o município ingressou com outro recurso, um Agravo, no STJ. O pedido foi apreciado pelo Ministro Francisco Falcão, presidente daquela Corte, que, mais uma vez, negou o pedido por não considerá-lo robusto.

Por quatro vezes, em três instâncias, o Poder Judiciário decidiu que o pedido do município, de ter acesso aos contratos privados do ICI, não tem respaldo legal. Essa série de decisões confirma ser correta e já bem fiscalizada a relação do Instituto Curitiba de Informática com a Prefeitura e também com seus fornecedores.

Fonte: Curitiba IT

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Dez perguntas e respostas sobre o RFID para varejo

A tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) ganha cada vez mais espaço no varejo. Os benefícios (diminuição das rupturas e consequente aumento nas vendas, maior acurácia de estoques, redução das perdas, aumento da eficiência operacional, etc.) são amplamente conhecidos pelos setores que já adotam a solução, e alguns mitos, como o do alto custo, estão sendo deixados para trás. Porém, muitos varejistas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento do RFID. Bruno Calaça, gerente de RFID da Tyco Integrated Security, esclarece algumas dessas questões.

1- A tecnologia pode ser utilizada como antifurto?

Já existem alguns varejistas utilizando-a, porém seu desempenho é aproximadamente 30% inferior quando comparado, por exemplo, à tecnologia AM. RFID pode ser utilizado como antifurto, mas não é sua aplicação principal e nem é a melhor tecnologia para isso.

2- Consigo imprimir informações legíveis nas etiquetas?

Sim, é possível imprimir nas etiquetas RFID as mesmas informações de uma etiqueta de preços, de código de barras ou até mesmo gerar uma etiqueta de composição inteligente com RFID.

3- É possível gravar informações nas etiquetas durante os processos?

Sim, em qualquer etapa do processo é possível incluir informações nas etiquetas, como data de expedição do produto, data de recebimento na loja, cupom fiscal, etc.

4- Qual o aumento possível na eficiência dos inventários com o RFID?

É possível ter ganhos consideráveis na produtividade dos inventários. Em um exemplo simples, enquanto um coletor de código de barras lê 400 códigos por hora, o handheld RFID lê 4000 etiquetas por hora.

5- E se o cliente retirar a etiqueta do produto?

O produto somente pode ser identificado se ainda possuir a etiqueta RFID. Por isso, a etiquetagem correta é tão importante. Por exemplo, a estratégia de etiquetagem na origem. Isso garante uma rastreabilidade do produto desde a sua origem. Além disso, garante-se um percentual de produtos etiquetados muito maior do que a utilização de etiquetas recirculáveis. Para produtos têxteis, por exemplo, a costura da etiqueta é a melhor estratégia.

6- Como é feita a integração do RFID com o PDV?

Existem formas bem simples de se realizar essa integração, normalmente com a utilização de um webservice. Isso significa que o PDV do cliente terá o espelho de tudo o que for lido no momento da leitura RFID no caixa.

7- Consigo obter os dados lidos da solução RFID em meu smartphone?

Sim. Atualmente, já existem soluções que permitem a integração também com smartphone, o que facilita a visibilidade de informações por todos os envolvidos na cadeia de suprimentos varejista.

8- Quanto custam as etiquetas?

O preço das etiquetas depende muito do volume e tipo de etiqueta. Por exemplo, etiquetas RFID UHF para verejo têxtil já são encontradas no mercado a um preço em torno de R$ 0,30.

9- Todos os produtos podem ser etiquetados?

A grande maioria dos produtos pode ser etiquetada. Ajustes ou etiquetas especiais podem ser necessários, tendo em vista as limitações de aplicação em materiais como metais e líquidos.

10- A etiqueta é reutilizável? Ela tem vida útil?

Já existem no mercado etiquetas reutilizáveis e é uma estratégia também utilizada. Como qualquer componente eletrônico, a etiqueta RFID tem vida útil, porém são necessários anos ou mesmo décadas para que ela torne-se inutilizável.

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