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Smartphone Congress confirma forte impacto do smartphone nos negócios

O Smartphone Congress, evento que integrou a programação especial da 10ª Eletrolar Show – maior feira da América Latina de bens de consumo duráveis – foi palco para um rico debate sobre o impacto desse gadget que tem um mercado promissor: é um dos poucos que cresce em ano de crise.

Realizada entre os dias 20 e 22 de julho no Transamerica Expo Center, em São Paulo, a primeira edição do evento debateu os negócios ligados a smartphones, aplicativos, m-commerce, publicidade móvel, formas de pagamentos, redes sociais, Big Data, vestíveis e a conexão de todos os eletrodomésticos do lar.

Segundo dados de um estudo setorial sobre o desempenho dos mercados nacional e global de smartphones, apresentados por Oliver Romerscheidt, diretor de Tecnologia da GFK, os smartphones estão ganhando importância entre as categorias de produtos eletrônicos. De acordo com o estudo, o mercado global de eletrônicos movimentará US$ 830 bilhões neste ano. Deste total, a indústria de smartphones responderá por 52%. No Brasil, a participação dos smartphones no setor de eletrônicos será de 56%.

Quanto ao volume de vendas, foram comercializados 1,2 bilhão de smartphones no mundo no ano passado e, para 2015, a previsão é que este número suba para 1,4 bilhões de unidades.

Ainda de acordo com Romercheidt, o crescimento global deste mercado está sendo impulsionado pelos países emergentes. “A Índia é o mercado que mais cresce no mundo, cuja previsão para este ano é de um salto de 43% nas vendas. No Brasil, o avanço também será satisfatório. Até o fim deste ano, um em cada 10 smartphones será vendido no mercado sul-americano”, disse o executivo.

Em 2014, dentre o total de celulares vendidos no Brasil, 81% foram smartphones. Neste ano, os aparelhos inteligentes já responderam por 89% das vendas. A média global é de 76%. Para Carlos Clur, presidente do Grupo Eletrolar, “o smartphone aumentou – e muito – a produtividade das pessoas e pode fazer o mesmo pelas empresas e pelo desempenho da economia”, afirma o executivo.

Destaques do Congresso

O evento de abertura do Smartphone Congress, realizado nessa segunda-feira, 20, contou com a participação de Randi Zuckerberg, diretora do Facebook entre 2005 e 2001 e CEO da Zuckerberger Media. Randi falou sobre o tema: Dez Tendências Intrigantes para Impactar o seu Negócio e destacou a importância dos novos recursos digitais — de dispositivos móveis e games às redes sociais – para reinventar a forma de administrar e motivar funcionários e clientes dos mais diversos segmentos.

Mediado pelo curador João Pedro Flecha de Lima, o primeiro dos quatro painéis do evento contou com a participação de André Machado Fonseca, conselheiro da Anbritel, organização que reúne as cinco maiores empresas que atuam no setor de instalação e locação de torres transmissoras no país; Eduardo Levy Moreira, presidente executivo do SindiTelebrasil; Eduardo Moreno, consultor de Telecom; e Kleber Antunes da Silva, da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações. Em comum, os participantes ressaltaram a necessidade dos diferentes segmentos atuarem em conjunto para enfrentar desafios do setor e ressaltaram que a maior dificuldade é a implantação de infraestrutura adequada que permita o crescente tráfego de dados e acompanhe o ritmo das vendas de dispositivos móveis inteligentes.

Big Data foi o tema da palestra do diretor de Tecnologia da Nokia, Wilson Cardoso, no segundo dia do Smartphone Congress. Segundo Cardoso, equipamentos como smartphones passaram a ser fonte confiável de informação sobre o usuário.

Finbarr Moynihan, vice-presidente de vendas corporativas internacionais da MediaTek falou sobre o futuro dos smartphones. O executivo apontou três questões principais: eficiência, evolução das câmeras e internet das coisas.

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Cresce demanda por upgrades e retrofits de Data Centers

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Por André Santini Filho*

Um estudo realizado pela consultoria norte americana 451 Institute mostra que nos e primeiros quartis de 2015, as empresas que possuem Data Center próprio estão investindo exclusivo em upgrades e retrofit de suas instalações. A pesquisa informa que apesar do aumento dos investimentos em cloud, a empresa tem mantido ou aumentados seus gastos com instalações, retrofits and upgrades de suas salas técnicas.

Segundo Dan Harrington, Diretor do 451 Institute, empresas de grande e médio porte observam no cenário econômico mundial oportunidades de crescimento e ganho de fatias de mercado. Para isso, são pressionadas a investir nas áreas de Infraestrutura de TI, antes negligenciadas. O estudo mostra algumas pesquisas com operadores de Data Centers dos Estados Unidos que relataram “Os gastos com infraestrutura e atualizações aumentaram em 2015. É hora de atualizar os equipamentos, substituir os antigos em busca de maior eficiência.” Afirma um diretor de uma operadora de Data Centers, do qual não quis se identificar.

Segundo o Uptime Institute, as organizações continuam a consolidar suas instalações em salas técnicas e Data Centers, em favor de um modelo mais centralizado, complementando suas instalações com colocation e aplicações em cloud. Cerca de 37% de organizações afirmam se preparar para futuros retrofits e cerca de 62% sabem da necessidade de atualizar seus Data Centers e preferem consolidar sua Infraestrutura de TI do que investir construindo uma nova unidade.

A Qualityware se tornou especialista ao longo de 20 anos em Infraestrutura de TI, atuando em projetos de Construção, Retrofit e Upgrade de Data Centers, Salas Técnicas em todo o Brasil.

*André Santini Filho é Key Account Manager na Qualityware Informática

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Cade abre processo para investigar cartel no mercado de equipamentos de informática

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade instaurou, nesta quinta-feira (23/07), processo administrativo (PA 08700.008098/2014-71) para apurar supostas condutas anticompetitivas em licitações para aquisição de equipamentos e materiais de informática. Entre os equipamentos estão desktops, notebooks, tablets, lousas interativas e projetores.

Estão sendo investigadas as empresas Caleb G. Kieling & Cia. Ltda., Enge Áudio Comércio e Sonorização Ltda. ME, I 9 Soluções em Tecnologia e Informática Ltda. ME, Líder Suprimentos para Informática Ltda., MS Equipamentos e Assistência Técnica Ltda., Multicomp Informática Ltda., Positivo Informática S/A, Proxyline Informática Ltda., S&V Equipamentos para Escritório Ltda., Somaq Assistência e Equipamentos Ltda., além de 18 pessoas físicas.

A investigação teve início a partir de documentos remetidos ao Cade em junho de 2014, referentes à “Operação Licitação Mapeada”, conduzida pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina.

A Superintendência apurou indícios de que a política nacional de vendas da Positivo Informática poderia gerar efeitos anticompetitivos especialmente em licitações para aquisição de equipamentos e materiais de informática. A ação incluiria uma divisão geográfica de mercado associada a um mapeamento e reserva de oportunidades, por meio da qual a Positivo concederia uma autorização para determinado revendedor participar de uma licitação e impediria que aqueles não autorizados estivessem em concorrências reservadas para outros revendedores.

Os que não cumprissem este tipo de acordo tinham recusado o fornecimento de produtos, entre outras punições. Como a Positivo participava diretamente de licitações – concorrendo, portanto, com seus revendedores –, há indícios de que tal política criaria dificuldades a concorrentes ou conluios entre eles.

A Positivo ainda teria centralizado e repassado informações comerciais sensíveis entre revendedores, influenciando a adoção de condutas uniformes entre concorrentes. Alguns deles, que supostamente exigiriam proteção ao revendedor mapeado para determinada licitação, também são investigados, como a S&V, revendedora da Positivo em Santa Catarina.

Atuação regional – A Superintendência-Geral do Cade também encontrou indícios robustos de cartel em licitações destinadas à aquisição de equipamentos e materiais de informática nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Previamente às concorrências, as empresas S&V, revendedora da Positivo na região, e MS fechariam acordo com as firmas Líder, Proxyline, Somaq e Caleb Ltda. As empresas combinavam quem cederia, quem participaria das licitações ou quem daria cobertura àquela previamente designada para vencer o certame. O objetivo era falsear e restringir a livre concorrência e simular uma competição que de fato não existia entre elas.

Com a instauração do processo administrativo, os acusados serão notificados para apresentar defesa. Ao final da instrução processual, a Superintendência-Geral opinará pela condenação ou arquivamento e remeterá o caso para julgamento pelo Tribunal Administrativo do Cade, responsável pela decisão final.

Fonte: Cade

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Gartner diz que práticas de governança de segurança da informação estão amadurecendo

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que as práticas de governança de segurança da informação estão amadurecendo e a tendência de gerir a segurança fora do ambiente de TI reflete-se na necessidade de uma governança eficaz. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

A análise é resultado da pesquisa anual com usuários finais sobre privacidade, governança de riscos de TI, segurança da informação, continuidade dos negócios ou conformidade regulatória. Foram entrevistados 964 executivos de grandes empresas – com receitas superiores a US$ 50 milhões em 2014 e mais de 100 funcionários – em sete países, entre fevereiro e abril de 2015.

“A consciência cada vez maior sobre os riscos dos negócios digitais, associada aos altos níveis de publicidade retratando incidentes de segurança cibernética, está tornando os riscos de TI um problema que merece a atenção dos altos cargos das empresas. Entre os entrevistados, 71% indicaram que os dados de gestão de risco de TI influenciam as decisões da diretoria. Isso também se reflete em um maior foco ao lidar com estes riscos como parte integrante da governança corporativa”, afirma Tom Sholtz, Vice-Presidente e Colaborador do Gartner.

Para o Gartner, a natureza das linhas de relatórios da equipe de segurança da informação é um dos atributos mais relevantes da governança eficaz. Na pesquisa, 38% dos entrevistados indicaram explicitamente que os principais responsáveis pela segurança da informação na empresa trabalham fora do setor de TI.

“Os principais motivos para o estabelecimento da linha de informação fora do ambiente de TI são o aprimoramento da separação entre execução e supervisão, o aperfeiçoamento do perfil corporativo na função de segurança da informação e a ruptura da mentalidade de funcionários e representantes da instituição sobre o conceito de que segurança é um problema de TI. As organizações reconhecem cada vez mais que a segurança deve ser gerenciada como uma questão de risco da empresa, e não apenas como um problema operacional de TI. Há um entendimento cada vez maior de que os desafios da segurança cibernética vão além do âmbito tradicional de TI em áreas como Tecnologia Operacional (TO) e segurança da Internet das Coisas (IoT)”, diz Tom Sholtz, Vice-Presidente e Colaborador do Gartner.
O nível de senioridade dos patrocinadores dos programas de segurança também está aumentando. Segundo a pesquisa, 63% dos entrevistados indicaram que recebem patrocínio e suporte para seus programas de segurança da informação de líderes fora do setor de TI. Este é um aumento significativo em comparação aos 54% apontados em 2014. O patrocínio do presidente executivo e da diretoria permaneceu na faixa de 30% (29% em 2014), enquanto o patrocínio do comitê de gestão aumentou de 7% para 12%. Há ainda diferenças regionais interessantes, com 57% dos entrevistados da América do Norte indicando patrocínio de fora de TI, resultado consideravelmente inferior aos 63% identificados na Europa Ocidental, e dos 67% registrados na Ásia e no Pacífico.

“A autorização de um funcionário executivo sênior para o programa de segurança é fundamental. Sem isso, o projeto tem pouca chance de obter suporte de requisitos com o restante da empresa. O comitê corporativo de gestão de segurança da informação (Corporate Information Security Steering Committee – CISSC) deve ser formado por representantes da empresa, por isso esperamos que o nível de patrocínio desses departamentos continue aumentando, assim como as funções de governança estão amadurecendo. De fato, um fórum de governança eficiente, como o CISSC, torna-se representante da autoridade do CEO, da diretoria e dos gerentes seniores da unidade de negócios”, completa Tom Sholtz, Vice-Presidente e Colaborador do Gartner.

Em relação à eficácia das políticas de segurança, embora metade dos entrevistados indique que a equipe de governança participe da avaliação e aprimoramento de políticas, somente 30% dos entrevistados afirmam que as unidades de negócios (UNs) participam ativamente do desenvolvimento das políticas que afetarão suas empresas. Mesmo sendo uma melhoria considerável em relação aos anos anteriores (16% em 2014), o resultado ainda indica falta de envolvimento ativo nas organizações. Esse é o principal motivo das diferentes visões de risco entre a equipe de segurança e a empresa, o que pode resultar em controles redundantes e mal geridos que, por sua vez, ocasionam resultados de auditoria desnecessários e, por fim, reduzem a produtividade.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

Anote em sua agenda

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – http://www.gartner.com/br/security

Data: 10 e 11 de agosto de 2015 (segunda e terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Processor abre oportunidades de trabalho no Brasil e Chile

A Processor está com vagas abertas para profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI) para atuação em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Santiago do Chile. São oportunidades nos cargos de Executivo de Contas Corporate, para o RJ; Desenvolvedor, Supervisor de Projetos, Consultor Funcional, Consultor Comercial (SalesForce), e Técnico de Suporte N1 para Porto Alegre; Técnico de Suporte N2 para SP; e Consultor Técnico de Serviços Gerenciados para Santiago. É exigida experiência e conhecimentos específicos da área de atuação para todas as vagas. Interessados podem conferir os pré-requisitos para o preenchimento dos cargos no Blog da empresa, acessando o link: http://www.processor.com.br/blogs/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=217. Currículos podem ser cadastrados em \”trabalhe conosco\”, no site www.processor.com.br.

Processor

A Processor há mais de 27 anos desenvolve, comercializa e implanta serviços e soluções de TI para o mercado corporativo, atingindo clientes em vários segmentos e verticais. Entre as principais atividades desenvolvidas estão ofertas em nuvem (Live Cloud), Serviços Gerenciados (Outsourcing Consultoria Suporte, Monitoramento), Soluções de Negócios (CRM, BPM, ERP, Portais); e Software (Microsoft, Symantec, Citrix, Veritas, Trustwave) . Com matriz em Porto Alegre (RS) e unidades no Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, além de operações no Chile, Argentina e Estados Unidos, a Processor – The Cloud Company é, uma das mais inovadoras e importantes players Latino Americanas de TI.

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Mais de 40% dos conselheiros consideram a dependência dos sistemas de TI o maior risco tecnológico das empresas

Diante de um cenário no qual as empresas estão cada vez mais utilizando a tecnologia em seus processos, os conselheiros acreditam que a grande dependência que as companhias têm dos sistemas é o maior risco relacionado à tecnologia da informação (TI). Em segundo lugar, com 34%, os riscos relacionados à segurança e a proteção de informações em geral são itens que preocupam os conselheiros.

Os dados foram levantados em pesquisa interativa realizada durante a 46ª mesa de debates do Audit Committee Institute – ACI da KPMG no Brasil, com público de 111 participantes composto por conselheiros de administração, conselheiros fiscais e membros de comitê de auditoria de empresas de diversos setores.
“Assuntos relacionados à TI ainda precisam ser melhor discutidos. A própria pesquisa aponta que 25% do respondentes diz que uma dedicação maior do conselho poderia melhorar o monitoramento do cyber security. Além disso, 24% dos participantes aponta que é necessário maior expertise do conselho no tema”, afirma o sócio da KPMG e líder do ACI, Sidney Ito.

Risco e estratégia
A pesquisa também indicou que 51% dos conselheiros não estão satisfeitos com a conexão entre risco e estratégia nas discussões do conselho. Para eles a maior ligação entre esses dois itens poderia trazer melhorias no processo de tomada de decisões sobre riscos da empresa.

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BlackBerry adquire AtHoc para garantir a segurança de colaborações e comunicações em massa

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB), empresa líder global em comunicações móveis, anunciou hoje um acordo definitivo para a aquisição da AtHoc. Os detalhes da transação não foram divulgados.

A AtHoc é uma das empresas líderes de comunicação em rede em caso de crise. A plataforma de software da AtHoc permite a troca de informações críticas em tempo real entre pessoas, dispositivos e organizações durante operações de continuidade dos negócios e de proteção à vida. A plataforma será integrada ao portfólio empresarial e à rede global confiável da BlackBerry para oferecer aos clientes novos recursos para a proteção, segurança e comunicações corporativas de missão crítica. A aquisição permitirá que a AtHoc amplie sua presença global, aumente suas vendas e disponibilize novas aplicações em uma plataforma segura para comunicações em massa. Com essas novas aplicações, seria possível, por exemplo, integrar soluções da AtHoc com o BBM Meetings durante situações de alerta para disponibilizar feeds de vídeo ao vivo ou transmitir mensagens, permitindo a colaboração em tempo real entre líderes e tomadores de decisão.

A plataforma de comunicações em rede em situações de crise da AtHoc envia alertas a todos os tipos de dispositivos – incluindo iOS, Android, desktops PC e Mac, painéis digitais, rádios, telefones IP e terminais como sirenes, centrais de alarme de incêndio e alto-falantes. Isso facilita a conexão e intercâmbio de informações entre indivíduos e organizações em caso de crise. Além de ser a fornecedora líder de soluções para o Departamentos de Defesa (DoD) e de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a AtHoc também colabora com empresas públicas e privadas em todo o mundo, incluindo instalações industriais e provedores de cuidados com a saúde.

“A BlackBerry está fazendo investimentos estratégicos em segurança, privacidade e na Internet das Coisas. Com a aquisição da AtHoc, vamos oferecer soluções de comunicação a partir de uma perspectiva integral e de ponta a ponta”, afirma John Chen, Presidente Executivo e CEO da BlackBerry. “Temos uma longa história garantindo a segurança das comunicações de missão crítica para o setor público e para empresas com as mais altas exigências de regulamentação – e estamos muito orgulhosos disso. A tecnologia e experiência da AtHoc serão fundamentais para ajudar a BlackBerry a conectar e garantir a segurança de uma ampla gama terminais”.

“A AtHoc e a BlackBerry compartilham a visão de conectar o mundo de forma segura”, comenta Guy Miasnik, Presidente e CEO da AtHoc. “Departamentos federais, agências estaduais e locais e empresas privadas dependem da AtHoc para garantir a segurança de suas comunicações durante os momentos mais críticos. Incorporados pela BlackBerry, vamos poder escalar nossos negócios mais rapidamente e ampliar nosso alcance global, além de introduzir novos aplicativos para a plataforma AtHoc, sem perder de vista nossos clientes corporativos e governamentais”.

A AtHoc é reconhecida como empresa “Líder” pela Gartner, uma consultoria de analistas do setor, e encabeça a lista com base na sua capacidade de cumprir com os requisitos do Quadrante Mágico da Gartner para Serviços de notificações em massa e emergências dos Estados Unidos1. A BlackBerry oferece as soluções de mobilidade mais seguras do mundo por mais de duas décadas e recebeu mais de 70 aprovações e certificações governamentais, mais que todos os outros fornecedores de mobilidade. A plataforma BlackBerry 10 é a única solução de mobilidade a receber a certificação Full Operational Capability (FOC) para funcionar nas redes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A BlackBerry é uma parceira confiável de mobilidade de todos os governos do G7, 16 dos governos do G20, 10 de cada 10 dos principais bancos e escritórios de advocacia globais e das cinco maiores empresas nos setores de saúde, serviços de investimento, petróleo e gás.

A transação deverá ser concluída no terceiro trimestre fiscal de 2016 da BlackBerry e estará sujeita a condições habituais de fechamento de contratos.

[1] Quadrante Mágico da Gartner para Serviços de notificações em massa e emergências dos Estados Unidos, 31 de março de 2014, Gartner

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Grupo New Space anuncia serviço de custódia de códigos-fonte

O Grupo New Space, um dos líderes em soluções de prestação de serviços com tecnologia para empresas do segmento financeiro há 30 anos, anuncia o serviço diferenciado Escrow – direcionado para empresas usuárias de licenças de software. A solução de guarda segura transporta e arquiva códigos-fonte para que as empresas tenham total controle sobre a tecnologia licenciada, mesmo que contrate outra ou decida substituir a aplicação.

“Quando adquire licenças de software, toda empresa depende do fornecedor para ter suporte técnico e manutenções periódicas. Isso a expõe a riscos que podem gerar impactos significativos em caso de falhas ou falta da prestação de serviço”, afirma Emilio Cominato, Presidente do Grupo New Space.
O serviço permite também que as empresas tenham mais tempo para analisar opções e negociar termos de licenças favoráveis com os novos fornecedores, sem paralisar as atividades. O serviço integra o portfólio da Safe Space, área do Grupo New Space especializada em guarda de mídia e documentos.

Por medida de segurança, as mídias com código-fonte são acondicionadas em maletas com lacre numerado inviolável. O Grupo New Space transporta os materiais em embalagem padronizada com lacres de segurança para a confidencialidade do conteúdo e gerencia toda a documentação necessária para implantação do código-fonte.

O local de armazenamento tem infraestrutura completa de segurança, controle de temperatura e umidade, além de equipamentos de prevenção a incêndios. As mídias são transportadas em maletas protegidas contra fogo e impacto. A equipe da Safe Space oferece suporte em período integral (24 horas por dia, sete dias por semana) e os clientes podem consultar o seu acervo em tempo real pela Internet, por meio de login e senhas disponíveis em um sistema exclusivo.

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14º Seminário Internacional do PMI SP vai apresentar oportunidades e desafios para gerentes de projetos

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Por mais um ano, o Project Management Institute (PMI) – capítulo São Paulo organiza o Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos, que irá acontecer nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015 no Centro Fecomércio de Eventos.

O evento, que comemora sua 14ª edição e é considerado um dos mais importantes summits de gerenciamento de projetos da América Latina, pretende trazer à tona as discussões sobre as oportunidades e os desafios para o gerente de projetos sob as perspectivas de Negócios, Carreira e Gestão de Projetos.

Com a expectativa de atender mil pessoas nos três dias de evento e com o indiscutível sucesso dos anos anteriores, o Seminário coleciona mais um ano de grandes expectativas. Suas palestras, workshops e painéis de discussão serão formados por especialistas e renomados profissionais nacionais e internacionais. Haverá ainda a apresentação de artigos técnicos selecionados e aprovados por uma banca de avaliadores de diversas universidades no Brasil.

Este ano atípico de desafios e oportunidades gerou o tema do evento de 2015, que abordará as novas exigências que o mercado impõe aos negócios e, consequentemente, aos gerentes de projetos. “Isso significa que este profissional, além de conhecer as melhores práticas de gestão de projetos, também deverá ter uma visão de negócios e saber conduzir sua carreira”, comenta Alex Urbano, Presidente do PMI – Capítulo SP.

O pilar Negócios pretende abordar temas inovadores e de maior evidência no mundo Business, entre eles, destaca-se o Internet of Things (IoT), que permitirá integrar pessoas e objetos por meio da conexão da internet para troca de informações e tomada de decisões para atingir objetivos comuns. “Essas mudanças trarão também novas oportunidades de negócio e contribuirão para monitorar, gerenciar e prestar serviços de forma mais eficaz, eficiente e otimizada, atendendo às novas necessidades da sociedade e das organizações”, comenta Urbano. Outro tema interessante neste pilar é o Design Thinking, um conjunto de métodos e processos para abordar problemas, relacionados à aquisição de informações, análise de conhecimento e propostas de soluções. Enfim, o pilar Negócios buscará abordar os desafios na gestão das empresas diante de um cenário de grandes mudanças. “Todos esses fatores contribuem e geram oportunidades e novos desafios para os gerentes de projetos”, explica Urbano.

No macrotema Carreira, o evento traz reflexões sobre perfil profissional, liderança, coaching e empreendedorismo. “No cenário atual, os gerentes de projetos devem saber planejar e conduzir suas carreiras, competências, habilidades e atitudes o que lhes permitirão sua diferenciação frente a um mercado altamente competitivo, com desafios econômicos enormes. Isto é traduzido como empregabilidade e competitividade”, esclarece Urbano.

Já no segmento Gestão de Projetos, serão abordadas as melhores práticas de gestão de projetos, entre elas: gestão de stakeholders, governança e portfólio de projetos, seleção de projetos por meio do método AHP, Indicadores de projetos, metodologias ágeis, escritório de projetos, planejamento e TaktPM – Gestão da execução por fluxo, entre outros temas.

Segundo Alex Urbano, o evento permitirá que os participantes “expandam seus horizontes, reflitam sobre sua carreira, aprendam e experimentem conhecimentos de ponta para que possam retornar ao seu trabalho com uma visão renovada e altamente motivados para realizar e produzir com eficácia”.

Ao figurar como uma grande oportunidade para quem deseja alcançar o sucesso nos negócios e em sua carreira, o evento oferece, ainda, a possibilidade de que os profissionais associados e parceiros adquiram seus ingressos ao Seminário com preços promocionais descritos no portal do evento. Os benefícios oferecidos aos participantes serão: 24 PDUs (crédito para a manutenção de certificação PMP), certificado de Participação em PDF, download das apresentações das palestras, maleta com material de apoio e acesso a todas as atividades disponíveis. Participar do 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos é uma excelente oportunidade de atualizar-se em relação às melhores práticas de mercado e de fazer networking.

Saiba mais sobre o evento em http://sigp.org.br/

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O que o brasileiro quer da mobilidade?

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Por Marco DeMello, da PSafe Tecnologia

O mundo dos dispositivos móveis avança a passos largos. Se até 2009 ainda não estávamos completamente viciados em smartphones, com a explosão do 3G e o aumento das vendas dos celulares, os gadgets conectados à internet se transformaram em objetos de desejo e passaram a fazer parte do nosso dia a dia.

Isso vem acontecendo graças à melhora da qualidade da conexão à internet móvel, o 4G tornando-se realidade, o 5G em seus passos iniciais e a conectividade invadindo outros devices e até mesmo as cidades.

Como especialista em tecnologia e em segurança, a PSafe tem acompanhado a rotina e comportamento do usuário de dispositivos móveis e montou um equivalente da Pirâmide de Maslow – conceito desenvolvido pelo psicólogo americano Abraham Maslow –, que exemplifica os degraus da hierarquia para um brasileiro alcançar a realização de suas necessidades. Adaptamos esta teoria para o mundo dos gadgets com a criação da Pirâmide de Maslow da Mobilidade, que serve de modelo para pedir e alcançar a satisfação do usuário com seu próprio aparelho celular.

Inevitavelmente, a base da pirâmide, que representa as necessidades primordiais do usuário de smartphones e tablets, traz os elementos mais básicos como a duração da bateria, para não interromper o acesso ao universo online, e a conexão à internet (2G, 3G, 4G, 5G, wi-fi e wi-fi AC), que abre portas para o mundo digital. O fato de encontrarmos severas limitações de banda e estrutura de rede no Brasil explica o motivo de o brasileiro ainda estar passando por um processo de reconhecimento da internet, tendo em vista que um elemento básico da pirâmide ainda não está 100% desenvolvido.

Um elemento relativamente novo para a mobilidade também acaba sendo incluído entre as necessidades primordiais de nossa pirâmide: o armazenamento na nuvem/backup, necessário para não comprometer todo o histórico e bagagem digitais, difíceis de recuperar e que podem arruinar vidas ao apagar suas referências.

O segundo degrau da pirâmide é o das necessidades de segurança, fundamentais, se considerarmos que o Brasil é o segundo país em casos de phishing e terceiro em ciberataques em todo o mundo. O fato é que o usuário de devices em nosso país corre sério risco se não estiver atento ao segundo degrau da pirâmide de Maslow da Mobilidade. É imprescindível ter funções antifurto, proteção antivírus, cofre, entre outros. A internet segura é um bem público, similar à água potável e à energia. Sem segurança, nada funciona. Se pegarmos a época da Idade Média como exemplo, as únicas cidades que sobreviveram tinham muros altos e soldados armados. Na internet, tudo acontece de forma parecida.

O próximo nível da pirâmide indica a necessidade de relacionamento, representada por apps de chat e interação, como serviços de mensagens, ligações e redes sociais, e a capacidade de memória interna do smartphone e demais eletrônicos, que permite baixar e instalar tudo o que você mais ama no seu celular para usar no dia a dia. Assim, passam a figurar aqui a capacidade de armazenamento interna do aparelho, a possibilidade de expansão da memória por meio de cartão SD e a gestão eficiente do que precisa ser mantido instalado no dispositivo.

O quarto degrau é composto por sistemas de senhas, responsáveis por preservar a privacidade ao garantir a identidade e a fonte das informações compartilhadas. Além de proteger a identidade do usuário, questão fundamental para vencer a etapa de estima e alcançar a autorrealização, forja a sua imagem e constrói a sua reputação, combustíveis para chegar ao topo da pirâmide, representado pela sincronização e conexão total dos objetos.

Este último nível permite a gestão inteligente da vida conectada e automatiza o dia a dia, estando disponível por meio de qualquer interface. Aqui entram os novos gadgets conectados, ou a Internet das Coisas, responsável por manter a vida em constante transformação e recheada de novidades.

Uma novidade que chegou ao topo da pirâmide de Maslow da Mobilidade e não deverá sair mais é o conceito de cidades inteligentes, ou seja, com conexão disponível em todos os lugares, como trens, metrôs, táxis e ônibus. A PSafe assumiu um papel de pioneirismo nesta iniciativa, por meio do projeto SafeWifi, que envolve a instalação de redes seguras e gratuitas de Wi-Fi em estabelecimentos e transportes habilitados. Atualmente, a iniciativa já está disponível em mais de 500 bares e restaurantes em São Paulo e encontra-se em fase piloto em 250 táxis na capital paulista. A expectativa é ampliar o escopo do projeto para o Rio de Janeiro ainda neste ano, possibilitando que os Jogos Olímpicos de 2016 sejam disputados em uma cidade inteligente.

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EMC movimenta mercado de TI com Programa de Talentos

A EMC anuncia o lançamento do seu Programa de Talentos, iniciativa da divisão EMC Academic Alliance. O programa visa ampliar o apoio e atuação da empresa no âmbito da educação, no segmento de tecnologia. Atualmente, alunos de universidades parceiras recebem conteúdo didático sobre armazenamento e gerenciamento de informações, virtualização e infraestrutura em nuvem, desenvolvido por especialistas EMC. Com o Programa de Talentos, a EMC estende sua atuação ao mercado de trabalho, avaliando e indicando esses alunos treinados para vagas em empresas parceiras e clientes.

A criação do Programa de Talentos EMC vem ao encontro da necessidade do mercado de trabalho por mão de obra especializada, principalmente na indústria de tecnologia da informação. Segundo o estudo “Tendências e Desafios no Gerenciamento de Armazenamento”, do IDC em parceria com a EMC, que ranqueou os maiores desafios identificados por gestores e profissionais de tecnologia, desde pequenas até grandes empresas, a falta de profissionais com qualificações em armazenamento (storage) está em sexto lugar, e a falta de profissionais especializados em computação em nuvem (cloud) em oitavo lugar.

De acordo com Eduardo Lima, gerente de Programas Acadêmicos da EMC, “existe uma distância entre o que a faculdade forma e o que o mercado precisa. As empresas têm grandes desafios para encontrar profissionais que conheçam e saibam trabalhar com storage, cloud e big data. A iniciativa da EMC visa oferecer ao mercado de trabalho pessoas treinadas e com experiência em implantar soluções tecnológicas nas empresas”.

Cresce, em alta velocidade, o aumento da quantidade de dados que são gerados. Com isso, a necessidade de usuários finais e de empresas de qualquer porte, de armazenar, analisar, gerenciar é enorme e será ainda mais urgente no futuro próximo. O estudo EMC Information Generation, que explora o impacto de uma crescente comunidade global de cidadãos digitais, informa que por volta de 2020, terão criado 44 zettabytes de dados por meio de dispositivos (ou 44 trilhões de gigabytes), segundo os institutos Gartner e IDC.

A EMC também anuncia que a IT-One, empresa especializada em prover consultoria, soluções de Hybrid Cloud para ambientes corporativos de TI, serviços gerenciados e serviços especializados, com sede em Minas Gerais, é a primeira parceira da EMC no Programa de Talentos. A IT-One será a primeira a ter acesso aos alunos, saídos diretamente de universidades da região, com conhecimentos e habilidades específicas para gerenciar e integrar a gama completa de tecnologias, que podem abranger desde o armazenamento EMC até VMware e Vblock, por exemplo.

Mauro Moraes, Gerente de Soluções da IT-One, diz que a empresa enxerga grandes oportunidades na iniciativa do EMC Academic Alliance, “o programa permite fazer um marketing de conhecimentos em soluções e perfis de profissionais. Além de aproximar a IT-One das universidades, nos dá um diferencial competitivo importante, pois os alunos chegam com uma direção no mundo da tecnologia. É uma oportunidade de negócio, pelo valor adicionado e distinção em relação aos demais currículos”.

Com o Programa de Talentos, a IT-One poderá fortalecer seu quadro técnico com os profissionais formados nas universidades parceiras da região que atua. Os alunos serão recrutados a partir dos cursos e avaliações do programa EMC Academic Alliance, e os contratados, por sua vez, entrarão em um processo de treinamento focado nas necessidades de seu time técnico, de maneira ágil e com a primeira fase completa ainda na faculdade. “Até o final de 2015 a expectativa é receber cerca de 30 indicações de profissionais, para os quais já temos seis vagas aguardando. O trabalho que a Federação EMC está desenvolvendo é fundamental, pois acompanhamos a movimentação e necessidades do mercado”, comenta Moraes.

“Formando profissionais especializados, o Programa de Talentos EMC dá o passo adiante para promover o crescimento do mercado e ajudará na continuidade do desenvolvimento desse profissional. Assim, abre-se um ciclo essencial na construção da base qualitativa da educação segmentada do país e de profissionais do setor brasileiro de tecnologia”, diz Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil.

Eduardo Lima comenta que o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Big Data da EMC, com sede no Rio de Janeiro, despertou ainda mais o interesse das universidades por cursos sobre Big Data. “Parceiros de negócios terão acesso facilitado a estes profissionais, com conhecimento estratégico de uma das grandes tendências globais em tecnologia que é o big data”, destaca.

Ao todo a EMC já contratou 16 profissionais treinados em universidades parceiras com o EMC Academic Alliance. Para este ano, a empresa já possui mais quatro vagas em aberto. Somente neste primeiro semestre, foram mais de 1.800 estudantes treinados. Em 2014, o EMC Academic Alliance somou mais de 6.400 alunos treinados, em 190 universidades da América do Sul, sendo 175 somente no Brasil, e mais 15 em países como Colômbia, Argentina, Peru e Chile. O histórico soma mais de 14 mil alunos na região, desde 2011.

Os cursos oferecidos às universidades pelo EMC Academic Alliance são certificados pela empresa e se dividem em quatro categorias, as quais a EMC é líder de mercado, sendo armazenamento, cloud, big data e backup. Os cursos são conceituais, teóricos e agnósticos e os conhecimentos adquiridos podem ser aplicados a qualquer segmento da indústria e qualquer profissional do mercado pode fazê-lo.

A meta deste ano do EMC Academic Alliance é chegar a 210 universidades, sendo 7500 estudantes treinados e, destes, aproximadamente 750 avaliados, que serão automaticamente adicionados à base de dados do Programa de Talentos EMC, que pode ser usada para recrutamento tanto pela EMC quanto por clientes e parceiros.

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Aquisições e Fusões: como as empresas buscam por esse tipo de consultoria

Por Carlos Miyahira*

Do lado do vendedor:

A desaceleração da economia brasileira tem provocado um aumento no número de empresas com dificuldades financeiras que, como parte de um plano para aperfeiçoar suas finanças, buscam vender ativos ou ainda, buscar parceiros estratégicos que possam injetar caixa para auxiliar no pagamento de dívidas (bancárias, fiscais, operacionais). Esses parceiros estratégicos também podem auxiliar no processo de análise estratégica do negócio visando maximizar os resultados a serem auferidos por essas empresas.

Por outro lado, existem também empresas mais saudáveis financeiramente que já foram assediadas no passado por possíveis interessados, cuja negociação não foi adiante ou que estão sendo procuradas no momento. Em ambas situações, essas empresas procuram consultorias especializadas para auxiliar na identificação de possíveis fragilidades que essas empresas possam ter nas áreas contábil, tributária, trabalhista e previdenciária para estarem melhor preparadas para uma negociação com potenciais compradores.

Os benefícios são inúmeros para essas empresas que se preparam para enfrentar um processo de diligência pois esse processo geralmente demanda bastante esforço das áreas operacionais, financeira, jurídica, dentre outras áreas, além de consumir bastante energia dos sócios durante a fase de negociação. Quanto melhor preparada estiver a empresa, seus sócios conseguirão ter a calma e a tranquilidade para pontuar e negociar os pontos de maior risco, para que o preço do negócio não seja afetado de forma severa.

É muito bom saber de forma analítica a natureza e o montante dos riscos envolvidos (contingências) para que se possa ter segurança na hora de sentar-se à mesa com o potencial comprador, isso faz uma diferença enorme. No mundo dos negócios não adianta apenas imaginar que a empresa vale x, levando em conta o valor sentimental dos sócios na precificação do negócio, se isso não puder ser comprovado por meio de dados reais e também dos riscos envolvidos, que serão muito provavelmente apontados pelo comprador que, com certeza, pleiteará algum desconto no preço do negócio.

Do lado do comprador:

Para investidores que atualmente estão capitalizados, esse tipo de ativo pode ser uma boa oportunidade de compra. A avaliação desse tipo de ativo, na ótica do comprador, pode gerar ganhos de sinergia ou em uma análise mais aprofundada a ineficiência operacional, pode gerar ganhos futuros, assim que essa ineficiência seja sanada. Dentro desse contexto, o ativo pode ser bastante atraente e até mesmo barato, o que instiga o comprador a efetuar a compra.
O comprador geralmente procura assessoria especializada para auxiliá-los no processo de identificação de assuntos importantes no âmbito contábil, tributário, trabalhista e previdenciário para demonstrar e quantificar os potenciais riscos envolvidos (contingências) nessas áreas, além de um bom assessor jurídico para analisar os riscos já materializados e também na confecção/análise do contrato de compra (“SPA”).

A contratação de especialistas multidisciplinares é bastante importante pois a legislação (tributária/trabalhista e previdenciária) está em constante mudança, ainda mais nesse ano de ajuste fiscal. Os especialistas das áreas tributária e trabalhista e previdenciária costumam, via de regra, efetuar a revisão dos últimos 5 anos fiscais. Já na parte contábil, é importante analisar a qualidade das informações financeiras (balanço patrimonial e demonstração de resultados), visando analisar as operações sob a ótica de uma empresa normalizada (desconsiderando itens não operacionais/não recorrentes). Por fim, é importante comentar que um comprador experiente saberá ponderar os riscos, vis à vis o retorno esperado, portanto é bastante importante estar bem assessorado para uma negociação, independente do lado da mesa que você esteja.

*Carlos Miyahira é sócio da Grounds e especialista na área contábil, com experiências em processos de aquisição e venda de empresas e operações, do ponto de vista do Comprador (Due Diligence) e do Vendedor (Vendor Due Diligence), consultoria no processo de pós-aquisição.

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