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Banco do Brasil promove maratona de tecnologia

Nos dias 5 e 6 de agosto, o Banco do Brasil promove três eventos de tecnologia e deve reunir 3 mil pessoas, entre funcionários, clientes e fornecedores, em Brasília.

A tradicional Jornada de Tecnologia do Banco sobre inovação bancária e negócios digitais chega a sua 10ª edição com o tema “O Humano do Digital” e abordará novidades em linguagem e programação. Além sediar a gravação de oito palestras no formato TEDx, no espírito de ideias que merecem ser disseminadas.

No mesmo espaço acontece a 9ª Feira de Inovação Tecnológica do Banco, que contará com 36 expositores do mercado de Tecnologia da Informação (TI) e funciona como uma oportunidade para as empresas apresentarem tendências e inovações, com demonstração de protótipos e soluções. A programação da feira ainda conta com palestras e workshop abertos aos participantes.

Para celebrar os 30 anos do filme da trilogia “De volta para o futuro”, o espaço terá ainda a exibição do DeLorean, veículo que funcionava como máquina do tempo, e os participantes serão convidados a interagir com o carro.

Outra novidade deste ano é a realização da primeira edição do Hackathon BB, uma maratona de 24 horas para desenvolvimento de soluções de software e/ou hardware, sob o tema “Experiência Digital”. Em apenas um dia, a competição recebeu 1281 inscrições. No dia do evento, 50 finalistas serão divididos em equipes de quatro a seis componentes para disputar o título, que permitirá aos funcionários realizarem treinamentos externos.

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Crimes cibernéticos e o mundo corporativo

Por Leandro Marco Antonio*

Com a crescente ameaça de ataques virtuais a organizações de todos os setores, o aumento do número de crimes cibernéticos tem sido um tema de destaque no cenário de riscos corporativos recentemente. Não há dúvida de que isso se tornou a questão mais urgente dos conselhos empresariais, mas com os hackers preocupados em acessar de forma furtiva as informações bancárias, dados de cartão de crédito dos clientes e cometer inúmeros outros ataques, são as empresas de varejo e instituições financeiras que lidam diretamente com o público que estão na linha de frente.

Contudo, mesmo com o trabalho incansável destas empresas em aumentar a robustez de seus meios de defesa cibernética e as exigências em termos de acesso aos sistemas sofrerem aprimoramentos, os criminosos cibernéticos têm começado a procurar outros meios de ataque e também ambientes tecnológicos que não são historicamente um foco de ataques massivos. E, assim como algumas das maiores marcas mundiais, a indústria de bens de consumo é um alvo muito atraente.

Isso posto, o setor é o alvo principal de criminosos motivados não somente pelo desejo de apoderar-se dos dados financeiros dos indivíduos. A indústria de bens de consumo ainda sofre ameaças como espionagem industrial e ataques organizados por um estado independente. Vale citar que a espionagem industrial pode ter diversas motivações. Uma delas é roubar a propriedade intelectual de outra empresa em relação à fórmula ou ao mix de produção para um determinado produto. A outra pode estar vinculada à atividade de fusões e aquisições – tentar descobrir qual empreendimento o concorrente está interessado em comprar ou acessar as informações financeiras alheias para ajudar a decidir se uma oferta de compra agressiva deve ser feita ou não. O propósito básico é obter uma vantagem em relação às organizações concorrentes. Geralmente, esse tipo de espionagem pode ser motivado politicamente ou patrocinado – os estados independentes tentam impulsionar sua própria produtividade econômica por meio do acesso a tais informações.

As organizações também precisam estar alertas a ataques direcionados aos seus funcionários, por meio de mensagens de email ou ligações telefônicas. Estes ataques conhecidos por agregar características que aproximam o hacker da vítima, por exemplo, através de mensagens com conteúdo atraente para o seu trabalho, e solicitando normalmente alguma ação por parte do colaborador.

Contudo, a ameaça não vem somente de fora: muitas vezes, é justamente o ambiente interno da empresa que fornece o acesso às informações confidenciais que podem causar danos. Os detentores de informações confidenciais sensíveis podem ser subornados a fornecê-las. Em tempos nos quais os profissionais se movimentam cada vez mais no mercado de trabalho, existe o risco de retirar e transferir recursos sem autorização do proprietário – fazer o download de toda uma base de dados de informações para levar com eles quando forem para outra empresa ou encontrarem um comprador interessado.

Entender o valor dos ativos de informação corporativos e como o roubo, a interrupção e a destruição destes afetariam a concretização dos objetivos comerciais permite que os conselhos avaliem os benefícios empresariais decorrentes de uma gestão de riscos cibernéticos feita de forma eficaz. Esse processo de descoberta também ajuda a ilustrar como a tomada de decisão desse grupo pode aumentar ou reduzir a exposição ao risco da empresa de forma geral. Assim que os conselheiros tiverem um entendimento mais claro da forma e da escala do risco cibernético, e o que ele representa para a organização, serão mais capazes de estabelecer adequadamente o nível de apetite por risco corporativo, bem como de investir de forma mais eficiente na gestão do risco cibernético, em conformidade com os outros riscos empresariais.

A pior coisa que uma empresa pode fazer em relação à ameaça de crime cibernético é negligenciá-la. Acreditamos que as empresas que aceitam os ataques cibernéticos como uma parte inevitável do atual cenário empresarial, e que desenvolvem formas de proteção e respostas proativas, estão mais bem posicionadas para proteger o futuro de seus negócios.

* Leandro Marco Antonio é sócio de Cyber Security da KPMG.

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MercadoLivre completa 16 anos com audiência de mais de 27 milhões de visitantes únicos no Brasil

Neste mês, ao completar 16 anos de história, o MercadoLivre comemora o fato de se manter invicto como líder de audiência do comércio eletrônico brasileiro. O último relatório da comScore Inc. (NASDAQ:SCOR) – líder em medição de audiência digital -, com dados de junho deste ano, mostra que o MercadoLivre foi acessado por 27,1 milhões de visitantes únicos naquele mês – cerca de 14% a mais do que no mês de janeiro, quando registrou 23,7 milhões.

Este volume significa que, na totalidade de visitantes da categoria de Varejo (57 milhões de visitantes únicos), o MercadoLivre representa praticamente a metade desta audiência. Além disso, a companhia tem, conforme o relatório, 35,1% da audiência total da internet brasileira.

Mais de 127 milhões de visitas – No mês de junho, o varejo online como um todo registrou mais de 585,4 milhões de visitas. Neste cenário, o MercadoLivre também aparece em primeiro lugar, com 127,2 milhões de acessos.

“Nossos investimentos contínuos em tecnologia, marketing e produto seguem dando bons resultados. Os índices de audiência medidos pela comScore são um excelente reflexo disso”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre no Brasil.

Para Luciana Burger, VP da comScore no Brasil, os sites de e-commerce continuam crescendo de forma constante no país; a comparação de preços e a compra online já são parte dos hábitos do consumidor online. “O MercadoLivre e outros grandes players nacionais e internacionais estão construindo um mercado digital sólido e cada vez mais preparado para as necessidades do novo consumidor multi-plataformas”, afirma.

Os Principais Sites de Varejo do Brasil por Total de Visitantes Individuais (em mil):

Junho de 2015

Público Total: Visitantes de +6 anos e em desktops.

Fonte: comScore MMX

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CA compra Xceedium e reforça oferta de Segurança

A CA Technologies, uma das maiores empresas de software para segurança, desenvolvimento e gestão de TI do mundo, anuncia a assinatura de um acordo para compra da Xceedium, Inc., provedora de soluções de gerenciamento de identidade para ambientes on-premise, em nuvem e híbridos. A transação deve ser concluída ainda neste trimestre. Os detalhes do acordo não serão divulgados. A Xceedium tem sede na Virgínia, nos Estados Unidos, foi fundada há 15 anos e tem escritórios em Nova Jersey e em Ottawa, no Canadá. Entre seus clientes estão organizações dos segmentos de Finanças, Varejo, Manufatura e Governo.

Escândalos recentes causados por falhas de segurança e a demanda por auditorias e compliance aumentaram a necessidade de controle e gerenciamento de credenciais e atividades de usuários privilegiados, que têm livre acesso a sistemas de alto valor e processam informações sensíveis. Ao adquirir a Xceedium, a CA expande o seu portfólio de segurança, levando ao mercado uma solução abrangente para combater ataques externos e erros ou mau uso interno de dados.

“O mundo digital traz às organizações uma tremenda oportunidade, ao mesmo tempo em que introduz demandas regulatórias e riscos de invasão das redes por meio do furto de credenciais”, afirma Denyson Machado, vice-presidente de Segurança da CA Technologies para a América Latina. “A combinação das tecnologias da CA e da Xceedium reforça nossa posição de liderança em gerencimento de identidade privilegiada e oferece aos clientes uma abordagem flexível para lidar com questões de compliance e risco relacionadas à identidade privilegiada.”

A Xsuite®, solução inovadora da Xceedium para ambientes híbridos, tem uma abordagem centrada em identidade e baseada em proxy. Por isso, oferece um ponto de autenticação centralizado para os administradores, liberando credenciais para contas compartilhadas de administradores sem expô-las a risco de furtos, transgressões ou mau uso. A Xsuite pode ser implementada, de forma escalável e simples, como uma ferramenta física ou virtual ou como uma Amazon Machine Image, na nuvem.

A solução endereça ainda necessidades de segurança e compliance, como uma gestão centralizada de contas compartilhadas para maior responsabilização do administrador, a gravação da sessão administrativa para auditoria e a filtragem de comandos, para limitar o âmbito de atuação e o acesso à rede do administrador.

Essas funcionalidades complementam a ferramenta da CA para gestão de identidade privilegiada, que foca no controle de acessos ao sistema operacional do servidor e limita o escopo para administradores, com especial atenção aos superusuários. A tecnologia reduz o risco de um usuário privilegiado desencadear um malware, técnica frequentemente usada por hackers para abrir brechas no sistema sem serem detectados.

“A proteção contra ataques pelo uso de credenciais de usurários privilegiados pode ser a diferença entre estar dentro ou fora do mercado. A segurança revela-se uma questão crítica de defesa nacional para muitos países, diante da escalada do cibercrime e da espionagem digital”, diz Glenn Hazard, CEO da Xceedium. “O furto de contas privilegiadas é um elemento central da cadeia de ciberataques. Nossa união com a CA resultará em uma solução de nova geração para combater ataques e vazamento de dados.”

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Empresas de TI vão ter prejuízo com fim de cobrança por boleto sem registro

untitled Desde junho deste ano, os bancos deixaram de oferecer a novos e atuais clientes a cobrança sem registro para boletos. De acordo com decisão da Federação Brasileira de Bancos, até o final de dezembro de 2016, as atuais carteiras de cobrança sem registro vão ser migradas para a modalidade registrada. A Febraban apresenta a novidade como forma de garantir segurança e oferecer vantagens aos clientes. Mas a maior parte das empresas de tecnologia da informação utiliza a cobrança sem registro e essa mudança vai aumentar custos de operação e gerenciamento de cobranças e até de atualização de sistemas, de acordo com relatos de associados da Assespro-Paraná, que representa as empresas de TI.

Para Edney Marcos Mossambani, sócio da empresa Accion e presidente da entidade Software by Maringá, um dos grandes problemas está no comércio eletrônico, que apresenta crescimento expressivo, ano a ano, e poder ser prejudicado com a obrigatoriedade da cobrança registrada. “O consumidor, geralmente, ganha descontos de até 5% para compras pagas com boleto. Mas a cobrança não é registrada porque pode haver desistência. Com uma cobrança registrada, perde-se em agilidade e os custos aumentam. Se o cliente não pagar no vencimento e precisar gerar novo boleto, gera também novas taxas. Pedidos de baixa, alterações, todos gerariam novos custos não previstos nas operações de venda, argumenta Edney.

Rui Suzuki, sócio da Central Server, também alerta para dificuldades na compra de serviços pela internet. “Quando o cliente quer alterar algo na contratação, deve ser feita alteração de boleto e isso vai representar um aumento de custo em todas as operações. Isso torna o processo de cobrança muito mais caro do que antes. Quando a cobrança não é registrada, se o cliente altera qualquer coisa, podem ser gerados novos boletos, valendo o último. Agora, deve ser feito o cancelamento de todas as cobranças que foram geradas anteriormente toda etapa gera uma nova taxa. Com a cobrança com registro, o cliente só vai receber a cobrança no dia seguinte para poder fazer o pagamento e liberar o serviço ou produto. É um processo mais demorado. O cliente que deseja liberar o serviço rapidamente pode desistir da compra. Mas, se houver desistência, a empresa já pagou por aquela cobrança que não foi paga”, acrescenta Rui.

Edney Mossambani também questiona alegações de maior segurança nas cobranças registradas: “não evitam, por exemplo, casos de cobranças em cartório de boletos referentes a dívidas que não existem”.

Para os empresários, outra dificuldade está no fato de a cobrança bancária não ser padronizada. Para cada banco, envia-se um arquivo diferente. Edney afirma que as empresas de software vão passar a ter um novo cenário de desafio para atualização e integração para validar boletos, gerando novos custos para os clientes.

No caso de Rui, que trabalha com oferta de serviços de computação em nuvem para hospedagem de sites, a cobrança registrada gera inflação e tem impacto muito grande sobre os valores cobrados: “temos muitos clientes que pagam faturas perto de 20 reais. Se o boleto tiver um custo, por exemplo, de 5 reais, é uma carga violenta. É mais do que 20 por cento do valor pago. Se alterar um boletim fica mais caro ainda.I nfelizmente, precisaríamos jogar esse custo para o cliente final. Aumenta o custo Brasil e também aumenta a inflação”.

Edney finaliza sugerindo a promoção de um debate entre empresários do setor de TI para levantar as dificuldades e custos que vão ser gerados com a cobrança registrada obrigatória. “É importante procurar a Febraban e sensibilizar os bancos para o problema”, completa o empresário.

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O novo papel do CIO no conselho diretivo das empresas

774222_1Vivemos em um mundo onde estamos rodeados de tecnologia em nossas vidas pessoais e profissionais. E os conselhos de administração já valorizam e reconhecem os benefícios e a importância da tecnologia para o potencial de seus negócios. Por isso, o CIO desempenha um papel chave em reuniões do conselho. O perfil do CIO está passando por uma transformação, e ele está deixando de ser visto como um provedor de serviços que resolve problemas técnicos para ser uma peça chave na organização, contribuindo para alcançar os objetivos de companhia por meio de soluções estratégicas. Por esse motivo, os conselhos que viabilizam a participação ativa do departamento de TI em suas decisões estão um passo à frente em termos de competitividade, por que conseguem desenvolver estratégias de negócio que otimizam a produtividade e oferecem maior eficiência, além de uma g estão financeira mais evoluída em termos do ROI da TI.

Nesse sentido, existem três aspectos chaves para que o CIO assuma um papel estratégico no conselho:

• Alinhar as estratégias de TI com as estratégias do negócio: o principal motivo de ampliar o envolvimento dos diretores de TI com as estratégias corporativas é garantir que a TI estará numa posição onde consegue apoiar o negócio com mais eficiência. Os diretores devem ter a capacidade de apresentar sua estratégia de maneira clara e destacar a importância da tecnologia para aprimorar os processos corporativos, e assim alcançar as metas e desenvolver a estratégia do negócio.

• Garantir que os projetos de TI rendam mais que seus investimentos: uma pergunta constante para os diretores de TI é “quanto isso vai custar?” Obviamente, em muitos casos a infraestrutura de TI representa um investimento considerável. O crescimento competitivo requer investimentos e isso implica passar horas apresentando relatórios e explicações ao conselho. Por isso, os conselhos precisam de informações adequadas para entender as projeções financeiras, a segurança, o controle de riscos e o plano operacional que o projeto de TI representará para a organização. Assim, os CIOs devem ter a capacidade de estruturar suas propostas e apresentá-las a um nível alto de executivos, com ênfase em ROI.

• Aumentar o conhecimento do conselho na área de TI. Um CIO estratégico compartilha seus conhecimentos e divulga os aspectos mais relevantes dos projetos de TI, oferecendo ferramentas-chave para ampliar o conhecimento do conselho e facilitar a compreensão da tecnologia. As organizações precisam saber como e porque a TI deve nortear os negócios.

• Contribuir para o crescimento do negócio. Em paralelo, o CIO não deve se limitar à “resolução de problemas”, mas deve contribuir para o crescimento do negócio, ser criativo e levar novas ideias para o conselho, encontrando novas formas para que a área de TI ajude a organização a apresentar projetos em que a tecnologia pode ser um recurso para gerar receitas. Por isso é fundamental conhecer o negócio.

Sem dúvida, a integração do CIO com o conselho exige mudanças em relação ao paradigma tradicional do papel de TI. E cada CIO tem o potencial de ser uma peça chave dentro da organização, trazendo ideias e propostas estratégicas, alinhadas com o negócio. Num momento em que a tecnologia está no centro das atenções, contar com um CIO que consegue contribuir para que a companhia seja mais competitiva, reduza custos, maximize o uso da tecnologia e apresente cálculos claros sobre o ROI, ele passará a ter grande valor para a companhia e será fundamental para sua interação junto a outros departamentos.

*Juan Pablo Jiménez é vice-presidente da Citrix para América Latina e Caribe

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A história se repete

Por Rafael Pereira Dubiela*

Por muitos anos, quando éramos jovens, ouvíamos incansavelmente que vivíamos no “país do futuro” e que logo chegaríamos aos tempos modernos. Com os anos, envelhecemos, e cada vez mais nos parecemos com nosso passado.

A OMC fará sua primeira grande negociação, depois de 18 anos. Essa negociação envolverá a redução e, em alguns casos, a eliminação das tarifas de importação em aproximadamente 80 países. E estamos de fora dessa! De novo.

Em entrevista recente, o atual presidente da Associação Brasileira da Industria Elétrica e Eletrônica, Humberto Barbato, afirmou categoricamente que nunca foi “de nosso interesse” participar desse acordo, uma vez que o mesmo ameaçaria a integridade de nossa indústria eletroeletrônica.

A última vez que isso aconteceu foi no ano de 1984 – e seus efeitos estimados foram de 20 anos de atraso em todas as áreas da indústria nacional, da automobilística à indústria de brinquedos. E as intenções eram as melhores possíveis. Porque elas sempre são!

Tudo começou na ditadura, quando nossos militares quiseram construir seus próprios computadores para embarcá-los em suas fragatas. Por acharem que precisariam impedir as empresas de outros países de terem acesso aos nossos segredos militares (supostamente porque isso era algo que pudesse ameaçar nossa soberania nacional), nascia a ideia da reserva de mercado para fabricantes nacionais de tecnologia.

Essa ideia entrou em vigor no dia 29 de outubro de 1984, com a primeira Lei da Informática, a Lei Federal nº 7.232/84, que durou exatos oito anos. Aos olhos de hoje, é muito fácil julgar o que houve naquela época, assim como é possível observar as consequências positivas e negativas.

De negativo, tínhamos os valores dos equipamentos nacionais. Três, quatro e por vezes cinco vezes acima dos similares estrangeiros. Coisa que, curiosamente, em alguns segmentos da informática ainda insistem em existir. Além disso, como dito anteriormente, o atraso de toda a nossa indústria foi uma das consequências diretas da lei. Uma vez que novas tecnologias não entravam e as tecnologias nacionais não davam conta de absorver toda a demanda, industrias como a automobilística e têxtil amargaram um grande atraso em inovações tecnológicas.

Pessoalmente, penso que o pior de todos os efeitos negativos foi a cultura da pirataria. Uma vez que era mais fácil para as empresas nacionais copiarem projetos feitos lá fora do que produzir as suas pesquisas, durante anos tivemos situações constrangedoras de quebras de patentes. E até hoje ainda se encontram pessoas que não respeitam o direito de propriedade intelectual, não somente na área da informática, mas em toda a área de entretenimento (música, filmes, jogos, e afins).

Mas nem tudo foi tão ruim assim. Graças, em parte, a essa política de proteção, hoje temos o mais moderno sistema financeiro do mundo, além de sermos o único país da América Latina a ter uma fabricação nacional de PCs. Dito “em parte”, porque tem muita gente que fala que isso tudo aconteceu “apesar da Lei” e não “por causa dela”.

O fato é que hoje não somos mais insipientes como no passado. Hoje temos uma indústria muito mais preparada para o enfrentamento do que tínhamos. Temos um sólido parque de hardwares e uma forte formação de profissionais capacitados a produzir soluções de softwares, de serviços e inovações. Não tenho dúvida que nossa participação nesse acordo seria muito positiva por vários aspectos.

Curiosamente, já há algum tempo, preparamos nossos alunos para essa realidade, citando incansavelmente que os concorrentes não estão aqui, mas sim, do outro lado do mundo – e que devemos estar preparados para um mundo globalizado, onde a inovação pode ocorrer em qualquer lugar do planeta. A simples superação de nossos compatriotas não pode ser nossa meta. Devemos pensar em como superar os asiáticos, os norte-americanos, os europeus, enfim.

É no ambiente acadêmico que, historicamente, se fazem as grandes mudanças dos paradigmas. Quem sabe um dia, possamos olhar para o nosso passado e vermos o dia de hoje como uma oportunidade de, apesar de não sermos contemplados com o acordo da OMC, gerarmos inovações tecnológicas de ponta.

* Rafael Pereira Dubiela é coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico (CT) Positivo.

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Desoneração: empresas de TI podem fechar 150 mil postos de trabalho com imposto maior sobre folha de pagamento

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O Senado deve votar, a partir de agosto, o Projeto de Lei 57/2015, já aprovado na Câmara dos Deputados, que altera a política de desoneração da folha de pagamento com aumento da alíquota sobre o faturamento de empresas de vários setores da economia.

As empresas de Tecnologia da Informação passariam a recolher 4,5% por cento sobre a folha, mais que o dobro dos atuais 2% em vigor. A medida faz parte do pacote de ajuste fiscal do governo federal para equilibrar as contas públicas, mas pode comprometer milhares de empregos somente no setor de TI.

Luís Mário Luchetta, vice-presidente de Articulação Política da Assespro Nacional, explica que, “quando foi implantada, a desoneração atendeu muito bem o setor, com 2% do faturamento. Agora, está no Senado a discussão para tentar impedir esse aumento para 4,5%. Vários senadores estão se posicionando, propondo emendas que venham eliminar esse risco. Mas o risco não eliminado vai significar,aproximadamente, 150 mil empregos a menos em tecnologia da informação no Brasil”.

Luchetta também aponta para uma contradição: paralelamente a isso, sai uma Medida Provisória com a proposição de redução de carga horária de trabalho e, proporcionalmente, aumento de desembolso do governo, que vai ter que lançar do Fundo de Amparo ao Trabalhador para complementar essa medida com parte dos salários. “Para o setor de TI, é muito claro que, se a gente não tivesse essa mexida na desoneração, a gente não teria problema com emprego. O setor está em desenvolvimento. Foi acertada a medida da desoneração e é tremendamente errada a atitude governamental agora. Não há empresa que suporte mais do que o dobro da carga tributária na folha de pagamento sem demissões”, alerta.

As regionais da Assespro também se mobilizam para defender os interesses das empresas e dos empregados do setor de TI.

No Paraná, o presidente Sandro Molés da Silva informa que já foi iniciado um levantamento para saber quem estava usando o benefício da desoneração no regime anterior para verificar o impacto que vai existir. “Tudo isso é para sensibilizar o governo e os parlamentares sobre o número de empresas e empregos que vão ser afetados com uma alíquota maior. Todas as regionais da Assespro devem fazer esse levantamento para consolidar, ainda em agosto, em um encontro nacional em Porto Alegre,uma posição nacional do setor sobre essa questão”, explica.

Sandro Molés da Silva também adianta que já se percebe um prejuízo para as empresas, principalmente, para as menores, que terão problemas financeiros porque não estão preparadas para esse aumento de carga tributária.

Luís Mário Luchetta ainda afirma que o governo sempre olhou pouco para as empresas de software. E quando acertou com uma medida que beneficiou o setor, agora vem retirando benefícios e inviabilizando tudo isso. Para Luís Mário, o Senado tem a oportunidade de salvar a situação . “O senado já alertou: deixa como está e não precisa fazer novas medidas”, conclui o dirigente da Assespro Nacional

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Carta aberta ao CEO da Microsoft: Não retroceda quanto à escolha e ao controle

Satya,

Estou escrevendo para falar com você a respeito de um aspecto muito preocupante do Windows 10. Especificamente, pelo fato de que a experiência da atualização parece ter sido projetada para renegar a escolha que seus clientes têm feito sobre a experiência de Internet que eles querem ter, e substituí-la com a experiência de Internet que a Microsoft quer que eles tenham.

Quando vimos pela primeira vez a experiência do upgrade do Windows 10 que tira a escolha dos usuários, ignorando de fato suas preferências já existentes para o navegador da Web e outros aplicativos, entramos em contato com a sua equipe para discutirmos este assunto. Infelizmente, não houve nenhum resultado nem qualquer progresso significativo, por isso, o motivo desta carta.

Compreendemos que ainda é tecnicamente possível preservar as configurações e padrões anteriores dos usuários, mas o design de toda a experiência de upgrade e as APIs das configurações padrão foram alteradas para tornar isso menos óbvio e mais difícil. Agora é necessário mais do que o dobro de número de cliques, rolar através de conteúdos e alguma sofisticação técnica para as pessoas reafirmarem as escolhas que tinham feito previamente em versões anteriores do Windows. É confuso, difícil de navegar e fácil de se perder.

A Mozilla existe para oferecer escolhas, controle e oportunidades para todos. Criamos o Firefox e outros produtos por esta razão. Por isso também construímos a Mozilla como uma organização sem fins lucrativos. E trabalhamos para que a experiência com Internet, além de nossos produtos, represente esses valores o máximo que podemos.

Às vezes vemos grande progresso, quando produtos de consumo respeitam os indivíduos e suas escolhas. Com o lançamento do Windows 10, contudo, estamos profundamente desapontados ao ver a Microsoft dar um passo tão dramático para trás.

Essas mudanças não nos trazem inquietações porque nós somos a organização que faz o Firefox. Eles trazem inquietações porque há milhões de usuários que gostam do Windows e que estão vendo suas escolhas serem ignoradas, além de porque há um aumento da complexidade colocado no caminho de todos se e quando eles quiserem fazer uma escolha diferente do que o que prefere a Microsoft.

Nós pedimos fortemente que você reconsidere sua tática de negócios nesse caso e, mais uma vez, respeite o direito de escolha das pessoas e o controle de suas experiências online, tornando mais fácil, óbvio e intuitivo para as pessoas manter as escolhas que eles já fizeram por meio deste upgrade. Deve ser mais fácil para as pessoas declararem novas escolhas e preferências, não apenas para outros produtos da Microsoft, através das APIs das configurações padrão e interfaces de usuário.

Por favor, dê a seus usuários a escolha e o controle que eles merecem no Windows 10.

Chris Beard
CEO, Mozilla

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Internet das Coisas está criando novos fornecedores de software, diz Gartner

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia pesquisas que apontam que a Internet das Coisas (IoT) está transformando diversos fabricantes em novos fornecedores de software, que necessitam de soluções de Licenciamento e Gestão de Direitos (Licensing and Entitlement Management – LEM).

Ao deslocarem o valor do produto do hardware do dispositivo para o software que opera no aparelho, e aplicando uma estratégia de licenciamento adequada, os estrategistas de fabricação de produtos podem maximizar o potencial dos valores de receita. Essas e outras tendências serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“A IoT está criando um novo tipo de fornecedor de software, para o qual o Licenciamento e Gestão de Direitos é vital para proteger, diferenciar e monetizar suas ofertas. Esperamos que, até 2020, deixar de empregar um sistema de LEM resulte em uma queda de 20% no potencial de receita gerada por software para fabricantes de dispositivos conectados à IoT”, afirma Laurie Wurster, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Diversos fabricantes ainda aplicam uma mentalidade tradicional para seus produtos, e não consideram as oportunidades de receita adicionais de software e aplicativos incorporados controlados por licenciamento. A maioria dessas empresas são novas fornecedoras de software, principalmente fabricantes de dispositivos e de equipamentos originais, que agora podem monetizar seu software, bem como os dispositivos, por meio da IoT. Para essas empresas, a IoT representa uma oportunidade comercial significativa.

“Ao monetizarem o software em seus dispositivos, os fornecedores poderão aumentar e propulsionar fontes de receita, criando bilhões de dólares em valor adicional. A estimativa é de que existam mais de 25 bilhões de ‘coisas’ no mercado. Se os fabricantes pudessem coletar, em média, US$ 5 por software de cada unidade instalada, isso geraria uma receita adicional estimada em US$ 130 bilhões”, afirma a Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em um futuro próximo, a IoT conduzirá transformações comerciais para diversos fabricantes, permitindo o uso do software no dispositivo para diferenciar ofertas de produtos e soluções. Como fornecedores na indústria de software tradicional, os fabricantes de dispositivos precisam proteger e monetizar a propriedade intelectual contida nos aplicativos.

“Ao controlarem a funcionalidade do produto, os recursos e as capacidades dos dispositivos conectados à Internet por meio de licenciamento flexível, os fabricantes poderão competir melhor em mercados novos e atuais. Além disso, a configuração controlada pelo software fornece aos fabricantes mais flexibilidade para regionalizar suas ofertas e desenvolver soluções de nicho para mercados específicos, sem precisar fabricar unidades de manutenção de estoque de produto separadas”, afirma Laurie Wurster, Diretora de Pesquisas do Gartner.

A pesquisa do Gartner indica que a maioria dos fabricantes de dispositivos não possui, ou ainda implementará, sistemas de Licenciamento e Gestão de Direitos comerciais para monetizar a IoT. Isso acontece porque, historicamente, eles não tiveram grande quantidade de propriedade intelectual de software para proteger. Segundo a consultoria, inicialmente eles tentarão construir capacidades de LEM internamente, uma vez que já possuem o histórico técnico e de engenharia que desenvolveu o hardware.

“Para alguns, reconhecer a necessidade de uma solução LEM é uma primeira etapa viável. No entanto, os fabricantes estão começando a questionar os motivos de reverter recursos de alto valor para o desenvolvimento e a manutenção de sistemas de LEM. Conforme aumenta a necessidade de dimensionar e reagir rapidamente às condições de mudança do mercado, os fabricantes podem eventualmente começar a comprar soluções prontas. Fornecedores de produtos comerciais continuam a expandir seu conjunto de capacidades e a investir na busca de novos modelos de licenciamento. Isso torna essas soluções uma alternativa atraente para fabricantes de dispositivos que não desejem construir e manter um software interno de LEM”, diz a Diretora de Pesquisas do Gartner.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

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E-commerce de serviços de suporte técnico simplifica a tecnologia para todos

TecTotal, empresa formada pela joint venture entre Telefônica, IdeiasNet e Intel Capital, conquistou 2 milhões de clientes atuando por 9 anos no B2B e agora espera dobrar de tamanho nos próximos 5 anos com a venda direta de serviços de suporte técnico ao consumidor final.

A TecTotal, líder na prestação de serviços de instalação, configuração, integração, segurança e suporte técnico de eletroeletrônicos, investe R$ 3 milhões na renovação de seu site e apresenta novo e-commerce para vender seus serviços de forma direta ao consumidor final.

Agora, quem já possui, vai comprar ou ganhar uma Smart TV, notebook, smartphone ou tablet, poderá usufruir 100% do equipamento através da TecTotal. Seja qual for a necessidade tecnológica, para uso pessoal ou corporativo, o novo e-commerce traz soluções que simplificam a tecnologia para leigos ou para quem já domina o assunto, mas busca conveniência.

A atuação da TecTotal em 2015 vai na contramão do mercado, pois se a venda de itens eletroeletrônicos vem caindo nos últimos meses, a procura pelos serviços TecTotal aumenta na mesma proporção. Presente em 4 dos 6 maiores varejistas do Brasil e em mais de 2 mil lojas via parceiros, a TecTotal oferece atendimento presencial em todo o território nacional em mais de 1800 cidades. No total são mais de 2 milhões de clientes na base.

Pioneira e líder no serviço de valor agregado no varejo (SVA), a TecTotal projeta dobrar a receita nos próximos 5 anos ao oferecer serviços completos de suporte para quem quer usufruir ao máximo os benefícios dos eletroeletrônicos e gadgets mais modernos do mercado.

Quem contrata os serviços TecTotal tem benefícios imediatos, podendo optar por atendimento via telefone, acesso remoto, chat ou presencial. O serviço pode ser utilizado imediatamente após a compra, de segunda a segunda, das 8h às 22h e, em alguns casos, até 24h. O atendimento presencial acontece em até 48h úteis após o agendamento em mais de 1800 cidades em todo o Brasil. Além disso, o Portal Web de autosserviço conta com manual passo a passo simples e prático.

A TecTotal tem grandes nomes do mercado como fornecedores, como Norton e McAfee para softwares antivírus; TOTVS, como plataforma CRM/ERP; LogMeIn e GoToAssist, para o serviço de acesso remoto; entre outras empresas referências em seus segmentos.

Parceira dos maiores varejistas do Brasil, como Carrefour, Extra, Angeloni, Novo Mundo, Rabelo, Casas Bahia.com, Ricardo Eletro, entre outros, a TecTotal oferece suporte completo aos clientes que adquirem eletroeletrônicos e eletrodomésticos, e agora inicia a venda direta de seus serviços para consumidores leigos em tecnologia ou que simplesmente buscam conveniência e o bem-estar em seu lar através da automação residencial.

Atualmente, os serviços oferecidos pela TecTotal são: Antivírus com suporte técnico para computador; suporte técnico para computador, internet e impressora; suporte técnico para computador ou tablet ou smartphone; instalação de computador e programas; visita técnica avulsa para computador; antivírus para smartphone ou tablet com suporte técnico; suporte técnico para smartphone ou tablet com internet; visita técnica avulsa para smartphone e tablet; antivírus multi-device com suporte técnico para computador; instalação de TVs de 42’ até 85’; suporte telefônico para TV/SmarTV; instalação de home theater, receiver, videogame, microondas, forno elétrico, cooktop, fogão, freezer, geladeira, refrigerador, lava-louça, lava e seca, lava-roupas, secadora, frigobar, adega, depurador e ventilador de teto. Cada um dos serviços pode variar o tempo de contrato e o número de visitas.

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ASSESPRO promove o WCIT no ITQM Rio

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Evento reuniu pesquisadores e acadêmicos de cerca de 20 países, como China, Estados Unidos, Austrália, Japão, Coreia do Sul e outros

O Rio de Janeiro recebeu, na última semana, cerca de 200 pesquisadores e acadêmicos para a 3ª Conferência sobre Tecnologia da Informação e Gestão Quantitativa, evento pertencente à série de conferências organizada pela International Academy of Information Technology and Quantitative Management –IAITQM. O evento foi aberto pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. O vice-presidente de Planejamento e Governança da ASSESPRO Nacional, Raul Colcher, foi o Chairman do programa e um dos palestrantes, quando promoveu o Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT Brasil 2016 – para os participantes.

O WCIT foi apontado como opção de evento que também contribuirá com avanços para o setor, inclusive com a temática adotada pelo ITQM deste ano: “Explorando Dados da Ciência em TI e Gestão Quantitativa”. “Houve bastante interesse. Após a sessão, fui abordado pelo professor Fuad Aleskerov, diretor de um importante centro de pesquisas russo, que desejava informações adicionais sobre o WCIT”, contou Colcher.

Temas como big data & ciência dos dados, a internet das coisas, tomada de decisão em espaços mutantes, modelos dos comportamentos de consumidores de varejo e outros fizeram parte dos painéis e workshops. Os assuntos foram selecionados de acordo com projetos enviados por 400 escolas de diversos países.

O público do ITQM foi predominantemente da China e do Brasil. Houve ainda registro de participantes dos Estados Unidos, Austrália, Japão, Lituânia, Polônia, Romênia, Espanha, Singapura, Coreia do Sul, Holanda, Turquia e outros países.

A Conferência contou com o apoio do Ibmec, FIRJAN, UFF, SOBRAPO, ASSESPRO,UFF, CAPES, FAPERJ, SUCESU-RJ,SINDITEC e ANE.

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