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Livecloud simplifica migração para a nuvem

A expertise em novas tecnologias fez com que a Processor investisse pesado em cloud computing pela percepção de que a nuvem vai revolucionar os negócios no mundo empresarial. A empresa migrou seus serviços e soluções para nuvem, se tornando “The Cloud Company”, como seu novo slogan informa. Evidência do acerto da iniciativa é o fato de que 25% do faturamento atual da empresa se deve às ofertas em cloud crescendo mês a mês.

O carro-chefe que vem proporcionando esse sucesso é o Livecloud, plataforma de serviços para computação em nuvem, ou híbrida, que se destaca por propiciar fácil adesão a nuvem, com redução de custos, inovação e grande escalabilidade. Entre os serviços disponibilizados estão: capacidade computacional, armazenamento, backup de dados, gestão de serviços, aplicações, inventário de hardware e de software, software como serviços, entre as tantas outras ofertas disponibilizadas que podem ser conferidas em www.thecloudcompany.com.br .

Solução intuitiva e objetiva

Segundo o Gestor de Infraestrutura da Processor, Luciano Rocha, a palavra-chave quando se fala em Livecloud é descomplicar, facilitar o trabalho de seus usuários, com objetividade. “Não é apenas software e serviços, mas expertise, estrutura e presença. Livecloud foi desenvolvido para ser o mais transparente possível. Sabemos o que nosso cliente precisa e o que quer ver, então, vamos direto ao ponto”, afirma.

O posicionamento afiançado pelo Gestor de Infraestrutura é confirmado assim que se acessa a plataforma e se nota o quanto suas telas são intuitivas e objetivas, tornando a nuvem mais tangível. Todos os serviços são gerenciados e monitorados pela Processor, gerando grande confiabilidade e disponibilidade das aplicações e serviços. E as facilidades não param aí, para os clientes, os serviços que rodam em Livecloud podem ser acompanhados pelo dashboard de consumo real time, provendo facilidade como opções de adicionar e/ou reduzir recursos de acordo com a necessidade do momento.

Redução de custos é destaque entre benefícios

Ubiraci Rocha, Coordenador de Serviços Gerenciados da Processor, destaca que clientes que optam pelo Livecloud passam a contar com inúmeros benefícios, como integração, dinamismo transparência e alta disponibilidade, entre outros. “Essa solução possibilita a redução nos custos não só com tecnologia, mas também na infraestrutura da empresa como um todo, além de redução nos prazos de entrega e execução de projetos”, explica.

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Pesquisa da KPMG: mais de 20% das empresas de TI sofreram violação de segurança no último ano

Mais de 20% das empresas de TI, participantes de uma pesquisa realizada pela KPMG, disseram ter sofrido violação de segurança nos últimos 12 meses. Além disso, 75% delas afirmaram que irão gastar, no mesmo período, de 1% a 5% de suas receitas para evitar esse tipo de transtorno. Essas são as principais conclusões da sétima edição do estudo “Panorama dos Negócios do Setor de Tecnologia” (do título original, Technology Industry Business Outlook), que contou com a participação de 111 executivos das companhias desse segmento localizadas nos Estados Unidos.

“As constatações da pesquisa sobre segurança cibernética são um importante indicador, visto que as empresas de tecnologia são uma referência no quesito segurança de TI em diversos países. Quanto e onde elas gastam com estes controles, e quão bem-sucedidos eles estão implementados, podem servir de parâmetro para empresas de outros setores,” diz o sócio da KPMG no Brasil, Leandro Augusto.

A pesquisa também revelou um constante surgimento de uma ampla gama de tecnologias, unindo a móvel à de nuvem, como elementos que incrementam a receita. Os líderes do setor disseram ainda que os fatores que mais contribuirão para aumentar as receitas de suas empresas nos próximos 24 meses serão tecnologia móvel (27%), seguida por TI em serviços de saúde, dispositivos, aplicativos, dados e análises de dados, mídias digitais, tecnologias de nuvem, redes sociais, economia compartilhada, segurança cibernética e internet das coisas.

“Diferente da pesquisa realizada há poucos anos, na qual entrevistados selecionaram a tecnologia de nuvem e a móvel como os fatores que mais contribuiriam para o aumento da receita projetada, a pesquisa mais recente mostra que eles estão identificando uma gama muito mais ampla de tecnologias que estimulará significativamente o crescimento nos próximos 12 meses”, afirma o sócio.

Segundo ele, a segurança continua sendo o principal desafio à adoção de novas tecnologias, tais como móvel e de nuvem e a Internet das Coisas. “Lidar com as questões de segurança continuará sendo primordial mesmo que surjam soluções de segurança cibernética de última geração. Nesse sentido, para manter a confiança do cliente, as empresas do setor estão a cada dia mais reconhecendo a importância da segurança das informações frente à constante e rápida evolução das ameaças”, analisa.

As empresas de tecnologia contam de olho no mercado americano

Considerando as perspectivas de receita, oito de dez respondentes esperam que as receitas de suas empresas aumentem. Quase nove de dez respondentes dizem que o mercado americano proporcionará o mais alto percentual de crescimento de receita nos próximos 24 meses, um número significativamente maior do que o de pessoas que escolheram o Canadá (44%). Mais da metade diz que a velocidade da recuperação econômica apresenta o maior risco ao crescimento da empresa, enquanto 40% mencionaram o impacto de novas regulamentações sobre os seus negócios.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Panorama dos Negócios do Setor de Tecnologia (Technology Industry Business Outlook Survey) foi realizada pela KPMG, nos Estados Unidos, em abril deste ano e reflete as respostas de 111 executivos seniores e de nível de diretoria que atuam no setor de tecnologia. Dos respondentes, 54% representam empresas cujas receitas perfazem e $ 1 bi ou mais e 46% representam empresas cujas receitas ficam entre $ 100 milhões e $ 1 bi. Em sua sétima edição, o estudo apresenta os insights sobre aumento de receita e empregos, mercados atraentes, aplicativos promissores, despesas de P&D, fusões e aquisições (F&A) e outras tendências.

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Startups podem ter mais investimentos com mudança no Supersimples

Seminário da Softex no Rio Info 2015 debateu projeto que incentiva o investidor-anjo a aplicar recursos em novos empreendedores

O Projeto de Lei que amplia os limites para o enquadramento no Supersimples abre uma nova janela para startups brasileiras. Um dos dispositivos incluídos no PLC, aprovado na Câmara e que tramita no Senado, institucionaliza a figura de investidor-anjo, que poderá colocar recursos em novos empreendimentos sem ter que se tornar sócio.

Esse dispositivo permite tanto pessoas físicas quanto empresas atuarem como investidor sem que haja vínculos administrativos com a nova empresa. O investidor-anjo não terá direito a voto ou gerência. Por outro lado, não responderá por qualquer tipo de dívida – tributária ou financeira – caso a nova microempresa fracasse.

“Grandes ideias precisam estar acompanhadas do mínimo de capital para serem iniciadas e disputar nesta selva que é o mercado. O Projeto permite a quem investe capital nessas grandes ideias não ficar contaminado com a eventual falta de êxito da empresa. É uma forma inovadora e moderna de promover o desenvolvimento econômico, que vai beneficiar as startups”, comenta o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), um dos parlamentares que trabalharam pela aprovação do texto na Câmara.

O deputado foi mediador na Mesa Redonda sobre o Programa Start-Up Brasil do Seminário Competitividade Global das Empresas Brasileiras de TI, promovido pela Softex no âmbito do Rio Info 2015.

Autor da emenda parlamentar ao Orçamento que garantiu ao estado do Rio de Janeiro o montante de R$ 400 mil para financiamento de projetos de Tecnologia da Informação e Comunicação, Leite defende também o financiamento coletivo, feito por meio de sites na internet, como outro novo caminho para dar suporte às startups. O parlamentar propõem incentivos fiscais para quem participar de financiamentos coletivos. “Quem aposta em crowdfunding tem que ter algum tipo de incentivo fiscal porque está contribuindo para o desenvolvimento econômico”, argumenta Leite. Projeto de Lei de autoria do deputado ainda em discussão na Casa propõe a dedução de 10% no imposto de renda do valor investido por apoiadores. Em caso de projetos sociais, o benefício chegaria a 50% do valor.

O presidente da Softex, Ruben Delgado, que coordenou o evento, destacou que o programa Start-Up Brasil é uma demonstração do potencial que os novos negócios passam pela mudança cultural. “A nossa cultura é a cultura do pertencimento. Hoje não existe mais ‘o meu empreendimento’ ou ‘o meu governo’. Os novos empreendedores não têm medo de compartilhar ideias e isso é que faz a startup algo revolucionário”, comenta. “Esse movimento que se faz agora com as startups não é de um governo, é de um estado. Os números do Start-Up Brasil mostram que aquilo que se semeia hoje trará bons frutos rapidamente”, diz Delgado.

Segundo José Henrique Dieguez, coordenador geral de Serviços e Programas de Computadores, da Secretaria de Política de Informática do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o sucesso do programa se devem, em grande parte, ao rigor com que os projetos inscritos são selecionados. “O filtro para aceitação dos projetos é extremamente rigoroso”, diz, apontando que apenas 6,5% dos projetos inscritos são aprovados pelo Start-Up Brasil. “Esse é o conceito do programa. O processo de aprovação é difícil, mas a entrega é satisfatória”, acrescenta. Em quatro chamadas, foram feitas 2855 inscrições. Desse total, 183 projetos foram apoiados e atualmente são acompanhados de perto pelo programa.

Ver resultados do Programa em: http://startupbrasil.org.br/demo-day-start-up-brasil-e-venture-forum-reunem-20-startups-de-destaque-e-apresentam-numeros-de-crescimento/?lang=pt

Fonte: Start-Up Brasil

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Setor produtivo se une na campanha contra aumento de impostos “Não Vou Pagar o Pato”

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A calçada do prédio da Fiesp, um dos endereços mais conhecidos de São Paulo, recebeu nesta segunda-feira (21) mais de 100 representantes da indústria, do comércio, dos serviços e da agricultura para o lançamento oficial da campanha contra o aumento de impostos “Não Vou Pagar o Pato”. Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, explicou durante o evento que a campanha foi criada para conscientizar a sociedade sobre a carga de impostos e evitar novo aumento da carga tributária.

“Estamos mostrando o imposto já está nos preços da geladeira, do smartphone, do material escolar”, afirmou Skaf na entrevista coletiva simultânea ao lançamento da campanha. “Material escolar tem 40% em média de impostos”, lembrou Skaf. Mesmo sem saber, as pessoas pagam impostos. “Naquela geladeira de R$ 1.000 ele colocou R$ 400 de impostos”, exemplificou.

“Não estamos aqui debatendo imposto da indústria, do comércio, de serviços ou de tecnologia, nós estamos, como brasileiros, de forma horizontal debatendo o imposto que está sobre as costas do povo brasileiro, da sociedade brasileira, das empresas, das famílias, que prejudicam tanto a competitividade e o desenvolvimento do Brasil”, disse Skaf. “Não é uma campanha da Fiesp, é uma campanha de todas as entidades que estão aqui”, ressaltou.

“O que nós, entidades do comércio, dos serviços, da agricultura, da indústria, tecnologia, transporte, estamos fazendo é dizendo o seguinte para o governo: corte as suas despesas, acerte as suas contas, faça o ajuste fiscal de maneira que seja saudável para o Brasil”, afirmou Skaf. “E a maneira saudável para o Brasil é o governo eliminar os desserviços, os gastos exagerados”, completou.

CPMF

“Não tenho dúvida que a sociedade fará pressão muito forte junto aos congressistas”, disse Skaf, para evitar aumento de impostos e a recriação da CPMF (o imposto do cheque, extinto em 2007 graças à mobilização popular, com importante papel da Fiesp). “E não tenho dúvida de que os congressistas reagem às pressões da sociedade.”

A campanha já decolou, com 2 novas assinaturas por minuto incluídas no site. A estratégia de divulgação inclui anúncios de página inteira em jornais de grande circulação, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, revistas semanais, como Veja e IstoÉ, spots de rádio e comerciais de TV.

A mensagem das peças publicitárias é clara e direta. Os comerciais de TV, em linguagem parecida com os anúncios de grandes lojas de varejo, mostram o preço de produtos como geladeiras e celulares e o valor dos impostos em cada um. Exibidos para os representantes de entidades de diversos setores em reunião realizada também nesta segunda-feira, antes do lançamento oficial da campanha, os comerciais foram muito aplaudidos.

Os comerciais podem ser vistos no site da campanha, que tem disponíveis para download os modelos para a confecção de adesivos, bottoms, camisetas e outros produtos para divulgar a mensagem contra o aumento de impostos.

A campanha “Não Vou Pagar o Pato” é fruto da Frente Nacional contra o Aumento de Impostos, liderada por Skaf e criada em 3 de setembro, com amplo apoio de entidades de diversos setores.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

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Indra apresenta sistemas inteligentes de eficiência energética no Latin American Utility Week

A Indra, uma das maiores empresas de consultoria e de tecnologia na América Latina, participa do Latin American Utility Week, que reúne diversos profissionais para discutirem tendências e a modernização do setor de utilities. Juan Prieto, gerente do mercado de Energia da Indra, ministrará uma palestra no dia 24, às 11h20, sobre ferramentas para redução efetiva de perdas de energia. A Feira e a Conferência serão realizadas entre os dias 23 e 25 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

No estande, a Indra fará a demonstração de todo seu portfólio para a área de utilities com destaque a duas soluções inovadoras em eficiência energética: sistema de IoT Smart Home e de gestão de perdas e medidas.

Sobre smart home, tecnologia bastante utilizada na Europa, a Indra dispõe de um equipamento chamado Node#1, que funciona como um gateway inteligente, concentrando todos os sensores e equipamentos da casa, como termostatos, sensores de presença e de fumaça, smart plugs, medidor de energia, água e gás, entre outros, para que o morador possa não só gerencia o seu consumo de maneira mais eficiente, mas também dispor de serviços que agreguem conforto e segurança ao seu dia a dia, como regular a temperatura ou ser notificado de invasões, por exemplo. O equipamento dispõe de tecnologia de ponta, conectando-se aos diferentes sensores por protocolos abertos e disponibiliza as informações ao cliente de maneira fácil e inteligente.

Outra frente de atuação da Indra é a tecnologia que contribui para a gestão da distribuição de energia elétrica de forma inteligente, sob o conceito de smartgrid. A empresa fornece a solução inGRID (Indra Smartgrids) e parte dela trata da gestão de medidas e controle de perdas. A oferta completa abrange o serviço de consultoria técnica e de processos; implementação de sistemas de análise de detecção de perdas e gestão de controle; e terceirização do processo de gestão de fraude.

A solução inGRID foi desenvolvida no Brasil, no Centro de Excelência em energia elétrica da Indra, localizado em Campinas, interior de São Paulo. Atualmente, essa tecnologia encontra-se implantada em várias empresas do Brasil e também fora do país, como na República Dominicana, Colômbia, Venezuela, Peru e Argentina.

A palestra de Juan Prieto seguirá a linha da exposição da Indra na feira. Ele falará sobre o impacto das mudanças sociais, econômicas, técnicas e de organização no aumento ou redução de fraudes nas redes de eletricidade, de gás e de água e de que forma ferramentas tecnológicas podem controlar o gerenciamento das utilities.

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Mobile Summit promove eventos de inovação e networking sobre soluções para mobilidade em Porto Alegre

Porto Alegre recebe nos dias 25 e 26 de setembro dois eventos promovidos pelo Mobile Summit, conferência que debate o desenvolvimento para plataformas móveis. No dia 25 acontece o workshop UX Design na prática, que vai abordar a criação de experiências de alto impacto em aplicativos para smartphones e wearables, ministrado por Santhyago Gallão, líder técnico do UX Development da Samsung, porta-voz da Comunidade Android Brasil e Organizador do Google Developer Group de Manaus. O workshop vai ensinar no estilo \”mão na massa\”, a criar aplicativos verdadeiramente fáceis de usar, inteligentes e mais propensos ao sucesso.

Já no dia 26 de setembro, as oportunidades e novidades no desenvolvimento mobile serão tema da Conferência Mobile Summit, que acontece das 8h30 às 18h, no Nós Coworking. A Conferência recebe especialistas de diversas áreas para abordar temas relacionados ao desenvolvimento de aplicações em plataformas como iOS, Android, Firefox OS e Web Mobile. O objetivo é criar um ambiente de debate e troca de ideias sobre tendências, melhores práticas e oportunidades para o desenvolvimento mobile. Entre os palestrantes estão Jean Carlo Emer, Software Developer na Globo.com; Luis Cipriani, Desenvolvedor Evangelista no Twitter e Maurício Zaquia, Apple Distinguished Educator. Confira programação completa em: www.msummit.com.br

Os eventos são organizados por Cynthia Zanoni e contam com diversas empresas e comunidades patrocinadoras e apoiadoras. Entre os patrocinadores estão: A lista de patrocinadores é: Alcides Maya, Azapp Smart Software, Twitter, Think Digital (que é minha empresa), Nós Coworking e Toptal. Os apoiadores são Locaweb, Novatec, Eventick, Target Trust, Treina Web, Faculdade Decision e Instituto Infnet, iMasters, Digital Ocean e Reverso, além das comunidades Mozilla, Cocoa Heads Brasil e Poa Digital.

SERVIÇO

Workshop UX Design na prática

Data: 25/09 (sexta-feira)
Horário: 14h às 18h;
Local: Decision – Instituto Infnet (Av. Praia de Belas, 1510 – Praia de Belas) – Porto Alegre
Valor: R$ 165,00
Inscrições: http://www.eventick.com.br/ux-design-na-pratica

Conferência Mobile Summit – Porto Alegre

Data: 26/09 (sábado)
Horário: 8h30 às 18h;
Local: Nós Coworking (Av. Cristovão Colombo, 545 – Bairro Floresta)
Valor: R$ 165,00
Inscrições: www.msummit.com.br.

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Interação online e off-line é tema de congresso da Abranet

Especialistas dos setores público e privado estarão reunidos em Brasília, no dia 24 de setembro, para discutir tendências de mercado, políticas públicas e inovações na web, no II Congresso Brasileiro de Internet. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Internet (Abranet), marca os 20 anos da Internet comercial no Brasil.

“Vamos debater os últimos acontecimentos do mundo digital e os principais desafios legais envolvendo nosso mercado, apresentando o posicionamento dos diversos atores da cadeia de Internet: empreendedores, profissionais, reguladores, gestores públicos, formadores de opinião, acadêmicos etc”, destaca Eduardo Parajo, presidente da Abranet.

As inscrições, gratuitas e vagas limitadas, devem ser feitas em www.congressoabranet.com.br/

O Congresso se inicia com um debate sobre os 20 anos da Internet comercial no Brasil e terá presença do deputado Fábio Souza, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal; Gil Torquato, CEO do UOL-Diveo; Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre; e do senador Walter Pinheiro, além do presidente da Abranet.

“Internet das Coisas” será tema do segundo painel, com Fábio Coelho, presidente da Google Brasil, e Virgílio Almeida, coordenador do Comitê Gestor da Internet.

O terceiro painel discutirá a convergência dos universos online e off-line. Participam Vinicius Marques de Carvalho, presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE); Rogério Lucca, consultor do Banco Central; German Quiroga, Co-CEO da Nova Pontocom; e Daniel Mangabeira, diretor do Uber.

Na parte da tarde, temas sobre a Internet que estão em debate no Executivo e Legislativo no Brasil e no exterior serão abordados pelos deputados Alessandro Molon, relator do projeto de lei do Marco Civil da Internet, e Mariana Carvalho, membro da CPI da Câmara sobre crimes cibernéticos. Participam também Juliana Pereira da Silva, da Secretaria Nacional do Consumidor, e Kathleen McInerney, diretora de Políticas Públicas para América Latina do Yahoo-EUA.

O último painel, sobre “Internet das normas”, vai tratar de assuntos que têm sido objeto de debates jurídicos no Brasil. Entre os palestrantes estão Fátima Andrighi, ministra do STJ; Marlon Reis, juiz de Direito; Miguel Matos, editor do portal Migalhas; e Ana Luiza Valadares, presidente da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações.

Serviço:

II Congresso Brasileiro de Internet

24 de setembro, das 8h30 às 18h30.
Centro de Eventos e Convenções Brasil 21. SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Brasília (DF).
Inscrições e mais informações: www.congressoabranet.com.br/

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Cinco principais dicas para profissionais de TI passarem da sala do servidor para a sala da diretoria

Por Patrick Hubbard, da SolarWinds

Pode ser difícil ter esperanças quando a questão é a crise econômica que acomete o Brasil. No entanto, um grupo com potencial de sair ganhando nesses tempos conturbados é o de profissionais de TI. Na verdade, os dados da International Data Corporation (IDC) indicam que, apesar da agitação econômica, o mercado brasileiro de TI continua a crescer. As empresas, especialmente as dos setores bancário e de varejo, estão, mais do que nunca, em busca de profissionais de TI que os ajudem a cortar custos pela simplificação de processos com o uso eficaz da tecnologia.

Enquanto os líderes das empresas começam a encarar as habilidades e orientações dos profissionais de TI como mais críticas à tomada eficaz de decisões de negócios e passam a contratá-los, os profissionais de TI ainda continuam tolhidos pela impressão de que seu lugar é na sala do servidor, não na sala da diretoria. Entretanto, o clima atual de incerteza econômica e a subsequente maior dependência de suas habilidades técnicas proporcionam uma oportunidade para os profissionais de TI de superar essa percepção e assumir seu lugar na mesa de negócios.

Para tanto, os profissionais de TI precisam ter algumas coisas em mente:

Falar a língua

Aqueles que vivem fora da sala do servidor costumam ter pavor do jargão e dos termos técnicos tão característicos dos gerentes de TI. A cultura popular não ajudou muito a desfazer essa imagem, mas os profissionais de TI podem provar que o seu lugar é na sala da diretoria, concentrando-se em traduzir informações técnicas em termos leigos. Ser capaz de explicar de maneira sucinta e paciente como um sistema funciona dará aos executivos e a outros líderes da empresa maior confiança, não apenas na tecnologia que está sendo usada para melhorar os negócios, mas também no profissional de TI. Os profissionais de TI podem aprimorar seu domínio do jargão de negócios conversando com seus colegas em vendas, marketing e RP – eles estão mais bem posicionados para obter dicas de comunicação eficazes e ajudar a explicar melhor uma tecnologia complexa.

Concentrar o foco em ações, não em recursos

Os profissionais de TI costumam enfatizar as especificações e os recursos das soluções, em vez de ressaltar o que elas podem fazer para ajudar a atingir as metas gerais da empresa. Em vez de apenas descrever os recursos da tecnologia, eles devem colocá-los em termos das ações da empresa – explicar o que a empresa ganhará ao usar uma tecnologia, em vez de apenas informar o que ela faz a partir de uma perspectiva técnica. Para fazer isso de forma mais eficaz, os profissionais de TI precisam cultivar um conhecimento dos objetivos dos líderes da empresa a partir de uma visão mais abrangente.

Usar os dados para definir melhores métricas

Os gerentes de TI têm acesso a vastas quantidades de dados organizacionais, muitos dos quais podem ser usados para otimizar processos mais amplos da empresa, bem como a entrega de produtos/serviços. Por meio do desenvolvimento de uma visão geral satisfatória desses dados e do uso de ferramentas que possam rastreá-los com eficácia, eles podem definir novos KPIs e métricas que não sejam apenas quantificáveis, mas também diretamente correlacionados com o desempenho da empresa. Rastrear o tráfego da rede, por exemplo, faz sentido tanto para campanhas de marketing (navegadores externos) quanto para iniciativas de trabalho flexível (dispositivos dos funcionários). Assim que os profissionais de TI identificam as maiores necessidades da empresa em jogo, eles podem usar esse conhecimento para informar melhor as metas definidas pela empresa e como medi-las.

Ser a mão de obra dos executivos na linha de frente

Com frequência, os profissionais de TI interagem com um amplo espectro de funcionários e clientes, muito mais intensamente do que os executivos têm a chance de fazer. E embora relatórios isolados de “meu computador não liga” possam não ter relevância para a estratégia da empresa, é provável que o profissional de TI atento fique por dentro das tendências de missão crítica relevantes, como qualidade de serviço insatisfatória, aumento das interrupções ou hardware com defeito. Ao transmitirem esses problemas aos superiores e fornecerem a assistência necessária, os profissionais de TI podem fazer muito para impedir que eles se agravem ou identificar novas oportunidades de crescimento da empresa. Os executivos serão gratos por isso.

Lembrar que habilidades técnicas continuam sendo o fator decisivo

Os profissionais de TI não devem se esquecer nunca do que os colocou na posição em que já se encontram: suas habilidades técnicas. Além de aprimorar suas habilidades relativas à tecnologia existente, os profissionais de TI devem estar sempre a par de novas tendências, como a nuvem, redes definidas por software e hiperconvergência, e buscar desenvolver habilidades e conhecimentos também nessas áreas. Os profissionais de TI podem usar essa nova competência tanto para cumprir quanto para gerenciar as expectativas dos líderes da empresa. Isso dará a eles a credibilidade para estimular a adoção de novas tecnologias onde elas fazem mais sentido e controlar o uso de tecnologias supérfluas onde não for relevante.

Embora as dificuldades decorrentes da crise financeira sejam de longo alcance, pôr em prática as dicas acima pode ajudar os profissionais de TI a aproveitar a oportunidade única de assumirem um papel mais relevante no processo de tomada de decisões da empresa.

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Brasil continua mercado fértil para a indústria mobile internacional

Até abril deste ano, dos 306 milhões de dispositivos conectados à internet no Brasil, 154 milhões já eram Smartphones (FGV). Em 2014, pela primeira vez em 30 anos, houve queda nas vendas de computadores – 10% comparado ao ano anterior. Enquanto isso, os smartphones apresentam queda nos preços graças a novos lançamentos e a Classe C passa a representar 1/3 da base de usuários conectados em seus celulares (MMA/Nielsen).

Redes sociais e emails dominam o ranking da utilização da internet móvel. Até 2014, 20% dos usuários de celulares afirmaram realizarem compras pelo dispositivo. Para essa navegação, é o sistema Android que domina o mercado brasileiro, representando 91,6% (MMA/Nielsen). Segundo a e-bit, as compras por dispositivos móveis devem crescer 10% no próximo ano. No primeiro trimestre de 2014, representavam 1% das transações de compra na internet. No terceiro trimestre de 2015 já é responsável por 15%. Com esse crescimento acelerado, em 2016, as conversões de compras por dispositivos móveis deve exceder os 25%.
É neste cenário que o Brasil segue com foco global para a indústria mobile. Players de todo o mundo entendem que podem encontrar aqui um mercado fértil, startups consolidadas e excelentes negócios para um mercado consumidor já adaptado ao mobile e ávido por novidades e tecnologia.

A chegada do GWC e GMIC ao Brasil

O GWC Inc. é um gigante clube de negócios internacional que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo. Dentre suas ações globais, o GWC promove o evento GMIC (Global Mobile Internet Conference). Agora, depois de consolidado nos Estados Unidos, Japão, China, Indonésia, Taiwan e Índia, o GMIC chega pela primeira vezao Brasil, de olho neste mercado.

O GMIC Summit São Paulo trará ao Brasil, dia 17 de novembro no hotel Renaissence, alguns dos mais renomadoslíderes do mercado mobile da América Latina, além de players asiáticos e norte-americanos. Wen Chu, CEO e co-fundador do GWC abrirá o encontro.

Entre os palestrantes já confirmados, estãoLuciana Burger, diretora da Comscore, que trará dados em primeira mão coletados através da nova plataforma mobile daempresa;Romero Rodrigues, fundador e CEO da Buscapé Company; Ilja Gooseens, Global Sales Director daTune; Marco DeMello, fundador e CEOda PSafe; Dennis Wang, CEO da Easy Taxi; Fabiano Destri Lobo diretor da MMA Latam; Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre e Kaszeck Ventures; Moacir Kang, fundador e CEO do Apontador Maplink; Guido Grimbraum, empreendedor fundador de diversas startups na américa do sul; Fernando Zanatta, diretor de TI e gerente de produto da Netshoes;João Carvalho,fundador e CEO da Hands; André Ferraz, fundador eCEO da In Loco Mídia; e Guga Stocco, diretor de estratégias e inovação do Banco Original.

Todos os debates levantam dados, tendências e posicionamento dos empresários mais visionários para o mercado mobile no Brasil e no mundo. Geolocalização, monetização, comportamento do consumidor mobile, inovações, estarão no centro da discussão.

As vagas são limitadas e o credenciamento já está disponível pelo link http://saopaulo.thegmic.com/

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

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Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada esta semana durante o RioInfo 2015, Ruben Delgado foi reeleito como presidente da entidade para o período 2016/2017.

A vice-presidência executiva passa a ser integrada agora por Fabian Petrait, que ocupava a posição de diretor financeiro da instituição, e por Diônes Lima, até então responsável pelas áreas de inovação, internacionalização, empreendedorismo e pelo Programa StartUp Brasil. Após um ano e meio no cargo, o empresário Ney Leal deixa a vice-presidência executiva da instituição para seguir com novos projetos profissionais.

“Todos os projetos executados pela entidade nas áreas de inovação, empreendedorismo, qualidade no desenvolvimento de software e serviços, inteligência comercial, capacitação de empresas e de pessoas têm refletido a nossa busca permanente pelo aumento da competitividade das empresas brasileiras. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado.

Fabian Petrait, vice-presidente administrativo, continuará a conduzir a área de controladoria e finanças da entidade. “Há três anos trabalhamos para aumentar a nossa sustentabilidade e reduzir a dependência de recursos públicos para a execução de nossos programas. Nesta gestão seguiremos buscando alternativas para a diversificação dessas fontes por meio de novas parcerias e atuando de forma mais horizontal em uma indústria que de destaca pela transversalidade”, destaca.

Como vice-presidente de operações, Diônes Lima será responsável pela gestão dos projetos conduzidos atualmente pelas sete áreas da Softex e também pela implementação dos novos programas que serão lançados a partir de 2016.

“Em conjunto com a nossa rede de 22 Agentes Regionais fomentaremos a criação de novos negócios com potencial global a partir do mapeamento das áreas nas quais o país pode ser competitivo no mercado internacional. O programa Brasil Mais TI, de estímulo à formação de novos profissionais para o setor, incorporará em sua grade temas de empreendedorismo e novas trilhas de desenvolvimento de pessoas de acordo com as demandas do novo mercado. Também resgataremos a força dos estudos do núcleo de inteligência do software brasileiro – antigo Observatório Softex, para gerar estudos de valor para os três eixos da tripla hélice: academia, empresas e governo”, antecipa Diônes Lima.

Para o próximo ano, o plano de trabalho da nova diretoria inclui ainda a abertura de mais turmas do TI de Impacto – Programa de Capacitação Empresarial para o Desenvolvimento da Estratégia de Inovação da Softex em conjunto com uma rede de parceiros; o lançamento da ferramenta Intelectus para mapear as pessoas competentes dentro da academia e com potencial para trabalhar o tema software; o estímulo à internacionalização seguindo os conceitos da metodologia Lean Startup que envolve a identificação e a eliminação sistemática de desperdícios; o fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco em atender a demanda da indústria 4.0 e a ampliação da capilaridade da Softex com a ampliação da rede de Agentes Regionais.

Fonte: Softex

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Uber: Regulamentação prejudica a liberdade dos mercados

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relação entre a regulamentação da prestação de serviços privados e o livre mercado foi o fio condutor do “Café da Arbitragem”, promovido pela Federasul, nesta sexta-feira (18/09). No centro do debate o tema “Liberdade e mercado: o caso Uber” foi abordado pelo empresário e economista, Paulo Fuchs e pelo escritor e arquiteto Percival Puggina. Ambos convidados lançaram um olhar positivo sobre a livre oferta de novos serviços para estimular a concorrência e por consequência melhorar a qualidade. Destacaram ainda a importância da liberdade de expressão em um País cheio de limitações, legislações e entraves ao empreendedorismo.

Ao iniciar a sua participação, o empresário Paulo Fuchs explicou as funcionalidades do novo aplicativo Uber, que permite a contratação de motoristas particulares e tem gerado diversas discussões sobre a sua regulamentação no Brasil. Em São Paulo o serviço foi impedido de ser operado após aprovação de legislação na Câmara de Vereadores. No Rio de Janeiro o aplicativo está sendo usado por meio de liminar. “E aqui em Porto Alegre a EPTC já anunciou que descarta a regulamentação do Uber”, lembrou Fucks.

Ao defender o mercado livre, o economista falou sobre os diversos aspectos da regulamentação das prestações de serviços do Brasil, principalmente aqueles que facilitam a comunicação. “A cada regulamentação o governo passa uma régua no mercado e não estimula a concorrência e nem a qualidade”, enfatizou. Na mesma linha, Percival Puggina destacou que a liberdade da população é limitada. “Nos colocaram num alçapão”, ilustrou.

O escritor apontou a baixa qualidade da educação como um dos principais motivos para perda da liberdade. “Drenaram nossas potencialidades e estão secando os dons de cada indivíduo na fonte com uma pedagogia que está distante do que o Brasil precisa”, apontou. Puggina ainda relacionou a liberdade com a “insegurança” pública e criticou as políticas adotadas no país que possuem o caráter multador, regulador e que interfere na liberdade das pessoas. “Não podemos terceirizar as nossas responsabilidades como cidadão”, finalizou.

O presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul, André Jobim de Azevedo, destacou que o exercício da liberdade também é feito por meio da arbitragem.

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Gartner apresenta etapas de transição para o local de trabalho digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, apresenta a pesquisa 2015 CIO Survey, com dados sobre o posicionamento dos CIOs em relação às recentes transições tecnológicas. De acordo com o levantamento, muitas organizações já estão adiantadas na transição da era da industrialização do setor de TI para a era da economia digital, mas algumas práticas antigas ainda permanecem. Tais ações devem ser atualizadas ou abandonadas, para que se possa adotar plenamente tanto o local de trabalho digital como a abordagem operacional ágil da TI bimodal.

As novas práticas que devem ser adotadas pelos executivos serão debatidas no Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, e que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

1. Expanda os horizontes do planejamento de TI – A pesquisa aponta que 84% do planejamento dos CIOs ainda está fundamentado em uma margem de ação de dois anos. O aumento desse prazo contribui de forma mais estratégica para o sucesso da empresa no longo prazo. “Dada a expectativa de vida de muitos investimentos em tecnologia, isso também ajudará os líderes de TI a tomar melhores decisões de investimento. Aumentar o prazo permite que a organização ganhe vantagem competitiva, capitalizando a tecnologia emergente de forma mais cautelosa, assim como o capital humano e as tendências de consumo”, afirma Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner. Para auxiliar nessa transição, o Gartner recomenda um processo de planejamento chamado de ´Impact 2020´. Com ele, primeiro, é preciso identificar os resultados desejados para 2020, e então determinar habilidades, atitudes e expectativas da sua organização e de seus funcionários. Use essas definições para localizar com precisão as tecnologias e serviços necessários para alcançar esses resultados. Trabalhando com Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, representações e instalações de negócios, o ´Impact 2020´ permitirá que você sintetize as tendências nessas áreas.

2. Invista em tecnologias pós-nexo – O nexo das forças (celular, mídias sociais, Nuvem e informações) não é uma realidade distante, ele já está aqui. Os CIOs estão começando a pensar sobre – e até buscam ativamente – as tecnologias pós-nexo. De fato, dados do Gartner sugerem que os CEOs avançaram ainda mais nesse caminho e já consideram que as tecnologias de nexo e os negócios digitais sejam uma realidade atual. Essas tecnologias, que serão abordadas no Symposium/ITxpo 2015, incluem Internet das Coisas (IoT), máquinas pensantes, desenvolvimento humano, impressão 3D e robótica. A maioria dos CIOs entrevistados já começaram a investigar, ou até mesmo a implantar, tecnologias relacionadas à IoT, máquinas inteligentes ou tecnologia de desenvolvimento humano. A adoção será amplamente difundida, de forma que o que diferenciará as organizações será o modo de implantação. “Essa área deverá ser tratada com sensibilidade, para que o funcionário veja a tecnologia como uma vantagem que ajudará em seu desenvolvimento e, como resultado, o tornará mais importante para a empresa. Uma parceria entre Tecnologia da Informação, Recursos Humanos e líderes de empresas é necessária para garantir uma implementação abrangente, eficiente e sensível às preocupações dos funcionários”, diz Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

3. Concentre os indicadores no engajamento dos funcionários – Os custos e os níveis de serviços com TI são os dois indicadores mais usados para verificar o desempenho do CIO. Ambos são remanescentes da era da industrialização do setor de TI. Demonstre mais claramente a contribuição do grupo de TI nos resultados da empresa, promovendo novos indicadores com base em seu valor não financeiro e em sua contribuição para inovação. Esses indicadores auxiliarão a empresa a concentrar-se no engajamento dos funcionários, o que pode ser definido como o quanto os funcionários estão dispostos a ajudar a atingir os objetivos da organização e a participar ativamente da comunidade. Trabalhando com o departamento de RH, a equipe de TI pode contribuir para o encorajamento dessa ação por meio da promoção de um ambiente de trabalho mais próximo ao do cliente, permitindo maiores níveis de colaboração, reconhecimento, bem-estar e transparência. Expanda o foco do grupo de TI para além da tecnologia, da automação e da manutenção. Em um período de mudanças no local de trabalho, o engajamento dos funcionários se torna uma prioridade para garantir que a força de trabalho adote novos modelos de negócios.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há preços diferenciados nas incriçções para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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