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Inmarsat confirma a data de lançamento de seu terceiro satélite Global Xpress

A Inmarsat (LSE: ISAT.L), fornecedora líder de serviços de comunicações móveis globais por satélite, confirmou hoje que o terceiro satélite do programa de transformação Global Xpress (GX) – o Inmarsat-5 F3 (I-5 F3) – foi programado para ser lançado do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, às 09h44 (Brasília) da sexta-feira dia 28 de agosto.

O I-5 F3, o terceiro satélite Global Xpress a ser lançado, cobrirá a região do Oceano Pacífico e, juntamente com o Inmarsat-5 F1 e o Inmarsat-5 F2, cria o primeiro serviço de banda larga de alta velocidade globalmente disponível do mundo entregue por uma única operadora.

Todos os satélites da quinta geração da Inmarsat foram construídos pela Boeing Satellite Systems International Inc. (“Boeing”), na Califórnia. O lançamento está sendo empreendido pela International Launch Services (“ILS”) para a Inmarsat, utilizando um veículo de lançamento Proton.

O Global Xpress fornecerá velocidade de banda larga cerca de 100 vezes mais rápida do que a constelação de quarta geração (I-4) da empresa. Ele oferecerá novas oportunidades para os clientes dos setores tanto público como privado, para melhorar significativamente a sua conectividade e acessar aplicativos que requerem muita largura de banda, mesmo nas regiões mais remotas e inacessíveis do mundo.

Rupert Pearce, CEO da Inmarsat, disse: “A conclusão da constelação Global Xpress será um marco significativo para a nossa organização, e é fundamental para a entrega de uma nova era nas comunicações móveis por satélite que mudará o futuro para todos nós. Acreditamos que nossa tecnologia GX impulsionará a inovação e proporcionará suporte a serviços e soluções de valor agregado para os nossos clientes governamentais e empresariais em terra, no mar e no ar; em oportunidades tão diversas como a marinha mercante, a aviação executiva e comercial, o governo, energia e recursos, e segmentos empresariais de VSAT. Estamos particularmente satisfeitos que o GX dará suporte a programas vitais, permitindo que os governos atendam às necessidades em rápida transformação do nosso mundo, incluindo a transformação das sociedades remotas que hoje estão servidas inadequadamente por redes terrestres”.

O primeiro satélite Global Xpress – o Inmarsat-5 F1 – foi lançado em dezembro de 2013 e iniciou seu serviço comercial em julho de 2014, cobrindo a Europa, o Oriente Médio, a África e a Ásia. Ele foi seguido pelo lançamento do Inmarsat-5 F2 em 1º de fevereiro de 2015, que cobre as Américas e o Oceano Atlântico e que iniciará seu serviço comercial no final deste mês.

Após o bem-sucedido lançamento do I-5 F3, a Inmarsat espera iniciar os serviços comerciais globais do GX até o final do ano.

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Abinee: Humberto Barbato acredita que exportações podem salvar indústria elétrica e eletrônica

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, apresentou, em Curitiba, as projeções do setor eletroeletrônico para 2015, com base no desempenho e dados econômicos do primeiro semestre. “A queda do consumo no mercado interno é muito grande e a repercussão disso é extremamente grave. Já tivemos uma perda de 15 mil empregos somente neste primeiro semestre de 2015. Isso é um número muito considerável, pois tínhamos 200 mil empregos no setor eletroeletrônico no país. Nós perdemos cerca de 8% de nossa força de trabalho”, afirmou Barbato.

De acordo com o levantamento, o panorama e o prognóstico não são nada otimistas: o Produto Interno Bruto (PIB) deverá permanecer em queda, haverá diminuição da produção, continuará o crescimento do desemprego, da inflação e dos juros, uma redução do crédito de pessoa física e jurídica, retração dos investimentos, ainda mais queda do índice de expectativa do consumidor, uma deterioração do índice de confiança do empresário, resultados desfavoráveis das contas públicas e aumento do Risco Brasil.

Segundo a Abinee, a produção física do setor eletroeletrônico apresentou queda de 17% no primeiro semestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o faturamento real teve retração de 13%. Barbato revelou ainda que, se o mercado continuar como está, o setor eletroeletrônico deverá fechar o ano com retração de 5%, com o faturamento ficando em R$ 146,7 bilhões (R$ 153,8 bilhões em 2014). “No primeiro semestre, tivemos uma queda de 26% nas vendas de produtos de informática e 12% na de celulares. Isso é muito significativo, pois trata-se de um segmento que, normalmente, apresenta números positivos, e não será em seis meses que conseguiremos repor”.

Ao falar de perspectivas para este segundo semestre, Humberto Barbato citou o resultado da última Sondagem Abinee feita com cerca de 500 associadas da entidade em todo país. O levantamento mostrou que 40% das empresas falam em retração, 25% em estabilidade e 35% em crescimento.

Uma das orientações da Abinee para seus associados é investir nas exportações, especialmente com base no Plano Nacional de Exportações – lançado há cerca de um mês pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “O plano de exportações do governo é uma alavanca importante para redesenhar o comércio exterior e aprofundar as ferramentas para ter uma maior inserção no mercado externo. Perdemos muito nos últimos anos e precisamos de diversos instrumentos que nos permitam chegar novamente nesses mercados, que são importantes para o Brasil”, disse.
Ele afirmou que é preciso recuperar o mercado internacional e espaço perdidos nos últimos anos. Em 2006, as exportações do setor representavam 19,2% do faturamento, hoje não chegam a 10%. “O país tem uma participação no mercado externo de manufaturados muito pequena e precisa aumentar. Nós precisamos nos aproximar novamente de grandes mercados, como dos Estados Unidos”.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 6,5 bilhões e neste ano, considerando o mesmo período, US$ 6 bilhões, revelando uma retração de 8%. “A exportação é o único caminho hoje para desovar boa parte da produção, já que o Brasil perdeu mercados por causa da desvalorização exacerbada da moeda nos últimos anos, por causa de uma política monetária bastante irresponsável, que penalizou a indústria de uma maneira absurda e que agora está se revertendo, felizmente”, declarou. O levantamento apontou ainda que as importações terão retração de 13%, ficando em US$ 36 bilhões. Com isso, a balança comercial de produtos do setor apresentará um déficit US$ 30 bilhões.

Para Barbato, não existe mágica para o segundo semestre. “Esperamos uma melhora, já que o segundo costuma ser melhor que o primeiro, até por causa das festas de final de ano. Mas, conseguiremos reverter as perdas do setor somente no final de 2016.”

Os números foram apresentados no “Café da Manhã com o Presidente”, evento anual tradicional promovido pela regional PR/SC da entidade, no Campus da Indústria do Sistema Fiep, em Curitiba.

Veja a Apresentação de Humberto Barbato na Reunião da Regional PR/SC

Fonte: Abinee

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Prefeituras podem ter Portal de Transparência com baixo custo e implantação rápida

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O Instituto Curitiba de Informática lançou oficialmente seu novo produto, o Portal Polis. As exigências legais para que a as prefeituras cumpram as leis de Acesso à Informação e da Transparência motivaram o ICI a criar uma solução sob medida para a gestão municipal brasileira.

“O nosso objetivo com o Portal Polis é oferecer à administração pública a melhor opção para publicar conteúdos, divulgar prestação de contas e tornar a gestão mais transparente”, afirma o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta.

A solução atende os preceitos de arquitetura da informação, como navegabilidade, usabilidade e acessibilidade. Com layout responsivo, o Portal Polis adapta-se a diversos dispositivos: desktop, notebooks, tablets e smartphones.

O baixo valor de investimento para adquirir a solução é um dos principais diferenciais do produto no mercado de TI para a gestão pública, de acordo com o assessor de mercado do ICI, Amilto Francisquevis. “Por estar disponível na nuvem, não é preciso que a prefeitura ou órgão público realize investimento em desenvolvimento ou infraestrutura de hospedagem”, explica.

O desenvolvimento da solução levou cerca de três meses e foi realizado pela equipe de Portais e Tecnologias do Instituto. De acordo com o gerente de Sistemas, Wagner Morais Correia, os colaboradores do projeto adotaram práticas ágeis que fizeram a diferença no resultado. “A equipe se dedicou a elaborar um modelo de portal que aproximasse gestor público e cidadão da forma mais eficiente possível”, aponta.

Clique aqui e saiba mais sobre a nova solução do ICI.

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Instrutherm lança osciloscópio digital portátil de bolso

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Parece um celular, cabe no bolso e pode ser levado para qualquer local. Assim é o osciloscópio digital OD-300, lançamento da Instrutherm. Indicado para o setor eletroeletrônico, o aparelho pode ser utilizado sem estar ligado à rede elétrica, com bateria recarregável via USB; tem alta capacidade de armazenamento de dados e entrada para cartão Micro SD de memória, além de interface USB para baixar os dados no computador ou notebook.

O OD-300 tem design moderno, com display TFT LCD com 65K de cores, tamanho de 10,5 x 5,3 x 8 cm e pesa de 50 gramas. Vem com ponta de prova para medições, cabo USB, software e estojo tipo carteira.

Suas especificações técnicas indicam taxa de amostragem máxima de 1Msps 12bit; sensibilidade de base de tempo de 1μS/div a 10S/div (1-2-5 passos); sensibilidade vertical de 10mV/div a 10V/div (x1) e
0,5V/div a 10V/div (x10); impedância de entrada >500KΩ; tensão de entrada máxima de 80Vpp (x1); modo de acoplamento DC, e sinal de teste de 10Hz a 1MHz (1-2-5 passos).

A Instrutherm está há mais de 30 anos no mercado e conta com um portfólio que ultrapassa 500 itens para diferentes segmentos, como: segurança e medicina do trabalho, laboratório, mecânica, eletroeletrônica, agrícola e agronegócios, entre outros.

A empresa possui departamento de qualidade que testa cada item antes de sua comercialização, assistência técnica multimarcas, além de calibração de instrumentos com certificado rastreável RBC/Inmetro.

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Expo fórum de marketing digital: segmento acelerado no Brasil

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O Mercado Digital é um segmento com projeção de crescimento de 14% em relação a 2014. O investimento em publicidade na mídia online brasileira saltou de R$ 8,3 bilhões para R$ 9,5 bilhões, somente em 2014. Ainda não foram divulgados os dados de crescimento do primeiro semestre de 2015, mas o IAB Brasil antecipa que os números acima já comprovam a importância do mercado de publicidade digital no mix de meios de comunicação.

“Se a situação econômica do país permanecer igual a 2015, a previsão para 2016 é que o digital possa crescer ainda mais, pois as oportunidades de mídias digitais tendem a aumentar e, consequentemente, o retorno sobre o investimento publicitário no meio digital também aumentam. Quanto mais profissional e consolidado estiver o setor, maior será o ROI”, declara Flávio Horta, CEO do Digitalks, e responsável pelo Expo Fórum de Marketing Digital, que acontece nos dias 25 e 26 de agosto, no Fecomercio, em São Paulo.

Considerado o maior evento do setor no país, o Expo Fórum vai reunir mais de 140 palestrantes nacionais e internacionais para discutir tendências, investimentos, a realidade e as oportunidades do setor. Para se ter uma ideia, a PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers) divulgou recentemente uma pesquisa afirmando que a expectativa de crescimento das verbas publicitárias para a internet até 2019 é de 122%.

Nos dois dias do evento, os participantes terão acesso ao Congresso Internacional, com palestras e debates com grandes executivos de diversos países, Seminários Temáticos, que acontecem em 4 salas simultâneas com conteúdos divididos por temas, Business Room, área de exposição e negócios com empresas que oferecem soluções inovadoras no setor, Prêmio Digitalks, que destaca anualmente os principais profissionais do mercado digital, Digi Party, festa para os participantes se reunirem no final do primeiro dia, e Consultoria Especializada, formada por um time de especialistas em marketing digital com o intuito de oferecer soluções na área de acordo com a demanda de cada empresa.

O Expo Fórum de Marketing Digital acontece no Fecomercio, que fica na Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista, das 9h às 19h, e o valor do investimento é de R$ 299,00 (Middle Pass) e R$ 790,00 (Full Pass). A inscrição deve ser feita no site do Digitalks, através do link http://digitalks.com.br/expo/. Informações através do e-mail fórum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.

Sobre o Digitalks

O Digitalks, empresa do Grupo iMasters, líder no setor de marketing digital, é especializado em difundir e promover conteúdo relacionado ao setor de marketing digital em todas as mídias. Para tanto, realiza atividades para desenvolver e fomentar o mercado digital, que possibilitam a abertura de novos mercados e a geração de negócios entre as empresas do setor em todo o país.

Com 6 anos de atuação no mercado, o Digitalks já atingiu mais de 10 mil profissionais que participaram dos treinamentos e congressos de marketing digital ao longo dos anos. Em 2015, os eventos passarão por todas as capitais do país, em formatos diferenciados. Além disso, o congresso realizado anualmente em São Paulo ganhou ainda mais corpo e vai se transformar no grande Fórum Internacional, reunindo todo o mercado digital brasileiro e da América Latina.

O Expo é um oferecimento do Baidu e do Twitter e é mantido pelas empresas 80 20 MKT, AD.Dialeto, Apiki WordPress, Beats Brasil, ChannelAdvisor, Convert.Rocks, +Digital Institute, Digitalents, Dinamize, DynAmic, Easy Easy Apps, Goobec, Goomark, Iagente, IgnitionOne, KingHost, Kwanko, LinkBrand, Linkedin, Live Target, Maple Brasil, Media Response, Performa Web, Putz Filmes, ReachLocal, Scup, Seekr, SEO Marketing, SharpSpring, ShopBack, Siegel Press, Sociomantic, Taboola, Uol Host, Venda e Cia, Video Click, Vitrio, WebStorm e Zanox.

Os Media Partners são ABComm, Abradi, Band News e Rádio Bandeirantes, Cidade Marketing, Demo Brasil, E-commerce Brasil, IAB, Imasters, Mundo do Marketing e WebCongress.

Serviço – Expo Fórum de Marketing Digital

Data: 25 e 26 de agosto (terça e quarta-feira)
Horário: das 9h às 19h
Local: Fecomercio – Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista
Investimento: R$ 299,00 (Middle Pass) e R$ 790,00 (Full Pass)
Inscrições: http://digitalks.com.br/expo/
Informações: fórum@digitalks.com.br e (11) 3159-1458

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Ticket lança aplicativo de relacionamento inovador para o Conarh 2015

A Ticket, pioneira no setor de refeição-convênio do país, reforça seu posicionamento como empresa inovadora ao desenvolver um aplicativo exclusivo que terá seu lançamento durante o Conarh 2015, o maior evento de gestão de pessoas da América Latina, que acontece de 17 a 20 de agosto, em São Paulo. Trata-se do Ticket Meeting App, que estimulará encontros de networking entre os congressistas do evento.

Disponível para download nas plataformas Android e iOS, a ferramenta utiliza a base de dados do LinkedIn dos usuários ou um cadastro próprio, com informações como nome, cargo e empresa na qual trabalha para incentivar o networking. Após efetuar o login, o Ticket Meeting App exibe perfis de diferentes profissionais e permite que os usuários possam selecionar com quem gostariam de conversar. Se o interesse for mútuo e acontecer o match, ambos são convidados pelo app para manterem contato e marcarem um encontro. O incentivo fica por conta de um café, que será oferecido pela Ticket por meio de uma máquina interativa ligada ao aplicativo.

“Estamos muitos animados com essa iniciativa, já que é a primeira vez que uma ação dessas é realizada em um evento tão importante como o Conarh. O Ticket Meeting App está alinhado com o novo posicionamento da Ticket, de empresa que investe em projetos inovadores e pioneiros. Esse app mostra a força das redes sociais e do mercado mobile atualmente e como eles podem contribuir efetivamente para contatos profissionais e, eventualmente, para realização de novos negócios”, comenta Denise Coelho, Diretora de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Ticket.

O lançamento de projetos em plataformas digitais e mobile faz parte da estratégia da empresa de inovar a forma como se relaciona com o mercado. Fazem parte deste direcionamento, lançamentos como EVA, a Edenred Virtual Assistant, plataforma de inteligência artificial para atendimento a clientes; o aplicativo Ticket para consulta de saldo e extrato; e o atendimento a clientes via WhatsApp, um projeto piloto que promete agilizar ainda mais a forma como os clientes são atendidos.

Além do desenvolvimento do aplicativo para o Conarh 2015, a Ticket ainda é patrocinadora oficial do principal auditório do congresso, onde acontecerão palestras de especialistas de renome no Brasil e no exterior, que abordam as principais tendências sobre capital humano.

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Maplink lança plataforma de planejamento de rotas no Brasil

A Maplink, empresa líder em geolocalização no País, acaba de trazer ao mercado brasileiro uma solução para negócios e profissionais que precisam se locomover pelas cidades do País: o MinhasRotas A plataforma foi criada com o objetivo de otimizar as operações logísticas de empresários, desde o pequeno negócio que distribui gelo pelos bares e o corretor de seguros que precisa visitar diversos clientes em um dia até operações mais complexas de grandes companhias.

Além de traçar a melhor rota para o usuário, que pode ser selecionada pela menor distância ou pelo menor tempo, a ferramenta calcula todos os custos envolvidos no percurso escolhido, como combustível e pedágio. Outra funcionalidade disponível é a de rota multiveículos, onde o sistema otimiza a distribuição das rotas e pontos de parada em até 15 veículos de acordo com a frota disponível e o volume de cargas. O MinhasRotas permite ainda que uma rota tenha até 150 pontos de parada, além da origem e do destino, e que o usuário insira todos os endereços através da importação de um arquivo com a lista de endereços – uma grande vantagem para quem tem um alto volume de endereços no seu planejamento. O maior diferencial do MinhasRotas é o de poder traçar rotas usando endereços com logradouro e número de fachada, e não somente trechos de cidade a cidade.

O serviço da plataforma MinhasRotas ainda organiza informações de distância e horários dos pontos de parada e possibilita que seus usuários visualizem os trechos do trajeto definido.

Alguns testes conduzidos pela Maplink identificaram uma economia de até 40% no custo total do transporte de cargas. Além disso, estudos de mercado indicam que 70% das empresas com frota de até 10 veículos não usam nenhum tipo de tecnologia nos processos de roteirização e não tem acesso a esse tipo de tecnologia. “Criamos o MinhasRotas pensando em todos os tipos de empresas e profissionais que necessitam ou desejam possuir uma ferramenta mais ágil e simples para aferir custos e tornar seu negócio mais eficiente. Estamos trazendo features que antes só eram encontradas em ferramentas caras e praticamente inacessíveis para empresas pequenas.”, afirma Frederico Hohagen, diretor geral da Maplink.

O MinhasRotas já possui mais de mil clientes cadastrados e utilizando seus serviços e, até o final de março de 2016, a Maplink prevê ter mais de 10 mil empresas cadastradas. “Com o crescimento da demanda por serviços de logística, enxergamos uma oportunidade de contribuir com essas empresas para que elas tornem suas operações mais eficientes e tenham um maior controle sobre isso”, diz Hohagen.

Os serviços oferecidos pela ferramenta MinhasRotas podem ser contratados em três pacotes anuais e com pagamentos mensais. Os planos (Fit, Multi e Multimax) combinam número de veículos, rotas e pontos de entrega e coleta. Para saber detalhes acesse o site www.minhasrotas.com.

A Maplink, que tem forte atuação na Argentina, Chile, Colômbia e México, lançará a mesma plataforma para mercados internacionais em setembro. O MyRoutes reforçará a presença da empresa na América Latina, além de reforçar sua expansão global.

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Brasil terá sua primeira Datacenter Week

Semana de eventos será realizada em São Paulo e vai evidenciar potencial do hub de centros de dados e cloud mais importante da América Latina

O DCD Converged, evento organizado pela DatacenterDynamics direcionada ao mercado de data centers, está de volta a São Paulo para a sétima edição de sua conferência e expo anual. Em 2015, o encontro está integrado à programação da primeira Brasil Data Center Week, que inclui outros cinco eventos que serão realizados entre os dias 09 e 13 de novembro, em São Paulo. Esses eventos são:

• DCD Converged – 10 e 11 de Novembro

• Mission Critical Security Summit – 11 de Novembro

• Brazil Awards Gala – 10 de Novembro

• Treinamentos DC Professional – 09, 12 e 13 de Novembro

• Data Center Tours – 09, 12 e 13 de Novembro

• Festas de Networking – 09 a 13 de Novembro

São esperados para os cinco dias de encontro mais de 1.200 executivos séniores, vindos das distintas áreas de negócios, operações e tecnologia do expressivo mercado de ecossistema de centros de dados e cloud no Brasil. O País é o maior mercado tecnológico da América Latina, alojando 45% de todos os ativos de centros de dados na região. De acordo com as últimas previsões dadas pela DCD Intelligence, o mercado de data center valerá $10 bilhões em 2016. Em termos de espaço, esperam-se mais 965 mil novos metros quadrados.

A importância deste evento está em sua capacidade de congregar todas as disciplinas envolvidas na transformação do setor de TI. De acordo com Marcus Queiroz, Business Manager na DatacenterDynamics, “a Brasil Datacenter Week é mais um passo na transformação dos eventos da DatacenterDynamics em plataformas que reúnem todas as disciplinas envolvidas no ecossistema de data center brasileiro: negócios, ti, infraestrutura e engenharia”, explica. “Ao mesmo tempo em que a internet das coisas, Smart Cities, mobilidade, big data e cloud estão levando a transformação de TI a um ‘admirável mundo novo’, é muito importante não esquecer a força motriz de todo este movimento: os centros de dados”, completa.

No evento, serão abordados temas como IoT, Big Data, DCIM, Cloud, Disaster Recovery, Mobilidade, entre outras. “O nosso time fez um grande esforço para reunir todos os aspectos do mercado Brasileiro de data center em um programa de eventos para uma só semana”, comenta José Monteiro, Diretor de Conteúdos na DatacenterDynamics. “Vão ser mais de 99 palestrantes, em aproximadamente 70 sessões temáticas”, acrescenta.

José Fribel, CEO na DatacenterDynamics LATAM, diz que “depois de 7 anos trabalhando lado a lado com as empresas e organizações com atividade no mercado de data center no Brasil, acreditamos que a Brasil Datacenter Week marca um antes e um depois na nossa missão de proporcionar a nossos parceiros uma plataforma completa e que ofereça um ambiente colaborativo, onde executivos sêniores de todos os setores do mercado se unem para discutir e encontrar soluções interdisciplinares”.
Inscrições e mais detalhes sobre o evento podem ser consultados no site: http://www.brasildatacenterweek.com/

As dúvidas também podem ser enviadas para o email brasil@datacenterdynamics.com ou esclarecidas pelo telefone (11) 3711-9202.

Sobre a DatacenterDynamics

A DatacenterDynamics é um provedor de informações B2B que tem como principal ativo uma serie única de eventos, feitos sob medida para fornecer aprendizado e oportunidades de networking para profissionais que projetam, constroem e operam datacenters. Com 25 conferências anuais, nas principais capitais financeiras do mundo, os eventos da DatacenterDynamics são reconhecidos como os locais nos quais os principais nomes do mercado dividem seus conhecimentos e insights com operadores de datacenter de alto nível.

Em 2014, mais de 30.000 profissionais sêniores de data center participaram dos eventos DatacenterDynamics, criando o fórum mais influente da indústria de hoje.

A DatacenterDynamics é conhecida pela sua proximidade no mercado de data center em todos os seus locais de evento, buscando estabelecer relações individualizadas com todos os profissionais com quem interagem. Esse contato pessoal, unido a um conhecimento profundo dos mecanismos do mercado, faz da organização muito mais do que um simples provedor de mídia B2B. Ela se destaca pelo número de relacionamentos de longo prazo realizados internacionalmente com os fornecedores, consultores, usuários finais, governos e ONGs.

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Atividade econômica recua 1,4% no segundo trimestre e recessão se instala no país, diz Serasa Experian

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), o segundo trimestre de 2015 encerrou com retração de 1,4% perante o primeiro trimestre do ano, já descontados os efeitos sazonais. Como a economia brasileira já havia se contraído 0,2% no primeiro trimestre deste ano, completaram-se dois trimestres consecutivos de retração na atividade produtiva do país, consolidando, tecnicamente, uma situação de recessão econômica.

Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, houve queda de 1,5% na atividade econômica no segundo trimestre deste ano.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, as queda dos níveis de confiança de consumidores e empresários, a alta da inflação corroendo o poder de compra da população, as sucessivas elevações das taxas de juros encarecendo o crédito e as turbulência do cenário político atingiram em cheio a economia brasileira neste primeiro semestre de 2015, provocando o atual quadro recessivo do país.

Pelo lado da oferta agregada, houve quedas em todos os setores econômicos no segundo trimestre de 2015. A maior delas foi de 3,9% na atividade industrial, seguida das retrações de 0,2% no setor agropecuário e de 0,3% no setor de serviços. Vale notar quem, apesar da retração observada neste segundo trimestre de 2015, o setor agropecuário, em função da safra de grãs recorde esperada para este ano, ainda acumulada alta de 3,9% no primeiro semestre do ano.

Do ponto de vista da demanda agregada, a maior retração no segundo trimestre do ano ocorreu nos investimentos: recuo de 8,6% perante o primeiro semestre. Com este resultado, os investimentos fecharam o primeiro semestre do ano com queda de 9,4%. Da mesma forma, tanto o consumo das famílias quanto o consumo do governo se retraíram neste segundo trimestre do ano: quedas de 0,9% e de 0,6%, respectivamente. Por outro lado, o setor externo, com exportações avançando 4,1% e com as importações recuando 9,2%, impediram uma retração maior na atividade econômica no segundo trimestre de 2015.

A série histórica deste indicador está disponível em
http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/atividade_ecomonica.htm

Metodologia do Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal)

Na construção do Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) utilizam-se técnicas estatísticas de desagregação temporal com indicadores (Chow-Lin, Fernandez, Litterman e Santos Silva-Cardoso). Cada subcomponente do PIB Trimestral, sem ajuste sazonal, oriundo do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, foi desagregado, por cada uma das técnicas supramencionadas, utilizando-se séries de alta freqüência (mensais) altamente correlacionadas com a série a ser desagregada. Considerou-se como estimativa final de cada série mensal associada a cada um dos subcomponentes do PIB Trimestral a média aritmética simples dos valores mensais obtidos por cada uma das técnicas distintas de desagregação temporal.

As séries mensais finais dos subcomponentes foram utilizadas como indicadores para a obtenção das séries dos níveis hierárquicos imediatamente superiores, sempre considerando como estimativas finais, em cada etapa, as médias aritméticas dos valores obtidos pelas quatro técnicas de desagregação temporal. Tal procedimento foi conduzido até chegar-se à última desagregação temporal, ou seja, do PIB Trimestral Consolidado, sendo que, para tanto, consideramos como indicadores mensais as séries desagregadas dos componentes da oferta agregada.

Para a obtenção das estimativas mensais das séries do PIB Trimestral com ajuste sazonal, cada componente mensal desagregado nos procedimentos anteriores (sem ajuste sazonal) foram ajustados sazonalmente utilizando-se TRAMO/SEATS constituindo-se, assim, os indicadores mensais a serem utilizados nas técnicas de desagregação temporal das séries, com ajuste sazonal, do PIB Trimestral.

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A tecnologia social na construção de negócios

As redes sociais são agentes transformadores e, os dispositivos móveis impulsionam ainda mais esses meios, pela facilidade de acesso. Um dos pontos que muitas companhias levam em consideração é utilizar a tecnologia social para a construção de negócios produtivos, e essa tendência já é percebida nas empresas brasileiras de diferentes setores. Instituições que ainda não estão presentes nas redes pretendem investir na área e as que já estão inseridas vem ampliando a atuação.

Seguindo esta tendência e buscando sempre temas que estão na pauta da sociedade, a Editora Évora possui em seu catálogo “O Novo Social Learning – Um guia para transformar organizações com as mídias sociais”, de Tony Bingham e Marcia Conner, que responde a questões básicas de aprendizagem com base na tecnologia e é enfático – “uma vez que você passa da pressão da informação para a absorção de conhecimento, libera força criativa para a sua equipe”.

O livro pode ser considerado um guia que ajuda o leitor a navegar na rede e oferece o que os autores consideram como “Regras do Playground”, exemplos e cases de empresas (Intel, Deloitte, CIA, entre outras) que provam como as mídias sociais são eficientes na hora de recrutar talentos, envolver colaboradores e desenvolver capacidades. Bingham e Conner defendem que, com base na tecnologia, o ensino e a instrução podem ter caráter colaborativo e criação conjunta, diluindo fronteiras e melhorando a experiência do grupo, além de deixar uma trilha digital rastreável que aponta o caminho de uma jornada de aprendizagem, permitindo que outros aproveitem.

O livro aborda as tendencias, os desafios e as oportunidades que as mídias trazem e que mudanças estão sujeitas em todos os momentos. Separado por capítulos, os próprios autores sugerem que a leitura seja feita da forma que o leitor determinar.

O ‘O Novo Social Learning – Um guia para transformar organizações com as mídias sociais’, é direcionado a “altos executivos, gestores em todos os níveis e pessoas que estão se desenvolvendo rapidamente para ocupar esses cargos. “Olhamos para o poder do social learning e compartilhamos histórias atraente de empresas que acreditaram no valor das tecnologias colaborativas para elevar e acelerar os negócios e o impacto sobre os colaboradores”. E como se trata de tecnologia e tudo pode mudar com o surgimento de novas ferramentas, os autores criaram um site complementar –thenewsociallearning.com – (em inglês) que pode ser útil para aprender mais sobre aplicativos.

SOBRE OS AUTORES

Tony Bingham – presidente e CEO da American Society for Training & Development (ASTD), tem o compromisso de assegurar que a comunidade de treinamento e desenvolvimento disponha das ferramentas necessárias para formar uma força de trabalho capaz e bem-sucedida. Com anos de experiência no setor tecnológico, ele compreende o poder das tecnologias colaborativas de criar grandes oportunidades para organizações.

Marcia Conner – sócia do Altimeter Group, auxilia empresas afim de que usem o processo de mudança em seu beneficio. Ela aplica experiências multidisciplinares para aceleração da cultura colaborativa, da aprendizagem no ambiente de trabalho e dos negócios nas mídias sociais. Com foco no Enterprise 2.0, ela fundou no Twitter o chat #Irnchat, escreve na revista Fast Company a coluna Aprendizagem em todos os níveis e integra um grupo de estudos na Darden School of Business.

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Imovelweb lança navegação por mapas no portal

O Imovelweb, um dos principais portais do mercado imobiliário do País, acaba de lançar uma das mais modernas ferramentas de navegação por mapas do mercado imobiliário nacional, melhorando a experiência do usuário e trazendo mais benefícios para seus parceiros comerciais. A Companhia tem investido pesado no desenvolvimento de novos produtos e serviços, objetivando também a expansão de seus negócios. “Este processo começou com o redesenho da nossa plataforma, ferramenta na qual injetamos mais de US$ 2 milhões com o intuito de melhorar a usabilidade e, consequentemente, a performance de buscas e a geração de leads para os clientes”, detalha Mateo Cuadras, CEO do Imovelweb.

Com esta navegação por mapas as buscas no portal ficarão ainda mais intuitivas e ágeis, além de ser mais eficaz: resulta em pesquisas mais assertivas, uma vez que auxiliará nos filtros aplicados pelos clientes durante a navegação. O projeto terá início pela cidade de São Paulo, praça que conta com um dos maiores bancos de ofertas de imóveis do País. De acordo com recente levantamento do SECOVI-SP, só a cidade de São Paulo encerrou o mês de maio com uma oferta de 28.118 unidades disponíveis para venda. Este levantamento considera imóveis na planta, em construção e prontos, lançados nos últimos 36 meses (de junho/2012 a maio/2015). “Além disso, existem os imóveis usados, que ampliam o número de unidades disponíveis no mercado. E a navegação por mapas vem para facilitar a vida dos usuários, que conseguirão conhecer melhor a região na qual estão buscando imóvel”.

De acordo com Cuadras, o mercado imobiliário no Brasil ainda está em fase de amadurecimento e tem amplo horizonte para se desenvolver. E um dos principais desafios se encontra no processo de divulgação dos imóveis pelos profissionais. “A navegação por mapas será uma importante ferramenta na alavancagem de leads, já que o cliente selecionará a região que mais lhe interessa e terá acesso a todas as ofertas disponíveis no perímetro determinado na busca em apenas um clique”.

A nova ferramenta do Imovelweb deve ser expandida para todas as regiões do País até o início do próximo ano, uma vez que receberá melhorias para se tornar ainda mais dinâmica, assertiva e diferenciada. “A Urbanizo, startup especializa em navegação por mapas e dados imobiliários, comprada pelo Imovelweb recentemente, é também responsável pelo projeto, já que somou sua expertise à nossa e nos permitiu colocar no mercado uma nova funcionalidade que beneficiará a cadeia como um todo”, finaliza.

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Pequenos dados, grandes riscos

Por Mike Foreman*

Naturalmente, os casos de invasões hacker mais noticiados nos últimos anos têm sido os de grandes empresas, como Target, United Airlines, JP Morgan, Sony e Itaú. No entanto, apesar da cobertura dada a esse tipo de ataque, os donos de pequenas empresas ainda esquecem-se de dar atenção aos seus dados e são negligentes ao achar que estão imunes. Eles não poderiam estar mais enganados!

O hackeamento da Target, pro exemplo, foi feito a partir de uma empresa de manutenção terceirizada que trabalhou nos edifícios da rede varejista. A prática de pequenas empresas infiltradas nas grandes tem crescido nos últimos anos, e é cada vez mais investigada.

É um equívoco comum entre os micro e pequenos empresários acreditar que os dados de suas empresas não têm importância para os hackers. O que eles esquecem é que as pequenas empresas reúnem e mantém exatamente os mesmos tipos de informações que as empresas maiores: dados de consumidores, de empregados, financeiros, de propriedade intelectual – todos igualmente valiosos e ainda mais atrativos por serem, teoricamente, mais fáceis de acessar, uma vez que essas empresas possuem menos equipes internas de TI e menor orçamento para gestão de segurança de tecnologia.

Mas como as pequenas empresas podem efetivamente cuidar das brechas e minimizar o perigo de expor seus dados? Os gastos dessas empresas com segurança virtual continuam variando bastante e mudam muito de país para país. A maior parte das empresas deste porte foca seus investimentos na melhoria das atividades de core business, como atendimento ao cliente, prospecção e área administrativa, tendo a segurança digital, muitas vezes, fornecida por terceirizadas.

Mas apesar do baixo investimento em segurança, o mesmo não pode ser dito sobre os investimentos de TI em geral, e essa incompatibilidade é a razão da vulnerabilidade.

A indústria está se tornando cada vez mais ‘mobilecêntrica’ – reconhecendo os claros benefícios dos dispositivos móveis em termos de produtividade, redução de custos, satisfação dos empregados, dentre outros – e a demanda por equipamentos móveis deve crescer ainda mais em 2015.

De fato, o estudo sobre Soluções Mobile SMB Group’s 2014 revelou que ano após ano, o gasto com soluções mobile, comparando com o gasto total em tecnologia, cresceu 10% ao ano nas microempresas e 7% nas pequenas.

Mas, ao mesmo tempo em que vemos aumentar a implementação de soluções móveis, um grande número de pequenas empresas ainda não possui sistemas de segurança compatíveis, políticas corporativas e treinamentos que garantam que seus empregados estejam seguros e protegidos dos riscos que seu comportamento no uso de mobiles pode gerar.

Infelizmente, existe uma clara evidência de que o comportamento inapropriado dos empregados no uso mobile é o maior problema de segurança digital nas empresas. Por exemplo, uma pesquisa recente de uma parceira da AVG, a Centrify, descobriu que um em cada três usuários corporativos é negligente com a segurança de seu smartphone, e que muitos desses usam senhas simples e fáceis de adivinhar, o que coloca os dados de seus empregadores em risco.

Esse é um problema bem real. No Reino Unido, por exemplo, o roubo de dados pode custar às pequenas e medias empresas entre US$ 100 mil e US$ 170 mil ao ano, com uma média de seis invasões por ano. Somado a isso, há o fato de que os cibercriminosos estão cada vez mais sofisticados em sua abordagem, usando técnicas de engenharia social para enganar empregados com e-mails fraudulentos muito bem feitos ou usando falsos sites redirecionados para páginas maliciosas.

Até agora, um caminho comum para qualquer empresa preocupada com vazamento de dados, era investir no Gerenciamento de Dispositivo Móvel. Essa ferramenta funciona garantindo que todos os dispositivos móveis dos empregados estejam autorizados pela empresa e solicita aos empregados o ingresso em uma série de Políticas de TI pré-definidas para que possam ter acesso a dados e recursos da companhia. Em troca, os administradores de TI recebem os privilégios que precisam para desempenhar procedimentos de segurança, tais como acesso e comandos remotos para ‘localização, bloqueio e eliminação’, checagem de redes e VPNs e outras questões de segurança alinhadas com a empresa.

Um dos problemas com a gestão Mobile é alguns empregados podem se sentir cerceados e acabar buscando soluções alternativas para esses mesmos usos.

Uma solução alternativa, que prevê tanto a mobilidade dos empregados quanto a produtividade via BYOD (sigla que reflete a política de uso de devices próprios dos empregados nas empresas), assim como políticas de segurança rigorosas, é a tecnologia de Segurança única (SSO) com dois fatores de autenticação. Ela permite aos gestores de TI implantar a segurança, o acesso móvel e autenticação multifator para seus clientes de pequenos negócios de maneira simples, baseada na nuvem, com um serviço que amplia a usabilidade, segurança e compliance para todos os recursos móveis disponíveis, além dos tradicionais laptops e desktops Windows e OSX.

Essa abordagem ajuda os proprietários de pequenas empresas e gestores de IT a garantir que os dados confidenciais da empresa ficarão seguros, privados e sob controle, mesmo que sejam compartilhados com dispositivos móveis de propriedade dos empregados e em serviços na nuvem.

Para os proprietários de pequenas empresas que não estão prontos para integrar uma solução completa de TI como segurança SSO, há ainda uma série de práticas recomendadas que podem ajudar na proteção de dados dos seus negócios:

• Eduque seus funcionários por meio de treinamentos presenciais e forneça recursos regularmente atualizados;

• Certifique-se de que os dados de seus clientes estejam armazenados em um banco de dados criptografado;

• Exija vários níveis de senhas para acessar qualquer banco de dados ou armazenamento de informações do cliente;

• Altere essas senhas frequentemente;

• Regularmente execute verificações com os empregados que tem contato direto com dados de clientes;

• Tenha um software de detecção de malware em execução em ambos os servidores (hospedados ou não) e nas estações de trabalho e garanta que ele e seus sistemas operacionais estejam regularmente atualizados;

• Garanta que seu sistema de gestão de Crise ou “Disaster Plan” (que, obviamente, você deve ter) inclui um plano de violação de dados.

Se você não tem um técnico qualificado que possa atender internamente a gestão de defesas de seus dados, seria bom considerar a contratação de um prestador de serviços de TI.

Com o volume e o escopo das ameaças à segurança de pequenas empresas em ascensão, elas não podem mais se dar ao luxo de esperar e correr o risco de se tornar a próxima vítima nas páginas dos jornais. Além das perdas monetárias com tais infracções, o dano à reputação pode ser incalculável e afetar gravemente a credibilidade, erodindo a confiança dos seus clientes.

* Mike Foreman é General Manager da AVG Business, divisão da AVG Technologies

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