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Uber: Regulamentação prejudica a liberdade dos mercados

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relação entre a regulamentação da prestação de serviços privados e o livre mercado foi o fio condutor do “Café da Arbitragem”, promovido pela Federasul, nesta sexta-feira (18/09). No centro do debate o tema “Liberdade e mercado: o caso Uber” foi abordado pelo empresário e economista, Paulo Fuchs e pelo escritor e arquiteto Percival Puggina. Ambos convidados lançaram um olhar positivo sobre a livre oferta de novos serviços para estimular a concorrência e por consequência melhorar a qualidade. Destacaram ainda a importância da liberdade de expressão em um País cheio de limitações, legislações e entraves ao empreendedorismo.

Ao iniciar a sua participação, o empresário Paulo Fuchs explicou as funcionalidades do novo aplicativo Uber, que permite a contratação de motoristas particulares e tem gerado diversas discussões sobre a sua regulamentação no Brasil. Em São Paulo o serviço foi impedido de ser operado após aprovação de legislação na Câmara de Vereadores. No Rio de Janeiro o aplicativo está sendo usado por meio de liminar. “E aqui em Porto Alegre a EPTC já anunciou que descarta a regulamentação do Uber”, lembrou Fucks.

Ao defender o mercado livre, o economista falou sobre os diversos aspectos da regulamentação das prestações de serviços do Brasil, principalmente aqueles que facilitam a comunicação. “A cada regulamentação o governo passa uma régua no mercado e não estimula a concorrência e nem a qualidade”, enfatizou. Na mesma linha, Percival Puggina destacou que a liberdade da população é limitada. “Nos colocaram num alçapão”, ilustrou.

O escritor apontou a baixa qualidade da educação como um dos principais motivos para perda da liberdade. “Drenaram nossas potencialidades e estão secando os dons de cada indivíduo na fonte com uma pedagogia que está distante do que o Brasil precisa”, apontou. Puggina ainda relacionou a liberdade com a “insegurança” pública e criticou as políticas adotadas no país que possuem o caráter multador, regulador e que interfere na liberdade das pessoas. “Não podemos terceirizar as nossas responsabilidades como cidadão”, finalizou.

O presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul, André Jobim de Azevedo, destacou que o exercício da liberdade também é feito por meio da arbitragem.

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Gartner apresenta etapas de transição para o local de trabalho digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, apresenta a pesquisa 2015 CIO Survey, com dados sobre o posicionamento dos CIOs em relação às recentes transições tecnológicas. De acordo com o levantamento, muitas organizações já estão adiantadas na transição da era da industrialização do setor de TI para a era da economia digital, mas algumas práticas antigas ainda permanecem. Tais ações devem ser atualizadas ou abandonadas, para que se possa adotar plenamente tanto o local de trabalho digital como a abordagem operacional ágil da TI bimodal.

As novas práticas que devem ser adotadas pelos executivos serão debatidas no Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, e que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

1. Expanda os horizontes do planejamento de TI – A pesquisa aponta que 84% do planejamento dos CIOs ainda está fundamentado em uma margem de ação de dois anos. O aumento desse prazo contribui de forma mais estratégica para o sucesso da empresa no longo prazo. “Dada a expectativa de vida de muitos investimentos em tecnologia, isso também ajudará os líderes de TI a tomar melhores decisões de investimento. Aumentar o prazo permite que a organização ganhe vantagem competitiva, capitalizando a tecnologia emergente de forma mais cautelosa, assim como o capital humano e as tendências de consumo”, afirma Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner. Para auxiliar nessa transição, o Gartner recomenda um processo de planejamento chamado de ´Impact 2020´. Com ele, primeiro, é preciso identificar os resultados desejados para 2020, e então determinar habilidades, atitudes e expectativas da sua organização e de seus funcionários. Use essas definições para localizar com precisão as tecnologias e serviços necessários para alcançar esses resultados. Trabalhando com Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, representações e instalações de negócios, o ´Impact 2020´ permitirá que você sintetize as tendências nessas áreas.

2. Invista em tecnologias pós-nexo – O nexo das forças (celular, mídias sociais, Nuvem e informações) não é uma realidade distante, ele já está aqui. Os CIOs estão começando a pensar sobre – e até buscam ativamente – as tecnologias pós-nexo. De fato, dados do Gartner sugerem que os CEOs avançaram ainda mais nesse caminho e já consideram que as tecnologias de nexo e os negócios digitais sejam uma realidade atual. Essas tecnologias, que serão abordadas no Symposium/ITxpo 2015, incluem Internet das Coisas (IoT), máquinas pensantes, desenvolvimento humano, impressão 3D e robótica. A maioria dos CIOs entrevistados já começaram a investigar, ou até mesmo a implantar, tecnologias relacionadas à IoT, máquinas inteligentes ou tecnologia de desenvolvimento humano. A adoção será amplamente difundida, de forma que o que diferenciará as organizações será o modo de implantação. “Essa área deverá ser tratada com sensibilidade, para que o funcionário veja a tecnologia como uma vantagem que ajudará em seu desenvolvimento e, como resultado, o tornará mais importante para a empresa. Uma parceria entre Tecnologia da Informação, Recursos Humanos e líderes de empresas é necessária para garantir uma implementação abrangente, eficiente e sensível às preocupações dos funcionários”, diz Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

3. Concentre os indicadores no engajamento dos funcionários – Os custos e os níveis de serviços com TI são os dois indicadores mais usados para verificar o desempenho do CIO. Ambos são remanescentes da era da industrialização do setor de TI. Demonstre mais claramente a contribuição do grupo de TI nos resultados da empresa, promovendo novos indicadores com base em seu valor não financeiro e em sua contribuição para inovação. Esses indicadores auxiliarão a empresa a concentrar-se no engajamento dos funcionários, o que pode ser definido como o quanto os funcionários estão dispostos a ajudar a atingir os objetivos da organização e a participar ativamente da comunidade. Trabalhando com o departamento de RH, a equipe de TI pode contribuir para o encorajamento dessa ação por meio da promoção de um ambiente de trabalho mais próximo ao do cliente, permitindo maiores níveis de colaboração, reconhecimento, bem-estar e transparência. Expanda o foco do grupo de TI para além da tecnologia, da automação e da manutenção. Em um período de mudanças no local de trabalho, o engajamento dos funcionários se torna uma prioridade para garantir que a força de trabalho adote novos modelos de negócios.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há preços diferenciados nas incriçções para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Intel e FAPESP irão financiar pesquisa em criptografia pós-quântica

A Intel Brasil e a FAPESP lançaram uma chamada para propostas que investigam a implementação de hardware em criptografia pós-quântica. O edital financiará a pesquisa acadêmica em instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo. As propostas selecionadas terão financiamento de até dois anos, renováveis caso apresentem progresso e comprometimento contínuo na direção da pesquisa.

A criptografia pós-quântica busca o desenvolvimento de algoritmos de tempo polinomial, que servem para resolver os problemas matemáticos ultra complexos que permeiam a criptografia moderna de chaves públicas, como a fatoração de números inteiros, logaritmos discretos, ou logaritmos discretos com curvas elípticas. A criptografia pós-quântica explora algoritmos de chave pública alternativos que possam apresentar resistência a ataques de computadores quânticos.

A computação quântica é uma das grandes promessas da tecnologia e uma área em franco crescimento. Na computação clássica, os bits retêm um entre dois estados, “ligado ou desligado”, ou “0 ou 1”. Já na computação quântica, os chamados qubits podem existir em um ou mais estados simultaneamente. Um computador quântico com n qubits pode suportar 2n estados ao mesmo tempo. O resultado final são computadores com capacidade para realizar cálculos muito mais complexos do que os computadores atuais e em um intervalo de tempo menor.

O uso de computadores quânticos também necessita uma revisão de toda a base de algoritmos e métodos criptográficos existentes. Os sistemas criptográficos atuais são baseados na dificuldade de se resolver equações polinomiais, na complexidade exponencial da fatoração em números primos ou em códigos de correção de erros. Como os computadores quânticos são muito mais complexos do que um computador comum, eles precisarão usar novos métodos criptográficos, chamados de pós-quânticos.

Apesar de já existirem linhas de pesquisa em algoritmos pós-quânticos, é necessário um trabalho adicional para entender os aspectos de sua implementação em hardware. É este trabalho que será o foco das pesquisas financiadas pela Intel e pela FAPESP.

São elegíveis pesquisadores brasileiros de Ensino Superior vinculados a instituições de pesquisa no Estado de São Paulo. Requisitos adicionais, condições e restrições do Programa FAPESP de Pesquisa Cooperativa para Inovação Tecnológica (PITE) descrito no www.fapesp.br/pite são aplicados ao edital 9719. O prazo de inscrições encerra em 13 de novembro de 2015 e a chamada está disponível em: www.fapesp.br/9719.

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Brasileiros com internet no smartphone já são mais de 70 milhões

Redes sociais e serviços de comunicação lideram entre os aplicativos mais populares no Brasil
Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

O número de pessoas que usam o smartphone para ter acesso à internet continuou em crescimento no Brasil e chegou a 72,4 milhões no segundo trimestre de 2015. O aumento foi de 4%, ou cerca de 4 milhões de pessoas a mais em relação aos 68,4 milhões do primeiro trimestre.

Mas houve uma diminuição no ritmo de crescimento na comparação com o quarto trimestre de 2014, quando o número de pessoas com smartphones online era de 58,6 milhões, sobretudo entre os jovens.

O maior crescimento nos últimos meses do uso de internet pelo smartphone ocorreu entre adultos e idosos. O grupo a partir de 35 anos de idade, que representava 35% dos usuários de smartphones conectados no quarto trimestre de 2014, chegou a 38% no segundo trimestre de 2015.

Total de pessoas que usam smartphone com internet, segundo as faixas etárias – Brasil – 4º trimestre de 2014 a 2º trimestre de 2015

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Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

O aumento do uso do smartphone como meio de acesso à internet também vem sendo maior entre as mulheres. Elas eram 50% dos usuários de smartphones no quarto trimestre de 2014. Passaram para 51% no primeiro trimestre de 2015 e chegaram a 52% no segundo trimestre.

Redes sociais, comunicação e bancos são os apps mais usados

A partir do total de usuários de smartphones apurado no segundo trimestre de 2015, a Nielsen IBOPE realizou no mês de julho uma pesquisa para identificar quais os aplicativos campeões de uso entre os brasileiros.

As redes sociais e os aplicativos para comunicação continuaram predominando entre os apps mais populares. Entre os vinte aplicativos mais usados pelos 72,4 milhões de brasileiros conectados por smartphones, seis são de redes sociais ou de troca de mensagens, quatro são de bancos, três são de e-mail e dois são de mapas e localização.

Os 20 aplicativos mais utilizados no smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Selecione os sete apps que você mais utilizou em julho em seu smartphone

Fonte: Mobile Report – Julho/15 – Nielsen IBOPE

Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

A pesquisa Mobile Report também perguntou aos brasileiros quais as situações em que o smartphone é mais utilizado. Navegar na internet dentro do banheiro apareceu entre os momentos mais comuns. Um quinto dos usuários brasileiros de smartphones disse que faz isso. E praticamente a metade dos usuários disse que consulta o smartphone antes de dormir. Esse hábito é muito mais comum entre os adolescentes. Enquanto na média de todos os usuários de smartphones conectados 48% olham o smartphone antes de deitar, entre os adolescentes esse hábito atinge 62%. Já o uso do smartphone no banheiro é maior na classe A.

Os maiores momentos de uso do smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Quais os três momentos em que você mais usa a internet do smartphone?
Fonte: Mobile Report- Julho/15 – Nielsen IBOPE

Acesso à internet pelo computador continua acima de 100 milhões

O número de brasileiros que moram em domicílios com acesso a um computador com internet chegou a 96,1 milhões em julho de 2015, segundo a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 58,1 milhões usaram a internet no computador de casa pelo menos uma vez no mês.
Quando se considera todo o conjunto de pessoas com acesso ao computador com internet em casa ou no local de trabalho, o número é de 103,4 milhões. Dessas pessoas com acesso em domicílios ou no trabalho, 72,3 milhões foram usuárias ativas em julho, ou seja, usaram pelo menos uma vez no mês.

Evolução do número de pessoas com acesso ao computador com internet, usuários ativos e tempo médio online (hh:mm:ss) – Brasil – trabalho e domicílios – janeiro a julho de 2015

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Fonte: NetView-Julho/15 – Nielsen IBOPE

A pesquisa Mobile Report é realizada em duas etapas. Primeiro identifica uma vez por trimestre, por meio de um levantamento aleatório, a quantidade e a distribuição dos possuidores de smartphones em todo o Brasil. Em seguida, aplica um questionário mensal em um painel de usuários para mapear os hábitos de uso da internet pelo aparelho. A pesquisa que identificou os aplicativos e os momentos de uso do smartphone foi realizada pela internet com 898 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 28 de julho e 5 de agosto de 2015.

A pesquisa NetView é um monitoramento do uso da internet em computadores realizado pela Nielsen IBOPE no Brasil desde setembro de 2000 que informa ao mercado brasileiro todos os meses sobre o comportamento dos internautas, desde a audiência de sites e serviços até dados para planejamento publicitário.

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Assespro planeja “área da inovação” para empresários brasileiros no WCIT 2016

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

Com o objetivo de ampliar a visibilidade das iniciativas inovadoras desenvolvidas no Brasil, a ASSESPRO Nacional planeja destinar um espaço no WCIT 2016 para empresários que atuem em pesquisas e desenvolvimento de produtos e processos notáveis, seja em tecnologia nova ou aprimorada.

A oportunidade será para participação na exposição do evento, por onde deverão circular cerca de 2500 pessoas, de 82 países, durante os três dias de programação. As empresas convidadas dividirão espaço com grandes marcas da TI mundial e de áreas correlatas. Na edição de 2014, 80 expositores compuseram a feira.

A Área da Inovação foi tema de reunião entre o secretário-geral da WITSA, James Poisant, a diretora executiva do WCIT, Flávia Malkine, e os representantes do Sebrae Nacional Heloísa Menezes (diretora técnica) e André Spinola (gerente nacional de Atendimento do Setor de Serviços). As entidades organizadoras do evento destacaram a relevância de agregar a expertise da instituição junto aos empresários brasileiros ao evento, com destaque para às micro e pequenas empresas, que são responsáveis por mais de 90% do setor de Tecnologia da Informação no Brasil.

A ASSESPRO Nacional solicitou ao Sebrae que verifique a viabilidade de oferecer capacitação aos empresários selecionados para que estejam aptos a apresentar as ideias inovadoras com vistas a firmar parcerias internacionais.

Outra possibilidade será a comemoração de um ano do Movimento Compre do Pequeno Negócio durante o Congresso Mundial de TI. O projeto visa valorizar os produtos e serviços de micro e pequenos empreendedores e será lançado no dia 5 de outubro de 2015 pelo Sebrae. O objetivo é gerar renda e emprego nas comunidades.

Com foco no estímulo ao empreendedorismo e no desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, o Sebrae atua em educação empreendedora; capacitação dos empreendedores e empresários; articulação de políticas públicas que criem um ambiente legal mais favorável; acesso a novos mercados; acesso à tecnologia e inovação; orientação para o acesso aos serviços financeiros.

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Aplicativos gratuitos alcançam 10 milhões de downloads no Brasil, revela pesquisa PayPal/BigData

O brasileiro não gosta de pagar por aplicativos para seu smartphone ou tablet (85% só fazem download de apps gratuitos) e prefere games a outros softwares, a exemplo dos joguinhos que respondem por 18% de tudo o que é baixado na internet no País. Essas são algumas das informações da pesquisa “O Perfil dos Aplicativos no Brasil”, encomendada pelo PayPal à BigData Corp. e divulgada hoje.

Em segundo lugar no ranking dos aplicativos baixados pelo brasileiro estão os educacionais (9%) e as ferramentas de produtividade (7%). Dentre os (poucos) apps pagos, os que mais despertam interesse do usuário são os que personalizam o aparelho. Os menos cotados são os de revistas e notícias.

“Pouco se conhecia sobre o universo dos aplicativos no Brasil, um mercado fértil para startups e desenvolvedores, importantes públicos-alvo do PayPal”, comenta Paula Paschoal, diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil. “Com essa primeira iniciativa, queremos nos posicionar como parceiros e fonte de informação para empresas nascentes na web”, complementa a executiva.

“A pesquisa demonstra, por exemplo, que a startup ou o desenvolvedor que deseja ter sucesso nesse mercado deverá buscar um modelo de negócios que preveja um aplicativo gratuito, o qual conte com formas alternativas de receitas – entre elas, a venda de parte do conteúdo ou o uso de banners”, comenta Paula.

Thoran Rodrigues, sócio-fundador e CEO da BigData, ressalta outro aspecto da dinâmica deste nascente mercado. “Descobrimos que quanto menor o nível de atualização de um aplicativo, mais chance ele tem de cair no ostracismo”, afirma o executivo, responsável pela pesquisa. “Verificamos que, na prática, os apps que alcançam sucesso comercial (via anunciantes e/ou patrocinadores) são os que são constantemente atualizados”, ressalta.

De acordo com Rodrigues, as empresas que atualizam frequentemente os apps – seja para a introdução de novos conteúdos, para aprimorar as versões, ou para atender às demandas dos usuários – têm apresentado um ciclo de vida mais longo. Ele lembra que é comum a liberação de muitas atualizações no início do ciclo de vida de um aplicativo. “Mas, numa segunda fase, ele é “esquecido” pela empresa que o lançou. É importante evitar a prática, programando novas atualizações ao longo do tempo, o que demonstra o interesse da empresa em atender as demandas dos usuários”, conclui o executivo.

Abaixo, alguns highlights da pesquisa, com dados que a BigData Corp. colheu nas principais lojas virtuais presentes no Brasil, como iTunes e Google Play:

• No Brasil, nenhum aplicativo com mais de 10 milhões de downloads é pago.

• 59% dos apps baixados pelos brasileiros em seus tablets ou smartphones contam com menos de 1.000 downloads.

• Em volume, os games lideram com mais de 40% de participação entre os aplicativos com mais de 10 milhões de downloads, seguidos (muito de longe) pelas ferramentas de produtividade (como e-mail ou edição de texto), que batem os 10,5%. As outras categorias têm poucos “líderes”.

• 21% dos games baixados são puzzles (quebra-cabeças); 19,5%, games casuais (simples e rápidos de se aprender); e 16,5%, arcades (estilo fliperama).

• Os apps de comunicação (troca de mensagens) são os que geram mais engajamento (medido por reviews pela pesquisa BigData), o que indica um maior nível de utilização e de preocupação do usuário com esse gênero de aplicativo. Em seguida temos jogos e apps de fotografia.

• Aplicativos gratuitos geram muito mais engajamento entre os usuários do que os aplicativos pagos, respondendo por mais de 98% do total de reviews. Ainda de acordo com o estudo, as pessoas tendem a ser mais “generosas” quando avaliam aplicativos gratuitos, atribuindo notas mais altas a eles.

• Os aplicativos com maior quantidade de downloads (10 milhões ou mais) são atualizados ao menos uma vez a cada 3 meses. Já os aplicativos de primeira linha são atualizados, em média, a cada 20 dias.
Metodologia

A BigData Corp. processa mais de 2.5 Petabytes em suas capturas de informação na web, visitando por meio de robôs 250 milhões de sites e 2,5 milhões de aplicativos semanalmente. Todas as informações processadas são colhidas a partir dos dados públicos das lojas virtuais que oferecem aplicativos na web.

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IBM abre Cloud Data Center em São Paulo

A IBM continua expandindo sua presença na nuvem e inaugura um segundo data center no Brasil. Situado em Jundiaí, São Paulo, o novo centro é o primeiro no país a oferecer acesso completo a uma gama de serviços para construção de soluções de cloud, ao mesmo tempo que clientes globais podem tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de uma forma mais ágil.

Neste ano, a IBM também lançará o suporte web completo e em português para os clientes SoftLayer. Desta forma, será ainda mais fácil para as empresas brasileiras utilizarem a plataforma para transformar suas operações na nuvem.A IBM continua expandindo sua presença na nuvem e inaugura um segundo data center no Brasil. Situado em Jundiaí, São Paulo, o novo centro é o primeiro no país a oferecer acesso completo a uma gama de serviços para construção de soluções de cloud, ao mesmo tempo que clientes globais podem tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de uma forma mais ágil.

Neste ano, a IBM também lançará o suporte web completo e em português para os clientes SoftLayer. Desta forma, será ainda mais fácil para as empresas brasileiras utilizarem a plataforma para transformar suas operações na nuvem.

“Estamos passando por um momento de grande mudança para as empresas, em que a ruptura dos modelos de negócios tradicionais é constante e exige uma adaptação quase instantânea. Ao longo de quase 100 anos no Brasil, a IBM se dedicou ao atendimento das necessidades das organizações e neste momento vemos Cloud Computing como o facilitador para estas empresas entrarem e sobreviverem neste novo contexto”, diz Tomaz Oliveira, vice-presidente de Cloud Computing da IBM Brasil. “A adoção da computação em nuvem cresce rapidamente e o nosso novo Data Center em São Paulo reforça ainda mais nosso compromisso com o sucesso dos nossos clientes e com a região, permitindo-nos fornecer ao País os melhores serviços de nuvem”, completa.

De acordo com o instituto de pesquisa Frost & Sullivan, o mercado de computação em nuvem no Brasil deve crescer mais de dois dígitos nos próximos dois anos devido ao crescente interesse das empresas pela tecnologia. Segundo o instituto, o segmento brasileiro de Cloud alcançou o valor de US$ 474,8 milhões em 2014 e deve atingir US$ 1,11 bilhão em 2017. Enquanto a redução de custo continua sendo a principal razão para a adoção da tecnologia, 45% dos executivos de TI brasileiros que responderam à pesquisa disseram que cloud dá suporte à inovação de seus negócios e outros 45% disseram que provê grande flexibilidade para suas empresas explorarem novas oportunidades de mercado.

Ao disponibilizar um centro de dados local aos clientes brasileiros, a IBM também aumenta a flexibilidade para armazenamento e processamento de dados no país. O novo data center se une aos outros dois data centers IBM Cloud na América Latina: o de Hortolândia, São Paulo, e o de Queretaro, no México, juntamente com uma extensa rede de centros de dados globais, provendo aos clientes mais opções de redundância e recuperação de dados, garantindo a continuidade dos negócios em caso de incidentes.

Com capacidade para 9 mil servidores e potência de 2.8 MW, o novo data center oferece toda a gama de serviços de infraestrutura IBM Cloud, como servidores físicos e virtuais, armazenamento, serviços de segurança e redes. O data center ainda segue a classificação padrão Tier III do Uptime Institute, que garante que não haja interrupções no caso de substituição e manutenção de equipamentos. A partir da nova localização, as conexões com serviços IBM Cloud na América Latina se reduzem a apenas décimos milissegundos.

Todo o comprometimento da IBM com o desenvolvimento de Cloud no mercado está sendo recompensado. Seekr, uma startup brasileira, lançada em 2010 e uma das maiores empresas de monitoramento de redes sociais no país, mudou para a SoftLayer recentemente. “É perceptível para nós, parceiros, o investimento e interesse da IBM em evoluir cada vez mais a SoftLayer. Mais do que performance e qualidade, dois grandes diferenciais da SoftLayer e IBM, outros benefícios foram o atendimento e auxílio na definição da melhor solução para as nossas necessidades, algo extremamente difícil de encontrar em outras soluções de Cloud Computing”, ressalta Mauricio Brentano, CTO Seekr.

O novo centro de dados também pode hospedar soluções baseadas em OpenStack, incluindo as da Blue Box, uma companhia recém adquirida pela IBM. Isso ajuda a ampliar o alcance de qualquer ambiente OpenStack, permitindo que os clientes se conectem à infraestrutura e serviços gerenciados que suportam arquiteturas eficazes, incluindo AIX em Power Systems. O resultado é maior flexibilidade e escolha para os clientes quando se trata de padrões abertos e implementações de nuvem híbrida.

A IBM opera mais de 40 data centers nas Américas, Ásia, Austrália e Europa para que os clientes possam obter recursos de Cloud exatamente onde e quando precisarem. Os usuários contam com visibilidade granular das localizações do data center – com indicação da cidade exata -, permitindo implementar cargas de trabalho críticas em áreas geográficas estratégicas a fim de minimizar a latência da rede, melhorar a performance dos aplicativos e cumprir as regulamentações locais.

A IBM mais que dobrou a capacidade geral de data centers da SoftLayer desde que investiu US$ 1.2 bilhão em 2014 para uma expansão maciça de data centers pelo mundo. Agora, esta rede globalmente integrada de centros de dados em nuvem, presente em todos os principais continentes, oferece às empresas a capacidade de escalar e construir os seus recursos de TI conforme suas necessidades, minimizando o risco. Quando usado com Bluemix, oferta de PaaS (plataforma como serviço) da IBM, os desenvolvedores podem facilmente criar e testar novas aplicações em ambientes de produção completos de qualquer lugar do mundo, enquanto também têm acesso a recursos internos como Watson para serviços de computação cognitiva, bem como a dezenas de serviços de terceiros.

Os clientes podem fazer seus pedidos de servidores e serviços no novo data center de São Paulo em: www.softlayer.com/info/sao-paulo-hosting ou entrando em contato com: http://www.ibm.com/planetwide/br/.

Mais informações sobre a Seekr: https://seekr.com.br/

Fonte: IBM Brasil

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SUCESU-RS tem novo Grupo de Usuários sobre Business Intelligence

Apoiar a tomada de decisão do gestor nos negócios a partir da coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações. Este é o papel das soluções em Business Intelligence (BI), que serão o foco dos debates no novo Grupo de Usuário da SUCESU-RS, o GU-BI. O grupo visa reunir a comunidade de BI no Rio Grande o Sul para troca de ideias, apresentação de cases, estudos de mercado, métricas, metodologias e melhores práticas de implementação de BI dentro das organizações. O GU-BI teve seu primeiro encontro na terça-feira, 15 de setembro.

Conforme o Coordenador do GU-BI, Paulo Ricardo Rocha, em um mercado que valoriza cada vez mais a informação, o Business Intelligence é essencial para o planejamento estratégico e tomadas de decisão das empresas. “O grupo surge também a partir do aumento do BI dentro da TI. A estabilidade dos ERP´s no mercado gaúcho e com isso a necessidade das empresas em extrair informações destes ERP´s para tomada de decisão, assim como o crescimento dos volumes de dados (Big Data) são motivadores”, afirma.

Avaliar as diversas plataformas oferecidas pelo mercado será outro objetivo do grupo. “São ferramentas que devem ser analisadas caso a caso, vendo o custo-benefício de cada uma na realidade da empresa. Existem opções gratuitas boas no mercado, que atendem pequenas e médias empresas, e as enterprise, que são para as médias e grandes corporações”, explica Paulo. As análises do grupo terão como ponto de partida o quadrante mágico do Gartner, que avalia cada fornecedor de BI e mostra as posições relativas de cada um no mercado.

O GU-BI é Coordenado por Paulo Ricardo Rocha, Diretor Comercial da Business Tech e pelos vice-coordenadores: João Gutheil, Analista de Sistemas da AGCO; Cassio Cervo, Analista de Sistemas do SICREDI; Sidnei Aguiar dos Santos, Analista de Negócios no grupo InBetta; Carla Ferreira, Analista de Sistemas do Grupo RBS; Juliano Jorej, Controladoria do Hospital Mãe de Deus; Ronald Bertele, Analista de Sistemas da Vonpar e Marciano Kern, Consultor de BI.

O GU-BI tem um grupo no Linked in www.linkedin.com/groups/GUBI-8382345/about e terá página do facebook. A agenda de encontros também pode ser acompanhada pelo site da SUCESU-RS.

A SUCESU-RS possui hoje 15 Grupos de Usuários – GUs ativos que reúnem profissionais de diversas tecnologias. Informações: www.sucesurs.org.br/gu

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Microsoft amplia parceria global com a multinacional inglesa Sage

Sage, multinacional líder no mercado global de softwares de gestão para pequenas e médias empresas, acaba de anunciar uma parceria com a Microsoft para o desenvolvimento de novos softwares. O acordo inclui novas soluções da Sage que utilizem as plataformas da Microsoft e maior integração entre os portfólios de produtos das duas empresas. De acordo com o anúncio, a Sage irá criar a nova geração de ferramentas nas áreas contábeis e de escrituração com base nas soluções de ponta em nuvem da Microsoft.

Empresas de pequeno porte representam 99% dos negócios do mundo e são responsáveis por dois terços dos novos empregos gerados no Reino Unido e Estados Unidos desde 2009. Por meio dessa parceria, a Sage será capaz de ajudar milhares de PMEs ao redor do mundo, garantindo acesso desses empreendimentos a todos os recursos e tecnologia que as duas companhias têm a oferecer.

O anúncio realizado na última segunda-feira (14) amplia uma parceria que já dura duas décadas entre a Sage e a Microsoft e que, a partir de agora, inclui soluções locais, em nuvem e híbridas em nível global. “Ao longo dos últimos anos, Sage e Microsoft construíram uma relação frutífera em nível local. Com o novo acordo passamos a considerar um cenário maior e imaginando o que é possível fazer pelas PMEs do mundo todo se as duas trabalharem de forma mais integrada e próxima em escala global”, diz o vice-presidente executivo de parcerias e alianças estratégicas globais da Sage, Alan Laing.

Com a ampliação da parceria entre as duas empresas, alguns dos melhores desenvolvedores de softwares do mundo irão trabalhar juntos para desenvolver novas soluções para ajudar PMEs de todo o globo a desenvolverem seus negócios. “A Sage acredita que a tecnologia é uma aliada importante na gestão de PMEs, garantindo tranquilidade e liberdade para que os pequenos empresários se dediquem ao desenvolvimento dos seus empreendimentos. É ótimo poder compartilhar essa visão com a Microsoft”, afirma o presidente da Sage no Brasil, Jorge Santos Carneiro.

“É uma grande satisfação ampliar nossa pareceria com a Sage. A partir das novas soluções que serão desenvolvidas, a Sage poderá ajudar ainda mais os contadores a aumentarem sua produtividade”, diz a gerente-geral da Microsoft Office Division, Julia White.

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O futuro da tecnologia e das empresas na era digital em um país em recessão econômica

O País vive uma grande crise econômica e política, que já afeta muitas empresas locais e multinacionais. A Emprego Ligado e seu porta-voz têm participado de discussões sobre o futuro da tecnologia e das empresas (principalmente, as que investem em tecnologia) na era digital em um país em recessão econômica. O CEO da Emprego Ligado, Jacob Rosenbloom, é um dos palestrantes do CIO SUMMIT – evento que acontecerá nos dias 19 e 20 de setembro, no Grande Hotel, em Campos do Jordão (SP).

O CIO SUMMIT é um encontro exclusivo entre altos executivos, das maiores empresas do país e da SAP. O objetivo é promover relacionamento e entretenimento entre os executivos presentes, além de oferecer conteúdo relevante para os participantes, além de discutir os desafios enfrentados no cenário atual.

Com tecnologia mobile única adaptada especificamente para as necessidades do candidato, a Emprego Ligado possibilita ao profissional receber, de forma gratuita, vagas próximas à sua residência. Já o contratante tem a possibilidade de contratar e acordo com a proximidade da empresa, evitando assim absenteísmo e atrasos. Em poucos cliques, muitas empresas conseguiram entrevistar e contratar profissionais operacionais como operador de call center, vendedor, atendente de loja, balconista, estoquista, promotor de vendas, entre outros

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Presence Technology anuncia Mauricio Visnardi como novo country manager para o Brasil

Mauricio Visnardi é o novo country manager para o Brasil da Presence Technology, fornecedora de soluções multicanais avançadas para contact centers. Experiente no mercado de tecnologia para relacionamento com o cliente, com passagens pela Avaya, Altitude e Verint, o executivo foi a aposta lógica da empresa para dar continuidade ao ritmo de crescimento que a companhia vem tendo no país, baseado na estratégia de conquistar novos clientes, aumentar a proximidade com os atuais, atuar em novas verticais de mercado e estreitar o relacionamento com os canais.

De acordo com Visnardi, existem inúmeras possibilidades de trabalho em diferentes verticais e várias oportunidades já começaram a despontar com grandes expectativas: “Em uma primeira análise posso afirmar que os resultados são positivos. Temos como objetivo posicionar a empresa de acordo com o seu potencial, oferecendo alta tecnologia e qualidade para os nossos clientes”.

Carlos Martinez, vice-presidente de vendas da Presence Technology, está bastante otimista com a contratação de Visnardi e acrescenta “Levamos em conta que novos desafios são vencidos por profissionais experientes e competentes e Maurício reuniu todos os requisitos necessários para continuarmos crescendo”, destaca.

Um dos objetivos iniciais de Visnardi, além de estreitar o relacionamento com clientes e canais é alavancar o marketing da companhia na divulgação de alguns produtos que vem tendo grande aceitação no mercado mundial de contact center: “Tecnologias como WebRTC e modelos de negócios como o Flexicob da Presence agregam produtividade e eliminam custos fixos. Durante minha gestão, pretendo explorar todas essas potencialidades e conquistar novos clientes em áreas que considero estratégicas, como cobrança e healthcare, finaliza.

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Processor inova com solução de CRM mais completa e efetiva

Como empresa de Tecnologia da Informação, a Processor inova e aprimora suas soluções para oferecer o melhor para seus clientes. Entre suas últimas novidades está o lançamento da nova versão do Processor CRM, que chegou ao mercado com novas funcionalidades importantes. A ferramenta, que já ajudava as empresas a conhecerem melhor os seus clientes, gerando ganho de velocidade nos processos, aumento de vendas e retenção de clientes, evoluiu para ir além, incorporando muitas novas facilidades.

O CRM 2015 conta agora com o Social Listening, solução de monitoramento das redes sociais, que possibilita que as empresas conheçam e compreendam como sua marca e seus produtos estão sendo vistos na web. Para isso a ferramenta realiza uma busca de informações relevantes para os negócios em plataformas como Facebook, Twitter, Linkedin, blogs e sites. A partir desses dados é possível se compreender as tendências do mercado e ter insights mais rápidos e assertivos.
O BDM de Soluções da Processor, Leonardo Gondim, conta que com o Social Listening é possível detectar rapidamente interesses e problemas e, assim, antecipar ações de melhoria e correções. “É possível gerenciar indicadores de satisfação dos usuários das redes sociais sobre um novo produto lançado e saber quantas vezes e como a empresa foi citada”, acrescenta.

O ano de 2015 ganhou também uma versão mobile evoluída do CRM, que permite a realização de diversas ações por meio de smartphones e tablets, o que gera um significativo aumento de produtividade nas empresas.

Interface intuitiva facilita adoção

A nova versão chega com interface clean, simples e intuitiva, o que facilita muito na hora de aprender a utilizar a ferramenta, pois a aparência simples permite adaptação rápida, gerando maior produtividade. O resultado é percebido no rápido retorno do investimento, além de melhor atendimento ao cliente.

Segundo o Executivo de Contas Sênior da Processor, Daniel Fucs, a solução conta com uma base única de informação, que possibilita ter uma visão de 360º dos clientes, e a compreensão de suas tendências de compra, problemas comuns, além da melhor forma de se comunicar. “O Processor CRM é uma plataforma estável e versátil, cujas funcionalidades nativas atendem muitos requisitos de negócios das empresas”, garante.

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