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Tecnologia DLP proporciona maior segurança para informações confidenciais

Preocupação constante em empresas, a perda e roubo de dados, que contém informações importantes e até confidenciais, acarreta despesas cada vez maiores no ambiente empresarial. Corporações possuem bilhões de informações circulando por dispositivos físicos e móveis a cada segundo, por isso procuram alternativas de proteção capazes de evitar prejuízos maiores. Reconhecendo as necessidades de seu público-alvo, a especialista em soluções empresariais, Processor, desenvolveu o Data Loss Prevention (DLP), uma tecnologia de segurança para o reconhecimento de conteúdo.

O DLP lida com três importantes dimensões relacionadas às informações confidenciais e importantes para o negócio: onde os dados estão armazenados, como estão sendo usados e de que forma podem ser protegidos contra vazamentos, perdas e roubos.

Melhores práticas de segurança

Segundo Antônio Caetano, Business Development Manager (BDM) de Infraestrutura da Processor, o Data Loss Prevention permite estender as políticas de segurança e de conformidade para fora dos limites da rede. Ele afirma que a tecnologia envolve metodologias de implementação embasadas em melhores práticas de segurança, políticas, intuitivas e ferramentas para o gerenciamento de incidentes.
O BDM salienta, ainda, que o Data Loss Prevention dispõe, também, de uma cobertura abrangente de todos os canais que oferecem risco às informações. “O DLP amplia o alcance dos recursos de prevenção contra a perda de dados, incluindo ambientes locais, em nuvem e dispositivos móveis”, complementa.

Melhor estratégia de proteção de dados

O Data Loss Prevention disponibiliza para seus usuários a melhor estratégia de proteção da propriedade intelectual das empresas: a classificação de dados, que possibilita estabelecer táticas e executar as três fases principais que levarão a proteção das informações:

1. Coleta e detecção: Os dados monitorados são analisados para determinar o comportamento dos usuários e como essas informações são trabalhadas na organização;

2. Educação e ajustes de conduta: Os usuários são notificados sobre a política de segurança da empresa e devem ser orientados em relação as melhores práticas para evitar o vazamento de dados importantes;

3. Correção e remediação: Os incidentes registrados são analisados pelo time de segurança e registrados para serem utilizados para auditoria e investigação. Regras de bloqueio de comportamento indevido, baseadas em normas de conformidade, são ativadas com o objetivo de impedir o vazamento de dados de negócio.

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Cresce o número de desenvolvedores que criam aplicações para comércio eletrônico no MercadoLivre

O MercadoLivre certificou, entre maio de 2014 e setembro deste ano, 24 empresas de desenvolvimento de software, ERPs e plataformas para a criação de aplicações para o comércio eletrônico realizado em seu site. De 16 empresas de desenvolvimento em 2014, agora são 40. Todas com a missão de criar ferramentas que melhorem a experiência de compradores e vendedores no uso do marketplace e também das unidades de negócio MercadoLivre Classificados (para os anunciantes de veículos e imóveis), MercadoPago (soluções de pagamento) e MercadoEnvios (soluções de logística).

Desde a abertura de seu ambiente tecnológico, em 2012, o MercadoLivre tem se aproximado de programadores e engenheiros de software para enriquecer a oferta de ferramentas e serviços para o comércio eletrônico. “A presença de lojas de médio e grande portes como vendedoras no site MercadoLivre é consequência do trabalho dos desenvolvedores, que nos ajudam na integração dessas lojas ao nosso sistema”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre Brasil. “Além disso, tem sido criada uma série de ferramentas de business intelligence e de performance de vendas para ajudar micro e pequenos lojistas, e até mesmo pessoas físicas”.

O grande número de vendedores que atuam no MercadoLivre (7 milhões de vendedores únicos na América Latina) é um dos principais fatores de crescimento do empreendedorismo na área de desenvolvimento de software para comércio eletrônico no Brasil. E, para fomentar ainda mais este crescimento, a companhia criou, em 2013, o fundo “MercadoLivre Commerce Fund”, de US$ 10 milhões, voltado para investir em companhias que criem soluções criativas para o ecossistema de serviços oferecidos pelo MercadoLivre.

Presente em 14 países (América Latina e Portugal), o MercadoLivre tem o Brasil como principal operação – e também como o país que possui o maior número de desenvolvedores certificados, comparado com os outros países da região, que somam outros 20 desenvolvedores. “O mercado brasileiro de comércio eletrônico está em uma fase de muito investimento em tecnologia e marketing, o que faz o setor crescer mais rápido do que em outros países”, afirma Lemos.

A lista completa de desenvolvedores certificados está disponível no site: http://developers.mercadolibre.com

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GUDay debaterá implementação de sistemas de gestão (ERP) em Porto Alegre

A SUCESU-RS e os Grupos de Usuários – GUs promovem no dia 4 de novembro o 2ᵒ GUDay de 2015, no CIEE-RS (Rua Dom Pedro II, 861), das 8h30min às 16h30min, em Porto Alegre. O evento é direcionado para profissionais da área de tecnologia e gestão interessados em processos de implementação de ERP nas empresas.

“As implementações de sistemas de gestão (ERP) são projetos de total transformação nas organizações, que podem ter sucesso e propiciar enorme retorno, ou tornarem-se um grande pesadelo se mal conduzidas”, destaca Guilherme Lessa, Vice-Presidente de GUs da SUCESU-RS.

Na programação do evento, cada grupo trará sua contribuição sobre como melhor conduzir este tipo de projeto, desde a decisão da implementação, passando pela seleção do software adequado, até a entrada do sistema em produção. A palestra de abertura do evento será com Luiz Gustavo Cabral, da Consultoria KPMG, com o tema “ERP ou não ERP”. O evento também contará com a apresentação de informações de mercado sobre implementações e estudos de caso.

Os Grupos de Usuários da SUCESU-RS têm como objetivo reunir usuários e demais interessados nas diversas tecnologias e metodologias tratadas através da troca de experiências e conhecimentos técnicos. A entidade possui hoje 15 GUs em atividade em áreas como gestão de projetos, governança, infraestrutura, BI, mobilidade, teste de software, entre outros.

O evento conta com patrocínio de: Dynâmica (gigabyte); Fontoura Education (kilobyte); Reverso Comunicação Integrada (especial); e apoio institucional de Tecnopuc, Trino Polo, PMI, Assespro/RS, Seprorgs, SOFTSUL e CIEE-RS.

Veja programa completo
http://www.sucesurs.org.br/eventos/guday-2015-2o-edicao/programacao-do-evento

SERVIÇO
O que: 2ᵃ edição GUDay
Data: 4 de novembro (quarta-feira)
Local: CIEE-RS (Rua Dom Pedro II, 861) – Porto Alegre
Horário: 8h30min às 16h30min
Ingressos
Associado SUCESU-RS – gratuito
Estudante – R$ 15,00
Entidade apoiadora – R$ 30,00
Público em geral – R$ 50,00
As inscrições: www.sucesurs.org.br/eventos/guday-2015-2o-edicao/inscricao
Informações: (51) 3331.7244

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Desvalorização do Real atrai investidores americanos

A onda de pessimismo que ronda a economia brasileira não tem assustado alguns investidores americanos que decidiram aproveitar a depreciação do real ante o dólar – que nos últimos 12 meses passou de 70% – para fazer negócio em terras tupiniquins. “O melhor momento para investir ou comprar é quando há sangue nas ruas”, ressalta Ricardo Normand, sócio da Drummond Ventures, empresa de investimentos com foco em transações entre Brasil e EUA. O conselho é inspirado na célebre frase do banqueiro Nathan Rothchild durante o período de guerras na Europa do século 19.

Mesmo que, felizmente, a crise econômica não tenha espalhado sangue pelas ruas, a recomendação ainda é válida. A valorização do dólar ante o real tornou o investimento no Brasil muito mais barato para estrangeiros, interessados principalmente na compra de imóveis e empresas com dificuldades financeiras. Normand comenta que muitos investidores e fundos que nunca aplicaram no Brasil estão em contato com a Drummond Ventures para desenhar uma estratégia que tire proveito do momento econômico atual.

Nesse contexto, ganha destaque a atuação de butiques de investimentos – gestoras independentes de recursos que representam os próprios fundos ou empresas que buscam adquirir outras companhias do mesmo ramo. Como exemplo, Normand cita uma butique que procura fazer investimentos na faixa de 50 milhões de dólares no Brasil. Essas gestoras, diz ele, têm pensamento no médio e longo prazo. “Os investidores sabem que a crise ainda vai se agravar um pouco, mas esperam que a economia se recupere em algum momento”, observa.

Normand avalia que, durante a crise, quem tem liquidez – ou seja, recursos em caixa – pode se dar bem. “Ganha-se comprando e não vendendo. Se você negociar bem na compra, vai ganhar dinheiro. Como os preços estão baratos, a capacidade de negociação é grande”, pontua. Do lado das empresas brasileiras, o mercado em recessão e a desvalorização da moeda nacional reduzem a geração de caixa. “Temos alguns clientes brasileiros correndo atrás porque as receitas, margens e lucro estão caindo”, relata Normand.

Antes de apostar no Brasil, os investidores estrangeiros precisam saber onde estão entrando. “Para diminuir a distância entre vontade e execução, é importante conhecer bem os riscos envolvidos nessa operação, que vão desde o cenário político até questões tributárias e de ordem econômica interna”, orienta o sócio da Drummond Ventures. Depois de entender o ambiente de negócios, explica, tem-se maior clareza sobre qual tipo de investimento vale mais a pena.

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Talentos digitais: Nubelo anuncia aquisição de 31% do Prolancer

A plataforma espanhola de talentos digitais e contratação de serviços freelancers Nubelo, com unidades em Barcelona e em Buenos Aires, acaba de finalizar a aquisição de parte da Prolancer, maior plataforma de ofertas de vagas freelancers do Brasil. A Nubelo investiu R$ 2,5 milhões para adquirir 31% do capital, tornando-se o sócio investidor majoritário da empresa, da qual já possuía 20% de participação.

O restante do capital está dividido entre os fundadores da Prolancer: Sergio Méndez Baiges, Tony Cebrián, e Robzon Zumkeller. No ano passado, a Nubelo faturou R$ 2,2 milhões. Com a aquisição, a companhia calcula que deverá chegar a R$ 4,5 milhões ainda em 2015. A Prolancer, por sua vez, criada em 2011, alcançou montante de R$ 600 mil em 2014 e espera encerrar o ano com R$ 1,5 milhão de faturamento.

A compra da Prolancer é efetivada dois anos após a Nubelo adquirir o portal de trabalhos freelancers Egora, na Argentina. A empresa agora planeja abrir escritórios na Colômbia e no México ainda neste ano.

“De acordo com uma pesquisa realizada no início de 2015, o número de trabalhos registrados na plataforma cresceu 272,77% em comparação ao mesmo período de 2014. A aquisição permitirá que mais empresas brasileiras se cadastrem na plataforma e se conectem aos melhores talentos digitais. Esta nova forma de relação laboral permite às companhias economizarem até 40% nos custos fixos, além de enxugar processos e ampliar o número da oferta de profissionais disponíveis”, afirmou Sergio M. Baiges, CEO da Prolancer

“A compra da participação majoritária da Prolancer significa uma excelente oportunidade de desenvolvimento e crescimento para a Nubelo. O Brasil é um mercado desafiador e muito profissional. Esta aquisição nos permitirá adicionar ao negócio projetos no valor de U$S 3 milhões e ainda abrir uma estrutura local com mais de 115 mil talentos digitais, que se somam aos outros 307 mil ao redor do mundo, totalizando um banco com mais de 422 mil profissionais cadastrados”, explicou Francesc Font, CEO e fundador da Nubelo.

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Startup brasileira inova com serviço de lavanderia por assinatura online e atrai investidores internacionais

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Criado para resgatar a cultura da antiga lavadeira, que deixava as roupas limpas e perfumadas, o serviço de assinatura online aLavadeira.com foi fundado há 2 anos para trazer mais praticidade à rotina dos brasileiros. A iniciativa nasceu com o objetivo de ser uma versão nacional de um hábito já popular na Europa e nos Estados Unidos; a utilização de lavanderias externas para as roupas do dia a dia, mas com um conceito tecnológico e personalizado para as necessidades de cada assinante.

A dinâmica da empresa, solidez do projeto e os resultados expressivos obtidos neste curto período de tempo, credenciaram aLavadeira.com para receber um importante aporte de capital, de R$ 6,4 milhões, de dois fundos – o CVentures e o CRP Empreendedor.

Totalmente inovador, o modelo de negócios tem seu diferencial concentrado na gestão logística e operacional, que prioriza eficiência, qualidade e o atendimento personalizado online. A ideia dos sócios Humberto de Andrade Soares (administrador de empresas, 39 anos) e Gilson Gonçalves (engenheiro eletricista, 31 anos), surgiu quando um deles foi procurar um apartamento para morar e percebeu que as áreas de serviço dos novos empreendimentos eram muito reduzidas. Foi daí que decidiram criar uma lavanderia com um conceito não existente no mercado, que pudesse lavar toda a roupa da família.

“No Brasil as lavanderias ainda são muito voltadas para a lavagem de roupas especiais. Neste segmento a tecnologia não evoluiu no mesmo ritmo dos demais setores da economia e praticamente não houve inovação”, avalia Soares. Para executar a ideia, a dupla procurou uma solução que aumentasse a produtividade e encontrou a resposta justamente na tecnologia empregada para o controle e cuidado das peças.

Duas vezes na semana, a empresa retira, lava, passa e entrega toda a roupa da família. O contato entre empresa e cliente acontece via internet, por onde é possível contratar o serviço.

Com o investimento trazido pela chegada dos novos parceiros, aLavadeira.com pretende aperfeiçoar o atendimento e otimizar a operação, além de expandir a capacidade produtiva. Para o primeiro trimestre de 2016, aLavadeira.com pretende expandir sua atuação, se prontificando a receber milhares de novos assinantes.

Com a inauguração de um novo centro de cuidado têxtil, ampliação do maquinário e do quadro de funcionários, a expectativa é multiplicar a capacidade em 20 vezes, atendendo até 30 mil famílias e gerando 400 empregos diretos. Além disso, a empresa tem planos para expandir para novas regiões já em 2016.

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Truckvan transforma caminhão em laboratório digital móvel para capacitar estudantes de tecnologia

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Cerca de 500 estudantes de 11 Instituições de Ensino Superior de Tecnologia da Informação (TI) distribuídas por diversas regiões do Brasil aprenderão a desenvolver aplicativos para iPhone e iPad em um laboratório digital móvel. Produzido pela Truckvan, líder nacional no mercado de soluções sobre rodas, o caminhão-escola tem 15 metros de comprimento com laterais expansíveis que, quanto estendidas, o transformam em uma sala de aula de 72 metros quadrados equipada com mesas, tablets, notebooks, quatro grandes televisores e uma impressora 3D.

O projeto HACKATRUCK é idealizado pela IBM Brasil e a Flextronics, com execução do Instituto de Pesquisas Eldorado e em colaboração com a Apple, e passará, durante 10 meses, por Campinas (SP), São Paulo (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Sorocaba (SP), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), São José dos Campos (SP) e Brasília (DF).

“É o primeiro projeto que desenvolvemos com sala de avanço com vidros polarizados capazes de receber com qualidade as imagens de quatro projetores fixados no teto da unidade”, destaca o gerente de engenharia de vendas e aplicação da Truckvan, Marcos Rodrigues.

Dentro do laboratório itinerante, os instrutores do Instituto Eldorado desenvolverão, a partir deste mês, atividades de capacitação profissional, tendo como foco a linguagem SWIFT para iOS. Além do curso, os participantes acompanharão oficinas sobre startups e empreendedorismo e terão contato com novidades tecnológicas como impressora 3D e óculos de realidade aumentada, entre outras.

Segundo Rodrigues, o HACKATRUCK foi um grande desafio para Truckvan e representa o quanto a empresa é ilimitada e desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente. “Tivemos que adequar infraestrutura elétrica para suprir todas as exigências, inclusive instalando um nobreak com baterias para, no mínimo, 12 horas de operação que garantem a alimentação do sistema de câmeras de vigilância da unidade”, finaliza.

Sobre o projeto HACKATRUCK

Mantido pela lei de informática, o HACKATRUCK é um projeto de capacitação profissional de estudantes de Instituições de Ensino Superior de Tecnologia da Informação, em programação SWIFT para plataforma iOS e palestras sobre inovações tecnológicas e carreiras de TI.

O HACKATRUCK é idealizado pela IBM Brasil e a Flextronics, com execução do Instituto de Pesquisas Eldorado e em colaboração com a Apple. A iniciativa também conta com os seguintes apoiadores: Editora Abril por meio da revista Exame, Epson com projetores e óculos para realidade virtual; Pelco com câmeras de segurança; Sebrae com palestras sobre incubadoras e startups; Sethi 3D com impressoras 3D; e Unifor com software de carreiras. Para saber mais sobre o projeto e acompanhar a programação, visite o site: www.hackatruck.com.br

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Tem mercado para profissionais de TI fora do Brasil!

Mesmo com boas oportunidades de jobs, não é raro que alguns profissionais de tecnologia estejam preocupados com o cenário de crise de mercado e de confiança que passa em nosso país. Já pensou que este panorama pode ser uma boa oportunidade para mudar radicalmente e encontrar trabalhos fora do Brasil?

Rafaela Vita, coordenadora técnica da Klasse! Tech Talents, unidade focada em recrutamento e seleção na área de tecnologia,explica que em outros países há oportunidades e que nem sempre os profissionais daqui estão de olho. \”Estive no Vale do Silício entre fevereiro e junho de 2014 e realmente há algumas oportunidades acontecendo sim. Tem alguns polos tecnológicos como a Califórnia, Israel e Canadá, por exemplo, que estão crescendo pela economia favorecida destes países que estão em crescimento. Justamente por isso, essas vagas começam a se potencializar\” aponta a especialista.

Rafaela explica que há estudos que mostram que um crescimento médio de 20% ao ano de oportunidades nestes países – e que por aqui os números foram revisados para menos. \”No Brasil, a Brascom tinha essa projeção de crescimento bastante agressiva, mas por uma realidade de mercado e de economia, essa projeção está diminuindo, assim como essas vagas que diminuem um pouco\” aponta Rafaela.

Ir pra fora sem riscos

Alguns pontos precisam ser levados em conta para evitar dores de cabeça para quem decide mudar de rumo radicalmente e fazer as malas, as empresas estrangeiras, de modo geral, procuram:

– Ter um idioma extra como o inglês, que é a linguagem universal;
– Ser recém-formado;
– Ter bons conhecimentos em tecnologia de programação e
– Estar com muito interesse em fazer carreira fora do Brasil

No entanto, Rafaela entende que os interessados precisam tomar algumas precauções e não sigam sem rumo para fora. \”O que eu recomendo é que tomem cuidado com o espirito muito aventureiro, do estilo vou lá e tentar sem ter nada em vista. Tem a questão do visto, etc. Tem alguns programas que sugerem o profissional sair do Brasil já com algumas perspectivas, mas o ideal é já sair com esse trabalho garantido. Existem grupos nas redes sociais sobre pessoas que querem trabalhar no Vale do Silício, por exemplo, e que ajudam a achar caminhos para isso tudo\” alerta Rafaela.

Vantagem para Currículo

Um diferencial que a especialista observa é o \”Up\” no currículo do profissional. \”Eu entendo que é um mercado muito promissor, ela já volta com uma competitividade só por ter estado em ambientes muito promissores\”.

O que falta para desbravar o mercado lá fora?

Rafaela percebe que existe um olhar para o Brasil, pois tem bastante jovens se formando por aqui – diferente de alguns outros centros. \”O Canadá, por exemplo, tem falta de mão de obra jovem especifica técnica. Tem essa potencialidade. Os candidatos de tecnologia ainda não pararam para olhar isso, a não ser que sejam os trainees. Os profissionais daqui precisam pensar nessas possibilidades\” completa Rafaela.

Confira alguns grupos de ajuda criados no Facebook para quem quer encontrar trabalho fora do país

1) Digital Media no Canadá, para brasileiros:
https://www.facebook.com/groups/brasilcanadadigital/?ref=browser

2)Trabalhar? Estudar? Morar fora do Brasil
https://www.facebook.com/groups/253674054833305/?fref=ts

3) Brasileiros no Vale do Silício
https://www.facebook.com/groups/brasileirosnovale/

4) Brasileiros nos EUA
https://www.facebook.com/groups/251086564999159/?ref=br_rs

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Moovit e Easy Taxi estabelecem parceria para facilitar a mobilidade nas grandes cidades da América Latina

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Com integração do serviço de solicitação de táxi no aplicativo Moovit, os usuários conquistam ferramentas importantes para planejamento de suas viagens em grandes centros urbanos

Moovit e Easy Taxi, maior aplicativo de chamadas de taxi da América Latina, acabam de anunciar uma parceria para facilitar a mobilidade urbana na América Latina. As duas das mais relevantes empresas do setor integraram seus serviços no aplicativo Moovit, para que o usuário consiga planejar suas viagens de uma maneira mais rápida e eficaz em apenas uma interface de navegação. O serviço está sendo lançado em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Santiago. O objetivo das empresas é aprimorar a experiência de mobilidade nos grandes centros por meio do uso da tecnologia.

Agora, é possível selecionar a opção “táxi”via Moovit sem precisar migrar para o app da Easy Taxi. Além dessa nova ferramenta, Moovit também planejará a melhor rota considerando o veículo de transporte individual, além das opções já existentes na ferramenta- ônibus, metrô, caminhada. Quando o usuário inserir o destino, o app estimará o tempo de chegada, tudo em tempo real, de acordo com as condições de tráfego e linhas de transporte público do local.

“Através da tecnologia, Easy Taxi eMoovit transformaram o setor de mobilidade urbana. Easy Taxi criou o primeiro aplicativo de chamada de táxi no Brasil, enquanto Moovit tornou a rota de planejamento de transporte público mais eficiente”, diz Dennis Wang, Co-CEO Global da Easy Taxi. “Nós unimos esforços para o bem maior do cidadão e, assim,podemos oferecer mais para o usuário final. Agora com a ampla cobertura de táxi nas cidades, os passageiros do Moovit serão capazes de chegar ao destino da forma mais rápida possível,”, completa Wang.

A parceria entre Moovit e Easy Taxi traz benefícios tanto para as empresas como para os usuários, que a partir de agora poderão planejar suas rotas de forma híbrida e chegar com mais rapidez e facilidade a locais com pouca cobertura de transporte público, tudo isso utilizando um único app. Atualmente, 85% dos pedidos de taxi não são feitos por aplicativos, o que apresenta uma margem significante de crescimento do mercado. Impulsionados pelos mais de 10 milhões de usuários da Moovit na região da América Latina, a parceria entre ambas as empresas é uma oportunidade para aumentar o número de corridas de táxi feitas por aplicativos.

“Esta parceria com Easy Taxi reforça nosso compromisso em oferecer ao usuário a melhor experiência durante a utilização do transporte público”, afirma Nir Erez, co-fundador e CEO da Moovit. “Oferecendo o táxi como mais uma opção de transporte dentro do aplicativo melhorará a experiência do usuário e facilitará seu dia a dia ainda mais, fazendo do Moovit mais do que um app de transporte público, mas sim uma plataforma de transporte multimodal”, completa Erez.

Além dos benefícios gerados aos usuários, a parceria entre as duas empresas pode trazer benefícios ao setor de mobilidade urbana. Ao melhorar a experiência do usuário com o transporte público e oferecer o táxi como mais uma opção para chegar com mais agilidade ao seu destino final, as pessoas poderão deixar seus carros com mais frequência em casa, diminuindo os níveis de poluição e, automaticamente, o trânsito nas cidades – de acordo com um estudo da FGV, São Paulo, uma das cidades beneficiadas com a parceria, perde cerca de US$ 40 bilhões por ano com a crise de mobilidade, cerca de 1% do PIB nacional.

Como utilizar a nova opção?

Há duas maneiras para que os usuários solicitem um táxi por meio do Moovit. Uma delas é diretamente na tela inicial, clicando no ícone da Easy Taxi. Dessa forma, o passageiro só precisa confirmar a localização atual ao seu pedido de táxi. A segunda maneira é por meio do planejador de viagem do Moovit: basta o usuário introduzir o seu destino, selecionar a opção “rota de táxi” e o carro cadastrado no app da Easy Taxi mais próximo será acionado via Moovit e enviado ao usuário.

Os aplicativos Easy Taxi e Moovit estão disponíveis para download gratuitamente para iOS, Google Play, Windows Phone.

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Última chance para concorrer a curso na Nasa e US$ 1 milhão

Os empreendedores sociais com empresas e ideias inovadoras que têm como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo podem se inscrever até o dia 25 de outubro no “The Venture”, acessando o portal www.theventure.com. O concurso criado pela marca de whisky Chivas Regal está com inscrições abertas desde setembro e busca encontrar os empreendedores sociais mais promissores do país. A iniciativa tem como prêmio um curso na Singularity University, da NASA, e um workshop de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. O vencedor da etapa nacional ainda concorre com os finalistas dos demais países participantes, ao prêmio final de US$1 milhão.

“The Venture” está em sua segunda edição e tem o intuito de apoiar propostas de negócios que buscam o sucesso enquanto geram um impacto social positivo, fornecendo orientação e US$ 1 milhão em assistência financeira. O finalista será escolhido por um júri especializado composto por nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand, Maria Prata e uma referência internacional de empreendedorismo social.

Em 2014, foram 20 empreendedores sociais de todo o mundo que receberam um treinamento de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. Esses finalistas tiveram a oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia, serem orientados por especialistas. O prêmio final foi dividido e US$ 250 mil, foram alocados aos participantes de acordo com uma votação popular no site theventure.com. Os US$ 750 mil restantes foram entregues a 5 projetos que provaram todo seu potencial de transformação social.

O Brasil foi representado na competição global pelo projeto MGov, de Guilherme Lichand. A MGov é uma consultoria que oferece soluções baseadas em celulares populares para avaliar ações de impacto social. Para chegar à maioria da população, Guilherme foi à contramão dos aplicativos para smartphones, que não tem grande penetração Nordeste e nas zonas rurais do país. Desta maneira, a MGov coleta dados de celular de tecnologia analógica, analisando e entendendo as demandas por serviços e informando caso algum programa social ou privado atrase.

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Xerox Brasil tem novo diretor de Recursos Humanos

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CPGP 2015: PMI-PR realiza Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos

Centenas de executivos participaram do Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos 2015. O evento, realizado pelo PMI-PR, apresentou cases e palestras sobre inovação, startups, escritórios de projetos, melhores práticas de gestão.
Veja como foi a abertura do CPGP 2015 em reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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