Page

Author admin

Teoria das 3 Caixinhas

view.aspx

Por Fernando Gibotti

A instabilidade do mercado e os seus efeitos nos negócios são alguns dos maiores problemas que mais afligem os empresários brasileiros. A melhor estratégia para sobreviver às mudanças políticas e econômicas é rever a relação entre receitas e despesas, como sugere o conceito inédito da “Teoria das 3 Caixinhas”, criado e lançado pelo GS Group, empresas de inteligência e inovação voltadas para o varejo de pequenos, médios e grandes portes.

A “Teoria das 3 Caixinhas” consiste em buscar o equilíbrio financeiro das empresas por meio da conciliação entre as despesas e as receitas, sendo que as receitas devem ser classificadas a partir de três caixinhas distintas: Receitas Fixas Recorrentes, Receitas Fixas Pontuais e Receitas Variáveis sobre êxito. Após a classificação das receitas devemos atribuir um percentual máximo e mínimo de despesas à cada caixinha.

Receitas Fixas Recorrentes ocorrem a partir de uma venda por meio de pagamento mensal fixo e por um tempo determinado, podendo variar entre 12, 24 e 36 meses. Essas receitas são fundamentais para a sobrevivência perene da empresa; idealmente devem ser responsáveis pelo custeio de 100% das despesas, sendo recomendado o percentual mínimo de 70% do custeio. Normalmente ocorrem mediante à prestação de serviços isolados ou atrelados à venda de produtos. Exemplos de Receitas Fixas Recorrentes são os contratos de licença de uso de software, locação mensal de máquinas de cartão de crédito e planos próprios de pagamento mensal para aquisição de bens ou serviços (consórcios e similares).

Receitas Fixas Pontuais ocorrem uma única vez a partir de uma venda. Por dependerem diretamente da venda única e serem suscetíveis às instabilidades do mercado, as Receitas Fixas Pontuais, em um modelo empresarial ideal, não devem ser consideradas para o custeio das despesas da empresa. Deve-se admitir que essas receitas custeiem, no máximo, 30% das despesas da empresa. São exemplos de Receitas Fixas Pontuais as ocasionadas pela venda de produtos de consumo em geral no modelo “pague e leve” e pela prestação de serviços de uso comum como corte de cabelo, tratamentos odontológicos e projetos arquitetônicos e de engenharia.

Receitas Variáveis sobre o Êxito dependem do sucesso da empreitada para que seja gerado o pagamento ao fornecedor dos produtos ou serviços utilizados para a execução da mesma. Em outras palavras, o fornecedor pode não receber nenhum centavo sobre seu produto ou serviço caso não sejam alcançadas as metas inicialmente planejadas durante a venda. Um bom exemplo para Receitas Variáveis sobre o Êxito são os contratos firmados entre os corretores de imóveis e os incorporadores. Nesse caso, os corretores só receberão seus dividendos se houver a efetiva venda dos imóveis, independentemente do trabalho executado pelos mesmos. Nesse modelo, um corretor poderá trabalhar durante semanas ou meses, abordar dezenas de clientes e não receber absolutamente nada pelo seu trabalho caso a venda não aconteça. Por ser de alto risco e totalmente suscetível às oscilações do mercado, essas Receitas não podem, em hipótese alguma, serem consideradas para o custeio das despesas. Elas devem compor o lucro “bom” da empresa.

A lógica básica da “Teoria das 3 Caixinhas” é obter todo o custeio das despesas da empresa por meio de receitas recorrentes, ficando as demais Receitas (Fixas Pontuais e sobre o Êxito) livres da obrigação do custeio empresarial. A ideia é simples: imagine a empresa iniciar todos os meses com 100% das despesas já garantidas pelas receitas advindas de contratos por meio das Receitas Fixas mensais. Toda venda nova ao longo do mês propicia recursos extras que podem ser utilizados para investimentos no negócio e para a divisão de lucro entre os sócios.

A “Teoria das 3 Caixinhas”, quando bem aplicada, proporciona ao empresário a tranquilidade necessária para comandar sua empresa em cenários de incerteza e insegurança econômica, além de propiciar negociações mais positivas em novas vendas tendo em vista uma melhor lucratividade do negócio.

Fernando Gibotti

É Diretor de Inteligência do GSGroup (empresas de Inteligência de Negócios nos setores do varejo e imobiliário); doutor em Computação Aplicada pelo Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; mestre em Engenharia Urbana pelo PPGE da UFSCar; especialista em Geospatial Technology pela universidade Jaime I – Castellón, Espanha, em Geospatial Infraestructure pela University of Munster – Munster, Germany; graduado em ciência da computação e técnico em contabilidade; coordenador do grupo de estudo (Northweast) de varejo para baixa renda; consultor na área de TI em empresas de grande e médio porte e na área de Tecnologia da Informação Espacial para o PNUD – Programada das Nações Unidas (ONU) para o desenvolvimento; projetista e desenvolvedor de ontologias para o projeto ACE-GIS (Adaptable and Composable E-commerce and Geographic Information Services).

Tags, , , ,

O que a Coreia fez e o Brasil não

Por José Pio Martins*

Um dos mais extraordinários exemplos de crescimento econômico e superação da pobreza no pós-guerra é a Coreia do Sul. Há 70 anos, o país era pobre. Em 1945, foi dividido em dois: a Coreia do Norte, que permanece uma ditadura comunista miserável e atrasada até hoje; e a Coreia do Sul, que assombrou o mundo com seu desenvolvimento e continua a dar lições de como crescer e progredir.

Com 50 milhões de habitantes, a Coreia tem renda per capita de US$ 30 mil, contra US$ 11 mil do Brasil. É um dos países mais desenvolvidos do mundo, que se destaca por sua moderna indústria nacional, altas tecnologias e elevado nível de bem-estar social. Com população quatro vezes maior, o Brasil não tem uma única marca de veículos genuinamente nacional, e somos compradores dos produtos das coreanas Hyundai e Kia, além de outras gigantes como Samsung e LG.

Para começar, após o fim da guerra contra a vizinha do norte, a Coreia do Sul abraçou o capitalismo sem pruridos ideológicos, enquanto o Brasil nunca foi verdadeiramente capitalista e sempre viu a economia de mercado com certa desconfiança. O governo coreano definiu que seu escopo seria a fixação da estratégia de crescimento econômico e a criação de condições para a modernização capitalista. As reformas que vieram a seguir tiveram essas duas diretrizes como base e o país teve um surpreendente surto de desenvolvimento a partir dos anos 70.

O êxito coreano se deve, entre outros, a cinco fatores: a reforma agrária implantada no pós-guerra, que diminuiu sensivelmente a pobreza rural; o programa educacional, com maciços investimentos na educação de base sem a cultura bacharelesca latino-americana; a adoção do planejamento familiar; a abertura para o exterior e priorização de indústrias voltadas à exportação; investimentos pesados em infraestrutura de transportes, comunicações e tecnologias de ponta.

A Coreia entendeu que o motor do crescimento econômico é a empresa, não o Estado, e que a figura central da criação de riqueza é o empreendedor, não o burocrata estatal. Curiosamente, a Coreia demorou para estabilizar seu sistema de governo, após titubear sob governantes autoritários e tumultos políticos. No ranking internacional, o país é considerado o mais inovador do mundo, o que somente é possível pelo respeito reverencial ao pesquisador, ao inventor, ao empreendedor e ao educador.

Já o Brasil não se libertou da cultura bacharelesca (que valoriza mais as letras que a tecnologia), do apego subserviente ao Estado (que desconhece a expressão “satisfação do cliente”, mesmo vivendo à custa deste) e da aceitação envergonhada da economia de mercado. Nosso país tem uma relação esquizofrênica com o capitalismo. Adotamos o sistema, mas tratamos mal seu principal ator – o empresário -, não conseguimos entender a lei da oferta e da procura e seguimos acreditando, ingenuamente, que para cada problema individual há sempre uma solução estatal.

Mas a grande revolução coreana foi na educação. Ao dar ênfase à educação das mulheres, uma legião de trabalhadoras qualificadas foi formada e a explosão populacional foi contida. Ao priorizar a educação de base, o analfabetismo foi vencido e a competência técnica foi adquirida. Ao concentrar os recursos (sempre escassos) no ensino tecnológico e no domínio das matemáticas, uma multidão de trabalhadores tecnicamente preparados lançou o país ao sucesso econômico.

Bem, não é preciso ir longe para entender o que a Coreia fez e o Brasil não…

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

Tags, , ,

14º Seminário Internacional PMI aborda Liderança Coaching na Gestão de Projetos!

José F. Silva Junior

Em todo o mundo, empresas de diversos segmentos, portes e culturas buscam atrair os melhores talentos no mercado, mas nem todas investem tempo e dinheiro para reter esses talentos na organização. Cada vez mais as empresas percebem que valorizar o capital humano é uma ação fundamental e estratégica para sua sobrevivência e crescimento.

Gerenciar projetos envolve gerenciar pessoas, recursos e prazos com vistas a entregar um produto ou serviço dentro das especificações estabelecidas pelo cliente, ou seja, de acordo com um objetivo estabelecido. Com este pensamento, José Francelizio da Silva Junior, da empresa Jr Desenvolvimento Humano, irá apresentar a palestra “Liderança Coaching na Gestão de Projetos” durante o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos (09, 10 e 11 de novembro de 2015).

“A visão da liderança coaching é a obtenção de resultados estabelecidos por meio do desenvolvimento de pessoas e grupos. Existem vários estilos de liderança e nenhum é único e mais correto. O que é unânime é o fato que a liderança mais eficiente é aquela que atende aos desafios da situação do momento, assim como as necessidades das pessoas que estão sendo lideradas. A aplicação dos conceitos da liderança coaching contribui significativamente para uma gestão de projetos com alta performance”, afirma o profissional.

José Francelizio da Silva Junior conta que a Liderança coaching é um modelo que estimula o capital intelectual que permite que o ambiente seja construído com bases no treinamento e desenvolvimento em prol do crescimento de um todo, no caso, do time, da empresa e do próprio projeto. “O líder coach foca no trabalho em equipe, na motivação, incentivo e na colaboração de cada membro. Com metas claras, sabe aonde quer chegar enquanto promove oportunidades de crescimento pessoal e profissional para toda equipe, isto é, alta performance e produtividade. Liderança coaching por ser voltada ao atingimento de resultados por meio do desenvolvimento de pessoas além de tornar-se mais produtivo, gera profissionais mais qualificados”, comenta.

Ele acredita que o conceito do desenvolvimento contínuo pode colaborar para a obtenção de melhores resultados, isto significa que, na dinâmica de mercado atual, o evento do qual irá participar – o Seminário Internacional – agrega valor aos profissionais de uma área específica, fomentando de forma sistemática a geração e compartilhamento de informação e conhecimento para seu público. “Para mim é um enorme orgulho e um desafio. Falar de um tema no qual acredito e que me fascina para um público tão seleto e qualificado, é realmente muito importante”, finaliza.

Para saber mais sobre essa e as demais palestras presentes no Seminário, acesse: http://sigp.org.br/

Serviço:
14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015
Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

Tags, , ,

Armazenamento – no local ou na nuvem?

Por James Honey, gerente de marketing de produto sênior da SolarWinds

Quando se trata de determinar a melhor forma de armazenar enormes quantidades de dados empresariais confidenciais gerados diariamente, as organizações se deparam com duas opções: (aquilo que pode ser considerado o método tradicional) sistemas de armazenamento nas próprias instalações ou uma solução externa hospedada por provedores de computação na nuvem. Embora muitas empresas continuem investindo em armazenamento local, o armazenamento baseado na nuvem está começando a se tornar uma opção potencial para algumas. De fato, espera-se que 36% de todos os dados sejam armazenados na nuvem até 2016, um crescimento da parcela de apenas 7% em 2013. Obviamente, apesar de o armazenamento em nuvem parecer uma opção intrigante, existem pontos positivos e negativos associados a cada método, desde custo e controle até segurança.
Acima de tudo, as organizações precisam entender que não existe uma solução que atenda a todos os casos. Em vez disso, é basicamente uma questão de identificar um método — local ou baseado na nuvem — que ofereça a melhor opção para uma organização com base em necessidades individuais. Existem três fatores importantes a serem considerados ao avaliar qual opção é a melhor para uma organização.

Controle e gerenciamento de dados

Controle e gerenciamento são os primeiros fatores importantes que devem ser considerados. Para as organizações que desejam ou precisam de mais controle sobre seu armazenamento, a infraestrutura local oferece uma variedade de opções englobando nível de serviço e graus de proteção de dados. Oferecer maior suporte à replicação de sistemas de arquivos, camadas de dados, capturas de tela, recursos de backup e hardware físico é geralmente ideal para organizações que procuram otimizar o desempenho para diferentes tipos de aplicativos e dados dentro de um único sistema. Além disso, ela oferece maior capacidade de gerenciar e ajustar o desempenho diretamente como parte da pilha de aplicativos coletivos, ou AppStack, que consiste na infraestrutura subjacente necessária para garantir um desempenho ideal de aplicativos. O hardware no local também proporciona às organizações um gerenciamento de segurança e conformidade de dados mais direto, ao passo que alguns provedores de nuvem podem não ter o nível de privacidade necessário para atender aos regulamentos de dados específicos.

Em comparação, as empresas que optam por utilizar os serviços de um provedor de nuvem, tal como o Amazon Web Services, devem aceitar os termos estipulados no contrato de nível de serviço (SLA). Elas não têm que gerenciar com tanto nível de detalhes, mas também não têm o mesmo nível de controle. Se o SLA inicial, que inclui detalhes como a percentagem de tempo que os serviços estarão disponíveis, o número de usuários que podem ser atendidos simultaneamente e os parâmetros de desempenho, acabarem se tornando inadequados, as organizações deverão migrar para a camada mais alta (e mais dispendiosa) de armazenamento para obter serviços e recursos adicionais.

Apesar disso, para algumas, o armazenamento em nuvem ainda pode oferecer uma alternativa valiosa a hardware físico como, por exemplo, para empresas de pequeno a médio porte com um orçamento de TI limitado e com funcionários que podem achar que o gerenciamento de dados incorporados em armazenamento de nuvem é altamente econômico, apesar do SLA. Além disso, empresas de maior porte que executam aplicativos baseados na nuvem podem optar por implantar armazenamento na nuvem para garantir maior disponibilidade (veja a seguir).

Disponibilidade e latência

A capacidade de armazenar e acessar dados a qualquer momento é um componente crítico das soluções de armazenamento de dados e exerce grande influência sobre a escolha do que é ideal para uma organização: armazenamento local ou na nuvem. Embora uma alternativa relativamente nova à armazenamento local, a disponibilidade de armazenamento na nuvem pode quase sempre exceder a disponibilidade de um ambiente tradicional, porque os sistemas que acessam os dados normalmente não têm um ponto único de falha e podem ser facilmente acessados de vários locais.

Contudo, um desafio inerente ao armazenamento na nuvem é a latência, que é difícil de ser reduzida sem garantir que os dados sejam armazenados em um local físico mais próximo, talvez optando por um provedor de serviços em nuvem que tenha um datacenter próximo a um centro de operações da empresa. Os profissionais de TI que gerenciam o armazenamento para as organizações com aplicativos instalados no local, onde a latência ou uma incapacidade de acessar dados for um problema grave, deverão levar em conta essas desvantagens potenciais da nuvem.

Por outro lado, a infraestrutura local pode ser configurada para alta disponibilidade, embora muitas vezes isso seja muito caro. Mesmo assim, ele pode oferecer às organizações um armazenamento rápido com o suporte de um sistema de redes de armazenamento, tornando adequada a solução de armazenamento no local para várias cargas de trabalho diferentes que exigem alto desempenho, armazenamento de baixa latência, tais como virtualização de servidor e desktop ou aplicativos de bancos de dados.

Economia de custo (ou não)

Muitas empresas continuam investindo em hardware físico, mas cada vez mais, especialmente à medida que os custos de largura de banda caem, a nuvem está se tornando atrativa. Com armazenamento baseado na nuvem, uma organização pode comprar apenas a quantidade de armazenamento necessária e pagar uma tarifa mensal por esse armazenamento, em vez de ter que comprar um dispositivo físico caro que pode acarretar um custo inicial alto de capital, sem contar o custo adicional de alocação de espaço e energia. Esta capacidade de “expandir conforme a necessidade” também pode ajudar as empresas que buscam reduzir os custos iniciais. Se isso pode ser evitado, por que comprar uma solução dispendiosa de 20 terabytes quando a empresa precisa apenas da metade desse armazenamento no momento, mesmo que a expansão no futuro possa exigir isso em determinado ponto?

Todavia, as organizações devem estar cientes de que ao mesmo tempo que as soluções hospedadas na nuvem reduzem as despesas de capital, geralmente há uma parcela de custos ocultos, por provedor e SLA, é claro, que podem aumentar os custos operacionais. Os custos de provedor por gigabyte de armazenamento, por solicitação e a cada transferência de dados de e para a nuvem podem aumentar rapidamente, resultando em uma economia geral de orçamento menor do que muitas organizações esperam. Para determinar de forma eficaz se a computação em nuvem é uma alternativa econômica às soluções físicas, as empresas devem realizar auditoria suficiente com relação às estruturas de preços em SLAs para que não haja nenhum custo suplementar que as surpreendam.

Então, o que é melhor?

Realmente não se trata de qual método é o melhor, mas de qual método atende melhor às necessidades de uma organização. Se uma empresa precisa de disponibilidade, proteção, desempenho e conformidade de armazenamento, considerando um orçamento de TI, haverá uma necessidade para ambas as soluções de armazenamento: no local e na nuvem. Os profissionais de TI avaliam ambas as opções considerando as necessidades diárias específicas da empresa antes de determinarem se devem armazenar seus dados no local ou movê-los para a nuvem.

Tags, , ,

CIOs buscam apoio para embarcar na Transformação Digital

Marcelo Issa, diretor de Alianças e Marketing do Grupo AÇÃO

O ano não está sendo fácil – e ninguém disse que seria. Relatórios do Banco Central já preveem uma retração de 2,7% na economia brasileira, o pior resultado nos últimos 25 anos. Somente de julho a setembro, as instituições internacionais de avaliação de riscos de crédito, que classificam a atratividade de um país para investimentos, já colocaram o Brasil em cheque – algumas trocando o grau de investimento pelo de “mau pagador”.

Mais do que nunca, é necessário que a indústria se reinvente para atender a um mercado consumidor que teme a economia, reduz investimentos e anda com um pé ou dois atrás. Para o setor de TI não é diferente. Mesmo em plena era de transformação digital e Internet das Coisas (IoT), as empresas brasileiras estão reduzindo as expectativas de crescimento e puxando a rédea dos departamentos de TI.

Estamos vivendo um momento de renegociação dos contratos e os CIOs querem continuar inovando e alcançando a eficiência operacional. Para isso, precisam de alguém que possa entender esta dificuldade e oferecer soluções à medida de cada necessidade.

O papel de Trusted Advisor – ou conselheiro de confiança, ganha maior importância diante deste cenário. As empresas de tecnologia querem mostrar para o mercado, principalmente as PMEs – historicamente mais conservadoras – que soluções de Cloud e Big Data & Analytics, por exemplo, mesmo com baixo investimento, já são tangíveis.

Essas empresas necessitam, mais do que nunca, buscar a eficiência operacional, não apenas pela inovação, mas também sabendo usar da melhor forma o que já possuem e com pequenas adequações, além de tecnologias para gerenciar tudo isso. É preciso entender as dores e dificuldades dos clientes para realmente ajudá-los.

Para atender a esses requisitos, muitos integradores estão buscando alianças estratégicas com o Grupo AÇÃO, pioneiro no modelo S-VAD (Solution Value-Added Distributor), ou distribuidor de Soluções de Valor Agregado. É um modelo de relacionamento com o canal onde o distribuidor é alicerce para que a revenda possa participar em projetos de soluções. A AÇÃO atende as demandas e requisições dos clientes, gerando valor ao orquestrar múltiplos canais, que operam com múltiplos fabricantes em uma mesma oportunidade, garantindo a construção de uma solução completa para o cliente.

Mas, até que ponto esse papel se torna um fator primordial de sustentabilidade? Durante o EMC Forum 2015 – São Paulo, um dos mais importantes eventos de Big Data e Cloud do país, o presidente da EMC Brasil, Carlos Cunha, pontuou que os fornecedores de tecnologia também precisam entrar no negócio dos clientes e pensar como eles. É um momento de redefinição em toda a cadeia de TI e uma responsabilidade com a retomada da economia pelo avanço tecnológico.

No início do ano, um estudo da Frost & Sullivan apontou investimentos em Big Data em 34% das empresas brasileiras até 2016 – a maior parte delas pela primeira vez. A mesma pesquisa mostrou que as empresas estão buscando serviços de consultoria para construir um “road map” e iniciar a adoção de ferramentas de analytics. Com elas, as empresas podem coletar e gerenciar dados de clientes, da empresa e do mercado. Essas informações ajudam na tomada de decisões, na retenção de clientes e até na descoberta de novas ameaças e oportunidades.

Tags, , , ,

Startup cria ferramenta que evita desperdícios e perdas financeiras em farmácias

A startup Arquivei tem chamado a atenção de empresas de todo o país – já possui milhares de clientes em 25 estados brasileiros. Inicialmente, a primeira ferramenta oferecida era a gestão de notas fiscais, obtendo todos os documentos emitidos contra o CNPJ das empresas contratantes do sistema, organizando e guardando de forma legal, isentando clientes de multas em caso de fiscalização – até mesmo a Arcos Dourados, gestora da rede McDonald’s no Brasil, se rendeu à novidade.

Agora, a empresa, sediada em São Carlos, um dos pólos tecnológicos mais famosos do Brasil, acaba de lançar ao mercado uma nova ferramenta, o aplicativo +Farmácia, capaz de reduzir exponencialmente perdas com medicamentos vencidos. A dinâmica do novo produto consiste em basear-se nas informações cedidas pelo fornecedor. “Uma vez que a farmácia compra um produto, uma Nota Fiscal Eletrônica é emitida pelo fornecedor e enviada diretamente para a Secretaria da Fazenda. O Arquivei obtém automaticamente esta nota, extrai informações de medicamentos e alimenta o App +Farmácia, que realiza uma pré-análise para identificar possíveis riscos referentes à validade dos produtos a serem entregues. Basta, então, apenas informar um período mínimo para venda, o App identifica automaticamente produtos vencidos ou com vencimento próximo, permitindo uma ação imediata e evitando perdas”, explica Christian De Cico, 28, diretor e fundador da empresa.

Para avaliar a efetividade do novo aplicativo, o Arquivei realizou um estudo de caso com a rede de farmácias Rosário, durante 30 dias. Ao final, segundo De Cico, o +Farmácia acabou prevenindo em 80% os gastos referentes à incineração e perda de produtos com potencial de venda.

Sobre o Arquivei

Idealizado em 2013 e colocado em prática durante 2014, o Arquivei é um programa online que se conecta à Secretaria da Fazenda e baixa as NFes emitidas contra o CNPJ da empresa, concentrando-as num Painel de Gestão de Notas, o que facilita e otimiza o arquivamento dos documentos com garantia legal. Além dessa solução, a empresa tem criado outras ferramentas com foco na organização e redução das perdas para empresas de diversos ramos.

Tags, , ,

Retenção e desenvolvimento de executivos são as prioridades dos líderes de RH brasileiros, aponta pesquisa

A instabilidade econômica do país influência diretamente na decisão e nas ações dos líderes RH das empresas em relação ao quadro de funcionários. Executivos brasileiros apostam na retenção de profissionais enquanto os mexicanos priorizam o treinamento e desenvolvimento de executivos e, os argentinos, a remuneração e os benefícios. É o que aponta o barômetro global de RH da Michael Page, uma das maiores consultorias globais especializadas em recrutamento e seleção.

A pesquisa, que consultou 2.572 líderes de recursos humanos de mais de 65 países dos cinco continentes, indica que a prioridade dos RHs brasileiros é a retenção de talentos (46%), seguido de treinamento de executivos (39%) e desempenho de gestão (36%). A média global, que compara com países de outros continentes, desses quesitos são 26%, 33% e 28%, respectivamente.

”A conjuntura econômica atual acaba refletindo nos planos de curto e médio prazo das companhias. Como estamos atravessando um momento difícil, os executivos da empresas de capital nacional estão investindo na retenção e no desenvolvimento dos talentos para atravessar essa fase de instabilidade. No México, embora os objetivos sejam os mesmos, a economia e o mercado de trabalho local estão em plena expansão”, explica o Ricardo Rocha, gerente executivo da Michael Page.

Ainda de acordo com os números do levantamento, na Argentina, os executivos priorizam a renumeração e os benefícios (49%) além do clima de trabalho (49%), bem acima da média global que é de 18% para ambos os tópicos. Já no México a realidade está mais próxima do Brasil, os mexicanos também pretendem investir no treinamento e no desenvolvimento dos profissionais (41%) e retenção de talentos (38%).

“Apesar das incertezas da economia global, o mercado de trabalho argentino possui uma dinâmica diferente. As companhias estão passando por um processo de consolidação de gestão, o que impacta nas políticas de RH. As empresas estão analisando o cenário interno de suas estruturas e investindo em renumeração e benefícios além do clima organizacional, para assegurar os seus talentos”, avalia o executivo da Michael Page.

Confira no gráfico as principais prioridades dos RHs do Brasil, México e Argentina:

brasil

México

argentina

Argentina

argentina_2

Prioridade do RH por região

regio

Estratégico

7 em cada 10 diretores de RH no Brasil se reportam para o CEO

O barômetro da Michael Page mensurou também o quanto a área de recursos humanos das companhias é vista como estratégica e que pode agregar valor ao negócio. De acordo com os indicadores, 72% dos líderes de recursos humanos no Brasil se reportam diretamente para o executivo número da empresa, o CEO. A média global desse indicador é de 63%.

A Argentina concentra a maior porcentagem da América Latina nesse quesito. 85% dos diretores portenhos respondem para o board das companhias. Já no México, o mesmo indicador representa apenas 63% dos consultados no levantamento.

“As empresas já perceberam que é fundamental os líderes de RH trabalharem alinhado com os cargos de decisão e liderança. Quanto mais forte essa sinergia dentro da organização, melhor serão os resultados alcançados pelas companhias”, explica Rocha.

Mensuração

Principais indicadores de resultados do RH

Desempenho do colaborador, rotatividade, recrutamento eficiente e engajamento são os principais indicadores de resultados mensurados pela departamento RH das empresas brasileiras. Esses índices também refletem a realidade de México e Argentina.

Veja o gráfico completo:

indicadores

No México, 50% dos RHs pretendem contratar

De acordo com os dados da Michael Page, 50% os líderes mexicanos pretendem aumentar o quadro de funcionários nos próximos 12 meses. Já no Brasil, apenas 38% almejam contratar para o ano que vem, enquanto na Argentina, a porcentagem desse item é ainda menor, somente 29%.

México

mxico_1

Brasil

brasil_1

Argentina

argentina_3

Tags, , ,

ASUS Brasil assume compromisso de fabricar smartphones com pelo menos 16GB de armazenamento interno

A ASUS Brasil anunciou que seus smartphones lançados no país a partir de outubro serão fabricados com pelo menos 16 GB de armazenamento interno. A informação foi revelada durante o lançamento dos novos smartphones Zenfone GO e ASUS Live em São Paulo.

Segundo Marcel Campos, Diretor de Marketing e Produto da ASUS Brasil, a decisão ocorreu diante do perfil do próprio consumidor brasileiro. “A partir de outubro deste ano, a ASUS oferecerá sempre no mínimo 16 GB de armazenamento em seus smartphones. Percebemos que é uma demanda do público brasileiro que deseja ter uma experiência incrível com seu gadget, seja para em fotos, vídeos HD ou apps mais pesados”, revela Campos. Caso os usuários desejem, é possível expandir o armazenamento com cartões microSDs, que em alguns modelos podem chegar a 128 GB.

Na avaliação de Campos, a evolução do ecossistema Android no último ano tornou 8 GB de armazenamento interno, o padrão até então para aparelhos de entrada, insuficientes para uma experiência de uso excepcional.

A ASUS Brasil entrou no mercado de smartphones brasileiro em outubro de 2014. Entre outros recentes lançamentos da empresa estão o Zenfone 2, Zenfone 2 Laser, Zenfone Selfie. “Na ASUS, estamos preocupados em permitir que os usuários tenham uma excelente performance diante do seu perfil de uso. Por isso, desde nossos modelos de entrada já nos destacamos ao oferecer 2GB de memória RAM que é muito interessante para até mesmo alguns usuários gamers que demandam mais desse recurso – que ainda podem optar pelo flagship Zenfone 2 que é o único a oferecer 4 GB de memória RAM. Cada modelo possui uma caracterísitica importante para um perfil de uso que gera uma experiência única e incrível”, conclui Campos.

Tags, , ,

CGI anuncia novo líder para o Brasil

view.aspx

A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, anuncia Ricardo Saltini como o novo Líder das operações da CGI no Brasil. O executivo assume a nova posição com o desafio de conduzir as operações no país.

“Estou muito entusiasmado com o novo desafio. Assumo a posição confiante e determinado para seguir com a contribuição e relação de parceria de longo prazo que mantemos com parceiros e clientes, contribuindo para o sucesso e crescimento sustentável de nosso negócio no país”, afirma Ricardo Saltini, destacando que a nova posição surge após um ciclo bem-sucedido como Diretor de Clientes, cargo que ocupou por cinco anos.

Com mais de 32 anos de atuação no mercado de Tecnologia da Informação e ampla experiência em operações e relacionamento com cliente, Ricardo Saltini era responsável pela gestão dos principais clientes no Brasil, tendo colaborado ativamente para a expansão dos negócios do grupo.

Formado em Engenharia de Produção e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ricardo Saltini possui um histórico de sucesso ao longo de sua trajetória profissional, tendo ocupado cargos de diretoria em grandes empesas de serviços de Tecnologia da Informação.

“Nós somos uma das maiores Full IT Service Providers do mundo, oferecemos serviços de Outsourcing, Integração de Sistemas, Consultoria de Negócios além de mais de 100 soluções próprias. Estamos prontos para embarcar com o cliente na jornada da transformação digital atual, viabilizando economicamente os projetos transformacionais necessários para ter sucesso. Estou certo de que teremos muitos motivos de comemoração no futuro próximo”, acrescenta Ricardo Saltini.

Tags, , ,

Pulseira para monitorar idosos que vivem sozinhos vence prêmio para startups de saúde

Ao desenvolver uma plataforma capaz de monitorar a saúde dos idosos que vivem sozinhos, por meio de uma pulseira, a Icare conquistou o primeiro lugar no prêmio Desafio Pfizer, criado com o objetivo de valorizar jovens empresas de tecnologia focadas em produtos e soluções digitais inovadores em saúde. A segundo colocação ficou com a Epistemic, que concebeu um método não invasivo para detectar, com 25 minutos de antecedência, surtos epiléticos. As duas empresas terão a oportunidade de participar do Programa de Aceleração da Berrini Ventures, primeira aceleradora de startups em saúde da América Latina.

As primeiras colocadas também terão o direito de participar de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. O benefício será igualmente oferecido às empresas Clever Care e Accelerare – Doctor ID, classificadas em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A Clever Care criou um sistema que realiza, de maneira remota, o controle, a gestão e a orientação de pacientes que necessitam de acompanhamento médico contínuo. Já a Accelerare – Doctor ID idealizou uma ferramenta online associada a um banco de profissionais médicos disponíveis para cobertura de vagas de plantões.

“A Pfizer realiza um intenso trabalho de pesquisa e desenvolvimento para criar tratamentos inovadores que melhorem a vida das pessoas. Com esse prêmio, a companhia pretende incentivar que as startups sigam esse mesmo caminho, o da inovação a serviço da sociedade”, afirma a gerente de Multi-channel da Pfizer, Andrea Mitelman.

Em sua primeira edição, o Desafio Pfizer recebeu 56 inscrições, das quais foram selecionados dez finalistas: Accelerare, Clever Care, Cybergia, Epistemic, iCare, MinsulinTech, Patient Box, Ravek, Senfio e TNH Digitall Health. Todas participaram do HIS – Hospital Innovation Show (his.events), realizado em São Paulo nos dias 28 e 29 de setembro. Elas expuseram seus trabalhos no Startup Lounge do HIS, um espaço mantido em parceria com a Amazon e a Berrini Ventures.

Tags, , , ,

Pensando em construir um data center na América Latina? Leve em consideração estes 10 pontos

Nossas vidas cada vez mais conectadas em tempo real e sob demanda exigem acesso confiável ao conteúdo e às informações hospedadas em data centers. O número cada vez maior de usuários de telefonia móvel na América Latina, a adoção rápida de tecnologias baseadas em nuvem, os aplicativos famintos por largura de banda e o streaming de vídeo afetam significativamente a infraestrutura de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) e, não é de se surpreender, também no acréscimo de novos data centers. Na região, dependendo da fonte, o número de novos data centers deverá crescer entre 10% e 16% ao longo dos próximos cinco anos.

Naturalmente, muitos desses data centers estarão agrupados em “clusters” em áreas metropolitanas, impulsionando a exigência de interconexões e serviços ópticos de alta capacidade. No entanto, dada a importância dos locais de backup e o fato de que a infraestrutura possa ser irregular de uma área para outra, outros podem ser construídos, como precaução, em locais menos óbvios.

É com certeza um fenômeno global. Na verdade, prevê-se que o mercado global de interconexão de data centers (DCI, na sigla em inglês) cresça em um CAGR (taxa composta de crescimento anual) de 10,5% ao longo dos próximos cinco anos, de acordo com o relatório “Oportunidades de Interconexão de Data Centers Ópticos, 2015”, da Ovum.

Dado o investimento significativo que será exigido para esse crescimento, segue lista com as 10 melhores considerações sobre novos data centers na América Latina:

1 – A proximidade de outros data centers: muitas vezes, os data centers estão localizados próximos uns dos outros, em “clusters”, de modo a facilitar as interconexões com operadoras de nuvem, instalações de compilação ou outras operadoras de TIC. Uma maior proximidade, como por exemplo dentro de um raio de cinco quilômetros, aumenta as necessidades gerais de largura de banda, aumentando a diversidade e a oportunidade de mercado.

2 – A conectividade com operadoras de nuvem: uma mudança fundamental para as empresas é a de transferir suas cargas de trabalho de TI para operadoras de nuvem como Amazon, Google ou Microsoft. Um data center que possua conectividade com essas operadoras de computação na nuvem (geralmente através de um ponto de interconexão) é mais valioso, uma vez que um tráfego maior passará através dele para a nuvem.

3 – O tamanho: os data centers podem variar de 100 mil a mais de 1 milhão de metros quadrados para acomodar servidores e unidades de armazenamento adicionais. Quanto maior o tamanho do data center, maiores serão as necessidades de banda de interconexão e maior será a sua dependência da infraestrutura de rede. Considerando os custos financeiros e de espaço físico, a localização (se você conseguir obtê-la), poderá ser um dos fatores mais desafiadores.

4 – As opções de conectividade: A utilização de várias operadoras de rede ajuda a garantir a resiliência. Isso não é nenhuma novidade, mas é provavelmente mais fácil dizer do que fazer isso na América Latina. O aumento da concorrência está alimentando a diversificação de opções de conectividade, mas ainda existe uma série de desafios para o fornecimento de conectividade de alta capacidade confiável e de bom custo-benefício fora dos locais tradicionais de rede.

5 – O nível: os data centers são classificados de 1 a 4, onde quanto maior o nível, maior a resiliência e a qualidade das instalações ambientais. Alguns setores, como a área financeira e o governo, exigem esses requisitos mais elevados e são mais propensos a pagar por serviços de resiliência superior (tais como restauração de falhas múltiplas na grade). Na América Latina, dada a natureza das nossas redes e infraestruturas, não existem muitos data centers nos níveis mais elevados. Já o potencial de negócios para novos data centers de Nível 3 e Nível 4 é enorme, uma vez que as empresas que investem na construção de novos data centers focarão em alta confiabilidade para se diferenciarem. De acordo com a International Computer Room Experts Association (ICREA) o mercado de data centers na América Latina crescerá 30% em 2015.

6 – Os locais de backup: o data center está localizado a mais de 50 quilômetros de distância de um grande centro populacional? Está em uma rede elétrica diferente ou menos suscetível a desastres naturais? Isto o tornaria atraente como um local de backup. Dado o tamanho alastrado de muitas das maiores cidades da nossa região, será um desafio mitigar riscos e garantir níveis-alvo de confiabilidade.

7 – A interconexão internacional: a localização do data center permite acesso a vários cabos submarinos e instalações de satélite? Isso pode aumentar as oportunidades de monetização ligadas a interconexões internacionais. Esses locais são bastante conhecidos em nossa região: o Rio de Janeiro ou o NAP das Américas, em Miami.

8 – O custo de espaço físico: o custo imobiliário em muitos lugares se tornou proibitivo à medida em que crescem a quantidade de equipamentos e as necessidades de espaço. Por este motivo, alguns data centers mais recentes estão sendo construídos em locais mais suburbanos e rurais para conter os custos, mas essas distâncias maiores necessitam de conexões mais longas.

9 – O custo de energia: estamos começando a ver novos data centers sendo localizados em áreas mais rurais, a fim de reduzir o custo da energia. Dentro dessa mesma abordagem, ter acesso a energia renovável (hidrelétrica, solar) é outro fator que os torna atraentes, à medida em que a eficiência energética se torna uma consideração essencial para as empresas e para os provedores de conteúdo.

10 – O potencial de expansão futura: mais uma vez, o espaço físico é um fator chave. Isso porque as empresas não devem apenas considerar o espaço do data center atual, mas também a necessidade potencial de um crescimento futuro.

Certamente existem diversos outros itens a considerar, da necessidade de resiliência e OPEX (como o custo de espaço físico e de energia/refrigeração) até a conectividade (nuvem, data centers internacionais e metropolitanos). Todos estes são cruciais, mas é importante encontrar o equilíbrio certo – muitos deles dependem das necessidades do usuário final e da oportunidade de crescimento futuro. No geral, a infraestrutura precisará evoluir para garantir que as oportunidades de receita sejam maximizadas.

Hector Silva, diretor de tecnologia e vendas estratégicas da Ciena na América Latina

Tags, ,

O melhor da Brasil Game Show (BGS) no YouTube

YouTube confirma sua participação na maior feira de games da América Latina com muitas novidades e atrações

A Brasil Game Show, que acontecerá entre os dias 08 e 12 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, contará, pela primeira vez no evento, com a presença do YouTube. Em uma área de mais de 850 m², alguns dos principais YouTubers irão comentar, ao vivo e em primeira-mão, sobre algumas novidades da BGS, incluindo lançamentos e tendências.

Em parceria com a BGS, o YouTube criou um canal dedicado, onde será possível acompanhar todas as transmissões ao vivo direto do evento, de 9 a 12 de outubro. Entre as atrações já confirmadas no estande, estão nomes como: Coisa de Nerd, AM3NlC, VenomExtreme, Rezende, Malena, GamePlayRJ, TazerCraft, Irmãos Piológo, IGN e Baixaki . Estes são apenas alguns dos canais que vão trazer resumos diários da BGS, jogar lançamentos e entrevistar as publishers. Em breve, a programação completa estará disponível diretamente no canal da BGS no YouTube.

Os visitantes que desejam mais que assistir seu YouTuber favorito na internet ainda podem adquirir o ingresso no site oficial www.brasilgameshow.com.br e acompanhar também as sessões de autógrafos que serão realizadas no estande.

Serviço – BGS 2015

Quando: 08 a 12 de outubro (08 só para business e imprensa)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – SP
Horário: 13h às 21h
Ingressos: até 7 de outubro de 2015: R$ 75,00 (individual meia-entrada)

Outras opções de ingressos e preços podem ser obtidas no site http://www.brasilgameshow.com.br/sou-visitante/ingressos

Meia-entrada: benefício válido para doadores de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, além de estudantes, portadores de necessidades especiais, idosos com idade a partir de 60 anos e professores, todos mediante apresentação de comprovação.

Sobre a Brasil Game Show – realizada pela primeira vez em 2009 na capital carioca como Rio Game Show, a BGS chega a sua oitava edição, que acontece entre os dias 8 e 12 de outubro de 2015, no Expo Center Norte, em São Paulo, como a maior feira de games da América Latina e o segundo maior evento do setor no mundo em área utilizada. Em cerca de 70 mil m², expositores entre os principais nomes da indústria de games apresentam lançamentos em jogos, máquinas, acessórios etc., fazem anúncios para a região, promovem campeonatos e garantem diversão para um público estimado em 300 mil visitantes.

Tags, , , , , , , , , ,