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Quanto um varejista perde em vendas online?

Guilherme Pizzini*

As lojas virtuais investem continuamente para atrair possíveis clientes aos seus sites. Mas será que a verba está sendo aproveitada e trazendo o retorno esperado?

Não adianta gerar leads aos montes e não transformá-los em clientes por motivos técnicos, ainda mais em tempos de estagnação econômica. Vemos continuamente exemplos de e-commerce que até oferecem preços atrativos, mas não conseguem realizar a venda por falta de infraestrutura ou ferramentas ineficientes.

A performance de uma loja virtual é medida por meio de taxas de abertura e cliques em produtos ou no carrinho, mas a principal medição é a taxa de aprovação das compras feitas por cartões de crédito, que podem chegar a até 90% do total das transações realizadas nos sites. No Brasil, esse índice é de 70%, em média, enquanto ultrapassa os 90% nos Estados Unidos.

Principalmente durante a crise, o comerciante não pode se dar ao luxo de perder clientes. A Black Friday e o Natal, as datas mais importantes para o segmento se aproximam. Por isso, é agora o momento de investir em infraestrutura, como uma boa hospedagem que suporte o tráfego e um gateway de pagamento que disponha de recursos para aumentar a conversão.

Uma funcionalidade fundamental para “recuperar” vendas não realizadas é a retentativa de pagamentos com um gateway multiadquirente. Com ela, cada transação negada por um adquirente devido a problemas técnicos – como indisponibilidade, intermitência ou mesmo demora no tempo de resposta – é enviada automaticamente para outra credenciadora, que autoriza o pagamento.

Além deste, existem outros recursos nativos dos gateways como o de divisão do valor em multimeios (cartão e boleto) e pagamento por um clique que, juntos, aumentam a taxa de conversão em até 25%, um volume relevante para um mercado que fatura milhões.

O e-commerce é um segmento que, na contramão da economia e do varejo físico, deve crescer de 20% a 30% neste ano por proporcionar uma compra com segurança, comodidade e, principalmente, o menor preço. Às lojas, basta fazerem sua parte: investir para não perder público por ineficiência.

*Guilherme Pizzini é diretor da MundiPagg, empresa com soluções únicas para pagamento online

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Não caia nos golpes de phishing!

Por Thiago Chueiri, do PayPal

Cresce o número de golpes para roubar informações pessoais, além de senhas de acesso a e-mails e demais contas da internet usando um método conhecido como phishing, que faz uso de e-mails e sites falsos, simulando se tratar de uma empresa idônea.

Só no PayPal recebemos perto de 15 mil alertas diários de phishing provenientes do mundo todo.[1] Os golpistas tentam induzir o usuário de internet a fornecer suas informações pessoais, além da senha de sua conta para, depois, usá-las para fins ilícitos.

O PayPal enfrenta todos os dias cerca de 150 grandes campanhas de ataques virtuais e trabalha constantemente com nossos parceiros do setor a fim de contribuir para a erradicação dos sites fraudulentos de phishing. Mas existem algumas medidas que podem ser tomada para garantir a sua segurança.

Seth Rosenblatt, editor do site norte-americano, especializado em notícias sobre segurança e privacidade, The Parallax, recomenda que o usuário de internet esteja sempre alerta para sinais de fraude. Entre eles, estão e-mails com erros gramaticais e endereços de internet e domínios que não correspondem ao remetente sugerido no e-mail.

Trocando em miúdos, quando um e-mail pede informações pessoais, preste muita atenção ao endereço desta mensagem. Os golpistas tentam fazer parecer que se trata de uma comunicação enviada de uma empresa conhecida. No entanto, sempre há algo errado com o endereço de onde enviaram o email. Por exemplo, se nesse email há um logo do PayPal, mas a mensagem parece ter vindo de um site estranho, como epaypal.com ou ecommpaypal.com.

Outros sinais que merecem toda a cautela são e-mails que exijam uma resposta urgente, ou que solicitem números de documentos ou informações bancárias, ou, ainda, que incluam anexos suspeitos, frisa Rosenblatt. Para o especialista, não se deve clicar em anexos a não ser que você tenha absoluta certeza da autenticidade de sua origem. Tampouco os e-mails que tragam uma URL que pareça ser legítima podem ser confiáveis, pois pode acontecer que, ao clicar no link, o usuário seja levado a um site falso criado para roubar seu usuário e sua senha.

O pior é que, muitas vezes, somos nós mesmos que entregamos as nossas informações pessoais sem sequer nos darmos conta. Nessa era de mídias sociais, compartilhamos em posts informações sobre a nossa cidade natal, nomes de animais de estimação e datas de aniversário. Se você adotar alguma dessas informações nas respostas às perguntas de segurança para suas senhas de contas bancárias, pode estar inadvertidamente entregando suas chaves de segurança virtual a um golpista. A dica, portanto, é sempre estar atento com o que você compartilha on-line e com quem.

A propósito, a boa segurança on-line começa com uma senha segura. Algo fundamental que você pode fazer para se manter protegido é usar uma senha diferente para cada uma de suas contas, especialmente as que incluem informações financeiras. Dessa maneira, se alguém conseguir acessar uma de suas contas, não conseguirá entrar em outras que você também possua.

Por fim, como medida de prevenção, tenha sempre à mão os telefones dos serviços de atendimento ao consumidor de bancos, cartões de crédito e do PayPal. Caso suspeite de algum acesso indevido às suas contas, ligue imediatamente comunicando o incidente.

[1] Estatísticas do Sistema de Rastreamento de Fraudes (Fraud Tracking System – FTS) do PayPal em agosto de 2015

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Gartner estima que gastos com segurança chegarão a 75 bilhões de dólares em 2015

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que os investimentos mundiais com segurança da informação chegarão a 75,4 bilhões de dólares em 2015, um aumento de 4,7% em relação a 2014. Esse incremento é impulsionado por iniciativas governamentais, mudanças na legislação e violações de dados com elevado nível de sofisticação. Segundo o Gartner, os testes de segurança, a terceirização de TI e o gerenciamento de identidade e de acesso representam as principais oportunidades de crescimento para os fornecedores de tecnologia.

Essas previsões serão apresentadas em detalhes durante o Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O simpósio reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

Segundo o Gartner, os gastos com plataformas de proteção de terminais e sistemas direcionados para a segurança do consumidor estão apresentando indícios de comoditização.

“O interesse em tecnologias de segurança é cada vez mais estimulado por elementos do negócio digital, particularmente Nuvem, computação móvel e Internet das Coisas, assim como pela sofisticação e pelo alto impacto de ataques direcionados”, afirma Elizabeth Kim, Analista de Pesquisas do Gartner, que acredita que esse foco esteja impulsionando o investimento em ofertas emergentes.

Para o Gartner, as tendências do mercado de segurança da informação são:

O aumento de preços levará organizações a abrirem mão da compra de produtos de segurança – Como a maioria dos produtos de segurança é criada nos Estados Unidos, a valorização do dólar deve desencadear mudanças significativas de preços na conversão das moedas locais para dólares norte-americanos. Na Europa, por exemplo, a maioria dos preços subiu em até 20%. A recuperação em 2016 se dará a partir de uma combinação de aquisições realizadas no mesmo ano e da estabilização das taxas de câmbio prevista.

O crescimento do mercado de Prevenção de Perda de Dados (DLP) de reconhecimento de conteúdo corporativo enfrentará retração de 4% a 5% até o final de 2019 – Os dados do Gartner mostram o desempenho estável dos principais fornecedores do segmento em 2014. Diante do aumento do canal DLP (Prevenção de Perda de Dados) e de soluções “DLP lite”, o mercado não deve apresentar forte crescimento na sua forma atual nos próximos anos.

Até o final de 2020, menos de 5% dos fornecedores de segurança de rede ganharão força no mercado de Plataformas de Proteção de Terminais (EPP) – As EPPs representam a expectativa das organizações terem o menor número possível de agentes em terminais. Agentes adicionais geram maior risco de interferência com aplicações e necessitam de soluções com alertas complementares, atualizações e implantações de produtos. Poucos fornecedores têm sucesso além das operações de terminais e rede, mas há muitos exemplos de fornecedores retirando-se de outros mercados.

Menos de 5% das organizações com mais de 500 funcionários comprarão soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças (UTM) até 2019 – As barreiras de proteção corporativas e soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças permanecem como produtos e mercados distintos e, apesar do preço mais baixo, a demanda por aparelhos de UTM continuará sendo restrita aos mercados de Pequenas e Médias Empresas (SMB). Os analistas do Gartner esperam que as empresas continuem usando predominantemente roteadores e links de Multiprotocol Label Switching (MPLS) para conectar suas filiais menores aos centros regionais.

Em 2018, 85% dos novos negócios para a funcionalidade de rede farão parte de um pacote com barreiras de proteção e plataformas de segurança de conteúdo – Nos últimos três anos, as organizações de vanguarda têm observado o ambiente avançado de ameaças, em que as ameaças surgem mais rápido do que os mecanismos tradicionais de bloqueio. Diversas violações de alto nível têm ampliado a percepção sobre a necessidade de detecção de software malicioso (malware). Fornecedores de plataformas de segurança introduziram sistemas de eliminação de programas indevidos menos onerosos, muitas vezes baseados em Nuvem, como extensões da ferramenta.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há descontos para grupos e preços diferenciados nas inscrições para profissionais do setor público. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Nextel investe em SVA e lança hub de serviços

A Nextel anuncia o + Escolha, hub de serviços de valor agregado (SVA), que contará com conteúdos dos mais diversos segmentos como, por exemplo, saúde, entretenimento, segurança e educação. A operadora tem como objetivo duplicar o faturamento de SVA com esse lançamento até o final do ano.

“Com a implantação do + Escolha, teremos mais agilidade em disponibilizar novas ofertas de SVA, área que vem conquistando uma importância cada vez maior na empresa. Para o cliente, isso representa um portfólio com produtos e serviços cada vez mais relevantes e adequados ao seu dia a dia. Valorizando a simplicidade e conveniência, já temos disponíveis produtos como antivírus, seguros, revistas, entre outros”, comenta Régis Alves, gerente de Marketing da Nextel.

Os primeiros serviços disponibilizados pela Nextel no + Escolha são: o Nextel PlayLivros, Nextel Revistas, SMS a cobrar, Nextel Cloud, Nextel Proteção online e Meu Seguro Nextel.

Nextel PlayLivros

Disponível para IOS e Android, pelo aplicativo ou pelo site, o Nextel PlayLivros reúne mais de 800 livros narrados por celebridades como Pedro Bial, Glória Kalil e Bruno Mazzeo. Além da narração dos famosos, as histórias são contextualizadas com efeitos sonoros, que valorizam ainda mais a experiência.

Por R$12,90 mensais, ou R$3,90 semanais, os usuários têm acesso ilimitado a todo acervo, que conta com obras como O Pequeno Príncipe, Macunaíma, Tim Maia, O Vendedor de Sonhos, 1822, O Mago, entre outras.

Para assinar, os interessados podem enviar um SMS com a palavra LIVROS para 5567. O serviço também pode ser contratado pelo site Nextel ou através do call center e é oferecido em parceria com a uBook.

Mais informações em www.nextel.com.br/playlivros.

Nextel Revistas

O serviço Nextel Revistas oferece sempre a última edição das melhores revistas do país, que podem ser lidas em qualquer smartphone Android, tablet ou web. Títulos como Você S/A, Caras, Carta Capital, Placar e Rolling Stone estão contemplados na plataforma com acesso ilimitado.

Os interessados em adquirir o serviço, que sai por R$12,90/mês, devem enviar um SMS para 5051 com a palavra REVISTA. O serviço também pode ser contratado pelo site Nextel ou por meio do call center e é oferecido em parceria com a Zed.

Para mais informações, acesse www.nextel.com.br/nextelrevistas.

SMS a cobrar

Com a mesma dinâmica de uma ligação a cobrar, o SMS a Cobrar possibilita ao cliente Nextel enviar uma mensagem de texto a ser paga pelo recebedor. O serviço está disponível inicialmente entre números da Nextel.

Qualquer usuário da Nextel pode utilizar o serviço independentemente do plano contratado e se possui, ou não, crédito no momento. O destinatário recebe um aviso sobre o SMS a Cobrar e, se aceitar recebê-lo, é tarifado em R$0,52 por mensagem recebida.

O serviço é oferecido em parceria com a Takenet.

Para mais informações, acesse www.nextel.com.br/servicos/mensagem/sms-a-cobrar.

Nextel Cloud

Já o Nextel Cloud é um serviço de armazenamento online, que permite o backup automático de todos os conteúdos do dispositivo. O conteúdo pode ser acessado pelo aplicativo ou pela web. A solução também permite o compartilhamento de todo o conteúdo por meio de Instant Message’s, e-mails ou redes sociais.

A operadora disponibiliza o pacote de 5GB a R$4,99. Para contratar o cliente deve enviar o número 5 para o 27118. Em breve, novos pacotes serão oferecidos. O serviço está disponível para smartphones Android e em breve para IOS e é ofertado em parceria com a FS.

Para mais informações, acesse http://www.nextel.com.br/servicos/seguranca/nextel-cloud.

Nextel Proteção Online

O Nextel Proteção Online é um serviço de proteção contra vírus e ameaças digitais, além de proteção de todos os dados pessoais do usuário. Está disponível para smartphones Android, tablets e computadores. O serviço permite também localizar e bloquear o dispositivo em caso de perda ou roubo, proteger as redes sociais contra invasões e ainda evitar propagandas indesejadas e spams, além da função Controle de pais, no qual é possível monitorar o que os filhos acessam na internet.

A operadora disponibiliza a proteção para 1 dispositivo a R$8,99. Para contratar o cliente deve enviar o número 1 para o 27115. Em breve, novos pacotes estarão disponíveis.

O serviço também é oferecido em parceria com a FS.

Para mais informações, acesse http://www.nextel.com.br/servicos/seguranca/protecao-online.

Meu Seguro Nextel

É um serviço de seguro para aparelhos celulares que conta com cobertura contra roubo, furto e danos. O produto é oferecido em parceria com a PAN Seguros,

Conecta Serviços e TOC Corretora de Seguros, e reforça a preocupação da operadora em entregar soluções relevantes ao dia a dia dos usuários.

Para mais informações acesse: www.nextel.com.br/meuseguronextel.

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Resource IT lança unidade de negócios digitais para ampliar a produtividade das empresas

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas de serviços de TI, anuncia o lançamento da Resource Digital, nova unidade de negócios criada para ajudar empresas de todos os segmentos a ingressarem no mundo digital.

“As tecnologias digitais estão evoluindo a um ritmo sem precedentes e estamos preparados para ajudar as empresas brasileiras a serem bem-sucedidas na implantação de tecnologias que as tornem as ajudem a ser mais produtivas”, afirma Gilmar Batistela, CEO Global da Resource IT.

Com os novos serviços, a Resource IT proporcionará uma visão mais ampla aos clientes, estimulando-os a adaptar suas estruturas para suportar as transformações previstas com a transição dos negócios tradicionais para o mundo digital.

O objetivo é aumentar a competitividade dos clientes, melhorar a performance no uso da tecnologia, organizar e proteger informações, aperfeiçoar controles internos e otimizar o trabalho de vendas com novas soluções e modelos de negócios ainda mais rápidos e integrados.

Cerca de 10% dos 3.000 profissionais da Resource IT integram o time da Resource Digital, que inclui tecnologias de Mobilidade, Analytics/Big Data, Marketing Digital, CRM, E-commerce, Plataformas M2M, Gestão de Documentos e Processos com base em métodos de Design, Engenharia Ágil e Inovação.

A nova área começou a ser concebida em 2012 no Brasil. Começou como um projeto-piloto, que foi aprimorado com os produtos da Bringto, empresa americana criada em 2014 pelo grupo Resource IT, e, mais recentemente, com o envolvimento dos especialistas do Centro de Inovação da companhia, localizado no Vale do Silício (EUA).

Com os produtos da Bringto, a Resource Digital integra plataformas com alto poder de análise e processamento aos seus serviços especializados. Entre os produtos estão soluções em Nuvem para monitorar, automatizar e testar sistemas de gestão empresarial SAP, ou outros, com acompanhamento em tempo real, dashboard, cruzamento de dados, controle de Apps, Mobile, Wearables, computador, tablets ou smartphones, servidores, websites e caixas eletrônicos, ou qualquer outro dispositivo. As soluções apostam no envolvimento do usuário para gerar experiências positivas a partir de qualquer dispositivo de acesso, como computadores, tablets ou smartphones.

“A Resource Digital ajudará os clientes a utilizarem de forma assertiva soluções digitais. Quem não for digital estará definitivamente fora do jogo”, diz Gilmar Batistela, lembrando a revolução que aconteceu com o mercado de música e livros ao longo dos últimos anos.

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CPqD e Bradesco destacam questão da segurança em sistemas de biometria em evento internacional

A segurança dos dados é um requisito fundamental para o sucesso do uso de tecnologias de biometria em sistemas de autenticação de usuários. Afinal, ao contrário das senhas ou outros tipos de código de segurança, a biometria não poderá ser substituída, caso seja exposta a pessoas mal intencionadas.

Esse é, justamente, o papel principal do framework de segurança para sistemas biométricos desenvolvido pelo CPqD, que será o tema de palestra a ser proferida no Biometrics 2015 – Conference & Exhibition on the Practical Application of Biometrics, um dos principais eventos do mundo nessa área, que será realizado entre 13 e 15 de outubro, em Londres. Programada para o dia 14, às 15h20, a palestra será feita por Emilio Nakamura, especialista em Segurança da Informação do CPqD, em conjunto com Marcelo Ribeiro Câmara, gerente do Departamento de Pesquisa e Inovação do Bradesco e responsável por diversos projetos de segurança no banco – entre eles, a implementação de autenticação biométrica para 14 milhões de clientes.

“Existem mais de dez pontos possíveis de ataque aos sistemas de autenticação biométrica”, diz Nakamura. Segundo ele, um dos problemas mais conhecidos é o spoofing, em que o fraudador tenta usar fotos ou gravações de voz para se passar pelo usuário. Mas há também tentativas de ataque às bases de dados e aos aplicativos dos dispositivos móveis, por exemplo. “O diferencial da solução do CPqD está na atuação no ecossistema de autenticação biométrica, protegendo os dados em todos os possíveis pontos de ataque”, afirma o especialista.

Para isso, o framework de segurança – que já faz parte da solução de autenticação biométrica (de voz e de face) CPqD Smart Authentication – utiliza diversas técnicas avançadas de proteção, como ofuscação de código e de chaves criptográficas, antiviolação, troca de parâmetros de segurança e canal seguro, entre outras. “Essas técnicas são aplicadas em vários níveis do ecossistema, desde a captura dos dados biométricos (com a câmera ou o microfone), o aplicativo web até a transmissão (criptografada) dos dados para os servidores”, explica Nakamura.

Para o Bradesco, instituição pioneira na adoção de sistemas de autenticação biométrica no Brasil, a facilidade de uso das tecnologias é um fator essencial. “Cada canal e cada contexto tem uma implementação biométrica com melhor aderência. Pela experiência nas implementações de biometria que já fizemos, percebemos que esse tipo de tecnologia é adotada rapidamente, se trouxer as características de proteção adequadas e fizer sentido para os clientes. Soluções assim, que associam segurança e usabilidade, serão a tendência que veremos prevalecer nos próximos anos’, enfatiza Marcelo Câmara.

O Biometrics 2015 é um evento anual, que conta com o apoio do Biometrics Institute e reúne desenvolvedores, fornecedores, integradores de sistemas, consultores e usuários de tecnologias de biometria – entre os quais executivos das maiores instituições financeiras do mundo e agentes de órgãos de segurança. Neste ano, a programação de palestras e debates inclui diversos temas relacionados aos principais desafios e aplicações de sistemas de biometria – como, por exemplo, o gerenciamento de identidade no mundo digital e aplicações dessa tecnologia nas áreas militar e legal e, também, em pagamentos por dispositivos móveis. Mais informações sobre o evento estão disponíveis em http://www.biometricsandidentity.com/

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Brasil Game Show terá loja oficial com o dobro do tamanho e ainda mais completa

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Em espaço duas vezes maior do que em 2014, visitantes poderão adquirir grande variedade de produtos customizados – como bonés, mochilas, camisetas e canecas –, e o inédito livro sobre a história do evento

Além de experimentar games que sequer foram lançados, conhecer grandes nomes da indústria dos jogos eletrônicos, encontrar atletas de e-Sports, participar de desafios, torneios e campeonatos, ver a exposição “A Evolução do Videogame” e curtir outras atrações do mundo dos games, quem for à Brasil Game Show (BGS), que acontece de 8 (imprensa e negócios) a 12 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, também poderá levar para casa produtos exclusivos da maior feira de games da América Latina, como “Brasil Game Show – O livro”, que conta a história do evento e será lançado na feira.
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Na loja oficial da BGS, montada no Pavilhão Azul e com o dobro do tamanho de 2014, (600 m²), também estarão à venda camisetas masculinas e femininas, inclusive modelos infantis para crianças a partir de dois anos, cadernos, bonés, , capas para tablets, squeezes, canecas e chaveiros, tudo com a logomarca da BGS. Entre as novidades destacam-se as mochilas, mousepads para gamers, porta-copos, bloco de anotações e boné personalizados da Brasil Game Cup – BGC, torneio de esportes eletrônicos da BGS que reúne as melhores equipes latino americanas do jogo Dota 2 e dará R$ 60 mil em premiação.

Em 2014, a loja oficial foi um grande sucesso, com milhares de itens comercializados nos cinco dias de BGS. Para 2015, a expectativa é superar essa marca e, para isso, haverá três vezes mais produtos à venda. Entre as novidades, estará “Brasil Game Show – O livro”, uma publicação da Editora Europa que conta a história da BGS e relata momentos da trajetória dos videogames no Brasil. O livro já pode ser adquirido em pré-venda pelo site www.blueticket.com.br/15640/Brasil-Game-Show-O-Livro por R$ 24,90, ou, durante o evento, por R$ 29,90 na loja oficial.

A lista de expositores da BGS 2015 está disponível em http://www.brasilgameshow.com.br/sou-visitante/expositores/lista-de-expositores e inclui nomes como: XBOX, PlayStation, YouTube, Warner Bros Games, EA, Ubisoft, Activision, Razer, Mad Catz, Capcom, NVIDIA, DXRacer, TP-LINK, RIMO Entertainment, HyperX, Saraiva, Lojas Americanas, americanas.com, Com2uS, Minecraft, ToyShow, Game7, EVGA, Azubu, Galápagos Jogos, Gunnar, Copag, Gargulla, Game7, Red Nose, Incomm, Forgame, Taiwan Excellence, Rixty, Top Draw, Nissan, Legião Nerd Grupo Editorial Record, UBV&G, HP, Omnyex, Bazar Magic, Garage 227 Studios, Digi Ten Studio, Duaik Entretenimento, Flux Game Studio, Odin Game Studio, VOID Studios, Overlord Game Studio, Reload Game Studio, Streamy, Messier, Data Realms, DNAe Studios, Samaritan Studios, Unique, SuperGeeks, Planeta De Agostini, GamerTag, Piticas, Requiém Studio, Like Kits, 2Dverse, G2E, Maxlab Studios, Tree of Dreams, Pain Gaming, Smyowl, Too Nerd to Die, entre outros.
Serviço – BGS 2015

Quando: 08 a 12 de outubro (08 só para business e imprensa)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – SP
Horário: 13h às 21h
Ingressos: até 7 de outubro de 2015: R$ 79,00 (individual meia-entrada)

Outras opções de ingressos e preços podem ser obtidas no site http://www.brasilgameshow.com.br/sou-visitante/ingressos

Meia-entrada: benefício válido para doadores de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, além de estudantes, portadores de necessidades especiais, idosos com idade a partir de 60 anos e professores, todos mediante apresentação de comprovação.

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O inútil sacrifício de empresas e empregos

Por Alfredo Bonduki*

O rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor’s comprovou estar equivocada a estratégia do governo de buscar o equilíbrio fiscal por meio do aumento de tributos. A agência de riscos, a rigor, apenas corroborou o que os brasileiros já sabiam: medidas como a lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff que reonerou a folha de pagamento das empresas em mais de 50 setores, com ônus de 150%, não são suficientes para reparar o déficit orçamentário do setor público. Além disso, impostos e taxas mais altos, como a volta da CPMF, aprofundam a crise econômica e pressionam a inflação, ao agravar o custo dos setores produtivos.

Mantendo despesas incompatíveis com o PIB brasileiro, o governo insiste em cobrir seu déficit com a captação de mais dinheiro de quem produz e trabalha. E faz isso com o suporte legislativo de uma fisiológica base de apoio no Congresso Nacional, à revelia do diálogo com os representantes de atividades geradoras de mão de obra intensiva, como a combalida indústria têxtil e de confecção. Este setor, cuja inclusão dentre os que receberiam aumento de “apenas” 50% foi vetada pela presidente na sanção da lei de reoneração da folha de pagamentos, desempregará mais de 100 mil trabalhadores este ano. Porém, o governo do Partido dos Trabalhadores parece estar mais preocupado em manter dispendiosas e anacrônicas regalias de um Estado ineficiente.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, talvez já consciente dos limites de cortes nas entranhas políticas e burocráticas do insaciável monstro estatal, insiste no discurso do aumento tributário, praticando uma tática de terra arrasada: tenta promover o ajuste em cima da indústria de transformação. Esta, porém, já foi muito sacrificada nos últimos anos pela desastrada e populista política de câmbio valorizado e juros altos. Perdeu competitividade e não tem como pagar mais imposto.

Relançando a CPMF e ameaçando aumentar o Imposto de Renda, Levy sucumbe à insana realidade brasiliense, sem apontar qualquer saída para a crise econômica e uma política industrial a ser executada após o ajuste fiscal. O ministro parece convencido de que a luz no fim do túnel seja, na verdade, o farol de uma locomotiva em rota de colisão com a economia, prenunciando um desastre. Isso ainda poderia ser evitado, por meio de um projeto de desenvolvimento baseado em inovação, aumento de produtividade e desoneração dos custos das empresas. Tal avanço, contudo, esbarra no fisiologismo, nas retaliações políticas, como tem feito o presidente da Câmara dos Deputados, mais preocupado com as delações da Lava Jato, e nas posições dogmáticas e inabilidade política da presidente Dilma.

Caso os obscuros acordos continuem gerando decisões pouco democráticas e persistam os problemas econômicos e políticos, teremos mais um tema no bordão do “nunca antes neste país”: números recordes de fechamento de empresas e perda de empregos, tornando inútil o sacrifício da sociedade para prover um ajuste fiscal feito de modo equivocado. É preciso que os poderes Executivo e Legislativo assumam a responsabilidade por seus atos e decisões.

Por isso, soa como desrespeito à inteligência dos brasileiros a frase de Joaquim Levy em entrevista na noite que se seguiu ao rebaixamento da nota de crédito do Brasil: “Se a gente precisar pagar impostos, eu tenho certeza de que a população estará preparada para fazer isso”. Não, ministro, não estará! Aumento de impostos e taxas para quem já vem pagando a conta há tanto tempo apenas aprofunda o desalento e a desesperança.

*Alfredo Bonduki, engenheiro formado pela Poli-USP e pós-graduado pela FGV, é presidente do Sinditêxtil-SP.

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Equity Crowdfunding: Start me up lança plataforma para investimentos a partir de R$ 100,00

O conceito de equity crowdfunding, investimento coletivo em que empresas buscam recursos para viabilizar modelos de negócios completos a partir de plataformas na internet, vem ganhando força no Brasil. O modelo inovador tanto para quem quer investir quanto para quem quer empreender, contudo, ainda parecia restrito a investidores profissionais. Para preencher a lacuna que separava pessoas interessadas em apoiar boas ideias, mas cujos recursos financeiros não permitem grandes aportes de capital, surgiu a Start Me Up, primeira plataforma de investimento colaborativo no Brasil baseada no conceito de captação de recursos na multidão.

Seguindo a proposta de democratizar o fomento de empresas inovadoras, a plataforma permite aplicações a partir de R$ 100,00. “Acreditamos que empresas baseadas em boas ideias podem e devem ser rentáveis. Elas precisam apenas de alternativas para a captação de capital. Por isso trabalhamos para o desenvolvimento de um novo mercado, o do investimento colaborativo de multidão, em que empresas inovadoras passam a obter recursos financeiros provenientes de investidores, amigos, conhecidos ou pessoas que simplesmente querem ajudar a impulsionar estas empresas, além de rentabilizar seu investimento”, diz Fábio Silva, sócio fundador da Start Me Up.

Além disso, a Start Me Up também funciona como um canal de comunicação entre a startup e os investidores, para que todos possam acompanhar o desempenho da empresa e receber informações sobre a sua performance, viabilizando, posteriormente, a participação do investidor na partilha dos resultados da startup. Ao final do contrato o investidor tem ainda a opção de se tornar sócio da empresa investida, uma maneira inovadora e simples de investir.

“Em nossa plataforma, empreendedores disponibilizam projetos de captação para seus negócios, apresentando informações sobre a sua proposta em busca de investidores. Quanto maior o valor do investimento maior será a participação do apoiador na empresa”, explica Fábio.

Equity Croudfunding como alternativa para empresas e investidores

Ao lado de Diego Perez, Fernando Patucci e Rodrigo Carneiro, Fábio tem a missão de difundir no Brasil um modelo destinado a unir investidores interessados em negócios rentáveis para empreendedores em busca de capital. Por isso, além de servir como agente de contato entre as duas pontas, a Start Me Up facilita o fluxo do capital investido e disponibiliza um canal de comunicação entre o empreendedor e seus investidores, permitindo o acompanhamento da performance da empresa investida.

“A StartMeUp é uma plataforma de investimento colaborativo que disponibiliza tecnologia para que qualquer pessoa possa investir em empresas com potencial de crescimento, onde o investidor receberá como contrapartida o direito de participar nos resultados financeiros desta empresa. Ao final do contrato, o investidor poderá converter o seu investimento em participação societária direta no capital social da empresa investida, tornando-se sócio”, explica Diego.

Para que isso seja possível, o investidor ingressará em um Contrato de Investimento Coletivo, que estabelecerá as regras do investimento e os seus direitos e obrigações do para poder participar nos resultados da empresa. Feito isso, o empreendedor receberá os recursos captados e os aplicará em sua empresa, executando as atividades que propôs no projeto disponibilizado no site da Start Me Up.

Números do Crowdfunding

Dados disponibilizados pelo Banco Mundial e pelo Crowdsourcing.org apontam que negócios e empreendedorismo foram responsáveis por 41,3% das campanhas de crowdfunding pelo mundo, o que representa uma movimentação de US$ 6,7 bilhões. Neste cenário, a modalidade de Equity Crowdfunding – ou investimento colaborativo – atingiu a marca de US$ 1,1 bilhão em 2014, número que representa um crescimento de 182% em relação ao ano anterior.
De acordo com a organização Anjos do Brasil, o mercado nacional de investimento em startups tem potencial para chegar a R$ 2,9 bilhões até 2017. Se considerarmos o volume registrado em 2014, esse segmento chegou a movimentar R$ 688 milhões, com um valor médio de aporte por investidor de R$ 97 mil.

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As sete melhores dicas para ter uma reunião perfeita

Reuniões podem ser longas ou curtas, práticas ou enfadonhas, em um local improvisado, em uma sala com projetores ou no ambiente virtual – são muitos os formatos de encontros corporativos, mas todos têm um objetivo em comum, a produtividade.

Um estudo realizado pela join.me em parceria com a Ovum apontou que dois terços dos colaboradores de empresas em todo o mundo consideram que mais da metade das reuniões que participam não são produtivas e tomam muito tempo das agendas já concorridas de todos os diferentes níveis de cargos dentro da empresa.

Então por que as pessoas continuam participando de reuniões tão ruins? A resposta é bastante simples: o mundo mudou, mas, para muitos, os encontros corporativos são os mesmos. Enquanto o trabalho se torna cada vez mais flexível e virtual, as reuniões presenciais ainda representam 62% dos encontros corporativos no mundo.
Pensando em ajudar as pessoas a promoverem e participarem de reuniões mais produtivas, a equipe de especialistas da join.me produziu uma lista com dicas para modernizar e agilizar as reuniões.

Comece cedo e termine logo

As reuniões são um mal necessário dentro das empresas, mas esta não é uma boa justificativa para perder tempo. Comece a reunião no horário e siga à risca o período estipulado anteriormente, mesmo que ocorram atrasos dos outros participantes. Esta é uma maneira eficaz de fazer com que as pessoas sejam objetivas nos temas discutidos e tomem as decisões mais rapidamente.

Siga o roteiro da reunião

É impossível preparar um roteiro sempre, mas tenha em mente quais são os objetivos daquela conversa e se atenha a eles. Outra boa estratégia é delimitar previamente por quanto tempo cada um dos assuntos será debatido e por quais participantes: é surpreendente descobrir que praticamente todas as discussões podem ser solucionadas em 10 minutos. Caso seja possível preparar um roteiro, não se esqueça de compartilhar com todos os envolvidos.

Foco no futuro

Reuniões são feitas por um motivo, e quase sempre ocorrem para falar sobre os próximos passos a serem tomados a partir de uma situação. No final da reunião, faça um resumo do que foi discutido e alinhe as próximas etapas com a equipe, definindo responsabilidades e prazos. Usar ferramentas que gravem a conversa e enviem o arquivo para os participantes, como a join.me, também ajudam a retomar tópicos que não foram bem definidos.

Escolha bem os participantes

Boas reuniões são aquelas que têm pessoas informadas e dispostas a colaborarem para solucionarem um problema ou darem novas ideias. Por isso, reduza ao máximo o número de participantes. Assim, todos terão oportunidade de se expressarem e não se sentirão intimidados por falar em público.

Seja flexível na escolha do lugar

Nem sempre é possível agendar uma sala grande e arejada, com café da manhã à disposição. Explore a empresa em busca de cantinhos silenciosos e espaços de fácil acesso aos demais participantes. Ambientes nos quais todos fiquem em pé podem ser estrategicamente interessantes, pois a tática faz com que as pessoas sejam mais objetivas. Outra boa alternativa são as reuniões virtuais, nas quais a sala sempre está disponível e ainda permite conectar pessoas de diversas partes do mundo.

Experimente o ambiente virtual

Atualmente, um colaborador ou um parceiro não necessariamente tem que estar na mesma sala, cidade ou até mesmo país para uma reunião efetiva. O tempo de deslocamento de todos é precioso e nada melhor do que se reunir com os demais participantes sem precisar sair da própria mesa. Além de economizar tempo e recursos que seriam gastos com o transporte, as reuniões online tendem a ser mais objetivas.

Escolha bem suas ferramentas

Se a reunião for virtual, tenha certeza de que você está usando a ferramenta adequada para as suas necessidades, já que todos os colaboradores têm muito a fazer e não podem perder tempo com problemas de conexão ou downloads. Existem plataformas no mercado para reuniões online que não exigem instalações, como exemplo a própria join.me, que permite que todos se conectem em poucos segundos e sem complicações. Assim, a reunião pode ocorrer de qualquer lugar, a qualquer hora. Tenha a certeza de utilizar uma plataforma profissional e segura.

Quer saber como será a sua próxima reunião? Faça o QUIZ da join.me e descubra: www.saibacomoserasuareuniao.com.br

O join.me, lançado recentemente no Brasil pela LogMeIn, reúne todas estas vantagens em uma mesma plataforma. Os participantes podem se conectar em uma reunião diretamente pela internet, de qualquer dispositivo – computador, tablet, smartphone ou Apple Watch. O participante também pode utilizar números de telefone fixos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Porto Alegre para participar da conferência por meio de uma ligação local. A ferramenta, além de diversas outras funcionalidades, permite compartilhar a tela do computador em apenas alguns cliques.

Para usar a ferramenta sem custo basta acessar www.join.me/pt.

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Qual o impacto da reoneração da folha para as empresas?

O Governo Federal alterou radicalmente as regras relacionadas a desoneração da folha, com a sanção presidencial da lei que revê esse benefício na folha de pagamento concedida a 56 setores da economia, aumentando as alíquotas incidentes sobre a receita bruta das empresas, a chamada reoneração da folha.

A medida, também tornou facultativa a adesão à desoneração. Entretanto, a lei entra em vigor em 1º de dezembro deste ano, sendo que a legislação estabelece um prazo de 90 dias para a mudança na tributação, porém a opção por aderir ou não só poderá ser feita em 2016. A expectativa do Governo é aumentar a arrecadação em cerca de R$ 10 bilhões, contudo, o impacto nas empresas promete ser devastador.

“Infelizmente, no meio de uma crise, isso representará em mais um aumento nos gastos, o que com certeza tornará as empresas menos competitiva. Além disso, o fato de ser facultativa a adesão faz com que seja necessária a realização de uma análise tributária”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Ainda segundo Domingos: “as regras da desoneração foram mudadas no meio de jogo, restando para os empresários e suas contabilidades correrem para ver qual o impacto que esse aumento de alíquota terá e qual será a melhor opção. Contudo, é certo que para grande porcentagem dos negócios não será mais vantajosa a opção pela desoneração”, explica.

Entenda melhor a desoneração

Para entender melhor, a desoneração da folha de pagamentos consiste na substituição (eliminação) da CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) de 20% incidente sobre a folha de pagamentos dos funcionários e contribuintes individuais (sócios e autônomos) pela CPRB (Contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta).

Contudo, antes da sanção da nova lei, a alíquota era de 1% ou 2% sobre o faturamento mensal, com a mudança, a partir de 1º de dezembro de 2015 (competência 06/2005) as alíquotas da CPRB serão aumentadas de 1% para 2,5% ou de 2% para 4,5%. Além disso, a desoneração da folha passará a ser “facultativa”. Portanto, se não for vantajoso, o contribuinte pode simplesmente deixar de optar pela desoneração da folha.

Contudo, existem algumas exceções da regra, como é o caso do setor de carnes, peixes, aves e derivados que estão isentos do aumento (continua 1% sobre a receita bruta). E setores com aumentos diferenciados como setores de call center e de transportes rodoviários, ferroviários e metroviários de passageiros, a taxa passou de 2% para 3% e empresas jornalísticas, de rádio e TV; o setor de transporte de cargas; o de transporte aéreo e marítimo de passageiros; os operadores de portos; o setor calçadista; e a produção de ônibus e de confecções, que passou de 1% para 1,5%.

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Especialistas detalham “lean em TI” em Disney, Embraer, Magazine Luiza e em outras grandes empresas em encontro em SP

Cases de Embraer, Disney, Dell, Magazine Luiza, CSC da Camargo Corrêa, Spotify, CI&T e Capgemini mostram, dia 28 de outubro, como organizações estão eliminando desperdícios e aumentando agregação de valor ao aplicar o sistema lean em tecnologia da informação; encontro terá gurus internacionais como Mary e Tom Poppendieck

A crise parece passar longe do setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), um dos mais estratégicos nas empresas.

Prova disso é que nos primeiros seis meses deste ano, por exemplo, o número de vagas de empregos disponíveis na área aumentou mais de 44%, segundo a Catho.

Para a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor, que já representa 8% do PIB brasileiro, deve ultrapassar os 10% até 2022.

E apesar de provavelmente obter este ano um crescimento menor que nos anteriores, a estimativa dos especialistas é que, na contramão da crise, o mercado de TIC deve crescer pelo menos 5% em 2015, movimentando US$ 165,6 bilhões no país, estima a International Data Corporation (IDC).

A “má notícia” é que o setor de TI é, reconhecidamente, um dos mais “desperdiçadores” em boa parte das organizações.

Pesquisa recente da Standish Group, feita em 365 companhias entrevistadas nos EUA, mostra que 53% dos projetos de TI encomendados são entregues com custos quase dobrados, em comparação ao valor inicial acordado, e com atrasos de quase 200%, com relação ao prazo original. Além disso, 31% são cancelados no meio do caminho. E apenas 16% são entregues dentro do que foi originalmente estipulado.

Esse típico contexto da área de TI – no qual convivem, muitas vezes, lado a lado, “riqueza e desperdício” – é um “prato cheio” para se efetuar melhorias de gestão que consigam, ao mesmo tempo, eliminar processos desperdiçadores e aumentar a agregação real de valor nesse setor nas organizações.

É por isso que o Lean Institute Brasil (www.lean.org.br) – entidade sem fins lucrativos de São Paulo que há mais de 15 anos é referência na disseminação do sistema lean entre as empresas brasileiras – vai realizar dia 28 de outubro, no Centro Empresarial de São Paulo (Cenesp), o primeiro “Lean IT Summit”.

O encontro vai reunir alguns dos mais relevantes especialistas brasileiros e internacionais, além de cases do Brasil e de fora do país, sobre aplicação do sistema lean na área de TI.

São cases envolvendo algumas das mais importantes empresas do mundo, como Embraer, Walt Disney, Dell, Magazine Luiza, Centro de Serviços Compartilhados da Camargo Corrêa, Spotify, CI&T e Capgemini. Especialistas dessas companhias vão detalhar como o sistema lean está redefinindo o papel da área de TI nas organizações, gerando, com isso, impactos positivos nos negócios.

É o caso, por exemplo, do case de TI de uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a Disney. Esse será o tema da palestra de Pat Reed, agile consultant e ex-diretora da Walt Disney Company, que vai explicar porque ainda se mantêm enormes as “taxas de erros” nos grandes projetos de software em TI em boa parte das companhias.

Na palestra “TI e o pensamento lean: uma vantagem competitiva”, Pat vai detalhar também de que forma grandes organizações americanas estão atacando esse problema e, assim, gerando bilhões de dólares em resultados para os negócios.

Informação similar estará no detalhamento do case de uma das maiores redes de lojas de varejo do Brasil, o Magazine Luiza, na palestra que ficará a cargo de Marcelo Koji, CIO (Chief Information Officer) da companhia.

O especialista vai explicar como o pensamento lean aplicado no setor de TI tem se tornado um aliado fundamental na empresa para aproximar pessoas e simplificar processos, auxiliando no atendimento aos clientes em mais de 700 lojas físicas, virtuais e online. Será na palestra “Transformação lean: de TI Tradicional para TI Digital”.

Já Raoni Bandeira, IT Site manager da LatAm MFG Operations, vai detalhar o case da Dell, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, com clientes em mais de 180 países. E que só no ano passado entregou mais de 47,3 milhões de computadores, tornando-se pioneira em desenvolvimentos essenciais nos segmentos de computação doméstica, de pequenas empresas e na área corporativa.

Raoni vai explicar como que a Dell – para dar conta de toda essa complexidade do negócio – investiu pesado em transformação lean, visando gerar simplificação e racionalização na área de TI para torná-la totalmente integrada ao processo de manufatura. Como isso, gerou uma economia de mais de 100 milhões de dólares em custos de suporte aos sistemas, além de uma melhoria de 50% no downtime das fábricas. Será na palestra “Integração total é o caminho”.

Já Alexandre Baulé, VP Information Systems da Embraer, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, vai detalhar como vem evoluindo a implementação do sistema lean aplicado na área de TI da empresa, um trabalho iniciado há cerca de dois anos. A ação é fruto de uma jornada lean que já ocorre há cerca de sete anos em diversas outras áreas da Embraer.

Nesse contexto, o especialista vai relatar como a companhia iniciou a adoção do sistema lean também em TI com a realização de clínicas da qualidade, seguidas de técnicas de solução de problemas, processo kaizen estruturado, 5S digital, hoshin, hansei, entre outras práticas. Será na palestra “Uma jornada rumo à excelência”.

Henrique Imbertti Jr., Agile Coach da Spotify, serviço internacional de música digital que dá acesso a milhões de títulos em todo mundo, vai detalhar como a empresa está fazendo para, em meio a um grande crescimento mundial, manter e otimizar a eficiência. Dentro desse contexto, como deve ser o papel da liderança para criar equipes de sucesso, sempre flexíveis e ágeis, respondendo às mudanças no mercado e trazendo resultados consistentes. Será na palestra “Liderança em uma empresa grande, porém ágil”.

Outro case será de uma das mais renomadas companhias de TI do Brasil: a multinacional brasileira Ci&T. Formada por mais de dois mil colaboradores, especializada em software e sistemas para transformação digital de negócios, a empresa com sede em Campinas e escritórios distribuídos pela América Latina, América do Norte, Europa e Ásia é um dos principais cases brasileiros em lean na área de TI.

A empresa utiliza o sistema em 100% de seus projetos. Com isso, explica César Gon, Fundador e CEO da CI&T, consegue interações em todo o ciclo de desenvolvimento de produtos, velocidade de entrega e garantia de alinhamento com os objetivos do negócio. Além disso, detalha Gon, consegue, em paralelo, gerar desenvolvimento de pessoas.

Não à toa que a companhia foi eleita já por oito vezes consecutivas uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil (GPTW), feito conseguido somente por 10 organizações, sendo a CI&T a única de TI.

Na palestra “Desenvolvendo pessoas antes de desenvolver softwares”, Gon vai detalhar como a CI&T implementa o sistema lean e como que esse processo vem criando um ambiente baseado em meritocracia e agilidade, conciliando evolução técnica e liderança empreendedora.

Já com 180 mil profissionais em mais de 40 países, a Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, é outro case lean que vai exemplificar no encontro como o sistema pode mudar a gestão de TI.

A empresa desenvolveu internamente a rede “Comunidade Lean dos Agentes de Mudança”, com mais de 300 pessoas. Com isso, vem gerando mudanças profundas na organização, permitindo entregas mais simplificadas e melhorando os resultados.

Esse será o mote da palestra de Matteo Barbazza, VP Global Lean IT, e Christian Gut, Gerente sênior de projetos, que vão explicar como estão fazendo para evitar que o sistema lean se torne “mais uma atividade de rotina”, mas, em vez disso, vire um modelo real e abrangente de gestão, que ajude a empresa a lidar com equipes distribuídas e permita criar geração de valor em toda organização. Será na palestra “Geração de valor com equipes distribuídas”.

Outro case vai detalhar o papel estratégico de se aplicar o sistema lean na área de TI de um Centro de Serviços Compartilhados, estrutura que tem sido adotada por grandes organizações para integrar e melhorar os processos administrativos.

Nesse contexto, Ricardo Gomes de Castro, Diretor de TI e de Consultoria do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) do Grupo Camargo Corrêa, vai mostrar como o setor de TI da construtora consegue, ao adotar o sistema lean, otimizar as áreas administrativas, fazendo-as gerar mais valor e menos desperdícios, melhorando, assim, os negócios da empresa. Será na palestra “Gestão da demanda: um futuro de valor”.

Especialistas internacionais

Além de cases, o encontro terá a participação de alguns dos mais renomados especialistas do mundo no tema.

Por exemplo, na palestra de uma das mais importantes “gurus” mundiais no assunto, a norte-americana Mary Poppendieck, coautora do cultuado livro “Lean Software Development”, feito em parceria com o marido, Tom Poppendieck, que também vai participar do evento, numa mesa de debates.

Na palestra “Eficiência do fluxo total em sistemas intensivos de software”, Mary vai detalhar como a mentalidade lean pode mudar a forma de pensar a engenharia de software. Com isso, obtendo “fluxo total” como principal objetivo. E assim, conseguir maior satisfação do cliente, diminuição do tempo de resposta ao mercado, fabricação do produto certo com a melhor qualidade, lançamentos confiáveis com produtividade e eficiência, entre outros.

Christopher Thompson, gerente de Projetos do Lean Institute Brasil, vai explicar o modelo básico de adoção do sistema lean na área de TI que leva em conta os seguintes elementos: propósito orientado a partir das necessidades do negócio, melhoria no processo, desenvolvimento de capacidades, sistema de gestão com uma liderança responsável e pensamento básico que suporta e direciona a transformação. Será na palestra “O Modelo de Transformação Lean em TI”.

“Em TI, iniciar a ‘jornada lean’ de forma correta é fundamental para atingir resultados rapidamente. E também para gerar uma base sólida a fim de estruturar os próximos passos da transformação. Ao longo dos últimos anos, geramos um modelo de transformação lean que consolida as nossas experiências e práticas comprovadas nessa área, permitindo uma visualização clara dos desafios a serem vencidos”, resumiu Thompson.

E Samuel Crescêncio, fundador do Lean IT 101, vai detalhar a “pirâmide lean”, um modelo de engenharia de software que busca equilibrar a aplicação das práticas lean e ágeis por toda a organização. Será na palestra “Pirâmide Lean: o equilíbrio entre práticas lean e ágeis”.

“A área de TI é um dos setores mais estratégicos de qualquer organização. Ao mesmo tempo, é, muitas vezes, um dos mais desperdiçadores e com pouca agregação real de valor. Nesse contexto, esse encontro busca justamente compartilhar as experiências reais e concretas de organizações e pessoas que estão conseguindo mudar isso, tornando o setor de TI uma parte fundamental para tornar a empresa mais econômica, produtiva, competitiva e com mais qualidade”, acredita o Prof. José Roberto Ferro, fundador e presidente do Lean Institute Brasil (www.lean.org.br), entidade sem fins lucrativos de São Paulo, que há mais de 15 anos dissemina o Sistema Lean entre as empresas brasileiras – e que está organizando o “Lean IT Summit”.

Serviço:
Lean IT Summit
Quando: dia 28 de outubro, quarta-feira, das 8h30 às 17h30.
Onde: Centro Empresarial de São Paulo, av. Maria Coelho Aguiar, 215, Bloco G, 2º andar, Jardim São Luís, São Paulo (SP).
Mais informações e inscrições: www.leanitsummit.com.br ou (11) 5571-0804. Vagas limitadas.

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