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5 passos para conquistar o mercado americano

O fluxo de investidores brasileiros rumo aos Estados Unidos saltou 40% em 2015, de acordo com dados do Consulado-Geral de Miami. A vontade de conquistar novos mercados ganha força com a crise econômica no Brasil, fazendo com que muitos empresários decidam concretizar a internacionalização do negócio. Mas, para tornar esse projeto realidade, e com o mínimo de riscos, é necessário ter algumas informações básicas. A Drummond Advisors – consultoria especializada em assuntos tributários, contábeis e jurídicos de transações internacionais – elencou cinco dicas valiosas para planejar a abertura da empresa nos EUA. Confira:

1- Avalie o ambiente onde vai investir: faça um mapeamento da região onde pretende atuar e veja se o local escolhido é o mais adequado para o seu segmento. Na Flórida, por exemplo, a indústria de aviação e de turismo são intensas, enquanto na Califórnia há mais investimentos na área de tecnologia. “Já no Meio-Oeste ganha destaque a atividade do agronegócio, e no Nordeste americano os setores de biotecnologia, TI e serviços são muito fortes”, explica Michel de Amorim, sócio da Drummond.

2- Conheça os requisitos locais para conseguir benefícios. Em regra, diz o consultor, quanto mais empregos o negócio gerar, maior oportunidade a empresa tem de obter benefícios fiscais e incentivos do governo. Porém, há uma oferta de benefícios específicos de acordo com o estado, e muitas dessas vantagens são aplicadas antes da abertura da empresa, por isso é importante fazer a prospecção cuidadosa logo no início do processo.

3- Saiba escolher o formato da empresa. Existem várias maneiras de ingressar no mercado americano. Um escritório de representação é uma forma comum, pois não exige a criação de pessoa jurídica. Entretanto, a atuação do empresário fica restrita a pesquisa, suporte, publicidade e compra de bens em nome da sede no exterior. A filial também não requer PJ, mas implica em obrigações tributárias, como a alíquota máxima de 30% antes do envio de dividendos à matriz. Outro caminho possível é a subsidiária, que consiste na criação de uma pessoa jurídica independente. “Esse modelo pode acarretar implicações na estrutura tributária da controladora do Brasil”, observa Amorim. A escolha do tipo de entidade vai depender do perfil do empreendimento. Cada caso tem peculiaridades, por isso é imprescindível uma análise minuciosa em conjunto com um especialista.

4- Fique por dentro da legislação tributária. Não é só o tipo de entidade que determina as implicações fiscais. Outros fatores, como a estrutura societária e o local de atuação, influenciam nos valores das alíquotas, o que afeta diretamente os rendimentos da empresa. Portanto, um planejamento tributário é essencial para maximizar o retorno financeiro. Assim como no Brasil, os tributos nos Estados Unidos são cobrados em âmbito federal, estadual e municipal. O mesmo tributo pode ser cobrado em níveis diferentes – é o caso do Imposto de Renda, que em alguns lugares do país é cobrado pelo órgão federal e estadual.

5- Entenda os vistos de entrada nos EUA. Existem inúmeras categorias e subcategorias de vistos. Na legislação americana, o processo para autorizar a entrada e permanência provisória (não imigrantes) é diferente daquele aplicado aos que desejam permanecer indefinidamente (imigrantes). “Cada tipo de visto estabelece um limite de permanência no país e define as atividades que podem ser exercidas”, diz Pedro Drummond, sócio da consultoria e advogado licenciado no Brasil e EUA. O L1 é o mais procurado por quem quer empreender, pois permite a transferência de executivos ou gerentes entre empresas do mesmo grupo econômico ou vinculadas.
Com as informações certas, a abertura de uma empresa em território americano deixa de ser um bicho de sete cabeças. Para fazer o negócio dar certo, o empreendedor estrangeiro deve contar com o auxílio de um time de profissionais habilitado para atuar nos EUA. Assim, o investidor estará preparado para lidar com as normas e leis do país, potencializando resultados e minimizando riscos.

Sobre a Drummond Advisors:

A Drummond presta serviços de consultoria internacional a empresas brasileiras e americanas, com foco nas áreas contábil, tributária, jurídica e de desenvolvimento de negócios. Fundada na cidade de Boston, a consultoria ampliou a sua presença para as cidades de Miami, São Francisco, Nova York, São Paulo e Belo Horizonte, como resultado do crescimento da sua base de clientes e do objetivo de prestar um atendimento personalizado. A empresa conta com uma equipe multidisciplinar de profissionais com certificação, formação e experiência em território brasileiro e norte-americano.

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CSU Contact é escolhida a “Melhor Empresa em Contact Center de 2015” pelo PrêmioABT

A CSU Contact, unidade do grupo CSU especializada na prestação de serviços de teleatendimento, help desk, cobrança, back office, televendas e relacionamento com o cliente, recebeu na noite de 12 de novembro o prêmio de “Melhor Empresa em Contact Center de 2015”, no XV PrêmioABT. A cerimônia ocorreu na sede da Fecomércio, em São Paulo, com a entrega de prêmios em três classificações, ouro, prata e bronze.

A categoria “Ouro – Prêmio de Excelência” como “Melhor Empresa em Contact Center de 2015”, é uma das premiações especiais, que reconhecem as melhores companhias pelo conjunto de cases vitoriosos. “Este prêmio é fruto de um trabalho conjunto de toda a equipe da empresa, que tem demonstrado profissionalismo e competência em cada operação”, afirma o CFO da CSU, Ricardo Leite.

Além do troféu especial, a CSU Contact foi reconhecida em outros seis momentos, com dois cases da Natura (categorias ouro e prata), Comgás (ouro), Net (prata) e Banco do Brasil (bronze). “É mais um sinal de que estamos conseguindo atingir níveis elevados de eficiência operacional”, conclui Ricardo Leite.

O PrêmioABT é uma realização da Garrido Marketing em parceria com o Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento (IBMR), que há 15 anos reconhece as melhores práticas em empresas do mercado de Contact Center, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento da atividade de atendimento ao cliente. A CSU é uma tradicional ganhadora da premiação e acumula vitórias ao longo de várias edições.  

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Eficiência energética, segurança da informação e desafios diante da crise são temas de destaque no DCD Converged Brasil 2015

A DatacenterDynamics, empresa com atuação global no mercado de datacenters, promoveu nos dias 10 e 11 de novembro a sétima edição do DCD Converged Brasil, principal evento do segmento no País. As conferências de 2015 se destacaram por colocar em pauta temas como eficiência energética, segurança da informação e desafios diante da crise econômica. A programação reuniu mais de 80 especialistas do Brasil e do exterior, com um total de 70 sessões de debates.

O DCD Converged foi realizado no Transamerica Expo Center, em São Paulo, e integrou a programação da primeira Brasil Datacenter Week, também organizada pela DatacenterDynamics. Na abertura do evento, o Diretor de Conteúdo da empresa, José Monteiro, expressou o objetivo de “fazer desta semana a mais importante do setor de datacenters no Brasil”.

Em seguida, a conferência inicial reuniu especialistas da Natura, Ascenty e Google para debater questões relacionadas à manutenção de datacenters no próprio ambiente das empresas (in-house) ou externamente (outsorcing). Os convidados concluíram que, independente do modelo escolhido, é preciso entender a necessidade do cliente.

Felipe Caballero, Diretor da Ascenty, chamou a atenção para a importância de expandir a disponibilidade dos datacenters para além do eixo Sul-Sudeste, a fim de melhor atender à demanda de outras regiões do País. Fábio Andreotti, do Google, completou destacando a necessidade de que os responsáveis por datacenters também estejam preparados para oferecer soluções a clientes de menor porte, inclusive em regiões que carecem de redes mais potentes para o tráfego de dados.

Soluções para reduzir custos com energia

Apontada como uma das principais geradoras de custos em datacenters, a energia elétrica teve especial atenção nas palestras do DCD Converged 2015. Diferentes especialistas discutiram soluções para melhorar a gestão desses recursos. Alan Satudi, Gerente de Produtos da Schneider Eletctric Brasil, ressaltou a necessidade de observar três pontos: entender o perfil de consumo do datacenter; desenvolver sistemas modulares, cuja capacidade aumenta ou diminui de acordo com a necessidade do cliente; e investir em sistemas de “FreeCooling”, tecnologia que faz com que a potência de aparelhos de ar-condicionado se “ajuste” à temperatura externa, o que, consequentemente, reduz o consumo e os custos com energia.

Satudi acrescentou que, no Brasil, o custo médio da energia elétrica para a indústria já chega a R$ 459 por megawatt/hora (Mw/h). A tendência para 2016 é de aumento, devendo atingir R$ 493 o Mw/h.

Informação segura e integrada

As conferências sobre segurança da informação realizadas durante o DCD Converged apontaram para a necessidade de que os datacenters garantam o tráfego de dados de forma segura e integrada. O General Antonino dos Santos Guerra, vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicações do Estado Maior do Exército (EME), abriu o ciclo de palestras sobre o tema com uma apresentação detalhada do Sistema Nacional de Comunicações Críticas – SISNACC, que visa unificar os sistemas provedores de informação de diferentes agentes públicos, como Polícias, Defesa Civil, Bombeiros, Secretarias de Saúde, entre outros.

O militar evidenciou que essa integração é necessária para garantir uma atuação mais coordenada e ágil no atendimento à população, seja em questões de segurança ou em ações humanitárias que contam com a participação do Exército. Para exemplificar, o general falou sobre situações em que ambulâncias são enviadas rapidamente para atender pacientes e, ao chegarem aos Hospitais, deparam-se com a falta de vagas. Uma informação coordenada evitaria esse “desencontro”.

Em outro momento, o Diretor da Ustore, Rodrigo Assad, destacou que, apesar de não estar na “rota das ciberguerras mundiais”, o Brasil precisa evoluir no desenvolvimento de tecnologias voltadas à segurança da informação. Para o especialista, “é fundamental avançar na compreensão do funcionamento de sistemas, já que, hoje, ‘computação é conexão’”, em uma referência à crescente mobilidade com o que os dados “circulam” atualmente – sobretudo, por meio de smartphones, que já chegam a 8 bilhões em todo o mundo.

Outra apresentação de destaque no âmbito da Segurança da Informação foi conduzida por Mário Rachid, Diretor Executivo da Embratel, que falou sobre os preparativos da empresa para atender à demanda dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro: serão mais de 1.000 servidores, distribuídos em dois datacenters de classe mundial, além de dois satélites de alta capacidade.

Crise e econômica e gestão

Os desafios impostos às empresas de datacenter diante da atual crise econômica também estiveram na pauta do DCD Converged 2015. Para o Professor Renato Lima, da FIA, o cenário de desaceleração deve desenvolver nos profissionais de TI a habilidade de atuarem também como gestores, pensando em investimentos e projetos de forma estratégica.

O segmento de TI deve encerrar 2015 com uma participação de 5% no total do PIB, ante 7% em 2014. “A crise também pode ser a oportunidade para que as empresas revejam seus processos e estratégias, buscando a otimização de recursos”, explicou Fabio Andreotti, do Google.

Futuro

Um debate sobre o futuro do mercado de datacenters reuniu especialistas da Amazon, Odata Colocation, Itaú Unibanco, Strohl Brasil e Google no final do DCD Converged Brasil 2015. Sidney Mondenese, da Strohl, iniciou sua abordagem afirmando que “a tendência é que tudo já ‘nasça’ conectado à internet”, em uma alusão à crescente conexão de pessoas e dados. Ressaltou, porém, que “as empresas de TI precisam estar sempre preparadas para a ocorrência de falhas, a fim de minimizar o seu impacto”.

A qualificação dos profissionais de TI também foi apontada como item fundamental ao desenvolvimento do mercado, “pois o fator humano jamais sairá completamente de cena”, conforme explicou Bruno Pagliaricci, da Odata.

A necessidade de aliar sustentabilidade e negócios de TI também foi discutida. Luís Fernando Quevedo, estrategista do setor, apontou sobretudo para a urgência de encontrar novas fontes de energia para os datacenters, que diminuam a dependência da energia gerada pelas hidrelétricas.

Concluindo dois dias de intensos debates, José Monteiro destacou a importância de eventos que favoreçam o encontro contínuo de especialistas da área de TI, já que o setor e suas demandas estão sempre em constante evolução.

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O brasileiro é “multiplataforma” e o mercado vai ter que entender isso

A cada mês, 41% dos brasileiros navegam online através de múltiplas plataformas. 59% do tempo gasto online no Brasil é no mobile. 69% e 71% das audiências acessam conteúdos de mapa e tempo, respectivamente, através de múltiplas plataformas. ¾ dos millenials brasileiros estão online ou em desktop e mobile, ou somente no mobile.

Pela primeira vez, a comScore irá fornecer dados demográficos e métricas de engajamento nas plataformas mobile, incluindo idade e gênero, estes dados foram divulgados pela comScore após anúncio da atualização do MMX® Multi-Platform,para medir audiências em desktops, smartphones e tablets no Brasil.

A comScoreapresentará mais dados inéditos durante a edição do GMIC Summit São Paulo (17 de Novembro 2015, em São Paulo), Luciana Burger, managingdirector da comScore Brasil fará a apresentação dos dados.

“A adição de dados mobile para o mercado do Brasil é uma atualização monumental que nos permite entender como as audiências consomem em diferentes dispositivos”, afirma Luciana Burger, ManagingDirector da comScore Brasil. “A fragmentação da mídia digital é crescente por conta do uso de smartphones e tablets, o que transformou a contabilização precisa das audiências incrivelmente complexa. Esta informação é importante para todos os lados do ecossistema digital, e estamos animados em trazermos dados multi-plataforma de alta qualidade para a indústria e nossos clientes.”

A comScoreé a fornecedora de dados de mercado oficial do GMIC Summit São Paulo – Global Mobile Internet Conference, que acontece em São Paulo, semana que vem:
Ficha técnica GMIC Summit São Paulo

Local: Renaissence Hotel
Data e Hora: 17 de novembro de 2015 às 8h30
Credenciamento: aberto a partir de 14/09/2015
Para credenciar: http://saopaulo.thegmic.com/

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Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis – Por Henry Manzano*

Esqueça aquele sonho de ter um Herbie, o fusca turbinado, pois o setor automobilístico está passando por uma nova revolução com o desenvolvimento de carros inteligentes. Em um futuro não muito distante, a Internet das Coisas (IoT) vai mudar o modelo de veículos que conhecemos atualmente. Já é possível encontrar funcionalidades tão inovadoras em paineis de automóveis que os carros são mais do que meios de locomoção e se tornam verdadeiros computadores de rodas. Um estudo recente da Tata Consultancy Service (TCS) mostra que só em 2015 cada empresa do setor dee automóveis investirá em média 93,5 milhões de dólares em projetos de IoT no mundo e este número pode passar para 102 milhões de dólares até 2018.

Aquela velha dificuldade de estacionar em uma vaga apertada está se tornando ultrapassada pois, hoje em dia, o carro já consegue fazer isso sozinho. Esta era uma ideia, inimaginável há alguns anos, mas já é uma realidade e é o primeiro passo para o desenvolvimento de veículos totalmente autônomos.

Grandes empresas de tecnologia desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autônomos, que são capazes de se guiar sozinho, sem a necessidade de um condutor. Esses automóveis oferecem total segurança e funcionam com tecnologias de câmeras de detecção que permitem ao carro identificar o que acontece ao seu redor, e com tecnologias e programas instalados que o ajudam a avaliar a situação e agir corretamente.

Há muita expectativa para que até 2030 que os veículos já estejam em circulação pelas ruas e guiando passageiros com total funcionamento tecnológico. Uma pesquisa da Automotive Industry Solutions (IHS) prevê que o número de ‘carros conectados’ vai saltar de 23 milhões em 2014 para mais de 150 milhões em 2020.

A indústria automotiva está investindo basicamente em três principais fontes de receita de IoT: infotainment (informação e entretenimento) dentro dos carros como serviços de streaming, interação e verdadeiras assistentes pessoais que sabem da sua agenda, monitoramento de desempenho do veículo (carros capazes de fazer o próprio diagnóstico em caso de defeito) e assistentes de segurança do condutor (como câmeras de monitoramento e condução do veículo). Cada vez mais, muitos desses recursos estarão disponíveis no mercado e inúmeros projetos estão em teste e desenvolvimento neste momento.

Em meio a toda essa mudança, as empresas automotivas não colheram grandes vitórias de receita ainda. As empresas registraram um aumento de receita média de 9,9% de suas iniciativas em Internet das Coisas em 2014 sobre 2013, e projetam um novo aumento relativamente modesto de 12,3% entre 2015 e 2018, segundo estudo da TCS.

Ainda há muito caminho para percorrer e as empresas automobilísticas precisam investir em fatores que trarão o sucesso para projetos de IoT. Um viés importante a ser levado em consideração na indústria é que as companhias precisam deixar de pensar apenas como fábricas de carro e passar a se enxergarem como empresas de software.

No atual cenário, muitas empresas de tecnologia pretendem investir e abocanhar uma grande fatia deste bolo que costumava ter poucos nomes. Se os grandes players do setor automotivo não investirem em projetos integrados e revolucionários com novos designs, eles perderão muito espaço. Pois é a inovação que vai gerar novas oportunidades de negócios e de receitas.

*Henry Manzano é CEO para América Latina da Tata Consultancy Services (TCS)

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ParanáTIC 2015: ex-presidente do BC acredita em recuperação do Brasil em médio prazo. Empresários apostam em inovação para superar a crise

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Cerca de 500 empresários, executivos e estudantes do setor de Tecnologia da Informação, varejo e turismo se reuniram no ParanáTIC 2015 para garantir que a economia paranaense siga em expansão, mesmo em tempos de crise.
O principal evento de TI do sul do Brasil, realizado na cidade de Foz do Iguaçu, apresenta, em dois dias, cenários para o Brasil, oportunidades para internacionalização e integração entre empresas de base tecnológica e empreendedores que buscam ferramentas para aumento de vendas e melhoria de gestão.
Recentemente apontado em estudo do Governo do Paraná como estratégico para o estado, o setor de tecnologia contou com a presença de diversas autoridades e lideranças empresarias na abertura do ParanáTIC.
O presidente da Copel Telecom destacou a importância do desenvolvimento do setor para a economia estadual. Adir Hannouche também afirmou que “Tecnologia da Informação e Comunicações integram um mundo único. E a Copel Telecom conseguiu criar uma rede de infraestrutura em fibra óptica muito boa para atender os 399 municípios do estado com serviços voltados para pequenas e médias empresas, poder público e consumidores residenciais. É o primeiro estado 100% digital do Brasil, garantindo qualidade, segurança e confiança de nossos clientes”.
O prefeito de Foz do Iguaçu agradeceu a escolha da cidade como nova sede do ParanáTIC e adiantou que faz questão de continuar sediando o evento nas próximas edições. “Este setor é muito importante para o presente e o futuro na busca de soluções para o setor privado e estratégicas de inovação para o setor público”, ressaltou Reni Pereira.
Representando o governador Beto Richa, o presidente da Fomento Paraná apresentou o trabalho de agência na concessão de crédito a empresas de base tecnológica e adiantou novidades para o mercado. “Vamos lançar um fundo de capital semente, um fundo de inovação e, principalmente, um fundo de aval para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas”, detalhou Juraci Barbosa Sobrinho.
O diretor de operações do Sebrae Julio Cezar Agostini explicou porque o ParanáTIC 2015 integra TI com varejo e turismo e incentiva o movimento startup: “São segmentos que oportunizam o crescimento da economia. Todo o evento foi modelado para identificar oportunidades. E contar com a representatividade de 400 empresas participando dessa iniciativa é muito significativo”.
O presidente da Assespro-Paraná comemorou o novo status do ParanáTIC. “Estamos recebendo a visita de presidentes das outras regionais da Assespro e também da diretoria da entidade nacional para o lançamento do WCIT 2016 – Congresso Mundial de TI, que acontece, ano que vem, na capital do país”. Sandro Molés da Silva fez questão de valorizar o esforço dos empresários paranaenses que participam dos seis Arranjos Produtivos Locais do setor no estado.
O secretario estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior visitou o evento e recebeu convite oficial para participar do WCIT ao se encontrar com Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional. João Carlos Gomes também confirmou a criação de uma governança do setor de TI no Paraná: “Em dezembro, devemos formalizar essa iniciativa com um decreto do governador Beto Richa com a participação do setor produtivo, coordenado pela Assespro, a academia e o governo do estado”.
Na palestra de abertura, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola mostrou como o Brasil chegou a uma situação de crise econômica e apontou perspectivas de melhora para um futuro próximo. “ Passei uma visão realista, mas sem perder de vista que o Brasil tem anticorpos para sair dessa crise e voltar a crescer em médio prazo”, confirmou o economista.
O primeiro dia do ParanáTIC ainda teve palestras com Donald Feinberg, do Gartner, sobre negócios digitais e modelos analíticos e a trajetória de sucesso do Hotel Urbano com João Ricardo Mendes, um dos fundadores da empresa que, atualmente, mais vende passagens aéreas e hospedagens pela internet no Brasil.
Os participantes do evento também puderam acompanhar as Trilhas de Inovação, Turismo e Internacionalização com especialistas como , Cláudio Navarro, Marta Poggi e Pedro Drummond.
Para completar, cinco equipes iniciaram o Hackathon. A maratona de programação tem demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social.
O ParanáTIC 2015 é realizado pela Assespro-Paraná em parceria com Sebrae e patrocínio master da Itaipu Binacional e apoio de dezenas de empresas e instituições. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

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Movimento maker prevê nova revolução industrial

A cultura maker (Do It Yourself / DIY ou faça-você-mesmo) ganhou força nos últimos dez anos, com ferramentas de projeto gratuitas, impressoras 3D que facilitam a produção de protótipos e tecnologias que viabilizam projetos que antes eram complexos demais para um amador. Nos Estados Unidos, 135 milhões de adultos fazem algum tipo de atividade DYI, atualmente. “Quase toda garagem americana é uma mini-oficina”, disse o mineiro Manoel Lemos, fundador da Makers, em palestra na HSM ExpoManagement, em São Paulo (SP).

Lemos começou a programar computadores com 8 anos de idade e, por isso, acredita que as ações DIY sempre existiram, “pois o homem cria coisas desde a sua existência”. Segundo o empreendedor, o brasileiro, em especial, é um maker por necessidade – “sempre tem que fazer o máximo com o mínimo recurso”, justificou. Nessa cultura, o que antes era hobbie vira um negócio viável e o homem usa o tempo ocioso para fazer o que gosta e ainda ganhar dinheiro.

De acordo com Lemos, os interesses dos makers são muito variados – vão da marcenaria à robótica. No Brasil, o movimento ainda está no início. Em 2013, Lemos criou o site Fazedores, com o objetivo de reunir os interessados e difundir os conceitos da cultura maker. “Foi o início de um ecossistema que cresce rapidamente no país”, afirmou. Para se ter uma ideia, o Fazedores registrou no Brasil 1 makerspace (um espaço com ferramentas necessárias para os makers construírem seus protótipos) em 2010. Em 2015 já são 51 em todo o país. “Isso mostra que o Brasil tem um mercado potencial gigantesco”, afirmou Lemos.

O empreendedor compara o movimento maker com a Revolução Industrial e afirma que a produção industrial está se transformando com a “Maker Revolution”. Segundo Lemos, as principais mudanças são:

1. Protótipo – deixa de ser demorado e caro e passa a ser rápido e barato, com o advento das impressoras 3D e Arduino.

2. Pesquisa – era cara e imprecisa. Hoje, com ferramentas como Catarse e Kickstarter, o processo passa a ser eficiente e efetivo.

3. Marketing – ou era caro, ou muito caro. Com blogs e redes sociais, passou a ser social e eficiente.

4. Produção – deixa de ser cara e complexa e, com a cultura DYI, passa a ser feita em pequenos lotes, sob medida e flexível.

5. Distribuição – de cara e complexa, passa a ser sob medida e eficiente, com o advento do e-commerce e do M-commerce.

6. De quem – antigamente, apenas grandes empresas produziam. “Hoje sou eu, você e todo mundo”, afirma Lemos.

7. Para quem – “o processo industrial era feito em larga escala, para muita gente. Agora é para quem quiser, trabalhando com nichos ou com a massa.”

Fonte: Central Press,em cobertura especial para a Posigraf na HSM ExpoManagement

O HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo (SP). Com 150 horas de conteúdo em mais de 120 sessões e 16 mil participantes, o evento traz aoBrasil pensadores de maior repercussão na atualidade, como Malcom Gladwell,Clayton Christensen, Dan Ariely, Daniel Goleman, Ellen Langer, Eric Ries, Marc Goodman, Paul Krugman e Abilio Diniz. No evento, a Posigraf convida os participantes a conhecerem o sistema de Geomarketing que vem utilizando como diferencial para empresas do varejo. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

Sobre a Posigraf

Atuando há mais de 40 anos no mercado, a Posigraf, gráfica do Grupo Positivo, é uma das maiores gráficas da América Latina. Instalada em uma área de 50 mil m2, a companhia tem um centro de distribuição em São Paulo, representações em todo o Brasil e Mercosul e atende clientes nos Estados Unidos, Japão e Europa. Seuportfólio de serviços compreende a produção de livros didáticos e publicações especiais, tabloides e materiais promocionais, além de revistas e periódicos.

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Produção de Itaipu atinge nova marca histórica: 2,3 bilhões de MWh

A Itaipu atingirá a produção acumulada de 2,3 bilhões de megawatts-hora (MWh), nesta quinta-feira (12). Toda essa energia foi produzida durante 31 anos e sete meses, a contar de maio de 1984, quando a usina binacional começou a operar. Dificilmente uma outra hidrelétrica conseguirá superar a marca de Itaipu.

Se fosse possível armazenar essa energia, ela seria suficiente para abastecer o consumo de eletricidade do mundo inteiro por 38 dias e dez horas. Esse volume seria suficiente também para atender ao consumo de energia elétrica do Brasil por quatro anos e dez meses e a demanda elétrica de uma cidade do porte de São Paulo por 78 anos.

A marca de 2,3 bilhões de MWh acontece na mesma semana em que Itaipu cravou 76,3 milhões de MWh este ano, superando a produção anual estabelecida em contrato, que é de 75 milhões de MWh. A usina também deixou para trás o volume de energia produzido no mesmo período de 2014. Em todo o ano passado foram gerados 87,6 milhões de MWh; se forem levados em consideração os últimos dados (afluência hidrológica, ritmo da demanda e capacidade de geração), a produção deve chegar em 31 de dezembro a 89 milhões de MWh.

Para o diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, esses números apenas confirmam como o Brasil e o Paraguai são privilegiados em contarem com a produção de Itaipu, um volume de energia limpa e renovável sem paralelo no mundo. “Vale ressaltar que esse é o resultado de um projeto bem-sucedido, do trabalho de profissionais que se revezaram ao longo dos anos para garantirem o aumento contínuo da eficiência de Itaipu e, também, das condições excepcionais do nosso Rio Paraná.”

Maior geradora

Os 2,3 bilhões de MWh mantêm Itaipu como a maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta.

Em segundo lugar, em produção acumulada, aparece Guri, na Venezuela. Com início de operação em 1978, a usina venezuelana produziu até hoje 1,3 bilhão de MWh. Em terceira posição vem Grand Coulee, nos Estados Unidos, que opera desde 1941, com 1,2 bilhão de MWh. Ocupa o quarto lugar a russa Sayano-Shushenskaya, que desde 1978 produziu 0,9 bilhão de MWh. No ranking, aparece na mesma posição a canadense Churchill Falls, que desde 1971, produziu 0,9 bilhão de MWh. A chinesa Três Gargantas, que iniciou operação em 2006, também gerou até agora 0,9 bilhão de MWh.

Outubro

Todos esses bons índices ocorrem numa situação hidrológica ainda difícil para o País, que sofre pelo segundo ano consecutivo as consequências de uma das piores estiagens de todos os tempos. O País está sob a influência do El Ñino, que traz chuvas em excesso no Sul e seca intensa no Nordeste.

Participação no mercado

Itaipu responde atualmente por 17% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atende mais de 75% do mercado paraguaio de eletricidade. Para Brasil e Paraguai, sócios da usina, a produção de Itaipu é fundamental para a infraestrutura energética, para a integração e para o desenvolvimento dos dois países.

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Metas, ética e liderança: qual o segredo para um ambiente corporativo de sucesso? – Por Alexandre Nakandakari*

Há algumas semanas estourou um grande escândalo envolvendo a gigante alemã Volkswagen. Mais de 11 milhões de veículos da montadora, e de outras marcas pertencentes ao grupo como Audi, foram violados com um software que altera os resultados dos testes de emissão de poluentes. A fraude foi descoberta nos EUA e depois a montadora admitiu que o dispositivo foi instalado em veículos de outros mercados, como o Europeu. O fato derrubou o presidente executivo Martin Winterkorn que renunciou ao cargo e pediu demissão da Volkswagen.

Um pouco mais recente, engenheiros da montadora reconheceram sua responsabilidade no caso. Eles relataram ter instalado o software que engana o teste de contaminação e que era tecnicamente impossível produzir o motor EA 189, modelo utilizado nos 11 milhões de veículos fraudados, respeitando as leis de emissão de gases poluentes e as exigências de custo.

Esse caso me fez lembrar de uma frase que ouvi em um bate papo com Mario Kaphan, fundador da Vagas.com: “aqui não trabalhamos com metas, definimos o que podemos fazer melhor ainda do que já é feito; a pressão por metas cria a oportunidade para o ser humano escolher o caminho mais fácil e passar por cima de regras, leis, valores, moral e ética”.

O trabalho por metas surgiu por diversos motivos, entre eles aumentar a motivação dos profissionais, produzir mais e consequentemente lucrar mais também. Mas vejam a consequência disso para a Volkswagen: 6.5 bilhões de Euros foram destinados para aplacar os efeitos do escândalo. Esse valor é metade do lucro global previsto para o ano! Fora o dano praticamente irreversível e que quantia nenhuma paga ou consegue consertar: a imagem e credibilidade. Fato é que o ganho momentâneo foi por água abaixo. O presidente executivo já perdeu, a marca já perdeu (talvez até a indústria alemã sofra consequências também), funcionários foram suspensos (provavelmente alguns serão demitidos), a natureza perdeu, o ser humano perdeu…

O caso Volkswagen e suas consequências me faz pensar sobre como estão sendo conduzidas as políticas e equipes dentro das empresas. Falamos tanto de liderança sustentável, líder coach, aprimorar competências, decisões ecológicas/sistêmicas, clima organizacional, relações interpessoais, comunicação assertiva e inclusive espiritualidade entre tantos outros temas. Mas algo, ou um conjunto de fatores, as vezes falam mais alto que a ética e os valores.

John Maxwell cita em O Livro de Ouro da Liderança que nos momentos decisivos nós nos mostramos quem realmente somos. Nosso caráter é revelado para os outros e as vezes até para nós mesmos. E os momentos decisivos também determinam que tipo de pessoa/líder seremos daqui em diante. O ano de 2015 está acabando, talvez 2016 seja mais difícil ainda (para a Volkswagen é praticamente certo), e muitos momentos decisivos estão por vir. Será que surgirão mais casos como esse?

Espero que essa seja uma minoria, apesar do grande impacto que más ações feitas de forma correta geram, e que nosso trabalho em busca de desenvolver pessoas para que sejam produtivas e realizadas consiga se sobrepor a poucos indivíduos que foram levados para o lado negro da força…refiro-me ao vídeo (clique aqui) feito pelo Greenpeace contra a Volkswagen.

*Alexandre Nakandakari – É sócio da Questão de Coaching (www.questaodecoaching.com.br), com formação em Educação Física com especialização em Treinamento Desportivo, Practitioner PNL e analista de Assessment DISC.

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Sala de aula colaborativa avança no mercado brasileiro

A Kramer avança na promissora área de soluções profissionais de áudio, vídeo e Tecnologia da Informação (Pro AV/IT) para o segmento de Educação. Com investimentos em produtos e soluções para salas de aula e de treinamento, a empresa caminha para se tornar líder desse mercado que está em constante crescimento.

Durante a InfoComm 2015, evento que foi realizado em Orlando, na Flórida (EUA), a Kramer apresentou sua mais recente solução de Educação: a Sala de Aula Colaborativa, que foi destaque no evento. A Sala de Aula Colaborativa da Kramer é uma solução sem fio completa que combina controle avançado de apresentação e colaboração com a conveniência do BYOD (“traga o seu próprio dispositivo”, em português). A solução traz o premiado VIA TRUE-Collaboration; a também premiada plataforma em nuvem para controle avançado de ambiente K-Touch; e o sistema de distribuição de sinal HDMI / HDBaseT, um dos líderes da indústria.

No início de 2015, em um esforço para melhor entender e direcionar as necessidades do mercado de Educação, a empresa criou a Kramer Education Solutions Circle (KESC), uma comunidade exclusiva de profissionais de AV das principais instituições acadêmicas. Membros da KESC participam de um diálogo permanente com a equipe de Kramer, atuando ativamente no desenvolvimento de soluções de Educação empolgantes e inovadoras. Membros do KESC são convidados a trocar ideias, compartilhar suas experiências na área e contribuir diretamente na criação de novos produtos e soluções para aplicações de educação e treinamento.

Os investimentos de Kramer para melhorar a forma como as pessoas se envolvem e colaboram nas salas de aula e ambientes de treinamento levaram a casos de sucesso como este:

Em janeiro de 2015, a Sheldon College, de South East Queensland, na Austrália, adotou o VIA Collage em suas salas de aula. Eles estavam procurando uma maneira de incentivar o pensamento colaborativo e melhorar a experiência global de aprendizagem de seus alunos. Eles queriam tornar a apresentação, colaboração e compartilhamento de conteúdo mais fácil e mais eficiente dentro de sua política de BYOD. A grande variedade de dispositivos que os estudantes levam para a escola, com diferentes sistemas operacionais e versões de lançamento, trouxe um grande desafio para os projetistas de sistemas.

“Precisávamos de uma solução de conectividade sem fio para os dispositivos móveis dos alunos. Nós testados e avaliamos uma série de marcas líderes de sistemas de colaboração sem fio e consideramos o VIA Collage o melhor nessa categoria”, explica Julian Stirling, gerente de Design da Integration Partners Australia.

Atualmente, três grandes universidades brasileiras – duas no Sudeste e uma no Nordeste – estão negociando com a Kramer a adoção da Sala de Aula Colaborativa, com previsão de implantação para o primeiro trimestre de 2016.

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Cerner apresenta novo Diretor Geral para o Brasil

Com a expansão de suas operações no Brasil, que têm como marco de entrada um contrato para implantação do software de gestão clínica Cerner Millennium no Hospital Israelita Albert Einstein, a Cerner anuncia mais investimentos em capital humano no país. O mais destacado deles é a chegada de Israel Armstrong como Diretor Geral da companhia. Com Armstrong, que é licenciado em Farmácia pela Universidade de Sydney, as operações da Cerner no Brasil não respondem mais à direção da companhia América Latina, mas como uma região independente.

Presente em trinta países e com mais de trinta e cinco anos de tradição no segmento, a Cerner é especializada no desenvolvimento e soluções de tecnologia da informação na área de saúde.

“Nosso grande desafio é consolidar a expansão da empresa no Brasil, contribuindo com nosso espírito de inovação para o desenvolvimento da gestão da saúde em todo o território nacional. Procuramos também, diversificar e ampliar a carteira de clientes da trazendo novos negócios para o grupo. Estou muito animado com esta oportunidade e confiante no trabalho a ser realizado”, comenta Armstrong, que tem 12 anos de vivência na empresa e atuação em unidades da companhia em outros países.

O novo executivo e sua equipe de profissionais altamente especializados trazem novas sinergias à operação brasileira do grupo. Seu objetivo é levar a expertise da Cerner e suas soluções estratégicas no desenvolvimento de soluções de tecnologia da informação aplicados ao atendimento à saúde, com o objetivo de alcançar empresas e instituições do setor em todo o território nacional.

Há três anos atuando no país, a Cerner, além da parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein para o desenvolvimento e implantação de uma nova solução tecnológica para administrar todos os dados de seus pacientes hospitalares e ambulatoriais e das suas múltiplas áreas de atuação, que será implantada pela primeira vez em língua portuguesa, desenvolve um projeto na área de telemedicina com a Intensicare, a maior empresa especializada em gestão de UTI no Brasil.

Considerada a líder no segmento, a Cerner foi eleita pela revista Forbes americana como a vigésima segunda empresa mais inovadora dos Estados Unidos em 2014. Presente em mais de trinta países, alguns dos seus diferenciais competitivos são: prontuário eletrônico com fluxos de trabalho dedicados por especialidade, tecnologia para integração de equipamentos médicos ao prontuário eletrônico, plataforma para gerenciamento de saúde populacional e ferramentas de suporte à decisão clínica.

A Cerner também é líder internacional em hospitais com certificado do estágio 6 e 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), uma organização norte-americana que avalia o nível de desenvolvimento em projetos de tecnologia da informação na área da saúde, sendo os dois primeiros hospitais da Europa a recebem o nível 7 clientes Cerner, um deles o primeiro reconhecido pelo Davies Awards, entregue às organizações da HIMSS de nível 6 e 7 capazes de demonstrar melhoria significativa e sustentável nos resultados dos pacientes com o uso de tecnologia da informação, ao mesmo tempo em que atingem um retorno financeiro sobre o investimento
Com mais de 21.000 funcionários no mundo todo, a equipe de profissionais altamente especializados colabora para o desenvolvimento de soluções eficientes na área de saúde.

Israel Armstrong – Perfil

Com sólida experiência na área de saúde, Israel Armstrong, atual Diretor Geral da Cerner, Brasil, iniciou a sua carreira no grupo de 2003. O executivo já ingressou no mercado com um diferencial e tanto: uma ampla vivência na área de saúde, ao atuar como professor acadêmico na área de farmácia clínica pela Universidade de Sydney, mesma instituição pela qual se formou e realizou uma pesquisa científica na área de problemas respiratórios.

A sua chegada na Cerner ocorreu por meio de um convite para atuar na unidade em Sydney, na Austrália. Engajado e aferindo excelentes resultados, em seguida, ele participou da organização e desenvolvimento de negócios no mercado da Ásia e Pacífico, antes de se mudar para Londres, e trabalhar no desenvolvimento de negócios para a NHS (National Health Service), sistema público de saúde do Reino Unido.

Na unidade inglesa da Cerner atuando como consultor de projetos, ele cedeu a sua expertise em saúde dando suporte a clientes chaves da companhia. Em 2013 Armstrong foi convidado para fazer parte da equipe do escritório de São Paulo, conduzindo os negócios estratégicos no Brasil. No país, o executivo tem se aprofundado na cultura de negócios local para suportar de forma estratégica o plano de expansão da empresa no país. De acordo com o Diretor Geral da Cerner no Brasil, o mercado está cada vez mais voltado a experiências aliado ao uso de tecnologias inovadoras, por isso, “precisamos ter uma comunicação eficiente com os nossos clientes, compreender e identificar as reais necessidades dele também. Desenvolvemos soluções de TI na área para a saúde e temos inovadoras soluções na área. Temos que superar essas expectativas impressionando-os sempre”, explica.

Uma das metas de Israel Armstrong na unidade brasileira da Cerner é tornar a empresa ainda mais reconhecida nacionalmente, mesmo que ela já possua grande conceito e imagem consolidados. E, de acordo com o diretor, a equipe tem conseguido isso. A companhia é cada vez mais requisitada por hospitais e gestores de saúde que querem conhecer um pouco mais sobre soluções em tecnologia para a área, como, por exemplo, o sistema Cerner Millennium®, soluções de suporte à decisão clínica e análises preditivas e soluções de gerenciamento de saúde da população.

A razão de todo esse sucesso, além da expertise de Israel Armstrong, tem um segredo simples, mas de grande valia: “gostar do que faz. A área de tecnologia em saúde é o nosso negócio”.

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Pequenos detalhes fazem uma grande diferença no ambiente de trabalho

Na Acom Sistemas, alguns colaboradores escolheram a bicicleta como meio de transporte. A empresa apoiou a ideia e disponibilizou um espaço para bicicletário e vestiário com chuveiro. E também criou um ambiente para recreação nas horas vagas. Veja os detalhes na reportagem do Valor Agregado.

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