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Finep amplia instrumentos de apoio e apresenta nova ação voltada a startups

A Finep ampliou ainda mais o apoio a startups. Agora, além dos Fundos de Investimento em Participações (FIPs) – dos quais participa como cotista – a financiadora pretende investir diretamente em empresas inovadoras de base tecnológica juntamente com os chamados investidores anjo. Lançado no dia 20/10, durante a 25ª Conferência Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), em Cuiabá (MT), o Finep Startup tem como objetivo aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital de empresas em estágio inicial com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões e é a primeira ação dentro de um conjunto de iniciativas voltadas a empresas nascentes que a Finep pretende lançar nos próximos anos.

Uma das novidades é que o investimento vai se dar por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios da startup. Esse tipo de contrato transforma a investidora, no caso a Finep, em uma potencial acionista da empresa. A opção de a Finep se tornar ou não sócia da startup terá prazo total de vencimento de até três anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Se a empresa for bem sucedida, a Finep pode exercer essa opção, se a empresa fracassar, a Finep não arca com o passivo, o que garante maior segurança.

“Tem um elemento histórico aqui. Estamos introduzindo um novo instrumento de financiamento na política de inovação”, afirmou o presidente da Finep, Luis Fernandes. Ele explica que o modelo inédito no Brasil se inspirou em programas de outros países, particularmente os EUA, mas incorporou novidades.

Finep_Startup

Empresas de base tecnológica nesse estágio possuem grande dificuldade para financiar seu desenvolvimento, principalmente em função da ausência de garantias e geração de caixa. É comum ver empresas que tiveram apoio inicial em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) acabarem com o projeto na gaveta por falta de recursos. O principal objetivo do Finep Startup é justamente alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Hoje existe um espaço a ser ocupado entre o primeiro investimento que uma empresa recebe, dos chamados investidores anjo, em uma fase inicial, e aquele feito por meio dos FIPs. Ao priorizar esse tipo de investimento, pretende-se otimizar os recursos aplicados, diminuindo o risco e aumentando a possibilidade de retorno para a sociedade. Essa iniciativa não pretende competir com os fundos, ao contrário. Deseja levar as empresas a um estágio onde o acesso a esses canais se torne viável.

O Finep Startup tem um mecanismo inovador para estimular o empreendedor a buscar investimento privado, que priorizará empresas que forem aportadas por investidores anjo. O processo funcionará da seguinte forma: a startup que se inscrever no edital com uma carta de compromisso de um investidor anjo – que também investirá na empresa por meio de contrato de opção – ganhará pontos na seleção feita pela Finep. A quantidade de pontos obtidos dependerá do valor do investimento privado, que pode ir de R$ 50 mil a R$ 350 mil. Além do anjo, o processo de seletivo do edital levará em consideração três dimensões: inovação e tecnologia; mercado e modelo de negócios; e equipe. As caraterísticas do edital foram definidas baseadas na relação de longa data que a financiadora mantém com os investidores. O contrato de opção para ambas as partes é o grande diferencial da chamada, pois diminui os riscos para um investidor de menor porte como o anjo.

O investidor anjo que se comprometer a investir na empresa selecionada pelo edital receberá parte do retorno da Finep, com o objetivo de provocar o engajamento do investidor privado com o sucesso da empresa. Para fomentar essa parceria entre as empresas e os investidores privados, a Finep firmou um acordo com a Anprotec e com a Anjos do Brasil, entidade de fomento ao investimento anjo que apoia o empreendedorismo de inovação. Nesse acordo estão previstas ações como workshops e road shows por todo o País com empresas e investidores para promover a integração entre eles e facilitar possíveis parcerias. Em uma fase mais avançada do processo seletivo, uma banca avaliadora formada por Finep, Anjos do Brasil e Anprotec vai selecionar as startups que serão investidas.

Além da alavancagem de recursos, a atração de investidores privados é fundamental para o sucesso do empreendimento, à medida que estes também agregam conhecimento ao negócio. As startups não necessitam somente de recursos financeiros, mas também de auxílio em questões extremamente relevantes para o futuro do negócio, como governança e gestão. Esse é o principal o objetivo dessa interação com as redes de anjo.

Edital em novembro

O primeiro edital do Finep Startup será lançado em novembro. A previsão é lançar mais um edital em 2016 e dois em 2017. Cada edital terá valor de R$ 20 milhões, totalizando R$ 80 milhões. A empresa que se enquadrar nos critérios do edital pode participar da seleção independente da área de atuação. Os fundos tradicionais investem em média de 10 a 15 empresas em quatro anos. Com o Finep Startup, a Finep pretende investir em 40 empresas até 2016.

Fonte: Finep

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73% dos consumidores de países emergentes ainda não utilizaram serviços financeiros móveis ou sequer os conhecem, aponta pesquisa

A Amdocs (NASDAQ: DOX), fornecedora líder de soluções de experiência do cliente, divulgou hoje os resultados de uma pesquisa inédita sobre serviços financeiros móveis (MFS), que mostra que mais de 68% dos consumidores entrevistados ainda não utilizaram serviços financeiros móveis e que soluções inovadoras para poupança, empréstimos e seguros impulsionarão a próxima fase de crescimento desse serviço em mercados emergentes e maduros.

Realizada pela empresa de análise e consultora Ovum a pedido da Amdocs, a pesquisa focou em usuários e não usuários de serviços financeiros móveis em todo o mundo. Foram pesquisados 8.500 consumidores de 17 países em mercados emergentes e maduros: Reino Unido, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, EUA, Canadá, Índia, Filipinas, Malásia, Indonésia, México, Brasil, Colômbia, Guatemala, África do Sul e Gana.

“Os consumidores que adotaram serviços financeiros móveis apreciam as vantagens que eles podem oferecer. A onipresença e a conveniência – a capacidade de utilizar os serviços a qualquer hora, em qualquer lugar – foi a vantagem esmagadoramente citada pelos entrevistados, tanto nos mercados emergentes como nos maduros. São vantagens tangíveis e imediatas, assim como uma poderosa resposta àqueles que dizem que não existe valor nos serviços financeiros móveis”, disse o analista da Ovum Eden Zoller. “Isto representa um progresso positivo, mas as operadoras de serviços financeiros móveis não podem se dar ao luxo de serem complacentes, uma vez que a pesquisa mostra claramente que ainda existem questões fundamentais e desafios que precisam ser abordados, que vão desde as preocupações com a segurança e a facilidade de uso até a falta de conhecimento”.

Entre os principais resultados da pesquisa estão:

– A falta de conhecimento por parte do mercado e as percepções errôneas sobre serviços financeiros móveis ainda são as principais preocupações – A maioria dos entrevistados não utiliza os pagamentos ou aplicativos de serviços financeiros móveis, ou não os conhece – isto é mais predominante nos mercados emergentes (73%) em comparação com os mercados maduros (62%). Enquanto 31% dos entrevistados em mercados emergentes declararam não terem conhecimento sobre os pagamentos e serviços financeiros móveis, esse número foi menor em mercados maduros (23%). Dos entrevistados em mercados emergentes, 34% disseram que conheciam, mas não tinham planos de utilizar os serviços, em comparação com 30% dos entrevistados em mercados maduros. Os entrevistados que já fizeram o download do aplicativo ou assinam o serviço, mas ainda não o haviam utilizado, demonstraram tendências semelhantes em mercados maduros (9%) e emergentes (8%).

– As soluções para poupança, empréstimos, seguros e pagamento de serviços de educação e tratamentos médicos impulsionarão o próximo nível de crescimento dos serviços financeiros móveis – 25% dos entrevistados em mercados emergentes disseram que estão propensos a adotar produtos de serviços financeiros móveis avançados – poupança, empréstimos e seguro – ao longo do próximo ano, em comparação com 16% em mercados maduros. Em alguns mercados maduros como o Reino Unido e a Suécia, a probabilidade foi muito maior, variando de 17% a 30%. Os mercados emergentes (22%) são mais propensos a adotar serviços financeiros móveis para fazer pagamentos de serviços educacionais e tratamento médico do que os mercados maduros (15%).

– Mais segurança, tarifas mais baixas de transações, facilidade de uso, recompensas pelo uso do serviço e a onipresença do serviço são os principais impulsionadores para a sua adoção – Mais segurança foi identificado como o fator mais importante para promover a adoção tanto em mercados maduros (40%) como nos emergentes (39%). A preferência por taxas mais baixas de transações mostra uma tendência semelhante tanto nos mercados maduros como nos emergentes (30%). O que talvez seja mais surpreendente é que quase um terço dos entrevistados tanto nos mercados maduros (30%) como nos emergentes (29%) adotaria os serviços se eles fossem mais fáceis de usar, o que ilustra o fato de que a facilidade de utilização ainda é um problema. Um terço dos entrevistados em mercados maduros (30%) usaria os serviços se fossem oferecidas recompensas, em comparação com 25% nos mercados emergentes. Um quarto dos entrevistados tanto nos mercados maduros (24%) como nos emergentes (25%) disseram que utilizariam os serviços financeiros móveis se pudessem utilizá-los em qualquer lugar e em qualquer momento.

“Promover a próxima fase de crescimento é, em geral, o maior desafio para as operadoras de serviços financeiros móveis”, disse Patrick McGrory, presidente da divisão de ofertas emergentes da Amdocs. “Enquanto os mercados maduros como EUA, Noruega e Reino Unido precisam de propostas convincentes de valor, mercados emergentes como Gana, África do Sul, Brasil, Índia, Filipinas e México precisam de soluções inovadoras que possam oferecer uma gama de serviços financeiros móveis acessíveis que se tornem uma alternativa viável aos serviços bancários tradicionais. As operadoras de telecomunicações que tomam a dianteira na superação desses desafios deverão reduzir a rotatividade, melhorar a fidelidade do cliente e explorar novos fluxos de receita”.

“A solução de MFS da Amdocs, que move mais de 30 sistemas de clientes que atendem 500 milhões de usuários em todo o mundo, é projetada para melhor atender à necessidade de inclusão financeira nos mercados emergentes, bem como para oferecer inovadores e empolgantes novos serviços nos mercados maduros, acelerar a adoção, incentivar o uso constante e promover a fidelidade”.

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Volta da CPMF acende alerta na área de tecnologia dos bancos

Em dezembro de 2007 o Senado brasileiro rejeitou a prorrogação da CPMF – Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira, instituída para custear a saúde pública e a previdência social. Em setembro de 2015, praticamente oito anos depois, o governo federal anunciou medidas para reequilibrar as contas públicas incluindo uma proposta de retorno da CPMF. A possibilidade de volta da contribuição acende um alerta na área de tecnologia dos bancos, que estão começando a se preparar para o novo cenário.

De acordo com Fausto Ferraz, Diretor da Controlbanc, braço de consultoria da Senior Solution, a instituição da CPMF em 1996 provocou uma ampla revisão no ambiente de tecnologia dos bancos. “Os sistemas de core banking foram os mais impactados: a identificação do fato gerador, ou seja, dos lançamentos a débito e crédito em contas correntes e contas poupanças, e a aplicação da alíquota de contribuição geralmente eram realizados nesses sistemas. Mas houve impacto em diversos outros, como por exemplo os sistemas de contabilidade e tributos, por meio dos quais os valores da contribuição eram consolidados, retidos e recolhidos pelos bancos”, afirma o executivo.

Além disso, a instituição da CPMF demandou a criação de parâmetros para sinalizar a aplicabilidade da contribuição, variáveis para definir as alíquotas e períodos de indecência e rotinas para controlar as hipóteses de não incidência da contribuição, como por exemplo as transferências entre contas de mesma titularidade ou para contas investimento. “Provavelmente, com a volta da CPMF o primeiro passo será a reativação desses parâmetros, variáveis e rotinas, mas os impactos não param por aí”, explica Ferraz.

Em uma primeira análise, a volta da CPMF parece um problema de solução simples para os gestores de TI, mas sua complexidade não deve ser subestimada. De acordo com o executivo, nos últimos oito anos, o ambiente de tecnologia no mercado bancário passou por uma evolução significativa. Novas tecnologias foram adotadas, novos produtos financeiros foram introduzidos e os sistemas em vigor à época da instituição da CPMF foram modificados substancialmente, portanto o contexto mudou. “Não há como garantir que a simples reativação será suficiente. Se as regras do jogo forem as mesmas o trabalho já será complexo, imagine se forem outras”, enfatiza o executivo.

Ferraz recomenda que os bancos se preparem com antecedência, avaliando se os sistemas desenvolvidos e modificados nos últimos anos consideravam a hipótese de volta da contribuição, analisando se a documentação dos sistemas será suficiente para mensurar os impactos e testando se os sistemas estão preparados para a nova realidade. Esse trabalho exigirá um esforço considerável das equipes de TI. “Já realizamos na Controlbanc diversos projetos para auxiliar os principais bancos do país quando a CPMF foi instituída, e estamos prontos para apoiá-los novamente a superar essa fase de transformação com a volta da contribuição”, conclui.

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Juntas, TOTVS e Bematech vão liderar a digitalização do Varejo no Brasil

Com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a TOTVS com a Bematech torna-se o maior e mais completo provedor de soluções de negócio para o Varejo do país. O segmento é um dos principais motores da economia brasileira, respondendo por mais de 50% das mais de 4,6 milhões de empresas formalmente estabelecidas no Brasil, segundo dados do IBGE.

Para se tornarem mais competitivos, os varejistas precisam elevar eficiência e aumentar a produtividade, iniciativa que só é possível com a digitalização das empresas. “Estamos em um ano desafiador para as companhias brasileiras. Porém, em momentos econômicos como o atual, a necessidade de se buscar eficiência, competitividade, produtividade e redução de custos se intensifica. A tecnologia passa a ser, então, um fator decisivo para atingir esses objetivos. A união com a Bematech nos permite oferecer uma solução completa para a digitalização dos processos nas empresas varejistas, de ponta a ponta, unindo conhecimento de mercado e o que há de mais moderno em tecnologia com preços acessíveis”, destaca Rodrigo Kede, presidente da TOTVS.

Com a união, TOTVS e Bematech conseguem atender toda a cadeia do varejo e combinam conhecimento de mercado e complementaridade de portfólio. A TOTVS é líder em software de gestão na América Latina e no mercado SMB e a Bematech é líder em tecnologia para o varejo, com suas soluções de hardware e software presentes em mais de 50% dos checkouts dos estabelecimentos automatizados do Brasil e com mais de 500 mil pontos de vendas.

Com a reorganização societária, juntas, as empresas passam a prover soluções completas para lojas de varejo físico e também para as empresas de e-commerce, além das soluções especializadas nos mais diversos subsegmentos do varejo: food service, supermercados, atacarejo, vestuário e calçados, lojas e magazines, eletroeletrônico, material de construção, farmacêutico, hotelaria, concessionária de veículos, transporte de passageiros, entre outros. “Agora, com disciplina e planejamento, vamos desenhar uma nova estratégia para atuarmos juntos. Vamos analisar todos os produtos e serviços cujo objetivo será o de entregar aos clientes a melhor opção em soluções de negócios para o setor varejista”, complementa Kede.

Para o CEO da Bematech, Cleber Morais, a aprovação da união com a TOTVS consolida a missão da empresa que sempre buscou tornar o varejo mais eficiente. “Somos duas companhias com muito conhecimento nesse setor. Por isso, quem mais ganha com esse movimento é o varejo que passa a contar com soluções desenhadas para suas necessidades. Com a digitalização dos processos, acreditamos que teremos este segmento tão importante para a economia do país ainda mais forte”, destaca Morais. O objetivo é garantir também mais eficiência ao empresário ao prover soluções para todas as suas necessidades de negócio por meio de uma única empresa, garantindo integração, atendimento à legislação e atualizações tecnológicas constantes.

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Com “one stop shop”, WTC de SP mira alta em 2015

Mirando num faturamento maior, o WTC de São Paulo aposta no conceito de “one stop shop”, já comum no setor varejista. A ideia é oferecer tudo o que o cliente precisa em apenas um só lugar: hospedagens, espaço para eventos, serviços exclusivos e gastronomia.

O serviço é completo, afirma o diretor geral Roberto Jeolas. “A pessoa entra aqui com uma caneta e sai com um evento. Ela tem todos os serviços e valores agregados como: audiovisual, transmissões de eventos ao vivo, geradores, segurança, atendimento médico, holografia, alimentação e bebidas”.

Por estar integrado com o D&D Shopping, o complexo ainda oferece os serviços de floricultura, salão de beleza, praça de alimentação, cafés e aluguel de móveis para cenários.

A estratégia de “one stop shop” já vem rendendo bons resultados para o grupo. Entre maio e julho deste ano, o WTC Events Center e Sheraton de SP registraram um crescimento de 20% e 15%, respectivamente, no faturamento. Com isso, o complexo se mantém otimista e prevê um crescimento anual de 10% a 12%.

Mas no setor de serviços, não basta oferecer um produto ao cliente; tem que deixá-lo satisfeito para que ele volte. Para tanto, trabalhar a fidelização dos clientes será um dos maiores objetivos das áreas de marketing e relacionamento do grupo. A mais nova estratégia é o ID Hotel e Eventos – programa de fidelidade voltado para tomadores de decisão de grandes empresas.

Na último dia (23), cerca de mil tomadores de decisão, que já mantém relacionamento com o hotel e com o WTC, foram convidados a se cadastrarem no site do ID Hotel e Eventos (http://www.idhoteleeventos.com.br). Com isso, eles passarão a ter pontos contabilizados a cada reserva concluída. A cada R$ 2 emitidos, um ponto será registrado no programa de fidelização. A partir de 3 mil pontos, a participante consegue resgatar prêmios em milhas aéreas (Multiplus e Smiles), diária grátis no hotel, vouchers para os restaurantes do WTC e ainda produtos no catálogo da Magazine Luiza.

WTC Events Center

Reconhecido como o maior centro de eventos dentro de um complexo hoteleiro na América Latina, o WTC Events Centerrecebe eventos corporativos, culturais, entre outros, e disponibiliza para estas ocasiões 4 andares e 60 espaços flexíveis, em um total de 12 mil m². A infraestrutura do WTC Events Center dispõe da arena sofisticada, com capacidade para receber até 2500 pessoas, o WTC Golden Hall. Com 3.150m2 de área, 1.000 m2 de foyer e 15m de pé-direito, o Golden Hall é propício para eventos de grande porte e pode abrigar montagens que incluem exposições, shows, leilões, competições esportivas, festas, entre outros.
Mais informações em: http://wtceventscenter.com.br

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Pesquisa da CGI revela as preferências dos consumidores para serviços bancários

A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, divulga os resultados de uma pesquisa recém realizada com mais de 1,4 mil clientes de serviços bancários, em sete países (Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suécia). O estudo foi desenvolvido pela empresa para compreender melhor a opinião dos clientes sobre o futuro do setor bancário.

Os resultados revelam que os consumidores valorizam a segurança dos bancos para armazenar e movimentar dinheiro e informações financeiras. Porém, os participantes da pesquisa indicaram que gostariam de utilizar mais serviços de valor agregado, como a proteção de identidade e de dados, prêmios, aumento do patrimônio, personalização e gestão do dinheiro.

Além disso, os serviços online tornaram-se o canal de relacionamento preferencial, independentemente da idade, renda, localização ou tipo de banco. Outro ponto importante indicado pela pesquisa é a elevada expectativa por parte dos clientes que tem impulsionado a necessidade de acelerar a transformação digital nos bancos. Sem essa ação, as instituições financeiras podem ser forçadas a agir como “atacadistas” por seus próprios clientes, enquanto bancos mais dinâmicos e inovadores se beneficiarão da lealdade do consumidor e de novos fluxos de receita.

As principais constatações da pesquisa incluem:

Proteção: é o serviço mais desejado, uma vez que os consumidores estão mais conscientes quanto ao aumento de fraude na Internet; um em cada quatro consumidores pagaria por um seguro para ter mais proteção da sua identidade e dos seus dados;

• Recompensas: programas de recompensa estão em alta. 70% dos consumidores afirmam que eles são importantes, enquanto apenas 7% dizem que não são relevantes;

Aumento do patrimônio: um a cada três consumidores pagaria para obter serviços de aumento de patrimônio;

• Personalização: apenas 10% dos entrevistados acreditam que não é importante ser conhecido pela sua instituição financeira e quase um em cada cinco (19%) clientes está disposto a pagar para o seu banco conhecê-lo melhor;

Gestão do dinheiro: dinheiro em tempo real, liquidez e gestão de fluxos de caixa são atributos esperados por 65% dos consumidores em todos os países, juntamente com a visualização dos saldos, tudo em tempo real;

Dados do cliente: mais de 80% dos consumidores estão dispostos a fornecer seus dados aos bancos, desde que eles sejam utilizados para aprimorar serviços ou produtos;

Preferência de canal: a Internet é o canal de preferência dos consumidores, independente da idade, renda, localização ou tipo de banco. Apenas 10% dos consumidores não utilizam os serviços online, ou fazem isso somente em casos de necessidade;

Modelos de serviços bancários futuros: 37% dos entrevistados preveem um ambiente bancário digital, com todos os serviços realizados online, 36% acreditam que o celular será o principal canal e 30% creem que o reconhecimento de impressões digitais será uma alternativa muito utilizada;

• Abertura para novos entrantes: os consumidores são receptivos às novas tecnologias. Dos entrevistados, 57% afirmam que confiariam no PayPal para serviços de proteção e 46% dizem que confiam em sites de investimento online e ferramentas pessoais de gerenciamento financeiro para serviços de aumento de patrimônio e de gestão de caixa.

“O ritmo da ruptura digital no setor bancário está ganhando velocidade e estamos prestes a testemunhar momentos interessantes na comunidade financeira global. Os bancos digitais do futuro vão continuar construindo sua solidez sobre o alicerce dos negócios financeiros, pagamentos e proteção, mas, ao mesmo tempo, eles devem se transformar em prestadores de serviços plenos do bem-estar bancário. As instituições líderes estão focadas em oferecer uma experiência digital altamente conveniente, segura e confiável que irá diferenciá-las, não só dos concorrentes, mas também de novos entrantes no mercado. Elas também estão adotando o conceito de ´meu melhor amigo digital´ de setores como varejo e comunicação, e combinando-os com suporte via celular e pessoalmente, tudo isso para atender as expectativas dos consumidores hoje e no futuro”, afirma Penny Hembrow, Vice-Presidente e Líder Global de Serviços Financeiros da CGI.

A pesquisa foi realizada em parceria com a Research Now, uma das principais empresas de coleta de dados digitais do mundo. Para conhecer mais sobre os resultados, juntamente com a análise e as recomendações da CGI, acesse o link http://www.cgi.com/sites/default/files/brochures/financial-consumer-demands-for-tomorrows-digital-bank.pdf.

A CGI é uma empresa líder de TI reconhecida na indústria de serviços financeiros, com mais de 16 mil profissionais atuando no setor, com clientes em cinco continentes, incluindo 23 dos 25 maiores bancos das Américas e 21 das 25 maiores instituições financeiras da Europa.

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O valor dos dados em um mundo impulsionado por informações

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Por Steve Todd, pesquisador e vice-presidente de estratégias e inovação na EMC

Até 2024 teremos uma economia da informação totalmente estabelecida, na qual os dados são cruciais para empresas que estão buscando encontrar novas oportunidades de vantagem competitiva de maneira preditiva. Informações com base em padrões serão vendidas, doadas e comercializadas em trocas abertas.

Os mercados de dados facilitarão a transferência de dados entre silos com maior fluidez e as pessoas começarão a negociar seus próprios dados. Já estamos observando vários sinais disso, mas é apenas o começo. Nesse cenário, os dados de sua empresa são importantes — isso é óbvio. Mas qual o grau de importância deles? Como você pode medir o valor de tais dados?

Hoje vamos falar sobre “dados como a nova moeda” e tentar estabelecer um preço. Normalmente seus dados valem o que alguém está tentando pagar por eles. Essa visão transacional simples não conta a história inteira.

Conforme as organizações correm para conhecer e avaliar as oportunidades e os problemas associados ao nosso mundo cada vez mais impulsionado por dados, as empresas estão se deparando com a necessidade de medir com maior precisão o verdadeiro valor desses dados.

Mas não tema, nem tudo é cruel e obscuro. Empresas inteligentes vão tomar notas e se preparar para o futuro por meio da “ arquitetura focada em valor” — entender e criar processos de precificação de negócios e TI na empresa, revelando o verdadeiro valor dos dados. Vejamos alguns exemplos de novas atividades de avaliação de dados que estão sendo executadas pelas organizações hoje em dia.

Os dados passam a ser seu novo produto: um relatório recente sobre inovação no mercado de Big Data, feito pela EMC e pela Capgemini, revelou que 63% dos respondentes consideram que a monetização dos dados pode eventualmente se tornar tão valiosa para as organizações deles quanto seus respectivos produtos e serviços existentes. Isso pode dizer muito sobre o potencial do Big Data — empresas podem começar a gerar mais a partir do valor contido nos dados, do que a partir do valor do produto.

A Babolat, fabricante francesa de raquetes de tênis, fabrica a Babolat Play, uma “raquete inteligente” que gera e coleta dados sobre o desempenho do jogador em quadra. Ao criar um produto inteligente, a Babolat deu o primeiro passo para agregar o valor contido nos dados. Esses dados podem se tornar um fluxo de receita totalmente novo. A Babolat pode, por exemplo, vender esses dados para desenvolvedores de aplicativos de novos produtos e experiências de usuário, ou vender os dados para data mining em organizações de pesquisa esportiva. A raquete de tênis pode ser vendida uma vez, mas os dados produzidos por ela têm potencial infinito de monetização.

Precificação de dados para o pior cenário possível: violações cibernéticas em grande escala estão se tornando extremamente frequentes, resultando em grandes perdas financeiras para várias empresas. Como resultado, as apólices de seguros para dados estão se tornando uma parte necessária dos negócios.

Trabalhando em conjunto com os segurados, as empresas de seguros de dados precisam definir um preço para um conjunto de dados que não apenas reflita o valor dos dados para a empresa segurada, mas que também leve em consideração a diversidade de fatores que acontecem em situações de violação de dados. Notificações para clientes, compensações e outros custos como relações públicas para controle de danos devem ser levados em consideração no preço do seguro.

Os departamentos CyberEdge da AIG, Privacy and Network Security da ACE e Cyber & Technology da Lockton oferecem às empresas coberturas em caso de uma violação que resulte nos efeitos diversos de uma violação de dados.

Dados em um caso de falência digital: a Caesars Entertainment Operating Co., que controla o Caesars Palace, Caesars Atlantic City e Harrah’s Reno, além de uma dúzia de outras propriedades regionais, entrou com o pedido de falência no início do ano. O mais interessante é que o ativo individual mais valioso que está sendo disputado é o Caesar’s Total Rewards Loyalty Program, o programa de fidelidade dos clientes da empresa.

Repleto de Big Data e construído durante os últimos 17 anos, os rumores é de que ele tem os dados de mais de 45 milhões de clientes. Os credores avaliam que esses dados valem cerca de US$ 1 bilhão — um número e tanto. Ele ultrapassa o valor de qualquer bem físico da Caesar em Las Vegas, o que dá uma boa perspectiva em relação ao valor dos dados. Também dizem que o programa equivale a 17% do valor total de todos os ativos operacionais da Caesar’s. Como o setor de jogos de azar não tem nenhum tipo de acordo sobre políticas e práticas de precificação de dados, o valor do programa será contestado na justiça e pode resultar em vereditos interessantes em relação à precificação de dados.

Transações de dados; fusões e aquisições: agora os dados são um dos principais ativos buscados pelas empresas em fusões e aquisições, em alguns casos mais que pessoal, propriedade intelectual ou espaço físico. Na recente aquisição do site Lynda.com pelo LinkedIn, provavelmente os dados representaram o maior ativo obtido mediante o preço pago pela aquisição.

Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, ressaltou que a ampla biblioteca de vídeos premium do site Lynda.com foi um motivo imprescindível para a compra da empresa, o que significa que a ferrametna estava em busca dos ativos de dados do Lynda.com para aumentar sua rede profissional. Do valor de US$ 1,5 milhão, é provável que uma parcela significativa tenha sido direcionada para a compra dos ativos de dados de vídeo.

A economia da informação para um mundo melhor: O TCGA (Cancer Genome Atlas, ou Atlas do Genoma do Câncer) tem como objetivo desenvolver novos focos farmacêuticos e de diagnóstico para o câncer ao facilitar o compartilhamento de dados genéticos. Essa colaboração entre o NCI e o National Human Genome Research Institute, dos Estados Unidos, procura codificar os dados genômicos para que os elementos de dados comuns, com base em padrões, possam ser compartilhados por meio de uma infraestrutura de código aberto.

Para alcançar o sucesso na economia da informação, qualquer organização precisa colocar os dados no núcleo de tudo o que fazem diariamente. As empresas precisam priorizar a precificação dos dados de conteúdo técnico e comercial em toda a organização. Elas precisam integrar isso em suas estratégias comerciais mediante o desenvolvimento de ferramentas para precificação e de políticas e serviços para a aquisição ou venda de dados. Para dar o salto e chegar neste novo mundo, as empresas precisam continuar focadas em aprimorar a capacidade de perceber ideias impulsionadas por dados, por meio do reconhecimento preditivo de novas oportunidades.

Algumas startups e organizações tradicionais já estão fazendo avanços nessa área. Para as outras, ainda não é tarde. Mas conforme a economia da informação adquire sua forma nos próximos anos, os que andarem muito devagar não sobreviverão. A corrida começou, não fique para trás.

Abranet lança grupo de trabalho sobre governança da Internet

Nunca se discutiu tanto assuntos referentes à governança da Internet. Temas como privacidade, segurança, conectividade e outros estão na pauta do dia. Por isso, a Associação Brasileira de Internet (Abranet) anuncia a formação de um grupo de trabalho que discutirá os aspectos mais relevantes nesse campo. Ele será composto por associados e seus resultados serão compartilhados com a sociedade, por meio dos canais de comunicação da entidade. O lançamento será no dia 26 de outubro, na FutureNet, realizada antes da abertura da Futurecom 2015, que acontece no Transamérica Expo, em São Paulo, entre 26 e 29 de outubro.

A FutureNet é dedicada exclusivamente ao segmento de Internet e reúne provedores e fornecedores para discutir as tendências tecnológicas. A participação é gratuita e aberta a todos, mesmo para quem não está inscrito na Futurecom. A inscrição é feita pela internet – http://pt.futurecom.com.br/pre-eventos#incricoes_abranet.

Um destaque da programação é a apresentação de Antonio Moreiras, gerente de desenvolvimento e projetos do NIC.br. Ele falará sobre como o uso correto do Internet Exchange – IX.br pode trazer redução de custos e aumento de qualidade e confiabilidade para os provedores de serviços na Internet.

A China Telecom falará sobre sua presença no Brasil. Já a Kerax Telecom apresentará as antenas Multi-Beam. A Telecall vai falar sobre como provedores podem incrementar receita e fidelizar clientes oferecendo telefonia móvel fixa com Serviço de Valor Adicionado (SVA).

A Alcatel-Lucent Enterprise apresentará os Switches para Datacenter com o recurso avançado Intelligent Fabric, premiada com o Best of INTEROP 2015. A Cambium Networks vai falar sobre suas tecnologias para conexão, com destaque para o cnPilot, conjunto de rádios Wi-Fi com gerenciamento na nuvem. A Huawey vai mostrar soluções voltadas para provedores, seguida pela da Wztech, com o tema “Soluções Juniper para backbones e datacenters”. A Openet vai ministrar palestra sobre como a plataforma Sponsored Data pode contribuir para geração de receitas.

O Sindicato de Empresas de Internet do Estado de São Paulo (Seinesp) vai discutir a importância do sindicato patronal. A Sunrise Net irá mostrar as vantagens de se adicionar a TV por assinatura em favor do provedor e as soluções para transmissão de dados em cabos elétrico e coaxial.

A FutureNet termina com as palestras “Desenvolvendo padrões, informando a rede”, da Unicamp; e “Como o Brasil está debatendo a proteção de dados pessoais na Internet?”, do InternetLab.

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Capgemini e Microsoft se unem em programa global de serviços em nuvem

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, está expandindo o seu programa de serviços na nuvem, tendo a Microsoft como o primeiro parceiro a ingressar no programa, que ajudará as empresas a tirar o máximo proveito da tecnologia. A iniciativa, nomeada “Capgemini Cloud Choice with Microsoft”, é formada por um conjunto de ofertas cujo foco é possibilitar a transformação dos negócios e a implementação de soluções utilizando as tecnologias de cloud computing da Microsoft. Esses serviços incluirão o Cloud Advisory, Managed Platform Services e inovação integrada, para trazer mais agilidade às empresas e ajudá-las a adotar um foco mais estratégico nas operações do negócio.

O “Capgemini Cloud Choice with Microsoft” oferecerá soluções de nuvem gerenciadas ‘como serviço’, específicas para as necessidades de cada setor. A linha de soluções incluirá:

1) OneShare – acelera o provisionamento de testes e desenvolvimento na plataforma Microsoft Azure e controla os custos com o uso de monitoramento e programação dos recursos;

2) SkySight – nuvem privada semelhante à Azure, que ajudará as empresas a implantar rapidamente novos aplicativos, tirar proveito de serviços gerenciados com preços competitivos e obter uma rápida implantação e configuração;

3) Ofertas próprias, exclusivas da Capgemini, específicas para cada setor, como, por exemplo, a plataforma bancária customizada.

Desenvolvidas internamente por especialistas da Capgemini, essas soluções podem ser facilmente configuradas conforme as necessidades de cada cliente, reduzindo o custo total de propriedade. Elas englobam serviços de nuvem híbrida, pública, hospedada e privada que utilizam a plataforma Azure e oferecem uma plataforma integrada que pode ser facilmente implementada para fazer melhor uso dos investimentos atuais de TI. Comercializada no modelo ‘como serviço’, as empresas poderão ter um maior controle sobre a atualização do software e mais tempo para dedicar às inovações e transformações do negócio.

“A digitalização do negócio é um fator essencial quando se fala em acelerar o ritmo da mudança. As informações fluem mais rapidamente. Não se trata apenas da tecnologia, mas de como essa tecnologia está sendo aplicada aos modelos de negócios. Por isso é preciso tornar-se digital e falar sobre a nuvem – ela é a base para a transformação digital”, afirma o executivo da Constellation Research, R “Ray” Wang (@rwang0).

Enfrentando o desafio do volume reduzido de cartas, mas com enorme crescimento das remessas de pacotes, a PostNL, serviço postal da Dinamarca, decidiu transferir a maior parte de seus sistemas de TI para a nuvem pública da Microsoft, Azure. A migração foi iniciada em 2013 e será concluída no final de 2015. “A Sogeti, subsidiária do Grupo Capgemini, nos ajudou a definir o plano para migração de mais de 40 aplicações para a nuvem. Reduzimos nossos custos em mais de 20% e ganhamos flexibilidade para lidar com a variação do volume”, comenta o diretor de TI da PostNL, Marcel Krom.

Benefícios para fornecedores independentes de software e startups

Como parte de sua oferta, a Capgemini alinhará suas atividades com fornecedores independentes de software e startups para criar maneiras novas e inovadoras de fornecer soluções integradas. Estas empresas se beneficiarão pois serão um ponto central para integração de tecnologias inovadoras no portfólio de soluções da Capgemini.

“Esse é um passo importante para nossa parceria global com a Microsoft, com a qual fomos pioneiros na adoção da nuvem. Os benefícios de uma capacidade computacional flexível como serviço mudaram a dinâmica do mercado para todos os setores, mas o segredo é saber explorá-los. Muitos setores ainda enfrentam desafios para adoção das tecnologias de nuvem e migração das cargas de trabalho, e precisam de ajuda para definir suas políticas de uso da nuvem, o ambiente de conformidade e a estrutura organizacional, para impulsionar o desempenho. Esse requisito não se aplica apenas às empresas de grande porte, mas também às startups e empresas recém-criadas, que agem rapidamente para explorar as tecnologias de nuvem”, diz o diretor global de tecnologia do Grupo Capgemini, Lanny Cohen.

“Estamos empolgados com a ampliação de nossa parceria com a Capgemini, uma das principais integradoras de sistemas do mundo, para ajudar os clientes a ganhar agilidade, produtividade e eficiência nos negócios mais rapidamente. Trabalhando em conjunto, ofereceremos aos clientes consultoria, suporte e as soluções tecnológicas de que precisam para agilizar a transformação do negócio por meio da nuvem”, comenta o vice-presidente executivo da área de Cloud & Enterprise da Microsoft, Scott Guthrie.

A Microsoft é a primeira entre várias provedoras de serviços de nuvem a ser incluída no Programa de Serviços de Nuvem da Capgemini, que conta com a colaboração de um vasto ecossistema de parceiros e inclui um amplo conjunto de serviços, inclusive avaliação e estratégia de nuvem para o negócio, prova de conceito, migração de aplicativos para a nuvem, plataforma como serviço, infraestrutura como serviço, software como serviço, processos de negócio como serviço e segurança cibernética.

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Brasil Mais TI e Start-Up Brasil são destaques da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A Softex, pelo segundo ano consecutivo, participa da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2015) apresentando os programas Brasil Mais TI, maior projeto de capacitação em Tecnologia da Informação gratuito do país, e pela primeira vez, o Start-Up Brasil, que visa selecionar e apoiar empresas nascentes de base tecnológica.

Promovido simultaneamente em diversas localidades do país pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento tem como proposta mobilizar a população, em especial as crianças e os jovens, em torno de temas e atividades ligadas às áreas de Ciência e Tecnologia.

Entre os dias 19 e 25 de outubro, em todos os períodos, a Softex promoverá em seu estande no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, uma série de iniciativas. Professores e alunos terão informações sobre os mais de 20 cursos de programação e as demais funcionalidades oferecidas pela plataforma Brasil Mais TI. Os alunos terão também a oportunidade de participar de dois diferentes cursos lúdicos e campeonatos: Imagine Cup da Microsoft, e Hora do Código da Fundação Lemann.

“A proposta do Brasil Mais TI é cativar o interesse dos jovens pela programação. Um levantamento realizado pela unidade de inteligência, estudos e pesquisas da Softex aponta para um déficit aproximado de 408 mil profissionais de TI em 2020. O programa tema proposta de despertar a vocação e assim estimular a entrada de novos profissionais em um setor considerado estratégico para o país”, destaca Ana Beatriz Pires, gestora do projeto na Softex.

Estimulando o espírito empreendedor – Quatro startups que integram o programa Start-Up Brasil se revezarão na apresentação de suas empresas inovadoras aos estudantes que visitarem o estande da Softex. O objetivo é estimular o espírito empreendedor dos jovens e mostrar que a abertura de um negócio próprio é uma opção possível para qualquer pessoa.

Nos dias 21 e 22, os alunos poderão conhecer o projeto de construção do ciclo-elétrico híbrido da baiana Guell, um veículo elétrico leve de duas rodas com um inovador desenho industrial e um conjunto eletroeletrônico de baixo custo, além dos projetos de simuladores de voo da Virtual Avionics, que trabalha atualmente no desenvolvimento de um novo sistema a ser empregado tanto para fins recreativos quanto para a formação de pilotos em escolas de aviação e empresas aéreas.

Já nos dias 23 e 24, o estande será ocupado por duas startups focadas em educação: a editora digital EvoBooks, que possui conteúdo interativo e atraente, e a Overdrive, criadora da plataforma de educação tecnológica Kubi que auxilia professores a ensinar robótica e programação através de desafios e vídeos curtos utilizando a linguagem da internet.

O Start-Up Brasil é uma iniciativa do MCTI com gestão operacional da Softex e realizado em parceria com aceleradoras. Atualmente, apoia 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 17 aceleradoras em 7 estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Confira a programação completa da SNCT 2015 acessando http://semanact.mcti.gov.br/

Fonte: Softex

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Intelbras lança roteador que libera WI-FI com check-in no Facebook

A Intelbras, desenvolvedora de equipamentos e soluções tecnológicas de Segurança Eletrônica, Telecom e Redes, anuncia o lançamento do roteador HotSpot 300 wireless, em parceria com o Facebook. O equipamento permite que os estabelecimentos ofereçam acesso WI-FI a seus clientes por meio do check-in em sua página do Facebook. O HotSpot 300 é o primeiro roteador, em sua categoria, desenvolvido e fabricado no Brasil, na fábrica da Intelbras em São José, Santa Catarina.

Os estabelecimentos comerciais que testaram o roteador da Intelbras mais que dobraram os check-ins de suas páginas no Facebook, nos últimos quatro meses. Como exemplo o pub The Liffey Brew Pub, na grande Florianópolis, registrou 10 mil check-ins, depois de usar o produto, contra 7.086.O Bob´s Trajano, em Florianópolis, inaugurou sua página no Facebook ao mesmo tempo que implantou o equipamento, alcançando 4.200 check-ins. A Pizzaria Papparella, também em Florianópolis, passou de 2.583 check-ins para 4.200, no mesmo período, em sua página no Facebook.

O novo roteador da Intelbras oferece benefício tanto para os clientes dos estabelecimentos quanto seus proprietários. O diferencial para os clientes é a forma rápida de conseguir acesso à Internet fazendo check-in na página do estabelecimento no Facebook, sem a necessidade de senha.Para os proprietáriosde bares, cafeterias, restaurantes, pousadas, lojas, clínicas, academiase qualquer outro tipo de estabelecimento comercial, o novo roteador da Intelbras oferece conectividade, maximizando a presença de seus clientes no estabelecimento e potencializando o seu negócio em parceira com uma das maiores redes sociais do mundo. Além disso, o check-in que o cliente faz com o Facebook, aumenta o tráfego na fanpage do estabelecimento e ajuda a divulgá-lo na rede social, com aumento da visibilidade do local e atraindo novos seguidores no Facebook.

Outro diferencial do produto para o mercado brasileiro é possibilitar a conexão à Internet simultânea para até 60 dispositivos por equipamento, em uma abrangência de 300 metros.
“O acesso à rede por meio do check-in no Facebook permite que as pessoas naveguem rapidamente sem precisar pedir a senha a um funcionário, e sem digitar longas chaves ou preencher formulários com dados pessoais. Tudo funciona com poucos cliques no dispositivo, e atende uma demanda crítica: estar conectado em todos os momentos”, explica Artur Souza, diretor de Engenharia do Facebook.

“Com esse novo produto, a Intelbras atende à demanda do segmento de pequenos e médios estabelecimentos comerciais, que estavam à procura de um roteador WI-FI, que oferecesse qualidade e inovação a um ótimo custo benefício. A parceira com o Facebook completa a eficiência do produto e melhora a experiência do usuário, tornando-o ainda mais atrativo para clientes e proprietários. Esse mercado está em expansão e prevemos crescimento de até 15% no próximo ano”, afirma Amilcar Scheffer, diretor de Redes e Telecom da Intelbras.

Para o diretor de Redes e Telecom da empresa, a grande capilaridade da Intelbras é um fator que irá potencializar a comercialização do produto em todas as regiões do Brasil. “Nosso canal de Vendas – distribuidores e revendas autorizadas e especializadas em tecnologia, irão comercializar o HotSpot 300 em todo o território brasileiro. Estimamos que a aceitação do produto e o empenho de nossos parceiros contribuam para resultados positivos em vendas ainda esse ano”, acrescenta.
O novo roteador da Intelbras pode ser adquirido pelo cartão BNDES, tendo acesso a diversas facilidades/vantagens. Mais informações no site: www.cartaobndes.gov.br

The Liffey Brew Pub, Bob’s Florianópolis e Pizzaria Papparella usam HotSpot 300

O The Liffey Brew Pub, Bob´s Florianópolis e Pizzaria Papparella são alguns dos estabelecimentos comerciais, convidados a participar do teste do produto, antes do lançamento oficial. Seus proprietários puderam comprovar ao longo dos últimos quatro meses os benefícios em qualidade, segurança, rapidez e facilidades que o HotSpot 300, em parceria com o Facebook, oferecem aos clientes e aos estabelecimentos comerciais.

“Toda inovação é bem vinda e a parceria com a Intelbras para testar o HotSpot 300 foi um sucesso. Estávamos precisando de um produto como esse que ao mesmo tempo ofertasse benefícios para os clientes e também para nós, proprietários do comércio”, afirma Jorge Alexandrino Cardoso Costa, um dos três sócios do The Liffey Brew Pub. Amante de inovação tecnológica, Jorge Costa informa que, há muito, o principal canal de divulgação do seu negócio é o Facebook.

Promoções, novos cardápios, lançamentos de cervejas artesanais e a agenda musical da casa – em estilo irlandês ao som de Rock and Roll, são divulgadas nas páginas do site de relacionamento. Com a implementação do HotSpot 300 em seu pub, esse potencial de divulgação e marketing no Facebook multiplicou-se. “Percebemos que além do aumento de check-ins, as visualizações de nossa página e as curtidas também cresceram. Com isso ampliamos nossos seguidores e, consequentemente, temos um potencial de novos clientes e maior chance de fidelizar ainda mais os atuais. Tudo isso a partir da adoção do HotSpot 300, que além de oferecer acesso gratuito à Internet, o que atrai mais clientes, o fato de acessar a nossa página no Facebook, nos possibilita conhecer mais o perfil de nossos clientes e atendê-los ainda melhor”, afirma.

Para Célio Salles, franqueado Bob´s em Florianópolis, a questão da segurança foi o principal benefício que o roteador da Intelbras agregou ao seu negócio. “Para uso profissional, como em um estabelecimento comercial, não se pode arriscar e utilizar roteadores que não estejam de acordo com a legislação e que não ofereçam a máxima segurança. A vantagem de ter o equipamento da Intelbras em nossa casa é que podemos controlar o acesso dos usuários, sabemos quem está acessando nossa rede WI FI e assim oferecer com segurança o acesso livre aos clientes”, afirma o empresário.

Outra vantagem apontada por Salles é que o aparelho possibilita o balanceamento da banda, sem prejuízo para as atividades normais do negócio. “Sabemos o quanto é precioso manter nossa rede funcionando, sem interrupções, e o HotSpot permite que disponibilizemos uma parte da banda para o cliente, e a outra parte fica livre para nossas operações virtuais”, complementa. Segundo o empresário, ele acompanhou desde o início os testes do produto e assegura “que atende com a máxima eficiência, rapidez e segurança às necessidades do cliente e dos proprietários do comércio”.

A Pizzaria Papparella, tradicional em Florianópolis, é outro exemplo de sucesso da utilização do novo roteador Intelbras em parceria com o Facebook. Lucca Papparella também é outro entusiasta do produto. “Percebemos que a visualização de nossa página aumentou em pelo menos 80%, nos últimos meses, desde que instalamos o equipamento da Intelbras”, disse. “A performance do produto é ótima, rápida, e atende nossos clientes. Estamos muito contentes com esse serviço e sabemos que é um investimento imprescindível para todo e qualquer comércio que pretende atender bem seus clientes, aumentar sua fidelização e ampliar o número de frequentadores”, complementa.

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Tecnologia DLP proporciona maior segurança para informações confidenciais

Preocupação constante em empresas, a perda e roubo de dados, que contém informações importantes e até confidenciais, acarreta despesas cada vez maiores no ambiente empresarial. Corporações possuem bilhões de informações circulando por dispositivos físicos e móveis a cada segundo, por isso procuram alternativas de proteção capazes de evitar prejuízos maiores. Reconhecendo as necessidades de seu público-alvo, a especialista em soluções empresariais, Processor, desenvolveu o Data Loss Prevention (DLP), uma tecnologia de segurança para o reconhecimento de conteúdo.

O DLP lida com três importantes dimensões relacionadas às informações confidenciais e importantes para o negócio: onde os dados estão armazenados, como estão sendo usados e de que forma podem ser protegidos contra vazamentos, perdas e roubos.

Melhores práticas de segurança

Segundo Antônio Caetano, Business Development Manager (BDM) de Infraestrutura da Processor, o Data Loss Prevention permite estender as políticas de segurança e de conformidade para fora dos limites da rede. Ele afirma que a tecnologia envolve metodologias de implementação embasadas em melhores práticas de segurança, políticas, intuitivas e ferramentas para o gerenciamento de incidentes.
O BDM salienta, ainda, que o Data Loss Prevention dispõe, também, de uma cobertura abrangente de todos os canais que oferecem risco às informações. “O DLP amplia o alcance dos recursos de prevenção contra a perda de dados, incluindo ambientes locais, em nuvem e dispositivos móveis”, complementa.

Melhor estratégia de proteção de dados

O Data Loss Prevention disponibiliza para seus usuários a melhor estratégia de proteção da propriedade intelectual das empresas: a classificação de dados, que possibilita estabelecer táticas e executar as três fases principais que levarão a proteção das informações:

1. Coleta e detecção: Os dados monitorados são analisados para determinar o comportamento dos usuários e como essas informações são trabalhadas na organização;

2. Educação e ajustes de conduta: Os usuários são notificados sobre a política de segurança da empresa e devem ser orientados em relação as melhores práticas para evitar o vazamento de dados importantes;

3. Correção e remediação: Os incidentes registrados são analisados pelo time de segurança e registrados para serem utilizados para auditoria e investigação. Regras de bloqueio de comportamento indevido, baseadas em normas de conformidade, são ativadas com o objetivo de impedir o vazamento de dados de negócio.

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