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Vendas em SP caem 6,45% de janeiro a outubro, informa Associação Comercial de SP

O Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou, nos dez primeiros meses do ano, uma queda média de 6,45% no movimento de vendas no varejo da capital paulista. Isoladamente, houve recuos de 5,8% e 7,1% nas vendas a prazo e à vista, respectivamente.

“Esse cenário decorre da queda da confiança do consumidor em relação ao emprego e da piora de sua situação financeira. Com isso, ele se sente menos confortável para comprar”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Já em outubro, na comparação com o mesmo período de 2014, as vendas do comércio paulistano apresentaram retração média de 16,1% (-14,3% nas vendas a prazo e 17,9% nas vendas à vista). Esses resultados evidenciam como o setor varejista desaqueceu de um ano para outro.

É importante ressaltar que, em 2015, outubro teve um dia útil a menos, o que realçou os números de queda. Na correção pela média diária, os recuos seriam de 11% e 14,7% (a prazo e à vista, respectivamente).

Já quando se confronta o acumulado dos últimos 12 meses, em relação aos 12 meses anteriores, o Balanço de Vendas da ACSP apontou queda de 4,9% tanto nas comercializações à vista quanto a prazo.

Comparação mensal

Frente a setembro deste ano, as vendas apresentaram, em outubro, elevação média de 8,25% – sendo 4,9% nas vendas a prazo e 11,6% nas vendas à vista.

Os números positivos devem-se ao fato de setembro não ter contado com nenhuma data comercial, o que enfraqueceu a base de comparação ante outubro, que contou com o Dia das Crianças.

Contudo, as altas das vendas a prazo e à vista ficaram abaixo da média dos últimos três anos, que é de 13,2% e 21,4% respectivamente.

Inadimplência

O Balanço de Vendas da ACSP é elaborado com base em amostra fornecida pela Boa Vista SCPC. Em função da entrada em vigor da lei paulista n° 15.659/2015, que estabelece novas normas para o cadastro de negativados, a Boa Vista SCPC suspendeu temporariamente a divulgação dos números de inadimplência em São Paulo. Por isso, o Balanço de Vendas de outubro não contém o IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes) e o IRC (Indicador de Recuperação de Crédito).

Contestada atualmente no Supremo Tribunal Federal, a lei estabelece, entre outras normas, que as empresas enviem cartas com aviso de recebimento aos consumidores antes de incluir seus nomes em cadastros de inadimplência.

Com isso, compromete-se a qualidade do crédito no comércio e a confiabilidade desses cadastros, que ficam defasados em consequência da nova lei.

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Genesys e Microsoft ampliam parceria em experiência do cliente

A Genesys, líder em soluções omnicanal de experiência de cliente e para contact centers, em conjunto com a Microsoft, anunciou durante o G-Force 2015, a aproximação entre as duas companhias para otimizar a comunicação em vídeo do Skype for Business para a Plataforma de Experiência do Cliente Genesys, visando transformar e personalizar ainda mais a experiência do consumidor.

Durante uma palestra, o Presidente e CEO da Genesys, Paul Segre, e Zig Serafin, Vice Presidente Corporativo da Skype for Business na Microsoft, detalharam as soluções integradas que estão sendo vislumbradas e a expectativa quanto às possibilidades do Skype for Business na nuvem.

Além disso, em uma iniciativa para estreitar ainda mais a relação de longa data com a Genesys, a Microsoft está em vias de montar um contact center Genesys baseado em nuvem para o seu próprio contact center global, que deverá ser o maior sistema de contact center do mundo e vai expandir o Skype for Business PBX, sistema de mensagem e conferência já utilizado diariamente por cerca de 100.000 funcionários da Microsoft no mundo todo.

“A Genesys e a Microsoft compartilham a visão de conectar os usuários de modo mais personalizado”, afirmou Zig Serafin, Vice-Presidente Corporativo do Skype for Business na Microsoft. “Acreditamos que a Genesys é uma empresa líder na área de contact centers e juntos vamos transformar a forma como os clientes utilizam o Skype como ponto de contato, seja dentro ou fora da empresa, usando de chat, voz e vídeo”.

As empresas também anunciaram que o adaptador para o Skype for Business está disponível no Genesys App Foundry, um novo marketplace voltado para soluções de experiência do cliente. O mercado virtual, que também foi anunciado no G-Force 2015, funcionará como um centro de recursos para os clientes da Genesys descobrirem, pesquisarem e se conectarem a uma grande variedade de aplicações de experiência do cliente, soluções de integração e serviços que atendem as mais diversas necessidades.

“O Skype for Business está revolucionando a produtividade do mercado de comunicação omnicanal. A Genesys está revolucionando o mercado de experiência do cliente omnicanal. Juntas, estamos desenvolvendo soluções sem precedentes no mercado, afirmou Paul Segre, Presidente e CEO da Genesys. “Estamos empolgados em aprofundar nossa parceria e apresentar essa inovação, colaborarando com a Microsoft para que ela possa oferecer uma solução de experiência do cliente global em nuvem de última geração aos seus consumidores”.

Já anunciada em maio de 2015, a integração do Skype for Business com a Plataforma de Experiência do Cliente Genesys permite que clientes e empresas se relacionem sem dificuldades através de vídeo, voz e mensagens instantâneas. Os clientes da Genesys e do Skype for Business podem agora proporcionar um engajamento orquestrado para todas as interações e jornadas do cliente, conectando-os com o melhor agente ou especialista em determinado assunto em qualquer departamento e local. O foco no cliente com o engajamento individual é hoje uma realidade para as organizações de todos os tamanhos, dentro do contact centers e fora dele.

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Fundador do Hotel Urbano é atração do ParanáTIC 2015 em Foz do Iguaçu

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João Ricardo Mendes, que criou, com o irmão José Eduardo, o site que mais vende diárias de hotéis e pacotes aéreos pela internet no Brasil, vai falar sobre “Encontrar conforto no desconforto” em palestra no ParanáTIC 2015, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil. Fundado em 2011, o Hotel Urbano é referencia em comércio eletrônico e também é um grande exemplo de como o mercado de turismo pode se beneficiar de ferramentas de tecnologia para crescer e criar novos negócios.

Neste ano, o ParanáTIC acontece na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos internacionais por abrigar as Cataratas do Iguaçu, uma das 7 Maravilhas da Natureza. O evento também ganha projeção internacional. A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais. A participação internacional vai ser viabilizada pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro no Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná

Acompanhe as novidades sobre o evento em http://www.paranatic.com.br

Mais informações sobre o ParanáTIC: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Startup HoneyDreams participa de evento na Irlanda

A startup HoneyDreams, primeiro e-commerce de viagem com foco no segmento de turismo para casais do Brasil, participa nos próximos dias de um dos encontros mundiais mais importantes da área de tecnologia e empreendedorismo, o Web Summit 2015. A conferência reúne empreendedores, investidores, CEOs e líderes globais do setor.

O evento que ocorre entre os dias 03 e 05 de novembro, em Dublin, na Irlanda, é responsável por reunir as maiores empresas de tecnologia e fundos de investimentos do mundo. Somente neste ano participam da Web Summit mais de 30 mil participantes, de cerca de 100 países diferentes, 500 oradores, mais de 1000 investidores e 800 jornalistas credenciados.

A plataforma da HoneyDreams lançada oficialmente no início do mês de outubro para os consumidores disponibiliza online pacotes que incluem roteiros e programações completas para viagens a dois.

Convidados a integrar o grupo Alpha 2015 do evento, que se destina a apoiar startups promissoras, os sócios já embarcaram rumo a capital irlandesa para participar do evento que inicia nesta terça-feira (03). Durante o encontro, o fundador Marcus Vinicius Rossi e o investidor e mentor Mauricio Perucci terão a oportunidade de apresentar o modelo de negócios da HoneyDreams para os maiores investidores do mundo.

Das empresas que se candidataram ao programa Alpha 2015, apenas 10% foram selecionadas de acordo com a organização. A participação no programa proporciona a imersão em workshops, encontros com investidores, acesso a jornalistas especializados e também um stand próprio para apresentação da empresa, além de acesso à chamada Startup University e a todas apresentações programadas para o evento.

Para o fundador da plataforma a participação oferece a oportunidade de iniciar contatos promissores “O mundo das startups e de TI estará reunido no mesmo evento. É uma oportunidade de apresentar a HoneyDreams internacionalmente. Estamos abertos a rodadas de investimento, mas o mais importante mesmo, é estarmos na vitrine e fazendo bons contatos”, destacou Marcus Rossi.

Nesta edição do Web Summit irão participar o presidente dos estúdios de animação Pixar, Ed Catmull; o diretor de tecnologia do Facebook, Mike Schroepfer; e um dos fundadores do Instagram, Mike Kriege. A agência Bloomberg chama o evento de “Davos para Geeks”, em uma alusão ao Fórum Econômico Mundial. Entre as Startups de sucesso que já participaram do encontro estão grandes nomes como AirBnb, Vine e Uber.

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Startup de retargeting é selecionada para encontro com gigantes de tecnologia

Participar do maior encontro das principais empresas internacionais de tecnologia em seu primeiro ano é um feito que poucas startups alcançam. O mérito é da brasileira ShopBack, multiplataforma para recaptura de usuários abandonados e retenção de clientes com remarketing por meio de Big Data, que estará no Web Summit 2015, entre 3 e 5 de novembro, em Dublin, na Irlanda.

A ShopBack se junta às “500 startups mais interessantes do mundo” segundo a Fortune – onde figuram Instagram, Uber e outras marcas internacionalmente conhecidas – ao se destacar com uma tecnologia inovadora de retargeting por comportamento via e-mail e Facebook. A plataforma permite aos e-commerces e empresas que atuam na Internet recuperar leads e transformá-los em receita, aumentando o retorno sobre investimento (ROI) em até 35%.

As etapas do processo seletivo para participar do Summit envolveram apresentação da startup e sua solução, divulgação dos números conquistados e três entrevistas por conferência. A ShopBack começou a atuar no mercado virtual brasileiro no início de 2015 e já tem em seu portfólio 140 grandes marcas de diversos segmentos, como Ambev, Centauro, Itaú, Tecnisa, Jeep, Pepsi, Ricardo Eletro, Localiza, HP, Viajanet. Ao todo, movimenta em sua plataforma cerca de R$ 600 milhões por mês.

“Essa é uma excelente oportunidade de mostrar para o público internacional como conseguimos trazer para o e-mail e rede social dos clientes, com baixo investimento e risco zero, uma tecnologia de retargeting utilizada por empresas como Google e Facebook”, afirma Isaac Ezra, diretor executivo da ShopBack.

Em três dias, o evento deve receber mais de 30 mil pessoas de 100 países. “O networking neste encontro será fundamental para cumprirmos nossa meta para 2016, de expandir para os mercados norte-americano e europeu”, completa Ezra.

Conheça as ferramentas da multiplataforma da ShopBack:

ShopTarget – A exclusiva tecnologia de Behavior E-mail

Retargeting – Retargeting por Comportamento consegue identificar o cliente pelo cruzamento de milhões de informações por segundo, somados ao histórico de navegação, permitindo a interação mais assertiva. Possibilita, ainda, o envio de e-mails com alerta de redução de preços e recomendação de produtos relevantes.

ShopSocial – Outra tecnologia exclusiva que permite a recuperação de carrinhos abandonados através das redes sociais dos usuários. Além de possibilitar uma comunicação mais próxima e direta com os clientes, é possível programar a exibição da mensagem no momento da tentativa de abandono, de acordo com a localização, durante inatividade ou qualquer outra ação.

ShopConvert – Retenção do usuário por meio de overlays dinâmicos e com recomendações ativados a partir do seu comportamento. É possível programar a exibição da mensagem no momento da tentativa de abandono, de acordo com a localização, durante inatividade ou qualquer outra ação, a fim de entender o motivo e incentivar uma interação.

ShopCart – Permite o envio de e-mails personalizados para clientes não logados após o carrinho abandonado.

ShopLead – Recupera leads desconhecidos, que não estavam logados nem forneceram informação, por meio de comportamento revelado por cookies de navegação e cruzamento de dados, para identificação e envio de mensagem de e-mail.

ShopAlert – Programa a exibição de alertas com informações relevantes ao cliente, como quantidade de estoque de produto, número de visitantes online e outros dados motivadores para recuperar compradores por impulso.

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Futurecom celebra 50 anos do Inatel

Pres. da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, Dir. do Inatel, prof. Marcelo de Oliveira Marques, Ministro das Comunicações, André Figueiredo Lima, e o chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho

Pres. da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, Dir. do Inatel, prof. Marcelo de Oliveira Marques, Ministro das Comunicações, André Figueiredo Lima, e o chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho

A importância do Inatel para o setor de tecnologia foi celebrada durante o maior evento de telecomunicações, tecnologia da informação e internet na América Latina, o Futurecom, com a realização de homenagens e eventos especiais. O Instituto teve grande destaque na cerimônia de abertura, realizada no dia 26 de outubro, com a presença do diretor da instituição, o professor Marcelo de Oliveira Marques, na mesa oficial, ao lado das maiores autoridades do setor de telecomunicações e tecnologia do Brasil e da América Latina. “Foi uma honra representar toda a comunidade do Inatel em um evento de tamanha relevância para o setor de tecnologia. E a homenagem que recebemos coroa o trabalho e empenho de todos os nossos professores, colaboradores, alunos e ex-alunos, que representam tão bem o nome da nossa instituição no mercado”, afirmou Marcelo Marques.

O Inatel também recebeu uma placa comemorativa aos 50 anos, entregue pelo Ministro das Comunicações, André Peixoto Figueiredo Lima, pelo presidente da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, e pelo chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho, que parabenizou o Instituto durante seu pronunciamento. “Ao Inatel, a mais importante instituição de ensino privada do setor de tecnologia do Brasil, os nossos parabéns pela contribuição crescente nesses 50 anos formando milhares de engenheiros que contribuem para o progresso do setor”.

O Ministro das Comunicações visitou o stand do Inatel na feira e falou sobre a importância da instituição para o desenvolvimento das telecomunicações do Brasil e, especificamente, das pesquisas realizadas pelo Centro de Referência em Radiocomunicações (CRR) do Instituto, implantado este ano em parceria com o MiniCom, e que foram tema também da palestra do Inatel no Congresso do Futurecom. “O Inatel tem um papel importantíssimo e nós queremos que projetos como esse possam ser multiplicados para trazer mais exemplos de inovação tecnológica através da academia do nosso país”, afirmou André Figueiredo Lima.

O exemplo dessa integração do Inatel com o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, e com as empresas do setor foi tema de um painel especial realizado na noite de terça-feira, dia 27 de outubro, com a presença de grandes personalidades do setor de tecnologia – o Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Salvadori Martinhão, o Ecosystem Director da Qualcomm, Dário Dal Piaz, a Vice-presidente de Estratégia e Marketing para Ericsson da América Latina, Carla Belitardo, e o Vice-diretor do Inatel e Pró-diretor de Graduação, professor Carlos Nazareth Motta Marins, além do ex-aluno do Inatel e consultor Marcius Vitale, que mediou o painel.

O rico debate expôs a importância da tríplice hélice – academia-empresa-governo – para o desenvolvimento tecnológico e econômico do país e os gargalos que precisam ser superados para que iniciativas como as que o Inatel tem com mais de duzentas empresas, e com o apoio do poder público, possam ser ampliadas e assim responder as necessidades da sociedade. “Por muito tempo se fez pesquisa no Brasil por ela própria, sem uma interação com o dia a dia das pessoas, das empresas. Isso traz resultado, mas a longo prazo. Nosso país não tem esse tempo todo. O melhor arranjo é sempre fazer pesquisa que tenha fundamento em alguma necessidade da sociedade. Isso o que o Inatel faz não é fácil de implementar no Brasil, mas traz resultado, gera emprego, renda, patentes”, disse Maximiliano Martinhão, que citou o exemplo do CRR que já está com dois pedidos de patentes encaminhados na área de fotônica.

O painel também destacou a necessidade do mercado de tecnologia por profissionais capacitados, com grande oferta de vagas em áreas específicas, e como as ações de parcerias como as do Inatel com a Ericsson e do Inatel e a Qualcomm, por exemplo, podem contribuir para a valorização do trabalho do profissional brasileiro. “As ações de PD&I desenvolvidas entre a Ericsson e o Inatel já foram exportadas para vários países da Europa, Américas e Ásia e que a intenção agora é exportar profissionais da América Latina para o mundo, afirmou a Vice-presidente de Estratégia e Marketing para Ericsson da América Latina, Carla Belitardo.

O diretor da Qualcomm, Dário Dal Piaz, explicou que o laboratório da Qualcomm com o Inatel iniciou os trabalhos, há cerca de quatro anos, com testes em aplicativos e atualmente desenvolve tecnologias que são utilizadas internacionalmente. “Hoje os aplicativos que a gente desenvolve junto com o Inatel tem milhões de usuários em telefones do mundo inteiro, fazem parte do portfólio global de oferta da Qualcomm”. Dal Piaz salientou que a excelência da formação que o Inatel oferece aos alunos contribui para os excelentes resultados em projetos da tríplice hélice. “O país tem deficiência de gente, de pesquisa, de conhecimento e precisamos de Instituto como o Inatel que ensina na prática. O aluno vê a tecnologia sendo aplicada e é chamado a participar dessa revolução”, completou Dário.

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No Brasil, quase metade dos usuários já tiveram a tela do smartphone estilhaçada, segundo pesquisa da Motorola

É comum deixar smartphones cair no chão. Tão comum que 48% dos brasileiros que têm smartphones, entrevistados em uma pesquisa mundial feita pela Motorola, relataram que já tiveram a tela trincada ou estilhaçada. E do total de pessoas pesquisadas que têm este tipo de aparelho no País, 28% continuaram usando o aparelho mesmo com a tela quebrada, e 20% responderam que já tiveram a tela quebrada mais de uma vez. Ainda entre os brasileiros, 76% afirmam que continuam usando o celular, mesmo com dificuldade de enxergar o que está escrito na tela.

Esses são alguns dados apontados no estudo, que contou com a participação de 6.019 adultos com mais de 18 anos, feito entre 29 de setembro e 9 de outubro, em seis países: Brasil, México, EUA, China, Reino Unido e Índia, pela empresa KRC Research.

O material apurado revela ainda que metade dos entrevistados, em todos os países, teve a tela quebrada após o celular escorregar de suas mãos. Nos EUA, o índice é de 54%. Na sequência, vêm: Brasil, com 51%; Índia, México e Reino Unido, com 50%; e China, com 46%. Os brasileiros, ao passar pela situação de deixarem seus smartphones caírem, disseram que ficaram: frustrados (53%), com medo (34%) e ansiosos (19%).

Outros fatores também são responsáveis pelas quebras. Entre os brasileiros que responderam à pesquisa e donos de smartphones, 32% disseram que o aparelho caiu, quando se levantavam, pois não perceberam que ele estava no colo. Além disso, 24% apontaram que a tela se quebrou quando o smartphone caiu do bolso.

Quatro entre dez usuários (42%), dizem que o principal obstáculo para arrumar a tela é o preço, com 49% na China, 48% no Brasil, 45% no Reino Unido, 43% nos Estados Unidos, 37% na Índia e 34% no México. O segundo maior obstáculo é encontrar alguém que faça o serviço, segundo 30% dos entrevistados globais. No México, esse índice é de 44%; no Brasil, de 34%; na Índia, 30%; China, 23%; Reino Unido; 22%; e EUA, 21%.

A tela quebrada foi responsável por machucar alguns usuários. No entanto, 23% dos entrevistados continuaram usando o aparelho mesmo após ter cortado os dedos em uma tela quebrada ou estilhaçada. A Índia é o país com o maior índice desse aspecto, com 36%; os EUA registram 27%; China, 20%; Reino Unido, 19%; Brasil, 19%; e México, 15%.

O estudo também mostra o tempo que os brasileiros demoram para arrumar a tela quando ela se quebra. Pouco mais de 31% dos brasileiros revelaram ter levado menos de uma semana para consertar o aparelho, e 52% levaram até duas semanas para reparar o dano.

As selfies também são um fator de risco para a quebra de tela entre muitos consumidores. Quase um em cada dez pesquisados (7%) teve a tela danificada enquanto tentava tirar fotos de si mesmo. Os indianos são os que mais sofrem com essa questão: 14% administram terem quebrado suas telas fazendo uma selfie; já os chineses têm 7%; os brasileiros, 6%; mexicanos, 5%; americanos, 4%; e ingleses, 3%.

Em alguns casos, a preocupação com o estado do smartphone supera até mesmo a estética. Para um a cada vinte entrevistados, é preferível uma espinha gigante na testa a ter a tela quebrada. Os chineses são os mais preocupados com essa questão, fundamental para 29% dos usuários; seguidos pelos brasileiros, com 20%; indianos, 17%; ingleses, 15%; americanos, 14%; e mexicanos, 19%.

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Rede Transamérica de Hotéis integra seus negócios com CRM Online

Atenta aos movimentos do mercado, a Rede Transamérica de Hotéis vinha investindo em aplicativos em nuvem, aproveitando as vantagens proporcionadas por esse tipo de plataforma, há algum tempo. Apesar de já ser beneficiada com redução de custos em infraestrutura e elasticidade para adoção de novas tecnologias, a corporação percebeu o momento de focar e integrar todas suas operações, garantindo assim uma visão 360 graus dos seus clientes. Para por a ideia em prática, a Rede adotou o CRM Online com a Processor.

Segundo o Gerente de Projetos da Rede Transamérica de Hotéis, Wagner Rustiguella, a escolha por um CRM em nuvem foi o processo natural. “Foi o momento ideal para testar o uso dessa solução em nuvem. Avaliamos a aderência à nossa plataforma e fizemos uma implantação 100% nativa, gerando ótimos resultados para a operação”, conta.

Comunicação de hotéis foi otimizada

Com o CRM Online e a consultoria da Processor a Rede obteve uma grande melhora na integração dos negócios de suas três unidades: o Hotel Transamérica São Paulo, o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba e o Transamérica Hospitality Group. “As três operações possuem agora uma visão unificada de todos os clientes do Grupo, mas, ao mesmo tempo, existe a independência de hierarquia nas ações a serem tomadas”, explica a supervisora de Projetos de Soluções da Processor, Sandra Salafia.

Funcionalidades

Com o CRM Online e com os serviços da equipe Processor o empreendimento passou a contar com dashboard de vendas – com visão de 30, 60 e 90 dias, separados por produtos; o cross-selling de vendas com ciclo completo, desde a prospecção, passando por oportunidades e aprovação de propostas, a geração automática de propostas comerciais, o controle de ocorrência e o gerenciamento de eventos e recursos. O próximo passo da Rede é a utilização das ferramentas de MDM e Social.

A solução possibilitou, ainda, a integração total com o PMS (Sistema de Gestão Hoteleira) dos Hotéis Transamérica, tornando a plataforma ainda mais conectada com os processos da organização. “O Microsoft Dynamics é uma plataforma flexível, escalável e com uma interface amigável e conhecida. Isso gerou facilidades no planejamento da agenda de atividades, além de melhorar o desempenho da nossa força de venda”, acrescenta Rustiguella.

O Gerente de Projetos da Rede Transamérica de Hotéis destaca também a relação com a Processor durante o projeto. “A Processor foi uma grande parceira, contribuindo muito com o sucesso do projeto. O conhecimento do produto e o apoio foram fundamentais para o sucesso que tivemos”, salienta.

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Reino Unido quer atrair empresas brasileiras

Durante uma semana, executivos de 14 companhias nacionais participaram de workshops, encontros de relacionamento e visitaram grandes centros de negócios para abertura de suas empresas no Reino Unido

Executivos de 14 empresas brasileiras –acabam de voltar de uma viagem de uma semana ao Reino Unido, onde participaram de palestras, workshops, encontros de relacionamento e visitas a grandes centros de negócios na Grã Bretanha, Escócia e Irlanda.

De 19 a 23 de outubro, empresas dos setores de TI, Serviços Profissionais, Indústrias Criativas e Alimentos e Bebidas, conheceram em detalhes o mercado britânico e tiveram a oportunidade de avaliar os desafios e oportunidades de expansão de seus negócios para entrada no mercado europeu e global.

Promovida pela Missão Diplomática Britânica no Brasil, por meio do UK Trade & Investment (UKTI), a viagem teve como objetivo incentivar a internacionalização de empresas brasileiras para o Reino Unido.
“Considerado o principal destino de investimentos diretos na Europa, o Reino Unido está sempre aberto para negócios”, destaca Raquel Kibrit, gerente de investimentos do governo britânico. Segundo ela, as empresas brasileiras têm mostrado cada vez mais interesse no país por conta do ambiente favorável para negócios, pelo dinamismo da economia e pelas conexões globais. No ano passado, 20 empresas nacionais receberam apoio do UKTI para estabelecer operações em solo britânico – o dobro em relação ao ano anterior. Atualmente existem 78 empresas brasileiras atuando no Reino Unido.

A área de investimentos do UK Trade and Investment realiza 2 missões por ano, uma no primeiro semestre para a London Technology Week e uma no segundo semestre, para empresas de todos os setores. Entre 15-30 empresários brasileiros participam das missões e 30% escolhem o Reino Unido como plataforma global de negócios.

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O cenário logístico em 2015

Por Victor Simas*

O final do ano está se aproximando e é incrível como o tempo passou tão depressa. Em 2015, tivemos feriados generosos, trabalho intenso e um início de período recessivo que tirou o sono de muitos trabalhadores e companhias no Brasil e no mundo.

Apesar desse cenário, o setor de logística conseguiu executar suas tarefas com empenho, e o saldo da conta foi positivo. O ano de 2015 foi desafiador e próspero para a área. Obviamente, chegamos lá graças a muito trabalho, conhecimento e total aproveitamento de nossas expertises, inovações e times comprometidos.

Creio também que o sucesso deste ano seja fruto de um pensamento cada vez mais amadurecido dos profissionais do setor, no qual a logística é utilizada como canal propulsor para alavancar a qualidade dos serviços em nossas empresas e para nossos parceiros de negócios. Além disso, com o alto nível de exigência desses clientes e, claro, a busca por resultados, o trabalho é desenvolvido com extrema maestria, de forma a evitar possíveis falhas e custos desnecessários.

Tarefa essa nada fácil. Minimizar erros foi, sem dúvida, o trunfo do setor em 2015. Mesmo com um cenário econômico adverso percebemos muitos investimentos – principalmente em parques logísticos e novos centros de distribuição. Visualizamos também projetos interessantes de integração entre empresa e cliente. Para isso, o uso da tecnologia foi essencial, algo que deve ser amplamente aprimorado para os próximos anos e irá auxiliar muito na evolução da nossa prática logística atual.

Os sistemas tecnológicos são de extrema relevância para a mensuração de resultados, por exemplo, além de melhorar o processamento dos pedidos para quem faz e-commerce, otimizar os controles de pagamentos, o compartilhamento de informações em tempo real, a melhoria continua na gestão de frotas, entre outros.

Outro fator que deixa as expectativas de crescimento do setor cada vez mais concretas é a ampliação do número de profissionais capacitados, cientes de técnicas e com bons pilares de ensino da área da logística e transporte. Esse claramente é um reflexo da tomada de consciência de quem milita no setor e sabe que os desafios só serão superados com conhecimento. Por isso, estão sempre buscando novos talentos e líderes motivadores para colocar em prática novas tecnologias para a implementação de novos projetos.

Não podemos esquecer que os investimentos devem andar junto com a preocupação ambiental, afinal, muitas atividades tem impactos direto no meio ambiente. É interessante ver que muitas empresas já enraizaram em suas estruturas o pensamento sustentável, que não só gera valor comercial e institucional, mas também possibilita a diminuição nos custos de alguns insumos.

É também ótimo saber que as empresas tenham sentido a necessidade e executado investimentos num período de crise, uma vez que é neste exato momento que nós, distribuidores e operadores logísticos, temos que elevar nossa qualidade para agregar valor aos nossos parceiros. O compromisso para 2016 é continuar seguindo essa trajetória, em que a logística é a alma do negócio. Trabalharemos juntos para fortalecer cada ação que possibilite a esse setor um futuro de evolução.

*Victor Simas é presidente da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição).

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Globalweb amplia parceria com Lenovo

A Globalweb Corp, um dos maiores grupos de tecnologia da informação do país, acaba de ampliar parceria com a Lenovo para a comercialização de produtos da linha System X, que contempla servidores, storages e acessórios.
Parceiras desde 2014, a comercialização dos produtos da Lenovo pela Globalweb Corp limitava-se a vendas de PCs, segmento do qual a fabricante é líder mundial. Entretanto, desde o ano passado a companhia vem expandindo sua atuação no mercado, oferecendo soluções corporativas completas para empresas de diversos portes. Com isso, vem buscando parceiros para distribuir suas novas soluções no país.

A aliança com a Globalweb Corp, portanto, possibilita a ampliação do portfólio da marca no segmento de servidores no mercado nacional. “A Globalweb Corp está presente nas grandes companhias do país, provendo serviços como service desk, operação e gerenciamento de data center, centrais de monitoramento, centrais de comando e controle, tem conhecimento de mercado e está preparada para ofertar nossas soluções. Essa parceria fortalece o nome da Lenovo no Brasil e para nós é uma oportunidade de expandir nossa atuação no país”, diz Adriano Bolzani, diretor de Enterprise Business Group da Lenovo Brasil.

Para Renato Panessa, VP de Plataformas e Serviços Tecnológicos da Globalweb Corp, a extensão dessa aliança com um dos maiores fabricantes de servidores no mundo, fortifica o papel da companhia como fornecedor de soluções poderosas de tecnologia. “A Lenovo está em constante crescimento com a fabricação de dispositivos móveis e servidores, contar com os produtos de um dos maiores players do mercado nos dá a possiblidade de atender projetos complexos e arrojados com necessidades distintas”.

O negócio, que foi fechado recentemente, aumenta a capilaridade do portfólio de soluções da Globalweb. Com a parceria a empresa pretende expandir as vendas de produtos da marca em 100%.

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TOTVS cresce receita e lucro líquido no 3T15

A TOTVS S.A (BMF&FBOVESPA: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio na América Latina, anuncia hoje os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre de 2015 (3T15). No período, as receitas recorrentes continuaram a ser o principal fator de crescimento, com destaque para a receita de subscrição, na qual o cliente paga por uma assinatura mensal.

A modalidade, que vem ganhando relevância junto às pequenas e médias empresas, registrou crescimento de 19,5% em comparação ao 3T14 e somou R$ 33,2 milhões. Nos últimos 12 meses, a receita de subscrição totalizou R$ 124,6 milhões.

Esse aumento se deu pela maior participação das vendas no modelo TOTVS Intera, modalidade de contratação de software por assinatura mensal que oferece aos clientes o acesso pleno a todos os sistemas de gestão e verticais da companhia e à plataforma de produtividade e colaboração (fluig). Baseada em Cloud, a subscrição inclui a disponibilização de todas as evoluções tecnológicas, sistêmicas e legais das soluções, além do suporte técnico e todo o conteúdo de Educação a Distância TOTVS de maneira ilimitada.

Registrando crescimento de 6,5% acima do 3T14, a receita recorrente somou R$ 286,3 milhões no período, desse total, 91% são receitas recorrentes de software. No acumulado dos últimos 12 meses (12M-3T15) a receita recorrente totalizou R$ 1,1 bilhão.

A receita líquida somou R$ 464,5 milhões, um crescimento de 4,2% se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior e de 2,9% frente ao trimestre anterior (2T15). No acumulado dos últimos 12 meses (12M-3T15), o valor da receita foi de R$ 1,8 bilhão, 4,7% acima do mesmo período de 2014.

No 3T15, a TOTVS registrou crescimento de 5,3% no lucro líquido, em comparação ao 3T14, totalizando R$ 71,7 milhões. No acumulado dos 12 meses, o lucro líquido soma R$ 272,1 milhões.

A companhia fechou o terceiro trimestre com R$ 833,5 milhões em caixa, com uma geração operacional de R$ 93,3 milhões, correspondente a 130% do lucro líquido do trimestre.

“Apesar de todo o cenário econômico e político incerto, crescemos em receita, lucro líquido e posição de caixa neste trimestre. Continuamos a acreditar que o Brasil é um país com muitas oportunidades de negócio. Hoje, somos o sétimo mercado consumidor do mundo, podendo ser o quinto nos próximos anos. O país ainda registra uma baixa penetração de tecnologia em relação ao PIB, especialmente se comparado a países desenvolvidos e, principalmente, no mercado de pequenas e médias empresas, o que mostra o tamanho dessa oportunidade. Acredito que a TOTVS é a empresa mais bem posicionada no seu setor para capturar esse futuro crescimento. Afinal, não somos apenas uma desenvolvedora de software, mas sim uma companhia de soluções de negócio, com um portfólio abrangente e focada em resolver problemas de negócio dos nossos clientes e torná-los cada vez mais eficientes e competitivos”, destaca Rodrigo Kede, presidente da TOTVS.

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