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Desenvolvedora de app mobile criada na Índia reforça o investimento e centraliza as operações no Brasil

Os brasileiros Aline Borges e Richard Ferraresi, especialistas em tecnologia mobile, iniciaram em 2014 a MOD!, uma fábrica de softwares com sede na Índia. Desde o início, os principais clientes se concentravam no Brasil e logo no 2º trimestre de operação, ampliaram a oferta para as tecnologias mobile. Com base na alta demanda e análise dos clientes, a COO da empresa, Aline Borges, percebeu que a demanda nacional de aplicativos era grande e havia poucas empresas especializadas no país.

“Uma estrutura off-shore fazia muito sentido para tecnologias já bem estabelecidas, como a web, que operamos há 30 anos. Para o mobile, onde tudo ainda é muito novo, conseguiríamos ser mais eficientes e agregar mais valor com uma equipe local e, por isso, descontinuamos a operação por lá e reforçamos as estruturas no Brasil. Hoje todo o nosso desenvolvimento é feito no Brasil”, comenta a COO da empresa.

Em 2015, a MOD! começou a operar nacionalmente com estratégias direcionadas ao mercado brasileiro. Para Aline, o uso do smartphone cresceu consideravelmente e isso traz grandes oportunidades, já que ainda é pouco explorado. “Este ano o acesso à internet via mobile já ultrapassou o desktop. No Brasil a taxa é de 1,34 celulares por pessoa. O que mais nos encanta nesse mercado é que a cada dia é criado um novo aplicativo que muda a vida e o comportamento das pessoas, seja na forma como pegamos um táxi, como nos informamos sobre o trânsito, pagamos contas ou fazemos compras. ” Explica.

Todo modelo de documentação do software utiliza uma combinação das metodologias BDD e TDD (Behavior and Test Driven Development). “As principais vantagens do uso dessas técnicas é que temos uma maior garantia de que toda produção dos nossos aplicativos acompanham uma documentação simples e fácil de entender, além de todo o código ser testado e documentado para o cliente”, comenta Aline.

A empresa, sediada em São Paulo, atende clientes presentes em todo território nacional e já desenvolveu estratégias e plataformas para empresas como: Agrex, Comgás, Friboi, Sales Force, Verisure, Villa Rental, Pro Spin, entre outros.

Para 2016, a startup visa tornar-se referência em estratégia mobile. A expectativa é ampliar o escopo do atendimento não apenas para os aplicativos, mas para toda a estratégia mobile. “Nosso foco é trazer experiências cada vez melhores aos nossos clientes, aproximando-os de seus públicos de maneira inovadora, por isso investimos tanto em tecnologia”, finaliza a COO da empresa.

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IBGC promove webinar sobre como as empresas podem se preparar para riscos cibernéticos

Nos últimos anos, aumentou significativamente o número de empresas e governos que sofrem com a ação de hackers, que invadem seus websites e páginas internas. Segundo pesquisas internacionais, a invasão de sistemas já é um dos riscos mais temidos por gestores. Para discutir a necessidade de lidar com os perigos cibernéticos, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa promoverá o webinar “As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética?”, no dia 8 de dezembro.

Os ataques virtuais geram grandes custos para as companhias afetadas, o que pode impactar nos negócios, imagem e credibilidade de uma empresa. Durante a palestra on-line, os especialistas convidados irão apresentar como as lideranças corporativas, inclusive os conselhos de administração, podem ajudar as organizações no monitoramento, coleta e análise de padrões que permitem identificar violações e tentativas. O webinar ainda visa provocar novas reflexões sobre como a tecnologia deve ser utilizada para enfrentar os desafios globais.

Um dos nomes confirmados para a palestra on-line é Leandro Augusto Antônio, profissional com experiência em segurança da informação, análise de riscos, auditorias de segurança e avaliação de vulnerabilidade. O moderador será Paulo Conte Vasconcellos, membro de conselhos de administração de empresas brasileiras, professor e coordenador da Comissão de Conselho de Administração do IBGC.
Para se inscrever, acesse www.ibgc.org.br. Para participar do webinar, é necessário ter acesso à Internet (Internet Explorer com versão atualizada do Flash), placa de som, alto-falantes e fones de ouvido. A plataforma não está disponível para iPad, iPhone ou outros dispositivos móveis.

Webinar: As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética
Data: 8 de dezembro (terça-feira)
Horário: das 17h às 18h
Inscrições pelo site: www.ibgc.org.br

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Kaltura é eleita pela Gartner em três anos seguidos como empresa líder em gestão de conteúdo de vídeos corporativos

A Kaltura, empresa que desenvolveu a primeira plataforma de vídeo open-source do mundo, recebeu o reconhecimento, pelo terceiro ano consecutivo, como empresa líder pelo Quadrante Mágico 2015 da Gartner, na categoria Enterprise Content Management Vídeo.

“2015 foi mais um ano bastante empolgante para a Kaltura, com um crescimento exponencial em todas as frentes”, disse Ron Yekutiel, Presidente e CEO da Kaltura.”Desde o início, a missão audaciosa da Kaltura de ‘impulsionar qualquer experiência de vídeo’ permitiu a entrega da mais robusta, modular e flexível plataforma do mercado. Para 2016, pretendemos expandir e acelerar nossas ações inovadoras, que fomentem ainda mais o conceito open-source, contribuindo com nossa comunidade de desenvolvedores, que já possui mais de 120.000 membros “, completou o CEO da Kaltura.

O diferencial da Kaltura está em sua meta de oferecer recursos de vídeo integrados a fluxos de trabalho para qualquer empresa, auxiliando na geração de valor.

Para alcançar este objetivo, a Kaltura lançou uma plataforma aberta e flexível de vídeo – Platform-as-a-Service (VPaaS) – com base em centenas de APIs para criação de vídeo, transcodificação, gestão, proteção, distribuição, pesquisa e descoberta, publicação, engajamento, monetização e análise.

A VPaaS da Kaltura permite que as empresas personalizem facilmente qualquer produto para seus clientes. Todos os produtos “out-of-the-box” da Kaltura foram desenvolvidos com base nessas APIs e foram implantados mundialmente em milhares de organizações, envolvendo centenas de milhões de telespectadores no trabalho, na escola e em casa.

Graças a uma abordagem horizontal, a Kaltura consegue atingir um mercado-alvo bastante amplo, oferecendo soluções de vídeo que melhoram a comunicação interna e externa das empresas, assim como o treinamento e a colaboração, bem como aumento de marketing e vendas. Outro público-alvo são as instituições de ensino, já que suas soluções em vídeo melhoram o aprendizado e o engajamento dos alunos.
Já para as empresas de mídia, a Kaltura oferece ferramentas avançadas de gerenciamento de vídeo e publicação, que aumentam alcance e monetização, e que simplificam a produção e publicação de fluxos de trabalho.

Veja o relatório completo da Gartner no link:
http://site.kaltura.com/2015GartnerMagicQuadrantforEnterpriseVideoContent.html

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iCode cria tecnologia para tradução de cardápios e impressos diretamente na tela de smartphones e tablets.

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O turista que vier ao Brasil nos próximos dias não precisa mais se preocupar em como fará para se comunicar em restaurantes, hotéis, bares e baladas. O motivo: uma tecnologia inovadora desenvolvida pela iCode Brasil, startup brasileira fundada em 2014 com o intuito de oferecer suporte extra aos estrangeiros que vivem ou que frequentam o Brasil durante as férias.

A chegada iminente das Olimpíadas de 2016 movimenta o setor de turismo em todo o território nacional, impulsionando a economia brasileira e gerando inúmeros empregos no setor.

Entre as principais áreas que receberão injeção de investimentos nos próximos meses, destacam-se a de bares, restaurantes e hotelaria, devido ao grande número de turistas que começam a chegar ao Brasil, trazendo Bilhões de Reais para serem consumidos e investidos em nosso País.
No entanto, uma grande dúvida paira sobre a cabeça de muitos empresários: como atender esses turistas em seu próprio idioma e obter ainda mais lucros em um ano de profunda recessão no Brasil?

“Criamos a tecnologia com o objetivo de oferecer aos estabelecimentos uma forma eficaz de atender os muitos turistas que vieram para a Copa do Mundo no ano passado. A proposta foi muito bem aceita e, logo de imediato, conseguimos implantar a iCode em diversos estabelecimentos. Porém, percebemos que em nosso projeto inicial, o cidadão que vive no Brasil, não tinha muito com o que interagir e acabava não se interessando pelo app. E foi a partir disso que iniciamos o processo de criação da nova versão da iCode Cardápios Inteligentes que promete revolucionar a forma como interagir com Turistas e Brasileiros em locais como restaurantes, bares, hotéis e resorts, por meio do Smartphone do próprio usuário. Em um ano de crise como a que vivemos, nossa tecnologia pode ser a solução que faltava para finalizar o ano no azul”, informa Rodolfo Parisi, sócio-fundador e diretor executivo da iCode Brasil.

A tecnologia utilizada pela iCode Brasil ainda é nova no mercado brasileiro. Enquanto boa parte dos desenvolvedores caminha para a criação de Aplicativos, a startup brasileira resolveu unir as melhores qualidade de um app, com todos os recursos da web, criando o primeiro WebApp voltado para atendimento de estabelecimentos comerciais por meio do Smartphone.

Cardápios no Smartphone e Tablets

A solução oferece uma implantação rápida e com baixo investimento (existem planos que vão do 100% gratuito até os mais completos com mensalidade e fornecimento de tablets), bastando ao restaurante, bar, hotel ou resort, optar pelo idioma que deseja ter em seu cardápio virtual para que a iCode Brasil implante a tecnologia criando etiquetas para o cardápio ou displays de mesa, possibilitando ao turista que possa fazer a leitura diretamente de seu aparelho.

O cliente, munido de um Smartphone ou Tablet, só precisa ter um leitor de QR Code (gratuito nas principais Stores de aplicativos) instalado em seu aparelho para que consiga ler a informação e ser automaticamente migrado para o cardápio escolhido, conseguindo compreender a informação de forma clara e em qualquer idioma.

“O legal da nossa plataforma e o grande diferencial, é que conseguimos manter exatamente o mesmo layout do cardápio impresso em nosso modelo virtual, garantindo que o estabelecimento mantenha sua linha de comunicação com o cliente sem qualquer ruído”, sentencia Parisi.

O sistema ainda oferece uma série de interações com o usuário final que tornam a iCode uma ferramenta poderosa também para empresas que desejam estar na mão do cliente no momento de consumo.

Pelo lado do usuário, ele poderá, por meio de um breve cadastro via Facebook ou E-Mail, acessar todas as informações sobre o local, endereço, horário de atendimento, traçar rotas via Google Maps, realizar pesquisa sobre os restaurantes cadastrados na plataforma, acessar as principais promoções e pratos do dia dos estabelecimentos, além de permitir a avaliação do local e realização de pré-reservas. Isso sem falar nos menus traduzidos em qualquer idioma que garantem com que qualquer estrangeiro se sinta em casa!

“Sem dúvida é uma ferramenta que poderá trazer muito retorno para os proprietários de estabelecimentos que recebem turistas e estrangeiros. Não há mais aquele risco de não entender o que o cliente pede ao garçom deixando ambos constrangidos. Com um simples toque no Smartphone o cliente pode saber todos os itens do cardápio, infos sobre o local, promoções e, até mesmo, agendar uma pré-reserva”, complementa Matias Tino, sócio-fundador e diretor de criação da iCode Brasil.

A iCode Brasil começou suas operações em 2014 e está presente em mais de 100 estabelecimentos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Alagoas, Cuiabá, Manaus, Rio Grande do Norte, entre outros e pretende chegar em mais de 1000 estabelecimentos até o início das Olimpíadas.
Os planos para implantação da tecnologia variam entre R$ 19,90 por mês até R$399,99, tendo ainda um plano totalmente gratuito. A plataforma suporta quantos idiomas o varejista quiser.

“Acreditamos que a iCode tem potencial para estar presente em todos os restaurantes, bares, hotéis e resorts. O verão brasileiro traz uma quantidade enorme de estrangeiros e os loacis ainda não estão preparados para isso. Sem dúvida, com nossa ferramenta, eles se sentirão muito mais confortáveis. Além disso, há ainda a possibilidade de interação com o sistema e muitas outras funcionalidades”, conclui Guilherme Delphino, diretor de tecnologia da iCode Brasil.

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Startup divide receita com usuários e atinge 70 mil perfis em 3 meses

Empresários de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, desenvolveram uma ferramenta que caiu no gosto do consumidor brasileiro de Norte a Sul do País. É o site e aplicativo de sugestivo nome Gosto Disso, que divide as receitas de publicidade com os usuários pela quantidade de notícias que lê ao longo do dia ou acessa suas peças publicitárias no interior de suas milhares de páginas.

“O usuário faz um cadastro em nosso sistema. A partir daí ele preenche seu perfil (o que ele gosta de consumir, o que mais lhe interessa) e a plataforma vai cruzar as informações e assim que a pessoa se logar, vai receber tudo que ela gosta num clique. Acessou, leu ou assistiu a vídeos, ganhou entre 0,06 a 0,10 centavos por cada experiência ou interação”, explicou Eduardo J. Warde, um dos sócios do Gosto Disso.

Já são mais de 70 mil usuários espalhados pelo Brasil. Considerando que o produto é uma startup, ou seja, acabou de ser implantado, o negócio se espalhou rápido pelas redes sociais.

“O dinheiro contabilizado pode ser resgatado em conta corrente ou por créditos de celular”, explicou o sócio da Gosto Disso, Derek Godoy.

Para facilitar a navegação no Gosto Disso, as categorias-padrão são divididas em subcategorias. A composição delas resulta em mais de 70 opções, que podem ser escolhidas e filtradas pelo próprio usuário.

“O cadastro é gratuito e funciona da seguinte forma: O site avalia o perfil cadastrado e uma vez que o usuário se loga, a plataforma envia somente o que for relevante para a página pessoal do usuário, conforme as opções escolhidas. Assim, o usuário recebe somente aquilo que for do seu interesse. Para cada interação com conteúdo e propaganda que ele preze em ver ou assistir, o Gosto Disso paga um valor em dinheiro, oriundo da divisão da receita das publicidades anunciadas, para o respectivo consumidor/leitor”, declara Eduardo Warde.

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Aplicativo que permite solicitar crédito online faz sucesso entre consumidores

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O EasyCrédito, um aplicativo que permite ao usuário solicitar crédito através do Smartphone tem chamado a atenção de consumidores e instituições que permitem financiar seus produtos ou serviços. Em pouco tempo a empresa goiana ganhou espaço no mercado nacional de “fintech”, termo utilizado para empresas que criam produtos inovadores, aliando finanças e tecnologia.

O consumidor realiza sua solicitação através do smartphone e seu perfil passa por uma análise de crédito on-line, estando de acordo com as condições exigidas pela empresa, o crédito é aprovado na hora, e se a loja selecionada não estiver disponível, é possível visualizar outras marcas que oferecem crédito.

Segundo Marcos Ramos CEO da startup, o objetivo é desburocratizar o acesso ao crédito no Brasil, trazendo ao consumidor a comodidade de adquirir produtos e serviços sem perda de tempo, burocracia e constrangimento.

Criada em Abril de 2015 , a startup que começou em Goiânia, ultrapassou a marca de mais de R$ 2.000.000,00 em crédito aprovados e mais de 3.000 consumidores já testaram a solução. A tecnologia está disponível para smartphones com sistema operacional Android e IOS, o objetivo para 2016 é atingir todo mercando nacional.

Website: http://easycredito.me/

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Estudo da everis e The Economist aponta tendências tecnológicas sobre digitalização da força de trabalho

Computadores dotados de inteligência e capazes de aprender novas tarefas e robôs mais rápidos e eficientes. Elementos de um futuro que, na verdade, já são realidade e trazem um simples questionamento: o mercado está pronto para essas inovações? Para tentar responder a esta e a outras questões, o estudo “Preparação para a digitalização da força de trabalho” (Preparing for the Digitization of the WorkForce), realizado pela everis em parceria com a revista inglesa The Economist, explora como estas tendências estão mudando a natureza do trabalho no século 21 e como as organizações estão se preparando para esta revolução. O relatório ouviu 228 executivos de empresas nos Estados Unidos, Europa, América Latina e Ásia-Pacífico.

“As maiores tendências apresentadas no estudo são a eficiência dos robôs e a inteligência artificial. Há uma enorme demanda no mercado envolvendo estas inovações. Elas estão provando que cada vez mais é possível executar de maneira eficiente tarefas antes impossíveis de se realizar”, destaca Rodrigo Catalan especialista em Tecnologia da Informação e lidera a operação de Business Process Outsourcing da everis no Brasil

Novas oportunidades profissionais. Diante deste cenário, um dos pontos levantados é que a digitalização da força de trabalho acontece durante um momento de alta demanda por talentos. O desafio mais comum entre os entrevistados é a limitada oferta de mão de obra qualificada, problema que as tecnologias analisadas oferecem uma série de soluções, já que 80% dos entrevistados para este relatório acreditam que a capacidade de uma organização para utilizar fontes digitais de trabalho será um fator-chave para o seu sucesso no futuro.

A busca por necessidades mais estratégicas. O estudo aponta que mais da metade das empresas criaram uma estratégia para abordar a força de trabalho de digitalização, mas menos de um quarto delas chegaram a adotá-las. O impacto da digitalização de trabalho está na agenda corporativa, mas enquanto um total de 58% dos entrevistados planejaram uma estratégia que abrange a digitalização do trabalho, apenas 23% a implementaram de fato. Algumas barreiras comuns incluem a ausência de conhecimento técnico, processos de negócios com dificuldades de realizar mudanças e uma falta de vontade de inovar. Isso não significa que estas não estão sendo usadas, muito pelo contrário, elas apenas ainda não estão sendo utilizadas de forma estratégica.

Tecnologias beneficiarão mercados em cinco anos. O uso de robôs tem permitido que profissionais altamente qualificados possam concentrar seu talento onde é realmente necessário e de maneira mais estratégica. Em contrapartida, de acordo com o relatório, a falta de conhecimento técnico é o maior desafio na área. Para 45% dos entrevistados a falta de compreensão em novas técnicas e tecnologias é o principal entrave. Quando questionados se a organização faz algum uso de robôs em seus processos, o recurso é utilizado por apenas 38%. A maioria, 50% dos entrevistados, não utilizam ou não pretendem utilizá-la no futuro. No entanto, para 48% dos que participaram da pesquisa, nos próximos cinco anos, uma das áreas que mais se beneficiarão com a eficiência desta tecnologia é a de manufatura.

Ainda segundo Rodrigo Catalan, com o surgimento de novas tecnologias e redução de custos em hardware, três importantes tendências relacionadas à eficiência do uso de robôs podem levar as empresas inteligentes a repensar sua utilização: “A primeira, com o uso de robôs industriais para realização de diferentes tarefas saindo dos ambientes fabris e atuando, por exemplo, em hotéis ou restaurantes. A segunda, com o emprego de nuvem mais eficientes, que permitem o uso de um hardware robô ligado a um servidor para coordenar outras centenas de robôs em enormes armazéns, por exemplo. E a terceira, com o uso dos robôs fora de ambientes industriais, como no projeto do carro que dirige sozinho, drones e exoesqueletos, que são exemplos claros. Há também uma nova leva de produtos, como o robô pessoal Jibo, que prometem mudar a forma como interagimos com o mundo”, conclui.

De acordo com a Federação Internacional de Robótica (IFR), as vendas de robôs alcançaram 178,132 unidades em 2013, de longe o maior nível já registrado em um ano. Em 2014, eles aumentaram mais de 27%, a uma estimativa de 225 mil unidades.

A inteligência artificial (IA) já é bastante difundida no mundo dos negócios. A pesquisa revela que 43% dos entrevistados dizem que suas organizações estão fazendo algum uso desta tecnologia. A aplicação mais comum hoje é em análise de dados. Em relação a esta área, o estudo revela que cerca de 65% das companhias pretendem aplicar a IA, já que inovações recentes têm ajudado as empresas a extrair conhecimento e a aprender com o crescente volume de dados que coletam. Os respondentes também enxergam a IA como uma ferramenta para ajudar os profissionais a serem mais produtivos.

“Empresas de todos os setores irão se beneficiar do uso destas tecnologias, o setor financeiro, por exemplo, tem grandes oportunidades neste cenário, já que se trata de um setor que conta com um número significativo de profissionais qualificados executando tarefas de baixo valor agregado, mas que são fundamentais para as instituições. Algumas empresas já têm utilizado aplicações baseadas em IA para compreender os seus clientes, recomendar ou sugerir soluções pertinentes às suas necessidades”, explica Catalan.

Pontos importantes a se considerar no futuro. Nos próximos anos, as empresas precisarão começar a estudar novas possibilidades e a analisar quem já está colhendo os benefícios da digitalização para não ficarem para trás, já que as tecnologias cognitivas e o uso de robôs têm se tornado cada vez mais acessíveis e menos onerosas, reduzindo significativamente entraves à produtividade e inovação; a força de trabalho do futuro também precisa começar a ser pensada, em termos de habilidades que serão necessárias para estarem alinhadas às estratégias de crescimento e expansão dos negócios.

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Estudo do BCG detalha quatro frentes para que as empresas brasileiras aumentem seu retorno

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Para superar os obstáculos atuais, gerar significativo valor aos acionistas e aumentar as receitas, as empresas brasileiras devem agir agressivamente para aumentar a eficiência em todos os níveis da corporação. É o que afirma o estudo do The Boston Consulting Group.

De acordo com o relatório, intitulado “Gerando Valor no Ambiente de Estagnação do Brasil”, as companhias devem remodelar sua estratégia comercial de modo a dedicar mais tempo aos clientes e reduzir as tarefas burocráticas. Suas operações devem ser mais efetivas e a suas estruturas organizacionais simplificadas e racionalizadas. Além disso, aponta o estudo, as empresas devem criar mais acordos para terem retornos rápidos nas suas cadeias de suprimentos e também garantir que seus investimentos serão realizados da melhor maneira.

“Não é fácil migrar e implementar um modelo focado em produtividade. Isso normalmente implica em uma grande mudança cultural e em uma completa transformação da organização. Esse é um esforço que demandará energia de todos os funcionários, não apenas da liderança”, destaca Masao Ukon, sócio do BCG e um dos autores do estudo.

Em oposição a países como China, Índia e Coreia do Sul em que a produtividade conduziu o crescimento do PIB na última década, no Brasil, a média salarial e o número de empregos cresceram em proporção muito maior do que a produtividade. Esta foi uma das razões que levaram o Brasil a um explosivo crescimento no consumo na última década, o que ajudou as empresas a terem altas receitas, bom retorno aos acionistas e elevados padrões de qualidade de vida para os brasileiros.

Essa situação mudou. O que levou o Brasil a crescer tornou-se um vício. O crescimento econômico estagnou. As finanças e os investimentos públicos se deterioraram e o consumo da população despencou. “As companhias precisam se reinventar já que não podem mais contar com um alto número de vendas e crédito fácil”, ressalta Joaquim Côrtes, diretor do BCG e um dos autores do estudo.

Mesmo com crescimento econômico, a análise do BCG mostra que em média as empresas listadas na Bovespa entregaram retorno negativo de 4,6% aos acionistas entre 2010 a 2014. “Isso ocorreu porque as margens se deterioraram significativamente, com o aumento dos custos com mão-de-obra, excedente de capacidade em várias indústrias e uma perda de competitividade”, explica Joaquim.

Para aumentar a competividade e voltar ao crescimento sustentável quando o país se recuperar, o estudo do BCG aponta quatro alavancas para que as companhias aumentem seus rendimentos: Eficiência Organizacional, Eficiência Operacional, Eficiência Comercial e Eficiência de Capital.

• Eficiência Organizacional – Para melhorar a eficiência organizacional, o relatório aponta que as empresas devem simplificar a organização, reduzir a sobreposição de trabalho, revisar o escopo e os níveis de trabalho. De acordo com o estudo, muitas empresas no Brasil deram pouca importância para a sua estrutura gerencial, o que resultou em profissionais se dedicando a tarefas redundantes. “Existem casos em que gerentes têm menos de três pessoas reportando a eles”, afirma Masao. “Em empresas eficientes, um gerente pode ter de 6 a 10 subordinados, ou até mais.”

• Eficiência Operacional – Uma economia que está em queda encoraja empresas a serem mais produtivas, simplificando suas operações e implementando rigorosos controles. O relatório aponta que as companhias operando no Brasil devem melhorar suas práticas de compras, redesenhar a sua forma de trabalho, investir em automação e aperfeiçoar a área de supply-chain. “É essencial capacitar os trabalhadores, estabelecer KPIs para mensurar eficiência de custos e de produção”, afirma Jean Le Corre, sócio do BCG. “Na nossa pesquisa, vimos casos de empresas que tinham diversas estações de trabalho com muita ociosidade entre os trabalhadores e muitos deles eram insuficientemente treinados para o cargo”.

• Eficiência Comercial – Quando a economia está em crescimento, é mais fácil surfar a boa onda. Já em momentos como o atual, de acordo com o relatório, é preciso aumentar a eficiência comercial por meio da melhoria da efetividade da força de vendas, aperfeiçoar os investimentos em marketing, rever as estratégias de precificação e redesenhar os mercados de distribuição. “Identificamos empresas em que a equipe de vendas gastava muito mais tempo realizando tarefas administrativas do que lidando com os clientes. Para piorar, levava-se muito tempo para o cliente receber a mercadoria, pois o processo era falho”, detalha Masao. “Isso prejudica o número de vendas e ainda frustra o cliente que tem que esperar muito tempo para receber o seu pedido”.

• Eficiência de Capital – Na época em que o país estava em pleno crescimento, muitas empresas apostaram em investimentos que não foram produtivos. Agora, com a taxa de juros mais alta e com disponibilidade de crédito mais escasso, empresas devem achar saídas para reduzir seu capital de giro e fazer melhor uso dos seus gastos de capital e ativos fixos. “Um caso de sucesso identificado por nós foi uma empresa de Telecom no Brasil que usou o big data para analisar em quais microrregiões ela deveria priorizar os investimentos para maximizar os retornos”, exemplifica Joaquim.

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Mobile impulsiona transações bancárias nos canais digitais

Facilidade de uso, praticidade e conveniência praticamente duplicaram a quantidade de clientes adeptos do mobile banking no Brasil. Levantamento feito pela FEBRABAN, junto a sete das principais instituições financeiras do País (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander), revela que o total de operações realizadas por mobile atingiu 4,9 bilhões no primeiro semestre de 2015, montante equivalente a 93% dos 5,3 bilhões registrados em todo o ano de 2014, conforme dados da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, que incluiu um universo maior de instituições pesquisadas (20 bancos).

Com isso, a participação do mobile entre os canais de atendimento, que chegou a 11% em 2014, sobe para 21% do total das operações, passando ao segundo lugar na preferência do consumidor. Fica atrás somente do internet banking, que registrou 8,8 bilhões operações bancárias no primeiro semestre de 2015, correspondendo a uma participação de 37,5% das operações bancárias. Ou seja, internet e mobile já respondem por 58,5% das operações realizadas no sistema. A popularização do uso de celular para transações bancárias contribui para o aumento da bancarização do País.

“O uso do mobile nas operações bancárias se consolida a cada dia. Atingir 21% das transações em um período de seis meses é extraordinário”, destaca o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN, Gustavo Fosse. “Nenhum canal registrou um salto tão grande em tão pouco tempo.” De acordo com o executivo, os bancos têm feito investimentos expressivos para garantir comodidade e segurança ao cliente na realização das operações por mobile.

O levantamento da FEBRABAN sobre canais digitais e as novidades dos bancos em mobile são o principal assunto da próxima edição da revista CiabFEBRABAN, que traz mais detalhes sobre a mudança tecnológica nos bancos brasileiros. A revista poderá ser acessada no www.ciab.com.br/publicações a partir do dia 10.

Confira as dicas de segurança

Os bancos brasileiros investem anualmente cerca de R$ 2 bilhões em sistemas de segurança eletrônica para garantir a tranquilidade de seus clientes e colaboradores. Também atuam em estreita parceria com governos, polícias e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

Para operar em um ambiente virtual seguro, os próprios usuários também devem ficar atentos e redobrar os cuidados, especialmente nesta época de fim de ano. O internet banking do sistema financeiro brasileiro, reconhecidamente, é um dos mais avançados em termos da oferta de serviços bancários. Talvez por isso a internet brasileira seja tão explorada por malwares (trojan, vírus, phishing, páginas falsas etc).
Os fraudadores usam uma série de recursos para induzir o consumidor a “abrir a guarda” no quesito de segurança. São comuns os roubos de senha por meio de engenharia social, pelo qual o fraudador envia e-mails ou faz chamadas se fazendo passar por um funcionário do banco. Em muitas vezes, o fraudador possui até mesmo alguns dados pessoais do cliente.

Dica importante: o banco nunca solicita a senha do cliente por e-mail ou telefone. Somente informe seus dados de acesso, como número de conta e senha, no site seguro do banco. Não empreste, alugue ou informe seus dados a outras pessoas ou sites que não sejam do seu banco. Lembre-se que sua senha é pessoal e intransferível.

Veja a seguir um roteiro com orientações de segurança elaboradas pela FEBRABAN. São procedimentos simples, mas que garantem sua tranquilidade, seja na hora de acessar o internet banking ou mobile banking.

– Mantenha os antivírus originais instalados no computador atualizados para ter acesso aos serviços bancários;

– Troque periodicamente sua senha de acesso ao banco na internet e utilize sempre senhas de bloqueio de uso do seu smartphone;

– Só utilize equipamentos efetivamente confiáveis. Nunca realize operações em equipamentos públicos, desconhecidos ou que não tenham programas antivírus atualizados;

– Não utilize telefones de estranhos e de origem desconhecida para efetuar transações ou fazer ligações;

– Evite emprestar ou perder de vista seu smartphone;

– Ao ter seu telefone roubado, furtado ou perdido, informe imediatamente ao seu banco;

– Procure informar-se com o fabricante de seu smartphone quais os softwares e opções de segurança disponíveis para o aparelho;

– Fique atento ao acessar sua loja de aplicativos. Evite obter aplicativos de origem desconhecida;

– Não execute aplicações nem abra arquivos de origem desconhecida. Eles podem conter vírus, que ficam ocultos para o usuário e permitem a ação de fraudadores sobre sua conta, a partir de informações capturadas após a digitação no teclado;

– Use somente provedores confiáveis. A escolha de um provedor deve levar em conta também seus mecanismos, políticas de segurança e a confiabilidade da empresa;

– Não use redes wireless (wifi) desconhecidas ou em locais públicos para efetuar transações bancárias;

– Em sua residência, mantenha sempre sua rede wifi protegida por senha;

– Evite navegar em sites arriscados ou de conteúdo suspeito, e só faça downloads (transferência de arquivos para o seu computador) de sites que conheça e saiba que são confiáveis;

– Utilize sempre as versões de sistemas operacionais e browsers (programas de navegação) originais e atualizados, pois geralmente incorporam melhores mecanismos de segurança;

– Evite acessar o site dos bancos redirecionado por outros sites, como os de pesquisa. Sempre acesse o site do banco diretamente pelo endereço do banco;

– Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você deve certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, “clicando” sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento;

– Acompanhe periodicamente os lançamentos em suas contas. Caso constate qualquer movimentação irregular, entre imediatamente em contato com seu banco;

– Em caso de dúvida sobre algum procedimento de segurança que executou, ou sobre quais medidas de proteção estão sendo tomadas quanto à segurança das transações on-line, procure seu banco.

Os meios de comunicação estão permanentemente divulgando dicas de segurança aos usuários da internet. Mantenha-se informado.

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Honeywell Sensing & Productivity Solutions apresenta nova diretoria para América Latina

liderar as atividades da empresa na região a partir de janeiro de 2016. A unidade é o resultado da fusão de outras duas divisões, a Honeywell Sensing & Control (S&C) e a Honeywell Scanning & Mobility (HSM), e enfatiza o compromisso da empresa em continuamente fortalecer sua oferta de tecnologia e produtos em todo o mundo.
“Desde o anúncio da nova unidade de negócio Honeywell Sensing & Productivity Solutions (S&PS), fizemos grandes avanços no sentido de criar uma organização de porte global capaz de oferecer suporte à nossa estratégia de negócios, metas e objetivos”, explica Carlos Conti, Vice Presidente GM LATAM da HS&PS.

A prioridade da nova diretoria é garantir que a empresa se desenvolva criando continuamente valor para os consumidores, ao mesmo tempo em que otimiza suas forças e faz a gestão de oportunidades. Para atingir esses objetivos, a empresa identificou líderes capazes de guiar equipes diante dos desafios de mercado e da responsabilidade com a entrega de resultados na região.

O time LATAM está organizado em três sub-regiões: México, Brasil e CSAR (Central & South America Region). Reportando diretamente ao VP estão:

• Luiz Eng, Brazil S&PS General Manager: Luiz continua com sede no Brasil e será responsável tanto pela área de Embedded Products quanto pela de Scanners e Impressoras. Ele gerenciará todas as vendas, pré-vendas, atividades de canal e distribuição, para garantir a expansão em todo o território nacional e em todos os mercados verticais. Luiz também irá conduzir a estratégia de expansão produtiva da S&PS no Brasil.

• Oscar Godoi, CSAR S&PS General Manager: Oscar continuará com sede no Brasil e será responsável pela CSAR (Central & South America Region, composta por mais de 15 países) tanto pela área de Embedded Products quanto pela de Scanners e Impressoras. Em seu novo papel, Oscar será responsável por consolidar essa nova sub-região, considerada chave para o sucesso da empresa na América Latina.

• Gerardo Schega, Mexico S&PS General Manager: Gerardo mantém a sede no México e será responsável tanto pela áreas de coletores, scanners e impressoras. Ele será responsável por desenvolver todas as vendas, pré-vendas, atividades de canal e distribuição, para garantir a expansão em todo o território Mexicano e região.

• Fernando Silva, LATAM Marketing Manager: Fernando permanecerá com sede no Brasil e será responsável por produzir e desenvolver esforços de marketing e desenvolvimento de negócios para toda a região.

“Construir uma liderança forte é apenas o começo do que, acreditamos, virá a ser uma empresa muito poderosa nesse mercado”, finaliza Conti.

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Irmãos catarinenses criam o primeiro sistema de governança corporativa totalmente brasileiro

Foto_003-2015 (Roda Sistema de Governança Corporativa)

Estar por dentro de tudo que acontece na empresa é essencial para qualquer gestor. Mas como manter esse controle onde o fluxo de informação só aumenta? É aí que surge a necessidade de simplificar e agilizar o acesso aos dados. Com o objetivo de atender uma necessidade das empresas brasileiras, que até então precisavam importar e reformular sistemas de governança corporativa, o catarinense Roda chega ao mercado com a proposta de ser o elo entre todos os stakeholders ligados a um negócio. Os irmãos Roberta e Daniel Zen cresceram acompanhando o dia a dia de uma multinacional e conheceram na prática o que as empresas necessitam e no que falham no quesito relacionamento entre proprietários, conselho de administração, diretoria e demais partes relacionadas. A partir disso, e após dois anos de estudos, surgiu o Roda, primeiro sistema de governança corporativa feito totalmente no Brasil e para empresas brasileiras.

O software agrupa em um único espaço assuntos de interesse de diretores, conselheiros, acionistas e familiares, criando eficientes mecanismos tanto de incentivo quanto de monitoramento, para assegurar o alinhamento do comportamento dos executivos com os interesses dos acionistas. O acesso totalmente online facilita o dia a dia dos usuários que podem acessar os dados em qualquer lugar. O Roda também está disponível em aplicativo para IOS, Android e Windows Phone. “A intenção foi desde o início focar no formato verde e amarelo de gestão corporativa. Colocamos todo nosso conhecimento e experiência em um sistema de fácil manuseio e que possui a segurança de bancos digitais e a confiabilidade do armazenamento em nuvem”, destaca Roberta Zen.

Daniel Zen complementa que o Roda também é uma forma de gestão de documentos, uma vez que ao implantar o sistema a empresa precisa que todas as informações sejam atualizadas e catalogadas. “Nós orientamos e oferecemos todo suporte. Depois disso, com uma navegabilidade bem simples, cada player segue a própria navegação. No Roda é possível confirmar reuniões, compartilhar arquivos, trocar informações. Ou seja, reduz até o fluxo de e-mails em caixas que geralmente vivem lotadas”, comenta.

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Start Me Up capta R$ 300 mil reais em sua primeira oferta por meio do Equity Crowdfunding

Em apenas 19 dias, a startup atingiu a meta de captação. Em época de crise, a plataforma oferece um novo mercado de investimentos baseado em pequenos aportes, a partir de R$ 100, que visam impulsionar projetos inovadores, mesmo fora dos grandes centros Rio-São Paulo

A Start Me Up, primeira plataforma de investimento colaborativo no Brasil, conseguiu atingir em poucos dias a meta de captação de sua primeira oferta, prevista para ser encerrada em 90 dias. Foram 36 investidores que, em conjunto, aplicaram R$ 300 mil. O capital levantado será revertido para desenvolvimento de um novo ambiente de investimentos para suportar novas captações, aperfeiçoar processos internos da plataforma, além da contratação de novos colaboradores.

Para Fábio Silva, sócio fundador da Start Me Up, a crise financeira demandou a criação de um novo modelo de negócio, onde qualquer empreendedor interessado em projetos rentáveis pode investir, com um valor mínimo, em empresas com potencial de crescimento. Além disso, o equity crowdfunding é também uma alternativa de investimento para quem fica distante dos grandes centros Rio-São Paulo. Para se ter uma ideia, investidores localizados em Recife, Maceió, Salvador e Rio Branco aportaram recursos pela internet na primeira oferta da startup.

“Em um momento econômico de incertezas, o novo modelo é uma boa oportunidade de investimento devido à velocidade e valor agregado. Qualquer pessoa, em qualquer local do Brasil, pode apoiar um negócio inovador e ainda ter o direito de participar nos resultados financeiros da empresa, podendo, ao final, converter seu investimento em participação societária”, diz Fábio.

Nos 19 dias de captação em que a oferta esteve disponível, a Start Me Up recebeu investimentos diversos, entre R$ 100 e R$ 60 mil, tornando o Equity Crowdfunding uma alternativa viável para a captação recursos, mesmo na crise financeira, pois representa um menor custo de aquisição de capital, além de ser um bom momento para inovar e sair do tradicional. “Para o Brasil, o grande ganho é a real democratização do mercado de investimento em pequenas empresas”, explica.

Outras ofertas de investimento em projetos inovadores via Equity Crowdfunding estarão disponíveis no portal da Start Me Up já em janeiro de 2016. Entre elas, a captação de recursos para uma plataforma de intermediação de moto fretes capaz de conectar empresas/pessoas e transportadores, uma micro cervejaria de marcas premiadas, uma franquia online de reparos em aparelhos eletrônicos portáteis e um espaço de coworking e co-criação.

“Acreditamos que empreendedores de alto impacto devem ter alternativas fáceis e viáveis para a captação de recurso para o seu negócio, sem que para tanto tenha que recorrer a um empréstimo bancário a juros altíssimos. Por isso trabalhamos para o desenvolvimento de um novo mercado, o do investimento colaborativo de multidão, em que empresas inovadoras passam a obter recursos financeiros provenientes de um grupo indistinto de investidores, sejam estes amigos, conhecidos, profissionais do mesmo mercado, fundos de investimento, ou ainda pessoas que simplesmente acreditam no potencial de crescimento destas empresas, todas reunidas em uma única oferta, além de poder rentabilizar o investimento”, finaliza Fábio.

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