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Suahouse e Google desenvolvem plataforma inédita de acompanhamento de leads

A Suahouse, empresa de tecnologia que atende a diversos incorporadores imobiliários, como Rossi, Plano e Plano, João Fortes e Alphaville, e a equipe do Google integraram os seus sistemas permitindo o acompanhamento do lead desde sua origem até o fechamento em todas as suas etapas pelo Google Analytics.

Anteriormente, e já de forma inovadora, era possível conhecer qualcanal de mídia que originou a venda orientando as equipes de marketing a direcionar os esforços de mídia de forma mais assertiva. O Google Universal Analytics agora permite que esta mensuração seja feita em todas as mídias, inclusive offline, e em cada uma das etapas de oportunidade do cliente em sua jornada de compra do imóvel.

Ao se utilizar esta ferramenta é possível avaliar com precisão o andamento do lead dentro do funil de compra, possibilitando conhecer não só qual lead que converteu em venda, mas também o comportamento do mesmo durante as outras fases de oportunidade: sem contato, prospecção, qualificação, proposta. Um lead comprado que avançou até a fase de proposta, por exemplo, tem uma qualidade muito boa e outro que não avançou da fase sem contato pode indicar que a mídia que originou a mesma é ineficiente.

“Esta integração ao House CRM permite avaliar e direcionar nossos clientes e suas agências a investir nas mídias que efetivamente tem grande possibilidade de conversão”, explica Marcelo Dadian, diretor da Suahouse. Iniciativas como esta mostram a maior maturidade do mercado imobiliário em busca de soluções inovadoras de gestão e estratégia .

“Agora conseguimos dar maior transparência aos resultados obtidos pelas soluções oferecidas pelo Google e Youtube e sua utilização pelo mercado mostra um avanço considerável na qualidade dos critérios de mensuração”, afirma Igor Lima, Head de Mercado Imobiliário do Google. O HouseCRM é o primeiro sistema de CRM no Brasil a integrar com o Google Universal Analytics.

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Startup brasileira promete ser o Snapchat da música

A Neue Labs – laboratório de inovação e negócios digitais – está lançando o CasterTV, novo serviço gratuito que tem como objetivo ser a rede social da música. A plataforma une o poder de ferramentas de compartilhamento em tempo real, como o Snapchat, com a facilidade dos aplicativos de streaming de música, como o Spotify e Deezer, para que as pessoas possam mostrar para sua rede de amigos o que elas estão ouvindo naquele momento.

O CasterTV foi desenvolvido para promover uma interação entre os usuários utilizando não somente o áudio, mas também o vídeo (quem compartilha a música pode tanto mostrar a tela do seu computador como o seu rosto, como se fosse um hangout do Google), e o texto, por meio de um chat em tempo real. “Parece clichê, mas a música realmente aproxima as pessoas” – diz Paulo Floriano, Sócio-Diretor da Neue Labs, que resolveu apostar no projeto. “Achamos que uma das maneiras mais legais de se conectar com outras pessoas e fazer amigos é pelo gosto musical”.

A empresa também busca ativar parcerias com artistas e gravadoras para a divulgação de discos e lançamentos.

A ferramenta funciona como um serviço de “streaming” por meio do computador do usuário. Ele define a tela que deseja transmitir, se quer que seu rosto apareça na câmera; e a plataforma começa a exibir o áudio e o vídeo em tempo real. Outras startups já fizeram uso deste tipo de tecnologia para outros objetivos como o Twitch.tv, serviço de streaming de gameplay vendido para a Amazon recentemente.

A ideia veio de um desejo antigo do time da Neue Labs em lançar um projeto atrelado à música. “Já fizemos diversos experimentos com alguns negócios nesta área, entre eles um serviço de criação customizada de playlists,” – ressalta o CEO da Neue Labs. Com o CasterTV, as apostas são grandes. No momento eles estão em beta privado, coletando interessados para o primeiro grupo que irá utilizar a plataforma em regime fechado, para testes. Depois do lançamento no Brasil, que deve acontecer em janeiro, a ideia é expandir rapidamente para países de língua inglesa. “A plataforma está sendo desenvolvida desde o início pensando na internacionalização, já que não existe nenhum serviço semelhante no mundo” – finaliza Paulo Floriano.

Para ter acesso ao CasterTV é só entrar no site http://caster.live.

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CPF na nota? Não, obrigada. *Por Leide Albergoni

O Programa Nota Paraná divulgou recentemente os créditos do primeiro mês de vigência e quase todos os contribuintes inscritos no programa se sentiram decepcionados ou muito surpresos com os créditos recebidos. Embora o programa tenha ultrapassado as expectativas da própria Secretaria da Fazenda em termos de número de cadastrados, muitas pessoas sentiram-se desestimuladas a informar CPF na nota fiscal, especialmente porque, em tempos de fraudes, um sistema armazenar o número do CPF e o número do cartão de crédito de uma pessoa representa um grande risco.

Agimos por meio de análise de custo/benefício, ou seja, fazemos o que nos traga maior benefício e mínimo custo. Esses custos e benefícios não são necessariamente monetários, podem ser tempo, energia, sensações e até sentimentos. Por exemplo, escolhemos para casar alguém que nos traga o maior benefício e o menor custo em termos emocionais, ou seja, alguém que nos faça bem mas nos incomode pouco.

Assim, quando queremos induzir alguém a fazer algo, usamos incentivos ou penalidades, especialmente financeiras. Os incentivos consistem em aumentar o benefício que a pessoa receberia, ou reduzir o custo embutido naquela ação, como o uso de sacolas retornáveis, cujo custo é se lembrar de levar as sacolas para o supermercado e o benefício é o desconto na compra. Já as penalidades consistem em reduzir o benefício ou aumentar o custo da ação, como as multas por excesso de velocidade, que contrapõe ao benefício da agilidade do trajeto um custo de multa e os pontos na carteira.

Em um mundo ideal, todos os indivíduos pediriam nota fiscal para que o valor de suas compras ficasse registrado no faturamento da empresa e esta recolhesse os impostos que nós pagamos nas compras. O benefício seria a arrecadação correta dos impostos que pagamos, que são usados para a execução de serviços e programas governamentais em nosso benefício. O custo seria o tempo que despenderíamos aguardando a emissão da nota fiscal. Portanto, pedir nota fiscal deveria ser obrigação, assim como pagar os impostos em dia, mas como nós brasileiros não vemos muito o retorno de nossos impostos, não nos comprometemos em apoiar a arrecadação.

estimular os indivíduos a pedirem nota fiscal. Para isso, precisa demonstrar um benefício adicional ao óbvio, e faz isso retornando parte dos impostos pagos. Com esse princípio, as pessoas aceitam arcar com o custo de aguardar a emissão da nota fiscal, pois veem um benefício pessoal direto. Nesse caso, o tamanho do benefício deve ser suficiente para compensar o custo e o risco. Quando os critérios são confusos e não cumpridos, como no caso da redução do limite de devolução do ICMS pago ou ainda crédito zero em várias compras, o benefício passa a ser duvidoso e os indivíduos perdem o estímulo em gastar seu tempo aguardando a nota fiscal, ou ainda em arriscar sua segurança informando um dado tão importante quanto o CPF.

Embora a confusão da distribuição de créditos do programa seja coerente com o emaranhado que é nosso sistema tributário, a manutenção do sucesso obtido no primeiro mês depende da forma como os critérios serão administrados: se o contribuinte observar relação direta entre o que compra e o que recebe em crédito, continuará a pedir o CPF. Se os critérios continuarem confusos e complexos, talvez não seja tão vantajoso gastar tempo informando o CPF e aguardando a nota fiscal.
Muito embora seja uma obrigação pedir nota fiscal, o programa pode fracassar no seu objetivo ao não tornar visível o benefício com o aumento da arrecadação.

*Leide Albergoni é economista, professora da Universidade Positivo e autora do livro Introdução à Economia – Aplicações no Cotidiano.

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BlackBerry é nomeada Líder em Segurança de Comunicações Móveis pela Forrester Research

Acaba de sair o mais recente report da Forrester Reasearch, uma das firmas de pesquisa mais influentes do mundo, chamado Enterprise Mobile Management, Q4 2015. O documento reconhece a BlackBerry como líder global em segurança de comunicações móveis.
O relatório avaliou o BES12 e o Good Secure Mobility Solution e outras ferramentas de EMM disponíveis no mercado.

Forrester Research veio para solidificar positivamente o novo posicionamento da empresa em toda a região e para reforçar características importantes como segurança e praticidade para o mercado empresarial. Para Blackberry, este reconhecimento mostra que a estratégia da empresa de assegurar os mais elevados níveis de segurança e privacidade pessoal está ajudando empresas no complexo mundo da mobilidade.

Veja a notícia completa em inglês:

BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB), a global leader in secure mobile communications, today announced that it has been named a “Leader” in The Forrester Wave™: Enterprise Mobile Management, Q4 2015.1 Forrester Research, Inc. evaluated BES12 and Good Secure Mobility Solution along with offerings from other significant EMM vendors. The BlackBerry solution portfolio of BES12 and Good Powered by BlackBerry scored among the highest in 14 of the 25 criteria measured by Forrester, including Network Security, Containerization, Data Management and Security, App Management, App Security, Secure Productivity Apps and Reporting and Analytics.

According to Forrester Research, “BlackBerry’s strong network and data security paired with recently acquired Good Technology’s containerization for new devices and application services will enhance its offering further and cement its leadership position.”

“We believe the Forrester EMM Wave 2015 validates that enterprises can rely on BlackBerry when moving forward with their cross-platform mobility strategy,” said Billy Ho, Executive Vice President, Enterprise Product and Value Added Solutions, BlackBerry. “We are pleased to be listed as a leader in the EMM solutions market showing, in our opinion, that our strategy of ensuring the highest levels of security and personal privacy is helping enterprises in the complex world of mobility.”

Forrester Research also noted in the report that, “BlackBerry looks like a very different company today than it did a few years ago — and that’s a good thing for customers. BES has become a truly cross-platform solution without leaving behind the commitment to security that entrenched it in the enterprise. The acquisitions of AtHoc, WatchDox, and, most recently, Good Technology show a clear commitment to helping customers with secure collaboration, communication, and application development.”

BlackBerry provides the industry’s most comprehensive mobile security platform, and is the only vendor to offer cross-platform device management, secure and encrypted voice, text, messaging and enterprise file-sync-and-share solutions in one EMM portfolio. BlackBerry secures the mobile communications of all G7 governments, 16 of the G20 governments, 10 out of 10 of the largest global banks and law firms, and the top five largest managed healthcare, investment services, and oil and gas companies.

The company continues to make strategic investments and expand beyond EMM capabilities for secure communication and seamless access to data and applications behind the firewall or in the cloud – across any mobile endpoint or platform.

[1] Forrester Research, Inc. ” The Forrester Wave™: Enterprise Mobile Management, Q4 2015, ” by Christian Kane, December 4, 2015.

Fonte: http://press.blackberry.com/press/2015/blackberry-named-a-leader-in-enterprise-mobile-management-by-independent-research-firm.html

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Microsoft disponibiliza tecnologia em nuvem gratuita para estudantes

O DreamSpark, programa da Microsoft de apoio à Educação técnica no país, fornece software da Microsoft gratuito para fins de aprendizado, ensino e pesquisa, para estudantes. Para ter acesso ao benefício, basta se cadastrar pelo site www.dreamspark.com.

A partir de agora, alunos de todas as regiões do Brasil poderão usar tecnologias como Microsoft Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, para criar a própria página na web, gerenciar dados, produzir relatórios de performance e desenvolver softwares. Além disso, também estão disponíveis novas funcionalidades de ferramentas de desenvolvimento como o SQL, o Visual Studio e o Xamarim, plataforma de criação de aplicações multiplataforma (iOS, Android e Windows).

Mais informações sobre como se inscrever nesta iniciativa estão em: https://technet.microsoft.com/pt-br/mt629510

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Fuja da crise: 10 Dicas para as empresas crescerem em 2016

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A alta do dólar, o mercado instável, a crise econômica e outros fatores estão deixando em alerta todas as empresas do país. Veja abaixo dicas do especialista Samuel Lopes, sócio da TIEX, empresa de consultoria e gestão corporativa, sobre como aumentar a rentabilidade, melhorar a gestão e se prevenir para 2016:

1.Ativo humano

Tenha profissionais com conhecimentos diferenciados, que possuam competências-chave e que estejam com o nível certo de motivação. Pessoas certas, nas posições corretas podem fazer a diferença na hora de propor soluções e fornecerem um nível de atendimento diferenciado e de qualidade aos clientes.

2.Parceiros estratégicos

Vá atrás de parcerias que ampliem sua capacidade produtiva. Ou seja, que permitam a sua empresa focar nos negócios, otimizando recursos e aumentandoa qualidade de seus produtos e serviços.

3.Novas fontes de receitas

Não se pode deixar de investir, mas os gastos devem ser reavaliados e reduzidos desde que não atrapalhem o desenvolvimento do negócio. Faça um planejamento tributário, renegocie contratos com fornecedores e despesas bancárias.

4. Visão futura de mercado

Para terem sucesso, as empresas devem estar antenadas nas demandas e expectativas do mercado, pensando no futuro. Ou seja, foque não apenas no que os clientes precisam atualmente, mas no que vão passar a demandar também. Antecipe tendências e seja fiel às necessidades dos clientes para se posicionar em uma situação vantajosa em relação à concorrência.

5. Planejamento financeiro

Tenha orçamentos bem feitos com criação de possíveis cenários e acompanhamento mensal. Todas as variações devem ser justificadas e acompanhadas.

6. Financiamentos

Em tempos de crise, as concessões de crédito ficam mais difíceis. Planejamento de necessidade de recursos pode significar grandes ganhos ao permitir uma melhor avaliação da opção de captação de recursos e consequentemente melhores negociações e/ou redução de taxas.

7. Risco cambial

As empresas que de alguma forma estão expostas ao risco cambial, seja via importação ou exportação, devem sempre estar atentas ao cenário econômico mundial. Empresas que compram e de alguma forma (mesmo que em partes) vendam produtos e/ou serviços contratados em outras moedas devem sempre ter um planejamento. Negociar compras na moeda local doo fornecedor pode trazer grandes ganhos, uma vez que se reduz o risco cambial do fornecedor.

8. Divulgação

Quem não é visto, não é lembrado. Neste momento de crise aconselhamos a achar formas inteligentes de se promover. Nunca deixe de investir em comunicação, promoção e vendas.

9.Inovação

Processos bem desenhados e suporte tecnológico adequado levam à eficiência e consequentemente a produtos e serviços de melhor qualidade com menores custos.

10.Capacidade de Adaptação

Já dizia o ditado: adapte-se ou morra! Ter sistemas, pessoas e processos flexíveis e customizáveis é fundamental para sobreviver a momentos de crise. O mercado não é estático, então você e sua empresa também não podem ser.

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Estudo mapeia interesse dos consumidores por serviços e conectividade durante a experiência de compras

Fazer com que o consumidor tenha maior engajamento dentro do Ponto de Venda tem sido uma das estratégias do varejo para fidelizar o cliente e assim contornar momentos de instabilidade na economia. De acordo com a oitava pesquisa global sobre comportamento dos compradores da Zebra Technologies, 51% dos compradores têm um forte interesse em serviços baseados em localização e Wi-Fi dentro das lojas durante suas compras, tais como cupons móveis, mapas de compras e assistência dos funcionários dentro da loja.

Segundo o estudo, conectar-se à internet, sem qualquer custo ou fazer compras pelo celular sem dependência de sinal de operadora é um dos maiores interesses dos clientes, que preferem investir seu dinheiro em lugares onde o vendedor sabe suas preferências, levam em conta as suas opiniões e hábitos para uma melhor experiência no futuro.

Oferecer uma solução inovadora baseada em Marketing Digital e envolvimento com o cliente através de uma solução Wi-Fi gratuita tem se mostrado uma maneira de ganhar e fidelizar clientes. O uso de tecnologias no interior da loja aumenta a satisfação do cliente e ajuda no monitoramento dos Pontos de Venda.

“Embora as compras on-line tenham um número bastante expressivo, a maioria dos consumidores ainda prefere examinar produtos nas lojas físicas antes de uma aquisição. 80% das compras em uma loja são resultado de decisões tomadas a partir de experiências vividas pelo consumidor, por isso, modernizar e personalizar o ponto de venda é fundamental para influenciar nesta importante decisão.”, explica Ricardo Blancas, Diretor da Zebra Technologies do Brasil.

Ainda de acordo com estudo, 64% dos clientes afirmam estar dispostos a comprar mais itens se eles recebessem um melhor serviço e mais atenção dos lojistas, enquanto mais de da metade preferem varejistas que usam a tecnologia para tornar a experiência de compra mais eficiente.

Soluções de ponto de vendas móvel melhoram as experiências de compras

Outra solução para atrair e fidelizar clientes é adotar o Ponto de Venda Móvel que acelera pagamentos. Com o mPOS (soluções de Ponto de Venda Móvel em inglês) é possível efetuar pagamentos de qualquer lugar da loja e diminuir a quantidade de caixas e filas. É possível aumentar a satisfação do cliente reduzindo o tempo de espera e com serviços mais personalizados – aumentando a produtividade e as vendas. Transações rápidas e precisas mantêm o fluxo na loja e faz com que os clientes gastem menos tempo na fila do caixa.
“Quando todos os Pontos de Venda estão abertos e o tempo de espera ainda é longo, é possível enviar dados com mPOS para a fila. Quando o pagamento é processado no “ponto de decisão” ocorre grande diminuição no abandono de vendas. Também é possível ter mais liberdade para redesenhar a área de vendas e reconfigurar os padrões de tráfego”, explica Blancas.

Shopping Cidade Jardim investe em tecnologias para melhoria da experiência de compras

Seguindo a tendência global de conectar seus consumidores para oferecer uma experiência de compras diferenciadas, o Cidade Jardim, um dos maiores Shopping Centers de São Paulo, adotou a solução “Shopper Connected” que garante Wi-Fi grátis aos clientes com mais segurança. Com isso, os clientes têm uma experiência de compra melhorada e o Grupo JHSF concordou em selecionar soluções WLAN da Zebra Technologies para todos os outros 5 shoppings do grupo como investimento futuro.

Com isso, clientes podem conectar-se à internet sem qualquer custo e efetuar compras pelo celular sem dependência de sinal de operadora em qualquer ponto do Shopping. As lojas conseguem ter uma interação maior e personalizada, enviando promoções, descontos de acordo com as preferências e histórico de compras dos clientes conectados. Como as expectativas dos clientes aumentaram, os varejistas reconhecem que o papel da tecnologia nunca foi tão importante como agora.

O foco é fazer com que os clientes tenham mais interação personalizada com as lojas com base em suas preferências e histórico de compras, e assim recebam notificações de promoções e avisos de descontos.

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Serviços financeiros móveis: bons demais para ser verdade? – *Por Renato Osato

Em países emergentes como o Brasil é comum pedir dinheiro emprestado quando se atravessa um momento difícil – mais de um terço dos entrevistados em uma pesquisa da Ovum disseram que já pediram a um amigo ou parente nos últimos meses. Isso não é surpreendente, considerando que é insustentável para muita gente pegar dinheiro emprestado de agiotas ou bancos locais, por conta de suas altas taxas de juros.

Por isso é animadora a notícia de que a operadora Globe das Filipinas está planejando oferecer seu serviço de empréstimos bancários móveis em outros países. Com 2 bilhões de pessoas em todo o mundo sem acesso a quaisquer serviços financeiros, a perspectiva de ser possível acessar pela primeira vez tais serviços usando um telefone de recursos simples abre uma quantidade ilimitada de oportunidades econômicas onde anteriormente existiam pouquíssimas.

E os bancos sabem que estão na presença de um vencedor. Tome-se, por exemplo, o Quênia, onde as já conhecidas marcas M-Pesa e Airtel Money agora enfrentam a perspectiva de aumento da concorrência por parte do Equity Bank, que planeja oferecer serviços de transferência móveis através de parcerias com a operadora Airtel. O novo serviço permitirá que os clientes tomem empréstimos, realizem transferências internacionais de dinheiro, recebam serviços de seguros e investimento, e enviem e recebam dinheiro de outros bancos comerciais e de outros serviços de transferência móvel de dinheiro.

Para as operadoras em mercados emergentes que estão pensando em pegar o trem dos serviços financeiros móveis, esta tendência oferece um enorme incentivo para que expandam as suas linhas de negócios para esta nova área. E por que não deveriam? De acordo com a pesquisa, as operadoras de telefonia móvel em mercados emergentes já possuem um bom grau de confiança junto aos consumidores, e estão até mesmo melhor classificadas que os bancos em determinados mercados.

Mas o melhor mesmo é que as operadoras, dada a sua natureza, têm vantagens importantes que as tornam bem colocadas para atrair a confiança dos potenciais assinantes. De acordo com o Boston Consulting Group:

– Elas já são tradicionalmente focadas em todos os clientes, e não apenas nos mais rentáveis

– Elas já possuem um dispositivo seguro – o telefone móvel – nas mãos dos clientes

– Elas têm a vantagem adicional de possuírem uma grande rede de distribuição

E, com tantas pessoas que ainda não conseguem acessar os serviços financeiros móveis, ainda existe uma abundância de negócios para satisfazer a todos.

*Renato Osato, Vice-Presidente Regional de Negócios da Amdocs para CALA (América Latina e Caribe)

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Arranjos Produtivos Locais respondem por 660 mil empregos no Sul

Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) situados no Sul são responsáveis por mais de 660 mil empregos, em 2015. Ao todo são quase 37 mil empreendimentos na Região envolvidos em APLs. Essas vagas são distribuídas em 83 arranjos de 508 municípios e abrangem 30 setores da economia brasileira, como confecções, móveis, tecnologia da informação e agroindústria. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Os estados de Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) são os que mais possuem APLs. Em SC, mais de 277 mil pessoas trabalham nas 12 mil empresas organizadas em arranjos. Já no RS, são 17 mil empreendimentos que empregam 242 mil pessoas. No Brasil, atualmente existem 677 APLs, em 2.175 municípios. As atividades desenvolvidas representam 59 setores da economia nacional, os principais são confecções, agricultura, móveis e turismo.

Conferência

Em razão da importância dos APLs para a geração de emprego e renda em todas as Regiões do Brasil, o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), coordenado pelo MDIC, realiza a 7ª Conferência Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais nos dias 9 e 10 de dezembro, em Brasília. A conferência tem como principal objetivo discutir políticas públicas para o setor e estimular o desenvolvimento regional. O evento conta com uma extensa programação com palestras, oficinas e trocas de experiências entre iniciativas de todo o país. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site do evento.

APLs

Empresas que estão localizadas em um mesmo território e que são do mesmo setor ou fazem parte da mesma cadeia produtiva podem se reunir em Arranjos Produtivos Locais para aumentar a competitividade e melhorar o desenvolvimento produtivo local. “A estratégia de êxito dos APL vincula modernas estruturas de Governança para a competitividade, que permitem a articulação de produtores no contato das cadeias produtivas e de seu entorno e destes com a instituições públicas e privadas de tecnologia. Além disso, essas estruturas proporcionam o fomento e a qualidade da atividade industrial e um poder de promoção do desenvolvimento regional, por meio da criação de riqueza e não apenas por meio de medidas compensatórias. A Conferência dos APLs constitui um marco único, que une o Governo Federal, os Estados da Federação e o setor produtivo, de forma a aliar essas duas perspectivas: a competitividade e o desenvolvimento regional e nacional.” explica o secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha.

Os agentes econômicos que fazem parte de arranjos produtivos locais muitas vezes compartilham maquinário para conseguirem aumentar a produção, realizam capacitações e treinamento em conjunto, além de outras atividades que geram ganho para todas as empresas.

SERVIÇO:

7ª Conferência Brasileira de APLs

Dias: 9 e 10 de dezembro

Local: Centro de Eventos Brasil 21

SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A – Brasília-DF

Inscrições: www.conferenciabrasileiraapl.com

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Desenvolvedora de app mobile criada na Índia reforça o investimento e centraliza as operações no Brasil

Os brasileiros Aline Borges e Richard Ferraresi, especialistas em tecnologia mobile, iniciaram em 2014 a MOD!, uma fábrica de softwares com sede na Índia. Desde o início, os principais clientes se concentravam no Brasil e logo no 2º trimestre de operação, ampliaram a oferta para as tecnologias mobile. Com base na alta demanda e análise dos clientes, a COO da empresa, Aline Borges, percebeu que a demanda nacional de aplicativos era grande e havia poucas empresas especializadas no país.

“Uma estrutura off-shore fazia muito sentido para tecnologias já bem estabelecidas, como a web, que operamos há 30 anos. Para o mobile, onde tudo ainda é muito novo, conseguiríamos ser mais eficientes e agregar mais valor com uma equipe local e, por isso, descontinuamos a operação por lá e reforçamos as estruturas no Brasil. Hoje todo o nosso desenvolvimento é feito no Brasil”, comenta a COO da empresa.

Em 2015, a MOD! começou a operar nacionalmente com estratégias direcionadas ao mercado brasileiro. Para Aline, o uso do smartphone cresceu consideravelmente e isso traz grandes oportunidades, já que ainda é pouco explorado. “Este ano o acesso à internet via mobile já ultrapassou o desktop. No Brasil a taxa é de 1,34 celulares por pessoa. O que mais nos encanta nesse mercado é que a cada dia é criado um novo aplicativo que muda a vida e o comportamento das pessoas, seja na forma como pegamos um táxi, como nos informamos sobre o trânsito, pagamos contas ou fazemos compras. ” Explica.

Todo modelo de documentação do software utiliza uma combinação das metodologias BDD e TDD (Behavior and Test Driven Development). “As principais vantagens do uso dessas técnicas é que temos uma maior garantia de que toda produção dos nossos aplicativos acompanham uma documentação simples e fácil de entender, além de todo o código ser testado e documentado para o cliente”, comenta Aline.

A empresa, sediada em São Paulo, atende clientes presentes em todo território nacional e já desenvolveu estratégias e plataformas para empresas como: Agrex, Comgás, Friboi, Sales Force, Verisure, Villa Rental, Pro Spin, entre outros.

Para 2016, a startup visa tornar-se referência em estratégia mobile. A expectativa é ampliar o escopo do atendimento não apenas para os aplicativos, mas para toda a estratégia mobile. “Nosso foco é trazer experiências cada vez melhores aos nossos clientes, aproximando-os de seus públicos de maneira inovadora, por isso investimos tanto em tecnologia”, finaliza a COO da empresa.

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IBGC promove webinar sobre como as empresas podem se preparar para riscos cibernéticos

Nos últimos anos, aumentou significativamente o número de empresas e governos que sofrem com a ação de hackers, que invadem seus websites e páginas internas. Segundo pesquisas internacionais, a invasão de sistemas já é um dos riscos mais temidos por gestores. Para discutir a necessidade de lidar com os perigos cibernéticos, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa promoverá o webinar “As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética?”, no dia 8 de dezembro.

Os ataques virtuais geram grandes custos para as companhias afetadas, o que pode impactar nos negócios, imagem e credibilidade de uma empresa. Durante a palestra on-line, os especialistas convidados irão apresentar como as lideranças corporativas, inclusive os conselhos de administração, podem ajudar as organizações no monitoramento, coleta e análise de padrões que permitem identificar violações e tentativas. O webinar ainda visa provocar novas reflexões sobre como a tecnologia deve ser utilizada para enfrentar os desafios globais.

Um dos nomes confirmados para a palestra on-line é Leandro Augusto Antônio, profissional com experiência em segurança da informação, análise de riscos, auditorias de segurança e avaliação de vulnerabilidade. O moderador será Paulo Conte Vasconcellos, membro de conselhos de administração de empresas brasileiras, professor e coordenador da Comissão de Conselho de Administração do IBGC.
Para se inscrever, acesse www.ibgc.org.br. Para participar do webinar, é necessário ter acesso à Internet (Internet Explorer com versão atualizada do Flash), placa de som, alto-falantes e fones de ouvido. A plataforma não está disponível para iPad, iPhone ou outros dispositivos móveis.

Webinar: As organizações estão preparadas para lidar com a ameaça cibernética
Data: 8 de dezembro (terça-feira)
Horário: das 17h às 18h
Inscrições pelo site: www.ibgc.org.br

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Kaltura é eleita pela Gartner em três anos seguidos como empresa líder em gestão de conteúdo de vídeos corporativos

A Kaltura, empresa que desenvolveu a primeira plataforma de vídeo open-source do mundo, recebeu o reconhecimento, pelo terceiro ano consecutivo, como empresa líder pelo Quadrante Mágico 2015 da Gartner, na categoria Enterprise Content Management Vídeo.

“2015 foi mais um ano bastante empolgante para a Kaltura, com um crescimento exponencial em todas as frentes”, disse Ron Yekutiel, Presidente e CEO da Kaltura.”Desde o início, a missão audaciosa da Kaltura de ‘impulsionar qualquer experiência de vídeo’ permitiu a entrega da mais robusta, modular e flexível plataforma do mercado. Para 2016, pretendemos expandir e acelerar nossas ações inovadoras, que fomentem ainda mais o conceito open-source, contribuindo com nossa comunidade de desenvolvedores, que já possui mais de 120.000 membros “, completou o CEO da Kaltura.

O diferencial da Kaltura está em sua meta de oferecer recursos de vídeo integrados a fluxos de trabalho para qualquer empresa, auxiliando na geração de valor.

Para alcançar este objetivo, a Kaltura lançou uma plataforma aberta e flexível de vídeo – Platform-as-a-Service (VPaaS) – com base em centenas de APIs para criação de vídeo, transcodificação, gestão, proteção, distribuição, pesquisa e descoberta, publicação, engajamento, monetização e análise.

A VPaaS da Kaltura permite que as empresas personalizem facilmente qualquer produto para seus clientes. Todos os produtos “out-of-the-box” da Kaltura foram desenvolvidos com base nessas APIs e foram implantados mundialmente em milhares de organizações, envolvendo centenas de milhões de telespectadores no trabalho, na escola e em casa.

Graças a uma abordagem horizontal, a Kaltura consegue atingir um mercado-alvo bastante amplo, oferecendo soluções de vídeo que melhoram a comunicação interna e externa das empresas, assim como o treinamento e a colaboração, bem como aumento de marketing e vendas. Outro público-alvo são as instituições de ensino, já que suas soluções em vídeo melhoram o aprendizado e o engajamento dos alunos.
Já para as empresas de mídia, a Kaltura oferece ferramentas avançadas de gerenciamento de vídeo e publicação, que aumentam alcance e monetização, e que simplificam a produção e publicação de fluxos de trabalho.

Veja o relatório completo da Gartner no link:
http://site.kaltura.com/2015GartnerMagicQuadrantforEnterpriseVideoContent.html

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