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Mobile impulsiona transações bancárias nos canais digitais

Facilidade de uso, praticidade e conveniência praticamente duplicaram a quantidade de clientes adeptos do mobile banking no Brasil. Levantamento feito pela FEBRABAN, junto a sete das principais instituições financeiras do País (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander), revela que o total de operações realizadas por mobile atingiu 4,9 bilhões no primeiro semestre de 2015, montante equivalente a 93% dos 5,3 bilhões registrados em todo o ano de 2014, conforme dados da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, que incluiu um universo maior de instituições pesquisadas (20 bancos).

Com isso, a participação do mobile entre os canais de atendimento, que chegou a 11% em 2014, sobe para 21% do total das operações, passando ao segundo lugar na preferência do consumidor. Fica atrás somente do internet banking, que registrou 8,8 bilhões operações bancárias no primeiro semestre de 2015, correspondendo a uma participação de 37,5% das operações bancárias. Ou seja, internet e mobile já respondem por 58,5% das operações realizadas no sistema. A popularização do uso de celular para transações bancárias contribui para o aumento da bancarização do País.

“O uso do mobile nas operações bancárias se consolida a cada dia. Atingir 21% das transações em um período de seis meses é extraordinário”, destaca o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN, Gustavo Fosse. “Nenhum canal registrou um salto tão grande em tão pouco tempo.” De acordo com o executivo, os bancos têm feito investimentos expressivos para garantir comodidade e segurança ao cliente na realização das operações por mobile.

O levantamento da FEBRABAN sobre canais digitais e as novidades dos bancos em mobile são o principal assunto da próxima edição da revista CiabFEBRABAN, que traz mais detalhes sobre a mudança tecnológica nos bancos brasileiros. A revista poderá ser acessada no www.ciab.com.br/publicações a partir do dia 10.

Confira as dicas de segurança

Os bancos brasileiros investem anualmente cerca de R$ 2 bilhões em sistemas de segurança eletrônica para garantir a tranquilidade de seus clientes e colaboradores. Também atuam em estreita parceria com governos, polícias e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

Para operar em um ambiente virtual seguro, os próprios usuários também devem ficar atentos e redobrar os cuidados, especialmente nesta época de fim de ano. O internet banking do sistema financeiro brasileiro, reconhecidamente, é um dos mais avançados em termos da oferta de serviços bancários. Talvez por isso a internet brasileira seja tão explorada por malwares (trojan, vírus, phishing, páginas falsas etc).
Os fraudadores usam uma série de recursos para induzir o consumidor a “abrir a guarda” no quesito de segurança. São comuns os roubos de senha por meio de engenharia social, pelo qual o fraudador envia e-mails ou faz chamadas se fazendo passar por um funcionário do banco. Em muitas vezes, o fraudador possui até mesmo alguns dados pessoais do cliente.

Dica importante: o banco nunca solicita a senha do cliente por e-mail ou telefone. Somente informe seus dados de acesso, como número de conta e senha, no site seguro do banco. Não empreste, alugue ou informe seus dados a outras pessoas ou sites que não sejam do seu banco. Lembre-se que sua senha é pessoal e intransferível.

Veja a seguir um roteiro com orientações de segurança elaboradas pela FEBRABAN. São procedimentos simples, mas que garantem sua tranquilidade, seja na hora de acessar o internet banking ou mobile banking.

– Mantenha os antivírus originais instalados no computador atualizados para ter acesso aos serviços bancários;

– Troque periodicamente sua senha de acesso ao banco na internet e utilize sempre senhas de bloqueio de uso do seu smartphone;

– Só utilize equipamentos efetivamente confiáveis. Nunca realize operações em equipamentos públicos, desconhecidos ou que não tenham programas antivírus atualizados;

– Não utilize telefones de estranhos e de origem desconhecida para efetuar transações ou fazer ligações;

– Evite emprestar ou perder de vista seu smartphone;

– Ao ter seu telefone roubado, furtado ou perdido, informe imediatamente ao seu banco;

– Procure informar-se com o fabricante de seu smartphone quais os softwares e opções de segurança disponíveis para o aparelho;

– Fique atento ao acessar sua loja de aplicativos. Evite obter aplicativos de origem desconhecida;

– Não execute aplicações nem abra arquivos de origem desconhecida. Eles podem conter vírus, que ficam ocultos para o usuário e permitem a ação de fraudadores sobre sua conta, a partir de informações capturadas após a digitação no teclado;

– Use somente provedores confiáveis. A escolha de um provedor deve levar em conta também seus mecanismos, políticas de segurança e a confiabilidade da empresa;

– Não use redes wireless (wifi) desconhecidas ou em locais públicos para efetuar transações bancárias;

– Em sua residência, mantenha sempre sua rede wifi protegida por senha;

– Evite navegar em sites arriscados ou de conteúdo suspeito, e só faça downloads (transferência de arquivos para o seu computador) de sites que conheça e saiba que são confiáveis;

– Utilize sempre as versões de sistemas operacionais e browsers (programas de navegação) originais e atualizados, pois geralmente incorporam melhores mecanismos de segurança;

– Evite acessar o site dos bancos redirecionado por outros sites, como os de pesquisa. Sempre acesse o site do banco diretamente pelo endereço do banco;

– Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você deve certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, “clicando” sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento;

– Acompanhe periodicamente os lançamentos em suas contas. Caso constate qualquer movimentação irregular, entre imediatamente em contato com seu banco;

– Em caso de dúvida sobre algum procedimento de segurança que executou, ou sobre quais medidas de proteção estão sendo tomadas quanto à segurança das transações on-line, procure seu banco.

Os meios de comunicação estão permanentemente divulgando dicas de segurança aos usuários da internet. Mantenha-se informado.

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Honeywell Sensing & Productivity Solutions apresenta nova diretoria para América Latina

liderar as atividades da empresa na região a partir de janeiro de 2016. A unidade é o resultado da fusão de outras duas divisões, a Honeywell Sensing & Control (S&C) e a Honeywell Scanning & Mobility (HSM), e enfatiza o compromisso da empresa em continuamente fortalecer sua oferta de tecnologia e produtos em todo o mundo.
“Desde o anúncio da nova unidade de negócio Honeywell Sensing & Productivity Solutions (S&PS), fizemos grandes avanços no sentido de criar uma organização de porte global capaz de oferecer suporte à nossa estratégia de negócios, metas e objetivos”, explica Carlos Conti, Vice Presidente GM LATAM da HS&PS.

A prioridade da nova diretoria é garantir que a empresa se desenvolva criando continuamente valor para os consumidores, ao mesmo tempo em que otimiza suas forças e faz a gestão de oportunidades. Para atingir esses objetivos, a empresa identificou líderes capazes de guiar equipes diante dos desafios de mercado e da responsabilidade com a entrega de resultados na região.

O time LATAM está organizado em três sub-regiões: México, Brasil e CSAR (Central & South America Region). Reportando diretamente ao VP estão:

• Luiz Eng, Brazil S&PS General Manager: Luiz continua com sede no Brasil e será responsável tanto pela área de Embedded Products quanto pela de Scanners e Impressoras. Ele gerenciará todas as vendas, pré-vendas, atividades de canal e distribuição, para garantir a expansão em todo o território nacional e em todos os mercados verticais. Luiz também irá conduzir a estratégia de expansão produtiva da S&PS no Brasil.

• Oscar Godoi, CSAR S&PS General Manager: Oscar continuará com sede no Brasil e será responsável pela CSAR (Central & South America Region, composta por mais de 15 países) tanto pela área de Embedded Products quanto pela de Scanners e Impressoras. Em seu novo papel, Oscar será responsável por consolidar essa nova sub-região, considerada chave para o sucesso da empresa na América Latina.

• Gerardo Schega, Mexico S&PS General Manager: Gerardo mantém a sede no México e será responsável tanto pela áreas de coletores, scanners e impressoras. Ele será responsável por desenvolver todas as vendas, pré-vendas, atividades de canal e distribuição, para garantir a expansão em todo o território Mexicano e região.

• Fernando Silva, LATAM Marketing Manager: Fernando permanecerá com sede no Brasil e será responsável por produzir e desenvolver esforços de marketing e desenvolvimento de negócios para toda a região.

“Construir uma liderança forte é apenas o começo do que, acreditamos, virá a ser uma empresa muito poderosa nesse mercado”, finaliza Conti.

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Irmãos catarinenses criam o primeiro sistema de governança corporativa totalmente brasileiro

Foto_003-2015 (Roda Sistema de Governança Corporativa)

Estar por dentro de tudo que acontece na empresa é essencial para qualquer gestor. Mas como manter esse controle onde o fluxo de informação só aumenta? É aí que surge a necessidade de simplificar e agilizar o acesso aos dados. Com o objetivo de atender uma necessidade das empresas brasileiras, que até então precisavam importar e reformular sistemas de governança corporativa, o catarinense Roda chega ao mercado com a proposta de ser o elo entre todos os stakeholders ligados a um negócio. Os irmãos Roberta e Daniel Zen cresceram acompanhando o dia a dia de uma multinacional e conheceram na prática o que as empresas necessitam e no que falham no quesito relacionamento entre proprietários, conselho de administração, diretoria e demais partes relacionadas. A partir disso, e após dois anos de estudos, surgiu o Roda, primeiro sistema de governança corporativa feito totalmente no Brasil e para empresas brasileiras.

O software agrupa em um único espaço assuntos de interesse de diretores, conselheiros, acionistas e familiares, criando eficientes mecanismos tanto de incentivo quanto de monitoramento, para assegurar o alinhamento do comportamento dos executivos com os interesses dos acionistas. O acesso totalmente online facilita o dia a dia dos usuários que podem acessar os dados em qualquer lugar. O Roda também está disponível em aplicativo para IOS, Android e Windows Phone. “A intenção foi desde o início focar no formato verde e amarelo de gestão corporativa. Colocamos todo nosso conhecimento e experiência em um sistema de fácil manuseio e que possui a segurança de bancos digitais e a confiabilidade do armazenamento em nuvem”, destaca Roberta Zen.

Daniel Zen complementa que o Roda também é uma forma de gestão de documentos, uma vez que ao implantar o sistema a empresa precisa que todas as informações sejam atualizadas e catalogadas. “Nós orientamos e oferecemos todo suporte. Depois disso, com uma navegabilidade bem simples, cada player segue a própria navegação. No Roda é possível confirmar reuniões, compartilhar arquivos, trocar informações. Ou seja, reduz até o fluxo de e-mails em caixas que geralmente vivem lotadas”, comenta.

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Start Me Up capta R$ 300 mil reais em sua primeira oferta por meio do Equity Crowdfunding

Em apenas 19 dias, a startup atingiu a meta de captação. Em época de crise, a plataforma oferece um novo mercado de investimentos baseado em pequenos aportes, a partir de R$ 100, que visam impulsionar projetos inovadores, mesmo fora dos grandes centros Rio-São Paulo

A Start Me Up, primeira plataforma de investimento colaborativo no Brasil, conseguiu atingir em poucos dias a meta de captação de sua primeira oferta, prevista para ser encerrada em 90 dias. Foram 36 investidores que, em conjunto, aplicaram R$ 300 mil. O capital levantado será revertido para desenvolvimento de um novo ambiente de investimentos para suportar novas captações, aperfeiçoar processos internos da plataforma, além da contratação de novos colaboradores.

Para Fábio Silva, sócio fundador da Start Me Up, a crise financeira demandou a criação de um novo modelo de negócio, onde qualquer empreendedor interessado em projetos rentáveis pode investir, com um valor mínimo, em empresas com potencial de crescimento. Além disso, o equity crowdfunding é também uma alternativa de investimento para quem fica distante dos grandes centros Rio-São Paulo. Para se ter uma ideia, investidores localizados em Recife, Maceió, Salvador e Rio Branco aportaram recursos pela internet na primeira oferta da startup.

“Em um momento econômico de incertezas, o novo modelo é uma boa oportunidade de investimento devido à velocidade e valor agregado. Qualquer pessoa, em qualquer local do Brasil, pode apoiar um negócio inovador e ainda ter o direito de participar nos resultados financeiros da empresa, podendo, ao final, converter seu investimento em participação societária”, diz Fábio.

Nos 19 dias de captação em que a oferta esteve disponível, a Start Me Up recebeu investimentos diversos, entre R$ 100 e R$ 60 mil, tornando o Equity Crowdfunding uma alternativa viável para a captação recursos, mesmo na crise financeira, pois representa um menor custo de aquisição de capital, além de ser um bom momento para inovar e sair do tradicional. “Para o Brasil, o grande ganho é a real democratização do mercado de investimento em pequenas empresas”, explica.

Outras ofertas de investimento em projetos inovadores via Equity Crowdfunding estarão disponíveis no portal da Start Me Up já em janeiro de 2016. Entre elas, a captação de recursos para uma plataforma de intermediação de moto fretes capaz de conectar empresas/pessoas e transportadores, uma micro cervejaria de marcas premiadas, uma franquia online de reparos em aparelhos eletrônicos portáteis e um espaço de coworking e co-criação.

“Acreditamos que empreendedores de alto impacto devem ter alternativas fáceis e viáveis para a captação de recurso para o seu negócio, sem que para tanto tenha que recorrer a um empréstimo bancário a juros altíssimos. Por isso trabalhamos para o desenvolvimento de um novo mercado, o do investimento colaborativo de multidão, em que empresas inovadoras passam a obter recursos financeiros provenientes de um grupo indistinto de investidores, sejam estes amigos, conhecidos, profissionais do mesmo mercado, fundos de investimento, ou ainda pessoas que simplesmente acreditam no potencial de crescimento destas empresas, todas reunidas em uma única oferta, além de poder rentabilizar o investimento”, finaliza Fábio.

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Sistema de reconhecimento facial dificulta invasão em condomínios

O SIGAH, Sistema Inteligente de Gestão de Acesso Haganá, oferece proteção no acesso de pessoas e veículos aos condomínios, permitindo a identificação rápida e em movimento dos usuários durante a triagem, sendo utilizado como reforço fundamental ao trabalho humano.

Criminosos agem, principalmente, quando identificam as vulnerabilidades existentes no acesso aos condomínios. Atualmente, existem algumas quadrilhas especializadas em realizar arrastões e furtos em apartamentos, daí a importância da instalação de um sistema de segurança eficaz que reforça os serviços de controle de acesso.

A tentativa de invasão consiste em confundir a pessoa responsável pelo controle de acesso, em alguns casos, as quadrilhas enviam membros do bando que tenham feições características semelhantes aos moradores e que possam se passar por um deles, conseguindo entrar nas unidades e, posteriormente, pelo interfone, liberando a entrada dos outros integrantes do grupo criminoso.

Com a instalação do SIGAH, nos locais designados à entrada de pessoas e seu uso no controle de acesso dos veículos, a tentativa de invasão por esse método será frustrada, uma vez que a biometria facial possui peculiaridades únicas e o sistema identifica as características da face de cada morador cadastrado, para que a entrada no condomínio seja liberada apenas para pessoas autorizadas. Pessoas não identificadas só terão o acesso liberado após os trâmites de reconhecimento e autorização.

O Diretor Operacional do Grupo Haganá, Samuel Rubens Pereira, reitera a utilização do sistema como uma ferramenta importantíssima para a eficácia da segurança do local. “Como provedores de soluções em segurança, devemos pensar na proteção de um condomínio de forma ampla e bem personalizada. Por isso, desenvolvemos soluções que possam reforçar o trabalho dos profissionais designados a proteger o patrimônio e, principalmente, a vida de nossos clientes e com a utilização do SIGAH elevou-se o nível da segurança de forma exponencial.”, afirma Pereira.

O Sistema Inteligente de Gestão de Acesso Haganá permite o reconhecimento facial simultâneo de várias pessoas ao mesmo tempo e, ainda, em pleno movimento. De maneira ágil e prática, identifica quem está autorizado a ingressar no empreendimento. O SIGAH poderá ser utilizado em instituições de ensino, empresas e condomínios. E está disponível em duas versões:

SIGAH Fixo: Uma ou mais câmeras serão instaladas em local estratégico, na entrada de pedestres, permitindo identificar e reconhecer várias pessoas ao mesmo tempo e apontar quem está ou não está autorizado a prosseguir.

SIGAH Móvel: O sistema interage via WI-Fi com um aplicativo específico instalado em aparelhos smartphones que serão manuseados por colaboradores Haganá. Para fazer o reconhecimento, o profissional irá aproximar o aparelho para o rosto do condutor do veículo e, em poucos segundos, há o reconhecimento facial, além disso, na tela serão apresentados os demais moradores vinculados a ele. Caso algum dos ocupantes não seja identificado pelo sistema, o profissional responsável pela triagem no acesso de veículos e manuseio do SIGAH Móvel encaminhará o visitante para que seja aplicado o procedimento de segurança previamente estabelecido.

O SIGAH é uma tecnologia exclusiva do Grupo Haganá. A comercialização está sendo feita para os clientes da capital paulista, região metropolitana, Campinas e Vinhedo. Além disso, a empresa já prepara a oferta do sistema para os clientes do Rio de Janeiro.

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As melhores cidades do mundo para os estudantes

Embora o mundo ainda continue tentando assimilar os atentados ocorridos no último mês em Paris e em outras cidades, a capital francesa ocupa novamente a primeira posição do ranking QS de melhores cidades para os estudantes. Melbourne também assegurou seu segundo lugar e, em seguida, está Tóquio, em terceiro. Londres, no entanto, ficou atrás de Sydney e à frente de Cingapura, pois seu custo de vida evitou que atingisse uma posição melhor.

QS Melhores Cidades para Estudantes 2016

1. Paris
2. Melbourne
3. Tokyo
4. Sydney
5. Londres
6. Cingapura
7. Montreal
8. Hong Kong
9. Berlim
10. Seul

© QS Quacquarelli Symonds 2004-2015

www.TopUniversities.com

“Estou muito feliz em ver Paris na posição de melhor cidade para estudantes internacionais pelo quarto ano consecutivo. Depois dos terríveis ataques ocorridos duas semanas atrás, Paris está mais determinada do que nunca em defender seus valores de solidariedade, liberdade e criatividade. Não há escudo mais resistente do que este para usarmos contra a barbárie, já que o conhecimento baseia-se justamente no princípio de abertura aos outros: sapere aude!”, afirma Thierry Coulhon, Presidente da associação de universidades Paris Sciences et Lettres.

Reforçando tal sentimento, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, declarou: “Paris está orgulhosa de ser ranqueada como a melhor cidade do mundo para estudantes. Nossa juventude representa a nossa maior força e também a nossa maior esperança. Realizamos um plano ambicioso para fazer com que nossa juventude cresça, torne-se bem-sucedida e ábil a escolher e a construir o seu futuro. Continuaremos apoiando os estudantes, oferecendo-lhes oportunidades, em uma cidade aberta, dinâmica e criativa”.

Jacques Biot, presidente da École Polytechnique, também comentou a conquista: “A região de Paris tem muito a oferecer aos estudantes internacionais – história, artes, cultura – além de sua excelência acadêmica e científica. É um lugar único para aprender, descobrir, estudar, engajar e realizar trocas; um lugar onde diálogo, fraternidade e liberdade devem sempre prevalecer”.

Beneficiando-se das mensalidades baixas e de uma posição favorável no Índice Mercer de Custo de Vida, Paris abriga o segundo maior número de universidades reconhecidas mundialmente dentre as cidades consideradas: apenas Londres tem mais. Além disso, o forte reconhecimento que as universidades parisienses recebem dos empregadores explica porquê a cidade luz continua no topo do ranking.

Já os Estados Unidos são a nação com maior representação no ranking QS 2016, com onze cidades listadas. Boston (=13ª) e Nova Iorque (20ª) ficam entre as 20 melhores. Outras cidades incluem Chicago (30ª), Los Angeles (42ª) e Atlanta (58ª). Os Estados Unidos são seguidos pelo Reino Unido (oito cidades) e a Austrália (sete).

No ranking completo, vê-se uma série de novas cidades de nações normalmente não destacadas, como Oslo (60ª) e Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos (68ª). Para compor o ranking, a QS considerou 122 cidades que possuem ao menos 250,000 habitantes e duas ou mais universidades listadas no Ranking Mundial de Universidades QS.

O ranking QS de Melhores Cidades para Estudantes tem como intenção fornecer aos estudantes e pais uma comparação detalhada dos vários méritos das cidades mais requisitadas por estudantes internacionais. Ele se baseia em 14 critérios divididos em 5 categorias de peso igual, todos relevantes para estudantes internacionais. Para as futuras edições, a QS pretende expandir este número de critérios, proporcionando insights ainda mais detalhados do que estas cidades mundias podem oferecer aos alunos.

FONTE QS Quacquarelli Symonds

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5 razões para adotar o Business Intelligence na crise – Por Allan Pires*

O Planejamento dos Recursos Empresariais (ERP), software que auxilia as empresas na gestão de suas rotinas, possui um complexo processo de configuração e implantação, exigindo das equipes tempo dispendioso. “Algumas empresas postergam a adoção de uma ferramenta de Business Intelligence por acharem que será necessário estabilizar o ERP atual ou instalar um novo ERP primeiro”, diz o CEO da Targit, Allan Pires.

Mas, ao contrário do que as empresas acreditam, a implantação não requer grande esforço e o preço é acessível. Plataformas de BI e Analytics ajudam as companhias na potencialização de seus negócios e na configuração rápida no ambiente de trabalho, sendo que o manuseio correto aumenta drasticamente o ROI em qualquer setor, mesmo em época de crise. Confira cinco razões para implantar as ferramentas de BI e Analytics ao invés de continuar com o seu ERP:

1. É muito fácil transportar os dados armazenados do ERP para o BI e Analytics – A criação de um armazém de dados, provenientes de um novo BI e solução analítica, permite a uma empresa transferir seus dados legados (registrados no ERP anterior) para um depósito de dados (Datawarehouse) em seu formato nativo. O software de BI e Analytics podem combinar os dados antigos com os gerados pelo seu novo ERP e produzir consistentes análises e relatórios, sem qualquer conversão necessária e sem perder o histórico.

2. Obtenha um ROI mais rápido de seu ERP ao investir em BI e Analytics – Para a empresa, o objetivo mais importante na implantação de um sistema ERP é a informação. Executivos têm a necessidade de ver os dados por trás de seus negócios, ajudando-os a tomar as grandes decisões diariamente. Com o Business Intelligence e Analytics, os usuários otimizam tempo e energia. No total, 90% das empresas da carteira de clientes Targit no Brasil crescerão dois dígitos reais em faturamento e EBITDA em 2015, com expectativa de manter o crescimento para 2016, mesmo com a crise financeira. E como essas empresas fazem isso? Elas sabem analisar as atividades que geram valor em sua cadeia de valor ao se apoiarem em ferramenta que gera resultados.

3. Customize menos a sua nova solução de ERP – Há uma tendência para se afastar de customizações de softwares complexos como o ERP, em grande parte devido ao incômodo de manter as personalizações com as atualizações e patches. Além disso, as empresas que têm utilizado uma solução ERP por muito tempo podem ter um forte sistema customizado com anos de dados. As customizações que foram necessárias para tornar os dados aplicáveis no antigo ERP não são necessárias com o BI.

4. Não recrie antigas análises e relatórios – Pode demorar um dia inteiro de trabalho para recriar um relatório em um novo sistema ERP durante a migração para um novo. Um dia por relatório não é muito ruim se uma empresa tem apenas algumas dezenas de relatórios periódicos para acompanhar, mas as organizações podem facilmente acumular mais de 500 relatórios que precisam ser recriados em um novo sistema. Não há a necessidade de um atraso de tal grandeza. Com o BI implantado no ambiente de trabalho, a criação de análises que oferecem a informação real-time para os funcionários é mais eficiente e eficaz, além de não gastar anos replicando o que havia antes.

5. Algumas atualizações fazem tanto o mal quanto o bem – A atualização de um sistema ERP pode trazer vários novos recursos e funcionalidades para a organização, mas algumas atualizações podem criar problemas que acabam deixando os gestores de TI sem saída. Um exemplo disso são atualizações do ERP que apagam todos os relatórios existentes, deixando com a organização a responsabilidade de recriar todos eles. Tendo um BI e uma solução de análise, a corporação evita este dever.

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Mesmo em meio à crise, empresas continuam disputando executivos qualificados e diferenciados

Áurea Imai, head hunter da global Boyden fala sobre os desafios na busca dos profissionais demandados pelas empresas

A Boyden, empresa líder em recrutamento e seleção de executivos, está atenta a cada movimento que acontece no mercado de trabalho para oferecer os melhores executivos, diretores e CEOs, às empresas que ainda buscam melhores resultados. Mesmo com a crise econômica e demissões em massa em vários setores, a empresa de head hunting enxerga o mercado executivo com otimismo para o próximo ano – justamente pela necessidade de fortes mudanças e inovações dentro das empresas.

Inovar não é nada fácil para grandes empresas, com processos de gestão bastante consolidados. “Porém, o Brasil vem de uma fase onde a demanda de contratações por aumento de quadro era elevada, e frequentemente o volume se sobrepunha à estratégia.”, explica Áurea. “Hoje, frente ao cenário político-econômico atual, as empresas precisam se reinventar e revisitar suas estratégias para se diferenciar da concorrência e ganhar mercado”.

Profissionais com visão mais abrangente, com capacidade de inovação, engajamento de times e habilidade de implementação são cada vez mais demandados pelas empresas. “A palavra do momento é inovar, e nesse sentido a atração de talentos que consigam promover tais mudanças nas empresas é fundamental”, afirma Áurea Imai, sócia da Boyden.

Por essa razão, a Boyden enxerga também uma mudança na forma de contratação de executivos. “Se antes as empresas se baseavam muito mais na experiência técnica do que profissional, atualmente, além do conhecimento, os profissionais precisam apresentar um ‘olhar fora’ da caixa, além de terem competências essenciais como liderança, integridade, resiliência, entre outras”.

Em meio a uma crise onde a demanda está extremamente seletiva, onde cada investimento precisa trazer retorno rápido e onde a economia flutua de forma incerta, as empresas devem valorizar profissionais que tragam resultados mais rápidos. “Esses executivos não são fáceis de encontrar, mas com um recrutamento minucioso conseguimos preencher posições altamente estratégicas em grandes empresas de vários segmentos.”

Ou seja, o que as empresas hoje procuram não é quantidade, mas profissionais mais qualificados, estratégicos, atentos aos movimentos do mercado, e que sobretudo tenham capacidade de engajar seus times e pares, provocando transformações positivas no ambiente organizacional.

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Mobile Banking do Sicoob ganha Prêmio Relatório Bancário

O Sicoob recebeu o Prêmio Relatório Bancário 2015 na categoria Autoatendimento – com o case Mobile Banking, promovido pela empresa Cantarino Brasileiro. A premiação reconhece as principais contribuições e práticas realizadas pelo setor financeiro e seus fornecedores para o aprimoramento do sistema financeiro nacional. A entrega do troféu foi realizada ontem, 30/11, durante solenidade em São Paulo.

As transações pelo Mobile Banking do Sicoob representam 22% das operações realizadas na instituição. Atualmente, o aplicativo Sicoob possui um índice de satisfação de 4,7 nas lojas virtuais da Apple e Google. Desde 2013, o índice do Sicoob é superior ao das aplicações dos grandes bancos de varejo. Esta nota é obtida a partir da avaliação feita espontaneamente pelos usuários das aplicações nas lojas virtuais.

O aplicativo permite a localização geográfica de pontos de atendimento (agências, caixas eletrônicos e correspondentes) mais próximos; leitura automática de códigos de barras no padrão FEBRABAN e QR Code; acesso pela impressão digital (biometria) ao invés da senha; impressão de extratos e comprovantes diretamente pelo dispositivo móvel utilizando uma impressora conectada na mesma rede sem fio ou por meio da internet.

Além dessas funcionalidades, o aplicativo permite a realização de 100 tipos de transações diretamente do aparelho móvel, tais como: consulta de saldos e extratos de conta corrente, empréstimos, investimentos, previdência e cartões; simulação e contratação de empréstimos; pagamento de títulos (boletos de cobrança) e convênios (água, luz, telefone e outros), tributos municipais, estaduais e federais (ex. IPVA, GPS, DARF); entre outros.

A solução funciona em celulares e tablets. Atualmente, ela é compatível com as plataformas iOS (Apple), Android (Google), Windows Phone (Microsoft), BlackBerry (RIM) e Firefox OS (Mozilla).

Mais de 170 cases de soluções adotadas pelo sistema financeiro foram inscritos e analisados por um comitê de jurados com notório conhecimento do segmento. O Prêmio Relatório Bancário é considerado o mais tradicional evento do setor financeiro e bancário. Além do Sicoob, foram vencedores, em diversas categorias as instituições Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Itaú.

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Nova tecnologia Sync Connect da Ford permite travar, destravar, dar partida e localizar o veículo pelo smartphone

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A Ford apresentou uma nova tecnologia, o SYNC Connect, que permite comandar várias funções do veículo à distância por meio de um smartphone. Disponível inicialmente no Escape 2017, previsto para os Estados Unidos, esse novo recurso do sistema de conectividade SYNC possibilita, entre outras facilidades, destravar as portas, checar o nível de combustível no tanque e localizar onde o carro foi estacionado.

A tecnologia será estendida posteriormente para outras linhas de veículos da Ford. Presente hoje em 12 milhões de veículos no mundo, o Ford SYNC é o primeiro sistema da indústria a oferecer a tecnologia de comando por voz para acesso a smartphones de forma ampla e acessível. Com o SYNC Connect, a marca dá mais um grande passo para o futuro da mobilidade e para o avanço dos carros autônomos, levando a conectividade embarcada a um novo nível.

“O novo SYNC Connect é um aplicativo fácil de usar, que aumenta a conectividade e comodidade do veículo”, diz Don Butler, diretor de Veículos e Serviços Conectados da Ford nos EUA. “A tecnologia ajuda a integrar o veículo ao estilo de vida do motorista. Ficou trancado fora do carro? Está quente ou frio lá fora? Esqueceu onde estacionou? Não tem problema, basta usar o seu smartphone.”

Conectado através de um modem embutido no veículo, o aplicativo permite que o proprietário tenha acesso remoto a vários recursos pelo smartphone. O serviço é disponibilizado por meio de uma assinatura, que junto com o lançamento do Escape será dada como cortesia pelo prazo de cinco anos.

As funções do veículo que podem ser acessadas pelo SYNC Connect incluem:

• Travar e destravar as portas;

• Dar partida remota, inclusive em horário pré-programado para acionar o ar-condicionado antes da hora de sair;

• Checar o estado do veículo, incluindo nível de combustível, óleo, bateria e pressão dos pneus; e

• Localização do veículo, mostrando em um mapa onde ele está estacionado.

Para proteger as informações pessoais do usuário, a autenticação do SYNC Connect é feita por um processo de dois passos, com confirmação pela tela sensível ao toque do veículo e do smartphone.

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Usar elementos dos games pode ser a chave para motivar pessoas

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O livro Gamificar – Como a gamificação motiva as pessoas a fazerem coisas extraordinárias (DVS Editora), de Brian Burke, mostra como a gamificação poder ser usada não apenas para incentivar as pessoas a mudarem seus comportamentos e desenvolverem novas habilidades, mas também para estimular a inovação – ao mesmo tempo em que alcançam os objetivos da empresa.

Burke explica como gamificação cria modelos de envolvimento completamente novos, capazes de motivar pessoas a cumprirem metas que elas próprias desconheçam. De fato, isso está no cerne da própria definição do termo. Para a Gartner, empresa da qual o autor é vice-presidente, gamificação significa “o uso de design de experiências digitais e mecânicas de jogos para motivar e engajar as pessoas para que elas atinjam seus objetivos”.

No entanto, o livro adverte sobre um erro comum em muitas companhias para as quais a simples implementação de design de jogos já funcione como uma espécie de elixir mágico para doutrinação e manipulação das massas; como algo capaz de fazer com que as empresas atinjam seus próprios objetivos. Todavia, essas organizações estão confundindo pessoas com marionetes e, neste caso, esses esforços claramente condenáveis estão fadados ao fracasso; na verdade, a Gartner prevê que 80% deles irão naufragar.

Gamificar – Como a gamificação motiva as pessoas a fazerem coisas extraordinárias vai muito além de disso e se concentra nos 20% que estão fazendo a coisa certa. Com o conteúdo do livro, o leitor compreende que o ponto central dos objetivos da gamificação é o alinhamento entre as metas da empresa e a dos “jogadores”. Ou seja, chave para o sucesso da gamificação é envolver as pessoas em um nível emocional, motivando-as a atingir seus próprios objetivos, o que levaria, consequentemente, ao ganho da organização como um todo.

Repleto de histórias de sucesso oriundas de todos os setores comerciais, o livro Gamificar representa um importante guia para empreendedores e líderes empresariais empenhados em iniciativas de gamificação. A obra explica de que maneira evitar armadilhas e introduzir as melhores práticas, garantindo a compreensão clara dessa nova e promissora estratégia de negócios.

SOBRE O AUTOR

BRIAN BURKE é vice-presidente de pesquisas da Gartner, onde, nos últimos 15 anos, tem sido responsável pelo setor de análise de arquitetura empresarial. Desde 2010 ele tem liderado os estudos sobre a emergente tendência de gamificação. Como especialista em arquitetura empresarial, ao longo de décadas Brian Burke se dedicou à compreensão e avaliação de tendências tecnológicas revolucionárias e suas implicações para os negócios. Atualmente ele lidera as pesquisas na área de arquiteturas empresariais impulsionadas por resultados comerciais e seu trabalho pioneiro no desenvolvimento de arquiteturas conjuntas tem sido implantado em centenas de organizações, tanto nos setores público quanto privado. Ele é também um proeminente pesquisador e palestrante nas áreas de gamificação, estratégia de TI, estruturas organizacionais de TI e alinhamento entre negócios e tecnologia da informação (TI).

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Cibercrime gera prejuízo de 44 bilhões de reais para brasileiros

O Norton divulga os resultados do estudo Norton Cybersecurity Insights Report, que revela dados sobre crimes on-line e os impactos emocionais que causaram nos consumidores globalmente. No Brasil, 9 entre 10 consumidores diz que uma falha de segurança ocorreu com eles ou com alguém que conhecem, e o prejuízo financeiro total foi de 44 bilhões nos últimos 12 meses.

“A confiança do consumidor foi abalada por um número sem precedentes de megaviolações, onde foram expostas as identidades de milhões de pessoas que estavam simplesmente fazendo compras de rotina em lojas varejistas renomadas”, revela Fran Rosch, vice-presidente executivo, Norton by Symantec. “De acordo com os nossos resultados, as manchetes abalaram a confiança das pessoas em relação às atividades móvel e on-line, mas a ameaça do cibercrime não levou à adoção generalizada de medidas de proteção simples que as pessoas devem tomar para prezar por seus dispositivos e informações on-line.”, ainda afirma o executivo.

Para o cenário brasileiro, o estudo revelou que os consumidores correm mais risco de serem vítimas de crimes on-line do que em outros países. Entre os entrevistados:

• 75% teve o dispositivo móvel roubado (vs. 46% globalmente)

• 57% teve seu perfil de rede social acessado sem permissão (vs. 36% globalmente)

• 54% caiu em phishing (vs. 30% globalmente)

• 54% foi vítima de fraude de cartão de crédito (vs. 35% globalmente)

“Os consumidores brasileiros sentem-se confiantes em relação a seu comportamento digital, e atribuem-se nota 10 quanto as suas práticas de segurança. Porém, de acordo com os nossos dados, a maioria não adota medidas proativas de proteção em seus dispositivos, como uso de senha ou um software de segurança. Hábitos como esses devem ser corrigidos se levado em consideração o impacto emocional que os cibercrimes geram nos consumidores.”, relata Nelson Barbosa, especialista de segurança digital do Norton.

Confiantes, porém, despreparados

Apesar da preocupação e conscientização sobre o cibercrime, os consumidores estão excessivamente confiantes sobre os seus comportamentos de segurança on-line. Globalmente, ao responderem sobre o nível de suas práticas de segurança, eles sempre atribuem-se nota 10. Mas a verdade é que a maioria não passa no primeiro teste de segurança on-line: uso de senha. Os dados mostram que, no Brasil:

• Mais de 1 entre 3 entrevistados disseram não usar senha em seus smartphones, laptops ou desktop.

• De 13% dos entrevistados que afirmaram compartilhar suas senhas, 68% diz compartilhar a senha de e-mail, 54% de mídias sociais, 48% de TV e 45% a senha da conta bancária.

• Ironicamente, 65% acredita que é mais arriscado compartilhar a senha do e-mail com um amigo do que emprestar o próprio carro a ele.

Outra constatação importante da pesquisa é o fato de que, apesar da convicção generalizada de que crianças são mais vulneráveis ao crime on-line, 43% das vítimas do ano passado são Millenials. Nascidos na era digital, os jovens possuem mais dispositivos do que as outras gerações, e frequentemente deixam a segurança de lado ao compartilhar suas senhas.

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