Page

Author admin

Conrado Leister assume a liderança do SAS Latin America South e Marcio Dobal torna-se head na região Ásia/Pacífico

view.aspx

Os executivos terão a incumbência de expandir os resultados positivos do SAS em suas respectivas regiões, bem como intercambiar recursos, trazer mais sinergia e aplicar a metodologia responsável pelos bons resultados conquistados no Q4 de 2015

O SAS, líder em softwares de Analytics, anuncia a promoção de Conrado Leister como head de operações do SAS Latin America South. O executivo, que ocupava até então o cargo de presidente do SAS Brasil, desde setembro de 2015, será responsável pelas operações da companhia no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Uruguai.

Márcio Dobal, que ocupava o cargo de VP do SAS Latin America, assume como head na região Ásia/Pacífico, a partir deste mês. Com isso, a operação do SAS na América Latina ficará dividida entre Latin America South, liderada por Conrado, e Latin America North, sob a liderança de Hector Cobo, atual Country Manager do SAS México.

A nova mudança estrutural no SAS também foi resultado do excelente crescimento em vendas conquistado pelo SAS Brasil no Q4, em meio a um período recessivo. “Aplicamos uma nova metodologia de negócios com foco no cliente e na execução, apresentando resultados acima da expectativa e reforçando a liderança do Brasil na região. Para 2016, teremos como objetivo expandir essa metodologia ao Cone Sul, trazer sinergia à operação e crescer na casa dos dois dígitos em toda a região”, afirma Conrado.

Segundo o executivo, a decisão de segmentação regional será essencial para aplicar estratégias específicas e com foco em cada um dos países, especialmente nos dois principais polos, México e Brasil, que têm apresentado resultados excepcionais em vendas nos últimos anos. “Desta forma, teremos uma gestão especializada na região, visando as especificidades de cada mercado e mantendo os esforços de crescimento contínuo no Brasil”, completa Conrado.

Tags, ,

Pequeno empresário de e-commerce desabafa contra nova lei do ICMS

Um vídeo, divulgado em mídias sociais, relata o sofrimento de um pequeno e-commerce de cervejas do estado de Santa Catarina. Desde o início do ano, uma nova legislação sobre ICMS estabelece a divisão do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços entre os estados de origem e destino e ainda cria uma grande burocracia para quem faz vendas para vários estados.

Silvano Spiess, do site www.ocaneco.com.br , anunciou que deve encerrar as vendas pela internet em função da nova lei. Acompanhe o vídeo com o desabafo do empresário.

Tags,

Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

Por Danyele Soares, da EBC

O Brasil tem um novo marco legal na área de Ciência, Tecnologia e Inovação. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, com vetos, a medida que pretende desburocratizar a captação de investimento para pesquisas científicas e deve aproximar universidades e empresas, além de regulamentar as parcerias de longo prazo entre os setores público e privado.

De acordo com a presidenta Dilma Rousseff, o novo marco legal, com pontos que ainda precisam de regulamentação, dá transparência, simplicidade e segurança jurídica. Segundo ela, o setor produtivo brasileiro precisa do conhecimento desenvolvido nas instituições de ensino.

Pesquisadores e professores universitários comemoram a sanção do marco legal. A presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Helena Nader, destacou que a medida permite que pesquisadores em regime de dedicação exclusiva nas universidades possam exercer atividades remuneradas em empresas e amplia o tempo máximo que os professores de universidades federais podem trabalhar em projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão.

O novo marco também foi bem recebido por empresários. De acordo com o superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, ligado à Confederação Nacional da Indústria, Paulo Mól, uma das vantagens da nova lei é simplificar a importação de produtos para pesquisa, desenvolvimento e importação.

O Palácio do Planalto não detalhou os trechos vetados pela presidenta Dilma Rousseff ao novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Tags,

TomTom expande negócios com novo diretor para América Latina

811953_1A TomTom, fabricante global de aparelhos GPS, relógios esportivos e câmeras de ação anuncia sua expansão no mercado latino-americano a partir da inauguração de seu primeiro escritório no Chile e da promoção de Júlio Quintela, que passa de Country Manager no Brasil para diretor da empresa para América Latina.

Há 5 anos atuando na TomTom, Quintela foi responsável por identificar e iniciar novas parcerias no Brasil, impulsionando os negócios locais. Sua promoção faz parte de uma reorganização da companhia para consolidar o crescimento dos últimos três anos na América Latina. Nascido em Portugal, o executivo é Graduado em Gestão de Marketing pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM), o mesmo tem amplo conhecimento da área de vendas e marketing. Antes de se juntar à TomTom, Júlio Quintela trabalhou nas empresas Samsung Electronics Co L.td e Ingram Micro.

Na nova posição, Quintela será responsável pelo desenvolvimento e crescimento de receita e pelo reconhecimento da marca na região. Além do Brasil, na América Latina a TomTom está presente no México e, em dezembro de 2015, inaugurou um escritório no Chile. “A TomTom vê grande potencial de crescimento no mercado de eletrônicos de consumo na América Latina. Nosso desafio é consolidar a presença da marca na região, criando e aproveitando as oportunidades locais“, comenta Quintela.

Tags, ,

5 razões para acreditar no Equity Crowdfunding em 2016 – Por Fábio Silva

A crise financeira demandou a criação de um novo modelo de negócio, o Equity Crowdfunding, onde qualquer empreendedor interessado em projetos rentáveis pode investir, com um valor mínimo, em empresas com potencial de crescimento. O financiamento coletivo é também uma alternativa de investimento para quem fica distante dos grandes centros Rio-São Paulo.

Neste novo cenário, micro e pequenas empresas podem desenvolver projetos de captação utilizando plataformas de investimento colaborativo e, a partir disso, possuir o capital necessário para impulsionar o seu projeto no mercado.

“Em um momento econômico de incertezas, o novo modelo é uma boa oportunidade de investimento devido à velocidade e valor agregado. Qualquer pessoa, em qualquer local do Brasil, pode apoiar um negócio inovador e ainda ter o direito de participar nos resultados financeiros da empresa, podendo, ao final, converter seu investimento em participação societária”, diz Fábio Silva, sócio fundador da StartMeUp no Brasil.

Abaixo, confira as cinco razões do executivo para acreditar no potencial do Equity Crowdfunding em 2016 e iniciar um novo negócio, sem medo da crise:

1. Dinheiro – Uma plataforma de Equity Crowdfunding coloca a empresa à disposição de um grande grupo de pessoas interessadas em investir em negócios disruptivas e com potencial de crescimento. Alguns investidores podem ser pessoas da rede de relacionamento (Family e Friends) do empreendedor, enquanto outros serão pessoas que você talvez não conheça, mas que acreditam no potencial da empresa;

2. Eficiência – Receber investimento de forma desburocratizada. Processos de investimento via Equity Crowdfunding reduzem ineficiências, custos e complexidades associadas às tradicionais opções de financiamento/investimento;

3. A multidão – Arrecadar dinheiro por meio de uma oferta privada pode trazer diversos acionistas. Contudo, quando você recebe investimentos via Equity Crowdfunding, o número de pessoas será maior, ou seja, uma multidão de investidores que podem ajuda-lo com o marketing ou para qualificações de acesso e capacidades que estão faltando na empresa;

4. Embaixadores – Seus investidores provavelmente se tornarão defensores apaixonados do seu negócio. Eles ajudarão na divulgação da marca por meio de conversas com amigos a respeito do investimento que fizeram em sua empresa. Afinal, eles escolheram apoiar a sua empresa por conta da afinidade com o seu modelo de negócios;

5. Simplicidade – O processo para aumentar o capital por meio do Equity é simples e segue um cronograma claro e definido. Você pode escolher a duração da oferta, o montante mínimo de investimento e o target da captação de recursos;

Tags,

Couromoda 2016: Brasil confirma sua forte participação no mercado internacional calçadista

A 43ª edição reúne 1500 marcas expositoras e cerca de 2 mil compradores internacionais em,fomentando e ampliando a geração de negócios e a presença internacional do mercado brasileiro no mercado externo

Exportação é a aposta da 43ª edição da COUROMODA 2016, que reúne 1500 marcas expositoras, sendo dessas 150 exportadores, na maior feira latino-americana de calçados e artigos de couro que acontece na capital paulista, até 13 de janeiro. De acordo com Jeferson Santos, Diretor Geral da Couromoda, as exportações de calçados começaram a crescer no final do ano, em novembro e a tendência é crescer este ano. “Nossa expectativa é que em 2016 o setor calçadista cresça entre 3% a 4%” e a feira esta fomentando o encontro entre produtores e importadores.

A Couromoda trouxe 2 mil compradores vindos de mais de 60 países. Dois programas fomentam este público: o “Couromoda Exportação / Vitrine Exporter”, que reúne este ano 113 compradores internacionais.

Segundo Omar Daifallah, gerente geral do grupo Oxygen, localizado no Kuwait, e antigo parceiro de diversos produtores locais, o Brasil tem se tornado competitivamente mais interessante frente aos grandes players internacionais do segmento. “No passado cheguei a importar 100 mil pares de sapatos por ano de fabricantes brasileiros, mas com a valorização do real na época, havia deixado este mercado em stand by”, comenta o importador. “Hoje, o país oferece preços mais competitivos devido ao cambio, mas com produtos que apresentam qualidade superior aos seus concorrentes diretos.” Há cinco anos Daifallah participa da feira.

A Piccadilly, por exemplo, recebe em seu segundo dia de feira compradores da China, o que, segundo a Cristine Nogueira, CEO da companhia, é uma surpresa. “A China é um mercado acirrado com preços extremamente competitivos. Tê-los aqui interessados em nossos produtos é uma referência do quanto o segmento calçadista brasileiro é consolidado globalmente. Hoje, a companhia exporta atualmente para mais de 90 países, com mais de 7 mil pontos de vendas no exterior. São 31 lojas exclusivas em nove países. No ano passado as exportações representaram 27% do faturamento da empresa. Com a reabertura do mercado na Argentina a empresa tem como expectativa crescer em 35% as exportações”, concluí Cristine.

Já para Jorge Bischouff, CEO do grupo que engloba a marca que leva seu nome, além de Loucos & Santos e private labels, registrou em 2015 um crescimento de vendas de 60%, em relação a 2014, e a previsão é que esse número cresça para 40% neste ano. O executivo reforça que o momento é ideal para fortalecimento do grupo no mercado internacional “Apresentamos produtos de padrão internacional, alta qualidade, design diferenciado e agora a movimentação do cambio nos permite oferecer preços ainda mais competitivos”, salienta Bischouff. “O novo panorama econômico nos possibilita explorar nosso potencial de forma plena”. O grupo está presente em 47 países, com grande foco na América Latina, onde apresenta consideráveis volumes de vendas na Colômbia e no Perú, além da Rússia e o mercado europeu Rússia. Temos, por exemplo, agendamento por meio do programa com um importador Holandês, mercado nunca trabalhado por nós antes”, reforça Bischouff.

Os produtores especializados no segmento infantil também comemoram os números positivos. Segundo Ricardo Brito, CEO da Pimpolho, que exporta para mais de 40 países e está presente no mercado internacional há mais de 17 anos, comemora o crescimento de 20% em 2015, com relação ao ano anterior. Entre os países mais rentáveis para o negócio estão Bolívia, Equador e o mercado Africano.

Para o mercado interno, a feira também criou uma plataforma inédita. O “Matchmaking”, conta com uma agenda diária para expositores e lojistas nacionais e importadores e incentiva rodadas de negócios presenciais entre esses públicos, firmadas de acordo com os interesses geográficos e de mix de produtos. Espera-se até o final da feira cerca de 8 mil l agendamentos

Dados do Setor:

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) o Brasil é o terceiro maior produtor de calçados do mundo. Apesar da queda em comparação a 2014, por questão do momento econômico, o Brasil segue exportando para cerca de 150 países, e tem como principal mercado exportador os Estados Unidos, para onde foram embarcados 11,76 milhões de pares por US$ 191,87 milhões em 2015. Já o segundo destino do calçado brasileiro é a Argentina, que comprou 8 milhões de pares por US$ 67,48 milhões. E em terceira posição a França com 8,46 milhões de pares, no mesmo período.

O ano de 2015 fechou, ao todo, o embarque de 124 milhões de pares por US$ 960,4 milhões. Com o dólar valorizado, as importações caíram, o que auxiliou os produtos. No ano passado entraram no país 33,26 milhões de pares por US$ 481 milhões, números inferiores em 9,6% em volume e 14,3% em dólares em relação a 2014.

Balança comercial calçados 2015:

Exportação: US$ 960,4 milhões
Importação: US$ 481 milhões
Balança comercial: US$ 479,37 milhões
Principais destinos: Estados Unidos, Argentina, Bolívia e França

Tags, , , ,

GuardeAqui lança primeiro aplicativo do setor de self storage no País

Em busca de inovação no mercado de autoarmazenagem, empresa investe em tecnologia mobile
Notando a propulsão que o self storage tomou no Brasil, o GuardeAqui, maior empresa de autoarmazenagem em boxes no País, começou 2016 com novos desafios para o setor, investindo na tecnologia que mais cresce na atualidade: a dos aplicativos.

Com a responsabilidade de ser a primeira empresa do setor no País a investir nesse mercado, as metas são ainda mais desafiadoras. Segundo os idealizadores do projeto, o objetivo é oferecer, além de interação tecnológica, mais comodidade e praticidade aos consumidores e futuros consumidores.

Como funciona: na plataforma, o usuário conta com informações sobre o GuardeAqui; sobre as unidades disponíveis e em fase de construção; informações como telefones e endereços. Além desses dados, o diferencial do aplicativo está em oferecer acesso ao conteúdo do blog, com inúmeras dicas de uso; dicas de mudanças e reformas planejadas; e também explicar as diversas outras funcionalidades dos boxes.

Outro ponto importante também presente no aplicativo é a “geolocalização”, que permite mostrar ao usuário as unidades realmente próximas de sua localidade.

Para quem quer conhecer, o aplicativo já se encontra nas lojas Apple Store e Google Play para download. Ou baixe em http://campanhas.guardeaqui.com/app-mobile/

Tags,

2016 em dia com o FISCO: Veja as implicações dos APPs nos EUA

Desenvolvedores brasileiros de aplicativos para dispositivos móveis podem estar começando o ano sem se dar conta dos passivos fiscais criados nos Estados Unidos. O alerta, feito pela consultora tributária Carolina Cunha, da Drummond Advisors, é válido para todas as empresas e pessoas físicas com apps disponibilizados em servidores americanos.

“O que acontece é que muitas vezes os empreendedores não têm conhecimento sobre essas tributações”, explica Carolina. “Mas o IRS (Internal Revenue Service) consegue aferir a receita gerada a partir de informações fornecidas pelas plataformas de aplicativos, como por exemplo App Store e Google Play, e assim tributar essas empresas”, disse, acrescentando que o Brasil teve um aumento surpreendente de empresas de pequeno e médio porte faturando alto com a distribuição de aplicativos para outros países, mas poucas sabem que devem pagar tributos fora do país.

A especialista lembra, ainda, que não é necessário ficar caracterizado que a empresa possui uma presença física nos Estados Unidos, o que complica ainda mais o entendimento. “Não existe uma definição clara sobre o que é ter uma presença física. Porém, sabemos que o simples fato de disponibilizar aplicativos no servidor internacional já pode ser considerado. Ou seja, a empresa não precisa ter endereço fixo em território americano para ter que pagar os tributos”, esclarece.

Os impostos brasileiros também geram dúvidas: “o imposto no Brasil continua valendo. Todos os impostos referentes a exportação do serviço deverão ser pagos, mas poderão ser creditados do imposto recolhido nos EUA”, explica a consultora.

Além disso, Carolina diz que é possível fazer um planejamento de gastos com os impostos norte-americanos e se programar financeiramente para não se perder com os números. “Como os impostos federais e estaduais são apurados via lucro real, então a empresa pode fazer uma projeção da receita e das despesas e se programar com antecedência”.

“As alíquotas variam de 25% a 34% para empresas com renda tributável entre US$ 50 mil e US$ 10 milhões. Para empresas com lucro líquido acima de US$ 10 milhões, se aplica uma alíquota a partir de 35%. Além do imposto federal e estadual, nos EUA a renda pode ser tributada no nível municipal. As alíquotas estaduais e municipais podem variar (em conjunto) entre 0% e 15% e o valor pago é dedutível para fins do Imposto de Renda Federal”, explica Cunha, e completa: “É importante a análise detalhada de cada caso feita por um especialista na área de tributação norte-americana. Só assim é possível ter segurança que o empreendedor está em dia com as suas obrigações fiscais nos Estados Unidos”.

Tags, ,

Dados conduzem negócios à nova realidade – Por Rafael Aielo*

view.aspx

Já ouviu falar da cultura movida por dados, ou Data-Driven Culture? Estamos percorrendo uma transformação permanente no modo em que dirigimos nossos negócios e, principalmente, as nossas vidas. Neste exato momento, uma verdadeira enxurrada de dados, ou 2.5 quintilhões de bytes por dia, é gerada para nortear indivíduos, empresas e governos – e está dobrando a cada dois anos.

Toda vez que fazemos uma compra, uma ligação ou interagimos nas redes sociais, estamos produzindo esses dados. E com a recente conectividade em objetos, tal como relógios, carros e até geladeiras, as informações capturadas se tornam massivas e podem ser cruzadas para criar roadmaps cada vez mais elaborados, apontando e, até prevendo, o comportamento de empresas e clientes.

Imagine uma geladeira avisando que o seu pudim favorito está acabando, e que o mercado mais próximo da sua casa o está vendendo com desconto. Agora, pense que um dispositivo RFID pode identificar a sua chegada ao mercado e cruzar um perfil de compras, sugerindo outras marcas de pudim e produtos similares pelo smartphone.

Quando pensamos na análise de todos esses dados, de diversas fontes conectadas, estamos descrevendo as bases fundamentais de Big Data e da Internet das Coisas. Esse conceito deixou de ser uma projeção onírica do futuro para se transformar em uma indústria que movimentará, segundo o IDC, US$ 1,7 trilhão em 2020. Serão mais de 50 bilhões de dispositivos conectados.

Nas empresas, conceitos como o Bring-Your-Own-Device (BYOD), Big Data e Analysis of Things, estão impulsionando novas estratégias baseadas em mobilidade e aproveitamento de dados. Segundo um levantamento do Gartner, 34% das empresas brasileiras devem investir em Big Data até o final do ano. Somente com investimentos em BI e Analytics, o mercado local deverá movimentar cerca de US$ 790 milhões em 2015.

Atualmente, as informações transitam em todas as camadas das empresas e proporcionam inteligência para tomadores de decisão em diferentes áreas. De muitas formas, a tecnologia se tornou uma commodity, de fácil acesso, oferecendo inteligência a empresas cada vez menores. Apesar de o tradicionalismo das PMEs, as novas startups estão surgindo com um DNA baseado na Terceira Plataforma. Em muitos casos, elas possuem os dados como o principal ativo da empresa.

E com o avanço das tecnologias de Cloud Computing, as ferramentas de Analytics deixam de exigir investimentos altíssimos em infraestrutura física de TI, podendo ser disponibilizadas na nuvem a custos mais acessíveis. E mais, a possibilidade de fazer análises em tempo real combinou na entrega de mapas mais velozes e assertivos. Ao demorar na preparação das informações, muitas vezes o negócio se transforma e os resultados já não oferecem mais relevância preditiva. De qualquer forma, isto não significa que não estão tirando proveitos dos seus dados.

No século passado, o físico e teórico alemão, Albert Einstein, afirmou que ter informação não é o mesmo que possuir conhecimento, conceito que perdura até hoje. Atualmente, coletar e analisar dados não é garantia para oferecer inteligência efetiva ao negócio. Por isso, na cultura dirigida por dados, novos profissionais surgem com indiscutível importância. Cientistas e especialistas de dados são qualificados para processar informações e identificar oportunidades valiosas à estratégia de negócios. Do mesmo modo, as ferramentas estão evoluindo e o advento de Advanced Analytics está reforçando a importância do aproveitamento estratégico – e preditivo – das informações.

Estamos em um caminho sem volta, e cada vez mais essa nova realidade impulsionará diferentes mercados e mudanças significativas no modo em que ofertamos e personalizamos produtos e serviços. Certamente, as organizações estão absorvendo uma cultura totalmente movida por dados e contribuirão de forma crucial no desenvolvimento de uma nova era: a era da inteligência.

Tags,

Workshops da Campus Party Brasil ensinam desde como criar um robô até a montar um óculos de realidade virtual

Durante os seis dias de evento serão oferecidas mais de 30 oficinas de diferentes temas dentro das áreas de conhecimento apresentadas no evento.

As palestras não são as únicas atrações que a Campus Party Brasil 2016 oferecerá aos campuseiros. A 9º edição do evento, que ocorrerá de 26 a 31 de janeiro, em São Paulo, e possui a temática Feel The Future, contará também com workshops que permearão todas as áreas de conhecimento do evento – ciência, empreendedorismo, inovação, entretenimento e criatividade. Serão mais de 30 oficinas com muita interatividade e “mão na massa” oferecidas durante as mais de 600 horas de conteúdo durante o evento, sendo que seis delas serão especiais, pois os participantes podem adquirir kits exclusivos e levar a criação do seu projeto tecnológico para casa.

Confira abaixo a relação destes workshops e como se inscrever em cada um deles:

“Montando seu braço robótico” – (28/01 – das 10h30 às 12h45 e das 14h15 às 16h15 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – A robótica tem sido tema de destaque no ramo acadêmico, industrial e agora também está sendo inserida no ambiente doméstico. O workshop tem como objetivo ensinar conceitos desse ramo, onde conceito e prática se aliam para a confecção de um braço robótico que pode ser controlado por joystick.

Palestrantes: Glauco Aguiar, Mariana Leite e Luiz Garcia.

Serão vendidos 50 kits para a participação no workshop no valor de R$ 500,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Oficina de robótica Crafter” – (29/01 – das 10h30 às 12h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Com o kit Crafter será montado um robô capaz de seguir linhas, desviar de obstáculos e perceber objetos em um ambiente. No workshop será ensinada a montagem de sensores e atuadores com uma placa tipo Arduíno, programação de software básico para receber informações de sensores e atuar nos motores e software de Inteligência Artificial. Além disso, quem participar do workshop passará a ter desconto vitalício de 10% sobre qualquer novo produto, além de 40% de desconto na compra da versão final robô.

Palestrantes: Henrique Foresti, Diogo Santos Lacerda e Lucas Cavalcanti.

Serão vendidos 20 kits para a participação no workshop no valor de R$ 470,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Colhendo Energia e Performance” – (29/01 – das 10h30 às 12h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Nesta oficina será desenvolvido um Arduino energeticamente autossuficiente. Com o Arduino mais potente que acaba de entrar no mercado e o EH01, Chip brasileiro para gerenciamento de coleta de energia, um painel solar e uma célula de bateria Lipo o sistema será capaz de suprir sua própria energia e ainda alimentar sistemas externos como motores e sensores.

Palestrantes: Henrique Foresti, Diogo Santos Lacerda e Lucas Cavalcanti

Serão vendidos 20 kits para a participação no workshop no valor de R$ 319,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Próteses de mão feitas por impressoras 3D” – (29/1, das 14h10 às 17h45 – Espaço Workshop Ciência – Arena CPBR9) – Neste workshop será ensinado o passo a passo de como se montar as próteses. Com kit de peças impressas em ABS serão construídas as prótese educativas Raptor Reloaded. Este kit se presta somente a uso educativo, não tendo garantias nem recomendações para uso biomédico real, nem biocompatibilidade do material e nem resistência e durabilidade.

Palestrante: Profª. Dra. Maria Elizete Kunkel

Serão vendidos 30 kits para a participação no workshop no valor de R$ 100,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link.

“Como fazer seu óculos de realidade virtual Beenoculus e criar games” – (28/1, das 16h30 às 21h – Espaço Workshop Entretenimento – Arena CPBR9) – O workshop pretende mostrar como montar o equipamento brasileiro Beenoculus e desenvolver, com suporte Unity, uma demo de um game em realidade virtual. Com o crescimento deste mercado no mundo, a tendência é criar jogos para estes gadgets, sejam aparelhos como Oculus Rift até modelos baratos como o cardbox do Google. O Beenoculus é um modelo barato, mas com componentes de qualidade e funcionais com smartphones de 5 e 6 polegadas.

Palestrantes: Rawlinson Terrabuio – Desenvolvedor da Beenoculus e Tiago Ardel Moraes – Desenvolvedor do OvniStudios, responsável pelo premiado game Perônio.
Serão vendidos 60 kits para a participação no workshop no valor de R$ 119,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link e utilize a senha cpbeeof2016.

“Como desenvolver wearables” – (29/1, das 18h às 19h30 – Espaço Workshop Entretenimento – Arena CPBR9) – Esta oficina pretende ensinar ao campuseiro como fazer os melhores equipamentos eletrônicos que podem ser fixados em seu corpo.

Palestrante: Gedeane Kenshima – engenheira de Controle e Automação, técnica em Automação Industrial, ambos pelo IFSP.

Serão vendidos 60 kits para a participação no workshop no valor de R$ 220,00. Para mais informações acesso o site da Campus e para adquirir o kit acesse o link e utilize a senha B8Y02F768259H.

Para verificar todos os demais workshops disponíveis, horários, datas e mais informações acesse – http://brasil.campus-party.org/conteudos/agenda. Além desses, serão oferecidas outras oficinas durante a programação que ensinarão, por exemplo, a criar personagens para games, o que pensar e fazer quando se criar um produto vencedor, como criar jogos e aplicações para Realidade Aumentada, aprender métodos alternativos para otimizar a criação de música em games, entre outros.

Ingressos – Ainda restam poucos ingressos para a Campus Party Brasil. O valor da entrada é de R$ 290,00, no site da Campus com venda exclusiva pelo Paypal (parceiro global da Campus Party).

Serviço:
Campus Party Brasil 2016
De 26 a 31 de janeiro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana)
São Paulo- SP

Tags, ,

MercadoShops lança aplicativo para gestão de loja online

O MercadoShops – unidade de negócio do MercadoLivre que oferece soluções para quem deseja começar ou expandir uma loja virtual em seu próprio domínio – lança o seu aplicativo mobile, nas versões Android e iOS. Disponível gratuitamente para lojistas que possuem uma conta MercadoShops, a novidade permite que o lojista gerencie o seu negócio online remotamente.

Uma das principais funções é a disponibilidade de respostas pré-formuladas, que podem ser utilizadas pelo vendedor de maneira muito rápida e prática, de acordo com a pergunta do cliente. “O vendedor consegue criar essas respostas e deixá-las gravadas para uso posterior. Quem responde mais rápido tem mais chance de vender e fidelizar o cliente”, afirma Guilherme Mazzola, gerente de MercadoShops.

Além disso, de onde estiver, com um celular ou tablet em mãos e acesso à internet, o lojista pode acompanhar a entrada de novos pedidos e prestar o atendimento pós-venda. “É uma ferramenta perfeita para o micro e pequeno empreendedor, que muita vezes atua com uma equipe pequena de funcionários”, destaca Mazzola. Outras funções disponíveis no aplicativo permitem criar anotações, dão acesso ao conteúdo dos pedidos e também ao cadastro e histórico dos clientes, o que permite disparar um e-mail ou fazer contato por telefone de maneira prática. “Ter acesso ao andamento dos negócios na palma da mão dá mais flexibilidade e tempo para planejar e inovar”, completa o especialista.

Atualmente, mais de 135 mil empreendedores utilizam a tecnologia MercadoShops para vender pela internet. Além do Brasil, o aplicativo está disponível também para lojistas MercadoShops na Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela.

Tags, , , ,

Smartphone, o objeto tecnológico mais desejado em 2016

Este foi o resultado de pesquisa do IEEE – Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para benefício da humanidade, sobre as principais tendências tecnológicas que vão dominar o cenário em 2016

Enquanto o smartphone continua como objeto tecnológico mais desejado, a maioria dos brasileiros ainda sonha possuir carros elétricos e híbridos em 2016

Nas ruas, restaurantes, transportes coletivos, praticamente em todos os locais, uma cena domina a paisagem: alguém teclando ou falando em seu smartphone. E a força desta tecnologia se confirma em pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido do IEEE, maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para benefício da humanidade, segundo a qual o smartphone será o item tecnológico mais influente em 2016 (com 25% da amostra). Logo em seguida, com 22%, vêm os aplicativos para a saúde. Tablets e carros elétricos e híbridos empatam em terceiro lugar, com 18% das previsões.

Entre os dias 23 e 27 de novembro, a Datafolha realizou 2.074 entrevistas em amostra representativa da população brasileira acima dos 16 anos (o que equivale a 151.389.175 habitantes) em mais de 120 municípios de todas as regiões do País. E, entre os mais jovens, os smartphones alcançam 35% das citações, enquanto a amostra de pessoas mais velhas revelou maior dificuldade em apontar essas tendências, sobretudo na faixa de menor escolaridade e renda mais baixa.

Também figuram como tendências para o próximo ano: tablets (18%), notebooks (15%), drones (15%) e tecnologia para implante em humanos (15%), automação residencial (14%), aparelhos digitais de música ou aparelhos sonoros digitais (12%), impressoras 3D (12%), robôs (11%) e realidade Virtual (9%).

“Estes indicadores reforçam a crescente preocupação da população com o monitoramento da saúde e do bem estar e que enxergam as novas tecnologias como importantes aliadas por mais qualidade de vida e saúde”, destaca Raul Colcher, membro sênior do IEEE no Brasil.
Supérfluos

A pesquisa também quis saber quais os itens que serão mais supérfluos em 2016 – lista liderada pelas câmeras digitais com 17% das opiniões (e 30% entre os mais escolarizados), já que hoje sua função pode ser exercida pelo smartphone. Em segundo lugar vêm os aparelhos digitais de música ou aparelhos digitais sonoros (com 12%), igualmente “vítimas” da proliferação dos smartphones, que também cumprem essas funções. Em terceiro lugar, bem abaixo, empatam três itens, com 8%: robôs, notebooks e tablets.

Sonho

E quais os itens que a população brasileira sonha possuir em 2016? Segundo o Datafolha, venceram os carros elétricos e híbridos, com 16% das respostas, sobretudo entre homens e com maior escolaridade. Logo em seguida vêm os aplicativos para saúde, com 15%, e os smartphones mais avançados, com 14%.

Segundo o Datafolha, a escolha desses itens é coerente com a atual realidade das pessoas, que cada vez mais buscam alternativas sustentáveis e econômicas para suas rotinas e se preocupam com seu bem-estar.

As faixas etárias também tiveram grande peso nas respostas: entre os mais jovens, a maioria dos itens avaliados ficou acima da média geral, como a realidade virtual, que obteve 18% das preferências entre eles (o dobro do total das menções), e os robôs, que receberam 19% das indicações (contra 11% do total da amostra). Entre os mais escolarizados também são registrados índices acima da média, como os drones, que obtiveram 27% das indicações (contra 15% do total).

Para o Datafolha, a percepção da população sobre os itens tecnológicos avaliados depende do entendimento sobre cada um deles, muitos ainda pouco conhecidos. No caso dos aplicativos para a saúde, por exemplo, ainda é necessário aprofundar a interpretação dos resultados, para determinar se os entrevistados os destacaram apenas pela expectativa genérica de que ajudarão no combate às doenças ou se já conhecem especificamente suas funções.

Tags,