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SAP lança programa para médias empresas com apoio de parceiros

A SAP Brasil anunciou hoje, 31/05, o lançamento do programa Midmarket Growth Initiative na região Sul do país, com uma oferta especial e venda realizada pelos parceiros Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems. O programa está estruturado em cima da oferta RISE with SAP, anunciada no final de janeiro e que já vem sendo adotada por empresas para acelerar seus processos de transformação digital como serviço, com a adoção do SAP S/4HANA Cloud e também pacotes que incluem soluções como o SAP Ariba, SAP SuccessFactors, SAP Digital Supply Chain, entre outras.

O Midmarket Growth Initiative tem como foco empresas do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina com faturamento anual até R$ 500 milhões e traz um pacote completo com diversas boas práticas embarcadas, incluindo o ERP SAP S/4HANA, o serviço de consultoria e implementação e a infraestrutura na nuvem com hyperscalers como a Amazon Web Services, Microsoft Azure ou Google Cloud Platform, em um único contrato firmado com um dos parceiros do programa, que também serão os pontos focais para todo o ciclo de vida do projeto.

“O principal objetivo é permitir que as empresas de médio porte adotem a melhor tecnologia com previsibilidade de custos, simplicidade para implementar e agilidade na obtenção dos benefícios de modernização da gestão do backoffice, com governança e melhores práticas embarcadas”, explica Thiago Secco, diretor responsável pelo Midmarket Growth Initiative. “A parceria com Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems garante que a SAP apresente uma oferta competitiva para este segmento de empresas”, completa.

Todos os pacotes têm o mesmo contrato de licenciamento com a SAP e podem acrescentar módulos adicionais específicos para cada indústria, de acordo com a expertise de atuação dos parceiros, incluindo diversos setores, dentre eles: varejo, manufatura, bens de consumo, indústria farmacêutica, telecomunicações, agro e serviços profissionais. A oferta RISE with SAP inclui a base tecnológica do SAP Business Technology Platform (SAP BTP), que ajuda a manter o sistema central simples para tornar mais fácil a integração de soluções de parceiros e desenvolvimentos próprios.

Thiago explica que as empresas que já são clientes com atendimento direto da SAP seguirão da mesma forma, assim como empresas cujo faturamento anual ultrapasse R$ 500 milhões: “A SAP estruturou o programa Midmarket Growth Initiative para alcançar as empresas da região sul do país que ainda não são clientes, mas que têm a necessidade de adotar uma solução localizada ao Brasil, porem de classe mundial, para sustentar seus planos de modernização e acelerar seu crescimento. Estas empresas contarão com um atendimento centralizado em um de nossos parceiros da iniciativa, com um contrato incluindo o todo e com previsibilidade sobre o valor investido para um período de até 36 meses”.

Os parceiros foram escolhidos pelo comprometimento com o ecossistema SAP, pela capilaridade de atuação na região e por atender aos requisitos de compliance e de governança para assumir a responsabilidade pelos contratos.

Novo estudo realizado por Google Cloud revela desafios de tecnologia do e-commerce durante a Black Friday

As vendas por e-commerce movimentaram R$ 3,1 bilhões no Brasil durante a Black Friday do ano passado, realizada em 27 de novembro, representando um crescimento de 24,8% na comparação com 2019, segundo a consultoria Ebit/Nielsen. O aumento da demanda no e-commerce era de se esperar, diante das restrições às lojas físicas impostas pela pandemia da COVID-19, mas um novo estudo encomendado pelo Google Cloud à agência R/GA mostra os desafios de tecnologia enfrentados pelo e-commerce brasileiro em 2020 e como é possível melhorar a experiência dos consumidores na principal data de compras do segundo semestre que, em 2021, será realizada em 26 de novembro.

O estudo analisou o desempenho de 25 e-commerces (nas versões mobile e desktop) no Brasil entre 20 e 30 de novembro de 2020 — ou seja, a partir da semana anterior à Black Friday do ano passado até três dias após a data. As análises se concentraram na tecnologia e na experiência do usuário e, para fazer o estudo, a R/GA levantou informações públicas em cerca de 36 mil acessos aos 25 e-commerces. Os e-commerces analisados são representativos dos segmentos de marketplace, beleza, tecnologia, moda, supermercado e esporte.

“Este estudo mostra que os varejistas precisam mudar a percepção de que é preciso investir em tecnologia apenas para dar suporte ao pico de compras na Black Friday, já que com a pandemia da COVID-19 os sites de e-commerce ganharam papel fundamental na estratégia das empresas durante o ano todo”, explica Milena Leal, diretora de vendas para grandes empresas de Google Cloud para o Brasil. “Nesse sentido, a nuvem pode ajudar essas empresas a garantirem uma experiência de compra cada vez melhor aos consumidores.”

O estudo analisou três aspectos principais: tempo de resposta, estabilidade dos sites e usabilidade, além de apontar como a nuvem pode ajudar os varejistas a melhorar a experiência para seus clientes. Os principais resultados são detalhados abaixo:

Estabilidade
Os 25 sites de e-commerce foram monitorados no período analisado quanto à existência de falhas como erros de conexão com o servidor, timeout, erro de rede e de aplicação. No total, o estudo identificou cerca de 2,7 mil erros — em cada site analisado, foram encontrados 108 erros, em média. Um em cada quatro erros detectados foram erros de aplicação, que podem ser notados durante a navegação e que podem até mesmo interromper a jornada de compra. A ocorrência de erros foi significativamente maior em sites da categoria de moda, seguida por marketplaces e beleza.

O estudo identificou a maioria das falhas antes ou depois da Black Friday, o que indica que muitas empresas se preocupam mais com a estabilidade do site no momento de pico de compras.

Velocidade de carregamento
O estudo mediu o tempo de carregamento de cada site de comércio eletrônico, seja na versão desktop ou mobile. A velocidade de carregamento é um fator determinante para a experiência do usuário, já que quanto mais tempo o site leva para carregar, maiores as chances de o consumidor desistir da compra. Em média, os sites analisados registraram velocidade de carregamento de 2,89 segundos. A maioria das empresas avaliadas teve média superior a 2 segundos para carregar a página, mas em alguns casos a resposta demorou quase 7 segundos.

Usabilidade
Por meio de análise heurística, o estudo analisou como as empresas estão usando tecnologia ao longo da jornada de compra, como busca por informações no site, recomendações e suporte, entre outros. A pontuação média das empresas avaliadas foi de 78%, apontando que há oportunidade de melhorias. O desempenho dos sites foi superior no desktop em relação aos dispositivos móveis, apesar de o estudo também mostrar que o site móvel concentra o maior volume de compras.

A análise identificou, por exemplo, que nenhum site oferece o recurso de busca por imagem ou por voz e poucos permitem a funcionalidade de comparação de preços. Além disso, mais de um terço dos sites avaliados não oferecem serviço de atendimento por meio de chatbot, que pode ser usado para automatizar a resolução de problemas simples. Entre os sites que oferecem chatbots, apenas sete conseguiram efetivamente resolver problemas de atendimento.

Como a nuvem pode ajudar
O estudo feito pela R/GA a pedido de Google Cloud apresenta diversas oportunidades de melhoria para as empresas, desde a modernização desse tipo de plataforma com a ajuda da nuvem, até a implementação de ferramentas para tornar o atendimento aos consumidores mais próximo do realizado por um atendente humano. Entre as tecnologias de Google Cloud que podem ajudar as empresas do Varejo brasileiras e que já são amplamente utilizadas no mundo todo estão:

• Atendimento automatizado
O Dialogflow, tecnologia desenvolvida pelo Google Cloud, permite a criação de interfaces para conversações mais naturais em sites, aplicativos móveis e plataformas, por meio do uso de inteligência artificial. Empresas como KLM, Domino’s e Ticketmaster já utilizam o recurso em diferentes segmentos do Varejo.

• Busca por imagem ou voz
Ao utilizar a Vision API, um site pode habilitar a busca de produtos a partir de uma imagem. O recurso usa machine learning para comparar as fotos pesquisadas ao catálogo de produtos de uma loja. Por sua vez, o Speech-to-Text tem a capacidade de converter a fala em texto com precisão, apoiando a funcionalidade de busca por voz.

• Recomendação de produtos
O Recommendations AI utiliza inteligência artificial e machine learning para gerar recomendações de produtos altamente personalizadas em escala, ajudando o Varejo a gerar mais oportunidades de venda durante a jornada de compra dos consumidores.

Produtos financeiros lideram a preferência do brasileiro na hora de investir

Os brasileiros estão usando mais os produtos financeiros como opção de investimento. Ações, títulos privados e fundos ganharam participação no portfólio dos investidores em 2020, enquanto a caderneta de poupança perdeu espaço pela primeira vez em quatro anos, desde que a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) realiza pesquisa com a população economicamente ativa das classes A, B e C em todo o País.

O levantamento indica que os produtos financeiros foram o principal destino do dinheiro economizado pela população no ano passado, com ganho de participação nas classes A e B, e estabilidade na classe C. Dentre os brasileiros que investiram em 2020, 53% deles colocaram o dinheiro em produtos financeiros, ou 11 pontos percentuais a mais do que o levantamento anterior. Pela primeira vez, os produtos financeiros ultrapassaram a soma de todos os outros destinos dados para as economias, alcançando uma população estimada em 20 milhões de brasileiros.

A poupança continua como o investimento preferido: é utilizada por 29% dos investidores, mas com uma queda de oito pontos percentuais em relação a 2019. Ainda assim, o produto é utilizado por cerca de 30 milhões de brasileiros das classes A, B e C. Os demais produtos financeiros tiveram alta em 2020, com destaque para títulos privados, que ganharam três pontos em relação ao ano anterior, passando a serem utilizados por 5% dos investidores. Os fundos também conquistaram mais adeptos no ano passado: 5% dos investidores indicaram o produto como destino para suas economias, frente a 3% no ano anterior. Isso significa que em torno de 5 milhões de pessoas usando cada um destes produtos.

“A redução da taxa básica de juros estimulou as pessoas a diversificarem seus investimentos na busca por rentabilidade. Isso explica o crescimento nas aplicações em produtos um pouco mais arriscados, como títulos privados e fundos de investimento”, afirma Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da ANBIMA.

No ano passado, 48,3% dos brasileiros da classe A escolheram produtos financeiros como destino para suas economias, universo que aumentou 20 pontos percentuais em relação a 2019. Entre os brasileiros da classe B, o crescimento foi de 7,2 pontos, passando de 21,4% para 28,6%. Na classe C, a preferência por produtos financeiros manteve-se em 12,6%. Em 2020 cresceu o número de pessoas que usou as economias para pagar dívidas: 6% das pessoas que conseguiram economizar usaram o dinheiro para essa finalidade, frente a 4% em 2019.

Motivação

Em um cenário de juros baixos, os brasileiros que pretendem investir ou continuar investindo em 2021 apontam o retorno como a principal justificativa para a escolha dos produtos financeiros: o item fica com 38% da preferência, 10 pontos percentuais acima da segurança (28%).

Já a facilidade de movimentação, principalmente com o avanço dos serviços digitais, foi citada como motivação por 21% dos entrevistados. Quanto ao destino para o retorno financeiro, 27% afirmaram que vão manter o dinheiro aplicado para uso em emergências. Apenas 10% pensam em usar esse rendimento na velhice/aposentadoria, porcentagem também daqueles que pretendem comprar ou trocar de veículo.

Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a quarta edição da pesquisa Raio X do Investidor, realizada pela ANBIMA em parceria com Datafolha. As entrevistas aconteceram entre 17 de novembro e 17 de dezembro de 2020, com 3.408 pessoas economicamente ativas, que vivem de renda ou são aposentadas, de 16 anos ou mais, pertencentes às classes A, B e C, nas cinco regiões do País. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

E-commerce brasileiro registrou expansão de 69% no mês de abril, segundo Mastercard SpendingPulse

As vendas do comércio eletrônico brasileiro se mantiveram fortes em abril. De acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que mede as vendas no varejo online e nas lojas em todas as formas de pagamento, o e-commerce* brasileiro cresceu 69% no mês de abril, na comparação ano a ano.

O setor de eletrodomésticos foi o que mais cresceu no e-commerce brasileiro, com um aumento de 122% em relação ao mesmo período do ano passado. Por outro lado, as vendas dos setores de combustíveis, supermercados, móveis, produtos de uso pessoal e doméstico, e produtos farmacêuticos, apresentaram desempenho inferior.
Vendas do varejo nas lojas físicas

As vendas no varejo brasileiro, aumentaram 49% ano a ano – exceto os setores de automóveis, materiais de construção, restaurantes, e cama e banho. O setor de vestuário foi o que registrou a maior expansão, com 125% em comparação com abril de 2020.

Segundo Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil, esse movimento do mercado está diretamente relacionado a pandemia. “A taxa de desemprego, que ainda está em patamares elevados, somada aos desafios da Covid-19 e ao fechamento parcial de estabelecimentos impactaram as vendas no varejo. À medida que superamos o grande declínio nas vendas no varejo do ano passado, as taxas de crescimento ano a ano estão mostrando um aumento significativo: no entanto, é um efeito estatístico devido ao número de estabelecimentos que permaneceram fechados no ano passado” afirma o executivo.

Em termos de vendas totais no varejo nas regiões, o Nordeste e o Sudeste superaram o restante do país com 49,8% e 57,3%, respectivamente. As regiões Norte (43%), Sul (23,7%) e Centro Oeste (33,4%), apresentaram desempenho inferior ao crescimento das vendas nacionais.

*As vendas no comércio eletrônico são as vendas de bens e serviços em que os compradores fazem um pedido ou o preço e as condições da venda são negociados pela Internet, em um dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange) , correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Startup israelense Zipy chega ao Brasil para facilitar as compras em mercados estrangeiros

Com o objetivo de transformar as compras internacionais feitas pela internet em transações mais fáceis e seguras, a Zipy chegou no Brasil em janeiro deste ano oferecendo em seu  catálogo produtos de três gigantes do marketplace: Amazon, Aliexpress e eBay. O Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com o serviço da startup, que traz também os produtos do Allegro, e-commerce polonês em franca expansão na Europa. 

Para levar mais segurança e clareza ao processo de compra, os compradores têm a possibilidade de pagar as compras em reais (BRL) via boleto bancário e cartão de crédito nacional – condições muitas vezes indisponíveis em sites estrangeiros. O site da Zipy traz catálogos de produtos destes e-commerces e disponibiliza todas as informações em português: nome do produto, descrição, além dos valores em reais. 

Os brasileiros também podem usufruir de outras facilidades da plataforma, como rastreamento de pedidos internacionais e uma equipe de suporte local e personalizada para auxiliar os brasileiros em suas compras. O atendimento pode ser via Whatsapp e diversos canais desde o momento da compra até a entrega do produto. O site também possui uma seção de produtos abaixo de R $10 para atrair novos clientes.

Maiores compras 

A cada dia são inseridos mais de 500 mil produtos na Zipy. No Brasil, os itens mais vendidos desde o soft launch em janeiro de 2021 fazem parte da seção de tecnologia e acessórios para smartphones, como fones de ouvido wireless e smartwatches, por exemplo.

As cinco cidades brasileiras que com maior número de transações no site até agora foram São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG).

Israel, Europa e América Latina

A Zipy foi fundada em 2013 por três universitários israelenses que enfrentavam os mesmos desafios: fazer compras recorrentes online para seus pais e parentes que não se sentiam seguros ao fazer compras internacionais pela internet. Muitos não tinham cartões internacionais ou não entendiam como funcionavam ferramentas como o Paypal. Outros, tinham receio de não receber os produtos e não conseguir reaver o valor pago. A situação não era exclusiva deles, mas de grande parte da população adulta do país. Israel ainda é o principal mercado da Zipy ao redor do mundo.

A plataforma aposta na facilidade de acesso para ganhar a confiança dos consumidores. Na Zipy, é possível navegar por todos os catálogos, seções, ver detalhes de produtos e outras informações sem a necessidade de criar uma conta no marketplace. 

Além do Brasil, a Zipy opera em outros países da Europa e Oriente Médio como: Israel, Portugal, Itália, Grécia, Romênia, Itália, Polônia e Chipre. Nestes países, a média de pedidos diários ultrapassa 800.

Appgate tem novo diretor para o Brasil

Marcos Tabajara assume o cargo com o desafio de expandir vendas e ampliar a rede de parceiros

A Appgate, fornecedora global de soluções de segurança cibernética, acaba de anunciar Marcos Tabajara como novo diretor de vendas e canais para o Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de segurança da informação, o executivo assume a função com o desafio de expandir a presença da empresa no país.

Tabajara será responsável pela customização e implementação do Programa Mundial de Canais. Entre seus objetivos estão o aumento no volume de negócios da Appgate e a expansão do mercado para a criação de um ecossistema de parceiros com excelência em vendas, incluindo pré e pós-vendas. “As customizações combinadas às soluções tecnológicas reconhecidas pela indústria vão tornar a Appgate a primeira opção para parceiros e clientes no Brasil”, afirma.

Segundo o diretor, o trabalho remoto e o aumento do consumo de bens e serviços online na esteira da pandemia aceleraram a demanda pelas soluções de segurança da Appgate. “Somos a empresa líder em acesso seguro e proteção contra fraudes eletrônicas para pessoas, dispositivos e sistemas com base nos princípios de Confiança Zero (Zero Trust) e Inteligência Artificial. Tornamos o acesso seguro mais simples para usuários e para as equipes de gestão de segurança e mais difícil para os adversários”, completa Tabajara.  

O processo de consolidação da Appgate no Brasil inclui ainda a contratação de mais profissionais experientes no segmento e a participação nos eventos do setor de segurança da informação. “O objetivo é recrutar e capacitar os melhores parceiros e distribuidores do mercado para nos dar o suporte necessário para a expansão no mercado brasileiro”, finaliza o executivo. 

Ao longo de sua trajetória, Tabajara esteve à frente, como Country Manager ou Diretor de Canais, de empresas como Sophos, McAfee, SourceFire, Symantec e Internet Security Systems.

Distrito aponta Squid como uma das startups para ficar de olho em 2021

A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, foi destaque no levantamento Deals Forecasting do Distrito. O report aplica inteligência de dados para elaborar modelos preditivos que permitem a plataforma antecipar tendências no setor e determinar quais serão os futuros grandes players do mercado. Com um sistema avaliativo baseado no seu algoritmo de previsão, 100% data driven, a Squid é apontada como uma das Startups no segmento de marketing em que os investidores devem ficar de olho.

“Em seis anos, construímos uma empresa sólida e com um modelo de negócio que nos fez crescer de maneira consistente e saudável. Ficamos felizes com o reconhecimento do Distrito, pois mostra nosso amadurecimento e impacto no mercado. Estamos prontos para dar os próximos passos e consolidar o caminho do Community Marketing e apresentar novas soluções para nossos clientes”, ressalta Felipe Oliva, CEO e cofundador da Squid.

Capgemini anuncia 750 vagas em tecnologia

A Capgemini no Brasil planeja contratar 750 novos membros para sua equipe durante o ano de 2021. Dentre elas, 600 vagas são destinadas para profissionais experientes, especializados em diversas tecnologias de demanda, como nuvem e dados. Outras 150 vagas são para jovens talentos das principais instituições de tecnologia do Brasil, que buscam ingressar nessa indústria em constante evolução.

Embora o modelo de trabalho para esses novos funcionários permaneça 100% remoto por enquanto, a Capgemini adotará um modelo híbrido no futuro. A empresa conta com instalações inovadoras como os Centros de Colaboração no Brasil, que são espaços criados para se adaptar ao novo ambiente de trabalho híbrido e projetados para atividades colaborativas e reuniões de equipe, com clientes e parceiros.

“Vemos um imenso potencial no talento da região e estamos empenhados em proporcionar muitas oportunidades de aprender e crescer, para que possam progredir na carreira e alcançar o futuro que desejam na Capgemini. Apostamos fortemente na aprendizagem e desenvolvimento contínuo dos nossos colaboradores. Com parceiros líderes da indústria de conteúdo como Coursera, Plural Site (no âmbito técnico) e TED, temos uma das mais completas plataformas de treinamento e capacitação do mercado”, disse Mércia Gerbase, diretora de Gestão de Talentos da Capgemini Brasil.

Os candidatos interessados podem consultar o portal de carreiras da empresa e indicar o cargo de interesse ou enviar currículo para recrutment.br@capgemini.com.

unico anuncia aquisição da Vianuvem

A unico , IDTech brasileira de soluções de proteção de identidade digital, anuncia a aquisição da Vianuvem, startup de gestão de processos digitais para vendas de automóveis. Com a compra, a IDTech vai ampliar o portfólio de produtos, auxiliando os brasileiros a comprarem veículos sem sair de casa. Essa é a primeira aquisição feita pela unico após receber o aporte de R﹩ 580 milhões, do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, em 2020.

De acordo com Guilherme Cervieri, VP de Estratégia e Mergers and Acquisitions (M&A) da unico, a compra é a primeira de diversas que a companhia pretende realizar. “Estamos com uma estratégia robusta e atentos às oportunidades do mercado. Este é o primeiro passo de um plano de médio e longo prazo, sendo um setor de destaque e ampliação do alcance de nossos produtos”, afirma. O processo de incorporação total da companhia levará 6 meses, com 100% de integração da tecnologia e carteira de clientes.

Com a aquisição de 100% das operações da Vianuvem, a unico vai incorporar a tecnologia com a principal solução de onboarding digital, onde o consumidor envia documentos digitalmente da sua casa via plataforma com objetivo de desburocratizar os processos de compra e venda de carros.

Fundada em 2017, a Vianuvem está presente em 60% das transações de compras de carros novos do país. Desde seu lançamento no mercado vem dobrando de tamanho ano após ano. Durante a pandemia, a startup auxiliou revendedores de 2.500 concessionárias do país, somando R﹩ 20 bilhões em transações mensais. Somente no ano passado, 800 novas concessionárias aderiram ao serviço, que diminui o tempo médio de venda de um automóvel de 14 para dois dias.

“A estratégia está alinhada com o futuro desburocratizado, onde as pessoas poderão ter autonomia e poder de consumo em ambientes totalmente digitais, com segurança, transparência e privacidade.”, afirma Diego Martins, fundador e CEO da unico.

Para Fredy Evangelista, cofundador e CEO da Vianuvem, a venda representa a oportunidade de acelerar a transformação do setor e a evolução do mercado de veículos. “Essa próxima etapa vai valorizar ainda mais o que construímos até aqui. Como unico, teremos uma estrutura mais robusta para evoluir o produto, com maior escalabilidade para o negócio. Vamos seguir melhorando a solução, que tem como objetivo desburocratizar a compra de veículos, promovendo a transformação digital na vida de milhares de brasileiros”, finaliza.

Movimento de mercado: unico

Fundada em 2007, essa é a quarta empresa adquirida pela unico. Em 2009, a startup comprou a dotBR, desenvolvedora de software de gerenciamento de documentos e workflow; em 2017, foi a vez da Arkivus, de Londrina, no momento da pivotagem do negócio. Em 2020, a unico anunciou a aquisição da gaúcha Meerkat, de análise de imagens.

A unico é sediada em São Paulo e possui escritórios em Londrina e Porto Alegre. Em 2020, além dos primeiros investimentos recebidos em sua história (R﹩ 40 milhões da Igah Ventures e R﹩ 580 milhões do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund), a startup quase triplicou de tamanho e teve um salto de 180 para mais de 500 colaboradores. Recentemente anunciou duas contratações de peso, Marcelo Quintella (ex-Google) e Igor Ripoll (ex-Salesforce), como VPs de Produto e Vendas e Costumer Sucess, consecutivamente. Atualmente, está com 200 vagas em aberto para diversas áreas.

Camara-e.net promove capacitação gratuita para empreendedores digitais

Devido à crise econômica provocada pela pandemia, muitos brasileiros viram no e-commerce uma saída para garantir uma renda. Uma pesquisa realizada pela Serasa Experian comprova: sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) estão vendendo pela internet. Para quem está interessado em ingressar nesse universo e não sabe como, a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) ensina, através de um ciclo de palestras gratuito e online, nos dias 9 e 10 de junho, das 19h às 22h. Os interessados devem se inscrever pelo site https://www.ciclo-mpe.net. Os inscritos receberão o link de acesso à sala do evento por e-mail e, através da plataforma digital, poderão tirar as dúvidas e receber mentorias em tempo real.

A finalidade é ensinar os participantes a planejar, montar e compreender como funcionam todas as etapas do processo operacional e administrativo de uma loja online. Além do conteúdo, os participantes concorrerão a brindes e ainda contam com certificado de participação.

“O nosso objetivo sempre foi promover a capacitação. Em tempos difíceis e de crise, como este em que estamos vivendo, é muito importante colaborar. É uma boa oportunidade para quem está desempregado e busca novos desafios, para quem pretende aumentar a renda, para quem tem negócio e precisa se reinventar, entre outros diferentes perfis”, afirma Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da camara-e.net.

Durante o evento, os participantes aprenderão os seguintes temas: como planejar sua empresa de forma eficaz, desde a escolha do nicho de mercado; como montar sua loja virtual e encontrar o cliente ideal, de forma a usar a logística para atrair mais visitas para sua loja; como transformar visitantes em consumidores; operação eficiente: a importância das ERP’s e dos meios de pagamento na internet; e vendas e marketing digital.

O Ciclo MPE está em sua 18ª edição e conta com o patrocínio master dos Correios e do Governo Federal e patrocínio da Loja Integrada.

BTG Pactual anuncia compra da Empiricus e Vitreo

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta segunda-feira (31) a compra de 100% do Grupo Universa, conglomerado que reúne as empresas Empiricus, Vitreo, Money Times, Seu Dinheiro e Real Valor, em negócio que faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de varejo de investimentos e cujos valores envolvem pagamento de R$ 440 milhões à vista e R$ 250 milhões em units BPAC11, ambos mediante a conclusão da transação. Adicionalmente, poderá haver o pagamento de valores financeiros no período de 4 anos, a depender do atingimento de metas operacionais e financeiras.

Com o negócio, o banco avança em sua consolidação como uma das principais instituições da indústria de investimentos de varejo no Brasil. A Universa, por sua vez, ganha musculatura para ampliar sua atuação junto ao investidor pessoa física, mantendo a independência editorial e de criação de produtos.

Para o BTG Pactual, a aquisição visa atender às novas demandas do mercado de investimentos brasileiros, que tem passado por intensas transformações com o crescimento expressivo do número de investidores e o desenvolvimento de novas soluções para atender esse público.

Segundo Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital, “o negócio é resultado de um relacionamento de longo prazo e construído com base no respeito e na admiração mútua, mas somente recentemente começamos a falar sobre parcerias e outras alternativas mais concretas”.

Faz parte do acordo, para garantir a independência editorial e de lançamentos de produtos pela Empiricus e Vitreo, a manutenção das operações da Universa separadamente às do BTG Pactual. O contrato assinado, porém, prevê a exploração de sinergias operacionais e estratégicas.

“Para os clientes e funcionários da Empiricus e da Vitreo, nada muda em termos práticos. Ao contrário, agora há mais benefícios para eles, com apoio institucional, de capital e tecnologia”, explicou Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus. “Este é um grande impulso ao modelo 3.0 de investimentos. Com o suporte do BTG Pactual, poderemos fazer muito mais pelo nosso cliente e oferecer mais oportunidades de crescimento aos nossos funcionários”, completou Caio Mesquita, CEO da casa de análise, que soma hoje 425 mil clientes. Já a Vitreo, contabiliza R$ 11 bilhões sob custódia, volume que cresce num ritmo de aproximadamente 4% ao mês.

“Com o BTG Pactual, seremos capazes de fazer tudo o que sempre quisemos. Estou 100% convencido de que a combinação Empiricus e Vitreo, com apoio do BTG Pactual, oferece a melhor alternativa ao investidor pessoa física brasileiro”, reforçou Miranda. Ele, Mesquita e Rodolfo Amstalden, sócios-fundadores da Empiricus, e George Wachsmann, CIO da Vitreo, seguirão no comando da operação e passam também a integrar o quadro societário do BTG Pactual quando a operação for concluída.

A Empiricus, que já liderava os portais Seu Dinheiro e Money Times, além da startup Real Valor, era parceira comercial da Vitreo desde que a casa surgiu como gestora em 2018. Juntas, as duas empresas criaram um modelo de negócio alinhado ao cliente e que chamou atenção do mercado. De um lado a Empiricus, muito próxima do investidor, pensando as carteiras teóricas. Do outro, a Vitreo, como instituição financeira, executando essas ideias.

Microsoft forma segunda turma do programa Black Women in Tech

Nesta quarta-feira, 26, a Microsoft formou a segunda turma do Black Women in Tech, programa de capacitação com foco na formação de mulheres negras para o mercado de tecnologia. O projeto, idealizado e liderado pelos grupos de colaboradores da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft) e o BAM (Blacks at Microsoft) – visa a diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia, bem como ampliar a igualdade de gênero e racial no segmento. . 

Ao todo, 35 mulheres foram selecionadas e participaram, de janeiro a maio, de mentorias técnicas, focadas nas certificações técnicas em Fundamentos do Microsoft Azure (AZ-900) e Fundamentos do Microsoft Power Platform (PL-900), além de módulos focados em soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico. Todo o programa, incluindo apostilas e materiais de apoio, é realizado gratuitamente. Além disso, todas as formadas receberam vouchers para realizar os exames de certificações da Microsoft em AZ-900 e PL-900. 20% delas já finalizaram as provas para AZ-900. 

Adrielly Souza, de 28 anos, faz parte das formandas da segunda turma do programa e, segundo ela, a pauta é extremamente necessária nos dias atuais e sua participação na iniciativa foi decisiva neste período desafiador que estamos vivendo. “Eu, mulher preta e mãe solo, estou em busca de recolocação no mercado, mas me sentia perdida em relação às minhas oportunidades. O Black Women in Tech me possibilitou desenvolver um novo potencial em mim, voltado para tecnologia, e me conectou com uma rede não só de networking, mas também de apoio”, comenta.  

Por meio do Black Women in Tech, a Microsoft tem o objetivo de levar ensino técnico de qualidade para que mulheres pretas e pardas possam alavancar suas carreiras em tecnologia. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, membros ou aliados das iniciativas e grupos de Diversidade, que disponibilizam seu tempo voluntariamente. Após a formação, uma das ações pós mentoria é a realização de uma feira de trabalho, que durante a pandemia está sendo realizada em formato on-line, na qual a Microsoft conecta as profissionais às empresas parceiras da companhia com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho. 

Nossa iniciativa tem como objetivo capacitar, formar e ajudar essas profissionais a se conectarem ao mercado de trabalho. Neste programa, unimos pilares fundamentais para a Microsoft que são diversidade, inclusão e acesso à qualificação profissional em tecnologia” explica Alessandra Karine, vice-presidente para o setor público, educação e saúde e líder de diversidade e inclusão na Microsoft Brasil. 

O processo seletivo para a segunda turma foi feito por meio de um desafio virtual no qual cada interessada deveria finalizar um curso via Microsoft Learn, plataforma de aprendizado on-line gratuita, além do preenchimento de um questionário. O critério prévio para a seleção das candidatas foi ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos do preenchimento do questionário. Não são exigidos nenhum conhecimento ou habilidade técnica prévias.  

A primeira edição do Black Women in Tech aconteceu entre agosto e setembro de 2020 e contou com 26 mulheres formadas. A Microsoft tem como meta continuar promovendo o programa semestralmente e capacitar até 50 mulheres por turma.  

Mercado Eletrônico abre 30 vagas de emprego

O Mercado Eletrônico, líder em soluções para e-commerce B2B na América Latina, está com 30 vagas abertas, que se distribuem entre áreas relacionadas ao universo da tecnologia. Entre elas, estão tech lead, desenvolvedor .NET, analista de recursos humanos de tecnologia, líder UX, desenvolvedor front-end e desenvolvedor de automação. Para todas as posições, os colaboradores podem escolher entre o formato de trabalho full home office ou o híbrido pós-pandemia.

Entre as responsabilidades listadas para a vaga de tech lead estão a criação e o desenvolvimento de soluções escaláveis, sustentáveis e orientadas ao negócio. Esse profissional precisará facilitar e orientar as discussões de arquitetura dentro do sistema da empresa. Para a vaga de desenvolvedor.NET, o candidato precisará ter experiência em desenvolver, manter e implementar sistemas e aplicações, assim como realizar análises dos requisitos e elaboração de estrutura de dados. Já a vaga de analista de recursos humanos é focada no recrutamento dos profissionais de tecnologia e, por sua vez, é responsabilidade do profissional a experiência na condução de processos seletivos com atuação consultiva e com foco em perfis dessa área.

Para preencher a vaga de desenvolvedor front-end, responsável pela experiência do usuário dentro de um site e trabalhando diretamente com o desenvolvimento das páginas com as quais o usuário vai interagir, é desejável que o profissional tenha experiência com as últimas tecnologias e as soluções de front-end, pois terá contato direto com esses meios, além de usá-los para desenvolver novas implementações na plataforma. Já o líder UX coordenará toda iniciativa de usabilidade de produtos da companhia e de projetos de design junto aos times, contribuindo diretamente na estratégia digital da organização.

O profissional que ocupará o cargo de desenvolvedor de automação pleno, por sua vez, deverá apoiar a evolução de manutenção e criação de scripts de projetos e squads como uma das funções, além de realizar gravações, construir e manter os scripts conforme os testes definidos, propondo melhorias.

Todas as vagas disponíveis no Mercado Eletrônico podem ser preenchidas por profissionais de qualquer estado brasileiro, com exceção do analista de recursos humanos, que precisa ser necessariamente de São Paulo. Entre os benefícios disponíveis para os colaboradores estão assistência médica e odontológica, seguro de vida em grupo, vale-refeição ou alimentação, incentivo educacional, Gympass, convênio com o Sesc e auxílio-internet durante o período de home office.

No ano passado, o Mercado Eletrônico conquistou os principais prêmios de RH do país (GPTW Mulher, TI e Brasil, e Lugares Incríveis para Trabalhar) e há três anos integra o ranking das melhores empresas para trabalhar do GPTW Brasil. Para quem tiver interesse em se candidatar a alguma dessas vagas, basta enviar o currículo para o email selecao@me.com.br.

BNDES financia nova unidade do maior parque eólico do mundo no RN

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará a implantação do parque eólico Santa Martina 9, nos municípios de Riachuelo, Bento Fernandes, Caiçara do Rio do Vento e Ruy Barbosa, no Rio Grande do Norte. Com 63 MW de capacidade instalada, a unidade poderá gerar energia limpa e sustentável equivalente ao consumo de 130 mil residências.

Santa Martina 9 compõe o Complexo Eólico Rio do Vento, o maior complexo eólico do mundo. A implantação do parque gerará cerca de 350 empregos diretos e indiretos e tem como perspectiva o aumento da renda familiar da população local. A quantidade corresponde a mais de 10% do total de pessoal ocupado nos quatro municípios (3.480) em 2018, de acordo com dados do IBGE.

“O financiamento ao parque eólico Ventos de Santa Martina demonstra o compromisso do BNDES em apoiar uma matriz de energia limpa no Brasil. Serão mais 63 MW de potência, a entrar em operação em 2022”, declara o diretor de Crédito e Garantia do BNDES, Petrônio Cançado .

O financiamento, no valor de R$ 216,7 milhões, será concedido à Sociedade de Propósito Específico Ventos de Santa Artur Energias Renováveis S.A., que pertence ao grupo econômico Casa dos Ventos, no âmbito do BNDES Finem. Os recursos correspondem a 76% do valor total do investimento (R$ 284,8 milhões). A previsão é de que o parque entre em operação até dezembro de 2021. O primeiro aerogerador entrou na fase de testes em maio.

“O apoio do BNDES ao projeto ilustra bem a estratégia do Banco para o setor elétrico, combinando o investimento em fontes renováveis com o desenvolvimento do mercado livre de energia, que é o ambiente onde consumidores comprometidos com metas ASG, geradores de energia renovável competitivos e investidores em busca de ativos sustentáveis podem se encontrar, catalisando um ciclo virtuoso de desenvolvimento de energias limpas no Brasil”, explica a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.

O diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, também lembra que a construção do complexo Rio do Vento já traz transformações positivas visíveis para a realidade local.  “Estamos criando oportunidades que começam com a priorização de contratação de trabalhadores locais e geram um movimento com efeito multiplicador de riqueza e de capital humano. E como a taxa de ocupação do solo por aerogeradores é baixa, as famílias ainda mantêm suas atividades rurais nas terras arrendadas”, complementa.

Segundo estudos da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o índice de desenvolvimento humano de municípios que recebem projetos eólicos tem crescimento médio 20% superior em comparação aos demais.

Outro aspecto positivo do apoio do BNDES é o estímulo à geração energética de uma matriz limpa, evitando a emissão estimada de 126 mil toneladas de gás carbônico por ano na atmosfera, o equivalente ao planto de mais de 750 mil árvores. Além disso, o projeto desenvolve a cadeia de fornecedores de aerogeradores no Brasil.

 Os investimentos do BNDES em geração estão alinhados ao esforço do Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas (PNMC) para redução das emissões de gases de efeito estufa. O Plano também busca manter elevada a participação de energia renovável na matriz elétrica, preservando posição de destaque que o Brasil sempre ocupou no cenário internacional. O esforço do Banco também vai ao encontro do Plano Nacional de Energia 2030, do Governo Federal, com estratégias para expansão de energia econômica e sustentável pelos próximos dez anos.

Energia renovável – Em abril de 2020, BNDES e Engie Brasil assinaram contratos no valor de R$ 1,243 bilhão para implantação do Conjunto Eólico Campo Largo – Fase 2, nos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé. A capacidade instalada do projeto é de 361,2 MW, energia suficiente para atender 850 mil domicílios.

Em junho passado, o Banco também apoiou a construção do parque eólico Ventos de Santa Martina 14, outro dos parques que fazem parte do Complexo Eólico Rio do Vento. O crédito foi de R$ 208 milhões.

Em outubro, o BNDES aprovou o financiamento no valor de R$ 568 milhões para a implantação de seis parques eólicos, e subestação associada, localizados nos municípios de Lajes, Pedro Avelino e Pedra Preta – RN. A capacidade instalada do Complexo Eólico Jerusalém será de 180,6 MW – o suficiente para abastecer cerca de 457 mil domicílios.

Em dezembro de 2020, o Banco aprovou recursos para a construção dos parques eólicos Ventos de Santa Martina 01 e Ventos de São Januário 23, também no Rio Grande do Norte, ambos parques que também formam o Complexo Eólico Rio do Vento.

E há cerca de um mês, outros dois projetos em energia renováveis foram aprovados pelo BNDES. O Complexo Fotovoltaico Janaúba, no município de Janaúba/MG receberá financiamento de R$ 1,4 bilhão. As obras para a instalação das 14 usinas, que constituirão o maior parque solar das Américas, vão gerar 1.265 postos de trabalho. Por sua vez, os Complexos Eólicos Ventos do Piauí II e III – localizado na região da Serra do Inácio, entre os Estados do Piauí e Pernambuco – receberam apoio R$ 1,6 bilhão.  Juntos, os dez parques eólicos que compõem o Complexo terão potência instalada de mais de 400 MW.

BNDES Finem – É o programa de financiamento acima de R$ 40 milhões voltados a projetos de investimento em geral. O apoio se estende a praticamente todos os segmentos econômicos, tendo como um dos principais critérios de avaliação os benefícios sociais destas iniciativas.  

HR One: Catho realiza evento gratuito e 100% digital com conteúdo totalmente focado nos profissionais de RH

Evento acontece no dia 2 de junho e irá discutir as Tendências e Desafios do RH com Marcos Piangers, Juliana Bley, Gustavo Vitti e Érika Hamada, além de trazer uma palestra motivacional com a atriz Denise Fraga

Para celebrar o dia do profissional de RH, a Catho, uma das principais plataformas de empregabilidade do país, realizará no dia 2 de junho, das 9h às 14h, o HR One. O evento tem como objetivo destacar a importância da área de recursos humanos dentro da estratégia das empresas e discutir e a tecnologia no setor alinhado aos esforços das pessoas, apresentando tendências com um olhar de futuro em tecnologia e comportamento humano.

O evento que será dividido em três temas principais, sendo Tendências de RH, Desafios do RH e palestra Motivacional, contará com palestrantes como Marcos Piangers, Juliana Bley e a atriz Denise Fraga. Além desse time incrível, os participantes ainda poderão assistir a outros três profissionais que fazem parte da Catho e entendem tudo sobre o mercado de trabalho e seus desafios: Fernando Morette (CEO Catho), Regina Botter (COO Catho) e Patrícia Suzuki (Diretora de RH Catho).

As rápidas mudanças no mercado de trabalho e os novos desafios trazidos pela pandemia, fez com que a Catho sentisse a necessidade de realizar um evento voltado totalmente para os profissionais de recursos humanos. “Nosso foco é discutir as prioridades do RH hoje e como fazer a gestão da travessia e conexão com as adversidades do amanhã. Assim, junto com os palestrantes convidados, traremos muita informação de qualidade e conhecimento, por meio dos conteúdos de relevância” conta Regina Botter, diretora de operações da Catho.

A iniciativa será online, gratuita e contará com recursos de acessibilidade para uma experiência completa do público com deficiência. O HR One será realizado de forma híbrida, com toda estrutura de estúdio, mas transmitida ao vivo para gestores de empresas de qualquer porte.

Veja abaixo mais sobre os temas que serão abordados no evento:

• Palestra 1 – Uma espiada no futuro após a pandemia – com Marcos Piangers – Especialista em Inovação e Criatividade & Autor Best-seller;

• Palestra 2 – Gestão da Travessia – com Juliana Bley – Especialista em Andragogia & Referência em Fatores Humanos;

• Painel – Os desafios do RH do futuro, hoje! – com Patricia Suzuki, diretora de Gente e Gestão da Catho, Gustavo Vitti, Head de Pessoas e Sustentabilidade no Ifood e Érika Hamada, Diretora de Recursos Humanos na Starbucks;

• Palestra 4- Inquietudes para o novo (velho) mundo – com Denise Fraga – Atriz, Colunista e Palestrante – Uma das mais talentosas atrizes brasileiras, como palestrante, Denise Fraga associa seu carisma, sua presença de palco e seu senso de humor, à sensibilidade que já rendeu tantas crônicas e às muitas histórias que acumulou ao longo de sua carreira para refletir sobre nosso cotidiano e nossos valores.

Cisco anuncia novo líder para o Brasil

A Cisco anuncia hoje que Ricardo Mucci é o novo Country Manager da empresa no Brasil. O executivo vai liderar os negócios da Cisco e apoiar clientes, governos e parceiros no desenvolvimento de novas aplicações para transformação digital.

Mucci está na Cisco desde 2017 como diretor do Setor Público no Brasil e recentemente também do segmento de Enterprise. Focado em crescimento dos negócios e transformação digital, o executivo conduziu projetos transformacionais em várias cidades do país. No ano passado, a Cisco apoiou a continuidade de atividades essenciais em saúde, educação e judiciário, durante a pandemia, por meio da adoção de tecnologias. Mucci também tem trabalhado para a ampliação do programa de educação e empregabilidade, o Cisco Networking Academy, com parcerias com governos em todo o país.

“Como um líder focado no crescimento dos negócios e transformação digital, Mucci terá um papel importante para apoiar nossos clientes e parceiros em suas jornadas digitais enquanto os negócios caminham para o chamado modelo híbrido, destaca Laércio Albuquerque, vice-presidente da Cisco América Latina.

A Cisco está presente no Brasil desde 1994 com investimentos estratégicos no país, incluindo o programa global de aceleração digital, Cisco Brasil Digital e Inclusivo. Comprometida em construir um futuro inclusivo para todos, a Cisco também atua no país com o Cisco Networking Academy, que oferece capacitação na área de TI e negócios, formando mais de 359 mil estudantes desde sua chegada ao Brasil. Com uma cultura de diversidade e inclusão que coloca as pessoas em primeiro lugar, a companhia foi escolhida como a melhor empresa para trabalhar por importantes rankings do GPTW, como Étnico-Racial, LGBTQI+ e Primeira Infância.

“Estou muito animado e honrado com a oportunidade de liderar a Cisco do Brasil. As empresas e governos têm avançado rapidamente na transformação digital e queremos ajudar nossos clientes no desenvolvimento de novas aplicações seguras e preparadas para o futuro mundo híbrido, onde a nuvem deve estar no centro de tudo”, destaca Ricardo Mucci, novo Country Manager da Cisco do Brasil. “Tudo isso também será possível com o fortalecimento do nosso já conceituado ecossistema de Canais”, completa.

Ricardo Mucci atua no setor de tecnologia há 27 anos. Antes da Cisco, o executivo foi diretor para o setor público na Oracle e também atuou em empresas como IBM e Telefônica. Mucci é graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, possui MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós MBA na Kellogg School of Business, além de outras formações pela Fundação Getúlio Vargas com foco em Gestão de Políticas Públicas, Telecomunicações e Banking.

O uso do computador pós-pandemia: o PC volta a ser pessoal

Por Hélio Rotenberg

Há grandes chances de seu contato com a tecnologia ter se intensificado consideravelmente nos últimos meses, devido às mudanças de hábitos geradas com a pandemia de covid-19. Até pouco tempo atrás, as pessoas usavam o computador com menor frequência em casa, pois os smartphones faziam com que a utilização do PC fosse preterida no ambiente doméstico. Porém, a prática acentuada de home office e as aulas em casa alteraram essa dinâmica e impactaram o mercado de computadores.

Em 2011, auge do segmento, mais de 360 milhões de unidades foram vendidas em todo mundo. Desde então, o número reduziu consideravelmente. Chegou a 260 milhões de unidades em 2016 e se manteve nessa faixa até 2019. A queda foi ainda maior no mercado brasileiro. Entre 2011 e 2016, o número de computadores vendidos no país caiu cerca de 70%. No entanto, a recente aceleração na adoção de tecnologias traz novo significado de uso ao equipamento. O computador deixa de ser apenas conveniente para se tornar essencial na vida das pessoas. O mercado então reage e se recupera de forma consistente. As vendas aumentaram muito em 2020 e tudo indica que 2021 também será um ano de muito crescimento. A expectativa é que mais de 357 milhões de computadores sejam vendidos globalmente, voltando ao pico de 2011.

O PC, “Personal Computer”, volta a ser pessoal. Antes da pandemia, o consumidor possuía um equipamento na residência para uso compartilhado de todos os membros da família. Com as pessoas estudando e trabalhando em casa, o aparelho convergiu atividades simultâneas. Como ferramenta profissional, educacional, de comunicação e entretenimento, o computador tornou-se indispensável e individualizado em tempos de distanciamento social e funções remotas. Foi necessário, portanto, ter mais de um dispositivo em casa, em decorrência da mudança de necessidades.

Por essa razão, a procura por computadores aumentou significativamente. E tudo leva a crer que essa demanda veio para ficar, pois fica cada vez mais claro que, no cenário pós-pandêmico, prevalecerá o formato híbrido de trabalhar e estudar com necessidade de um PC conectado à internet. O trabalho não volta a ser totalmente presencial e o notebook torna-se ferramenta indispensável. Os mais jovens também já deixaram claro que requerem estrutura de qualidade nas aulas. Isso envolve o acesso a conferências com professores, realização de provas de maneira totalmente digital e maior acesso a material multimídia. Além disso, há a disseminação da telemedicina, prática em que computadores são mais oportunos para efetividade de consultas on-line, análises de dados e monitoramento de pacientes. Por tudo isto, acreditamos que o retorno do uso pessoal do computador seja um movimento secular, prolongado, em que a multifuncionalidade do equipamento para atender aos novos hábitos de consumo continue imprescindível também após a pandemia.

Acompanhando esse novo momento, a Positivo Tecnologia completou seu portfólio de produtos ao incorporar as operações da marca Compaq. Um portfólio completo para todos os gostos e bolsos com as marcas Positivo, Vaio e, agora também, a Compaq. A situação fortalece o nosso posicionamento como empresa brasileira de tecnologia justamente em um momento de aquecimento de mercado e retorno ao uso pessoal do PC. As pessoas precisam de dispositivos plenamente capazes de ajudar nas atividades do dia a dia e também de terem acesso à amplitude de possibilidades que só um computador conectado pode oferecer. Desse modo, a Positivo Tecnologia está preparada para superar os desafios de atender à crescente demanda e levar aos brasileiros dispositivos com inovação, design aprimorado e desempenho adequado a todo tipo de uso. É nossa forma de fazer jus ao propósito de tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com o uso da tecnologia, principalmente no contexto em que o computador é cada vez mais pessoal e realmente essencial na rotina de todos nós.

Hélio Rotenberg, fundador e presidente da Positivo Tecnologia

Effecti, do Grupo nuvini, abre escritório de Enterprise no inovabra habitat

A startup Effecti , especializada em tecnologia para licitantes e uma das primeiras aquisições do Grupo nuvini, anunciou a reabertura de seu escritório na cidade de São Paulo. Agora, o setor de Enterprise da empresa integra o ecossistema do i novabra habitat , ambiente de coinovação do Bradesco, em São Paulo.

Fernando Salla , CEO da Effecti, conta que o objetivo da abertura do escritório na cidade de São Paulo visa apoiar a estratégia de oferta da solução da Effecti para grandes empresas, área denominada Enterprise. No ambiente de coinovação, está o time Business Unit da startup, que conta com profissionais especializados – como Analistas, Sales Development Representative e Closer de vendas- para oferecer aos clientes um processo mais consultivo e voltado para criação de valor junto à área de vendas para o Governo.

Leandro Demarchi , que foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da unidade de vendas do Setor Público da TOTVS, foi contratado pela Effecti para ser o representante da estratégia Enterprise. “Temos um produto incrível nas mãos que certamente ajudará as grandes empresas a melhorarem seu desempenho nas licitações.” O executivo ainda explica que a escolha pelo inovabra habitat para sediar o escritório está em total sinergia com a perspectiva de crescimento e inovação da startup.

A geração de demanda é um ponto crucial para levarmos o valor da nossa solução para grandes contas, e fica mais fácil atuar em um ambiente colaborativo como aqui no inovabra habitat, contando com a participação efetiva de grandes empresas que apoiam as startups presentes. O contrato entre Effecti e uma grande empresa de telecom, por exemplo, é um case de sucesso que surgiu aqui no ambiente.

Fundado em 2018, o inovabra habitat é um ambiente de coinovação com atuação física e digital, onde grandes empresas, startups, investidores, tech partners, consultores e mentores trabalham de forma colaborativa para inovar nos negócios. O espaço conta, atualmente, com 194 startups e 74 grandes empresas residentes, além de aceleradoras, investidores e parceiros tecnológicos.

Toda a gestão do espaço físico do local é realizada pela WeWork, rede global de coworking presente em mais de 20 países. Nos últimos anos, o modelo de escritórios compartilhados se tornou bastante popular no cenário empreendedor por conta da eficiência comunicativa e operacional. Mesmo durante o isolamento social, o ambiente continuou expandindo como um importante apoio para desenvolvimento de estratégias de inovação abertas, contribuindo para acelerar as jornadas de transformação digital e cultural dos habitantes.

Com a melhora gradativa na situação global da pandemia, os espaços de coworking estão reaquecendo no mercado. A WeWork, bem como a Effecti, está seguindo todas as recomendações dos órgãos de saúde e padrões sanitários por conta da Covid-19.