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Valor médio do m² para venda no Brasil tem valorização abaixo da inflação em janeiro, aponta Índice DMI-VivaReal

Após queda em dezembro, m² para venda começa o ano com valorização de 1,0%

O VivaReal, portal de imóveis líder no Brasil, apresenta o índice DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 32 cidades brasileiras.

Em janeiro, o valor médio do m² para venda teve valorização de 1,0%, após ter sofrido queda de 1,7% em dezembro de 2015. No entanto, a valorização é abaixo do índice de inflação acumulada no período – IPCA de 1,05%.

Quando analisamos as 32 cidades contempladas, apenas 10 apresentaram valorização para venda acima da inflação. Goiânia (+5,3%) teve a maior variação do período, seguida por Londrina (+5,0%), Brasília (+3,3%), Belém (+2,2%), Fortaleza (+1,9%), Guarulhos (+1,8%), Rio de Janeiro (+1,6%), Manaus (1,5%), Porto Alegre (+1,3%) e Belo Horizonte (+1,3%). Entre as cidades com maiores desvalorizações temos Florianópolis (-1,4%), Ribeirão Preto (-0,6%), Joinville (-0,5%), Vila Velha (-0,4%), Vitória (-0,4%), Osasco (-0,3%), Niterói (-0,2%) e São Caetano do Sul (-0,1%).

O valor médio anunciado do m² para venda no Brasil foi de R$ 4.848. Brasília (R$ 8.182), Rio de Janeiro (R$ 7.349), São Paulo (R$ 6.881) e Recife (R$ 6.087) são as cidades com os m² mais caros do país.

Aluguel sofre desvalorização no primeiro mês do ano

Em janeiro, o valor médio do m² para aluguel no Brasil continuou a desvalorizar e sofreu queda de 0,4%. Em dezembro, o m² havia apresentado queda de 3,4%.

Analisando regionalmente, nove cidades apresentaram valorização acima do índice acumulado para inflação no período – IGP-M em 0,72%. Recife (+4,6%), Fortaleza (+2,7%), João Pessoa (+2,3%), Rio de Janeiro (+1,9%), São Bernardo do Campo (+1,6%), Guarulhos (+1,5%), Curitiba (+1,1%), Barueri (+1,0%) e Campinas (+0,9%) apresentaram alta real no período.

Entre os mercados estudados, Florianópolis (-3,5%), Belém (-3,3%) e Natal (-2,8%), foram as capitais com maior desvalorização no período.

O valor médio anunciado do m² para aluguel no Brasil foi de R$ 25,40. Rio de Janeiro (R$ 37,04) São Paulo (R$ 35,87), e Brasília (R$ 32,27) são as cidades com os m² mais caros do país.

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Você sabia que o sócio tem direito a se retirar e receber participação social? – Por Douglas Saporito e Lucas Garcia de Moura Gavião

O sócio tem direito a se retirar de uma sociedade comercial e, por consequência, a receber desta o pagamento do valor correspondente a sua participação no capital social. Cuida-se de direito essencial do sócio, o de se afastar da sociedade, estando garantido constitucionalmente que ninguém está obrigado a se associar ou a permanecer associado.

Nas sociedades limitadas e nas sociedades simples, quando celebradas por prazo indeterminado, o sócio tem o direito de se retirar a qualquer tempo, motivada ou imotivadamente. Neste caso, basta ao sócio comunicar aos demais que pretende se desligar dos quadros sociais, não sendo lícito aos demais sócios se oporem a esta vontade manifestada pelo sócio retirante.

O direito em questão não é tão amplo nas sociedades anônimas, mas a Lei das S/A apresenta um conjunto de situações que autoriza o acionista a se retirar, quando dissentir de determinadas deliberações, aprovadas por maioria: mudança do objeto da companhia; redução do dividendo mínimo obrigatório; fusão, incorporação ou cisão da companhia; participação em grupo de sociedades; e outras. Em sociedades anônimas fechadas e familiares, a jurisprudência dos Tribunais tem ampliado as hipóteses que permitem a retirada, como na ausência de distribuição de lucros, mas, também, em situações de desentendimento entre os acionistas, à semelhança das sociedades de cunho pessoal, como as limitadas.

Se houver resistência dos demais sócios ao exercício da retirada ou, ainda, e o que é mais comum, à apuração e ao pagamento de haveres do sócio que se retira, tem este a possibilidade de pleitear ao Poder Judiciário a dissolução parcial da sociedade e a apuração do valor que lhe é devido. O novo Código de Processo Civil, em vigor a partir de março de 2016, disciplina a ação de dissolução parcial de sociedade, que é cabível seja qual for a hipótese de desligamento do sócio dos quadros sociais, incluindo, ainda, a exclusão e o falecimento.

A etapa de apuração dos haveres depende de balizamentos, principalmente a fixação, pelo juiz, do critério da avaliação da participação do sócio que se retira. Décadas de jurisprudência conduziram ao entendimento de que os haveres devem corresponder ao valor patrimonial real da participação do sócio que se afasta, que leve em conta o patrimônio material da sociedade e, também, os bens intangíveis, como, por exemplo, decorrentes da propriedade industrial.

Cada vez mais tem prevalecido no Poder Judiciário o entendimento de que o devido ao sócio retirante é obtido através de uma avaliação econômica da empresa, que apure o seu valor real de mercado. A jurisprudência tem indicado que o melhor método para essa avaliação é o do fluxo de caixa descontado, o que é acompanhado por juristas e contabilistas que se debruçaram sobre o assunto. Há recente precedente do Superior Tribunal de Justiça, que decidiu que o fluxo de caixa descontado é o melhor método para encontrar o valor devido ao sócio retirante.

O fluxo de caixa descontado consiste em atualizar todos os benefícios econômicos futuros esperados pela companhia para o valor presente, e esta atualização decorre da aplicação de certa taxa de desconto, o que equivale ao custo de oportunidade. O custo de oportunidade, em um entendimento prático e simplório, significa aquilo que você poderá renunciar, esperando um melhor retorno em uma outra alternativa de investimento. Neste sentido, o método tem por objetivo saber: i) o montante que companhia consegue gerar de caixa futuro através de seus ativos, e ii) o quanto que este montante vale na data estipulada para a retirada do sócio.

A razão pela preferência do método fluxo de caixa descontado em relação ao uso de balanços patrimoniais (que historicamente são utilizados para definir o valor das empresas) é simples: as demonstrações contábeis, por si só, não conseguem demonstrar o verdadeiro valor de mercado da companhia, pois estão, diretamente vinculados a apresentação contábil histórica, ou seja, apresentam os seus ativos e passivos avaliados monetariamente e atualizados até a data de apresentação do balanço patrimonial, e por consequência demonstram uma valoração “estática”.

Desta forma, não é adequado atribuir o valor de uma companhia a uma posição estática de seus ativos, e sim à capacidade que estes ativos possuem em gerar dinheiro no futuro, e neste aspecto, o fluxo de caixa descontado oferece subsídios mais consistentes para determinar o valor de mercado para estes ativos.

Vale salientar que o fluxo de caixa descontado não é o único método de avaliação e pode até não ser o mais recomendado em certo caso. Todavia, os juízes devem afastar critérios de avaliação que não cheguem ao valor real da participação do sócio que se afasta, mesmo quando previstos no contrato social. Aqui, evita-se o enriquecimento sem causa dos sócios que ficam.

Como se vê, o sócio não está preso à sociedade e tem o direito essencial de se afastar, em sociedades limitadas, sociedades simples e mesmo em sociedades anônimas, neste caso em determinadas circunstâncias. Há alternativas legais para o sócio que deseja se retirar quando há resistência ao exercício do direito ou ao pagamento do valor correto e devido por sua participação.

Lucas Garcia de Moura Gavião é advogado sócio de Lilla, Huck, Otranto, Camargo Advogados.

Douglas Saporito é diretor associado da FTI Consulting

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SAP Forum Brasil está com inscrições abertas

O SAP Forum já está com as inscrições abertas. Os interessados podem garantir sua participação pela internet, acessando o link www.sapforum.com.br. O evento traz as últimas tendências e soluções para executivos das mais diversas áreas de negócios, além de conteúdo de vanguarda da SAP e de convidados especiais, tais como Delfim Netto, economista e professor; José Davi Furlan, cofundador do movimento Business Transformation Brazil; Monja Coen, missionária da tradição Soto Shu; e Rosana Hermann, jornalista, roteirista e apresentadora de TV.

Com temas que abordam a transformação digital e as novas soluções para os negócios em um mundo cada vez mais conectado, o SAP Forum Brasil acontece nos dias 15 e 16 de março, no Transamérica Expo Center em São Paulo.

“Em tempos de economia em ritmo acelerado de inovação, com máquinas e pessoas cada vez mais conectadas, há inúmeras oportunidades para que os líderes redefinam suas organizações e suas indústrias, através de negócios digitais, para permanecerem na vanguarda de suas áreas de atuação”, enfatiza o diretor de Marketing da SAP Brasil, Ricardo Kazuo. “ O SAP Forum Brasil traz as mais avançadas soluções e as mais recentes tendências para todos os segmentos do mercado”, afirma o executivo.

A programação do evento terá mais de 500 sessões divididas em três grandes categorias: Tecnologia, Linhas de Negócios (Recursos Humanos, Finanças, Cadeia de Suprimentos e Marketing e Vendas); Mercado (Varejo, Bens de Consumo, Setor Público e Serviços Financeiros, entre outros).

SAP Forum Brasil

Data: 15 e 16 de março de 2016
Hora: das 9h30 às 20h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.
Para se inscrever e mais informações, acesse www.sapforum.com.br.

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Gartner: serviços mundiais de Nuvem Pública devem atingir US$ 204 bilhões em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública deve atingir US$ 204 bilhões em 2016, um crescimento de 16,5% em relação a 2015, quando registrou US$ 175 bilhões. O maior crescimento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em Nuvem (Infraestrutura como um Serviço (IaaS), que deve crescer 38,4% em 2016. A propaganda em Nuvem, o maior segmento do mercado mundial de serviços, deve registrar um crescimento de 13,6%, alcançando US$ 90,3 bilhões.

“Os serviços de Nuvem Pública continuam apresentando elevadas taxas de crescimento em todos os mercados e o Gartner espera que isso continue até 2017. Este forte crescimento continua se refletindo na mudança do legado dos serviços de TI para serviços baseados em Nuvem, devido à tendência de crescimento de empresas que buscam uma estratégia digital de negócios”, afirma Sid Nag, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento de IaaS continuará com crescimento acelerado em 2016, prevendo alcançar US$ 22,4 bilhões de dólares. “O IaaS continuará sendo um segmento de forte crescimento enquanto as empresas deixarem os centros de dados pagos e migrarem suas necessidades de infraestrutura para a Nuvem pública. Alguns líderes de mercado têm obtido vantagens significativas neste segmento, então fornecedores devem criar mecanismos de diferenciação para terem sucesso”, diz o analista do Gartner.

Os Serviços de aplicativos em Nuvem (SaaS) devem registrar um crescimento de 20,3% em 2016, alcançando US$ 37,7 bilhões. Como fornecedores de software mudaram seus modelos de negócio de software locais licenciados para ofertas baseadas em Nuvem pública, esta tendência continuará. Além disso, a entrada de alguns dos maiores fornecedores de software para a Nuvem Pública em 2015 impulsionará o crescimento do mercado SaaS.

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Startup marQ Systems recebe aporte de R$ 1 milhão de investidor anjo

O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões. A startup voltada ao mercado de wearable devices possui planos de internacionalização dos produtos em 2016

Com o início das operações ocorrido em fevereiro de 2015, a marQ Systems, startup especializada no desenvolvimento de tecnologias vestíveis de monitoramento para animais de estimação, crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais recebeu aporte inicial de R$ 1 milhão, realizado por um investidor anjo ligado ao setor de telecomunicações. O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões em 2016.

A quantia será utilizada para P&D, Capital de Giro e ações de marketing. Além do aporte, foram aplicados R$ 1 milhão para o desenvolvimento e fabricação da primeira solução de monitoramento da marca, o easepet, oriundo de investimentos próprios. “O aporte que recebemos consolida esta etapa da marQ coroando nossos esforços na identificação de nichos e criação de soluções que realmente façam sentido aos nossos clientes e que possam trazer retorno no cenário atual. Nossa primeira linha, por exemplo, é direcionada a um mercado que atravessa os anos de crise sem ser abalado: o de animais de estimação”, afirma Luciana Schavacini, sócia fundadora da marQ Systems.

O primeiro produto a ser lançado pela startup, o easepet, é voltado para o monitoramento de cães e gatos e visa atender a um mercado de produtos para animais de estimação em constante expansão, mesmo na crise financeira. Só no ano passado, foram gastos R$ 16,7 bilhões com produtos e serviços para os bichinhos – segundo levantamento pela Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Ainda de acordo com o estudo, o segmento pet é responsável pela geração de mais de três milhões de empregos.

A escolha da linha de produtos e serviços da marQ Systems foi resultado de uma extensa pesquisa, com compras e análises de dispositivos em quatro continentes. “Após o easepet, lançaremos dois novos produtos e plataforma voltados para humanos. Em paralelo, expandiremos o easepet para outros países ainda em 2016, sempre analisando cuidadosamente as oportunidades para não perder o foco no seu principal mercado, que é o brasileiro. Temos, por exemplo, interessados em nosso know-how e produtos na América do Norte e Europa”, revela Daniel P. Rosenfeld, CEO da marQ Systems.

Fundada pelos sócios Luciana Schavacini, Tiago Albino e Daniel Rosenfeld, o diferencial da startup é oferecer inovação tecnológica por meio de gadgets vestíveis ligados à Internet das Coisas. Devido à lacuna de mercado, identificada pelos próprios sócios quando precisaram deste tipo de solução, por bons produtos que façam mais do que calcular calorias e atividade física, a marQ Systems foi criada e objetiva oferecer soluções com peso e tamanho reduzidos, aliadas a uma plataforma web e mobile intuitiva, e que também inclui funcionalidades complementares ao monitoramento.

“Pensando em easepet, o que torna a nossa solução exclusiva no mercado é ir além do rastreamento: estamos desenvolvendo parcerias dentro do mundo da medicina veterinária para que a plataforma seja também um canal de informação para os tutores dos animais, além de ser um meio de comunicação com o médico veterinário do pet”, finaliza o CEO.

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Como a ciência de dados e o gerenciamento da cadeia de abastecimento estão impulsionando a empresa preditiva

A DHL, empresa líder mundial em logística, publicou hoje o seu mais recente Documento Técnico (White Paper) destacando o potencial inexplorado dos insights orientados a dados na cadeia de abastecimento. O Documento Técnico revelou que a maioria das empresas tem uma “mina de ouro” de dados inexplorados da cadeia de abastecimento, que tem o potencial para proporcionar às organizações uma vantagem competitiva. Embora essa fartura de dados da cadeia de abastecimento já percorra o fluxo cotidiano de mercadorias em todo o mundo, o Documento Técnico revelou que apenas um pequeno grupo de empresas pioneiras estão utilizando esses dados como uma ferramenta preditiva, ou seja, uma ferramenta para prever, com precisão, tendências, oportunidades e riscos futuros.

O artigo “A empresa preditiva: Quando a ciência de dados encontra a cadeia de abastecimento” é um Documento Técnico elaborado por Lisa Harrington, presidente do lharrington group LLC, encomendado pela DHL para identificar as oportunidades existentes para as empresas anteciparem e até mesmo preverem o futuro. Ela incentiva as empresas a permanecerem à frente de seus negócios, conduzindo assim suas operações globais.

O data mining, o reconhecimento de padrões, a análise de negócios, a inteligência nos negócios e outras ferramentas estão se unindo em um campo emergente de ciência de dados na cadeia de abastecimento. Estas novas capacidades analíticas inteligentes estão transformando as cadeias de abastecimento: de operações reativas, para modelos operacionais proativos e, em última análise, preditivos. As implicações vão muito além de apenas reinventar a cadeia de abastecimento. Elas vão ajudar a mapear o modelo de empresa global da próxima geração: a empresa orientada a insights.

Lisa Harrington, presidente do grupo Harrington LLC, disse: “As antigas maneiras de fazer negócios estão mudando em decorrência da análise de dados. As empresas já não podem mais gerenciar seus negócios olhando pelo espelho retrovisor, agora elas precisam olhar adiante e utilizar os dados da cadeia de abastecimento disponíveis para prever o futuro se quiserem permanecer competitivas diante de seus concorrentes. Graças às novas tecnologias, as organizações estão começando a fazer isso de forma eficaz para se manter à frente dos negócios e assim gerenciar suas operações globais”.

“Em qualquer empresa global, a cadeia de abastecimento é uma das maiores fontes de grandes volumes de dados (big data). Ela transporta e produz informações que afetam quase todas as demais áreas do negócio. No entanto, a maioria das empresas não explora este tesouro de informações em potencial de maneira eficaz, apesar do fato de reconhecerem o valor potencial dessa prática”.

Embora as tecnologias e ferramentas de análise da cadeia de abastecimento tenham percorrido um longo caminho nos últimos anos, integrar todas elas dentro da empresa ainda está longe de ser uma tarefa fácil. As empresas costumam avançar por vários estágios de maturidade na medida em que adotam essas tecnologias. O estágio descritivo da cadeia de abastecimento utiliza sistemas de informações e análise para capturar e apresentar dados de forma a ajudar os gerentes a compreender o que está acontecendo.

Ferramentas descritivas têm sido eficazes em ajudar as empresas a reduzir custos e eliminar o desperdício em suas cadeias de abastecimento, mas as empresas líderes estão indo além da fase descritiva, em direção a uma cadeia de abastecimento mais preditiva. A cadeia de abastecimento preditiva permite que as empresas passem a sentir e moldar a demanda, simplificar as redes, melhorar a agilidade e a capacidade de resposta. Essencialmente, a cadeia de abastecimento preditiva é um alicerce essencial para transformar sua empresa em uma organização preditiva.

Gary Keatings, vice-presidente do Centro de Design de Soluções Globais de Excelência e Desenvolvimento de Produtos (Global Solutions Design Center of Excellence and Product Development) da DHL Supply Chain, disse: “Uma excelente maneira de pensar sobre as oportunidades que os dados da cadeia de abastecimento proporcionam é compará-los com a manutenção de veículos. Historicamente, os motoristas levavam seus veículos à oficina quando este apresentava algum problema. Então vieram as manutenções periódicas para identificar os problemas antes que causassem falhas. Hoje em dia, veículos inteligentes fornecem diagnósticos em tempo real.

Trabalhando em colaboração com nossos clientes, podemos ajudá-los a alcançar uma curva semelhante no contexto da cadeia de abastecimento. Através da análise de dados, podemos executar um diagnóstico que identifique tendências e restrições existentes na cadeia de abastecimento, e usar essas informações para prever futuros pontos críticos ou falhas causadas por mudanças nos padrões de demanda. Através de uma melhor previsão de demanda, vimos empresas reduzirem com sucesso de 20 a 30% do estoque, dependendo do setor, ao mesmo tempo aumentando sua taxa média de preenchimento de 3 a 7 pontos percentuais.

“Nós também garantimos que nossos clientes permaneçam à frente da concorrência tornando seus negócios à prova do futuro. O Resilience360 é uma ferramenta posicionada no centro da torre de controle de resposta ao risco da DHL, permitindo que nossos clientes avaliem os pontos críticos de suas cadeias de abastecimento, visualizem esses pontos e construam um perfil de risco para iniciar possíveis atividades de mitigação. A ferramenta também ajuda as empresas a integrar a mineração de dados – juntamente com outras iniciativas de análise descritiva e preditiva – em sua cadeia de abastecimento. A análise dos dados da cadeia de abastecimento e de vendas, com a ajuda do Resilience360, pode fundamentar os cronogramas de produção, os orçamentos de marketing, as posições de estoque e outras opera&c cedil;ões fundamentais para informar de maneira inteligente quando recuar em uma área e deslanchar em outra”.

Você pode fazer o download do Documento Técnico (White Paper) “A empresa preditiva: Quando a ciência de dados encontra a cadeia de abastecimento” no seguinte endereço eletrônico: www.dhl.com/predictive

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Intenção das famílias de contrair dívidas permanece baixa, mas não deve impedir aumento da inadimplência

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Em janeiro, a intenção das famílias de contrair dívidas ficou praticamente estável. O Índice de Intenção de Financiamento registrou alta de apenas 0,5% na comparação com dezembro do ano passado; se comparado ao mesmo mês de 2015, porém, o indicador retraiu 24,4%.

Os dados são da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Segundo a assessoria econômica da Entidade, o resultado do indicador revela que os paulistanos seguem cautelosos na tomada de créditos, e a proporção de entrevistados que não pretendem se endividar nos próximos meses atingiu 91,1%.

O índice de segurança de crédito avançou em relação a dezembro (0,8%) e passou de 76,2 para 76,7 pontos. Na comparação anual, porém, houve retração de 9,2%. Já a segurança de crédito entre os que não possuem dívidas aumentou 5,7% e atingiu 94,4 pontos em janeiro na comparação com o mês anterior, quando alcançou 89,3 pontos.

Entre o grupo dos endividados, o indicador voltou a cair e passou de 64,3 pontos em dezembro para 59,8 pontos em janeiro. Em igual período de 2015, o indicador havia registrado 69,2 pontos. Com a queda da renda e o aumento de desemprego, além da inflação alta, muitos consumidores passaram pelo chamado “efeito do 13º salário”, quando os endividados melhoraram suas condições e preferiram utilizar seus aportes para quitar dívidas. Agora, porém, a segurança de crédito entre os consumidores desse grupo voltou a cair.

Para a FecomercioSP, apesar do conservadorismo dos consumidores, a previsão é de aumento da inadimplência no início de 2016, resultado do aumento do desemprego esperado para o período. A Entidade acredita, porém, que, com a cautela dos consumidores (que estão utilizando suas economias para quitar dívidas) e dos bancos (bastante seletivos na concessão de empréstimos desde 2014), o aumento da inadimplência será gradual.

Aplicações

A poupança permanece a preferida dos entrevistados, mas a tendência é de que, enquanto os juros se mantiverem elevados, haja migração para aplicações de renda fixa. O porcentual de entrevistados cuja principal aplicação é a poupança passou de 73,1% em dezembro de 2015 para 67,4% em janeiro, enquanto no mesmo período do ano anterior era de 71,8%.

Segundo a Federação, a poupança voltou a perder um pouco de espaço para renda fixa, fato que deve se acentuar em 2016. Em janeiro, esta opção foi a preferida de 14,4% dos entrevistados em janeiro, contra 11,6% em dezembro. Em janeiro de 2015, a aplicação era a principal de 15,3% dos paulistanos.

A proporção de entrevistados cuja principal aplicação era a Previdência privada, por sua vez, saltou de 7,5% em janeiro de 2015 para 7,9% em dezembro e 9,3% em janeiro de 2016. Com o envelhecimento da população e o desequilíbrio das contas públicas, inclusive as da Previdência, seria ideal que os poupadores optassem cada vez mais por aplicações voltadas a aposentadoria, como os fundos de previdência privada.

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EY abre inscrições para Programa de Trainees

Estudantes e recém-formados podem participar do processo seletivo e concorrer a oportunidades em 12 cidades do Brasil
A EY (Ernst & Young) abriu as inscrições para seu Programa de Trainees 2016. Com vagas para as áreas de Auditoria, Consultoria, Impostos e Transações Corporativas, o programa oferece oportunidades em Belo Horizonte, Blumenau, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O programa é destinado a universitários a partir do 2º ano de graduação ou recém-formados (até dois anos) nos cursos de Administração de Empresas, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Física, Cursos de TI, Matemática e Relações Internacionais. Também é desejável que os candidatos possuam nível intermediário de conhecimento na língua inglesa.

A EY oferece aos jovens talentos um projeto de desenvolvimento de carreira, com oportunidade de vivência em um ambiente dinâmico e multicultural, que proporciona amplo aprendizado e rápido crescimento. “O plano de desenvolvimento inclui treinamentos comportamentais e técnicos, coaching com profissionais seniores, experiências práticas em projetos de clientes e outros programas de desenvolvimento educacional por meio da EY University, premiada universidade corporativa da consultoria, além de possibilitar experiências multiculturais por meio da interação com profissionais de diversos países”, afirma Elisa Carra, diretora de Recursos Humanos da EY.

O processo seletivo começa com a avaliação curricular dos candidatos. A fase seguinte consiste em uma apresentação institucional da EY e escolha da área de interesse (online). Na etapa posterior, são realizados testes online de Português, Lógica, Inglês (eliminatórios) e Contabilidade Básica (classificatório). Durante a penúltima etapa, são realizadas a dinâmica de grupo e a redação e, na última fase, a entrevista final. As contratações se concentram entre julho e setembro e o processo todo termina em outubro, quando as últimas admissões são finalizadas. As datas de contratação e de cada etapa variam de acordo com a área de atuação e localidade escolhidas.
O Programa de Trainees da EY tem duração de 10 a 15 meses e, posteriormente, os participantes são promovidos a auditores, consultores ou assessores, entrando no plano de carreira da empresa para se tornarem sócios.

O desenvolvimento dos trainees tem o apoio da EYU, a universidade corporativa da EY, considerada a melhor universidade corporativa pelo Cubic Awards, prêmio internacional promovido pela Corporate Learning Networking nos Estados Unidos.

Mais informações e inscrições pelo site: www.vagas.com.br/ey

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Easy Taxi completa 130 milhões de corridas

Novos tipos de serviços, investimentos em marketing e tecnologia, maiores opções de pagamento, e Driver Connect estão entre as principais apostas da Easy Taxi em 2016
A Easy Taxi, maior aplicativo de chamadas de táxis da América Latina, atingiu mais de 83 milhões de corridas em 2015, completando um total de 130 milhões de corridas de sucesso desde sua criação, em junho de 2011. A Easy Taxi registrou mais de 500,000 motoristas registrados na plataforma e mais de 25 milhões de downloads do aplicativo em todos os 18 mercados da América Latina, Oriente Médio e África. O mercado da Easy Taxi já alcança mais de 18 países e mais de 400 cidades. E 2016 promete ser um ano melhor ainda.

A alta foi impulsionada pelo crescimento simultâneo de motoristas e passageiros e pelo investimento em tecnologia, garantindo a satisfação dos passageiros e, consequentemente, forte referências em diversos canais. De acordo com uma pesquisa interna de passageiros feita em dezembro do ano passado, mais de 65% dos novos usuários da Easy Taxi começaram a usar o aplicativo por ouvir falar do sucesso da marca ou por recomendação de amigos e familiares.

Em dezembro de 2015, a Easy Taxi juntou suas forças com a Tappsi, o segundo aplicativo de táxi mais famoso da Colombia, concretizando a maior fusão da indústria da America Latina. Juntos, os dois aplicativos comandam 90% do mercado colombiano.

Considerando a soma de recursos de ambas as empresas e a nova onda de crescimentos a caminho, a Easy Taxi continua sua expansão em 2016. “O mercado de táxis na America Latina ainda está praticamente inexplorado, as corridas feitas por aplicativos de táxis correspondem a menos de 5% do número total do mercado”. Explica Dennis Wang, co-CEO da Easy Taxi.

Sobre o atual cenário econômico e político brasileiro, ele afirma que “A crise economia não deve ferir nossos negócios. Com apenas 10% de todas as corridas de táxi nas maiores cidades sendo reservadas pelo aplicativo, há um enorme crescimento potencial à nossa frente. “ explica Dennis.

Investimento dobrado em Tecnologia

A Easy Taxi recentemente dobrou também seu investimento em tecnologia, lançando inúmeras funções solicitadas por passageiros locais. Essas atualizações incluem comunicação com os motoristas, estimativas da tarifa de táxi e diversas melhorias na tecnologia de pagamento eletrônico, incluindo pagamentos seguros com PIN, pagamentos offlines, e integrações adicionais de opções de pagamento em vários mercados. A Easy Taxi é bem flexível com pagamento, aceitando dinheiro, cartão de créditovia aplicativo e corridas corporativas, sendo essa uma vantagem significativa contra muitos outros aplicativos de táxis que operam na região.

Avaliação dos Usuários para melhoria dos serviços

Para 2016, a Easy Taxi aposta em expansão de novos serviços, marketing, e maior inovação de produtos. A legislação favorável do segmento de táxis executivos incentivará o crescimento nas maiores capitais da América Latina, como São Paulo, México, Bogotá e Lima. Simultaneamente, a Easy Taxi continuará melhorando a qualidade em seu atual serviço de táxi através do seu novo sistema de avaliação de motoristas, o qual ajuda a informar, recompensar ou penalizar o motorista, em resposta do feedback do passageiro.

E para acabar com o requerimento de táxis na rua, proporcionando mais comodidade segurança e facilidade, a Easy Taxi lançou recentemente a função Easy Taxi Connect, a qual permite que um táxi estacionado perto do usuário seja diretamente selecionado e pague pelo serviço utilizando o ET PAY, o pagamento feito através do próprio aplicativo. “Todos os motoristas estão registrados virtualmente nas principais capitais da América Latina, o que facilita a substituição das máquinas de cartão de crédito pelo eficiente método de pagamento pelo aplicativo”, completa Dennis.

Break-even se aproxima

Na área das finanças, a Easy Taxi aumentou a monetização do serviço, apostando na eficiência. A companhia espera atingir seu break-even ainda em 2016. Apesar de elevadas expectativas de alcançar um balanço financeiro, a Easy Taxi não sacrificará seu crescimento, o qual a empresa acredita ser a maior prioridade. Assim, pretende-se lançar melhores iniciativas de marketing e promoções para seus usuários durante todo o ano vigente.

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Drone Show Curitiba: Drones e geomática são destaques de evento que acontece em março

A MundoGEO, empresa que organiza e promove as feiras DroneShow e MundoGEO#Connect, tem o prazer de informar que a capital paranaense será a cidade sede da primeira versão local dos dois eventos. O DroneShow e o MundoGEO#Connect Curitiba serão realizados nos dias 9 e 10 de março, com seminários e cursos sobre Drones e Geotecnologias.

Os dois eventos serão realizados simultaneamente, na sede do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PR), e contarão com cursos, palestras e também espaço para uma exposição de Drones, produtos e serviços de geotecnologias. Nas versões nacionais dos eventos, realizados em São Paulo (SP) durante o mês de maio, serão três dias e mais de 20 atividades, além de uma grande feira com mais 70 marcas. Nesta versão local, em Curitiba, o evento terá oito atividades e uma exposição com 10 empresas de Drones e Geotecnologias.

Os temas abordados nas palestras, debates e cursos na área de Drones, serão: regulamentação, pilotagem, inteligência embarcada e aplicações nas áreas de engenharia, mapeamento, agricultura, florestal e meio ambiente.

Na área de Geomática, os temas serão: análise geográfica para gestão de municípios e grandes empresas, novas tendências na agrimensura e cartografia, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Dois debates com especialistas, gestores e empresários estão previstos para os dois dias do evento, com dicas e orientações de como empreender no setor de drones e sobre os desafios ao se implantar com sucesso os sistemas de análise espacial nas corporações. O evento conta com o apoio da Associação Brasileira de Multirrotores (ABM).

Segundo Emerson Granemann, fundador da MundoGEO e idealizador dos eventos DroneShow e MundoGEO#Connect, esta é uma dupla oportunidade para os profissionais de Curitiba e região se atualizarem e também uma preparação para aqueles que decidirem ir ao evento maior em São Paulo em maio. “Este evento em Curitiba é uma grande chance para mensurar o tamanho das comunidades locais de geomática e drones, e todos poderão se conhecer, trocar experiências e fomentar seus projetos e negócios”.

Veja a programação completa do evento em http://www.droneshowla.com/curitiba. Para mais informações, entre em contato pelo telefone 41 3338-7789, WhatsApp 41 9919-1357 ou pelo email atendimento@mundogeo.com.

Fonte: Drone Show

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Acessos em 4G igualam-se aos acessos em banda larga fixa

Em três anos, os acessos pelas redes de quarta geração alcançam os acessos em banda larga fixa, disponível há quase duas décadas

O número de acessos em banda larga móvel pela tecnologia 4G chegou a 25,4 milhões em todo o Brasil, igualando-se ao número de acessos em banda larga fixa, segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), relativos a dezembro de 2015. O crescimento do acesso em banda larga 4G mostra que o Brasil, assim como o mundo, fez uma opção pelo acesso móvel.

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O crescimento da cobertura de 4G também foi expressivo. De acordo com o balanço de dezembro, o 4G está em 469 municípios, que concentram mais da metade da população brasileira (55%). No período de 12 meses, o número de municípios com cobertura da banda larga móvel de quarta geração triplicou, com implantação da tecnologia em 322 novas cidades.

A banda larga móvel, considerando os acessos em 3G e 4G, fechou o ano de 2015 com 191,8 milhões de acessos, com crescimento de 14% em relação ao ano anterior. As redes de 3G já estão instaladas em 4.420 municípios, que concentram 95% da população brasileira. Na banda larga total, considerando fixa e móvel, o balanço de 2015 mostra um total de 217,2 milhões de acessos, apresentando um crescimento de 13% no ano.

A banda larga móvel vem se colocando como o principal veículo de inclusão social e digital, no mundo e especialmente entre os brasileiros. Mesmo assim, os usuários vêm sendo penalizados com alta de impostos. Desde o início deste ano, 12 Unidades da Federação aumentaram as alíquotas de ICMS sobre os serviços de telecomunicações, incluindo banda larga. Além disso, desde 1º de janeiro, o governo federal recuou na Lei do Bem, que zerava as alíquotas de PIS/Cofins dos celulares multifuncionais (smartphones), o que fez aumentar o preço dos aparelhos para os brasileiros, sobretudo os de menor renda.

O aumento de impostos e a ausência de políticas de incentivo ao uso da banda larga móvel podem fazer o país regredir na inclusão social e digital de milhões de cidadãos, comprometendo a capacidade de retomada do crescimento do Brasil.

Fonte: Telebrasil

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Zenvia patrocina pesquisa sobre Internet móvel

O Brasil é o maior mercado de Internet móvel da América Latina, o smartphone tem a preferência de 90% dos usuários de dispositivos móveis, e 58% dos entrevistados continuam utilizando planos pré-pagos. As conclusões são da pesquisa “MMA Mobile Report 2015”, patrocinada pela Zenvia, líder brasileira em serviços de mobilidade, e desenvolvida pela Millward Brown em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA).

“Os resultados apresentam importantes insights sobre a relação dos brasileiros com a Internet e os dispositivos móveis. São dados relevantes que norteiam estrategicamente a nossa atuação. A Zenvia busca acompanhar o perfil dos usuários de smartphones para atuar cada vez alinhada com as necessidades e expectativas do mercado mobile”, afirma Jéssica Oliveira, Gerente de marketing da Zenvia.

O objetivo do levantamento foi compreender o perfil, o comportamento e as preferências dos usuários de Internet móvel no Brasil. Além disso, o estudo também identificou oportunidades de negócios para o mercado de dispositivos móveis e mobile marketing. Participaram do estudo 1,2 mil pessoas com acesso à Internet, com idades entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C, em nove cidades brasileiras. Os entrevistados foram divididos em quatro categorias: millenials (de 14 a 24 anos), gen Y (de 25 a 34 anos), gen X (de 35 a 44 anos) e boomers (de 45 a 55 anos).

Entre os usuários de dispositivos móveis, o smartphone é o aparelho mais comum (90%). O sistema operacional mais usado é o Android (78%) e o fabricante mais popular é a Samsung (34%). O estudo revela que mais da metade dos usuários têm plano pré-pago (58%), gastam de R$ 10,00 a R$ 70 com créditos mensalmente, e 60% possuem planos de dados.

De acordo com a pesquisa, 93% dos entrevistados passam mais tempo conectados em suas residências, onde a conexão é melhor. No entanto, mais da metade das conexões (58%) já é feita pelo plano de dados. A categoria millenials é a mais conectada, fica em média quatro horas e meia por dia navegando na Internet via celular e, consequentemente, ela também é a mais exposta à publicidade em dispositivos móveis (57%).

Um dos destaques da pesquisa é o relacionamento dos usuários com os seus dispositivos. Nenhuma das categorias afirma que vive sem Internet, e a rede é indispensável para todas as gerações. Os brasileiros possuem em média 20 aplicativos instalados, mas os sete principais são utilizados para conversar e socializar. A rede social mais acessada entre todos é o Facebook, com um mínimo de três a quatro acessos diários em todas as idades, e também é por ele que as marcas conseguem se relacionar mais com seus públicos na Internet.

Os mais jovens utilizam o celular para comprar roupas, calçados e acessórios, e são os principais consumidores de entretenimento (ingressos, filmes, séries e música). Já os mais experientes compram vestuário, mas também gostam de adquirir itens de tecnologia e passagens aéreas.

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