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Data Center Switch Market Hits $12B in 2015, Reports Crehan Research

Crehan Research Data Center Switch Revenue Infographic

2015 was another year of growth for the data center switch market, according to the most recent report from Crehan Research Inc. The firm reported that Ethernet, which accounts for the majority of data center switch revenues, grew 7% in 2015, and that InfiniBand revenues surged to a record year, surpassing its prior record of 2012. In contrast with Ethernet and InfiniBand, Fibre Channel switch revenues declined slightly following growth in 2014 – see accompanying figure.

“Ethernet remained by far the dominant data center switch technology during 2015,” said Seamus Crehan, president of Crehan Research. “With the recent introductions of attractively priced 25 gigabit Ethernet (GbE), 50GbE, and 100GbE switches, we expect this to continue,” he said, adding, “InfiniBand is also enjoying a strong resurgence, in conjunction with the adoption of Intel’s higher performing Grantley-based server platforms and ever-expanding high performance computing applications.”

In addition to the top-level performance of Ethernet, Fibre Channel and InfiniBand, notable results from Crehan’s data center switch report include:

– 10GBASE-T and 40GbE were the main data center Ethernet switch growth drivers in 2015, with both technologies seeing an approximate doubling of annual shipments

– Modular data center Ethernet switch shipments returned to growth after two consecutive years of decline

– 25GbE/50GbE/100GbE data center switches saw initial shipments in 4Q15, along with the server adapters to connect to these switches. These products are expected to ramp strongly in the second half of 2016

– Cisco accounted for 60% of total data center Ethernet switch revenue in 2015

– Arista’s total data center Ethernet switch revenue increased more than 40% in 2015, resulting in a two-point share gain

– Huawei’s 4Q15 data center Ethernet switch revenue more than doubled year-over-year, as data center upgrades and build-outs continued to be strong in China despite macro-economic volatility

– For full-year 2015, 16Gbps Fibre Channel became a solid majority of total Fibre Channel switch shipments, laying the foundation for the ramp of recently introduced 32Gbps Fibre Channel products

– White box and ODM-direct data center Ethernet switching accounted for 4% of total 2015 data center switch revenue

“2015 was an exciting year in the data center market, as customers demonstrated strong demand for higher-speed switches to keep pace with the relentless increase in network traffic,” Crehan said. “This was broad-based, with 40GbE, 100GbE, 16Gbps Fibre Channel, FDR (56 Gbps) InfiniBand and EDR (100 Gbps) InfiniBand all showing strong growth.”

About Crehan Research Inc.

Crehan Research Inc. produces reports with very detailed statistics and information on the data center switch and server-class adapter & LOM/controller markets. The company’s reports are supported with rich insights and context to deliver increased value.

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A difícil arte de formar preço – Por Frederico Aziz

Empreender no Brasil exige a superação de inúmeros obstáculos, que requerem altas doses de persistência e criatividade para o empresário não desistir antes mesmo de começar.

Uma das dificuldades frequentes é conhecer a fundo o negócio pretendido. Afinal, empreendedorismo não se restringe a pegar uma grande ideia e tocá-la para dentro do mercado, sem qualquer preparo. É preciso, antes de tudo, analisar, trabalhar e estudar sobre aquilo em que se pretende investir.

Tenho mercado? Estou no lugar certo? Existem concorrentes? Meus preços são competitivos? Diante dessas e tantas outras perguntas num momento tão crucial, entendo que a mais importante seja justamente a que diz respeito à formação dos preços.

Isso porque, mesmo que se tenha nas mãos algo realmente inovador e exista um grande mercado para ele, todo investimento corre o risco de naufragar se o produto ou serviço for barato demais ou, muito pelo contrário, estiver além das posses do seu público-alvo.

Você, certamente, já passou por um estabelecimento aberto há poucos dias que, de repente, fechou as portas. Isso acontece mais do que imaginamos, graças a projetos brilhantes mortos no ninho por empreendedores passionais, sobretudo na hora de formar o seu preço de venda.

Mesmo aqueles que julgam saber exatamente quanto cobrar, muitas vezes se esquecem que a venda do produto ou serviço envolve uma variável cada vez mais significativa chamada impostos.

Agora faço um desafio! Você, leitor, tem a plena segurança de prestar uma consultoria precisa de formação de preço, inclusive no que se refere ao aspecto tributário? Vou ajudar na sua reflexão. Recentemente, passamos por uma grande reforma no ICMS que vem dando o que falar. No anseio de ajustarem as contas, os Estados têm tratado deste imposto como bem entendem, passando por cima até da legalidade, haja vista decisão do STF de impedir a cobrança do ICMS entre vendas interestaduais para consumidor final (e-commerce).

Diante de todo esse imbróglio, resta ao empresário contemplar em sua planilha várias situações de custo: venda intraestadual, venda interestadual, consumidor, contribuinte etc. Para cada modalidade, uma tributação estadual diferente.

Em muitos casos, chega a ser desinteressante vender para determinada região ou pessoa (física ou jurídica), em decorrência da elevada carga tributária incidente sobre a operação.

Já em certos países isso é muito fácil, devido à transparência na apropriação do tributo. Nos EUA, por exemplo, você compra e já vem discriminado o “tax”, ou seja, o imposto cobrado na hora, sem sustos. A alíquota é praticamente fixa, com pouquíssimas exceções.

Se você não for um microempreendedor que pague uma taxa fixa por mês, a verdade é que não sabe como formar o seu preço. Desculpe, mas é a pura realidade.
Existe solução para isso? Sim, existe.

Antes de tudo, tenha um bom software de gestão. Não faltam hoje no mercado programas capazes de montar diferentes cenários de operações e apontar exatamente o seu preço de custo, “mark-up”, equilíbrio, entre outros indicadores necessários a uma boa análise.

Mas não é só isso. Todo esse processamento será correto apenas se for devidamente alimentado. Portanto, procure um bom profissional para orientá-lo. Contadores e advogados tributaristas são ideais, pois detêm as informações necessárias para tal.

“Perca” tempo com a padronização da informação, avalie os cenários e simule processos. Faça um planejamento. Se nossa cultura é a do “vai na fé!”, esqueça isso e prefira ir na certeza. Contra números não há argumentos. Deixe que uma análise sincera da sua atividade mostre aspectos que você simplesmente não conhece, ou faz questão de não ver.

Uma correta formação de preço dirá até onde ir ao negociar um desconto para aquele grande cliente. Nunca se esqueça, seu custo passa pela tributação, goste ou não você dela. Não estou dizendo para se tornar um expert tributário, até mesmo por não ser esta a sua praia. Mas procure quem possa ajudá-lo de forma concreta, segura e transparente.

Um bom empreendedor não só acredita no seu produto/serviço, mas o conhece melhor que ninguém e sabe onde pode ou não entrar. Enfim, não lida com surpresas.

Sua lucratividade passa pela formação de preço. Na verdade, ela é quem determina seu lucro. Mesmo que você ainda siga a cultura daqueles que “vão na fé”, não se esqueça de que até a vela acesa é um custo e, como tal, deve ser considerada na hora de se pagar a promessa.

(*) Frederico Aziz é contador, advogado tributarista e diretor-executivo da NTW Pampulha.

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Easy Solutions incorpora autenticação biométrica à sua solução de prevenção de fraude DetectID

A Easy Solutions, empresa da proteção total contra fraude, anunciou durante a RSA Conference, que terminou ontem (04), em São Francisco, nos Estados Unidos, a inclusão de autenticação biométrica no DetectID, sua premiada estrutura de autenticação multifator que equilibra conveniência para o usuário e um forte sistema de defesa antifraude. A nova funcionalidade atua em conjunto com o DetectID, oferecendo aos clientes uma camada adicional de segurança que é perfeitamente assimilada pelos sistemas existentes e garante que somente os usuários legítimos consigam acessar dados confidenciais e realizar transações.

“Estamos investindo constantemente em tecnologias poderosas, capazes de ajudar instituições financeiras e organizações em todo o mundo a fortalecer a proteção contra a fraude eletrônica\”, disse Ricardo Villadiego, fundador e CEO da Easy Solutions. “A verificação da identidade do usuário continua a ser um componente importante das estratégias de proteção das empresas e, por isso, temos certeza de que as tecnologias biométricas serão a próxima onda de autenticação forte, eficiente e sem atrito.”

Como parte de uma solução de proteção antifraude multicamada, a ferramenta de autenticação biométrica do DetectID oferece uma série de vantagens:

Recursos de reconhecimento facial, de voz ou de impressão digital, que podem ser adaptados para atender às necessidades de segurança específicas do negócio.

Implementação omni channel, que permite que os usuários façam o registro apenas uma vez para utilização de diversos canais e dispositivos.

Incorporação fácil aos sistemas existentes, de modo a preservar os investimentos prévios em segurança feitos pelas empresas.

Como solução baseada em servidor, está disponível para implementações locais ou na nuvem.

Kits de Desenvolvimento de Software (SDKs) para iOS e Android para integração com aplicativos.

“O componente biométrico do DetectID permite que as organizações estabeleçam identidades virtuais confiáveis com um mínimo de atrito, equilibrando conveniência e segurança. Com a incorporação dessa tecnologia à nossa solução de autenticação forte, as empresas poderão ter mais confiança nos indivíduos nos processos de criação de contas virtuais, login em aplicações, pagamentos por dispositivos móveis e muito mais”, disse Damien Hugoo, diretor de Gestão de Produtos da empresa.

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Como empreender com a Internet das Coisas

Ricardo Buranello, VP da multinacional italiana Telit, traz orientações para pequenos e médios empresários explorarem o mercado IoT a fim de criarem projetos inovadores

A Internet das Coisas (IoT) é a grande tendência tecnológica mundial. Consiste em sensoriar e conectar objetos que antes eram inanimados, garantindo a obtenção de milhares de dados e a automatização de processos. Para o VP da Telit para a América Latina, Ricardo Buranello, hoje o Brasil conta com mais de 11 milhões de dispositivos conectados apenas via rede celular.

“Não estamos falando de um futuro longínquo, mas de um cenário atual e que tende a crescer ainda mais. Prova disso são os dados publicados por analistas do setor com a previsão de termos 50 bilhões de dispositivos conectados em 2020”, diz Buranello. E como empreender neste setor em crescimento? Confira as três orientações do executivo para explorar o mercado IoT com projetos inovadores:
1. Entenda onde seu produto de fato gera valor: Um erro comum que vemos no mercado é o desenvolvimento de um produto sem uma visão clara da geração de valor do mesmo. Quando falamos em IoT, podemos ter tanto produtos que atendem a necessidade de pessoas físicas (como um dispositivo que monitora sua casa, seu carro, seu cachorro, enfim, as aplicações são infinitas) ou que atendem soluções profissionais (o que o mercado chama de industrial IoT). Independente de onde você esteja posicionando a sua empresa, tenha claro onde seu produto gera valor. É comum empresário ficarem tão empolgados com os desafios tecnológicos, que eles não conseguem visualizar de forma clara o real valor que ele está gerando para os clientes.

No final do dia, por mais empolgante que seja o produto, ele tem que gerar valor para o usuário final. Um exemplo interessante é de um cliente nosso que desenvolveu uma solução para conectar lixeiras públicas. As lixeiras passaram a avisar a empresa de limpeza quando elas estavam cheias e precisavam ser limpas. Assim, o caminhão faz uma rota inteligente, parando apenas nos locais necessários, reduzindo drasticamente a quantidade de caminhões necessários para a manutenção da limpeza pública.

2. Time-to-market é tudo: Para você ser bem sucedido você precisa ter o produto certo na hora certa. A tecnologia tem evoluído rapidamente e as empresas precisam entregar soluções em tempo hábil. Por sorte, os módulos de comunicação e microprocessadores evoluíram a ponto de encurtar sensivelmente o tempo de desenvolvimento de hardware. Na ótica da aplicação, soluções em nuvem garantem que os clientes desenvolvam seu software também de forma acelerada.

Em menos de um ano nós ajudamos dezenas de clientes no desenvolvimento de suas aplicações através da nossa plataforma de software. As empresas percebem cada vez mais que o ideal é focarem naquilo que importa ao cliente final. A plataforma que garante a interconexão de hardware, APP e ERP é extremamente complexa, mas pode ser terceirizada reduzindo o tempo de desenvolvimento e o risco.

3. Não basta ter um ótimo produto: Essa é uma parte sensível no nosso mercado. Em mais de 10 anos suportando centenas de clientes no Brasil e na América Latina, posso afirmar categoricamente, nem sempre o melhor produto é aquele que mais vende.

Não basta ter um ótimo produto e não conseguir acessar o seu cliente. É preciso que o empresário tenha uma estrutura de canais coerente para o mercado que ele queira atender.

O produto tem que ser ofertado no preço certo, no lugar certo, na hora que o cliente está inclinado a consumir.

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Entidades empresariais do Paraná se unem contra projeto de deputado que exige correspondência registrada para consumidores inadimplentes

Um Projeto de Lei no Paraná prevê a obrigatoriedade de envio de correspondência registrada a devedores que estejam inadimplentes. A proposta do deputado Luís Cláudio Romanelli causou polêmica em todo o estado e foi tema de debate em uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa. Entidades empresariais de várias cidades se uniram para combater a proposta, que aumenta o prejuízo de quem vende sem receber e ainda deve dificultar a encarecer a concessão de crédito a consumidores.

Veja mais detalhes na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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ISACA adquire CMMI Institute, líder mundial de maturidade em capacitação

A ISACA – a associação de profissionais de cibersegurança, governança e garantia de TI – anunciou hoje que adquiriu o CMMI® Institute, líder mundial no avanço das melhores práticas relativas a pessoas, processos e tecnologias. Ao unirem forças, as organizações aumentarão o nível de desempenho de toda a empresa para associados e clientes atuais e potenciais, além de obterem alcance a mercados mais diversificados.

A ISACA proporciona o desenvolvimento de conhecimentos, padrões, redes, credenciamentos e carreiras para as áreas de TI e cibersegurança. Por meio de seus serviços e orientações abrangentes, a ISACA define os papéis de profissionais de governança de sistemas de informação, segurança, risco e garantia no mundo todo. O CMMI Institute é a organização por trás da integração dos modelos de maturidade e capacitação (Capability Maturity Model Integration, CMMI), a estrutura mundialmente adotada para a melhoria de capacitação que orienta organizações em operações de alto desempenho. O CMMI Institute fornece ferramentas e suporte para que as organizações possam ter dados referenciais de suas capacidades e desenvolver maturidade por meio da comparação de suas operações com as melhores práticas e identificação das lacunas de desempenho.

“Vivemos em uma época de grande dinamismo e mudança em nosso setor, e nunca antes a tecnologia teve tanto potencial para transformar uma organização. Há aproximadamente 50 anos, a ISACA tem se comprometido a munir as profissões a que servimos com os recursos de que precisam para gerarem um impacto positivo em suas empresas”, declarou o diretor executivo da ISACA, Matt Loeb, CGEIT, CAE. “Nossa aquisição do CMMI Institute nos ajudará a ampliar o nosso foco na ajuda que proporcionamos a profissionais e suas organizações para otimizar o uso que fazem da tecnologia, aumentar o valor para partes interessadas e melhorar o desempenho empresarial”.

A ISACA e o CMMI Institute compartilham uma visão de promover avanços no desempenho organizacional que se concentra em potencializar a excelência nas funções de TI, governança de sistemas de informação, governança de gestão de dados, software e engenharia de sistemas em organizações de diversos setores de mercado.

“O CMMI Institute se adéqua perfeitamente à estrutura da ISACA, e estamos muito otimistas com esta união, que criará novas ofertas para a comunidade de associados da ISACA”, afirmou Kirk Botula, diretor executivo do CMMI Institute. “Juntos, ofereceremos um portfólio ainda mais consistente de soluções empresarias e desenvolvimento profissional à nossa base conjunta de clientes internacionais e aumentaremos o ritmo do aperfeiçoamento de capacidade e operações de alta maturidade em suas organizações”.

A quantidade de organizações que adquiriram classificação de nível de maturidade em CMMI no ano de 2015 aumentou 28% nos EUA e 17% no mundo todo. Impulsionado pela demanda de líderes empresariais internacionais por aperfeiçoar capacidades organizacionais e potencializar resultados empresariais, o CMMI Institute continua ampliando a cada ano o número de classificações de nível de maturidade em CMMI obtidas por organizações. Em 2015, mais de 1.900 organizações de alto desempenho obtiveram uma classificação de nível de maturidade em CMMI.

A ISACA atende a mais de 140 mil associados e proprietários de certificação que trabalham nas funções de governança, segurança, auditoria e garantia de sistemas de informação de vários setores de mercado. Essa aquisição ampliará o alcance da ISACA às milhares de organizações às quais o CMMI Institute concedeu uma classificação de nível de maturidade, permitindo-lhes aperfeiçoar suas capacidades organizacionais e atingir maturidade ainda mais elevada em suas operações por meio de suas funções de software, engenharia de sistemas e melhoria de processos.

“A tecnologia da informação é a espinha dorsal da economia mundial e um facilitador da inovação empresarial. A ISACA ajuda profissionais e suas organizações a obterem valor por meio dos modelos certos de tecnologia e com a remoção de fatores impeditivos, como é o caso das ciberameaças”, comentou o presidente internacional da ISACA, Christos Dimitriadis, Ph.D. CISA, CISM, CRISC. “Nossa aquisição do CMMI nos coloca em uma ótima posição para avançar em nossa missão rumo a uma abordagem mais holística, concentrando-nos ainda mais em engenharia e operações de produtos e serviços”.

A ISACA e o CMMI Institute continuarão operando de forma separada, sendo que o CMMI Institute operará como uma organização subsidiária da ISACA. Informações adicionais estão disponíveis no endereço www.isaca.org/cmmi-institute.

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Startup cria plataforma que facilita o trabalho de empreendedores de comida artesanal

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O Melga oferece uma plataforma que conecta consumidores e produtores de comida artesanal através de geolocalização e curadoria.
Com a crise financeira, empreender no ramo de alimentação se tornou uma opção cada vez mais comum para milhões de brasileiros. Pensando nisso, a startup Melga desenvolveu uma ferramenta prática que, além do marketplace para venda de produtos alimentícios de produção caseira, também auxilia o vendedor a profissionalizar seu negócio através de um suporte de marketing avançado.

Para desfrutar dos benefícios oferecidos pela ferramenta, basta ter acesso ao aplicativo do Melga, se cadastrar gratuitamente e informar a cidade que deseja atuar. O sistema possui interface amigável, além de oferecer auxílio para melhoria dos textos e imagens dos produtos. Os consumidores visualizam estes produtos e fecham as compras diretamente pelo celular.

“A ideia é tornar a vida mais fácil de quem compra e vende comida, com total praticidade, e com a vantagem que permite economia e qualidade para quem compra, pois nada se compara ao sabor da comida preparada com ingredientes frescos” – afirma Eduardo Barbosa, um dos fundadores da startup.

Não há cobrança de mensalidades

No Brasil, há milhares de produtores independentes de comida artesanal: entre bolos, doces, refeições prontas e salgados que desejam crescer, mas desconhecem maneiras de como vender mais e até para quem vender. O Melga não cobra mensalidade de quem vende, apenas uma pequena porcentagem sobre cada transação. Inicialmente,

Pesquisas revelam que a alimentação fora do lar representa 33% dos gastos com alimentos e bebidas dos brasileiros. Nesse sentido, o Melga pode se tornar um grande aliado para os consumidores que podem descobrir novos sabores nas suas proximidades com significativas diferença de preço.

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ioRedes, especializada em cabeamento estruturado, atualiza plataforma de e-commerce

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A ioRedes , empresa mineira especializada na venda de equipamentos e produtos para redes de computadores, lança sua nova plataforma de e-commerce.

Atuando há mais de 10 anos no comércio eletrônico brasileiro e já tendo atendido todos os estados do país, a pioneira no setor de cabeamento estruturado , consolida sua participação no mercado entregando um novo site aos seus clientes e parceiros. “O site foi criado com a experiência do usuário em mente, por isso foi desenvolvido com base nas mais recentes tecnologias, sendo compatível com os diferentes browsers e com uma versão exclusiva para dispositivos móveis”, comentou Gustavo Maia, Gerente Comercial do ioRedes.

Com um amplo portfólio, que vai desde patch cord , racks , até switchs e ferramentas de trabalho, a ioRedes atende empresas, consumidores residenciais, e instaladores de redes de computadores. Em um só site é possível encontrar todos os produtos para a instalação e configuração de uma nova rede local tanto em empresas quanto em residências.

É notável que o consumidor precisa e quer um site de fácil navegação, com bons produtos e preços e que passe segurança na hora da compra. Por isso, a ioRedes.com trouxe um processo de compra extremamente facilitado, com certificados de segurança SSL de última geração. Dessa forma, junto com a experiência de 10 anos de e-commerce a loja agora conta com uma plataforma de comércio eletrônico de ponta, gerando facilidade e segurança na hora da compra.

Exemplo disso é o feedback de alguns clientes: “Ficou muito bom. Uma das grandes funcionalidades que observei foi a facilidade para ir direto a compra do pedido (usabilidade). O site é responsivo, e têm detalhes de extrema importância tais como o cliente digitando o CPF, já é localizado pelo sistema para nova compra. Outro detalhe que ficou show de bola é a questão das etapas da entrega do pedido, que observei que de acordo que a transportadora atualiza o status do transporte o sistema envia e-mail para o cliente. Uma funcionalidade de extrema importância. Parabéns pelo novo site e funcionalidades apresentadas. ioRedes, fazendo a diferença!”, depoimento de Rodrigo Lopes, Diretor Geral da Diferença Soluções Tecnológicas.

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Entusiasta da economia compartilhada, Thomas Knobel desembarca no Brasil nesta semana

O empresário suiço Thomas C. Knobel, conhecido como o Robin Hood da internet, desembarca no Brasil no próximo dia 6 de março para divulgar o seu novo projeto, o aplicativo WowApp. Lançado há apenas três meses no país, o app de mensagens instantâneas desenvolvido por Knobel começou a ganhar popularidade entre os brasileiros que buscam uma alternativa eficiente para se comunicar online.
Entusiasta da sharing economy e proprietário da bem sucedida Nobel Company, empresa de telecomunicações que utiliza cartões pré-pagos com tecnologia VoIP para chamadas de longa distância, Thomas começou a empreender desde cedo e aos 7 anos de idade havia fundado sua primeira empresa.

Seu espírito empreendedor o levou a participar ao longo de sua vida do desenvolvimento de novos modelos de negócios e iniciativas inovadoras, como a que vem apresentar no evento a ser realizado no dia 09 de março em São Paulo, sobre o aplicativo de mensagens Wowapp, que tem como um dos grandes diferenciais dividir até 70% dos lucros com os usuários.

Tendo como missão fazer o bem através do poder do compartilhamento, a rede de mensagens instantaneas Wowapp pode ser utilizada para realizar chamadas telefônicas e enviar mensagens de texto para outros utilizadores do aplicativo gratuitamente. No mundo todo já são 1,2 milhão de pessoas participando da rede. O Brasil é o segundo país a ter mais usuários do WowApp, e o que mais cresce em usuários orgânicos, diariamente cerce de 5 mil novos usuários se cadastram, somando mais de 150 mil pessoas ativas até o momento.

O aplicativo permite a criação de chats particulares ou em grupo, chamadas em áudio e vídeo e até mesmo ligações para telefones fixos, celulares e números internacionais. Para quem está curioso para saber como começar a utilizar o o aplicativo, é preciso receber um convite de um usuário ou solicitar o convite no site do WowApp.

Com a disponibilização de uma moeda virtual própria, chamada Wowcoins, o app permite que o público ganhe e gaste esse dinheiro dentro da própria plataforma. Além de poder usar os ganhos para realizar mais ligações, quem utiliza a plataforma tem a opção de sacar o saldo periodicamente, que é feito em dólares, ou fazer uma boa ação, e doar o dinheiro para uma das mais de 2 mil instituições de caridade, sediadas em 110 países.

Com uma interface limpa e bastante intuitiva, o aplicativo está disponível para dispositivos móveis, iOS e Android e também pelo computador, Windows e/ou Mac. Para participar da rede é preciso receber um convite de um usuário ou solicitar o convite no site do WowApp.

Para participar da rede, baixe o app através do link: https://www.wowapp.com/w/babushka/Babushka-Digital

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FH participa do SAP FORUM BRASIL rumo à transformação digital

Com 16 anos de mercado e parceira SAP desde 2007, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, participará da 20ª edição do SAP FORUM BRASIL – o maior evento de Negócios e Tecnologia da América Latina – que ocorre nos dias 15 e 16 de março, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Como em outros anos, a companhia que é a única parceira hybris com conhecimento em ERP e C4C, com expertise tanto para o projeto como para o suporte, apresentará no estande 17 as tendências e novas soluções para o mercado, com foco na transformação digital – a palavra-chave dessa edição.
Nos dois dias de congresso, serão mais de 500 sessões de conteúdo sobre transformação digital e os consultores FH realizarão palestras com temas como: Humanização de compras na web – Como aumentar a conversão de vendas e fidelização dos clientes?, ministrado pelo Pré-Vendas, especialista nas soluções de Digital Commerce, CRM e Marketing da SAP, André Nascimento dos Reis. Será no dia 15 (terça-feira), às 14h30, no Campus Linhas de Negócio (Miniauditório 4C).

Na palestra, a FH apresentará como as empresas precisarão investir em uma plataforma omnichannel (hybris) que dê suporte a todas as demandas de compra de forma fácil e integrada ao ERP, afinal, os consumidores almejam uma experiência de compra personalizada, que possibilite a navegação por diversos canais de vendas.

Vale destacar que a companhia possui a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel, portanto, oferece aos seus clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado, capacitando-os para melhorar a experiência de seus usuários no ambiente virtual. Recentemente, conquistou o primeiro certificado PCoE de hybris da América Latina e, em 2014, foi a primeira parceira SAP da América Latina a receber a Certificação Commerce Developer hybris.

FH e o Compliance Fiscal

A FH, que também é uma das principais empresas de soluções fiscais do país, trará informações na área tributária, uma vez que, em tempos de obrigações cada vez mais complexas, as organizações buscam investir em inovação tecnológica. Nesse sentido, o GUEPARDO, primeira solução fiscal brasileira a ser certificada pela SAP, atende todas as demandas do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e as obrigações das esferas federal, estadual e municipal das empresas.

O tema será abordado na palestra GUEPARDO + TDF + Novas funcionalidades para atendimento as novas obrigações fiscais = Compliance Fiscal, que será ministrado pelo Gerente de Pré-Vendas da Solução Fiscal GUEPARDO, Calixto Herkert, também no dia 15 (terça-feira), às 16h, no Campus Linhas de Negócio (Auditório 4B).

Serviço (workshops):

Assunto: Humanização de compras na web – Como aumentar a conversão de vendas e fidelização dos clientes?

Palestrante: André Reis – Pré-Vendas da FH, especialista nas soluções de Digital Commerce, CRM e Marketing da SAP

Data/ Horário: 15 de março, às 14:30

Local: Campus Linhas de Negócio (Miniauditório 4C)

Assunto: GUEPARDO + TDF + Novas funcionalidades para atendimento as novas obrigações fiscais = Compliance Fiscal

Palestrante: Calixto Herkert – Gerente de Pré-Vendas da Solução Fiscal GUEPARDO da FH

Data/ Horário: 15 de março, às 16h

Local: Campus Linhas de Negócio (Auditório 4B)

Mais informações: O estande da FH é o 17, localizado próximo à Plenária principal na direção da porta da saída.

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Queda de 3,8% do PIB em 2015 demonstra gravidade dos desajustes da economia, avalia FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia a queda de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 como resultado dos desajustes internos dos principais fundamentos econômicos e da demora do governo em adotar as medidas necessárias. Esse é o pior desempenho registrado ao longo de 25 anos, desde 1990 (-4,3%), durante o governo Collor.

De acordo com a assessoria econômica da Entidade, os baixos investimentos e o recuo do poder de consumo dos brasileiros apontam para mais um ano de queda do PIB, o que configuraria a primeira vez de dois anos seguidos de recessão na história econômica do País.

Assim como em 2014, a queda nos indicadores de investimentos em 2015 foi grande e merece a atenção do governo e do setor privado em 2016. Apenas no quatro trimestre (contra o mesmo período de 2014), houve retração de 18,5% na Formação Bruta de Capital. No ano, a queda foi de 14,1%. Outro destaque negativo para a economia nacional foi o recuo de 4% no consumo das famílias no ano e 6,8% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

A desvalorização cambial foi o único fator que gerou efeitos positivos, por meio da balança comercial que fechou o ano com superávit de quase US$ 30 bilhões. Associado a esse fato, o único setor que cresceu em 2015 foi o agropecuário, que registrou alta de 1,8% no ano, mas também já sente dificuldades de manter esse ritmo e, no último trimestre, apresentou crescimento de apenas 0,6%. Ainda no setor produtivo, o País registrou quedas acentuadas de 6,2% no produto industrial em relação a 2014, e de 2,7% no setor de serviços – em que estão incluídos comércio, transporte e serviços financeiros.

Na avaliação da FecomercioSP, o mais preocupante é a falta de investimentos, que mesmo tendo se deteriorado muito em 2015, não dá sinais de que a economia já chegou no fundo do poço. Nada impede de que em 2016 a queda do PIB seja semelhante à vista no ano passado, ou até maior. Os dados do quarto trimestre mostram aceleração dos problemas e aprofundamento das quedas em todos os setores da economia. A tendência, segundo a Entidade, é de que o início de 2016 mostre números ainda piores. Outro fator que preocupa é a destruição da capacidade de produção, com queda de quase 20% nos investimentos no último trimestre.

Ainda de acordo com a Federação, o cenário econômico atual não deve ser revertido ainda neste ano e o dado do PIB já é uma prévia do que virá ao longo de 2016, principalmente por causa do aumento expressivo esperado para a taxa de desemprego. Entre tentativas e negociações, quem mais sofre são as famílias, que veem sua renda se reduzir entre impostos, inflação e desemprego. Neste ano, o desemprego pode também atingir dois dígitos, assim como a queda das vendas no varejo.

Presidente da ACSP e da Facesp, Alencar Burti, comenta queda oficial do PIB em 2015

ACSP), Alencar Burti, comenta a queda do PIB em 2015:

“Como já era esperado, a retração do PIB de -3,8% em 2015 foi puxada pela queda no consumo das famílias (-4%) e, também, pelo forte tombo da formação bruta de capital fixo (-14,1%). Tudo isso capitaneado pelo impasse político-institucional, que afeta inclusive os presidentes do Legislativo e do Executivo. Espera-se que haja uma rápida solução para essa dificuldade política para que comecemos, então, a enfrentar o problema econômico”, analisa Burti.

De acordo com Burti, a queda do PIB só não foi maior por causa do bom desempenho da agropecuária, que cresceu 1,8% em 2015. “E o setor de comércio, infelizmente, caiu 8,9%, bem próximo da nossa estimativa de 8%, divulgada em dezembro”, finaliza Burti.

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