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Gartner: CIOs devem entender os impactos da migração dos Data Centers para Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima os principais desafios e recomendações para os CIOs quanto à migração de plataformas de Data Center para a Nuvem. Embora a Nuvem Pública possa ser usada para a maioria das atividades virtuais, as organizações podem ter condições comerciais ou técnicas que tornam desaconselhável a migração de dados de Data Center para ambientes Cloud, com arquivos salvos na Nuvem. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016, que acontecerá nos dias 4 e 5 de abril, em São Paulo (Segunda e Terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Para o Gartner, CIOs e líderes empresariais podem cair na armadilha de acreditar que a Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública será sempre melhor e mais barata que a manutenção dos seus próprios Data Centers. Consequentemente, eles podem considerar migrar as cargas de trabalho existentes dos seus Data Centers para a IaaS em Nuvem, quando, na verdade, ganham pouco benefício ao fazer isso. Embora a IaaS em Nuvem entregue significativamente mais funcionalidade que uma estrutura interna de TI, especialmente quando combinada com uma Plataforma como um Serviço (PaaS) integrada, o investimento em soluções de alta qualidade pode não ser economicamente vantajoso para as empresas que preferem reduzir despesas de TI e que não se beneficiarão das soluções mais ricas em recursos.

O Gartner recomenda que CIOs que consideram a migração de cargas de trabalho existentes em modelos orientados para a eficiência e a segurança para a Nuvem Pública IaaS devem ser céticos quanto aos benefícios da migração para a Nuvem IaaS se o negócio for relativamente estático e com pouca necessidade de agilidade de TI. A infraestrutura e os aplicativos raramente mudam, novos aplicativos raramente são inseridos no Data Center ou o domínio existente de um modelo que funciona de forma eficiente e estável e a empresa de TI precisa se concentrar em um segundo modelo orientado para a agilidade e para outros projetos totalmente novos.

É preciso também avaliar cuidadosamente os desafios da implementação: se a empresa possui muitos usuários em localizações com conectividade de Rede de Longa Distância (Wide Area Network – WAN) fraca para provedores de Nuvem IaaS, se a empresa está em locais geográficos onde os requisitos não estão bem servidos pelos principais provedores de Nuvem IaaS, ou se um número significativo de aplicativos tem requisitos de localização que criariam complexidades de integração.

Além disso, é necessário discutir as prioridades de TI e da empresa no Conselho Administrativo, com o reconhecimento de que os projetos de migração do Data Center são disjuntivos, e que pode haver benefício limitado se não houver uma transformação significativa de TI. Além disso, outra recomendação do Gartner é colocar cargas de trabalho individuais conforme o uso em uma Nuvem Pública de IaaS, mesmo em pequena escala, quando há obrigação técnica ou é benéfico para a empresa.

Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center

Data: 4 e 5 de Abril de 2016 (Segunda e Terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

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Adoção de pagamentos eletrônicos acrescentou quase US$ 300 bi ao PIB de 70 países, aponta estudo divulgado pela Visa

A Visa Inc. divulgou hoje os resultados de um novo estudo de 2016 conduzido pela Moody’s Analytics que analisou o impacto exercido por pagamentos eletrônicos sobre o crescimento econômico de 70 países entre 2011 e 2015. Encomendado pela Visa, esse estudo descobriu que o aumento no uso de produtos de pagamento eletrônico – o que inclui cartões de crédito, débito e pré-pagos – adicionou US$ 296 bilhões ao produto interno bruto (PIB), enquanto o consumo das famílias relativo a bens e serviços apresentou uma alta média de 0,18% ao ano.

Além disso, os economistas da Moody’s estimam que o equivalente a 2,6 milhões de novos empregos foram criados em média, anualmente ao longo de cinco anos, como resultado do aumento na adoção de meios eletrônicos de pagamento. Os 70 países estudados representam quase 95% do PIB global.

“Pagamentos eletrônicos são uma importante contribuição para fatores como consumo, aumento de produção, crescimento econômico e geração de empregos”, observou Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics. “Esses países que vivenciaram um grande aumento no uso de cartões viram contribuições maiores ao crescimento geral de suas economias.”

As descobertas do estudo foram divulgadas no relatório “O impacto dos pagamentos eletrônicos no crescimento econômico” (“The Impact of Electronic Payments on Economic Growth”), que também indicou que a eletronificação dos pagamentos beneficiou governos e contribuiu para um ambiente de negócios mais aberto e estável. Além disso, os pagamentos eletrônicos ajudaram a reduzir o que se costuma chamar de mercado cinza, uma atividade econômica geralmente realizada em dinheiro em espécie e que não é registrada. Como resultado, os pagamentos eletrônicos proporcionaram um maior potencial de base tributária para os governos, gerando ao mesmo tempo benefícios adicionais com menores custos de gestão de caixa, garantia de pagamento para comerciantes e maior inclusão financeira para consumidores.

“Essas descobertas reforçam a grande quantidade de benefícios positivos que os pagamentos eletrônicos proporcionam às economias locais de todo o mundo”, afirmou Charlie W. Scharf, diretor executivo da Visa Inc. “Esta pesquisa também sugere que as políticas públicas certas podem criar um ambiente de pagamento aberto e competitivo, além de contribuir para o crescimento econômico e a geração de empregos. Na Visa, realizamos parcerias no mundo todo com governos, instituições financeiras, comerciantes e empresas de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de pagamento inovadores que irão acelerar a aceitação de ofertas eletrônicas, ampliar o comércio e levar os benefícios do pagamento por cartão a mais pessoas de todas as regiões.”

São alguns dos destaques do estudo:

Oportunidades de crescimento:

Penetração de cartões: O consumo real cresceu uma média de 2,3% de 2011 a 2015, dos quais 0,01% pode ser atribuído ao aumento na penetração de cartões. Isso significa que o uso de cartões representou cerca de 0,4% do crescimento do consumo. Como a alta no consumo é, em média, mais rápida em economias em desenvolvimento, esses países também têm mais a ganhar com o aumento no uso de cartões.

Uso de cartões: Os países com as maiores elevações no uso de cartões vivenciaram as maiores contribuições no crescimento. Por exemplo, grandes altas no PIB foram registradas na Hungria (0,25%), Emirados Árabes Unidos (0,23%), Chile (0,23), Irlanda (0,2%), Polônia (0,19%) e Austrália (0,19%). Na maioria dos países, o uso de cartões aumentou independentemente do desempenho econômico.

Contribuição para a geração de empregos:

O aumento no uso de cartões adicionou o equivalente a quase 2,6 milhões de empregos em média, anualmente entre 2011 e 2015, nos 70 países estudados. Destacadamente, os dois países com as maiores altas médias de geração de emprego foram China (427 mil empregos adicionados) e Índia (336 mil empregos adicionados), e ambos presenciaram elevados ganhos de emprego devido à combinação de rápido crescimento em produtividade de trabalho e aumento no uso de cartões.

Mercados em desenvolvimento e países desenvolvidos:

Tanto mercados em desenvolvimento como países desenvolvidos passaram por elevação de consumo graças a um maior uso de cartões. Entre 2011 e 2015, a alta no uso de cartões adicionou 0,2% ao consumo em mercados em desenvolvimento, comparado com 0,14% em países desenvolvidos. Os números correspondentes ao PIB foram 0,11% nas economias emergentes e 0,08% nos países desenvolvidos, o que sugere que todos os mercados, independentemente das taxas de penetração de cartão, podem se beneficiar da elevação do consumo devido à maior adoção de cartões.

Potencial crescimento futuro:

Em todos os 70 países envolvidos no estudo, a Moody’s descobriu que cada 1% de alta no uso de pagamentos eletrônicos seria capaz de produzir, em média, uma alta anual de aproximadamente US$ 104 bilhões no consumo de bens e serviços. Considerando que todos os fatores futuros permaneçam inalterados, isso poderia resultar em uma alta média anual de 0,04% no PIB atribuível ao uso de cartões.

O estudo destaca também que somente a expansão dos meios de pagamento eletrônico não necessariamente eleva a prosperidade de um país; isso requer o apoio de um sistema financeiro bem desenvolvido e uma economia saudável para que se produzam maiores impactos. Para estimular a eletronificação de pagamentos, o relatório recomenda em um nível macro que os países promovam políticas que reduzam a regulamentação desnecessária, criem uma infraestrutura financeira robusta e estimulem a alta do consumo.

O estudo e materiais adicionais podem ser consultados no endereço www.visa.com/moodysanalytics.

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Merchandising no ponto de venda: tudo o que você precisa saber

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Marcas e empresas estão em constante competição a fim de conquistar e aumentar a sua fatia de mercado. Afinal, o que seria de um negócio se não houvesse a vontade de vender mais — e melhor? É para isso que são criadas inúmeras estratégias que façam com que o seu produto, a sua marca, se destaque no ponto de venda frente às demais.

Quem lida com as estratégias e decisões para a exposição de marca entendem bem que não adianta apenas chegar no PDV, entregar um display, sentar e esperar que as ações se façam sozinhas. É um trabalho árduo. É preciso pensar, planejar e executar com muito cuidado, com foco direto e constante no cliente.

Merchandising no ponto de venda: o que é?

Vender é o ato de passar algo (produto ou serviço) a uma outra parte interessada, recebendo em troca um valor pré-estipulado. Essa definição pode variar um pouco de acordo com o vocabulário, mas a ação permanece inalterada. Só que, para que esta ação possa ocorrer é necessário prestar atenção a uma palavra: interessada. Ou seja, para que exista a venda, é fundamental haver o interesse.

E os esforços de estudiosos e profissionais giram em torno da questão: como despertar e nutrir o interesse do meu público-alvo?

O merchandising aparece como resposta a essa questão, oferecendo aos estrategistas de marketing possibilidades que garantam que o seu produto possa se destacar de forma positiva dentro do ambiente de vendas, permitindo que o consumidor note a presença da marca e deseje adquiri-la.

E o ambiente mais clássico para que essas ações ocorram, é lógico, é o ponto de venda. E mesmo que os números dos comércios virtuais, através de páginas na internet, venham conquistando espaço na preferência do público, a preferência pela experiência de compra dentro da loja física continua sendo um atrativo especial.

É por isso que o merchandising no PDV continua sendo um poderoso aliado para o marketing de qualquer marca. Ele permite algo que a internet ainda não foi capaz de proporcionar: a experiência do cliente através dos seus cinco sentidos (visão, audição, tato, paladar e olfato).

Algumas visões abordam que o cliente pesquisa e escolhe online para concretizar a compra no espaço físico, mas quem lida com o PDV tem outra interpretação, bem mais positiva: nenhuma decisão tomada no ambiente da internet é irreversível. Ela é passível de mudança e o merchandising entra aí como a chave que permite a atração, conhecimento e conversão.

Qual é a importância do merchandising no PDV?

Oferecer ações de merchandising no PDV significa apresentar e fortalecer a presença da sua marca para que o cliente possa conhecer ou lembrar as qualidades do que você oferece. Falamos antes sobre a experiência dos sentidos e aqui vale apontar que mais de 80% do poder recai sobre o olhar e o que ele interpreta.

É por isso que tanto se fala sobre todas as pequenas decisões que envolvem essas ações no PDV. A altura das prateleiras pode ser fator decisivo se o seu público é formado por crianças ou pessoas da terceira idade. O material da composição pode indicar a preocupação com a reciclagem e o meio ambiente e o conteúdo pode conquistar mais vendas e cliques para suas redes sociais.

Então, lançar mão da criatividade é fundamental. Observar as novas técnicas e possibilidades, bem como conjuntos de comunicação visual que levem o seu cliente em potencial da porta do PDV até o seu espaço e dali para o caixa. Pode ser o presente para a mãe, para o qual ele juntou dinheiro ou a compra por impulso daquela garrafa de água de coco gelada enquanto espera na fila.

E não adianta ser tímido. É preciso chegar, marcar o espaço e conquistar o território e quem o interessa dentro do ambiente. É aquela velha brincadeira: faça da sua marca a noiva do PDV, ou seja, o centro das atenções por todas as boas razões, entre elegância, pertinência, bom gosto e o desejo de compartilhar de uma experiência feliz.

Quais são as boas práticas para o merchandising no ponto de venda?

Todo projeto começa com uma boa ideia. É a partir dela que se desenvolvem os passos para o alcance do sucesso. Começamos o nosso artigo conceituando o merchandising no PDV e passamos a mostrar a sua importância para atrair o olhar e garantir as vendas.

Só que todas essas ideias só valem a pena quando são colocadas em prática de forma acertada. Aliás, é nesse ponto que muitas pessoas acabam se perdendo e as boas intenções podem se perder se não houver um acompanhamento constante e um planejamento forte.

Uma boa maneira de entender esse funcionamento é a partir do estudo das boas práticas de merchandising no PDV. Portanto, colocamos nossa experiência de mercado e junto à satisfeita clientela para separar uma lista com o que consideramos ser um ótimo passo a passo para colocar em prática um projeto de sucesso. Vamos a elas?

Uma estratégia de merchandising focada no PDV

Precisamos começar pelo pensamento que deve permear todo processo. Todas as ações realizadas devem ter o foco no ponto de venda, ou seja, devem aproveitar o que o espaço já oferece, respeitar as suas regras de uso, além de levarem consideração que esse é um ambiente onde também existem outras marcas, inclusive em diferentes áreas de atuação.

Indicar o caminho até a sua marca dentro do PDV

Pontos de venda na maioria das vezes são grandes espaços que abrigam diversas marcas, produtos e serviços. Se muitas pessoas perdem o carro no estacionamento, como imaginar que elas vão encontrar o seu espaço? Portanto, leve isso em consideração e elabore um “mapa do tesouro”, com ações e materiais de comunicação visual que permitam que seu cliente em potencial chegue até você.

Informar os objetivos da ação (lançamento, promoção)

O público não vai adivinhar o que você deseja com a sua ação de merchandising. Então, deixe claro os seus objetivos. É uma promoção? Indique! Coloque o preço, a diferença do valor do produto… Mostre que existe uma razão clara para que a sua ação seja atraente para o cliente.

Não deixar de mostrar os diferenciais do produto e da marca

Se dentro do PDV temos uma gama de marcas em competição, dentro e fora do seu nicho de atuação. E para garantir que o cliente escolha o seu produto acima dos demais, ele precisa ter informações que permitam a ele entender que a sua marca é a melhor resposta para as suas necessidades e desejos.

Então ofereça para ele essas respostas de forma espontânea, antes mesmo que ele tenha o tempo para fazer a sua pergunta. Mostre do que o seu produto é capaz e como o seu compromisso pode oferecer material de qualidade para ele.

Chamar a atenção para o seu espaço

Não tenha medo de querer ser o centro das atenções. Afinal de contas, você quer e precisa que o público seja atraído. Aqui é o momento de prestar atenção ao formato do display, à psicologia das cores, aos possíveis formatos de interação.

Se o seu público é infantil, por exemplo, é comum a utilização de cores fortes e primárias, com a utilização de linguagens e materiais específicos, como personagens clássicos do universo infantil ou a criação de mascotes para desempenhar o papel de isca.

Investir em diferenciais na comunicação visual

No mundo do merchandising no PDV temos materiais clássicos, mas também temos a oportunidade de, a partir do que já existe, criar formas de se comunicar com o público. A partir das pesquisas e contatos que você vai estabelecer junto à clientela, será possível entender como ele responde aos vários formatos de estímulos possíveis.

Que tal investir nas novas tendências da comunicação visual e do mundo digital para criar materiais que se destaquem pela novidade? O mundo digital se tornou um atrativo para muitas pessoas e o uso dessa tecnologia para desenvolver ações de merchandising no PDV podem fazer com que a sua marca seja percebida pelos investimentos na modernidade, uma empresa antenada com a atualidade e que está sempre pronta a oferecer novas e melhores soluções.

Aproveitar o calendário do comércio varejista para elaborar suas ações

O mercado é regido por um calendário que permite aos lojistas se preparar para atender demandas específicas de mercado. O objetivo, é claro, é vender mais. Se temos o dia dos namorados, por exemplo, produtos que possam ser envolvidos nesse universo precisam de ações que atraiam a atenção dos consumidores. Lingeries, bichos de pelúcia, perfumes, muitos apostam em ações e mensagens que lembrem que este é o momento de celebrar o amor. E que a sua marca quer fazer parte desse momento especial.

Leve em consideração, também, que dependendo da região do país aonde a ação será realizada, haverá demandas específicas que devem ser aproveitadas, além do calendário de ações nacionais e clássicos, como o natal.

Informar e treinar a equipe de atendimento e venda local

Nenhuma ação pode ter sucesso se as equipes locais não estiverem munidas de informações sobre o projeto. Não se esqueça de apresentar aos funcionários do PDV o que será realizado e deixe que ele também te ajude a conquistar mais clientes.

Melhorar o visual de forma periódica

Um PDV costuma ser um ambiente de alta circulação de pessoas e isso significa um grande desgaste de materiais de comunicação visual. Portanto, sua empresa precisa estar atenta e criar um cronograma para acompanhar como está o material nos espaços. No caso de ações com periodicidade específica, vale criar no calendário um momento para a retirada de todo o material do ponto de venda. Até porque não existe nada pior do que ver, no meio de março, ações promocionais do último natal.

Porém, mesmo que suas ações não remetam a momentos específicos no calendário, é preciso atenção para a qualidade desse material e se ele continua sendo efetivo para conquistar a clientela. O mais comum é a troca da comunicação visual de tempos em tempos, para que o público nunca se acostume e passe a ignorar a sua marca.

Integrar o marketing digital

Todos os esforços, ações e projetos que visam melhorar as vendas não podem estar isolados um do outro. Na verdade, ao integrar tudo o que é feito a sua empresa passa a fortalecer a si mesma, às suas mensagens de marketing e inclusive promove a melhoria no relacionamento com a clientela.

Isso significa elaborar respostas simples para integrar estímulos. Colocar um código 2D no display para o uso com smartphone, inclusão de links das redes sociais, divulgação nas redes sociais as ações nos pontos de venda etc. Utilize tudo de forma integrada a seu favor.

Medir, avaliar e acompanhar os resultados

Por fim, vale lembrar que uma prática extremamente importante é o acompanhamento e mensuração de resultados. Falamos acima que o teste faz parte para poder descobrir o que é mais eficaz, certo? Só que para que sua equipe possa descobrir, é preciso criar métricas para avaliar.

Agora que você já foi apresentado às melhores práticas, vai ficar mais muito mais fácil desenhar o seu projeto de merchandising no PDV de forma a aproveitar para conquistar o mercado.

E como escolher os materiais para a comunicação visual?

Com base nas boas práticas para o merchandising no PDV, fica mais fácil entender a importância na escolha dos materiais mais adequados para a comunicação visual. É preciso ser criativo, é fundamental inovar!

Abordamos acima as melhores práticas para executar o seu projeto com maestria, prestando atenção no público e no espaço. E agora é hora de saber o que o mercado da comunicação visual pode oferecer para a sua marca. Confira:

Adesivos

Podem ser feitos para aplicação em balcões, parede e painéis. Outro recurso é o adesivo de chão, especifico para aplicação no piso do PDV. Os adesivos promocionais também podem ser feitos para personalizar freezers verticais e horizontais.

Outro tipo de adesivo é o perfurado, que permite uma visualização de 50% em ambos os lados, ou seja, perfeito para separar espaços ou para vitrines.

Balcão de degustação

Uma das formas mais clássicas de ação de merchandising no PDV é através da demonstração ou degustação do produto junto ao seu público-alvo. Aliás, essa peça de merchandising pode, inclusive, ser utilizada para demonstrações e, como mobiliário na recepção de eventos.

Quem trabalha especificamente na área de alimentos e bebidas pode investir, além do balcão, em bandejas de degustação.

Banner promocional

Um dos clássicos da comunicação visual, o banner pode servir não apenas para estampar o logo da sua marca, mas também para indicar as especificidades da ação dentro do PDV (promoção, localização, objetivos, descontos).

Fita cross ou Clip Strip

Tiras de PVC ou polipropileno com encaixes especiais para a fixação de produtos. Um exemplo de como ele pode ser usado, é colocar o clip strip com saquinhos de queijo ralado, ao lado da gôndola que expõem o macarrão.

Cubos promocionais

Uma solução prática e eficiente para compor a decoração de vitrines do ponto de venda.

Totem Pessoa ou Promocional

Normalmente produzida no tamanho de uma pessoa adulta, é uma idéia divertida e diferente para destacar os produtos, marcas e imagens de forma interativa.

Faixas de gôndola

Permitem que os seus produtos sejam destacados a partir da personalização de uma área da gôndola dentro do PDV.

Faster displays

Um sistema patenteado e oferecido no Brasil pela Petink. É conhecido por ser flexível e versátil, atendendo às mais diversas necessidades da sua marca, com 24 modelos de base para a criação de composições.

Móbiles

Permitem que você inclua peças que sejam penduradas no teto e, assim, atraiam o olhar do público para a sua marca, bem como as ações dentro do espaço.

Totem elíptico Automontável

Esse merece atenção, principalmente quando o seu objetivo é realizar ações pontuais de merchandising dentro do ponto de venda. Materiais de comunicação visual em formato 3D costumam sofrer muito com as deslocações, além de dificuldades para os processos de montagem e desmontagem.

Desmontado, o totem dobrável permite que esse material seja transportado com facilidade.

A preocupação para a produção desses materiais está principalmente na escolha de empresas com experiência e qualidade de execução.

Vale lembrar que o PDV precisa de um forte planejamento para que seja efetivo.

Agora, é preciso que a sua empresa estude e pesquise formatos para, inclusive, saber como inovar. Testar, acompanhar, errar e consertar fazem parte do processo rumo à excelência da marca. É através dessa busca que você permite ao seu público-alvo o engajamento através de novas – e cativantes experiências.

Sabemos que o merchandising no PDV não é fácil, mas também está longe de ser impossível. Investindo em ações criativas, com uma comunicação visual de qualidade e uma equipe motivada, é possível fazer com que a sua marca seja, não apenas notada, mas que se destaque, de forma positiva, no meio da concorrência!

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58 milhões de devedores estão negativados, indica SPC Brasil

3,4 milhões de novos devedores foram incluídos nas listas de inadimplentes desde o início de 2015, segundo estimativa. Alta das dívidas com contas básicas, como água e luz, se destaca entre as regiões

O número de consumidores brasileiros com contas em atraso já soma 58 milhões de devedores em todo o país. O dado é do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e representa 39,21% da população entre 18 e 95 anos. O SPC Brasil estima que 3,4 milhões de novos devedores foram incluídos nas listas de inadimplentes desde o início de 2015, quando a estimativa apontava para 54,6 milhões de negativados.

Os dados mostram que, ainda que a lei 16.569/2015 esteja dificultando a negativação dos inadimplentes no estado de São Paulo, o número de consumidores registrados em cadastros de devedores segue em crescimento em todo o território nacional.Considerando as outras quatro regiões, o maior número de negativados está no Nordeste, com 15,4 milhões de pessoas. No entanto, em percentual da população adulta, este número representa 39,38%, o segundo menor, à frente apenas dos 35,86% da Região Sul, que possui 7,9 milhões de negativados.

Por outro lado, a região Centro-Oeste tem o menor número absoluto de negativados, 4,8 milhões, mas com um percentual relativamente alto do total da população adulta: 42,52% – atrás apenas da região Norte, onde 45,74% dos adultos estão inadimplentes e registrados em cadastros de devedores.

Segundo o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a inadimplência deve continuar crescendo nos próximos meses, em razão da piora da economia e do aumento do número de desempregados. “Apesar de os bancos e comerciantes estarem restringindo a concessão de crédito, fator que limita em parte a capacidade de endividamento do consumidor, a aceleração da inflação tem prejudicado o planejamento financeiro dos brasileiros, já que há perda constante do poder de compra”, diz.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, acrescenta:“Além disso, a escalada nas taxas de juros também encarece as compras realizadas a prazo e dos financiamentos, dificultando ainda mais o pagamento em dia dos compromissos financeiros”, afirma.

Variação anual: Nordeste tem maior alta da inadimplência

De acordo com o indicador do SPC Brasil, no último mês de fevereiro frente à igual período do ano passado, a alta mais expressiva de inadimplência foi na região Nordeste, onde foi verificado um aumento de 7,69% na quantidade de consumidores com dívidas em atraso – em janeiro o aumento havia sido de 6,86%. Entre as quatro regiões consideradas no estudo, o Nordeste mostrou a maior alta anual do indicador pelo sétimo mês consecutivo. Em seguida aparecem a região Centro-Oeste (5,19%), o Norte (3,26%), e a região Sul (2,63%).

A partir deste mês, o SPC Brasil passa a divulgar também as informações de devedores das regiões abertas pela participação de cada um dos gêneros – masculino e feminino. Quando analisamos as regiões Centro-Oeste, Sul e Norte, os homens são maioria entre os inadimplentes, representando 52,95%, 51,28% e 50,72%, respectivamente. Já as mulheres são maioria no Nordeste, concentrando 52,23% dos devedores.

Dívidas de água e luz se destacam

A abertura das dívidas não pagas por segmento da economia revela que as pendências com contas básicas de Água e Luz registraram o crescimento mais elevado em duas das quatro regiões estudadas: alta de 18,81% na região Nordeste e de 33,85% no Centro-Oeste, em fevereiro deste ano na comparação com o mesmo período de 2015.

“O aperto financeiro já impactou a capacidade de pagamento até mesmo das contas básicas do dia a dia”, explica Kawauti.

Já na região Norte, foi o setor de Comunicação o que registrou a maior variação anual do número de dívidas, com crescimento de 9,82% em fevereiro. Desde setembro de 2013, as dívidas de pessoas físicas com empresas de comunicação lideram o crescimento das dívidas em atraso na região. No Sul, destaca-se a alta do número de pendências com o setor de Bancos, que mostrou crescimento de 5,26% na comparação anual. O segundo maior crescimento foi observado no Comércio, com variação de 4,82%.

“Há vários meses as dívidas com os segmentos de serviços básicos para o funcionamento das residências tem crescido de modo substancial. Isso se explica pelo fato de que mais companhias de água e luz e comunicação passaram a utilizar a negativação de CPFs como forma de recuperar a pendência financeira de seus usuários antes de realizar o corte no fornecimento”, explica o presidente da CNDL.

Nova lei prejudica inscrição de inadimplentes

Desde setembro de 2015, quando passou a vigorar a chamada “Lei do AR”, os consumidores do estado de São Paulo que atrasam suas contas só podem ter seu nome incluído em cadastros de devedores se assinarem um aviso de recebimento (AR) enviado pelos Correios. No modelo antigo, que vigorava desde a implantação do Código de Defesa do Consumidor, em 1991, a notificação era feita por carta simples e o consumidor tinha dez dias corridos para regularizar sua dívida antes de ter o CPF negativado.

Como os Correios enfrentam dificuldades para localizar os consumidores em horário comercial para colher a assinatura do AR e alguns inadimplentes se recusam a assinar o protocolo, muitos consumidores que atrasam suas contas estão deixando de constar na lista de inadimplentes, o que causa distorção no mercado de crédito no país. Com menos informações na base de devedores, a concessão de crédito deve sofrer impactos, resultando em juros mais elevados para todos os consumidores, estando eles com as contas em dia ou não.

Outro ponto prejudicial da nova lei é que, caso o consumidor não seja localizado pelos Correios e não assine o aviso de recebimento, ele só poderá ser considerado inadimplente se a dívida for protestada em cartório, o que implica na cobrança de taxas para ter a pendência excluída após o seu pagamento. Antes da nova lei entrar em vigor, o consumidor não era onerado financeiramente, pois bastava pagar a dívida para ter o nome ‘limpo’ de volta, independentemente de o lojista optar ou não pelo protesto.

O SPC Brasil e a CNDL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) pela inconstitucionalidade da lei e aguardam o julgamento. Enquanto a lei está em vigor, o SPC Brasil decidiu interromper as divulgações dos dados de inadimplência do Sudeste, devido a grande participação do estado de São Paulo nos dados na região.

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Microsoft lança campanha para meninas entrarem no mundo da programação

Em parceria com 15 ONGs, empresa promove campanha Eu Posso Programar para Meninas, que ensina linguagem de código de maneira lúdica

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Microsoft Brasil está lançando a campanha Eu Posso Programar para Meninas, que começa a convocar pelas redes sociais, até o dia 28 de abril, garotas que queiram aprender a linguagem de código de uma maneira lúdica e divertida, um pontapé inicial para quem deseja atuar no mercado de TI.

A iniciativa contará ainda com o apoio de 15 ONGs que atuam nacionalmente em diferentes frentes: educação, cultura, tecnologia e esporte. Além de impulsionarem a divulgação do projeto, as ONGs ficarão responsáveis por organizar turmas de meninas para as aulas na plataforma virtual www.eupossoprogramar.com, criada pela Microsoft com apoio de parceiros, como parte do programa global YouthSpark, que tem como objetivo abrir oportunidades para jovens por meio do acesso à tecnologia.

As participantes vão entrar em contato com o conteúdo de nível básico que é oferecido no site, chamado de “Hora do Código”, uma parceria da Microsoft com a ONG Code.org. Os exercícios da edição feminina do programa são feitos com a ambientação de dois títulos bastante conhecidos: Minecraft – que explora a imaginação com o uso de blocos dinâmicos – e Frozen, animação da Walt Disney que narra as aventuras da princesa Anna. Dessa forma, o aprendizado é intuitivo e agradável para as jovens.

Após a conclusão das aulas, as garotas recebem um certificado validado pela Code.org e pela Microsoft. Cada uma das futuras programadoras poderá então postar nas redes sociais a imagem do certificado com as hashtags #Eupossoprogramar e #Meninaspodemprogramar e desafiar quatro amigas a participar do curso. “A ideia é viralizar a campanha e agregar o maior número de pessoas”, afirma Kátia Gianone, diretora de Comunicação e Cidadania Corporativa da Microsoft Brasil.

Para Kátia, um dos objetivos da campanha “é proporcionar um conhecimento técnico para meninas e jovens mulheres, dando-lhes uma base para se tornarem desenvolvedoras de soluções aplicáveis em diferentes contextos, tanto de negócios quanto sociais, com o objetivo de criar oportunidades de empregabilidade e empreendedorismo”. Kátia ressalta também que “a ação é importante no sentido de buscar mais espaço para as mulheres nesse mercado de trabalho de TI”.

Serviço

O que: Campanha #Eupossoprogramar para meninas

Quando: De 8 de março a 28 de abril

Como: Acessar www.eupossoprogramar.com

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TIVIT anuncia investimento de R$46 milhões em cloud em 2016

A TIVIT, líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina, anuncia investimento de R$46 milhões em sua oferta de Cloud Computing. Além de investir na construção de nuvens locais, o aporte prevê a ampliação da oferta com a adoção de um modelo multicloud que oferecerá aos clientes uma solução híbrida, combinando ambientes tradicionais, nuvens privadas e também nuvens públicas de outras empresas.

No ano passado, a TIVIT investiu R$ 15 milhões em cloud computing, sendo que a oferta representou cerca de 10% do faturamento total da companhia. “A expectativa em 2016 é obtermos uma receita superior a R$ 300 milhões nessa área na América Latina. Em três anos, o objetivo é que cloud computing represente 20% dos negócios da TIVIT”, afirma André Frederico, diretor de Desenvolvimento Corporativo da TIVIT.

Como parte da ampliação dos serviços está a criação de uma interface que proporcione mais visibilidade, controle e gestão de múltiplas clouds, ajudando o cliente a extrair o melhor de cada nuvem em um único lugar. Ou seja, a solução possibilitará a melhor gestão por parte das empresas, que poderão concentrar tudo em um só local, otimizando os recursos de acordo com suas diferentes necessidades.

A expansão da oferta conta também com investimentos na infraestrutura, visando aprimorar ainda mais os serviços oferecidos aos clientes, além da ampliação das nuvens em novas localidades e em diferentes países da América Latina. O objetivo é colocar a integração e presença regional da companhia a favor também da oferta de cloud. Desta forma, os clientes poderão usufruir de diversas facilidades desta proximidade física, como precificação em moeda local e gestão integrada com ambientes legados, sem perder as vantagens inerentes aos serviços baseados em nuvem.

Para Frederico, as empresas têm demonstrado uma adoção cada vez mais crescente por serviços de cloud computing. “A quantidade de aplicações em nuvem vem aumentando consideravelmente e as empresas em geral estão sentindo a necessidade de ter parceiros que os ajudem a gerir esse cenário multicloud com eficiência”, explica o executivo.

Uma pesquisa feita pelo International Data Corporation Pesquisa de Mercado e Consultoria (IDC Brasil) em 2015, mostra que entre os principais motivos que levariam as empresas a adotarem os serviços de cloud são: flexibilidade na ampliação e redução dos recursos; fácil e rápida aquisição e implementação e o oferecimento de novas funcionalidades. O levantamento também indica que 44,6% das empresas participantes estão avaliando a contratação/ampliação de prestadoras de serviços de Cloud. Em 2013, eram apenas 30,4%

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eMerge Americas anuncia finalistas de Startup Showcase de 2016, representando 15 países

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A eMerge Americas, conferência líder de tecnologia B2B que conecta empresas com negócios e líderes governamentais da América do Norte, América Latina e Europa, anunciou mais de 100 finalistas selecionados para participar da Startup Showcase deste ano. Pela primeira vez, o programa será apresentado pelo Grupo Arcano, uma entidade privada internacional e empresa de capital de risco, fundada em 2001, com escritórios em Santiago, Miami, Londres e Sidney, e reconhecida por investir em negócios de inovação como Uber, Snapchat, Square, Open English, entre outros. O Startup Showcase representa uma grande parte do evento eMerge Americas 2016, e será realizado em 18 e 19 de abril de 2016, em Miami, na Flórida.

“Os finalistas no Startup Showcase de 2016 realmente exemplificam o cerne do programa – descobrir empresas universitárias, em estágios iniciais ou mais adiantados de nível internacional que estão trazendo ao mercado tecnologias inovadoras e disruptivas”, declarou Xavier Gonzalez, CEO da eMerge Americas. “Pela primeira vez, estamos empolgados em fazer parceria com o Grupo Arcano como Patrocinador Apresentador do eMerge Americas Startup Showcase. Sua reputação global e capacidade comprovada de identificar e apoiar os melhores e mais brilhantes talentos tecnológicos certamente aumentarão o nível do Startup Showcase deste ano.”

O grupo distinto de finalistas é composto de 15 países diferentes, e se beneficiará da oportunidade exclusiva de conectar-se com os principais investidores e líderes empresariais. O Startup Showcase vai culminar com as principais empresas concorrendo diante de um painel qualificado de jurados no palco central da eMerge a oportunidade de sair de lá com um total de US$ 175.000,00 em dinheiro e prêmios.

Esse grupo seleto também ganhará insights valiosos de mentores por meios de um treinamento inovador anterior ao eMerge Americas que acontecerá na Venture Hive, uma incubadora e aceleradora sedeada em Miami.

“O Grupo Arcano participou como jurado no Startup Showcase do ano passado, e estivemos impressionados com a qualidade e diversidade das empresas startups que participaram de todo o mundo. Estamos muito empolgados de fazer parte do eMerge Americas 2016 Startup Showcase, uma verdadeira plataforma de lançamento para a inovação”, declarou Alberto Chang-Rajii, presidente e fundador do Grupo Arcano. “No Grupo Arcano, estamos comprometidos a capacitar empreendedores com ideias brilhantes que deram propulsão a grandes empresas, e essa parceria é um testemunho de nossa paixão por negócios e inovação em escala global.”

O processo de seleção foi liderado pela assembleia consultiva da concorrência, incluindo Nico Berardi da Accelerated Growth Partners, Ivan Rapin da Watsco Ventures, Yuda Saydun da Genventure Corporation, e Adam Smith da Medina Capital.

Para a lista completa de finalistas, acesse http://emergeamericas.org/startups/.

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Dia da Mulher: a competência feminina no mercado de trabalho

O Sindimóveis/PR reuniu dezenas de corretoras para comemorar a data e destacar a importância das mulheres no mercado imobiliário. O evento serviu de comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Veja reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Primeiro crowdworking brasileiro criado pelo Inatel, Telefónica e Ericsson inicia atividades em abril

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O Inatel – centro de excelência em ensino, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, localizado no sul de Minas Gerais – foi escolhido para integrar o programa global que agrega todas as iniciativas relacionadas ao empreendedorismo e à inovação aberta do Grupo Telefónica, o Telefónica Open Future. Em parceria com o Grupo e com a Ericsson, o Instituto vai abrigar o primeiro crowdworking do Brasil, ambiente em que empreendedores poderão desenvolver seus projetos e contar com uma série de benefícios, sob o olhar de aceleradoras.

Os espaços físicos que compreendem a Incubadora e a Pré-Incubadora de Empresas e Projetos, e ainda, o Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação, que deve ser inaugurado em abril, vão compor o crowdworking. “Estamos neste momento adequando nossos processos para que possamos abrir, nos próximos dias, um edital de seleção que deverá se estender até abril, quando terão início as atividades”, revela o coordenador do Núcleo de Empreendedorismo do Inatel – NEmp, Rogério Abranches da Silva.

O programa é voltado a alunos e ex-alunos do Inatel e pessoas que estiverem associadas a estes. Poderão participar também empresas incubadas e projetos pré-incubados que já façam parte dos programas do NEmp. Serão aceitas ideias nas áreas de Internet of Things (IoT), Aplicativos B2B, Soluções de Digitalização “End to end” (E2E), Soluções para Pequenas e Médias Empresas (PMEs), Redes, Segurança, Big Data, Agrobusiness, entre outros segmentos estratégicos.

Dentre os benefícios, Rogério cita o suporte técnico e mentorias de forma gratuita, além da oportunidade de fazer parte de um ecossistema mundial e trocar experiência com empreendedores estrangeiros, executivos e parceiros do Open Future. Os participantes também poderão contar com o apoio da Ericsson para o desenvolvimento de seus projetos.

“Somos parceiros de longa data tanto da Telefónica como do Inatel e vamos contribuir com toda nossa experiência no desenvolvimento de projetos, aplicações e tecnologias. As inovações que certamente irão nascer neste espaço interessam muito para nós”, destaca Tales Silva, Consultor em Desenvolvimentos de Negócios da Ericsson.

Durante todo o processo, os empreendedores serão acompanhados pela Academia Wayra, aceleradora que também integra as iniciativas do Open Future. A intenção é selecionar projetos que estejam em fase mais madura para que, eventualmente, possam ter acesso a Wayra, e receberem financiamento, por meio dos fundos de investimento da empresa.

“Temos mais de 20 espaços como este no mundo. Fiquei muito impressionado com o incentivo ao empreendedorismo existente no Inatel e o Telefónica Open Future vem complementar esse fenomenal ecossistema de inovação”, disse Pablo Moro Casquete, Strategic Partnerships Manager do Telefónica Open Future.

Ambiente inovador

Um dos ambientes que vão compor o crowdworking, o Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação, está em fase final de construção e deve ser inaugurado também em abril. A criação deste Fab Lab bastante inovador, foi um dos grandes facilitadores da escolha do Inatel para ser parceiro do Open Future, de acordo com Rogério Abranches.

“O laboratório vai trabalhar as ideias com o objetivo de validar se a ideia tem viabilidade e potencial para se transformar em um negócio. Para isso, vamos fazer protótipos para apresentar para o mercado e pesquisa de mercado através de metodologias ágeis. Para participar, basta ter uma ideia e participar do processo de triagem do NEmp”, explica o coordenador do Núcleo.

Os grupos selecionados contarão com assessoria de especialistas internos e externos para evoluírem suas ideias, além de auxílio para viabilização dos protótipos. Mesmo sem a infraestrutura pronta, três equipes já integram o programa.

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A ISH Tecnologia, uma das 100 maiores de TI, especializada em segurança da informação, adota sistema de gestão da SAP

Empresa capixaba, com 20 anos de atuação em todo o País e na América Latina, muda para o SAP All in One baseado na plataforma Hana

A ISH Tecnologia, uma das 100 maiores empresas de TI do Brasil, especializada no fornecimento de Soluções Integradas de Segurança e Infraestrutura, decidiu mudar seu sistema de gestão e implementar o SAP Business All in One. Com sede em Vitória, no Espírito Santo, a ISH, fundada na década de 90, tem cinco filiais e 200 colaboradores, atuando em todo o Brasil e na América Latina em quatro áreas de negócios: Data Center, Risco de Negócio, Serviços Gerenciados e Integração e Inovação. A empresa fechou o ano de 2015 com um faturamento de R$ 100 milhões.

Dona do maior Datacenter da região, a ISH conquistou clientes dos mais variados portes, de todos os segmentos de negócios, de redes de varejo a órgãos governamentais, instituições do “sistema S” (Sesc, Senac, Sesi), operadoras de telecomunicações e hospitais, entre outros Em 2015, já estava listada entre as 100 maiores do setor do Brasil, e figurou no ranking das 50 Pequenas e Médias Empresas que mais crescem no País.

Para manter a média de crescimento de 2 dígitos registrada nos últimos anos, a ISH Tecnologia precisava, segundo seu presidente, Rodrigo V. Etienne Dessaune, de um sistema de governança que atendesse não só as necessidades atuais da empresa como as geradas pelo crescimento previsto para os próximos cinco anos”. Entre os principais benefícios do SAP Business All in One, segundo o executivo, está o fim de um gap entre o fechamento do mês e o fechamento contábil, atualizando praticamente em tempo real a contabilidade, eliminando inconsistências e atrasos nos processos. “Além disso, a solução da SAP, que será implementada pela Megawork, um integrador com grande expertise, permite total integração com as demais soluções que rodam na ISH Tecnologia”, destaca Etienne Dessaune.

Luciano Idésio, diretor de Vendas da SAP Brasil, destaca que a ISH é um cliente estratégico para a SAP, “já que comprova a capacidade que a empresa tem de atender, com o SAP All in One, os processos críticos de negócios, proporcionando um retorno real ao investimento realizado”. O executivo destaca ainda que, além de cliente, a ISH passa a ser um verdadeiro parceiro na região do Espirito Santo: “Estamos crescendo continuamente no mercado de médias e pequenas empresas no Brasil e a ISH, adquirindo, com esse projeto, maior conhecimento da plataforma HANA, poderá prover serviços de datacenter e suporte aos clientes Hana da SAP nas regiões em que atua”.

O go live do SAP All in One, segundo Alexandro Carvalho, presidente da Megawork, está previsto para o segundo trimestre de 2016, e a implementação será baseada inteiramente nas melhores práticas. “A implementação do SAP na ISH, pela Megawork, representa o alinhamento estratégico das empresas líderes de infraestrutura e de aplicações na região, que passaram a atuar com a melhor tecnologia para uso próprio e para atendimento de seus clientes no futuro”, afirma.

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Startup desenvolve tecnologia de seleção ótica de uvas para produção de vinho

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O mercado nacional de produção de vinhos e espumantes agora conta com uma startup gaúcha para impulsionar sua produtividade. A empresa D2G Tecnologia, com sede em Porto Alegre/RS, desenvolveu um software de Seleção Ótica de Uvas, capaz de detectar em alta velocidade pequenas variações no padrão da uva, eliminando aquelas inadequadas para a produção dos vinhos e espumante. A tecnologia, mais difundida no exterior, é capaz de selecionar até duas toneladas de uvas em apenas alguns minutos, representando um grande salto de produtividade em relação aos métodos tradicionais.

“Nós desenvolvemos todo o software de seleção de uvas utilizando técnicas avançadas de inteligência artificial e processamento de imagens em tempo real. Conseguimos detectar pequenas imperfeições na uva, mesmo aquelas difíceis de serem percebidas por um olho não-treinado – como variações de cor, manchas, tamanho, forma geométrica, entre outros – utilizando como referência uma amostra de uva considerada “ideal” pelo produtor. O software funciona buscando em uma grande amostra todas aquelas uvas que se assemelham com a uva “padrão”.” – Explica Grégory Gusberti – especialista em algoritmos de inteligência artificial e Diretor de Inovação da empresa.

“A maior complexidade técnica da máquina já foi desbravada pela D2G Tecnologia: nosso software é o “cérebro” do equipamento. Já iniciamos o projeto do “corpo”, que é a máquina completa, capaz de processar em altíssima velocidade grandes lotes de uva. Estamos buscando investimento para a construção de um protótipo autônomo para ser comercializado. A tecnologia é pouco difundida no mercado nacional, devido a dificuldades de importação e seu alto custo. Entretanto, os ganhos de produtividade são inquestionáveis e podem servir de impulso para a indústria vitivinícola nacional, liberando todo o seu potencial internacional.” – Acrescenta Diego Trindade, Diretor de Negócios da empresa.

A empresa está buscando investimentos para viabilizar a construção de um protótipo até o começo de 2017 e já foi procurada por vinícolas nacionais para testes de funcionamento do software. O objetivo é comercializar a máquina a partir do segundo semestre de 2017.

A D2G Tecnologia tem sede em Porto Alegre/RS no endereço Av. Ipiranga 7464, conjunto 525, e se coloca à disposição para contato através do telefone (51) 3377 2366. O site da startup pode ser acessado pelo link: http://www.d2gtecnologia.com.br

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Vinteconto: primeira palataforma de compra e venda de tarefas e micro serviços

A Vinteconto (www.vinteconto.com.br) é uma plataforma pioneira no Brasil de compra e venda de tarefas e micro serviços, com preços fixos, em sua maioria por R$20,00. Assim, empresas, estudantes e profissionais liberais, podem contratar os mais variados serviços e especialistas, desde modelos, dançarinos, cantores, locutores, artesãos e conselheiros, além de designers, programadores, especialistas em marketing, até às pequenas tarefas do dia a dia, como por exemplo, a criação de um currículo.

Trata-se de uma plataforma de venda instantânea, uma vez que, cada micro serviço oferecido pelos freelancers possui um valor fixo em sua página, geralmente começando por R$20,00. Uma das grandes vantagens da comunidade Vinteconto está na agilidade e praticidade com que o cliente pode comprar o serviço, ao invés de pedir vários orçamentos. O cliente procura pelo tipo de serviço ou tarefa, compra, recebe o job e então deixa a avaliação do serviço para o freelancer, compartilhando sua experiência com a comunidade. É possível também fazer um pedido especial e personalizado, através da opção de mensagem ao vendedor.

“A venda por preços fixos facilita e agiliza a vida do cliente e do freelancer, já que não existe aquele problema que o freelancer tem de passar o dia enviando propostas aos clientes e todas aquelas negociações chatas das plataformas que existem hoje no mercado brasileiro”, explica a fundadora e CEO da Vinteconto, Brandy Lynn James.

A ideia de criar uma plataforma de compra e venda de tarefas e micro serviços, surgiu da visão da empresária fluminense, naturalizada inglesa, para oferecer uma oportunidade de remuneração a um contingente cada vez maior de profissionais que decidiram trabalhar por projeto, o chamado freelancer. “Abrimos as portas para a venda de quaisquer tipos de serviços, sem exclusões, permitindo a todos os profissionais brasileiros terem uma oportunidade de ganhar uma renda extra com o que sabem fazer de melhor”, afirma Brandy.

Com as redes sociais, há uma demanda crescente para todos os tipos de serviço que possam ser gravados em vídeo ou registrados em fotos, “É só saber usar a criatividade”, comenta a empresária.

A todo o vapor

Lançada há 2 meses, a plataforma Vinteconto já alcançou as impressionantes mil tarefas disponíveis. E quando se fala em metas, Brandy lança uma projeção bastante otimista: “Nós estamos esperando atingir a marca de 15 mil usuários para fechar este ano de 2016, entre freelancers e clientes”.

Esses números refletem o que os economistas costumam chamar de a recessão mais longa da história do país. Pois, na avaliação dos especialistas, depois de um 2015 movimentado, a expectativa para 2016 é de mais dificuldades e incertezas.

É justamente por isso, que existe este movimento de expansão de freelancers e trabalho autônomo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015, trabalharam por conta própria, um contingente de 19,4% dos trabalhadores.

“Nós investimos no freelancer individualmente, fazemos propagandas e expomos o portfólio dos nossos freelancers em redes sociais, entre outras mídias, e muitos clientes vão diretamente na página do freelancer para comprar, e muitas vezes, acabam até virando clientes fixos”, conta a executiva.

Benefícios para quem oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão sabendo exatamente o que se esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto reserva-se a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques.
A praticidade, de poder chegar no site, usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria do serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes.

O preço. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente se para ele o serviço é algo simples, que já tem muita praticidade em fazer. A Vinteconto conta com centenas de serviços por R$20,00, que em outros lugares custariam centenas de reais, sem afetar a qualidade. Basta comparar o portfólio dos freelancers da Vinteconto com o portfólio de outras empresas que cobram muito mais caro.

O atendimento. Nós disponibilizamos um chat no site para oferecer pronto atendimento aos clientes para esclarecer quaisquer dúvidas que tiverem quanto comprar, encontrar serviços, entre outros.

Dicas da CEO e fundadora da Vanteconto, Brandy L. James, para contratar um serviço na Vinteconto

1. Familiarizar-se com a plataforma é muito simples. Por ser um modelo novo de negócio no Brasil, nós entendemos que muitos clientes podem ter dificuldade por não estarem acostumados com o estilo de compra instantânea pela Internet. Uma vez familiarizado com a plataforma, que é questão apenas de alguns cliques, o processo de compra fica muito mais rápido. Basta que o cliente entenda a página do vendedor e o que ele oferece.

2. Acesse os links disponíveis na página inicial da plataforma. Nós disponibilizamos uma página muito útil de como comprar, com explicações detalhadas de como concluir a compra.

3. Se o cliente tiver dúvida ou ter pressa, contate-nos através do chat. Nós teremos o maior prazer em receber o contato direto e conhecer melhor nossos clientes. Sentimos uma satisfação enorme em poder ajudar, e também aproveitamos para ouvir e anotar os feedbacks para deixarmos a plataforma do jeitinho que os nossos clientes querem.

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