Page

Author admin

Appgate tem novo diretor para o Brasil

Marcos Tabajara assume o cargo com o desafio de expandir vendas e ampliar a rede de parceiros

A Appgate, fornecedora global de soluções de segurança cibernética, acaba de anunciar Marcos Tabajara como novo diretor de vendas e canais para o Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de segurança da informação, o executivo assume a função com o desafio de expandir a presença da empresa no país.

Tabajara será responsável pela customização e implementação do Programa Mundial de Canais. Entre seus objetivos estão o aumento no volume de negócios da Appgate e a expansão do mercado para a criação de um ecossistema de parceiros com excelência em vendas, incluindo pré e pós-vendas. “As customizações combinadas às soluções tecnológicas reconhecidas pela indústria vão tornar a Appgate a primeira opção para parceiros e clientes no Brasil”, afirma.

Segundo o diretor, o trabalho remoto e o aumento do consumo de bens e serviços online na esteira da pandemia aceleraram a demanda pelas soluções de segurança da Appgate. “Somos a empresa líder em acesso seguro e proteção contra fraudes eletrônicas para pessoas, dispositivos e sistemas com base nos princípios de Confiança Zero (Zero Trust) e Inteligência Artificial. Tornamos o acesso seguro mais simples para usuários e para as equipes de gestão de segurança e mais difícil para os adversários”, completa Tabajara.  

O processo de consolidação da Appgate no Brasil inclui ainda a contratação de mais profissionais experientes no segmento e a participação nos eventos do setor de segurança da informação. “O objetivo é recrutar e capacitar os melhores parceiros e distribuidores do mercado para nos dar o suporte necessário para a expansão no mercado brasileiro”, finaliza o executivo. 

Ao longo de sua trajetória, Tabajara esteve à frente, como Country Manager ou Diretor de Canais, de empresas como Sophos, McAfee, SourceFire, Symantec e Internet Security Systems.

Distrito aponta Squid como uma das startups para ficar de olho em 2021

A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, foi destaque no levantamento Deals Forecasting do Distrito. O report aplica inteligência de dados para elaborar modelos preditivos que permitem a plataforma antecipar tendências no setor e determinar quais serão os futuros grandes players do mercado. Com um sistema avaliativo baseado no seu algoritmo de previsão, 100% data driven, a Squid é apontada como uma das Startups no segmento de marketing em que os investidores devem ficar de olho.

“Em seis anos, construímos uma empresa sólida e com um modelo de negócio que nos fez crescer de maneira consistente e saudável. Ficamos felizes com o reconhecimento do Distrito, pois mostra nosso amadurecimento e impacto no mercado. Estamos prontos para dar os próximos passos e consolidar o caminho do Community Marketing e apresentar novas soluções para nossos clientes”, ressalta Felipe Oliva, CEO e cofundador da Squid.

Capgemini anuncia 750 vagas em tecnologia

A Capgemini no Brasil planeja contratar 750 novos membros para sua equipe durante o ano de 2021. Dentre elas, 600 vagas são destinadas para profissionais experientes, especializados em diversas tecnologias de demanda, como nuvem e dados. Outras 150 vagas são para jovens talentos das principais instituições de tecnologia do Brasil, que buscam ingressar nessa indústria em constante evolução.

Embora o modelo de trabalho para esses novos funcionários permaneça 100% remoto por enquanto, a Capgemini adotará um modelo híbrido no futuro. A empresa conta com instalações inovadoras como os Centros de Colaboração no Brasil, que são espaços criados para se adaptar ao novo ambiente de trabalho híbrido e projetados para atividades colaborativas e reuniões de equipe, com clientes e parceiros.

“Vemos um imenso potencial no talento da região e estamos empenhados em proporcionar muitas oportunidades de aprender e crescer, para que possam progredir na carreira e alcançar o futuro que desejam na Capgemini. Apostamos fortemente na aprendizagem e desenvolvimento contínuo dos nossos colaboradores. Com parceiros líderes da indústria de conteúdo como Coursera, Plural Site (no âmbito técnico) e TED, temos uma das mais completas plataformas de treinamento e capacitação do mercado”, disse Mércia Gerbase, diretora de Gestão de Talentos da Capgemini Brasil.

Os candidatos interessados podem consultar o portal de carreiras da empresa e indicar o cargo de interesse ou enviar currículo para recrutment.br@capgemini.com.

unico anuncia aquisição da Vianuvem

A unico , IDTech brasileira de soluções de proteção de identidade digital, anuncia a aquisição da Vianuvem, startup de gestão de processos digitais para vendas de automóveis. Com a compra, a IDTech vai ampliar o portfólio de produtos, auxiliando os brasileiros a comprarem veículos sem sair de casa. Essa é a primeira aquisição feita pela unico após receber o aporte de R﹩ 580 milhões, do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, em 2020.

De acordo com Guilherme Cervieri, VP de Estratégia e Mergers and Acquisitions (M&A) da unico, a compra é a primeira de diversas que a companhia pretende realizar. “Estamos com uma estratégia robusta e atentos às oportunidades do mercado. Este é o primeiro passo de um plano de médio e longo prazo, sendo um setor de destaque e ampliação do alcance de nossos produtos”, afirma. O processo de incorporação total da companhia levará 6 meses, com 100% de integração da tecnologia e carteira de clientes.

Com a aquisição de 100% das operações da Vianuvem, a unico vai incorporar a tecnologia com a principal solução de onboarding digital, onde o consumidor envia documentos digitalmente da sua casa via plataforma com objetivo de desburocratizar os processos de compra e venda de carros.

Fundada em 2017, a Vianuvem está presente em 60% das transações de compras de carros novos do país. Desde seu lançamento no mercado vem dobrando de tamanho ano após ano. Durante a pandemia, a startup auxiliou revendedores de 2.500 concessionárias do país, somando R﹩ 20 bilhões em transações mensais. Somente no ano passado, 800 novas concessionárias aderiram ao serviço, que diminui o tempo médio de venda de um automóvel de 14 para dois dias.

“A estratégia está alinhada com o futuro desburocratizado, onde as pessoas poderão ter autonomia e poder de consumo em ambientes totalmente digitais, com segurança, transparência e privacidade.”, afirma Diego Martins, fundador e CEO da unico.

Para Fredy Evangelista, cofundador e CEO da Vianuvem, a venda representa a oportunidade de acelerar a transformação do setor e a evolução do mercado de veículos. “Essa próxima etapa vai valorizar ainda mais o que construímos até aqui. Como unico, teremos uma estrutura mais robusta para evoluir o produto, com maior escalabilidade para o negócio. Vamos seguir melhorando a solução, que tem como objetivo desburocratizar a compra de veículos, promovendo a transformação digital na vida de milhares de brasileiros”, finaliza.

Movimento de mercado: unico

Fundada em 2007, essa é a quarta empresa adquirida pela unico. Em 2009, a startup comprou a dotBR, desenvolvedora de software de gerenciamento de documentos e workflow; em 2017, foi a vez da Arkivus, de Londrina, no momento da pivotagem do negócio. Em 2020, a unico anunciou a aquisição da gaúcha Meerkat, de análise de imagens.

A unico é sediada em São Paulo e possui escritórios em Londrina e Porto Alegre. Em 2020, além dos primeiros investimentos recebidos em sua história (R﹩ 40 milhões da Igah Ventures e R﹩ 580 milhões do General Atlantic e SoftBank Latin America Fund), a startup quase triplicou de tamanho e teve um salto de 180 para mais de 500 colaboradores. Recentemente anunciou duas contratações de peso, Marcelo Quintella (ex-Google) e Igor Ripoll (ex-Salesforce), como VPs de Produto e Vendas e Costumer Sucess, consecutivamente. Atualmente, está com 200 vagas em aberto para diversas áreas.

Camara-e.net promove capacitação gratuita para empreendedores digitais

Devido à crise econômica provocada pela pandemia, muitos brasileiros viram no e-commerce uma saída para garantir uma renda. Uma pesquisa realizada pela Serasa Experian comprova: sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) estão vendendo pela internet. Para quem está interessado em ingressar nesse universo e não sabe como, a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) ensina, através de um ciclo de palestras gratuito e online, nos dias 9 e 10 de junho, das 19h às 22h. Os interessados devem se inscrever pelo site https://www.ciclo-mpe.net. Os inscritos receberão o link de acesso à sala do evento por e-mail e, através da plataforma digital, poderão tirar as dúvidas e receber mentorias em tempo real.

A finalidade é ensinar os participantes a planejar, montar e compreender como funcionam todas as etapas do processo operacional e administrativo de uma loja online. Além do conteúdo, os participantes concorrerão a brindes e ainda contam com certificado de participação.

“O nosso objetivo sempre foi promover a capacitação. Em tempos difíceis e de crise, como este em que estamos vivendo, é muito importante colaborar. É uma boa oportunidade para quem está desempregado e busca novos desafios, para quem pretende aumentar a renda, para quem tem negócio e precisa se reinventar, entre outros diferentes perfis”, afirma Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da camara-e.net.

Durante o evento, os participantes aprenderão os seguintes temas: como planejar sua empresa de forma eficaz, desde a escolha do nicho de mercado; como montar sua loja virtual e encontrar o cliente ideal, de forma a usar a logística para atrair mais visitas para sua loja; como transformar visitantes em consumidores; operação eficiente: a importância das ERP’s e dos meios de pagamento na internet; e vendas e marketing digital.

O Ciclo MPE está em sua 18ª edição e conta com o patrocínio master dos Correios e do Governo Federal e patrocínio da Loja Integrada.

BTG Pactual anuncia compra da Empiricus e Vitreo

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta segunda-feira (31) a compra de 100% do Grupo Universa, conglomerado que reúne as empresas Empiricus, Vitreo, Money Times, Seu Dinheiro e Real Valor, em negócio que faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de varejo de investimentos e cujos valores envolvem pagamento de R$ 440 milhões à vista e R$ 250 milhões em units BPAC11, ambos mediante a conclusão da transação. Adicionalmente, poderá haver o pagamento de valores financeiros no período de 4 anos, a depender do atingimento de metas operacionais e financeiras.

Com o negócio, o banco avança em sua consolidação como uma das principais instituições da indústria de investimentos de varejo no Brasil. A Universa, por sua vez, ganha musculatura para ampliar sua atuação junto ao investidor pessoa física, mantendo a independência editorial e de criação de produtos.

Para o BTG Pactual, a aquisição visa atender às novas demandas do mercado de investimentos brasileiros, que tem passado por intensas transformações com o crescimento expressivo do número de investidores e o desenvolvimento de novas soluções para atender esse público.

Segundo Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital, “o negócio é resultado de um relacionamento de longo prazo e construído com base no respeito e na admiração mútua, mas somente recentemente começamos a falar sobre parcerias e outras alternativas mais concretas”.

Faz parte do acordo, para garantir a independência editorial e de lançamentos de produtos pela Empiricus e Vitreo, a manutenção das operações da Universa separadamente às do BTG Pactual. O contrato assinado, porém, prevê a exploração de sinergias operacionais e estratégicas.

“Para os clientes e funcionários da Empiricus e da Vitreo, nada muda em termos práticos. Ao contrário, agora há mais benefícios para eles, com apoio institucional, de capital e tecnologia”, explicou Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus. “Este é um grande impulso ao modelo 3.0 de investimentos. Com o suporte do BTG Pactual, poderemos fazer muito mais pelo nosso cliente e oferecer mais oportunidades de crescimento aos nossos funcionários”, completou Caio Mesquita, CEO da casa de análise, que soma hoje 425 mil clientes. Já a Vitreo, contabiliza R$ 11 bilhões sob custódia, volume que cresce num ritmo de aproximadamente 4% ao mês.

“Com o BTG Pactual, seremos capazes de fazer tudo o que sempre quisemos. Estou 100% convencido de que a combinação Empiricus e Vitreo, com apoio do BTG Pactual, oferece a melhor alternativa ao investidor pessoa física brasileiro”, reforçou Miranda. Ele, Mesquita e Rodolfo Amstalden, sócios-fundadores da Empiricus, e George Wachsmann, CIO da Vitreo, seguirão no comando da operação e passam também a integrar o quadro societário do BTG Pactual quando a operação for concluída.

A Empiricus, que já liderava os portais Seu Dinheiro e Money Times, além da startup Real Valor, era parceira comercial da Vitreo desde que a casa surgiu como gestora em 2018. Juntas, as duas empresas criaram um modelo de negócio alinhado ao cliente e que chamou atenção do mercado. De um lado a Empiricus, muito próxima do investidor, pensando as carteiras teóricas. Do outro, a Vitreo, como instituição financeira, executando essas ideias.

Microsoft forma segunda turma do programa Black Women in Tech

Nesta quarta-feira, 26, a Microsoft formou a segunda turma do Black Women in Tech, programa de capacitação com foco na formação de mulheres negras para o mercado de tecnologia. O projeto, idealizado e liderado pelos grupos de colaboradores da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft) e o BAM (Blacks at Microsoft) – visa a diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia, bem como ampliar a igualdade de gênero e racial no segmento. . 

Ao todo, 35 mulheres foram selecionadas e participaram, de janeiro a maio, de mentorias técnicas, focadas nas certificações técnicas em Fundamentos do Microsoft Azure (AZ-900) e Fundamentos do Microsoft Power Platform (PL-900), além de módulos focados em soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico. Todo o programa, incluindo apostilas e materiais de apoio, é realizado gratuitamente. Além disso, todas as formadas receberam vouchers para realizar os exames de certificações da Microsoft em AZ-900 e PL-900. 20% delas já finalizaram as provas para AZ-900. 

Adrielly Souza, de 28 anos, faz parte das formandas da segunda turma do programa e, segundo ela, a pauta é extremamente necessária nos dias atuais e sua participação na iniciativa foi decisiva neste período desafiador que estamos vivendo. “Eu, mulher preta e mãe solo, estou em busca de recolocação no mercado, mas me sentia perdida em relação às minhas oportunidades. O Black Women in Tech me possibilitou desenvolver um novo potencial em mim, voltado para tecnologia, e me conectou com uma rede não só de networking, mas também de apoio”, comenta.  

Por meio do Black Women in Tech, a Microsoft tem o objetivo de levar ensino técnico de qualidade para que mulheres pretas e pardas possam alavancar suas carreiras em tecnologia. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, membros ou aliados das iniciativas e grupos de Diversidade, que disponibilizam seu tempo voluntariamente. Após a formação, uma das ações pós mentoria é a realização de uma feira de trabalho, que durante a pandemia está sendo realizada em formato on-line, na qual a Microsoft conecta as profissionais às empresas parceiras da companhia com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho. 

Nossa iniciativa tem como objetivo capacitar, formar e ajudar essas profissionais a se conectarem ao mercado de trabalho. Neste programa, unimos pilares fundamentais para a Microsoft que são diversidade, inclusão e acesso à qualificação profissional em tecnologia” explica Alessandra Karine, vice-presidente para o setor público, educação e saúde e líder de diversidade e inclusão na Microsoft Brasil. 

O processo seletivo para a segunda turma foi feito por meio de um desafio virtual no qual cada interessada deveria finalizar um curso via Microsoft Learn, plataforma de aprendizado on-line gratuita, além do preenchimento de um questionário. O critério prévio para a seleção das candidatas foi ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos do preenchimento do questionário. Não são exigidos nenhum conhecimento ou habilidade técnica prévias.  

A primeira edição do Black Women in Tech aconteceu entre agosto e setembro de 2020 e contou com 26 mulheres formadas. A Microsoft tem como meta continuar promovendo o programa semestralmente e capacitar até 50 mulheres por turma.  

Mercado Eletrônico abre 30 vagas de emprego

O Mercado Eletrônico, líder em soluções para e-commerce B2B na América Latina, está com 30 vagas abertas, que se distribuem entre áreas relacionadas ao universo da tecnologia. Entre elas, estão tech lead, desenvolvedor .NET, analista de recursos humanos de tecnologia, líder UX, desenvolvedor front-end e desenvolvedor de automação. Para todas as posições, os colaboradores podem escolher entre o formato de trabalho full home office ou o híbrido pós-pandemia.

Entre as responsabilidades listadas para a vaga de tech lead estão a criação e o desenvolvimento de soluções escaláveis, sustentáveis e orientadas ao negócio. Esse profissional precisará facilitar e orientar as discussões de arquitetura dentro do sistema da empresa. Para a vaga de desenvolvedor.NET, o candidato precisará ter experiência em desenvolver, manter e implementar sistemas e aplicações, assim como realizar análises dos requisitos e elaboração de estrutura de dados. Já a vaga de analista de recursos humanos é focada no recrutamento dos profissionais de tecnologia e, por sua vez, é responsabilidade do profissional a experiência na condução de processos seletivos com atuação consultiva e com foco em perfis dessa área.

Para preencher a vaga de desenvolvedor front-end, responsável pela experiência do usuário dentro de um site e trabalhando diretamente com o desenvolvimento das páginas com as quais o usuário vai interagir, é desejável que o profissional tenha experiência com as últimas tecnologias e as soluções de front-end, pois terá contato direto com esses meios, além de usá-los para desenvolver novas implementações na plataforma. Já o líder UX coordenará toda iniciativa de usabilidade de produtos da companhia e de projetos de design junto aos times, contribuindo diretamente na estratégia digital da organização.

O profissional que ocupará o cargo de desenvolvedor de automação pleno, por sua vez, deverá apoiar a evolução de manutenção e criação de scripts de projetos e squads como uma das funções, além de realizar gravações, construir e manter os scripts conforme os testes definidos, propondo melhorias.

Todas as vagas disponíveis no Mercado Eletrônico podem ser preenchidas por profissionais de qualquer estado brasileiro, com exceção do analista de recursos humanos, que precisa ser necessariamente de São Paulo. Entre os benefícios disponíveis para os colaboradores estão assistência médica e odontológica, seguro de vida em grupo, vale-refeição ou alimentação, incentivo educacional, Gympass, convênio com o Sesc e auxílio-internet durante o período de home office.

No ano passado, o Mercado Eletrônico conquistou os principais prêmios de RH do país (GPTW Mulher, TI e Brasil, e Lugares Incríveis para Trabalhar) e há três anos integra o ranking das melhores empresas para trabalhar do GPTW Brasil. Para quem tiver interesse em se candidatar a alguma dessas vagas, basta enviar o currículo para o email selecao@me.com.br.

BNDES financia nova unidade do maior parque eólico do mundo no RN

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará a implantação do parque eólico Santa Martina 9, nos municípios de Riachuelo, Bento Fernandes, Caiçara do Rio do Vento e Ruy Barbosa, no Rio Grande do Norte. Com 63 MW de capacidade instalada, a unidade poderá gerar energia limpa e sustentável equivalente ao consumo de 130 mil residências.

Santa Martina 9 compõe o Complexo Eólico Rio do Vento, o maior complexo eólico do mundo. A implantação do parque gerará cerca de 350 empregos diretos e indiretos e tem como perspectiva o aumento da renda familiar da população local. A quantidade corresponde a mais de 10% do total de pessoal ocupado nos quatro municípios (3.480) em 2018, de acordo com dados do IBGE.

“O financiamento ao parque eólico Ventos de Santa Martina demonstra o compromisso do BNDES em apoiar uma matriz de energia limpa no Brasil. Serão mais 63 MW de potência, a entrar em operação em 2022”, declara o diretor de Crédito e Garantia do BNDES, Petrônio Cançado .

O financiamento, no valor de R$ 216,7 milhões, será concedido à Sociedade de Propósito Específico Ventos de Santa Artur Energias Renováveis S.A., que pertence ao grupo econômico Casa dos Ventos, no âmbito do BNDES Finem. Os recursos correspondem a 76% do valor total do investimento (R$ 284,8 milhões). A previsão é de que o parque entre em operação até dezembro de 2021. O primeiro aerogerador entrou na fase de testes em maio.

“O apoio do BNDES ao projeto ilustra bem a estratégia do Banco para o setor elétrico, combinando o investimento em fontes renováveis com o desenvolvimento do mercado livre de energia, que é o ambiente onde consumidores comprometidos com metas ASG, geradores de energia renovável competitivos e investidores em busca de ativos sustentáveis podem se encontrar, catalisando um ciclo virtuoso de desenvolvimento de energias limpas no Brasil”, explica a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.

O diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, também lembra que a construção do complexo Rio do Vento já traz transformações positivas visíveis para a realidade local.  “Estamos criando oportunidades que começam com a priorização de contratação de trabalhadores locais e geram um movimento com efeito multiplicador de riqueza e de capital humano. E como a taxa de ocupação do solo por aerogeradores é baixa, as famílias ainda mantêm suas atividades rurais nas terras arrendadas”, complementa.

Segundo estudos da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o índice de desenvolvimento humano de municípios que recebem projetos eólicos tem crescimento médio 20% superior em comparação aos demais.

Outro aspecto positivo do apoio do BNDES é o estímulo à geração energética de uma matriz limpa, evitando a emissão estimada de 126 mil toneladas de gás carbônico por ano na atmosfera, o equivalente ao planto de mais de 750 mil árvores. Além disso, o projeto desenvolve a cadeia de fornecedores de aerogeradores no Brasil.

 Os investimentos do BNDES em geração estão alinhados ao esforço do Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas (PNMC) para redução das emissões de gases de efeito estufa. O Plano também busca manter elevada a participação de energia renovável na matriz elétrica, preservando posição de destaque que o Brasil sempre ocupou no cenário internacional. O esforço do Banco também vai ao encontro do Plano Nacional de Energia 2030, do Governo Federal, com estratégias para expansão de energia econômica e sustentável pelos próximos dez anos.

Energia renovável – Em abril de 2020, BNDES e Engie Brasil assinaram contratos no valor de R$ 1,243 bilhão para implantação do Conjunto Eólico Campo Largo – Fase 2, nos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé. A capacidade instalada do projeto é de 361,2 MW, energia suficiente para atender 850 mil domicílios.

Em junho passado, o Banco também apoiou a construção do parque eólico Ventos de Santa Martina 14, outro dos parques que fazem parte do Complexo Eólico Rio do Vento. O crédito foi de R$ 208 milhões.

Em outubro, o BNDES aprovou o financiamento no valor de R$ 568 milhões para a implantação de seis parques eólicos, e subestação associada, localizados nos municípios de Lajes, Pedro Avelino e Pedra Preta – RN. A capacidade instalada do Complexo Eólico Jerusalém será de 180,6 MW – o suficiente para abastecer cerca de 457 mil domicílios.

Em dezembro de 2020, o Banco aprovou recursos para a construção dos parques eólicos Ventos de Santa Martina 01 e Ventos de São Januário 23, também no Rio Grande do Norte, ambos parques que também formam o Complexo Eólico Rio do Vento.

E há cerca de um mês, outros dois projetos em energia renováveis foram aprovados pelo BNDES. O Complexo Fotovoltaico Janaúba, no município de Janaúba/MG receberá financiamento de R$ 1,4 bilhão. As obras para a instalação das 14 usinas, que constituirão o maior parque solar das Américas, vão gerar 1.265 postos de trabalho. Por sua vez, os Complexos Eólicos Ventos do Piauí II e III – localizado na região da Serra do Inácio, entre os Estados do Piauí e Pernambuco – receberam apoio R$ 1,6 bilhão.  Juntos, os dez parques eólicos que compõem o Complexo terão potência instalada de mais de 400 MW.

BNDES Finem – É o programa de financiamento acima de R$ 40 milhões voltados a projetos de investimento em geral. O apoio se estende a praticamente todos os segmentos econômicos, tendo como um dos principais critérios de avaliação os benefícios sociais destas iniciativas.  

HR One: Catho realiza evento gratuito e 100% digital com conteúdo totalmente focado nos profissionais de RH

Evento acontece no dia 2 de junho e irá discutir as Tendências e Desafios do RH com Marcos Piangers, Juliana Bley, Gustavo Vitti e Érika Hamada, além de trazer uma palestra motivacional com a atriz Denise Fraga

Para celebrar o dia do profissional de RH, a Catho, uma das principais plataformas de empregabilidade do país, realizará no dia 2 de junho, das 9h às 14h, o HR One. O evento tem como objetivo destacar a importância da área de recursos humanos dentro da estratégia das empresas e discutir e a tecnologia no setor alinhado aos esforços das pessoas, apresentando tendências com um olhar de futuro em tecnologia e comportamento humano.

O evento que será dividido em três temas principais, sendo Tendências de RH, Desafios do RH e palestra Motivacional, contará com palestrantes como Marcos Piangers, Juliana Bley e a atriz Denise Fraga. Além desse time incrível, os participantes ainda poderão assistir a outros três profissionais que fazem parte da Catho e entendem tudo sobre o mercado de trabalho e seus desafios: Fernando Morette (CEO Catho), Regina Botter (COO Catho) e Patrícia Suzuki (Diretora de RH Catho).

As rápidas mudanças no mercado de trabalho e os novos desafios trazidos pela pandemia, fez com que a Catho sentisse a necessidade de realizar um evento voltado totalmente para os profissionais de recursos humanos. “Nosso foco é discutir as prioridades do RH hoje e como fazer a gestão da travessia e conexão com as adversidades do amanhã. Assim, junto com os palestrantes convidados, traremos muita informação de qualidade e conhecimento, por meio dos conteúdos de relevância” conta Regina Botter, diretora de operações da Catho.

A iniciativa será online, gratuita e contará com recursos de acessibilidade para uma experiência completa do público com deficiência. O HR One será realizado de forma híbrida, com toda estrutura de estúdio, mas transmitida ao vivo para gestores de empresas de qualquer porte.

Veja abaixo mais sobre os temas que serão abordados no evento:

• Palestra 1 – Uma espiada no futuro após a pandemia – com Marcos Piangers – Especialista em Inovação e Criatividade & Autor Best-seller;

• Palestra 2 – Gestão da Travessia – com Juliana Bley – Especialista em Andragogia & Referência em Fatores Humanos;

• Painel – Os desafios do RH do futuro, hoje! – com Patricia Suzuki, diretora de Gente e Gestão da Catho, Gustavo Vitti, Head de Pessoas e Sustentabilidade no Ifood e Érika Hamada, Diretora de Recursos Humanos na Starbucks;

• Palestra 4- Inquietudes para o novo (velho) mundo – com Denise Fraga – Atriz, Colunista e Palestrante – Uma das mais talentosas atrizes brasileiras, como palestrante, Denise Fraga associa seu carisma, sua presença de palco e seu senso de humor, à sensibilidade que já rendeu tantas crônicas e às muitas histórias que acumulou ao longo de sua carreira para refletir sobre nosso cotidiano e nossos valores.

Cisco anuncia novo líder para o Brasil

A Cisco anuncia hoje que Ricardo Mucci é o novo Country Manager da empresa no Brasil. O executivo vai liderar os negócios da Cisco e apoiar clientes, governos e parceiros no desenvolvimento de novas aplicações para transformação digital.

Mucci está na Cisco desde 2017 como diretor do Setor Público no Brasil e recentemente também do segmento de Enterprise. Focado em crescimento dos negócios e transformação digital, o executivo conduziu projetos transformacionais em várias cidades do país. No ano passado, a Cisco apoiou a continuidade de atividades essenciais em saúde, educação e judiciário, durante a pandemia, por meio da adoção de tecnologias. Mucci também tem trabalhado para a ampliação do programa de educação e empregabilidade, o Cisco Networking Academy, com parcerias com governos em todo o país.

“Como um líder focado no crescimento dos negócios e transformação digital, Mucci terá um papel importante para apoiar nossos clientes e parceiros em suas jornadas digitais enquanto os negócios caminham para o chamado modelo híbrido, destaca Laércio Albuquerque, vice-presidente da Cisco América Latina.

A Cisco está presente no Brasil desde 1994 com investimentos estratégicos no país, incluindo o programa global de aceleração digital, Cisco Brasil Digital e Inclusivo. Comprometida em construir um futuro inclusivo para todos, a Cisco também atua no país com o Cisco Networking Academy, que oferece capacitação na área de TI e negócios, formando mais de 359 mil estudantes desde sua chegada ao Brasil. Com uma cultura de diversidade e inclusão que coloca as pessoas em primeiro lugar, a companhia foi escolhida como a melhor empresa para trabalhar por importantes rankings do GPTW, como Étnico-Racial, LGBTQI+ e Primeira Infância.

“Estou muito animado e honrado com a oportunidade de liderar a Cisco do Brasil. As empresas e governos têm avançado rapidamente na transformação digital e queremos ajudar nossos clientes no desenvolvimento de novas aplicações seguras e preparadas para o futuro mundo híbrido, onde a nuvem deve estar no centro de tudo”, destaca Ricardo Mucci, novo Country Manager da Cisco do Brasil. “Tudo isso também será possível com o fortalecimento do nosso já conceituado ecossistema de Canais”, completa.

Ricardo Mucci atua no setor de tecnologia há 27 anos. Antes da Cisco, o executivo foi diretor para o setor público na Oracle e também atuou em empresas como IBM e Telefônica. Mucci é graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, possui MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós MBA na Kellogg School of Business, além de outras formações pela Fundação Getúlio Vargas com foco em Gestão de Políticas Públicas, Telecomunicações e Banking.

O uso do computador pós-pandemia: o PC volta a ser pessoal

Por Hélio Rotenberg

Há grandes chances de seu contato com a tecnologia ter se intensificado consideravelmente nos últimos meses, devido às mudanças de hábitos geradas com a pandemia de covid-19. Até pouco tempo atrás, as pessoas usavam o computador com menor frequência em casa, pois os smartphones faziam com que a utilização do PC fosse preterida no ambiente doméstico. Porém, a prática acentuada de home office e as aulas em casa alteraram essa dinâmica e impactaram o mercado de computadores.

Em 2011, auge do segmento, mais de 360 milhões de unidades foram vendidas em todo mundo. Desde então, o número reduziu consideravelmente. Chegou a 260 milhões de unidades em 2016 e se manteve nessa faixa até 2019. A queda foi ainda maior no mercado brasileiro. Entre 2011 e 2016, o número de computadores vendidos no país caiu cerca de 70%. No entanto, a recente aceleração na adoção de tecnologias traz novo significado de uso ao equipamento. O computador deixa de ser apenas conveniente para se tornar essencial na vida das pessoas. O mercado então reage e se recupera de forma consistente. As vendas aumentaram muito em 2020 e tudo indica que 2021 também será um ano de muito crescimento. A expectativa é que mais de 357 milhões de computadores sejam vendidos globalmente, voltando ao pico de 2011.

O PC, “Personal Computer”, volta a ser pessoal. Antes da pandemia, o consumidor possuía um equipamento na residência para uso compartilhado de todos os membros da família. Com as pessoas estudando e trabalhando em casa, o aparelho convergiu atividades simultâneas. Como ferramenta profissional, educacional, de comunicação e entretenimento, o computador tornou-se indispensável e individualizado em tempos de distanciamento social e funções remotas. Foi necessário, portanto, ter mais de um dispositivo em casa, em decorrência da mudança de necessidades.

Por essa razão, a procura por computadores aumentou significativamente. E tudo leva a crer que essa demanda veio para ficar, pois fica cada vez mais claro que, no cenário pós-pandêmico, prevalecerá o formato híbrido de trabalhar e estudar com necessidade de um PC conectado à internet. O trabalho não volta a ser totalmente presencial e o notebook torna-se ferramenta indispensável. Os mais jovens também já deixaram claro que requerem estrutura de qualidade nas aulas. Isso envolve o acesso a conferências com professores, realização de provas de maneira totalmente digital e maior acesso a material multimídia. Além disso, há a disseminação da telemedicina, prática em que computadores são mais oportunos para efetividade de consultas on-line, análises de dados e monitoramento de pacientes. Por tudo isto, acreditamos que o retorno do uso pessoal do computador seja um movimento secular, prolongado, em que a multifuncionalidade do equipamento para atender aos novos hábitos de consumo continue imprescindível também após a pandemia.

Acompanhando esse novo momento, a Positivo Tecnologia completou seu portfólio de produtos ao incorporar as operações da marca Compaq. Um portfólio completo para todos os gostos e bolsos com as marcas Positivo, Vaio e, agora também, a Compaq. A situação fortalece o nosso posicionamento como empresa brasileira de tecnologia justamente em um momento de aquecimento de mercado e retorno ao uso pessoal do PC. As pessoas precisam de dispositivos plenamente capazes de ajudar nas atividades do dia a dia e também de terem acesso à amplitude de possibilidades que só um computador conectado pode oferecer. Desse modo, a Positivo Tecnologia está preparada para superar os desafios de atender à crescente demanda e levar aos brasileiros dispositivos com inovação, design aprimorado e desempenho adequado a todo tipo de uso. É nossa forma de fazer jus ao propósito de tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com o uso da tecnologia, principalmente no contexto em que o computador é cada vez mais pessoal e realmente essencial na rotina de todos nós.

Hélio Rotenberg, fundador e presidente da Positivo Tecnologia

Effecti, do Grupo nuvini, abre escritório de Enterprise no inovabra habitat

A startup Effecti , especializada em tecnologia para licitantes e uma das primeiras aquisições do Grupo nuvini, anunciou a reabertura de seu escritório na cidade de São Paulo. Agora, o setor de Enterprise da empresa integra o ecossistema do i novabra habitat , ambiente de coinovação do Bradesco, em São Paulo.

Fernando Salla , CEO da Effecti, conta que o objetivo da abertura do escritório na cidade de São Paulo visa apoiar a estratégia de oferta da solução da Effecti para grandes empresas, área denominada Enterprise. No ambiente de coinovação, está o time Business Unit da startup, que conta com profissionais especializados – como Analistas, Sales Development Representative e Closer de vendas- para oferecer aos clientes um processo mais consultivo e voltado para criação de valor junto à área de vendas para o Governo.

Leandro Demarchi , que foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da unidade de vendas do Setor Público da TOTVS, foi contratado pela Effecti para ser o representante da estratégia Enterprise. “Temos um produto incrível nas mãos que certamente ajudará as grandes empresas a melhorarem seu desempenho nas licitações.” O executivo ainda explica que a escolha pelo inovabra habitat para sediar o escritório está em total sinergia com a perspectiva de crescimento e inovação da startup.

A geração de demanda é um ponto crucial para levarmos o valor da nossa solução para grandes contas, e fica mais fácil atuar em um ambiente colaborativo como aqui no inovabra habitat, contando com a participação efetiva de grandes empresas que apoiam as startups presentes. O contrato entre Effecti e uma grande empresa de telecom, por exemplo, é um case de sucesso que surgiu aqui no ambiente.

Fundado em 2018, o inovabra habitat é um ambiente de coinovação com atuação física e digital, onde grandes empresas, startups, investidores, tech partners, consultores e mentores trabalham de forma colaborativa para inovar nos negócios. O espaço conta, atualmente, com 194 startups e 74 grandes empresas residentes, além de aceleradoras, investidores e parceiros tecnológicos.

Toda a gestão do espaço físico do local é realizada pela WeWork, rede global de coworking presente em mais de 20 países. Nos últimos anos, o modelo de escritórios compartilhados se tornou bastante popular no cenário empreendedor por conta da eficiência comunicativa e operacional. Mesmo durante o isolamento social, o ambiente continuou expandindo como um importante apoio para desenvolvimento de estratégias de inovação abertas, contribuindo para acelerar as jornadas de transformação digital e cultural dos habitantes.

Com a melhora gradativa na situação global da pandemia, os espaços de coworking estão reaquecendo no mercado. A WeWork, bem como a Effecti, está seguindo todas as recomendações dos órgãos de saúde e padrões sanitários por conta da Covid-19.

Lei endurece penas para crimes eletrônicos, como clonagem do WhatsApp e outros golpes via internet

Golpes cometidos em meios eletrônicos terão penas que podem chegar até 8 anos de prisão,
agravadas se os crimes forem praticados com o uso de servidor mantido
fora do Brasil, ou ainda se a vítima for uma pessoa idosa ou vulnerável

O governo federal publicou hoje (28/05) a lei 14.155, que prevê punições severas para fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos. O texto altera o Código Penal brasileiro para agravar penas como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, além de crimes cometidos com o uso de informação fornecidas por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento.

As penas podem chegar até 8 anos de prisão, mais multas, e ainda serem agravadas se os crimes forem praticados com o uso de servidor mantido fora do Brasil, ou ainda se a vítima for uma pessoa idosa ou vulnerável.

Entre ações criminosas que agora serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além dos golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos).

Para a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), a tipificação do crime digital é um passo muito importante e necessário para coibir delitos cometidos no mundo digital e punir com rigor a práticas desses crimes, que levam muita dor de cabeça e causam grande prejuízo financeiro para o consumidor.

“Agora com a lei, teremos muito mais subsídios e condições legais de gerar uma punição efetiva contra os criminosos cibernéticos”, avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

De autoria original do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), com texto substitutivo do deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), a lei estabelece que a invasão de um dispositivo eletrônico (celulares, computadores, tablets) com o objetivo de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo ou de instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita tem pena de reclusão que varia entre 1 ano a 4 anos de prisão, acrescida de multa. Aumenta-se a pena de um terço a dois terços se a invasão resulta prejuízo econômico.

Segundo o texto, o furto mediante fraude por meio de dispositivo eletrônico, com ou sem a violação de mecanismo de segurança, ou o uso de programa malicioso, ou por qualquer outro meio fraudulento, tem pena de reclusão de 4 a 8 anos, acrescido de multa. A pena aumenta-se de um terço a dois terços se o crime for praticado com o uso de servidor mantido fora do Brasil, e de um terço ao dobro, se o crime for praticado contra idoso ou vulnerável.

A fraude cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de e-mail fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento, tem pena de reclusão de 4 a 8 anos, acrescido de multa. Se o crime for praticado mediante o uso de servidor mantido fora do território nacional, apena é aumentada de um terço a dois terços. No caso de crime cometido contra idoso ou vulnerável, a pena pode ser aumentada em um terço ao dobro.

A FEBRABAN também avalia que a sanção da lei corrobora com os esforços do Brasil em seu processo de adesão à Convenção de Budapeste, tratado internacional de combate a crimes praticados pela internet. O ingresso do país na convenção permitirá ao Brasil um acesso mais rápido a provas eletrônicas que estejam no exterior, mediante cooperação jurídica internacional.

Golpes na pandemia e ações dos bancos

Com o uso mais intenso dos meios digitais para atividades cotidianas durante a pandemia do coronavírus, criminosos aproveitam o maior tempo online das pessoas para tentar aplicar golpes. Levantamentos mais recentes feitos pela FEBRABAN mostram o crescimento de tentativas de várias modalidades de fraudes em janeiro e fevereiro de 2021 em comparação com o primeiro bimestre do ano passado. O volume de ocorrências do golpe da falsa central telefônica e do falso funcionário, por exemplo, aumentou cerca de 340%. Também merecem destaque os ataques de phishing, cujo total de registros dobrou de um ano para o outro.

Os golpes mencionados acima são exemplos de fraudes que usam engenharia social, que consiste na manipulação psicológica do usuário para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões, para os criminosos, ou faça transações em favor das quadrilhas. Atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social.

A FEBRABAN e seus bancos investem constantemente em campanhas e ações de conscientização em seus canais de comunicação com os clientes para orientar a população a se prevenir de fraudes. “Queremos contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de prevenção a fraudes e do uso seguro dos canais digitais no país”, afirma Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN.

Ele ressalta que os bancos investem cerca de R﹩ 2 bilhões por ano em sistemas de tecnologia da informação (TI) voltados para segurança – valor que corresponde a cerca de 10% dos gastos totais do setor com TI para garantir a tranquilidade de seus clientes em suas transações financeiras cotidianas.

Boa Vista anuncia abertura de mais de 100 vagas para Tecnologia e demais áreas

Contratações ocorrem em processo de expansão da companhia, impulsionado após IPO realizado em setembro de 2020

Como reflexo de seu processo de expansão, a Boa Vista, empresa que aplica inteligência analítica de ponta na transformação de informações para a tomada de decisões em concessão de crédito e negócios em geral, anuncia a abertura de mais de 100 vagas para diversas posições, envolvendo áreas como Tecnologia, Analytics, Comercial e People (RH). Os interessados em se candidatar ou obter mais detalhes sobre o processo seletivo devem acessar a área de vagas do perfil da companhia no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/boavista/jobs).

As posições para as quais a empresa busca profissionais estão em áreas como Comercial (key account manager), People (especialista de performance e compensation), Tecnologia (sênior data engineer, sênior front-end developer, desenvolvedor(a) Java sênior), Analytics (cientista de dados) e Produtos (product manager). Podem se candidatar profissionais de qualquer região do país e que cumpram os pré-requisitos exigidos para cada vaga (listados no perfil da empresa no LinkedIn).

As oportunidades oferecidas pela Boa Vista surgem em um momento no qual a empresa vem ampliando e qualificando sua atuação com inteligência analítica, o que ganhou contornos ainda mais robustos após o IPO realizado em setembro de 2020. Na ocasião da oferta pública de ações, o CEO da empresa, Dirceu Gardel, já havia sinalizado a intenção de aumentar suas equipes, principalmente a que atua no recém-lançado Centro de Excelência em Analytics (CEA) – sua nova “fábrica de algoritmos”. A equipe do CEA chegará a 140 profissionais ao final de 2021, praticamente dobrando seu número de cientistas e engenheiros de dados na companhia.

“A busca por mais digitalização, integração, otimização dos procedimentos e melhoria nos nossos produtos aos clientes com o uso de novas tecnologias, nos faz ter um olhar a profissionais que já têm alguma expertise, mas também estamos muito atentos a talentos em começo de carreira e com desejo de crescer profissionalmente na Boa Vista. Isso é fundamental para que possamos agregar valor e acompanhar a velocidade da empresa em sua jornada de transformação digital”, afirma Helen Menezes, diretora de People da Boa Vista.

A executiva reforça que, além de critérios que avaliam a experiência e as habilidades dos candidatos, como capacidade de trabalho em equipe, organização e comprometimento, entre outros, o processo seletivo na Boa Vista é norteado por valores como o da promoção da diversidade.

Clara recebe aporte Série A de US$30 milhões de DST Global Partners, monashees, Kaszek e outros fundos de investimento

A Clara, solução inteligente de gerenciamento de gastos e cartão de crédito corporativo, anuncia o aporte Série A de US$ 30 milhões, liderado por Tom Stafford da DST Global Partners, com participação da monashees, Kaszek Ventures, Avid Ventures e investidores anteriores como a General Catalyst.

“Enquanto o espaço de consumer finance passou por uma grande revolução nos últimos anos, o segmento B2B ficou para trás. Pagamentos, cartão de crédito corporativo e gestão de despesas representam uma oportunidade gigante globalmente. A Clara reuniu um super time para atacar essa oportunidade de bilhões de dólares na América Latina, resolvendo uma grande dor de cabeça para muitas empresas da região”, explica Marcelo Lima, sócio da monashees.

A empresa está em processo de fechamento de contrato para uma linha de crédito de US$ 50 milhões com um parceiro ainda não divulgado.

“O entusiasmo das principais empresas em usar a Clara tem sido fenomenal. Desde o lançamento no início de março, crescemos mais de 100 vezes o volume transacionado”, diz Gerry Giacomán Colyer, cofundador e CEO da Clara. “Temos orgulho de ser o parceiro escolhido por muitas das mais importantes empresas do México”.

A tendência crescente de digitalização impulsionada pela COVID-19 levou as empresas a adaptarem seus processos a ambientes remotos e virtuais para agilizar suas atividades e aumentar seu potencial. Por isso, a implementação de soluções que ajudam a agilizar os processos internos é fundamental para garantir o crescimento. Inspirada pelo contexto digital atual e, ao mesmo tempo, focada no trabalho do futuro, a Clara oferece benefícios únicos como:

•Cartões de crédito corporativos ilimitados em formatos físico e virtual, sem anuidade;
•Cartões com limites e restrições customizáveis;
•Zero burocracia: cadastro imediato, remoto e digital;
•Em conformidade com os mais altos padrões de segurança e regulamentações locais;
•Clareza e transparência: visibilidade de gastos em todos os momentos para funcionários, gerentes e administradores;
•Aplicativos disponíveis para iOS e Android

“Acima de tudo, queremos criar tecnologia e experiências de primeira classe para ajudar as empresas de alto potencial a crescerem”, diz Diego García, cofundador da Clara. “Gerry e eu trabalhamos juntos em uma startup latina de rápido crescimento e experimentamos, em primeira mão, os problemas que a Clara pode resolver. Antes, passamos anos no Vale do Silício e, pela nossa experiência, sabemos a importância de cuidar dos detalhes que, somados, criam uma experiência que queremos que seja mágica. Não há necessidade de complicar o mundo contábil e financeiro. A Clara surge para tornar as coisas simples e transparentes; funcionais e acabar com processos desnecessários”.

A Clara atua no México e pretende expandir suas operações para toda a América Latina. A empresa está acelerando as contratações no Brasil e disponibilizando a lista de espera para companhias interessadas no produto em seu site.

PIX já é aceito por cerca de um terço de lojas online

O PIX tem conquistado uma parcela crescente de aceitação entre as modalidades de pagamento por parte dos maiores lojistas do e-commerce no Brasil: quase um terço deles (32,2%) já oferece essa opção aos clientes. Esse foi um dos dados apurados por um levantamento da GMattos, consultoria de e-commerce e meios de pagamento.

O estudo analisou 59 lojas online de destaque no mercado brasileiro, nos mais diversos segmentos, entre os dias 3 e 12 de maio de 2021. Entre os estabelecimentos, constam Magalu, Amazon, Mercado Livre, Americanas, Uber, Drogasil e Carrefour.

Na comparação com pesquisa similar realizada pela GMattos em março, a aceitação do PIX cresceu 6,8 pontos percentuais, saltando de 25,4% para 32,2%.

Em contrapartida, a aceitação do débito apresentou uma queda em patamar semelhante – menos 6,7 pontos percentuais em maio em relação a março, caindo de 42,3% para 35,6%.

Na análise de Gastão Mattos, cofundador e gerente-geral da GMattos, a proximidade entre os percentuais de elevação do PIX e de baixa do débito não é coincidência.

Conforme o especialista já havia previsto por ocasião do estudo de março e das tendências que apontava, o PIX vem exercendo efeito predatório sobre o débito, ao contrário do que se imaginava com o surgimento da nova modalidade. Inicialmente, pensava-se que o PIX roubaria espaço do boleto, o que não aconteceu.

Por sinal, o PIX, por ser forte em conveniência para o cliente e em sua distribuição no Brasil – mais de 80 milhões de CPFs -, além de ter uma alta taxa de conversão (superior a 90%), torna-se um meio de pagamento bastante atrativo para os lojistas quando o comparam com o débito.

Ainda de acordo com o último levantamento da GMattos, o cartão de crédito (98,3%) e o boleto (83%) são as modalidades com maiores níveis de aceitação pelas lojas online, seguidas pelas wallets (52,5%).

Capgemini é reconhecida como Líder no Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente

A Capgemini anuncia hoje que foi reconhecida como líder no “Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente” do Gartner, por sua capacidade de execução e abrangência de visão. A pesquisa avaliou 17 provedores de serviços para seus recursos de gerenciamento de relacionamento com o cliente em diversos parâmetros.

“Acreditamos que nosso posicionamento como Líder no Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente enfatiza nossa capacidade de fornecer soluções customizadas com base em dados para ajudar a transformar as jornadas dos ‘clientes dos nossos clientes’. Com uma abordagem que os coloca no centro de tudo, estamos continuamente investindo em novas tecnologias e recursos que nos permitam fornecer soluções ágeis e escaláveis, ajudando nossos clientes a ficarem à frente da curva”, afirma Alex Smith-Bingham, Group Offer Lead for Customer Experience na Capgemini.

A equipe de mais de 35.000 especialistas em CRM da Capgemini traz um domínio específico profundo da indústria, dos recursos técnicos e do design digital, entregando com sucesso resultados de valor para os clientes.

Clique aqui para acessar uma cópia gratuita do relatório completo.

Gartner, Magic Quadrant for CRM e Customer Experience Implementation Services, Brett Sparks, Jim Longwood, Chrissy Healey, Katie Gove 21 de maio de 2021.

O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem em suas opiniões da organização de pesquisa e não devem ser interpretadas como declarações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.