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Catho divulga idiomas mais exigidos no mercado de trabalho brasileiro

Em um mercado cada vez mais competitivo, é crescente a procura por profissionais com conhecimento em outros idiomas além do português. Um levantamento realizado pela Catho, site de empregos líder do país, mostrou quais os idiomas mais exigidos pelo mercado de trabalho brasileiro. Depois do inglês e do espanhol, o francês lidera a lista, com 1.074 vagas.

Influenciado pelo número de empresas japonesas com atuação no país, entre elas montadoras de veículos e companhias de tecnologia, o japonês vem na sequência, com 160 oportunidades. Os outros idiomas que compõem a lista dos mais requisitados por empresas são o alemão, o italiano e o chinês.

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“Com o atual cenário econômico, os trabalhadores precisam se destacar ainda mais no mercado e uma boa alternativa é buscar um curso diferente. Hoje em dia só saber o inglês não é mais um diferencial. O profissional precisa sempre se atualizar para realmente conseguir se sobressair, daí a procura pelo francês ou chinês, por exemplo” afirma João Gonçalves, diretor de marketing e comercial B2C da Catho.

O levantamento feito pela Catho também identificou os idiomas mais falados pelos brasileiros, de acordo com as informações incluídas em currículos. O francês lidera a lista, após o inglês e o espanhol.

Já o italiano aparece em terceiro lugar. Na sequência vem o alemão, o japonês e o chinês, nessa ordem.

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Como pedir desculpas? Entenda como isto impacta em sua organização

Por José Roberto Marques, Master Coah e Presidente do IBC – Instituto Brasileiro de Coaching

Existe um ditado popular que diz que – “Se errar é humano, perdoar é divino”. De fato, todo o ser humano é falho e, como tal, comete erros que podem prejudicar a si mesmo e as pessoas à sua volta. Entretanto, mais do que se conformar com esta característica, é preciso ter a capacidade de reconhecer seus vacilos e saber como pedir desculpas.

Todos nós somos imperfeitos e suscetíveis a erros. Por isso, em muitos momentos, no trabalho e em nossa vida particular, nos deixamos levar por fofocas, emoções conflitantes e julgamentos negativos, que nos fazem tomar decisões erradas e ofender nossos colegas, amigos e parentes, por exemplo.

Assim cometemos atos impulsivos, proferimos palavras duras com o intuito de apenas magoar, ferir e diminuir o outro, achando que assim vamos resolver nossos problemas. Ledo engano! Cada vez que brigamos ou discutimos com alguém, não estamos desabafando, mas sim, alimentando uma rede de intrigas que nos levam a desenvolver sentimentos negativos.

Para evitar estes tipos de situações devemos aprender com nossos erros, buscar se conhecer na essência e desenvolver maior controle emocional. Também é essencial sempre fazer autoavaliações, que permitam identificar os pontos de melhoria e eliminar os comportamentos que sabotam as relações.

PROBLEMAS DE RELACIONAMENTO NAS EMPRESAS

Em nosso ambiente de trabalho temos que nos relacionar com diversos tipos de pessoas com hábitos e formas de pensar e agir, às vezes, muito diferentes de nós. Porém, não são nossos colegas que são ruins, mas a nossa forma de vê-los que é. Digo isso porque aplicamos o nosso próprio filtro e fazemos julgamentos baseados em nossas crenças, valores e experiências de vida.

Neste sentido, responda sinceramente – Quantas vezes você teve que mudar de opinião sobre alguém na empresa que, sem conhecer, considerou “metido, arrogante ou antipático”? Várias, não é mesmo? E mesmo que não tenha pedido desculpas pessoalmente a esta pessoa, com certeza, mentalmente você sentiu certo remorso por pensar desta maneira.

Neste sentido os profissionais de RH devem estar atentos aos maus comportamentos dos colaboradores e buscar a melhoria contínua na comunicação e nas relações interpessoais. Assim, devem trabalhar, em conjunto com os gestores, para criar estratégias efetivas e desenvolver um ambiente saudável no trabalho, onde haja integração, maturidade profissional e respeito às diferenças.

Por isso, pedir desculpas, antes de tudo, é reconhecer, verdadeiramente, que você errou ou estava errado em sua fala ou ato. Por isso, quando for se desculpar, com um gestor ou colega de trabalho, use palavras positivas, demonstre arrependimento, ouça o que tem a dizer e seja sempre sincero em suas colocações.

Lembre-se ainda que do mesmo modo que poderia ser você, que a outra pessoa também tem o direito de desculpá-lo ou não. Entretanto, é preciso que haja um pedido de desculpas formal para que você possa ser ouvido, entendido e quem sabe até, perdoado.

COMO O COACHING PODE AJUDAR?

Uma excelente alternativa para desenvolver os profissionais e diminuir problemas de relacionamento nas empresas, é o Coaching. Este extraordinário processo ajuda os profissionais a trabalharem diversos aspectos de seus comportamentos, de modo a identificar seus pontos de melhoria no que tange suas relações interpessoais.

Esta poderosa metodologia, de aceleração de resultados e desenvolvimento humano, usa diversas técnicas e ferramentas para ajudar o colaborador a fazer seu autofeedback, ou seja, a refletir sobre suas ações e crenças e avaliar como tudo isso afeta seu desempenho e sua forma de se relacionar com seus colegas.

Além disso, o Coaching estimula o desenvolvimento de novas habilidades de comunicação, o aprimoramento da capacidade de ouvir e de falar com assertividade, como também o aumento do respeito às diferenças, o que permite aos profissionais respeitarem-se uns aos outros e trabalhar, harmonicamente, em equipe.

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Venda anual de tablets cai pela primeira vez no país, afirma IDC Brasil

Em 2015 foram comercializados cerca de 5,8 milhões de aparelhos, queda de 38% na comparação com 2014. Para 2016, consultoria prevê queda de 29%

Desde 2010, quando os tablets surgiram no Brasil, o mercado sempre apresentou taxas de crescimento na comparação ano a ano. Em 2015 foi diferente: foram vendidos aproximadamente 5,8 milhões de unidades, queda de 38% na comparação com 2014, quando foram comercializados 9,5 milhões de dispositivos, segundo estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de tablets comercializados, 5,734 milhões (98,8%) foram modelos convencionais e 111 mil (1,2%) notebooks com telas destacáveis.

“O tablet deixou de ser novidade e, além disso, diante da instabilidade político-econômica do país durante todo ano passado, com desemprego em alta e confiança do consumidor em baixa, passou a ser objeto de compra secundário”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, empresas estrangeiras começaram a deixar o país por conta das sucessivas altas do dólar e, com isso, houve menor oferta de produtos nas lojas. Outro fato que levou o mercado de tablets a registrar queda foi a competição com os smartphones de tela maior e preços compatíveis.
Em 2015, a média de preço dos tablets foi de R$ 448, alta de 2% em comparação com 2014, quando o tíquete médio era de R$ 440.

4º trimestre

Entre outubro e dezembro de 2015, foram comercializados 1,4 milhão de unidades, queda de 54% em relação ao mesmo período de 2014. A receita foi de R$ 657 milhões. “Mesmo as datas importantes, como Black Friday e Natal, não impulsionaram as vendas de tablets no Brasil. O terceiro trimestre foi o melhor do ano, com 1,43 milhão de unidades comercializadas, 2% a mais do que o apresentado no mesmo trimestre de 2014”, finaliza o analista da IDC.

Apesar do cenário desfavorável, Hagge acredita que o mercado de tablets não está no fim. “Vivemos um processo de consolidação no setor e as empresas que oferecem o equipamento, embora estejam em menor número, ainda devem ter resultados positivos”, aposta.
Para 2016, a IDC prevê redução de 29% do mercado e vendas de aproximadamente 4,1 milhões de tablets.

A posição do Brasil no ranking mundial

Em 2014, o mercado brasileiro de tablets representava 4,1% de todos os aparelhos comercializados no mundo. Em 2015, a porcentagem caiu para 2,8%. Com isso, o país deixou a 4ª posição no ranking mundial, em 2014, para ocupar a 9ª posição em 2015.

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Empresa lança primeira solução de pagamentos para profissionais de saúde no Brasil

A Secretaria da Receita Federal anunciou recentemente uma importante mudança: os profissionais da área de saúde (médicos, dentistas, fisioterapeutas, etc) vão ter que declarar já a partir do Imposto de Renda deste ano (ano base 2015) o CPF de todos os pacientes e o valor cobrado por cada procedimento. Caso isso não ocorra, cairão na malha fina.

Para quem está preocupado, uma novidade: a empresa mineira Vitta lançou o Vitta Pagamentos, a 1ª solução de pagamentos do Brasil voltada exclusivamente a esses profissionais. A máquina simplifica a gestão administrativo-financeira das clínicas e torna fácil saber quais os pagamentos que foram realizados e, consequentemente, CPFs que devem ser declarados.

O principal diferencial em relação às máquinas de cartões existentes no mercado – e que não foram desenvolvidas com foco nos profissionais da área de saúde – é a possibilidade de pagar múltiplas contas.

Hoje, uma máquina de cartão só pode estar atrelada a um CNPJ (e uma conta bancária). Assim, em uma clínica com 10 médicos, por exemplo, e em que todos desejam oferecer pagamentos por cartão a seus pacientes, seriam necessárias 10 máquinas – ao aluguel mensal aproximado de R$ 120 cada (10 x R$ 120 = R$ 1.200).

A Vitta Pagamentos, por sua vez, permite o pagamento de diversos CNPJs. Assim, nessa mesma clínica de 10 médicos, todos podem compartilhar uma única máquina. E o aluguel mensal dela é de apenas R$ 39,90.

Outra grande vantagem da Vitta Pagamentos é emitir um relatório de pagamento específico. Hoje, nas clínicas, funciona da seguinte forma: os secretários devem guardar todos os canhotos para saber quais pacientes pagaram com cartão, qual valor e para qual médico. Esses canhotos, no entanto, só mostram o ID da transação e o valor. Então, os médicos têm que conferir cada um desses canhotos com os extratos das operadoras das máquinas para saber quem pagou e por qual procedimento.

Com a Vitta Pagamentos, nada disso é necessário, já que a máquina emite um relatório completo com nome e CPF do paciente, nome do profissional, data e tipo de procedimento realizado (se exame ou consulta) e forma de pagamento (débito ou crédito).

“A Vitta Pagamentos facilita muito o dia a dia dos profissionais da área de saúde, ainda mais agora com essa nova exigência da Receita Federal. A preocupação deles vai ser cuidar dos pacientes e a gente faz o resto”, afirma Athus Formiga, um dos membros do time da Vitta. “Já estamos em 14 Estados e podemos entregar a máquina em qualquer lugar do Brasil em até 5 dias úteis”, completa.

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Aché Laboratórios apresenta cases de sucesso em TI no SAP Forum Brasil

O Aché Laboratórios participou da 20ª edição do SAP Forum Brasil, realizada em 15 e 16 de março, em São Paulo. A companhia foi representada pelo presidente Paulo Nigro, que participou de plenária sobre a transformação digital da sociedade. A equipe de Tecnologia da Informação (TI) do laboratório também participou do evento, por meio de palestras sobre cases de soluções tecnológicas que contribuem com as áreas do negócio.

“A tecnologia é fundamental para integrar todos os atores da cadeia produtiva e seus processos, permitindo que nos concentremos em desenvolver soluções para levar mais vida, saúde e bem-estar à população. Com isso, conseguimos focar no cliente, levando informações e produtos de qualidade para prevenção e tratamentos”, avalia Nigro.

Segundo o presidente, a companhia completa 50 anos na vanguarda do setor, investindo em inovação para continuar crescendo com sustentabilidade, foco no cliente e excelência operacional. Em 2015, os aportes em inovação somaram cerca de 15 milhões para projetos que impactaram todas as áreas da companhia.

Consumidor protagonista

Eduardo Kondo, gerente de Tecnologia da Informação do Aché, participou de mesa redonda sobre a transformação digital na indústria de Bens de Consumo. Segundo ele, a área da saúde passa por uma grande mudança por conta da enorme quantidade de informação disponibilizada na rede global de computadores. Todos os meses, internautas realizam cerca de 80 milhões de pesquisas sobre saúde no País, demonstrando que o consumidor está se colocando como protagonista na relação com sua saúde.

“O Aché está acompanhando esta transformação, com o desenvolvimento de diversas soluções que vão integrar informações de especialistas e experiências de consumidores em uma plataforma digital unificada, facilitando o fluxo de informação, contribuindo para a prevenção e o tratamento”, explica Kondo.

Alta performance em sistemas

Uma das palestras realizadas pela equipe de TI do Aché foi sobre a implementação do SAP HANA para as empresas do Grupo – Aché e Biosintética –, além das controladas: Magenta, Mafra e Propecus. O trabalho durou quatro meses e foi concluído em fevereiro de 2016, envolvendo cerca de 100 pessoas da companhia e cinco empresas prestadoras de serviço.

A iniciativa já trouxe ganhos de redução do armazenamento de informação, economia com o licenciamento de banco de dados, bem como diminuição de infraestrutura de servidores. Isso já possibilitou, por exemplo, a redução do tempo do processo de fluxo de caixa em algumas transações de duas horas para três minutos. A extração de notas fiscais para a composição de transporte, que antes durava cerca de 30 minutos, hoje dura menos de um minuto.

“Outros benefícios estão em algumas etapas dentro do processo de fechamento contábil, reduzidas de 10 minutos para um processamento instantâneo e online. Estamos em uma curva de maturidade ascendente, aperfeiçoando todos os aspectos da plataforma. O projeto trará ganho de performance, tornando alguns processos até 10 vezes mais rápidos”, afirma Leandro Roldão, gerente de Sistemas da Informação do Aché.

Agilidade no faturamento

Outra palestra apresentada foi sobre a adoção da solução SAP Nota Fiscal Eletrônica 10.0 para integrar a cadeia de suprimentos por meio de projetos B2B. A solução permitiu à companhia automatizar e acelerar processos relacionados à emissão de notas fiscais, atendendo perfeitamente à regulamentação e reduzindo custos.

O projeto possibilitou aumento de 75% da velocidade de liberação das notas fiscais e reduziu totalmente a espera de caminhões, resultando aumento de 42% de produtividade no recebimento de mercadorias. “A adoção desse novo sistema também garantiu a eliminação de erro no processo de faturamento, diminuindo o volume de lançamentos manuais e possibilitando a conferência antecipada das informações de fornecedores e clientes”, avalia.

Segundo Roldão, o projeto foi tão bem avaliado que virou referência de benchmark no mercado. “No último ano, fomos procurados por dez empresas que nos pediram apoio para a implantação do sistema, provando que nosso modelo foi um completo sucesso”, afirma.

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Westcon-Comstor é Distribuidor do Ano da Cisco na América Latina

A Comstor, divisão da Westcon-Comstor com foco em soluções Cisco e seu ecossistema, foi eleita Distribuidor do Ano na região da América Latina.

O prêmio foi entregue em San Diego, Califórnia, no início do mês, durante o Cisco Partner Summit 2016, evento que reuniu parcerios de negócio da Cisco em todo o mundo.

Para Humberto Menezes, Diretor Geral da Westcon-Comstor Brasil, “a premiação vem recompensar nossos esforços na região, que tem o Brasil entre seus principais mercados. Esse prêmio pertence não somente a nossa equipe, mas também a nossos canais, que contribuem decisivamente para o desempenho de nossos resultados. Mais uma vez o relacionamento que temos com aquelas revendas que nos prestigiam se mostra produtivo e digno de recohecimento pelo fabricante”.

Ainda no que toca ao mercado latino-americano, a Comstor Colômbia foi reconhecida pelas soluções de segurança, sendo eleita Architectural Excellence: Security.

No Cisco Partner Summit 2016, a Comstor, como organização global, conquistou ao todo seis prêmios. Foi escolhida também Distribuidor do Ano na Espanha; no Reino Unido e Irlanda, e nos mercados emergentes da região EMEAR (sigla em inglês para Europa, Oriente Médio, África e Rússia). Além disso, a Comstor Oriente Médio foi eleita Revenue Marketer of the Year, pelo programa MaaS (Marketing as a Service), nos mercados emergentes da região EMEAR.

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Nova dinâmica de negócios conduz empresas a adotarem BI bimodal – Por Enrique Falconi

Uma nova dinâmica está tomando conta da inteligência de negócios e exigindo cada vez mais das ferramentas de análise de dados. Atualmente, não basta mais ter assertividade – é preciso ter agilidade. Em outras palavras, o modelo tradicional de soluções de BI está entrando em descompasso com o ritmo exigido pelos negócios.

De fato, a velocidade de transformação dos dados na era do Big Data pode tornar uma informação irrelevante em poucas semanas – ou até poucos dias diante das mudanças mercadológicas. Atualmente, gerar apenas relatórios e dashboards por meios tradicionais de desenvolvimento de projetos de BI perdeu a competitividade diante da evolução na captura e análise avançada de dados.

De olho nesta e outras tendências para 2016, a Forrester apontou que empresas tradicionais serão confrontadas com a necessidade disruptiva de encontrar soluções e processos mais ágeis de analytics, a fim de que trabalhem de forma mais dinâmica. Além disso, o Gartner identificou que, até 2017, a maioria das soluções de Business Intelligence (BI) será de modelos self-service de Data Discovery.

Há cinco anos, o Data Discovery, um novo modelo de arquitetura combinando técnicas de visualização e exploração de dados self-service, está desbancando a hegemonia de três décadas do BI tradicional. Com os recursos do Data Discovery, as análises de dados ficaram independentes do time de TI, que costuma alocar muito tempo e recursos para projetos corporativos pouco justificados para quem esperava por respostas rápidas e pontuais.

A utilização de ferramentas de fácil visualização e modelos de análise departamental ad-hoc tornou possível a cada área da empresa trabalhar em camadas específicas do banco de dados. Isso quer dizer que o BI self-service possibilitou que se trabalhasse com analytics sem precisar estruturar todos os dados gerados pela empresa, o que reduz o tempo de meses para poucas semanas.

Nesse sentido, o BI convencional, utilizado para obter insights profundos acerca da companhia como um todo, foi perdendo a preferência diante das necessidades de ação rápida dos times comerciais e outros departamentos nas empresas. Apesar da arquitetura de aprofundamento e validação dos dados desse modelo de desenvolvimento de projetos, o processo ainda é lento e pode levar de seis meses a anos para entregar resultados.

Isso não quer dizer que a arquitetura típica de BI deva ser descartada – muito pelo contrário. Um estudo do Gartner identificou que a chave da competitividade para os próximos anos está em um modelo bimodal de inteligência analítica convencional com a flexibilidade de Data Discovery.

O problema é que, cativados pela agilidade do self-service, muitas empresas estão abandonando totalmente os projetos estruturantes de BI em troca da exploração de dados. À primeira vista, os ganhos em agilidade parecem suprir as necessidades mais imediatas das empresas. Contudo, muitas já estão demonstrando reações adversas quanto à superficialidade e diminuição da assertividade dos reports gerados. Perdeu-se o nível de profundidade efetiva trazida no nível organizacional e responsável pelos rumos mais estratégicos das empresas.

E considerando, segundo o Gartner, que 75% das empresas investirão em Big Data até 2017, a competitividade estará baseada muito além de quem simplesmente usa ou não ferramentas de visualização de dados, mas em quem souber combinar agilidade e estabilidade, que são as bases fundamentais do futuro bimodal da inteligência e dos negócios.

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TVxtender apresenta nova executiva de vendas

Sergio Kligin e Julyana Simões

Sergio Kligin e Julyana Simões

Julyana Simões reforça área comercial comandada por Sergio Kligin

O TVxtender, veículo pertencente à ROIx voltado à distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo, acrescente mais um nome ao seu quadro de colaboradores e anuncia a contratação de Julyana Simões. A profissional atuará como executiva de vendas sênior e responderá a Sérgio Kligin, diretor comercial da plataforma.

Julyana, que é formada em Publicidade e Propaganda com especialização em Mídia e Vendas, acumula passagens por empresas como IG, Grupo RBS e AdsMovil.

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WCIT já tem 30% de estandes comercializados

O Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) será uma grande vitrine de marcas e produtos de Tecnologia da Informação durante o Congresso Mundial do setor. O WCIT, considerado a Olimpíada da TI internacional, ocorrerá de 3 a 5 de outubro, em Brasília, com a previsão de receber 2.500 pessoas de 82 países. A programação inclui uma exposição que ocupará, aproximadamente, 3.500 m² do espaço.

Cerca de 30% do espaço já foi comercializado para setores estratégicos. Além da possibilidade de fechar importantes contratos com companhias internacionais, as empresas expositoras poderão se reposicionar no mercado ao serem promovidas ao lado de importantes agentes do mercado mundial.

Ao todo, o local destinado à feira comporta cerca de 90 estandes, onde serão montadas estruturas para empresas de TI e de setores variados. Cada empresa terá espaços entre 12m² e 18m². Entre os blocos de estandes, serão montados cybercafés que facilitarão o network.

Países já tradicionais no Congresso Mundial de Tecnologia da Informação terão ainda pavilhões destinados à promoção de empresas internacionais. Delegações da Taiwan, Índia, Armênia, Malásia, Japão, Nigéria, Canadá, México, Quênia, Emirados Árabes e Costa Rica já manifestaram interesse em participar da edição brasileira.

As autoridades governamentais dos 82 países aguardados para o evento são grandes incentivadores do comércio entre marcas de todo o mundo. Órgãos dos Estados, empresas públicas e autarquias também estão em negociação com o Comitê Executivo do WCIT para locar áreas que comportará pequenos e médios negócios, o que dará oportunidades multilaterais para todo porte de empreendimento.

Mais informações sobre comercialização dos estandes: 61 2196.0066.

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Cofundador da Uber entra no mercado brasileiro de transporte rodoviário de cargas com a “Uber dos caminhões”

Em 2009, Oscar Salazar, juntamente com outros dois sócios, Travis Kalanick e Garrett Camp, fundou a Uber, empresa que em menos de seis anos se tornou uma das maiores companhias do mundo. Salazar aposta agora que o mercado brasileiro de cargas rodoviárias passará pela mesma transformação que o transporte individual de passageiros, motivo pelo qual acaba de se tornar investidor e diretor da CargoX (http://www.cargox.com.br), primeira transportadora do país impulsada por tecnologia. A previsão é que nos primeiros dois anos de operação, o investimento chegue a R$ 100 milhões.

Além do empresário, Eddie Leshin, outro respeitado executivo do mercado de transportes, que atuou como diretor da C.H. Robinson e foi COO da Coyote Logistics – ambas somam um faturamento de mais de R$ 56 bilhões por ano–, também será investidor e ocupará o cargo de diretor estratégico de Operações na CargoX. Outro nome de peso é o americano Hans Hickler, ex-CEO da DHL Express nos Estados Unidos. Completam o time de investidores o Valor Capital Group (fundado por Clifford Sobel, ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil), Agility Logistics (uma das maiores empresas de logística com mais de 500 escritórios em 100 países) e Lumia Capital (fundada por Martin Gedalin, ex-Oracle e Chris Rogers, co-fundador da Nextel Communications).

Conectada em tempo real por um aplicativo com mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a empresa vem sendo estruturada desde meados de 2015 e é pautada em algumas das principais diretrizes do Uber: agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço; além de uma base de motoristas cadastrados com processo de triagem rigoroso e responsabilidade pelas cargas transportadas. “Utilizamos a ociosidade da frota autônoma do país com o cruzamento das rotas de nossos clientes para otimizar os envios. Com essa tecnologia por trás da CargoX permitimos que os embarcadores tenham uma economia inicial de até 30% no valor do frete”, esclarece Alan Rubio, diretor de Transportes da CargoX, especialista com mais de 25 anos de experiência no setor de transportes.

Para Oscar Salazar, o momento econômico que o Brasil atravessa também foi uma oportunidade para a criação da companhia. Segundo o executivo, o mercado brasileiro de frete opera com 40% de ociosidade em sua capacidade. “As transportadoras brasileiras estão sob a pressão da crise econômica e, justamente por isso, vamos oferecer um serviço de melhor qualidade com menor custo. Para nósé o momento de apostar no país e crescer de forma exponencial, impactando positivamente no valor operacional da cadeia logística”, afirma.

“Pretendemos revolucionar o mercado de transporte de cargas no país, com o fortalecimento da cadeia logística. Nós acreditamos em um crescimento rápido, com faturamento que pode ultrapassar os R$ 48 milhões no primeiro ano de atuação”, prevê Salazar.

Mercado brasileiro de cargas rodoviárias

O transporte rodoviário de cargas brasileiro (TRC) é responsável por mais de 65% do volume de mercadorias movimentadas no Brasil e seu custo representa cerca de 6% do PIB do país. Para as empresas, o transporte de carga pelas estradas nacionais corresponde por mais da metade da sua receita líquida, como no caso da agroindústria (62%) e das indústrias de alimentos (65,5%). Segundo dados não oficiais, o Brasil tem uma frota excedente de aproximadamente 350 mil veículos (35%), o que gera mais de 30% de viagens com o caminhão vazio.

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Especialistas discutem cenário logístico brasileiro em evento do setor

As conferências que serão realizadas durante a 22ª ediçao da Intermodal South America, que acontece em São Paulo, entre os dias 5 e 7 de abril, propõe uma análise dos principais fatores e iniciativas que podem contribuir para promover o desenvolvimento dos setores de transporte de cargas, logística e comércio exterior brasileiro. Investimentos em infraestrutura logística e a expansão portuária são algumas das principais premissas a serem abordadas.

No dia 5 de abril, o Seminário Político Econômico irá analisar os principais desafios do cenário multimodal brasileiro. A proposta é investigar as reais oportunidades do pacote de investimentos anunciado pelo governo federal para melhorar a infraestutura portuária brasileira. A pauta inclui temas como a nova etapa de concessões, financiamentos, eficiência logística e articulação de saídas estratégicas para integrar regiões produtoras, consumidoras e exportadoras, que serão levantados pelos principais especialistas dos setores público e privado.

Já no dia 6 de abril acontece o Seminário Intralogística para debater o processo de logística interna de movimentação e armazenagem. Toda a gestão, gerenciamento e automação da cadeia de abastecimento será tratada por autoridades no conceito. Encerrando a grade de programação de conteúdos, no último dia, 7 de abril, acontecerá o Seminário Innovative Supply Chain, que traz a apresentação de soluções para otimizar a cadeia de Supply Chain e Logística das empresas, de forma que se tornem mais estratégicas para superar os desafios e manter a rentabilidade dos negócios.

As Conferências da Intermodal South America acontecem nos dias 5, 6 e 7 de abril, paralelamente a feira que reúne de 600 marcas nacionais e internacionais, de 25 países, além dos principais players do setor de transportes de cargas, logística e comércio exterior em um ambiente propício para fomentar os negócios.

As inscrições para as conferências e o credenciamento antecipado podem ser feitos no site www.intermodal.com.br

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SAP Forum Brasil 2016: números e bastidores revelam grandeza do evento que apresentou Transformação Digital no mundo dos negócios

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Oito mil visitantes únicos, 630 sessões paralelas, 450 palestrantes, 100 clínicas. Só os números já confirmam a grandeza da 20ª edicão do evento que mostrou aos visitantes o impacto de uma nova era digital sobre o mundo dos negócios e a vida das pessoas.

Ricardo Kazuo, diretor de marketing da SAP Brasil, conta que a edição deste ano conquistou um público novo e diferenciado de linhas de negócio. “Tivemos o cuidado de personalizar a experiência dos visitantes. O RH de um setor financeiro, por exemplo, teve a oportunidade de receber conteúdo específico para sua área. Sessões individuais possibilitaram a discussão sobre valor agregado para o desafio de negócio de cada participante”.É o caso das clínicas e sessões paralelas, que cruzam linhas de negócios e verticais de indústria. Kazuo afirma que todo esse conteúdo é garantido graças a um trabalho muito bem alinhado com parceiros e patrocinadores. “Acompanhar a experiência de um cliente é muito importante. Não há nada melhor que o feedback de quem fez uma implementação de sucesso de uma de nossas soluções”,completa.

Além de oferecer palestras de grandes nomes internacionais e do Brasil sobre as mais diversas áreas influenciadas pelo mundo da tecnologia, o SAP Forum Brasil cumpre um grande desafio como projeto. Cada nova edição consome nove meses de trabalho com um PMO (escritório de projetos) com 17 frentes de trabalho pensando na experiência do cliente de ponta a ponta. Vinte pessoas do marketing trabalham diretamente para o planejamento e realização do evento, mas a equipe de entrega, que inclui agência, chega a 150 pessoas. “É literalmente uma gestação, define Ricardo Kazuo”. Pelo que vimos nos dois dias de evento, ficou claro que os pais do SAP Forum Brasil conseguiram trazer para a vida mais um filho bonito. O blog e o programa de tv Valor Agregado testemunharam esse êxito de perto.

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