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Novos botões do Facebook alteram a relação dos usuários com a rede – Por Tullio Bassi

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Liberados no último dia 24, os novos botões do Facebook têm causado furor entre os usuários e despertado diferentes opiniões em relação ao seu uso. A inclusão de novas opções de interação era prevista há tempos – a possibilidade do botão “dislike” já era especulada por usuários e especialistas em mídias sociais. As tentativas de estimular posicionamentos mais diretos sobre certos assuntos, no entanto, não necessariamente é uma mudança positiva para a rede.

A princípio, o que se tinha em mente era a possibilidade de um botão que expressasse uma reação distinta em relação a posts negativos, sendo usado para as circunstâncias em que o “curtir” não se aplicasse – notícias sobre mortes, acidentes e outras situações do gênero. Como não era difícil de prever que a mudança traria inúmeros problemas e o botão “dislike” seria usado para outros fins, o Facebook decidiu mudar ainda mais as interações e incluir cinco novas possibilidades de reação, além do curtir: “amei”, “haha”, “uau”, “triste” e “grr”.

Ficou menos simples, o que é ruim para interação

Ainda que as mudanças sejam interessantes para aumentar as interações entre os usuários, é inegável que elas alteram a forma como cada um enxerga e se posiciona na rede. O Facebook, desde o início, agradou aos usuários por ser uma rede social simples, clean, sem comandos confusos e sem os exageros que dominavam as redes mais antigas. Desde sua popularização mundial, o Facebook já fez inúmeras mudanças em seu layout e na disposição de informações – a timeline, por exemplo, não existia até 2011; os perfis eram mais estáticos e menos interativos até então.

O que diferencia a inserção dos novos botões das demais inovações é justamente o excesso de possibilidades. Se antes a simplicidade do Facebook era o que o mais atraía pessoas para a rede, agora é exatamente o oposto: é a possibilidade de ver inúmeras informações, opiniões, imagens e discussões. A tendência das polêmicas em redes sociais é agora estimulada pelo próprio site, que trocou a descomplicação inicial por uma interação imprevisível e arriscada.

As máscaras caem e isso pode não ser bom

Nem todos os usuários querem expressar a reação exata que cada post desperta, da mesma forma que muitos não querem saber a real natureza do interesse das pessoas por seus conteúdos. A “máscara” criada pelos usuários de redes sociais, que cria uma identidade pensada e elaborada com o intuito de expor somente a imagem que quer passar para os outros, pode não fazer sentido em um cenário em que cada um expressa opiniões especificas sobre tudo.

A premissa que fortaleceu o Facebook – a de criar uma rede social seletiva – pode cair por terra com a interação “forçada” entre os usuários. Enquanto o “curtir” era uma opção que validava uma postagem e criava uma relação polida entre os usuários, as novas reações criam uma intimidade que nem sempre é desejada. O Facebook sempre deu certo por ser simples e por acionar um cenário virtual mais organizado que a realidade. Com as modernizações que têm sido feitas, resta saber se as inovações são uma adaptação necessária ou uma complicação equivocada.

Tullio Bassi é formado em Puplicidade e Propaganda e atua como Diretor de Atendimento da Conversion, agência líder em SEO

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Startups de Serviços são as que mais atraem investidores

As startups do setor de Serviços são aquelas que mais atraem aporte financeiro dos investidores, principalmente as que atuam nos segmentos de educação, tecnologia e saúde. Essa é uma das informações reveladas por uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae em São Paulo, que desvenda alguns segredos da relação entre esses novos empreendedores e aqueles que investem seus recursos em um negócio de risco, conhecidos como “anjos”.

O estudo, chamado Lado A e Lado B – Startups, mostra que 97% dos investidores buscam startups de Serviços para formar sua carteira de investimentos. Em seguida, os setores mais procurados são Comércio (50%), Indústria (47%) e Agronegócio (23%). Em relação aos segmentos, os preferidos são educação (alvo de 30% dos investidores), tecnologia (30%), saúde (27%), transporte/mobilidade urbana (20%) e serviços financeiros (17%).

A maioria dos investidores (80%) procura startups já em fase de operação, mas 63% também declararam buscar empreendedores na ideação, ou seja, ainda estruturando seu negócio. Sobre o valor dos investimentos, os aportes variam de R$ 50 mil a R$ 3 milhões.

O estudo confirma que existe uma busca mútua no mercado entre empreendedores e investidores, mas a percepção dos pontos fracos no relacionamento muda de acordo com o lado: empreendedores apontam a interferência dos investidores no negócio como a principal queixa; os investidores, por sua vez, citam as dificuldades do dia a dia e a falta de comprometimento dos empreendedores.

“O que os une é a perspectiva de ter retorno financeiro no negócio, mas o investidor quer ver engajamento e proatividade para ter confiança na startup. O empreendedor dessa área deve ser um ‘caçador de respostas’, alguém proativo, que está sempre atrás de soluções”, afirma Renato Fonseca, gerente de Acesso à Informação e Tecnologia do Sebrae em São Paulo.

Perfil

A pesquisa também faz um perfil do ecossistema das startups. Em geral, os empreendedores são jovens (média de 33 anos) e têm alto grau de escolaridade; os investidores não chegam a ser de uma geração distante: a média de idade deles é de 41 anos. Quase metade (48%) dos empreendedores tinha emprego antes de iniciar a startup; depois disso, 73% passaram a dedicar seu tempo integralmente a ela.

Para realizar o estudo Lado A e Lado B – Startups, o Sebrae em São Paulo entrevistou 113 empreendedores de startup, representando o Lado A, e 36 investidores/apoiadores,responsáveis pelo Lado B da relação. Todos atuam no estado de São Paulo e as entrevistas (quantitativas e qualitativas) foram feitas entre setembro e novembro de 2015. A íntegra da pesquisa também identificou pilares do ecossistema e os principais desafios para implementar uma cultura empreendedora entre donos de startups no Brasil.

Veja a versão completa da pesquisa aqui.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Camila Farani assume a presidência do Gávea Angels. É a primeira mulher à frente de um Fundo de Investidores-Anjo no país

Camila Farani, Cofundadora da Lab22, Gestora de Startups e Cofundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo, assume posição de Presidente no Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investimento anjo do Brasil com mais de 10 anos de existência.

“Fiquei muito honrada em assumir a presidência do Gávea! Há quatro anos quando entrei no Gávea Angels, olhava os outros investidores com muita admiração e achava que eles eram inatingíveis. Hoje, assumindo esse cargo de relevância, me sinto muito lisonjeada e principalmente, reconhecida por investidores que possuem um background muito relevante”, contou ela.

O processo dentro do Gávea funciona da seguinte maneira: O empreendedor submete seu Pitch pelo site, que é avaliado por um comitê de operações que faz todo o processo de triagem das startups. Depois desse processo, 3 projetos são selecionados para se apresentarem presencialmente em um fórum que acontece de 5 a 6 edições durante o ano. É no fórum que os empreendedores têm contato com toda a rede de investidores da associação e conseguem realmente vender a sua ideia.

O Gávea Angels é uma associação sem fins lucrativos e conta com uma série de investidores que dedicam o seu tempo sem nenhum tipo de monetização. Camila destaca que é muito difícil manter um grupo ativo e reunido por mais de 10 anos, ainda mais se tratando de uma instituição sem fins lucrativos, por isso, ela pretende implementar uma gestão mais profissionalizada com foco em governança. À frente da Gávea, Camila pretende trabalhar em cima de 3 pontos principais:

Aumentar o deal flow – número de propostas de investimento que chegam ao capitalista de risco. Camila conta que o deal flow também passará a ser cada vez mais online e dinâmico. Hoje basicamente a captação é online, mas os empreendedores precisam participar presencialmente do fórum. A ideia é que não necessariamente eles precisem estar ali presentes, mas que todas as startups tenham acesso aos investimentos de uma forma mais dinâmica.

Atrair mais fundos de investimentos – Camila acredita que existe um gap entre os investidores e empreendedores que receberam investimento de anjo. Como conseguimos otimizar o ciclo de investimento? Como fazer com que aquela empresa melhor capacitada seja melhor direcionada para ter contato com os fundos? Uma startup precisa de ciclos de investimento, por isso a ideia é trazer esses fundos de investimentos mais perto do Gávea Angels. A forma como isso será feita ainda está sendo decidida.

Trazer startups internacionais para o Brasil – Ao invés de termos que ir até o Vale do Silício ou para outro lugar para entender como outras startups e ecossistemas funcionam, a ideia da Camila é trazer startups internacionais para o Brasil, para que elas fiquem um período específico, trocando experiências com os empreendedores brasileiros. O grupo pretende implementar a ideia por meio de parcerias que já estão sendo firmadas.

“Quero que todo o processo se torne mais acessível e mais direto para os empreendedores e investidores”, comenta.

Camila é a primeira mulher à frente de um fundo de investidores-anjo no País e se sente lisonjeada pela confiança e respeito depositado, mas isso garante uma responsabilidade muito maior de trabalho para que realmente consigam evoluir com o cenário empreendedor brasileiro.

“Existem tantas boas investidoras anjo no Brasil, eu quero que elas participassem mais! Precisamos de mais mulheres liderando diversos tipos de fomento ao empreendedorismo”, provoca Camila. E por que precisamos de mais mulheres? Simplesmente porque já foi comprovado que as mulheres se inspiram em outras mulheres. “Não adianta querermos aumentar o número de empreendedoras se não temos mulheres investidoras para servirem como ponto de referência para quem está começando”.

E o que falta para que mais startups recebam investimento? Para Camila a resposta é educação e conhecimento! Ela acredita que estamos vivendo uma revolução, assim como aconteceu com a espécie humana. Como ainda é tudo muito novo, ambos estão amadurecendo, startups e investidores. “Talvez falte capacitação tanto dos empreendedores quanto dos investidores para efetivamente construir uma cadeia de valor e de investimento”.

Sobre a “banalização” do investidor anjo com o surgimento de cada vez mais eventos de captação de recurso e de equity crowndfundings, Camila destaca dois vieses: de certa forma essas iniciativas acabam ampliando o leque de oportunidades para os empreendedores, mas ali existem investidores que são meramente financeiros, com algumas exceções. Se esse ponto não for levado para as discussões e estratégias de negócio da startup, isso acaba sendo um ponto negativo.

Ela acredita que a proposta do equity crowndfunding tem muito a acrescentar, aumentando o número de investidores e incentivando o mercado, mas em algum momento será levantada a bandeira da necessidade da capacitação. Por que? Pois como em todo processo de investimento existem jargões e termos jurídicos, e os investidores precisam saber que podem não conseguir um retorno imediato. “É muito importante esse entendimento por ambas as partes, investidores e empreendedores. Eu como investidora, assumo o papel de capacitar os investidores, levantando todos os pontos que devem ser analisados”.

O Gávea Angels tem o perfil de investir em startups de todos os segmentos, desde que sejam negócios com alto potencial de crescimento e que possuam modelos já tracionados, mas não deixa de olhar projetos em fase pré-operacional, devido a pluralidade e diversidade de expertise dos investidores em sua rede.

Para se dedicar 100% ao Gávea Angels, Camila não está mais à frente do grupo Boxx, focado em soluções para alimentação para o varejo e serviço. Como Cofundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo, ela continua participando das decisões, mas não tão ativamente no dia-a-dia. A partir de agora, a operação do MIA estará ligada a Anjos do Brasil com Maria Rita Spina, utilizando o mesmo modus operandi da associação.

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Think Before You Click: Does Shopping Behavior Impact Sustainability?

Simon Property Group released a white paper today that contains the results of a study of the environmental impacts of online versus physical shopping behaviors. The study, conducted by Deloitte Consulting, shows that shopping at a mall has a seven percent smaller environmental impact than online shopping. The white paper – Does Shopping Behavior Impact Sustainability? – uses shopping data that represents customer behaviors for mall and online shopping and concludes that brick-and-mortar shopping represents a better sustainability performance over online shopping.

To understand the environmental impacts, the study created a “cradle-to-grave” Lifecycle Analysis (LCA) that examines the environmental impacts of all material, energy and fuels attributable to a product in its lifecycle. The LCA also assumes the consumer purchased the same basket of goods online as they would in a brick-and-mortar location.

“The difference in the environmental impact of shopping at physical stores versus online rests on a number of factors,” said Jason Mathers, Senior Manager – Supply Chain Logistics, EDF. “As this paper makes clear, consumer choice about the number of items purchased, the likelihood of returns and the ability to combine trips can help make shopping in-person the lower impact choice. We welcome this contribution from Simon on the ongoing discussion about how to improve the sustainability of all of our shopping choices.”

Additional findings from the research show that:

Traveling to the mall in groups lowers the environmental impact per product bought. The average mall shopping group size is 2.2, and when people travel together and buy more products per trip, the average fuel burned to buy each product is lower.
Shopping online leads to more returned products which considerably increases the environmental impact. The data shows that 33 percent of online purchases are returned versus seven percent in the case of brick-and-mortar.
Packaging for online orders (corrugated boxes, bubble wraps, etc.) have a larger overall environmental impact compared with the impact of a plastic/paper bag consumers bring home from the mall.
“Sustainability is an important consideration for our employees, customers and other key stakeholders,” said Mona Benisi, Senior Director of Sustainability at Simon Property Group. “Understanding sustainability impacts help us to formulate strategies to best serve our mall guests and retailers within our properties. In an age when consumers are increasingly demanding same day or fast delivery, which requires more resources and fuel to fulfill, the negative impact of online shopping is likely to worsen. This study underscores how the choices consumers make when shopping impact the environmental footprint and may influence future behaviors.”

To read the white paper click here

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Plataforma de crowdfunding APOIA.se distribui renda e começa a transformar cenário criativo brasileiro

19fe8d1a-1b3d-4cd2-9506-77863d696d86Lançada em 2014 a plataforma brasileira está revolucionando o mundo criativo ao financiar toda a vida produtiva de artistas, jornalistas, blogueiros, youtubers, quadrinistas e criadores de conteúdo em geral. Ao promover uma nova cultura de corresponsabilização e estreitamento de laços entre público e produtores de conteúdo o APOIA.se já é responsável pela receita recorrente mensal de muitos criativos que agora podem viver para suas criações.

O que é o APOIA.se?

O APOIA.se é uma plataforma de financiamento coletivo recorrente destinada à sustentabilidade da produção de conteúdos através da corresponsabilização e aproximação entre público e criador.

Mas como isso acontece?

Em termos simples, a plataforma funciona como uma assinatura mensal de conteúdos criativos, que também pode ser cobrada apenas a cada novo conteúdo publicado.

Através de um apoio recorrente, com valores a partir de R$1, fãs e admiradores podem financiar trabalhos, criações ou projetos que curtam e queiram ver acontecendo! Em contrapartida, recebem seus conteúdos favoritos em primeira mão, além de outras formas de retribuição que os criadores podem oferecer ou até combinar atendendo a pedidos do público.

Além disso, essa nova proposta de financiamento da produção de conteúdos é capaz de proporcionar mais intensidade e qualidade à criação, ao possibilitar que seus produtores possam dedicar muito mais tempo de suas vidas para criá-los.

Ao apoiar alguém recorrentemente, você contribui para a valorização do trabalho criativo por trás de seus conteúdos favoritos, além de impulsionar uma nova cultura de colaboração, reconhecimento e aproximação entre público e criadores.
Um pouco da história…

O APOIA.se nasce em 2014, inspirada pelo sucesso da plataforma estadunidense Patreon.com e liderada pelo músico, administrador e ex-Catarse.me Hernán Efrón.

Desde 2010, quando se envolveu com a criação da primeira plataforma brasileira de financiamento coletivo de sucesso, o Catarse.me, Hernán esperava que as pessoas pudessem viver dos projetos financiados.

Passados alguns anos de seu lançamento, percebeu que o crowdfunding tradicional não abrangia toda complexidade por trás do desenvolvimento de um projeto criativo, deixando de fora o custo do processo de criação em si.

Por essa razão, decidiu criar no Brasil uma plataforma que desse conta de uma necessidade que comumente precede qualquer projeto: as condições dos criadores de arcarem com seu custo de vida enquanto produzem.

Queremos financiar “a maior parte do iceberg”

“Se pensarmos no trabalho criativo como icebergs, por analogia, “a ponta do iceberg” corresponde à parte visível do trabalho criativo, que se materializa, por exemplo, no álbum de um músico, no livro de um escritor, no filme de um cineasta e assim por diante.

O bloco de gelo submerso, que ninguém vê, corresponde ao processo criativo completamente subjetivo que leva, muitas vezes, anos até criar a estrutura suficiente para emergir, tornando-se aparente e visível a todos.

Precisamos tomar consciência, como sociedade, da importância de financiarmos “a maior parte do iceberg”.”*

*Trecho extraído do manifesto dos criadores da plataforma APOIA.se.

A Nova Proposta!

O modelo do APOIA.se é diferente do das outras plataformas de financiamento coletivo (crowdfunding), com objetivo de financiar apenas um projeto.

A inovação, portanto, está na recorrência para financiar o processo criativo inteiro, aproximando público e criador ao longo de toda a trajetória produtiva.

Outra diferença em relação às demais plataformas de financiamento coletivo por projeto está nos apoios prestados: dentro da lógica da recorrência, esses costumam ser de valores mais baixos. Por se tratar de uma contribuição mensal, os valores destinados aos apoios não costumam pesar no bolso dos apoiadores.

Atualmente o apoio mais frequente no APOIA.se é de R$5.

“Nós, enquanto idealizadores do APOIA.se, entendemos que uma plataforma com foco no processo criativo seja o passo que falta em direção a uma produção de conteúdos independentes e de qualidade, que seja sustentável financeiramente a longo prazo.”

Juntamente com os criadores que utilizam a plataforma, estamos fomentando uma nova cultura no Brasil, que tem como bandeira a valorização do trabalho criativo.

Assista ao vídeo de apresentação!

Para quem é?

– Indivíduos
– Grupos
– Músicos
– Jornalistas
– Youtubers e demais produtores de vídeo
– Blogueiros e Escritores
– Quadrinistas
– Gamers
– Podcasters
– Fotógrafos
– Ilustradores
– Animadores
– Cineastas
– Educadores em geral
– Empreendedores sociais ou criativos
– Programadores
– Artesãos e Faça-voce-mesmo
– Artistas ou mesmo quem cria sem considerar-se artista!
– Perfis criativos que ainda nem imaginamos!

Como funciona?

O criador de conteúdo cria uma página da sua campanha no APOIA.se, apresentando o seguinte:

– descrição da sua campanha, em texto e vídeo

– seus objetivos criativos e metas financeiras dizendo como pretende usar o dinheiro dos apoios recebidos

– uma lista de como pretende recompensar quem o apoiar, segundo o valor do apoio

– as redes sociais e plataformas de conteúdo que utiliza

Com isso qualquer pessoa, fã ou público em geral, que tenha interesse no trabalho pode prestar um apoio financeiro mensal a partir de R$1,00, através de cartões de créditos ou boleto bancário.

Do total mensal arrecadado a plataforma retém 13%, sendo este o valor destinado a custear a infraestrutura e remuneração das equipes de desenvolvimento do software, suporte, curadoria, comunicação, financeiro, etc.

Cada criador possui uma página com url própria para divulgar a sua campanha, receber apoios, publicar novos trabalhos e interagir com seu público.

Trata-se de um espaço para interação entre criadores e público, que possibilita diálogos, troca de ideias/feedbacks, ou qualquer outro assunto pertinente à vida produtiva do criador, sua obra e os apoiadores.

O papel da plataforma junto à comunidade de criadores é de permanente movimento e constante interação, e tem como objetivo a construção conjunta dessa nova forma de se relacionar e conceber o mundo da criação. Por essa razão, com o passar do tempo o APOIA.se pretende ir muito além de financiar criativos, constituindo-se em uma poderosa ferramenta capaz de levar a outro estágio toda a produção criativa brasileira.

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Easy Taxi aponta quais são os destinos prediletos de seus usuários

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A Easy Taxi, maior aplicativo de chamadas de táxi da América latina, divulga lista dos locais mais solicitados por seus usuários brasileiros.
O estudo foi elaborado com base em todas as corridas efetuadas em 2015, por usuários do aplicativo, das cinco grandes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife.

A Easy Taxi levantou os principais pontos visitados das principais cidades em seis categorias: bar e restaurante; shoppings; parques; estádios de futebol; universidades e principais cruzamentos de rua.

“Observamos que em São Paulo o uso do aplicativo é muito concentrado para outros modais de transporte, como aeroportos, estação de metrô e rodoviárias e também para centros empresarias” explica Fernando Matias, Diretor de Operações Brasil Easy Taxi.

No Rio de Janeiro, o aplicativo levantou alta relevância de lugares com concentração de vida noturna (bares restaurantes e teatros).

“Um dado curioso, os usuários de Porto Alegre utilizam mais o táxi para deslocados até hospitais e parques” diz Matias.

Em Recife e Belo Horizonte, existe uma demanda maior para pontos turísticos, maior concentração na região central e pouca relevância de tráfego para aeroportos e rodoviárias.

“Mais do que proporcionar uma corrida de excelente qualidade, nós da Easy Taxi temos como objetivo conhecer o comportamento do nosso usuário, para que possamos cada vez mais oferecer produtos personalizados de acordo com as suas necessidades, e assim prover experiências únicas dentro do táxi” finaliza Fernando.

Confira abaixo os destinos mais requisitados em 2015 apurados pela Easy Taxi em cada cidade:

São Paulo

Bar:Bar do Juarez Itaim

Shopping: Shopping Santa Cruz

Parque/Praça: Trianon

Estádio: Alianz parque

Universidade: FGV

Cruzamento: Av Faria Lima x JK

Rio de Janeiro

Bar: Pizzaria Guanabara

Shopping: Shopping Tijuca

Parque/Praça: Praça Santos Dumont

Estádio: Maracanã

Universidade: PUC-RJ

Cruzamento: N.Sa.de Copacabana x R.Xavier da Silva

Recife

Bar: Rock & Ribs Lounge

Shopping: Shopping Rio Mar

Parque/Praça: Pça do Marco Zero

Estádio: Aflitos

Universidade: Estácio

Cruzamento: Av.Marques de Olinda x R.Mariz e Barros

Porto Alegre

Bar: Thomas Pub

Shopping: Shopping Iguatemi

Parque/Praça: Moinhos de Vento

Estádio: Arena Gremio

Universidade: UFRGS

Cruzamento: R.Mostardeiro x R.Mariante

Belo Horizonte

Bar: Bar Ideal

Shopping: Diamond Mall Shopping

Estádio: Mineirão

Universidade: UFMG

Cruzamento: Av Álvares Cabral x R. Espirito Santo

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E-TRUST desenvolve solução inovadora para o mercado varejista

A E-TRUST, uma das principais empresas de segurança da informação do país, desenvolveu recentemente o HORACIUS Retail Identity Management, uma solução pioneira para o setor varejista que integra a gestão de identidades do consumidor. Lançada em janeiro, durante a National Retail Fair (NRF Big Show), maior feira de varejo das Américas, realizada em Nova York (Estados Unidos), a tecnologia é a primeira no Brasil a incorporar todos os dados dos clientes em uma única plataforma e permitir a segmentação dos perfis em um processo contínuo em tempo real.

“Acreditamos que vai vencer no varejo quem vender melhor e para isso é fundamental conhecer o consumidor. Foi pensando nisso que criamos este produto e oferecer às empresas uma solução que possibilita conhecer, entender e segmentar as informações e, então, desenvolver uma comunicação mais direta e efetiva com o consumidor”, explica o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel. O executivo esclarece que na maioria das vezes os aplicativos das empresas funcionam de forma desconectada. As plataformas dos sites, celulares e redes sociais não conversam entre si, o que dificulta na hora de encontrar o histórico de um cliente. “O varejista tem essa informação, mas por deficiências tecnológicas o aplicativo não a encontra”.

Com o HORACIUS Retail Identity Management será possível, via analytics, capturar as informações que estão fragmentadas ou separadas em plataformas diferentes e concentralá-las em uma base de identidades única. O consumidor não será associado somente pelo número de celular, login ou e-mail, mas também pelo próprio perfil nas redes sociais. A iniciativa elimina a criação de novas senhas e facilita o acesso do cliente à empresa. Outra vantagem do produto é que com base nas preferências do cliente, será possível criar promoções customizadas por meio de aplicativos móveis ou websites.

O CEO da E-TRUST exemplifica que no caso das lojas físicas, as informações podem ser usadas de forma que os próprios vendedores consigam identificar o perfil do consumidor e oferecer um atendimento mais direcionado. O atendente acessa o aplicativo da própria loja, que por sua vez detecta o aplicativo no celular do cliente. Desta forma, será possível saber a frequência do consumidor e a quantidade de compras. “Oferecemos a tecnologia para que o varejista use a expertise do seu negócio para vender melhor. Tendo informações precisas e online sobre o perfil de compra do cliente, com certeza ele vai conseguir fazer ofertas que vão fidelizar mais”, conclui Schwingel.

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Segurança na Nuvem – Por onde começar? – Por Kleber Melo

A utilização de ferramentas na Nuvem e Nuvem Híbrida tem reduzido os custos das empresas de forma inédita, e estimulado o seu crescimento em todo o mundo. Diversas pesquisas revelam que a Nuvem chegou para ficar, o que torna importante a análise das medidas mais eficientes para controlar e mitigar riscos, como ameaças de invasão, ataques, vazamento de informações sensíveis e indisponibilidades de serviços.

A segurança na Nuvem é o principal motivo de preocupação dos gestores de TI no mundo. Estimativas indicam que mais de 70% deles não confiam nas técnicas tradicionais de proteção dos dados. Além disso, a Cloud Security Alliance (CSA) revela que apenas 16% das organizações possuem políticas e controles para utilização da Nuvem completamente implementados. A mesma CSA afirma que 80% das empresas com mais de cinco mil funcionários não conseguem informar quantas aplicações em Nuvem são utilizadas por seus profissionais.

O modelo de Nuvem adotado também interfere no controle de infraestrutura, aplicações e banco de dados. Segundo o relatório Threat Report, do Crowd Research Partners, 62% das pessoas consideram mais difícil detectar e proteger ameaças internas do que ataques externos. A situação é ainda mais complexa, pois as principais falhas ocorrem por responsabilidade dos próprios usuários, sendo que apenas 38% das organizações possuem política de segurança com regras e responsabilidades definidas para a proteção dos dados.
Situações de risco ainda são muito recorrentes, uma vez que muitas empresas acreditam que a segurança dos dados em Nuvem é de responsabilidade do provedor, ou consideram que medidas de controle de acesso limitadas a usuários e senhas e criptografia de transmissão de dados protegem dados armazenados ou processados em servidores na Nuvem.

Quase sempre por falta de investimentos ou devido à ausência de profissionais capacitados, a segurança é relegada a uma prioridade menor, e os responsáveis acreditam que a análise esporádica de logs ou ocorrências reportadas pelos usuários sejam suficientes para medidas de contenção de perdas ou incidentes.

Uma implementação efetiva de políticas para proteção e controles de acesso considera as seguintes ações: mapeamento dos serviços utilizados pelos usuários de forma independente; critério na oferta de acesso privilegiado; implementação de controle de sessão autenticada com expiração por tempo e inatividade; gerenciamento de identidades integrado com os processos de Recursos Humanos e terceiros; identificação do tipo de acesso, local, hora e perfis para evitar comportamentos danosos e possíveis brechas nos controles; proteção dos dados armazenados e transmitidos por meio de criptografia para evitar a exposição dos dados não somente na transmissão como também em seu armazenamento.

De acordo com o relatório Threat Report, do Crowd Research Partners, 47% das empresas não têm condições de detectar ataques internos ou não conseguem medir o tempo de detecção, sendo que 43% afirmam que o tempo de resposta a incidentes é de até uma semana.

Como é impossível se proteger de ameaças não identificadas, o monitoramento ativo de segurança, por meio de soluções de Data Loss Prevention (DLP – Prevenção da Perda de Dados), Security Information and Event Management (SIEM – Segurança da Informação e Gestão de Eventos) e Secure Enterprise Content Management (SECM – Gerenciamento de Conteúdo de Empresas Seguras), entre outras, deve ser implementado para o sucesso na detecção e proteção das informações. Melhor ainda se a solução for integrada, com monitoramento de infraestrutura, movimentações de dados e aplicações, considerando o contexto e o comportamento usual de todos os usuários envolvidos.

As considerações deste texto não têm a pretensão de esgotar o tema de segurança em Cloud. Existem muitos outros pontos importantes a serem considerados, desde a infraestrutura até os critérios de desenvolvimento de aplicativos para Cloud, que possuem características distintas do modelo tradicional de TI.

Por isto, o (ISC)² juntamente com a CSA (Cloud Security Alliance) desenvolveu a certificação CCSP – Certified Cloud Security Professional, que traz um valor inestimável aos profissionais que querem e precisam se aprofundar neste conhecimento. A certificação CCSP é uma indicação clara do potencial deste mercado e tenho certeza que aqueles que a buscarem estarão à frente, destacando-se em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

Kleber Melo, Presidente do Conselho Consultivo do (ISC)² para a América Latina

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Mobile representou 19% das transações no e-commerce no Brasil no último trimestre de 2015, aponta Criteo

O mobile continua sendo um canal cada vez mais adotado pelos consumidores brasileiros que fazem compras na Internet. Segundo a pesquisa “Cenário do Mobile Commerce” realizada no último trimestre de 2015 pela Criteo (www.criteo.com) (NASDAQ: CRTO), líder global de tecnologia especializada em publicidade digital e marketing de performance, 19% das transações no e-commerce no País foram realizadas em smartphones ou tablets. Os celulares continuam sendo os preferidos e responderam por 81% do total das compras feitas a partir de dispositivos móveis.

Outro fenômeno crescente confirmado pelo estudo da Criteo foi a utilização de múltiplos devices no ciclo de compra. O cross-channel alcançou 52% das transações no e-commerce no Brasil, sendo que em 19% o consumidor utilizou algum equipamento mobile. A empresa descobriu também que em 52% das transações concluídas em desktops o cliente visitou o site do varejista em pelo menos um outro device antes de finalizar a compra. Com 54%, os tablets atingiram o maior índice entre os usuários que acessaram outras telas até fechar o pedido.

Os números globais do estudo também indicam uma forte tendência no uso de dispositivos móveis no e-commerce. A Criteo analisou 1,4 bilhão de transações online e descobriu que 4 em 10 compras foram realizadas utilizando múltiplos devices, sendo que 1/3 foram concluídas em um equipamento mobile.

“Em um terço das compras cross-channel fechadas no desktop os consumidores acessaram as lojas em ao menos um dispositivo mobile. Nas transações concluídas no mobile, 1/3 dos consumidores também navegaram antes no desktop e, vale ressaltar, mais da metade acessaram apenas mobile browsers ou dispositivos móveis. Os varejistas precisam continuar investindo para assegurar que todos os seus produtos possam ser vistos e comprados em qualquer tela”, alerta Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

“A proliferação do mobile commerce está aumentando o desejo dos consumidores por experiências mais personalizadas. Para serem competitivos, os varejistas já não têm outra opção senão começar a analisar e entender o perfil de comportamento dos consumidores através de múltiplos dispositivos, browsers e apps para oferecer uma experiência de compra mais relevante e customizada”, acrescenta.

Focada em sempre desenvolver soluções que apoiem os varejistas online em suas estratégias digitais, a Criteo lançou o Universal Match, que, em associação com o Criteo Dynamic Retargeting, automatiza a criação de campanhas personalizadas de publicidade e recomendações de produtos para cada usuário, maximizando as ações de performance com uma experiência de marketing individualizada. A solução processa e analisa mais de 35 bilhões de ocorrências diariamente para entender o comportamento de compra em múltiplos devices de mais de 500 milhões de consumidores. Até hoje, as soluções para os varejistas foram limitadas. O Universal Match entrega precisão e escala construindo uma ponte entre diversos devices e plataformas, incluindo mobile apps, mobile browsers e desktops.

“A pesquisa da Criteo do último trimestre de 2015 mostra que o mobile se consolidou como um componente essencial do e-commerce. Os consumidores estão navegando e comprando através de múltiplos devices. Para entender melhor seus clientes, os varejistas precisam parar de olhar para cada device individualmente e começar a entender o usuário por trás deles. O comportamento multi-device é o novo normal. Nossa nova solução Universal Match permite aos anunciantes acessar os consumidores no momento em que estão mais propensos a comprar através de mensagens direcionadas e personalizadas em todos os devices”, finaliza Johathan Wolf, Chief Product Officer da Criteo.

Estes são os principais destaques da pesquisa da Criteo, que confirmou a rápida adesão ao mobile commerce e a necessidade de contar com a solução Universal Match para se relacionar com os consumidores na Web:

Mobile Commerce está explodindo

Os varejistas que oferecem uma experiência de compra mobile encerraram 2015 com resultados impressionantes, transformando os usuários de dispositivos móveis em consumidores. Para que se mantenham competitivos, os varejistas devem continuar investindo em estratégias de mobile marketing que atendam os consumidores em múltiplos devices:

– No quarto trimestre de 2015 as transações mobile registraram crescimento de 15% sobre 2014, atingindo globalmente 30% de todas as compras no e-commerce.

– Entre os dispositivos móveis, os tablets alcançaram vendas com ticket médio maior que os smartphones. Os equipamentos com sistema operacional iOS alcançaram tickets maiores que a média.

Consumidores preferem comprar por smartphone

O smartphone está se tornando o equipamento preferido para compras em dispositivos móveis e responde pela maioria das transações globais. Na medida em que as empresas otimizarem suas experiências de compra, é recomendável focar nos smartphones como o principal canal de venda no comércio eletrônico.

– Os smartphones representam 60% das transações mobile nos Estados Unidos, impulsionados pela combinação de melhor capacidade de transação, a possibilidade de acessar a qualquer hora e em qualquer lugar, telas cada vez maiores e o avanço da banda larga.

– Os smartphones respondem pela maioria da vendas mobile globalmente, especialmente no Japão e na Coreia do Sul.

Cross Device continua a crescer

Os consumidores estão utilizando múltiplos devices – laptops, tablets e smartphones – em todas as etapas do ciclo de compra. A necessidade de entender melhor o comportamento dos consumidores, influências e intenção de compra é a chave para engajá-los na sua jornada por múltiplos devices. Para que sejam bem sucedidos, os varejistas devem ter um forte foco no consumidor e recorrer a soluções como a Universal Match, da Criteo:

– Aproximadamente 40% das transações ocorreram através de múltiplos devices ou canais no último trimestre de 2015.

– 37% dos consumidores que fizeram compras em desktops navegaram no mesmo site do varejista pelo menos uma vez em outro device antes de fechar o pedido.

– Os consumidores que acessaram múltiplos devices e concluíram a transação em um tablet são os mais propensos a utilizar diversos equipamentos no ciclo de compra – 43% deles utilizaram outros dispositivos.

Apps que permitem fazer compras geram faturamento crescente

Varejistas e marcas que oferecem apps intuitivos e que removem barreiras para fazer compras têm registrado crescimento nas vendas e no ticket médio. Desenvolver um app ajuda a aumentar o engajamento com o consumidor, a conversão e a receita da loja:
– Dos comerciantes que priorizaram a experiência mobile, os apps representam 54% das transações mobile na indústria varejista e 58% na indústria de viagens.

– Os varejistas que disponibilizam apps para compras alcançaram 286% mais visualizações de produtos do que os que oferecem apenas sites mobile, alcançando um índice 90% maior de pedidos.

– As taxas de conversão nos apps foi 120% maior que os mobile browsers.

Mobile Commerce não para de crescer globalmente

A participação do mobile commerce nas transações está crescendo globalmente, com o Japão, Reino Unido e Coreia do Sul na liderança. Na medida em que os consumidores em todo mundo se voltam para o mobile para fazer suas compras, as empresas precisam assegurar que suas estratégias de mobile marketing estão atendendo as demandas dos usuários:

– O mobile commerce respondeu por 35% das compras no varejo online em todo mundo.

– 50% de todas as transações no e-commerce no mundo foram realizadas em múltiplos devices.

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Acelera MGTI recebe novas startups para aceleração

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O Programa de Empreendedorismo Acelera MGTI recebe, a partir de 03/03, as 10 startups selecionadas pelo edital próprio 011/2015. As novas empresas passarão pela aceleração do programa mantido pelo MGTI – programa de fomento da área de TI em Minas, formado por Assespro-MG, Fumsoft, SINDINFOR e Sucesu Minas – durante um período de seis meses. As empresas foram avaliadas por uma banca composta por técnicos do Acelera MGTI, além de consultores e mentores convidados, especialistas nas áreas de gestão, tecnologia, mercado e finanças. Para este processo de seleção, que aconteceu no fim de janeiro, a estratégia adotada foi a de trazer empresas já com alguma tração ou com perspectivas claras de faturamento.

Durante o período de aceleração, as startups receberão apoio financeiro, técnico, consultorias e mentorias com profissionais capacitados e experientes. O grupo de empresas nascentes ocupará um moderno espaço em regime de coworking, com toda a infraestrutura tecnológica necessária – internet, telefonia, recepcionista bilíngue, etc. – em localização privilegiada, na avenida Afonso Pena, 4000, no Cruzeiro.

As novas startups do programa Acelera MGTI são: Foxus, Smart Convert, Virturian, Homix, NetGás, WorldSense, Contself, Core2, Conciliadora e MatMed.

Quem são e o que fazem:

FOXUX – Focada na gestão do trabalho e motivação do usuário, permitindo um controle simples, mas completo das equipes envolvidas. Este processo é fruto de um minucioso estudo do comportamento humano, métodos de gestão e elementos sociais que resultaram em um motivante sistema de pontos e níveis, proporcionado a gestão ágil de projetos e processos, e a interação entre as pessoas de forma simples e direta.

www.foxus.me

SMART CONVERT – Trabalha de forma a contribuir para que empresas do comércio reduzam a quantidade de vendas perdidas, a partir da identificação e análise das causas de cada perda de venda nas lojas, possibilitando assim o desenvolvimento de ações corretivas que aumentem o faturamento.

www.smartconvert.com.br/demonstracao

VIRTURIAN – Fornece uma solução de monitoramento da condição de motores elétricos industriais, com o grande diferencial inovativo da tecnologia utilizada. A técnica é baseada na análise dos dados existentes nas indústrias através de um software não invasivo (sem a necessidade de instalação de hardware), que utiliza dados existentes na rede de automação industrial, realizando um processamento, utilizando diversas técnicas avançadas, que permitem a avaliação da condição dos equipamentos.

www.virturian.com/

HOMIX – É uma plataforma online (web e mobile) voltada para serviços e reparos domésticos. O portfólio de serviços prestados é extenso: alvenaria, pintura, hidráulica, elétrica/eletrônico, chaveiro, jardinagem, limpeza residencial, etc. Com apenas alguns cliques, é possível orçar e agendar o serviço no local e horário desejado. Será enviada uma equipe especializada para realizar os serviços. Todos os serviços contam com garantia de execução e excelência.

www.homix.me

NETGÁS – Apresenta uma plataforma inédita, que conecta quem vende a quem compra gás de cozinha no Brasil, um mercado que movimenta 30 bilhões de reais por ano. Quando um usuário busca o gás de cozinha, encontra um cadastro com quais revendedores atendem sua região, qual está mais próximo, qual está aberto naquele momento e, por fim, qual tem o melhor preço. Com o preço do gás variando, em uma mesma cidade, em até 70%, e com mais de 50 mil revendedoras no país, fazer a pesquisa manualmente é difícil. Com a plataforma, todo esse processo foi automatizado, possuindo, inclusive, um mecanismo de leilão para compras em lote.

www.netgas.com

WORLD SENSE – Fornece apoio para publishers monetizarem seus conteúdos por meio da descoberta de links patrocinados. A tecnologia busca oportunidades de links patrocinados que podem ser inseridos em textos online, trazendo uma fonte adicional de receita para produtores de conteúdo web.

www.worldsense.com

CONTSELF – Disponibiliza um serviço de contabilidade online para profissionais da área da saúde. A tecnologia permite, através do aplicativo, que o cliente fotografe todas as despesas e receitas, que entrarão em seu livro caixa, relacionadas a sua atividade. As informações serão validadas por uma empresa de contabilidade parceira. Após o OK da contabilidade o sistema calcula os impostos a serem pagos pelo cliente, fazendo um planejamento tributário que pode permitir uma economia de até 40% nos tributos.

www.contself.com.br

CORE2 – Trabalha com soluções inteligentes para concursos públicos. Aplicando a mobilidade dos tablets e a segurança das impressões digitais, a Core2 busca levar o segmento de organizadoras de concursos a um novo patamar de segurança. Com o FingerID os clientes podem coletar a impressão digital e a fotografia dos candidatos no momento da realização das provas e, depois, para tomar posse, o candidato deverá ser validado. Tudo isso de forma fácil, rápida e segura.

www.fingerid.core2.com.br

CONCILIADORA – Plataforma que faz, de forma automatizada, o serviço de conciliação das vendas em cartão dos varejistas. A grande inovação é a integração, em diversos níveis, com outros softwares, trazendo uma resposta pontual ao problema do varejista. O sistema analisa cada venda, devolvendo, de forma clara e objetiva, as informações, permitindo uma visão geral de todo o processo de vendas e recebimento dos cartões.

www.conciliadora.com.br

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Bovinocultura: Startup lança aplicativo gratuito que permite estimar o peso dos animais sem o uso de balança

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A anotação em planilhas, tabulação de dados e sistemas complicados são rotinas do passado para os produtores rurais, especialmente para quem atua na pecuária. Hoje o uso de tecnologias está cada vez mais presente no campo e por meio de celulares ou tablets é possível acessar informações que são relevantes para o negócio e acompanhar todos os indicadores de produtividade e rentabilidade. E esses recursos, que antes eram quase uma exclusividade de grandes produtores, chegam às pequenas propriedades com baixo custo – pois dispensam pagamento de licença e investimento em instalação – e facilidade de utilização.

Entre as vantagens desses sistemas é que algumas vezes o pecuarista não precisa nem de acesso à internet, uma dificuldade muito comum quando se trata de comunicação em áreas rurais. Tendo tudo isso em mente, a JetBov – startup com sede em Joinville (SC) -desenvolveu um aplicativo, muito semelhante ao WhatsApp, para auxiliar na coleta e na comunicação de dados a respeito do rebanho.

Segundo o diretor executivo da empresa, Xisto Alves, o aplicativo funciona como um ‘caderno de campo’, onde é possível fazer as anotações sobre o animal e os dados são sincronizados de forma automática ao software JetBov na nuvem, assim que o aparelho estiver conectado. Com isso é possível estimar o peso do animal mesmo sem o uso de balança, que é uma realidade comum em pequenas propriedades. “Com o uso de uma fita métrica o pecuarista pode fazer a medição do animal e, em seguida, jogar os dados no aplicativo que faz a conversão da estimativa de peso”, explica.

O aplicativo também permite utilizar leitores de brincos eletrônicos. Por meio de um sensor via Bluetooth™, a comunicação é feita direto do chip para o sistema, o que representará um ganho de até 30% no tempo do manejo. “A automação no campo é uma tendência, e representa um ganho de tempo e de confiabilidade na coleta dos dados para o produtor, permitindo armazenar e gerar informações que são essenciais para aumentar a eficiência e a produtividade” afirma Alves.

O aplicativo da JetBov está disponível para os aparelhos da versão Android e podem ser acessados sem nenhum no custo pelo https://play.google.com/store/apps/details?id=com.jetbov.jetbovdecampo .

Diferenciais

A JetBov é considerada pioneira no Brasil por desenvolver um sistema especializado em bovinocultura de corte, empregando tecnologias cloud computing ou computação em nuvem, que disponibiliza a informação a qualquer momento e lugar, bastando para isso ter o acesso à internet. Outro diferencial em relação aos sistemas tradicionais é que ele não exige pagamento de licença e manutenção, sendo ainda de fácil utilização. Entre as principais vantagens do sistema é que ele trabalha em todas às etapas da produção de carne: como cria, recria e engorda. Como isso, permite ao produtor gerenciar toda a atividade da fazenda, acompanhando dados que são relevantes para o negócio, desde o ganho de peso do animal, vacinas, gestão do rebanho, todos os custos associados à produção e o resultado financeiro.

O sistema pode ser testado gratuitamente. Basta acessar www.jetbov.com .

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Pesquisa: 82% dos conselhos estão preocupados com a cibersegurança. Apenas um em cada sete diretores de segurança reporte-se a diretores executivos

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A cibersegurança é hoje um tema de destaque na pauta dos conselhos das organizações, mas a maioria dos diretores de segurança da informação (chief information security officers, CISOs) ainda não conquistou um lugar à mesa de discussões. De acordo com um estudo conduzido pela ISACA e a RSA Conference, 82% dos profissionais de cibersegurança e segurança da informação pesquisados informaram que seus conselhos de administração estão preocupados ou muito preocupados com a cibersegurança, mas somente um em cada sete (14%) dos CISOs reporta-se ao diretor executivo.

Essa distância entre crença e ação nos mais elevados níveis de gestão ocorre em um cenário em que 74% dos profissionais de segurança esperam um ciberataque em 2016 e 30% presenciam ataques de phishing diariamente, segundo o estudo “O estado da cibersegurança” da ISACA/RSA Conference.

“Embora existam sinais de que os executivos em nível de diretoria compreendam cada vez mais a importância da cibersegurança, ainda há espaço para melhorias”, comentou Jennifer Lawinski, editora-chefe da RSA Conference. “A maioria dos CISOs ainda se reporta a diretores de informação, o que demonstra que a cibersegurança é vista como um aspecto técnico, e não uma questão de negócios. A pesquisa destaca essa discrepância com o objetivo de proporcionar uma oportunidade de crescimento para a comunidade de segurança da informação no futuro.”

A deficiência de habilidades em cibersegurança representa, em si, uma ameaça à manutenção da segurança empresarial. O ano passado viu uma queda de doze pontos no percentual de profissionais de segurança que confiam na capacidade de suas equipes para detectar e reagir a incidentes, caindo de 87% em 2014 para 75% em 2015. Entre esses 75%, seis em cada dez não acreditam que suas equipes possam lidar com algo mais grave do que um simples incidente de cibersegurança. Além disso, a quantidade de pesquisados que informam que um número inferior à metade dos candidatos a emprego foi considerado “qualificado após a contratação” subiu de 50% para 59% no período de um ano. 27% precisam de seis meses para preencher uma vaga em cibersegurança, uma taxa três pontos superior na comparação com 2014.

“A falta de confiança nos níveis atuais de aptidão em cibersegurança demonstra que as abordagens convencionais de treinamento já não são suficientes”, afirmou Ron Hale, diretor de conhecimento da ISACA. “O treinamento prático e baseado em aptidões é fundamental para suprir a lacuna de habilidades em cibersegurança e desenvolver de forma eficaz uma força de trabalho vigorosa nessa área.”

Consciência situacional

A pesquisa destacou também uma notável falta de consciência situacional entre profissionais que consideram a cibersegurança ou a segurança da informação sua função principal:

– 24% não sabiam se alguma credencial de usuário havia sido roubada em 2015.

– 24% não sabiam quais agentes de ameaça exploraram suas organizações.

– 23% não sabiam se sua organização havia sofrido algum ataque de ameaça persistente avançada (advanced persistent threat, APT).

– 20% não sabiam se algum ativo corporativo havia sido sequestrado para uso de botnet.

Apesar do fato de a maioria dos CISOs reportar-se a uma função de tecnologia na organização, o estudo deste ano mostra sinais encorajadores de que a cibersegurança merece respeito. Entre os pesquisados, 61% esperam que seus orçamentos de cibersegurança aumentem em 2016, e 75% informam que a estratégia de cibersegurança de suas organizações é hoje condizente com os objetivos empresariais.

Lawinski e Hale apresentarão essas conclusões e suas implicações na RSA Conference na quinta-feira, 3 de março. A pesquisa é a segunda edição anual do estudo “O estado da cibersegurança” do Cybersecurity Nexus (CSX), pertencente à RSA Conference e à ISACA. Os resultados podem ser consultados na íntegra no endereço www.isaca.org/state-of-cybersecurity-2016.

A ISACA criou o CSX para ajudar a enfrentar uma crescente crise de aptidões em cibersegurança no mundo todo. O CSX é um local central dedicado a pesquisa, orientação, certificações, capacitação, tutoria e comunidade sobre cibersegurança. A ISACA introduziu recentemente um treinamento baseado em habilidades com avaliações de desempenho e Certificações CSX.

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