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Pmweb compra a empresa Intuitive Intelligence e projeta faturamento superior a R$ 40 milhões em 2016

A Pmweb (www.pmweb.com.br), empresa de data driven marketing, anuncia a compra da Intuitive Intelligence (www.intuitive-ux.com.br), precursora em otimização de conversão (CRO). Com a transação, a Pmweb, que atua há mais de 20 anos com sede em Porto Alegre (RS) e escritório em São Paulo (SP), irá terminar 2016 com faturamento superior a R$ 40 milhões.

Especialista em data drive marketing (marketing orientado a dados), o foco da Pmweb é levar audiência qualificada aos sites, gerando tráfego engajado e foco na transação. A aquisição da Intuitive, permitirá à Pmweb estender sua liderança no mercado de marketing cloud com a oferta de novos serviços, entregando as melhores experiências para os clientes, mais retorno para as empresas, além de aumentar a fidelidade.

“Até então, nosso trabalho era entregar leads qualificados nos e-commerces através de e-mail, sms e push, mas agora iremos além. A expertise da Intuitive possibilita a otimização da conversãodos sites através de personalização e da aplicação de testes A/B, tudo para garantir que a experiência seja fluída e termine em uma conversão. Além disso, com a união das carteiras de clientes, teremos mais de 60% do comércio eletrônico do país”, afirma Tárik Potthoff, CEO da Pmweb.

Há quatro anos, a Pmweb trouxe para o Brasil o conceito de marketing por ciclo de vida, o que aumentou significativamente os resultados dos clientes por canais diretos. Para o Potthoff “agora é a vez de entregar essa mesma performance nas taxas de conversão, que estão, em média, abaixo dos 2% no Brasil. Este impacto vai transformar o mercado”.

De acordo com o CEO, “tirar proveito dos dados é fundamental para elevar as conversões online”. A Pmweb trabalha há 20 anos criando interações consistentes através de data drive marketing e a partir de agora irá entregar essa mesma experiência no e-commerce dos maiores players da América Latina. A soma destas tecnologias favorece o cliente e tem um único objetivo: menos mídia e mais conversão.

Em 2015, a Pmweb faturou R$28 milhões, 65% a mais do que o registrado no ano anterior, que foi R$17 milhões. A partir dessa transação, a empresa aumenta para 60% seu marketshare no comércio eletrônico brasileiro e sobe em 20% o número de colaboradores, passando de 113 para 136.

Já a Intuitive movimentou R$ 6 milhões no ano passado. Fundada em 2012, a partir do desenvolvimento de soluções e serviços de CRO (Conversion Rate Optimization), a empresa criou uma metodologia para a experiência do usuário. Por meio de aplicações de testes A/B multivariados e personalização dos principais e-commerces do Brasil.

“O nosso objetivo é alinhar a qualidade de tráfego e conversão, ajudando o marketing a otimizar investimentos. Agregando em um só parceiro estratégias de retenção e life time value offsite e onsite”, comenta Francesco Weiss, CEO da Intuitive. “Com a quantidade e qualidade de dados disponíveis no ambiente digital essa entrega precisará ser cada vez mais assertiva”, reforça Weiss.

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Startup brasileira cria primeira plataforma de realidade virtual do mundo

Muitas pessoas já conhecem ou ouviram falar dos óculos de realidade virtual que logo chegarão ao mercado, porém uma das questões do mercado é como serão feitas a distribuição do conteúdo em realidade virtual (VR)? Uma plataforma de conteúdo que reúna Entretenimento, Games, Educação e ecommerce em um só ambiente virtual, essa é a proposta da startup brasileira Youfacer.

O projeto em desenvolvimento pretende revolucionar a forma que interação homem/PC. Navegar no Facebook, assistir um vídeo 360o do Youtube, estudar ou fazer compras em um shopping virtual são algumas das opções disponíveis na Youfacer. A plataforma será disponibilizada para PC, Web, Android e iOS e será compatível com os principais dispositivos do mercado como Oculus Rift, HTC Vive, Samsung Gear VR, Google Cardboard, entre outros. A plataforma prevista para ser lançada em 2017, traz experiências que tornem o uso dos dispositivos de realidade virtual, algo comum em nosso dia-a-dia, assim como já utilizamos smartphones, por exemplo.

Felipe Coimbra, diretor da empresa justifica o investimento em um dispositivo de realidade Virtual. ‘’Iremos resolver o problema do acesso a conteúdo “VR” (realidade virtual), o maior desafio é tornar a experiência de realidade virtual algo comum em nosso cotidiano e isso temos conseguido após muitos testes de usabilidade da interface Youfacer’’. Utilizando a plataforma também será possível ter experiências como participar de eventos como shows, esportes em 360°, jogar games em realidade virtual, fazer compras em supermercados ou reservas de hotéis como se estivessem no local, tudo através de VR.

A plataforma também oferecerá aos seus usuários um assistente virtual, o “Steve”, que acompanhará o cliente em toda a experiência na plataforma, conversando com o usuário e realizando tarefas através de comandos de voz. Até o ano de 2025, mais de 327 milhões de pessoas utilizaram ferramentas e dispositivos de realidade virtual em seu cotidiano. Esse mercado estima faturar mais de US$ 17 bilhões em todo o mundo, segundo levantamento da Goldman Sachs Global Investment Research.

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O Big Data no mundo corporativo – Por Arie Halpern

Qual é o objetivo do seu negócio? O big data pode ajudá-lo a responder a essa pergunta. A tecnologia, que consiste em recolher, armazenar e analisar grandes volumes de dados, quando aplicada da maneira correta, é capaz de resolver intrincadas questões no mundo dos negócios. Esse aspecto é o que tem atraído empresários de todo o mundo para o big data. De um universo de 401 profissionais de TI e de outros negócios entrevistados pela associação CompTIA, 72% afirmaram que os resultados obtidos com o uso da tecnologia superaram as expectativas. Vantagens competitivas, redução de custos, otimização de tempo e maior produtividade são alguns resultados apontados.

De tecnologia de software, o big data passou à ferramenta estratégica de negócios. O Netflix, avaliado pelo mercado em US$ 49 bilhões, conhece o comportamento do seu consumidor e possui uma visão ampla e geral do produto que oferece graças a essa tecnologia. É com a ajuda dos dados que a Netflix oferece um serviço personalizado para cada cliente. Mas o que a tecnologia faz? Ela permite que correlações sejam encontradas com facilidade e precisão. Desde tendências de negócios no local em que uma empresa está instalada até índices de combate à criminalidade. É com a exatidão em detectar comportamentos através de dados que empresas podem aumentar significativamente a produtividade, além de gerenciar e administrar melhor o tempo para ações mais direcionadas e conclusivas. Portanto, se uma empresa souber como utilizar os dados, poderá melhorar um produto, reduzir ou cortar custos, evitar o desperdício de recursos, antecipar crises, entre outras ações, assim como o Netflix vem fazendo com sucesso.

Nesse contexto, o big data já uma realidade para o empresariado nacional e internacional, especialmente para médias e grandes empresas. Segundo a consultoria IDC, os gastos mundiais com soluções de big data atingirão US$ 48,6 bilhões em 2019. E, com a alta na demanda, profissionais detentores desse conhecimento também estão conquistando mais espaço nos departamentos de TI. Segundo levantamento do portal ComputerWorld, em apenas um ano, especialistas em big data passaram da décima para a quarta posição na lista de “empregos quentes”, com 36% dos questionados buscando profissionais para essa tarefa.

*Arie Halpern é diretor da Gauzy Technologies e autor do blog Disruptivas e Conectadas. –

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Excelência na apuração das informações fiscais de entrada e saída

Há tempos se fala no meio empresarial em aperfeiçoamento e melhoria nos processos. O objetivo é minimizar o desperdício e maximizar o resultado. Porém, essa responsabilidade quase sempre fica a cargo da linha de produção, mas é fundamental que a perspectiva de otimização contínua seja compartilhada com os demais setores da organização.

Cito como exemplo a área de Escrituração Fiscal das empresas, mais especificamente o Recebimento de Notas Fiscais, processo onde o alto nível de controle é imprescindível. Um processo frágil nesta etapa acarreta problemas e retrabalhos para os profissionais ligados à apuração de impostos e ao fechamento mensal.

Por costumeiramente ter um alto volume de movimentações – entradas de notas fiscais – essa área é vulnerável a erros, especialmente quando o processo de escrituração é manual. Essa situação se agrava mais ainda quando o processo é realizado por um profissional que não tem conhecimento adequado para a função.

A fragilidade nesta etapa de escrituração acarreta situações indesejáveis, como erro na apuração dos impostos, falha no aproveitamento de créditos, aumento do custo dos produtos, problemas com entregas de obrigações acessórias, alto nível de retrabalho da Área Fiscal, interferência no fluxo de caixa e significativo aumento no risco fiscal para empresa e seu representante legal.

Nos dias atuais, com o fisco cada vez mais rigoroso e digital, as empresas precisam investir na profissionalização e automação de seus processos. A automatização no recebimento de notas fiscais pode ser uma atitude decisiva para que os pontos descritos acima sejam banidos das organizações, principalmente do Setor Fiscal.

Tenha cuidado e seja rigoroso. Não permita a inversão de prioridades. Escriturar não é digitar! Muitas empresas contratam várias pessoas para a função de “digitar” notas tornando este valioso processo numa simples rotina, onde em muitos casos se cria uma competição por quantidade de documentos digitados, não corra riscos, preze pela qualidade.

A Quirius é Especialista em Governança e Compliance e alia experiência mais conhecimentos de negócio, tecnologia da informação e gestão fiscal. Leva inovação aos processos, garantindo segurança e agilidade, contribuindo para que as empresas cumpram, com eficiência, as exigências da legislação tributária.

Com foco voltado para a redução de custos operacionais e o aumento da competitividade, dispõe de ferramentas que oferecem controle, fiscalização e garantem segurança, além da agilidade dos processos.

Diogenes Andrade
Especialista Fiscal e Tributário na Quirius

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Deloitte: 70 percent of U.S. Consumers Binge Watch TV, Bingers Average Five Episodes per Sitting

EVOLVING PATTERNS OF MEDIA CONSUMPTION Infographic

Has America become a marathon nation when it comes to video content consumption? Indications point to “yes.” Seventy percent of U.S. consumers now binge watch an average of five episodes at a time, and almost one-third (31 percent) binge on a weekly basis according to Deloitte’s 10th “Digital Democracy Survey.” In addition to binge watching, nearly half (or 46 percent) of Americans now subscribe to streaming video services, with millennials aged 14-25 spending more time streaming video content than watching live television.

Additional binge watching and streaming media findings from the survey include:

– More than half of all consumers, and three-quarters of millennials, watch movies and TV shows via streaming on at least a monthly basis.

– Millennials aged 26-32 who currently pay for streaming video have an average of three subscriptions.

– Millennials aged 14-25 value their streaming video subscriptions more than pay TV subscriptions.
Over one-third of baby boomers aged 50-68 (35 percent) who binge watch TV do so once a week, and average four episodes per sitting.

– Over half (53 percent) of U.S. consumers who binge watch choose television dramas.

– The percentage of streaming subscribers who ranked the service among their top three most valued subscriptions has tripled in the last three years (61 percent today, up from 17 percent in 2012).

“The proliferation of online content shows no signs of slowing down and the consumer appetite to consume content is equally voracious,” said Gerald Belson, vice chairman and U.S media and entertainment sector leader, Deloitte Consulting LLP. “The survey data indicates that consumers are more willing than ever to invest in services to watch whenever, wherever and on whatever device they choose.”

Highlighting Americans’ preferences for entertainment devices, Deloitte’s “Digital Democracy Survey” examines emerging behaviors across generations, specifically millennials, who are setting new benchmarks for how much media content is consumed and paving the way for older generations to follow. The survey also looks at the value consumers place on products and services; as well as attitudes and behaviors towards advertising and social networks, and mobile technologies. It includes influencers of consumer buying decisions, and how consumers are using their devices. Among the findings are:

Purchase Decisions Influenced More by Non-Traditional Advertising Sources

– Nearly 3 in 4 millennials aged 19-32 are more influenced in their buying decisions by social media recommendations than TV ads.

– Of millennials aged 19-25, 71 percent indicated that their buying decisions are influenced by online reviews from people they do not know, which is higher than the number who are influenced by TV ads.

– More than one-third of consumers under age 50 and nearly half of millennials say their buying decisions are influenced by an endorsement from an online personality.

Social Media’s Real-Life Impact

– Social media sites have surpassed television as the most popular source of news for millennials.

– Two-thirds of millennials say they value their time interacting with friends on social media sites as much as their time spent in-person.

– Eighty five percent of U.S. consumers are currently on social media and 58 percent check their social networks daily.

If You Don’t Multitask When You Watch TV, You’re in the Minority

– More than 90 percent of U.S. consumers are now multitasking while watching TV.

– Millennials admitted to engaging in an average of four additional activities while watching TV, primarily surfing the Internet, using social networks and text messaging.

– Thirty three percent of all consumers typically browse the web while watching TV.

– Fewer than one-quarter of consumers’ multitasking activities are directly related to the program being watched, indicating that second screen activities have yet to realize their full potential.

“The on-the-go, always-connected consumer is driving cultural changes in content consumption that fundamentally impact how companies connect with and engage consumers,” added Kevin Westcott, principal and U.S. media and entertainment consulting leader, Deloitte Consulting LLP. “These behavioral changes combined with the shift towards mobile-based consumer experiences are disrupting traditional business models — while at the same time paving the way for newer opportunities for technology, media and entertainment companies to adapt and evolve for the next generation.”

The “Digital Democracy Survey” was fielded by an independent research firm from Nov. 5-19, 2015 and employed an online methodology among 2,205 U.S. consumers. All data is weighted back to the most recent U.S. census to give a representative view of what consumers are doing. For more information on the U.S. edition of Deloitte’s “Digital Democracy Survey,” please visit www.deloitte.com/us/tmttrends.

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Aplicativo ajuda a resgatar créditos da Nota Fiscal Paulista

Se você sempre pede a inclusão do número de seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) na nota fiscal, em São Paulo, após suas compras, agora tem um aliado na hora de resgatar seus créditos junto ao programa da Nota Fiscal Paulista. O aplicativo Créditos NFP mostra ao usuário qual o saldo disponível, além de notificar de novos créditos e possibilitar o saque automático para a conta corrente.

Lançado em 2015, pelo administrador Victor Harada, o objetivo do aplicativo é auxiliar o cidadão a consultar e ser lembrado de sacar seus créditos disponíveis. Segundo o Harada, “a ideia surgiu quando descobrimos que as pessoas deixavam de sacar seus créditos simplesmente porque esqueciam ou não sabiam que tinham saldo para sacar”. Hoje são mais de 4,5 bilhões de reais não são resgatados e anualmente cerca de 700 milhões de reais expiram e voltam para os cofres públicos.

Para utilizar, basta baixar o aplicativo e efetuar login com o CPF e a mesma senha para acessar o site da Nota Fiscal Paulista, assim o usuário terá acesso ao seu saldo disponível. Havendo saldo disponível para saque (valor acima de R$25,00), o usuário pode solicitar o saque para sua conta corrente. O aplicativo está disponível para os sistemas Android, iOS e Windows Phone.

Link para download:

iOS:http://goo.gl/ybCQmn

Android: http://goo.gl/GUxDWs

Windows Phone: http://goo.gl/OZTM6W

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FH se destaca entre os parceiros SAP

Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel, a FH sempre participa do SAP Forum Brasil, maior evento de Negócios e Tecnologia da América Latina, realizado em São Paulo. Saiba mais na entrevista de Sandro Stanczyk para o Valor Agregado.

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Gartner destaca aumento no uso de e-mail na Nuvem por empresas do mundo todo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, aponta que o mercado de e-mail na Nuvem está ganhando espaço entre as organizações do mundo inteiro, com 13% das empresas de capital aberto usando um dos dois principais fornecedores desse segmento. Em estudo recente, o Gartner identificou que 8,5% das empresas públicas usam o e-mail na Nuvem do Microsoft Office 365, enquanto 4,7% usam o Google Apps for Work. Os quase 87% restantes das empresas pesquisadas têm e-mail na Nuvem híbrido, hospedado ou privado, gerenciado por fornecedores menores. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016, que acontecerá nos dias 4 e 5 de abril, em São Paulo (Segunda e Terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

As conclusões são baseadas em uma análise quantitativa de registros de encaminhamento de e-mail disponível publicamente. O Gartner considerou registros de domínio de quase 40 mil empresas públicas no mundo para descobrir quais visam aos serviços de e-mail na Nuvem do Google ou da Microsoft.

“Tanto a Microsoft quanto o Google têm conquistado adesão significativa entre empresas de diferentes perfis. As organizações que consideram utilizar o e-mail na Nuvem devem questionar a premissa de que a Nuvem pública não é apropriada para a sua região, porte ou segmento. Nossas descobertas indicam que o número de empresas usando o e-mail na Nuvem é cada vez maior”, diz Nikos Drakos, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

Entre as organizações utilizando o e-mail na Nuvem, a Microsoft está à frente na maioria das empresas, especialmente nos setores regulamentados, incluindo serviços, energia e aeroespacial. O Google está à frente no segmento industrial, com mais competição e menos regulamentação, tais como publicação de software, varejo, publicidade, mídia, educação, viagem, bens de consumo, comida e bebida.

“A Microsoft é a fornecedora mais popular entre as organizações públicas de maior porte que usam o e-mail baseado na Nuvem, sendo que mais de 80% dessas empresas apresentam receita acima de US$ 10 bilhões. A popularidade do Google é maior entre as empresas com receita inferior a US$ 50 milhões, totalizando 50% de seus usuários”, afirma Jeffrey Mann, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.
Em setores como viagem e hotelaria, serviços profissionais e bens de consumo, os níveis mais altos de utilização estão entre as empresas com as maiores receitas. Mais de um terço das organizações nestes setores, com receita acima de US$ 10 bilhões, utilizam o e-mail na Nuvem de um desses dois fornecedores.

Anote em sua agenda: Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center
Data: 4 e 5 de Abril de 2016 (Segunda e Terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

Sobre a Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center

A Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016 ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços fundamentais confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar novas oportunidades para otimização de valor e do custo de TI, equilíbrio entre riscos e oportunidades na Nuvem e como manter a excelência em operações de TI em um mundo de mudanças constantes. Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

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Brasileiro assume posição na SAP América Latina para apoiar grandes clientes

A SAP América Latina e Caribe nomeou Luis César Verdi como novo Chief Customer Officer (CCO). Em sua nova função, o executivo vai oferecer assessoria executiva a grandes clientes e liderar as relações com parceiros globais na região, incluindo atividades de OEM (Original Equipment Manufacturer, permitindo ao canal customizar suas próprias soluções com ferramentas SAP pré integradas) e PMC (Partner Managed Cloud, possibilitando aos parceiros o gerenciamento de soluções SAP em nuvem para os clientes).

Luis César Verdi acumula mais de 30 anos de experiência no setor de TI. Nesse período, ocupou vários cargos de liderança, tanto no Brasil quanto em outros países da região, em áreas como consultoria de desenvolvimento de software, marketing e vendas. Sua atuação aconteceu em empresas locais e também em multinacionais.

Desde 2003, Verdi faz parte da equipe da SAP, onde ingressou como diretor de vendas da SAP Brasil. Nos últimos 13 anos, ocupou vários cargos em níveis regional e global. Sob seu comando, o Brasil estabeleceu uma nova liderança em excelência e se tornou um dos maiores mercados para a companhia no mundo. Em 2013, ele foi nomeado presidente sênior de vendas e inovação e do programa de clientes estratégicos da SAP América Latina e Caribe. Desde 2014, na estrutura global, liderou a organização de OEM e PMC, onde conduziu uma importante transformação no modelo de negócios e alcançou excelentes resultados.

“A América Latina, assim como o restante do mundo, está navegando na direção da economia digital; a vasta experiência de Verdi, tanto na empresa quanto no setor de TI, faz dele o executivo perfeito para assumir a responsabilidade de assessorar grandes clientes em um momento em que a velocidade, o tempo real e a capacidade de análise são protagonistas desta era”, afirma Claudio Muruzabal, presidente da SAP América Latina e Caribe. “Estamos comemorando seu retorno à região”, conclui.

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A energia como moeda empresarial

Por Tadeu Longo*

Atualmente, os CFOs e CEOs enfrentam encargos crescentes de despesas com energia, que podem representar até 80% dos gastos operacionais e de manutenção. Mas não é só isso, os regulamentos de conformidade mais estritos sobre as emissões de gases do efeito estufa, resíduos e água também entram na lista de preocupações das empresas, que têm buscado reforçar o resultado financeiro ao identificar as ineficiências energéticas e buscar formas de melhorar a eficiência operacional. O que leva a necessidade de entender melhor as demandas de energia, capacidades de conservação, e a desenvolver uma estratégia abrangente de sustentabilidade.

Até pouco tempo, muitas empresas gerenciavam a energia de forma muito fragmentada. Hoje, para determinar as causas do gasto e do desperdício de energia e aprovar programas com o objetivo de reduzir e prevenir gastos em excesso, as organizações precisam de procedimentos sistêmicos para determinar o uso de energia em seus recursos operacionais como parte integrante do gerenciamento diário dos seus ativos.

Os EUA, por exemplo, perdem dois terços de cada quilowatt de energia que é produzido, o que chega 20% do desperdiçado no mundo todo. Reduzir a demanda e melhorar a eficiência operacional para uma ampla gama de equipamentos usados na operação das instalações e processos de manufatura são formas diretas e econômicas de economizar energia. Essa abordagem também é adequada para resolver questões ambientais pelos próximos 40 anos, até que haja um avanço mundial em termos de energia limpa, confiável e escalável.

A energia desperdiçada muda de forma quando não é usada para a finalidade pretendida e acrescenta um custo igualmente importante. Os custos ambientais para gerar a energia necessária – seja desperdiçada ou não – e o impacto ambiental da energia recém-transformada (calor, vibração, maior utilização de energia pelos recursos) contribuem para aumentar a pegada de carbono da empresa. Mas esse valor não é medido em dólares, e sim em moeda de gases do efeito estufa e no potencial de mudança climática.

Antes, as empresas tinham a visão de que a energia representava um custo fixo para os negócios, mas isso tem mudado. Hoje, as organizações perceberam que o uso da energia é baseado em recursos, e que é a eficiência individual que determina o custo final. Desse modo, olhar para o estoque excessivo, tempo de inatividade e outros fatores materiais que visam reduzir o desperdício total sem integrar o desempenho energético não tem sido suficiente, e as organizações que deixam de abordar sua eficiência energética correm um grande risco econômico.

Uma abordagem de boas práticas para o gerenciamento de recursos, chamada de sustentabilidade global de recursos, tem ajudado empresas a gerenciar os recursos e determinar se eles consomem mais energia que o esperado, o que ajuda a otimizar o desempenho e impulsionar os resultados financeiros. Ao usar uma tecnologia avançada de gerenciamento de recursos empresariais (EAM), as empresas podem projetar essa importante tarefa de forma mais rápida e eficaz. E com muitos dados gerados sobre o uso de energia dos processos comerciais de ponta a ponta, os sistemas avançados de EAM também podem ajudar a reunir, documentar e analisar sistematicamente essas informações, além de identificar não conformidades, comunicar e contabilizar os dados usando métodos precisos, reproduzíveis e oportunos para atender necessidades pontuais nas organizações.

É importante reunir dados quantitativos e qualitativos sobre o uso de energia, pois dados quantitativos representam uma visão “após o fato” do resultado financeiro do uso de energia, mas a informação qualitativa abrange informações de recursos individuais e a sustentabilidade de cada recurso para atingir as expectativas projetadas de ciclo de vida. Por isso, o uso de energia tem um impacto dramático no resultado financeiro e na lucratividade da empresa.

Um novo padrão para visualizar o uso de energia

As organizações podem desenvolver uma abordagem sistemática para investigar o papel do uso da energia, emissão de gases, resíduos e água pelos recursos globais usando o EAM combinado com a norma ISO 50001:201, publicada pela ISO (International Standards Organization), sobre sistemas de gerenciamento de energia, requisitos com orientações de uso que estabelecem uma forma confiável e sistemática para investigar a relação entre o uso de energia e o gerenciamento de recursos. Em vez de aceitar a filosofia tradicional de que o uso de energia é um custo fixo, a norma especifica uma forma para desenvolver, implementar, manter e melhorar um sistema de gerenciamento de energia para que a organização possa seguir uma abordagem ordenada a otimizar a eficiência energética, identificando o recurso que mais consome e o quanto é consumido.

A norma aborda o custo de energia como forma de apresentar os benefícios financeiros e ambientais que as organizações podem obter como gerenciamento sistemático de energia. Organizações públicas e privadas podem usar essa norma para controlar os custos por meio da redução de desperdícios no uso da energia.

Organizações com grandes instalações e operações industriais já praticam o gerenciamento de ativos empresariais (EAM) há anos. Um EAM bem sucedido envolve tecnologia avançada e um gerenciamento mais inteligente de recursos que permite que as organizações possam permanecer competitivas. Isso é ainda mais importante hoje, por causa do clima econômico incerto, do aumento da concorrência global, das pressões regulatórias mais estritas e das infraestruturas envelhecidas.

A visão de longo prazo do EAM sempre se concentrou em maximizar a disponibilidade, confiabilidade e desempenho dos recursos e, simultaneamente, minimizar o custo total de propriedade, e agora a sustentabilidade – que ajuda identificar hora certa de substituir o recurso por uma alternativa mais eficiente, e assim gerar mais eficiência energética. Essa premissa também faz parte do EAM, e por isso, a gestão correta dos recursos com base em uma tecnologia eficiente e de ponta ajuda as empresas a otimizar seus ativos e economizar, trazendo um resultado financeiro positivo aos negócios.

*Tadeu Longo é especialista e ERP e EAM para a Infor

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O Consumidor e o Poder das Tecnologias Digitais

*Por Ankur Prakash

Como atingir as expectativas do meu consumidor? Essa simples pergunta pode ser ainda uma charada para as empresas varejistas. É claro que a cada dia os clientes aumentam o seu conhecimento e, por conseguinte, também o seu nível de exigência com relação aos serviços. Na verdade, podemos dedicar boa parte da responsabilidade por esse empoderamento à tecnologia, os meios digitais. Mas se por um lado estamos, como clientes, cada vez mais exigentes, por outro, a tecnologia permite também aos empreendedores responder de maneira cada vez mais proativa a essas exigências; fornecer experiências significativas aos clientes, não apenas os mantêm, mas alavanca a vantagem competitiva da empresa, um item precioso em períodos de economia delicada. A era do individual já começou, mais do que nunca os varejistas precisam responder a isso.

O poder individual das tecnologias digitais

Uma pesquisa global da Wipro em parceria com a Planet Retail, o The Era of Individual, com mais de 300 empresas varejistas, mostrou que 82% dessas companhias concordam que os investimentos em tecnologia e otimização operacional alavancam as possibilidades de hiper-personalização no atendimento às demandas dos clientes. E acontece que, hoje, já não falamos apenas sobre conhecer os hábitos do consumidor, mas sim compreender como atingi-los a partir desses costumes.

Uma boa notícia é que as tradições existem; consumidores de todo o mundo mantêm preferência por empresas de sua confiança, que ofereçam conveniência e uma boa gama de produtos. Obviamente que o preço, baseado em tais conveniências e aliado à força da marca, ainda influenciam muito nessa escolha. Programas de recompensa, fidelidade e opções de atendimento flexível também seguem na lista como motivos pelos quais um produto é comprado.

Integre a loja física à online, isso vai melhorar o conceito da sua marca com o cliente, a possibilidade de consultar um produto no ambiente físico antes de solicitá-lo via internet, com certeza assegura a confiança do consumidor.

E ainda que em janeiro de 2016 os resultados das vendas online tenham apresentado queda, o e-commerce continua sendo uma conveniência extremamente importante dentro do leque de benefícios que uma compra pode promover, especialmente no acesso mobile. Prova disso é que 40% dos entrevistados do The Era of Individual afirmam ter consultado seus dispositivos móveis para comparar preços antes da compra.

Entenda as atividades do seu consumidor nos canais digitais. Quando falamos em mobilidade, um ponto que deve ser altamente lembrado, é o fato de que os consumidores não procuram apenas adquirir produtos, o celular ou o tablet são também ferramentas para gerar conteúdo; comentários bons ou ruins na classificação de algum item podem, e vão com certeza impactar a sua venda. Mais da metade dos consumidores consultados, dizem que a tecnologia transformou para melhor as suas experiências de compra.

A visão 360 graus é fundamental. Ainda que acompanhar cada passo do cliente seja um desafio, hoje é mandatório o investimento em aplicativos móveis ligados à sua loja física e em tecnologias que permitam acompanhar essas ações. Elas vão ajudar a marca a direcionar suas ofertas e a atingir o consumidor certo no momento certo. O app vai otimizar as experiências online, e os varejistas poderão utilizar de listas de desejos, cupons de desconto e atendimentos personalizados para levar o cliente até as lojas físicas.

Há algum tempo os consumidores abraçaram os meios digitais para construir seu próprio caminho. Agora é hora de os varejistas olharem para a tecnologia como um meio que vai apoiar uma maior automação comercial, elevar sua eficiência operacional e produtividade do negócio.

*Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets na Wipro.

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Daimler Trucks avança na conectividade de caminhões via internet

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120 anos depois da invenção do caminhão, a Daimler Trucks traz o veículo agora para a Internet. Ao destacar esse avanço na IAA (Feira Internacional de Veículos Comerciais) de 2016, a fabricante líder mundial de caminhões irá demonstrar sua vanguarda tecnológica no campo da conectividade. Ao mesmo tempo, sistematicamente vem consolidando sua liderança mundial quanto a veículos conectados – cerca de 365.000 caminhões Daimler no mundo todo já estão conectados por meio dos sistemas da FleetBoard e do Detroit Connect – mais do que qualquer outro fabricante pode oferecer.

A Daimler Trucks está impulsionando a conectividade sistemática de seus veículos frente a todas as partes envolvidas no processo de logística e transporte. O caminhão totalmente conectado inicia uma mudança radical no mercado, que tornará o transporte rodoviário de carga ainda mais eficaz e eficiente – não somente para os motoristas, transportadoras e fabricantes de veículos, mas para a sociedade como um todo.

Desde 2013, a conectividade é um ponto já estabelecido da estratégia corporativa da Daimler Trucks. Nesse sentido, nos próximos cinco anos, ela investirá cerca de meio bilhão de Euros na conexão de seus caminhões e na criação de novos serviços e soluções digitais. A partir da edição 2016 do IAA (Feira Internacional de Veículos Comerciais), o Grupo acrescentará continuamente novas opções aos seus já amplos serviços de telemática e tornará suas plataformas acessíveis a terceiros. Já estabeleceu também a estrutura para as transformações digitais dos negócios de caminhões, bem como, processos correspondentes em todas as suas unidades de negócios.

No dia 21 de março, na rodovia A52, nas proximidades de Düsseldorf, na Alemanha, a Daimler Trucks apresentou um exemplo impressionante das possibilidades abertas pela conexão digital de veículos comerciais. Três caminhões de condução autônoma, conectados por WiFi e com autorização para estradas públicas, circularam em comboio. Uma combinação como essa pode reduzir o consumo de combustível em até 7%, com a necessidade de espaço na rodovia caindo quase à metade – enquanto, ao mesmo tempo, melhora a segurança no trânsito. Com base no sistema Highway Pilot da Daimler Trucks para caminhões pesados de condução autônoma, os três caminhões se interligam, formando um comboio de aerodinâmica otimizada, totalmente automatizado. O Grupo chama esse desenvolvimento de sistema avançado de Highway Pilot Connect.

Dr. Wolfgang Bernhard: “Estamos criando uma nova rede de logística, altamente eficiente e aberta”
O Dr. Wolfgang Bernhard, membro do Board da Daimler AG e responsável pela Daimler Trucks & Buses, explica: “Estamos conectando o caminhão com a Internet – vamos torná-lo o principal elemento de dados da rede de logística. O veículo irá conectar todos os envolvidos com o transporte: motoristas, programadores, frotistas, oficinas, fabricantes e seguradoras ou autoridades. Eles recebem as informações em tempo real: condições do cavalo mecânico e do semirreboque, do trânsito e das condições do tempo, disponibilidade de vagas de estacionamento em postos de serviço das estradas, áreas de descanso e muito mais”.

De acordo com o executivo, os caminhões da Daimler Trucks se conectam totalmente com seu meio ambiente, via Internet, enviando e recebendo informações continuamente. “Todos os envolvidos no processo de logística podem utilizar os dados em tempo real, de acordo com suas necessidades. No futuro, será possível, por exemplo, reduzir os tempos de espera enquanto ocorrem as operações de carga e descarga do veículo, diminuir a burocracia e evitar os congestionamentos. Com atualizações por download, o tempo de entrada de caminhões que estão indo para a oficina pode ser significativamente reduzido. Desse modo, melhoramos consideravelmente o desempenho do transporte de carga como um todo. Esta é uma enorme oportunidade para enfrentar inteligentemente o volume crescente de tráfego de bens. Pretendemos aproveitá-la”, diz ele.

De acordo com Jeremy Rifkin, escritor, sociólogo e futurólogo, “hoje, a Daimler está fornecendo as bases da terceira revolução industrial. Na era da Internet of Things (Internet das Coisas), todas as ferramentas e maquinário serão equipados com sensores que constantemente fornecem um fluxo de informações em tempo real. Isso mudará fundamentalmente a maneira como fazemos negócios. A “Internet das Coisas” está oferecendo oportunidades completamente novas”, ressalta Jeremy Rifkin.

400 sensores do caminhão Daimler registram dados de todos os tipos

No mundo todo, o transporte de carga é pré-requisito para o crescimento econômico. Porém, para que isso continue a ser incrementado no futuro, soluções inovadoras são necessárias para que possamos evitar uma paralisação das redes de tráfego. Uma abordagem central é conectar totalmente em rede o veículo com a “Internet das Coisas”. Os caminhões inteligentes da Daimler têm potencial para mudar radicalmente o transporte rodoviário de carga nos próximos anos. Hoje, eles já geram valiosas informações em uma medida anteriormente inimaginável: são cerca de 400 sensores por veículo, totalmente conectados por um software que inclui 130 milhões de linhas de código – mais do que um avião a jato.

“Dados em tempo real são essenciais para a logística eficiente – e nossos caminhões fornecem esses dados”, diz o Dr. Wolfgang Bernhard. “Portanto, estamos investindo cerca de meio bilhão de Euros até 2020 para conectar nossos caminhões com seu ambiente e desenvolver aplicações novas e específicas. Isso melhorará o desempenho de nossos clientes para que eles executem seus negócios de maneira mais segura e ambientalmente mais amigável. Assim, o FleetBoard e o Detroit Connect irão contribuir consideravelmente para alavancar o potencial anteriormente não utilizado nos transportes rodoviários – tanto nos mercados altamente desenvolvidos da Tríade, quanto nas economias emergentes da África, Ásia e América Latina”.

365.000 veículos comerciais da Daimler já conectados

O grande volume de dados que um caminhão consegue enviar e receber cria possibilidades completamente novas para todo o setor de logística e para a sociedade. Anteriormente, áreas diferentes do sistema de logística eram conectadas de maneira inadequada. Algumas informações estavam sempre faltando ou não faziam parte da rede. Na Europa, por exemplo, cerca de 25% de toda a quilometragem dos caminhões ainda são feitas com veículos vazios. Com novas unidades centrais de liberação de carga, baseadas em dados obtidos de caminhões conectados, os negócios de logística conseguirão, no futuro, utilizar a capacidade dos veículos de uma forma muito melhor, reduzindo assim as viagens com carroçaria vazia.

Outro exemplo interessante: em 2015, os usuários das estradas alemãs enfrentaram cerca de 568.000 congestionamentos, o que se compara a um comprimento total de 1,1 milhão de quilômetros – com o consequente aumento no consumo de combustível e das emissões de CO2. No futuro, com a disponibilidade e intercâmbio de dados do trânsito em tempo real, os caminhões com sensores inteligentes evitarão colisões traseiras e poderão desviar de congestionamentos. Além disso, os tempos de paralisação dos veículos poderão ser reduzidos se o próprio caminhão reportar uma falha com suficiente antecedência e o pessoal de socorro puder agendar um serviço rapidamente.
O FleetBoard é líder em serviços de telemática de caminhões há 15 anos – no futuro, ele será o núcleo da nova unidade da Digital Solutions & Services

A conectividade não é um novo território para a Daimler Trucks. A sua subsidiária FleetBoard estabelece padrões de telemática para a Mercedes-Benz desde o ano 2000, posicionando-se entre as provedoras mais bem sucedidas e inovadoras do mundo.

A FleetBoard coleta ampla variedade de dados sobre situação, viagem e posição do veículo e os envia à matriz por meio de telefonia celular. O sistema oferece uma série de serviços para gerenciamento de frotas, dos pedidos e dos motoristas, que podem ser customizados e adequados às especificações de cada cliente. Atualmente, há cerca de 180.000 veículos com serviços da FleetBoard em operação em cerca de 6.000 clientes. E ele não conecta somente veículos da Mercedes-Benz – modelos de outras marcas também podem ser atendidos a qualquer tempo, sendo facilmente integrados ao sistema de gerenciamento da logística. Isso significa que mesmo empresas com frotas mistas podem rastrear qualquer um de seus veículos o tempo todo.

“Quando o primeiro iPhone foi introduzido, em novembro de 2007, nossos clientes já estavam utilizando o FleetBoard por sete anos. Por mais de 15 anos, eles já conseguiam controlar suas frotas e administrar com eficiência seus motoristas, tanto dos caminhões Mercedes-Benz, como os de outros fabricantes. Ninguém tem mais experiência nesse campo do que a nossa Empresa”, destaca Stefan Buchner, presidente mundial da Mercedes-Benz Trucks.

Para garantir que a Empresa continue à frente no desenvolvimento de soluções digitais relacionadas a caminhões conectados, em 1º de abril deste ano a Mercedes-Benz estabelecerá a nova unidade Digital Solutions & Services, chefiada pela Dr. Daniela Gerd Tom Markotten, que tem muitos anos de experiência no campo da TI de suporte à telemática de veículos. Esta unidade, que também tem a FleetBoard GmbH como núcleo, dirigirá todas as atividades relativas aos aplicativos digitais para os veículos comerciais Mercedes-Benz – em estreita colaboração com outras divisões da Empresa. A meta é também estabelecer as condições organizacionais para o desenvolvimento de inovações digitais nesse campo altamente dinâmico. Enquanto se leva, em média, cerca de nove anos para desenvolver um novo caminhão, são necessários alguns meses apenas para programar o software de uso dos dados em tempo real a partir de um caminhão.

185.000 veículos conectados na América do Norte via Detroit Connect

No importante mercado de veículos comerciais da América do Norte, a Daimler Trucks está impulsionando suas atividades no campo de serviços conectados, por meio da parceria estratégica com a Zonar Systems Inc. Já desde 2015, essa parceria foi fortalecida pela aquisição de participação acionária minoritária na Zonar pela subsidiária americana Daimler Trucks North America (DTNA).

A Zonar Systems é uma das provedoras líderes em soluções de logística, telemática e conectividade do mercado norte-americano. A DTNA e a Zonar já vêm operando em conjunto, na área de caminhões conectados, há um bom tempo. Em 2011, lançaram o sistema de diagnóstico remoto “Virtual Technician” (Técnico Virtual) e a solução global Detroit Connect.

O Detroit Connect é a primeira solução de telemática nos EUA e no Canadá capaz de determinar a causa de falhas relatadas por mensagens durante a viagem. Os clientes e motoristas de mais de 185.000 veículos já cobriram bilhões de quilômetros com essa solução da Daimler Trucks.

Quando uma mensagem surge no interior da cabina, o Técnico Virtual, que é componente do Detroit Connect, envia um relatório em tempo real sobre as condições técnicas do veículo para a Central de Atendimento ao Cliente da Detroit. Ali os dados são analisados dentro de um curto prazo. Assim, o operador do veículo recebe uma recomendação, por e-mail, de que medida deve tomar, ou seja, se o motorista deve parar em uma oficina de imediato ou se pode tomar providências quando o trabalho em execução tiver sido concluído.

Atuando em conjunto com o Técnico Virtual, a central terrestre de gerenciamento de frota da Zonar torna possível que o operador da frota monitore a localização exata, velocidade ou consumo de combustível de um caminhão ou de uma frota inteira, a qualquer tempo. O tablet de comunicação móvel da Zonar facilita o monitoramento das horas de serviço, mantém motoristas informados por meio de mensagens de texto ou de voz, otimiza a elaboração da documentação de inspeções pré e pós viagens e fornece navegação avançada.

Comboio de caminhões autônomos reduz o consumo de combustível e as emissões de CO2

Com a estreia mundial do sistema Highway Pilot Connect (piloto automático rodoviário conectado) – no dia 21 de março, na estrada A52, próxima de Düsseldorf – a Daimler Trucks fez uma apresentação para exemplificar as vantagens das redes de comunicações eletrônicas V2V. Também destacou o próximo marco de progresso da condução autônoma: esta avançada tecnologia permite a operação interligada de veículos de um comboio por rodovias e estradas de longo percurso.

Os veículos conectados num comboio requerem uma distância de somente 15 em vez de 50 metros entre si. Esta distância consideravelmente menor produz significativa redução no atrito aerodinâmico – comparável ao “coeficiente de arrasto” em competições de ciclismo. Desse modo, um comboio de três caminhões pode atingir uma economia de combustível de cerca de 7%, reduzindo as emissões de CO2 na mesma medida. Isso torna possível o consumo de combustível em cerca de 25 l/100 km para uma combinação de semirreboque carregado com peso bruto total de 40 toneladas. Ou seja, um consumo de somente 0,66 l/100 km por tonelada, ou emissões de CO2 de 13,3 g/quilômetro por tonelada. Números bem abaixo do que são registrados por automóveis com motor de combustão interna.

Paralelamente, os comboios permitem um uso muito mais eficiente do espaço da estrada. Graças à menor distância entre os veículos, um grupo de três caminhões interligados tem um comprimento de somente 80 metros. Diferentemente disso, três caminhões que não estejam eletronicamente ligados requerem um total de 150 metros de espaço na estrada.

Os comboios também tornam o trânsito na estrada muito mais seguro. Enquanto um motorista ao volante tem um tempo de reação de 1,4 segundo, o Highway Pilot Connect transmite sinais de frenagem aos veículos que vêm atrás em menos de 0,1 segundo. Esse tempo de reação consideravelmente menor pode dar uma contribuição importante para a redução de colisões traseiras, como as que ocorrem, por exemplo, quando se encontra um congestionamento na estrada.

“O caminhão inteligente, auto-otimizado, tem a mais alta prioridade para nós. Usando as comunicações conectadas com outros veículos e os seus arredores, podemos melhorar o fluxo de trânsito e reduzir o consumo de combustível e as emissões. Ao mesmo tempo, os caminhões inteligentes ajudam a diminuir o número de acidentes de trânsito. Esse é um passo à frente muito importante rumo à condução livre de acidentes”, diz Sven Ennerst, chefe da área de Engenharia de Produtos & Compras Globais – Caminhões.

O Highway Pilot Connect se baseia no já existente sistema da Daimler Trucks para a condução semi-antônoma

A base do Highway Pilot Connect é a rede entre veículos e a consciência exata sobre o ambiente que os circunda. Este sistema é mais um desenvolvimento do já comprovado Highway Pilot da Daimler Trucks, que permite que os caminhões sejam conduzidos de maneira semi-autônoma, tendo sido testado desde outubro de 2015 em um Mercedes-Benz Actros padrão, operando em estradas públicas da Alemanha. O Highway Pilot foi apresentado primeiramente em julho de 2014, no veículo de estudo Mercedes-Benz Future Truck 2025. A primeira autorização para circular em rodovias públicas para um caminhão de condução autônoma surgiu em maio de 2015, obtida para o Freightliner Inspiration Truck.

Comparado com o Highway Pilot, a versão Connect possui a função técnica adicional de comboio eletrônico. As comunicações entre os veículos são possibilitadas por uma plataforma de telemática de bordo. Um módulo V2V específico, usando um padrão especial de WiFi reservado exclusivamente para o setor automotivo, permite a transferência direta de dados entre os caminhões. O Highway Pilot Connect utiliza este recurso para o intercâmbio constante de informações com outros veículos e com o ambiente.

Principal vantagem: condução automática também quando não está conectado com o comboio

A grande vantagem do Highway Pilot Connect é esta: devido a sua avançada tecnologia, todos os membros do comboio continuam a ser caminhões de condução autônoma. Eles conseguem manter sua direção independentemente do veículo à frente e, graças à sua combinação de orientação linear e lateral, podem reagir a situações imprevistas a qualquer tempo. Isso também se aplica a outros veículos que cortam ou saem do espaço do comboio. Nesse caso, o veículo pode desacoplar do comboio sem problemas e continuar sozinho no modo autônomo. O motorista não precisa intervir.

Comboios de três ou mais veículos em conjunto são especialmente interessantes em países que possuem uma infraestrutura adequada. Nos EUA ou na Austrália, por exemplo, os caminhões cobrem longas distâncias, sem pontes e acessos de saída, em rodovias que cruzam praticamente o continente inteiro.

Um pré-requisito para transportes rodoviários eficientes do futuro é a harmonização das normas internacionais

Com seus três caminhões Mercedes-Benz Actros com Highway Pilot Connect, a Daimler trucks participa do Desafio de Comboios de Caminhões de 2016, uma iniciativa da Holanda durante sua atual presidência da União Europeia. Nesse evento, seis fabricantes europeus de caminhões trazem comboios de caminhões semi-autônomos às estradas públicas, cruzando fronteiras de várias cidades europeias a fim de atingir seu destino final no porto de Roterdam, em 6 de abril. O objetivo geral de todos os participantes e do governo holandês é acelerar, de forma conjunta, a introdução de regulamentação harmonizada intra-fronteiras para otimizar os transportes rodoviários eficientes dentro da União Europeia.

Foco na segurança de dados

O foco no cliente vem à frente para a Daimler no que se refere ao uso de serviços conectados. As empresas de transporte precisam decidir por si mesmas para quais finalidades seus dados poderão ser usados. Uma das pré-condições para a aceitação da condução conectada e autônoma é o tratamento responsável e seguro dos dados. Dessa maneira, a Daimler adota as mais altas normas de segurança e proteção de dados para os desenvolvimentos dessas novas tecnologias e áreas de inovação.

No caso do FleetBoard, computadores de alto desempenho na Central de Dados Europeia da Daimler AG, em Stuttgart, na Alemanha, garantem o processamento seguro de dados e sua transferência criptografada 24 horas por dia. Assim, a segurança dos dados do FleetBoard assemelha-se aos altos padrões adotados pelos bancos, por exemplo.

Especialistas estimam a triplicação do volume mundial de tráfego até 2050

Cerca de 75% do transporte de cargas na Europa continuam a ser feitos por rodovias. Os especialistas estão prevendo que o volume de transporte rodoviário mundial de carga triplique até 2050. Por meio dos caminhões interconectados em rede com outros veículos e seu entorno, todo o setor de transporte de carga poderá ser organizado de maneira a ficar mais seguro, mais rápido e ao mesmo tempo mais amigável ao meio ambiente. Em vista do aumento crescente do fluxo de produtos e da sobrecarregada infraestrutura, estas perspectivas são promissoras para a sociedade e para todos os envolvidos.

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