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Planilha de inventário promete auxiliar as empresas a melhorar a gestão e reduzir gastos

O Controle de Inventário pode se tornar um grande vilão para muitas empresas que tem dificuldades na gestão de seus ativos tecnológicos ou até mesmo desconhecem ferramentas que podem apoiá-los. Identificando essa necessidade na maior parte de seus clientes, a Navita criou uma Planilha de inventário, um recurso para apoiar os gestores de telecom no controle de cada um dos dispositivos móveis com relação à consistência de informações referentes a dados, custos e usuários.

O Inventário é a informação base para o Navita TEM (Telecom Expense Management), uma das principais soluções da companhia, que busca garantir uma maior eficiência no controle e redução de custos dos ativos de telecom de uma empresa. Trata-se de uma planilha bastante simples com 3 abas de cadastro – Usuários, Centro de Custo e Dispositivos – que contém uma coluna denominada Controle. Após o preenchimento, a ferramenta automaticamente vai mapear e identificar os erros encontrados.

Sem as informações corretas dos dispositivos, linhas e SIMCards de cada usuário, centro de custo que pertence e qual é o dispositivo correspondente, a empresa não consegue obter informações precisas como a quantidade de aparelhos, quais os modelos e fabricantes que trabalham e também quem são os responsáveis por estes equipamentos e gastos. Ao contrário do que se imagina não se trata apenas de um layout mais funcional para cadastro de informações, o grande diferencial desta planilha está na entrega dos resultados que apoiam a empresa no controle desses dispositivos apontando as principais inconsistências.

Para o Diretor de Serviços da Navita, Maurício Yamamura, a utilização dessa ferramenta é fundamental para que as empresas eliminem os frequentes problemas de gestão de telefonia. “O grande benefício da planilha é ter visibilidade de todo o parque de dispositivos e responsáveis, para então alocar corretamente os gastos vindos das linhas atreladas e custos de aparelhos” explica Maurício.

As informações necessárias para garantir o controle e uma boa gestão de Telecom foram mapeadas e inseridas nesta Planilha de Inventário. Baseado no conhecimento da Navita no mercado de TEM é possível saber quem está utilizando determinada linha, ter uma análise do perfil e, consequentemente um rateio de qualidade.

Saiba mais sobre redução de custos com telefonia no Guia de Boas Práticas e baixe a Planilha de Inventário no site da Navita.

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Curitiba sedia evento nacional sobre contabilidade pública

As diversas áreas da contabilidade pública serão temas do VI Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios (Secofem), que ocorrerá entre os dias 4 e 8 de abril, em Curitiba (PR). O curso é uma iniciativa do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e do Tesouro Nacional e tem o objetivo de qualificar a atuação dos profissionais que atuam na contabilidade pública. As inscrições vão até o dia 31 de março.

A contabilidade pública tem passado por profundas e significativas mudanças nos últimos anos. Com mercados cada vez mais internacionalizados, há a necessidade de que a contabilidade da União, dos Estados e Municípios possa ser comparada com a de outras nações do mundo, a exemplo do que ocorre com as empresas. Até 2008, o Brasil não contava com nenhuma norma contábil específica para o setor editada pelo CFC, órgão responsável pela normatização da contabilidade no País. Hoje há 11 dispositivos vigentes, e o grupo mantido pelo conselho para fazer a convergência pretende ajustar cinco normas este ano e todas as 33 até 2021.

Mas não é só a existência e a convergência de normas aplicadas ao setor que têm alterado a forma de atuação da contabilidade pública. A sociedade tem exigido, cada vez mais, a transparência das contas públicas, e a contabilidade é um importante instrumento para esse objetivo. “A contabilidade permite que as contas públicas sejam conhecidas e comparadas. O amadurecimento da democracia brasileira exige uma relação transparente no trato da coisa pública, e a contabilidade tem papel central nesse processo”, afirma o vice-presidente técnico do CFC, Zulmir Breda.

Diante desse cenário, o CFC e o Tesouro Nacional prepararam um curso de uma semana, dividido em 20 módulos de 4 ou 8 horas cada, que abordam temas como Procedimentos Contábeis Orçamentários, Modelo de Implantação de Custos, Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público, Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde, Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação, Regime Próprio de Previdência Social, entre outros. O participante deve compor 40 horas de acordo com seu interesse. Para o funcionário da prefeitura de Guarapuava Valdinei Santos, o curso é uma oportunidade de aprofundar conhecimento. “Amigos meus participaram do curso que ocorreu em Brasília e recomendaram muito bem. Daí surgiu a oportunidade de participar desta edição em Curitiba, e eu aproveitei”, conta. Santos trabalha na área de estatística ligada às finanças.

A Secofem já capacitou cerca de 1.600 profissionais em cursos realizados em Maceió, Rio de Janeiro, Cuiabá e duas vezes em Brasília. Além de Curitiba, este ano também serão realizados cursos em Belém e Salvador, todos com inscrições abertas. Em Curitiba, a Secofem será realizada na PUCPR. As inscrições estão abertas até o próximo dia 31, custam R$ 150 e podem ser feitas pelo site casp.cfc.org.br.

Serviço:

VI Secofem

Realização: 4 a 8 de abril na PUCPR

Inscrições: até 30 de março. Podem ser feitas em casp.cfc.org.br.

Valor: R$ 150

Programação: casp.cfc.org.br

Fonte: Curitiba IT

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Consumidor 3.0: a relação com o cliente na era da conectividade

O surgimento e a popularização de tecnologias criaram um novo perfil de consumidor, exigente emultiplugado, que busca proximidade com as empresas por meio da internet, em um movimento intrinsicamente ligado à ascensão dos dispositivos móveis e das mídias sociais. Esse comportamento fez com que as marcas repensassem e reestruturassem suas estratégias de relacionamento com o cliente para atendê-lo de forma ainda mais rápida e na plataforma de sua conveniência. O novo consumidor valoriza as marcas que oferecem algo além da simples e formal relação de aquisição de bens e serviços. As empresas que conseguem personalizar a experiência de compra e, principalmente, o pós-venda certamente têm mais chances de conquistar a empatia e o engajamento desse cliente.

A extensão do atendimento para além dos canais tradicionais, o autosserviço e o consumo com base em identificação com os valores das marcas são as grandes tendências no relacionamento com o consumidor, agora denominado “cliente 3.0” por especialistas na área de marketing, como o célebre norte-americano Philip Kotler. Essa nova geração tem o hábito de pesquisar sobre tudo na internet e, muitas vezes, prefere sanar dúvidas via portal, app ou nas mídias sociais da marca de interesse, antes mesmo de recorrer ao contact center ou ao atendimento presencial. Em um mundo hiperconectado, no qual as pessoas já se acostumaram com a alta velocidade na obtenção de informações, o consumidor está, inclusive, reduzindo seu tempo de tolerância na espera pelo retorno das empresas.

Estudos recentes de importantes consultorias de tecnologia mostram que o nível de exigência com canais digitais de atendimento, principalmente na Geração Y, é mais elevado do que com outras frentes de relacionamento. Por isso, a presença digital da marca, quando guiada por uma estratégica de negócios estruturada, que contemple ampliação e capacitação de equipe, se tornou indispensável.

No setor de seguros não é diferente. Há uma forte e intrínseca relação de confiança entre o consumidor e a seguradora que precisa ser transferida para o relacionamento pós-contratação, independentemente do canal. Com o crescimento anual do mercado segurador na casa de dois dígitos na última década, mais do que uma estratégia de manutenção do segurado, o bom relacionamento passou a se tornar vantagem competitiva e fator decisório na contratação dos produtos de seguro.

Em consonância a essa nova realidade, a SulAmérica vem trabalhando em uma estratégia para integrar os canais tradicionais de relacionamento às novas tecnologias. Sob o conceito Click Call Face, a companhia aproveita o que cada canal de atendimento tem de melhor a oferecer para os clientes e direciona a solução para um melhor encaminhamento dos seus processos. Essa estratégia tem proporcionado uma operação de atendimento mais eficiente e focada na experiência e, principalmente, nas necessidade dos clientes.

Como resultado, em 2015, a companhia registrou uma redução de mais de 1 milhão de ligações telefônicas na comparação com o ano anterior, mesmo com o crescimento da carteira. Essa procura menor pelos contact centers, que antes centralizavam todas as demandas externas, demonstra uma sinalização de preferência por novos canais digitais, como o chat e os aplicativos móveis. A tendência de aumento de utilização de canais digitais pelo consumidor está representada no dado de 1,1 milhão de usuários atendidos via chat pela seguradora em 2015, número 120% superior em relação a 2014. Além do chat, no ano passado, mais de 630 mil e-mails com solicitações foram recebidos e tratados e mais de 1,2 milhão de SMS foram enviados aos clientes. Na frente de mobilidade, os aplicativos de Saúde, Odonto, Automóveis e Capitalização da seguradora para smartphones já ultrapassam os 700 mil downloads, com mais de 1,5 milhões de usuários.

Estar estruturado para atuar em novos canais, com qualidade e agilidade, é fundamental. Para a implantação desse tipo de atendimento, a SulAmérica investiu em mais de 80 mil horas de capacitação, reciclagem e treinamento da equipe em 2015. Sabemos que muitas mudanças comportamentais e tecnológicas estão por vir, mas uma coisa é certa: as transformações vão surgir cada vez mais rapidamente e as corporações precisarão acompanhar de perto os hábitos, as experiências e as escolhas do seus clientes. Compreender essas tendências, inovando no relacionamento com este consumidor “multiplugado”, será imprescindível para o sucesso de qualquer organização.

Marco Antunes, vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica.

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Parque de Software de Curitiba tem novo presidente

Sergio Mainetti Junior, presidente do Parque de Software de Curitiba

Sergio Mainetti Junior, presidente do Parque de Software de Curitiba

O empresário Sergio Mainetti Junior assume, no início de abril, a presidência da Associação do Parque de Software de Curitiba. Ele é sócio da Visionnaire Informática, já presidiu o Parque por quatro anos e substitui Rawlinson Peter Terrabuio, que segue como vice-presidente de relações institucionais da entidade. O mandato é de dois anos.

Fundado em 1996, o Parque de Software de Curitiba oferece benefícios fiscais como ISS reduzido e conta com mais de duas dezenas de empresas e startups. Pioneiro no Brasil, o polo tecnológico paranaense serviu de modelo para a criação de vários parques em outros estados brasileiros. É uma atração da cidade, que já recebeu comitivas internacionais como Tech City de Londres, Cingapura, representantes do Norte da Espanha (Astúrias), Portugal, Lima – Peru, Filipinas e missões de diferentes regiões do Canadá.

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5 estratégias para otimizar o Supply Chain na crise

André Duarte da Febracorp University orienta os empresários com as melhores práticas de gestão para evitar gargalos logísticos

As dificuldades econômicas estão afetando vários setores, inclusive o de Supply Chain. No terceiro trimestre de 2015, 1,7% do PIB atingiu diretamente o consumo das famílias e o volume de vendas. Até o final do ano passado, a crise afetava mais a área industrial e agora já está presente nas vendas e no varejo. Segundo pesquisa do Centro de Estudos em Logística, empresas brasileiras gastam, em média, 7,5% da receita líquida com custos logísticos, considerando gastos com transporte, estoque e armazenagem.

“Em um momento de instabilidade econômica aumenta a necessidade de as empresas tomarem decisões estratégicas e aplicar medidas corretas para a contenção de gastos. Para aumentar o rendimento de todas as etapas logísticas, é necessário um bom modelo de gestão de Supply Chain, pois o setor acaba afetando diretamente o cliente final”, explica André Duarte, organizador da 12ª Maratona de Supply Chain da Inbrasc, uma das escolas de negócios da Febracorp University.

Abaixo, o executivo traz cinco dicas para manter a boa gestão de Supply Chain em época de estagnação financeira:

1- Planejamento ideal para uma boa política de estoque – Uma boa política de estoque deve envolver o produto que acabou a matéria-prima e o estoque em fornecedor. É preciso tentar unir a área industrial, a área comercial e a área financeira, mantendo pelo menos um nível de estoque mínimo para cada tipo de item. A gestão de estoque é uma ótima ferramenta para controlar os gastos e a satisfação dos clientes. Quem costuma fazer um controle eficiente, consegue praticar melhores preços e tem mais qualidade no serviço prestado. Por isso, procure um espaço físico e saiba o que, quanto, por quanto tempo e como estocar. Organização acima de tudo. Além disso, um sistema interessante para o gestor ficar atento é o Just In Time (JIT), proveniente do Japão.

2- Melhore o fluxo de caixa com o aumento do prazo de pagamento – É necessário que toda empresa tenha uma boa gestão financeira para se desenvolver e, se isso não acontece, o caixa não tem dinheiro para suprir todas as dívidas da empresa. O estoque em excesso, por exemplo, é capital parado. Giro de compras maiores e menores quantidades é o melhor jeito de se trabalhar. Para manter tudo sobre controle, todo o dia é dia de verificar o caixa e sempre reavalie o prazo com clientes e fornecedores. Se você perceber que a organização não está indo muito bem, adquira um software automatizado e procure ajuda de um especialista.

3- Minimize as ameaças internas e externas do atual cenário – Faça a análise do ambiente na sua empresa e identifique as oportunidades, ameaças, forças e fraquezas que afetam a empresa no ato de cumprir a sua missão. As ameaças podem ser internas e externas e são aquelas que, não eliminadas, minimizadas ou evitadas pela empresa, podem afeta-la negativamente. Para manter a organização e um bom resultado da empresa, faça uma combinação entre os dados internos e externos, pois a sobrevivência e o sucesso da empresa dependem da sua sintonia com o ambiente.

4- Encontre novas técnicas de negociação para otimizar os resultados – Empresas precisam de profissionais capazes de negociar a fim de alcançar bons resultados. A negociação depende, portanto, de muita competência e deve fazer parte da realidade interna e externa. Existem quatro tipos de negociação para obter bons resultados: o primeiro passo é entender que as negociações podem ser relativas a aspectos estratégicos, táticos ou operacionais. Depois, é preciso fazer uma preparação do banco de dados e fazer uma negociação em equipe – principalmente em casos mais delicados. Por fim, a pós- negociação finaliza o processo. Desta forma, os tipos de negociação aliados às boas estratégias dão ao profissional uma melhor leitura de seu cliente. O resultado é a concretização de uma venda, por exemplo.

5- Implemente ferramentas e metodologias para antecipar estratégias – Para conseguir atingir o objetivo , é importante que se monte uma estratégia para ser bem sucedido no mercado e, com a ajuda de ferramentas corretas (softwares, estudo de casos, pesquisas de mercado), e a aplicação de metodologias, fica mais fácil de escolher e prever a melhor estratégia para alcançar o objetivo desejado.

As orientações serão debatidas na 12° Maratona de Supply Chain da Inbrasc, uma das escolas de negócios da Febracorp University. Na ocasião, o público terá a oportunidade de presenciar e debater sobre as melhores práticas do setor de logística e acompanhar os principais cases de sucesso como Avon, Grupo L’Occitane, Ibero Equipamentos, Raízen, Avibras, General Motors, Nike, Diageo, Neoenergia, CAOA, entre outros.

Para saber mais, acesse o site: http://www.inbrasc.org.br/maratona2016.
Serviço: 12° Maratona de Supply Chain
Data: 10 e 11 de maio
Local: Teatro Net SP – Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia, 5º andar, São Paulo – SP.

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As competências comportamentais mais valorizadas dentro das empresas

Existe um profissional que seja perfeito? A pergunta é constante, mas na verdade cada empresa tem como resposta seu próprio perfil, que pode variar de acordo suas necessidades e as mudanças do mercado. Portanto, para se tornar um profissional bem visto é preciso se desenvolver de maneira completa, adquirindo competências tanto técnicas quanto comportamentais.

As competências técnicas são aquelas obtidas com a faculdade, cursos, treinamentos, palestras, congressos, livros, entre outras fontes de conhecimento. Já as competências comportamentais são conquistadas a partir do autoconhecimento, caminho que proporciona a compreensão e domínio sobre suas próprias habilidades, capacidades, oportunidades de melhoria e potencialidades. Invista em seu diferencial competitivo!

De modo geral, existem características profissionais que são valorizadas pelo mercado, independente da área de atuação, que são essenciais para alcance do sucesso em sua carreira. Entre elas, destacamos:

Liderança: A capacidade de liderar pessoas e equipes efetivamente, ou seja, extraindo o melhor de cada talento para alcance de grandes resultados e fazendo com que todas as pessoas consigam trabalhar em sinergia é uma qualidade procurada por empresas de todos os segmentos. As organizações buscam cada vez mais por profissionais que sejam capazes de serem porta-vozes de equipes e que tenham a habilidade trabalharem como um farol que irá guiar seu time, fazendo assim com que ele produza trabalhos melhores e com que seus componentes tenham mais qualidade de vida no âmbito profissional. Vale lembrar que para ser líder não precisar estar em cargo de gestão, pois a liderança pode ser aplicada independentemente de cargo ou função.

Automotivação: A automotivação é a capacidade de manter-se motivado mesmo diante das adversidades e desafios que por ventura a empresa possa estar passando. As empresas procuram por pessoas que tenham essa qualidade justamente por saberem que elas têm a tendência de tirarem proveito de situações complicadas e também de tornarem um cenário ruim em algo positivo a partir de sua própria motivação e força de vontade.

Trabalho em equipe: Ter habilidades para realizar trabalhos em conjunto, flexibilidade para lidar com diferentes perfis de pessoas e uma postura colaborativa é fundamental. O trabalho em equipe é fundamental, uma vez que um time deve trabalhar como um conjunto de engrenagens, onde todos colaboram e cada um faz sua parte para aumentar o desempenho de suas tarefas.

Criatividade: Esta é uma das qualidades profissionais onde o colaborador mostra sua capacidade de inovação para propor soluções, criar oportunidades e ousar fazer diferente. As pessoas criativas conseguem identificar resoluções alternativas para problemas que possam acontecer dentro da empresa, além de terem o talento para criarem novos métodos de trabalho e até mesmo novos produtos e serviços que podem ser oferecidos pela corporação em que trabalha!

Comunicação Efetiva: A falha de comunicação é um dos principais fatores que contribuem para a produção de problemas organizacionais. Portanto é determinante para o profissional que busca se destacar usar bem a oratória para expressar suas ideias com clareza, de modo que sua mensagem seja bem compreendida, tanto por seus colegas de trabalho como por seus clientes.

Capacidade de Negociação: Fazer gestão efetiva de situações de conflito, buscando sempre um entendimento pacífico, visando manter o bom clima organizacional. Essa capacidade de negociar também se estende ao público externo: parceiros, fornecedores e clientes, por exemplo. Um profissional que tem essa característica conseguirá tanto fechar novos trabalhos com clientes quanto negociar prazos e valores que sejam adequados tanto para a empresa quanto para quem a contrata.

Adaptabilidade: As mudanças acontecem e acompanhá-las é preciso para manter os resultados satisfatórios. Ser aberto a novo métodos de trabalho e desafios que o mercado possa proporcionar é uma característica de extremo valor para as empresas, uma vez que pessoas que têm problemas de adaptação podem causar conflitos na organização e se tornam resistentes a mudanças positivas.

O ser humano tem a necessidade inerente de domínio, por isso é uma reação natural resistir ao novo, mas lembre-se, são nas situações mais incômodas que mais crescemos!

Busca por conhecimentos: Profissionais que fogem da estagnação estão sempre em busca de desenvolvimento, e a zona de conforto não faz parte de sua natureza! Busque continuamente cursos de atualização, novos conhecimentos, aprimoramentos em sua profissão, como também seja bem informado sobre seu campo de atuação e atualidades gerais. Isso demonstra ambição por evolução!

Bom Humor: Segundo pesquisa da revista inglesa Management Today, pessoas infelizes são 80% menos produtivas. Além disso, ninguém gosta de trabalhar ao lado de quem vive de cara feia, não é mesmo? É essencial, portanto, buscar o equilíbrio emocional, cultivar emoções positivas e ter bom humor. Isso torna a convivência mais harmônica e os resultados melhores, sem contar que você terá mais leveza em seu trabalho e irá contribuir para um clima organizacional mais favorável.

Relacionamento Interpessoal: Essa capacidade influencia significativamente sua trajetória de crescimento na empresa. Relacionar-se de forma efetiva, garante a empatia com os colegas e líderes, possibilita minimizar os conflitos, estabelecer novos amigos, ganhar seguidores e influência para obter colaboração em seus projetos.

Como pudemos observar, o mercado de trabalho hoje exige que os colaboradores tenham diferenciais, isso inclui aprimorar e desenvolver competências de acordo com a realidade da organização em que atua.

Com isso, busque aprimoramento e esteja sempre atualizado sobre as tendências do mercado, mas especialmente sobre os comportamentos e habilidades mais desejadas pelas empresas.

Fonte: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching

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Consulta do Bem promete inovar no setor da saúde

Usando tecnologia, o Consulta do Bem desponta inovando o setor da saúde. A plataforma é pioneira em agendamento e pagamento online de consultas, oferecendo acesso a atendimentos médicos de qualidade, em mais de 30 especialidades e com preços entre R$ 58 e R$ 150. A empresa, que iniciou a operação em novembro de 2015, já possui aplicativo para smartphone e está em momento de expansão para algumas das principais cidades do Estado de São Paulo.

A ideia surgiu como uma maneira de contribuir para o acesso à saúde e pode-se dizer que se trata de uma solução bastante parecida com as redes de clínicas populares que surgiram nos últimos anos. A diferença é que o Consulta do Bem permite que clínicas já existentes disponibilizem seus horários ociosos na plataforma, sem necessidade de construção de novos prédios ou criação de franquias. “Nossa ideia foi criar um mecanismo de mercado em que todos ganhem. De um lado, os pacientes economizam na hora de procurar profissionais de saúde com acesso fácil e rápido à marcação de consultas. Do outro, os profissionais de saúde conseguem novos clientes em horários que antes costumavam ficar vagos, otimizando suas agendas e ganhando mais, algo muito em linha com a lógica da economia compartilhada”, comenta Rafael Morgado, CFO da empresa.

Essa é mais uma boa saída para cerca de meio milhão de pessoas que ficaram sem assistência médica particular entre dezembro de 2014 e setembro de 2015, de acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS). “O preço estipulado, na maioria das vezes, é bem abaixo do valor que os profissionais cobrariam em seus consultórios por um atendimento particular. Conseguimos essa diferença reduzindo os custos administrativos envolvidos no agendamento da consulta, já que tudo é feito online”, explica Marcus Vinícius Gimenes, médico cirurgião e CEO da empresa.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, atualmente 72,1% dos brasileiros não possuem plano de saúde. Embora esta fração da população seja extremamente relevante para o Consulta do Bem como potencial do negócio, Gimenes revela outros objetivos da empresa: “nosso serviço é uma boa alternativa, se compararmos com consultas particulares, geralmente mais caras, ou com o atendimento público de saúde que muitas vezes não oferece a agilidade necessária. O objetivo é oferecer acesso à saúde para a população de forma rápida e fácil”.

Após pesquisar os horários oferecidos pelo profissional de saúde, o usuário do Consulta do Bem agenda sua consulta escolhendo a especialidade que precisar, um horário e localidade mais convenientes. Em seguida, ele efetua o pagamento e recebe a confirmação de que a consulta está agendada. O paciente tem a facilidade de ir ao médico e ser atendido sem precisar fazer qualquer outro pagamento no consultório. Além disso, ele tem a certeza de que seu horário está garantido.

O Consulta do Bem não é uma clínica, mas conta com milhares de profissionais de saúde em mais de 500 clínicas cadastradas. A plataforma usa o conceito de proximidade. Tanto o site quanto o aplicativo promovem a interação entre profissionais de saúde e pacientes usando geolocalização para facilitar a busca. Isso permite ao paciente mais comodidade para encontrar o local e horário que melhor se encaixem em sua rota durante o dia. “As pessoas às vezes deixam sua saúde de lado para cumprir obrigações. Para que isso não ocorra, é fundamental ter uma opção que não inclua faltar ou chegar atrasado no trabalho em um momento econômico delicado como o que vivemos”, finaliza Gimenes. O IBGE comprovou que 14,1 milhões de brasileiros deixaram de trabalhar, ir à escola ou realizar alguma atividade porque estavam resfriados, com enxaqueca ou estavam se sentindo doentes.

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Solução integrada da ABB vai aumentar a eficiência e a produtividade na expansão da fábrica de celulose da SCA

A ABB, grupo líder em tecnologias de energia e automação, vai fornecer soluções integradas com o sistema de controle distribuído (SDCD), Sistema 800xA, que se destaca no mercado por melhorar a produtividade através da automação de processos, proteção elétrica, segurança e telecomunicações em um único sistema, além da utilização de um software de engenharia customizado para processos de celulose. O projeto também considera um ambiente de sala de controle de alta performance para o operador. A solução tem uma engenharia pioneira para o sistema de controle e otimização de todos os processos na extensão da fábrica de celulose SCA Östrand, em Timrå, na Suécia, que será inaugurada em junho de 2018.

Geralmente em uma fábrica de celulose, diferentes operações tais como operação do pátio de depósito de madeiras, digestores, caldeiras de recuperação, entre outras, são controladas a partir de salas separadas de controle. Por meio da integração dos sistemas de gestão e controle do processo inteiro de produção da fábrica em uma única sala de controle, a eficiência e a produtividade de todos os processos serão aumentadas. O sistema de controle totalmente integrado vai fornecer conectividade de alta qualidade e uma visão geral completa da planta no que se refere a todos os processos e dispositivos.

O centro de controle será projetado com tecnologia de ponta com recursos avançados de ergonomia, design e layout para garantir que o ambiente do operador seja atrativo, eficiente e conduza à cooperação entre todos os funcionários da fábrica, resultando em um dos melhores ambientes para operadores do mundo. Para este fim, todos os operadores monitorarão e controlarão a fábrica inteira a partir de oito EOWs – Extended Operator Workplaces -, soluções totalmente integradas para o operador, que fornecem controle do processo, acesso às informações corretas e total ergonomia pessoal inteligente, em uma única solução. Este tipo de ambiente visa a criação de centros proativos de controle que atrairão uma nova geração de operadores para a indústria de papel e celulose.

O pedido também inclui um simulador para teste de controle de todos os processos na fábrica antes da entrega e para treinamento do operador e otimização do processo ao longo do tempo. Para garantir que o comissionamento de toda a planta seja o mais prático possível, cinco simuladores serão usados ao mesmo tempo antes e durante o startup. “Utilizando os nossos sistemas como uma plataforma integrada para a planta inteira, nós podemos contribuir para o objetivo da SCA Östrand em criar a fábrica de celulose mais moderna e eficiente do mundo”, disse Roger Bailey, Diretor da área de Process Industries da ABB. Este SDCD evidencia a expertise da ABB na criação de um ambiente de automação de processos de colaboração, que permite o compartilhamento de dados sem limites para aumentar a produtividade, eficiência e permitir melhorias de segurança. Atualmente há mais de 10 mil Sistemas 800xA instalados em mais de 100 países.

A SCA é a empresa líder de produtos florestais e produtos de higiene global. O Grupo desenvolve e produz produtos sustentáveis para cuidado pessoal, lenços de papel e produtos florestais. As vendas são feitas em aproximadamente 100 países com marcas extremamente consolidadas no mercado. Como o maior proprietário florestal privado da Europa, a SCA enfatiza fortemente a gestão florestal sustentável. A SCA investe 7,8 milhões de coroas suecas (MSEK) na ampliação da fábrica de celulose, Östrand em Timrå, Suécia, na maior linha de produção de celulose do mundo. A planta ampliada terá capacidade para produção de 900.000 toneladas de celulose por ano e entrará em operação em junho de 2018.

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Sprinklr é reconhecida como líder de mercado no relatório The Forrester Wave

A Sprinklr, a mais completa empresa de social software do mundo, foi reconhecida como líder no The Forrester Wave: Enterprise Social Listening Platforms (Plataformas de Monitoramento de Social Enterprise), no primeiro trimestre de 2016, da Forrester Research. Citada como “a mais adequada para aqueles que procuram combinar todas as suas equipes de marketing focada em social media e funções associadas”, a Sprinklr é a única empresa a ser reconhecida como líder tanto neste relatório quanto no relatório da Forester Wave de Plataformas de Relacionamento no Social, do segundo trimestre de 2015.

“Como a única plataforma unificada de engajamento social do mercado, a Sprinklr capacita as marcas para aproveitarem um conjunto integrado de tecnologias de ponta, conectando inteligência acionável ao restante da empresa”, disse Tom Butta, CMO da Sprinklr. “Há anos nossos clientes nos dizem, e esse relatório confirma, que o verdadeiro poder de uma ferramenta de monitoramento de mídias sociais se resume à sua capacidade de aproximar o monitoramento à ação, informando a estratégia e melhorando as experiências do cliente no mesmo instante”, complementa.

A Sprinklr, que tem nota máxima em retenção e em taxa de crescimento de cliente no relatório da Forrester, teve um ano recorde em termos de retenção e receita. A empresa fornece a tecnologia de social enterprise mais completa do mundo, construída para auxiliar as grandes empresas a fornecer experiências intuitivas e superiores em todos os canais, colaborando assim em diversos níveis da organização.

A empresa está revolucionando o engajamento do cliente em mais de 75 países para mais de mil marcas reconhecidas, como Nike, Cisco, P&G, Dell, Samsung, Starwood e Intel, bem como mais de 50% das Fortune 50.

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MCTI abre concurso para marca da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Aberta a jovens estudantes de todo o país, disputa busca identidade visual para a 13ª edição da SNCT, que acontece em outubro, com o tema ‘Ciência alimentando o Brasil’.

Estudantes podem exercitar sua imaginação para criar a logomarca da 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2016), que ocorre de 17 a 23 de outubro, com o tema “Ciência alimentando o Brasil”. Organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o concurso voltado à escolha da identidade visual tem inscrições abertas até 15 de abril.

“Podem participar do concurso jovens estudantes do ensino básico e médio [regular, integrado à educação profissional e especial], das redes pública e privada”, informa o diretor de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do MCTI, Douglas Falcão. “A ideia é estimular o protagonismo da nossa garotada, que é muito criativa, no tema de ciência, tecnologia e alimentação.”
O concurso vai selecionar seis propostas de logomarca para uma votação popular, a ser promovida de 2 a 8 de maio, no site da SNCT. Segundo o edital, a Comissão de Avaliação seguirá critérios de “originalidade, criatividade, impacto visual, coerência com o tema, qualidade e apresentação”. Como premiação, o vencedor da disputa ganhará um notebook doado pela empresa Positivo Informática. A imagem escolhida será aplicada no material de divulgação do evento, com distribuição em todo o território nacional.

Segundo Falcão, nos últimos anos, profissionais contratados elaboraram as logomarcas da SNCT. “E a gente viu que, em paralelo à imagem oficial, sempre acontecia, em todas as edições, de as escolas e outros órgãos se apropriarem dela e criarem variações – algumas delas muito bacanas, muito inteligentes.”

Instituída em 2004, a SNCT ocorre anualmente, em todo o país, durante o mês de outubro, sob a coordenação do MCTI. Colaboram com o evento secretarias estaduais e municipais de ciência e tecnologia e de educação, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.

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Empreendedores desenvolvem carro elétrico brasileiro

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Émerson Gottardi, Giovanni Cataldi Neto e Sandro Lima, uniram habilidades e muita obstinação para desenvolver um dos primeiros veículos elétricos do país. Entre 2012 e 2013 o Consultor de Negócios, Branding e Design Sandro Lima iniciou o desenvolvimento de alguns produtos na área de energias renováveis para um grupo empresarial da Grande Porto Alegre. Entre eles, o design de uma torre híbrida de energia solar e eólica, e um posto para veículos elétricos. O que acabou evoluindo para um projeto ainda mais visionário, um dos primeiros carros elétricos do país.

Sandro Lima conectou ao projeto o empresário Emerson Gottardi, um dos poucos especialistas em veículos elétricos, é responsável pelo desenvolvimento de vários produtos que hoje são comercializados no mercado. Entrou também no projeto Giovanni Cataldi Neto um expert em Captação de Investidores Nacionais e Internacionais e Estruturação de Operações Financeiras. Sendo o principal responsável pela conexão de investimentos para viabilizar o desenvolvimento do projeto. A previsão é de apresentar o protótipo até o final de 2016. Os empreendedores também estudam um financiamento coletivo no modelo de crowdfunding para finalizar o projeto.

O chassi e o motor elétrico do veículo já estão montados. “Este é provavelmente um dos primeiros projetos 100% nacionais. Criamos o design e a marca (Liggo) e depositamos no INPI no final de 2013. Acreditamos que o mercado na área de energias renováveis é um dos mais promissores no Brasil nas próximas décadas. O atual modelo baseado em combustíveis fósseis não é mais compatível com as necessidades da população, do planeta e atualmente é menos interessante também para os investidores.” Comentou Giovanni Cataldi Neto.

O Liggo também foi concebido em um modelo de chassi dinâmico podendo ser adaptado para um veículo elétrico utilitário, ou um veículo para rodar dentro de espaços de empresas como um carro de golf. O trio de empreendedores tem um projeto que vai além do veículo elétrico. Já desenvolveram um veículo para deficientes físicos e um mini kart.

Mais informações em www.altagroupagency.com

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Economia digital: América Latina está no bom caminho

A revolução já está acontecendo. Ingressamos no mundo da economia digital e em tudo o que isso implica em termos de oportunidades e desafios. Sem dúvida, a economia digital abre caminhos para elevar a receita e competir em mercados globais. Por outro lado, as empresas que não conseguem adaptar seus produtos, serviços e ferramentas de gestão ao novo contexto estão condenadas a ceder espaço ou mesmo a perder sua relevância para uma concorrência digital cada vez mais eficiente.

Nos últimos anos, temos visto desaparecer na América Latina serviços físicos de aluguel de filmes, lojas de discos e uma grande porcentagem das agências de viagem. Da mesma maneira, imobiliárias, corretoras de seguro e empresas de serviços hoteleiros estão lutando para se reinventar, enquanto outros como Uber, Airbnb e Amazon estão sendo os grandes vencedores da economia digital.

Graças à digitalização, organizações de qualquer tamanho ou setor são hoje capazes de transformar suas operações de tal forma que se tornam capazes de prestar um serviço mais rápido, mais eficiente e especialmente sob medida para cada um dos seus clientes.

Nós, latinos, estamos criando e consumindo bens cada vez mais digitais – desde músicas e filmes em formatos eletrônicos até aplicações para nossos telefones inteligentes e tablets que nos permitem gerir empresas a partir de qualquer lugar. De acordo com a GSMA, a América Latina será a segunda região com o maior número de telefones inteligentes até 2020 e por isso se espera que centenas de milhões de novos clientes entrem na economia digital.

Por outro lado, a economia digital está se tornando um motor do crescimento econômico e geração de emprego, fatores fundamentais para países em desenvolvimento. Um estudo da Cepal destaca que esse segmento contribui com quase um milhão de novos postos de trabalho a cada ano na região.

Ao mesmo tempo, os latino-americanos estão cada vez mais conectados – 47% da população já tem acesso à Internet. O Departamento de Estado dos Estados Unidos relata que o público da América Latina na Internet cresceu 23% em 2014 e representa 8% da audiência global.

Os números são muito promissores, mas ainda estamos longe de alcançar os níveis da economia digital em outras regiões. Faz falta uma política de governo que estimule o investimento privado em empreendimentos digitais. Enquanto em Israel esse valor equivale a US$ 818 per capita por ano, na América Latina é de apenas US$ 1, 67.

A América Latina está dando apenas os primeiros passos nesse terreno, mas, sem dúvida, estamos no bom caminho.

*Claudio Muruzábal, Presidente da SAP América Latina

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