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InovAtiva Brasil cresce 136% e seleciona 300 startups para o 1o Ciclo de Aceleração de 2016

O programa de aceleração de startups, InovAtiva Brasil, apresentou nesta segunda-feira (4), 300 startups selecionadas para o 1º ciclo de aceleração de 2016, obtendo assim, mais que o dobro de selecionados que em sua edição anterior.

A área de Tecnologia da Informação registrou a liderança entre os setores com maior número de startups classificadas, 104 (35%), seguido por Saúde, com 42 (14%) e Serviços, com 34 (11%). Com quase o dobro de inscrições de 2015, o programa recebeu 1.372 projetos e conseguiu preencher todas as 300 vagas disponíveis no programa, um aumento de 136% quando comparado ao Ciclo anterior.
Com o aumento de inscritos neste ano, novos setores da economia estão presentes no programa, como aeronáutica e espacial, papel e celulose, mineração e metalurgia, óleo e gás e outros. Criado em 2013, este é o maior e mais abrangente programa de capacitação, mentoria e conexão para novas empresas de base tecnológica do país.

As startups habilitadas receberão durante cinco meses capacitação, mentorias individuais e coletivas com executivos experientes e conexão com possíveis parceiros e investidores.

Segundo o Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, o programa permite que startups das mais remotas regiões do país tenham acesso a conteúdo de treinamento específico para a realidade delas, além de terem acesso a mais de 450 executivos do Brasil e do mundo para ajudá-las na estruturação do negócio. Quando estiverem prontas serão conectadas a potenciais clientes e investidores. “Fazer isso na escala de centenas ou milhares de startups e com altíssimo nível da rede de mentores é o que faz esse programa ser referência mundial em empreendedorismo inovador.”

O aumento e a diversificação de candidatos consolidaram o InovAtiva como um programa de abrangência nacional com atuação nos mais variados setores. Souza ressalta que este ano foram selecionados 21 estados, em mais de 20 setores diferentes da economia. Ressaltou também que identificaram excelentes projetos fora dos grandes centros “Os 5 melhores projetos avaliados até esta fase vieram de Campina Grande/PB, Goiânia/GO, Timbó/SC e Fortaleza/CE. Foi para isso que criamos o InovAtiva Brasil: atender centenas de startups, de qualquer lugar do Brasil, gratuitamente, com qualidade de nível mundial.”

Segundo os organizadores do Programa, o resultado final das startups selecionadas confirma o fato de que o Brasil possui startups diversificadas e com alto potencial de crescimento e inovação em todas as suas regiões, mas que, até então, tinham poucas oportunidades de suporte para o seu desenvolvimento. Isso reforça o principal objetivo do programa InovAtiva Brasil em ser o primeiro passo para qualquer startup do país para captar recursos e conquistar clientes.

Sobre o InovAtiva Brasil:

Criado em 2013 pelo Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC), o InovAtiva Brasil é um programa que auxilia e orienta empreendedores iniciantes com uma boa tecnologia mas pouco conhecimento de negócio, oferecendo capacitação e mentoria para o estabelecimento de novos negócios inovadores.

O programa oferece capacitação em empreendedorismo inovador, conexão com parceiros, mentoria com profissionais renomados e vantagens em outros programas públicos e privados de fomento à inovação. Toda a Comunidade InovAtiva de usuários cadastrados pode acessar gratuitamente o conteúdo de capacitação em cursos. Já a participação nos ciclos de aceleração é restrita a projetos inscritos e aprovados pelos avaliadores do programa. São até 300 vagas disponíveis para a primeira etapa de cada ciclo, até 125 para a etapa final. Saiba mais: www.inovativabrasil.com.br

Sobre os cursos de capacitação gratuitos do InovAtiva Brasil:

Estão abertas as inscrições para curso online gratuito de Modelagem e Validação da proposta de valor. O curso acontecerá entre os dias 11/04 a 05/05 e será aplicado por meio de vídeos curtos e acessíveis por celulares e tablets. Os usuários da Comunidade InovAtiva aprendem como modelar a proposta de valor por meio de ferramentas visuais, validá-la por meio de pesquisas com o público-alvo, recebem informações e feedbacks dos demais participantes em plataforma colaborativa e então formalizam um modelo de negócios viável.

Os participantes recebem certificados ao completarem as tarefas e feedbacks dentro dos prazos estipulados. Inscrições no: www.inovativabrasil.com.br

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Sonda IT apresenta nova versão da solução de gestão de compra e venda de energia

A Divisão Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de TI, aproveita o reaquecimento do mercado livre de energia no Brasil, retraído por muito tempo devido à falta de energia disponível para comercialização, para apresentar a nova versão da solução GTS (Generation and Transmission Solution), desenvolvida com o objetivo de auxiliar as comercializadoras na gestão de compras e vendas de energia.

Na prática, a tecnologia é um software que controla todo o processo operacional e financeiro referente às negociações e receitas de geração, transmissão e comercialização de energia, respeitando as regras estabelecidas pelas entidades reguladoras do setor elétrico, como também, as regras aplicadas pela empresa administradora do sistema.

A ferramenta apresenta como principal diferencial a flexibilidade e a adaptação aos processos e negócios estabelecidos pela empresa usuária, com nível de parametrização associado a um sistema de workflow. Uma das principais funcionalidades é a simulação da venda com facilidades para formalização, desde a elaboração da proposta comercial até a assinatura do contrato e, consequentemente, a operacionalização.

Segundo Claudio Rincon, gerente de produtos sênior da Divisão Utilities, o GTS impacta nos negócios das comercializadoras na mitigação de riscos associados ao lastro, que é o montante necessário para garantir a venda ou consumo de energia elétrica.

“No mercado de energia o que é vendido ou consumido deve ser produzido ou comprado. Por isso, uma possível falta de lastro para consumo ou venda gera penalidades com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), ficando sujeito a variações do mercado estabelecidas pelo PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). O sistema ajuda a monitorar o balanço entre a somatória de produção e compra para que seja igual à soma do consumo e da venda”, explica o executivo.

A estratégia da SondaIT com esta nova versão da solução é entrar com força total no atual movimento das comercializadoras que estão à procura de vantagens competitivas para os seus negócios, investindo, cada vez mais, em soluções tecnológicas voltadas à gestão e operacionalização das negociações de energia elétrica.

“A Solução pode ser adquirida tanto no formato de licença de uso instalada no datacenter do cliente, quanto no modelo de serviço no datacenter da SondaIT. O mercado livre se reacende e as comercializadoras de energia têm oportunidade de realizar bons negócios. As empresas que saírem à frente levarão vantagem sobre àquelas que ficarem passivas”, finaliza Rincon.

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As 5 competências do novo líder – Por Eduardo Shinyashiki

O ato de liderar se renova constantemente. Hoje, o líder não é mais o detentor de poder, que designa funções e cobra resultados, mas sim uma pessoa inspiradora que engaja, ajuda a equipe e forma sucessores. O perfil do novo líder está em ir além dos limites, olhar para onde todos estão olhando e enxergar o que ninguém viu e acompanhar as novas gerações, a mudança das pessoas, das organizações e do mercado.

É preciso ainda saber liderar a si mesmo para poder liderar corretamente outras pessoas, por isso, é necessário cuidar e fortalecer as competências pessoais e a inteligência emocional para manter o foco e para que as interferências não o desviem do objetivo.

Outro quesito muito importante na liderança é o carisma. Ele é uma qualidade fortemente ligada à imagem do líder e com ele podemos e saberemos encantar colaboradores e clientes. O carisma é, em síntese, a força e o poder da presença da pessoa, que contribui para torná-la inesquecível e encantadora.

Além da autoliderança e do carisma, podemos evidenciar mais cinco competências de liderança que são buscadas pelas empresas atualmente. São elas:

1) Atenção ao capital humano: para o líder reconhecer as experiências e competências das pessoas da sua equipe é fundamental para a construção e a manutenção de equipes sólidas e bem sucedidas e para a concretização de resultados.

2) Inspirar a equipe: a valorização de um ideal, um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, são considerados a principal fonte de impulso para o sucesso da equipe.

3) Motivação catalisadora: o foco do líder é manter vivas nos colaboradores as extraordinárias forças criativas, inovadoras e sinérgicas capazes de fazer planos saírem do papel e alcançar os resultados escolhidos.

4) Estar aberto a aprender: o líder precisa estar atento e aberto ao novo, às mudanças dos contextos, à análise dos cenários e sempre disposto a aprender. Isso permite se reinventar quando necessário e inovar, criando as estratégias adequadas para alcançar os resultados.

5) Maestria na comunicação: a comunicação é uma habilidade fundamental para um líder, para uma maior compreensão, entendimento e alinhamento com os colaboradores.
Por meio de uma comunicação verbal e não verbal eficaz, o líder fortalece nas relações interpessoais e nas equipes um contexto de cooperação e integração.

Ao desenvolver e fortalecer essas competências o líder está alinhado ao perfil de liderança atual, que exige autoconhecimento e compartilhamento de ideias. Por isso, desenvolva o seu poder pessoal, desperte o grande líder que há em você e seja inspirador para todos ao seu redor!

*Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. É presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki e também escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.

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CGI.br divulga nota de esclarecimento em razão do Relatório da CPI – Crimes Cibernéticos

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes Cibernéticos, divulgado no dia 30 de março de 2016,

VEM A PÚBLICO

1) Expressar grande preocupação com as propostas de flexibilização e modificação do regime jurídico adotado no Brasil com a Lei 12.965 em 23 de abril de 2014 (o Marco Civil da Internet), desconsiderando todo o processo de construção colaborativa que o caracterizou e referenciada internacionalmente por manter a Internet livre, aberta e democrática.

2) Reiterar que continuaremos a destacar a importância – para a Internet no Brasil – da garantia dos princípios que compõem o Decálogo do CGI.br, notadamente os princípios da liberdade de expressão, da privacidade dos cidadãos e da preservação da funcionalidade e estabilidade da rede, em plena consonância com o já estabelecido na Lei 12.965/2014.

3) Expressar DISCORDÂNCIA com os esboços de projetos de lei constantes no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre Crimes Cibernéticos que buscam alterar a Lei 12.965/2014, além de outras, mediante:

3.1) Proposta de alteração do artigo 21 do Marco Civil da Internet, visando alargar o escopo do já previsto, incorporando a este a noção de “crimes contra a honra de maneira acintosa”, conceito de difícil precisão com margem a definição extremamente subjetiva nas hipóteses de remoção de conteúdo mediante notificação privada e extrajudicial;

3.2) Proposta de alteração que objetiva obrigar provedores de aplicação a adotar medidas para impedir disponibilização de “conteúdo idêntico ou similar” ao previamente removido, igualmente com conceito de difícil precisão e com margem a interpretações extremamente subjetivas, quando não de prévia censura;

3.3) Proposta de alterações em leis para forçar o entendimento de que o endereço Internet IP seja considerado como dado cadastral para identificação pessoal, mesmo sabendo-se – tal como expressa toda a comunidade técnica global da Internet – que o número IP não é um número fixo que possa ser utilizado para identificação de um usuário (como sucede com números permanentes de registro de um cidadão), posto tratar apenas de um número de localização de uma máquina, na maior parte das vezes dinamicamente atribuído a cada nova conexão;

3.4) Proposta de alteração do Marco Civil da Internet, objetivando incluir exceção adicional à neutralidade de rede no Brasil, sem nenhuma correlação aos critérios e requisitos técnicos, com o intuito de privar acesso a sítios e aplicações de Internet por filtragem e bloqueio de conteúdo, caracterizando igualmente censura a conteúdos disponíveis.

4) Solicitar, respeitosamente, o adiamento da votação do relatório final, reiterando a disponibilidade em contribuir e se reunir com a CPI de Crimes Cibernéticos, bem como com as demais Comissões Parlamentares, para esclarecer e debater temas como estes suscitados.

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UOL apresenta novos formatos de publicidade na home e lança sua “vídeo network”

Visando impactar positivamente sua audiência e oferecer mais visibilidade para os anunciantes, o UOL, a maior empresa brasileira de conteúdo online, serviços digitais e tecnologia, reformula seus formatos de publicidade.

Agora, o site conta com três novos formatos exclusivos de anúncios, pensados para impactar o usuário com mais qualidade e eficiência. Com veiculação cross-device, a partir de agora as diárias irão veicular em desktop e mobile simultaneamente, impactando diariamente cerca de seis milhões de usuários únicos em ambiente de conteúdo premium.

“Os novos formatos foram pensados para gerar um impacto mais efetivo, com formatos maiores e tecnologia “richmedia” embarcada na veiculação, oferecendo um potencial criativo muito maior”, explica André Vinícius, diretor de publicidade e ad tech do UOL.

Juntamente aos novos formatos, o UOL lança também uma “vídeo network” própria, plataforma capaz de entregar mais de 300 milhões de vídeos views mensais, em todo o conteúdo da sua rede, incluindo suas home pages, matérias e vídeos editoriais. Entre as possibilidades de veiculação, vale destacar o formato Video Blast, que oferece em um único dia dois milhões de vídeo views, alcançando cerca de um milhão de usuários únicos.

“A nossa Vídeo network foi desenvolvida com a tecnologia própria DYNAD_TV e conta com toda a inteligência de dados DMP (Data Management Provider) do UOL, que possibilita entregar vídeos publicitários de acordo não só com o contexto de conteúdo do site, como também levando em conta o comportamento do usuário”, completa André.

Com a mudança, a área editorial do site também passa por modificações. Os espaços antes ocupados por anúncios de formatos tradicionais, ganham chamadas editoriais, oferecendo assim mais conteúdo à audiência que acessa a home do UOL.

“Os novos formatos de publicidade visam melhorar a experiência da audiência, já que, ao acessar o site, irá encontrar mais conteúdo no topo da página”, explica Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL.

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Gartner anuncia principais tendências para Data Center, Infraestrutura e Operações

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia as principais tendências que terão impacto direto em como a TI fornece serviços para os negócios nos próximos cinco anos.

“Essas previsões estão relacionadas aos aspectos sociais, comerciais e tecnológicos. É necessário que a área de Tecnologia da Informação compreenda a origem dessas tendências e quais são os efeitos em cascata em suas operações para gerar um impacto significativo na estratégia, no planejamento e nos negócios da organização”, afirma David Cappuccio, Vice-Presidente e Analista do Gartner.
As principais tendências com impacto no Data Center, na infraestrutura e nas operações incluem:

Demanda Contínua

Os negócios estão seguindo novas direções e novos mercados, gerando mais necessidade por serviços contínuos de Data Center, infraestrutura e operações. No entanto, o orçamento primário das organizações para Infraestrutura e Operações (I&O) é para manter os processos já existentes em funcionamento – conhecido também como custos operacionais. O orçamento de TI possui dois requisitos principais: aumentar/transformar alocações e executar alocação. A I&O precisa priorizar o crescimento e as iniciativas de transformação para atender à demanda contínua.

TI para Negócios

Atualmente, o ambiente de negócios digitais é representado por empresas agindo como startups de tecnologia, com decisões sendo tomadas rapidamente. Quando os negócios não podem esperar, ou quando não confiam na TI, as decisões são tomadas fora da TI tradicional. “A solução para a I&O não é controlar essas decisões, mas se envolver com os projetos inicialmente, aprender o que o negócio está fazendo, o que eles precisam e como a TI pode ajudar”, diz Cappuccio.

Informática de Ponta

Os líderes de I&O devem entender que nem todos os dados gerados pelos sensores de aparelhos conectados precisam ser enviados para o centro ou Nuvem de dados. Eles devem comparar os gastos com processamento de informações aos custos do envio de dados para o Data Center. Além disso, os líderes de I&O devem trabalhar com o negócio para entender o valor de curto e longo prazo dos dados que são armazenados na margem e no Data Center, e implementar políticas de retenção da maneira adequada. Uma vez que os dados são gerados e processados amplamente fora do Data Center, a infraestrutura de TI organizada na margem deve ser uma versão reduzida do Data Center, com funcionalidades avançadas que permitem a agregação dos dados dos sensores e suportam diversos protocolos, bem como capacidades analíticas em tempo real.

Transformação de Armazenamento

Estruturas e outros locais utilizados para armazenamento serão radicalmente diferentes no futuro. Os líderes inovadores de I&O já estão e continuarão implementando todos os Data Centers usando unidades específicas (SSDs) – dispositivos para armazenamento de dados que, de certa forma, concorrem com os discos rígidos. Por meio da implantação de SSDs por todo o Data Center, os líderes de I&O podem diminuir os custos operacionais em termos de administração da matriz de armazenamento, obter mais espaços no chão e/ou em prateleiras e gerar mais reduções de energia e resfriamento.

Data Center como um Serviço

Em um mundo ideal, pelo menos da perspectiva de muitos líderes comerciais, a TI e o Data Center seriam essencialmente um ágil provedor de resultados. “Neste mundo, a ‘infraestrutura’ como conhecemos torna-se relevante apenas como um suporte, e não mais como ponto de controle para serviços serem fornecidos. Em suma, precisamos criar um modelo de Data Center como um Serviço (DCaaS), em que o papel da TI e do Data Center seja fornecer o serviço correto, na velocidade correta, do fornecedor correto, no preço correto. Assim, a TI torna-se um agente de serviços”, afirma Cappuccio.

Evolução dos Sistemas Convergentes

Como um mercado total, o Gartner prevê que os sistemas convergentes apareçam muito fortes nos próximos cinco anos. Esses sistemas trazem a promessa de menos tempo para a implementação, melhor eficiência operacional e, em alguns casos, melhores níveis de desempenho. Os usuários deparam-se com desafios na adoção desses sistemas porque as comparações entre os diferentes tipos de sistemas convergentes ou entre os sistemas convergentes e os tradicionais podem não ser totalmente claras. A implementação de sistemas convergentes também pode precisar de mudanças organizacionais para se perceber os benefícios, dificultando ainda mais o processo.

Containers e Microsserviços

Containers são infraestruturas portáteis entre sistemas de operação (OS) idênticos e ambientes computacionais. Como só existe um modelo de OS (e núcleo), mas potencialmente muitos containers hospedados dentro desse modelo, eles são mais leves do que máquinas virtuais, permitindo consumo de recursos mais eficientes e de maior densidade.
Já a arquitetura de microsserviço permite agilidade e escalabilidade inéditas. Com o uso dessa arquitetura, as organizações podem implementar características individuais de aplicação conforme forem desenvolvidas e escalar apenas as partes da aplicação que causam entraves. A maioria das organizações que adotaram a arquitetura de microsserviço tem feito isso para embasar suas práticas contínuas de entrega. A redução das implantações diminui muitos riscos associados a essas práticas.

Convergência entre TI/TO e IoT

A Internet das Coisas (IoT), amplamente impulsionada pelo surgimento da tecnologia de sensor econômica e análises baseadas em Nuvem, irá acelerar a convergência com a Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Operação (TO) e permitir que diferentes tipos de organizações explorem seus benefícios. As plantas e os equipamentos existentes serão adaptados às capacidades da IoT, dada a prevalência e os preços menores, e os líderes empresariais buscarão por uma nova TO, capacitada pela IoT para a transformação dentro da empresa. O Gartner prevê que, até 2018, as tecnologias da IoT serão exploradas com sucesso e integradas por mais de 70% dos líderes apoiadores de TO.
“Devemos observar que o nível de convergência será altamente dependente da indústria, além de influenciado por fatores culturais e políticos. Por isso, algumas empresas incluirão a convergência mais profunda e rapidamente do que outras”, afirma Cappuccio.

Gerenciamento da Infraestrutura Global

Profissionais de Tecnologia da Informação descobriram que existem pouquíssimas ferramentas disponíveis para ajudá-los a visualizar o processo de gerenciamento de infraestrutura de ponta a ponta. A capacidade de explorar um processo de negócios por completo e analisar quais componentes ele utiliza, quais níveis de desempenho (ou problemas) ele tem, quais KPIs ou SLAs (níveis de qualidade) está atingindo é indispensável, assim como ser capaz de mapear todos os fragmentos em um fluxo coerente.

Habilidades e Shadow IT

Quase toda organização é confrontada a lidar com um crescimento significativo em Shadow IT, termo que significa investimento em adquirir, desenvolver e/ou operar soluções de tecnologia fora do controle do departamento de TI. As organizações de TI precisam reavaliar sua perspectiva sobre “Shadow IT” e adotar as práticas que irão explorar isso como um mecanismo de fornecimento, mesmo que com algumas proteções e esclarecimento de responsabilidade para reduzir os riscos e aumentar o valor.

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Grupo EcoRodovias moderniza gestão de ativos de software com apoio da Brasoftware

A Brasoftware,provedora de soluções de tecnologia e uma das principais parceiras da Microsoft no Brasil, auxiliou a EcoRodovias Concessões e Serviços S.A a realizar o planejamento e o budget anual para gestão de ativos de softwares, com base nos resultados entregues por meio de consultoria em SAM – Software Asset Management, com foco em Microsoft.

O principal objetivo da EcoRodovias com o SAM é otimizar os investimentos em licenciamentos de softwares Microsoft, o que é possível por meio de um trabalho de checagem de cada uma das cerca de 3,2 mil máquinas dentre as mais de dez empresas do grupo. A companhia de infraestrutura logística integrada – que opera ativos de logística intermodal, concessões rodoviárias e serviços correlatos, de forma sustentável e socialmente responsável – atualmente conta com nove contratos EA Microsoft com a Brasoftware.

O SAM é um trabalho de gerenciamento de ativos de software que detecta se o usuário efetivamente precisa de determinado programa ou se a aplicação não está sendo utilizada, para otimizar o uso das licenças Microsoft. A prática oferece não apenas economias financeiras, mas também a solução de problemas comuns, como segurança dos dados e produtividade dos funcionários. Além disso, auxilia a direção de TI a realizar melhor seus investimentos em tecnologia e a manter-se em situação de conformidade sobre o uso de softwares.

“O SAM traz muita tranquilidade quanto ao processo de report de crescimento anual de softwares. Isso garante Compliance com a Microsoft, que deixa o cliente mais confortável ao saber que no fim do período haverá este levantamento para ser reportado à fornecedora”, explica Fernando Brito, Gerente de Soluções SAM da Brasoftware.

O processo garante uma situação favorável para todos os lados envolvidos: o cliente fica tranquilo com relação à garantia e segurança empresarial e na questão de transparência. Para a Microsoft, é interessante saber que esse trabalho é feito e que há uma preocupação com essas questões, enquanto a Brasoftware comercializa os licenciamentos e dá o suporte no dia a dia.

A Brasoftware vem realizando o SAM para a EcoRodovias anualmente desde 2013, sempre no período que antecede o vencimento dos contratos Microsoft. O processo é realizado com a utilização do SCCM – System Center Configuration Manager, que exporta um relatório de todos os ativos de software da empresa para então “cruzar” esse resultado com as máquinas. Destra maneira, é possível manter o Compliance, além de gerenciar o orçamento com o planejamento do budget anual focado na linha de softwares.

“Além de apoiá-los com a complexidade da gestão com licenciamento, auxiliamos no processo de dividir os quantitativos entre os centros de custo. O fato de ser certificado por nós perante o fabricante também reflete positivamente na companhia, mostrando transparência e compromisso com o cumprimento da legislação de software e respeito aos direitos autorais e de propriedade”, comentou Fernando Brito.

O SAM também auxilia os clientes a crescer em tamanho e maturidade, acompanhando as necessidades de sua empresa com mais flexibilidade e agilidade.

“O processo mostra exatamente os softwares que a empresa precisa e o valor pago com licenciamento é apenas o que é preciso. Nada mais e nada a menos. Muitas vezes o orçamento pode até aumentar de um ano para o outro, mas é possível saber que não será dinheiro desperdiçado, mas sim um investimento necessário e certeiro, de acordo com os resultados dos relatórios”, concluiu Fernando.

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Centros de serviços compartilhados podem ser robotizados e trazer ganhos para empresas

O ambiente de negócios brasileiro é muito complexo e sempre foi importante obstáculo para desenvolvimento das empresas.

Não é simples lidar com milhares de documentos mensalmente, uma infinidade de operações manuais que envolvem, às vezes, centenas de pessoas em diversos setores das grandes empresas.

A burocracia brasileira requer das empresas investirem muito tempo, dinheiro e esforço para manter os negócios com seus parceiros, para exercer seu papel como contribuinte do estado e para manter sua atividades produtivas.

Com a centralização de processos de negócios e a concepção dos centros de serviços compartilhados (CSC) muitas empresas experimentaram períodos importantes de ganhos de produtividade e redução de custos nos últimos anos.

Os ganhos relacionados parecem ter atingido seu limite e as empresas permanecem enfrentando dificuldades para transacionar seus processos de negócios e manter estabilidade de suas operações na retaguarda dos CSC.

Um novo conceito de gestão do CSC parece emergir no Brasil e promete trazer ganhos ainda mais disruptivos, reduzindo drasticamente as dificuldades operacionais e limitações tecnológicas ,comuns nas empresas.

É possível robotizar uma série de operações manuais que antes era exclusividade de fábricas ou de linhas de produção.
Surge, então, o CSC digital com processos de negócios automatizados e com a proposta de suplantar de maneira expressiva a burocracia tão presente no dia-a-dia das empresas brasileiras.

A robotização desses processos visa, de maneira disruptiva, extinguir operações manuais, erros em tarefas repetitivas e tornar transparente as limitações tecnológicas, muitas vezes relacionadas ao software ERP utilizado pelas empresas.
Mesmo os mais conhecidos e importantes Softwares ERP comercializados possuem limitações para automatização desses processos.

Uma nova era de robôs interagindo com os seres humanos emerge no momento em que as empresas enfrentam tantas dificuldades conjunturais.

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6 motivos para o varejo apostar em venda de cartões pré-pagos

As vendas do comércio varejista brasileiro despencaram em 2015 e fecharam o ano em queda de 4,3% (IBGE). Nessa toada, os varejistas buscam alternativas para alavancar a rentabilidade, sem alto investimento. A resposta é simples: cartões pré-pagos. Isso mesmo: cartões da própria marca da loja, ou de conte&uacu te;dos variados, como Netflix, Google Play, games e vale-compras. A epay Brasil, empresa global que responsável pelas operações pré-pagas das principais redes varejistas, descreve os seis motivos para lojistas investirem na modalidade:

1. Qualquer tipo de varejo pode vender

Cartões pré-pagos caem bem em qualquer tipo de varejo. Dispostos próximos ao caixa, podem oferecer conteúdo próprio (vale-compras da própria loja), ou conteúdos diversos como games, assinaturas, cursos etc. As vendas de pré-pagos ocorrem principalmente em supermercados, drogarias, lojas de games, lojas de departamento, eletroeletrônicos e livrarias, mas se encaixam bem em diversos segmentos do varejo.

2. Comercializar conteúdo pré-pago não exige investimento em estoque

O varejista que quiser vender pré-pago não precisa investir em estoque. Os cartões só são ativadosno no caixa da loja. Com isso, a perda é zero o que aumenta a variedade de oferta sem investimento.

3. O varejista agrega valor para o consumidor

O valor agregado de produtos como cartões pré-pagos de serviços como Netflix, games online e Google Play por exemplo, é indiscutível. São esses cartões que possibilitam o acesso de consumidores desbancarizados a conteúdos diversos, nos quais não poderiam comprar sem o uso de cartão de credito. “Atualmente, mais de 40% da população adulta não é bancarizada”, diz Rogério Lima, diretor de marketing da epay Brasil.

4. O consumidor acaba gastando mais do que o valor do cartão pré-pago da loja

“Cada vez mais o brasileiro utiliza cartões-presente de várias lojas tanto para consumo próprio quanto para dar de presente”, diz Rogério. Quemganhaum cartão pré-pago acaba consumindo mais do que o valor carregado, aumentando o ticket médio da loja. Além disso, aproximadamente 10% do total dos cartõesvendidos ficam com valor residual – que não é utilizado pelo consumidor, e que após o prazo de vencimento pode se transformar emmargem adicional para o varejo.

5. Cartões podem ser temáticos

As lojas podem mudar a “cara” dos cartões de acordo com a sazonalidade do varejo e temas específicos, por exemplo “Vale-fralda”, que nada mais é do que um cartão pré-pago tematizado, porém direcionando a uma necessidade especifica. “Isso funciona bastante para presentes”, diz Rogério. “A loja pode fazer cartões de páscoa, natale temáticas diferentes na arte do cartão para gerar engajamento e reconhecimento da marca.

6. Cartões pré-pagos aumentam a rentabilidade

Na média, a venda de cartões aumenta em 15% a rentabilidade do varejista. “Mas esse percentual varia em decorrência da operação e do nível de infraestrutura do varejo.

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Congresso Cards Payment & Identification 2016 discute o papel disruptivo das fintechs

Nunca se ouviu falar tanto no Brasil em fintechs, startups de tecnologia que desenvolvem soluções para o mercado de finanças, com a proposta de desburocratizar o serviço, tornando o atendimento ao cliente mais ágil e personalizado. Embora ainda seja cedo para prever o futuro dos bancos e o impacto que as fintechs trarão às instituições tradicionais, o certo que é que essas empresas estão em franca expansão. Por isso mesmo, o tema terá um espaço de destaque no Congresso Cards Payment & Identification, promovido pela Informa Exhibitions de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte.

As fintechs se caracterizam pela adoção de tecnologias disruptivas, que vão ao encontro a um consumidor cada vez mais digital. Uma pesquisa do Goldman Sachs mostra que 33% dos millennials acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos; metade diz esperar que seus serviços sejam prestados por startups.

Durante o Congresso Cards Payment & Identification, Thiago Alvarez, co-fundador do GuiaBolso, fará uma palestra em que apresentará o case de sucesso do aplicativo de gestão financeira GuiaBolso, que exibe o extrato da conta corrente de bancos diferentes, categoriza os gastos (mercado, bar, saúde, compras) e mostra como está a saúde financeira do cliente. A tecnologia atua como uma ponte para o internet banking, onde o cliente utiliza normalmente o login e senha. Criado há três anos, a fintech GuiaBolso tem cerca de 1,6 milhão de usuários ativos no Brasil e já recebeu R$ 30 milhões de fundos dedicados às fintechs.

Também participará do debate sobre desburocratização do sistema financeiro e do potencial das fintechs no Brasil o CEO da Vindi & Pagamento.me, Rodrigo Dantas. “Simplificar a vida das empresas que vendem planos de assinaturas ou recebem pagamentos mensais de clientes fixos é o principal atrativo da Vindi. Outro ponto positivo é a diminuição da inadimplência, já que ataca o problema ao automatizar o envio de e-mails de cobrança”, destaca Dantas.

De acordo com o Radar FintechLab, com dados da Clay Innovation, cerca de 150 startups já atuam nesse segmento no País, divididas em nove categorias. Entre elas estão o setor de pagamentos, empréstimos, gestão financeira, seguros, entre outros. Um dos casos mais conhecidos é o da Nubank, que oferece um cartão de crédito com ausência de taxa de anuidade e outras tarifas, além da cobrança de juros mais baixos do que a média do mercado. A startup foi lançada em 2013 e conta com mais de 100 mil usuários.

Assim como a Nubank, outras fintechs querem revolucionar as intermediações financeiras para pessoas físicas e empresas. Segundo a CEO da Stone, Verena Stukart, a proposta é facilitar a vida dos usuários, seja por pagamentos ou em financiamentos colaborativos, como os crowdfundings, as populares “vaquinhas digitais”, em que as pessoas doam dinheiro para alguma produção cultural ou outras iniciativas de interesse coletivo.

A Stone é uma startup adquirente de cartão de crédito 100% brasileira, autorizada pela Visa e Mastercard a realizar diversas transações. O diferencial da Stone é que ela vai além do meio virtual e também passa a atender de forma física. Como é licenciada para efetuar pagamentos em todo o território nacional, vem se destacando na oferta de serviços para otimizar o processo de vendas e reduzir a despesas de processamento para os estabelecimentos comerciais.

Regulamentação

Muitos especialistas acreditam que a atuação das fintechs que oferecem determinados serviços financeiros deveria ser regulada pelos mesmos órgãos que cuidam dos bancos. A Febraban, no entanto, não tem um posicionamento institucional sobre o assunto.

Segundo a Goldman Sachs, é possível que os bancos venham a perder até US$ 4,7 trilhões anualmente para as fintechs. A tendência é que as instituições financeiras invistam cada vez mais em inovação, se aproximando das startups, seja para adquiri-las ou para descobrir novas formas de se reinventarem.

Diferenciais das fintechs

• Comodidades do acesso digital
• Eliminação de processos burocráticos
• Concentração em um único contato para tomar crédito mais barato
• Atendimento em território nacional
• Possibilidade de conectar clientes que não possuem acesso a determinados produtos com taxas menores
• Agilidade na distribuição de produtos de crédito com garantia, o que em alguns casos, ajuda o banco a ser mais eficiente no processo de venda

Como funciona?

O funcionamento depende da ferramenta utilizada. Há casos de crédito com garantia que oferecem taxas menores por ser uma modalidade de risco menor: utiliza-se empréstimo com garantia de imóvel, cuja taxa mensal é de 1,05% mais correção monetária. No caso da garantia de automóvel, as taxas são de 2% ao mês.

Em algumas fintechs há lista de espera. Os cadastros são realizados pelo site da empresa ou por indicações. Nos dois casos os pedidos serão analisados, sendo liberados de acordo com o perfil do cliente.

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Seal Tecnologia anuncia parceria com NBrands e busca fortalecer a atuação de soluções de automação com código de barras e mobilidade via e-commerce

Com foco em sua estratégia de crescimento para 2016, a Seal Tecnologia que atua há 28 anos no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio, RFID e etiquetas eletrônicas, assume estratégia forte para vendas em e-commerce e alia-se a NBrands, empresa especializada em soluções de comércio eletrônico voltados ao segmento de Captura Automática de Dados (AIDC) e Automação Comercial (AC).

Para fortalecer sua presença online, a Seal Tecnologia passa a atuar em conjunto com a NBrands, sediada na cidade de Itajubá (MG) que ficará responsável pelo desenvolvimento, manutenção e atendimento comercial dos canais eletrônicos – SealStore.com.br e mais de 10 lojas virtuais focadas neste segmento. Juntas, as empresas iniciam esta nova fase já fortemente posicionados na oferta, venda e integração das principais marcas do mercado, tais como Zebra, ZebraCard, Honeywell, Datalogic, Bematech, Argox, Gertec, Cipherlab, Epson, Dimep, entre outras. Da mesma forma, a Seal passa a integrar o atendimento às oportunidades de venda de soluções e projetos de ambas as empresas, inclusive adicionando novas marcas à sua oferta. Por meio de um time de especialistas dedicados à pesquisa e ao desenvolvimento de inovações e melhorias tecnológicas, as companhias visam oferecer às empresas, segurança e facilidade na compra de equipamentos robustos móveis.

A Seal, maior integradora de soluções de mobilidade do Brasil, possui grandes clientes referência em setores como varejo e indústria e foca a sua atuação em importantes pilares que buscam aumento de produtividade e redução de perdas para as empresas. Dessa maneira, a ideia é transferir todo esse conhecimento e capacidade para as empresas que compram via internet como forma de valor adicional.

“Essa integração com a Seal será uma soma de competências que nos tornará muito fortes e com totais condições de atender à todas as demandas que isoladamente tínhamos limitações. O mercado carecia de um player com este perfil, que unisse o alcance do e-commerce na comercialização de produtos de alto giro com a capacidade de integração e implantação de soluções. Nunca fomos concorrentes, e agora atuaremos juntos para crescer no mercado de e-commerce”, afirma Edson Yoshida, CEO da NBrands.

Com a parceria, a atual loja online da Seal (www.sealstore.com.br) irá passar por uma remodelagem e deve se tornar um dos carros chefe do projeto. Para Wagner Bernardes, CEO da Seal Tecnologia, “a forte presença online da NBrands, conquistando reconhecimento e visibilidade na internet, foi importante para a parceria, permitindo uma atuação mais consolidada no mercado de e-commerce”.

“A atuação da Seal como integradora permanece inalterada. Continuaremos a atender nossos clientes tradicionais com todo o nosso portfólio de serviços e produtos. Essa estratégia de investimento no mercado de e-commerce vem de encontro a demandas existentes em mercados não atendidos pela Seal até então”, disse Bernardes.

Em 2015, as vendas realizadas em e-commerce brasileiros apresentaram um crescimento nominal de 15,3% em comparação com 2014, com faturamento de R$41,3 bilhões, segundo dados do E-bit, empresa de informações sobre o comércio online no Brasil. “Já estávamos percebendo a força do e-commerce, que manteve crescimento no ano passado e se mostrou uma ferramenta eficiente, e por isso decidimos investir nesse mercado”, afirmou Bernardes.

Com uma forte estratégia de crescimento para 2016, a Seal amplia sua presença online por meio de sites responsivos e completos, enquanto se mantém forte nas outras frentes e modelos de atendimento.

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Arezzo expande negócios por meio de estratégia de pagamentos

A Arezzo & CO é hoje considerada a maior empresa de varejo de calçados femininos da América Latina, e com apenas dois anos utilizando a plataforma de pagamento da Adyen, empresa global de pagamentos multicanal, conseguiu otimizar o seu volume de vendas. Esta parceria expandiu a eficiência do e-commerce da Arezzo, disponibilizando uma maior velocidade em suas transações, aliada a capacidade de gerenciamento de riscos e a facilidade na análise no background de pagamentos.

A Adyen foi escolhida como a plataforma de pagamentos da Arezzo, pois a companhia buscava um fornecedor que entregasse inovação no mercado e pronta para integração com a hybris, marca de software de comércio eletrônico multinacional da alemã SAP, que suporta as vendas do site da empresa. O processo de escolha de um novo serviço de pagamento fez parte das atualizações que a Arezzo faz constantemente em seu e-commerce.

“Buscávamos um parceiro que pudesse tornar possível a visão da Arezzo de um comércio digital multicanal, e encontramos na solução da Adyen os melhores benefícios para o nosso negócio. Hoje não existe mais barreira entre o físico e o online, ambos tem que coexistir e ser complementar, e a Adyen entra nesse cenário como um dos pilares para viabilizar esta atuação”, diz Maurício Bastos, Head de Omni-commerce da Arezzo.

Com a extensão da Adyen, a empresa se beneficiou de um processo fácil e rápido de integração e pôde oferecer todos os principais métodos de pagamento. Ferramenta como o RevenueProtect, disponibilizada pela Adyen, foi capaz de criar um perfil de cada comprador, por transação, proporcionando o checkout sem atrito aos clientes da Arezzo. Este sistema somado a conveniência de disponibilizar aos seus clientes a opção de pagar da forma que preferir se tornou uma maneira estratégica de fidelizar o público alvo e, por consequência, as taxas de conversão de vendas da companhia aumentaram na fase de checkout.

“Nós tivemos as nossas necessidades atingidas com funcionalidades em constante inovação, códigos abertos para otimizar a comunicação com a nossa tecnologia de e-commerce, tudo isso em uma plataforma única, robusta, transparente, simples e com suporte técnico 24/7”, comenta Bastos.

A plataforma da Adyen, ainda disponibiliza em seu backoffice diferentes tipos de análises e relatórios detalhados sobre transações em diversos países, auxiliando a tomada de decisões comerciais. Segundo Bastos, o conceito one-stop shop da Adyen agrega uma vantagem considerável aos negócios, reduzindo os custos associados a múltiplos provedores de pagamentos, em diferentes mercados.

“A Arezzo é uma empresa brasileira com visão global e que buscava um parceiro para concretizar seus planos de expansão em diferentes canais e que fosse capaz de integrar todas as suas soluções. Com a nossa operação conseguimos expandir os negócios digitais da marca, além de trazer inovação aos seus métodos de pagamento”, declara Jean Christian Mies, vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina.

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