Page

Author admin

Pandemia fez com que brasileiros se preocupassem mais com o futuro financeiro, revela estudo da Mastercard

A Mastercard, em parceria com a Americas Market Intelligence (AMI), realizou um estudo no final de 2020 com 13 países da região da América Latina e do Caribe (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, Porto Rico e Jamaica) para analisar as mudanças nos hábitos e no estilo de vida dos consumidores causados pela pandemia da Covid-19.

Os resultados da pesquisa revelam que a pandemia e o isolamento social tiveram um grande impacto no emocional dos consumidores. A nova realidade impulsionou diversos sentimentos negativos entre os brasileiros, 33% estão se sentindo menos felizes e 32% estão sentindo mais raiva do que antes. Os níveis de ansiedade também subiram, 54% dos entrevistados acreditam que o nível de ansiedade e estresse está maior agora do que antes e 43% estão sentindo mais medo.

O novo cenário mundial também foi um alerta vermelho para os brasileiros se cuidarem e se planejarem financeiramente. Cerca de 60% estão mais preocupados com o futuro financeiro, mas apenas 45% planejam economizar dinheiro para uma reserva emergencial. Por outro lado, 33% dos brasileiros entrevistados sofreram redução de renda neste período, e 11% foram demitidos de seus trabalhos.

O “novo normal” da rotina dos escritórios


Com os novos desafios impostos pelo distanciamento social, o Home Office se tornou uma realidade para empresas em toda a região e no Brasil não foi diferente, em pouco tempo, empresas tiveram que se adaptar para possibilitar o trabalho remoto. Segundo a pesquisa, 63% dos entrevistados brasileiros empregados trabalharam em casa durante algum período da quarentena.

Dos entrevistados, mais da metade espera retornar ao trabalho presencial ainda na primeira metade de 2021, além disso, 3% acreditam que isso só ocorrerá no segundo semestre e 13% planejam passar a trabalhar remotamente permanentemente.

Novos hábitos online


Com o comportamento digital cada vez mais inserido na rotina dos consumidores e, para compensar a ausência de atividades presenciais, novos hábitos online começaram a fazer parte de suas vidas e devem ser levados em conta. Dos entrevistados, 32% afirmaram que irão trabalhar em home office com mais frequência e 38% vão usar o online banking mais vezes em vez de realizarem transações bancárias em agências físicas.

Após sentirem os benefícios de comprar sem sair de casa, 36% dos entrevistados planejam realizar mais compras online do que físicas, e 27% planejam optar pelo delivery ao pedirem comida em casa.

“A pesquisa revela o grande impacto emocional que a pandemia teve em todos nós. A Covid-19 marca um ponto de atenção importante para que empresas atendam melhor às necessidades de seus funcionários e para que marcas desenvolvam produtos e soluções que suportem as novas necessidades do consumidor. Com espaço para que todos possam melhorar e evoluir, podemos ter certeza de que 2021 terá não apenas um consumidor evoluído, mas também uma indústria inteira transformada. E, à medida que os canais digitais continuam a crescer e ganhar a preferência do consumidor, sabemos que a nossa tecnologia desempenhará um papel fundamental no desenvolvimento de novos modelos de negócios para a indústria e em novas soluções para o consumidor”, afirma Sarah Buchwitz, Vice-Presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil.

Microsoft anuncia a plataforma LatamPartnerOne com foco na experiência dos parceiros

Há décadas, os parceiros estão no centro de como a Microsoft fornece tecnologias e transforma os negócios dos clientes em todo o mundo.  Por isso, é fundamental que a companhia ofereça uma plataforma de recursos, programas e ofertas para qualquer empresa que queira estabelecer uma parceria de sucesso com a Microsoft, e para aqueles que já são parceiros aproveitarem as oportunidades para inovar, agregar valor às suas ofertas e se conectar com clientes, outros parceiros e com a Microsoft. 

Para atender às necessidades das mais de 25.000 empresas parceiras na América Latina e ajudá-los a fazer cada vez mais, a Microsoft Latin America lançou o LatamPartnerOne, uma plataforma que maximizará a importância de nossas parcerias, fornecendo ferramentas para ajudar a simplificar os negócios e ajudar os parceiros a escalar através dos vários programas. Para as empresas que desejam se tornar um Parceiro Microsoft, através da seção Torne-se um Parceiro da plataforma, elas encontrarão informações importantes sobre como se registrar no programa Microsoft Partner Network (MPN) e todas as informações necessárias para iniciar suas jornadas como parceiros. 

Por meio desta plataforma, os parceiros terão acesso à programas, recursos e uma forte expertise do setor para permitir a transformação de ideias em soluções, acessarem ao mercado mais rapidamente, venderem com a Microsoft e atuarem em uma vasta base de clientes. A plataforma LatamPartnerOne será exclusiva para parceiros da Microsoft na América Latina, novos e existentes, e estará disponível em 3 idiomas – inglêsportuguês e espanhol, fornecendo acesso à notícias e incentivos de negócios personalizados, nosso calendário de eventos, casos de sucesso, badges, criação de perfis, como se tornar um parceiro e muito mais, em uma jornada personalizada por público e competência. 

“Estamos sempre buscando criar oportunidades inovadoras que capacitem nossos parceiros e clientes, e a LatamPartnerOne é a plataforma que nos ajudará a alcançar esse objetivo. Acreditamos muito no sucesso de nossos parceiros, e em fazer o que está ao nosso alcance para tornar esse sucesso possível. A LatamPartnerOne será o lugar onde eles poderão seguir suas jornadas para o sucesso”, comenta Danni Mnitentag, vice-presidente de Parceiros na Microsoft Brasil. 

85% dos tomadores de decisões B2B dos parceiros da Microsoft utilizam as comunidades online nas pesquisas sobre tecnologia e negócios. Por isso, como uma experiência digital sempre disponível, a LatamPartnerOne reforçará a importância de fornecer uma comunicação consistente e facilitar o consumo de conteúdo em um ambiente digital personalizado, além de uma experiência online aprimorada para ajudá-los a alcançar mais. 

A Microsoft está ciente de que seus parceiros estão cada vez mais expostos a programas concorrentes e outros programas de marketing de relacionamento em seu dia a dia, remodelando constantemente suas expectativas. Eles valorizam a personalização, simplicidade, conveniência, a transparência e a capacidade de resposta, e a LatamPartnerOne oferece todos esses recursos e muito mais.  

“Queremos receber todos os nossos parceiros na LatamPartnerOne, com um objetivo compartilhado de alcançar o sucesso de nossos clientes. Quando trabalhamos juntos, podemos realizar mais. Queremos que eles nos vejam como uma empresa com a qual eles desejam colaborar”, afirma Mnitentag. 

A Microsoft escuta continuamente a comunidade e busca feedback sobre suas iniciativas e programas, para que possa direcionar seus esforços e ajudar os parceiros a superar os desafios, evoluir para atender às oportunidades do mercado e acelerar o crescimento de seus negócios e de seus clientes. Por meio de suas ferramentas, a Microsoft ajuda seus parceiros a fornecer experiências positivas aos clientes, acompanhando seu sucesso e sempre solicitando o feedback dos parceiros para entender melhor a qualidade de soluções, o valor agregado e o impacto nos resultados. 

A Microsoft incentiva todos os seus parceiros na América Latina, existentes e novos, a acessar a LatamPartnerOne, começar sua jornada como parceiros da Microsoft, reimaginar seu relacionamento com a empresa e avançar em seu caminho de transformação digital, tornando-se parte do ecossistema de parceiros mais amplo da Microsoft. 

Por que o ship from store se tornou tão importante após a pandemia de covid-19?

Por Renato Junoy, Diretor Executivo da Eu Entrego, startup de entregas colaborativas

Por muito tempo, uma compra realizada no e-commerce seguia um modelo clássico no frete: o consumidor disponibilizava o CEP e a página mostrava o tempo estimado e o preço para aquela compra. Quando muito, era possível escolher o formato de entrega mais rápido (com preço elevado) ou demorado (mais em conta). Contudo, o usuário mais atento já percebeu um novo movimento: marcas que possuem lojas físicas, como as grandes redes varejistas do país, estão colocando seus pontos de venda como verdadeiros centros de distribuição para agilizarem o envio de pedidos e baratearem os custos tanto para eles quanto para os consumidores. Uma alternativa que se tornou ainda mais vantajosa após a pandemia de covid-19 e a suspensão das atividades presenciais em grande parte dos segmentos.

Este conceito tem nome: ship from store (entrega na loja, em tradução livre) e compreende a utilização da loja física como uma espécie de centro de distribuição, entregando produtos que estão em seu estoque para compras realizadas digitalmente naquela região. É um modelo que já estava em alta antes mesmo do avanço do novo coronavírus – e a doença apenas reforçou sua necessidade. Afinal, ele atende a um desejo cada vez maior dos consumidores em receber suas compras on-line de forma rápida e com o menor custo possível.

Essa proposta tornou-se necessidade estratégica a partir de 2020 por dois motivos principais. O primeiro deles é um problema crônico das vendas on-line: o custo de frete. Diversas estimativas de mercado mostram que sete em cada dez carrinhos são abandonados pelos consumidores, com o valor a ser pago pela entrega como um dos principais motivos para desistência do pedido. O segundo motivo se relaciona a esse novo momento vivido por consumidores e empresas. As medidas de isolamento social, com o fechamento das lojas físicas, fez as vendas digitais crescerem exponencialmente – e os consumidores se acostumaram com essa conveniência de receber produtos em casa.

Evidentemente, as lojas físicas que desejam aproveitar a possibilidade de agilizar entregas de compras digitais precisam se preparar. O principal ponto envolve a tecnologia. Ou melhor, uma solução capaz de automatizar esse processo para garantir que o consumidor tenha essa opção no momento da compra, identificando em tempo real quais lojas mais próximas têm o item em questão em seus estoques. É uma etapa fundamental porque qualquer erro pode desencadear uma sequência que compromete a experiência de compra como um todo. O desafio, portanto, é transformar a loja física em um hub logístico com processos, tecnologia e treinamento especializado para separar, identificar e transportar os produtos.

Felizmente, hoje o lojista já tem à disposição startups logísticas que realizam esse serviço de forma prática, simples e eficiente. São plataformas que atuam além da simples entrega, mas se posicionam como omnienablers, isto é, como facilitadoras de processos que potencializam a transformação digital do varejo como um todo. São soluções que conseguem atender à proposta da entrega last mile (última milha), essencial para o ship from store funcionar, mas que conseguem criar procedimentos internos para fazer da loja física um verdadeiro centro de distribuição para compras on-line efetuadas em seu raio de atuação.

Se falar em “novo normal” chega a ser clichê diante dos desafios impostos pela pandemia de covid-19, aceitar que esse período difícil que estamos vivendo acarreta profundas transformações nos hábitos e comportamento dos consumidores significa ter consciência do que vem pela frente. Parte dessa mudança passa justamente pela maior eficiência logística, entregando compras com rapidez e sem grandes custos, possibilitando que as pessoas possam usufruir no conforto de seus lares de todas as vantagens que a tecnologia tem a proporcionar em nossas vidas.

Days Sales Outstanding: por que as empresas devem monitorá-lo?

É possível que muitas empresas nunca tenham ouvido falar em “Days Sales Outstanding”, mas o DSO, como é conhecido, é um indicador que aponta a média de dias que uma empresa leva para receber uma venda. Utilizado por especialistas de crédito e investidores, o DSO é fundamental para avaliar a capacidade de uma empresa em converter o Contas a Receber em dinheiro.

Em 2020, a equipe de monitoramento de crédito da Euler Hermes verificou uma piora significativa deste indicador em escala global. Com a pandemia, a média global do DSO aumentou em mais dois dias, indo de 64 para 66 dias. A previsão dos especialistas é que suba mais dois dias em 2021 – atingindo o nível mais alto da última década.

Figura 01: DSO global vs. PIB Global

Fontes: Global Insight, Euler Hermes

O que o DSO diz sobre uma empresa?

Calcular o DSO é uma coisa, mas saber interpreta-lo é outra.

“A melhoria do indicador só faz sentido quando analisada junto com a estratégia de negócio. O DSO deve ser analisado conforme o segmento da empresa, suas necessidades de caixa e fluxos de pagamento a fornecedores ”, explica o diretor comercial da Euler Hermes Brasil, Luciano Mendonça.

De acordo com Mendonça, tal como acontece com o capital de giro, a variação do DSO de um período para o outro conta mais do que seu valor absoluto.

Exemplo 1: a Empresa A está acostumada a vender a prazo em seu mercado interno – normalmente em torno de 27 dias – mas agora está expandindo para um país estrangeiro, com um grande cliente que acaba demorando mais para pagar as faturas – cerca de 60 dias. Novos clientes com prazos de pagamento mais longos vão causar a variação do DSO de 27 dias para 45 dias. Do ponto de vista de fluxo de caixa, vai levar mais tempo para a empresa receber pelas suas vendas e, portanto, vai mudar a necessidade de financiamento de sua operação.

Exemplo 2: a Empresa B tem uma base de clientes fiéis e regulares,  e geralmente permite um prazo de pagamento de um mês. Por vários meses, seu DSO se estabilizou em 30 dias.

Comparando-as, a empresa A teve um aumento de DSO e, como consequência, uma deterioração do fluxo de caixa. Esta empresa necessita ajustar o fluxo de pagamento a fornecedores para um prazo condizente com o prazo de recebimento de clientes, ou suas necessidades de financiamento aumentarão.

“Financeiramente falando, é sempre bom diminuir o DSO. No entanto, comercialmente falando, em alguns casos, pode ser mais vantajoso conceder boas condições de pagamento a um cliente específico, com o objetivo de ganhar uma negociação importante. Isso aumentará o DSO, mas não é de todo ruim se for feito calculadamente para ganhos de market share, por exemplo”, acredita Mendonça.

O diretor também aconselha a comparação da performance do indicador entre empresas semelhantes no tamanho e no segmento: se o DSO de uma companhia está bem acima da média das outras empresas do setor, a empresa tem um problema de eficiência.

Em escala global, os setores com os DSOs mais altos são construção, eletrônicos e maquinário levando mais de 80 dias, em média, para receber os pagamentos de uma venda – em comparação com a média geral de 65 dias.

Antes de realizar qualquer prospecção no exterior, também vale verificar o DSO médio do país como base para estabelecer o modelo da operação. O DSO médio varia consideravelmente de país para país: sendo de 44 dias na Nova Zelândia – o mais baixo – a 90 dias na China – o mais alto.

Uma vez que o DSO de destino foi definido, é preciso acompanhar seu desempenho com regularidade, especialmente quando começar a trabalhar com novos clientes.

Como melhorar o DSO?

Existem várias maneiras de aprimorar o desempenho deste indicador:

  1. Reduzir condições de pagamento: pagamento à vista e desconto por pagamento antecipado são boas táticas;
  2. Fortalecer o processo de faturamento: melhorar o DSO geralmente requer foco em garantir que as faturas estão sendo entregues no prazo, contêm todas as informações necessárias e estão livres de erros. Qualquer um destes fatores impacta o tempo de recebimento;
  3. Aprimorar o gerenciamento do Contas a Receber: investir em análise e monitoramento de crédito e definir processos de recuperação de dívidas, aumenta a eficiência da gestão dos recebíveis;
  4. Contratar um seguro de crédito: essa alternativa continua sendo uma das soluções mais eficientes para garantir a estabilidade do DSO. Com uma apólice, a empresa vendedora estará segura caso algum crédito não possa ser recuperado, assegurando a proteção do fluxo de caixa.

Mais do que diminuir o DSO, é importante mantê-lo sob controle: um DSO crescente é um sinal de que a empresa pode estar perdendo o controle do fluxo de caixa e isso pode ser fatal, ainda mais em um cenário de pandemia. Para assegurar a perenidade e o crescimento dos negócios, é imprescindível que o financeiro de cada empresa monitore regularmente este indicador e busque, constantemente, otimizar a gestão dos recebíveis.

Startups do varejo captam US$ 678 milhões em 2020 e têm o melhor ano da história

As retailtechs, como são chamadas as startups dedicadas para a transformação digital do varejo, captaram US$ 678 milhões em 2020, volume recorde distribuído em 40 rodadas. O montante acumulado ao longo dos últimos doze meses é 30% superior ao volume investido no setor em 2019, ano que atingiu a marca de US$ 521 milhões. Os dados são do Inside Retailtech Report, levantamento mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito.

“A pandemia trouxe uma série de mudanças de comportamento no consumidor e isto, por sua vez, impulsionou modelos de negócios das retailtechs. Falamos aqui de startups que trazem tecnologia para o varejo, muitas vezes viabilizando o comércio online”, afirma Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito. “Sem dúvida alguma, este modelo foi validado em escala pela população, que entendeu que pode consumir pela internet com segurança. A digitalização do varejo ganhou então velocidade e escala e é natural que estas empresas atraiam mais atenção do mercado”, completa.

Em dezembro de 2020, uma das startups que receberam investimento foi a Dolado, plataforma que tem como objetivo digitalizar pequenas e médias empresas, apresentando ao consumidor comércios do entorno. A retailtech captou US$ 2,2 milhões em uma rodada liderada pela Valor Capital Group que ainda contou com Global Founders Capital, Provence, Norte Capital e outros investidores anjo.

Fusões e aquisições

Em 2020, o setor também alcançou um recorde no número de fusões e aquisições. Até o momento, foram realizadas 18 movimentações desta natureza. Já são sete a mais do que o total registrado em 2019, que somou 11 M&As. Dentre os M&As que foram realizados neste ano, destaca-se a aquisição da plataforma de pagamentos Vindi pela LocaWeb. A transação foi realizada em outubro, com valor de US$ 32,3 milhões.

Raio-X

De acordo com o levantamento, o Brasil conta hoje com 731 retailtechs. A maior parte delas, se volta para soluções focadas na operação do varejo (28,5%). A segunda categoria que mais reúne startups é a de e-commerce (22,7%), englobando aqui empresas exclusivas do comércio online. Em terceiro lugar estão aquelas que atuam no engajamento do consumidor (17,5%).

Tendências do setor

De acordo com o levantamento, em 2021, as startups que atuam com e-commerce novamente irão repetir o feito do último ano e continuar como o destaque do setor. O estudo estima que, ao menos 20 aportes em estágios avançados (Series A e superiores), devam ocorrer no setor ainda este ano. Além disso, a expectativa é que o ticket médio destas rodadas continue a aumentar.

Soluções de omnichannel

O estudo também traz um panorama geral das startups nacionais que atuam com omnichannel — solução para a integração entre diversos canais, seja de venda, marketing ou atendimento, com o objetivo de entregar uma experiência única aos consumidores. De acordo com o levantamento, essas empresas devem crescer no desde 2011 essas empresas atraíram US$ 418 milhões.

O levantamento revela, ainda, que 87% do volume total investido nestas empresas deve-se ao unicórnio VTEX, que já atraiu US$ 365 milhões. Outras startups do segmento que receberam aportes relevantes foram Nuvemshop (US$ 38,3 milhões), Digibee (US$ 5 milhões) e Loud Voice (US$1,5 milhão).

Runtalent divulga mais de 37 vagas de emprego na área de tecnologia

Na contramão da crise provocada pelo coronavírus, a Runtalent, empresa da mais antiga unidade de negócios do Grupo Essence e que foi criada para acelerar a entrega personalizada de profissionais qualificados para quaisquer que sejam os  projetos de TI de seus clientes, anuncia a abertura de 37 vagas para a área de tecnologia.

Com os avanços tecnológicos dos últimos anos e a constante corrida pela transformação digital, as áreas que envolvem novas tecnologias demandam cada vez mais profissionais para atuarem em empresas que necessitam de uma infraestrutura tecnológica para suportar operações e os sistemas online. Para suprir essa demanda, a Runtalent busca profissionais para 37 posições como: Analista Desenvolvedor PL/SQL, Desenvolvedor JAVA, Analista de Sistemas Front-End, Desenvolvedor Salesforce, Analista de Sistemas e outras. As vagas para diversas funções e níveis são distribuídas entre Alphaville, São Paulo e Minas Gerais, porém os profissionais de todo o país podem participar da seleção, pois as oportunidades podem ser exercidas remotamente.

Dentre os requisitos das vagas estão os perfis técnicos de acordo com cada função e também softs skills, como comprometimento, pró-atividade, trabalho em equipe, autonomia e organização. Durante este período de distanciamento social, a companhia adaptou processos de seleção com a realização de entrevistas, testes e contratações por meio virtual.

Para Adriana Matias, Head de Recursos Humanos, a Runtalent potencializa o sucesso nos negócios digitais através de especialistas em tecnologia. A empresa tem contribuído de forma assertiva nos projetos de seus clientes através de metodologias ágeis e inovadoras. Ainda conta com uma equipe de Business Partners responsável pelo acompanhamento dos profissionais e um time com Schedulers  para garantir a agilidade nas realocações dos projetos. “Com times 100% especializados em TI, a Runtalent oferece total suporte para os seus colaboradores, além de treinamentos e certificações, para que nossos parceiros estejam cada vez mais preparados para novas experiências profissionais em suas carreiras. Hoje, uma das principais preocupações do mercado é o desenvolvimento profissional. Temos ainda um olhar cuidadoso com nossos talentos, oferecendo um ambiente de constante aprendizado, treinamento e conhecimento em tecnologia. Aqui, nós valorizamos as experiências profissionais e pessoais, pois sabemos que o sucesso de um projeto depende das pessoas certas”, afirma a executiva.

Os novos contratados recebem em casa o kit de boas-vindas e equipamentos para auxiliar no trabalho, como computadores da companhia. Ao todo, desde o início da adoção do home office, mais de 270 profissionais entraram na empresa para atuar diretamente no mercado de tecnologia da informação, programação, análise de sistemas, entre outras áreas. Mais informações sobre as vagas podem ser encontradas no site da companhia.

Natura &Co é considerada uma das empresas mais sustentáveis do mundo

O grupo Natura &Co, formado por Avon, Natura, The Body Shop e Aesop, está entre as companhias mais sustentáveis do mundo, de acordo com a 17ª edição do ranking Global 100, elaborado pela Corporate Knights, empresa canadense de mídia e pesquisa, especializada em sustentabilidade corporativa. Natura &Co ocupa a 42ª posição entre as 8.080 avaliadas, e é a primeira colocada na categoria Empresas de Cuidados Pessoais. Essa foi a primeira vez que o grupo foi listado no ranking – a Natura esteve presente em 11 edições consecutivas dele, nos anos anteriores.

O anúncio foi realizado nesta segunda-feira (25) em uma mesa-redonda virtual em que CEOs de quatro companhias – incluindo Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Administração e principal executivo de Natura &Co – debateram a evolução para uma economia com zero emissões de carbono.

De acordo com a pesquisa, organizações sustentáveis são as mais longevas e tendem a demonstrar um desempenho financeiro superior. Nos últimos 15 anos, as companhias do Global 100 tiveram um retorno de investimento de 263%, acima de outros índices de mercado.

O Global 100 do Corporate Knights é baseado majoritariamente em dados públicos, e sua metodologia inclui até 24 indicadores-chave de performance, que contemplam temas como: receita de produtos e serviços alinhados a objetivos sustentáveis, diversidade de gênero na gestão, emissões de carbono, consumo de água, salários, segurança no trabalho, entre outros. A classificação dessa edição também contou com novos indicadores, que destacam preocupações sociais, como licença médica remunerada, diversidade racial de executivos e conselheiros e investimentos com impacto socioambiental positivo.

Compromisso com a Vida

Natura &Co divulgou no ano passado o seu “Compromisso com a Vida”, visão estratégica de negócios e sustentabilidade para 2030, que abrange metas de proteção à Amazônia, combate à crise climática, proteção aos direitos humanos e incentivo à economia circular. Alguns dos objetivos da companhia incluem zerar emissões líquidas de carbono, reunir esforços coletivos para acabar com o desmatamento da Floresta Amazônica até 2025, aumentar a diversidade na liderança do grupo e promover a circularidade de embalagens, para que 100% de seus materiais sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis.

BTG Pactual abre vagas para recém-formados

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, está com inscrições abertas para o programa Próxima Geração, dedicado a identificar, contratar e treinar jovens talentos que farão parte da próxima geração do time BTG Pactual. Os aprovados terão desenvolvimento e acompanhamento constante por parte dos líderes de suas respectivas áreas de atuação.

“Desenvolver e aperfeiçoar os nossos talentos é parte fundamental do nosso sucesso, e garante a perenidade de nossa cultura e nossos valores. Buscamos jovens com muita dedicação e vontade de crescer profissionalmente, desenvolvendo e construindo, em equipe, um negócio único e especial na indústria financeira, que passa por intensa transformação”, diz Mateus Carneiro, sócio responsável pelo RH do BTG Pactual.

As inscrições para o Próxima Geração vão até 31 de janeiro, e há vagas para diversas áreas do banco, como BoostLAB, BTG Pactual Digital, BTG+ e BTG+ Business, Compliance, Auditoria Interna, Decode, Unidade de Varejo Digital, Eventos, Finanças, Fundos, Marketing, Jurídico, Operações, RH, Tecnologia, entre outros. Para conhecer mais cada área, acesse o site e se inscreva. Para participar do processo seletivo, é necessário atender aos seguintes pré-requisitos: formação entre janeiro de 2018 a janeiro de 2021 e é desejável inglês fluente.

“Antes de sermos o Melhor Banco de Investimentos da América Latina, somos o Melhor Banco de Talentos da América Latina. Esse é o segredo de nosso sucesso há mais de 30 anos”, conclui Carneiro.

Yaman e Meu Futuro Digital visam transformar o Brasil por meio da educação em TI

A Yaman , consultoria ágil em engenharia e qualidade de software, e segurança cybernética, acaba de fechar uma parceria com o Meu Futuro Digital , movimento com o propósito de transformar o Brasil para se tornar o país do futuro do trabalho e da educação por meio da Tecnologia da Informação.

Através da parceria, a empresa, que tem como propósito entregar as melhores experiências digitais para o mundo todos os dias, vai auxiliar na capacitação profissional de jovens para o mercado de TI, beneficiando instituições de ensino, empresas contratantes, startups, governo, organizações não-governamentais, entre outras entidades. Além do patrocínio, os executivos da companhia atuarão como voluntários apoiando projetos da rede do MFD. A instituição também disponibilizará vagas de estágio para alunos do programa.

“O mercado de TI é rico em oportunidades, mas faltam profissionais qualificados para as vagas disponíveis. Com esta parceria, que vai muito além da parte financeira, vamos ajudar a melhorar este cenário, além de transformar a realidade de muitos jovens que estão iniciando no mercado de trabalho. Para nós é uma grande satisfação fazer parte de um projeto que traz benefícios em tantas frentes”, explica Afonso Acauan, Diretor de Estratégia e responsável pela iniciativa dentro da Yaman.

Transformando realidades

Meu Futuro Digital é uma associação sem fins lucrativos, fundada em fevereiro de 2020, que tem como objetivo duplicar a mão de obra qualificada em TI. De acordo com a BRASSCOM, hoje existem 1,5 milhão de profissionais de TI em atividade no Brasil. A expectativa do projeto é contribuir na elevação desse número para 3 milhões, dentro de oito anos. Com esse crescimento, estima-se também a duplicação do PIB de serviços de TI no mercado brasileiro, chegando a R﹩ 500 bilhões.

“A parceria com Yaman é fundamental para aumentarmos a entrada de profissionais na área da tecnologia da informação, visto que a empresa presta serviço de consultoria para importantes empresas de todo o Brasil e, neste momento, vem somar aos objetivos do Meu Futuro Digital. O mundo pós-pandemia é cada vez mais digital e precisamos incentivar os jovens para que conheçam as diversas oportunidades de atuação e entrem no mercado de TI”, afirma Rubem Duek, cofundador e CEO do Meu Futuro Digital.

Atualmente, o ecossistema Meu Futuro Digital conta com a colaboração de dezenas de organizações, entre empresas, ONGs, entidades governamentais e apoiadores. Algumas das frentes de trabalho do MFD são: Educação Tecnológica, acelerar e ampliar programas de capacitação em TI; Elas em Ação, que promove a inclusão de mulheres nas carreiras de tecnologia; e o Jovem Aprendiz, por meio da integração com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e o Instituto Via de Acesso; OBMEPER’s, conexão com jovens medalhistas e com menção honrosa da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

Brasoftware lança área de negócios dedicada a oferta da plataforma Adobe Experience Cloud

Com o objetivo de ampliar ainda mais a sua atuação nos setores de varejo e serviços B2C, que hoje representa 22% do negócio da companhia, a Brasoftware acaba de lançar uma nova divisão de negócios 100% dedicada a Adobe Experience Cloud. Com isso, a companhia, que já comercializava os segmentos Creative Cloud e Document Cloud passará a oferecer no Brasil o portfólio de soluções de experiencia digital da Adobe.

“Com a pandemia da Covid-19, os setores varejista e de serviços B2C investiram maciçamente em suas operações de e-commerce e digital, com isso, identificamos um aumento de 120% na procura por soluções de marketing digital, analytics e publicidade, essenciais para o comércio eletrônico. Entendemos que nossos clientes precisavam de soluções completas e integradas como a da Adobe Experience, e por isso decidimos criar uma estrutura dedicada para atender a estas demandas. Nossa expectativa é que em 12 meses, essa divisão seja responsável por 25% do faturamento da linha Adobe na companhia”, afirma Eduardo Sukarie da Brasoftware.

Segundo a Brasoftware, para suportar a estrutura, a área contará com uma equipe técnica e de negócios dedicada, bem como um trabalho muito próximo também da Microsoft, que conta com soluções complementarem as da Adobe e levam uma oferta integrada ao cliente.

Para a Adobe, que já vem aumentando a sinergia com a Microsoft para ofertar de forma integrada as soluções da Adobe Experience Cloud, a parceria com a Brasoftware também neste segmento é algo estratégico. “Estamos elevando a personalização da experiência do cliente a um nível totalmente novo. Essa plataforma oferece visualização 360º dos dados comportamentais do cliente, para atender, em tempo real, as suas necessidades nos diversos canais. A Brasoftware é um dos nossos principais parceiros no Brasil e com essa novidade, será possível garantir uma oferta integrada e completa aos nossos clientes”, explica Federico Grosso, Presidente da Adobe na América Latina.

A Adobe Experience Cloud oferece soluções de analytics, gerenciamento de conteúdo, teste A/B, DMP, automação de marketing e personalização em tempo real, que garantem aos clientes usufruir de experiências diferenciadas. De acordo com a Adobe, com todas essas soluções, uma empresa pode reunir na nuvem toda a sua tecnologia de marketing digital. É possível desde gerenciar conteúdo e entregar campanhas por e-mail, até segmentar audiências e customizar uma experiência multicanal do cliente, numa abordagem integrada.

Companhias apostam na nuvem híbrida e inteligência artificial da IBM para criar novos modelos de negócio

A IBM anuncia que provedores de soluções de tecnologia (Technology Solutions Providers) da América Latina estão utilizando IBM Cloud para oferecer soluções únicas e diferenciadas aos seus mercados, combinando sua propriedade intelectual com as capacidades de nuvem híbrida aberta e inteligência artificial (IA) da IBM.

Um estudo da IBM sobre a COVID-19 apontou que 64% dos executivos entrevistados estão propensos a adotar mais negócios baseados em nuvem. A IDC também relatou que, na era pós COVID-19, a nuvem híbrida é a tendência mais importante na América Latina, especialmente em cargas de trabalho críticas. Nesse cenário de transformação digital, no qual as organizações precisam de inovações que as acompanhem em sua jornada de crescimento, uma plataforma de nuvem híbrida aberta, somada a um ecossistema robusto, pode trazer flexibilidade, expertise e velocidade que as empresas precisam para alcançar a inteligência e resiliência na nova realidade de negócios digitais.

“À medida que navegamos por esses tempos e nos preparamos para o futuro, a IBM continuará com foco na oportunidade de mercado de nuvem híbrida de US$ 1,2 trilhão, cocriando e colaborando com nossos parceiros e investindo fortemente em áreas como a inovação aberta, segurança e serviços de entrega de alto valor por meio da nuvem. Os provedores de soluções de tecnologia têm um papel importante no suporte a empresas na América Latina em suas jornadas de transformação digital, pois as ajudam com a velocidade e agilidade necessárias para prosperar com as soluções de nuvem híbrida e IA”, disse Ana Zamper, Líder de Ecossistema da IBM América Latina, da IBM.

Seja construindo novos aplicativos ou migrando os existentes, os provedores de soluções de tecnologia podem gerenciar os requisitos dos clientes com a abordagem de nuvem híbrida aberta da IBM, com foco no desenvolvimento e gerenciamento de aplicativos de missão crítica das empresas na nuvem mais segura para os negócios. Um exemplo é a Senior Sistemas, uma das maiores empresas especializadas em tecnologia de gestão do Brasil e a primeira integradora de TI da América Latina a incorporar IBM Watson em uma solução de planejamento de recursos empresariais (ERP).

A Senior Sistemas é referência nacional em tecnologia para gestão, tendo como grande força suas plataformas de ERP, englobando soluções de HCM, WMS, TMS e Acesso e Segurança. Sempre atenta às necessidades do mercado por agilidade na tomada de decisão dos negócios e pela melhoria na experiência do usuário, hoje a Senior traz o ERP senior X em IBM Cloud – conectado com a inteligência artificial de IBM Watson para automatizar fluxos e otimizar processos.

“O ERP senior X oferece maior integração de dados e acesso a informações e relatórios de forma eficiente. O ERP que atende a realidade de hoje precisa estar pronto para suportar o futuro volume de aplicativos, com experiências diversas e mudanças constantes. Investimos no novo ERP senior X justamente para que ele seja o núcleo confiável e apto para habilitar facilmente esses novos cenários de mercado. IBM Cloud compreendeu essa necessidade viabilizando flexibilidade e segurança com recursos avançados de IA para dados, atendendo este nosso olhar estratégico. IBM Cloud oferece flexibilidade e segurança com recursos avançados de IA para dados, atendendo aos requisitos para aplicações de grande nível de interação e necessidade de agilidade”, explica o Diretor de Marketing e Produto da Senior Sistemas, Jean Paul Vieira.

Seguindo as tendências digitais da área de Recursos Humanos, um movimento natural que já acontecia muito antes da pandemia, a Senior também apresentou em 2019, para o mercado, a Sara no WhatsApp, uma assistente virtual baseada em IBM Watson Assistant e criada pela empresa para oferecer aos gestores um suporte de informações relacionadas a recursos humanos 24 horas por dia, 7 dias da semana via smartphone.

“Com a Sara no WhatsApp é possível solicitar folhas de pagamento, saldo de férias, entre outras informações. A Sara coloca a tecnologia a serviço das pessoas. A automação do atendimento do RH potencializa a gestão de pessoas, agilizando as funções rotineiras”, destaca o Diretor de Marketing da Senior.

Com a tecnologia de inteligência artificial IBM Watson rodando em IBM Cloud, a Sara já tem se consolidado como solução inovadora para experiências entre funcionário e empresa.

A Senior Sistemas faz parte do ecossistema de nuvem híbrida da IBM, uma iniciativa para oferecer suporte a parceiros de todos os tipos – estejam eles utilizando, prestando serviços ou revendendo tecnologias e plataformas IBM – para ajudar os clientes a gerenciar e modernizar cargas de trabalho com Red Hat OpenShift para qualquer ambiente de nuvem, incluindo IBM Cloud. Red Hat OpenShift é a plataforma empresarial de Kubernetes líder do mercado. IBM Cloud é a nuvem pública para negócios mais segura e aberta do mercado. Com sua liderança em segurança, recursos de nível corporativo e suporte para tecnologias de código aberto, IBM Cloud foi projetada para diferenciar e estender os recursos de nuvem híbrida para cargas de trabalho corporativas.

Bossa Nova investe na M&ATech STARK

STARK, considerada a primeira M&ATech do Brasil, anuncia captação de investimento seed money da Bossa Nova Investimentos, micro Venture Capital que investe em Startups com atuação em todo território nacional. O montante foi levantado no comitê de investimentos, criado pela investidora, sob liderança de João Bezerra, para aportar R﹩ 5 milhões em fintechs brasileiras.

A STARK conecta investidores e empresários do middle-market que possuam faturamento anual acima de R﹩ 20 milhões – a régua é de R﹩ 12 milhões para empresas de tecnologia – dispostos a avaliar propostas de investimento, fusão ou aquisição.

“Vimos a tecnologia causando a disrupção de diversos nichos do mercado financeiro enquanto os processos de M&A ainda eram conduzidos de forma ineficiente, lenta e cara por boutiques e bancos de investimentos. Digitalizar este mercado passou a ser nossa obsessão diária. Hoje, a plataforma da STARK já consegue reduzir o tempo de roadshow (etapa de prospecção de potenciais investidores para uma transação) de 3 meses para menos de uma semana por meio do nosso sistema de matchmaking“, sinaliza o cofundador e CEO da STARK, João Vitor Carminatti.

“Nossa missão de tornar o M&A acessível para todo o ecossistema empresarial brasileiro só está no começo. Estamos felizes com a conclusão da rodada com a Bossa Nova Investimentos, pois além do capital, teremos em nosso conselho executivos que unem o melhor da inovação tecnológica ao mercado financeiro”, complementa Carminatti.

De acordo com João Bezerra, líder do comitê da Bossa Nova Investimentos, o principal objetivo da gestora com esse projeto é injetar recursos em negócios promissores para o mercado financeiro. “Sabemos o quanto as soluções tecnológicas são fundamentais para manter o setor em crescimento e a Stark se mostrou com um grande diferencial, que chamou nossa atenção. O aporte recebido agora é só o primeiro passo. O ano de 2020 foi de grande destaque para as fintechs e 2021 deve seguir na mesma linha e por isso, teremos ainda novos investimentos a serem anunciados e muitas inovações recebendo o reconhecimento devido”, explica Bezerra.

Em cinco meses, a STARK já assessorou o fechamento de cinco transações, que totalizaram R﹩ 130 milhões. Também cadastrou 190 teses com critérios de investimento dos principais fundos de venture capital, private equity e grandes empresas, que somam R﹩ 10,8 bilhões disponíveis para fusões e aquisições de empresas no Brasil.

Depois de ver seu faturamento aumentar 500% em 2020, a empresa espera crescer mais 300% em 2021. A expectativa é que, já no primeiro trimestre deste ano, a STARK fature a quantia alcançada em todo ano passado.

Dados da Visa mostram crescimento de quase 140% no faturamento do mercado de games no Brasil

O mercado brasileiro de games, que já vinha numa crescente nos últimos anos, registrou aumento exponencial em 2020. Segundo dados da Visa Consulting & Analytics, as transações de cartões Visa realizadas nas principais plataformas e consoles de jogos no último ano cresceram 140% em volume em relação à 2019. É possível também ver um aumento de 105% na quantidade de cartões realizando compras de jogos ou extensões, quando comparamos o período entre outubro de 2019 e setembro de 2020.

O alcance de negócios desse mercado cresce, principalmente, pela oferta de soluções diferenciadas, capazes de atender jogadores profissionais e os novos gamers (jogadores ocasionais), ao passo que as pessoas precisaram ficar em casa. O destaque dessa movimentação e aumento do volume de compras no mercado de games fica com os consumidores de alta renda: movimentaram 45% do total de transações entre abril e setembro do ano passado. No mês de setembro, inclusive, foi registrado um aumento de 35% nas transações entre os clientes de alta renda em comparação com o mesmo mês de 2019. Esse volume contribuiu para um aumento de 33% no faturamento daquele mês.

“Os dados mostram a relevância deste mercado. Percebemos que esses consumidores passaram a comprar muito mais jogos durante os meses da pandemia no Brasil, elevando o faturamento total. Por isso, além da inovação que este público busca, precisamos também oferecer a segurança e a performance que esperam na sua experiência de compra.”, explica Oscar Pettezzoni, diretor da Visa Consulting & Analytics.

Apesar de o ticket médio ter se mantido estável ao longo de 2020, em torno de R﹩ 51, é possível ver alguns picos como no mês de março, início da pandemia no Brasil, quando superou R﹩ 56. “Mesmo que a flutuação do câmbio tenha sido bastante considerável durante o ano, o volume de transações de cada mês, entre maio e setembro de 2020, superou o mês de dezembro de 2019, quando o faturamento costuma crescer por conta das festas de fim de ano”, analisa Pettezzoni.

A maior concentração de transações com games no Brasil ocorreu nas seguintes cidades: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) – esta última substituiu Belo Horizonte (MG) no top 5, que em 2019 ocupava esta posição.

Cancelou o voo? Regras para reembolso passaram a valer até outubro

As regras para o reembolso de passagens aéreas criadas ano passado através da Lei nº 14.034/20, em decorrência da pandemia da covid-19, foram prorrogadas até outubro deste ano, por meio de uma nova Medida Provisória editada pelo governo (MP 1.024/2020). A decisão de prorrogar a validade destas medidas foi motivada pelo aumento de casos da doença , que ainda deve provocar cancelamentos de viagens em 2021.

De acordo com o texto da lei, as companhias aéreas têm o prazo de 12 meses, contados da data do voo, para efetuarem o reembolso das passagens ao consumidor que teve o seu voo cancelado em virtude da pandemia. A legislação determinava a aplicação desta regra para os voos cancelados até 31 de dezembro de 2020, mas a nova Medida Provisória alterou o prazo para 31 de outubro de 2021. Apesar da mudança do prazo, as regras mantiveram-se as mesmas: reembolso no prazo de 12 meses, contado da data do voo cancelado, com a atualização monetária calculada com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

A especialista em direito do consumidor e relações institucionais da PROTESTE, Juliana Moya, ressalta que a medida vale apenas para passagens aéreas. “Para os bilhetes aéreos, vale para quem cancelou entre março do ano passado e outubro deste ano. O reembolso deverá ser feito em até 12 meses contando da data do cancelamento. Outros meios de transporte, como ônibus, não estão contemplados”, afirmou a especialista.

Mas, a medida só vale para cancelamentos provocados por imprevistos da pandemia. O consumidor terá a devolução do valor integral da passagem ou em crédito para usar na compra de outro bilhete, sem multas ou acréscimos.

Segundo a Agência Senado, passageiros no território nacional têm direito à assistência material, nos casos de atraso e cancelamento de voo e interrupção do serviço, exceto em situações de fechamento de fronteiras e de aeroportos por determinação de autoridade.

O que é Medida Provisória?

Medidas provisórias entram em vigor imediatamente, mas precisam de aprovação do Congresso Nacional para se tornarem leis em definitivo. O prazo para votação da MP das novas regras de reembolso de passagens é até 2 de abril de 2021. Quando uma medida provisória não é votada no prazo, perde a eficácia. Quando perde a validade, o Congresso tem até 60 dias para editar um decreto para que os efeitos da medida volte a valer.

Empresa brasileira de implementos inaugura hub de inovação

A Piccin Tecnologia Agrícola, especialista no desenvolvimento de soluções para o preparo do solo, acaba de firmar parceria com o ONOVOLAB, um dos maiores centros de aceleração de startups do País

O campus de inovação ONOVOLAB, um dos mais importantes do País de aceleração de ideias e pessoas, sediado em São Carlos, no interior paulista, anuncia a inauguração do novo hub de Tecnologia e Inovação da também são-carlense, Piccin Tecnologia Agrícola. A empresa é a primeira do segmento no País a integrar um projeto exclusivo voltado para a inovação lá.

O ONOVOLAB nasceu com o propósito de colocar o Brasil no cenário global de inovação, para isso, oferece serviços para startups e corporações que querem criar equipes e soluções transformadoras. No local atualmente estão sediadas mais de 70 startups, e diversas empresas que buscam inovação, entre elas destaque para Mapfre, Philip Morris, Electrolux, Roche, Santander, Ambev e agora a Piccin, quebrando barreiras no setor agrícola.

Segundo o CEO da empresa, Camilo Ramos, criar um hub de inovação dentro do campus é um importante passo na estratégia de transformação digital da companhia. “Passamos por importantes mudanças de gestão e estratégia no último ano. Assim, de maio para cá, começamos a escrever uma nova fase para a empresa”, diz.

Neste período de transformação, a empresa, bem como o setor agropecuário apesar da pandemia, teve um ano de grandes resultados em termos de vendas. O mercado ficou muito aquecido, e o agro seguiu uma rota de crescimento. “Como temos uma marca conhecida no mercado e uma equipe que já estava formada, acabamos surfando nessa onda também. Em relação a 2019 houve aumento de venda e resultados significativos, destacou o executivo.

Ramos reforça também, que estes resultados mostram que a Piccin já está em um caminho interessante. Porém, em seu entendimento, o modelo de negócio tradicional dos seus 57 anos de atuação no mercado apesar de eficiente, pode ser remodelado para que a empresa atinja voos ainda mais altos e iniciando então seu processo de transformação digital.

Mudança Cultural

A empresa já vinha tendo um olhar especial para questões como inteligência artificial, robotização de algumas células de produção, aquilo que a indústria 4.0 defende muito. Porém, a diretoria entendeu que para todo esse processo se converter em resultados era necessário primeiro a mudança da cultura do negócio para um modelo de empresa ambidestra, onde premissas de um modelo tradicional trabalham simultaneamente com premissas de um modelo de gestão de startups, ou seja com grande incentivo a inovação e gestão ágil.

Segundo o CEO, quando começaram a observar alguns players de mercado, viram que as empresas estavam investindo apenas em uma plataforma digital para colocar a interação com o cliente. Ou investiram em ferramentas para análise de dados, com pontos isolados e nunca na mudança de cultura interna.

Assim, surgiu a proposta de que se a empresa criasse um ambiente, que formasse uma equipe que começasse a pensar com essa mentalidade para inovação e pensamento de gestão ágil os demais departamentos da empresa poderão conhecer esse modelo e entender que pode ser aplicado no dia-a-dia de toda organização. “Estamos dando o primeiro passo em direção ao processo de mudança de cultura com foco na inovação e na transformação digital em um ambiente específico para isso, onde se respira inovação onde estão startups com novas tecnologia e soluções. Por isso surgiu a ideia de criar o hub dentro do ONOVOLAB que é hoje um dos maiores centros de aceleração de startups do País”, destacou.

Com a inauguração do novo espaço, a Piccin está formando uma equipe com o time de colaboradores que ficará instalada dentro do hub, tendo contato diário com startups. A ideia é não ter regras que possam limitar o time, deixar os profissionais livres para buscarem a inovação, mas o ponto de partida será a busca de solução para problemas identificados.

Esses problemas partirão do campo, junto aos produtores ou até mesmo internamente das empresas do grupo Piccin.  “A partir desse entendimento do problema, vamos propor uma série de soluções e de repente podemos encontrá-las com as empresas que já são residentes no hub. E a partir de uma solução escolhida criaremos um protótipo e validaremos ele dentro de uma metodologia bem mais ágil do que os modelos tradicionais utilizados atualmente pela empresa”, destaca o CEO.

Ainda segundo o executivo, é importante lembrar que a Piccin estando no ONOVOLAB já faz parte do programa de aceleração de startups. “Estamos falando de um hub que em 2020, por exemplo, a cada 4 meses, acelerou 10 startups e a partir de agora, a empresa começa a participar desse programa de aceleração podendo atuar tanto como startup quanto empresa investidora”, destaca.

Olhar do cliente

Neste novo momento, a mudança da empresa de implementos de preparo de solo passa também pela reformulação de seus produtos. A Piccin continua fornecendo ao mercado suas tradicionais soluções, que há mais de cinco décadas entregam resultados e buscam resolver os problemas do produtor, mas o foco sempre será tornar os produtos cada vez mais eficientes visando acompanhar as transformações que o agronegócio passa nas últimas décadas.

A ideia da marca com essa entrada no mundo da inovação é encurtar esse caminho e ajudar o produtor de fato a entender qual é o seu real problema. Assim, a partir da visão do cliente, cria soluções específicas para as necessidades dele. “Temos como meta deixar de ter foco no cliente e passar a o foco do cliente, e assim passamos a enxergar como ele e dessa forma sermos mais eficientes no desenvolvimento de soluções para o campo”, finaliza Ramos.

VCOM Tecnologia anuncia vagas para área de Desenvolvimento de Software

Referência no segmento de software e plataformas para o setor de cobrança e recuperação de crédito, a VCOM Tecnologia está com oportunidades abertas para profissionais da área de Desenvolvimento de Software.

Com matriz em Presidente Prudente (SP) e escritório em São Paulo (SP), a VCOM comemorará 20 anos de existência em 2021. A empresa adota práticas inovadoras de gestão de pessoas e possui o certificado GPTW (Great Place to Work).

O processo seletivo é online e, em função da pandemia, a empresa está operando em home office, mas deverá adotar o modelo híbrido, após o encerramento das medidas de distanciamento social.   

As oportunidades são para profissionais que residem na capital paulista, em Presidente Prudente (SP) e também para trabalho 100% home office. Confira a lista de vagas:

100% Home Office

  • DESENVOLVEDOR SR.

Presidente Prudente (SP)

  • GERENTE DE DESENVOLVIMENTO
  • ANALISTA DE REQUISITOS
  • ANALISTA DE REQUISITOS SR.
  • ESTAGIÁRIO DE MAPEAMENTO
  • ESTAGIÁRIO DE TESTES

São Paulo

  • CONSULTOR DE IMPLANTAÇÃO
  • GERENTE DE PROJETOS

Os currículos devem ser enviados para Bianca Souza, do setor de Recursos Humanos, pelo e-mail bianca.souza@vcomti.com.br.

No portfólio da VCOM, destacam-se as soluções: COB Credor, sistema para gestão dos recebíveis; a Zaap, plataforma que otimiza o atendimento e o gerenciamento das cobranças; a NoAzul, solução em nuvem para autonegociação online; e o Upturn, plataforma que automatiza as etapas do pré-jurídico nos processos de recuperação judicial de veículos inadimplentes.

Um falso dilema de compliance sobre o home office

Por Adriel Santana


O ano de 2020 trouxe desafios inéditos para boa parte das companhias atuantes em diversos mercados. Além das questões imediatas de sobrevivência do negócio em razão da crise econômica já existente antes da pandemia, a adoção do home office de forma apressada e a priorização massiva de negociações e conversas pela via eletrônica expôs as empresas a riscos muito maiores quanto à ocorrência de irregularidades praticadas por seus colaboradores.

A sensação de falta de controle e fiscalização da conduta dos funcionários remete a uma preocupação excessiva sobre o indivíduo e seu agir moral. Aliás, a crença de que ações antiéticas são exclusivamente originadas da vontade dos indivíduos levou à popularização da noção do conceito de “maçãs podres”. Nenhuma empresa as quer em seu negócio. Mas como encontrá-las sem o convívio e a observância frequente no ambiente corporativo? Esse é, por exemplo, um dos desafios do home office.

Contudo, essa problemática é mais complexa do que parece e invoca questionamentos sobre as premissas em que estariam arraigadas. Posto que somos todos imbuídos de um livre arbítrio, independente das circunstâncias ou pressões específicas sofridas caso a caso, no fim das contas, caberia apenas ao indivíduo decidir quais atos tomar após realizar um balanço moral das escolhas disponíveis. Fazer o mal ou o errado seria, assim, uma escolha individual e consciente, calcada sobre os valores éticos de cada pessoa.

Seguindo outra visão, há quem considere que a sociedade e a cultura dos círculos de relacionamentos, junto às circunstâncias externas, tais como as pressões e os fatores ambientais, e as internas, como os conflitos psicológicos, dos indivíduos são – ou deveriam ser – considerados pontos bastante significativos no processo de julgamento moral dos atos condenáveis praticados. Afinal, as pessoas não vivem num vácuo, mas no mundo real. Essa pode ser chamada de teoria dos “barris podres”: não se trataria de minimizar ou negar a escolha livre das pessoas, mas de inserir suas decisões, consideradas questionáveis, dentro de um contexto estrutural, social e histórico que as tornem compreensíveis, ainda que não necessariamente aceitáveis eticamente.
Não se nega que existam indivíduos com inclinações latentes para desvios éticos, nem tampouco que o efeito do grupo e de superiores hierárquicos, além de pressões circunstanciais, como resultados a qualquer custo e problemas financeiros, possam favorecer a ocorrência de ilicitudes.

De fato, ambas as hipóteses, “maçãs ou barris podres”, são bem fundamentadas com vários estudos científicos nas últimas décadas, reforçando a validade de ambas para a tomada de decisões morais pelos indivíduos.

No ambiente corporativo é comum que as companhias foquem demasiadamente em vigiar e punir seus colaboradores que se revelem como “maçãs podres”. Diversas medidas são tomadas pelas empresas com o intuito de se resguardar e detectar eventuais ilicitudes praticadas por seus funcionários, como instalação de câmeras de vigilância no local de trabalho, programas de monitoramento em computadores e celulares corporativos, realização periódica de background check de ocupantes de postos-chaves, dentre outras medidas fiscalizatórias e reativas.

Contudo, durante bastante tempo em nossa cultura de negócios, pouca ou quase nenhuma atenção foi dada por essas mesmas companhias para o seu próprio papel na ocorrência de ilicitudes e desvios éticos em seu interior. É preciso estar atento desde como a organização está estruturada, passando pelos valores corporativos que pratica cotidianamente em suas relações internas e externas, até a forma como aqueles com poder de decisão – diretores e gerentes, agem ou são omissos com seus subordinados – além de como e por quais critérios são avaliados periodicamente. As empresas, estejam conscientes ou não disso, também atuam para que seus colaboradores sejam mais ou menos incentivados a adotarem condutas éticas no ambiente profissional.

Mais que desenvolver mecanismos fiscalizadores de seus colaboradores – cuja eficácia, por si só, é limitada -, incentivar o agir ético profissionalmente, de maneira regular e realmente comprometida por parte da alta direção, precisa ser um dos nortes de uma companhia preocupada, de fato, em dirimir riscos do seu negócio. O papel de uma verdadeira cultura de compliance, focada não apenas em treinamentos e eventos protocolares, mas no exercício diário do que é considerado correto profissionalmente, precisa ser uma constante dentro de uma companhia.

Nas empresas, é relativamente fácil culpar um funcionário por ser uma “maçã podre”, que comete, incentiva ou tolera que outros pratiquem irregularidades no ambiente profissional. Mais difícil é perceber os problemas ligados à sua própria cultura corporativa e à dinâmica diária do local onde os seus colaboradores estão inseridos, convivem e atuam.

Se a cultura corporativa estiver bem afinada quanto aos valores éticos considerados corretos e quais as práticas que não são toleradas, o local no qual o colaborador atua se torna um problema periférico no negócio. Quem faz o certo porque é incentivado a isso e sabe que será punido se não o fizer, buscará agir eticamente como regra, independentemente de onde está.

Adriel Santana, advogado e coordenador de Forense e Investigações Empresariais na ICTS Protiviti

Startup israelense que devolveu visão a homem cego participa de live da Câmara Brasil-Israel

Um homem de 78 anos, cego dos dois olhos há mais de 10 anos, recuperou sua visão após utilizar o implante de uma córnea artificial desenvolvido pela startup israelense CorNeat Vision.

Diretamente de Israel Almog Aley-Raz, co-fundador CEO e VP de Pesquisa e Desensolvimento e Gilad Litvin, cofundador, presidente e diretor médico da CorNeat Vision falarão sobre essa revolucionária inovação em live da Câmara Brasil Israel (BRIL Chamber), na terça, 26, às 9h.

O evento terá como moderador o Dr. Claudio Lottenberg, VP do Conselho Executivo da BRIL Chamber e Presidente do Conselho da Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein com a abertura de Renato Ochman, presidente da Câmara Brasil-Israel.

O debate será em inglês com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Câmara Brasil- Israel (BRIL Chamber) no Facebook: @brilchamber e no You Tube: bril chamber

Inscrições em: https://bit.ly/3p3pE7t_brilchamber