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Instituto Capitalismo Consciente e inovabra habitat propõem um novo olhar sobre ESG

Com o objetivo de se aprofundar no debate sobre a ESG e propor um novo olhar para a sigla, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) em parceria com o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, promoverá um evento online e gratuito no dia 9 de junho. O conteúdo será dividido em três trilhas, com duração de uma hora cada, com foco nos três temas centrais: Ecossistema Ambiental, Social e Governança. 

No entanto, a trilha que dará início ao evento é a de Governança. Na visão de Hugo Bethlem, chairman do ICCB, o termo deveria ser GSE, com Governança em primeiro lugar, para garantir a veracidade, a transparência e a sustentabilidade de todas as ações no Social e, consequentemente, no Ecossistema Ambiental. Para se aprofundar no assunto, Bethlem mediará uma conversa entre Claudinei Elias (CEO e Fundador da Bravo GRC) e Silvio Genesini (conselheiro de administração da brMalls, Anima, Grupo Algar, Hortifruti e Verzani & Sandrini).

“A ampliação da consciência é o primeiro passo para a construção de uma cultura mais inclusiva e de boas práticas, por isso entendemos que a governança é o ponto de partida dessa mudança. É fundamental pensar e agir sempre orientado para o propósito do negócio, não importando a circunstância e acreditar no papel em ‘servir’ os stakeholders gerando oportunidades e riqueza para todos, enquanto trabalha na maximização do retorno ao acionista. É a partir dessas ações de governança que os outros pilares se estruturam dentro das companhias”, explica Bethlem.

O evento também contará com outros grandes speakers que falarão sobre Social e Ecossistema Ambiental, como: Marcelo Pasquini, Superintendente Executivo responsável por Sustentabilidade Corporativa no Bradesco; Rodrigo Pipponzi, diretor executivo da MOL, uma editora de impacto social que em parceria com redes varejistas já doou mais de R$ 38 milhões a dezenas de organizações sociais; Paula Fabiani, CEO do IDIS, que tem sua trajetória marcada pela atuação nos campos da filantropia e cultura de doação; e Marcello Brito, Presidente do Conselho Diretor da ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio.

“Ficamos felizes em viabilizar esse encontro, em especial porque o inovabra habitat pretende continuar atraindo startups que possam contribuir com inovação sustentável e expandir o portfólio de habitantes que já atuam dessa forma.  Dar um novo olhar sobre o tema e destacar a importância da construção da consciência como principal pilar para nortear práticas ESG é essencial”, destaca a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

Os interessados em acompanhar o bate-papo podem se inscrever no site: https://www.sympla.com.br/esg-sob-a-otica-do-capitalismo-consciente__1224727

AGENDA

Governança – 10h às 11h 

Claudinei Elias (CEO da Bravo GRC) e Silvio Genesini (conselheiro emérito do ICCB) conversarão sobre a importância da construção da consciência como principal pilar para nortear práticas ESG, com mediação de Hugo Bethlem (presidente do conselho do ICCB).

Social – 15h às 16h

Painel contará com a presença de Paula Fabiani (diretoria executiva do IDIS) e Rodrigo Piponzzi (diretor executivo Editora MOL), com mediação de Daniela Garcia (diretora de operações do ICCB)

Ecossistema Ambiental -18h às 19h 

Painel contará com a presença de Marcello Brito (presidente do conselho diretor da Associação Brasileira do Agronegócio) e de Marcelo Pasquini (Superintendente Executivo de Sustentabilidade Corporativa no Bradesco), com mediação de Dario Neto (diretor geral do ICCB).

Startup SC cria programa de capacitação para investidores anjo catarinenses em parceria com o Investidores.vc

Em parceria com a iniciativa Investidores.vc, imersão está com inscrições abertas e acontecerá nos dias 31 de julho e 1º de agosto, com Amure Pinho

O Startup SC, reconhecido programa de capacitação de startups, passará a capacitar investidores anjo catarinenses em iniciativa inédita do Sebrae de Santa Catarina. Por meio de uma parceria com a iniciativa Investidores.vc, o projeto oferecerá capacitação para catarinenses que pretendem se preparar para investir em startups. A primeira edição do curso acontecerá nos dias 31 de julho e 1º de agosto, um final de semana com mentoria de Amure Pinho, empreendedor e investidor-anjo, e um time de especialistas em investimento, contabilidade, direito empresarial e empreendedorismo. Os participantes serão orientados para aplicação de capital de risco, com apoio de uma rede de investimento, para ampliar as chances de terem retornos positivos com estas experiências. A iniciativa é inédita em Santa Catarina.

Durante a imersão, os participantes poderão conhecer todo o ciclo para aplicação de capital, desde os critérios para a escolha da startup certa, até o gerenciamento de portfólio e a preparação para a próxima rodada. Segundo Alexandre Souza, gestor de projetos do Sebrae, ter noções claras sobre o ecossistema de tecnologia é um dos pilares fundamentais para aplicar capital de risco com o máximo possível de segurança financeira. “Nos casos das empresas de tecnologia, quem aplica influencia diretamente no crescimento da empresa e, por isso, deve estar preparado para entender os reports e sugerir pontos de melhorias aos empreendedores”, explica.

Ao fim do período de mentorias, os investidores anjo acompanharão uma apresentação de pitch com startups promissoras do ecossistema catarinense. Grupos exclusivos de investimento serão criados e terão acesso a uma carteira de empresas para consulta. “O Investidores.vc é a melhor oportunidade para entender como diversificar a carteira de empresas, fortalecer seu capital e incentivar o ecossistema de tecnologia”, afirma Souza.

Inscrições e mais informações sobre o programa no site https://investidores.vc/startupsc

Em 2021, riscos relacionados à pandemia se destacaram, mas há outras preocupações na agenda executiva mundial e no Brasil, revela levantamento global da ICTS Protiviti

Mais de 1000 executivos ao redor do mundo apontaram seus temores numa listagem exclusiva produzida pela consultoria de gestão de riscos para este ano. Além da abordagem de curto prazo, a pesquisa inova com uma visão para 2030. Condições econômicas adversas, aceleração da transformação digital, privacidade de dados e ataques cibernéticos estão na agenda


A tradicional pesquisa da consultoria global ICTS Protiviti, que divulga a lista dos 10 maiores riscos do ano, foi inovada para uma visão de longo prazo e, nesta versão, considera o cenário para 2021 e 2030. O levantamento segue a percepção de 1081 executivos do mundo todo, entre membros de conselho e líderes de organizações de diversos setores.

Para 2021, não é surpresa que as ameaças relacionadas à pandemia saltam no ranking. O risco de políticas e regulamentos relacionados à pandemia impactando o desempenho dos negócios é o tema que se tornou prioritário, tanto globalmente quanto no Brasil. Mas não é só isso que preocupa os executivos. “A aceleração da transformação digital na força de trabalho, a volatilidade das economias, a mudança do mercado de trabalho, o aumento dos ciberataques e a preocupação com a privacidade dos dados são tendências que tornam a análise de riscos complexa para o ano de 2021”, comenta Rodrigo Castro, diretor Business Performance & Inovation (BPI) da ICTS Protiviti.

A lista completa das preocupações mundiais são:
1. Políticas e regulamentações relacionadas à pandemia impactam o desempenho dos negócios;
2. As condições econômicas restringem as oportunidades de crescimento;
3. Condições de mercado relacionadas à pandemia reduzem a demanda do cliente;
4. A adoção de tecnologias digitais pode exigir novas habilidades ou esforços significativos para melhorar e requalificar os funcionários existentes;
5. Privacidade e gerenciamento de identidade e segurança da informação;
6. Ameaças cibernéticas;
7. Impacto da mudança regulatória e do aumento do escrutínio regulatório pode afetar a maneira como os produtos e serviços são oferecidos;
8. Desafios de sucessão, capacidade de atrair e reter os melhores talentos;
9. Resistência à mudança de operações e modelo de negócios;
10. Capacidade de competir com “nascidas digitais” e outros concorrentes.

Apesar de termos vivido um ano altamente desafiador em 2020, a visão geral sobre os riscos para 2021 não é severa. Dos 10 principais riscos, apenas o primeiro é considerado como de alto impacto, enquanto o restante foi definido como moderado pelos respondentes. O fato de a pesquisa ter sido respondida em novembro, momento em que as empresas já haviam se reorganizado para o cenário pandêmico, pode ter amenizado a percepção dos executivos sobre o cenário de 2021.

No Brasil, a compreensão de riscos é semelhante ao que se viu no resto do mundo, porém em ordem e criticidade distintas. Considerando os 10 riscos apontados na pesquisa global, oito estão presentes no ranking brasileiro. Ao contrário do resultado global, nenhum dos riscos foi apontado como severo no Brasil.

Os desafios de sucessão e capacidade de atrair e reter novos talentos ficou em segundo lugar, enquanto que globalmente está na oitava posição. “Uma das hipóteses é o fato da mão de obra altamente qualificada ser escassa no nosso país. Apesar do alto desemprego, existem capacidades específicas que são muito disputadas localmente e as empresas sofrem risco material de perda de talentos”, explica Castro.

Privacidade de dados e ameaças cibernéticas guardam a mesma posição em relação ao ranking global, uma vez que o Brasil é igualmente suscetível a estes ataques, assim como os outros países. Já a volatilidade nos mercados financeiros globais, as taxas de câmbio e a preocupação com a retenção e fidelidade dos clientes são riscos apontados pelos executivos do Brasil e que destoam do ranking global.

Abaixo a lista completa dos riscos apontados no Brasil:
1. Políticas e regulamentos relacionados à pandemia impactam o desempenho dos negócios;
2. Desafios de sucessão, capacidade de atrair e reter os melhores talentos;
3. As condições econômicas restringem as oportunidades de crescimento;
4. A adoção de tecnologias digitais pode exigir novas habilidades ou esforços significativos para aprimorar e requalificar os funcionários existentes;
5. Privacidade e gerenciamento de identidade e segurança da informação;
6. Ameaças cibernéticas;
7. Condições de mercado relacionadas à pandemia reduzem a demanda do cliente;
8. Impacto da mudança regulatória e do aumento do escrutínio regulatório pode afetar a maneira como os produtos e serviços são oferecidos;
9. Volatilidade nos mercados financeiros globais e taxas de câmbio;
10. A manutenção da fidelidade e retenção do cliente pode ser difícil, pois as preferências do cliente e as mudanças demográficas evoluem.

Pesquisa aponta tendências globais e do Brasil para 2030

Adicionalmente, este estudo se propõe a buscar uma visão dos riscos de longo prazo, considerando as principais preocupações para o ano de 2030. Neste cenário, a pandemia deixa o protagonismo e cede espaço para o futuro do trabalho e o risco de tecnologias e abordagens disruptivas dificultarem a própria existência das organizações neste futuro.

A preocupação de que a adoção de tecnologias digitais possa exigir novas habilidades ou esforços significativos para aprimorar e requalificar os funcionários existentes é o principal risco apontado entre os executivos. Outro risco que se conecta a este guarda-chuva é o de que a velocidade rápida da inovação disruptiva possa superar a capacidade de competir das organizações e também a incapacidade das empresas tradicionais competirem com aquelas nascidas na era digital.

Veja abaixo a lista global completa para 2030:
1. A adoção de tecnologias digitais pode exigir novas habilidades ou esforços significativos para aprimorar e requalificar os funcionários existentes;
2. Impacto da mudança regulatória e do aumento do escrutínio regulatório pode afetar a maneira como os produtos e serviços são oferecidos;
3. A velocidade rápida de inovação disruptiva pode superar nossa capacidade de competir;
4. Desafios de sucessão, capacidade de atrair e reter os melhores talentos;
5. Privacidade e gerenciamento de identidade e segurança da informação;
6. Possibilidade de surgir produtos e serviços substitutos que afetem nosso modelo de negócios;
7. Manutenção da lealdade e retenção do cliente pode ser difícil conforme as preferências do cliente e as mudanças demográficas evoluem;
8. Capacidade de competir com “nascidas digitais” e outros concorrentes;
9. Incapacidade de utilizar análise de dados e “big data” para obter inteligência de mercado e aumentar a produtividade e eficiência;
10. Ameaças cibernéticas.

Já no Brasil, há uma percepção de longo prazo que destoa do cenário global. Apenas quatro dos 10 riscos estão também posicionados no ranking geral da pesquisa. Porém, os dois primeiros riscos guardam total semelhança, mostrando que tanto Brasil, quanto o mundo, entendem que o futuro da força de trabalho para um novo modelo de mercado deve ser olhado com atenção e também que o arcabouço regulatório trará maior pressão para mudanças nas organizações.

“Localmente, as incertezas políticas e a mudança no ambiente atual da taxa de juros são aspectos latentes, visto que estas inseguranças fazem parte do nosso contexto histórico. Outra preocupação local é a capacidade de acessar capital e liquidez suficiente, principalmente pelo risco de deterioração dos indicadores econômicos do Brasil decorrente do aumento de gastos e incapacidade de aprovação de reformas, como a administrativa e a tributária”, conclui Castro.

Abaixo, a lista completa do Brasil para 2030:
1. A adoção de tecnologias digitais pode exigir novas habilidades ou esforços significativos para melhorar e requalificar os funcionários existentes;
2. Impacto da mudança regulatória e do aumento do escrutínio regulatório, afetando a maneira como os produtos e serviços são oferecidos;
3. As condições econômicas restringem as oportunidades de crescimento;
4. Mudança no ambiente atual da taxa de juros;
5. Desafios de sucessão, capacidade de atrair e reter os melhores talentos;
6. Possibilidade de surgir produtos e serviços substitutos que afetem nosso modelo de negócios;
7. Incerteza política;
8. Volatilidade nos mercados financeiros globais e taxas de câmbio;
9. Capacidade de acessar capital e liquidez suficiente;
10. A facilidade de entrada de novos concorrentes na indústria e no mercado pode ameaçar nossa participação no mercado.

Dispara a procura por profissionais especializados em controle de custos

A pandemia fez com que as empresas apertassem ainda mais seu fluxo de caixa. Muitas companhias tiveram de realizar verdadeiros malabarismos orçamentários para resistir às duras imposições causadas pela crise sanitária. Uma das formas encontradas foi apostar na contratação de profissionais com experiência em controle de custos, planejamento e processos contábeis. Segundo levantamento do PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, a busca por especialistas desse tipo aumentou 50% nos quatro primeiros de abril em relação ao mesmo período do ano passado.

“A procura por especialistas em finanças, especialmente com viés contábil, registrou uma verdadeira explosão nesse começo de ano. As empresas estão procurando substituir profissionais que não apresentaram bom desempenho por outros que tragam melhores resultados, sejam multitarefas e conversem com o negócio. Esse é o tipo de perfil que mais tem sido demandado recentemente”, analisa Lucas Papa, gerente sênior do PageGroup.

O consultor conta que a alta demanda por especialistas desse gênero está vindo, principalmente, de empresas dos setores Farma, Agro, Infra, Telecom e Construção. “Querem recrutar desde analistas até gerentes”, revela Papa.

Veja abaixo quais são os profissionais de Finanças mais demandados. Os cargos considerados nessa lista contemplam média e alta gerência e níveis técnico e de suporte à gestão.

Para chegar a essa lista, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e do entendimento das reais necessidades de contratação, os consultores consolidam essas informações e produzem a relação final dos cargos com maior possibilidade de demanda das empresas.

Confira a lista:

Cargo: analista contábil
O que faz: profissional responsável por classificação e conciliação contábi e financeira, apuração de impostos diretos e indiretos, elaboração de relatórios contábeis e análise de lançamentos e despesas.
Perfil da vaga: graduação em Contabilidade e conhecimento em planejamento e contabilidade financeira, além de análise de custos e de balanço.
SalárioR$ 6 mil a R$ 9 mil
Motivo para alta: necessidade de reforçamento das equipes de suporte à gestão em meio à crise.
Percentual de aumento da procura pela vaga: 20%

Cargo: gerente contábil
O que faz: planeja, supervisiona e gerencia atividades contábeis de acordo com as estratégias de negócio da empresa, realiza provisões orçamentárias e analisa e elabora balanços e balancetes.
Perfil da vaga: graduação em Contabilidade, capacidade para manipular grande volume de dados e de gestão de equipe.
Salário: R$ 18 mil a R$ 25 mil
Motivo para alta: otimizar processos e planejamento contábil/controladoria e reporte para a matriz.
Percentual de aumento da procura pela vaga: 27%

Cargo: controller
O que faz: profissional de finanças com pilar de contabilidade e que tem toda a estrutura de finanças abaixo.
Perfil da vaga: conhecimento generalista de finanças, contabilidade/controladoria e fiscal. Capacidade de transitar entre áreas e liderança de times robustos.
Salário: R$ 20 mil a R$ 25 mil
Motivo para alta: otimização de estruturas e área de finanças mais próxima do negócio.
Percentual de aumento da procura pela vaga: 33%

Cargo: gerente de tesouraria
O que faz: responsável por supervisionar as atividades da área financeira: contas a pagar, contas a receber, fluxo de caixa e orçamento. Com o objetivo de estabilizar financeiramente a empresa, deixando as contas em ordem, gerando lucro à companhia.
Perfil da vaga: analítico e estratégico, com habilidade em matemática financeira e aptidão em comunicação e negociação, além de possuir conhecimento na área de tributos e gestão de custos.
Salário: R$ 20 mil a R$ 25 mil
Motivo da alta: Dado o cenário atual, muitas empresas precisam de uma liderança sr. para negociar com bancos e representar a companhia.
Percentual de aumento da procura pela vaga: 13%

Cargo: coordenador de contas a receber (com foco em crédito e cobrança)
O que faz: responsável por acompanhar a liquidação de títulos e vencimentos, cobrança de débitos em aberto, conciliação de retornos e bancária, efetua a renegociação de contratos, dívidas e pagamentos.
Perfil da vaga: perfil analítico com boa comunicação e conhecimento em matemática financeira. Conhecimento nos sistemas ERP são um diferencial.
Salário: R$ 9,5 mil a R$ 13 mil
Motivo da alta: Dado o cenário atual, várias empresas precisarão solicitar a renegociação de contratos, dívidas e pagamentos.
Percentual de aumento da procura pela vaga: 17%

Microsoft realiza evento gratuito e digital de incentivo à democratização da tecnologia

Aplicativos já fazem parte do dia a dia de todas as pessoas ao redor do mundo e seu desenvolvimento não deve ficar restrito aos profissionais desenvolvedores. Para mostrar que a cultura do “Faça você mesmo” já é possível também para o desenvolvimento de tecnologia, a Microsoft Brasil realizará, no dia 15 de junho, a primeira edição do Empower Conference. O evento aberto ao público mostrará como a plataforma de baixo código Power Platform e as suas ferramentas auxiliam estudantes, profissionais e empreendedores a criarem seus próprios aplicativos com análise de dados e Inteligência Artificial por meio de uma interface fácil e intuitiva, sem a necessidade de conhecimento prévio de linguagens de desenvolvimento.  

De acordo com um estudo do Gartner, divulgado em fevereiro, a previsão é que o mercado mundial de tecnologias de desenvolvimento low code deve movimentar US$ 13,8 bilhões em 2021, registrando um aumento de 22,6% em comparação com o ano passado quando a receita somou US$ 11,2 bilhões. Além disso, a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), divulgou que até 2024 serão demandados 421 mil postos de trabalho em tecnologia, sendo que o país tem capacidade de formar menos de 50 mil novos profissionais por ano no setor. Tendo isso em vista, a Microsoft tem como objetivo democratizar o desenvolvimento de aplicativos por meio de sua plataforma, de forma a beneficiar desde pequenos empreendedores em projetos de aplicações que vão otimizar seus processos, estudantes que buscam conhecimento tecnológico, até profissionais de grandes empresas que visualizam uma oportunidade de aprimoramento por meio de uma aplicação que tem impactos positivos para toda a empresa. 

“Com as ferramentas de baixo código ou nenhum código conseguimos endereçar uma demanda por aplicativos cuja tendência é aumentar ao longo dos anos. Dessa forma, profissionais não especializados em tecnologia conseguem desenvolver e as equipes de tecnologias conseguem focar em projetos mais estratégicos dentro das companhias”, comenta Marcondes Farias, diretor de Produto de Dynamics 365 e Power Platform da Microsoft Brasil. 

O evento terá abertura de Charles Lamanna, vice-presidente chefe da Plataforma de Aplicativos de Baixo Código da Microsoft, que apresentará as novidades do Power Platform e como a empresa enxerga o futuro desta inovação.  

Outro tema a ser abordado no evento é como o conceito de baixo código (ou low code, no termo em inglês) se conecta à cultura maker criada pela arquiteta, designer e pesquisadora brasileira, Rita Wu, que acredita na capacidade humana de criar coisas com as próprias mãos seja por uma necessidade ou uma ideia de inovação com base no “Faça você mesmo” e “Façamos juntos”, de forma que cada pessoa possa contribuir com seus talentos durante a criação. “A cultura maker é também um movimento político e crítico. Quando pensamos em fazer algo, queremos deixar a nossa marca no mundo, nos engajar e repensar nossas formas de consumir e produzir. E, por isso, a democratização do acesso às ferramentas tecnológicas é tão importante. Felizmente, atualmente estamos em um momento no qual cada vez mais as empresas de tecnologia têm nos dado recursos para criarmos coisas extraordinárias”, comenta Rita Wu.   

Além disso, o Empower Conference mostrará como a tecnologia pode fomentar a diversidade e a inclusão, uma vez que expande o conhecimento e incentiva a entrada de grupos sub-representados no setor, beneficia jovens em busca de seu primeiro emprego e profissionais adultos que desejam recolocação, com base em novas habilidades. “Este encontro virtual será uma oportunidade de empoderar os profissionais brasileiros a criarem. Nele, os participantes poderão aprender com especialistas da Microsoft como é fácil desenvolver e o poder transformacional desta tecnologia na carreira de profissionais e nos negócios”, finaliza Farias.  

Agenda – Empower Conference 

Data: 15 de junho (terça-feira) 

Início: das 9h às 17h  

Inscrições gratuitas disponíveis no site

“Todas em Tech” tem aporte de R$ 4 milhões e inova área de T.I

Projeto desenvolvido pela {reprograma} e BID Lab visa igualdade de gênero conta com o apoio de Accenture, Creditas, Easynvest, Facebook, iFood e Nubank

A presença feminina na área de tecnologia da informação aumentou significativamente. Pesquisas apontam que, aos poucos, as mulheres estão conquistando espaço em um setor que é amplamente dominado pelo público masculino. 

Para a economista peruana e CEO da {reprograma}, Mariel Reyes Milk, o esforço para aumentar a participação feminina é conjunto: enquanto surgem cada vez mais iniciativas que têm como objetivo empoderar e capacitar mulheres em programação, como a própria startup social paulistana, cresce cada vez mais o número de empresas que investem em projetos educacionais de TI exclusivos para mulheres, e que também têm se movimentado para gerar novas oportunidades para que as elas possam ocupar suas cadeiras no mercado de trabalho. 

Em 2020, o número de vagas no setor da tecnologia cresceu mais de 300%, segundo a GeekHunter. “O aumento da procura de profissionais especializados em programação, por exemplo, é muito significativo, principalmente para as iniciativas, como a {reprograma}, que formam pessoas qualificadas para a carreira na área de T.I”, comenta Reyes. 

Educação como ponto de partida, em meio a pandemia

Em 2021, foi lançado o programa Todas em Tech, que tem como objetivo impactar 2.400 mulheres em situação de vulnerabilidade até dezembro de 2022. Dentro desse número de participantes, 400 mulheres serão formadas como desenvolvedoras front-end e back-end. 

Com o aporte de R$4 milhões, o projeto foi desenvolvido pela {reprograma}, startup social paulistana, em parceria com o BID Lab, Laboratório de Inovação do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento. 

Para as mulheres que querem usar a tecnologia para mudar vidas e criar um impacto positivo no mundo, esse é o projeto certo. O objetivo do Todas em Tech é ensinar programação e dar a oportunidade de um futuro melhor, por meio da tecnologia, para mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica e de gênero, priorizando a seleção de mulheres negras e/ou trans. O projeto também conta com o apoio das empresas: Accenture, Creditas, Easynvest, Facebook, iFood e Nubank. 

Reyes explica que durante o processo educativo, as empresas parceiras oferecem mentorias para o desenvolvimento profissional das alunas. “Durante o projeto, além de ensinar sobre programação, trabalhamos o aprimoramento das competências comportamentais das mulheres, os soft skills, de modo a conectá-las ao mercado de trabalho”, finaliza a economista.

Diversidade de gênero pode impulsionar grandes empresas

Toda empresa possui seus desafios próprios em diferentes fases de existência e inúmeros problemas para focar em soluções. Para se manter competitiva no mercado é necessário que ela seja criativa, ofereça produtos que sejam diferentes, que respondam às necessidades da sociedade, e se há apenas um grupo representado criando essas soluções, com certeza não teremos uma solução que sirva para todos.

“A sociedade em que vivemos é diversa, então faz total sentido que os times que trabalham nas empresas sejam diversos. Desta forma, as empresas e seus times podem desenvolver produtos e serviços que realmente atendam à necessidade da sociedade como um todo”, explica a economista peruana. 

O tema sobre a diversidade também se estende para grandes empresas, assim como a Accenture, Creditas, Facebook, BID Lab, iFood e Nubank – que são parceiras do programa Todas em Tech. 

A identificação com o propósito de diversidade de gênero na área de T.I é fundamental para aumentar a empregabilidade na área, a Accenture empresa multinacional de consultoria de gestão e tecnologia da informação, por exemplo, tem 45% da equipe composta por mulheres, com a meta de atingir os 50% até 2025. 

“Para oferecer inovação, trazemos perspectivas e habilidades únicas aos negócios enquanto promovemos uma cultura de igualdade. Juntos, nossa diversidade e cultura nos ajudam a atender melhor nossos clientes e comunidades. Nesse sentido, a capacitação para mulheres em transição de carreira ajuda a melhorar a maneira como o mundo funciona e vive nos dias atuais, coloca os negócios num nível mais plural e nos permite conversar com todos os tipos de clientes, em todos os setores da economia”, diz Matthew Govier, líder de Cidadania Corporativa para América Latina da Accenture.

Os benefícios de se ter uma força de trabalho diversa deveriam ser óbvios para toda a sociedade, de acordo com a Gerente do Programa de Diversidade para a América Latina do Facebook, Luíza Nunes da Fonseca Silva. “Contratar e desenvolver pessoas com diferentes origens e experiências não é apenas a coisa certa a se fazer, mas também é a chave para construir produtos melhores, para tomar decisões melhores e servir melhor às nossas comunidades”, finaliza. 

Outro ponto importante para beneficiar a diversidade de gênero dentro das empresas é criar um ambiente inclusivo e com equidade de oportunidades. A Creditas, startup brasileira do segmento de serviços financeiros, acredita que o mercado de tecnologia pede o aumento da diversidade, principalmente pela alta demanda nas área de desenvolvimento front e back-end.

“Temos o comprometimento em apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade social a se desenvolverem. Acredito em um ambiente que represente a população do nosso país, que traga diversidade de opiniões e experiências, onde todas as pessoas se sintam acolhidas e performem no seu melhor”, comenta Ann Williams, COO da Creditas. Com posições femininas na startup, a Creditas lidera o mercado em termos de benchmarks.

Para Elena Heredero Rodrigues, Especialista Líder do BID Lab, além de fazer bem para as empresas, investir na diversidade é algo bom para a sociedade como um todo. “A América Latina é uma das regiões mais desiguais do mundo, há muitos grupos vulneráveis, como mulheres, LGBTQ+, indígenas, afrodescendentes e pessoas com deficiência, que não têm as mesmas oportunidades que os brancos, os urbanos e as pessoas de alta renda”, explica Elena. 

Estudos confirmam que as empresas com equipes menos diversificadas em termos de gênero e cultura têm resultados de lucratividade 33% piores do que empresas com maior diversidade. Além disso, as empresas com mais mulheres em cargos de gestão têm 28% de maior valor econômico e 47% de maior retorno sobre o patrimônio líquido do que aquelas sem mulheres nesses cargos. 

“No setor da tecnologia e desenvolvimento de softwares, equipes de produtos que são diversas têm maior alcance no público feminino, minorias étnicas e comunidades LGBTQ+”, completa Elena.

A importância de iniciativas sociais

Até o término do Todas em Tech, a expectativa da {reprograma} em relação à empregabilidade é de superar os 75% de taxa de contratação em até seis meses após formadas em todas as turmas que irão lançar até dezembro de 2022. 

Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas, Diversidade e Soluções Sustentáveis, explica que com a co-construção do projeto com todos os parceiros vai potencializar ainda mais a formação das 400 mulheres participantes, garantindo que elas tenham o conhecimento necessário para ingressarem e contribuírem ainda mais com o mercado de trabalho na área de T.I. 

“Esse projeto social também tem por objetivo incentivar outras companhias a fazerem o mesmo, abrindo portas na carreira e possibilidades para mulheres em situação de vulnerabilidade, criando uma corrente do bem e um mundo mais inclusivo”, completa Vitti. 

Para as mulheres interessadas, as inscrições para a segunda turma do Todas em Tech estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de junho.  Saiba mais no https://reprograma.com.br/

Programa StartOut Brasil seleciona até 40 startups para ciclo de internacionalização em Portugal

O StartOut Brasil, programa de internacionalização de startups do governo federal, está com inscrições abertas para o Ciclo Lisboa 2021. Até 40 startups brasileiras serão selecionadas para participar da primeira etapa do ciclo que acontecerá de forma virtual a partir de julho deste ano. As inscrições podem ser feitas até 21 de junho.

O Ciclo Lisboa 2021 será dividido em três etapas: Missão Virtual, Missão de Imersão e Missão Follow-up.  Os participantes da primeira missão terão acesso a mentorias coletivas e individuais, treinamento de pitch (como é chamada a apresentação de startups), webinars com players do mercado, apoio de consultoria de matchmaker, para fomentar oportunidades de negócios em Portugal,apresentação online das startups para um grupo qualificado de investidores e aceleradoras de Lisboa (demoday), entre outras atividades. Durante esta etapa, todas as ações serão realizadas de forma online.

Quinze startups serão selecionadas para seguir para a Missão de Imersão. Neste período, existe a possibilidade de participação em missão presencial a Lisboa e no Web Summit, conferência de tecnologia realizada anualmente em Portugal, prevista para acontecer em novembro deste ano. A realização desta etapa está condicionada à existência de condições sanitárias que viabilizem o deslocamento internacional da delegação do programa.

Finalmente, cinco startups participam da Missão Follow-up, que oferece apoio do programa para que estas empresas retornem ao mercado português para aprofundarem os contatos e oportunidades de negócios prospectados durante a Missão de Imersão. Para essa etapa, serão classificadas as cinco primeiras startups a comunicarem formalmente o interesse em retornar ao mercado e apresentarem sólido projeto e agenda para esse trabalho.

Lisboa

Nos últimos anos, Lisboa tem sido considerada um dos principais polos de startups da Europa, devido a uma série de vantagens como qualidade de vida, excelente infraestrutura e baixos custos operacionais. Para empreendedores brasileiros, as compatibilidades linguísticas e culturais facilitam tanto o cotidiano de trabalho, quanto a adaptação dos seus produtos e serviços para o ecossistema local.

“A definição dos destinos do StartOut é estratégica. Lisboa reúne fatores positivos relacionados ao mercado, como custo de instalação no país e acesso a capital, e também pontos favoráveis relacionados à cultura de negócios e softlanding. Acreditamos que o ciclo em Lisboa será valioso para fortalecer o Brasil como uma referência mundial em startups”, pontua Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação e Transformação Digital da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

O ecossistema de inovação é tão promissor em Portugal que esta é a segunda vez que o StartOut Brasil desembarca por lá. Em 2018 o programa levou 15 startups brasileiras para Lisboa e, na ocasião, muitas delas também participaram da edição do Web Summit daquele ano. A missão do programa naquele ano resultou em parcerias e no início da operação de empresas brasileiras no país, que seguem atuando no mercado português.

Inscrições

O StartOut Brasil é voltado para startups em fases maduras com foco em expansão e internacionalização. Também podem participar empresas inovadoras de base tecnológica que já tenham produto ou serviço para comercialização finalizado, Produto Viável Mínimo (MPV) ou protótipo, e que já estejam faturando, preferencialmente acima dos R$ 500 mil, ou que tenham recebido algum tipo de investimento.

Os projetos serão analisados em quatro dimensões: grau de inovação, mapeamento do mercado de destino, maturidade para inserção internacional e equipe.

Serviço

Link para inscrições: https://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/ciclolisboa2021/

Inscrições: 21/05 a 21/06/2021

Divulgação das selecionadas para a Missão Virtual (até 40 startups): 12/07/2021

Datas das etapas: Missão Virtual – 13/07 a 15/09/2021; Missão de Imersão (até 15 startups) – 06/10 a 10/11/2021; Missão Follow-Up (5 startups) – 11/11/2021 a 10/04/2022

O local de trabalho do futuro precisa evoluir para apoiar profissionais

Por Peter Altabef, CEO da Unisys

À medida que o trabalho remoto se expandiu, a tecnologia se adaptou rapidamente para oferecer suporte ao trabalho de casa. Agora, com mais de um ano de pandemia, é fato que não podemos mais contar apenas com a tecnologia para que esses novos modelos operacionais funcionem. É preciso ouvir nossas equipes e atender às suas necessidades.

A Unisys patrocinou recentemente um novo estudo da IDC intitulado ” Digital Workplace Insights™: Seeking Digital and Experience Parity to Support the Hybrid Workforce” [em tradução livre, “Perspectivas para o ambiente de trabalho digital: em busca da equiparação entre o escritório e o ambiente digital para garantir a eficiência do trabalho híbrido”]. Os resultados apontam para a necessidade de equiparação digital e para um olhar aos modelos de negócios do futuro. Para caminhar rumo a isso, é necessário identificar e compreender o que os funcionários realmente precisam e esperam.

Reconhecer o bom desempenho do funcionário é essencial para bons resultados nos negócios

A pesquisa entrevistou líderes empresariais e funcionários em 15 países e descobriu que 70% dos profissionais classificaram o reconhecimento por um bom desempenho como sua principal prioridade. O desejo de reconhecimento é novo? Não. Está crescendo em importância dentro do ambiente híbrido? Sim.

O reconhecimento por desempenho, como sempre, reforça as melhores práticas e comportamentos entre equipes. Esse reforço contribui para uma cultura de autoaperfeiçoamento, pois os funcionários valorizam sua capacidade de crescer profissionalmente. Além disso, o reconhecimento leva a níveis mais altos de produtividade, cultivando uma base de funcionários comprometida. Agora, mais do que nunca, o reconhecimento cria um vínculo social necessário para os funcionários que nunca se encontram ou que não se encontram com frequência pessoalmente.

Horários flexíveis ajudam a reforçar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal

O modelo híbrido estabelece a necessidade de criar experiências que contribuam e promovam o equilíbrio entre pessoal e profissional. Hoje, os espaços de trabalho mudaram para casas e apartamentos cheios de familiares, colegas de quarto e animais de estimação. Para evitar o esgotamento e o estresse, o trabalho e os compromissos pessoais, como a família, devem ser equilibrados. Na verdade, os líderes de negócios e funcionários observaram que horários e locais de trabalho flexíveis são essenciais para uma experiência ideal para o funcionário.

Com horários flexíveis e a capacidade de trabalhar a qualquer hora ou em qualquer lugar, os funcionários têm uma maior sensação de controle profissional. Isso leva a uma maior satisfação no trabalho e, em última análise, melhora a cultura de uma empresa. As organizações podem apoiar esse equilíbrio desenvolvendo cronogramas de trabalho tradicionais que atendam às reais necessidades de uma força de trabalho híbrida.

Um local de trabalho ágil oferece ferramentas de colaboração

A colaboração entre as equipes, que costumava ocorrer em salas de reunião, agora depende mais das plataformas de vídeo e de trabalho em equipe. Isto é, as empresas estão priorizando tecnologias que melhoram a conectividade dos funcionários e a experiência conjunta. Os profissionais observaram a importância da tríade: ferramentas de colaboração, aplicativos que aumentam a produtividade e suporte técnico. Está claro que as empresas devem olhar com cuidado cada um desses ativos e prover rapidamente melhorias para suas equipes.

Por fim, as organizações de sucesso serão capazes de se adaptar rapidamente às condições de negócios em constante mudança e à demanda em constante evolução, fornecendo equiparação entre ferramentas digitais e uma experiência de trabalho superior. O modelo operacional pré-pandêmico não atenderia a força de trabalho de hoje e, muito menos, a de amanhã.

Em resumo, fica evidente que o local de trabalho está evoluindo rumo ao futuro. A pergunta é: você está preparado para apoiar sua equipe nessa jornada?

Sunny Store capta R$ 2 bilhões para o financiamento de projetos de energia solar na cidade e no campo

A Sunny Store, distribuidora de soluções completas em equipamentos para sistemas de energia solar fotovoltaica, fechou a captação de R﹩ 2 bilhões em funding para o financiamento de instalações de usuários finais do setor privado. O aporte de capital, obtido junto à BR5 Investimentos, visa subsidiar a aquisição de tecnologia por empreendimentos de médio e grande porte, em variados segmentos da economia.

Entre os setores que poderão aproveitar a oportunidade está o agronegócio. “O objetivo é alavancar projetos em fazendas com consumo intensivo de energia, como aquelas que operam grandes sistemas mecanizados de irrigação, silos e outras atividades de transformação”, afirma Hugo Albuquerque, CEO da Sunny Store e especialista em energia solar fotovoltaica.

A estratégia da Sunny Store prevê, inclusive, operações do tipo barter – nas quais agricultores permutam safras por produtos e serviços. “A inclusão da infraestrutura fotovoltaica nessa modalidade é uma novidade no país. Esse modelo de negócio vai ajudar a difundir os benefícios da energia solar entre os empresários rurais, cujas contas de luz costumam ter grande peso nas despesas”, comenta Albuquerque. Segundo o executivo, o funding também contempla projetos em indústrias de outros perfis e complexos comerciais.

A Sunny Store também trabalha com kits fotovoltaicos para instalações residenciais e comércios de pequeno porte. As soluções, nesse caso, são oferecidas por empresas integradoras. Para esses parceiros, a Sunny Store disponibiliza cursos virtuais e conteúdos didáticos em seu site. Em breve, os materiais também poderão ser acessados por meio de um aplicativo de celular.

Associação Brasileira de Desenvolvimento elege diretoria para os próximos dois anos

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) elegeu nesta sexta-feira (28) a nova diretoria da entidade. O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sergio Gusmão Suchodolski foi eleito para o biênio (2021-2023). Suchodolski é o atual presidente da ABDE e assumiu o posto em agosto do ano passado no lugar do ex-diretor do Banco do Nordeste, Perpétuo Cazajeiras. A presidente do Badesul, Jeanette Lontra foi eleita 1ª vice-presidente, e o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, é o 2º vice-presidente.

Completam a diretoria os seguintes executivos das instituições associadas: André Godoy (Finep), Bruno Laskowsky (BNDES), Cledir Magri (Cresol), Heraldo Neves (Fomento Paraná), Leany Lemos (BRDE), Paulo de Oliveira Costa (Desenbahia) e Rivael Pereira Aguiar (GoiásFomento). O economista José Luis Gordon é o novo secretário executivo da entidade.

Sergio Gusmão Suchodolski foi diretor do New Development Bank (Banco do BRICS), na China. É bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em Direito pela Harvard Law School, e em Comércio Internacional, Economia e Ciências Políticas, pela Sciences Po-Institut d’Études Politiques de Paris.

“É uma satisfação muito grande seguir à frente da ABDE. Vamos continuar trabalhando nos próximos dois anos para posicionar as instituições financeiras de desenvolvimento como protagonistas na retomada da economia e nas agendas globais de sustentabilidade, através da parceria com organismos multilaterais”, afirmou o presidente da ABDE.

Conselho fiscal

Ainda nesta sexta-feira, foi eleito o novo conselho fiscal da ABDE. Compõe o conselho os executivos Marcia Faria Maia (AGN), Eduardo Alexandre Correa de Machado (Badesc), Wallace Behrend Harchbart (Desenvolve SP), Felipe Bragança Xavier (Bandes), Wllian César Moraes (Desenvolve MT) e Marcos Vinicius Castro (Afeam).

Criada em 1969, a ABDE reúne 31 Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) espalhadas por todo o país – entre bancos públicos federais, bancos de desenvolvimento controlados por estados da federação, bancos cooperativos, bancos públicos comerciais estaduais com carteira de desenvolvimento e agências de fomento -, além da Finep e do Sebrae. Juntas, essas instituições compõem o Sistema Nacional de Fomento (SNF).

Uber anuncia a construção de campus para a nova sede no Brasil

A Uber anunciou nesta segunda-feira (31) o projeto de construção do Uber Campus, a nova sede da empresa no Brasil, com o objetivo de oferecer mais espaço e qualidade de vida aos funcionários. A decisão foi tomada após definição de seu modelo de trabalho híbrido, que permanentemente incluirá somente três dias por semana de trabalho presencial – os outros dois continuarão remotos.

O anúncio foi feito em reunião com os mais de mil funcionários da Uber, na tarde desta segunda-feira, pela liderança da empresa. “Sabemos que o mundo não será o mesmo após a pandemia, o que impacta também a maneira como nos relacionamos com o trabalho. Por causa disso, reavaliamos nosso modelo e repensamos nosso espaço para fomentar a colaboração entre os funcionários, levando em conta o momento atual e o potencial crescimento da nossa operação no Brasil”, afirma o Diretor Geral da Uber para América Latina, George Gordon.

No total, o Uber Campus terá três vezes a área do atual escritório, justamente para acompanhar o crescimento projetado da empresa nos próximos anos. O novo projeto prevê 12 mil metros quadrados de área construída e outros 18 mil de área verde, para trazer mais espaços abertos e ao ar livre. Ele está sendo desenhado para incluir salas de reuniões amplas, restaurante, cafeteria, academia, sala de amamentação, além de áreas para a prática de yoga, alongamento e meditação e para receber os cachorrinhos de estimação dos funcionários. O espaço também terá o primeiro Centro de Tecnologia da Uber na América Latina, inaugurado no Brasil em 2018.

Segundo Gordon, “depois de tanto tempo trabalhando quase que integralmente de maneira remota, o espaço que vai receber nossos funcionários precisa refletir também os novos hábitos que foram incorporados à nossa vida nesse período”.

O executivo destacou ainda que pegar longas filas para almoçar ou gastar muitas horas no trânsito para estar em um escritório localizado em uma região central da cidade passou a não fazer mais sentido quando “ir todos os dias ao trabalho” mudou de significado. “Só precisamos nos conectar ao celular ou notebook para chegar ao trabalho, então o espaço físico passa a ser um lugar que privilegia a convivência”, completa ele.

O Uber Campus será localizado em Osasco, na região da Vila Iara, e tem previsão de ser inaugurado em 2022. A escolha da localização foi feita considerando a disponibilidade de espaço adequado para atender a expansão e os investimentos da companhia no Brasil, além da proximidade com a cidade de São Paulo.

A mudança está em linha com a nova política de trabalho anunciada globalmente pela empresa em abril. Seguindo um modelo híbrido, a volta ao escritório será gradual e os funcionários não precisarão mais estar presencialmente todos os dias – passam a estar no escritório apenas três vezes por semana, podendo trabalhar de qualquer lugar nos demais dias. A ideia é oferecer mais flexibilidade de horários e a opção de combinar trabalho presencial e remoto da maneira que melhor se enquadre nos desafios de cada atividade e no estilo de vida de cada um.

Marco Stefanini cria fundo de investimentos para alavancar startups e empresas nativas digitais

Há seis anos investindo na aquisição de novas empresas para ampliar o portfólio de soluções digitais do Grupo Stefanini, que hoje representa 40% do faturamento de quase R$ 5 bilhõesprevistos para 2021, podendo chegar a 60% em até dois anos, MarcoStefanini decidiu que era o momento de investir em um novo modelo de negócios: abrir uma venture capital para alavancar startups, empresas nativas digitais (digital natives) ou ativos que possam ser digitalizados. Diferentemente da Stefanini Ventures, que reúne empresas em que a multinacional detém a maior parte das ações e busca oferecer soluções de ponta a ponta para diferentes verticais, o novo modelo funcionará como um fundo de investimentos totalmente independente do Grupo Stefanini.

A ideia é atrair sócios – outro fundo de venture capital ou family office – para captar R$ 300 milhões, que serão utilizados, a partir de agosto, não apenas para financiar projetos, mas auxiliar no desenvolvimento de empresas com soluções inovadoras para o mundo digital. “Embora eu atue como um gestor da venture capital, o fundo manterá sua independência em relação ao grupo. Ou seja, vamos alavancar negócios mesmo que não tenham fit com nossas ofertas”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Segundo o executivo, a decisão de abrir um fundo foi amadurecida após receber alguns pedidos de clientes, que reconhecem a Stefanini como referência em soluções digitais, uma vez que a multinacional adquiriu mais de 20 empresas nos últimos cinco anos (2016 a 2021) e garantiu resultados expressivos. Neste período, a receita da Stefanini Ventures cresceu mais de seis vezes e o EBTIDA 15 vezes. Outro fator que influenciou a criação da venture capital foi a demanda crescente de startups para se incorporarem ao grupo, o que nem sempre é possível por não terem ofertas aderentes ao modelo atual. Mensalmente, chegam entre 30 e 40 solicitações para a equipe de M&A analisar.

“Como um empreendedor que aposta na inovação como um grande pilar de desenvolvimento do País, acredito que o fundo poderá atrair empresas com grande potencial de negócios, além de empreendedores talentosos”, destaca Stefanini.

O ano de 2021 tem se mostrado positivo para o mercado de venture capital no Brasil. Um levantamento realizado pela empresa Distrito, que monitora em tempo real startups e fundos de investimento, revela que o valor recebido por startups brasileiras nos quatro primeiros meses do ano – US$ 2,35 bilhões em 207 negócios – já equivale a cerca de 70% do total investido no passado.

“O cenário positivo do setor, aliado ao track record de sucesso com as empresas que compõem o ecossistema digital da Stefanini Ventures nos estimula a investir em formatos diferentes de negócios, atraindo novos sócios. A indústria de venture capital no Brasil tem espaço para crescer e estamos bem otimistas com o novo projeto”, complementa Stefanini.

Renata Oliva Battiferro é a nova diretora de Relações com Investidores da Positivo Tecnologia

A profissional apoiará o objetivo da área de aproximar ainda mais a empresa brasileira de tecnologia dos investidores e agentes do mercado financeiro


A Positivo Tecnologia anuncia a chegada de Renata Oliva à diretoria de Relações com Investidores. A executiva contribuirá com o objetivo da área de estreitar ainda mais o relacionamento da empresa com acionistas, investidores, órgãos regulatórios, além de agentes que integram a comunidade financeira nacional e internacional.

Renata tem passagens por empresas como Unibanco, Comgás, Smiles, CSU CardSystem e, mais recentemente, na Track & Field, onde trabalhou como Head de RI. Ela também é membro do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI). Na Positivo Tecnologia, Renata será responsável por transmitir informações sobre a empresa ao mercado com base nos princípios da transparência e boas práticas de governança corporativa. A Positivo Tecnologia negocia ações na Bolsa de Valores B3 desde 2006 com a sigla POSI3.

“A chegada da Renata faz parte da nossa estratégia de fortalecer cada vez mais o relacionamento com o mercado, em um momento em que estamos diversificando nossos negócios e aprimorando a compreensão assim como o acompanhamento dos principais indicadores da Companhia”, diz Caio Gonçalves de Moraes, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Positivo Tecnologia.

SAP lança programa para médias empresas com apoio de parceiros

A SAP Brasil anunciou hoje, 31/05, o lançamento do programa Midmarket Growth Initiative na região Sul do país, com uma oferta especial e venda realizada pelos parceiros Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems. O programa está estruturado em cima da oferta RISE with SAP, anunciada no final de janeiro e que já vem sendo adotada por empresas para acelerar seus processos de transformação digital como serviço, com a adoção do SAP S/4HANA Cloud e também pacotes que incluem soluções como o SAP Ariba, SAP SuccessFactors, SAP Digital Supply Chain, entre outras.

O Midmarket Growth Initiative tem como foco empresas do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina com faturamento anual até R$ 500 milhões e traz um pacote completo com diversas boas práticas embarcadas, incluindo o ERP SAP S/4HANA, o serviço de consultoria e implementação e a infraestrutura na nuvem com hyperscalers como a Amazon Web Services, Microsoft Azure ou Google Cloud Platform, em um único contrato firmado com um dos parceiros do programa, que também serão os pontos focais para todo o ciclo de vida do projeto.

“O principal objetivo é permitir que as empresas de médio porte adotem a melhor tecnologia com previsibilidade de custos, simplicidade para implementar e agilidade na obtenção dos benefícios de modernização da gestão do backoffice, com governança e melhores práticas embarcadas”, explica Thiago Secco, diretor responsável pelo Midmarket Growth Initiative. “A parceria com Cast, Engine, ITS, NTT DATA, Seidor, SPRO e T-Systems garante que a SAP apresente uma oferta competitiva para este segmento de empresas”, completa.

Todos os pacotes têm o mesmo contrato de licenciamento com a SAP e podem acrescentar módulos adicionais específicos para cada indústria, de acordo com a expertise de atuação dos parceiros, incluindo diversos setores, dentre eles: varejo, manufatura, bens de consumo, indústria farmacêutica, telecomunicações, agro e serviços profissionais. A oferta RISE with SAP inclui a base tecnológica do SAP Business Technology Platform (SAP BTP), que ajuda a manter o sistema central simples para tornar mais fácil a integração de soluções de parceiros e desenvolvimentos próprios.

Thiago explica que as empresas que já são clientes com atendimento direto da SAP seguirão da mesma forma, assim como empresas cujo faturamento anual ultrapasse R$ 500 milhões: “A SAP estruturou o programa Midmarket Growth Initiative para alcançar as empresas da região sul do país que ainda não são clientes, mas que têm a necessidade de adotar uma solução localizada ao Brasil, porem de classe mundial, para sustentar seus planos de modernização e acelerar seu crescimento. Estas empresas contarão com um atendimento centralizado em um de nossos parceiros da iniciativa, com um contrato incluindo o todo e com previsibilidade sobre o valor investido para um período de até 36 meses”.

Os parceiros foram escolhidos pelo comprometimento com o ecossistema SAP, pela capilaridade de atuação na região e por atender aos requisitos de compliance e de governança para assumir a responsabilidade pelos contratos.

Novo estudo realizado por Google Cloud revela desafios de tecnologia do e-commerce durante a Black Friday

As vendas por e-commerce movimentaram R$ 3,1 bilhões no Brasil durante a Black Friday do ano passado, realizada em 27 de novembro, representando um crescimento de 24,8% na comparação com 2019, segundo a consultoria Ebit/Nielsen. O aumento da demanda no e-commerce era de se esperar, diante das restrições às lojas físicas impostas pela pandemia da COVID-19, mas um novo estudo encomendado pelo Google Cloud à agência R/GA mostra os desafios de tecnologia enfrentados pelo e-commerce brasileiro em 2020 e como é possível melhorar a experiência dos consumidores na principal data de compras do segundo semestre que, em 2021, será realizada em 26 de novembro.

O estudo analisou o desempenho de 25 e-commerces (nas versões mobile e desktop) no Brasil entre 20 e 30 de novembro de 2020 — ou seja, a partir da semana anterior à Black Friday do ano passado até três dias após a data. As análises se concentraram na tecnologia e na experiência do usuário e, para fazer o estudo, a R/GA levantou informações públicas em cerca de 36 mil acessos aos 25 e-commerces. Os e-commerces analisados são representativos dos segmentos de marketplace, beleza, tecnologia, moda, supermercado e esporte.

“Este estudo mostra que os varejistas precisam mudar a percepção de que é preciso investir em tecnologia apenas para dar suporte ao pico de compras na Black Friday, já que com a pandemia da COVID-19 os sites de e-commerce ganharam papel fundamental na estratégia das empresas durante o ano todo”, explica Milena Leal, diretora de vendas para grandes empresas de Google Cloud para o Brasil. “Nesse sentido, a nuvem pode ajudar essas empresas a garantirem uma experiência de compra cada vez melhor aos consumidores.”

O estudo analisou três aspectos principais: tempo de resposta, estabilidade dos sites e usabilidade, além de apontar como a nuvem pode ajudar os varejistas a melhorar a experiência para seus clientes. Os principais resultados são detalhados abaixo:

Estabilidade
Os 25 sites de e-commerce foram monitorados no período analisado quanto à existência de falhas como erros de conexão com o servidor, timeout, erro de rede e de aplicação. No total, o estudo identificou cerca de 2,7 mil erros — em cada site analisado, foram encontrados 108 erros, em média. Um em cada quatro erros detectados foram erros de aplicação, que podem ser notados durante a navegação e que podem até mesmo interromper a jornada de compra. A ocorrência de erros foi significativamente maior em sites da categoria de moda, seguida por marketplaces e beleza.

O estudo identificou a maioria das falhas antes ou depois da Black Friday, o que indica que muitas empresas se preocupam mais com a estabilidade do site no momento de pico de compras.

Velocidade de carregamento
O estudo mediu o tempo de carregamento de cada site de comércio eletrônico, seja na versão desktop ou mobile. A velocidade de carregamento é um fator determinante para a experiência do usuário, já que quanto mais tempo o site leva para carregar, maiores as chances de o consumidor desistir da compra. Em média, os sites analisados registraram velocidade de carregamento de 2,89 segundos. A maioria das empresas avaliadas teve média superior a 2 segundos para carregar a página, mas em alguns casos a resposta demorou quase 7 segundos.

Usabilidade
Por meio de análise heurística, o estudo analisou como as empresas estão usando tecnologia ao longo da jornada de compra, como busca por informações no site, recomendações e suporte, entre outros. A pontuação média das empresas avaliadas foi de 78%, apontando que há oportunidade de melhorias. O desempenho dos sites foi superior no desktop em relação aos dispositivos móveis, apesar de o estudo também mostrar que o site móvel concentra o maior volume de compras.

A análise identificou, por exemplo, que nenhum site oferece o recurso de busca por imagem ou por voz e poucos permitem a funcionalidade de comparação de preços. Além disso, mais de um terço dos sites avaliados não oferecem serviço de atendimento por meio de chatbot, que pode ser usado para automatizar a resolução de problemas simples. Entre os sites que oferecem chatbots, apenas sete conseguiram efetivamente resolver problemas de atendimento.

Como a nuvem pode ajudar
O estudo feito pela R/GA a pedido de Google Cloud apresenta diversas oportunidades de melhoria para as empresas, desde a modernização desse tipo de plataforma com a ajuda da nuvem, até a implementação de ferramentas para tornar o atendimento aos consumidores mais próximo do realizado por um atendente humano. Entre as tecnologias de Google Cloud que podem ajudar as empresas do Varejo brasileiras e que já são amplamente utilizadas no mundo todo estão:

• Atendimento automatizado
O Dialogflow, tecnologia desenvolvida pelo Google Cloud, permite a criação de interfaces para conversações mais naturais em sites, aplicativos móveis e plataformas, por meio do uso de inteligência artificial. Empresas como KLM, Domino’s e Ticketmaster já utilizam o recurso em diferentes segmentos do Varejo.

• Busca por imagem ou voz
Ao utilizar a Vision API, um site pode habilitar a busca de produtos a partir de uma imagem. O recurso usa machine learning para comparar as fotos pesquisadas ao catálogo de produtos de uma loja. Por sua vez, o Speech-to-Text tem a capacidade de converter a fala em texto com precisão, apoiando a funcionalidade de busca por voz.

• Recomendação de produtos
O Recommendations AI utiliza inteligência artificial e machine learning para gerar recomendações de produtos altamente personalizadas em escala, ajudando o Varejo a gerar mais oportunidades de venda durante a jornada de compra dos consumidores.

Produtos financeiros lideram a preferência do brasileiro na hora de investir

Os brasileiros estão usando mais os produtos financeiros como opção de investimento. Ações, títulos privados e fundos ganharam participação no portfólio dos investidores em 2020, enquanto a caderneta de poupança perdeu espaço pela primeira vez em quatro anos, desde que a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) realiza pesquisa com a população economicamente ativa das classes A, B e C em todo o País.

O levantamento indica que os produtos financeiros foram o principal destino do dinheiro economizado pela população no ano passado, com ganho de participação nas classes A e B, e estabilidade na classe C. Dentre os brasileiros que investiram em 2020, 53% deles colocaram o dinheiro em produtos financeiros, ou 11 pontos percentuais a mais do que o levantamento anterior. Pela primeira vez, os produtos financeiros ultrapassaram a soma de todos os outros destinos dados para as economias, alcançando uma população estimada em 20 milhões de brasileiros.

A poupança continua como o investimento preferido: é utilizada por 29% dos investidores, mas com uma queda de oito pontos percentuais em relação a 2019. Ainda assim, o produto é utilizado por cerca de 30 milhões de brasileiros das classes A, B e C. Os demais produtos financeiros tiveram alta em 2020, com destaque para títulos privados, que ganharam três pontos em relação ao ano anterior, passando a serem utilizados por 5% dos investidores. Os fundos também conquistaram mais adeptos no ano passado: 5% dos investidores indicaram o produto como destino para suas economias, frente a 3% no ano anterior. Isso significa que em torno de 5 milhões de pessoas usando cada um destes produtos.

“A redução da taxa básica de juros estimulou as pessoas a diversificarem seus investimentos na busca por rentabilidade. Isso explica o crescimento nas aplicações em produtos um pouco mais arriscados, como títulos privados e fundos de investimento”, afirma Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da ANBIMA.

No ano passado, 48,3% dos brasileiros da classe A escolheram produtos financeiros como destino para suas economias, universo que aumentou 20 pontos percentuais em relação a 2019. Entre os brasileiros da classe B, o crescimento foi de 7,2 pontos, passando de 21,4% para 28,6%. Na classe C, a preferência por produtos financeiros manteve-se em 12,6%. Em 2020 cresceu o número de pessoas que usou as economias para pagar dívidas: 6% das pessoas que conseguiram economizar usaram o dinheiro para essa finalidade, frente a 4% em 2019.

Motivação

Em um cenário de juros baixos, os brasileiros que pretendem investir ou continuar investindo em 2021 apontam o retorno como a principal justificativa para a escolha dos produtos financeiros: o item fica com 38% da preferência, 10 pontos percentuais acima da segurança (28%).

Já a facilidade de movimentação, principalmente com o avanço dos serviços digitais, foi citada como motivação por 21% dos entrevistados. Quanto ao destino para o retorno financeiro, 27% afirmaram que vão manter o dinheiro aplicado para uso em emergências. Apenas 10% pensam em usar esse rendimento na velhice/aposentadoria, porcentagem também daqueles que pretendem comprar ou trocar de veículo.

Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a quarta edição da pesquisa Raio X do Investidor, realizada pela ANBIMA em parceria com Datafolha. As entrevistas aconteceram entre 17 de novembro e 17 de dezembro de 2020, com 3.408 pessoas economicamente ativas, que vivem de renda ou são aposentadas, de 16 anos ou mais, pertencentes às classes A, B e C, nas cinco regiões do País. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

E-commerce brasileiro registrou expansão de 69% no mês de abril, segundo Mastercard SpendingPulse

As vendas do comércio eletrônico brasileiro se mantiveram fortes em abril. De acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que mede as vendas no varejo online e nas lojas em todas as formas de pagamento, o e-commerce* brasileiro cresceu 69% no mês de abril, na comparação ano a ano.

O setor de eletrodomésticos foi o que mais cresceu no e-commerce brasileiro, com um aumento de 122% em relação ao mesmo período do ano passado. Por outro lado, as vendas dos setores de combustíveis, supermercados, móveis, produtos de uso pessoal e doméstico, e produtos farmacêuticos, apresentaram desempenho inferior.
Vendas do varejo nas lojas físicas

As vendas no varejo brasileiro, aumentaram 49% ano a ano – exceto os setores de automóveis, materiais de construção, restaurantes, e cama e banho. O setor de vestuário foi o que registrou a maior expansão, com 125% em comparação com abril de 2020.

Segundo Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil, esse movimento do mercado está diretamente relacionado a pandemia. “A taxa de desemprego, que ainda está em patamares elevados, somada aos desafios da Covid-19 e ao fechamento parcial de estabelecimentos impactaram as vendas no varejo. À medida que superamos o grande declínio nas vendas no varejo do ano passado, as taxas de crescimento ano a ano estão mostrando um aumento significativo: no entanto, é um efeito estatístico devido ao número de estabelecimentos que permaneceram fechados no ano passado” afirma o executivo.

Em termos de vendas totais no varejo nas regiões, o Nordeste e o Sudeste superaram o restante do país com 49,8% e 57,3%, respectivamente. As regiões Norte (43%), Sul (23,7%) e Centro Oeste (33,4%), apresentaram desempenho inferior ao crescimento das vendas nacionais.

*As vendas no comércio eletrônico são as vendas de bens e serviços em que os compradores fazem um pedido ou o preço e as condições da venda são negociados pela Internet, em um dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange) , correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Startup israelense Zipy chega ao Brasil para facilitar as compras em mercados estrangeiros

Com o objetivo de transformar as compras internacionais feitas pela internet em transações mais fáceis e seguras, a Zipy chegou no Brasil em janeiro deste ano oferecendo em seu  catálogo produtos de três gigantes do marketplace: Amazon, Aliexpress e eBay. O Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com o serviço da startup, que traz também os produtos do Allegro, e-commerce polonês em franca expansão na Europa. 

Para levar mais segurança e clareza ao processo de compra, os compradores têm a possibilidade de pagar as compras em reais (BRL) via boleto bancário e cartão de crédito nacional – condições muitas vezes indisponíveis em sites estrangeiros. O site da Zipy traz catálogos de produtos destes e-commerces e disponibiliza todas as informações em português: nome do produto, descrição, além dos valores em reais. 

Os brasileiros também podem usufruir de outras facilidades da plataforma, como rastreamento de pedidos internacionais e uma equipe de suporte local e personalizada para auxiliar os brasileiros em suas compras. O atendimento pode ser via Whatsapp e diversos canais desde o momento da compra até a entrega do produto. O site também possui uma seção de produtos abaixo de R $10 para atrair novos clientes.

Maiores compras 

A cada dia são inseridos mais de 500 mil produtos na Zipy. No Brasil, os itens mais vendidos desde o soft launch em janeiro de 2021 fazem parte da seção de tecnologia e acessórios para smartphones, como fones de ouvido wireless e smartwatches, por exemplo.

As cinco cidades brasileiras que com maior número de transações no site até agora foram São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG).

Israel, Europa e América Latina

A Zipy foi fundada em 2013 por três universitários israelenses que enfrentavam os mesmos desafios: fazer compras recorrentes online para seus pais e parentes que não se sentiam seguros ao fazer compras internacionais pela internet. Muitos não tinham cartões internacionais ou não entendiam como funcionavam ferramentas como o Paypal. Outros, tinham receio de não receber os produtos e não conseguir reaver o valor pago. A situação não era exclusiva deles, mas de grande parte da população adulta do país. Israel ainda é o principal mercado da Zipy ao redor do mundo.

A plataforma aposta na facilidade de acesso para ganhar a confiança dos consumidores. Na Zipy, é possível navegar por todos os catálogos, seções, ver detalhes de produtos e outras informações sem a necessidade de criar uma conta no marketplace. 

Além do Brasil, a Zipy opera em outros países da Europa e Oriente Médio como: Israel, Portugal, Itália, Grécia, Romênia, Itália, Polônia e Chipre. Nestes países, a média de pedidos diários ultrapassa 800.