Page

Author admin

1 em cada 4 brasileiros pretende continuar fazendo compras online diariamente após a pandemia

A Covid-19 mudou drasticamente o cenário das compras online no mundo inteiro, principalmente quando falamos sobre as chamadas compras recorrentes, como delivery de comida, supermercado, farmácia e mobilidade urbana. Com mais gente em casa, a digitalização se impôs a uma parcela gigantesca de varejistas, e o PayPal, líder global em pagamentos eletrônicos e um dos principais players desse tipo de compra virtual, quis entender um pouco mais sobre o atual cotidiano diário de consumo dos brasileiros.

Durante o mês de outubro, a Edelman, agência global de comunicação, realizou a pesquisa “Consumo Online no Brasil”, cujos objetivos foram delinear o cenário da rotina de gastos diários online de brasileiros e brasileiras, incluindo aspectos como frequência, canais de compra, métodos de pagamento online mais usados (como crédito, débito, Pix ou carteiras digitais), percepções de segurança e facilidade, além de motivações.

“Buscamos, neste levantamento, focar em gastos que fazemos com mais recorrência, como pedir comida em casa, chamar um carro por aplicativo, assinar streamings e pagar por games. Ou seja, são compras que estão totalmente integradas à nossa rotina, muito por causa da experiência fluida de tomada de decisão e pagamento”, explica Felipe Facchini, Head Geral de Negócios do PayPal Brasil.

O estudo descobriu, entre muitas outras coisas, que 1 em cada 4 brasileiros pretende continuar fazendo compras online diariamente após a pandemia – ou seja, gostaram da experiência e se manterão fiéis ao digital.

Antes de a crise sanitária começar, em março de 2020, cerca de 35% dos brasileiros faziam compras online diariamente ou semanalmente; já durante os 20 meses de pandemia, esse índice bateu em 57%; e os entrevistados pelo estudo acreditam que esse cenário não deve sofrer alterações no pós-pandemia. Cerca de 55% dos brasileiros dizem que continuarão comprando online quando a vida voltar ao normal – isso significa que passaremos a viver um “normal” diferente do “normal” que conhecíamos.

Esses índices vão ao encontro das conclusões de um recente levantamento do PayPal que demonstrou o entusiasmo do consumidor brasileiro por um futuro livre do uso de dinheiro físico para pagamentos. “Os altos índices de adesão a compras online são um sintoma do anseio do consumidor por ter uma experiência de compra que elimine a burocracia da etapa de pagamento – exatamente o contrário do que o pagamento com dinheiro físico representa. Se pensarmos na experiência de checkout de um carro por aplicativo, o pagamento dispensa a ação do consumidor ou do motorista. E é isso que é tão libertador”, analisa Facchini.

Não à toa, a pesquisa realizada pela Edelman revela que a maioria dos brasileiros e das brasileiras compra e paga online sempre que pode (84,5%), considera essa forma de pagamento fácil (98,3%), gosta da experiência (98,8%), acha que ela permite um maior controle de despesas (89,9%), se considera especialista na arte de comprar via internet (68,2%) e costuma planejar suas compras online (87,6%).

A pesquisa foi dividida em verticais, para melhor entender o cotidiano de compras online dos brasileiros. Em primeiro lugar na lista ficou “Alimentos e restaurantes”, com 87,9% dos entrevistados afirmando fazer compras online desse tipo; “Supermercados e farmácias” aparecem em segundo, com 72% de aderência; seguidos por “Entretenimento” (64,6%); “Transporte e mobilidade urbana”, com 56,2%; “Combustível” (34,3%); e “Games online”, com 31,4%.

O PayPal, como provedor de solução de pagamentos para os principais aplicativos de compras diárias do País, segue inovando para oferecer ao consumidor a melhor experiência no checkout. “Foi o que fizemos quando incluímos o cartão de débito como uma das opções de pagamento da nossa carteira online. A cada inovação, contribuímos para a democratização dos serviços financeiros para todos os tipos de consumidores e negócios de todos os tamanhos”, finaliza Facchini.

A seguir, os highlights da pesquisa “Consumo Online no Brasil”, que ouviu 1.000 pessoas (todas compradoras online) entre 18 e 55 anos em todas as regiões do País e de todas as classes sociais.

Novidades.

  • De acordo com a pesquisa, 98,3% dos entrevistados dizem preferir fazer compras online porque elas são mais fáceis; e 98,8% admitem que gostam da experiência. Cerca de 87,5% afirmam que as compras online fazem parte de sua vida cotidiana; 84,5% explicam que passaram a fazer mais compras e pagamentos online durante a pandemia; e 68,2% se autodenominam experts em compras e pagamentos online.
  • Segundo a pesquisa, 91% dos brasileiros e brasileiras compram online “sempre” ou “normalmente” via smartphone. Cerca de 58% preferem laptops; e 54%, desktops.
  • Antes da pandemia, 15,4% das pessoas faziam compras online diariamente; e 19,7%, semanalmente. Durante a pandemia, 22,3% das pessoas faziam compras online diariamente; e 34,4%, semanalmente. No pós-pandemia, 23,5% dos brasileiros e brasileiras pesquisados afirmaram que continuarão fazendo compras online diárias; e 32%, semanalmente.
  • Um fato interessante do estudo é que os homens lideram os pagamentos com cartão de crédito (80,2%) e carteiras digitais (47,2%); já as mulheres lideram nas opções cartão de débito (59,4%) e Pix (51,8%).
  • Cartões de crédito e débito são os métodos mais frequentes de pagamento online independentemente de idade ou sexo. Já o índice de uso do Pix diminui de acordo com a idade – conforme a idade aumenta, menos o comprador usa a plataforma do Banco Central. Faz sentido, portanto, que a faixa etária entre 25 e 34 anos seja a que mais usa carteiras digitais no País.
  • Quando o assunto é segurança, o levantamento realizado pela Edelman descobriu que 78,2% das pessoas se dizem preocupadas quando compram ou pagam contas de forma virtual; mas 70% dos pesquisados garantem que não vão diminuir suas compras online quando a pandemia terminar.
  • Os apps de delivery são os mais usados nas verticais de “Alimentos e restaurantes” (93,7% dos pedidos) e “Supermercados e farmácias” (73,3%); já as plataformas de streaming de vídeo são os principais meios de pagamento da vertical de “Entretenimento”, com 94,6% das citações.
  • Uma vertical que aparece com força na pesquisa é a de compra online de combustíveis. Segundo o estudo, 34,3% dos brasileiros e brasileiras entrevistados afirmam usar métodos digitais para abastecer seus veículos. Dentro deste universo, 39% usam carteiras digitais (via aplicativo). E 9 entre 10 deles afirmam que continuarão pagando nesta modalidade no pós-pandemia.
  • Cerca de 44% dos pesquisados dizem fazer compras online semanalmente na vertical de “Alimentos e Restaurantes”; e 34% têm o mesmo padrão de consumo na vertical “Supermercado e farmácia”. Entre outros motivos, brasileiros e brasileiras destacam a comodidade da experiência e a economia de tempo para optar por esses canais de compra. Além disso, a maioria declara que continuará comprando esses produtos online quando a pandemia acabar.
  • Quase 83% dos entrevistados que têm carteiras digitais dizem utilizá-las com muita frequência para fazer pagamentos online e via aplicativos. Mulheres (41,7%) e usuários entre 25 e 44 anos (44,9%) tendem a usar carteiras digitais com mais frequência.
  • As vantagens mais importantes para o uso de carteiras digitais são “Segurança contra roubo e fraude” e “Rapidez, facilidade e comodidade”, ambas com 58,6% das respostas – sendo que este segundo item é importante para 64,3% das mulheres. Em terceiro lugar estão “Promoções, benefícios e recompensas exclusivas” (43,5%). Na sequência vêm o controle maior sobre as finanças, com 40,8%; a possibilidade de pagar a prazo (39,4%); o atendimento ao cliente (30,6%); e a facilidade de comprar produtos internacionais, com 27,5%.

Conclusões.

Entre as conclusões da pesquisa “Consumo Online no Brasil”, destaque para o fato de que a maioria das compras online mudou de mensal para semanal ou quinzenal durante a pandemia, embora variem de acordo com a vertical.

Já as verticais de “Alimentos e restaurantes” e de “Supermercados e farmácias” foram as que apresentaram maior crescimento no período. E, embora a maioria das categorias pesquisadas demonstre ligeira diminuição em sua frequência de compras online, elas manterão níveis muito mais elevados do que no pré-Covid.

Outro ponto que merece atenção na pesquisa: a satisfação de brasileiros e brasileiras com a experiência de comprar online. Em sua maioria, eles e elas preferem o ambiente digital ao ambiente físico – o que sugere que o futuro das compras passará pelo omnichannel e terá, cada vez mais, a participação de todos os meios digitais, com ênfase nas redes sociais.

Diferentemente do que se pode imaginar, a maioria dos pesquisados afirma que a compra online facilita o controle das despesas diárias – e faz questão de ressaltar que suas compras são planejadas, não por impulso. No entanto, os consumidores mais jovens têm menos controle sobre suas despesas online e tendem a comprar com mais frequência por impulso quando comparados aos consumidores mais experientes.

No que diz respeito ao futuro das compras online, a pesquisa destaca que brasileiros e brasileiras têm a intenção de incluir, nos próximos cinco anos, ainda mais produtos e serviços em seu cotidiano – como água e luz, entretenimento e educação. Entre as tecnologias mais citadas neste futuro próximo estão as carteiras digitais e os QR Codes.  

Sinqia anuncia parceria com WE Impact, venture builder dedicada a mulheres líderes de startups

A Sinqia, líder em softwares e inovação para o setor financeiro no Brasil, anuncia parceria com a WE Impact, primeira venture builder dedicada a startups lideradas por mulheres. A iniciativa ocorreu por meio do Torq Ventures – programa de Corporate Venture Capital (CVC) da empresa, e visa  trazer para o pipeline do Torq maior diversidade e representatividade feminina. 

A partir desse movimento, a Sinqia reforça sua estratégia de Open Innovation, que tem o objetivo de trazer mais inovação ao mercado brasileiro, além de abrir espaço para que mulheres possam emergir cada vez mais no universo da inovação, um ecossistema ainda dominado por homens. Segundo dados do Female Founders Report 2021, produzido pelo Distrito Dataminer, em parceria com a B2Mamy e Endeavor, 4,7% das startups brasileiras foram fundadas exclusivamente por mulheres e 5,1% por mulheres e homens. Os números caem drasticamente quando se fala em investimento: apenas 0,04% das startups lideradas por mulheres receberam investimento em 2020.

Diante desse cenário, a Sinqia compreendeu a importância e a necessidade da parceria com a WE Impact,  pelo apoio que a venture builder oferece ao incentivar o crescimento de startups de base tecnológica lideradas por mulheres. “A partir dessa união, a empresa pretende trazer para seu ecossistema soluções e startups que tenham o protagonismo feminino. Além disso, precisamos expandir o mercado de venture capital para startups lideradas por mulheres, que ainda recebem uma quantia ínfima de investimentos”, explica Juliana Innecco, head de inovação do Torq Ventures e do Torq Labs, hub de inovação da Sinqia.

Para a CEO e fundadora da WE Impact, Lícia Souza, a parceria é estratégica não só para promover a conexão de empreendedoras do ecossistema a especialistas desse mercado e criar oportunidades de negócios e investimentos, como também para a conquista de aliadas dessa agenda no mundo corporativo. “A WE Impact trabalha incansavelmente para que as corporações priorizem cada vez mais a promoção da equidade de gênero. Queremos conectar as empresas ao ecossistema de tecnologia e inovação por meio dessa lente, para que entendam as vantagens competitivas que a inclusão e a diversidade proporcionam. Diferentes perspectivas, principalmente em posições de liderança, geram negócios mais lucrativos e resultados mais poderosos, além de tornar a sociedade mais justa para todos”, comenta.

A expectativa da Sinqia é atrair startups que tenham em sua liderança mulheres,  fundadoras, cofundadoras e CEOS/C-Level para, assim, gerar oportunidades tanto para a companhia  e WE Impact, quanto para as empreendedoras. 

Torq e WE Impact Pitch Day

Fomentar o desenvolvimento tecnológico é uma das características da Sinqia. Por isso, a parceria resultou na criação do “Torq e WE Impact Pitch Day”, iniciativa que busca selecionar fintechs fundadas por mulheres ou que tenham mulheres em sua liderança,  que entregam tecnologia para mercado financeiro ou submercados. A principal finalidade é selecionar startups que complementam o portfólio e que aceleram estratégias de go-to-market da Sinqia. 

Para participar, a empresa  precisa atuar no mercado B2B, possuir tecnologia aplicada ao mercado financeiro, modelo de negócio SaaS, em Cloud e atuação nos segmentos de Open Banking e Open Finance, risco e fraude, agregadores de dados, crédito, segurança, blockchain e inteligência artificial. O evento acontece em 23 de novembro e as selecionadas terão uma série de oportunidades para desenvolvimento no programa, tais como: mentoria com especialistas da Sinqia e WE Impact, indicação para receber benefícios da Microsoft e Google Cloud for Startups, possibilidade de Prova de Conceito (PoC) – que são as simulações realizadas antes do início da produção para garantir que o resultado se mostre real quando transferido para o mundo material -, relacionamento com o ecossistema de inovação da companhia, incluindo possíveis indicações para  hub de inovação do Distrito e para o programa de aceleração da Darwin Startups. As empresas selecionadas ainda terão a possibilidade de firmar parcerias comerciais e de receber investimentos da Sinqia, além de matches com clientes Sinqia e grandes corporações parceiras da WE Impact.

Innecco ressalta a importância do Pitch Day não apenas para originar startups para o funil do Torq Ventures e acelerar o desenvolvimento da empresa, mas também para impulsionar a criação de uma rede de apoio às mulheres. “Essa é uma pauta fundamental e a Sinqia não está de fora. Queremos  aproximar a empresa do ecossistema de startups com founders e líderes mulheres e também temos a necessidade de conscientizar os colaboradores sobre a importância da diversidade e equidade de gênero no ecossistema de inovação e no mercado financeiro”, reforça.

Essa é mais uma das iniciativas de inovação aberta do Torq que, em 2021, destinou mais de R$50 milhões em inovação e startups por meio de fundos de Corporate Venture Capital para investimento nos próximos cinco anos. O “Torq e WE Impact Pitch Day” será realizado de forma remota, via Microsoft Teams, com banca formada por executivas e executivos da Sinqia e da WE Impact. As inscrições  podem ser realizadas até o dia 18 de novembro pela página do evento: https://bit.ly/3ELNjkd 

Tags

Rio Innovation Week transforma o Rio de Janeiro na capital da Inovação e Tecnologia

O Rio de Janeiro vai receber o mais completo evento de Inovação e Tecnologia já realizado na América Latina. O Rio Innovation Week irá acontecer entre os dias 13 e 16 de janeiro de 2022, no Jockey Club. A agenda já tem confirmados mais de 500 palestrantes, além da presença de 1.000 startups e 190 expositores.

A grade de palestras do evento será dividida por 15 palcos segmentados por mercados de atuação. Entre os keynotes confirmados estão nomes como: Richard Branson, fundador do grupo Virgin, que também irá conversar com o Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil, Marcos Pontes; Steve Wozniak, cofundador da Apple; Katia Vaskys, General Manager IBM; e Francis Suarez, prefeito de Miami, que participará de conversa junto com Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, sobre os desafios de transformar uma cidade em polo de inovação, incentivando a geração de novos negócios e a instalação de empresas focadas em novos modelos de atuação.

O evento conta com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e com Secretaria De Ciência, Tecnologia E Inovação do Estado do Rio de Janeiro (SECTI RJ). O MCTI é responsável pela Vila da Ciência e vai apresentar projetos de inovação em todos as áreas do RIW. Já a SECTI RJ apresenta o Salão de Inovação com os principais projetos da UERJ, FAPERJ, CECIERJ, UEZO e UENF.

A agenda de palestras contará ainda com profissionais como: Camila Farani, investidora anjo do Shark Tank Brasil; Rony Meisler, sócio CEO da Reserva; Bruno Stefani, Global Innovation Director da Ambev; João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos; Andrés de Léon, CEO da HyperloopTT; e Natalia Bayona, Diretora de Inovação da UNWTO – Organização Mundial de Turismo.

O Rio Innovation Week traz para o mesmo espaço, diferentes segmentos do mercado que hoje utilizam a tecnologia como base para crescimento dos negócios e expansão, além de criação de novas oportunidades e cenários. Com foco em estimular o networking, ampliar o alcance e gerar novas conexões, o evento entra nos segmentos de Turismo, Varejo, Saúde, Profissões, Startups, Agronegócio, Sustentabilidade e Marketing, entre outros, trazendo para sua agenda projetos já consolidados, que aconteciam de forma isolada no país.

Importantes eventos e grupos especializados estarão dentro do Rio Innovation Week focando em seus temas específicos.

Os ingressos são vendidos com exclusividade na plataforma Sympla.


Espaços
Conecta – Inovação e Tecnologia para o Varejo
Evento anual do setor de Varejo com foco em conectar empresas, empreendedores e executivos. O Conecta reforça como o Varejo 4.0 foca na convergência de dois mundos: o varejo tradicional – e seus pontos fortes -, e o varejo digital – e as mudanças que gera em todos os segmentos. Entre os focos está mostrar todos os ganhos de consumidores e gestores de empresas.

SDP Summit – Inovação Aberta
Evento do grupo de open innovation Sai do Papel, abordará a inovação aberta em diferentes setores, além de criar conexões que geram oportunidades de negócios, networking, aprendizados e novas experiências para todos os players. Com conteúdo e cases de gestão de inovação das principais empresas e hubs corporativos, contará com um palco dedicado às startups, o VC Square, com a participação de 30 ventures captures, e o Startup Program, com mentorias e workshops.

AgroRio Tech
O espaço apresentará como será a agricultura do futuro, abrindo oportunidades para discussões sobre tecnologias, modelos de negócios, o impacto da inovação e de novas ferramentas em uma atividade tão ligada ao meio ambiente. Responsável por 24% do PIB brasileiro, o setor agro foca cada vez mais em novas frentes como geotecnologias, agricultura de precisão e Internet das Coisas – IOT. Durante o Rio Innovation Week, será montada uma extensa agenda para conectar produtores agrícolas de diferentes segmentos e tamanhos com desenvolvedores de tecnologia capazes de revolucionar de forma responsável a utilização do campo, impulsionando o mercado agrícola brasileiro.

Health Tech
O espaço apresentará as novidades do mercado de saúde, unindo a área científica com soluções tecnológicas. Além de gerar oportunidades de negócios e fomentar o ecossistema de open health innovation, será também incentivado o networking e a criação de novas conexões entre os players do mercado de saúde.

Turistech Zone – O Turismo do Futuro
Espaço totalmente dedicado ao ecossistema Turistech, terá foco em fomentar o setor conectando as áreas e profissionais de Turismo e Inovação, estimulando o investimento em startups que podem apoiar e acelerar a transformação digital desse mercado.

Com a participação de cerca de 60 empresas, o espaço terá uma intensa programação de debates e palestras com temas como Digitalização de Negócios Turísticos, Nomadismo Digital, Turistech Venture Capital, Experiência Turista Digital, entre outros.

.Futuro – O Futuro das Profissões
Um espaço dedicado a discutir o futuro das profissões, novos skills que o mercado demanda do profissional e as oportunidades no mercado de trabalho no futuro.

RIW Pop & Tech – Inovação a Favor da Cultura
Um ambiente interativo trazendo as múltiplas possibilidades da utilização da tecnologia para criar novos ambientes e experiências na produção cultural, estimulando a economia criativa e gerando novos negócios.

Vila da Ciência
O espaço vai reunir as 27 agências e centros de pesquisa vinculados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Entre os temas e projetos abordados na Vila estarão inteligência artificial, construção de foguetes, biotecnologia e energia renovável.

BOMA Brazil – Sustentabilidade no mundo corporativo
O BOMA, rede global que oferece experiências de aprendizado transformadoras, traz para o Rio Innovation Week cases que indicam como podemos ser mais internacionais, pensando melhor sobre o futuro e tendo como base o empreendedorismo sustentável. Com o consumidor cada vez mais conectado e exigente, importante ver como a sustentabilidade no universo corporativo pode alavancar vendas e gerar novas oportunidades e demandas.

Growth Machine – Estratégia de vendas
Foco em organizar e simplificar os principais processos para que as empresas organizem melhor suas estratégias de vendas, mirando o crescimento. Time experiente no comando da mentoria, dando acesso a conteúdo e treinamentos para empreendedores.

Sociedade 5.0
Como a convergência de todas as inovações possibilita maior qualidade de vida para a sociedade além de ações com foco em responsabilidade ambiental.
– Smart cities
– Ciência da Vida
– Desenvolvimento humano e social
– Ciência da natureza

Journey – Marketing digital
A agenda deste espaço vai reforçar como o Marketing Digital e as modernas técnicas de vendas são cruciais como estratégia de crescimento de negócios, trazendo soluções eficazes e sustentáveis.

Clean Up The World – Educação para um Ambiente mais Limpo
Fundado em 1993, é um evento apolítico, sem fins lucrativos e não governamental que busca unir diferentes grupos da sociedade com foco em comum na proteção do meio ambiente. Além do desenvolvimento e apoio a projetos, também capacitam pessoas ao redor do mundo.

Arena HUB – Inovação no Esporte
As principais novidades tecnológicas do mercado esportivo, promovendo a interação e gerando experiências imersivas. Todo o ecossistema do Arena Hub auxiliará na conexão de profissionais, startups, entidades esportivas, universidades, centros de pesquisa, estudantes, atletas, investidores e grandes empresas de esportes, todos com foco em inovação e tecnologia.

Importante o destaque para o papel da ciência e da tecnologia auxiliando no desenvolvimento do esporte de alto impacto.

Impact HUB Brasil
A maior rede global colaborativa de impacto, unindo os inovadores, sonhadores e os empreendedores que estão criando soluções tangíveis para as questões mais prementes do mundo.

O Impact Hub nasceu em Londres com a iniciativa de criar um espaço de trabalho colaborativo para pessoas interessadas em promover grandes transformações. Sua missão é inspirar, conectar e capacitar a comunidade a desenvolver ideias empreendedoras para construir um mundo radicalmente melhor. Os três pilares do HUB são: Comunidade Vibrante, Espaços Inspiradores e Conteúdo Significativo.

MIT Innovative Workplaces
Iniciativa que chega ao país trazida pela MIT Technology Review com o objetivo de amadurecer o cenário local de inovação, destacando boas iniciativas e apresentando caminhos possíveis de melhoria e transformação.

Rio Innovation Week
O Rio Innovation Week tem patrocínio máster da XP, Sebrae e Invest .Rio e patrocínio bronze da Amazon Web Services. O evento conta com parceiros estratégicos como: Asserj, Pesagro, Uerj, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Governo do Estado do Rio de Janeiro e correalização do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

O evento é realizado por Base Produções, LER Cultural, Sai do Papel, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Soft skills para os profissionais de TI

Por Juliano Primavesi, CEO da KingHost

O mercado de tecnologia da informação além de ter passado por diversas mudanças nos últimos anos, teve um grande salto quando analisamos o perfil do profissional de TI, como as suas qualificações e habilidades. As empresas procuram pelos profissionais mais bem preparados, que possuem diversos conhecimentos e conseguem usar várias ferramentas, mas elas também estão cada vez mais analisando as soft skills dos candidatos.

As soft skills são competências comportamentais, que aprendemos e carregamos nas nossas vidas por meio da interação com outras pessoas, responsáveis pelo nosso convívio em sociedade. Quanto mais você tem autoconhecimento das suas dificuldades, de como reagir às situações baseado no seu histórico emocional pessoal, mais bem sucedidas vão ser as suas relações, seja no âmbito pessoal, entre amigos e conhecidos, familiares ou nas relações comerciais. Hoje essas habilidades são super-relevantes para quem está entrando e quem atua no mercado de trabalho. Mais do que ter um conhecimento técnico, é necessário ter um bom relacionamento humano com as outras pessoas.

Acredito que entre as principais soft skills para profissionais, está o pensamento analítico, ou seja, sempre buscar sugerir ideias e soluções, ao invés de apenas reclamar dos problemas que aparecem no dia a dia. Mentalidade de crescimento, usando como referência a renomada psicóloga Carol Dweck, que descreve muito bem o mindset fixo (da pessoa que acredita que já chegou lá), em contrapartida, ao mindset de crescimento (da pessoa que está em constante aprendizado). Especificamente para TI, não pode faltar colaboração, que não se resume a saber trabalhar em grupos, mas estar sempre disposto a transferir experiências para outras pessoas do time e da comunidade, entendendo que o conhecimento é mutável e perene, ou seja, o que hoje é ouro, deixará de ser, e mantê-lo com você não vai te levar a um nível superior, mas saber compartilhar sim.

Também destaco as habilidades de resiliência e adaptabilidade. Note que resiliência é a capacidade de um corpo de receber uma porrada, se deformar e voltar ao estado anterior. Em TI, vemos muito disso com manutenções de sistemas e serviços de madrugada, finais de semana, clientes aborrecidos, e no momento seguinte tudo precisa estar funcionando adequadamente, inclusive a saúde do profissional. Gosto de citar a adaptabilidade ou flexibilidade com resiliência, pois considero a evolução da resiliência, onde a pessoa tem capacidade de se adaptar conforme o ambiente, flexibilizando no limite dos seus recursos emocionais para cumprir o trabalho proposto.

Por conta da pandemia de covid-19, a busca das empresas por esses profissionais com soft skills acabou sendo amplificada, principalmente para quem passou a trabalhar em home office. Autogestão e inteligência emocional passaram a ser habilidades indispensáveis em TI. Principalmente para gerenciar momentos de pressão, depressão e ansiedade, reconhecendo os seus pontos fortes e fracos.

Para o profissional que ainda não possui o conhecimento necessário para aprender ou até mesmo estudar sobre soft skills, existem diversas instituições de cursos disponíveis na internet, e por onde começar, dependerá de quais áreas o profissional tem mais dificuldade hoje, o que pode ser descoberto com uma autoanálise dos resultados ou em conversas de feedback com outros colegas. Uma soft skill não se aprende, se treina, quase como um PDCA: estuda, coloca em prática, confere os resultados, corrige e repete.

Já para quem ainda está na faculdade, por mais que os cursos universitários de TI sejam focados na área técnica, também passaram a ter disciplinas como “Desenvolvimento Social e Humano” ou “Soft Skills”. Os cursos que eventualmente não tem o currículo atualizado na velocidade acelerada do mercado de TI, geralmente oferecem cursos de extensão (de curta duração, em horário alternativo às aulas do curso de graduação) em áreas relacionadas com projetos e gestão, que incluem disciplinas com itens de soft skills, atendendo também a comunidade fora da faculdade, ou seja, se você já se formou, ou não deseja cursar uma graduação, e quer aprender sobre soft skills, também pode se inscrever e participar.

O mercado de trabalho está em constante evolução, por isso pessoas desatualizadas com essas habilidades comportamentais terão um impedimento de crescimento profissional. Por isso, é preciso que o profissional e a própria organização promovam ações de treinamento de habilidade interpessoais para que o nível de trabalho cresça, fazendo com que o profissional possa estar sempre nos melhores cargos e nas melhores empresas.

IBM apresenta processador quântico de 127 qubits

A IBM (NYSE: IBM) anunciou seu novo processador ‘Eagle’ de 127 qubits (bits quânticos) durante o IBM Quantum Summit 2021, seu evento anual em que apresenta os destaques de hardware e software quântico, assim como o crescimento do ecossistema quântico. O processador ‘Eagle’ é um grande avanço para aproveitar o enorme potencial de computação dos dispositivos baseados na física quântica. No desenvolvimento de hardware, ele marca o ponto em que os circuitos quânticos não podem ser simulados de maneira confiável e exata num computador clássico. A IBM também antecipou planos para o IBM Quantum System Two, a próxima geração de sistemas quânticos.

A computação quântica aproveita a natureza quântica fundamental da matéria em níveis subatômicos para oferecer a possibilidade de uma potência computacional enormemente aumentada. A unidade computacional fundamental da computação quântica é o circuito quântico, uma combinação de qubits em portas e medidas quânticas. Quanto mais qubits um processador quântico tiver, mais complexos e valiosos serão os circuitos quânticos que ele pode executar.

A IBM recentemente apresentou os roadmaps para a computação quântica, incluindo uma jornada para escalar o hardware quântico a fim de permitir que os circuitos quânticos complexos alcancem a Vantagem Quântica, isto é, o ponto no qual os sistemas quânticos podem superar significativamente seus contrapontos clássicos. ‘Eagle’ é o último passo nessa jornada de escalabilidade.

A IBM mede o progresso no hardware de computação quântica através de três atributos de desempenho: escala, qualidade e velocidade. A escala é medida pelo número de qubits em um processador quântico e determina o quão grande é o circuito quântico que pode ser executado. A qualidade é medida pelo Volume Quântico e descreve com que precisão os circuitos quânticos funcionam em um dispositivo quântico real. A velocidade é medida por CLOPS (Circuit Layer Operations Per Second), uma métrica que a IBM introduziu em novembro de 2021 e que identifica a viabilidade de executar cálculos reais compostos de um grande número de circuitos quânticos.

Processador Eagle de 127 qubits

‘Eagle’ é o primeiro processador quântico IBM desenvolvido e implementado para conter mais de 100 qubits operacionais e conectados. Ele segue o processador ‘Hummingbird’ de 65 qubit da IBM, lançado em 2020, e o processador ‘Falcon’ de 27 qubit, anunciado em 2019. Para alcançar esse avanço, os pesquisadores da IBM desenvolveram inovações pioneiras em seus processadores quânticos existentes, como um desenho de combinação de qubit para reduzir erros e uma arquitetura para diminuir o número de componentes necessários. As novas técnicas usadas em Eagle colocam a fiação de controle em vários níveis físicos dentro do processador enquanto mantém os qubits em uma única camada, permitindo um aumento significativo nos qubits.

O aumento de Qubits vai permitir que os usuários explorem problemas em um novo nível de complexidade ao conduzir experimentos e executar aplicativos, como otimizar o aprendizado de máquina ou modelar novas moléculas e materiais para uso em áreas que vão desde a indústria de energia até o processo de descoberta de fármacos. ‘Eagle’ é o primeiro processador quântico da IBM cuja escala torna impossível a simulação confiável em um computador clássico. Na verdade, o número de bits clássicos necessários para representar um estado no processador de 127 qubit excede o total de átomos em mais de 7,5 bilhões de pessoas no mundo.

“A chegada do processador ‘Eagle’ é um grande passo em direção ao dia em que os computadores quânticos poderão superar os computadores clássicos em aplicações úteis”, declarou o Dr. Darío Gil, Vice-presidente Sênior da IBM e Diretor de Research. “A computação quântica tem o poder de transformar quase todos os setores e nos ajudar a enfrentar os maiores problemas de nosso tempo. É por isso que a IBM continua inovando rapidamente no design de hardware e software quânticos, gerando maneiras para que as cargas de trabalho quânticas e clássicas se fortaleçam mutuamente e criem um ecossistema global que é fundamental para o crescimento de uma indústria quântica.”

O primeiro processador ‘Eagle’ está disponível como um dispositivo exploratório na IBM Cloud para um grupo selecionado de membros da IBM Quantum Network.

Conecta SP: Huawei apresenta inovações do 5G no Palácio dos Bandeirantes

Nesta terça-feira, o Governador João Doria anunciou, no Palácio dos Bandeirantes, o Programa Conecta SP para agilizar a chegada da cobertura 5G a todos os 645 municípios paulistas. A Huawei, líder global em tecnologia da informação e comunicação, esteve presente apresentando como a quinta geração de rede de telecomunicação irá impactar setores-chave da economia como: agricultura, indústria, portos, mobilidade urbana e entretenimento.

A iniciativa estadual conta com investimento de R$ 3 milhões para incentivar os gestores municipais a modernizar legislações locais de antenas para a nova tecnologia. Nesta primeira fase, a principal meta do Conecta SP é estimular a modernização das legislações municipais, aspecto considerado fundamental para a rápida implantação do 5G.

Durante o evento, prefeitos e vereadores conheceram detalhes da proposta e também terão apoio técnico do Estado para atualização de leis locais de antenas. Os convidados também puderam conhecer na prática como o 5G irá revolucionar o dia a dia das cidades e desenvolver as indústrias locais.

A multinacional Huawei Brasil apresentou para os visitantes alguns estudos de caso nacionais e internacionais. “No nosso Centro de Distribuição, em Sorocaba, trouxemos mais segurança e eficiência com o uso de Veículos Autoguiados (AGV). No campo, estamos usando IoT e AI, para monitorar o comportamento animal e as lavouras, otimizando o uso de defensivos e tornando as práticas no campo mais sustentáveis”, explica Carlos Lauria, diretor de Assuntos Regulatórios da Huawei.

Com os dados trafegando de forma mais rápida, será possível automatizar a logística de portos, aeroportos e melhorar a mobilidade urbana. Segundo executivo da Huawei, o 5G permitirá a criação de um ecossistema inteligente que vai desde a rotina nas cidades, até novas experiências de entretenimento cada vez mais imersivos.

Associações do setor de telecomunicações preveem a necessidade de investimentos iniciais de R$ 4 bilhões em infraestrutura apenas em São Paulo para atender a requisitos da nova tecnologia de internet nos próximos anos. Ao todo, esse mercado deve movimentar R$ 266 bilhões em todo o estado em médio prazo.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, em parceria com a InvestSP (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), também irá cooperar com Prefeituras e Câmaras Municipais para o alinhamento das legislações locais a marcos legais e regulatórios para infraestrutura de telecomunicações.

Banco Toyota emite Letras Financeiras “verdes” e capta R$ 700 milhões para financiar de veículos híbridos

O Banco Toyota do Brasil emitiu ao mercado Letras Financeiras (LF) “verdes”, na primeira operação do tipo entre bancos de montadora no mercado brasileiro. Com isso, foram captados R$ 700 milhões, destinados exclusivamente para o financiamento de veículos híbridos das marcas Toyota e Lexus.

Os carros com esta tecnologia combinam em um único veículo o motor a combustão e o motor elétrico e possuem emissão de CO2 (dióxido de carbono) inferior aos modelos equipados somente com propulsores a combustão. A iniciativa está relacionada ao “Desafio Ambiental Toyota 2050”, que visa mitigar os impactos ambientais da fabricação e do uso de veículos até 2050.

Os investidores receberam com entusiasmo a oferta, gerando uma demanda, aproximadamente, três vezes maior do que o volume oferecido. Esta é a sexta emissão de Letras Financeiras do Banco Toyota, seguindo a sua política de diversificação de funding, o que contribui para a competitividade da instituição no mercado nacional. Com a operação, o Banco Toyota espera financiar cerca de 8.500 veículos em até dois anos.

“A conclusão desta oferta é um marco na nossa história, tanto pelo pioneirismo da operação no Brasil, como pela receptividade do mercado. A sinergia com a Toyota do Brasil foi essencial para esta conquista”, afirma Luciano Savoldi, presidente e CEO do Banco Toyota do Brasil. “Conseguimos fazer com que uma operação financeira contribua e reforce as ações de sustentabilidade da montadora no País e continuaremos buscando outras oportunidades de estarmos juntos neste contexto. Sabemos que este é um benefício para o meio ambiente e também para os nossos clientes”, acrescenta ele.

Outro aspecto positivo da iniciativa é que, a cada contrato de financiamento de veículos híbridos da marca Toyota e Lexus, parte da rentabilidade do Banco será destinada ao projeto “Águas da Mantiqueira”, apoiado pela Fundação Toyota do Brasil em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag). Esta ação tem como objetivo preservar e restaurar espécies nativas de Mata Atlântica em regiões de nascentes e bacias, que são essenciais para garantir a proteção da biodiversidade desta área. Vale lembrar que, especialmente nesta crise hídrica que vive hoje o Brasil, é muito importante a proteção destes recursos.

Com a renda recebida das Letras Financeiras “verdes” do Banco Toyota, o projeto “Águas da Mantiqueira” será capaz de desenvolver ações para a preservação e restauração em 21 hectares (cerca de 21 campos de futebol) de matas na região da Mantiqueira, nos municípios de Sapucaí-Mirim e Gonçalves, ambos em Minas Gerais. Serão beneficiados, diretamente, os 20 mil moradores dessas áreas e cerca de 10 milhões de pessoas das regiões metropolitanas que consomem água proveniente desses locais.

As florestas protegidas pelo projeto “Águas da Mantiqueira” têm um importante papel no meio ambiente: contribuir com a retenção dos gases de efeito estufa do planeta. Para se ter ideia, cada hectare das matas pode reter entre 80 e 200 toneladas de CO2 por ano. Como se sabe, de acordo com estudos científicos, o CO2 é o gás que mais contribui para o aquecimento global.

Desafio Ambiental Toyota 2050

O “Desafio Ambiental Toyota 2050” norteia, de modo global, todas as ações da empresa para a proteção ao meio ambiente, visando reduzir o impacto no aquecimento global, a utilização de maneira mais sustentável dos recursos naturais ou, então, a otimização dos recursos hídricos. Isso inclui mudanças no processo produtivo e nos veículos da marca, com impactos positivos para a sociedade em diversos aspectos.

A tecnologia híbrida é um avanço na direção da redução de emissão de carbono, já que combina o uso de motor elétrico com outro a combustão. Em 2013, o Prius foi pioneiro nessa tecnologia no Brasil. Em 2019, a marca apresentou ao mercado nacional o Corolla, com o diferencial de ser o primeiro veículo híbrido flex do mundo, e produzido no Brasil. O modelo reduz ainda mais a emissão de gases poluentes. No ano passado, o Corolla Cross se juntou ao portfólio híbrido da empresa. Até 2025, a Toyota pretende ofertar uma versão híbrida para cada modelo de seu portfólio, tudo em prol de uma mobilidade mais diversificada e sustentável.

Já a Lexus foi a primeira marca a oferecer um portfólio 100% eletrificado no Brasil. Os modelos da empresa são importados e comercializados em rede exclusiva no País.

Pioneirismo no mundo

A Toyota Financial Services, braço financeiro da Toyota no mundo, ao qual o Banco Toyota do Brasil é uma subsidiária, introduziu em 2014 o primeiro título verde garantido por ativos da indústria automobilística. Desde então, já foram seis emissões, que captaram US$ 7,6 bilhões até junho de 2021.

Assim como no Brasil, estes recursos são destinados para o apoio às vendas de veículos com baixa emissão de CO2, contribuindo para o cumprimento dos compromissos ambientais da Toyota globalmente. “Estamos replicando aqui um modelo que já é um grande sucesso da nossa corporação no mundo. Queremos colocar o Brasil em uma posição de destaque no suporte às vendas de veículos híbridos, mirando no grande potencial do mercado local”, acrescenta Savoldi.

Letras Financeiras

As Letras Financeiras são títulos emitidos ao mercado com a promessa de pagamento futuro, acrescido de juros. De maneira geral, seu prazo de pagamento é mais longo do que os Certificados de Depósito Bancário (CDB), já que possui prazo mínimo de pagamento de dois anos.

A emissão de LFs é autorizada pelo Banco Central e destinada a investidores. Ao realizar esta operação, o Banco Toyota do Brasil capta recursos para serem utilizados nas suas atividades, como o empréstimo para aquisição de veículos. As Letras Financeiras “verdes” são certificadas pelo Bureau Veritas Certification Brasil.

Os modelos híbridos da Toyota e da Lexus elegíveis para financiamento utilizando os recursos desta emissão de LF são: Toyota Corolla sedã e Corolla Cross, Lexus UX e Lexus ES.

Alfa Collab completa 1 ano com 17 startups participantes e carteira de crédito de até R$ 1,34 bi

Lançado em novembro de 2020, o hub de inovação Alfa Collab, pertencente ao Conglomerado Financeiro Alfa, completa um ano com uma carteira diversificada de startups participantes e operações com números expressivos. Nos últimos 12 meses, o programa promoveu diversos negócios que ajudaram a fomentar o avanço do ecossistema de inovação brasileira, apoiou o crescimento de startups, articulou a formação de clusters colaborativos focados em soluções inovadoras e ofereceu serviços de financiamento para o crescimento das empresas participantes do programa.

Atualmente, 17 startups fazem parte do Alfa Collab: 88i Seguradora Digital, Bot Nicks, CashU, E-ctare, Fiduc, Finpec, GoBots, Impact Bank, InstaCasa, LooqBox, Marvin, Prestho, Predify, Size, SMU, Vuxx e Zink. As empresas participantes são selecionadas em um processo que contém cinco etapas: existência de sinergia com as áreas de negócios do conglomerado, entendimento dos diferenciais competitivos da startup, realização de uma análise minuciosa para início das negociações e formalização da parceria para início dos trabalhos conjuntos.

Além disso, todas as startups do programa passam por uma análise de investimento para, posteriormente, integrar o portfólio. Logo, já foram consultadas cerca de 202 startups de diversas áreas: fintech, legaltech, taxtech, cybersecurity, agritech, big data e Artificial Intelligence, sendo os principais setores que passaram pelo processo de seleção.

“Trabalhamos focados nas frentes de Open Innovation, com a incorporação de novas tecnologias ao conglomerado, por meio das startups selecionadas, e de Corporate Venture Capital, com os investimentos estratégicos nas startups. Na plataforma de serviços financeiros para startups, a oferta pioneira de venture debt no segmento bancário foi importante nesse processo, tendo uma dívida estruturada e customizada às necessidades das startups. Para 2022, temos como desafios expandir as vertentes anteriores por meio do venture capital, que é a gestão e aplicação de recursos de terceiros em equity e debt, e o mercado de capitais, com a participação em operações de IPO e M&A’’, ressalta Francisco Perez, diretor de Novos Negócios, responsável pelo Hub de Inovação Alfa Collab e pela Área de ESG do Alfa.

Com base nessa estratégia de mercado, o Alfa Collab conquistou números relevantes. Entre os principais resultados das parcerias firmadas com as startups destacam-se: a carteira de crédito com um valor de investimento estimado em R$ 1,37 bilhão para duas startups em até 5 anos; as emissões de Cédula de Produto Rural (CPR) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) nos valores de, respectivamente, R$ 5 milhões e R$ 38 milhões, ambos para a fintech Finpec. Outro destaque do programa foi a fintech de crédito Size, que teve sua tecnologia utilizada no bem-sucedido produto Alfa PAF Digital, lançado no começo deste ano para operacionalizar de forma totalmente digital a antecipação de recebíveis para micro e pequenas empresas.

Atuação do Alfa Collab

Um dos principais pilares do Alfa Collab está na transformação digital. O hub colaborou na criação de novos produtos, junto com algumas startups selecionadas que ajudaram no processo de aceleração de várias áreas nas empresas do Conglomerado Alfa.

Na comunicação interna, a plataforma BotNicks realizou um onboarding digitalizado e automatizado para novos colaboradores. A Oncase, startup de soluções tecnológicas, efetuou a integração de dados das empresas financeiras do conglomerado, enquanto a startup A de Agro executou a avaliação, em tempo real, via imagens de satélite, dos clientes de crédito do Alfa Rural. Além disso, a loja de construção C&C também recebeu colaborações positivas, como a implementação da inteligência artificial, tanto em seu e-commerce quanto na realização de consultas de indicadores por meio de perguntas, fornecidas respectivamente, pelas empresas Gobots e LooqBox.

Os pilares Ambiental, Social e Governança Corporativa (ESG na sigla em inglês) são valores que o Alfa Collab busca fortalecer em seu posicionamento como agente relevante do mercado financeiro em termos de impacto socioambiental. Para isso, são levadas em consideração quatro questões: respeito aos dez princípios universais enunciados pelo Pacto Global das Nações Unidas; políticas claras e implementação de práticas ESG; identificação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) envolvidos e escolha de indicadores para a mensuração e acompanhamento do impacto socioambiental gerado pela startup; e classificação do Alfa Collab no espectro de capital do Impact Investing Institute e do portfólio de startups com base na escala “Agir para evitar danos, Beneficiar stakeholders, Contribuir para soluções (ABC)” do Impact Management Project.

“Como case de sucesso de impacto que está inserida em nosso programa, temos a startup Impact Bank, fintech de meios de pagamento, com fins lucrativos, que oferece soluções financeiras completas para ONGs, negócios e indivíduos. Com isso, a sua estratégia de impacto é apoiar arranjos sociais inclusivos e mobilizar capital para financiar transformações para um futuro mais justo e sustentável, estando, assim, alinhada às diretrizes de ESG do Alfa. E, para o segundo ano de trabalho com o Alfa Collab, a previsão é de expandir a parceria para a estruturação de blended finance (financiamento misto, em português) com a área de Asset, do Banco Alfa’’, explica Perez.

Por fim, o Alfa Collab tem a missão de posicionar a marca, difundir os valores e benefícios do programa, além de oferecer conteúdos para o público de inovação e investimento que tenha interesse em novos negócios. Assim, além da divulgação na imprensa, a comunicação é realizada pelas redes sociais e pelo site do hub, tendo como destaques: Collab Trends, programa semanal com mais de 40 entrevistas veiculadas na Rádio Transamérica (com uma audiência que ultrapassou um milhão de ouvintes); canais no Spotify (que já atingiu mais de 630 mil visualizações) e no YouTube; artigos científicos publicados no site; apoio em reports da Fischer, envio de newsletters com assuntos sobre o ecossistema; participação em eventos e realização de lives com executivos do Alfa e das startups selecionadas pelo hub.

“A comunicação do Alfa Collab está diretamente ligada aos interesses do conglomerado e acreditamos que é uma área essencial para conseguirmos alavancar os nossos negócios e impactar positivamente futuros parceiros. Logo, enxergamos a comunicação como função estratégica e nosso objetivo é continuar valorizando e expandindo-a em diferentes tipos de canais, para atingir cada vez mais indivíduos do ecossistema”, enfatiza Claudio Cardoso, consultor de Comunicação do Alfa Collab.

Tags

ABES e Amazon Web Services fecham acordo mirando o segmento de startups

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Amazon Web Services (AWS) para reunir os benefícios dos programas AWS Activate e ABES Startup Intership Program para os seus associados. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileiro.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Já o AWS Activate é o programa da AWS que oferece benefícios às startups para apoiar o seu crescimento. Entre eles estão créditos para o uso de serviços de computação em nuvem da AWS, créditos do plano de suporte da AWS e treinamento com especialistas da empresa que podem ser usados em até dois anos depois da filiação.

Com a colaboração, as startups participantes do AWS Activate terão acesso ao programa ABES Internship, durante 6 meses, sem custo. E, por sua vez, as startups participantes do programa ABES Internship, terão acesso aos créditos oferecidos pelo AWS Activate, entre outros benefícios.

“Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a AWS no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro. O programa ABES Internship já conta com diversos parceiros, como fundos de investimentos, aceleradoras e incubadoras. O nosso principal objetivo é ajudar os empreendedores a enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

“O ecossistema de startups brasileiro é um dos mais inovadores do mundo e ficamos felizes em fazer parte deste movimento juntamente com a ABES. Por meio dos benefícios do AWS Activate, as startups que fazem parte do ABES Internship Program poderão ter acesso a ferramentas que as ajudarão a ganhar mais agilidade, elasticidade e segurança em suas operações com a nuvem da AWS”, comenta Fred Santoro, head de Startups da AWS no Brasil.

Para ter acesso aos benefícios desta cooperação, a startup precisa estar ligada a algum parceiro do programa: Bertha Capital; Biopark; Bossanova; BR Angels; BrazilLab; Health Innova Hub; Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul; Kyvo; e Startup Farm. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.

Tags

Bling e Pagcerto anunciam 28 novas vagas para profissionais de tecnologia

Bline a Pagcerto, empresas do Grupo Locaweb, estão com inscrições abertas para 28 vagas, no sistema de trabalho home office. As oportunidades estão disponíveis para todo o Brasil, exceto as vagas de suporte técnico, restrita ao Rio Grande do Sul. Os interessados devem se inscrever pelo link. Com o objetivo de promover um ambiente inclusivo e diverso, o Bling também tem um banco de talentos direcionado a pessoas com deficiência.

Entre elas, 15 posições para suporte técnico, cinco para desenvolvedor fullstack, duas para analistas de produtos, uma para analista de conteúdo de marketing, uma para coordenador de marketing e uma para desenvolvedor mobile. A empresa tem outras duas vagas para analistas de sistemas e uma para analistas de testes no Pagcerto, empresa parceira do Bling.

Para a área de suporte técnico a empresa está à procura de profissionais com superior completo e em curso, nas áreas de: TI e Gestão. É necessário conhecimentos em informática, software de gestão empresarial, emissão de nota fiscal eletrônica, noções em customer experience/success, experiência em e-commerce, sistemas logísticos e linguagem de programação.

Os interessados para as vagas de desenvolvedor fullstack precisam ter curso superior completo ou cursando, nas áreas de: Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Conhecimento em linguagens de programação, web, PHP, Javascript, CSS, HTML e SQL, programação orientada a objetos e padrões de projeto, banco de dados relacionais, desenvolvimento orientado a testes e sistemas de controle de versões. Ter experiência em ecossistema AWS, metodologias ágeis, desenvolvimento de sistema ERP e soluções para varejo, e-commerce e fintech, são diferenciais para vaga.

Para vaga de analista produtos conhecimentos em: análise de requisitos do negócio, de dados e informações do produto, regras de priorização e estrutura, metodologias ágeis, roadmap, métricas e SaaS. Ter experiência em análise de produtos para e-commerce, integrações, marketplaces, modelagem de processos e técnica de Product Discovery, são diferenciais para vaga.

Para a posição de analista de conteúdo de marketing, formação em: Publicidade, Jornalismo, Marketing ou correlatas, experiência em produção de conteúdo para web e canais sociais, familiaridade com ferramentas de edição de imagens e vídeos, plataforma WordPress e ferramentas de análise e busca de palavras-chave.

Para a vaga de coordenador de Marketing, graduação em Marketing, Comunicação, Administração ou correlatas. Conhecimento em: branding, gestão e análise de indicadores de performance, monitoramento e medição de campanhas, orçamento, relacionamento com a imprensa, social media e planejamento de comunicação, e elaboração de pesquisas. São diferenciais pós-graduação, experiência com campanhas de SEO/SE, web analytics, Google Adwords, e noções de softwares de gestão de relacionamento com cliente e conteúdo.

O Bling também busca um desenvolvedor Mobile com conhecimento em linguagens de desenvolvimento mobile (React Native), Javascprit (avançado) e Typescipt (básico). Experiência em integrações com APIs REST, linguagens de programação, tecnologias para a web (PHP, CSS, HTML e SQL), programação orientada a objetos e padrões de projeto, banco de dados relacionais, desenvolvimento orientado a testes e sistemas de controle de versões. São diferenciais para o cargo experiência em ecossistema AWS, desenvolvimento mobile nativo, metodologias ágeis, desenvolvimento de sistemas de ERP e em soluções para varejo, e-commerce e fintech.

A Pagcerto, empresa parceira do Bling, oferece duas oportunidades para analistas de sistemas, com conhecimento em boas práticas de programação; experiência em linguagem C# com .Net Core, SQL Server, desenvolvimento APIs, metodologias ágeis, arquitetura de microsserviços, VueJs e em RabbitMQ ou Kafka (mensageria). São diferenciais ter certificação C# e inglês técnico.

A empresa também tem vaga para analista de teste com formação superior ou em curso, experiência com metodologias ágeis, atuação com validações de aplicações back-end (APIs, microsserviços) e conhecimento em linguagem SQL.

Tags

Food service sente os benefícios da digitalização

Novas ferramentas ajudam pequenas e grandes empresas na criação de estratégias para a melhoria da experiência com o cliente


Os serviços proporcionados pela digitalização nos vários processos de gestão dos negócios têm auxiliado muito na consolidação de empresas independentemente dos setores a que pertencem. Quando falamos de food service, pode-se dizer que a cadeia completa do negócio já se rendeu aos benefícios da digitalização.

“É importante ressaltar que a digitalização tomou conta de empresas grandes e pequenas, pois surgiram novas ferramentas muito mais acessíveis, com baixo investimento e fácil implementação”, afirma Fernando Blower, diretor executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

O uso de aplicativos digitais e demais recursos da informática para facilitar o trabalho do gestor e de outros funcionários cresce à medida que os resultados positivos aparecem. No caso do setor de food service, as iniciativas de digitalização vão muito além do serviço de entrega (delivery), com o seus populares aplicativos de celular e entregadores de motos.

O diretor executivo da ANR destaca que a transformação digital hoje vai além também da criação de cardápios virtuais ou por QRCode e está presente em todas as áreas da empresa. Foram alterados os processos de compra, controle de estoque, processos de RH e gestão de canais de comunicação e fidelização, que alteram definitivamente a forma de se relacionar com os clientes.

Uma pesquisa realizada pela ANR, em parceria com a Galunion e o Instituto Foodservice Brasil (IFB), em maio deste ano, mostrou que 52% dos estabelecimentos entrevistados pretendem manter softwares integradores para organizar pedidos de todos os canais de vendas, 42% manterão totens ou cardápios digitais para autoatendimento e 27% continuarão trabalhando com reservas online para controlar filas.

A atualização recente desta pesquisa, realizada em setembro de 2021, mostra que mesmo com a retomada gradativa dos salões, o delivery continua a representar uma parcela significativa do faturamento do setor. Segundo a pesquisa, a participação saltou de 24% pré-pandemia para 39% em média atualmente. Além disso, 85% dos estabelecimentos pretendem manter este canal de vendas.

Para trocar experiências exitosas com executivos do setor, a ANR vai participar da ANUFOOD Brazil 2022 desenvolvendo atividades para, entre outras coisas, ampliar os contatos para novos negócios. A feira, que acontece em São Paulo de 12 a 14 de abril de 2022, é considerada o maior encontro do setor de alimentos e bebidas com a presença dos principais players nacionais e internacionais.

“O acesso à tecnologia está cada vez mais democratizado e, hoje, as empresas de todos os tamanhos estão buscando soluções de digitalização em diversas áreas do negócio para melhorar a sua rentabilidade e a fidelização dos clientes. Por isso, tenho certeza de que o tema terá destaque nas discussões da próxima edição da feira”, afirma Michael Fine, gerente da ANUFOOD Brazil.

Vantagens da digitalização


Além de segurança e agilidade nos processos, a digitalização traz maior conhecimento ao cliente, o que possibilita a criação de estratégias para a melhoria da experiência com a marca. De acordo com Fernando Blower, esses impactos são duradouros, pois quebram barreiras, tanto do lado de clientes que tinham resistência a aderir a processos digitais, quanto dos estabelecimentos, que entenderam a necessidade e descobriram processos mais simples e acessíveis. Todos ganham com a eficiência das operações.

Nos últimos tempos, ainda segundo Blower, o setor de alimentação fora do lar foi obrigado a acelerar os investimentos em digitalização para superar os problemas causados pela pandemia do coronavírus.

O Grupo Trigo, que recentemente adquiriu as marcas China in Box e Gendai, investe pesado em digitalização, com foco principal no consumidor final, informa o diretor do Grupo, Carlos Sadaki Kaidei.

As marcas China in Box e Gendai, além de aplicativo próprio para entrega, utilizam recursos pelo WhatsApp, totens de autoatendimento (nas lojas físicas), site próprio para o e-commerce, entre outros. “Não se pode ficar somente no marketplace, tem de ter outros canais de vendas”, resume o diretor.

De acordo com o executivo, a ideia é expandir a digitalização cada vez mais, sempre em um processo contínuo de aperfeiçoamento. O uso maior das redes sociais e aplicativos de celular a serem utilizados no balcão físico para agilizar ainda mais a retirada do pedido são alguns exemplos dos próximos passos do Grupo.

Carlos Kaidei dá um bom exemplo do que significou o processo e o crescimento da digitalização das marcas nos últimos anos. “Antes tínhamos 100% dos pedidos de entrega feitos pelo telefone, hoje esse percentual caiu para 15%, o restante é todo digital.”

ANUFOOD Brazil


Data: Abril 12-14, 2022
Horário: 10h – 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Parceiros Estratégicos: ABIA, ABIR, APEX-BRASIL, EMBRAPA, FGV EUROPE e ITAL.

Parceiro Social: Gerando Falcões

PDV Móvel: menos fila, mais conversão

Por Daniel Mayo, diretor executivo de Big Retail, vertical da Linx especializada em Grandes Varejistas

Todos nós já tivemos experiências ruins ao comprar algo em alguma loja. Quem nunca se encantou por algum produto específico, olhou para a fila dando voltas no caixa e desistiu? De acordo com uma pesquisa do Infovarejo, divulgada no ano passado, 20% dos consumidores abandonam suas sacolas ou compras ao se depararem com filas muito grandes. E mais, dos que aceitam enfrentar a fila, 76% dão apenas duas ou três chances à marca. Essa desistência é um dos principais fatores na perda de vendas dentro das lojas.

Com isso, é preciso pensar em estratégias que captem este cliente o mais rápido possível e eleve sua experiência de compra com algo que ele mesmo não espera, como poder pagar pelos produtos ainda no ambiente do provador, ou saindo dele. Mas, mais eficiente do que colocar um PDV naquele local ou nos arredores, ter um PDV móvel, uma tecnologia que permite realizar a venda em qualquer área da loja – dentro ou fora dela, basta o vendedor estar com o equipamento em mãos –, tem se consolidado como estratégia para impulsionar a conversão de vendas e aumento do ticket médio. A partir disso, elenco 5 pontos de atenção na hora de adotar a mobilidade para o seu negócio:

Agilidade importa!

Como mencionei, a desistência por conta da demora no processo de checkout ainda é um problema para diversas lojas. Existem estudos, inclusive, que apontam que a partir do momento em que o cliente escolhe o produto e vai em direção ao caixa, ele vai refletindo e repensando se de fato necessita daqueles produtos e, muitas vezes, abandona-os no trajeto até o PDV. Por conta disso, é importante que o cliente seja rapidamente abordado e tenha sua venda finalizada.

Promoções e descontos

O varejista precisa se certificar de que as promoções e descontos estejam integrados ao PDV móvel. Se o cliente não puder usar dessa tecnologia só porque suas peças não estão cadastradas naquele sistema, ele entenderá que a loja é desorganizada e provavelmente irá desistir dos produtos por não poder perder tempo com filas. Lembre-se que a experiência de compra do cliente deve vir acima de qualquer coisa: ela melhora o Net Promoter Score (NPS) da loja – metodologia que utiliza ferramentas de pesquisa e classificação para medir o nível de satisfação do cliente – e fideliza o consumidor para comprar cada vez mais.

Omnicalidade faz diferença

O mundo varejista está cada vez mais conectado entre loja física e digital. É muito importante que a solução de mobilidade também traga as funcionalidades que o varejista espera e que o consumidor deseja, seja ela de showroomingpick up store ou ship from store. Por exemplo, o consumidor precisa ter a opção de comprar em qualquer canal e retirar na loja, comprar on-line e receber da loja ou Centro de Distribuição mais próximo, ou até mesmo no modelo drive-thru, popularizado durante a pandemia já que mantém o distanciamento social e o cliente não precisa entrar na loja para comprar. O PDV móvel é uma forma de facilitar a venda nestes casos.

Meios de pagamentos

Outro aspecto importante é aceitar múltiplas formas de pagamento. De nada serve a mobilidade se você só aceitar “cartão ou dinheiro”. Hoje, o cliente quer pagar com cartão de débito, de crédito, carteiras eletrônicas, QR Codes e Pix. É muito importante que isso seja levado em consideração quando estiver levando a mobilidade para dentro da sua loja porque impacta diretamente no processo de checkout. Se o cliente não puder pagar como ele deseja, ele não irá levar os produtos.

Escolha bem a plataforma

Para utilizar a solução na loja, o varejista pode optar por diferentes equipamentos, Smartphone Android/IOS ou Smart POS, e cada uma tem suas vantagens e desvantagens. No geral, equipamentos com iOS ou Android costumam ser mais baratos, mas nem sempre possuem leitores de cartão ou impressora embutida. Já a Smart POS é um equipamento um pouco mais pesado, mas que possui todos os hardwares necessários para fazer a venda e dar assistência ao cliente de diferentes formas.

A verdade é que o PDV móvel faz parte de uma revolução do papel do vendedor, que vinha perdendo cada vez mais influência sobre a decisão de compra do cliente. Com a nova ferramenta, essa figura volta a ser fundamental, com a responsabilidade de captar este consumidor no seu momento mais propício à finalização da venda. A famosa figura do atendente com o jaleco “posso ajudar?” agora abre espaço a uma abordagem proativa para a experiência do cliente: “posso agilizar sua compra para que não precise esperar na fila?”. É, de fato, a mobilidade aprimorando a experiência do cliente e, a partir disso, fazer com que o varejista não perca mais vendas. Pelo menos, não por este motivo.

Globant cria fundo de US$ 100 milhões para apoiar startups de tecnologia

Globant (NYSE: GLOB), empresa digitalmente nativa focada em reinventar negócios por meio de soluções inovadoras de tecnologia, anunciou o lançamento do BeKindTech Fund, uma nova iniciativa da Globant Venture que visa combater os efeitos sociais negativos criados pelo mau uso ou má aplicação da tecnologia.

“Acreditamos que a tecnologia é inerentemente boa e melhora vidas em todo o mundo. Ela nos conecta, estimula a inovação para um bem maior e permite a reinvenção. No entanto, quando mal aplicada ou mal utilizada, seu impacto pode ser negativo. Isso precisa ser resolvido para garantir que a tecnologia seja benéfica para a humanidade como um todo, e precisamos agir agora “, explicou Martín Migoya, CEO & Co-fundador da Globant.

Como líder estabelecida em tecnologia e criadora de soluções digitais, a Globant abre uma chamada para receber aplicações de startups de tecnologia em todo o mundo que buscam investimento e suporte em seu trabalho focado em lidar com os efeitos colaterais negativos causados​​pelo uso indevido da tecnologia.

Globant Ventures, o braço de investimentos (VC) da empresa, avaliará cada projeto e buscará oportunidades de financiamento de novas empresas por meio de ações ou notas conversíveis, com investimentos entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão dependendo de cada caso, em conjunto com outros parceiros que possam estar interessados ​​em investir nessas startups de tecnologia. O propósito e a capacidade de cada projeto ou aplicação tecnológica em realizar mudanças eficientes no comportamento de seus usuários e multiplicar as boas práticas serão elementos fundamentais para se considerar a seleção.

O escopo de debate sobre o potencial da tecnologia para gerar impactos sociais negativos e, por sua vez, o foco do BeKindTech Fund é amplo, desde o envio de mensagens de texto ao dirigir, até o abuso do tempo de tela e o vício em redes sociais. Eventos, estudos e relatórios recentes criaram uma consciência mais ampla sobre as consequências do uso indevido de redes sociais, viés de IA e bolhas de informações ou filtros, entre outros desafios. Embora a conscientização seja importante, combater essas questões agora é fundamental.

“A sinergia da abordagem de reinvenção da Globant, o apoio dos empreendedores da Globant Ventures e a iniciativa Be Kind da Globant posicionam de forma única o BeKindTech Fund para fazer uma diferença real e nos ajudar a criar um grande impacto no futuro próximo”, disse Guibert Englebienne, Co-fundador da Globant & Presidente da Globant X.

Se você é um empreendedor ou uma startup focada em mitigar os impactos negativos da tecnologia e garantir que a tecnologia seja usada para o bem, ou está interessado em saber mais sobre o BeKindTech Fund, visite bekindtechfund e junte-se à revolução.

Tags

IA no varejo: a base para transformação da jornada do cliente

Por Waldir Bertolino, Country Manager da Infor no Brasil

A era da transformação digital trouxe mudanças significativas na sociedade e, naturalmente, impactou o consumo. Os consumidores de hoje são ávidos por tecnologia e sabem exatamente o que desejam , além de querer de imediato,  e não aceitam comprar de qualquer marca. Esse desafio pressiona as empresas varejistas por mais inovação para elevar o seu potencial competitivo, porque do contrário, vão perder essa batalha. 

Em meio a tantas inovações tecnológicas, a Inteligência Artificial é um dos pilares para a transformação digital. De acordo com dados do IDC, cerca de 1/4 das organizações brasileiras de grande porte aplica IA e Machine Learning (ML) em projetos próprios e a previsão de crescimento é de 30% ainda em 2021. 

É verdade que temos um longo caminho para atingir a maturidade da IA no mercado brasileiro. Mas cada vez mais, estamos vendo a aplicação de IA ganhar notoriedade como uma ferramenta para aumentar a eficiência da operação, automatizar processos, reduzir os custos, até melhorar a interface com o consumidor. 

Personalização e foco no cliente são muitas vezes vistos como uma boa estratégia de aumentar a competitividade, mas ao tentar gerenciar custos de operação, estoque, usando diferentes softwares, descobrimos que as informações necessárias para atender o cliente de forma consistente e em todos os canais pode não estar disponível. 

Transformando a jornada do cliente

A vantagem de contar com uma solução de IA no varejo é a possibilidade de identificar e analisar, com enorme precisão, os padrões de consumo de seus clientes, como produtos mais consumidos, em qual  período, fatores que interferem na decisão de compra, tudo de forma mais ágil e eficiente. 

Com a detecção dos padrões de consumo do público-alvo, é possível realizar recomendações mais assertivas. Portanto, com  mais dados em mãos, é possível oferecer um atendimento personalizado ao cliente, facilitando, inclusive, a sua jornada em inúmeras plataformas, como nas redes sociais, aplicativos, e-commerce, e oferecer informações que ele realmente precisa.

Outro exemplo de IA são os chatbots, que funcionam como assistentes virtuais e têm aprimorado ainda mais a experiência dos clientes. Trata-se de uma ferramenta que fornece atendimento 24/7, fornecendo informações e tirando dúvidas dos usuários em qualquer horário e dia da semana. A agilidade na troca de informações com os consumidores garante uma maior preferência pela marca.  

Conforme vimos, a Inteligência Artificial passou a ser um fator fundamental para trazer inteligência ao negócio do varejo, conferindo desde melhor gestão do estoque, redução de custos e aumento da taxa de conversão de vendas. E quando o assunto é aprimorar a jornada do cliente, ela é indispensável. 

Gary Hamel na ABRH: “Pessoas não são recursos”

Depois de dois dias de palestras e painéis muito ricos, o evento da Associação Brasileira de Recursos Humanos – seccional São Paulo (ABRH-SP), o Life-Liderança feminina + CHRO Forum, foi encerrado com chave de ouro. O professor da London Business School, Gary Hamel, um dos mais influentes e disruptivos pensadores de negócios do mundo moderno, trouxe várias reflexões e dados sobre como é possível diminuir a burocracia e horizontalizar as empresas em busca de melhores resultados.

Hamel abre a palestra relatando que as pessoas estão perdendo a fé nas principais instituições da sociedade como o governo, a mídia e as empresas. No entanto, ele alerta que é possível mudar essa percepção dentro das organizações a partir do momento que sejam criados locais de trabalho onde o ser humano tenha a oportunidade de florescer. “É até delicado eu falar isso nesse evento, mas eu odeio esse termo ‘recursos humanos’. As pessoas não são recursos e o indivíduo não pode ser pensado apenas como um fator de produção. O problema é que 80% da mão de obra se sente como um instrumento“, avalia.

Segundo o professor da London Business School, as pessoas entram em uma instituição para ter impacto no mundo. Para que isso ocorra, é preciso ter uma consciência plena sobre a empresa, equipes ágeis e se livrar de toda a burocracia. Esses valores são os fundamentais. Uma pesquisa da Harvard Business Review disse que 76% dos funcionários das empresas entendem que para subir de cargo, eles precisam dominar as piores práticas da burocracia. Ela também aponta que o CEO, CFO, CHRO são os responsáveis por montar o destino final das empresas e o restante fica com a cabeça enterrada nas operações. Isso é lixo! É muito mais provável é que os líderes sêniores serão um fardo para a inovação criativa nas organizações, alerta. Ele acrescenta que é preciso diminuir a burocracia nas empresas, a distância entre os cargos de gestão e a linha de frente, e fazer com que todos tenham voz e se sintam empreendedores naquele negócio.

Para ele, quanto maior a distância entre a gestão e a linha de frente, menos os gestores conhecem dos reais problemas do negócio. Por isso, quando se dá o poder decisório para aqueles que colocam “a mão na massa”, o índice de resolução é mais eficiente. Pessoas que veem os problemas, resolvem os problemas. É preciso criar locais de trabalho onde o ser humano tenha oportunidade de florescer e fazer com que todos tenham voz e se sintam empreendedores naquele negócio, pondera.

Para ilustrar essa questão, o professor cita a Nucor, uma das maiores siderúrgicas dos Estados Unidos. Eles possuem 75 unidades de negócio que funcionam de forma independente para que cada uma tenha mais autonomia, com um gerente para cada 130 funcionários – cerca de um terço da proporção utilizada pelos concorrentes. Em uma das unidades da Nucor, os funcionários perceberam que uma das torres de aço tinha que ser substituída e orçaram o valor. O custo para essa troca seria muito alto, o que impactaria no resultado daquela unidade. Desta forma, os funcionários estudaram e propuseram uma outra solução que deu certo e custou 10% do valor da substituição da torre. “Isso é porque lá eles se sentem responsáveis pelo próprio negócio e a decisão é deles e não do gerente, detalha.

A descoberta de uma solução inovadora, criativa e, consequentemente, mais barata pela equipe de uma das unidades da Nucor é o que o professor alerta que deve estar no espírito de todo trabalhador: o empreendedorismo. Essa é a ferramenta mais poderosa que temos como seres humanos para melhorar e transformar o mundo”, destaca. No entanto, o professor alerta que esse espírito não consegue florescer na maior parte das organizações. Uma pesquisa do Instituo Gallup descobriu que no mundo todo, apenas 20% dos trabalhadores estão totalmente comprometidos com o trabalho. “Pensem que desperdício extraordinário de inteligência humana! Somente um a cada cinco colaboradores acha que a ideia deles realmente importa para o desenvolvimento do seu trabalho, apenas um em cada oito acha que pode influenciar em decisões importantes em sua empresa e só um em cada dez diz que tem liberdade para experimentar suas ideias no trabalho“, enumera.

Para Hamel, é impossível uma empresa ser adaptável e criativa se continuar usando um modelo burocrático que se baseia em 10 princípios: o poder é revestido em posições; a autoridade é imposta; os executivos que estabelecem a estratégia; os recursos são destinados aos altos cargos; apenas os líderes seniores apontam os talentos; as pessoas estão engessadas em cargos; os gerentes definem as metas e avaliam a performance; os empregados obedecem as regras e o compliance; os empregados competem por promoções; a compensação financeira é correlacionada ao ranking de cargos. Esse é o exoesqueleto da burocracia: autonomia para poucos ao custo de muitos. Quando nessas empresas você faz alguns executivos seniores serem responsáveis pela estratégia, você dá a essas pessoas a capacidade de depreciação do capital humano“.

As orientações que Hamer dá às empresas é horizontalizar essa pirâmide e dividir as grandes unidades em outras menores para criar ligações densas e laterais entre os times. Além disso, ele diz que é preciso ensinar cada colaborador a ser uma pessoa de negócios e dar a todos boas gratificações financeiras fazendo que a linha de frente seja responsável pela performance e por tomar decisões que os aproximem dos clientes. A forma de mudar um sistema complexo não é de cima para baixo. No futuro, os programas mais eficientes serão construídos socialmente e eu acredito que uma empresa grande que conseguirá fazer isso. Eu acredito que os elefantes podem voar, filosofa.

Banco digital para condomínios recebe aporte de R$10 milhões da Igah Ventures

O banco digital para condomínios CondoConta, primeiro banco do mundo voltado para condomínios, acaba de receber um aporte de aproximadamente R$10 milhões da gestora de capital Igah, Ventures. Com mais de 65 investimentos completos e R$1bi sob gestão, a gestora tem em seu portfólio empresas como a corretora Avenue e os unicórnios Infracommerce e Único.

Pioneiro em um mercado de R$250bi, o CondoConta registra um crescimento de 1067% no último trimestre, com condomínios clientes em todas as regiões do Brasil e mais de R$50bi em gestão de patrimônio condominial. O crescimento acelerado da fintech despertou a atenção de investidores. Há dois meses a fintech recebeu um segundo aporte da Redpoint eVentures, investidora de startups como Creditas e Rappi, que somou R$12,6 milhões investidos na fintech catarinense.

“Despertou nosso interesse o crescimento do CondoConta em poucos meses – nós já estudávamos o setor há bastante tempo e nunca havíamos visto uma tração tão acentuada. O mercado de condomínios é enorme e extremamente mal atendido pelos bancos tradicionais. Parte do sucesso da CondoConta vem da oferta de produtos desenhados especialmente para esses clientes, adicionado de soluções tecnológicas que ajudam os síndicos e administradores a gerir e prestar contas de forma mais eficiente e transparente”, afirma Thiago Maluf, managing director da Igah, Ventures.

Criada por um time com mais de três décadas de atuação no mercado condominial, a fintech tirou os condomínios da zona cinzenta que ficavam nos bancos tradicionais, por não serem empresas, foi além da conta digital gratuita, com transações e emissões de boletos ilimitados e apostou em produtos feitos para resolver dores específicas dos síndicos e administradoras. Entre as soluções estão prestação de contas em tempo real, seguros, crédito para financiamentos e antecipação de taxa condominial por meio da Receita Garantida, produto que garante o fluxo de caixa mensal dos condomínios enquanto oferece aos condôminos mais opções de negociação. O CondoConta é uma solução inovadora para um mercado gigante no país e no mundo.

Segundo Rodrigo Della Rocca, cofundador e CEO do CondoConta, o investimento chega para impulsionar a fintech no lançamento de novos produtos, compartilhar educação com gestores condominiais, chegar em todos os estados brasileiros (atualmente o CondoConta possui condomínios clientes em 25 estados), além de atrair talentos para o time que acaba de ultrapassar 100 CondoPowers – como são chamados os colaboradores.

“Estamos construindo um time de nível global, desafiador de ver em startups early stage, o objetivo é ter os melhores para cuidar do melhor patrimônio de cada pessoa: o seu lar dentro do seu condomínio. Ainda temos muito para fazer, o Brasil tem cerca de 500 mil condomínios e 95 milhões de pessoas morando ou trabalhando neles, quase metade da população brasileira. As principais dores envolvem o caos financeiro como mola propulsora. Em seguida, temos o relacionamento entre condôminos, pets, carros e manutenção. Nosso roadmap inclui abraçar os condomínios pela vida financeira, ajudar os gestores nessa transformação, para plugar parceiros especialistas em outras frentes. Temos roadmap de produto para muitos anos, manter o foco, equilibrar velocidade e qualidade entregando uma experiência incrível para nossos clientes é nossa grande meta”, finaliza Rodrigo.

Adsmovil financia plantio de floresta e será carbono-neutro até 2022

Beautiful landscape of mountains in Vang vieng, Laos.

A Adsmovil, ciente da crise climática que atinge o mundo e cujos efeitos estão sendo vivenciados em nosso ecossistema, adere à estratégia de combate às mudanças climáticas e implementa ação para zerar sua emissão até 2022.

A companhia está aderindo às certificações internacionais que regulam a temática de empresa Carbono Neutro. Para isso, está implementando ações concretas que impactam positivamente o meio ambiente e promovem uma economia de baixo carbono. Um exemplo desse empenho é o compromisso, em colaboração com a Fundação Saving the Amazon, de financiar a restituição de uma floresta de mais de 5 mil árvores na Amazônia colombiana.

“Trata-se de uma das principais áreas de desmatamento mundiais. Além disso, a região amazônica representa um dos ‘pulmões’ mais importantes do mundo em termos de geração de oxigênio. Tal meta vai impactar positivamente não só o equilíbrio climático, mas também contribuirá para a proteção de comunidades indígenas que preservam a Amazônia há milênios”, explica Alberto Pardo, CEO e fundador da Adsmovil.

Esse plantio auxiliará no cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela Agenda 2030 das Nações Unidas. Dessa forma, a Adsmovil se soma ao esforço de organizações públicas e privadas que buscam reduzir as emissões de gases de efeito estufa para conter os avanços das mudanças climáticas e da meta de neutralidade de carbono estabelecida para 2050.

A empresa iniciará, agora, um processo de medição do impacto da sua atividade no que diz respeito à pegada de carbono. Isso é importante para tomar as medidas necessárias à redução de tais emissões. Tal ação visa, ainda, a restauração de territórios amazônicos. O plantio de árvores nativas ajuda também a reduzir a quantidade de Gases de Efeito Estufa (GEE) na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono (CO2), mitigando o efeito das mudanças climáticas.

Levando em consideração que a pegada de carbono é o indicador ambiental que quantifica todos os GEE que são lançados na atmosfera por efeito direto ou indireto de uma empresa, produto ou serviço ao longo de sua cadeia de valor, e os expressa em toneladas de CO2 equivalente emitido, a Adsmovil estará constantemente avaliando e medindo o impacto que está gerando para tomar as providências necessárias nesse sentido.

“A hora de dar esse passo é agora. O ecossistema está sendo seriamente afetado pelas ações que vêm sendo realizadas há anos sem medir as consequências. É preciso agir, estar atentos ao impacto que geramos com nossos hábitos de consumo. Por isso, convidamos todas as empresas a aderir e realmente se comprometer com essa causa. Precisamos pensar não somente no agora, mas também no planeta que queremos deixar para as futuras gerações”, acrescenta Pardo.

Marketplace do Magalu cresce quase 70% no trimestre. E-commerce avança 22%

O Magalu (B3:MGLU3), empresa que está digitalizando o varejo brasileiro, acaba de informar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os resultados financeiros do terceiro trimestre de 2021. A companhia manteve-se na rota do crescimento sustentável, apesar de o período ter sido marcado pela deterioração das condições macroeconômicas e de uma base de comparação muito elevada, considerando o desempenho recorde registrado entre julho e setembro de 2020.

O destaque do período foi, mais uma vez, o e-commerce. As vendas online do Magalu atingiram 10 bilhões de reais pela primeira vez em um trimestre, um crescimento de 22% sobre o mesmo período do ano anterior. Trata-se de uma expansão acima do mercado brasileiro, que teve alta de 17,9%, segundo a Neotrust, o que representa novo ganho de market share. Na comparação com o terceiro trimestre de 2019 — excluindo-se, portanto, as excepcionalidades da pandemia — as vendas pelos canais digitais do Magalu cresceram 204%, ou seja, mais que triplicaram em dois anos. 

Os números do e-commerce refletem o excelente desempenho do SuperApp da companhia, que já conta com 37,9 milhões de usuários ativos por mês. Demonstram também o crescimento contínuo do marketplace do Magalu. Atualmente, 120 000 sellers operam na plataforma digital da empresa. Juntos, esses varejistas venderam 3,5 bilhões de reais entre os meses de julho e setembro, aumento de 67% na comparação com igual período de 2020 e de 310% em dois anos. Com isso, o marketplace passou a representar 35% das vendas online da companhia.

“Temos convicção de que o Magalu, com seu ecossistema de empresas complementares, sua rede de logística e distribuição, que incluem mais de 1 400 lojas físicas e sua capacidade de desenvolver e oferecer ferramentas digitais, tem vantagens únicas para continuar digitalizando o varejo analógico brasileiro”, diz o CEO, Frederico Trajano. “Estamos trazendo esses sellers para nossa plataforma de forma totalmente legal e formal, com velocidade e escala.”

No terceiro trimestre, as vendas totais do Magalu atingiram 13,8 bilhões de reais, um aumento de 12% na comparação anual e o dobro (+103%) em relação ao terceiro trimestre de 2019. Esse indicador foi impactado pela redução de 8% nas vendas das lojas físicas, nas quais a categoria de bens duráveis — sensível às oscilações de renda e à alta dos juros — é representativa. O lucro líquido ajustado foi de 22,6 milhões de reais. Considerando os ganhos líquidos não recorrentes, o lucro líquido foi de 143,5 milhões de reais. Em setembro, a posição total de caixa ajustado era de 9,1 bilhões de reais.

Novos negócios e categorias 

O lançamento do Mundo Moda é exemplo dessa estratégia. Integrada ao SuperApp, a categoria passou a oferecer 300 marcas e 3,5 milhões de itens, de 21 000 varejistas e centenas de fábricas, incorporadas por meio da HubSales, empresa do grupo que conecta indústria ao consumidor final. O Magalu também criou sua marca própria, o Vista Magalu. O segmento de moda no Brasil movimenta 152 bilhões de reais e conta com 1,5 milhão de lojistas — apenas 73 000 digitalizados. De janeiro a setembro, as vendas de produtos de moda na empresa cresceram 170% no SuperApp do Magalu.

Na categoria de beleza, as vendas da Época Cosméticos mais que triplicaram no terceiro trimestre, quando comparadas aos resultados de 2019. No acumulado até setembro deste ano, as vendas do e-commerce de beleza superaram 500 milhões de reais, o que equivale às vendas de todo o ano de 2020. Em esportes, com a Netshoes, o Magalu ganhou quatro pontos percentuais de participação de mercado no período e cresceu 67% das vendas no SuperApp. 

Em julho, o Magalu concluiu a aquisição da Hub Fintech, movimento que deu a robustez regulatória e tecnológica necessária para que acelere os serviços financeiros para clientes e sellers. A fintech do Magalu tem, atualmente, mais de 4 milhões de contas MagaluPay, 6,6 milhões de cartões de crédito emitidos e 15 bilhões de reais em carteira de crédito. Esses números, por si só, colocariam nossa operação financeira na lista dos maiores bancos digitais do Brasil.