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Lojas Americanas e B2W anunciam acordo para combinação das operações e criação da nova companhia americanas s.a.

Lojas Americanas S.A. e B2W – Companhia Digital anunciaram hoje (28/04) que firmaram acordo para combinação das operações, dando origem à nova empresa americanas s.a.. A proposta encaminhada pelos Conselhos de Administração da Lojas Americanas e da B2W, será votada nas Assembleias Gerais Extraordinárias no dia 10/06.

A operação se dará em duas etapas:

• Na primeira etapa ocorre a combinação e integração dos negócios, com os ativos operacionais de Lojas Americanas sendo incorporados pela B2W (BTOW3), criando a americanas s.a., nova Companhia 100% integrada (Físico, Digital, Logística e Fintech) em uma única plataforma. A americanas s.a. será listada no Novo Mercado da B3, o mais alto nível de governança corporativa. A Lojas Americanas (LAME3 e LAME4) seguirá listada no Nível 1, de forma transitória, como um “veículo de investimento” com participação na americanas s.a.. Essa etapa tem o objetivo de maximizar a experiência do cliente, continuar a missão de criação de valor no longo prazo e criação de um motor de M&A ainda mais poderoso. Esta fase acontece em aproximadamente 40 dias.

• Na segunda etapa, a Lojas Americanas S.A. pretende criar um veículo no exterior para listagem nos Estados Unidos que se chamará americanas inc. Essa fase tem como objetivo elevar a história de investimento da Companhia para um patamar global e promover o alinhamento estratégico de longo prazo com os acionistas. A estimativa é que esta fase seja concluída em menos de 1 ano.

Com a integração de 100% das operações, serão somados esforços e diferentes expertises para oferecer tudo o que os clientes esperam, com mais agilidade, redução dos pontos de fricção e melhoria da capacidade de engajamento, oferecendo uma experiência cada vez melhor.

A combinação das operações é uma oportunidade única de acelerar a evolução dos negócios. A nova companhia será mais poderosa e mais valiosa do que a combinação das partes, pois representará o resultado de uma soma contínua, um novo ecossistema totalmente integrado para gerar valor, com base em cinco pilares: efeito de rede, tecnologia proprietária, economia de escala, marca reconhecida, e uma plataforma de M&A ainda mais forte.

A americanas s.a. iniciará uma nova jornada de criação de valor, com o cliente no centro da estratégia e alinhada a uma forte agenda de ESG. Será a soma das conquistas do passado com a visão de futuro, e seu propósito também será composto, pela soma do objetivo inicial da Lojas Americanas ao inaugurar sua primeira unidade – melhorar a vida das pessoas -, com o compromisso atual – superar as expectativas e oferecer tudo o que o mundo tem de bom. Tudo isso será apresentado no propósito: “Somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas”.

Com um time de 34 mil associados com cultura de dono, a americanas s.a. já nascerá gigante, com mais de 90 milhões de clientes cadastrados sendo 46 milhões de clientes ativos, 1.707 lojas de 5 diferentes formatos presentes em 765 cidades, uma plataforma digital completa que conecta compradores e vendedores, uma fintech com mais de 19 milhões de downloads e aceitação em 3 milhões de estabelecimentos, uma plataforma de logística e fulfillment com capilaridade nacional.

NEC é reconhecida como visionária no Quadrante Mágico do Gartner

A NEC foi reconhecida como visionária no Quadrante Mágico do Gartner, referente à edição de fevereiro de 2021, com foco na oferta de infraestrutura de rede 5G para provedores de serviços de comunicação. De acordo com o relatório, o Quadrante Mágico ajuda os players do segmento de telecom a identificarem e avaliarem os fornecedores de soluções de rede para sua infraestrutura 5G ponta a ponta, incluindo RAN, rede central, transporte e serviços de infraestrutura de rede.

A NEC tem sido pioneira e líder do setor em redes nativas de protocolos abertos, definidas por software. A expertise da empresa envolve desde a adoção inicial de SDN, a primeira implantação comercial de OpenFlow no mundo, bem como o recente lançamento comercial das unidades de rádio Open RAN e cloud nativo em contêineres para o core da rede 5G. Isso se soma à liderança na indústria de sua subsidiária Netcracker em orquestração 5G, automação de operações e monetização.

Posicionando-se como um integrador de rede ponta a ponta, a NEC fornece serviços de teste, integração e implementação, com produtos de marca própria e de parceiros líderes de mercado para infraestrutura de rede 5G, incluindo Open RAN, soluções de núcleo e soluções digitais BSS/OSS nativas da nuvem da Netcracker. A NEC comercializa produtos de rádio Open RAN inovadores com recursos avançados, como MIMO massivo de alto desempenho (até 64T64R), beamforming digital, agregação de portadora e compartilhamento dinâmico de espectro.

A NEC se tornou sinônimo de integração inovadora de rede 5G aberta de alto desempenho e provou sua capacidade de integrar ecossistemas 5G complexos de vários fornecedores, compondo os seus próprios produtos de ponta com os melhores produtos de parceiros líderes da indústria.

As contribuições da NEC para a indústria incluem a colaboração junto às redes da NTT DOCOMO, para a qual a NEC forneceu unidades de rádio 5G (RU) e unidades centralizadas (CU), que estão em conformidade com os padrões O-RAN usados ​​na rede móvel comercial da operadora japonesa desde 2020. Além disso, a NEC foi escolhida pela Rakuten Mobile para o desenvolvimento do núcleo 5G a ser disponibilizado na Rakuten Communications Platform. Trata-se de uma solução nativa da nuvem, totalmente virtualizada, que visa oferecer suporte ao 5G standalone (SA). Mais recentemente, foi divulgada no mercado a parceria estratégica da NEC com o grupo Telefónica relacionada à condução de pilotos de Open RAN na Alemanha e no Reino Unido, que apontam a capacidade da NEC como integradora de rede.

A NEC está comprometida com a promoção e o crescimento de um ecossistema 5G aberto por meio de seu Centro de Excelência Open RAN e está colaborando ativamente com a O-RAN ALLIANCE (O-RAN), Telecom Infra Project (TIP), European Telecommunication Standards Institute (ETSI), Open Networking Foundation (ONF), 3GPP e Open RAN Policy Coalition (ORPC).

“A NEC tem o orgulho de ser reconhecida pelo Gartner como uma visionária em infraestrutura de rede 5G para provedores de serviços de comunicação. O grande potencial do 5G é sua escalabilidade infinita, desempenho e inovações promovidas por um ecossistema aberto de vários fornecedores. Estamos prontos para impulsionar a transformação digital como um todo, com as redes abertas, núcleo desagregado, fortes capacidades de integração de soluções e a possibilidade de contar com parceiros de classe mundial”, afirma Atsuo Kawamura, vice-presidente executivo, NEC Corporation.

“A NEC demonstrou um crescimento notável e provou ser um líder no ecossistema 5G com grandes contribuições para o Open RAN, incluindo ampla capacidade e experiência em equipamento de unidade de rádio, integração de sistema e orquestração. A TIP vê a NEC como uma empresa-chave no ecossistema Open RAN, com testes de produtos em andamento e contribuições significativas como integradora de sistemas”, enfatiza David Hutton, engenheiro-chefe da TIP .

“O conceito Open RAN está ganhando impulso rapidamente, em virtude do interesse do mercado por interfaces e arquiteturas de tecnologia aberta. Vale destacar, ainda, a vantagem de se atuar junto a cadeias de suprimentos diversificadas, algo tão importante para as estratégias de RAN aberta. Para este fim, soluções de fornecedores como a NEC serão bem-vindas”, comenta o chefe da GSMA Intelligence, Peter Jarich.

Gartner, Quadrante Mágico do Gartner para infraestrutura de redes 5G para provedores de serviço de comunicação, Kosei Takiishi et al., 17 de fevereiro de 2021.

Endurance é adquirida pela Clearlake em transação de US$ 3 bilhões

No Brasil o grupo é responsável pela HostGator, uma das líderes no mercado de hospedagem de sites

A Clearlake Capital, grupo líder em investimentos focados em private equity, anunciou a aquisição do Grupo Internacional Endurance em uma transação avaliada em aproximadamente US$ 3 bilhões. No Brasil, o grupo que desenvolve soluções tecnológicas está presente com a HostGator, multinacional de hospedagem de sites.

Com a conclusão das negociações iniciadas no final de 2020, a Endurance deixa de ser uma empresa de capital aberto. Robledo Ribeiro, CEO da HostGator, afirma que “a Clearlake  nos trouxe para o capital privado e isso nos permite avançar mais rápido e mais livremente operacionalmente para atingirmos nossos objetivos de crescimento”.

Com a aquisição, a Clearlake concretizou a criação da Newfold Digital por meio da união da Endurance Web Presence, da qual a HostGator faz parte, e da Web.com Group. Com isso, a nova empresa deve assumir a liderança no segmento de soluções de presença na web com uma carteira de aproximadamente 6,7 milhões de clientes em todo o mundo. A atuação da Newfold será focada no atendimento de pequenas e médias empresas. “Vamos continuar nosso crescimento rápido e focar no aumento de valor para nosso cliente. Existe uma grande demanda de serviços e produtos para presença online, e queremos ser parte da solução dessa demanda no Brasil”, afirma Robledo.

FGC encerra 2020 com patrimônio de R$ 85,4 bilhões

O Fundo Garantidor de Créditos – FGC, entidade privada, sem fins lucrativos, que administra o mecanismo de proteção aos investidores e depositantes de instituições financeiras associadas, encerrou o ano de 2020 com um incremento de 5,9% em seu patrimônio na comparação com 2019, passando de R$ 80,6 bilhões para R$ 85,4 bilhões. Os dados fazem parte do relatório anual da instituição referente ao exercício do ano de 2020 divulgado nesta quarta-feira, 28/04, em Assembleia Geral Ordinária .

Na mesma comparação, a liquidez do FGC – ativos que podem ser imediatamente convertidos em caixa – teve crescimento de 13,7%, chegando a R$ 62,1 bilhões, ante R$ 54,6 bilhões observados no encerramento de 2019. “Contar com um patrimônio robusto como o que temos é fundamental para podermos desempenhar bem o nosso papel de contribuir para o equilíbrio do Sistema Financeiro Nacional. O FGC é projetado para eventos severos e o nível de recursos mantido no fundo é fruto de uma modelagem que é constantemente discutida e calibrada para suportar fortes crises”, afirma o diretor-executivo do FGC, Daniel Lima.

Patrimônio e Liquidez do FGC em bilhões (R$)

Em 2020, o FGC efetuou o pagamento de R$ 844 milhões de garantias a depositantes e investidores, número principalmente relacionado a liquidação da instituição associada Dacasa Financeira, que ocorreu em fevereiro de 2020 por ato do Banco Central do Brasil. Até o final do ano, aproximadamente 98,7% dos investidores desta instituição receberam a garantia.

Depósitos elegíveis à garantia cresceram 34%

Até dezembro de 2020, o volume total de depósitos elegíveis à garantia do FGC era de quase R$ 3,2 trilhões – produtos cobertos pelo FGC, como conta corrente, CDB, LCI, LCA e poupança, o que representa um crescimento de 34% em relação ao saldo observado no final de 2019. A variação do saldo de depósitos elegíveis considera um aumento dos saldos em poupança (crescimento de 21,5% em relação ao total em 2019) e, também, um crescimento dos depósitos à vista (41,0% em relação a 2019) e dos depósitos a prazo (aumento de 54,8% em relação ao saldo em 2019), abrangendo valores em contas correntes e títulos de renda fixa, como CDB e RDB.

De modo geral, 99,7% das pessoas que possuem depósitos ou investimentos cobertos pelo fundo estão 100% garantidos, pois a soma de seus depósitos e investimentos em cada uma das associadas (instituição ou conglomerado financeiro) é de até R$ 250 mil, valor do limite da garantia prestada pelo FGC para cada CPF ou CNPJ. Apenas 0,3% dos clientes das instituições associadas possuem depósitos e investimento cobertos pela garantia que totalizam, em cada instituição ou conglomerado financeiro, um valor acima do limite de R$ 250 mil.

Com app, prazo de pagamento caiu de 10 para dois dias úteis

Para trazer mais agilidade e comodidade, mantendo a segurança jurídica do processo de pagamento de garantias, o FGC lançou no último trimestre de 2020 um aplicativo de celular para a realização das transações. Tendo sido testado com o pagamento realizado a alguns credores da Dacasa Financeira, após o término do prazo para recebimento nas agências bancárias, em 2021 o aplicativo está sendo utilizado no processo de pagamento aos credores da CHB (Companhia Hipotecária Brasileira), instituição liquidada em março deste ano por ato do Banco Central.

Com o aplicativo, o FGC observou uma redução significativa no tempo de início de pagamentos, que passou de aproximadamente 10 dias úteis para apenas dois dias úteis, após envio de informações consolidadas pelo liquidante da instituição. Além de oferecer maior comodidade e agilidade ao processo, o aplicativo ganhou ainda mais importância no atual contexto de distanciamento social, contribuindo também para a proteção da saúde das pessoas.

“O FGC vem trabalhando na melhoria de processos para dar agilidade ao pagamento de garantias, tornando-o cada vez mais simples, cômodo e ágil. A rapidez no pagamento das garantias é fundamental para o aumento da confiança que os agentes depositam no mecanismo de proteção que administramos”, comenta Lima.

O aplicativo fornece uma alternativa ao comparecimento presencial às agências bancárias para recebimento do pagamento de garantia. Até então, era necessário que o cliente – pessoa física com valores cobertos pelo FGC em uma instituição que teve intervenção ou liquidação decretada pelo Banco Central do Brasil – se apresentasse em uma agência bancária indicada pelo FGC para assinar o termo físico de recebimento dos valores. Agora, essa assinatura pode ser realizada de forma eletrônica, por meio do aplicativo para celulares. A ferramenta também permite acompanhar todo o processo de pagamento, até o efetivo recebimento em conta de titularidade do credor indicada durante a solicitação.

No Brasil, 58% dos líderes de capital humano sentem escassez de talentos no mercado, mesmo com milhões de profissionais disponíveis

Mesmo em meio às altas taxas de desemprego em todo o mundo como resultado da pandemia da COVID-19, a escassez de talentos continua sendo um grande desafio para as companhias. De acordo com o Talent Trends Report 2021, divulgado pela Randstad, empresa global de soluções de RH, no Brasil, 58% dos líderes de capital humano relatam que a escassez de talentos impactou negativamente sua organização – o maior total nos últimos cinco anos. Em escala global, esse resultado é de 40%.

Com base em uma pesquisa com 850 diretores e líderes de capital humano em 17 mercados em todo o mundo, o Talent Trends Report fornece insights globais sobre as principais tendências de talentos que dominarão 2021, especialmente quando as empresas começarem a delinear planos de recuperação em resposta à pandemia.

O estudo revelou que 42% dos líderes de RH no Brasil ainda alegam escassez de profissionais qualificados na área de TI, enquanto 9% não conseguem encontrar candidatos aptos para funções de RH. No contexto mundial, os índices são de 40% e 28%, respectivamente, mostrando um aumento significativo na escassez para cargos de RH em relação ao cenário nacional.

Para Diogo Forghieri, diretor da unidade de negócios focada em soluções em atração de talentos da Randstad no Brasil, os empregadores enfrentam uma grande defasagem de talentos, mesmo com tantos profissionais disponíveis no mercado. “Os líderes precisam investir esforços na construção de uma cadeia de talentos sólida e na implementação de programas de requalificação de seus colaboradores, para que os times desenvolvam novas capacidades e agradem aos resultados da empresa”, comenta Diogo.

Para construir programas de requalificação e maximizar seu banco de candidatos, o relatório Talent Trends 2021 descobriu que muitas empresas estão recorrendo à análise de talentos para entender melhor o gasto e a utilização de recursos, além da disponibilidade de habilidades específicas dentro de sua própria organização. Para 96% dos diretores brasileiros, a análise de talentos desempenha papel fundamental na busca, atração, engajamento e retenção de bons profissionais, e 1 em cada 3 diz que começou a investir no método devido à pandemia – em nível global, este resultado cai para 1 em cada 5 líderes.

“A análise se tornou essencial para que as companhias entendam como seus recursos são usados e a disponibilidade de times qualificados dentro da própria organização. A partir dessa avaliação, é possível levantar informações que contribuirão de forma estratégia na aquisição de talentos”, analisa Diogo, executivo da Randstad.

Outro componente crítico da recuperação pós-pandemia citado foi a criação de forças de trabalho cada vez mais flexíveis. A pesquisa com líderes do mundo todo revelou que 70% reconhecem que a equipe é tão ou mais produtiva trabalhando em casa, enquanto, no Brasil, esse grupo representa apenas 53%. Quando questionados se veem os arranjos de trabalho flexíveis como quesito importante para atrair melhores talentos, a maioria considera que sim em ambos os cenários – 64% dos entrevistados globais e 84% dos brasileiros.

Segue abaixo um resumo das conclusões do Talent Trends Rerport 2021:

Talent Trends Report 2021: Principais conclusões


A flexibilidade é fundamental para a atração de talentos: 80% dos líderes mundiais dizem que sua empresa considerará algum tipo de política permanente de trabalho em casa, enquanto do Brasil esse índice é ainda mais significativo, representa 92% dos entrevistados.

Os empregadores devem desempenhar um papel na requalificação: Em escala global, 92% dos líderes de capital humano afirmam que as empresas devem ser responsáveis pela requalificação dos funcionários, mas a maioria também acredita que o governo (68%) e as universidades (65%) devem fazer mais. No Brasil, os números sobem: 100% dos diretores acreditam que as empresas e o governo são responsáveis e 89% também pontuam as universidades.

A experiência do talento é mais importante agora: 73% dos entrevistados globais acreditam que a experiência do talento é mais importante em um ambiente pós-surto, média percebida também no Brasil, onde 70% concordam com a afirmação; 75% dos líderes mundiais e 90% dos brasileiros acreditam que as expectativas dos trabalhadores em relação aos empregadores estão aumentando continuamente.

Mudança para mais talentos contingentes: Em 2017, 29% dos entrevistados em todo o mundo mudaram de cargos permanentes para temporários, mas esse número caiu a cada ano subsequente, marcando 21% em 2020. Espera-se, segundo o relatório da Randstad, ligeiro aumento para 22% em 2021. Já no Brasil, o desempenho foi contrário: 20% informaram mudança do tipo de contrato em 2017, com aumento para 22% em 2020 e estima-se aumento para 28% em 2021.

Confira os estados do Brasil com mais vagas de trabalho temporário

Segundo um levantamento realizado pela Employer, os estados que mais estão com vagas temporárias em aberto são São Paulo, Paraná e Santa Catarina

O trabalho temporário é uma modalidade de contratação eficiente e ágil, que vêm auxiliando cada vez mais as empresas a suprirem as demandas do mercado.

Essa modalidade passou a ser a principal alternativa para vários setores em diversos estados do Brasil que estão em busca de força de trabalho com contratação flexível. Segundo um levantamento realizado pela Employer, uma das maiores empresas de RH do país, os estados que mais estão com vagas temporárias em aberto são São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Para Vânia Montenegro, diretora de serviços da Employer RH, o dado reforça, principalmente, o quanto o trabalho temporário cresceu em 2020 e no primeiro trimestre de 2021. “A contratação temporária tem sido essencial, pois ela proporciona que as empresas atendam às demandas emergenciais durante a crise da Covid-19, ganhando folego para a retomada ao mercado”.

O estudo apontou também que a indústria é o principal setor que está contratando temporários. “Essa modalidade vem tendo um aumento com a pandemia, pois está ligada com alguns cenários que estão presentes nas empresas: a emergência, pois é uma forma eficaz de contratação para não perder as demandas urgentes do mercado; a flexibilidade, porque o contrato pode durar enquanto houver a existência de demanda transitória de serviços, podendo ser encerrado no término da demanda, limitado a até 270 dias. E a incerteza, afinal não sabemos quando o cenário econômico se estabilizará”, explica a diretora de serviços de RH.

Direitos do trabalhador temporário

Vale ressaltar que no contrato de trabalho temporário, o trabalhador tem anotação em Carteira de Trabalho Digital e os direitos assegurados pela legislação 6.019/1974. Dentre os direitos, estão inclusos pagamento de horas extras, descanso semanal remunerado, 13º salário e férias proporcionais. Ele recebe 8% dos seus proventos a título de FGTS e o período como temporário conta como contribuição para a aposentadoria.

De acordo com a legislação, o trabalhador temporário pode ser contratado por até 180 dias, com possibilidade de prorrogação por mais até 90 dias. A efetivação pode acontecer a qualquer momento durante a vigência do seu contrato. “Junto à Previdência, o trabalhador temporário também tem todos os direitos garantidos, como auxílio-doença, desde que se respeite a carência mínima exigida para o pagamento dos benefícios”, diz a diretora.

Segurpro abre 250 vagas de emprego pelo Brasil

As oportunidades são para a área de vigilância, como vigilante patrimonial horista e vigilante patrimonial intermitente

A Segurpro, braço de tecnologia e segurança patrimonial do Grupo Prosegur e uma das empresas líderes mundiais do setor de segurança privada, com Soluções Integradas de Segurança, adaptadas as necessidades dos clientes oferece 250 vagas de emprego pelo Brasil. As oportunidades são para a área de vigilância, como vigilante patrimonial horista e vigilante patrimonial intermitente, consideradas porta de entrada na companhia. Podem se participar do processo seletivo profissionais residentes em todo Brasil.

Para se candidatar, os interessados devem se inscrever no processo seletivo da companhia pelo site: http://www.segurpro.com.br/trabalhe-conosco, pesquisar pelo cargo mencionado, localização e cadastrar o currículo. Não é necessária experiencia anterior, portanto, vigilantes recém-formados são considerados para seleção.

Entre os pré-requisitos, os candidatos devem ter ensino médio completo, carteira de motorista categoria B, noções de informática e disponibilidade de horários. As etapas do processo seletivo ocorrem de maneira 100% digital, garantindo qualidade, segurança e humanização aos participantes, e inclui análise dos pré-requisitos necessários para a vaga, entrevista por vídeo e, por fim, a contratação dos selecionados. Os profissionais que não forem contratados entram para o banco de talentos da empresa.

A empresa conta com forte plano de carreira para desenvolvimento interno do colaborador e Universidade Corporativa para apoiar em sua capacitação.

Warren recebe novo aporte de R﹩ 300 milhões

Logo após completar seus 4 anos, a Warren se consolida entre as três melhores instituições financeiras do país, ao receber mais uma rodada de investimento que reforça sua posição pioneira na disrupção do mercado financeiro brasileiro, trazendo um modelo transparente e alinhado com o cliente. A corretora, gestora e administradora de investimentos recebeu um novo aporte, no valor de R﹩ 300 milhões, o maior da sua história, de um pool liderado pelo GIC, fundo soberano de Singapura e investidor global de longo prazo de grandes empresas como Nubank, Sankhya Hotmart e VR Benefícios. A rodada – que é o dobro do valor das duas anteriores – conta ainda com a participação dos fundos Ribbit Capital, Kaszek e Chromo Invest – investidores desde a Series A – a QED, Meli Fund e Quartz, que também entraram na Series B.

“Antes da Warren, os brasileiros precisavam escolher entre investir em produtos que rendem pouco, como a poupança, ou via modelos conflitados com altas taxas. A Warren veio para mudar isso, com transparência e alinhamento de interesses com o cliente e, com isso, redefiniu como os brasileiros constroem seu patrimônio. A equipe une a sua profunda experiência no setor com uma forte paixão pela missão: democratizar os investimentos no Brasil. E isso já trouxe ótimos resultados, pois a Warren é hoje a maior corretora independente do país”, afirma Lauren Connelley Morton, sócia da QED.

O investimento será destinado principalmente para a área de tecnologia, com contratações de mais profissionais para seguir trazendo ao mercado as melhores funcionalidades para os clientes, tanto para investidores quanto para profissionais parceiros, e também para potenciais M&As em avaliação que possam agregar ainda mais à experiência completa que a empresa oferece. Por meio da incorporação de mais um fundo global em seu portfólio, a Warren reforça o valor que o modelo de negócios alinhado, 100% transparente e sem conflito de interesses possui para o mercado brasileiro.

“Levaremos a nossa mensagem com muito mais força para nossos clientes e parceiros de negócios. No Brasil, somos os únicos a oferecer total transparência com o cliente. Todos os outros ainda trabalham com um modelo que não trata o interesse do cliente como prioridade. Isso precisa acabar e a Warren já tomou a frente nisso. Nosso cliente está sempre no centro e nós só crescemos se o cliente cresce”, afirma o CEO Tito Gusmão.

A Warren se destaca no mercado por entregar uma experiência descomplicada e completa para investir, por meio da conta remunerada, do trade sem corretagem e das carteiras que podem ser criadas de acordo com objetivos. Neste último, o cliente escolhe um objetivo para investir e os produtos e a alocação são selecionados conforme o prazo e o perfil do investidor. Em contraponto ao mercado, este e outros serviços são oferecidos pela corretora em um modelo de taxa única.

É o chamado fee-based, o modelo de cobrança mais transparente e alinhado com os interesses dos clientes que uma corretora pode adotar. “Nós não inventamos a roda. A gente simplesmente distribui para todo mundo o modelo que só os super-ricos têm acesso e que já é comum em economias mais desenvolvidas, como nos Estados Unidos e Austrália, por exemplo. Por meio do Modelo Warren, democratizamos o serviço de wealth management: nossos clientes investem por objetivos, não pagam corretagem, pagam uma única taxa por todos os nossos serviços e ainda recebem de volta 100% da nossa comissão quando investem em fundos de outras gestoras na nossa plataforma”, explica Tito.

Ainda novo no Brasil, o fee-based se opõe ao Commission-based – um sistema de remuneração utilizado pelas maiores corretoras e bancos, que se baseia em comissões embutidas nos produtos que são recomendados e contratados pelos investidores, como fundos de investimento.

Outra grande aposta da corretora está em sua plataforma para profissionais do mercado de investimentos, a Warren for Business. Parte do novo aporte será direcionado para aprimorar os seus recursos tecnológicos, o que deve contribuir para a marca alcançar 400 parceiros até o fim deste ano e, assim, representar 60% do AUM da Warren como um todo, que atualmente é de 20%. Hoje, o B2B já conta com 300 profissionais conectados, que usam a plataforma Warren como um facilitador e grande aliado no desenvolvimento dos seus negócios.

A fim de ampliar sua presença tanto digital quanto física, nos últimos quatro anos, a Warren investiu tanto em pessoas quanto em escritórios físicos da plataforma. Desde a sua abertura em 2017, a empresa viu crescer em 10 vezes o seu valor sob gestão, bem como o número de funcionários – hoje conta com mais de 400 profissionais e 9 espaços no total, localizados em Porto Alegre, São Paulo, no interior de Santa Catarina e na capital do Paraná.

O grande salto foi em meio à pandemia de Covid-19. Em 2020, a empresa se dedicou em completar todo o seu portfólio de ofertas para clientes, incluindo produtos de câmbio, seguro de vida, educação, planejamento financeiro e offshore, além de iniciar seu business institucional, que ajudou a alavancar ainda mais o bom relacionamento já construído com as gestoras do mercado brasileiro. Com isso, a Warren passou a oferecer um ecossistema completo de wealth management para os seus clientes. De R﹩ 500 milhões em 2020, a empresa passou a somar R﹩ 5 bilhões sob gestão e espera conquistar, até o fim de 2021, a marca de R﹩ 10 bi. A ideia, segundo Gusmão, é que a expansão e contratações continuem neste ritmo.

O caminho da democratização dos bons investimentos continua

A Warren já recebeu dois aportes: em 2019, no valor de R﹩ 25 milhões, e em 2020, no valor de R﹩ 120 milhões. A primeira rodada foi liderada pelos norte-americanos da Ribbit, fundo de venture capital do Vale do Silício, investidor em fintechs como Robinhood, Coinbase e Wealthfront. Já a segunda, foi liderada pelo QED Investors, fundo de venture capital investidor de empresas como Nubank, Loft e GuiaBolso.

A Series C é a maior rodada da história da Warren e segue contando com a participação da Kaszek Ventures e com o fundo dos gaúchos da Chromo Invest e com a Ribbit – investidores desde a Series A, além da QED. Os fundos Meli Fund e Quartz, que entraram na Series B, também participam da terceira rodada da corretora e reforçam agora seu novo investimento.

Para Tiago Wallau Kretzmann, sócio da Chromo Invest, o novo aporte permitirá que a Warren amplie ainda mais a oferta de produtos e serviços, trazendo uma solução completa ao investidor, seja ele pequeno ou grande. “A Chromo apoia e investe há muitos anos na transformação que a Warren vem fazendo no mercado financeiro, trazendo uma nova forma de investir alinhada com os interesses do cliente, em um plataforma única, intuitiva e eficiente”, ressalta.

Christiano Galló, sócio da Quartz, segue o mesmo raciocínio de Kretzmann. “O modelo da Warren coloca verdadeiramente o cliente no centro, buscando construir um relacionamento de longo prazo com o investidor, aumentando a chance d’ele obter bons retornos e evitando aplicações em produtos que favorecem apenas quem os vende”, reforça Galló.

Já o co-fundador e sócio da Kaszek, Nicolas Berman, acredita que, mais do que nunca, as pessoas precisam contar com instituições que coloquem os interesses dos clientes em primeiro lugar. “A Warren oferece isso com muita clareza e empenho, despontando como uma terceira via, pois oferece ao brasileiro uma oportunidade única de construir seu patrimônio com segurança e levando em conta o que realmente interessa, que são os seus próprios objetivos de vida”, declara.

Nikolay Kostov, sócio da Ribbit Capital, compartilha do mesmo posicionamento do co-fundador da Kaszek: “A Warren está fazendo uma revolução na forma como o brasileiro investe. E, mesmo em períodos difíceis, como o que estamos enfrentando com a pandemia, conseguiu crescer exponencialmente, oferecendo cada vez mais produtos e serviços completos para os seus clientes. A equipe é movida por uma paixão por criar a melhor experiência, oferecendo uma plataforma digital de ponta e serviços e consultoria altamente personalizados”.

“Estamos orgulhosos de fazer parte de mais esta rodada na Warren, e ver que continuamos alinhados na missão de democratizar o acesso a serviços financeiros na América Latina”, finaliza Renato Pereira, Diretor do Mercado Livre e responsável pelo Meli Fund.

BMWs produzidos com energia solar em Araquari

 A fábrica do BMW Group em Araquari segue tendo a sustentabilidade como um dos seus principais focos. Agora, a unidade conta com a instalação de 562 placas fotovoltaicas no telhado do prédio da Montagem. Os painéis ocupam uma área de 1.068 m2, que tem a possibilidade de ser expandida. Juntas, elas vão gerar 261.397 kWh de energia em um ano, o que seria suficiente para abastecer 143 residências, de acordo com a média de consumo brasileiro.

A instalação começou a ser feita no fim de 2020 e com isso, a fábrica deve deixar de emitir cerca de 28,75 toneladas de CO₂ por ano, o equivalente a 2.738 árvores. Com isso, a planta segue também a meta do BMW Group no mundo de reduzir a emissão de CO₂. Dentre os objetivos – que devem ser alcançados até 2030 – estão reduzir em 20% a emissão de CO₂ por veículo na cadeia produtiva, em 80% na produção, por veículo, e em 40% na fase de uso, também por veículo.

“Assim como em todo o BMW Group, seguimos tendo a sustentabilidade como um assunto de extrema importância. E, por isso, estamos muito orgulhosos de mais esse passo dado aqui na fábrica de Araquari”, releva Mathias Hofmann, diretor geral da fábrica do BMW Group em Araquari.

Energia renovável

A fábrica em Araquari já conta com a utilização de energia proveniente de fontes renováveis, promovendo a redução das emissões de CO2 em suas atividades – o que rendeu a certificação I-REC, um instrumento de compensação do consumo de energia elétrica proveniente de fontes que emitem CO₂ na atmosfera.

Afya anuncia a entrada do SoftBank Latin America Fund com investimento de US﹩ 150 milhões

A Afya Educacional, maior grupo de educação médica do Brasil, anunciou hoje a celebração de uma transação para realização de investimento no grupo de R﹩ 822 milhões, o equivalente a US﹩ 150 milhões, a ser feito pelo SoftBank Latin America Fund, mediante cumprimento de determinadas condições precedentes e habituais para a conclusão do negócio. A entrada do investidor na empresa vai acontecer por meio de ações preferenciais perpétuas conversíveis série A, conforme estabelecido nos instrumentos contratuais.

Além do aporte na Companhia, a Crescera Educacional II Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia e a Família Esteves, fundadora da Afya, irão vender ao SoftBank Latin America Fund o total de 2,270,208 ações Classe A. Após ambas as transações e considerando a conversão das ações perpétuas em ações preferenciais, o Softbank passa a deter 8,4% das ações da Companhia. Como parte do acordo, Paulo Passoni, managing partner do SoftBank Latin America Fund, será nomeado membro do Conselho de Administração da Afya em até 30 dias a contar desta data.

Com este aporte, a Afya pretende investir em aquisições, produtos e tecnologias. “Desde o nosso IPO, estamos comprometidos em estar mais próximos do médico, atuando como parceiro em toda a sua carreira. Esse investimento do SoftBank, junto à sua expertise com o ecossistema de healthtechs, permitirá que a Afya ofereça produtos e serviços digitais que atendam às necessidades da classe médica, fortalecendo ainda mais a vocação do nosso grupo e acelerando significativamente nosso crescimento”, afirma Virgílio Gibbon, CEO da Afya.

O SoftBank Latin America Fund já é parceiro da Afya desde a aquisição da iClinic, healthtech criada em 2012 para levar mais tecnologia ao médico dentro do consultório, por meio de prontuário eletrônico, agendamento online de consultas e telemedicina. Agora, com o aporte de US﹩ 150 milhões, a parceria entre as empresas será fortalecida, bem como a convergência de interesses para criação de um hub de produtos e serviços digitais tendo o médico no centro da tomada de decisão.

“A educação médica e os serviços digitais em saúde estão passando por um crescimento sem precedentes no Brasil. Ficamos impressionados com a estratégia de atuação da Afya neste setor e partilhamos da mesma visão de auxiliar o médico na transformação digital de sua carreira, com um ecossistema de serviços que o ajudará a focar em sua prática médica”, explica Paulo Passoni, do SoftBank Latin America Fund.

A Afya em números

Graduação

• Presença em 20 cidades e 11 estados

• 21 instituições de ensino, sendo 18 com curso de Medicina

• 5 novas faculdades de Medicina, do Programa Mais Médicos, a serem implantadas: Pará (3) e Amazonas (2)

• 11.050 alunos de graduação em Medicina

Cursos preparatórios para residência médica e educação continuada:

• 13.039 alunos

Especializações:

• Presença em 11 capitais

• 4.181 em especializações na área médica e em outras capacitações

E-commerce brasileiro registra expansão de 91% no primeiro trimestre, indica Mastercard SpendingPulse

O setor do e-commerce brasileiro fechou o primeiro trimestre de 2021 com crescimento histórico nas vendas. De acordo com o Mastercard SpendingPulse™, que mede as vendas no varejo online e nas lojas em todas as formas de pagamento, as vendas online do Brasil*, registraram uma evolução de 91,6% ano após ano para o trimestre. Impulsionado pelas imposições de distanciamento social, o mês de março registrou expansão de 84,7% no comparativo com o mesmo período de 2020.

Segundo Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil, essa expansão no mercado está diretamente alinhada com o atual cenário de digitalização da indústria na região: “Após um ano em que o cenário pandêmico acelerou toda a digitalização da indústria, pudemos ver, no primeiro trimestre, um crescimento histórico no e-commerce, nunca visto em um período de 10 anos. Esses dados reforçam a contínua e crescente preferência dos consumidores por novas tecnologias e pelo consumo online. Como empresa de tecnologia, a Mastercard continuará trabalhando para que esse formato siga crescendo e tornando nossas comunidades mais digitalizadas, sustentáveis e inclusivas para todos”, completa Bassols.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, os setores de eletrônicos (+134,1%) e farmácia (+102,4%), vivenciaram as expansões mais significativas no país.

Vendas do varejo em lojas físicas

Por outro lado, o varejo físico brasileiro, registrou queda de -4,4% no primeiro trimestre, e -7% em março. Contudo, é importante ponderar que março de 2020 foi um mês de grande expansão para o varejo físico, pois os consumidores fizeram compras maiores e estocaram mantimentos por conta do início da pandemia da Covid-19 e das medidas de distanciamento social.

Em termos de vendas totais do varejo, todas as regiões apresentaram desempenho inferior ao crescimento das vendas do varejo nacional no trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado: Centro-Oeste (-7,1%), Sul (-5,6%), Sudeste (-4,1%), Nordeste (-3,9%) e Norte (-0,3%) .

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Merama quer ser a maior empresa de produtos para e-commerce e marketplace da América Latina e levanta US$160 milhões

Fundada por experts em tecnologia, varejo, marketplaces, operações, finanças e estratégia, a Merama nasceu no fim de 2020 com objetivo de ser a principal empresa de aceleração de marcas próprias em plataformas digitais da América Latina. “Queremos ser o maior business de produtos em e-commerce e marketplaces na região e temos a equipe e os fundos necessários para tornar isso realidade”, afirma Renato Andrade, cofundador da Merama. Com um time global, multidisciplinar e altamente qualificado, que já soma 40 pessoas, vindas de gigantes como Amazon, Mercado Livre, Google, Facebook e McKinsey, a Merama investe, escala e opera marcas parceiras para que elas cresçam exponencialmente, impulsionadas por sua metodologia única e plataforma de tecnologia avançada.

Após iniciar sua operação de maneira discreta ao longo dos últimos meses, a Merama anuncia hoje um investimento Series A de US$160 milhões, US$60 de equity e US$100 de linha de crédito, sendo um dos maiores da história na região. A rodada contou com a participação de fundos de ponta como a Monashees, Valor Capital, Balderton e MAYA Capital, além de fundadores e executivos ligados a empresas como MadeiraMadeira, Rappi, iFood e Loggi entre outros. “O ecommerce no Brasil e em toda América Latina entrou em um novo patamar durante a pandemia, acelerando mais de 3 anos a penetração de vendas digitais. Estamos prontos para ser o principal player de marcas próprias na região e ser o maior parceiro de empresas como Mercado Livre, Amazon, B2W, Magalu e Via Varejo, além de outros market places”, afirma Guilherme Nosralla, cofundador da Merama.

A Merama escolhe seletivamente as empresas, marcas e empreendedores com os quais gostaria de trabalhar e cria uma proposta de parceria, em que se torna um sócio significativo. A partir daí, ajuda a alavancar o negócio com recursos humanos altamente qualificados e capital, sugerindo oportunidades de crescimento baseado na experiência dos seus especialistas em e-commerce ou focando em iniciativas de alto impacto e potencial que podem acelerar o crescimento. “Acreditamos que o nosso modelo é vencedor pois combina três fatores de sucesso: os melhores empreendedores e marcas, acesso à capital em grande escala e barato e alto conhecimento em marketplaces e tecnologia”, explica Andrade. Algumas das alavancas de crescimento incluem: internacionalização, expansão de canais, otimização do marketing digital e dos custos, investimento em novos produtos e categorias, além de sinergias operacionais com automatização de processos e padronização de fornecedores.

O processo completo de investimento da Merama leva menos de 45 dias. Com informações financeiras básicas a empresa já consegue fazer uma proposta em até uma semana. A due diligence detalhada da investida só acontece quando as duas partes decidem fazer negócio e leva apenas algumas semanas. Com os números validados, a Merama faz sua proposta final e o negócio é fechado. Com um crescente portfólio de marcas e empresas parceiras dos mais diferentes segmentos como esportes, eletrônicos, pet e bebê, a Merama caminha para fechar 2021 com uma receita de mais de US$100 milhões.

“A Merama está muito bem-posicionada em um mercado que passa por uma grande aceleração digital. A América Latina foi em 2020 a região do mundo com maior crescimento de vendas em e-commerce. Contando um um time excepcional e com grande conhecimento do espaço, a Merama pode alavancar muito o crescimento desses vendedores digitais e construir um gigante portfólio de digital brands na região” afirma Marcelo Lima, sócio da Monashees e investidor da Merama.

“Criar produtos vencedores, que se conectam verdadeiramente com consumidores, é geralmente o primeiro grande desafio que marcas D2C enfrentam; algo que gostamos muito da estratégia da Merama é esse foco em se aproximar de marcas já consolidadas, com produtos reconhecidamente de alto nível, para então ajudá-las a escalar operações de maneira rápida e eficiente, as levando para um outro patamar após o investimento. Estamos orgulhosos em colaborar com Sujay Tyle e o time de primeira classe da Merama, com anos de experiência em varejo, canais digitais, e logística para criar empresas líderes em diversas categorias”, afirma Scott Sobel, Sócio Fundador da Valor Capital.

“A decisão de investir na Merama veio de uma combinação de um time muito experiente, em um mercado gigante e em crescimento, mas ainda com muitas dores para serem resolvidas” afirma Mônica Saggioro, da MAYA Capital.

A Merama é uma startup verdadeiramente latino americana, atualmente com sedes em São Paulo e na Cidade do México, e tem ainda entre seus fundadores o empreendedor em série americano Sujay Tyle – Forbes 30 under 30, CEO e cofundador da FCG, vendida por +$700M USD para a OLX/Naspers em 2019 -, o francês Olivier Scialom e o mexicano Felipe Delgado. Os fundadores se conheceram a partir de uma introdução feita por um dos fundos que viria a investir mais tarde na empresa. “A Merama foi fundada por um time de empreendedores de ponta e já nasce global, uma vez que todos os fundadores e executivos são sócios da companhia inteira, e não de apenas um país específico. Essa estrutura é chave para vencer em cada mercado, atrair os melhores talentos e estar sempre próximo dos melhores investidores. Estamos otimistas com o que está por vir”, afirma Sujay Tyle, cofundador da Merama.