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Equívoco sobre ISS pode deixar até 90% das cidades brasileiras sem serviços oferecidos por apps

Uma interpretação equivocada sobre como funcionam serviços online pode forçar dezenas de empresas de agenciamento de táxi, delivery de comida, agendamento de serviços de beleza ou reparos no lar via aplicativos a sair das pequenas e médias cidades brasileiras.

Chamados de O2O (online to offline), estes apps permitem usar o celular para agendar dezenas de serviços, o que aumenta a produtividade das empresas, sua taxa de ocupação, eleva a segurança das transações comerciais, reduz custos e, na prática, permite melhorar a qualidade dos serviços prestados. Atualmente, mais de 120 cidades brasileiras contam com serviços O2O, que atendem diariamente mais de 24 milhões de usuários e geram, em média, economia de 20% para o consumidor final.

Como qualquer serviço online, o agenciamento feito pelas empresas de O2O acontece em ambiente virtual, ou seja, em servidores remotos que podem ficar em qualquer local do Brasil ou do mundo, processo conhecido como “computação em nuvem”. Esta característica faz com que as empresas de tecnologia recolham impostos sempre de acordo com as leis da localidade em que abrem suas sedes. Situação totalmente distinta é vivida pelos parceiros offline, que prestam serviços em locais físicos variados e recolhem Imposto sobre Serviços (ISS) sempre na cidade em que estes são efetuados.

Desde o início de 2016, no entanto, cidades como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), São José dos Pinhais (PR) e Brasília (DF) têm apresentado propostas de regulação para que cada agenciamento online para serviço offline prestado em seu território recolha ISS em seu município. Na prática, esta interpretação obrigaria, por exemplo, um app com parceiros em mil cidades a abrir escritórios em mil localidades e recolher ISS em cada uma destas regiões individualmente.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de O2O (ABO2O), Yan Di, esta interpretação eleva enormemente a burocratização das empresas online, inibe a inovação e os investimentos no setor, pois leva insegurança jurídica a toda cadeia de empresas envolvidas. “Esperamos que este equívoco não prospere, mas queremos alertar para o risco de muitos apps deixarem de oferecer seus serviços nos municípios menores, por não valer a pena arcar com os custos burocráticos adicionais”, afirma o presidente da ABO2O.

Levantamento da ABO2O, indica que entre as 100 cidades com mais serviços O2O disponíveis, apenas 10 municípios são grandes o suficiente para justificar novos investimentos burocráticos. O novo cenário poderia restringir as facilidades oferecidas por apps apenas às maiores capitais, forçando a saída das empresas online de mais de 90% das cidades. No setor de transportes, por exemplo, cidadãos de mais de 400 municípios podem utilizar os serviços das empresas 99 Taxis e Easy Taxi. “Uma mudança no método como o ISS é recolhido pode tornar nossos serviços economicamente inviáveis nas cidades médias, praticamente restringindo-os a centros como Rio de Janeiro e São Paulo”, afirma Jorge Pilo, CEO da Easy Taxi no Brasil.

Desde seu surgimento, serviços O2O têm permitido que serviços de logística, transporte ou beleza se popularizem, tornando-os acessíveis por meio de descontos e promoções a novas camadas de consumidores. “Infelizmente, este traço democrático do O2O fica sob risco na medida em que muitos municípios, sobretudo os menores, podem perder sua atratividade para novos players O2O, prejudicando consumidores e a economia local”, diz o diretor de expansão de mercado da 99 Taxis, Pedro Somma.

A associação está disposta a dialogar com todos os legisladores e órgãos regulatórios que busquem compreender melhor a natureza dos serviços O2O e espera sensibilizar os entes públicos para a adoção de soluções que não inibam os investimentos, a inovação e os ganhos de produtividade para a economia brasileira, permitindo às pequenas e médias cidades nacionais desfrutar das mesmas vantagens de que já usufruem os moradores de grandes centros urbanos.

Sobre a Associação Brasileira de O2O

A ABO2O é uma entidade privada e sem fins lucrativos que reúne mais de 30 empresas líderes em seus segmentos e 3 fundos de investimento com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e auxiliar as empresas brasileiras a desenvolver serviços inovadores que facilitem a vida do consumidor e democratize seu acesso bens e serviços de uma forma inteligente e econômica. Para saber mais, acesse www.o2obrasil.com.br.

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Mobobox lança função que possibilita troca virtual de cartões de visitas

A fim de melhorar a experiência dos usuários, o Mobobox – app que identifica a operadora de telefone celulares e fixos no Brasil – acaba de incorporar uma novidade em sua aplicação. Trata-se da funcionalidade Meu Cartão, que possibilita a troca virtual de cartões de visitas entre diversas pessoas.

Zhen Zhang, um dos criadores do Mobobox, afirma que a nova função visa otimizar a vida de empreendedores, profissionais liberais e gestores de empresas no momento em que novos contatos são estabelecidos, principalmente em reuniões, feiras e eventos. “Além disso, a novidade ajuda as pessoas a evitarem gastos e desperdício com impressão de cartões de visitas, uma vez que 80% das pessoas os descartam, segundo pesquisas de entidades do setor”, argumenta.

Os interessados em utilizar o Meu Cartão devem primeiramente criar um perfil com as informações de contato no aplicativo e, em seguida, gerar um QR Code. Após a realização do procedimento, o usuário consegue iniciar a troca de contatos com qualquer outra pessoa que possua o Mobobox instalado. Para isso, é necessário acessar o item escaneamento, que irá transferir automaticamente as informações que a outra pessoa deseja compartilhar para a agenda de contatos.

“Assim como ocorre na confecção dos cartões de visitas, no app, os usuários também têm a liberdade de escolher as informações que desejam compartilhar, podendo inserir e-mail, telefone, nome da empresa, além do perfil do Facebook, Twitter e Linkedin”, explica Zhang.

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SafetyPay lança aplicativo e Peruvian é a primeira companhia aérea da América Latina a investir na tecnologia

A SafetyPay, plataforma segura para pagamento à vista, completa seu portfólio de ofertas multicanais (computador, televendas, dinheiro e mobile) com o lançamento do Safety E-Mobile, aplicativo que permite aos usuários comprar produtos ou serviços oferecidos pelo comércio, a partir de um tablet ou Smartphone.

A novidade foi rapidamente aceita e implementada pela Peruvian Airlines, uma das principais companhias aéreas do Peru, que agora oferece aos seus milhares de clientes mais uma inovação. Por meio do aplicativo, os passageiros podem pesquisar voos, receber notificações, comprar passagens e realizar check-in, além de efetuar o pagamento virtual ou físico através da extensa rede da SafetyPay.

Desenvolvido para todas as empresas que possuem aplicativos ou páginas otimizadas para acesso por meio de dispositivos móveis, o Safety E-Mobile é uma solução segura e gratuita disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. Todo o proceso de implantação é simples e amigável, com suporte constante da equipe da SafetyPay.

“Este é um passo importante para o crescimento da empresa. Os números sinalizam um processo orgânico de os consumidores do comércio eletrônico desejarem se relacionar com as empresas em todas plataformas disponíveis e a SafetyPay quer ser um parceiro omnichannel dos estabelecimentos, inclusive na parte de pagamentos”, afirma Gustavo Ruiz Moya, CEO da SafetyPay.

O desenvolvimento da plataforma demorou cerca de quatro meses e a implantação no Peru levou em consideração a questão de ser o segundo maior mercado, com grande demanda na adoção de telefonia móvel na América Latina, com cerca de seis milhões de dispositivos. A empresa já tem planos de expandir o serviço para outros países da região.

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5 dicas para o varejista transformar sua empresa em um modelo de vendas multicanal

No atual cenário de retração econômica, impulsionar as vendas é o grande desafio do comércio. Com a crise freando o consumo, o processo de venda deve proporcionar uma experiência satisfatória ao consumidor e estimular o desejo de novas compras, independente de onde ele esteja. Por isso, é preciso integrar as plataformas e adotar um modelo multicanal.

Hoje, o e-commerce ou loja virtual, é um dos recursos mais conhecidos pelos consumidores. Mas este é apenas o início de um universo de vendas que engloba o mobile commerce, TV commerce, social commerce, aplicativos e vitrine interativa. Para o cliente, não importa onde ele irá realizar a compra, a empresa é uma só.

Essa integração dos diversos tipos de canais vem, principalmente, de mundo altamente conectado através dos smartphones. Segundo o estudo “The Connected Consumer”, realizado pela TNS no Brasil, 74% dos brasileiros de 15 a 49 anos estão online e 72% dos usuários acessam a internet todos os dias em seus smartphones.

“Muitos varejistas ainda não sabem como iniciar a transição para transformar sua empresa em um modelo de vendas multicanal e o quanto esta mudança pode ser benéfica para melhorar o desempenho do seu negócio e a experiência de seu cliente”, afirma Márcio Nunes, diretor de Omni Channel da Linx.

Conheça abaixo dicas de como melhor aproveitar os benefícios que a política multicanal proporciona:

1. Estruture seu e-commerce. Mantenha uma política de pagamentos e de preços unificadas. O smartphone permite que o consumidor confira em tempo real se o preço praticado na loja física é o mesmo da virtual. Outro ponto importante é integrar os estoques para nunca perder vendas e deixar o cliente sempre satisfeito. Estar presente neste canal é o ponto de partida para quem deseja entrar no universo multicanal.

2. Foco no perfil do cliente. Se o seu comércio tem vários tipos de públicos, eles podem ser atingidos de maneira e por canais diferentes. Recomendações e e-mails promocionais devem ser direcionados de acordo com o público e perfil. O recurso de busca de produtos também deve ser personalizado. Quando o cliente encontra o produto de forma rápida, a experiência se torna mais agradável.

3. Recursos de mobilidade. A tecnologia está à disposição do lojista para ajudar. Alguns recursos oferecidos no mercado reduzem a ruptura de vendas, eliminam as filas no caixa, descomplicam a rotina dos vendedores, estimulam a superação das metas e inovam no atendimento ao cliente. Os recursos de mobilidade podem revolucionar a forma como o varejista trabalha.

4. Uso do Big Data. O Big Data é o termo usado para representar o armazenamento e cruzamento de dados utilizados na tomada de decisão de compra. Todos os dados cadastrais e preferências de compra dos clientes estão dentro desta ferramenta. Assim, é possível criar campanhas segmentadas e personalizadas, identificar os produtos com mais saídas; entender e fidelizar o cliente, abordando-o em qualquer canal. Para o varejo, Big Data é uma importante ferramenta para aproximar a marca de seus clientes.

5. Hegemonia no atendimento. O cliente que conta com o mesmo tratamento tanto no e-commerce quanto na loja física tem consciência que vai encontrar uma única empresa. A experiência se torna prazerosa e estimula novas compras. Dispositivos móveis, Big Data ou multicanalidade, nada disso efetivamente importa se o varejista não estiver pensando na experiência total do consumidor.

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Tecnologia para Governo – A complexidade pede conhecimento

*Por Ankur Prakash

O Brasil é um país de muitas peculiaridades, e afora os últimos problemas políticos que ocasionaram uma série de manifestações em todo o país, temos também um dos sistemas governamentais mais complexos do mundo. Não que isso seja um total problema, mas assim como em grandes empresas, as companhias de tecnologia que pretendem se tornar parceiras de negócios do governo devem saber a fundo o que fazer para tornar cada vez mais assertivos os sistemas e processos dos Poderes.

Um detalhe notório é o fato de que o governo tem buscado se manter atualizado, e procura de maneira intensa sistemas que alavanquem sua produtividade, forneçam maior eficiência operacional e, claro, reduzam também os seus custos. Além disso, uma boa parceria no setor pode alavancar o potencial de negócios da administração do país.

O check-list do setor público

Ao manter todos os sistemas up to date o setor público busca aproximar a sua operação da eficiência gerada em empresas privadas e, passa a enfatizar o uso das melhores práticas e controles de mercado, como a transparência e a governança. Obviamente que uma boa prestadora de serviços deve passar por alguns crivos, como garantir uma proposta entregável e com a devida qualidade. Além de também mostrar que, quanto melhor o software utilizado e quanto mais ‘primeira linha’ for a sua implementação, mais difícil será burlar os controles e processos.

Ter clareza na negociação e atender aos acordos regidos pelos editais públicos são apenas obrigação, o que o governo precisa hoje é inovação com preços e prazos competitivos. E antes de qualquer análise, é preciso esclarecer de que aquele ditado que diz “pegou lá fora, vai pegar aqui também”, é uma grande fantasia, pois ainda que o mesmo sistema seja implementado no Brasil e nos Estados Unidos, as especificações de cada um serão totalmente diferentes. Isso porque os quesitos públicos, fiscais e tributários de cada país, também diferem muito. Além de outras variáveis que podem impactar no fim de cada projeto.

O conhecimento local faz diferença

Empresas multinacionais geralmente possuem grandes parceiras globais e um vasto conhecimento do negócio, também global, em que atuam, o que é ótimo. Mas e quando o projeto pede conhecimento e experiências locais? Grandes clientes mundo afora e uma gama de certificações não substituem o conhecimento onsite de cada profissional. A cultura, nesse momento, é um dos itens mais importantes quando o governo precisa de auxílio tecnológico, o idioma pode sim dificultar um trabalho, o DNA brasileiro tem grande peso, e é por isso que, apesar de focar na economia de mão de obra, as melhores fornecedoras serão aquelas que executarem seus serviços localmente.

Nos próximos anos o governo vai intensificar o investimento em tecnologia; o próprio Gartner, já com uma lista de tendências para o setor, mostra que a área pública vai precisar de companhias com fortes alianças internacionais, compromisso com entregáveis, compliance com as leis do país e, acima de tudo, o know-how do trabalho no país.

*Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

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Digital Build Britain: estratégia para um mercado de 15 trilhões de libras

Por Marcus Granadeiro*

O mês que vem será um marco para o BIM (Building Information Modeling). Poucos estão se recordando, mas é no mês de abril de 2016 que encerra o prazo do governo inglês para que todos os projetos públicos estejam dentro do “BIM Level 2”. A meta foi lançada em 2011, foram cinco anos de adaptações para “preparar o terreno” para um enorme desafio. E como nossos amigos britânicos levam as coisas a sério, eles conseguiram.

O projeto é considerado segundo nível quando todas as disciplinas já estão em BIM, porém não necessariamente em modelos único ou compartilhados. Para ser nível 2 também é fundamental que a troca de informação entre os participantes se dê por meio do modelo e de desenhos bidimensionais. No Reino Unido, não houve a preponderância de um fabricante, assim cada parte fez uso da tecnologia que mais lhe conveio utilizando formatos padrão como IFC (Industry Foundation Class) e COBie (Construction Operations Builind Information Exchange) com meio comum de comunicação.

Para atingir o objetivo foi criado um grupo tarefa chamado UK BIM Task Group com a participação do governo, indústria e academia. Houve um investimento forte do governo e aplicação dos conceitos em projetos icônicos como uma linha de metrô que corta Londres chamada Crossrail, uma ferrovia da alta velocidade chamada High Speed 2 e um estabelecimento prisional, a Cookham Wood Young Offenders Institution.

Em documento recente, que lança o plano estratégico para a próxima fase do projeto, o secretário de estado britânico indica investimentos de mais de duzentos milhões de libras no projeto, além de mais de 600 milhões de libras para melhorar o sistema de internet inglês foram necessários para chegar onde chegaram. O mesmo documento tem uma declaração do representante da indústria indicando uma economia apurada, que só no ano de 2015 gerou mais de 800 milhões de libras em função do projeto. O governo investiu. A infraestrutura do país, que já deveria ser boa se comparada com nossos padrões, ficou melhor, e o resultado final ficou zerado com os investimentos compensados pela redução de perdas. O resultado é um Reino Unido mais competitivo.

E o futuro ? Virá o BIM nível 3 ?

Para os britânicos o pensamento já vai além. Nesta nova fase, o BIM fica em um segundo plano e entra o conceito do “Digital”, o slogan passa a ser Digital Build Britain. No plano estratégico, que indica o que o projeto pensa além do próximo mês, ele apresenta este novo conceito no qual entende que a tecnologia BIM combinada com a internet das coisas, big data e economia digital vai ganhar uma sinergia que permitirá construir com menor custo, operar e manter com mais eficiência. Este novo conjunto de tecnologias passa a se chamar Digital Build.

O objetivo do Digital Build Britain é exportar tecnologia e serviços, além de competir em um mercado global estimado em 15 trilhões de libras em 2025. A capacitação em modelagem, simulações e projeto em BIM já foi adquirida com os investimentos realizados. Os objetivos traçados para o futuro são quebrar algumas barreiras e obstáculos detectados, além das questões tecnológicas. São eles: (i) aprimorar os padrões de dados abertos para facilitar a comunicação e troca de dados entre participantes do processo; (ii) criar um novo framework para contratos de projetos e obras, permitindo incluir mais adequadamente o processo BIM e evitando riscos e incentivando a colaboração e (iii) disseminar cultura de colaboração e compartilhamento de conhecimento e aprendizagem.

Olhar o projeto BIM britânico é muito interessante ao Brasil não só sob o ponto de vista da engenharia e da tecnologia, mas sobretudo do ponto de vista organizacional e institucional. É muito interessante e exemplar o processo. A organização e os resultados deste grupo tarefa poderia ser um exemplo para desenvolvimentos aqui no Brasil. Exemplo de como o governo, a academia e a indústria se relacionam de forma saudável, transparente e benéfica para o país.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente da Construtivo.com, empresa de tecnologia com DNA de engenharia, membro do ADN (Autodesk Development Network)e membro do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Social Media: 30 minutos por dia, tempo suficiente para começar a ter sucesso

Meia hora. Este tempo é o suficiente para fazer a manutenção das mídias sociais de uma empresa de pequeno ou médio porte diariamente. A SEMrush, uma das empresas líderes mundiais em marketing digital, traz algumas dicas de como se engajar nas redes de forma estratégica e obter resultados significativos.

Mais do que dedicar poucas horas apenas uma ou duas vezes na semana para as redes sociais, o ideal é separar alguns minutos por dia para a atividade. Mas antes disso, é preciso definir qual seu público e a melhor plataforma para atingi-lo. O ideal para entender quais redes seus clientes mais utilizam é usar o Google Analytics.

Veja abaixo o plano de 30 minutos diários para começar a inserir sua marca nas mídias sociais:

– 10 minutos para buscas: descubra o que está acontecendo no seu segmento seguindo pessoas e empresas da área. Fique de olho nos concorrentes e faça monitoramento de menções das marcas tanto deles quanto das suas.

– 10 minutos para publicar: mesmo que não tenha tanto tempo para criar seu próprio material. Misture conteúdo original com selecionado, assim você evita que pareça autopromoção. Para ter um bom fluxo de posts, é importante agendá-los com antecedência. A frequência ideal é de três a quatro posts por dia no Facebook e Google+ e um post a cada 30 minutos no Twitter – já que seu “tempo de vida” é muito curto.

– 10 minutos para comunicação: mas publicar posts periodicamente não é o suficiente para ter sucesso nas mídias sociais. Você precisa aumentar sua audiência conectando-se com 50 a 100 novas pessoas diariamente. A maneira mais fácil de ter sucesso nesta tarefa, é comunicar-se diretamente com seu público. Ouça o que estão falando e responda-os prontamente. Isso te ajudará a estreitar a relação com os seguidores.

Sobre o SEMrush

A SEMrush é um software de busca competitiva e business intelligence que entrega dados e análises de buscas pagas e orgânicas, SEO de websites, social media e link-building mundialmente. Com um conjunto de ferramentas de análise competitiva poderoso, a SEMrush oferece o que é necessário para auxiliar as empresas a otimizarem sua presença online com ideias de SEO e monitoramento de marca.
Os principais clientes da SEMrush são agências de digital marketing e websites de e-commerce. Entre os clientes estão Rock Content, Resultados Digitais, Kickante, Forbes.com, Paypal, ELLE, CareCloud, The Webmarketing Group, SdNcenter.com, e outros.

Periscope comemora primeiro aniversário

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Aplicativo para vídeos ao vivo do Twitter já acumula mais de 200 milhões de transmissões desde o lançamento

O Periscope, aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo do Twitter, comemora o primeiro aniversário. Lançado em 26 de março de 2015, já contabiliza mais de 200 milhões de transmissões. Todos os dias, o equivalente a 110 anos em vídeos ao vivo são assistidos pelo serviço – apenas nos primeiros 10 dias de existência, mais de 1 milhão de pessoas começaram a usar o aplicativo, disponível para os sistemas iOS e Android.

Durante este primeiro ano de existência, o Periscope recebeu importantes integrações e adaptações. O aplicativo, que antes só realizava transmissões de vídeo na vertical, passou a oferecer a opção de transmitir no formato paisagem. Além disso, o Periscope foi integrado à linha do tempo do Twitter, o que tornou mais fácil o acesso aos vídeos. Em janeiro deste ano, as câmeras da marca GoPro passaram a ser compatíveis com o aplicativo, permitindo transmissões ao vivo diretamente dos equipamentos dos modelos Hero4 Black e Silver.

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Planilha de inventário promete auxiliar as empresas a melhorar a gestão e reduzir gastos

O Controle de Inventário pode se tornar um grande vilão para muitas empresas que tem dificuldades na gestão de seus ativos tecnológicos ou até mesmo desconhecem ferramentas que podem apoiá-los. Identificando essa necessidade na maior parte de seus clientes, a Navita criou uma Planilha de inventário, um recurso para apoiar os gestores de telecom no controle de cada um dos dispositivos móveis com relação à consistência de informações referentes a dados, custos e usuários.

O Inventário é a informação base para o Navita TEM (Telecom Expense Management), uma das principais soluções da companhia, que busca garantir uma maior eficiência no controle e redução de custos dos ativos de telecom de uma empresa. Trata-se de uma planilha bastante simples com 3 abas de cadastro – Usuários, Centro de Custo e Dispositivos – que contém uma coluna denominada Controle. Após o preenchimento, a ferramenta automaticamente vai mapear e identificar os erros encontrados.

Sem as informações corretas dos dispositivos, linhas e SIMCards de cada usuário, centro de custo que pertence e qual é o dispositivo correspondente, a empresa não consegue obter informações precisas como a quantidade de aparelhos, quais os modelos e fabricantes que trabalham e também quem são os responsáveis por estes equipamentos e gastos. Ao contrário do que se imagina não se trata apenas de um layout mais funcional para cadastro de informações, o grande diferencial desta planilha está na entrega dos resultados que apoiam a empresa no controle desses dispositivos apontando as principais inconsistências.

Para o Diretor de Serviços da Navita, Maurício Yamamura, a utilização dessa ferramenta é fundamental para que as empresas eliminem os frequentes problemas de gestão de telefonia. “O grande benefício da planilha é ter visibilidade de todo o parque de dispositivos e responsáveis, para então alocar corretamente os gastos vindos das linhas atreladas e custos de aparelhos” explica Maurício.

As informações necessárias para garantir o controle e uma boa gestão de Telecom foram mapeadas e inseridas nesta Planilha de Inventário. Baseado no conhecimento da Navita no mercado de TEM é possível saber quem está utilizando determinada linha, ter uma análise do perfil e, consequentemente um rateio de qualidade.

Saiba mais sobre redução de custos com telefonia no Guia de Boas Práticas e baixe a Planilha de Inventário no site da Navita.

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Curitiba sedia evento nacional sobre contabilidade pública

As diversas áreas da contabilidade pública serão temas do VI Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios (Secofem), que ocorrerá entre os dias 4 e 8 de abril, em Curitiba (PR). O curso é uma iniciativa do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e do Tesouro Nacional e tem o objetivo de qualificar a atuação dos profissionais que atuam na contabilidade pública. As inscrições vão até o dia 31 de março.

A contabilidade pública tem passado por profundas e significativas mudanças nos últimos anos. Com mercados cada vez mais internacionalizados, há a necessidade de que a contabilidade da União, dos Estados e Municípios possa ser comparada com a de outras nações do mundo, a exemplo do que ocorre com as empresas. Até 2008, o Brasil não contava com nenhuma norma contábil específica para o setor editada pelo CFC, órgão responsável pela normatização da contabilidade no País. Hoje há 11 dispositivos vigentes, e o grupo mantido pelo conselho para fazer a convergência pretende ajustar cinco normas este ano e todas as 33 até 2021.

Mas não é só a existência e a convergência de normas aplicadas ao setor que têm alterado a forma de atuação da contabilidade pública. A sociedade tem exigido, cada vez mais, a transparência das contas públicas, e a contabilidade é um importante instrumento para esse objetivo. “A contabilidade permite que as contas públicas sejam conhecidas e comparadas. O amadurecimento da democracia brasileira exige uma relação transparente no trato da coisa pública, e a contabilidade tem papel central nesse processo”, afirma o vice-presidente técnico do CFC, Zulmir Breda.

Diante desse cenário, o CFC e o Tesouro Nacional prepararam um curso de uma semana, dividido em 20 módulos de 4 ou 8 horas cada, que abordam temas como Procedimentos Contábeis Orçamentários, Modelo de Implantação de Custos, Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público, Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde, Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação, Regime Próprio de Previdência Social, entre outros. O participante deve compor 40 horas de acordo com seu interesse. Para o funcionário da prefeitura de Guarapuava Valdinei Santos, o curso é uma oportunidade de aprofundar conhecimento. “Amigos meus participaram do curso que ocorreu em Brasília e recomendaram muito bem. Daí surgiu a oportunidade de participar desta edição em Curitiba, e eu aproveitei”, conta. Santos trabalha na área de estatística ligada às finanças.

A Secofem já capacitou cerca de 1.600 profissionais em cursos realizados em Maceió, Rio de Janeiro, Cuiabá e duas vezes em Brasília. Além de Curitiba, este ano também serão realizados cursos em Belém e Salvador, todos com inscrições abertas. Em Curitiba, a Secofem será realizada na PUCPR. As inscrições estão abertas até o próximo dia 31, custam R$ 150 e podem ser feitas pelo site casp.cfc.org.br.

Serviço:

VI Secofem

Realização: 4 a 8 de abril na PUCPR

Inscrições: até 30 de março. Podem ser feitas em casp.cfc.org.br.

Valor: R$ 150

Programação: casp.cfc.org.br

Fonte: Curitiba IT

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Consumidor 3.0: a relação com o cliente na era da conectividade

O surgimento e a popularização de tecnologias criaram um novo perfil de consumidor, exigente emultiplugado, que busca proximidade com as empresas por meio da internet, em um movimento intrinsicamente ligado à ascensão dos dispositivos móveis e das mídias sociais. Esse comportamento fez com que as marcas repensassem e reestruturassem suas estratégias de relacionamento com o cliente para atendê-lo de forma ainda mais rápida e na plataforma de sua conveniência. O novo consumidor valoriza as marcas que oferecem algo além da simples e formal relação de aquisição de bens e serviços. As empresas que conseguem personalizar a experiência de compra e, principalmente, o pós-venda certamente têm mais chances de conquistar a empatia e o engajamento desse cliente.

A extensão do atendimento para além dos canais tradicionais, o autosserviço e o consumo com base em identificação com os valores das marcas são as grandes tendências no relacionamento com o consumidor, agora denominado “cliente 3.0” por especialistas na área de marketing, como o célebre norte-americano Philip Kotler. Essa nova geração tem o hábito de pesquisar sobre tudo na internet e, muitas vezes, prefere sanar dúvidas via portal, app ou nas mídias sociais da marca de interesse, antes mesmo de recorrer ao contact center ou ao atendimento presencial. Em um mundo hiperconectado, no qual as pessoas já se acostumaram com a alta velocidade na obtenção de informações, o consumidor está, inclusive, reduzindo seu tempo de tolerância na espera pelo retorno das empresas.

Estudos recentes de importantes consultorias de tecnologia mostram que o nível de exigência com canais digitais de atendimento, principalmente na Geração Y, é mais elevado do que com outras frentes de relacionamento. Por isso, a presença digital da marca, quando guiada por uma estratégica de negócios estruturada, que contemple ampliação e capacitação de equipe, se tornou indispensável.

No setor de seguros não é diferente. Há uma forte e intrínseca relação de confiança entre o consumidor e a seguradora que precisa ser transferida para o relacionamento pós-contratação, independentemente do canal. Com o crescimento anual do mercado segurador na casa de dois dígitos na última década, mais do que uma estratégia de manutenção do segurado, o bom relacionamento passou a se tornar vantagem competitiva e fator decisório na contratação dos produtos de seguro.

Em consonância a essa nova realidade, a SulAmérica vem trabalhando em uma estratégia para integrar os canais tradicionais de relacionamento às novas tecnologias. Sob o conceito Click Call Face, a companhia aproveita o que cada canal de atendimento tem de melhor a oferecer para os clientes e direciona a solução para um melhor encaminhamento dos seus processos. Essa estratégia tem proporcionado uma operação de atendimento mais eficiente e focada na experiência e, principalmente, nas necessidade dos clientes.

Como resultado, em 2015, a companhia registrou uma redução de mais de 1 milhão de ligações telefônicas na comparação com o ano anterior, mesmo com o crescimento da carteira. Essa procura menor pelos contact centers, que antes centralizavam todas as demandas externas, demonstra uma sinalização de preferência por novos canais digitais, como o chat e os aplicativos móveis. A tendência de aumento de utilização de canais digitais pelo consumidor está representada no dado de 1,1 milhão de usuários atendidos via chat pela seguradora em 2015, número 120% superior em relação a 2014. Além do chat, no ano passado, mais de 630 mil e-mails com solicitações foram recebidos e tratados e mais de 1,2 milhão de SMS foram enviados aos clientes. Na frente de mobilidade, os aplicativos de Saúde, Odonto, Automóveis e Capitalização da seguradora para smartphones já ultrapassam os 700 mil downloads, com mais de 1,5 milhões de usuários.

Estar estruturado para atuar em novos canais, com qualidade e agilidade, é fundamental. Para a implantação desse tipo de atendimento, a SulAmérica investiu em mais de 80 mil horas de capacitação, reciclagem e treinamento da equipe em 2015. Sabemos que muitas mudanças comportamentais e tecnológicas estão por vir, mas uma coisa é certa: as transformações vão surgir cada vez mais rapidamente e as corporações precisarão acompanhar de perto os hábitos, as experiências e as escolhas do seus clientes. Compreender essas tendências, inovando no relacionamento com este consumidor “multiplugado”, será imprescindível para o sucesso de qualquer organização.

Marco Antunes, vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica.

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Parque de Software de Curitiba tem novo presidente

Sergio Mainetti Junior, presidente do Parque de Software de Curitiba

Sergio Mainetti Junior, presidente do Parque de Software de Curitiba

O empresário Sergio Mainetti Junior assume, no início de abril, a presidência da Associação do Parque de Software de Curitiba. Ele é sócio da Visionnaire Informática, já presidiu o Parque por quatro anos e substitui Rawlinson Peter Terrabuio, que segue como vice-presidente de relações institucionais da entidade. O mandato é de dois anos.

Fundado em 1996, o Parque de Software de Curitiba oferece benefícios fiscais como ISS reduzido e conta com mais de duas dezenas de empresas e startups. Pioneiro no Brasil, o polo tecnológico paranaense serviu de modelo para a criação de vários parques em outros estados brasileiros. É uma atração da cidade, que já recebeu comitivas internacionais como Tech City de Londres, Cingapura, representantes do Norte da Espanha (Astúrias), Portugal, Lima – Peru, Filipinas e missões de diferentes regiões do Canadá.

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