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Gartner anuncia Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management 2016 no Brasil

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia a realização da Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management 2016 no Brasil. O evento acontecerá nos dias 10 e 11 de Maio (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo.

“A indústria está mudando. O que sua empresa fazia com Analytics sete anos atrás não chega nem de perto das possibilidades de hoje”, afirma Donald Feinberg, Chairman da Conferência e Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, Analista Emérito. Segundo ele, para que uma organização seja bem-sucedida em análise de dados avançada é necessário ter visão de negócios e profissionais especializados. A análise de dados requer um conjunto de líderes distribuídos estrategicamente em toda a organização, trabalhando com o foco em aplicar a tecnologia correta e as habilidades necessárias para cada área de negócios.

De acordo com os resultados da pesquisa Gartner “Latin America CIO Agenda”, Business Intelligence & Analytics será uma das três principais prioridades de investimento dos CIOs e líderes de TI brasileiros em 2016, tendo sido citada por 30% dos executivos entrevistados.

O evento contará com analistas brasileiros e internacionais em sessões divididas em quatro vertentes do conhecimento: Lidere com Análise de Dados e Construa Valor; Conceda Poder e Controle o Caos; Evangelize o Novo e Modernize o seu Legado; Renove a Infraestrutura da Informação.
Para orientar as empresas nessas questões, a Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management terá apresentações, reuniões, sessões, mesas redondas e workshops sobre Big Data, BI Bimodal Moderna, Estratégia da Informação Digital, Análise de Dados Avançada, Decisões Automatizadas, Self-Service, Data Lakes e Chief Analytics/Data Officers.

A edição 2016 da Conferência oferecerá novidades aos participantes, como pesquisas em tempo real, consultas presenciais com analistas (para os dez primeiros grupos de mais de oito pessoas inscritas), workshops interativos, atualizações sobre quadrantes mágicos e sessões de respostas interativas ao final das palestras. A agenda do evento pode ser personalizada pelos participantes por meio de aplicativo.

Além de oferecer desconto para empresas que participam com grupos de funcionários, equipes de uma mesma companhia poderão agendar reuniões com analistas do Gartner para facilitar discussões de negócios em grupo e receber assessoramento para iniciativas e projetos estratégicos.
Para se inscrever, envie e-mail para brasil.inscricoes@gartner.com ou telefone para (11) 5632-3109. Para mais informações, acesse www.gartner.com/br/bi.

Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management

Data: 10 e 11 de maio de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site do evento: www.gartner.com/br/bi

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Média de gastos e investimentos em comércio eletrônico cresce 103% nos últimos dez anos, indica estudo do GVcia

O Comércio Eletrônico no Brasil está totalmente consolidado. A média de gastos e investimentos no setor registrou crescimento de 103% nos últimos dez anos. É o que revela a 18ª Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, organizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). O estudo aponta ainda que as transações negócio-a-negócio, conhecidas como B2B, e negócio-a-consumidor (B2C) também aumentaram em uma década – 128% e 279%, respectivamente.

Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o tradicional estudo, feito desde 1998 e considerado uma referência na área de comércio eletrônico, contou com a participação de 532 empresas de vários setores econômicos, ramos de atividades e portes. As organizações, tanto nacionais como multinacionais, operam no mercado brasileiro e atuam em diversos níveis no ambiente digital. Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Mercado consolidado: as empresas vêm tendo sucesso e investindo de forma significativa e crescente neste novo ambiente. O Comércio eletrônico no Brasil está totalmente consolidado e é parte importante do mercado. O crescimento em relação ao ano passado foi observado tanto nas transações negócio-a-negócio (+2,83%) como nas transações negócio-a-consumidor (+5,01%), mesmo com ambiente influenciado negativamente pela crise econômica.

Principais usos e contribuições do comércio eletrônico nas empresas: As empresas avaliam que as principais contribuições de comércio eletrônico (CE) estão relacionadas com a melhoria das novas oportunidades de negócio, sua utilização como estratégias competitivas mais efetivas e aprimoramento do relacionamento com os clientes. O principal foco continua sendo os clientes: 97% das empresas de CE usam a web para alguma parte ou tipo de relacionamento com cliente. Mas o crescimento maior foi na cadeia de suprimentos.

Investimentos: A média de gastos e investimentos de comércio eletrônico cresceram 103% nos últimos 10 anos. “As empresas estão utilizando cada vez mais a infraestrutura de Internet e das aplicações de comércio eletrônico como meio para a realização de seus processos de negócio, com clara predominância daqueles relativos ao atendimento a cliente”, explica Albertin. As empresas pesquisadas apontaram crescimentos nos seus níveis de gastos e investimentos menores que nos últimos anos, mas mesmo assim atingiram a média geral de 2,26% do faturamento líquido das empresas, de 0,67% no setor indústria, 2,12% no de Comércio e 3,31% no de Serviços. O crescimento foi significativamente menor em relação ao ano anterior devido à crise econômica de 2015.

Valores: As transações de negócio-a-negócio representam 76,18% do valor do mercado total, e 48,18% para negócio-a-consumidor. “Os índices confirmam a evolução do comércio eletrônico e que a tendência é de crescimento, agora mais efetivo e buscando retornos dos investimentos realizados”, afirma o professor.

Atendimento ao cliente: As empresas continuam utilizando as aplicações de comércio eletrônico principalmente nos processos de atendimento a cliente referentes a recebimento de pedidos, obtenção de informações sobre necessidades e preferências, e suporte a utilização de produtos e serviços. Em relação aos processos de cadeia de suprimentos, a maior utilização é para solicitação de suprimentos e envio de pagamento.

Principais aspectos do comércio eletrônico para empresas: As empresas continuam avaliando como mais importantes os aspectos de alinhamento estratégico, relacionamento com clientes, adoção de clientes, comprometimento, e privacidade e segurança. Pela primeira vez, o aspecto de alinhamento estratégico foi considerado como o mais importante para as empresas.
Serviços: O setor de serviços apresenta um índice de gastos e investimentos em TI e CE, em relação à receita líquida, maior do que os demais setores. Essa situação é explicada pela participação dos bancos neste setor.

Indústria: O setor de indústria foi o que apresentou o maior crescimento na utilização do CE no seu relacionamento com fornecedores, sendo que esta situação é bastante influenciada pelo aumento da utilização de aplicações de CE nos processos relativos à cadeia de suprimentos.

Comércio: O setor de comércio apresentou um índice maior em relação à proporção dos gastos e investimentos em TI e CE. Esta situação é adequada em relação às características deste setor e dos produtos e serviços por ele transacionados.

Cadeia de suprimentos: Os processos de cadeia de suprimentos são os que apresentam crescimentos maiores, de forma coerente com a atenção que as empresas deram aos processos de e-procurement e logística, principalmente para materiais indiretos. Nestes processos, destaca-se o subprocesso de solicitação de suprimentos.

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Decolar.com amplia cobertura de pagamentos na América Latina com Worldpay

A Decolar.com, agência de viagens online líder na América Latina, escolheu a Worldpay como sua processadora de meios de pagamentos para toda a América Latina. Junto com a empresa líder em meios de pagamentos, a Decolar trabalhará para expandir em novos mercados.

A Decolar.com precisava de um parceiro de pagamentos capaz de lidar com o rápido crescimento do tráfego em seus sites, especialmente durante eventos com alta demanda, como seus hot sales na América Latina, onde a empresa é um dos maiores comerciantes de viagens online. Como um adquirente global com a maior cobertura na região, a Worldpay oferece uma infraestrutura completa de pagamentos que atende aos requisitos de escalabilidade e desempenho da Decolar.com

Como líder em meios de pagamentos para o setor de viagens, a Worldpay também está ajudando a Decolar a extrair valor adicional de seus dados de transação. Os insights oferecidos sobre taxas de aceitação e métodos de pagamento preferidos dos clientes de cada país estão ajudando a otimizar sua estratégia de negócios e entregar um serviço mais personalizado aos viajantes. Depois de menos de um ano trabalhando com Worldpay, a Decolar melhorou a sua aceitação de pagamento em cerca de 5%.

Para continuar entregando um padrão de serviço elevado ao cliente, enquanto sustenta sua rápida taxa de crescimento, a Decolar também precisou agilizar seus processos internos. A tecnologia da Worldpay permitiu que o comerciante de viagens automatizasse uma série de serviços, incluindo estornos e gestão de disputas.

Francisco Salas, líder de Grupos na Decolar, reforça: “O nosso crescimento tem sido verdadeiramente sem precedentes nos últimos anos, e chegou o momento de fazermos um upgrade para um provedor de meios de pagamento global que pode nos ajudar a elevar o nosso negócio na América Latina para o próximo nível. O profundo conhecimento da Worldpay de clientes e métodos de pagamento de todos os países em que operamos, e cada país em que queremos atuar serão fatores importantes para nos ajudar a atingir nossas ambições”.

Esteban Sarubbi, VP Commercial, Global eCommerce na Worldpay, comentou: “O mercado de viagens on-line na América Latina é altamente competitivo e a Decolar conseguiu se diferenciar com um dos serviços mais atraentes da região. Ao tirar o máximo proveito dos dados de clientes à sua disposição, estamos ajudando a Decolar na criação de um novo nível de business intelligence para sua estratégia de pagamentos e a configurar o melhor cenário em busca do crescimento contínuo em novos territórios”.

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O WhatsApp é seguro com nova criptografia?

O serviço de mensagens mais popular do mundo, o WhatsApp tem hoje mais de um bilhão de usuários. E agora, o WhatsApp é seguro?

A praticidade e aderência como o nosso cotidiano deve ser o motivo de grande sucesso. Se comunicar com tantas possibilidades: texto, fotos, vídeos, voz, e até ligações sem custo algum é um apelo significativo para todos. Lembrando obvio que quando falo que não tem custo, estou falando do aplicativo, porque insisto em lembrar que a transmissão de dados é paga, ou pelo usuário em sua franquia de dados, ou pelo trafego em redes WIFI, alguém sempre paga a conta!

O único pecado que o Whatsapp incorria era na privacidade, o seu grande ponto fraco. O que lhe rendia baixa reputação em entidades que avaliam esses aspectos das comunicações digitais. A EFF ( http://www.eff.org ), uma organização sem fins lucrativos que busca a defesa dos indivíduos no mundo digital, categoriza os aplicativos pela ótica de segurança, O WhatsApp detinha dois míseros pontos (ou estrelas, como preferirem) de sete possíveis pontos.

Todavia, no dia 5/4/2016, o WhatsApp anunciou a implementação de criptografia ponta-a-ponta.

O que mudou no WhatsApp e como isso nos impactará?

A criptografia

A implementação inicial de criptografia do WhatsApp foi o protocolo tipicamente usado por contas de e-mails, o SSL e TLS. Da maneira que foi implementada, parte dos dados não eram codificados e a outra possuía falhas que permitiam que as mensagens fossem roubadas e decodificadas. Essa criptografia mal implementada lhe rendia um resultado sofrível do mercado de cibersegurança com relação ao aplicativo.

A nova implementação do aplicativo anunciou que a Open Whisper Systems forneceria o protocolo de criptografia. Essa empresa é a desenvolvedora do Signal e do RedPhone, ambos com a nota máxima (sete) da EFF.

Agora que o WhatsApp utiliza o protocolo do Signal atingiu quase o mesmo nível de segurança dos concorrentes. Desde o anúncio, a EFF mudou a nota do WhatsApp para 6 de 7 pontos possíveis.

Mas afinal o que mudou?

Nem funcionários do WhatsApp conseguem decodificar e ler as mensagens dos usuários.
O mecanismo de verificação de integridade do canal e de identidade. Quando uma conversa começa, o usuário pode ter certeza de que está conversando com a pessoa certa.
As senhas de criptografia. Caso alguém consiga descobrir a senha, o intruso só conseguirá ver uma parte da conversa, já que os diálogos anteriores estariam indisponíveis.
Registros relacionados a implementação do protocolo do Signal no WhatsApp. Essa medida permite que o público, incluindo profissionais em criptografia, revisem o design do protocolo e garantam que as senhas sejam geradas e armazenadas em segurança.

O WhatsApp não recebeu a certificação máxima por não divulgar seu código fonte. Isso se dá quando os desenvolvedores abrem os códigos fonte ao público. As comunidades e usuários podem unir seus esforços para encontrar novas vulnerabilidades e tornar a solução mais segura.

De qualquer forma, nota 6 é a nota mais alta que os serviços de mensagens mais populares tem conseguido alcançar. Por exemplo, o Skype continua com nota um. O principal rival do WhatsApp, o Viber, possui dois. Entre os aplicativos populares, apenas o Telegram pode competir com o WhatsApp em termos de segurança, ele possui nota 7 de sete possíveis pontos.

Como saber se está criptografada?

Do ponto de vista funcional, para saber se uma conversa já está criptografada de ponta-a-ponta, basta acessar a tela de dados do contato ou do grupo. Um cadeado fechado ou aberto e uma mensagem explicativa aparecem logo abaixo de recursos como silenciar e notificações personalizadas.

Quando as mensagens não estiverem criptografas, a informação aparecerá na tela da esquerda. No caso dos grupos, um toque na mensagem revela quais integrantes precisam atualizar o aplicativo para a versão mais recente.

Isso dificulta a interceptação de dados das conversas eletrônicas, mas nunca se esqueçam de apaga-las e rodar softwares de destruição de dados (wipe).

Ricardo Esper – Especialista em segurança da informação, privacidade digital e cibersegurança

http://www.bnsec.com.br
http://ricardoesper.com.br/2016/04/whatsapp-seguro/

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Virtualização de pagamentos: evolução essencial para o crescimento do varejo – Por Gastão Mattos

A virtualização dos pagamentos online vem evoluindo e ganhando mais relevância no e-commerce. A chamada “compra com 1 clique”, na qual o consumidor não mais precisa digitar os dados de pagamento, uma vez que estes já estão configurados de forma protegida em um sistema de informação, garante ao consumidor uma experiência de compra online mais rápida e agradável.

No Brasil, a Braspag, empresa líder em meios de pagamentos online, processou uma a cada seis das compras realizadas com cartões de crédito, com a virtualização de pagamentos, por meio de sua plataforma Cartão Protegido, serviço que existe há quatro anos e que oferece total segurança a consumidores e lojistas.

Os pagamentos virtualizados dominarão o e-commerce e, muito em breve, também se tornarão mais representativos em compras do mundo físico. Trata-se de uma tendência universal, ótima para os lojistas, já que favorece uma melhor conversão devido a sua agilidade e, ao mesmo tempo, elimina os riscos de vazamento dos dados do cartão. Para os consumidores, melhora a usabilidade da compra, pois garante mais segurança, conforto e agilidade neste processo, além de tornar viável a compra por intermédio de dispositivos móveis, inicialmente com baixa conversão neste aspecto pela dificuldade na digitação de dados através do celular.

Embora ainda não consolidada, a virtualização de pagamento apresenta diversas alternativas de implementação e sofisticação, como a autenticação com biometria e outros recursos que certamente devem surgir com os avanços tecnológicos. No ano passado, foram registradas 11,5 bilhões de transações com cartões de crédito e débito no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões (Abecs), um aumento de 9,7% em relação a 2014.

Desafios inerentes da operação como no “onbording” de novos clientes ou o primeiro cadastramento dos dados do pagamento merecem total atenção e cuidados especiais do setor de varejo, pois isso determinará a integridade dos dados salvos e sua utilização no processo virtual de pagamento e, por consequência, a confiabilidade do consumidor, elevando ainda mais a importância de contratar serviços que atendam a todas as exigências mundiais de segurança, sendo mais um elemento importante para aumentar a conversão de vendas. Se bem equacionada, a virtualização pode se tornar uma ferramenta poderosa para combater a fraude online, um dos principais desafios do comércio eletrônico, não somente por sua contribuição na autenticação de clientes, mas principalmente, pela redução do custo de prevenção e análise da fraude, permitindo que os lojistas redirecionem esta verba para um uso mais estratégico.

Este é um tema essencial para o desenvolvimento do setor de pagamentos e merece total atenção de todos os players relevantes do mercado. A virtualização é um bom exemplo em que a alta tecnologia é aplicada para simplificar a vida dos consumidores e lojistas e fomentar a economia do país.

Gastão Mattos: Com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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IBM e SAP planejam grandes investimentos para promover a transformação digital de clientes

A IBM e a SAP anunciaram planos mútuos para promover a modernização dos sistemas e processos de clientes e a aceleração da migração para a economia digital.

As empresas planejam coinovar para oferecer soluções que elevem o valor gerado para os clientes por meio de tecnologias e experiências aprimoradas e funcionalidades específicas por segmento de mercado, tudo isso a partir da solução de gestão em tempo real SAP S/4HANA, disponível para implementações locais ou em nuvem.

Com a extensão da parceria de longa data entre as duas companhias, SAP e IBM vão alocar recursos nos centros de pesquisa e inovação, em Walldorf, na Alemanha, e em Palo Alto, na Califórnia (EUA). Além disso, as empresas vão apresentar novas soluções e criações aos clientes nos centros de inovação da IBM e SAP em todo o mundo.

“O futuro da estratégia e do valor dos negócios acontecerá a partir de elementos fundamentais desse anúncio, a partir de recursos cognitivos e design de qualidade para as experiências dos consumidores em todos os setores”, diz Bridget van Kralingen, vice-presidente sênior da IBM Global Business Services. “Estamos formalizando um conjunto complementar de recursos para simplificar e acelerar os resultados para que os clientes possam evoluir e se tornar empresas cognitivas”.

“A SAP está comprometida em ajudar as empresas a crescerem e se tornarem mais sólidas para explorarem as incríveis oportunidades da economia digital”, diz Rob Enslin, membro do Conselho Executivo da SAP SE e presidente da área Operações de Clientes Globais da SAP. “O SAP S/4HANA é o conjunto inovador de aplicações de negócios que mais uma vez estabeleceu o padrão para a indústria. Estou empolgado com essa parceria de colaboração estreita entre IBM e SAP, que vai dar aos clientes um roteiro claro para novos modelos de negócios”, completa.

Com os clientes repensando seus processos, padrões de trabalho e experiência dos usuários e mudando seus modelos de negócio para explorar novas oportunidades de mercado, essa parceria de coinovação entre SAP e IBM prevê:

Soluções baseadas na nuvem: As empresas vão se beneficiar com a bem sucedida parceria, estratégica entre IBM e SAP por meio dos serviços SAP HANA Enterprise Cloud anunciados em outubro de 2014, que expandem a plataforma de nuvem da IBM para atender às demandas imprevisíveis da transformação digital. Além disso, IBM e SAP vão trabalhar conjuntamente em soluções em nuvem específicas por setor e expandir os atuais serviços SAP HANA Enterprise Cloud para incluir manutenção e suporte de aplicações.

Soluções on-premise: SAP e IBM vão permitir que clientes usem ofertas on-premise e híbridas com SAP HANA em sistemas IBM Power, a partir do novo Centro de Excelência IBM Power Systems para SAP HANA, em Austin, no Texas (EUA).

Recursos cognitivos: A IBM vai desenvolver soluções cognitivas para o SAP S/4HANA e aplicações para áreas de negócios de empresas que exploram o poder das APIs cognitivas da IBM para permitir a tomada de decisões baseadas em informações, beneficiando uma vasta gama de usuários de negócios e em todos os cargos de direção (C-suite) das organizações.

Experiência do cliente e do usuário: A IBM Interactive Experience (iX), a maior agência digital do mundo, o SAP Global Design e a equipe de Engajamento de clientes e Comércio da SAP, trabalharão em conjunto para criar experiências predefinidas que também podem ser mais personalizadas para clientes e funcionários dos clientes. A colaboração também aplicará as competências de design iOS da IBM, tendo em vista os usuários de apps móveis.

Serviços integrados: As empresas vão desenvolver modelos colaborativos de consultoria a partir de serviços metodologias de suporte ágeis, testados a aprovados, de ambas as organizações.
Roteiros para setores específicos: O Institute for Business Value da IBM e a organização Value Engineering da SAP vão criar, em conjunto, roteiros de transformação digital para setores e funções de diretoria (C-suite) específicos.

Para obter mais informações sobre o programa, visite www.ibm-sap.com/digital_transformation, ibm.biz/digital-transformation-video e SAP News Center.

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Startup brasileira de logística Mandaê completa 2 anos e já soma mais de mil clientes

Neste mês, a Mandaê comemora dois anos desde a sua fundação. A empresa que oferece um serviço completo de coleta, empacotamento e postagem de encomendas para dentro e fora do Brasil tem se consolidado como a solução ideal para comércios eletrônicos. Fundada em abril de 2014, a startup oferece agilidade, comodidade e praticidade no momento de fazer as entregas das mercadorias vendidas. Atualmente, a Mandaê atende mais de mil lojas virtuais com sede nas cidades de São Paulo e Osasco (SP). Nos próximos anos, a startup planeja expandir sua área de coleta, ampliando os atuais 44 mil CEPs atendidos.

Em meio à expansão de e-commerce no Brasil, a empresa tem apresentado crescimento de 30% ao mês. O setor de comércios eletrônicos teve faturamento de R$ 41,3 bilhões em 2015, o que representa um crescimento de 15,3% na comparação com o ano anterior. A expectativa para 2016 é um faturamento ainda maior, de R$ 44,6 bilhões. Os dados são do relatório Webshopper, realizado pelo E-bit / Buscapé e divulgado em fevereiro.

“Mais que coletar, empacotar e postar encomendas, o intuito da Mandaê é ajudar a alavancar as operações dos mais diferentes tipos de e-commerces. Queremos tanto impulsionar pequenos e médios negócios que ainda estão em fase de consolidação quanto auxiliar grandes negócios que estão em busca de fornecedores para ampliar a sua capacidade de distribuição”, afirma o sócio-fundador da Mandaê, Marcelo Fujomoto.

A Mandaê também tem chamado a atenção de alguns dos maiores investidores internacionais devido à sua solução logística inovadora. Com o último aporte de R$ 10 milhões de Qualcomm Ventures, Monashees e Valor Capital, a empresa do libanês Karim Hardane e do brasileiro naturalizado norte-americano Marcelo Fujimoto soma R$ 15 milhões em investimentos.

Entre os segredos do sucesso da Mandaê está a facilidade para solicitar os serviços da empresa. É preciso apenas informar os locais de retirada e de entrega das mercadorias e escolher o modo de envio de sua preferência por meio do site www.mandae.com.br ou do aplicativo disponível para Android e iOS. Em cerca de uma hora, um dos águias (funcionários especializados na retirada dos produtos) da Mandaê irá até o endereço de retirada indicado para buscar e levar os produtos diretamente para o centro de distribuição da empresa para que eles sejam empacotados e encaminhados para uma agência dos Correios ou uma transportadora parceira com o máximo de segurança possível.

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Brasileira é uma das dez mulheres mais influentes do mundo nas tecnologias Java e Scala

view.aspxEm um universo predominantemente masculino, Fabiane Nardon , Chief Cientist da Tail Target, é umas das brasileiras a fazer parte da lista que aponta as profissionais que mais se destacam no universo da tecnologia Java

Fabiane Nardon, Chief Cientist da Tail Target, é uma das brasileiras a integrar “10 Influential Women in Java, Scala and Everything in Between”, lista que destaca mundialmente as dez mulheres mais influentes em Java, Scala e em todo o ecossistema que gira em torno dessas tecnologias.

PhD em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP, Mestre em Ciência da Computação pela Universidade de São Paulo e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade de Passo Fundo, Fabiane é apaixonada por criar software com potencial de mudar positivamente o mundo em que vivemos. Desde 2012, é a Cientista Chefe da Tail Target, uma das maiores plataformas brasileiras de Data Science para publicidade e uma das ganhadoras do Duke’s Choice Award 2015, promovido pela Oracle e considerado o ‘Oscar’ da tecnologia Java.

Fabiane lidera diversas comunidades, incluindo a JavaTools na Java.net, dentro da qual mais de 800 projetos open source foram criados. Ela faz parte ainda do comitê responsável pela definição do programa do QConSP, do JavaOne, OSCON e TDC.

“O reconhecimento da comunidade é provavelmente a maior distinção que um profissional pode almejar, ainda mais quando nos destaca em ambiente no qual a presença masculina é predominante”, afirma Fabiane ao acrescentar que uma pesquisa online realizada em 2015 pela Stack Overflow – comunidade global online que reúne mais de 4,7 milhões de desenvolvedores – confirmou esta percepção aos demonstrar que, de um universo de 26.086 respondentes, em 157 países, apenas 5,8% se declararam do sexo feminino.

Conheça abaixo as profissionais que compõem a relação “10 Influential Women in Java, Scala and Everything in Between”:

• Trisha Gee (JetBrains)
• Jessica Kerr (Software Developer at Stripe)
• Agnès Crépet (Java Activist)
• Monica Beckwith, (Java Performance Consultant)
• Heather VanCura (Director of JCP at Oracle)
• Linda Van Der Pal (Founder of Duchess)
• Fabiane Bizinella Nardon ( Chief Scientist at TailTarget)
• Heather Miller (Executive Director of the Scala Center at EPFL)
• Yara M H Senger (GlobalCode and TDC)
• Tori Wieldt (Developer Advocate at New Relic)

Fabiane Nardon é PhD em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP, Mestre em Ciência da Computação pela Universidade de São Paulo e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade de Passo Fundo. Desde 2012, é a Cientista Chefe da Tail Target. Entre suas especialidades, estão Specialties: Java, Computação em Nuvem, JEE, JEE, Open Source, Arquitetura de Software, Plataformas de Software, Agile Development, concepção de produtos baseados em Internet, Big Data e Data Science.

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8 tendências para o varejo

O varejo vem sofrendo com a baixa das vendas e apresentou, em 2015, um dos piores resultados dos últimos tempos. Especialmente neste momento, em que a concorrência entre as empresas fica ainda mais acirrada, é preciso estar atento ao mercado e ao comportamento do consumidor para entender em que direção o setor está caminhando, de modo a manter-se vivo.

“O varejo é dinâmico e quem não for capaz de se reinventar e acompanhar as tendências, principalmente em cenário de crise, ficará para trás. Hoje, temos que estar preparados para um consumidor mais ativo e precisamos de empresas mais engajadas na personalização”, ressalta Márcio Nunes, diretor de Omni Channel da Linx.

Pensando nisso, a Linx, especialista em gestão de software para o varejo, listou as principais tendências que podem ajudar os varejistas a planejar suas ações até o final deste ano.

No Friction

As relações das empresas com os consumidores devem ter o mínimo de conflito possível. Serão destaque as empresas que transformarem o relacionamento usando abordagens simples e contatos práticos e rápidos, evitando desgastes e experiências negativas com informações complexas.

Produtividade

A tecnologia tem um papel cada vez mais importante na hora de reduzir custos e tornar a operação mais ágil e eficiente. O uso de ferramentas como um CRM integrado pode proporcionar customizações mais assertivas, assim como melhorar a proximidade e otimizar o tempo de empresa e clientes, proporcionando mais experiências positivas.

Millennials

A geração que está mudando a forma de comprar valoriza fatores como excelência, simplicidade e boa experiência de consumo. O varejista precisa estar preparado para atender as expectativas deste público.

Cliente como protagonista

O cliente é o novo protagonista das campanhas e, quanto mais real ela for, melhor! Storytellings com situações reais têm um apelo maior com o público, pois ele se identifica nas campanhas.

Sem fronteiras

Nem só online, nem só offline. O varejo deve estar em todos os ambientes, afinal, o consumidor espera cada vez mais poder comprar tanto na loja física quanto na virtual (ou no aplicativo móvel e qualquer outro novo canal de vendas conveniente para ele).

Colaboração

As parcerias são grandes fontes de inovação. Os varejistas devem aproveitar as oportunidades para reunir suas diferentes especialidades visando fornecer as melhores experiências para os clientes, seja em produto, em serviços ou ambos. A colaboração gera ganhos para todos os envolvidos: empresas parceiras e consumidores.

Propósito de marca e cultura

O consumidor está cada vez mais preocupado com o que o posicionamento da marca e sua cultura representam para o mundo. Qual o propósito da sua marca? Todas as áreas da sua empresa estão engajadas?

Continua em alta

Big Data fonte de infinitos recursos de customização e melhoria de experiência de compra para os clientes – e Reestruturação da Loja Física, onde há uma forte mudança de posicionamento, com este canal refletindo a experiência física de todos os outros.

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GoPro lança seu Programa de Desenvolvedores

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Em evento fechado hoje, em São Francisco (EUA), a GoPro apresentou o GoPro Developer Program, um esforço para apoiar empresas que buscam desenvolver experiências de usuários melhores entre seus produtos e as soluções da GoPro. Operando silenciosamente há mais de um ano, o Programa de Desenvolvedores trabalhou próximo a um largo espectro de desenvolvedores que inclui grandes multinacionais e pequenas e inovadoras startups.

“Nos últimos anos ficamos animados pela criatividade e entusiasmo de outras marcas quando elas integravam GoPro às suas próprias soluções”, afirma Nick Woodman, CEO e fundador da GoPro. “O Programa de Desenvolvedores da GoPro é uma maneira de celebrarmos o trabalho inovador da nossa comunidade de desenvolvedores e mais importante ajudar a pavimentar o caminho para o que está pela frente. Somos gratos pelo benefício que é contar com essa genialidade coletiva dos participantes e estamos muito animados por apoiá-los oficialmente e aos seus esforços com nossas ferramentas de desenvolvimento”.
As ferramentas do Programa de Desenvolvedores da GoPro permitem a criação de melhores experiências entre produtos de terceiros e os produtos da GoPro das seguintes maneiras:

Aplicativos Mobile: Aplicativos móveis que se conectam com câmeras GoPro. As funcionalidades incluem: comando e controle da câmera, live preview dos vídeos e gerenciamento de mídias.

Dispositivos: Permite aos desenvolvedores criarem dispositivos que se conectam fisicamente às câmeras GoPro por meio do HEROBus ou sem fio via Bluetooth® ou Wi-Fi. Também traz a possibilidade de acessar várias funções da GoPro: comando e controle da câmera, gerenciamento de vídeos e mais.

Mounts e Housings: Soluções de mounts e acessórios confiáveis para os dispositivos da GoPro.
No evento de lançamento, 34 empresas das mais de 100 participantes exibiram uma grande variedade de implementações compatíveis com câmeras GoPro, incluindo:

BMW – M-Laptimer App: Para os amantes de carros, o aplicativo vai compilar e analisar dados de um dia na pista. Capturar dados telemétricos, de velocidade, localização e vídeos gravados com câmeras GoPro para trazer um feedback informativo e preciso do que o carro fez.

FISHER-PRICE: Integração de housing child-friendly compatíveis com câmeras GoPro aos seus novos produtos – incluindo o Jumperoo, Walker e Gym para ajudar os pais a celebrarem cada momento nos primeiros anos de suas crianças de uma perspectiva única.

TELEFÓNICA – Xtreamr Mobile App: Com a simplicidade de se compartilhar um link, o Xtreamr permite o compartilhamento de vídeos multi-dimensionais, ao vivo, com pessoas que você mais se importa. Produza memórias e as compartilhe em tempo real.

TIMECODE SYSTEMS – SyncBac PRO: O Timecode sincroniza câmeras GoPro para uma integração melhor para produções profissionais de televisão e workflows de filmagem.
“Conseguimos ir tão longe com o SyncBac PRO graças a incrível troca de tecnologia oferecida pelo Programa de Desenvolvedores da GoPro,” afirma Paul Scurrell, CEO da Timecode Systems Limited. “Para mim, essa é exatamente a iniciativa que a nata das empresas de tecnologia deveria estar fazendo – levando o melhor das suas ofertas e as combinando para gerar soluções elegantes e inovadoras. O resultado final é uma junção de produtos que é melhor do que a soma de duas metades, providenciando ao consumidor final a melhor solução possível”.

Para ter acesso ao kit de ferramentas de desenvolvedores GoPro e se juntarem ao GoPro Developer Program, empresas interessadas devem visitar o endereço http://developer.gopro.com/info e se inscreverem.

O Programa de Desenvolvedores da GoPro está sendo lançando junto a um programa chamado “Works with GoPro”, uma verificação de produto e processo de associação à marca de empresas que fabricam itens que trabalham junto às câmeras GoPro. As companhias que completarem a verificação “Works with GoPro” podem se valer de benefícios como marketing integrado, incluindo o uso da marca “Works with GoPro”, sabendo que estão endossados pela empresa GoPro.

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Empresa anuncia plataforma para enxergar comportamento de clientes das operadoras de telecomunicações

A Gigamon, Inc., companhia norte-americana especializada em soluções de visibilidade de tráfego de rede, anunciou um conjunto de soluções para o mercado de Telecomunicações na América Latina que permite às operadoras enxergar os dados de suas redes com profundidade inédita. A tecnologia tem foco no conceito de subscriber-aware, ou conhecimento amplo sobre o usuário, e roda em estruturas virtualizadas, tradicionais ou em nuvem.

A empresa iniciou operações locais na região em setembro do ano passado como parte da estratégia de expansão global. O objetivo da plataforma é possibilitar às provedoras de serviços o monitoramento e análise da rede a ponto de extrair do enorme volume de informações, geradas pelo tráfego, dados valiosos sobre perfil, comportamento do usuário e suas necessidades de uso para gerar receita com novos serviços. A plataforma Visibility Fabric já é utilizada por operadoras em diversas partes do mundo e, recentemente, na América Latina, foi implantada pela Telefonica Argentina.

“A Gigamon garante um patamar de visibilidade e seleção de tráfego em nível de assinante, que possibilita que as operadoras reponham os investimentos feitos para a captação, sustentação e manutenção de seus clientes e também ampliem suas receitas com novas ofertas, além de possibilitar uma melhor qualidade na prestação de serviços para seus assinantes”, afirmou Bruno Ramos, diretor regional de Vendas da Gigamon para o Brasil, que apresentou a solução ao mercado na conferência LTE Latin America 2016, realizada neste mês, no Rio de Janeiro.

Segundo o executivo, a indústria de Telecomunicações enfrenta atualmente seus maiores desafios para o controle sobre a explosão do tráfego de dados.

“Grandes investimentos têm sido feitos pelas operadoras brasileiras nos últimos anos para ampliação de cobertura, sustentação operativa e melhoria nos serviços. Agora, precisam rapidamente equilibrar a relação receita x investimentos, trazendo novas receitas através do melhor entendimento do comportamento de seus assinantes que podem investir em novos serviços”, explicou Ramos.

A Telefonica Argentina está utilizando recursos do portfólio Gigamon para conhecer a fundo as características da utilização de seus serviços pelos clientes, detalhar como seus assinantes acessam conteúdo e, a partir daí, ajustar suas ofertas de serviço às necessidades dos usuários do sistema.
As soluções da Gigamon também têm como foco a segurança, considerando a alta vulnerabilidade das redes das operadoras com o crescimento do cibercrime. Smartphones são alvo de ataques cada vez mais frequentes. “O tráfego malicioso que passa pelas redes gigantescas das operadoras passou a ser um grande problema”, ressalta Bruno Ramos.

A visibilidade oferecida pelo portfólio que a Gigamon traz para o mercado da América Latina permite reconhecer com muito mais agilidade a atuação de cibercriminosos nas redes.

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O que o futuro reserva aos CIOs? – Por Ana Claudia S. Reis

Com o atual cenário, a concorrência no mercado e a busca por inovações que otimizem os negócios estão cada vez mais presentes no dia a dia dos executivos. Para alguns líderes, estar preparado para o futuro e ter novas ferramentas que irão auxiliá-los na busca por resultados é fundamental e imprescindível. Este é o caso do CIO (Chief Information Officer).

Está intrínseco ao trabalho desenvolvido por esse executivo, liderar processos de inovação que antecipem tendências para o futuro, sempre impulsionado pelo desejo de ser o mais preparado possível para um amanhã digital, que se aproxima de forma cada vez mais veloz em qualquer setor.

Mas, apesar dessa certeza de uma digitalização veloz e mais presente, o futuro para os CIOs é motivado por uma nova necessidade de reformular o fornecimento de soluções tecnológicas interessantes, que facilitem e modifiquem a rotina de seu público-alvo. A área de TI não interrompe suas mudanças e os compradores clamam cada vez mais por velocidade e agilidade. Oferecer isso ao mercado de forma antecipada garante diferenciais atraentes e merece a atenção e o foco desse executivo.

Algumas tendências fazem parte deste percurso para o futuro da atuação do CIO. Especialistas fortalecem a ideia de que a Internet das Coisas deve ter espaço significativo no planejamento estratégico desenvolvido por esse profissional. Outro fator não deve mudar: o CIO é o responsável pelos processos de atualização de sua organização, além de pensar o digital dentro dela. Focar nas novas oportunidades de fazer negócio não deve sair do radar do executivo. Isso contribui muito para as ideias diferenciadas e o desenvolvimento de novos produtos.

Mais do que qualquer outro executivo, o CIO deve batalhar pela busca da reafirmação de sua importância dentro da empresa. CIOs e outros chefes de TI devem garantir que todos estejam preparados para o ritmo acelerado das mudanças. Enquanto isso, as companhias e recrutadores que procuram novos líderes para essa área devem se atentar e avaliar a viabilidade de potenciais candidatos dentro de um perfil de rápidas adaptações e ideias. As empresas precisam considerar o quão bem um candidato irá lidar com a agitação projetada para o futuro.

Como headhunter, vejo um futuro cada vez mais desafiador para esse profissional. Portanto, cabe ao executivo assumir o seu papel com clareza, de modo que não fique para trás. A constante atualização do executivo garante também que ele seja desejado pelas empresas, e esse é um importante fator a ser levado em consideração para um futuro de sucesso do CIO.

*Por Ana Claudia S. Reis, sócia da The Caldwell Partners no Brasil

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