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WCIT Brasil 2016: comitê reforça divulgação junto a empresários de TI de todo o país

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O Comitê Executivo do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT Brasil 2016 – marcou presença em eventos estratégicos para reforçar a divulgação do evento junto a empresários e especialistas do setor. Na última semana, a equipe organizadora do Congresso participou do Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de C,T &I (Consecti) e no Seminário de Políticas Públicas e Negócios da Brasscom.

O Fórum do Consecti ocorreu no dia 29, em Salvador. O WCIT Brasil foi tema de apresentação para autoridades como o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, os secretários Emília Curi e Manoel Mendonça do MCIT, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Jorge Guimarães, a presidente do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), Cristina Quintella, o presidente da Telebras, Jorge Bittar, e demais secretários estaduais de TI presentes na reunião.

O ministro Celso Pansera confirmou presença na abertura do WCIT e se colocou à disposição para divulgar o evento como ente propulsor do desenvolvimento da TI e do Comércio Exterior brasileiro. A promoção do Congresso também recebeu apoio da presidente do Consecti, Francilene Garcia. A entidade foi uma das primeiras a firmar termo de parceira com a ASSESPRO pelo ealização do mundial de TI no Brasil.

“Tivemos a oportunidade de fazer uma apresentação formal aos membros do Consecti e de diversas autoridades ligadas aos governo federal e de todos os estados brasileiros presentes no evento. Foi um espaço significativo, onde fizemos contatos relevantes para a sensibilização do público nacional quanto à participação e no congresso mundial”, analisou a diretora executiva do WCIT, Dora Gomes.

Políticas Públicas e Negócios

Cerca de 400 pessoas de todo o país se reuniram entre os dias 30 e 31 de março no Royal Tulip, em Brasília, em seminário para discutir Políticas Públicas e Negócios no setor de Tecnologia da Informação, temas que também estarão no centro dos debates do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT. O evento foi organizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

O presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação ( ASSESPRO), Jeovani Salomão, foi um dos palestrantes do Seminário. O Comitê Executivo do WCIT teve um espaço para distribuição de materiais promocionais. A equipe do comercial também se reuniu com representantes de importantes marcas presentes no evento para prospectar patrocínios.

A Brasscom apoia o WCIT desde agosto de 2015. O Termo de Parceria prevê atividades de divulgação do evento entre os membros e parceiros da entidade.

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SulAmérica é pioneira em análise preditiva com adoção de sistema 100% digital de contas médicas e hospitalares

A SulAmérica, maior seguradora independente do país, acaba de tornar 100% digital o fluxo de contas médicas e hospitalares da companhia, uma iniciativa pioneira no mercado segurador e em linha com as estratégias de inovação e sustentabilidade da empresa. Já implementado em toda a rede credenciada, o sistema digital torna ainda mais ágil e transparente o relacionamento com os mais de 30 mil prestadores da SulAmérica, abrangendo consultórios médicos, clínicas, laboratórios e hospitais. A medida é resultado de um amplo planejamento, iniciado há dez anos com a adoção da certificação digital, para alavancar a produtividade e o aprimoramento da operação por meio de novas tecnologias e metodologias inovadoras como o Lean.

“Como parte da visão estratégica de longo prazo da companhia, a SulAmérica tem investido de forma consistente, nos últimos anos, em projetos e tecnologias que contribuam para o crescimento contínuo, tanto por meio da melhoria de processos, tornando-os ágeis e enxutos, quanto pela redução no uso de recursos naturais. Os conceitos de inovação e sustentabilidade têm permeado e transformado toda a empresa, impactando positivamente desde o atendimento ao consumidor até o relacionamento com corretores e prestadores”, explica o vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes.

Para atingir esses objetivos, foram disponibilizados à rede médica canais para a realização de trocas eletrônicas de dados de atenção à saúde, em conformidade com a norma regulatória. Por meio dos mecanismos, todo o processo de envio de documentos pelos prestadores e recebimento, análise e faturamento pela seguradora passa a ser feito de forma digital. Os algoritmos desenvolvidos de forma pioneira conseguem, após uma análise preditiva, encaminharcontas para pagamento, sem a necessidade do papel, filtrar casos complexos que necessitam de avaliação técnica e identificar possíveis distorções.

Como todas as ações são realizadas de forma digital, o fluxo fica mais rápido e, ao mesmo tempo, com um controle mais apurado e acessível para todos os envolvidos. A adoção possibilita, ainda, reduzir significativamente a quantidade de impressões e eliminar os riscos de extravio e falhas no transporte de documentos. Em 2015, a implementação parcial do projeto já proporcionou uma economia de 55 toneladas de papel.

O volume de contas médicas recebidas pela SulAmérica cresceu aproximadamente 50% na última década. A SulAmérica processa, em média, dois milhões de contas médicas hospitalares por mês. Em 2015, os segurados realizaram um total de 10 milhões de consultas médicas, 48 milhões de exames, 200 mil hospitalizações e 20 mil partos.

O projeto de conectividade foi desenvolvido em parceria com a Orizon, fornecedora de soluções para simplificar processos na área de saúde. Já a tecnologia de análise preditiva foi projetada em parceria com a FICO, empresa de software analítico para gerenciamento de riscos operacionais.

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Adyen lança ferramenta para aumentar conversão no check out online

A Adyen, empresa global de pagamentos multicanal, lança hoje e a nível mundial o RevenueAccelerate, ferramenta automatizada exclusiva projetada para aumentar significativamente as taxas de aprovação de cartão de crédito. Por meio do uso dinâmico e inteligente da extensa base de dados das transações de seus clientes, este recurso otimiza o fluxo de pagamentos, aumentando as taxas de aprovação e gerando receitas antes perdidas. Este é mais um passo no legado da Adyen superando os sistemas de pagamentos, e entregando novas oportunidades de crescimento para seus clientes.

Em média, cerca de 15% das transações do comércio eletrônico são declinadas. Enquanto 10% são recusadas por razões legítimas, como fraudes ou cartões inválidos, 5% são por causa de falhas do próprio sistema. O RevenueAccelerate é projetado para transformar estes 5% – que representa mais de 30% das transações declinadas – em receita real, fazendo com que elas sejam convertidas em pagamentos autorizados, sem nenhuma ação do e-commerce.

O RevenueAccelerate é parte integrante da plataforma de pagamentos da Adyen, e está conectado diretamente a todas as bandeiras de cartões de crédito. Isto dá a Adyen conhecimento sobre todo o fluxo de pagamento. A ferramenta consegue coletar uma maior quantidade de dados das transações, comparada a outros sistemas que não as utilizam para a geração de insights. O RevenueAccelerate usa esses dados para criar regras inteligentes para adaptar a rota de cada pedido de pagamento em tempo real, garantindo a maior chance de sua autorização.

Faturamento adicional comprovado

A Adyen encomendou da Forrester, empresa de pesquisa independente, o estudo Total Economic Impact, realizado para avaliar os impactos da utilização do RevenueAccelerate em três companhias. De acordo com a consultoria norte-americana, estas três empresas – que juntas somam um faturamento de US$ 1,5 bilhões – tiveram incremento médio anual de 1,43%, representando mais de 13 milhões de dólares em novas receitas e retorno de investimento de 599%.

No Brasil, as possibilidades são ainda mais amplas. Desde que implementou a solução de pagamentos da Adyen, a Companhia Hering, empresa brasileira especializada em moda, assistiu um aumento de 17% em sua taxa de conversão.

“As empresas de e-commerce precisam desafiar o seu fornecedor de pagamentos, não só para processar os pagamentos, mas também estimular o seu crescimento. Nós somos capazes de oferecer o RevenueAccelerate porque temos algo que nenhuma outra solução de meios de pagamentos tem: uma infraestrutura completa que utiliza todos os dados necessários para otimizar os pagamentos com sucesso”, explica Jean Christian Mies, vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina.

O RevenueAccelerate conta com um processo automatizado de retentativas de transações declinadas, que reverte as recusas em novas fontes de receita. Devido ao seu extenso banco de dados de clientes globais, a Adyen garante decisões mais precisas e criteriosas sobre quais transações devem ser retentadas. A ferramenta também dispõe de roteamento inteligente entre adquirentes, que utiliza o tratamento inteligente de dados para criar e testar lógicas e regras de transações em diferentes adquirentes, em tempo real, aumentando as taxas de autorização ou diminuindo as chances de reprovação.

Por meio do Optimization Explorer o usuário assiste a performance dos pagamentos e o valor dos benefícios que já gerou. Este também é um recurso para o cliente da Adyen identificar, tanto oportunidades, quantos riscos que impactam suas taxas de autorização.

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Expogestão promove painel sobre modelos econômicos e suas perspectivas

O painel Cenários Econômicos, Planejando o Futuro traz para Expogestão dois dos economistas mais preparados e gabaritados do Brasil, com enorme desenvoltura no ambiente das empresas, Cláudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios, e Samuel Pessôa, chefe do Centro de Crescimento Econômico do IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia). Os economistas ajudarão os congressistas a entender, o ambiente político atual, as perspectivas da economia, em meio a um contexto de incertezas.

Com a palestra “Posicionamentos estratégicos e boas práticas”, Frischtak e Pessôa irão mostrar os modelos econômicos que se apresentam como possíveis, independentemente do governo. Também apresentarão os caminhos para captar recursos de qualidade e criar um ambiente de negócios saudável. Esta complexidade na decisão exige do executivo mais informações, de forma sistêmica e de fácil compreensão.

Cláudio Frischtak é diretor para Moçambique do International Growth Center (London School of Economics e Universidade de Oxford). Foi economista-chefe e posteriormente consultor de indústria e energia do Banco Mundial e professor adjunto na Universidade de Georgetown. Com mais de 100 publicações, é membro do Think Tank-20 da Brookings Institution e de vários conselhos institucionais e empresariais, a exemplo do Conselho de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria e do Conselho Econômico da Federação de Indústrias do Rio de Janeiro. É economista pela Universidade de Wisconsin-Madison, com mestrado pela Universidade de Campinas e doutorado na Universidade de Stanford.

Samuel Pessôa é professor de pós-graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro (EPGE/FGV) e editor da revista Pesquisa e Planejamento Econômico. Especialista em crescimento, flutuações e planejamento econômico, participou da organização do livro Desenvolvimento Econômico – uma perspectiva brasileira e escreve semanalmente para a Folha de São Paulo. É bacharel e mestre em Física e doutor em Economia pela Universidade de São Paulo.

A Expogestão 2016 será realizada em Joinville de 4 a 6 de maio. Este é o terceiro ano que a Expogestão é realizada no Centro de Convenções da Expoville, mantendo a formatação de horários que foi bem recebida pelos participantes nas edições passadas: o congresso terá palestras quarta e quinta-feira durante o período da tarde e da noite, facilitando a agenda dos executivos que desejam participar do evento, mas não podem se afastar por completo de seus compromissos. Já na sexta-feira haverá palestras durante todo o dia.

Serviço
O quê: Expogestão 2016
Quando: 4 a 6 de maio
Onde: Complexo Expoville, na rua 15 de Novembro, 4315, bairro Glória, em Joinville (SC)

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InovAtiva Brasil cresce 136% e seleciona 300 startups para o 1o Ciclo de Aceleração de 2016

O programa de aceleração de startups, InovAtiva Brasil, apresentou nesta segunda-feira (4), 300 startups selecionadas para o 1º ciclo de aceleração de 2016, obtendo assim, mais que o dobro de selecionados que em sua edição anterior.

A área de Tecnologia da Informação registrou a liderança entre os setores com maior número de startups classificadas, 104 (35%), seguido por Saúde, com 42 (14%) e Serviços, com 34 (11%). Com quase o dobro de inscrições de 2015, o programa recebeu 1.372 projetos e conseguiu preencher todas as 300 vagas disponíveis no programa, um aumento de 136% quando comparado ao Ciclo anterior.
Com o aumento de inscritos neste ano, novos setores da economia estão presentes no programa, como aeronáutica e espacial, papel e celulose, mineração e metalurgia, óleo e gás e outros. Criado em 2013, este é o maior e mais abrangente programa de capacitação, mentoria e conexão para novas empresas de base tecnológica do país.

As startups habilitadas receberão durante cinco meses capacitação, mentorias individuais e coletivas com executivos experientes e conexão com possíveis parceiros e investidores.

Segundo o Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, o programa permite que startups das mais remotas regiões do país tenham acesso a conteúdo de treinamento específico para a realidade delas, além de terem acesso a mais de 450 executivos do Brasil e do mundo para ajudá-las na estruturação do negócio. Quando estiverem prontas serão conectadas a potenciais clientes e investidores. “Fazer isso na escala de centenas ou milhares de startups e com altíssimo nível da rede de mentores é o que faz esse programa ser referência mundial em empreendedorismo inovador.”

O aumento e a diversificação de candidatos consolidaram o InovAtiva como um programa de abrangência nacional com atuação nos mais variados setores. Souza ressalta que este ano foram selecionados 21 estados, em mais de 20 setores diferentes da economia. Ressaltou também que identificaram excelentes projetos fora dos grandes centros “Os 5 melhores projetos avaliados até esta fase vieram de Campina Grande/PB, Goiânia/GO, Timbó/SC e Fortaleza/CE. Foi para isso que criamos o InovAtiva Brasil: atender centenas de startups, de qualquer lugar do Brasil, gratuitamente, com qualidade de nível mundial.”

Segundo os organizadores do Programa, o resultado final das startups selecionadas confirma o fato de que o Brasil possui startups diversificadas e com alto potencial de crescimento e inovação em todas as suas regiões, mas que, até então, tinham poucas oportunidades de suporte para o seu desenvolvimento. Isso reforça o principal objetivo do programa InovAtiva Brasil em ser o primeiro passo para qualquer startup do país para captar recursos e conquistar clientes.

Sobre o InovAtiva Brasil:

Criado em 2013 pelo Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC), o InovAtiva Brasil é um programa que auxilia e orienta empreendedores iniciantes com uma boa tecnologia mas pouco conhecimento de negócio, oferecendo capacitação e mentoria para o estabelecimento de novos negócios inovadores.

O programa oferece capacitação em empreendedorismo inovador, conexão com parceiros, mentoria com profissionais renomados e vantagens em outros programas públicos e privados de fomento à inovação. Toda a Comunidade InovAtiva de usuários cadastrados pode acessar gratuitamente o conteúdo de capacitação em cursos. Já a participação nos ciclos de aceleração é restrita a projetos inscritos e aprovados pelos avaliadores do programa. São até 300 vagas disponíveis para a primeira etapa de cada ciclo, até 125 para a etapa final. Saiba mais: www.inovativabrasil.com.br

Sobre os cursos de capacitação gratuitos do InovAtiva Brasil:

Estão abertas as inscrições para curso online gratuito de Modelagem e Validação da proposta de valor. O curso acontecerá entre os dias 11/04 a 05/05 e será aplicado por meio de vídeos curtos e acessíveis por celulares e tablets. Os usuários da Comunidade InovAtiva aprendem como modelar a proposta de valor por meio de ferramentas visuais, validá-la por meio de pesquisas com o público-alvo, recebem informações e feedbacks dos demais participantes em plataforma colaborativa e então formalizam um modelo de negócios viável.

Os participantes recebem certificados ao completarem as tarefas e feedbacks dentro dos prazos estipulados. Inscrições no: www.inovativabrasil.com.br

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Sonda IT apresenta nova versão da solução de gestão de compra e venda de energia

A Divisão Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de TI, aproveita o reaquecimento do mercado livre de energia no Brasil, retraído por muito tempo devido à falta de energia disponível para comercialização, para apresentar a nova versão da solução GTS (Generation and Transmission Solution), desenvolvida com o objetivo de auxiliar as comercializadoras na gestão de compras e vendas de energia.

Na prática, a tecnologia é um software que controla todo o processo operacional e financeiro referente às negociações e receitas de geração, transmissão e comercialização de energia, respeitando as regras estabelecidas pelas entidades reguladoras do setor elétrico, como também, as regras aplicadas pela empresa administradora do sistema.

A ferramenta apresenta como principal diferencial a flexibilidade e a adaptação aos processos e negócios estabelecidos pela empresa usuária, com nível de parametrização associado a um sistema de workflow. Uma das principais funcionalidades é a simulação da venda com facilidades para formalização, desde a elaboração da proposta comercial até a assinatura do contrato e, consequentemente, a operacionalização.

Segundo Claudio Rincon, gerente de produtos sênior da Divisão Utilities, o GTS impacta nos negócios das comercializadoras na mitigação de riscos associados ao lastro, que é o montante necessário para garantir a venda ou consumo de energia elétrica.

“No mercado de energia o que é vendido ou consumido deve ser produzido ou comprado. Por isso, uma possível falta de lastro para consumo ou venda gera penalidades com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), ficando sujeito a variações do mercado estabelecidas pelo PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). O sistema ajuda a monitorar o balanço entre a somatória de produção e compra para que seja igual à soma do consumo e da venda”, explica o executivo.

A estratégia da SondaIT com esta nova versão da solução é entrar com força total no atual movimento das comercializadoras que estão à procura de vantagens competitivas para os seus negócios, investindo, cada vez mais, em soluções tecnológicas voltadas à gestão e operacionalização das negociações de energia elétrica.

“A Solução pode ser adquirida tanto no formato de licença de uso instalada no datacenter do cliente, quanto no modelo de serviço no datacenter da SondaIT. O mercado livre se reacende e as comercializadoras de energia têm oportunidade de realizar bons negócios. As empresas que saírem à frente levarão vantagem sobre àquelas que ficarem passivas”, finaliza Rincon.

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As 5 competências do novo líder – Por Eduardo Shinyashiki

O ato de liderar se renova constantemente. Hoje, o líder não é mais o detentor de poder, que designa funções e cobra resultados, mas sim uma pessoa inspiradora que engaja, ajuda a equipe e forma sucessores. O perfil do novo líder está em ir além dos limites, olhar para onde todos estão olhando e enxergar o que ninguém viu e acompanhar as novas gerações, a mudança das pessoas, das organizações e do mercado.

É preciso ainda saber liderar a si mesmo para poder liderar corretamente outras pessoas, por isso, é necessário cuidar e fortalecer as competências pessoais e a inteligência emocional para manter o foco e para que as interferências não o desviem do objetivo.

Outro quesito muito importante na liderança é o carisma. Ele é uma qualidade fortemente ligada à imagem do líder e com ele podemos e saberemos encantar colaboradores e clientes. O carisma é, em síntese, a força e o poder da presença da pessoa, que contribui para torná-la inesquecível e encantadora.

Além da autoliderança e do carisma, podemos evidenciar mais cinco competências de liderança que são buscadas pelas empresas atualmente. São elas:

1) Atenção ao capital humano: para o líder reconhecer as experiências e competências das pessoas da sua equipe é fundamental para a construção e a manutenção de equipes sólidas e bem sucedidas e para a concretização de resultados.

2) Inspirar a equipe: a valorização de um ideal, um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, são considerados a principal fonte de impulso para o sucesso da equipe.

3) Motivação catalisadora: o foco do líder é manter vivas nos colaboradores as extraordinárias forças criativas, inovadoras e sinérgicas capazes de fazer planos saírem do papel e alcançar os resultados escolhidos.

4) Estar aberto a aprender: o líder precisa estar atento e aberto ao novo, às mudanças dos contextos, à análise dos cenários e sempre disposto a aprender. Isso permite se reinventar quando necessário e inovar, criando as estratégias adequadas para alcançar os resultados.

5) Maestria na comunicação: a comunicação é uma habilidade fundamental para um líder, para uma maior compreensão, entendimento e alinhamento com os colaboradores.
Por meio de uma comunicação verbal e não verbal eficaz, o líder fortalece nas relações interpessoais e nas equipes um contexto de cooperação e integração.

Ao desenvolver e fortalecer essas competências o líder está alinhado ao perfil de liderança atual, que exige autoconhecimento e compartilhamento de ideias. Por isso, desenvolva o seu poder pessoal, desperte o grande líder que há em você e seja inspirador para todos ao seu redor!

*Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. É presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki e também escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.

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CGI.br divulga nota de esclarecimento em razão do Relatório da CPI – Crimes Cibernéticos

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes Cibernéticos, divulgado no dia 30 de março de 2016,

VEM A PÚBLICO

1) Expressar grande preocupação com as propostas de flexibilização e modificação do regime jurídico adotado no Brasil com a Lei 12.965 em 23 de abril de 2014 (o Marco Civil da Internet), desconsiderando todo o processo de construção colaborativa que o caracterizou e referenciada internacionalmente por manter a Internet livre, aberta e democrática.

2) Reiterar que continuaremos a destacar a importância – para a Internet no Brasil – da garantia dos princípios que compõem o Decálogo do CGI.br, notadamente os princípios da liberdade de expressão, da privacidade dos cidadãos e da preservação da funcionalidade e estabilidade da rede, em plena consonância com o já estabelecido na Lei 12.965/2014.

3) Expressar DISCORDÂNCIA com os esboços de projetos de lei constantes no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre Crimes Cibernéticos que buscam alterar a Lei 12.965/2014, além de outras, mediante:

3.1) Proposta de alteração do artigo 21 do Marco Civil da Internet, visando alargar o escopo do já previsto, incorporando a este a noção de “crimes contra a honra de maneira acintosa”, conceito de difícil precisão com margem a definição extremamente subjetiva nas hipóteses de remoção de conteúdo mediante notificação privada e extrajudicial;

3.2) Proposta de alteração que objetiva obrigar provedores de aplicação a adotar medidas para impedir disponibilização de “conteúdo idêntico ou similar” ao previamente removido, igualmente com conceito de difícil precisão e com margem a interpretações extremamente subjetivas, quando não de prévia censura;

3.3) Proposta de alterações em leis para forçar o entendimento de que o endereço Internet IP seja considerado como dado cadastral para identificação pessoal, mesmo sabendo-se – tal como expressa toda a comunidade técnica global da Internet – que o número IP não é um número fixo que possa ser utilizado para identificação de um usuário (como sucede com números permanentes de registro de um cidadão), posto tratar apenas de um número de localização de uma máquina, na maior parte das vezes dinamicamente atribuído a cada nova conexão;

3.4) Proposta de alteração do Marco Civil da Internet, objetivando incluir exceção adicional à neutralidade de rede no Brasil, sem nenhuma correlação aos critérios e requisitos técnicos, com o intuito de privar acesso a sítios e aplicações de Internet por filtragem e bloqueio de conteúdo, caracterizando igualmente censura a conteúdos disponíveis.

4) Solicitar, respeitosamente, o adiamento da votação do relatório final, reiterando a disponibilidade em contribuir e se reunir com a CPI de Crimes Cibernéticos, bem como com as demais Comissões Parlamentares, para esclarecer e debater temas como estes suscitados.

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UOL apresenta novos formatos de publicidade na home e lança sua “vídeo network”

Visando impactar positivamente sua audiência e oferecer mais visibilidade para os anunciantes, o UOL, a maior empresa brasileira de conteúdo online, serviços digitais e tecnologia, reformula seus formatos de publicidade.

Agora, o site conta com três novos formatos exclusivos de anúncios, pensados para impactar o usuário com mais qualidade e eficiência. Com veiculação cross-device, a partir de agora as diárias irão veicular em desktop e mobile simultaneamente, impactando diariamente cerca de seis milhões de usuários únicos em ambiente de conteúdo premium.

“Os novos formatos foram pensados para gerar um impacto mais efetivo, com formatos maiores e tecnologia “richmedia” embarcada na veiculação, oferecendo um potencial criativo muito maior”, explica André Vinícius, diretor de publicidade e ad tech do UOL.

Juntamente aos novos formatos, o UOL lança também uma “vídeo network” própria, plataforma capaz de entregar mais de 300 milhões de vídeos views mensais, em todo o conteúdo da sua rede, incluindo suas home pages, matérias e vídeos editoriais. Entre as possibilidades de veiculação, vale destacar o formato Video Blast, que oferece em um único dia dois milhões de vídeo views, alcançando cerca de um milhão de usuários únicos.

“A nossa Vídeo network foi desenvolvida com a tecnologia própria DYNAD_TV e conta com toda a inteligência de dados DMP (Data Management Provider) do UOL, que possibilita entregar vídeos publicitários de acordo não só com o contexto de conteúdo do site, como também levando em conta o comportamento do usuário”, completa André.

Com a mudança, a área editorial do site também passa por modificações. Os espaços antes ocupados por anúncios de formatos tradicionais, ganham chamadas editoriais, oferecendo assim mais conteúdo à audiência que acessa a home do UOL.

“Os novos formatos de publicidade visam melhorar a experiência da audiência, já que, ao acessar o site, irá encontrar mais conteúdo no topo da página”, explica Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL.

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Gartner anuncia principais tendências para Data Center, Infraestrutura e Operações

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia as principais tendências que terão impacto direto em como a TI fornece serviços para os negócios nos próximos cinco anos.

“Essas previsões estão relacionadas aos aspectos sociais, comerciais e tecnológicos. É necessário que a área de Tecnologia da Informação compreenda a origem dessas tendências e quais são os efeitos em cascata em suas operações para gerar um impacto significativo na estratégia, no planejamento e nos negócios da organização”, afirma David Cappuccio, Vice-Presidente e Analista do Gartner.
As principais tendências com impacto no Data Center, na infraestrutura e nas operações incluem:

Demanda Contínua

Os negócios estão seguindo novas direções e novos mercados, gerando mais necessidade por serviços contínuos de Data Center, infraestrutura e operações. No entanto, o orçamento primário das organizações para Infraestrutura e Operações (I&O) é para manter os processos já existentes em funcionamento – conhecido também como custos operacionais. O orçamento de TI possui dois requisitos principais: aumentar/transformar alocações e executar alocação. A I&O precisa priorizar o crescimento e as iniciativas de transformação para atender à demanda contínua.

TI para Negócios

Atualmente, o ambiente de negócios digitais é representado por empresas agindo como startups de tecnologia, com decisões sendo tomadas rapidamente. Quando os negócios não podem esperar, ou quando não confiam na TI, as decisões são tomadas fora da TI tradicional. “A solução para a I&O não é controlar essas decisões, mas se envolver com os projetos inicialmente, aprender o que o negócio está fazendo, o que eles precisam e como a TI pode ajudar”, diz Cappuccio.

Informática de Ponta

Os líderes de I&O devem entender que nem todos os dados gerados pelos sensores de aparelhos conectados precisam ser enviados para o centro ou Nuvem de dados. Eles devem comparar os gastos com processamento de informações aos custos do envio de dados para o Data Center. Além disso, os líderes de I&O devem trabalhar com o negócio para entender o valor de curto e longo prazo dos dados que são armazenados na margem e no Data Center, e implementar políticas de retenção da maneira adequada. Uma vez que os dados são gerados e processados amplamente fora do Data Center, a infraestrutura de TI organizada na margem deve ser uma versão reduzida do Data Center, com funcionalidades avançadas que permitem a agregação dos dados dos sensores e suportam diversos protocolos, bem como capacidades analíticas em tempo real.

Transformação de Armazenamento

Estruturas e outros locais utilizados para armazenamento serão radicalmente diferentes no futuro. Os líderes inovadores de I&O já estão e continuarão implementando todos os Data Centers usando unidades específicas (SSDs) – dispositivos para armazenamento de dados que, de certa forma, concorrem com os discos rígidos. Por meio da implantação de SSDs por todo o Data Center, os líderes de I&O podem diminuir os custos operacionais em termos de administração da matriz de armazenamento, obter mais espaços no chão e/ou em prateleiras e gerar mais reduções de energia e resfriamento.

Data Center como um Serviço

Em um mundo ideal, pelo menos da perspectiva de muitos líderes comerciais, a TI e o Data Center seriam essencialmente um ágil provedor de resultados. “Neste mundo, a ‘infraestrutura’ como conhecemos torna-se relevante apenas como um suporte, e não mais como ponto de controle para serviços serem fornecidos. Em suma, precisamos criar um modelo de Data Center como um Serviço (DCaaS), em que o papel da TI e do Data Center seja fornecer o serviço correto, na velocidade correta, do fornecedor correto, no preço correto. Assim, a TI torna-se um agente de serviços”, afirma Cappuccio.

Evolução dos Sistemas Convergentes

Como um mercado total, o Gartner prevê que os sistemas convergentes apareçam muito fortes nos próximos cinco anos. Esses sistemas trazem a promessa de menos tempo para a implementação, melhor eficiência operacional e, em alguns casos, melhores níveis de desempenho. Os usuários deparam-se com desafios na adoção desses sistemas porque as comparações entre os diferentes tipos de sistemas convergentes ou entre os sistemas convergentes e os tradicionais podem não ser totalmente claras. A implementação de sistemas convergentes também pode precisar de mudanças organizacionais para se perceber os benefícios, dificultando ainda mais o processo.

Containers e Microsserviços

Containers são infraestruturas portáteis entre sistemas de operação (OS) idênticos e ambientes computacionais. Como só existe um modelo de OS (e núcleo), mas potencialmente muitos containers hospedados dentro desse modelo, eles são mais leves do que máquinas virtuais, permitindo consumo de recursos mais eficientes e de maior densidade.
Já a arquitetura de microsserviço permite agilidade e escalabilidade inéditas. Com o uso dessa arquitetura, as organizações podem implementar características individuais de aplicação conforme forem desenvolvidas e escalar apenas as partes da aplicação que causam entraves. A maioria das organizações que adotaram a arquitetura de microsserviço tem feito isso para embasar suas práticas contínuas de entrega. A redução das implantações diminui muitos riscos associados a essas práticas.

Convergência entre TI/TO e IoT

A Internet das Coisas (IoT), amplamente impulsionada pelo surgimento da tecnologia de sensor econômica e análises baseadas em Nuvem, irá acelerar a convergência com a Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Operação (TO) e permitir que diferentes tipos de organizações explorem seus benefícios. As plantas e os equipamentos existentes serão adaptados às capacidades da IoT, dada a prevalência e os preços menores, e os líderes empresariais buscarão por uma nova TO, capacitada pela IoT para a transformação dentro da empresa. O Gartner prevê que, até 2018, as tecnologias da IoT serão exploradas com sucesso e integradas por mais de 70% dos líderes apoiadores de TO.
“Devemos observar que o nível de convergência será altamente dependente da indústria, além de influenciado por fatores culturais e políticos. Por isso, algumas empresas incluirão a convergência mais profunda e rapidamente do que outras”, afirma Cappuccio.

Gerenciamento da Infraestrutura Global

Profissionais de Tecnologia da Informação descobriram que existem pouquíssimas ferramentas disponíveis para ajudá-los a visualizar o processo de gerenciamento de infraestrutura de ponta a ponta. A capacidade de explorar um processo de negócios por completo e analisar quais componentes ele utiliza, quais níveis de desempenho (ou problemas) ele tem, quais KPIs ou SLAs (níveis de qualidade) está atingindo é indispensável, assim como ser capaz de mapear todos os fragmentos em um fluxo coerente.

Habilidades e Shadow IT

Quase toda organização é confrontada a lidar com um crescimento significativo em Shadow IT, termo que significa investimento em adquirir, desenvolver e/ou operar soluções de tecnologia fora do controle do departamento de TI. As organizações de TI precisam reavaliar sua perspectiva sobre “Shadow IT” e adotar as práticas que irão explorar isso como um mecanismo de fornecimento, mesmo que com algumas proteções e esclarecimento de responsabilidade para reduzir os riscos e aumentar o valor.

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Grupo EcoRodovias moderniza gestão de ativos de software com apoio da Brasoftware

A Brasoftware,provedora de soluções de tecnologia e uma das principais parceiras da Microsoft no Brasil, auxiliou a EcoRodovias Concessões e Serviços S.A a realizar o planejamento e o budget anual para gestão de ativos de softwares, com base nos resultados entregues por meio de consultoria em SAM – Software Asset Management, com foco em Microsoft.

O principal objetivo da EcoRodovias com o SAM é otimizar os investimentos em licenciamentos de softwares Microsoft, o que é possível por meio de um trabalho de checagem de cada uma das cerca de 3,2 mil máquinas dentre as mais de dez empresas do grupo. A companhia de infraestrutura logística integrada – que opera ativos de logística intermodal, concessões rodoviárias e serviços correlatos, de forma sustentável e socialmente responsável – atualmente conta com nove contratos EA Microsoft com a Brasoftware.

O SAM é um trabalho de gerenciamento de ativos de software que detecta se o usuário efetivamente precisa de determinado programa ou se a aplicação não está sendo utilizada, para otimizar o uso das licenças Microsoft. A prática oferece não apenas economias financeiras, mas também a solução de problemas comuns, como segurança dos dados e produtividade dos funcionários. Além disso, auxilia a direção de TI a realizar melhor seus investimentos em tecnologia e a manter-se em situação de conformidade sobre o uso de softwares.

“O SAM traz muita tranquilidade quanto ao processo de report de crescimento anual de softwares. Isso garante Compliance com a Microsoft, que deixa o cliente mais confortável ao saber que no fim do período haverá este levantamento para ser reportado à fornecedora”, explica Fernando Brito, Gerente de Soluções SAM da Brasoftware.

O processo garante uma situação favorável para todos os lados envolvidos: o cliente fica tranquilo com relação à garantia e segurança empresarial e na questão de transparência. Para a Microsoft, é interessante saber que esse trabalho é feito e que há uma preocupação com essas questões, enquanto a Brasoftware comercializa os licenciamentos e dá o suporte no dia a dia.

A Brasoftware vem realizando o SAM para a EcoRodovias anualmente desde 2013, sempre no período que antecede o vencimento dos contratos Microsoft. O processo é realizado com a utilização do SCCM – System Center Configuration Manager, que exporta um relatório de todos os ativos de software da empresa para então “cruzar” esse resultado com as máquinas. Destra maneira, é possível manter o Compliance, além de gerenciar o orçamento com o planejamento do budget anual focado na linha de softwares.

“Além de apoiá-los com a complexidade da gestão com licenciamento, auxiliamos no processo de dividir os quantitativos entre os centros de custo. O fato de ser certificado por nós perante o fabricante também reflete positivamente na companhia, mostrando transparência e compromisso com o cumprimento da legislação de software e respeito aos direitos autorais e de propriedade”, comentou Fernando Brito.

O SAM também auxilia os clientes a crescer em tamanho e maturidade, acompanhando as necessidades de sua empresa com mais flexibilidade e agilidade.

“O processo mostra exatamente os softwares que a empresa precisa e o valor pago com licenciamento é apenas o que é preciso. Nada mais e nada a menos. Muitas vezes o orçamento pode até aumentar de um ano para o outro, mas é possível saber que não será dinheiro desperdiçado, mas sim um investimento necessário e certeiro, de acordo com os resultados dos relatórios”, concluiu Fernando.

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Centros de serviços compartilhados podem ser robotizados e trazer ganhos para empresas

O ambiente de negócios brasileiro é muito complexo e sempre foi importante obstáculo para desenvolvimento das empresas.

Não é simples lidar com milhares de documentos mensalmente, uma infinidade de operações manuais que envolvem, às vezes, centenas de pessoas em diversos setores das grandes empresas.

A burocracia brasileira requer das empresas investirem muito tempo, dinheiro e esforço para manter os negócios com seus parceiros, para exercer seu papel como contribuinte do estado e para manter sua atividades produtivas.

Com a centralização de processos de negócios e a concepção dos centros de serviços compartilhados (CSC) muitas empresas experimentaram períodos importantes de ganhos de produtividade e redução de custos nos últimos anos.

Os ganhos relacionados parecem ter atingido seu limite e as empresas permanecem enfrentando dificuldades para transacionar seus processos de negócios e manter estabilidade de suas operações na retaguarda dos CSC.

Um novo conceito de gestão do CSC parece emergir no Brasil e promete trazer ganhos ainda mais disruptivos, reduzindo drasticamente as dificuldades operacionais e limitações tecnológicas ,comuns nas empresas.

É possível robotizar uma série de operações manuais que antes era exclusividade de fábricas ou de linhas de produção.
Surge, então, o CSC digital com processos de negócios automatizados e com a proposta de suplantar de maneira expressiva a burocracia tão presente no dia-a-dia das empresas brasileiras.

A robotização desses processos visa, de maneira disruptiva, extinguir operações manuais, erros em tarefas repetitivas e tornar transparente as limitações tecnológicas, muitas vezes relacionadas ao software ERP utilizado pelas empresas.
Mesmo os mais conhecidos e importantes Softwares ERP comercializados possuem limitações para automatização desses processos.

Uma nova era de robôs interagindo com os seres humanos emerge no momento em que as empresas enfrentam tantas dificuldades conjunturais.

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