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PROTESTE reforça mobilização contra bloqueio da internet fixa

A PROTESTE Associação de Consumidores lançou hoje (13), petição on-line (www.proteste.org.br/contraobloqueiodainternet) contra o limite de uso de dados de internet dos serviços de banda larga fixa. A mobilização reforça os protestos contra a iniciativa das grandes operadoras de estender para a fixa o que já estão fazendo com a internet móvel: limitar e até cortar a conexão ao acabar a franquia.

Hoje, a Associação protocola na 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro (processo nº 0047753-86.2016.8.19.0001) uma petição reiterando pedido de liminar na ação contra as principais operadoras, em tramitação desde maio do ano passado. Na ação, cuja entrada foi em São Paulo e transferida para o Rio de Janeiro, após recurso da Oi, é pedido que as operadoras Vivo, Oi, Claro, Tim e NET sejam obrigadas a adequar suas práticas na contratação do serviço de conexão à internet aos termos do Marco Civil. Caso tenha sucesso, a medida valerá para todo o País.

Na ação, é pedido que as operadoras sejam impedidas de comercializarem planos franqueados com previsão de bloqueio da conexão à internet depois de esgotadas as franquias. Assim como deixem de impor planos franqueados com previsão de acesso restrito a determinados conteúdos ou aplicativos (zero-rating ou acessos patrocinados) depois de esgotadas as franquias.

O Marco Civil da Internet deixa claro que uma operadora de telecomunicações só pode interromper o acesso de um cliente à internet se este deixar de pagar a conta. O bloqueio do acesso à internet nos casos em que o consumidor está com a conta em dia fere não só o direito à continuidade do serviço de interesse público, nos termos do inc. IV, do art. 7º do Marco Civil; mas também o princípio da neutralidade, nos termos do inc. IV, do art. 3º e caput do art. 9º, da mesma lei. O art. 7º do Marco Civil da estabelece que o serviço de acesso à internet é essencial para o exercício da cidadania. E no seu inc. IV, determina que o serviço só pode ser interrompido nas hipóteses de não pagamento da contraprestação.

Para a PROTESTE, trata-se de prática abusiva alterar contratos, mesmo os que já estavam em vigor antes da aprovação do Marco Civil da Internet, porque o serviço de conexão à internet não é um serviço de telecomunicações, nos termos do art. 61 da Lei Geral de Telecomunicações e da Norma 04/1995, editada pelo Ministério das Comunicações.

Na ação que inclui a internet móvel, a PROTESTE pede que sejam garantidas as condições originais no momento da contratação em relação aos contratos celebrados com base na modalidade de acesso ilimitado, com ou sem redução de velocidade de provimento do serviço de conexão à internet.

Quanto aos contratos na modalidade de franquia com a previsão de redução da velocidade ao final da quantidade de dados contratados, é pedido que sejam garantidas as condições originais no momento da contratação, impedindo o bloqueio do acesso.

No caso dos contratos assinados após o início de vigência do Marco Civil da Internet (24 de junho de 2014), a PROTESTE quer que as empresas sejam obrigadas a garantir o provimento do serviço de conexão à internet, sem interrupção, nos termos do inc. IV, do art. 7º, da Lei 12.965/2014, podendo apenas reduzir a velocidade.

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O Business Intelligence a favor do segmento elétrico

*Por Marcelo Hermann

A conjuntura econômica atual exige que as empresas sejam cada vez mais competitivas e eficientes. Por isso, oferecer os melhores produtos e serviços a custos reduzidos sempre será uma meta a ser alcançada por qualquer companhia que queira crescer neste cenário tão agressivo. Olhar para fora torna-se um fator crucial para o sucesso de uma corporação. Os clientes mudam a passos largos a sua forma de relação com seus fornecedores de produtos e serviços e, sendo assim, a busca pela excelência no relacionamento com seus clientes também passa a ser uma questão de sobrevivência.

No segmento de Utilities, em especial no setor de distribuição de Energia Elétrica, a história não é diferente. As empresas distribuidoras de energia elétrica são submetidas a exigências crescentes por qualidade e baixo custo de seus serviços, além de buscarem eficiência operacional e da primazia no relacionamento com os consumidores de sua área de concessão. Ou seja, satisfazer os seus clientes externos, internos e órgãos reguladores do setor é um objetivo constante neste segmento.

Neste sentido, ter a disposição um ambiente analítico corporativo e robusto, que forneça dados e indicadores preciosos às camadas operacionais, táticas e estratégicas é de fundamental importância. Outro ponto crucial é que o ambiente analítico precisa fornecer não apenas indicadores de performance vitais para a camada estratégica, mas também que se preocupe com a camada operacional responsável pelos processos essenciais do dia a dia de uma concessionária de energia elétrica.

Já os sistemas de gestão comercial e técnica, além do próprio ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning) são grandes geradores de informações nos quais ajudam os clientes a transformarem dados em inteligência competitiva. Ferramentas de KDD (do inglês, Knowledge Discovery in Databases) têm se mostrado um grande aliado na busca pela recuperação de receitas através do combate à inadimplência e prevenção a fraudes.

Na prática, o uso do Business Intelligence nas empresas do setor de concessão de energia elétrica tem o intuito de suportar as principais necessidades de análises e geração de dados, visando suportar as camadas operacionais e estratégicas da empresa. Porém, o maior desafio é transferir toda a complexidade estrutural de uma base de dados transacional complexa, em um modelo híbrido dimensional e multidimensional que garanta não apenas performance, mas principalmente qualidade da informação.

O alto volume de informações geradas e a heterogeneidade do ambiente transacional são fatores que contribuem desfavoravelmente para a construção de um ambiente de Business Intelligence neste setor. Por isso, antes de começar a empreitada tecnológica, é preciso planejar o projeto para que este esteja bem estruturado a ponto de extrair toda a complexidade dos modelos transacionais, o que é um fator fundamental para o sucesso de um projeto de BI.

*Marcelo Hermann é Gerente Sênior de Inovação Tecnológica da Divisão de Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

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Epson ingressa no mercado de rotuladoras industriais

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A Epson, líder mundial em impressão, projeção e imagem digital, ingressa no mercado de rotuladoras industriais, lançando a LabelWorks LW-Z900FK, um aparelho projetado para economizar tempo, reduzir custos e aumentar a eficiência das empresas em tarefas de impressão de etiquetas industriais.

Apta a identificar cabos, tubulações, mangueiras, diagramas de fiação e até mesmo equipamentos perigosos, a nova rotuladora e seus novos tipos de fitas especiais foram desenvolvidos para satisfazer as necessidades específicas dos profissionais dos setores de telecomunicações, construção e eletroeletrônica, mantendo ao mesmo tempo a linha de rotuladoras de uso doméstico e profissional, mas com características e funcionalidades técnicas.

A estrutura compacta e móvel da LabelWorks LW-Z900FK, possibilita que ela seja usada em lugares onde existe dificuldade para se instalar aparelhos de mesa. Pensando nas áreas de atuação, ela foi projetada para aguentar ambientes hostis, sendo é constituída de plástico resistente a alto impacto que atende a testes de especificações de queda, de acordo com padrões militares dos Estados Unidos.

Além disso, o equipamento inclui funções de rebobinagem automática para reduzir a margem de 10 mm para 4 mm das etiquetas industriais e, com isso, economizar custos.

A função de Liberação e Parada permite a LabelWorks LW-Z900FK segurar as etiquetas cortadas. O equipamento possui ainda um recurso que permite ao usuário pausar um processo para retomá-lo após a remoção da etiqueta. Ambas funções evitam que a etiqueta se solte do aparelho e seja perdida.

Outro diferencial são as fitas especiais, como por exemplo o tubo termo-contrátil, ideal para cabos por suas propriedades de isolamento e pelo fato de se contrair, envolvendo os fios quando expostos ao ar quente e fontes de calor. Também farão parte do portfólio, as fitas magnéticas, possibilitando a fixação permanente ou a remoção quando necessário.

A LW-Z900FK foi recentemente premiada com o prestigiado iF Design Awards, que desde 1953 recompensa inovações em design de produto. Ela foi reconhecida por sua funcionalidade e praticidade para uso em variados ambientes de trabalho.

“Estamos muito satisfeitos pelo fato de os nossos produtos terem sido reconhecidos desta maneira. A Epson está continuamente desenvolvendo equipamentos para atender as necessidades das pessoas, sendo para uso profissional ou doméstico, o que explica o sucesso de nossos produtos”, afirma Gerlinde Lesk, gerente de produtos Epson.

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Huawei Enterprise Business Group cresce em 2015 com demanda por liderar nova TIC

A Huawei EBG gerou CNY 27,6 bilhões (USD 4,25 bilhões) em receitas anuais em 2015, um aumento de 43,8% com relação ao mesmo período do ano anterior, e o continua crescendo com solidez. O progresso da Huawei EBG foi impulsionado pela demanda do cliente por novas soluções da TIC, e o grupo permanece comprometido em gerar um ecossistema sustentável onde todos saem ganhando ao desenvolver plataformas flexíveis e seguras, com base em tecnologias inovadoras a fim de impulsionar o sucesso do cliente na nova era TIC.

A Huawei EBG atingiu um sólido crescimento concentrando-se em indústrias de alto valor e inovação em conjunto com parceiros

David He, presidente do departamento de marketing e vendas de soluções da Huawei EBG, comentou: “Em 2015, a Huawei EBG experimentou um rápido crescimento nos setores de segurança pública, finanças, transporte e nos setores de energia. Com o desenvolvimento da TIC inovadora, incluindo computação em nuvem, grandes dados, Redes Definidas por Software (SDN, Software-defined Networking) e a Internet das Coisas (IoT, Internet of Things), os modelos de negócios dos clientes, arquiteturas de TI das empresas, e ecossistemas industriais estão mudando profundamente. Para tratar dos desafios e demandas estratégicas dos clientes, a Huawei trabalha de perto com nossos parceiros para desenvolver inovações em conjunto, por meio das quais podemos prover nossos clientes com produtos e soluções diferenciados para ajudá-los a ser bem-sucedidos na nova era TIC.”

A solução Safe City da Huawei tem sido implementada em mais de 100 cidades de mais de 30 países, incluindo Oriente Médio, África e Ásia Pacífico, atendendo a mais de 400 milhões de pessoas. A Huawei colaborou com mais de 10 instituições financeiras de primeiro escalão e fornecedores de software independente (ISVs, Independent Software Vendors) em todo o mundo a fim de desenvolver a infraestrutura de TI da próxima geração para bancos com base em computação em nuvem e grandes dados. As soluções Financial Cloud e Big Data da Huawei foram adotadas por mais de 10 bancos de médio a grande porte, incluindo o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC, Industrial and Commercial Bank of China) e o Banco Mercantil da China (CMB, China Merchants Bank). A Solução Digital Railway da Huawei foi implementada em mais de 100.000 quilômetros de trilhos. A Huawei atendeu a 15 das 20 maiores companhias de energia do mundo, cobrindo mais de 100.000 subestações de transformadores e 38.000 km de dutos para petróleo e gás.

Construindo um ecossistema em que todos saem ganhando com base em tecnologias e plataformas

“Novas tecnologias, incluindo arquitetura em nuvem, IoT, grandes dados (big data) e SDN estão remodelando os sistemas de Ti e modelos de negócios da empresas. A Huawei vai integrar profundamente plataformas de hardware e software em uma abordagem ‘Nuvem-Duto-Dispositivo’ a fim de construir um ecossistema da indústria mais aberto, e estabelecer uma nova infraestrutura da TIC que seja líder da indústria, inovadora e diferenciada”, declarou WK Leung, diretor de tecnologia do departamento de marketing e vendas de soluções, da Huawei EBG.

76% da receita de vendas de 2015 da Huawei EBG foi gerada a partir de canais e parceiros, um aumento de 47% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Huawei EBG desenvolveu parcerias com mais de 300 distribuidores e parceiros de valor agregado (VAPs, Value-Added Partners) e mais de 8.000 parceiros do canal de segundo escalão. Entre eles, mais de 350 parceiros desenvolveram soluções para a indústria em cooperação com a Huawei por meio de inovação conjunta. A Huawei desenvolveu alianças industriais globais nas áreas de eLTE, SDN, virtualização da função de rede (NFV, Network Function Virtualization), 5G, sistema de operação (OS) em nuvem, cidade inteligente e plataforma aberta de finanças. A Huawei também formou parcerias estratégicas com os principais atores da indústria, como a Honeywell, Accenture, SAP e Vodafone Global Enterprise (VGE).

“Em linha com nossa estratégia de ‘estar integrado’, a Huawei continuará apoiando nossos parceiros e ajudando-os a serem bem-sucedidos na nova era TIC ao aprimorar nossos produtos, marcas, logísticas, serviços, negócios e sistemas de TI”, declarou Raymond Lau, presidente de parceiros e alianças globais da Huawei EBG.

Hank Stokbroekx, vice-presidente do departamento de serviços empresariais globais e de marketing da Huawei, apresentou os recentes desenvolvimentos em serviços da Huawei EBG. “A Huawei fornece a nossos parceiros de canais e da indústria serviços de ciclo completo eficientes, seguros e confiáveis a fim de ajudá-los a desenvolver suas competitividade essencial. Em 2015, a Huawei fez um progresso significativo em muitas áreas, como desenvolver um série totalmente nova de serviços profissionais e promover integralmente a certificação da indústria da TIC para ajudar os parceiros na transformação de um modelo de canal para um modelo de capacidade. Além disso, a Huawei aumentou o investimento em plataformas de automação com base em serviços na nuvem. Nós ansiamos prover melhores serviços aos nossos clientes crescendo juntos com os parceiros, e nos tornando o parceiro de serviços mais confiável do setor”, declarou o Sr. Stokbroekx.

Com seu princípio norteador “Infraestrutura de TIC Voltada a Negócios” (BDII, Business-Driven ICT Infrastructure), a Huawei vai acelerar suas estratégias de “foco em infraestrutura TIC” e “ser integrada”. A Huawei está comprometida em inovar em conjunto com seus parceiros e clientes; facilitando a transformação de negócios dos clientes em indústrias diferentes incluindo governo, segurança pública, finanças, energia, transporte, produção, educação, e provedor de serviços de Internet (ISP, Internet service provider); e liderando a nova era TIC por meio da capacitação do sucesso de negócio dos clientes.

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Samsung aposta em serviços exclusivos para fidelizar o consumidor

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Para atender cada vez mais o público exigente e seletivo, a Samsung investe em ferramentas e serviços que trazem diferenciais e exclusividades que, efetivamente, oferecem vantagens para o consumidor. Um exemplo é o Samsung Concierge lançado recentemente para os usuários dos novos Galaxy S7 e Galaxy S7 edge.

O Samsung Concierge, antecipa tendências e garante a evolução contínua da companhia em ofertar o melhor para os clientes. O atendimento exclusivo e personalizado traz benefícios para usuários do Galaxy S7 e Galaxy S7 edge que buscam praticidade e agilidade no atendimento das demandas do dia a dia.

O atendimento desse serviço gratuito é realizado por meio da dedicação exclusiva de um profissional da Samsung, que estará disponível* para atender as necessidades tecnológicas dos usuários, dando dicas para obter o melhor desempenho ou ajudando o usuário a resolver questões de configuração, transferência de dados ou até mesmo agendando horário para serviços que necessitam de assistência técnica. Para deixar o serviço ainda mais personalizado, o cliente será atendido sempre pelo mesmo concierge, que já possui o histórico do consumidor, evitando a necessidade de repeti-lo a cada ligação.

Ao apresentar este diferencial, a empresa procura melhorar a vida de seus consumidores e oferecer a oportunidade para que eles utilizem todo o potencial dos smartphones da empresa para facilitar o seu dia a dia. “Nosso objetivo é oferecer uma variedade de experiências móveis integradas e que beneficiem o usuário. O Samsung Concierge foi criado para ser um serviço único e personalizado para cada consumidor de acordo com as suas necessidades”, afirma Loredana Sarcinella, Diretora Sênior de Marketing da Divisão de Dispositivos Móveis da Samsung Brasil.

*O Samsung Concierge poderá ser acionado pelo aplicativo ou pelo telefone 0800 940 0944. Saiba mais em: www.samsungconcierge.com.br

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NEC dá início à construção do Sistema de Cabos do Atlântico Sul

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Primeiro sistema de cabos submarinos a conectar a África e a América Latina incentiva o intercâmbio comercial e econômico entre os continentes

A NEC Corporation, provedora líder de sistemas de Tecnologia da Informação (TI), e a Angola Cables S.A., operadora de telecomunicações angolana, anunciaram hoje que o contrato para a construção do Sistemas de Cabos do Atlântico Sul (SACS), o primeiro sistema de cabos de fibra óptica submarino no hemisfério sul a conectar diretamente a África e a América do Sul, teve sua execução iniciada. Com conclusão esperada para 2018 e custo estimado em US$ 160 milhões, o projeto será financiado pelo Japan Bank for International Cooperation (JBIC) e pela Sumitomo Mitsui Banking Corporation (SMBC), com apoio da Nippon Export and Investiment Insurance (NEXI), por meio do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA).

O SACS vai conectar a capital angolana Luanda à cidade brasileira de Fortaleza (CE) numa linha direta entre os continentes africano e sul-americano com extensão de 6,2 mil quilômetros pelo Oceano Atlântico. Essa linha é capaz de realizar transmissões de dados de altas velocidade e capacidade. Além disso, a partir de Fortaleza, o sistema permite a conexão entre Angola e Miami, nos Estados Unidos, por meio de outro sistema de cabos submarinos.

Dotado de tecnologias ópticas de última geração, o SACS deve ser o sistema submarino de telecomunicações mais avançado do mundo. Conectado a um centro de controle que conta com tecnologia Software-Defined Networking (SDN), o SACS será capaz de suportar aplicações de largura de banda intensiva e terá um design inicial para capacidade de 40Tpbs (100Gbps x 100 comprimentos de ondas x 4 pares de fibra).

“Nosso maior objetivo é aprimorar a qualidade das comunicações entre a África e as Américas com uma rota inteiramente nova no hemisfério sul. Por meio dessa rota, vamos oferecer capacidade, produtos e suporte em adequação às cada vez mais complexas especificações de dados demandadas nos dois continentes”, afirma o CEO da Angola Cables, António Nunes. “O SACS contará com tecnologia de última geração e um projeto 100G-coerente que vai proporcionar baixa latência e entrega confiável mesmo nas demandas de largura de banda mais desafiadoras, além de conectividade direta entre data centers nos dois lados do oceano”.

“O Sistema de Cabos do Atlântico Sul é o único a conectar diretamente Angola ao Brasil e ao resto do mundo. A NEC Corporation se orgulha de ser a empresa que vai implementar o sistema e gostaria de agradecer à Angola Cables a oportunidade de fazer parte desse projeto”, disse o diretor-geral da divisão de Redes Submarinas da NEC, Toru Kawauchi. “Gostaríamos de estender ainda nossa gratidão ao JBIC, ao SMBC e à NEXI por apoiar essa iniciativa. Sem esses parceiros, o SACS não seria possível. Como um dos maiores provedores de sistemas de cabos submarinos no mundo, com mais de 40 anos de experiência no segmento e mais de 200 mil quilômetros de cabos instalados, a NEC está absolutamente comprometida com a conclusão desse projeto e em desenvolver a atual relação comercial que possui com a Angola Cables”.

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A palavra tecnologia é feminina

Não é apenas no mês da Mulher que a discussão deve ser tomada. O feminino deve ser cada dia mais reconhecido e valorizado nas empresas

*Por Antonio Loureiro e Marcelo Vianna

Durante um TED Talk publicado no início de fevereiro desse ano, a advogada e política americana e também fundadora da organização sem fins lucrativos Girls Who Code, Reshma Saujani, disse que meninas são geralmente ‘treinadas’ para serem perfeitas, devem atingir sempre as melhores notas e se comportar bem. Os garotos, por outro lado, são encorajados a ‘se jogar’, e mesmo que se machuquem, o importante é o fato de que tentaram. Segundo Reshma, a sociedade cria meninas para serem perfeitas, e meninos para serem bravos. No mundo da tecnologia, onde muitas vezes somos obrigados a arriscar, não é difícil perceber esse reflexo. Ainda há um número muito baixo de mulheres trabalhando no setor, e com um salário ainda menor – elas recebem 74,5% do salário dos homens, segundo um estudo do IBGE. Para se ter uma ideia, das 200 maiores empresas do Brasil, apenas três possuem mulheres no comando. Pensando nisso, nos perguntamos: por que existem tão poucas mulheres na tecnologia? Como as empresas podem fazer para empoderar as suas mulheres e, junto disso, aumentar a sua participação nos negócios?

Obviamente que o pensamento machista e até um pouco repressor de muitos setores da tecnologia precisa mudar, valores como a flexibilidade da mão-de-obra feminina, e o poder de organização e criatividade, devem ser valorizados; como no caso em que mais de uma atividade precisa ser feita ao mesmo tempo e pela mesma pessoa; as mulheres, muitas vezes devido às imposições da sociedade, criaram um forte poder de resiliência e adaptação, que são essenciais nessas situações.

Existe também o falso pressuposto de que para atuar em tecnologia é necessário conhecimento matemático; ao contrário, engana-se quem imagina que não pode trabalhar com o marketing ou, com os setores comerciais de uma companhia de TI. E até – por que não? – dentro de áreas de desenvolvimento, que pedem um toque a mais de criatividade.

Hoje, mais do que nunca, é preciso que as empresas reconheçam o valor da mulher no mercado tecnológico, por outro lado, e até mais importante, a mulher deve perceber em si o potencial para se dedicar ao setor. Existem projetos que fomentam a participação feminina na tecnologia; segundo o Staffing Industry, a empresa inglesa de recrutamento Empiric, planeja investir e atrair mais de 5 000 mulheres para a área até 2020. O Girls Who Code, de Saujani, tem como meta colocar um milhão de mulheres no mercado da computação também até 2020. E claro, essas iniciativas não acontecem apenas fora do país, no Brasil a cientista da computação Camila Achutti, fundou o blog Mulheres na Computação, para incentivar as brasileiras. E existem ainda muitas outras oportunidades para mulheres que desejam conhecer e atuar em um universo tão interessante.

No caso das empresas, a tarefa é instigar a criação de grupos de discussão sobre a atuação feminina no mercado e até dentro da própria empresa. As ações de levantar pautas e compartilhar experiências vão, sem dúvida, enriquecer não só a relação de equipe, mas também a relação com a própria empresa. Além disso, a companhia pode criar políticas específicas para a contratação de mulheres em posições estratégicas, e até aplicar em parcerias com universidades, para que haja o incentivo dessas meninas na carreira. É preciso que mais cadeiras sejam ocupadas por mulheres. É preciso que mais tempo seja dedicado a esses talentos, muitas vezes, receoso de tentar e não conseguir. Se vocês foram ensinadas a serem perfeitas, sejam então, perfeitas na bravura. Alguma de vocês já percebeu que ‘tecnologia’ se escreve no feminino?

*Antonio Loureiro e Marcelo Vianna são sócios fundadores da Conquest One, consultoria brasileira de TI com atuação em Outsourcing e Hunting.

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Startup promete revolucionar a propaganda médica no país

Estamos numa era de mudanças cada vez mais rápidas e a medicina, combinada à tecnologia da informação, não para de evoluir, apresentando novidades praticamente todos os dias. Não há um mês em que não surja um novo aplicativo para facilitar a vida de médicos e pacientes: são ferramentas que oferecem controle de indicadores e evolução de tratamentos, bulas e consultas de medicamentos pela web, além de ferramentas para a gestão de clínicas e consultórios para todos os gostos. Tudo na palma da mão. Só que um segmento dentro da área da saúde permanece ainda pouco inovador: a atividade de propaganda médica.

Foi pensando nisso que três empreendedores cariocas resolveram criar um aplicativo capaz de trazer otimização de tempo para o médico, da mesma forma que acesso facilitado a especialistas de todas as regiões do país para os laboratórios.

Daniel Araujo, Silvio Balestieri e Thiago Araujo se uniram para criar a Lab in Hands (www.labinhands.com.br), uma startup focada em desenvolver soluções inovadoras para a indústria farmacêutica. O aplicativo Lab in Hands une recursos de e-commerce e propaganda médica em uma interface amigável e customizada, que promete encurtar a distância entre P&D e a prescrição, levando o que há de mais moderno a respeito de novos medicamentos, além de estudos científicos, em primeira mão, diretamente aos smartphones e tablets dos médicos de todo o país.

– O médico pode solicitar qualquer amostra que desejar apenas com um toque, dentro próprio aplicativo, sem ter que esperar a visita de um representante, ou ligar para o laboratório. E, o melhor de tudo: sem qualquer custo para o médico, que passa a poder conhecer todos os medicamentos de cada laboratório, incluindo bulas e estudos sobre os princípios, além de poder solicitar as amostras na quantidade e no momento em que for mais conveniente para ele.”, explica Daniel Araujo, um dos sócios da Lab in Hands.

Como o tempo para o médico é uma prioridade, o desenvolvimento do app priorizou a experiência do usuário. Com uma navegação simples, rápida e intuitiva, o acesso às informações foi facilitado ao máximo. Por exemplo: caso o especialista não consiga se lembrar do nome de um medicamento, estes aparecem em lista e podem ser encontrados também por especialidade e classe – Cardiologia > Anti-hipertensivo > Nome do medicamento.

A função que tem mais chamado a atenção, contudo, é a de solicitação de amostras. Com poucos toques, o médico escolhe que medicamentos receber, quantidade e tipo de apresentação, visualiza a solicitação, verifica o endereço de entrega e, ao fechar o pedido, recebe um código automático, com data de previsão de entrega. O Lab in Hands conta ainda com área de vídeos sobre os medicamentos, em alta resolução, desenvolvidos pelos próprios laboratórios.

Oriundo do segmento farmacêutico, onde atuou por 10 anos, Daniel afirma que ter a amostra à mão facilita em muito a prescrição, mas ressalta que o principal benefício do novo aplicativo é o fato de este levar o acesso a medicamentos modernos às áreas mais remotas do país, regiões em que os laboratórios não costumam possuir representantes.

De acordo com o empreendedor, o site vem registrando um crescimento impressionante desde a data em que entrou no ar, há quatro meses. De fevereiro a março, o aumento de visualizações foi de 250%. “Temos recebido solicitações de diversas clínicas, hospitais, laboratórios e médicos no Brasil e fora dele”, comemora Daniel, e por conta do sucesso, a expectativa da Lab in Hands para o segundo semestre de 2016 é chegar a 10.000 médicos no Brasil utilizando a plataforma diariamente.

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Zenvia apresenta novo Diretor de Negócios Corporativos

Fábio Matias, novo diretor de Negócios Corporativos da Zenvia

Fábio Matias, novo diretor de Negócios Corporativos da Zenvia

A Zenvia, líder brasileira no mercado de serviços móveis, anuncia a contratação de Fábio Matias como seu novo Diretor de Negócios Corporativos. A contratação faz parte da estratégia de crescimento e expansão da companhia e o executivo atuará no posicionamento de mercado e no fortalecimento da relação da Zenvia com clientes e operadoras. Além disso, o novo diretor desenvolverá ações comerciais e de marketing, colaborando com novas soluções de interação digital.

“Estou muito animado com esta nova oportunidade. Há muita complementaridade nas experiências formadas e adquiridas pela Zenvia e me sinto motivado em poder contribuir diretamente com a estratégia de crescimento e expansão da empresa”, afirma o novo diretor.

A chegada do novo diretor faz parte do processo de crescimento e expansão da Zenvia. A empresa está apostando na diversificação do seu portfólio em 2016 e espera um faturamento 30% maior do que em 2015. No ano passado, a receita registrada foi de R$ 270 milhões, um aumento de 75% em relação a 2014.

Fabio Matias é formado em Ciências Contábeis pela Universidade da Região de Joinville (Univille), possui MBA Empresarial pela Fundação Dom Cabral, MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e MBA em Identidade Empresarial pela Formação Ontopsicológica Interdisciplinar Liderística (FOIL). O executivo tem extensa experiência na gestão de negócios em software, marketing estratégico, gerenciamento de produtos e vendas, e já atuou em empresas como Datasul, TOTVS, Bematech, Localiza e Grupo Interplayers.

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Smart cities: pesquisa do ICI com a PUCPR apresenta dois artigos em conferência nos Estados Unidos

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O Instituto Curitiba de Informática e a PUCPR tiveram dois artigos aprovados para apresentar em um grande evento internacional de engenharia no estado americano da Califórnia. No ISERC – Conferência sobre Pesquisas em Engenharia Industrial e de Sistemas serão apresentados os primeiros resultados de um grupo de pesquisa em mobilidade urbana, que trabalha graças a um acordo de pesquisa e desenvolvimento firmado entre as duas instituições paranaenses.

O projeto é coordenado pelos professores doutores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas da PUCPR Eduardo Rocha Loures e Fernando Deschamps, que vai fazer a apresentação no evento nos Estados Unidos. Também participam os mestrandos Anderson Foggiatto, Rafael Duarte e Daniel Avanzi. Eles trabalham na concepção de um Sistema de Gerenciamento de Resposta a Desastre.

Em um primeiro momento, foi realizado um trabalho apurado de revisão bibliográfica. Anderson Foggiato investigou o que há ao redor do mundo sobre gerenciamento de desastres para estabelecer requisitos para um sistema modular, que possa acoplar os mais variados sensores, como de chuva, por exemplo, e indicadores para alimentar uma base de dados por diversas fontes. Rafael Duarte pesquisou em várias áreas da mobilidade urbana para construir um modelo capaz de agrupar informações de fontes distintas, que não se comunicam, chegando a indicadores. Segundo ele, um método único permite planos de ação que pensem em qualidade de vida, saúde e segurança para a população e também em soluções de mobilidade corporativa para empresas e instituições. Daniel Avanzi, que é desenvolvedor no ICI, trabalhou para se chegar a uma ferramenta que possa avaliar uma empresa ou ente público, como uma prefeitura, por exemplo, para saber a capacidade que a localidade tem para assumir a arquitetura necessária para se operar o sistema.

O professor Fernando Deschamps explica que o tema começa a ganhar cada vez mais destaque no mundo, “principalmente na questão de um tratamento humanitário de recuperação e não somente efetivo com o ‘durante’ em casos de desastres”. Ele fala com o conhecimento de quem cresceu em Blumenau, cidade catarinense atingida por várias inundações nas últimas décadas. Já o professor Eduardo Rocha Loures destaca a importância da interoperabilidade, a capacidade de dois ou mais sistemas ou entidades de se comunicar, se entender e colaborar. Segundo ele, “se não houver interoperabilidade, não há smart cities”. “A questão envolve desde um plano tecnológico, do entendimento da informação e como coordenar processos, até um último nível, de entendimento processual entre as entidades envolvidas”, completa.

Adriana Andréa Rodrigues, pesquisadora-responsável no Instituto Curitiba de Informática, que acompanha a pesquisa com a PUCPR, ressalta que “a transferência tecnológica e o aprendizado organizacional cumprem o objetivo da parceria, que visa à implementação de uma solução para a temática Mobilidade Urbana, inclusive contribuindo para o movimento das Cidades Inteligentes”. “Passamos a trabalhar com dados integrados, entender padrões e comportamentos, e visualizar as informações em tempo real para identificar e responder rapidamente a incidentes, fundamentando as decisões dos gestores públicos em benefício da cidade”, finaliza Adriana.

Fonte: ICI

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Atento anuncia mais de 1.800 oportunidades de carreira em todo o País

A Atento (NYSE: ATTO), uma das empresas líderes mundiais em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO), anuncia 1.833 vagas de emprego para diversas regiões do Brasil. As oportunidades são para a semana de 11 a 17 de Abril e contemplam a área de atendimento ao cliente (cargo de operador), posição que não exige experiência anterior.

Os interessados devem se cadastrar no site candidatos.atento.com.brou enviar o currículo para recrutamento@atento.com.br. O perfil para o cargo de operador é ter o segundo grau completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal, dinamismo, conhecimentos de informática e habilidade em digitação.

Mais informações sobre as vagas podem ser levantadas por meio do telefone 0800 771 4014.

Remuneração e Benefícios

A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche/babá, auxílio à criança especial, auxílio funeral, PLR (participação nos lucros e resultados) e previdência privada.

A remuneração varia de acordo com o cliente e a carga horária. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo País, com descontos em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática.

Carreira na Atento

A Atento destaca-se como o principal fornecedor de serviços e soluções de relacionamento com o cliente na América Latina e está entre os três primeiros em todo o mundo. Conta hoje com mais de 160 mil funcionários, sendo 83 mil somente no Brasil, país em que é considerada uma das maiores empregadoras.

A companhia acredita que ter funcionários motivados é uma vantagem competitiva e fator essencial para o seu modelo de negócio. Por isso, investe constantemente na gestão de sua equipe, além de oferecer um plano de carreira estruturada, com políticas de valorização, permitindo o crescimento de todos os funcionários. O profissional que ingressa na Atento como operador, por exemplo, pode se candidatar para oportinidades em áreas como administrativo, recursos humanos, TI, entre outras.

Além disso, a empresa valoriza a diversidade em seu quadro profissional, oferecendo oportunidades de emprego desde o Jovem Aprendiz, Estagiários, Primeiro Emprego, Melhor Idade (profissionais acima de 45 anos que desejam retornar ao mercado de trabalho) a PCDs (Pessoas com Deficiência).

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A evolução do DBA – Por Gerardo Dada

Um manual sobre os três principais desafios enfrentados pelos DBAs modernos e como superá-los

Os bancos de dados são o cerne dos aplicativos e um componente vital das operações das empresas. E os administradores de bancos de dados (DBAs) estão sob uma intensa pressão e responsabilidade para assegurar um alto desempenho com mínimo tempo de inatividade, ao mesmo tempo que enfrentam muitos desafios.

A seguir, apresentamos uma visão geral de três desses desafios que os DBAs de hoje enfrentam à medida que as cargas de trabalho continuam a aumentar e a complexidade dos bancos de dados se eleva, juntamente com recomendações para ajudar a superar cada um deles. Os desafios são:

· Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos

· Introdução de várias plataformas de bancos de dados

· Gerenciamento de dados, não somente nas instalações, mas também na nuvem

Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos

No cerne de quase todo aplicativo existe um banco de dados. Isso significa que, quando surge um problema de desempenho ou disponibilidade de um aplicativo, é bastante provável que esteja associado ao desempenho do banco de dados subjacente. O desempenho dos bancos de dados afeta clientes e usuários, que têm pouca paciência com problemas de aplicativos (uma pesquisa recente da SolarWinds sobre necessidades e expectativas relacionadas ao desempenho de aplicativos constatou que 71% dos usuários finais brasileiros afirmam esperar que a TI solucione esse tipo de problema em uma hora ou menos). Uma pesquisa recente da Gleanster também constatou que 88% dos profissionais de TI consultados consideram o banco de dados como o desafio ou problema mais comum com o desempenho dos aplicativos. Além disso, a nuvem, o DevOps e outras mudanças tecnológicas estão voltando mais o foco de todo o departamento de TI para os aplicativos. Afinal, os aplicativos são o que importa para a empresa e para os usuários finais. Isso significa que os DBAs estão sendo responsabilizados pelo desempenho dos aplicativos, e não apenas pelo desempenho dos bancos de dados.

Para proporcionar um melhor desempenho dos aplicativos, os DBAs devem levar em conta as seguintes dicas:

· Seja proativo e alinhe-se com a experiência do usuário final como objetivo compartilhado entre toda a organização de TI, monitorando o desempenho dos aplicativos e o impacto dos bancos de dados sobre eles continuamente, e não apenas quando ele se torna um grande problema.

· Avalie o desempenho não da perspectiva dos recursos de infraestrutura, mas dos tempos de espera enfrentados pelo usuário final. A análise do tempo de espera oferece aos DBAs uma visão do que os usuários finais e os bancos de dados estão aguardando, o que proporciona uma visibilidade clara dos congestionamentos.

· Implemente ferramentas de monitoramento que ofereçam visibilidade de toda a pilha de aplicativos, incluindo toda a infraestrutura em suporte ao banco de dados – camadas de virtualização, servidores de bancos de dados, hosts, sistemas de armazenamento, redes etc.

· Estabeleça linhas de base históricas do desempenho dos aplicativos e bancos de dados que indiquem como foi o desempenho dos aplicativos no mesmo dia e horário na semana anterior e na semana antes dela, para detectar quaisquer anomalias antes que se tornem um problema maior.

Introdução de várias plataformas de bancos de dados

De acordo com um relatório de 2015, a maioria dos DBAs é responsável por várias tecnologias de bancos de dados de diversos fornecedores, entre as quais as mais comuns são Oracle, SQL Server e MySQL. Na realidade, mais de um quarto (28%, para ser exato) dos DBAs gerenciam 26 a 100 bancos de dados simultaneamente. Esse impulso em direção à diversidade de bancos de dados e à eficiência dos DBAs leva a uma função cada vez mais complexa do DBA, que deve se adaptar a plataformas de bancos de dados que não são familiares a ele, ao mesmo tempo que assume mais responsabilidade pelo sucesso da empresa.

As seguintes práticas recomendadas podem ajudar os DBAs a gerenciar melhor várias plataformas de bancos de dados em um único ambiente de TI:

· Tenha um conjunto de metas, métricas e SLAs em comum entre todos os bancos de dados, idealmente baseado nos tempos de resposta dos aplicativos, não apenas no tempo de atividade.

· Use ferramentas que forneçam um único painel de desempenho e a capacidade de fazer buscas detalhadas em diferentes tecnologias de bancos de dados e métodos de implantação, incluindo a nuvem.

· Documente um conjunto consistente de processos para assegurar a integridade e a segurança: processos de backup e restauração, criptografia em repouso e em trânsito, detecção de anomalias e potenciais eventos de segurança em logs, para mencionar apenas alguns.

· Estabeleça uma estratégia, um mapa e diretrizes para passar (ou não) para a nuvem e para reduzir os custos da carga de trabalho pela transferência dos bancos de dados para versões com custo de licença mais baixo ou alternativas de código aberto.

· Verifique se os membros da equipe podem sair do modo de combate a incêndios e passar tempo suficiente otimizando proativamente o desempenho dos bancos de dados e cuidando de tarefas importantes de manutenção, o que pode resultar em economias significativas nos custos e na prevenção de problemas no futuro.

Gerenciamento de dados, não somente nas instalações, mas também na nuvem

Com sua promessa de economia de custos e maior flexibilidade e agilidade, a nuvem está atraindo muitas organizações como uma alternativa para a implantação de novos aplicativos, incluindo aqueles com altos requisitos de desempenho de banco de dados. Na verdade, a empresa de pesquisa tecnológica TechNavio prevê uma taxa de crescimento anual de 62% dos bancos de dados baseados na nuvem até 2018. Entretanto, essa transição cria novas complexidades e desafios para os DBAs, especialmente porque os DBAs ainda são, em última análise, os responsáveis tanto pelo desempenho dos bancos de dados quanto pela segurança dos dados, independentemente de eles estarem nas próprias instalações ou na nuvem.
Apresentamos aqui alguns conselhos para o gerenciamento dos dados na nuvem que os DBAs devem ter em mente:

· Ao considerar quais bancos de dados passar para a nuvem, leve em conta o processo de transferência de dados e a latência, além de como manter os bancos de dados em sincronia, se necessário, especialmente se for preciso integrar os aplicativos com outros que não residam na mesma implantação na nuvem.

· Um banco de dados com desempenho insatisfatório nas instalações também apresentará um mau desempenho na nuvem. Mudar o problema de lugar não é solução. O escalonamento na nuvem para compensar um mau desempenho pode sair caro rapidamente, além de ser a abordagem incorreta.

· Entenda os serviços e as capacidades do provedor de serviços, conheça seus SLAs, avalie sua arquitetura recomendada e esteja atento à manutenção programada.

· Reflita, planeje e gerencie o backup e recuperação para garantir que dados importantes não sejam perdidos caso ocorra uma falha ou interrupção no fornecedor.

· Mantenha-se à frente da segurança, percebendo que a criptografia é apenas a ponta do iceberg – considere quem monitorará o acesso ao banco de dados impedindo o acesso mal-intencionado ou não autorizado, prepare-se para o pior e tenha um plano de ação documentado para o caso de violação da segurança ou perda de dados.

· Se é importante monitorar e otimizar as implantações nas instalações, isso é ainda mais importante na nuvem, dada sua natureza dinâmica, sendo ideal usar um conjunto de ferramentas consistente em ambos os lados dos ambientes de TI híbrida.

Embora mudar para uma abordagem ao gerenciamento de bancos de dados centrada em aplicativos, gerenciar vários bancos de dados e gerenciar dados não apenas nas instalações, mas também na nuvem sejam desafios indiscutíveis enfrentados pelos DBAs no panorama atual da evolução dos bancos de dados, esses desafios não são insuperáveis. Prestando atenção às práticas recomendadas aqui descritas, os DBAs podem superar esses desafios e garantir o sucesso

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