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As três tendências de digitalização de bancos e seguradoras em 2016

Por Luiz Piovesana, gerente de marketing na Sensedia

O mundo financeiro foi inundado de novidades e perspectivas de fortes mudanças, principalmente entre os dois últimos anos.

Uma das principais novidades, sem dúvida, é a forte ascensão das fintechs (startups que entregam digitalmente alguns serviços financeiros específicos e que estão surgindo às centenas no mundo), já causando mudanças no mercado e, principalmente, na postura dos grandes bancos e seguradoras.

Inclusive, existem diversos mapas que mostram a grande quantidade de fintechs, já detalhando suas principais especialidades.

Veja um panorama internacional:

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Fonte: Everis Digital

E aqui um levantamento das principais fintechs no Brasil:

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Fonte: Fintechlab e Clay Innovation

Esse novo panorama de mercado, fez com que os principais players de serviços financeiros iniciassem mudanças em seus fundamentos empresariais.

E é claro, essa mudança é impulsionada pelas novas possibilidades de transformação digital e disrupção do mercado financeiro.

Vamos então falar das três principais tendências que estão (ou deveriam estar) nos planos de bancos e seguradoras:

1- A busca pela melhor jornada do cliente

A experiência vivida pelo cliente é um fator cada vez mais essencial para que empresas tenham sucesso.

Segundo o estudo da McKinsey, “Digitizing the consumer decision journey”, dois terços das decisões de consumidores são determinadas pela qualidade da experiência em suas jornadas anteriores.

Apesar dos canais digitais criados nas últimas décadas terem melhorado interações simples entre clientes e empresas, ainda há um longo caminho para que processos como abertura de contas e contratações de produtos transformem-se da versão papelada para a digital.

Além disso, a personalização de ofertas para clientes dependerá cada vez mais de Big Data e Machine Learning. Isso porque são esperadas cada vez mais recomendações relevantes que se encaixam com o que esses clientes precisam.

Por isso, veremos maior importância não só da coleta das informações, mas principalmente da análise dos dados.

Ou seja, Data Analytics e escalabilidade para lidar com grandes quantidades de dados de forma rápida e eficiente serão essenciais.

Como exemplo de empresa de serviço financeiro que se encaixa bem com essas preocupações, temos a Nubank. A empresa é referência por ter uma jornada de cliente ideal (sem papel, não-presencial, rápida, com recomendações e canais funcionais). E ganha cada vez mais clientes oferecendo facilidade de acesso (canais), conteúdo (recomendações) e resolução rápida de problemas (a cereja da satisfação do cliente).

2- Ecossistemas de parceiros digitais em torno dos grandes players

O conceito de ecossistema é utilizado em diversos segmentos e se baseia na integração de parceiros em torno de uma plataforma principal.

Por exemplo, em e-commerce temos os marketplaces, como Cnova (Extra, PontoFrio, Casas Bahia) e B2W (Submarino e Americanas), e plataformas online, como Catho e Expedia.

Bancos já vêm trabalhando esse conceito através de Open Banking, que concebe a criação de um ecossistema de parceiros digitais, de diversos segmentos, conectados ao banco.

Um exemplo brasileiro é o Bradesco, por meio do InovaBRA, com a abertura de APIs turbinada pela plataforma de gerenciamento de APIs da Sensedia, o API Suite.

Uma grande mudança de percepção para 2016 é o posicionamento das fintechs como parceiras, e não necessariamente como concorrentes.

Isso porque bancos contam tanto com uma base sólida e crescente de clientes, como também com todo o aparato regulamentário. Ou seja, grandes bancos e seguradoras se tornarão plataformas de serviços financeiros, já que fintechs também estarão conectadas a eles.

Nesse contexto, Open Banking não apenas faz todo sentido, como se torna praticamente obrigatório para bancos modernos e que querem se manter relevantes, frente à concorrência.

Já conseguimos ver exemplos concretos desse movimento nos EUA e também no Brasil. O Cardless Cash oferece a possibilidade de sacar dinheiro de ATMs usando apenas o celular, e já foi liberado para mais de 28 bancos nos EUA pelo PayPal.

Por aqui, temos desde os sites de cotação de seguros (como Bidu e Minuto Seguros) que se conectam às seguradoras, até iniciativas de aceleração de startups como o próprio InovaBRA do Bradesco e, no caso de seguros, a Oxigênio da Porto Seguro.

3- Inovação

Inovação é o grande motor dos dois pontos anteriores. Exatamente por isso que ela não pode parar e tende a aumentar.

Tecnologias de inteligência artificial, blockchain, robôs e IoT (internet das coisas) são, com certeza, pontos de atenção para a próxima década.

Dentre estes, com certeza IoT é o que está passando por um maior desenvolvimento.

Temos visto grandes mudanças nos meios de pagamento nos EUA, por meio não só de celular (com Apple Pay, Samsung Pay, Android Pay, etc.), mas também através de wearables como smartwatches e até acessórios.

A brasileira Atar (também participante do InovaBRA), disponibiliza anéis, clips e pulseiras que conseguem fazer pagamentos (entre outras ações) via NFC. Muito legal!

Ainda em Internet das Coisas, podemos citar a possibilidade de rastreamento dos carros para mapear tanto o estilo de direção, quanto as localizações e horários mais utilizados. A Liberty Seguros, por exemplo, já tem uma iniciativa que pode reduzir o valor do seguro para motoristas mais prudentes.

O século da experiência do usuário

Segundo relatório do Forrester, “Begin your journey to digital mastery”, a transformação digital é alcançada pelo foco na experiência do cliente, que trará requisitos de canais, atendimento e serviço diretos.

Eles puxarão a digitalização da operação da empresa e, assim, criarão uma grande revolução na forma como fazemos negócio.

Para os grandes bancos e seguradoras, com certeza o caminho é longo, dado não só a complexidade de suas operações e sistemas, como também os sistemas legados, que exigem uma preocupação maior para integrações com aplicações novas e ágeis. Mas a transformação digital é um caminho sem volta e quanto mais os setores financeiros se predispuserem às mudanças melhor preparados estarão para concorrer e ou unir-se às fintechs.

Referências

2016, o ano do banco digital

10 Fintech predictions for 2016

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Prêmio LIDE 2016 reconhece o trabalho de empresários e autoridades que transformam o Brasil

Oito lideranças que contribuem com o desenvolvimento da nação foram os homenageados do Prêmio LIDE 2016 na noite desta quinta-feira (21). As premiações foram entregues durante o 15º Fórum Empresarial, evento promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais entre 21 e 24 de abril, no Hotel Wish, em Foz do Iguaçu (PR).

“O Prêmio LIDE homenageia líderes que atuam de forma exemplar em prol do desenvolvimento do Brasil nos mais diversos segmentos, especialmente num período difícil como o que o Brasil vive atualmente. Os oito vencedores têm em comum a sensibilidade para encontrar os melhores resultados e oportunidades em meio à crise”, afirma Gustavo Ene, CEO do LIDE.

Empreendedor por natureza, Edson Bueno, CEO da Amil, recebeu a Homenagem Especial. “O Brasil, para ir para frente, precisa de líderes como os homenageados hoje com o Prêmio LIDE. O País só vai crescer com todos nós, juntos, acreditando nele. Vamos fazer um Brasil diferente”, conclamou.

Amos Genish, foi eleito como Personalidade do Ano, é um dos empresários mais admirados do País. Chegou no Brasil em 1999, investindo cerca de R$ 100 mil na criação da GVT; passados 15 anos, a vendeu por R$ 25 bilhões para a Telefônica Vivo, dando origem a maior operadora de telecomunicações do País. Já Roberto Mussnich, CEO do Atacadão, empresa com 124 unidades de autosserviço em todos os Estados do País, conquistou o prêmio Personalidade do Comércio.

Pedro Faria, CEO Global da BRF, é o premiado na categoria Personalidade da Indústria. Atualmente, a BRF exporta para 120 países e fatura R$ 30 bilhões ao ano. Já Roberto Lima, presidente da Natura – vencedora do prêmio Campeões da Terra 2015, da ONU – recebeu a homenagem como Personalidade da Inovação.

Osmar Zogbi, conselheiro do Instituto Ayrton Senna, recebeu a homenagem Personalidade em Responsabilidade Social por sua contribuição para ampliar as oportunidades de crianças e jovens do Brasil por meio da educação. Já Fábio Luchetti, presidente da Porto Seguro, levou o prêmio Personalidade da Sustentabilidade. Sua gestão fez com que o Instituto Porto Seguro Socioambiental ampliasse a atuação, oferecendo à comunidade cursos e oficinas.

Finalmente, o governador Pedro Taques foi o escolhido na categoria Personalidade em Gestão Pública. “Mato Grosso é um Estado que vive em transformação”, disse Taques, elencando os números superlativos na produção de soja, milho, algodão, rebanho bovino e diamante.

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Dia do Frete Grátis: Veja dicas para aproveitar a data e vender mais no e-commerce

De acordo com relatório Webshoppers, da e-bit, cerca de 67% dos consumidores apontam o valor do frete como um dos motivos negativos na hora de fechar uma compra online

Especialista em comércio eletrônico traz dicas para bons resultados no Dia do Frete Grátis, data comemorada nesta segunda, dia 25 de abril

O frete, seja em relação ao valor ou prazo de entrega do produto, ainda é um dos fatores mais decisivos na hora de fechar uma compra na internet. De acordo com último relatório Webshoppers, da e-bit, cerca de 67% dos consumidores apontam o valor alto do frete como um dos motivos negativos na hora de fechar uma compra online. O frete caro também é responsável pelos abandonos de carrinhos, antes da finalização da compra.

Criado nos Estados Unidos, o Dia do Frete Grátis é para os consumidores uma oportunidade para comprar sem se preocupar com o valor da entrega. Já para os lojistas, pode ser uma chance de fidelizar seus clientes e atrair mais consumidores para sua loja virtual.

“Para os lojistas a data é a chance de gerar mais vendas. Porém, em alguns casos assumir o frete pode significar prejuízo para a loja, então é preciso planejamento”, explica Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada, plataforma de e-commerce mais popular do Brasil, com 280 mil lojas criadas.

O especialista traz algumas dicas para os empreendedores digitais conseguirem bons resultados através da data, que é comemorada nesta segunda, dia 25.

Na ponta do lápis: A primeira dica é conferir se as margens de lucro da sua loja são suficientes para cobrir os fretes gratuitos dos produtos que serão vendidos. “Nem todos os produtos da sua loja virtual precisam fazer parte do Dia do Frete Grátis. Você pode selecionar alguns, aproveitar os itens que estão parados no estoque, por exemplo. Vale analisar com calma, escolher os que possuem uma boa margem de lucro para não ter prejuízo depois”, explica Adriano.

Preço mínimo: Muitas lojas já usam essa ação para atrair mais clientes. Estipular um preço mínimo pode ser uma das soluções para quem quer participar do Dia do Frete grátis e oferecer todos os produtos da sua loja, mas sem prejudicar as contas da empresa. “Neste caso, o lojista também pode estipular o número de itens, por exemplo, na compra de 3 produtos no site todo, o frete é grátis”.

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7 segredos para viver todos os dias no seu mais alto nível

view.aspx Gabriel Goffi, jogador profissional de poker, empreendedor e criador do Moving Up, treinamento passo a passo para a alta performance conseguiu alcançar um nível de produtividade, energia e conhecimento que apenas os maiores players do mundo, seja no poker, no empreendedorismo ou qualquer outro mercado, conquistam. Ele diz que assim vive-se um High Stakes, em referência ao nome dado aos limites mais altos das mesas de poker e aos jogadores que as enfrentam.

Os segredos poderosos foram revelados pelo empresário Gabriel Goffi, CEO da High Stakes Academy. “Esse passo a passo vai muito além do gerenciamento de tempo”, avisa.

1 – Aniquile o pensamento conformista: com o background de ter se consagrado um dos grandes players nos dois segmentos em que atuou – pôquer e empreendedorismo digital – mesmo antes de chegar aos trinta anos, Gabriel Goffi ensina que o primeiro passo para viver o High Stakes Lifesyle é entender que sempre há um próximo nível para ser conquistado. “Independentemente do patamar que a pessoa se encontra, sempre é possível ser melhor”, aponta o especialista. “Precisamos combater o conformismo de estar na média. Meu paradigma para construir uma empresa sólida e inovadora em menos de um ano não é pensar grande, como muitos apostam, mas sim pensar gigante. Eu estou mirando na lua!”.

2 – Trabalhe por um propósito: ter clareza sobre qual a sua grande paixão e que transformação ela pode promover na vida de outras pessoas é outro ponto fundamental para buscar sempre o máximo nível. “Dentro da High Stakes Academy chamamos esse conceito de arte. Encontrar a própria arte é algo poderoso, que gera uma significância capaz de mover a pessoa, independentemente de qualquer obstáculo”, acredita Goffi. Para o empresário, quando o propósito está bem definido fica fácil eliminar da rotina tudo aquilo que é superficial. “O coração da High Stakes Academy é inspirar e mostrar o caminho para quem quer viver em seu mais alto nível. As atividades ou metas que não estão relacionadas à nossa arte ficam pequenas perto disso e podem ser ou eliminadas ou delegadas”.

3 – Defina qual o seu jogo: se viver a própria arte transforma a pessoa em alguém que não pode ser parado, definir qual o objetivo da jornada faz com a pessoa se torne altamente seletiva e imune às distrações. “Quando você sabe qual o jogo que você está jogando é mais fácil resistir às distrações”, lembra Goffi. “Isso pode ser aplicado em qualquer aspecto da sua vida, desde a alimentação até a rotina de compromissos e escolha de projetos para desenvolver”. O empresário lembra que existem muitas pessoas que estão atualmente no jogo de vítima, colocando a culpa de tudo que acontece em suas vidas no mundo externo. “A vida pode acontecer para você ou de você”, aponta. “Para viver em alta performance é preciso saber que você escolhe como reagir a cada fato que acontece”.

4 – Masterize sua jornada: uma das grandes máximas de Goffi é a de buscar ser sempre 1% melhor a cada dia. Esse objetivo só pode ser colocado em prática se existirem registros do que transforma a sua produtividade. “Crie uma rotina para estar em alto nível.Entenda o que te deixa criativo, o que te desconcentra, o que gera ou mina sua energia. Seja um verdadeiro hacker dos seus dias”, ensina o empresário. “Depois que tiver esses parâmetros, masterize essa jornada, ou seja, crie uma matriz e repita diariamente”.

5 – Não se apegue: busque a inovação constante, mesmo que isso signifique deixar de lado alguns processos que você adota atualmente. “Eu acredito que as regras atuais não funcionam para solucionar os obstáculos do próximo nível. Por isso, não fico apegado às tarefas. Brinco que eu quero mesmo é destruir todos os conceitos que estou adotando hoje e substituir por novos que me tornem e tornem minha empresa ainda melhores”, aponta.

6 – Diga chega: para Goffi outro passo indispensável para viver em alto nível é dar um basta em tudo aquilo que desfoca a atenção e energia. “Elimine os comportamentos que não estão contribuindo para a sua evolução. Assumir que procrastinamos, por exemplo, é o início do processo para eliminar esse comportamento”, pontua. “Delegue as tarefas que não podem ser eliminadas, mas que não fazem parte dos seus grandes objetivos”.

7 – Invista em mentores: estar próximo de pessoas que tem o estilo de vida e o modelo mental que você gostaria de ter faz com que você evolua de maneira extremamente rápida. “Buscar um grupo de mentoria é uma da forma de acelerar o desenvolvimento de uma forma extremamente rápida e certeira”, aponta Goffi. “Uma forma fácil e acessível de fazer esse movimento é utilizar o Snapchat com essa visão. Seguindo pessoas que já tem sucesso nas áreas que você busca para ter contato diário com a forma de pensar e agir dessas pessoas”.

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Gamificação incrementa em 20% resultado de vendas de trade marketing em operadora de telecom

Um estudo realizado com promotores de vendas da TMS – Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações de trade marketing e vendas, apontou que o uso da gamificação para controle da equipe aumenta, em média, 20% o resultado em vendas. Os dados foram coletados a partir do uso do aplicativo Trade Rally, desenvolvido pela Solvian, empresa de tecnologia líder no Brasil em soluções para o controle de operações em campo.

A pesquisa foi aplicada a dois grupos de funcionários da TMS, que prestam serviços a uma operadora de telecomunicações. Todos fizeram uso do aplicativo Trade Rally para controle de suas atividades em campo, no entanto, apenas um grupo utilizou o recurso com a gamificação. O estudo fez análise de atividades como visitas/assiduidade, aderência ao roteiro, registro de vendas e aumento de produtividade. O grupo que utilizou o game apresentou, ainda, 31% a mais de aderência ao roteiro estabelecido do que o segundo grupo, sem gamificação. A quantidade de check-ins também foi bastante representativa, o grupo do game fez 51% a mais do que o outro, sem game.

“O Trade Rally permitiu que a TMS tivesse um controle mais preciso das operações. O modelo de gamificação engajou a equipe de maneira diferenciada. Com feedbacks diários de desempenho pela própria plataforma, foi notável a automotivação entre os promotores para melhorar a performance e alcançar melhores posições”, ressalta Jonathan Dagues, diretor da TMS.

A equipe utilizou o aplicativo Trade Rally, via smartphone, que remete a um game e transforma cada tarefa diária da equipe de campo em desafios e missões para o acúmulo de pontos. Semanalmente, aqueles que se destacavam no ranking da equipe recebiam prêmios.

“Desenvolvemos a plataforma com gamificação para engajar a equipe e tornar o processo de controle da operação em campo mais divertido. O game mostrou-se uma forma eficaz de estimular o promotor a prestar contas, melhorando a comunicação entre empresa e funcionário, valorizando o trabalho e premiando por mérito”, ressalta Benedito Fayan, diretor da Solvian.

O Trade Rally é a primeira plataforma de gamificação no Brasil aplicada ao trade marketing. É uma aposta em um modelo de gestão em tempo real e gratificação instantânea, baseado na motivação, engajamento e na meritocracia. A solução estimula a adesão às ferramentas para controle de atividades de equipes que atuam nos pontos de venda, como supermercados, lojas e outros espaços com demonstração de produtos.

Levantamentos apontam que a gamificação é uma forte tendência no mercado corporativo. Até 2020, 85% das grandes organizações mundiais terão elementos de gamificação em suas operações. Estima-se que o investimento em gamificação corporativa atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018. Aproximadamente 150 mil pessoas trabalham nos pontos de venda no Brasil atualmente, e apenas 25% desse mercado utiliza alguma tecnologia de gestão em tempo real.

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O mundo digital da cervejaria do amanhã

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Como serão as cervejarias do futuro? Subprodutos de cerveja serão usados para produzir combustível automaticamente? Ou os cervejeiros em breve estarão trabalhando exclusivamente diante da tela do computador? Ao longo dos próximos anos, questões como a nuvem, segurança de dados, diminuição de tamanhos de lote, testes de simulação, coordenação e documentação continuarão a crescer em importância no mundo da fabricação de cerveja.

Essencialmente, o avanço da digitalização ainda não está tão generalizado na indústria cervejeira e de bebidas como em setores como automotivo ou engenharia de aviação, onde os processos são consideravelmente mais complexos e os fabricantes são mais impulsionados por inovações.

Em comparação, as marcas e produtos que relacionados com a indústria de alimentos e bebidas gozam de popularidade muito mais duradoura. Na cervejaria moderna e de alta tecnologia, tudo está ligado digitalmente através de interfaces a sistemas de controle de produção. Dados de qualidade são capturados automaticamente e sequências de trabalham são definidas por módulos. Isso permite que os sistemas documentem processos como amostragem para determinar de forma confiável se a cerveja no tanque está em conformidade com os requisitos de qualidade.

Computadores são uma parte integrante do mundo da fabricação de cerveja atual, e amanhã a utilização da nuvem provavelmente se tornará a norma: Isso permitirá que a infraestrutura de TI, como capacidade de armazenamento, processos ou software de computação, seja fornecida como um serviço pela Internet. Os cervejeiros serão capazes de processar seus dados na nuvem, eliminando a necessidade de um servidor ou software no escritório.

Os serviços em nuvem simplesmente são acessados como e quando eles forem necessários. Usando a MindSphere: A Siemens Cloud for Industry (Nuvem da Siemens para a Indústria), dados de uma série de locais, podem ser captada, transferida e armazenada com segurança. Os próprios usuários definem de quais dados precisam para obter a visão geral necessária. Eles podem trabalhar com estes dados e disponibilizá-los aos colegas ou para outras partes envolvidas. “Existem três conceitos: A nuvem pública, a nuvem privada e o servidor privado. Eu acredito firmemente que isto oferece um enorme potencial,” diz Gunther Walden, responsável pela área de Bebidas e Alimentos na Siemens.

Rastreamento usando ondas de rádio, testes simulados

Outra importante ajuda para a indústria cervejeira é o RFID: Identificação por radiofrequência é o nome dado a uma tecnologia que envolve sistemas de emissão e recepção para identificação e localização automática de objetos com a utilização de ondas de rádio. A necessidade de contato físico com itens a fim de identificá-los e designá-los não existe mais. Um sistema RFID é composto por uma etiqueta ou um rótulo vinculado a um objeto que contém um código de identificação e um dispositivo de leitura para escanear os dados. Os cervejeiros também podem ser beneficiados com esta tecnologia, que abre um grande leque de novas possibilidades: “Esta tecnologia torna visível toda a cadeia de produção e abastecimento, permitindo o monitoramento dos fluxos de materiais. Isto significa que o operador saberá precisamente onde está qual garrafa e qual rótulo em qualquer momento. A cervejaria é capaz de planejar de forma eficiente e precisa como controlar seus processos,” explica Walden.

Walden não prevê nenhum limite ao escopo de automação nas cervejarias. Os sistemas são ideais para empresa de qualquer porte e permitem ajuste flexível. “Dificilmente poderá haver outra indústria que possa ser tão dimensionada e que permita a fabricação de lotes tão pequenos de um único produto como na fermentação da cerveja. O que sempre faz sentido depende da operação individual. Tomando a rota da automação, tudo pode ser totalmente documentado,” explica Walden.

Hoje também já possível usar simulações: Antes de decidir converter para um produto diferente ou comprar novos equipamentos, as cervejarias podem antes testar sua capacidade em uma base virtual. “A introdução da automação vai liberar mais tempo para os mestres cervejeiros prestarem atenção à fabricação da cerveja e criar novas receitas,” ele prevê. Com este tempo criativo extra à sua disposição, quem sabe que intrigantes novos produtos de cerveja aparecerão nos próximos anos juntamente com as variações exóticas já populares contendo pimentão, coentro, limão ou gengibre, bem como novos tipos de cerveja “amarga”, em cumprimento da Lei da Pureza da Cerveja, e onde cervejeiros aventureiros vão experimentar em seguida em seu impulso por inovações.

Assim, a Siemens incentiva as cervejarias a se tornarem mais flexíveis e conquistarem maior eficiência. Isso culmina no aumento da produtividade. Dada a importância específica de excluir qualquer possível risco no setor alimentício, também é feita provisão ideal para garantir a segurança de dados com facilidade para definir precisamente quem está autorizado a acessar o sistema. A extensa documentação de todas as etapas de trabalho e, em particular o processo de amostragem, permitem aos fabricantes fornecerem evidências sólidas de que sua cerveja está em conformidade com os regulamentos relevantes – totalmente sem a necessidade de armazenar resmas de papelada.

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Limite e tarifação da banda larga fixa aumentam divisão digital no Brasil, diz presidente da camara-e.net

A venda de internet banda larga fixa com limite de consumo pode aumentar ainda mais o abismo digital no Brasil entre os que têm e os que não têm acesso à rede de alta velocidade. Quem tem não vai poder pagar o custo e vai sair da inclusão digital, representando um retrocesso para um país que, ao menos nesse campo, é reconhecidamente inovador. É o que afirma Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Segundo ele, os consumidores menos favorecidos, que contratam pacote de internet básico em suas casas, serão os mais afetados pela decisão das operadoras de deixar de oferecer planos ilimitados para cobrar por franquia de dados. Eles teriam que pagar mais para ter acesso ao YouTube ou Netflix, dois dos serviços de streaming mais consumidos pelos brasileiros.

“O Brasil é reconhecido internacionalmente por promover a inclusão, a liberdade e a diversidade na Internet”, diz Lopes. “Implantar a cobrança por franquia é quase como voltar à época da internet dial-up, limitando a capacidade de acesso à cultura, à informação e a serviços na web”.

Em março, a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) divulgou os resultados de uma pesquisa de satisfação do consumidor de telefonia fixa, banda larga fixa e internet móvel pré e pós-paga. O serviço de banda larga fixa foi o mais mal avaliado.

No modelo que querem as operadoras, caso o limite da franquia seja ultrapassado, a empresa poderá diminuir a velocidade e até cortar a internet. Além disso, o acesso ficará mais caro, pois os planos básicos oferecidos pelas operadoras dificilmente permitirão assistir a um filme on-line.

Também os negócios de determinados segmentos seriam seriamente afetados pela cobrança diferenciada do acesso à Internet. Empresas que exploram e tornam acessíveis via web vídeos on-line – segmento que vem registrando crescimento considerável no Brasil – não resistiriam ao impacto. “As pequenas e médias empresas serão igualmente afetadas pelo encarecimento do custo dos serviços e, com isso, sua capacidade e competitividade seriam reduzidas drasticamente”, diz Lopes.

A economia digital, incluindo aplicativos de mensagens interativos já nacionalmente adotados (Whatsapp e Facebook, por exemplo) e seus usuários, seriam diretamente afetados, já que os consumidores de banda móvel veriam substancialmente diminuída a sua capacidade de utilização em razão da redução do pacote de dados com as operadoras.

A ideia de cobrança por pacotes de consumo de dados – semelhante à que já ocorre com a internet móvel – começou em fevereiro, quando a Vivo anunciou que colocaria limite mensal no acesso à internet banda larga fixa em seus serviços de fibra ótica e ADSL. Ganhou força quando as operadoras Oi, Net, Claro e TIM aderiram à ideia. O assunto correu as redes sociais, esquentando o debate sobre a neutralidade da rede, um dos pontos do Marco Civil da Internet, aprovado em 2014, que carecem de regulamentação.

O debate culminou com a declaração do presidente da Anatel, João Rezende, de que a “era da banda larga fixa ilimitada tinha acabado”. Nas redes sociais, o barulho foi tão grande que o ministério das Comunicações, André Figueiredo, declarou quem as operadoras terão de continuar com a venda do serviço sem limitação de consumo.

A situação traz à tona novamente a discussão sobre a necessidade de respeito às disposições do Marco Civil. Principalmente na questão da neutralidade da rede. Pelo Marco, as operadoras não podem diferenciar o tipo de dado que está sendo trafegado. Ou seja, conteúdo multimídia servidos por empresas de streaming teriam o mesmo tratamento de um dado gerado por um simples site.

A camara-e.net vem discutindo esse tema em reuniões com seus associados e representantes do governo desde a aprovação do Marco Civil e mantém a posição de que para que a internet no Brasil seja de fato inclusiva, todos os dados que trafegam pela rede devem receber igual tratamento. Propõe, por isso, que esse tema seja amplamente discutido – e de forma transparente – com a sociedade brasileira, incluindo, reguladores, empresas e consumidores, de forma que o espírito da lei seja mantido e o Brasil possa continuar o caminho para construir um sociedade digitalmente inclusiva e respeitadora dos seus mais importantes princípios constitucionais.

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Infor cresce 153% em transações na nuvem no setor de Healthcare, em 2015

A Infor, empresa de software empresarial na nuvem, anunciou na HIMSS 2016 sucesso significativo no setor de healthcare. Aplicações de saúde para a gestão de capital humano, gestão financeira e empresarial, gestão de supply chain, análises avançadas e interoperabilidade contribuíram para cerca de 450 novos negócios ou expansões em 2015. Estão inclusos nessas frentes o Children’s Health, UNC Health, Jackson Health System, Confluence Health, Memorial Health System e o Liberty Healthcare Management. A empresa continua a ver a aceitação de soluções em Cloud da Infor em todo o setor de saúde. Atestando isso, a divisão de Healthcare da Infor teve um aumento de 153% em suas operações comerciais de serviços em cloud, comparando o período de 2015 com 2014.

O Infor CloudSuite Healthcare oferece visibilidade em todas as esferas de uma organização, tudo dentro de uma infraestrutura segura projetada para atender as necessidades de hospitais comunitários, redes de distribuição integradas, centros médicos acadêmicos, hospitais infantis, instalações de cuidados de longo prazo, centro de cuidados intensivos, ambulatórios e clínicas particulares. Com uma simples atualização de programa os clientes Infor tem uma trajetória simples até o Infor CloudSuite Healthcare, no Amazon Web Service (AWS), tendo acesso a novas funcionalidades e capacidades, utilizando-se de tecnologias inovadoras em análise de dados, aplicações para mobiles e tecnologias colaborativas que aumentam tanto a produtividade quanto a eficiência dos usuários.

“Quando nos mudamos para a nova arquitetura usando a nuvem como a nossa força motriz, economizamos cerca de US$ 400.000 em despesas operacionais anuais”, disse Bill Hofrichter, Chief Operating Officer da Concordia Plan Services. “Nossa análise final foi a de que a solução de nuvem da Infor funcionou muito bem na prática além ser extremamente eficiente em redução de custos” completou o COO da Concordia.

Além disso, as soluções de interoperabilidade clínica oferecidas para prestadores de serviços de saúde ajudam a colocar os pacientes como prioridade de seus negócios. Com o Infor Cloverleaf, as organizações podem tomar melhores decisões operacionais, financeiras e clínicas, permitindo que os usuários compartilhem informações e dados de pacientes em sistemas distintos, integrando dados de diferentes EMRs e ERPs, por exemplo. Com a capacidade de intercâmbio de dados e a possibilidade de novos insights, empresas da área da saúde podem melhorar o gerenciamento de troca de informações clínicas, apoiar provedores não eletrônicos de registro médico (EMR), além de facilitar referências e consultas, compartilhando uma visão consolidada dos registros de um paciente. Já as aplicações de inteligência de negócios da Infor buscam oferecer análises significativas para a indústria da saúde, identificando oportunidades de redução de custos, melhorias de contratação e gestão pessoal além de aumentar a colaboração com aplicações de análise, que foram construídas por especialistas de saúde para o setor de saúde.

A Liberty Healthcare é uma organização que vem utilizando o Infor Lawson Financial Suite com sucesso, tendo integração com as principais ferramentas de RH e folhas de pagamento e recentemente mudou suas aplicações para a nuvem. “Nossa decisão de migrar nossas soluções para a nuvem focou principalmente o fator agilidade. Como a tecnologia muda constantemente e, obviamente, de forma muito rápida, temos de nos manter atualizados da melhor maneira possível, fazendo isso com o apoio dos usuários finais, que usam essas ferramentas em seu dia a dia”, disse Richard Gallo, vice-presidente de Tecnologia da Informação, da Liberty Healthcare. “A Infor tem sido um parceiro estratégico. Eles não estão trabalhando de forma isolada, contando sempre com a nossa opinião, o que é muito importante para nós” completou o VP da organização.

As soluções de gestão de capital humano da Infor oferecem ferramentas para atrair, reter, desenvolver e envolver talentos. Os usuários podem desenvolver melhor os funcionários, reduzir a rotatividade de pessoal contratando os candidatos certos, alinhar e avaliar melhor a equipe de forma que esse processo melhore e equalize a carga de trabalho dos funcionários, sempre com base na atividade dos pacientes, ganhando apoio end-to-end para programar, avaliar, atribuir funções e rastrear equipes de enfermeiros, transformando os serviços de RH e o engajamento dentro da empresa. Criado especificamente para o processo de seleção de pessoal, o Infor Talent Science ajuda a identificar os melhores candidatos ao emprego antes de realizar entrevistas, o que é importante em uma indústria que depende de pessoas para prestar cuidados aos pacientes. Organizações respeitadas, tais como o Children’s Health, de Dallas, e o Nationwide Children’s Hospital utilizam o Infor Talent Science.

“A Infor é a melhor opção para as organizações de saúde, porque somos especialistas no assunto Healthcare, que compreende as exigências necessárias para operar uma empresa do setor, mantendo uma perspectiva de negócios sem deixar o comprometimento com a saúde do paciente de lado.”, disse Mike Poling, gerente geral da Infor Healthcare. “À medida que o setor de saúde evolui, as organizações precisam de uma fonte de dados e insights de negócios confiável, que acrescente alinhamento organizacional e conectividade em tempo real para as empresas. Isto é o que a Infor oferece”.

Para mais informações acesse o site: http://www.infor.com/industries/healthcare/.

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Conheça aplicativos que podem ser úteis na viagem de feriado

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O feriado de Tiradentes está chegando e muitas pessoas vão aproveitar os quatro dias de descanso para viajar. Para aqueles que gostam de facilidades e querem evitar a correria, alguns aplicativos podem tornar a ocasião ainda mais agradável. São os casos dos apps Easy Carros, Singu, Parafuzo, Airbnb e PegCar.

“Vivemos em uma época em que a tecnologia, em conjunto com o conceito de economia compartilhada, permite que tenhamos uma série de facilidades. Por conta disso, precisamos estar antenados e aproveitar as oportunidades que temos em mãos, seja para gerar receita ou apenas para facilitar nosso dia a dia”, analisa Fernando Saddi, CEO da Easy Carros.

Confira abaixo os aplicativos que podem ser úteis para o feriado:

Easy Carros: Disponível para Android, iOS e web, a Easy Carros conecta donos de veículos a profissionais de serviços automotivos. A proposta é facilitar o dia a dia do usuário, já que pela plataforma ele consegue solicitar e agendar serviços como lavagem ecológica, enceramento, polimento, troca de óleo, entre outros, que podem ser realizados na sua casa, estacionamento ou trabalho e em horário flexível. Pode ser útil antes ou depois da viagem.

Singu: Disponível para Android e iOS, a Singu é um marketplace de beleza e bem-estar que conecta profissionais do ramo a consumidores e o atendimento pode ser realizado no local de preferência do usuário. A plataforma oferece serviços de manicure, cabeleireiro, maquiador e massagista. Pode ser útil antes ou durante a viagem.

Parafuzo: Disponível para Android, por meio do Parafuzo Express e web, o Parafuzo oferece serviços para casa, como limpeza, elétrica, hidráulica, pintura e outros. Pode ser útil antes ou depois da viagem.

Airbnb: Disponível para iOS, Android e web, o Airbnb permite que os usuários encontrem hospedagens alternativas. É um marketplace que conecta donos de imóveis com interessados em alugar. Por meio da plataforma é possível anunciar, procurar e reservar hospedagem para diversos destinos ao redor do mundo. Pode ser útil antes da viagem.

PegCar: Disponível apenas para web, o PegCar é um serviço de compartilhamento de carros. Pela plataforma é possível alugar um veículo de terceiros, ou disponibilizar seu próprio veículo para o aluguel. Pode ser útil durante a viagem, tanto para quem quer alugar um carro, como para quem pretende conseguir uma renda extra durante o feriado.

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Maior frota, mais conexão

Por Fábio Matias, Diretor de Negócios Corporativos da Zenvia

A frota de veículos vem crescendo sistematicamente nos últimos anos no Brasil. Dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT) revelam que o País registrou um aumento de 122% no total de veículos de 2004 a 2014, superando 84 milhões de unidades. Além disso, projeções da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicam que a frota brasileira deverá mais que dobrar nos próximos 18 anos, chegando a mais de 95 milhões de unidades em 2034.

Com o aumento da quantidade de veículos em território nacional, empresas de logística e de gestão de frotas, além de órgãos governamentais do setor de transporte, passaram a investir mais em tecnologias para comunicação, gestão e melhoria na qualidade dos serviços prestados.

Como exemplo de adoção de novas tecnologias nesse setor, podemos citar uma ampliação considerável no uso de SMS (Short Message Service – ou Serviço de Mensagens Curtas), ferramenta utilizada por empresas para envio de textos via mobile.

Um case recente do uso dessa tecnologia pelo setor de transportes é o projeto realizado pela Zenvia para aprimorar a comunicação de um órgão governamental de trânsito com os proprietários de automóveis no Brasil. Com o envio de SMS, unidades desse órgão em todo o País passaram a manter motoristas informados em tempo real sobre assuntos relacionados à situação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do veículo, como multas, pontuação, solicitação de segunda via da CNH e agendamentos.

Na gestão de frotas e operações logísticas, há exemplos do uso do SMS para melhorar a produtividade e o nível de serviços, reduzir riscos e custos, destacando o disparo automático em pontos de controle da carga, aviso de entrega e recebimento, aviso de alteração de rota etc. Neste quesito, cito como exemplo o uso de SMS por cooperativas de taxi que utilizam a tecnologia para aviso de tempo para locomoção até o passageiro, modelo e placa do carro, cancelamento de viagens, entre outros.

Outro setor importante para a implementação de SMS é o de transporte público, por exemplo, com o envio de alertas e avisos sobre a situação das estações de metrô, operações das linhas, manutenção de trens e até envio de denúncias por parte dos usuários.

Considerando um universo no qual nem todos os brasileiros têm acesso à Internet móvel, o SMS ganha ainda mais importância e chega a atingir uma taxa de abertura de 98%. Além disso, traz as vantagens da entrega da mensagem em tempo real e da possibilidade de segmentação por público.

Tecnologias relacionadas ao mobile e focadas na comunicação em tempo real são frentes estratégicas de comunicação para empresas do setor de transporte que visam superar os desafios atuais, com recursos de baixo custo e elevada eficiência. Também é preciso ter em mente que investir nesse universo é uma oportunidade para tornar o atendimento ao consumidor mais eficiente e dinâmico, consequentemente, ampliando o tão desejado engajamento dos clientes com a marca.

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E-mail corporativo: 4 fatores importantes que garantem a segurança de informações confidenciais

Um dos temas mais discutidos no mundo dos negócios é a maneira correta de se usar o e-mail corporativo através de um dispositivo móvel. Diversas informações importantes e confidencias acabam sendo vazadas, trazendo um enorme prejuízo para as empresas.

Pensando nisso, a Navita – empresa líder em mobilidade e telecom – apresenta 4 frentes principais que podem ser aplicadas por diferentes tipos de companhias para evitar complicações posteriores aos vazamentos de informações.

Monitoramento de e-mails corporativos

Com o monitoramento dos e-mails, conseguimos ter o controle da informação e a rastreabilidade, que permitirá identificar possíveis vazamentos. Também é importante classificar perfis de utilização do e-mail corporativo, restringindo algumas ações por grupo de usuários conforme o grau de elegibilidade para liberação de envio e download de conteúdos no dispositivo móvel.

Compartilhamento de arquivo

Impedir que o arquivo seja compartilhado, garante que a informação não seja roubada. É possível proteger os dados com diversas camadas de segurança e autenticação, assim como podemos impor restrições com o intuito de evitar que informações possam ser compartilhadas ou acessadas.

Credenciais em dispositivos móveis

Um dos maiores riscos é o roubo de credenciais (senhas). Dispositivos possuem muitas informações como: tolken, bancos online, acesos à sistemas corporativos entre outros dados. Uma saída interessante é não misturar o pessoal e o corporativo, utilizando a conteinerização dividindo o smartphone em área pessoal e profissional ou ampliando a camada de segurança que contemple também as credenciais.

Wipe remoto

O Wipe é a limpeza do dispositivo, que foi perdido ou até mesmo roubado, retornando as configurações de fábrica. Com isso, as informações confidenciais existentes no e-mail são apagadas e não se corre o risco de serem vazadas ou utilizadas para fins não desejados. Essa prática pode ser utilizada também para funcionários que foram desligados da empresa e utilizavam seu dispositivo.

“Atualmente muitas empresas acabam perdendo informações preciosas porque não possuem um sistema que restrinja o uso delas em dispositivos móveis. Esse é um tipo de dor de cabeça para as companhias que em muitas vezes pode ser evitado”, afirma Fábio Pacheco, especialista em soluções para dispositivos móveis da Navita.

Para implementação destas frentes se utiliza ferramentas de MDM (Mobile Device Management), disponíveis no mercado. A Navita possui sua própria ferramenta o Navita MDM e também faz a gestão dos dispositivos móveis por outros softwares.

Além dessas práticas para garantir a segurança em e-mail corporativo, a Navitadisponibilizou em seu site um Guia de Boas Práticas para gestão de telecom com informações e sugestões exclusivas que podem ser utilizadas pelos gestores de todos os tipos de empresa.

Para mais informações, acesse: www.navita.com.br

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Consinco prepara plano de aquisições de empresas de ERPs

A Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para supermercados e atacarejos, acaba de finalizar seu plano de expansão para os próximos cinco anos. Além do crescimento orgânico, a estratégia contempla um plano de aquisições de empresas desenvolvedoras de sistemas complementares e de similares, com atuação regional, em um claro movimento de marcação de território num mercado ainda bastante pulverizado.

A Consinco já é líder no desenvolvimento de ERPs para o autosserviço alimentar, com 35% de participação no grupo das maiores redes do País que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano. No seu portfólio, a predominância é de redes com faturamento anual a partir de R$ 100 milhões, e, pelo plano estratégico, a empresa pretende atender também às redes de pequeno e médio portes.

Segundo Flávio Barros, CEO da Consinco, o mercado de desenvolvimento de ERPs é significativamente fragmentado no Brasil, o que abriu espaço para um movimento de fusões e aquisições nos últimos anos. No segmento de atuação da Consinco, o mercado brasileiro registrou importantes transações nos últimos três anos. Ainda assim, as cinco maiores empresas concentram, juntas, pouco mais de 50% do market share brasileiro.

“O mercado de desenvolvimento de sistemas é dominado por empresas sob gestão familiar, muitas delas com forte presença em determinadas regiões do Brasil e com soluções inovadoras”, afirma Barros. “Com o plano de aquisições, a Consinco pode ampliar sua oferta de produtos e serviços à sua base e alcançar redes de pequeno e médio portes que ainda não estão no seu radar”, avalia.
Financiamento

A Consinco ainda estuda quais devem ser as principais alternativas de captação para financiar as aquisições. No entanto, a empresa não descarta buscar as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em 2013, a Consinco obteve a liberação de R$ 4,5 milhões do BNDES no âmbito do Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços da Tecnologia da Informação (BNDES Prosoft), para alavancar o crescimento dos negócios nos últimos anos.

A Consinco aplicou boa parte desses recursos na migração dos seus sistemas de gestão para uma plataforma mais avançada que também suportasse operação via WEB e utilização de dispositivos móveis para algumas funcionalidades. A empresa também ampliou equipes e participação em feiras e eventos. No ano passado, com R$ 12 milhões de recursos próprios, a Consinco investiu na construção da sede própria, em Ribeirão Preto, e na reformulação de sua logomarca.

Com tamanha mobilização de recursos e esforços, o faturamento da Consinco dobrou nos últimos quatro anos e há previsão de chegar, neste ano, aos R$ 55 milhões. Na mudança de patamar, a empresa passou a se posicionar como integradora de soluções, para atender os clientes com um mix mais amplo de produtos e serviços. Hoje estão em seu portfólio soluções de self-shopping, picking by voice, e-commerce, entre outros.

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