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Brasil, País Digital – Por Fábio Rua

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Encontrar os melhores hotéis de acordo com a sua preferência e tamanho do bolso. Ter acesso às passagens aéreas mais baratas do mercado. Pegar um táxi e não se preocupar com o pagamento, que é automaticamente debitado no seu cartão de crédito. Poder se planejar com uma previsão do tempo cada vez mais precisa. Fazer compras pelo celular, de onde você estiver. Ter sua saúde avaliada em tempo real. Poder se comunicar absolutamente sem fronteiras, com qualquer pessoa do mundo, por voz, texto ou imagem.

Nenhuma novidade até aqui, não é? Por mais que esses serviços sejam relativamente novos, eles já estão tão incorporados ao nosso dia a dia que mal conseguimos imaginar a nossa vida sem eles. E essa não é a afirmação de um jovem da geração milênio, mas de alguém que nasceu na época em que os hábitos e comportamentos das gerações, eram separados e rotulados pelas últimas letras do alfabeto.

O fato – e agora, eu terei de entrar em um tema um pouco mais pesado – é que todas essas facilidades só são entregues ao custo de uma quantidade enorme dos nossos dados. Para pegarmos um taxi ou fugirmos do trânsito, o aplicativo precisa de informações como o nosso local, conta de rede social e número de cartão de crédito (para o exemplo do taxi). Se quisermos ter os nossos passos, pressão e batimentos cardíacos monitorados, precisamos criar uma conta, gerar uma senha e permitir que o aplicativo, grudado no nosso corpo, colete e faça todas as análises necessárias para nos recomendar metas, treinos e até nos comparar a outras pessoas com características similares às nossas.

Outra informação de domínio público é a de que, ao trafegarmos pela rede, muitas vezes, sem o nosso consentimento, nossos dados acabam sendo comercializados, publicados ou utilizados de forma abusiva. Por outro lado, como já mostrei acima, sem eles, serviços básicos podem ficar inoperantes, sem conseguir atender às crescentes demandas de uma sociedade cada vez mais conectada.

Achar um ponto de equilíbrio entre privacidade e acesso a informações é um dos maiores desafios de empresas e governos em todo o mundo. Atualmente, mais de 100 países possuem regulações consolidadas sobre o assunto. E o Brasil não é um deles. O que não quer dizer que o nosso governo não esteja engajado na discussão. Muito pelo contrário. E é aí que mora o perigo, já que a atenção que o governo vem dando a este tema é desproporcional ao interesse que a sociedade civil tem demonstrado em acompanhar o assunto.

E este não é um tema exclusivo da indústria de tecnologia. Todo e qualquer cidadão, empresário ou representante de órgão público pode ser afetado por uma eventual lei que restrinja o uso de dados. Para evitarmos que isso aconteça, é importante que o debate ganhe nova dimensão e engajamento.

Para contribuir com a alteração deste quadro, gostaria de convidá-lo a acessar e a seguir o site Brasil, País Digital (www.brasilpaisdigital.com.br).

Desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e uma série de parceiros institucionais, sua proposta é a de que a página seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

Por meio dele, pretende-se esclarecer sobre a real necessidade do uso de dados na economia digital. E a partir daí, estimular a participação efetiva nas discussões legislativas sobre o tema, que avançam rapidamente.

Concordo totalmente que o Brasil tenha uma lei de proteção de dados. Até porque, estamos bem atrasados na regulamentação deste tema. Na América Latina, por exemplo, Argentina, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Chile já aprovaram leis específicas para garantir a privacidade dos usuários.

O único cuidado que precisamos tomar é o de que a legislação a ser aprovada não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas.

Nesse contexto, o papel dos reguladores deve ser o de estender os benefícios da internet para ainda mais empresas, governos e indivíduos, estabelecendo confiança nas tecnologias, garantindo a privacidade, a segurança dos dados e incentivando ainda mais a participação popular em um debate vital para o futuro do nosso país.

O Brasil que eu gostaria que os meus filhos crescessem é transparente, acessível, estável, seguro e livre. Igualzinho aos direitos que eu gostaria que os governos assegurassem para mim e para os meus filhos neste mundo hiperconectado e cheio de oportunidades que é a internet.

Bora se engajar?

www.brasilpaisdigital.com.br

* Fábio Rua é Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e Diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da IBM América Latina. Graduado em Relações Internacionais (FAAP), possui pós-graduação em Diplomacia Econômica (UNICAMP) e mestrado em Gestão de Negócios Internacionais (FGV/RJ). É coautor dos livros Manual de Diplomacia Corporativa (Editora Atlas – 2007), Brasil e os Grandes Temas do Comércio Internacional (Editora Aduaneiras – 2005) e Alca: Riscos e Oportunidades (Editora Manole – 2003).

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Startups têm mais duas semanas para se inscrever no CODE_n16

Prêmio no valor de 30 mil euros será entregue a uma startup finalista concorrendo em um dos quatro temas da competição: FinTech Aplicada, Connected Mobility, HealthTech e Fotônica 4.0

Depois de quatro anos e mais de 1.500 inscritos de 60 países, pioneiros digitais ainda podem se candidatar à quinta edição do GFT CODE_n para concorrer ao GFT CODE_n Award e a um prêmio de 30 mil euros. O prazo de inscrição é 31 de maio de 2016. O concurso deste ano vai abordar quatro temas centrais: Applied FinTechs, Connected Mobility, Healthtech e Fotônica 4.0. Startups do mundo inteiro podem se inscrever através do www.connect.code-n.org

Até agora, startups de 21 países já aproveitaram a chance de participar no concurso. Um júri de especialistas irá selecionar as 50 melhores finalistas, que terão a oportunidade de apresentar seus modelos de negócios no CODE_n new.New Festival, de 20 a 22 de setembro de 2016, no Centro de Arte e Mídia (ZKM – Zentrum für Kunst und Medientechnologie) da cidade de Karlsruhe, na Alemanha

Por que as startups devem participar do CODE_n CONTEST?

As primeiras 50 finalistas têm a oportunidade de: ganhar o CODE_n Award, no valor de 30 mil euros, apresentar a sua empresa e seu modelo de negócio durante os três dias de festival, conquistar potenciais clientes, parceiros de negócios, investidores e a mídia, iniciar atividades em colaboração com marcas globais e estabelecer contatos internacionai, se beneficiar das oportunidades de networking como um membro do CODE_n Alumni e CODE_n Community e, por fim, participar ativamente em conversas, pitch sessions ou workshops com outros parceiros CODE_n

Termos e condições de participação para startups

Empresas fundadas em 2011 ou após este ano, que tenham um modelo de negócio digital que se enquadre em um dos quatro temas da competição e com um time de visionários que esteja expandindo as fronteiras da transformação digital.

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Startup mineira quer revolucionar mercado de classificados

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Lançada em 2016 e com a missão de ser diferente dos grandes players do mercado, o portal de classificados SempreDaNegocio promete revolucionar o setor de classificados. Com mais de 320.000 anúncios de imóveis e 240.000 de veículos, o site oferece anúncios gratuitos e planos onde o anunciante pode obter seu próprio site, interação com plataformas mobile, integração com mídias sociais e alcançar maior exposição dos anúncios.

Segundo o fundador do site, Mauricio Zanatta, “Criamos uma plataforma diferente, com base em uma pesquisa que realizamos com mais de 1.300 pessoas em 12 estados brasileiros, além de analisarmos o mercado em países como Estados Unidos, Argentina e México. Esse levantamento foi essencial para criar um portal totalmente usual, priorizando a necessidade do usuário”.

A plataforma aposta em 4 diferentes ramos de atuação: imóveis, veículos, eletrônicos e equipamentos. “Realizamos um projeto piloto na cidade de Uberaba (MG) e a aceitação foi ótima, agora preparamos nosso portal para suportar a demanda de todo o Brasil”, afirma Mauricio. Em abril, o portal registrou 92% de aceitação entre seus usuários e crescimento de 130% ao mês. A startup também pretende ser uma opção para estrangeiros que buscam hospedagem nos jogos olímpicos, através de seus anúncios.

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MGTI e Centro de Desenvolvimento Profissional de Stanford reeditam Programa de Inovação e Empreendedorismo

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A Fumsoft, no âmbito do programa MGTI, e a Universidade de Stanford, através do Centro de Desenvolvimento Profissional, SCPD em inglês, trazem ao Brasil, por Minas Gerais, uma nova edição do Programa de Inovação e Empreendedorismo. Trabalho de extremo sucesso, que teve seu primeiro momento em 2014, atendendo a 25 empresas mineiras. É uma oportunidade imperdível, que se renova, para os empreendedores que desejam incorporar a inovação à estratégia de crescimento de suas empresas.

Agora em 2016 o Programa de Stanford capacitará mais 25 empresas, com dois participantes de cada uma delas. Empresas de base tecnológica de todo país podem se inscrever e participar. O coordenador Wilson Caldeira, que responde pelo Programa de Inovação e Empreendedorismo em terras brasileiras, é enfático ao dizer por que as empresas devem participar, “porque esse é o melhor programa de inovação e empreendedorismo do mundo, comprovado pelas 25 empresas da turma de 2014”. Em relação ao foco que terá a edição de 2016, Caldeira afirma, “continuaremos contribuindo para o aumento da competitividade das empresas brasileiras de base tecnológica para competirem em nível mundial”.

A nova edição

Neste ano o programa terá webinars ao vivo em 28/09, 11/10 e 26/10; curso online entre 29/09 e 28/10; e atividades presenciais, no campus de Stanford, entre os dias 31/10 e 04/11. Questionado sobre destaques do Programa de Stanford, Wilson Caldeira lembra que, “essa capacitação não é apenas um curso, mas um programa que começa em Stanford e termina com o sucesso empresarial, conforme pode ser atestado pelas empresas que participaram da primeira turma”. Citando apenas dois casos desse sucesso, temos a Solides, indicada por um dos juízes, que avaliam os pitchs das empresas no programa, para conversar com o LinkedIn e avaliar a sinergia do software apresentado em Stanford com a plataforma da rede de relacionamento profissional; e também o caso da Siteware, que após o programa recebeu um financiamento considerável pelo Criatec e abriu um escritório comercial em São Paulo.

Inspire-se

Acrescentando outros estímulos para que novas empresas participem do Programa de Stanford, Wilson Caldeira afirma que, “os resultados obtidos pelas 25 empresas que participaram em 2014, em termos de receita, lançamentos de novos produtos, investimentos recebidos e projeção internacional, segundo seus fundadores, são sem precedentes em relação a investimento e retorno. Agora em 2016, um novo grupo de empresas de base tecnológica, de todas as partes do Brasil, terá a oportunidade de participar de uma nova turma. São diversas formas de aprendizado, incluindo atividades presenciais no campus da Universidade de Stanford, webinars ao vivo com professores do programa e módulos de Ensino a Distância. Esse é o melhor caminho para transformar a visão de inovação da sua empresa em um negócio de sucesso”!

Confirmando as informações de Caldeira, recorremos ao que Marcello Ladeira disse a respeito da participação no programa, ainda em 2014, “o impacto do que vimos e aprendemos é histórico. Não estamos criando startups, mas empresas de tecnologia de classe mundial”; temos ainda o depoimento de Mônica Hauck, à mesma época, “foi uma experiência muito intensa, prática e rica. Nós aprendemos muito sobre objetividade e foco no cliente. Estas são coisas que, se não pararmos e participarmos de um programa que nos coloca em contato com diferentes culturas, principalmente com o Vale do Silício, nós não aprendemos. Precisamos viver e participar, realmente vale a pena”!

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Infor Healthcare inicia interoperabilidade clínica na América Latina

A Infor, provedora de aplicações específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anuncia hoje na Feira Hospitalar Brasil, seu compromisso em ajudar as empresas da área de saúde do Brasil e América Latina a alcançar seus objetivos de interoperabilidade clínica, por meio do investimento na solução Cloverleaf Suite, uma tecnologia líder de mercado, com um mecanismo de integração empresarial que acelera, de forma segura, a inclusão de dados dos pacientes em diferentes sistemas dentro ou fora do ambiente de healthcare da empresa.

O Cloverleaf é uma tecnologia crítica para hospitais modernos que querem operar um ambiente baseado em dados e atender os padrões internacionais HL7 como FHIR (Interoperabilidade rápida de recursos da saúde, em inglês), que padroniza a troca de informações eletrônicas no setor.

Hoje, 72% dos hospitais com 150 leitos nos Estados Unidos usam as soluções da Infor, junto com aproximadamente 5 mil clientes de 30 países. Isso inclui 300 hospitais na Alemanha, 82% hospitais públicos na Holanda, e mais de 200 no Canadá.

“Os hospitais na América Latina chegaram a um ponto crítico com o número e a complexidade dos sistemas clínicos, que têm crescido rapidamente; e é difícil manter os dados sincronizados”, afirmou Joel Rydbeck, diretor da Infor Healthcare Latam.

“A indústria de Healthcare continua avançada, e essa transformação tem levado a necessidade de otimizar a performance e gerar valor. Como líder do mercado de saúde em TI, a Infor está bem posicionada para prover soluções avançadas para a indústria de saúde da América Latina”,.

“Para acelerar essa oportunidade na América Latina, a companhia está participando da Feira Hospitalar, apresentando soluções focadas no setor de Healthcare”, afirmou Paulo Padrão, VP da Infor Brasil. A Infor está comprometida em agilizar o fluxo de dados e apoiar as organizações da área de saúde focadas no cuidado contínuo dos pacientes.”

“A parceria com a Infor nos torna capazes de atender melhor os clientes, principalmente nossos pacientes e médicos. A tecnologia nos permitiu mudar a forma como nossos dados estão estruturados e padronizados, e também ajuda nossa empresa a preparar-se para o padrão FHIR, de troca de informações eletrônicas para a área da saúde”, afirmou Shafiq Rab, médico, vice-presidente e CIO da Hackensack University Medical Center, o quarto maior hospital dos Estados Unidos em termos de admissões.

Na MedStar Mobile Healthcare, a Infor foi capaz de ajudar a organizar e integrar diferentes dados e sistemas de informações, independente do sistema de origem, formato da mensagem ou transmissão de protocolo. “Trabalhar com a Infor nos torna eficientes para compartilhar informações com menos incidência de erros. Isso ajuda clínicos da emergência com rápido acesso a informações sobre tratamentos dos pacientes, mantendo a conformidade do padrão HIPAA (de dados eletrônicos da saúde) e melhora o cuidado do paciente”, afirmou Doug Hooten, diretor executivo do MedStar Mobile Healthcare. “A Infor é um parceiro que compartilha a visão para prover um serviço eficiente, confiável e de baixo custo para emergência médica e para a comunidade”.

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Projeto brasileiro que acelera diagnóstico de câncer concorre a US$ 1 milhão em competição de startups

Uma startup pernambucana é a única representante brasileira em uma disputa internacional que vai premiar projetos de empreendedorismo social com até US$ 1 milhão. A Epitrack, empresa que desenvolve plataformas online para detecção digital de doenças, foi a vencedora na etapa brasileira do The Venture e parte para a final mundial do evento, que acontece no dia 14 de julho em Nova Iorque. A empresa concorre com propostas de responsabilidade social de outros 26 países dos cinco continentes.

A representante brasileira apresenta um projeto que une a tecnologia e os biossensores de reconhecimento de células cancerígenas no sangue antes mesmo da formação do tumor. Esses casos serão identificados e mapeados em nível global, facilitando o entendimento desta que é uma das doenças mais enigmáticas da atualidade. O projeto, que tem parceria com o Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika) da UFPE, tem como objetivo principal detectar antecipadamente indícios de alguns tipos de câncer. “Quanto mais cedo o câncer é identificado, mais fácil ele será curado. Vamos utilizar a tecnologia a favor dessa antecipação”, explica Juliana Perazzo Ferreira, Fisioterapeuta epidemiologista e sócia da Epitrack.

INSPIRE O PÚBLICO – Uma das etapas do prêmio consiste numa votação popular na internet entre os concorrentes. O The Venture destinará uma cota do prêmio no valor de US$ 250 mil (um quarto do total) durante cinco semanas, entre os meses de maio e junho, para que pessoas do mundo inteiro votem online no projeto mais inspirador. Essa etapa tem início no dia 9 de maio e vai até 13 de junho. A votação é semanal; ou seja, a campanha precisa incentivar o público a votar toda semana. Como único projeto brasileiro na disputa, a Epitrack pretende mobilizar os internautas do quinto país do mundo em número de usuários da rede (98 milhões, segundo estudo do Banco Mundial).

“A internet tem proporcionado o engajamento das pessoas em várias causas nobres. Essa é mais uma em que um simples voto pode fazer toda a diferença. Nossa expectativa em relação a final do The Venture é alta: acreditamos no impacto que nosso projeto pode ter na sociedade. Reconhecemos a qualidade dos concorrentes, mas, a saúde, como bem mais preciosos que temos, merece uma atenção especial”, explica Onício Leal, biomédico epidemiologista e sócio da Epitrack.

THE VENTURE – Sob o mote “Vença do jeito certo”, o The Venture busca encorajar os empreendedores sociais mais promissores do mundo, que têm como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo. O prêmio consiste num fundo de US$ 1 milhão para startups que usam seus negócios para criar mudanças positivas e tem a missão de inspirar pensadores empresariais para a transformação da realidade mundial. O fundo é financiado pela marca Chivas Reagal.

ETAPA BRASILEIRA – A Epitrack foi escolhida na edição nacional do The Venture por um júri especializado, composto de nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand e Maria Prata. Na final em dezembro de 2015, a empresa venceu outras três finalistas com o projeto de para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. A iniciativa busca a identificação de células cancerígenas no sangue para a prevenção e tratamento precoce da doença.

A STARTUP – A pernambucana Epitrack foi criada por Onício Leal, biomédico, epidemiologista e mestre em Saúde Pública, e Jones Albuquerque, PhD em Ciência da Computação. Atualmente conta ainda com Juliana Perazzo Ferreira, fisioterapeuta, epidemiologista, com especialização e mestrado em Saúde Pública e doutoranda em Ciência da Computação. A Epitrack atua no que o mercado chama de “eHealth”: aplicativos e solução de Internet em conjunto com outras tecnologias de informação, focada na melhoraria do acesso, da eficiência, da efetividade e da qualidade dos processos clínicos e assistenciais necessários a toda a cadeia de prestação de serviços de saúde.

A empresa surgiu com a ideia de criar mecanismos para facilitar a coleta colaborativa de dados de ocorrências epidêmicas e mapeamento de surtos de doenças infecciosas. É responsável por aplicativos como “Saúde na Copa (2014)” e “Guardiões da Saúde (2015/2016)” (Brasil), “Flu Near You” (EUA e Canadá), “Salud Boricua” (Porto Rico), utilizados para identificar cenários de epidemias de síndromes respiratórias (Influenza), diarreica ou exantemática (inclusive por arbovírus como Dengue, Chikungunya e Zika).

A ideia é encorajar os usuários a compartilhar e descrever os sintomas, coletando os dados colaborativos que geram mapas interativos e mostram os locais afetados em diferentes áreas. O objetivo das plataformas, sites e aplicativos, é identificar rapidamente o risco de surtos e epidemias de doenças infecciosas para gerenciar a resposta efetivamente. Esses dados transmitidos em tempo real permitem que autoridades de saúde analisem cenários de risco. Quando é identificado um grupo de usuários com mesmos sintomas, no mesmo espaço e tempo, pode ser um indicativo de surto. Então as equipes de vigilância epidemiológica podem atuar na investigação e interrupção oportuna de ocorrência, agindo de forma mais rápida. Todas essas plataformas se encaixam na área que é conhecida como Detecção Digital de Doenças (DDD).

O financiamento do The Venture capacitaria o finalista brasileiro a dar andamento a um projeto para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. Desde 2015, a Epitrack realiza uma parceria com o LIKA-UFPE, laboratório que desenvolve pesquisas há 30 anos e desde 2005 utiliza a abordagem de biossensores, dispositivos que coletam pequenas quantidade de sangue e que são capazes de gerar diagnóstico para diversas doenças, incluindo não-transmissíveis, como o câncer. A parceria Epitrack-Lika gerou a oportunidade de desenvolvimento conjunto de uma solução baseada em biossensores e detecção digital de doenças para entender como o câncer tem se distribuído nas populações, favorecendo a compreensão epidemiológica da doença que representa um dos grandes problemas de saúde no mundo.

Seria possível, por exemplo, construir cenários epidemiológicos para câncer de mama, próstata e colo do útero, ampliando o número de exames realizados em todo o continente americano. Os recursos do prêmio seriam utilizados para expandir a área de atuação da startup e melhorar o laboratório de pesquisas, ampliando ainda contratações no campo de biologia molecular e de engenheiros de hardware.

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A cada minuto são registrados mais de R$ 3,6 mil em tentativas de fraude no e-commerce

A ClearSale, empresa especializada em soluções antifraude para transações comerciais de diversos segmentos do mercado, anuncia os dados do Mapa da Fraude 2016. Os números revelam que, em 2015, a cada minuto, R$ 3.610,20 foram registrados em tentativas de fraude nas compras feitas pela internet. Isso representa 4,40% de todas as transações em lojas virtuais no Brasil, número este que supera do ano anterior, onde chegou a 4,10%. A pesquisa foi realizada entre janeiro e dezembro a partir do cálculo do percentual de tentativas de fraude e valores movimentados no e-commerce.

O Sudeste continua como uma das regiões com menor crescimento. Em 2014, a região alcançou a marca de 3,57% de tentativas de fraude contra 3,90% em 2015. São Paulo foi o estado com menor acréscimo, passando de 3,89% para 4,07%. Enquanto isso, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro passaram de 2,93%, 2,99% e 3,32% para 3,70%, 3,40% e 3,80%, respectivamente.

Em relação aos segmentos mais procurados pelos fraudadores na região Sudeste, o setor de aparelhos e jogos de videogame continua em primeiro lugar, com 11,3%, seguido de telefonia celular (9,3%) e artigos esportivos (5,6%). Acessórios (5,4%) e eletrônicos (5,3%) ficam em quarto e quinto lugar.

Já em nível nacional, as categorias também são ocupadas por videogames e telefonia celular na primeira e segunda posição, com 11% e 10,1%, respectivamente. O terceiro lugar fica com acessórios (6,2%), seguido de artigos esportivos (5,7%) e eletrônicos (5,5%).

Para Omar Jarouche, gerente de Inteligência Estatística da ClearSale, apesardos índices de tentativas de fraude, os consumidores não devem temer as compras no e-commerce. ”Atualmente, existem soluções eficientes no mercado para barrar as ações dos fraudadores e grande parte das lojas virtuais já adota sistemas de prevenção”, informa o executivo.

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Pela primeira vez registrada no estudo, a tentativa de fraude por dispositivos móveis já representa 5,6% do total no Brasil. De acordo com o Mapa da Fraude 2016, a região Norte teve a maior incidência, com 8,6% e o Sul teve a menor taxa de tentativa de fraude, com 3,1%.

Os segmentos mais procurados pelos fraudadores via mobile no Brasil foram: games (11,5%), celular (9,6%), eletrônicos (7,3%), informática (4,9%) e acessórios (4%).

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Victor L. Lund é o novo presidente e CEO da Teradata

A Teradata (NYSE:TDC) anunciou que seu conselho administrativo elegeu Victor L. Lund como novo CEO da companhia. Lund é membro do conselho administrativo da empresa desde 2008 e irá substituir Mike Koehler, que deixou a presidência da Teradata, assim como o cargo de CEO e seu lugar no conselho da companhia.

Lund tem como marca registrada de sua carreira supervisionar e executar transformações, agregando crescimento e desenvolvimento em todos os setores que atuou. O novo CEO da Teradata irá agregar valores operacionais e de liderança, tendo conhecimento de gestão financeira e perspectiva de negócios globais.

“Vic é um importante membro no Conselho Teradata, além de ser peça fundamental na supervisão das recentes transformações da companhia”, disse Jim Ringler, presidente do Conselho Administrativo da Teradata. “Ele tem uma compreensão profunda dos nossos negócios, operações e estratégias implementadas. Na Teradata, estamos realizando uma transformação abrangente, incluindo nossas tecnologias e estratégia de mercado. Estamos confiantes de que, sob o comando de Vic, a Teradata irá estar preparada para aproveitar os benefícios dessas mudanças, construídas sobre os pontos fortes da empresa, impulsionando o crescimento no longo prazo e consequentemente aumentando o valor da companhia para os acionistas. Como CEO, Vic irá estar focado em planejamento de desenvolvimento e sucessão organizacional, implementando a liderança necessária nessa nova fase da empresa.”

“Em nome do Conselho Administrativo e da Teradata, eu quero agradecer Mike por suas muitas contribuições à companhia. Durante seu mandato como CEO da Teradata, Mike colocou a empresa como líder de mercado sem perder o reconhecimento dos principais analistas da indústria de inovação tecnológica. Mike será sempre conhecido por seu compromisso permanente para com o sucesso dos clientes”, acrescentou Ringler.

“Tem sido um privilégio liderar funcionários tão talentosos nos últimos 14 anos, estou extremamente orgulhoso das muitas realizações que a equipe Teradata alcançou durante o meu mandato. Eu acredito que agora é o momento certo para uma nova liderança que irá levar a empresa adiante” disse Mike Koehler.

“É uma honra ser nomeado Presidente e CEO da Teradata”, disse Lund. “Durante o meu tempo no Conselho Teradata, pude saber exatamente onde estamos, mas, mais importante do que isso, consegui aprender para onde precisamos ir. Eu tenho uma paixão pela Teradata e pela nossa transformação, tendo a intenção de supervisionar pessoalmente algumas mudanças necessárias. Com o apoio da talentosa equipe da Teradata, vamos otimizar nossa estratégia de mercado, desenvolver novas soluções baseadas em nuvem e oferecer a flexibilidade que nossos clientes precisam, revigorando nossa organização e liderança de mercado, entregando bons resultados a nossos acionistas” completou o novo comandante da companhia.

Sobre Victor L. Lund

Lund foi presidente do Comitê de Auditoria no Conselho Administrativo da Teradata. Ele era o presidente não-executivo do conselho da DemandTec, Inc., uma empresa de capital aberto que atuava na área de aplicações on-demand entre 2006 e 2012. Anteriormente, Lund foi presidente não-executivo do conselho da Mariner Health Care, Inc., uma empresa de health care, ocupando esta posição entre os anos de 2002 a 2004, trabalhando também como vice-presidente da Albertson Inc., entre 1999 a 2002. Além de todas essas posições, Lund foi presidente do Conselho da American Stores Company de 1995 a 1999 e chefe diretor executivo da entidade de 1992 até 1999. Durante sua carreira de 22 anos, Lund ocupou vários cargos executivos operacionais. Victor Lund também atuou como diretor de Service Corporation Internacional em uma série de conselhos de empresas de capital aberto, incluindo Del Monte Foods Company e Delta Airlines.

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Pontofrio começa vendas de computadores da 6ª geração Intel

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Até o dia 15 de junho, o Pontofrio, em parceria com a Intel, realiza a campanha da nova 6.ª geração dos processadores Intel® Core. A ação acontece em todas as lojas da varejista no Brasil, e disponibilizará aos clientes a possibilidade de parcelamento no cartão Ponto Frio em até 18 vezes sem juros, além de condições especiais para notebooks somente nesse período.

Considerado o melhor processador Intel Core de todos os tempos, a 6.ª geração melhora o desempenho dos notebooks oferecendo uma nova experiência de uso. Na comparação com outras gerações, os novos modelos têm até 2,5 vezes mais velocidade de navegação, 3x mais duração de bateria, e imagens gráficas HD até 30x melhores do que um PC de cinco anos atrás. Com isso o usuário poderá assistir filmes em alta resolução, jogar os games mais modernos do mercado e ainda trabalhar, comprar e se divertir com mais tempo de bateria.

“É importante tanto para o varejo quanto para a indústria parcerias como a que estamos promovendo entre Pontofrio e Intel, pois dá aos consumidores a oportunidade de adquirir produtos de ponta com condições de pagamento adequadas aos mais diversos perfis de clientes”, analisa Henrique Vendramini, diretor Executivo Comercial da Via Varejo, empresa que administra as marcas Pontofrio e Via Varejo.

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Executivo da Fiat Chrysler Finanças é o novo presidente da ANEF

Gilson de Oliveira Carvalho foi eleito para o mandato de três anos como presidente da entidade
A ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) elegeu o seu novo presidente, que vai representar os bancos ligados às fabricantes de veículos e motocicletas, a partir deste mês, no triênio 2016-2019. O cargo será exercido pelo CEO da Fiat Chrysler Finanças, vice-presidente do Banco Fidis e responsável pela gestão de tesouraria e serviços financeiros do Grupo FCA na América Latina, Gilson de Oliveira Carvalho, que até este ano era vice-presidente da entidade.

Carvalho substitui a Décio Carbonari – atual presidente do Banco Volkswagen, da Volkswagen Corretora de Seguros e do Consórcio Nacional Volkswagen – que presidia a ANEF desde maio de 2010.

“É uma honra e um desafio representar o setor de crédito para aquisição de veículos, assim como todos os meus colegas que estão à frente dos bancos de montadora, mantendo os pleitos da ANEF e a credibilidade conquistada pela entidade nos últimos anos”, afirma. O novo presidente ainda destaca o trabalho realizado por Décio Carbonari nos seis anos em que presidiu a associação. “Décio deixa um legado importante que queremos manter e expandir com a ajuda dos nossos vice-presidentes e diretoria executiva”.

Aos 48 anos, Gilson Carvalho é formado em Direito, Ciências Contábeis e Administração de Empresas, além de possuir título de mestre em Economia de empresas pela FEAD, MBA Executivo Internacional com ênfase em Marketing pela FGV e MBA Mercado de Capitais pela FEA/USP. Atualmente, cursa doutorado em Administração na Universidade FUMEC.

Gilson Carvalho tem cerca de 30 anos de atuação no mercado. Iniciou sua carreira no Banco Real, com passagens pelos bancos Agrimisa, Safra, CNH Capital e Banco Fidis (atual denominação do Banco Fiat), onde ocupa atualmente os postos de conselheiro e diretor vice-presidente. Em fevereiro de 2010, ingressou na Fiat Chrysler Finanças para assumir o cargo de CEO. Na ANEF, o executivo é membro da diretoria desde 2004, ocupando a posição de vice-presidente durante os últimos seis anos.

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Startup de Recursos Humanos recebe investimento de R$ 600 mil

A Pin People , startup paulistana de People Intelligence, acaba de levantar sua primeira rodada de investimento-anjo, no valor de R$ 600 mil. Ao todo, são quatro investidores-anjo, que foram escolhidos em função de expertises complementares de mercado, consideradas fundamentais para o crescimento da startup: um ex-empreendedor de sucesso na área de internet; um grande executivo que foi diretor de Recursos Humanos de uma multinacional; uma consultora de grandes empresas especialista em cultura organizacional; e uma executiva da área de software e analytics.

Para chegar aos quatro investidores-anjo, os sócios de Pin People – Isabella Botelho, Verônica Mussi e Frederico Lacerda – montaram um conselho consultivo com os potenciais candidatos no ano passado. Assim, foi possível avaliar o real interesse no negócio para, em 2016, receber o efetivo aporte de capital. “Acreditamos no smart money, pois o aprendizado com nossos mentores sempre foi e continua sendo o fator-chave para o sucesso de nosso negócio. Afinal, criamos a Pin People com objetivo de transformar o segmento de Recursos Humanos por meio do Big Data, de modo a melhorar a forma como as empresas conhecem e gerem suas pessoas, tendo em vista o recrutamento, o acompanhamento e a retenção de talentos”, explica Isabella Botelho.

Fundada há dois anos e meio, a Pin People foi criada em resposta à crescente preocupação das empresas com o engajamento e a retenção de seus colaboradores, o que gera altos custos por baixa produtividade e turnover. A solução é uma plataforma inovadora baseada em inteligência artificial, por meio da qual captura, analisa e cruza dados relativos às características culturais e comportamentais de candidatos e de colaboradores para combiná-los ao ambiente de trabalho das empresas.

Para tanto, já captura dados ‘não óbvios’ sobre as pessoas, por meio do questionário ‘Jeito de Ser’, entregando informações estruturadas – como o fit cultural com candidatos – para aumentar a agilidade e assertividade da tomada de decisão de gestores e do RH. “Com isso, os gestores terão um panorama das suas pessoas, em tempo real, e poderão tomar decisões com base em indicadores de clima organizacional e possíveis tendências de comportamento. Isso ocorrerá por intermédio de um dashboard de pessoas, que está, atualmente, em fase de desenvolvimento e teste com algumas empresas de grande porte”, finaliza Botelho.

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Data center da Ascenty em Fortaleza recebe certificação PCI-DSS

O data center da Ascenty de Fortaleza recebeu neste mês a certificação PCI-DSS (Payment Card Industry Data Security Standard) – termo que garante a segurança do ambiente e a proteção de dados de transações de cartões de crédito. A obtenção da PCI-DSS representa o comprometimento da empresa com seus clientes, atingindo um padrão adotado internacionalmente pela indústria de cartões de crédito.

“Esta certificação PCI demonstra nossa preocupação com a qualidade e a segurança do serviço que oferecemos”, destaca Fábio Trimarco, gerente de Governança de TI da Ascenty.

Em 2006, o padrão PCI foi criado por um conselho formado pelas principais bandeiras de cartão de crédito do mundo, como Visa, Mastercard e American Express. O objetivo é estabelecer um conjunto de requisitos mínimos de segurança no ambiente de TI para o processamento dos dados de cartões de crédito. Alguns dos principais pré-requisitos exigidos pela certificação são: manter a rede de dados segura, proteger as informações dos donos de cartão de crédito e manter um programa de gerenciamento de vulnerabilidades.

Além do data center de Fortaleza, o data center de Campinas também possuem o certificado PCI-DSS. A Ascenty também é a única empresa da área a ter todas as suas unidades classificadas como Tier III pelo Uptime Institute, principal autoridade internacional desse mercado.

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