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Brasileiro Márcio Campos é o novo Diretor Sênior de Tecnologia da Informação da Johnson & Johnson Medical Devices para América Latina

Márcio Campos é o novo Diretor Sênior de Tecnologia da Informação da Johnson & Johnson Medical Devices para América Latina. Em sua nova posição, ele será a principal interface estratégica entre as áreas de negócio e os diversos times especialistas em soluções de tecnologia da empresa, direcionando iniciativas que darão suporte ao crescimento sustentável do negócio na região.

O executivo conta com uma carreira de 10 anos na Johnson & Johnson, com experiências em setores como Medical Devices e Farmacêutico. Campos é reconhecido por contribuir com sucesso em projetos estratégicos para o negócio e soluções de TI para a América Latina.

Ele possui graduação em Ciências da Computação pela Faculdades Reunidas Professor Nuno Lisboa do Rio de Janeiro pós-graduado em Ciência da Computação com especialização em Gerenciamento de Redes pela Universidade West Florida, nos Estados Unidos. Márcio ainda tem uma graduação em Educação Física pela Universidade Gama Filho.

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Site “Brasil, País Digital” mostra importância do uso de dados para o crescimento do Brasil

Com o objetivo de apresentar as vantagens que o uso e o compartilhamento de dados proporcionam para a sociedade brasileira, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), por meio de seu Comitê Regulatório, desenvolveu o site Brasil, País Digital http://brasilpaisdigital.com.br/.

Logo depois do caso Edward Snowden, ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), iniciou-se um amplo debate sobre a importância de se desenvolver mecanismos de segurança e proteção de dados. No Brasil, foi criado o Marco Civil da Internet, que traçou os parâmetros para uso da rede no país e se tornou referência internacional. Hoje, o Brasil avança na discussão para regulamentar pontos relevantes para a privacidade dos cidadãos e para o incremento da inovação, tais como o uso de dados pessoais e a neutralidade de rede.

“Hoje, o uso dos dados é tão abrangente e importante para a sociedade que as inovações neste campo já ultrapassam o espaço das empresas de tecnologia. Cidades, pessoas, carros, geladeiras e mercados se conectam. Uma legislação sobre o tema é bem-vinda, mas é importante que ela não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas. Sem o engajamento da sociedade civil neste tipo de debate, é possível que surjam limitações aos benefícios propiciados pelos dados, o que pode afetar a capacidade da nossa população e dos governos em dispor de informações fundamentais para a prestação de serviços de interesse geral, como os de comércio eletrônico, previsão do tempo, diagnósticos, monitoramento de saúde, sonegação fiscal, trânsito e uso consciente de recursos naturais, entre muitos outros”, afirma Fábio Rua, coordenador do Comitê Regulatório da ABES.

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O site Brasil, País Digital propõe contribuir com este debate com textos curtos, casos, interatividade, além de informações diversas e atualizadas sobre a importância do uso de dados para a população e para os mais variados setores da economia.

“A importância da internet é indiscutível na sociedade, mas hoje vivemos a fase da colaboração das informações, o que nos traz uma riqueza de conhecimento para diversos setores da economia, que permite a evolução de pesquisas e a criação de soluções inovadoras. Regras rígidas podem deixar o Brasil na contramão da evolução digital”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

A proposta da ABES e parceiros que apoiam a iniciativa é a de que o site seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

A iniciativa já conta com diversos parceiros, como a ABIIS (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde), Assespro (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação), Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), BSA – The Software Aliance, FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática), Instituto Brasileiro de Direito Digital e ITI – Information Technology Industry Council, que contribuirão com sua experiência no tema, capacidade de mobilização e participação em debates.

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Verint anuncia interoperabilidade com a EMC para fornecer soluções líderes de armazenamento na Nuvem

A Verint® Systems Inc., uma das maiores empresas de software do mundo, anuncia que suas soluções de Workforce Optimization™ concluíram com êxito o teste de interoperabilidade com a aplicação Elastic Cloud Storage (ECS™) da EMC, provando que seus sistemas têm plena capacidade para comunicação e operação integrada. O resultado se dá devido à arquitetura segura e escalável, em conformidade com os requisitos regulatórios e de governança para clientes, possibilitando à Verint fornecer uma solução otimizada para o arquivamento de mídias gravadas e metadados.

A gama de soluções de Workforce Optimization (WFO) da Verint, que integra o portfólio de Customer Engagement Optimization™, é projetada para ajudar organizações a impulsionarem o engajamento mais inteligente com clientes, aumentando a produtividade dos funcionários em toda a empresa e fornecendo a orientação necessária em tempo real para melhorar a experiência geral do consumidor. Ela auxilia a capturar e analisar as interações com clientes em todos os canais, descobrir tendências de negócios e áreas de oportunidades, habilitar organizações na obtenção de informações valiosas para a área de compliance, melhorar os processos de negócios, impulsionar o desempenho da força de trabalho e implementar estratégias centradas no cliente para aumentar a fidelidade e a retenção.

A solução de Elastic Cloud Storage (ECS), da EMC, fornece um sistema de armazenamento multifuncional de nível empresarial para a carga de trabalho tradicional e da próxima geração para a empresa e para os provedores de serviços em Nuvem. A ECS é uma plataforma completa de arnazenamento, definida por software, que cumpre todos os requisitos de Nuvem em todas as escalas. Essa oferta de terceira geração da EMC, baseada em objetos, proporciona a simplicidade e o baixo custo de Nuvem Pública, ao mesmo tempo em que aproveita o gerenciamento de riscos, conformidade e soberania de dados (do inglês, data sovereignty) de Nuvem Privada. A solução também oferece economia de escala em Cloud (Nuvem) com um custo total de compra mais baixo em comparação com os provedores de armazenamento em Nuvem pública, acessibilidade universal (objeto, arquivo, HDFS) e capacidade de desenvolvimento mais rápido de aplicações.

A experiência da Verint em ajudar organizações a capturarem, analisarem e agirem sobre os clientes e sobre a inteligência de negócios foi um passo natural em direção à certificação WFO e na obtenção da interoperabilidade com a solução da EMC®.

“A interoperabilidade com a Elastic Cloud Storage da EMC permite que nossos clientes se beneficiem de uma solução confiável para o arquivamento de mídias e metadados”, afirma Oren Stern, Vice-Presidente Sênior de Estratégia de Produto da Verint Enterprise Intelligence Solutions™. “A EMC é uma das mais bem-sucedidas empresas de armazenamento e gerenciamento de dados do mundo, tornando essa união ideal para os nossos clientes.”

“Em um cenário de terceira plataforma, estruturas de dados estão tomando conta de tudo, o que significa que os clientes precisam de soluções não só para argumentar, mas também para otimizar seus dados orientados a objeto”, afirma Para Manuvir Das, Vice-Presidente Sênior das Divisões de Software Avançado e Tecnologias Emergentes da EMC. “A interoperabilidade da Elastic Cloud Storage da EMC com as soluções da Verint de Workforce Optimization nos ajudará a ampliar nosso alcance global e a oferta de tecnologias líderes da indústria e de soluções eficientes para mais organizações”.

A primeira fase de testes de interoperabilidade do oferecimento das soluções de WFO da Verint e Elastic Cloud Storage da EMC foi completada em meados de 2015. As duas companhias continuam trabalhando juntas em ações de aproximação para manterem-se atualizadas com as últimas versões de software da ECS e da Verint.

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Seis estratégias na migração para a nuvem – Por Juarez Araújo

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A nuvem (cloud) é hoje um símbolo da internet, e como permite uma grande capacidade de armazenamento de computadores e servidores compartilhados por meio da rede, realizar a migração de informações e dados para a nuvem (cloud), é uma estratégia cada vez mais adotada pelas empresas e gestores de tecnologia. Ela vai de encontro a uma das principais preocupações atuais dos CIO´s das empresas: a redução de custos. No entanto, é imprescindível pensar no passo a passo.

Para realizar o início dessa “jornada para a nuvem”, é necessário conhecer os detalhes e os números do seu ambiente de TI, ou seja:

1.Realizar um bom e atualizado inventário de hardware e software

Números reais de comportamento da infraestrutura, consumo e uso de métricas de performance e acessos, segurança da informação e um dedicado capacity planning (planejamento de capacidade), são algumas das etapas essenciais para qualquer migração com excelência.

2. Avaliar quais são os tipos de dados armazenados

Segregá-los por nível de importância para a empresa, distribuindo os recursos de acordo com as necessidades e sempre visando atender da melhor maneira os SLAs (Service Level Agreement – tempo permitido de desligamento) de todas as aplicações e serviços contidos no portfólio de TI.

3. Definir o tipo de nuvem que será utilizada

Inicialmente, pode-se realizar a virtualização dos equipamentos físicos, passando por uma Cloud Híbrida (virtualização de ambientes utilizando tanto uma rede interna quanto a internet), e posteriormente por uma Cloud Privada (virtualização de ambientes em uma rede privada, como uma rede empresarial) ou Pública (virtualização de ambientes pela internet), sendo que todas elas permitem o melhor aproveitamento, distribuição, criação rápida e possibilidade de ajustes de novos recursos.

4. Definir o tamanho dos recursos a serem utilizados

A computação em nuvem nos fornece um fácil e ágil escalonamento, permitindo-nos adequar a quantidade de recursos computacionais de acordo com o real e atual consumo. Esse escalonamento gera redução de custos, melhora na performance e garante a estabilidade e confiabilidade no novo ambiente.

5. Como será monitorada a sua nuvem

É necessário lembrar também de um ponto fundamental: a monitoração. Levar em consideração o software utilizado para monitorar o novo ambiente de TI, como servidores, bancos de dados, banda de rede e o armazenamento, também contribui para que o ambiente em nuvem permaneça robusto e confiável.

6. Escolha um parceiro de confiança

Para realizar essa jornada para a nuvem, você deve contar com uma empresa especializada e certificada, que irá avaliar qual o tipo de nuvem mais indicado aos negócios e dados da empresa, além de uma topologia e arquitetura bem estudada, permitindo à empresa operar da melhor maneira possível e atendendo com excelência a necessidade de negócios.

Quanto mais estudamos um ambiente, mais descobrimos suas exigências, suas necessidades, quais são as aplicações que requerem maior capacidade de recursos em sua infraestrutura, e quais são os candidatos a serem migrados para a nuvem. Assim, sua empresa mantém uma boa organização, mas principalmente, estruturação de informações essenciais ao desenvolvimento.

Juarez Araújo, Diretor comercial da DBACorp

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Cenário econômico ainda é ruim, mas agora tem viés de alta, aponta FecomercioSP

Executivos de empresas e entidades dos principais setores da economia se reuniram ontem (2) na sede da Federação do Comércio de Bens, Turismo e Serviços do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na reunião do Conselho Superior de Economia, para discutir os desdobramentos econômicos da possível mudança no cenário político. Pela primeira vez em dois anos há sinais de otimismo entre os conselheiros, o que indica que o novo ambiente político está sendo encarado como um ponto de inflexão e uma oportunidade para o Brasil voltar a crescer, avançar em reformas modernizantes e estabelecer definitivamente uma política fiscal responsável.

Os especialistas foram quase unânimes a respeito da necessidade de adoção de medidas rápidas e efetivas na direção de ajuste fiscal, estabilidade monetária, corte de gastos e incentivo ao investimento privado.

Entre os pontos positivos levantados pelos conselheiros estão a possibilidade de anúncio de medidas fiscais, principalmente ligadas à previdência e desvinculação orçamentária, que teriam um efeito positivo na confiança dos agentes e viabilizariam a retomada do crescimento já em 2017.

Além disso, uma possível valorização do real abriria espaço para a queda dos juros, o que, juntamente com a retomada do crescimento, ajudaria a mudar a dinâmica da dívida pública. Alguns conselheiros inclusive já trabalham com uma taxa de juros de um dígito no ano que vem, visto que a inflação de serviços dá sinais de desaceleração e o desemprego elevado está segurando as pressões salariais.

Por outro lado, entre os pontos de atenção destacados pelos economistas estão a preocupação com apreciação exagerada do real, que poderia frear a recuperação ainda incipiente das exportações, e os desafios para retomar investimentos em infraestrutura decorrentes da Lava Jato.

Apesar da necessidade de um ajuste e das dificuldades a serem vencidas, a assessoria econômica da FecomercioSP afirma que há motivos para otimismo moderado em curto e médio prazo e, a depender de como se encaminharem as medidas em um eventual novo governo, esse otimismo momentâneo pode ser convertido em algo mais consistente, criando o ambiente propício para um novo círculo virtuoso de desenvolvimento.

Expectativa

Caso se confirmem as expectativas dos executivos que participaram da reunião, o País parece ter atingido o fundo do poço e deve começar a trilhar o caminho de saída a partir de agora. O cenário ainda é muito negativo e preocupante, mas notou-se um tom mais otimista nos discursos de quase todos os segmentos presentes e, pela primeira vez em dois anos, a tendência geral de curto e médio prazo é positiva, com perspectivas de ajustes razoáveis que devem ser bem recebidos por investidores. Ainda que o comércio de bens e serviços deva sentir nos próximos meses os efeitos do aumento do desemprego, o viés, ao menos do ponto de vista da confiança no futuro, é nitidamente de alta.

A assessoria econômica da FecomercioSP prevê para este ano uma queda de 6% no faturamento do varejo paulista, mas com possibilidade de melhora a partir de 2017. Já em relação ao varejo nacional, a expectativa é uma retração de 8%, com recuos maiores no setor de bens duráveis e um cenário positivo para o setor de Farmácias. A retomada também é prevista para 2017. Já para o setor de serviços, a previsão é de uma queda de faturamento acentuada e 2016 deve fechar com perda de 5% a 6% em termos reais.

A Entidade prevê que a inflação deva fechar o ano um pouco acima do teto, ao redor de 7%, mas iniciará 2017 abaixo dos 6%. Em relação à renda média, a expectativa é de continuidade de queda, acompanhada por aumento do desemprego. O mercado de trabalho só começará a se recuperar com a retomada de um novo ciclo de investimentos.

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Easy Taxi diponibiliza novo serviço de compartilhamento de corridas

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A Easy Taxi maior aplicativo de chamadas de táxi da América Latina traz mais uma inovação aos seus usuários. A partir de muitos estudos, pesquisas de campo e testes, a equipe do Brasil da Easy Taxi desenvolveu uma ferramenta inédita, sendo pioneira neste serviço: Easy Share – Com esta ferramenta, os usuários têm a possibilidade de reduzir em mais de 60% seus gastos com táxi compartilhando o mesmo carro com outros usuários próximos a ele.

O serviço funciona da seguinte forma: o usuário acessa seu aplicativo e na hora de pedir um táxi ele seleciona um ícone que está na parte inferior da tela que automaticamente habilitará aquela corrida para ser compartilhada com outros usuários próximos que estejam indo para destinos da mesma região. Ele também poderá desabilitar essa ferramente caso queira fazer corridas não compartilhadas.

Quando acionada a ferramenta de EasyShare, até quatro usuários podem compartilhar a mesma viagem. Para que o compartilhamento aconteça, os usuários precisam obrigatoriamente colocar o endereço de destino quando solicitarem seus táxis.

O valor final da corrida é dividido entre os usuários que estiverem compartilhando o táxi, sendo assim, cada um poderá pagar a sua parte da corrida. Nesta fase inicial, o compartilhamento de corridas só é válido para corridas realizadas por pagamento “Empresas” ou “Cartão de Crédito no App”.

A ferramenta que está disponível para todo o Brasil ajudará bastante em eventos com grande número de público, como shows, jogos em estádio, eventos de grande porte e baladas e bares também. “EasyShare chega ao mercado próximo de grandes eventos, como Olimpíadas, o que, por exemplo, facilitará e muito em termos de mobilidade e redução de custos aos turistas e residentes do Rio de Janeiro, que com a ferramenta poderão ir ao evento compartilhando um mesmo táxi” explica Fernando Matias, country manager Brasil Easy Taxi.

“O mais relevante é o impacto de redução de carros na rua o que contribui também com menos emissão de CO2 e promove ainda mais a mobilidade urbana no país, sem contar que muitas vezes uma corrida compartilhada custará quase que o mesmo valor de uma viagem com outros meios de transporte, por exemplo, metrô ou ônibus” diz Matias.

Vale ressaltar que o serviço EasyShare é vantajoso financeiramente não apenas para os usuários como também para os taxistas que através do sistema implementado pela Easy Taxi para esta ferramenta serão beneficiados também com as corridas compartilhadas.

O serviço de compartilhamento de corridas, ainda está em sua fase inicial, e terá mais novidades e melhorias nos próximos dois meses. Easy Share já começou a funcionar para usuários com sistema android e a partir desta semana estará disponível para usuários sistema iOS.

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Aivo recebe reconhecimento internacional por solução de atendimento online

A Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de relacionamento com os clientes no universo online e dona de solução premium para autoatendimento, receberá da Frost & Sullivan, companhia internacional de consultoria e inteligência de mercado, premiação como a melhor solução de agente virtual da América Latina. O reconhecimento é resultado de uma pesquisa recente feita pela entidade que considerou a presença local da Aivo em mais de 50 cidades por todo o mundo e a inovação por trás do desenvolvimento de seu AgentBot.

Com mais de 50 anos de presença mundial e parceria com diversas empresas, a Frost & Sullivan reconhecerá a Aivo com o Latin American Virtual Agent Product Leadership Award 2016, devido a sua expertise premium no atendimento online a partir da utilização do AgentBot, agente virtual capaz de atender os clientes 24 horas por dia, sem esperas, em plataformas web, dispositivos móveis e integrado ao Facebook Messenger, proporcionando informações precisas, personalizadas e interativas.

A partir desta inovação, a Aivo tem observado grandes resultados em sua penetração na América Latina e a Frost & Sullivan prevê em sua pesquisa que a empresa continuará crescendo na região e globalmente. Todos os anos, a consultoria internacional apresenta este prêmio à empresa que desenvolveu um produto com características inovadoras e funcionalidades capazes de ganhar a rápida aceitação no mercado. O prêmio reconhece a qualidade da solução e as melhorias de valores que ela possibilita.

A Aivo receberá a premiação no próximo dia 12 de maio, em evento que será realizado na cidade de São Paulo, no Hotel Unique. Atualmente, são mais de um milhão de pessoas que interagem mensalmente com o AgentBot, gerando mais de 40 milhões de interações por ano. Até hoje, a empresa já proporcionou cerca de 26 milhões de atendimentos utilizando a inteligência virtual, resolvendo uma média de 67% de solicitações dos usuários e ocasionando mais de 68% de economia aos seus clientes.

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How women shop in 2016

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American women are shopping across multiple channels, are price sensitive, and know how to take advantage of the myriad promotional offers available to them, according to shopper research from Blackhawk Engagement Solutions*.

“With women usually doing the lion’s share of day-to-day shopping, female shoppers aren’t only a key demographic for retailers, they’re often the primary demographic,” said Rodney Mason, GVP of Marketing at Blackhawk Engagement Solutions, an international incentives and engagement company. “Our research shows that retailers have opportunities to engage with the sought-after female shopper through omnichannel optimization and valuable promotions that offer best-in-market prices and use prepaid cards.”

Blackhawk Engagement Solutions’ “How Women Shop: Shopping Habits of American Women” report summarizes the findings from two distinct studies: the first was a US study conducted in April 2015 that surveyed more than 1,300 American women and focused on shopping behaviors; the second was a US study conducted in October 2015 that surveyed more than 1,300 additional American women and focused on app and gift card preferences. Together, these surveys identified the ways American women research purchases, the devices they use, and the influences along their paths to purchase. Key findings include:

Women are plugged in, particularly to smartphones: Female shoppers own and use daily: smartphones (71 percent), laptops (66 percent), desktop computers (46 percent) and tablets (44 percent).

TV and social media are most popular sources for shopping info: When it comes to learning about products, specials and shopping news, women rely most heavily on TV (45 percent) and social media (42 percent), followed by friends and family (38 percent), retail websites (37 percent), newspapers and magazines (36 percent) and Amazon (29 percent).

Women remain price sensitive: Female shoppers’ purse strings aren’t getting any looser. Ninety-seven percent have more or the same sensitivity to price as last year. Additionally, price has the greatest influence on women’s purchase decisions above all other factors, including quality, brand, store and availability.

Amazon and Google are tops for price comparisons on smartphones: Amazon (38 percent) and Google (31 percent) are female shoppers’ top choices for comparing prices on their smartphones. Additionally, Amazon dominates as women’s top shopping app (71 percent) followed by grocery store apps (28 percent) and Groupon (26 percent).

When it comes to promotions, women love rebates, prefer plastic for rewards: Sixty-nine percent of women consider in-store rebates attractive offers. Women also prefer plastic prepaid cards over eCodes when it comes to receiving post-purchase rewards. However, 80 percent of women would accept a $25 promotion on a $100 purchase when only a digital reward is offered.

Same-day delivery or pickup is attractive, especially with a rebate: Forty-five percent of women bought online and picked up in-store in the last six months; 88 percent would consider buying online and picking up in store to save $10 on a $50 purchase; and 80 percent would consider doing so to receive an item three days earlier.

Women embrace loyalty programs: Eighty percent of women belong to store loyalty programs and 64 percent are happy with those programs. Women largely prefer to receive loyalty notifications by email (82 percent), although 37 percent of women receive loyalty offers via apps and 36 receive them via text message.

Female shoppers find safety and value in gift and prepaid cards, prefer them for rewards:

– Seventy-five percent of women have purchased gift cards in the last year.
– Seventy percent would take advantage of exclusive values requiring the use of a gift card and 38 percent buy gift cards for themselves when bonus awards are offered with purchase.
– Women prefer universal prepaid cards as post-purchase rewards over all other offerings.
– Sixty-seven percent would consider exchanging gift cards they receive for other available brands.
– Sixty-five percent think using gift cards for transactions helps limit identity fraud and 58 percent feel gift cards are safer for online transactions than other digital payments.
– Fifty-four percent would buy gift cards that can be converted to e-gifts.
– Nineteen percent buy gift cards for themselves.

A full report exploring the findings of Blackhawk Engagement Solutions’ “How Women Shop: Shopping Habits of American Women” research can be downloaded here.

Blackhawk Engagement Solutions is a division of Blackhawk Network, which built its business on pioneering new products that shoppers love and widely adopt such as gift card malls in grocery stores. This success is rooted in Blackhawk’s expertise in shopper marketing and its ability to stay ahead of consumer behavior.

*About the “How Women Shop: Shopping Habits of American Women” Report

The Where It’s At Shopper Study is an Internet-based survey conducted by Blackhawk Engagement Solutions from April 9, 2015 to April 16, 2015. The sample size of 1,327 American female respondents, ages 18+ at the 95 percent confidence level would equate to + or – 3 percent margin of error had this been a random sample.

The Shopping Apps Study Study is an Internet-based survey conducted by Blackhawk Engagement Solutions from October 26, 2015 to October 30, 2015. The sample size of 1,354 American female respondents, ages 18+ at the 95 percent confidence level would equate to + or – 3 percent margin of error had this been a random sample.

About Blackhawk Engagement Solutions

Blackhawk Engagement Solutions is a leading global provider of customized incentive and engagement solutions for consumer promotions, employee rewards and recognition, and indirect sales channels. We are a strategic partner with many of the world’s leading brands and a thought leader that provides game-changing engagement solutions. Through our products, services and innovative technology, we inspire actions that impact results. For more information, please visit: bhengagement.com.

Limitar a internet fixa contraria o Código de Defesa do Consumidor, defende PROTESTE no Senado

Má qualidade do serviço e impostos elevados é que deveriam ser atacados pela Anatel e não o bolso do consumidor

Na audiência pública realizada no Senado nesta terça-feira (3), a PROTESTE Associação de Consumidores contestou o argumento de que a banda larga ilimitada pode elevar o preço do serviço ou reduzir a sua qualidade. O acesso à banda larga já é muito caro no país, destacou Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação.

Na avaliação da entidade, dentre as causas para o brasileiro pagar tão caro por um serviço com pouca qualidade, estão os tributos. De uma conta de R$ 89,90 do Vivo Fibra, por exemplo, R$ 22,48 correspondem ao ICMS, R$ 0,58 ao PIS, e R$ 2,70 ao Cofins. Total: R$ 25,76 (28,65% do valor da conta). A Anatel, entende a PROTESTE, deveria atacar esse problema, não o bolso dos consumidores.
Dos 190 países monitorados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), 130 oferecem prioritariamente planos de banda larga fixa com internet ilimitada. Apenas três dos 10 países mais bem posicionados no ranking de Tecnologias da Informação e Comunicação têm planos prioritariamente limitados.

Na avaliação da UIT, os Estados Unidos têm tanta concorrência entre planos com e sem franquia que podem ser considerados um país com oferta de banda larga fixa ilimitada.
Baseada no Código de Defesa do Consumidor (CDC), a PROTESTE destacou que é preciso reconhecer a vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo. Devem ser garantidos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho.

Ao defender que não haja bloqueio da internet fixa, Dolci afirmou que é preciso a harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica.

Como atualmente, acesso à banda larga é tão essencial quanto luz, água e saneamento básico, pelo artigo 22 do CDC há obrigação no fornecimento de serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.

A exemplo do que defende na ação civil pública em andamento na Justiça há um ano, a PROTESTE reitera que as questões contratuais relativas ao Serviço de Conexão à Internet devem ser resolvidas exclusivamente à luz do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. E entende que o serviço de conexão à internet está fora das atribuições da Anatel, nos termos do art. 18 da Lei Geral de Telecomunicações.

O órgão que desempenha a coordenação da internet e é responsável pela padronização, normatização, administração, controle, atribuição de endereços, gerência de domínios e outras atividades correlatas, no tocante à internet, é o Comitê Gestor da Internet do Brasil, nos termos do Decreto nº 4.829/2003.

A velocidade média da internet no Brasil, que completa 20 anos neste mês, gira em torno de 3 Mbps, o que faz o país ocupar a 89ª taxa de download mais rápida do mundo, atrás de Iraque, Kuait e Sri Lanka, segundo o último relatório da Akamai, empresa de alcance global e referência na área.

Por ora, houve recuo na iniciativa das operadoras de passar a vender a banda larga fixa por franquias, e limite ao uso de dados de banda larga do tipo ADSL. Mas a mobilização continua até a decisão sobre a questão. Participe, assine a petição contra o bloqueio da internet fixa (www.proteste.org.br/contraobloqueiodainternet). Para a PROTESTE, o corte da banda larga só é cabível se não for paga a conta.

Na audiência pública no Senado participaram, além da PROTESTE, representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Ministério Público Federal (MPF), Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR/NIC, Intervozes, Senacon, SindiTelebrasil , Idec, OAB e das operadoras Vivo, Claro, Oi, NET e Tim.

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Aplicativos representam 30% da audiência onlline das rádios brasileiras

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Não é novidade que as rádios tradicionais estão investindo na internet acompanhando o movimento realizado pelos ouvintes.

Com a popularização dos smartphones, as rádios começaram a investir no acesso mobile, através dos aplicativos que estão ganhando força e já são responsáveis por uma fatia significativa da audiência online das rádios.

Grandes emissoras e até pequenas rádios possuem sites com a opção de ouvir a transmissão pela internet. Este tipo de serviço é fornecido por provedores de streaming, que realizam a captação do áudio no estúdio da rádio e disponibilizam na internet para qualquer pessoa ouvir, de qualquer lugar do mundo.

Seguindo as mesmas tendências, as web rádios (rádios criadas exclusivamente na internet) também estão investindo em apps. “Nós disponibilizamos os aplicativos iOS e Android para aumentar a audiência da nossa web rádio e permitir que o nosso ouvinte acompanhe a programação de qualquer lugar, inclusive com uma conexão 3G”, afirma Rafael Schmidt da Rádio Conectados que recentemente lançou seu próprio aplicativo.

Segundo pesquisa realizada pela empresa BRLOGIC, líder no segmento de site e streaming de áudio, os aplicativos já representam 30% da audiência online das rádios. Além de ouvir a rádio, os aplicativos geralmente permitem que o ouvinte interaja com a emissora, enviando recados e pedidos de músicas.

A pesquisa foi realizada com base nos mais de 1600 clientes atendidos pela empresa, em todo o Brasil, sendo que metade são emissoras tradicionais (am, fm, comunitárias, etc.) e a outra metade estão relacionadas a projetos direcionados exclusivamente para a internet.

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Evite riscos de segurança com o WhatsApp bloqueado

A justiça de Sergipe ordenou que as operadoras de telefonia celular bloqueiem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp por 72 horas a partir do dia de hoje. Com isso, muitos usuários acabam utilizando VPN desconhecidas e públicas, que podem causar danos irreversíveis.

As VPNs (Virtual Private Network) são amplamente usadas para estabelecer uma conexão segura entre computadores conectados na internet a redes corporativas ou governamentais. Quando se está navegando numa VPN todo o fluxo de informações passa a trafegar uma rede privada, e o provedor desse serviço passa a ter acesso a todos os dados.

É importante ressaltar que não são apenas as mensagens do WhatsApp que trafegam pela VPN, mas todo o conteúdo consumido e enviado durante a navegação de internet. E é por esse motivo que a Navita recomenda às empresas, caso elas utilizem o WhatsApp como meio de comunicação no trabalho, que os usuários sejam orientados a baixarem outros programas de comunicação populares e seguros, como Skype, Hangout ou Telegram.

Fonte: Navita

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Mobocity marca presença no Tela Viva Móvel 2016

Acontece hoje e amanhã, a 15ª edição do Tela Viva Móvel, um dos maiores eventos do país focado em conteúdo para dispositivos móveis. Na oportunidade, a Mobocity – empresa inovadora que cria soluções para o mercado de comunicação destinadas ao público de massa – será uma das companhias que participam amanhã do painel “A China descobre o Brasil”, a partir das 16h.

Zhen Zhang, CEO da empresa, que mora no país há quatro anos, pretende falar sobre os principais motivos que levam as organizações chinesas de tecnologia a aportarem investimentos no mercado nacional. “Os brasileiros, de forma geral, gostam de conhecer e testar novas tecnologias. Tanto é verdade, que a consultoria App Annie acaba de apontar que o Brasil é o terceiro maior mercado em número de downloads de aplicativos no mundo, o que sem dúvida se torna uma grande vantagem competitiva no momento da tomada de decisão”, afirma.

Ainda de acordo com o executivo, a apresentação também destacará o momento em que foi definido o lançamento da Mobocity, além de detalhar os benefícios de seus aplicativos Mobobox, app que, entre outras ações, identifica a operadora de telefones fixo e celular, e Mobonus, aplicativo que oferece aos usuários a possibilidade de ganhar prêmios em troca de visualização de anúncios publicitários, leitura de notícias, downloads de aplicativos e games.

Além de Zhen Zhang, o painel “A China descobre o Brasil” também contará com a presença de Flávio Tâmega, diretor de desenvolvimento de negócios da Cheetah Mobile; Alan Constâncio da Silva, head de cloud strategic marketing da Huawei; e Ludmilla Veloso, diretora de marketing da Meitu na América Latina.

15ª edição Tela Viva Móvel

Painel: A China descobre o Brasil
Quando: 4 de maio, às 16h
Onde: WTC Events Center
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo/SP

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