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Impact Hub cria mais de 11 programas e beneficia mais de 10 mil pessoas e organizações em 2020

O Impact Hub é uma organização brasileira globalmente conectada que atua desde 2007 no Brasil. 2020, ano em que completou 13 anos, foi um dos mais desafiadores, em diversos sentidos. Foi um período que exigiu muita coragem e resiliência. “Em março, entendemos que a pandemia do novo coronavírus não seria algo passageiro e, por conta disso, fizemos muitos movimentos estratégicos para nos ajustar ao novo cenário”, afirma Ruy Camargo, diretor de operações do Impact Hub São Paulo.

Desde o surgimento, a organização reúne objetivos individuais a movimentos coletivos, o que permite uma ampla conexão e olhar humano e ousado para os desafios dos diversos setores. E, dessa vez, não foi diferente.

Todos os envolvidos no processo e, até aqueles que ainda não faziam parte, mas queriam ajudar, tiveram que questionar a lógica dos sistemas, engajar pessoas e organizações, além de estabelecer alianças estratégicas para juntos apoiar o desenvolvimento e florescimento do ecossistema de impacto no Brasil e no mundo diante de uma crise de saúde.

“Acredito que atingimos um nível em que inúmeras organizações começaram a questionar os próprios paradigmas e pararam de pensar de forma individual e passaram a agir de uma maneira mais colaborativa com o setor. O alcance de siglas como ESG, a pauta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e as desigualdades, foram temáticas que ganharam muita relevância nos últimos meses”, explica Luciana Brasil, diretora de marketing da organização.

A pandemia do novo coronavírus fez com que o Impact Hub pensasse, constantemente, em alterar o padrão dos modelos de negócio, para poder ir além, pois o vírus estava desafiando a todos. “Coragem, colaboração e confiança fazem parte do nosso DNA e provamos que a nossa cultura foi decisiva para traçar os resultados deste ano desafiador”, comenta João Vitor Caires , diretor de área de programas.

Resultados

Em 2020, o Impact Hub São Paulo criou 11 programas e conseguiu beneficiar mais de 10 mil pessoas e organizações.

Um dos braços da companhia é a educação empreendedora. Seguindo estratégias minuciosas e, também, pensadas de maneira rápida, pois o tempo é escasso, foi possível desenvolver a cultura de impacto em diversas Etecs e Fatecs em São Paulo e em comunidades empreendedoras de Salvador, Marabá, Açailândia, entre outras. “Em 12 meses, foi possível acelerar mais de 60 Hubs de economia criativa e proporcionar, para todos, uma estruturação de negócio para um segmento que movimenta boa parte da economia do Brasil”, relata Henrique Bussacos, sócio fundador.

Já na esfera da aceleração, o Impact Hub foi responsável por operar o Green Hydrogen Lab, realizado entre Brasil e África do Sul para fomentar o mercado de energia renovável, assunto que está em alta em diversos países. O Green Hydrogen Lab pode solucionar questões relacionadas a energia, mobilidade e uso sustentável de recursos naturais.

A organização também está apoiando, financeiramente, por meio do Fundo Periferia Empreendedora e do Facebook Grants, mais de 7.200 pequenos negócios e pessoas que foram impactados diretamente pela pandemia.

Na frente de inovação, foi criado o IdeiaGov, programa que o Impact Hub está implementando, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Criamos o programa para trazer soluções inovadoras de mercado e da sociedade para desafios do Governo. Também queremos oferecer melhores serviços ao cidadão e atuar de forma mais eficiente na gestão pública”, explica Felipe Massami Maruyama, diretor de inovação em governo do Impact Hub à frente do IdeiaGov.

Iniciado em fevereiro, em seis meses de programa, o IdeiaGov lançou 3 causas (Luta contra a COVID-19 e Jornada Digital do Paciente), 8 editais, 1 consulta pública, recebeu 211 propostas e selecionou 10 empresas para solucionar os desafios que foram propostos. Para os próximos três anos, o objetivo é trabalhar para aproximar as soluções para que o Governo se torne mais ágil e eficiente para todos. “Este momento nos aproxima daquilo que mais acreditamos: que o impacto isolado requer ação coletiva”, conta Pablo Handl, sócio fundador da organização.

Reflexões

É importante também, além dos resultados conquistados, ressaltar as reflexões e ensinamentos que o difícil ano de 2020 trouxe. Para toda a liderança da organização, algumas práticas e questionamento foram necessários para que houvesse algum tipo de mudança.

Além da saúde, assuntos sobre intolerância de gênero e racial também estiveram presentes, por conta dos inúmeros episódios de preconceito que foram vistos ao redor do mundo. Para lidar com essas questões, o Impact Hub criou debates com a comunidade para falar sobre o racismo no ambiente de trabalho e na estrutura de governança e, um comitê para questionar o racismo estrutural e também a pauta LGBTQIA+.

“Acredito que todos os dias estamos aprendendo coisas novas e contratamos a Papo Consultoria para nos apoiar a desenvolver a nossa política e comitê de diversidade. Ainda estamos em fase de desenvolvimento, mas assinamos o manifesto anti-racista e estabelecemos critérios para as nossas políticas de inclusão, como, por exemplo, um questionário de declaração de gênero, raça, orientação sexual, senso de classificação por ordem de vulnerabilidade e priorização na avaliação”, comenta Ruy Camargo.

Outra importante reflexão foi sobre o mercado de trabalho. Mesmo enfrentando uma crise econômica, foi possível realizar contratações, não demitir ninguém e identificar que a equipe é bem diversificada, com 61% de mulheres, 32% colaboradores negros e 15% do grupo LGBTQIA+.

“Em um ano com tantos desafios, decidimos prototipar o futuro. Encerramos alguns ciclos, desativando nosso espaço em Pinheiros e decidimos avançar na gestão do espaço do IdeiaGov. Continuaremos, em 2021, presentes também em todos os espaços que tivemos a oportunidade de co-criar como Onono da BASF, o Galpão Zona Leste, a nova sede do Imaflora, espaços da Natura, entre outros. Queremos seguir com nossos atuais e futuros colaboradores nessa jornada empreendedora em que se renovar e enfrentar os novos desafios é uma grande oportunidade de fazer a diferença”, finaliza Luciana Brasil, diretora de Marketing do Impact Hub.

Ripio anuncia aquisição da brasileira BitcoinTrade para acelerar sua expansão na América Latina

A Ripio, empresa cripto pioneira, com sede na Argentina, anuncia a aquisição da BitcoinTrade, segunda maior exchange do Brasil, com o objetivo de fortalecer sua posição no país e expandir sua marca e produtos na América Latina. O valor da operação não foi divulgado.

Após conquistar a marca de 1 milhão de usuários, a Ripio, plataforma de ativos digitais líder na Argentina, consagrou-se como uma das empresas cripto de crescimento mais rápido na América Latina. A empresa nasceu em 2013, apoiada pela Draper Ventures, Digital Currency Group e Pantera Capital, entre outras grandes empresas do setor, tornando-se uma das primeiras startups cripto da região. Desde então, a Ripio formou parcerias estratégicas com o Mercado Pago, Visa e Circle e foi auditada com sucesso pela Ernst & Young e PwC. Eles agora contam com uma equipe de mais de 150 funcionários na Argentina, Brasil, Uruguai, México e Espanha.

Em 2020, a Ripio foi selecionada como Pioneira em Tecnologia pelo Fórum Econômico Mundial, tornando-se a única empresa cripto latino-americana da lista. Além disso, os delegados da Ripio são agora membros ativos do Conselho do Futuro Global do WEF, contribuindo para a pesquisa e o debate sobre a adoção e escalabilidade de criptomoedas, e o Consórcio de Governança de Moeda Digital, sobre regulamentação.

Estamos muito entusiasmados e confiantes de que a Ripio é a melhor escolha para ajudar a estender o caminho que construímos com BitcoinTrade no Brasil.” – afirma Carlos Andre Montenegro, fundador da BitcoinTrade- “Estou honrado em fazer parceria com uma equipe tão talentosa e continuar esta jornada em direção a novos horizontes.” Carlos está deixando o cargo de CEO da BitcoinTrade e ingressando na Ripio no nível de holding. Sua função será assumida por Bernardo Teixeira, atual CFO da BitcoinTrade.

Nascida em 2017, a BitcoinTrade é uma das principais bolsas de criptomoedas do Brasil e a segunda maior em volume negociado do país. A partir de hoje, a empresa passa a fazer parte da família latino-americana da Ripio.

BV firma parceria com o Distrito

O BV, um dos maiores bancos do país, anuncia a parceria com o Distrito, hoje reconhecido como o maior ecossistema independente de inovação aberta do Brasil. A iniciativa pretende conectar startups ao banco para gerar soluções que tragam inovações para o negócio e fomente o crescimento do ecossistema como um todo.

Esse movimento reforça um dos pilares da inovação do BV, que é a conexão com startups. O BV já trabalha com dezenas de startups e a parceria com o Distrito visa a ajudar o BV a consolidar sua presença no ecossistema de inovação, além de potencializar as conexões com startups, usando a estrutura do BV para que as startups consigam oferecer seus produtos e acelerar seu crescimento.

A parceria terá início com o lançamento de oito desafios, selecionados por diferentes áreas do banco. Com isso, as startups terão a oportunidade de analisar cada caso e propor soluções para um ou mais dos temas listados.

O BV é um dos primeiros bancos a fazer a assinatura corporativa do Distrito Fintech Digital Hub, plataforma que se volta para startups do setor de finanças e à qual vai conectar seus executivos. O projeto também inclui a presença do BV no hub físico, Distrito Fintech, localizado em São Paulo, e que só deve ocorrer em meados de 2021 com o controle da pandemia de Covid-19. A unidade oferece um ambiente único de inovação, com troca de inteligência, experiências, oportunidades e, principalmente, desenvolvimento de novas tecnologias e serviços que pretendem transformar o setor financeiro.

“Sem dúvida alguma, a presença do BV como membro ativo da nossa plataforma é bastante significativa. A inovação aberta é o caminho para o futuro e esta aproximação entre empresas já consolidadas e as startups é fundamental para uma transformação digital efetiva”, comenta Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito. “O BV já é um banco reconhecido pela relação que mantém com as algumas startups. Queremos avançar ainda mais neste sentido e por isso acionamos as startups ao nosso redor para que possam contribuir com os desafios que hoje eles enfrentam na operação”, completa.

2021 será o ano da experiência do cliente

Por Gisele Paula

Nos últimos anos, a experiência do cliente passou a ganhar mais relevância no processo de decisão de compra. De acordo com uma pesquisa realizada pela PwC, empresa de consultoria e auditoria, 84% das pessoas disseram achar a experiência tão importante quanto o produto. Percebendo isso, muitas marcas começaram a olhar mais para como elas promovem a experiência dos seus clientes em torno do produto ou serviço que oferecem.

Uma boa experiência é definida pela percepção dos consumidores de como sua companhia os trata. E isso é pautado de acordo com as próprias prioridades de cada um, afetando o nível de envolvimento das pessoas com a empresa, suas futuras decisões de compra e lealdade.

Por isso, se você vende qualquer coisa e proporciona experiências positivas, seus clientes continuarão a fazer negócios contigo, aumentarão o escopo de seu relacionamento e, sem dúvidas, recomendarão sua empresa. Além disso, a experiência positiva gera uma relação de mais proximidade com a marca, o que traduz confiança e diferenciação em relação à concorrência.

Mas a questão chave aqui é que a pandemia provocada pelo coronavírus mudou o comportamento das pessoas e vem tornando a experiência do cliente cada vez mais importante para uma empresa. Uma outra pesquisa americana apontou que após a COVID, 59% dos consumidores disseram que irão se preocupar mais com a experiência quando decidirem comprar. Em outras palavras, esses dados mostram que 2021 com certeza será o ano da experiência do cliente.

Isso porque, até pouco tempo atrás, o nosso hábito de consumo era ir até um estabelecimento para adquirir algo e apenas uma pequena parcela da população realizava habitualmente compras online. Porém, agora estamos vivendo uma nova era também no mercado de consumo, muito acelerada pelo isolamento social, onde comprar será commodity.

A compra cada vez mais poderá ser feita por qualquer lugar ou canal – seja pela TV, smartphone, por meio de um website ou as redes sociais (WhatsApp, Facebook ou Instagram), ou ainda por meio de um QR Code disponível num outdoor. Ou seja, cada vez mais veremos uma marca presente em todos os lugares ao nosso redor – o verdadeiro omnichannel – onde você conseguirá comprar do jeito mais conveniente possível. E como as marcas poderão se diferenciar então?

Já adianto que não será pela oferta e formato de compra, mas sim pela experiência proporcionada. De acordo com a Harvard Business Review, publicação da Harvard Business Publishing que tem como principal objetivo a reflexão inteligente sobre as melhores práticas na gestão de negócios, quando as empresas se conectam com as emoções dos clientes, a recompensa pode ser enorme. Essa capacidade de gerar emoções positivas no cliente – chamada intimidade com a marca – ajuda muito a impulsionar as vendas e a lealdade do cliente.

O que eu quero reforçar aqui é que uma marca íntima é aquela que se dedica profundamente em conhecer seus clientes, suas preferências e desejos. E com o consumo digital, as marcas passam a ter dados e acesso a informações que não teriam de outra forma e isso agregará valor e irá contribuir para o sucesso do cliente, gerando melhores experiências.

Por fim, chego à conclusão de que os grandes elefantes empresariais que não se moverem para aprimorar a experiência do cliente e resolver suas dores reais, correrão o risco de perdê-los para o concorrente. Por isso, se atente e procure ofertar aquilo que de fato irá contribuir positivamente para o seu negócio e lembre-se: ao seu lado terá sempre alguém disposto a criar algo para resolver um problema ou uma dor de mercado.

Gisele Paula, CEO e fundadora do Instituto Cliente Feliz, startup brasileira que tem como objetivo aplicar soluções e metodologias para melhorar a experiência de empresas com seus clientes

Banco Mercedes-Benz lança programa digital interativo para capacitação de concessionários

Líder em todos os segmentos de atuação, o Banco Mercedes-Benz acaba de lançar um programa digital interativo para capacitação da rede de mais de 220 concessionários, distribuída em todo território nacional e formada por mais de 1.200 profissionais da força de vendas. A iniciativa, batizada de Academia BMB, visa aprimorar a experiência dos treinamentos, disponibilizando todo o conteúdo de forma online e multimídia, acessível a qualquer hora do dia.

Desenvolvido em parceria com a matriz alemã, o projeto conta com conteúdo e funcionalidades adaptadas ao mercado brasileiro. Promovendo engajamento e capacitação aos vendedores e gerentes de vendas dos concessionários, o principal objetivo é agilizar o acesso de toda a rede parceira às informações essenciais sobre produtos, soluções de financiamento e seguros, garantindo um atendimento customizado de excelência a todos os clientes.

O investimento em soluções digitais tem sido um dos principais focos do Banco Mercedes-Benz. “Temos observado a importância da inovação em nossos processos e como isso nos aproxima de nossos clientes. No trato com a nossa rede de parceiros não poderia ser diferente. Com os desafios impostos pela pandemia, aceleramos a implantação do programa para conferir o melhor suporte para concessionários e consumidores”, afirma Cristina Rensi, gerente de Marketing & Produtos.

Como funciona

Baseado em nuvem e totalmente responsivo, o sistema pode ser acessado 24 horas por dia, sete dias por semana, em qualquer tipo de dispositivo. Na plataforma, além de novos conteúdos compartilhados periodicamente, também estão disponíveis vídeos sobre produtos financeiros do Banco e notícias com atualizações sobre o mundo Mercedes-Benz.

Entre os treinamentos disponíveis, tem destaque o curso sobre vieses inconscientes, que visa auxiliar na compreensão e combate aos estereótipos nos negócios. “O preconceito implícito – ou inconsciente – acontece quando fazemos julgamentos e avaliações quase automáticas, sem que percebamos. Esse processo é influenciado pelo ambiente cultural e experiências pessoais. Por isso, é fundamental estarmos atentos a esses vieses inconscientes, para que possamos revisitar e corrigir a rota quando necessário, de forma a garantir a melhor experiência de marca a todos os clientes”, explica a executiva.

Confira detalhes sobre a Academia BMB no vídeo: 

Nubank consagra-se como o Mais Dominante Grupo de Serviços Financeiros do Universo Digital do Brasil

O Nubank se revelou o mais dominante grupo de Serviços Financeiros do Prêmio iBest 2020, sendo apontado como melhor Banco Digital e melhor Fintech pelo júri da Academia iBest, além de ganhar o prêmio máximo através do voto popular na categoria Corretoras, com a Easynvest. A instituição alcançou também o Top 3 pelo voto popular em Bancos Digitais e Fintech.

“O Nubank se posiciona como um desafiador do status quo estabelecido pelos bancos tradicionais, por levar um serviço de qualidade e acessível para clientes interessados em um novo tipo de relacionamento com bancos. A extensão da sua vitória é um marco para uma empresa tão jovem, e que em pouco tempo se destacou de forma tão sólida”, destaca Marcos Wettreich, CEO do iBest.

Em segundo lugar, ficou a PicPay, empresa que oferece um Superapp que inclui uma poderosa carteira digital. O PicPay conquistou o título de melhor SuperApp, eleito tanto pelo voto popular como pelo júri da Academia e também o de melhor Fintech, pelo júri popular.

E em terceiro lugar, a Stone foi eleita como melhor em Adquirência tanto pelo júri popular quanto pelo oficial da Academia iBest. Ela ainda conquistou um Top 10 na mesma categoria com a Ton e um Top 3 como melhor Fintech, pelo júri da Academia.

Como funciona o ranking dos Mais Dominantes do Brasil?

A dominância em uma categoria é definida pela vitória de uma iniciativa, seja pelo voto popular quanto no voto da Academia. As iniciativas mais dominantes do universo digital são aquelas que se provaram líderes em um maior número de categorias, e tendo os prêmios para Top3 ou Top10 como critérios de desempate. Foram considerados para o cálculo do ranking os resultados da empresa principal e das suas controladas.

IBM anuncia Katia Vaskys como nova Gerente Geral no Brasil

A IBM anunciou que Katia Vaskys foi nomeada Gerente Geral da IBM Brasil. Katia será responsável pelo desenvolvimento da estratégia da companhia no país, ajudando a acelerar a transformação digital de clientes e parceiros com nuvem híbrida aberta e inteligência artificial.

Com a nomeação, Katia Vaskys se torna a primeira mulher a liderar a operação da IBM no Brasil.

“Em um momento de inflexão dos negócios, com a aceleração de tecnologias que transformam indústrias e a sociedade, é um privilégio e uma honra liderar uma equipe tão diversa e talentosa em uma companhia que se reinventa constantemente”, disse Katia Vaskys, Gerente Geral da IBM Brasil. “Acredito na união de todo ecossistema – parceiros de negócios, startups, desenvolvedores, e empresas – como caminho essencial para acelerar a inovação aberta em apoio a uma nova era digital, fundamentada em nuvem híbrida aberta e IA.”

Katia Vaskys possui mais de 25 anos de experiência técnica e de negócios na indústria de Tecnologia da Informação. Desde que ingressou na IBM em 2010, Katia foi responsável pela criação da prática de Business Analytics & Optimization na unidade de Global Business Services, além de liderar o portfólio de Smarter Analytics. Recentemente, atuou como a principal executiva para contas de indústria na IBM Brasil, coordenando equipes técnicas e de vendas, e é sponsor executiva do time de Diversidade & Inclusão.

Anteriormente, Katia foi Diretora Presidente da Teradata Brasil e ocupou posições técnicas em consultoria e arquitetura de sistemas em empresas como Oracle, SAP e Siebel Systems. A executiva é graduada em comunicação social, pós-graduada em Análise de Negócios e Sistemas de Informação e conta com formação em Liderança Executiva pela Columbia Business School.

Katia sucede Tonny Martins, que foi nomeado Gerente Geral para a IBM América Latina em outubro de 2020.

Camara-e.net agora é a Câmara Brasileira da Economia Digital

A camara-e.net, denominada desde a sua fundação em 2001 como Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico, agora é a Câmara Brasileira da Economia Digital. A mudança promovida reflete a ampliação das atividades da associação, bem como a ampla representatividade dos associados-membros, de todo o ecossistema da internet.

“Há muitos anos a camara-e.net vem trabalhando com temas que extrapolam o comércio eletrônico ou o varejo online restrito, representando e atuando em prol de diversas verticais da Economia Digital, como os setores de meios de pagamentos, plataformas digitais de turismo, certificação digital, mídias sociais, marketplaces, entre outros”, afirma Leonardo Palhares, presidente da camara-e.net.

O presidente ainda esclarece que o antigo nome não fazia mais sentido diante do agigantamento do setor: “Para a Câmara Brasileira da Economia Digital, é fundamental estar em sinergia com as constantes mudanças que resultam do desenvolvimento tecnológico e da convergência entre os serviços de internet e a economia”, finaliza Palhares.

Qualcomm nomeia Luiz Tonisi como presidente da Qualcomm América Latina

A Qualcomm Incorporated (NASDAQ: QCOM) anunciou Luiz Tonisi como vice-presidente da Qualcomm Serviços de Telecomunicações Ltda. e presidente da Qualcomm América Latina. A nomeação de Tonisi entra em vigor imediatamente. Ele se reportará diretamente a Jim Cathey, vice-presidente sênior da Qualcomm Technologies, Inc. e presidente da Qualcomm Global Business Operations.

Antes de ingressar na Qualcomm, Tonisi trabalhou na Nokia por mais de seis anos e mais recentemente sua função foi Country Senior Officer e Head da Nokia Brasil, desenvolvendo os negócios de telecomunicações e suas verticais no Brasil. Além da Nokia, Tonisi atuou em várias empresas de telecomunicações em funções de liderança na América Latina como Alcatel-Lucent, RFS e Nortel. Tonisi é também diretor da Fiesp (departamento de infraestrutura) e advisor de startups no Brasil.

“À medida que entramos na era 5G, enxergamos muitas oportunidades para a América Latina, potencialmente muito mais do que vimos em nossos 25 anos de história nesta região”, disse Cathey. “Luiz é amplamente reconhecido por sua experiência no setor e estou ansioso para que, trabalhando juntos, possamos continuar trazendo para a região e para nossos parceiros as tecnologias que estão moldando nosso mundo hoje e que irão transformar o futuro.”

Tonisi possui MBA Executivo pelo Ibmec São Paulo com extensão internacional pela UCLA e é graduado em Engenharia Eletrônica com especialização em Telecomunicações pela FEI-Brasil.

O mercado de tecnologia clama por 2021

Por Edivaldo Rocha, CEO da Claranet


O ano de 2020 chegou ao fim, para muitos, com a sensação de ter passado por um desafio enorme, uma vez que se trataram de meses totalmente atípicos para a economia do país. Olhando pela perspectiva do mercado de tecnologia, a sensação que fica é justamente o contrário: o desafio está apenas começando.

E por que o mercado de tecnologia clama por 2021? A resposta engloba diversos fatores, mas o mais otimista deles é que o segmento caminha com projeção de crescimento para o próximo ano. O relatório IDC WW Covid-19 – Impact on IT Spending Survey, apontou que para 42% das empresas brasileiras que foram entrevistadas, o orçamento de TI em 2021 será maior do que o previsto antes da Covid-19.

Isso mostra o quanto a pandemia impactou o cenário das empresas, que não conseguiram planejar os próximos passos e vão precisar investir mais em tecnologia. Além disso, muitas perceberam da pior maneira que não havia preparo para enfrentar uma situação de crise. E é por isso que a área de tecnologia sentiu um aumento expressivo pela demanda de reinventar as empresas, que precisam de suporte para migrar anywhere to cloud, dar acessibilidade independente da distância e garantir a segurança das aplicações.

E por falar em segurança, essa para mim é a maior tendência que se espera de tecnologia para 2021: cybersegurança se tornou necessidade primária das empresas. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela Fortinet apontou que só no primeiro semestre de 2020, mais de 1,6 bilhão de ataques cibernéticos foram realizados. E com as operações acontecendo no home office, é investir nesse tipo de tecnologia que vai apoiar para que as companhias continuem operando.

Além disso, 2020 foi um ano importante no que tange proteção aos dados. E é por isso que o blockchain deve ganhar ainda mais destaque nos próximos meses. As soluções usarão ferramentas de validação junto com os mecanismos de criptografia e IoT, que ligam os ativos digitais ao mundo físico injetando dados externos nas redes. Isto vai melhorar a confiança e eliminará a dependência da inserção manual de dados, que muitas vezes são propensas a erros e fraudes.

Outro segmento que ganhou os holofotes em 2020 e que deve continuar em alta é Inteligência Artificial. Por conta da pandemia, diversas tendências de Inteligência Artificial foram impulsionadas. Por exemplo, Internet of Behavior (IoB) ou Internet de Comportamentos, tem o objetivo de utilizar a Inteligência Artificial (IA) para analisar o comportamento dos funcionários e assim permitir que a empresa consiga pensar em alternativas, que ajudem a melhorar o desempenho de cada um.

A automação e o suporte para várias nuvens e estratégias de TI híbrida estão impulsionando a adoção de tecnologias de automação de TI no cenário de ITSM, e por isso devem ser tendências para 2021. A tecnologia 5G também chega com força ao Brasil no próximo ano, o que vai nos proporcionar mais velocidade e uma nova experiência no que tange a conectividade.

Vale dizer que muitas dessas tecnologias não são exatamente novidades, mas se tornaram tendências devido à rápida evolução em 2020. Afinal, quando se fala de inovação, não é somente sobre automatizar algo que era feito manualmente, mas sim de mudar completamente a forma e o que se faz.

Infobip anuncia Craig Charles Webster como head de Marketing das Américas

A Infobip, uma das maiores empresas de mensageria do mundo, anuncia Craig Charles Webster como novo head de Marketing das Américas. Antes de ingressar na Infobip, Webster atuou em organizações globais líderes da indústria, como Nokia, Microsoft, Met Life e Stanley Black & Decker, com fortes habilidades de liderança e sólida experiência em vendas e marketing.

“Quero ajudar e fazer parte do crescimento da organização, levando inovações para que possamos melhorar cada vez mais os serviços e proporcionar ótimas experiências aos nossos clientes”, comenta Webster. “Fazer parte da Infobip será mais um novo desafio para a minha vida profissional”, comemora o executivo.

“Quase brasileiro”, morou por muitos anos no Brasil e conhece intimamente a América Latina.  Com isso, Webster liderou equipes multiculturais não só na América Latina, como também nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Vivenciou a velocidade rápida do crescimento do marketing digital e através dessa experiência solidificou o conhecimento gerador de processos de transformação digital. Contudo, por meio da criação de equipes de marketing integradas, que funcionam como centros especializados de conhecimento, ele contribuiu para o aumento das vendas e da participação de mercado de todas as empresas em que trabalhou.

Desde a sua chegada à Infobip, a empresa lançou no mercado as soluções Conversations, plataforma que otimiza o atendimento do Call Center, e Moments, hub omnichannel com um toque humano, que permite otimizar campanhas de marketing digital para marcas e agências de publicidade.

Estudo da Cognizant analisa as principais tendências do trabalho remoto

A pandemia do novo coronavírus forçou empresas de todo o mundo a adotar modelos de trabalho remoto, para continuar operando durante as medidas de isolamento social necessárias para frear o avanço da doença. Essa mudança profunda e súbita nos comportamentos da sociedade terão um impacto nas relações de trabalho no mundo pós-pandemia. Para debater essas questões, a Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, preparou um estudo com as principais tendências do trabalho remoto.

“Muitas empresas não estavam preparadas para operar remotamente, e a pandemia as forçou a adequar seus protocolos rapidamente. Mas não precisamos criar novas ferramentas de trabalho e, sim, aproveitar melhor o que já tínhamos”, comenta Eduardo Guerreiro, diretor de Negócios Digitais da Cognizant na América Latina. “Os aplicativos de videoconferência, por exemplo, já existiam antes, mas só passamos a usá-los de forma diária durante a pandemia.”

Os reflexos do período de isolamento serão tão profundos, que o mundo não voltará ao que era no pós-pandemia. E, segundo o estudo, estamos caminhando cada vez mais para uma “remotopia”: o lugar mais produtivo do planeta, mas sem localização exata, de onde é possível trabalhar, desde que haja uma conexão. Essa definição é muito mais ampla do que simplesmente trabalhar em casa.

“As pessoas poderão trabalhar em qualquer lugar: seja no sofá, em um café, um coworking ou até mesmo em uma ilha paradisíaca. E os impactos vão além: pessoas idosas poderão trabalhar em casa, se assim desejarem. Pessoas que cuidam de parentes que precisam de atenção contínua poderão permanecer no mercado de trabalho e manter sua renda. Esses são alguns dos efeitos da remotopia”, analisa Guerreiro.

Benefícios

O trabalho remoto traz vários benefícios, tanto para trabalhadores quanto para empregadores. Alguns benefícios incluem:

Flexibilidade: sem a necessidade de se locomover diariamente para o escritório, as pessoas podem investir mais tempo com a família.
Agilidade: com todos trabalhando on-line, reuniões e projetos podem ser articulados com mais facilidade.
De qualquer lugar: com a remotopia, qualquer um poderá trabalhar em qualquer lugar, desde que haja internet. Isso significa que alguns sonhadores poderão viajar o mundo sem precisar esperar as próximas férias.
Mais gente no mercado de trabalho: pessoas com doenças crônicas e/ou dificuldade de locomoção podem encontrar empregos com maior facilidade na modalidade de trabalho remoto.
Mais economia: as empresas poderão economizar US$ 11 mil por funcionário, ao adotar protocolos de trabalho remoto. Por sua vez, os colaboradores devem economizar US$ 7 mil cada um em gastos com roupas e deslocamento.
Atração e retenção de talentos: segundo o estudo, 80% dos colaboradores recusariam uma oferta de emprego que não incluísse a modalidade de trabalho remoto.
Maior produtividade: colaboradores em regime de trabalho remoto são 13% mais produtivos que aqueles que trabalham em escritório, e também ficam menos doentes.


Vencendo a solidão

Apesar dos benefícios, o trabalho remoto tem um impacto forte em uma das principais necessidades do ser humano: a do contato próximo com outro ser humano. Mas é possível driblar essa dificuldade.

“Uma ideia que o estudo traz é a criação de espaços intermediários, onde os colaboradores possam interagir com outras pessoas sem necessariamente precisar ir ao escritório todos os dias”, comenta Guerreiro. “Os coworkings e até mesmo os cafés fazem essa função muito bem.”

É verdade também que os escritórios não vão desaparecer completamente. Mas a ideia de que devemos passar 40 horas por semana lá, sim. O importante é que os colaboradores tenham a flexibilidade de não precisar ir ao escritório todos os dias, mas que possam ir trabalhar lá, quando quiserem.

Considerações finais

Embora a remotopia esteja cada vez mais próxima da realidade, muitos conglomerados ainda não investiram nos processos e nas ferramentas necessários para aplicá-los.

“Precisamos entender que o trabalho remoto não é só uma solução a curto prazo e que voltaremos à normalidade depois da pandemia. O trabalho remoto é o futuro. E, no futuro, todos poderão trabalhar onde quer que estiverem”, conclui Guerreiro.