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DATEN anuncia nova estratégia de vendas para o varejo

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos de informática, anuncia sua nova estratégia de vendas para o setor varejista. A reestruturação de sua área de varejo tem como objetivo aumentar a capilaridade e a presença da empresa no mercado por meio da expansão no número de revendas, representantes e parceiros. A estratégia também inclui o lançamento de uma nova linha de computadores, que estará disponível até o final de 2016.

“Após 15 anos como referência nos mercados corporativo e governamental, queremos levar nossa expertise também para o varejo. Estamos investindo muito e montando uma equipe experiente com o objetivo de colocar os nossos produtos à venda para o consumidor final em todas as regiões do Brasil”, afirma Francisco Ferreira, Diretor Comercial de Varejo da DATEN. Segundo o executivo, a expectativa é que os computadores da fabricante estejam disponíveis em mais de 8.000 lojas pelo País.

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Claro renova contrato de serviços com a Cleartech

A Claro, uma das maiores operadoras de telefonia móvel, renova seu contrato de prestação de serviços com a Cleartech, empresa brasileira reconhecida pela eficiência na prestação de serviços de tecnologia e segurança da informação, por mais um ano. No contrato, com vigência até o final de 2016, a Cleartech disponibilizará os serviços de suporte e manutenção do GFX e do Painel de Indicadores.

O software de gestão financeira GFX segue rigorosamente as normas internacionais de conformidade, permite a garantia da acuracidade dos processos, flexibilidade de parametrização e integração de boletos, incluindo a previsibilidade financeira para tomada de decisões.

Sua integração com todas as plataformas operacionais de mercado ocorre de forma automática, principalmente quando voltadas para apuração de receitas e despesas, liquidações financeiras por valores, prazos e contratos, encontro de contas, régua de cobrança e batimentos financeiros e fiscais (SAP). Além disso, atende aos repasses de contratos de bilhetagem, plataformas nacionais e internacionais, bem como controlar receitas e custos de prestação de serviços.

Já a plataforma Painel de Indicadores condensa e transforma os dados em informações diretas com uma análise mais detalhada para tomada de decisão. Como diferencias destacam-se o acesso Mobile com rapidez e segurança, direto a um smartphone, o acesso Web via browser, e o acesso Viewer, um módulo dedicado ao tratamento e criação de slides que reúne e organiza as informações relevantes em formato de gráficos, listas e sinalizadores.

Como principais benefícios, o Painel de Indicadores traz a agilidade, flexibilidade, escalabilidade e segurança. Outro fator positivo é a facilidade de integrar-se de forma não invasiva aos sistemas que a Claro já possui, sem a necessidade de projetos complexos.

Segundo Thiago da Silva Santos, Diretor Comercial da Cleartech, a renovação deste contrato é muito importante para a empresa, já que a Claro é cliente desde 2007. “Ficamos muito felizes com a continuidade dessa parceria, que a nosso ver é sinônimo de satisfação. Isso significa que estamos no caminho certo, trabalhando com dedicação, soluções de ponta e equipe qualificada”, destaca o executivo.

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Crise traz oportunidades de exportação para empresas brasileiras de TI

A crise econômica, acompanhada da inflação e da alta do dólar, podem trazer grandes benefícios para as empresas brasileiras de Tecnologia da Informação. O momento é bastante propício para aqueles que desejam exportar seus produtos e serviços para o exterior, em especial para o mercado norte-americano, considerado atualmente o maior polo de fomento à inovação e tecnologia.

Com previsão positiva de crescimento para os próximos dois anos, os Estados Unidos possuem estimativas que superam a média global. Segundo o último relatório da Forrester, por exemplo, o mercado de TI norte-americano deverá crescer mais de 5% até 2017, oferecendo ao Brasil mais oportunidades para exportar. Sendo assim, as empresas de tecnologia não ficarão 100% dependentes da melhoria da economia brasileira.

“Cada vez mais, as companhias têm buscado alternativas para diversificar os seus negócios e a internacionalização, sem dúvida, tem sido uma opção bastante atrativa para aqueles que anseiam explorar mercados desenvolvidos e com grande potencial de consumo”, afirma Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana e consultor da Apex-Softex de apoio à internacionalização das empresas nacionais de software.

Para a consultora Luciana Paiva, também credenciada do Projeto Softex – Apex Brasil, a moeda brasileira fraca e a expansão do mercado internacional oferecem às provedoras de soluções tecnológicas maiores chances de internacionalização. “Uma das vantagens está na produção do serviço com custo em Real e a comercialização deste mesmo serviço em moeda americana. Além disso, as soluções tecnológicas nacionais são em grande parte versáteis, reduzem custos, agilizam negócios e possuem vantagens competitivas bastante atraentes para mercados compradores de tecnologia”, explica.

Parcerias podem ajudar a reduzir custos operacionais no exterior

Tradicionalmente, as médias e pequenas empresas de tecnologia estão à parte do processo de exportação por desconhecimento ou mesmo por falta de recursos próprios para investir em toda a estruturação necessária. Pires ressalta que os gastos de um empresa que opta pelo processo de internacionalização pode chegar a USD 200 mil no primeiro ano, considerando custos como instalações próprias e contratação de profissionais. “Como a curva de aprendizagem de como abordar o mercado é longa, os resultados podem demorar. Além disso, as boas condições de mercado podem mudar”, diz. Por isso, o especialista recomenda que as empresas brasileiras busquem alianças locais, uma forma de acelerar a entrada no mercado exterior e reduzir os custos em mais de 60%.

Ainda segundo Pires, unir forças com companhias locais viabiliza o processo de entender quem são os potenciais compradores, principais concorrentes, dados de mercado, melhores regiões, verticais alvo e vários outros pontos importantes para que o empresário não perca tempo e dinheiro montando uma estrutura e recrutando pessoas antes de ter um plano estratégico bem embasado.

Para auxiliar os empreendedores brasileiros interessados em explorar potenciais mercados internacionais, Allan Pires e Luciana Paiva listam algumas dicas essenciais:

1. Concorrência

Você sempre terá concorrentes locais. Dizer que não tem concorrente não é vantagem para ninguém, muito pelo contrário! Em mercados desenvolvidos, quem não tem concorrente deve ter um produto que ninguém quer comprar. Por isso, mapeie o território e entenda quais são as vantagens das suas ofertas frente ao que já existe no mercado local;

2. Comunicação

Você não pode simplesmente traduzir todo seu material e metodologia sem adapta-la antes para o novo mercado. Traduções ipsis litteris soam bizarras em qualquer lugar do mundo;

3. Cultura

Tenha respeito com a cultura local. Estude, entenda e se apaixone pelo modo com que as pessoas agem e reagem. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pontualidade é um sinal de respeito e a palavra ainda vale mais que o escrito, portanto, não se comprometa verbalmente se não puder cumprir;

4. Estrutura física

Uma boa sugestão é contratar uma empresa com vasto conhecimento do mercado-alvo e que possa oferecer uma estrutura básica inicial, evitando um investimento grande em infraestrutura e contratação de pessoal. A empresa que for sozinha, sem o apoio de uma empresa de consultoria, desembolsará, pelo menos, USD 200 mil no primeiro ano. Caso utilize uma estrutura para iniciar as primeiras fases, este custo fica reduzido sensivelmente, em torno de USD 60 a 80 mil por ano;

5. Estratégia comercial

Estude o mercado, os concorrentes, a precificação e os modelos de venda. A oferta precisa ser competitiva e a estratégia comercial tem que abranger os clientes, os canais e os parceiros;

6. Incentivo fiscal

Conheça os incentivos fiscais disponíveis, tanto no Brasil como no exterior, bem como a melhor maneira de tirar vantagem dos mesmos. Em solo brasileiro, por exemplo, algumas operações não são tributáveis, já no exterior há diferentes variantes e tudo depende do tipo de solução a ser ofertada.

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Wine.com.br lança serviço inédito no Brasil dedicado a eventos

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A Wine.com.br, terceiro maior e-commerce de vinhos do mundo, lança o Wine Eventos, um serviço inédito para atender o mercado de eventos. A empresa passa a oferecer vinhos e espumantes para eventos como casamentos e formaturas. O Wine Eventos, além dos rótulos, oferece uma consultoria personalizada para cada situação que é prestada pela equipe de especialistas da empresa e também pela equipe Sommeliers Wine. A consultoria vai desde dicas de como servir até como armazenar as garrafas e sugestões de harmonizações. Para aumentar a experiência de relacionamento com o cliente, a empresa lançará um espaço exclusivo em seu site dedicado a eventos com o nome Wine Eventos.

“Identificamos o crescente interesse dos nossos clientes em nos procurar para orientá-los em eventos de todos os tipos e percebemos também que esse serviço não existia no mercado. O Wine Eventos foi pensado para atender cada cliente de forma customizada e para isso colocamos à disposição todo nosso know-how para que esse momento de comemoração seja ainda mais especial”, afirma Luis Martini, diretor de marketing da Wine.com.br.

Com essa crescente demanda de clientes que buscam curadoria para escolhas das bebidas nos eventos, os especialistas da Wine.com.br fizeram um levantamento dos rótulos mais indicados para celebrações. No espaço exclusivo do Wine Eventos, o cliente já conta com uma seleção desses rótulos, os sócios do ClubeW (clube de assinaturas da empresa) têm mais 15% de desconto nas compras.

A estrutura pensada para o Wine Eventos garante que as escolhas sejam feitas de forma simples, rápida e com uma consultoria personalizada. Após a escolha dos rótulos, o cliente preenche um formulário e solicita o orçamento. A equipe de especialistas entra em contato para prestar todo o auxílio necessário para cada cliente.

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Amcham: Empresariado ainda vê gargalos no registro de patentes no INPI

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) tornou os sistemas de registros e ferramentas de pesquisa online mais ágeis para consulta, mas o órgão precisa dar agilidade ao andamento dos processos de registro de propriedade intelectual (PI) e reforçar o seu corpo técnico. A conclusão é do relatório realizado pela Amcham e divulgado nesta terça-feira (31/5), em São Paulo. A entidade ouviu mais de 150 executivos e diretores de inovação e pesquisa em todo o País.

Os aspectos que o INPI ainda precisa melhorar são a agilidade no andamento dos processos de registro de propriedade intelectual (39%) e qualificação e expansão do corpo técnico (20%). De acordo com a pesquisa, a maioria afirma que o tempo médio para registro de uma concessão de patentes leva de 7 a 10 anos (63%). Outros 30% afirmam que o prazo é superior a 10 anos, e apenas 6% consideram que o prazo vai até 6 anos. Quando se trata de marcas, o tempo varia de 2 a 6 anos, na opinião de 90% dos entrevistados. Somente 4% afirmam que o prazo é superior a 7 anos, e 2% consideraram um tempo inferior a 2 anos.

Para a maioria das empresas, nenhuma das cinco diretorias do INPI – Marcas, Patentes, Contratos, Desenho Industrial e Software – consegue oferecer uma estimativa razoável sobre o prazo de finalização de análises de registro de PI. O pessimismo é maior na Diretoria de Patentes, com mais de dois terços de respondentes afirmando que ‘nunca’ (55%) ou ‘raramente’ (23%) há estimativa de prazos. Apenas 17% consideram que as estimativas são ‘sempre’ (3%) ou ‘frequentemente’ (14%) informadas, e 3% não responderam.

Questionados sobre quais as prioridades que o INPI deveria seguir para evolução tecnológica, 40% acham que seria a atualização constante do banco de dados e informações disponíveis online. O investimento em melhorias do sistema (estabilidade, layout e ferramentas de busca) foi citado por outros 14%, enquanto que 11% mencionam a disponibilização online de todo o andamento dos processos e serviços. A qualificação e expansão do corpo técnico também é uma das ações indicadas por 11% dos respondentes.

O relatório, segundo o presidente do INPI

O relatório Amcham de avaliação empresarial do INPI foi apresentado na manhã de hoje (31/5), em São Paulo, pela CEO da entidade, Deborah Vieitas, na presença de Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI. “O relatório Amcham aponta o problema que a demora nos exames de propriedade industrial representa a maior barreira pra inovação e empreendedorismo para o Brasil quando pensamos em cadeia de valor”, comentou Pimentel.

De acordo com estimativas do INPI, caso seja mantido o atual quadro de 263 examinadores, o tempo de espera deve subir para 19,2 anos. “Precisaríamos de um total 5.050 examinadoras para sanar o blacklog (estoque de marcas e patentes não analisados) em um ano”. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem 60 registros de patentes por examinador, enquanto o número é de 1.096 pedidos para cada especialista do INPI.

Segundo o presidente do órgão, a demora em proteger os diretos de propriedade intelectual traz prejuízos para a competitividade e diminui o poder de defesa contra a pirataria. “O empresariado brasileiro, cada vez mais, tem entendido a propriedade intelectual como ferramenta pra sustentar a inovação. Há também o entendimento do governo brasileiro de que o custo da solução é o investimento público”.

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Distribuidora de TI cria unidades de negócios e cresce 30% no primeiro trimestre de 2016

Para crescer no mercado de distribuição de produtos de Tecnologia da Informação (TI), que caiu oito pontos percentuais em 2015, de acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de TI (Abradisti), a Agis reformulou seu modelo de negócios a partir de janeiro deste ano e já comprova resultados significativos ao término do primeiro semestre: um aumento de 30% no faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita de sucesso foi trazer uma proposta de valor com a criação e divisão das atividades da empresa em quatro unidades de negócios (“BUs”, na sigla em inglês): Imagem e Automação, Impressão, Infraestrutura e PCs.

“Cada núcleo conta com equipe de especialistas altamente capacitados para entender as necessidades dos clientes, realizando um trabalho cada vez mais consultivo, além do comercial”, explica Camila Rabelo, diretora Comercial e de Marketing da Agis. “As BUs ficam responsáveis pela distribuição de ponta a ponta, da logística, implementação do projeto, formas de pagamento, até o relacionamento com os fabricantes”, completa. A empresa conta, ainda, com um canal de vendas especializado às revendas que atendem projetos a pequenas e médias empresas (PMEs). Segundo a executiva, a expectativa é que a Agis alcance um aumento total de 17% no ano.

Conheça as novas unidades de negócios da Agis:

Imagem e Automação – Atende clientes que buscam por soluções de LFD (display de grande formato), Digital Signage (gerenciamento de painéis eletrônicos), automação comercial e segurança eletrônica. A unidade cria um projeto de acordo com a necessidade e implementa as soluções integradas com equipamentos das fabricantes Elgin, Epson, LG e Samsung.

Impressão – Especializada em implementação de parques de impressão e outsourcing, a unidade oferece uma linha completa de impressoras e multifuncionais laser e cera, monocromáticas ou coloridas, com diversas características, especificações e aplicações para atender diferentes ambientes de trabalho e tarefas, das pequenas empresas às grandes cias, por meio de equipamentos de entrada e médio porte (A4 e A3) à impressão de grandes formatos (plotters). Trabalha com as fabricantes Xerox e HP, com time especializado em campo e escritório.

Infraestrutura – Equipe capacitada para dimensionar soluções de infraestrutura de acordo com a necessidade do cliente, oferecendo um portfólio de produtos e serviços que suprem todos os aspectos da infraestrutura de uma empresa, como servidores, armazenamento, redes com e sem fio, sistemas convergentes, switches, softwares, serviços e nuvem. Trabalha com as marcas Hewlett Packard, Huawei, Lenovo e APC.

PCs – Com um atendimento especializado, esta unidade de negócios presta um atendimento consultivo, indicando as soluções mais adequadas para cada tipo de projeto, incluindo notebooks e ultrabooks das principais marcas, desktops em diversos formatos, workstations de alto desempenho, softwares (Windows, pacotes Microsoft Office e antivírus) e componentes para pequenas, médias e grandes empresas.

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Pesquisa da FEBRABAN mostra que transações com mobile banking cresceram 138% em 2015

O uso dos canais digitais no setor bancário segue em consolidação no Brasil, com destaque para a forte expansão registrada no ano passado pelo mobile banking, que registrou 11,2 bilhões de transações bancárias, um crescimento de 138% em relação a 2014, quando 4,7 bilhões de operações foram feitas pelos clientes. Os dados são da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, divulgada hoje pela Federação Brasileira de Bancos.

Realizado pela Deloitte, o estudo contou com a participação de 17 bancos, que representam 93% dos ativos dessa indústria no País, e revela que o mobile banking é o segundo canal preferido pelos clientes para transações bancárias: sua participação no total das operações passou de 10%, em 2014, para 21% no ano passado. Em 2015, o Brasil já contabilizava 33 milhões de contas ativas com o recurso mobile, um crescimento significativo de 32% em relação ao ano anterior.

“O número de transações via mobile banking cresceu mais de 100 vezes desde 2011. É um avanço expressivo”, afirma Gustavo Fosse, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN – naquele ano, foram registradas cerca de 100 milhões de operações por este canal.

De acordo com a pesquisa, as transações bancárias feitas por internet banking e mobile banking ultrapassaram mais da metade do total, atingindo 54%. O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões, em 2015, segundo o levantamento.

“O crescimento do uso de canais digitais tem sido impulsionado por alguns fatores. O primeiro deles está relacionado à indústria, já que os bancos têm funcionado como um importante indutor em inovações tecnológicas, preocupando-se cada vez mais em trazer comodidade aos seus clientes”, afirma Gustavo Fosse. “Outro fator diz respeito ao acesso à internet no Brasil, que cresceu nesse último ano e já está acessível para 56% da população“, complementa. “O uso de smartphones também tem alavancado esse aumento; se olharmos o cenário global, estamos acima da média mundial, que é de 37%.”.

Investimentos

O estudo trouxe ainda importantes dados sobre investimentos em tecnologia. Mesmo em um cenário econômico desafiador, os bancos brasileiros continuam investindo maciçamente em TI. Em relação às 10 maiores economias, o Brasil ocupa, com base na proporção do PIB (Produto Interno Bruto), o 7º lugar em gastos com tecnologia da informação no setor bancário, e é o país entre os BRICs que mais investe em TI proporcionalmente ao tamanho da economia.

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, os investimentos e as despesas em TI somaram R$ 19,2 bilhões em 2015. Desse total, 44% foram destinados a software, 35% a hardware, e 20% a telecom. No Brasil, o setor bancário é responsável por 13% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo percentual que a estatística mundial.

Pontos físicos

Apesar do franco crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento aos clientes bancários. Segundo o estudo, o total de transações realizadas em agências bancárias, POS (pontos de venda no comércio), ATM (autoatendimento) e correspondentes foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

O estudo revelou também que, em 2015, o universo de agências físicas sofreu uma ligeira queda, também verificada, de forma mais acentuada, nos correspondentes bancários, PABs e PAEs. No caso das agências, o total registrado em 2015 foi de 22,9 mil, contra 23,1 mil no ano anterior. O total de PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registrado pela pesquisa foi de 45,5 mil, em 2015, ante 51 mil, em 2014. Já os correspondentes passaram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.

“Esses ajustes estão relacionados a três principais fatores: à conjuntura econômica vivida pelo País, que culminou no fechamento de uma série de estabelecimentos; à política de eficiência operacional de alguns bancos, que optaram em realizar uma revisão para solucionar sobreposições de pontos de atendimento existentes; e à própria diversificação dos canais de atendimento”, completa Fosse.

A pesquisa e metodologia adotada

Realizada há 24 anos pela FEBRABAN, em 2015, a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária foi desenvolvida, neste ano, pela primeira vez em parceria com a Deloitte. O estudo foi feito com a aplicação de questionário online junto às instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e também com pesquisas internacionais da Deloitte para ampliar e aprofundar a análise dos dados.

“Conseguimos reunir ­– por meio de dados informados pelas instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e de pesquisas da Deloitte – informações e análises que nos mostraram como o Brasil está posicionado mundialmente em relação à tecnologia bancária, evidenciando, mais uma vez, o perfil vanguardista que o país historicamente ocupa nos grandes movimentos de transformação do setor”, comenta Paschoal Pipolo Baptista, sócio da Deloitte e especialista na indústria de serviços financeiros.

Para conferir a apresentação completa da pesquisa, acesse: www.febraban.org.br ou www.deloitte.com.br. O relatório completo será lançado por ocasião do CIAB FEBRABAN 2016, de 21 a 23 de junho (mais informações em www.ciab.org.br).

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Brasil cai pelo sexto ano consecutivo no ranking mundial de competitividade

Hong Kong tira os EUA do topo e padrão de declínio se mantém na América Latina

O Índice de Competitividade Mundial 2016 (World Competitiveness Yearbook – WCY), divulgado pelo International Institute for Management Development, IMD, e pela Fundação Dom Cabral, apontou a perda de espaço do Brasil no cenário competitivo internacional, com a queda de posições pelo sexto ano consecutivo. O país ocupa agora a 57ª colocação no ranking geral, descendo um degrau em relação a 2015. Neste ano, o Brasil está à frente apenas da Croácia, Ucrânia, Mongólia e Venezuela. O país soma um declínio de 19 posições em seis anos.

O estudo indicou ainda que o poder absoluto da economia dos EUA já não é mais suficiente e o país perdeu seu status como território mais competitivo. Hong Kong (China) desafiou o padrão de declínio da Ásia para deslocar os norte-americanos, pela primeira vez em três anos. A Suíça ficou com a segunda posição e os EUA aparecem em terceiro. Cingapura, Suécia, Dinamarca, Irlanda, Países Baixos, Noruega e Canadá completam a lista dos dez primeiros colocados.

Na América Latina, o Chile é o melhor classificado, em 36º, – queda de uma posição comparando com ano passado – enquanto todos os outros representantes da região estão entre os 20 últimos.

Este ano o Brasil obteve uma pontuação de 51.676 pontos no índice agregado de competitividade, o que indica a posição dos países com relação àquele considerado o mais competitivo. Isso significa que o país está 51.676 pontos atrás de Hong Kong, primeiro colocado. Em relação ao ano passado, o Brasil obteve uma melhora absoluta de 4.286 pontos, mas em comparação com a pontuação de 2010 – ano em que o Brasil ocupou sua melhor posição no ranking (38ª posição) – o país apresentou uma perda de 10%. “Esses dados revelam que a perda de competitividade apresentada em 2016 não é apenas relativa, mas absoluta se observamos no longo prazo. Porém, não trazem necessariamente algo inesperado, já que a situação econômica brasileira continua gerando entraves e alto grau de pessimismo entre os agentes econômicos. Para avançarmos em termos de competitividade é necessário olharmos com atenção para as gestões privadas e públicas”, afirma Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta e análise dos dados do ranking no Brasil.

O Professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, observa os problemas da América Latina: “O setor público continua a ser um empecilho para essas economias. O padrão comum entre todos os países no top 20 é o seu foco na regulação ideal para negócios, infraestrutura física e intangível e instituições inclusivas. No presente momento nenhuma economia da América Latina chega perto de possuir essas qualidades como a medida necessária para fazer progressos significativos até a classificação”.

Apesar de o Brasil já ter dado esperanças promissoras para se desenvolver com destaque entre as economias latinas, sua performance caiu novamente. “O principal fator para o declínio do Brasil é o seu desempenho econômico. O fraco crescimento do PIB, aumento do desemprego em combinação com aumento dos riscos para os investidores têm grande impacto na economia”, disse Bris.

O prestigiado ranking de competitividade – World Competitiveness Yearbook (WCY) – publicado anualmente desde 1989 pela escola de negócios IMD é amplamente considerado como a análise mais importante deste tipo. O IMD avalia mais de 340 critérios derivados de quatro principais fatores: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. As respostas de uma pesquisa em profundidade com mais de 5.400 executivos, que são convidados a avaliar a situação em seus próprios países, também são levadas em consideração.

A queda de uma posição do Brasil em relação ao ano passado é analisada a partir de quatro fatores, cada um divido em mais cinco subfatores. O resultado brasileiro nestes fatores e subfatores está apresentado na Figura 2 abaixo:

Caminhos

O estudo evidencia também que os programas sociais de redistribuição de renda, implementados com objetivo de estimular o motor da demanda interna, foram baseados no aumento real dos salários brasileiros. Como esses programas dependem da taxa de investimento no Brasil, assim como no produto corrente e em exportações, eles se tornaram insustentáveis no atual contexto de recessão, uma vez que o aumento dos salários reais gerou restrição do balanço de pagamentos. Segundo o levantamento, o salário aumentou mais do que os ganhos de produtividade do trabalho. Além disso, o crescimento interno da demanda gerou as pressões inflacionárias. “Os programas assistenciais são essenciais para o aquecimento da economia doméstica no país, além de proporcionarem oportunidades mais justas para os cidadãos. No entanto, com os atuais indicadores, os gastos públicos têm se tornado um problema para os próximos ano” pondera Arruda.

Arruda afirma ainda que o desempenho do Brasil é consequência de questões conjunturais e do esgotamento de um modelo de crescimento: “Ainda que se espere que ocorra a resolução de desafios de curto prazo, como déficit fiscal e controle da inflação, a economia brasileira precisa se reinventar para avançar em competitividade de forma robusta e significativa” complementa o professor.

O subfator produtividade e eficiência ficou em penúltimo no ranking, e mesmo com bons índices de investimentos absolutos, o Brasil vem perdendo espaço em relação aos outros países, já que houve perda de credibilidade dos agentes externos e internos na economia. É importante lembrar ainda que o descontrole da inflação fez com que o Brasil ficasse em penúltimo nesse indicador. “Para que os programas sociais sejam eficientes, é necessária uma melhora dos indicadores citados, cujo foco são os fatores estruturantes da economia e que demandam uma agenda de futuro. Se de um lado não há receita mágica para um novo modelo, do outro não há como fugir das questões básicas como qualidade da educação e promoção da inovação” finaliza Arruda.

Para mais informações, acesse o sumário executivo: goo.gl/i6fHte

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5 canais de vendas para seu e-commerce vender mais

A disputa por clientes entre as lojas virtuais é grande, assim como em lojas físicas. Em ambos os espaços é preciso utilizar estratégias que aumentem a divulgação e a rentabilidade. Para quem tem e-commerce uma das maneiras de atingir esses objetivos é por meio dos canais de vendas.

Além da venda direta realizada no e-commerce, onde o consumidor entra diretamente na loja virtual e escolhe o produto, há outros canais de vendas que podem ser explorados. O CEO e sócio da Trezo, Armando Leite Júnior, explica que é preciso levar em conta outros locais para anunciar os produtos e se tornar uma marca forte. “Muitas vezes o empresário ou empreendedor se apega a ideia da loja online própria e esquece que essa mesma loja pode ser vista de mais formas”, afirma.

Armando destaca cinco canais de vendas que são simples de usar, com um investimento acessível e retorno vantajoso. São eles: marketplace, comparadores de preço e recuperadores de carrinho, redes sociais e e-mail marketing. Abaixo, o CEO explica sobre cada canal.

Marketplace

O marketplace, de forma bem simples, é um portal que abriga diversas lojas virtuais. É um espaço para os vendedores exporem os produtos, como se fosse uma grande vitrine onde os clientes encontram produtos de diversos vendedores no mesmo catálogo com a vantagem de poder fechar a compra em um carrinho único.
Para se destacar na concorrência, a base de tudo é proporcionar uma boa experiência para o consumidor. Para isso, algumas ações são essências, além do preço competitivo, possibilidade de parcelamento e boas condições de frete. Entre elas estão: imagens de qualidade dos produtos, descrições ricas em detalhes e permitir fazer e visualizar avaliações, sejam elas positivas ou negativas, pois traz mais segurança aos consumidores.

Entre os maiores marketplaces estão a Americanas, Mercado Livre, Submarino, Walmart.com, entre outros.

Comparadores de preço

E se você pudesse visualizar e comparar o preço do produto procurado num mesmo local? É isso que os comparadores de preço fazem. São sites que pesquisam e mostram o preço do item desejado de diferentes lojas online. É bom para o dono do e-commerce, que tem a oportunidade de que seu produto seja visto junto com os da concorrência e aumenta as chances de conquistar mais clientes. E é bom para o consumidor, pois é rápido e prático.

Entre os comparadores de preço mais conhecidos estão Buscapé, Google Shopping, Zoom, Zura e Bondfaro.

Recuperadores de carrinho

Uma pesquisa apontou que em 2015, a média de abandono de carrinhos em lojas virtuais chegou a 83,73% no Brasil. As principais causas apontadas são as elevadas taxas de frete e o prazo para entrega dos produtos. Por isso, o assunto merece atenção.

Uma maneira de não perder a venda é recuperação do carrinho que foi abandonado. Se o cliente chegou a colocar o produto no carrinho quer dizer que ele tem sim interesse naquele item e pode voltar ao site. Sendo assim, é necessário lembrar o consumidor dos produtos que ele teve interesse e até mesmo oferecer alguma vantagem, como um desconto, para que de fato ele efetue a compra. Para isso, uma ferramenta de gestão para a recuperação do carrinho deve ser aplicada ao e-commerce.

Redes Sociais e Fóruns

Há muito tempo que as redes sociais fazem parte da rotina das pessoas no mundo todo e por isso são excelentes vitrines para ajudar a divulgar os produtos. É preciso levar em conta o tipo de produto para cada rede, pois elas atendem públicos diferentes.

As redes sociais possibilitam divulgar o produto e assim gerar mais conversões. Lembre-se de que são importantes boas fotos e descrições dos produtos, além de ficar atento e responder aos comentários. Entre as redes sociais mais usadas estão: Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn e Instagram.

Se o seu e-commerce não tem uma página no Facebook, por exemplo, aproveite para criar uma. Outra dica é participar de grupos, fóruns ou listas específicas. A segmentação do conteúdo de acordo com o público é importantíssima. Não ainda publicar sobre artigos para carros em um grupo que discute sobre saúde feminina. Ofereça informações e respostas de qualidade aos participantes e crie uma relação de confiança.

E-mail marketing

O e-mail marketing é um ótimo canal de comunicação e extremamente eficiente, mas, para isso, é preciso definir uma estratégia. Novamente a segmentação deve fazer parte da estratégia para atingir os resultados desejados. Lembre-se de oferecer conteúdos úteis, além dos produtos comercializados por sua loja online.

Vale lembrar que é sempre importante contar com o auxílio de profissionais especializados no segmento e que, preferencialmente, tenham alguma indicação. Algumas atividades, como as redes sociais são mais simples, porém outras exigem mais conhecimento e a orientação de um profissional é bem-vinda.

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Delegações estrangeiras garantem espaço no WCIT Brasil 2016

Taiwan, Bangladesh e Portugal já têm espaço definido no evento. Outros países negociam estandes para empresas de TIC

A possibilidade de negociação com empresas brasileiras de Tecnologia da Informação e Comunicação atrai investidores de diversos países para a 20ª edição do Congresso Mundial de TI – WCIT, que ocorrerá de 3 a 5 de outubro de 2016 em Brasília, Brasil. A oportunidade é inédita visto que será a primeira vez que o evento mais importante da Aliança Mundial de TI e Serviços (WITSA) será realizado na América do Sul.

Delegações de Taiwan, Bangladesh e Portugal estão confirmadas no Congresso. Juntas, as empresas estrangeiras reservaram 15 estandes para negociar com parceiros dos diversos países que estarão presentes, além e expor as novidades do mercado internacional.

Os organizadores do evento continuam em negociação com outras representações interessadas por meio de articulações com embaixadas, com as regionais da WITSA, com a Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação (ALETI) e com a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de TI (Assespro Nacional).

Representantes das embaixadas dos Estados Unidos, Armênia e Canadá estiveram presentes em evento prévio do WCIT, cujo objetivo foi estreitar laços entre parceiros, patrocinadores e participantes confirmados. A ocasião contou com a presença do presidente e do secretário-geral da WITSA, Santiago Gutierrez e James Poisant, respectivamente.

Durante a confraternização, os possíveis participantes puderam compreender a dinâmica do Congresso e as oportunidades oferecidas ao longo dos três dias de duração, desde a exposição de marcas e produtos às rodadas de negócios previamente agendadas.

Delegações da Austrália, Armênia, Canadá, Colômbia Malásia, Japão, Nigéria, México, Quênia, Emirados Árabes, Costa Rica, dentre outras também estão na lista de interessadas no WCIT Brasil 2016. As negociações seguem em ritmo acelerado, visto que 40% dos espaços disponíveis na exposição do evento foram reservados no período de dois meses.

Mais informações no site: www.wcit2016.com.br

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Spin Off de Goiânia projeta crescimento de R$ 3 milhões em 2016

Em 1998, os empreendedores goianos Adalberto e Helenir Queiroz receberam de um importante cliente a missão de desenvolver uma tecnologia que se adequasse às necessidades de negócio no tocante à gestão da qualidade. Os até então sócios-fundadores da Multidata focaram nas necessidades do cliente para garantir um produto inovador no mercado, o DocNix. A partir do lançamento do produto, começava a ser desenhada a Acttive.

Com tecnologia e desenvolvimento 100% nacionais, o software conquistou rapidamente o mercado graças às suas funcionalidades que possibilitam o aumento do controle, o alinhamento estratégico entre as áreas, a análise e o monitoramento de processos e o gerenciamento de ações internas.

A expansão das oportunidades de negócios deu à Acttive o status de uma empresa dentro de outra empresa. “Sabíamos logo no início que rapidamente a Acttive poderia alçar voo solo. Contudo, era ainda preciso amadurecer a estrutura e estabelecer um plano efetivo para uma transição sem traumas”, conta Cecília Queiroz, diretora financeira da empresa e filha dos fundadores.

Para assegurar um crescimento sustentável e garantir robustez à futura operação individual da unidade de negócios, os sócios buscaram formas de financiamento. Com um empréstimo bancário, a Acttive passou a consolidar o seu projeto pautado na inovação e desenvolvimento de novas funcionalidades agregadas ao DocNix para conquistar uma base de clientes própria – o primeiro avanço para a independência. Novos investimentos também foram feitos como a ampliação da equipe, abertura de um escritório em São Paulo e estratégia de parcerias com o objetivo de conquistar clientes nas regiões Sudeste e Sul do país.

Um passo por vez

Apesar das boas perspectivas, os empreendedores foram cautelosos e mantiveram como foco consolidar a Acttive e realizar um spin off. “Em 2011, ainda sob o comando do mesmo corpo diretivo da Multidata, a empresa conquistou a maturidade esperada para se tornar uma operação individual”, explica Cecília Queiroz.

Nessa direção, a sociedade conquistou o reforço do sócio Antonio Neto, investidor que chegou à empresa com a missão de capitanear o projeto de expansão. Em 2015, a Acttive completou o ciclo de desvinculação e os sócios fundadores optaram por vender sua participação no Grupo Multidata para se dedicar integralmente ao conselho diretivo da Acttive.

Expansão à vista

Com projeção de crescimento extrapolando a marca dos 50%, a Acttive tem objetivos claros de se tornar o principal player do segmento de softwares para gestão da qualidade e de processos. Com o DNA da inovação, a empresa projeta expandir sua atuação de forma abrangente em todo o Brasil a partir da abertura de mais um escritório, no Mato Grosso, e do lançamento da nova interface e da versão mobile do DocNix. “Ajudamos as empresas a serem mais produtivas num momento em que cada centavo conta. É exatamente em anos de economia apertada que nossa oportunidade se amplia”, finaliza Cecília.

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ASIS Projetos lança programa de parceiros para todo o Brasil

Atualmente posicionada como a única empresa do mercado exclusivamente voltada para soluções SPED e com mais de 500 projetos desenvolvidos, a ASIS deu início ao seu Programa de Alianças e Revendas (PAR). A ASIS irá oferecer quatro soluções de seu portfólio a seus parceiros, tendo para cada desafio do cliente um tipo de ferramenta: o ASIS Auditor Digital, ferramenta que audita, aponta erros e inconsistências nos documentos SPED e também sugere soluções para os erros encontrados, o ASIS EDIT, ferramenta única no mercado que permite analistas, consultores e equipes tributárias/fiscais fazerem correções assertivas nos documentos fiscais e também a geração dos arquivos corrigidos, tudo isso online, o ASIS TAX, solução de atribuição de alíquotas e MVA-ST em lote, que busca automatizar e facilitar a análise dos tributos incidentes sobre as mercadorias e suas respectivas operações, considerando grandes volumes de mercadorias e o recém criado ASIS Advisor, software que permite uma consulta rápida dos impostos que incidem sobre os produtos por meio da chave NCM, sempre atualizado de acordo com a legislação Estadual e Federal vigente.

Os benefícios aos canais de vendas ASIS não estão só nos produtos oferecidos. O principal objetivo do programa é gerar negócios dentro de um ecossistema de canais e consequentemente a possibilidade de aumentar a rentabilidade, criando um “Upgrade” no portfólio dos parceiros. Dentro desse contexto, os parceiros terão acesso ao portal do programa, além de suporte técnico e comercial por meio de treinamentos, que irão garantir conhecimento técnico da ferramenta e das atualizações da legislação oficial, além de uma visão de mercado e técnicas de vendas. Outros pontos positivos do programa são: apoio de marketing, tanto no formato impresso quanto digital, acompanhamento de vendas via CRM, ações de e-mail marketing e eventos organizados pela empresa em conjunto com seus parceiros.

A meta inicial do projeto é captar aproximadamente 100 parceiros de negócios, aumentando a capilaridade da companhia a nível nacional em um curto espaço de tempo, além de atingir empresas que hoje precisam desse tipo de solução, mas que ainda não conhecem as possibilidades tecnológicas de mercado. Segundo William César Violato, gerente de canais e alianças da ASIS Projetos, “teremos três perfis de parceiros: representante, distribuidores e parceiro estratégico, com objetivos e metas adequadas a cada perfil. Nosso foco é oferecer uma oportunidade altamente rentável, mesmo a curto prazo” afirma o gestor. Em um primeiro momento, dentro de uma visão estratégica de negócios, a busca desses canais inicia-se pelo interior de São Paulo e nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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