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Empresa e.Bricks promete revolucionar mercado de investimentos atuando em startups

Para a empresa e.Bricks Ventures, serviços fundamentais para a sociedade são grandes oportunidades de investimento. Com enfoque na concessão de capital de risco, pretende disponibilizar cerca de R$300 milhões que serão destinados às startups que possuírem condições de desenvolvimento frente ao mercado corporativo. Os segmentos contemplados são o de serviços financeiros, saúde, educação e aqueles voltados para organizações de pequeno e médio portes. Eduardo Sirotsky Melzer, conhecido popularmente como Duda Melzer, vê nesse projeto muitas oportunidades de se suscitar um fluxo saudável de investimentos para negócios que estão começando, sobretudo pela relevância que tais serviços possuem para o país.

A captação dos investimentos necessários ocorre na atualidade, de forma nacional e internacional, o que promete consolidar a credibilidade dos negócios envolvidos. Para Eduardo Sirotsky Melzer, é importante que se pense de forma global, mesmo quando se trata de sanar necessidades locais. Oriundo de uma família com sólida tradição em empreender com sucesso, principalmente em negócios de longo alcance social, Duda Melzer mostra-se bastante satisfeito com o andamento do projeto e avalia que já neste ano, boa parte do montante almejado para se investir nessas startups estará disponível. Dessa maneira, o destino do capital poderá começar a ser traçado pelos gestores envolvidos.

Mais do que obter retorno satisfatório, a e.Bricks deseja conseguir experiência para futuros empreendimentos de mesma natureza. Em sua segunda versão, a linha de investimento que contou com grande sucesso na primeira vez em que foi aplicada, é avaliada como promissora por Duda Melzer. Entusiasta por natureza, Melzer possui experiência dentro e fora do país e uma formação acadêmica impecável. Ele que estudou em Harvard, universidade de inquestionável renome, leva em consideração o impacto que as atividades econômicas exerce sobre a vida das pessoas, o que o torna um empreendedor tido como referência positiva para seus pares.

O caráter estrutural de alguns problemas brasileiros frequentes, estão na lista de prioridades para essa segunda rodada de investimentos. Já a forma como o capital será concedido para cada empresa, dependerá de diversos fatores, tais como provisionamento de retorno sobre investimento, conhecido pela sigla inglesa ROI, além do tempo de atuação de cada startup frente ao mercado em que está inserida. Segundo Duda Melzer, a escolha das organizações que serão beneficiadas não é uma tarefa das mais fáceis, dado o alto nível de atuação apresentado por elas. O viés tecnológico na resolução de questões de ordem prática, segundo Melzer, será algo avaliado.

Mesmo com a anunciada desaceleração da economia brasileira, os investidores estrangeiros depositaram bastante confiança no país, o que pode ser facilmente percebido ao levar-se em conta as vultosas quantias investidas. Duda Melzer acredita que este tipo de investidor não é facilmente influenciado por especulações descabidas ou oscilações passageiras, onde profissionais inexperientes sentiriam-se inseguros. Conforme as análise de Melzer, não apenas o Brasil encontra-se em crise, mas todo o globo, o que se pode perceber até mesmo em nações ou blocos econômicos que possuem moeda forte. Cientes desse fenômeno, representantes que realizam investimentos considerados de risco sentem bastante solidez nas empresas que ainda engatinham rumo ao sucesso.

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Estado de Goiás adere a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

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Empresas do comércio varejista de Goiás que quiserem implantar a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) já podem fazer o credenciamento, no site da Secretaria da Fazenda, para emitir o novo documento. De agora até dezembro deste ano, a utilização é facultativa, porém, a partir de janeiro de 2017 começará a ser obrigatória, conforme calendário anunciado durante o lançamento da NFC-e. A pedido do Fórum Empresarial, deverá ser criado pela Sefaz um grupo de trabalho que seguirá acompanhando a implementação da nota no comércio em Goiás.

Com a adoção da NFC-e modelo 65, cujo projeto piloto teve início há seis meses com 17 empresas, Goiás adere ao projeto nacional ao lado de outros estados na implantação dessa ferramenta de modernização das administrações tributárias. Com a substituição dos documentos fiscais utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 ao consumidor), haverá redução de custos ao contribuinte com a instalação e manutenção de impressoras e softwares, além de desburocratizar e simplificar a utilização do sistema, com repasse automático à Sefaz dos dados das vendas.

Secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa afirmou que para o consumidor, destacam-se como vantagens a segurança e a transparência uma vez que ele poderá conferir a validade e autenticidade do documento fiscal recebido na compra. Além disso, Ana Carla Abrão ressaltou que a Nota do Consumidor Eletrônica participa automaticamente do Programa Nota Fiscal Goiana, o que contribuirá para resolver a maior reclamação dos quase 280 mil consumidores inscritos, que é o não aparecimento da nota fiscal em sua conta, no site da Nota Goiana.

De acordo com o superintendente da Receita, Adonídio Neto Vieira Júnior, após o período de cadastramento facultativo, que se encerra em dezembro deste ano, terá início um cronograma escalonado para utilização obrigatória da Nota Fiscal do Consumidor, que vai de janeiro de 2017 a janeiro de 2018, totalizando, ao final, pelo menos 140 mil empresas. Os primeiros a terem que utilizar a NFC-e serão as novas empresas varejistas e os postos de combustíveis a partir de janeiro de 2017, conforme cronograma que consta na Instrução Normativa nº 1.278/16-GSF.

Dando sequência ao cronograma, as demais empresas do regime normal de tributação deverão emitir a NFC-e a partir de julho de 2017 e, por fim, em janeiro de 2018, os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, finalizando a implantação em Goiás. O documento não será obrigatório para o Microempreendedor Individual (MEI), o produtor agropecuário e o extrator mineral ou fóssil.

Ainda de acordo com a Instrução Normativa, o contribuinte autorizado a usar o Emissor de Cupom Fiscal e que se credencie como emissor da NFC-e, poderá emitir tanto um quanto o outro documento até 31 de dezembro de 2017, sendo esse o prazo final para dar baixa nas notas em papel e cessar o uso do ECF.

As empresas que já emitem a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o credenciamento na Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é automático, tendo, apenas que instalar um programa para emissão da NFC-e, que pode ser obtido no site www.datacaixa.com.br. Para aquelas que não emitem a NF-e, é preciso fazer o credenciamento no site da Secretaria www.sefaz.go.gov.br (no banner da NF-e). Para as novas empresas, além de obter certificado digital, basta fazer o credenciamento na NFC-e, instalar o programa emissor e ter uma impressora não fiscal, que custa 50% a 90% menos que a impressora fiscal, que deixará de ser utilizada com a Nota Eletrônica do Consumidor.

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SAP abre inscrições para programa global de treinamento para jovens talentos

As inscrições para o programa de formação e capacitação gratuita de jovens talentos da SAP estão abertas. O SAP´s Young Professional é voltado para graduados nas áreas de tecnologia, engenharia e administração, com até três anos de formados, e que não estejam empregados.

O programa tem duração de três meses e ocorre em São Paulo. Serão duas turmas com 25 selecionados, cada. A primeira terá início em julho e a outra em setembro/outubro. As inscrições vão até 29 de julho ou até que as 50 vagas sejam preenchidas. Os interessados podem se inscrever acessando este link, onde há também mais informações sobre os requisitos para a participação do processo seletivo.

O conteúdo do Young Professional abrange a capacitação em habilidades pessoais e de negócios, além de prover conhecimento sobre tecnologias em nuvem. A agenda inclui, ainda, oficinas de desenvolvimento de competências, como Design Thinking, além de ensinar técnicas de vendas, negociação e habilidades de apresentação e comunicação. A programação também conta com a apresentação de experiências práticas através de exercícios simulados sobre o ciclo de vida de um projeto.

Coordenado pelo SAP Training and Development Institute (SAP TDI), uma organização da SAP que nasceu há quatro anos, em Dubai, a iniciativa já qualificou mais de 760 jovens no Oriente Médio e no norte da África.

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Relatório da Capgemini e Informatica revela os hábitos de sucesso das equipes responsáveis por Big Data

O relatório mundial “Big Data Payoff: Turning Big Data into Business Value” (O retorno do investimento de Big Data: Transformando dados em valor para o negócio, em Português), feito em parceria pela Capgemini e Informatica, revela que as empresas que mais têm feito progresso na operacionalização de projetos de Big Data são aquelas que possuem governança bem estruturada, abordagem de implementação disciplinada e executivos engajados. A pesquisa, que contou com a participação de 200 executivos do alto escalão das áreas de TI e gestão de dados, mostrou que menos de um terço (27%) dos projetos de Big Data são lucrativos, e que a maioria das empresas ainda terá muito trabalho para obter o máximo retorno do seu investimento. A lucratividade do Big Data depende de quem é responsável pelo projeto: a probabilidade de haver projetos de Big Data lucrativos é duas vezes maior quando são os diretores operacionais e os de dados, e não os diretores de TI, que os lideram. Mesmo com mais da metade (52%) afirmando que seus diretores de TI são responsáveis pela estratégia de Big Data, essa missão está passando para outros executivos, como o diretor operacional (20%), tecnológico (16%) e o de marketing (16%).

“O estudo fornece informações esclarecedoras sobre como essas empresas estão gerando impacto positivo no negócio com seus investimentos em Big Data. As organizações que estão colhendo benefícios atribuem a responsabilidade pelo Big Data ao negócio, trazendo uma grande mudança no desempenho”, diz o líder da divisão global de Insights & Data da Capgemini, John Brahim. “O principal campo de batalha é claramente a liderança das iniciativas, espelhando o que já havíamos testemunhado com a transformação digital. No entanto, o estudo revela que muitas empresas ainda estão no meio do caminho para verdadeiramente tirarem proveito das análises geradas, citando as restrições orçamentárias e a integração como grandes desafios para a operacionalização total do Big Data”.

Os resultados do estudo mostram a crescente influência dos executivos de negócios nas iniciativas de Big Data, além de destacar que o diretor operacional é quem está liderando os projetos que mais avançam. As empresas que estão lucrando com as iniciativas de Big Data também tendem a ser mais eficientes na gestão da qualidade e da governança dos dados e melhores na aplicação das normas organizacionais:

• Três quartos (75%) das empresas lucrativas que responderam à pesquisa disseram que seu progresso na melhoria da qualidade e governança dos dados era excelente ou muito bom, se comparado com 50% no geral.

• 75% afirmaram ser excelentes ou muitos boas na área de padronização e aumento da consistência por toda a empresa, frente a 47% no geral.

“Os resultados da pesquisa indicam uma correlação direta entre o uso de práticas de qualidade e governança dos dados e a geração de resultados positivos em projetos de Big Data. Para obtenção de valor para o negócio de modo consistente e sustentável, é necessário fazer investimentos nos principais pilares da gestão de dados: integração, qualidade, governança e segurança do big data”, afirma o vice-presidente executivo e diretor de produtos da Informatica, Amit Walia.
Outros resultados importantes do estudo revelam que:

• Mais da metade dos respondentes (55%) disse que suas empresas ou alguns departamentos possuem projetos de Big Data regulares ou em andamento.

• 49% dos que indicaram grande envolvimento dos executivos disseram que suas iniciativas de Big Data são lucrativas, contra apenas 6% que não contam com apoio de seus executivos.

• Os três benefícios mais comuns das estratégias de Big Data são a capacidade de tomar melhores decisões (37%), colaboração e compartilhamento de informações (34%) e produtividade (33%).

• Entre essas empresas com projetos lucrativos, 51% apontou o principal benefício como sendo a maior satisfação e retenção dos clientes.

• Em geral, as restrições orçamentárias (44%) e a integração (35%) foram mencionadas como grandes desafios para quem deseja tirar proveito dos insights gerados pelo Big Data.

• 27% dos respondentes disseram que suas iniciativas de Big Data são lucrativas; 45% afirmaram que os resultados cobrem os investimentos e 12% indicaram que estão perdendo dinheiro (12% acreditam que ainda é muito cedo para saber).

• A responsabilidade pelos projetos é bem diferente nos EUA e na Europa. Nos EUA, 39% dos projetos são controlados pelo diretor de TI, percentual que sobe para 64% nas empresas europeias.

• A execução da estratégia geralmente é feita por especialistas em dados (30%) e, às vezes, pelos gestores de TI (28%) ou arquitetos de bancos de dados (21%).

Visão orientada ao conhecimento: a jornada rumo à transformação digital baseada em dados
Na maioria dos projetos de Big Data, os resultados só cobrem os investimentos ou estão tendo prejuízo. A maioria das empresas ainda não é voltada à geração de conhecimento. Para operacionalizar o Big Data de modo integral, as empresas precisam:

1. Garantir o apoio e a liderança dos executivos em iniciativas de Big Data. Nada abaixo do alto escalão será suficiente para promover uma mudança duradoura.

2. Ampliar a arquitetura de informações com a modernização dos sistemas de armazenamento de dados e a integração de novas tecnologias de Big Data.

3. Criar uma estrutura colaborativa de governança de dados que traga agilidade organizacional, incorporando, ao mesmo tempo, segurança e qualidade dos dados.

4. Trabalhar com foco em uma cultura dinâmica, voltada a dados, que envolva tanto os executivos como os funcionários nos estágios iniciais do desenvolvimento, usando e aprimorando as soluções de Big Data.

Para ter acesso ao relatório completo, visite: https://www.capgemini.com/insights-data/data/big-data

Para o relatório “O retorno do investimento de Big Data”, a Capgemini e a Informatica trabalharam com o IDG para pesquisar 210 empresas com mais de mil funcionários, com a média de funcionários em 22 mil nas empresas europeias e um pouco menos de 24 mil nas empresas dos EUA, no mundo inteiro nos setores de bens de consumo; varejo, atacado e logística; serviços públicos e telecomunicações. Também foram conduzidas entrevistas com executivos do alto escalão responsáveis pela supervisão das iniciativas de Big Data nas principais empresas.

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Gartner anuncia Conferência Segurança e Gestão de Risco 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia as datas da Conferência Segurança e Gestão de Risco 2016 no Brasil. O evento acontecerá nos dias 2 e 3 de agosto (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo (SP).

“O ambiente dos novos Negócios Digitais oferece um enorme potencial de transformação no modelo de entrega de serviços e produtos pelas organizações. Conforme as empresas se movem em direção às novas tecnologias, os profissionais de segurança da informação (CISO – Chief Information Security Officers) precisam perceber que a abordagem antiga de controlar tudo simplesmente não vai mais funcionar”, afirma Claudio Neiva, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Segundo o analista, Segurança da Informação é uma das 10 prioridades dos CIOs globais para este ano, uma vez que ataques e ameaças estão cada vez mais sofisticados, colocando os negócios das empresas em risco. Estima-se que existam dois tipos de empresas no mundo:
as que sabem que já foram ‘hackeadas’ e as que ainda não sabem. Por isso, os CISOs devem prever níveis apropriados de segurança para aplicativos, dados e infraestrutura, mesmo quando as organizações adotam soluções com mobilidade ou armazenadas na Nuvem (Cloud).

O Gartner estima que, em 2017, 50% das grandes empresas usarão serviços de TI failover entre múltiplos sites de dados como estratégia de recuperação de desastres primários. Em 2020, cerca de 30% das 2.000 maiores empresas globais estarão comprometidas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos. Até 2020, mais de 50% de todas as grandes implementações de IoT (Internet das Coisas) exigirão serviços de segurança baseados em Nuvem para operar dentro de riscos aceitáveis. Por essa razão, os profissionais que cuidam da segurança lógica das companhias estarão em destaque durante o evento com os temas “CISO & CRO: O CISO como Líder de Negócios”, “Programa de Segurança: Construindo Confiança e Resiliência com Segurança mais Ágil” e “Cloud Security: Segurança na Nuvem”.

A Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016 terá workshops, reuniões, apresentações, sessões e mesas-redondas que orientarão as empresas sobre “Segurança na Nuvem Pública e Privada”, “Cybersecurity”, “Crise – Comando e Gestão de Incidentes”, ”Governança, Risco e Compliance”, “Estratégia de Segurança e Risco”, entre outros temas.

A conferência terá analistas brasileiros e internacionais. Misha Glenny, autor do Livro “Mercado Sombrio: O Cibercrime e Você” e especialista internacional em segurança cibernética e crime organizado, será o palestrante convidado para o evento. Glenny é fluente em diversos idiomas, inclusive Português, fruto de sua vivência na Rocinha (RJ), enquanto pesquisava o crime organizado na capital fluminense.

Os participantes podem fazer download do aplicativo do Gartner Events em seus smartphones para personalizem suas agendas e não perder as novidades de interesse, como atualizações sobre quadrantes mágicos, workshops interativos, pesquisas em tempo real e sessões de respostas interativas ao final das palestras. Além disso, as empresas que participam com grupos de funcionários poderão agendar reuniões com analistas do Gartner para facilitar discussões de negócios e receber assessoramento para iniciativas e projetos estratégicos.

Até 1º de julho, a Conferência está com desconto especial de R$ 475,00. Para se inscrever, envie e-mail para brasil.inscricoes@gartner.com ou telefone para (011) 5632-3109. Para mais informações, acesse o site do evento: Gartner.com/br/security.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016

Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

A Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016 apresentará conteúdos com foco em segurança de TI, gestão de riscos, compliance e gestão de continuidade de negócios, além de analisar o papel dos profissionais de segurança da informação (CISO – Chief Information Security Officers). O evento oferece diversas sessões com agenda diferenciada, analistas, palestras, mesas-redondas, estudos de caso, workshops e muito mais. Informações adicionais estão disponíveis no site: Gartner.com/br/security.

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XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos reuniu especialistas renomados em Belo Horizonte

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De 13 a 15 de junho, o Project Management Institute – PMI-MG realizou, em Belo Horizonte, o XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reuniu renomados palestrantes nacionais e internacionais que participaram de debates, apresentaram cases, ferramentas e novas tecnologias utilizadas no gerenciamento de projetos. Aproximadamente 800 congressistas participaram do evento.

Os temas foram centralizados no “Triângulo do Conhecimento do PMI ”, formado por três habilidades: técnicas, de liderança e de gerenciamento estratégico. No primeiro dia de evento, o diretor do centro de excelência em gerenciamento de projetos da IBM e um dos diretores do PMI , Steve Del Grosso, falou sobre como agregar valor à Gestão de Projetos, as perspectivas da profissão e desafios. “Deve-se estabelecer uma conexão entre estratégia e negócios, gestão de projetos e liderança dentro de uma empresa. Neste sentido, é preciso entender que um bom líder, para garantir o sucesso do seu negócio, deverá saber ouvir, manter o foco e ter intimidade com seus funcionários para entender suas necessidades e conhecê-lo o melhor possível”, conta.

O produtor executivo de mega shows e eventos internacionais, Sylvain Gauthier, que trabalhou na divisão de conteúdo criativo do Cirque du Soleil, dos Jogos Olímpicos de Pequim e na Fórmula 1 da China, falou sobre a gestão de projetos no mundo do conteúdo criativo. “Nessa área é imprescindível lapidar as ideias, saber lidar com o lado técnico e criativo, cuidar da comunicação, reunir e liderar um elenco de grandes talentos, gerir riscos, lidar com a mudança constante e com a diversidade, criar uma boa história e encontrar os investidores certos para fazer acontecer”, expõe.

O fundador da Samba Tech, um dos 50 empresários mais inovadores do Brasil pelo Meio&Mensagem e um dos 10 jovens mais inovadores do país pelo MIT, Gustavo Caetano, falou sobre inovação. Ele contou sobre sua trajetória, expôs cases e algumas estratégias dos novos modelos de empresas inovadoras. “Grandes companhias estão perdendo lugar no mercado, pois esqueceram de se reinventar. Dessa forma, as novas empresas ficam em vantagem, pois conseguem se inovar mais do que as grandes, além de estarem focadas em resolver um problema de cada vez. Desenvolvemos o que chamamos de ‘Estratégia Pinos de Boliche’, que foca num determinado problema e quando ele for resolvido, partimos para o próximo. Dessa forma, ele será solucionado com excelência e a partir disso novas ideias podem acabar surgindo. Além disso, essas empresas inovadoras estão, cada vez mais, se preocupam em oferecer serviços simplificados e que atendem às novas necessidades do consumidor atual”, conta.

Caetano também ressaltou a importância de ser flexível na gestão de projetos. “O futuro é imprevisível e as coisas estão mudando muito, então não fixe no planejamento e esteja disposto a mudá-lo de acordo com as novas situações que forem surgindo”, recomenda.

Outra palestra de destaque ficou por conta do economista mais influente do Brasil (Forbes e Klout), único brasileiro na lista dos mais importantes palestrantes mundiais do Speaker’s Corner, Ricardo Amorim. Ele falou “porque a economia deve melhorar e surpreender positivamente em breve com o melhor gerenciamento deste grande projeto chamado Brasil”.

Amorim falou sobre o cenário político atual brasileiro e abordou temas como o impeachment, delação premiada e o Petrolão. O economista também fez importantes comparativos entre política, economia e gestão de projetos. “Um bom governo e um bom gerente de projetos precisam manter um equilíbrio entre saber ouvir o que o outro tem a dizer e a não ceder sempre às pressões. Uma boa liderança é primordial para o sucesso”, avalia. Ao final, ele deixou uma mensagem positiva aos congressistas. “As grandes oportunidades surgem das grandes crises, pois elas nos tiram da zona de conforto e nos fazem tomar iniciativas. Se não fosse pela crise vivida no país, o brasileiro não teria saído às ruas exigindo que os corruptos fossem presos, por exemplo. A impunidade ainda reinaria. Como gestor de projetos, pense nisso como uma oportunidade de melhorar os seus serviços, seu atendimento e se tornar um profissional de destaque”, conclui.

Já o consultor em gerenciamento de projetos e membro do PMI PgMP Panel Review Committee, André Toso Arrivabene, abordou o tema: “Estratégia de Negócios no Mundo Real: sua estratégia pode estar errada?”. “Muito mais que definir uma visão e fazer análise SWOT, é importante superar forças estruturais que tendem a reduzir sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ir atrás de vantagens competitivas sustentáveis, que são atributos que fazem uma empresa ter um desempenho comparativamente melhor que seus concorrentes”, recomenda.

O sócio diretor da empresa Caldeira Marketing – Consultoria em Marketing e Vendas, e vice-presidente de Marketing da Assespro MG, Wilson Caldeira, falou sobre o conceito de Lean Startup para gerar inovação. “O maior inimigo da inovação é o sucesso. Quem deu errado não tem medo de inovar, já quem deu certo, tem. O momento atual exige saber testar e interagir com o cliente”, ressalta.

Outras palestras que também fizeram parte do Congresso são a do consultor, instrutor e professor em gestão de projetos e portfólios, Paulo Mei, que falou sobre “A Gestão Descomplicada de Stakeholders utilizando o modelo PM Mind Map®”. O diretor da Impariamo Cursos e Consultoria, pós-doutor em Educação pela UNESP, Armando Terribili Filho, palestrou sobre “Lições aprendidas: um instrumento de planejamento para tomada de decisão”; a especialista em programas acadêmicos, Ashley Forsyth, falou sobre o avanço do ensino de gestão de projetos; e o professor e engenheiro civil, Angelo Valle, falou sobre o futuro do Gerente de Projetos e a importância de saber gerenciar o conhecimento e o aprendizado.

As palestrantes Sandra Lage e Fabiana Bigão apresentaram seu artigo: “Gamification em Gerenciamento de Projetos: estudo de caso de uma grande construtora”. Lage realçou a importância da gamificação dentro das empresas. “A gamificação deve ser usada para motivar equipes a executarem suas atividades de forma a terem uma experiência de trabalho gratificante e divertida, com recompensas visíveis em função dos resultados alcançados”, ressalta.

O General de Brigada, Guido Amim Naves, ministrou a palestra “A gestão de portfólio de projetos do Exército Brasileiro”. “A cultura organizacional do exército é algo muito forte. Somos uma instituição com muitos valores e que preza pela disciplina e hierarquia, por exemplo. Isso acaba influenciando muito na nossa forma de gerenciar projetos dentro do exército, pois possuímos nossa própria sistemática de planejamento e nosso mapa estratégico”, diz.

O professor e Consultor na Fumsoft nos projetos SebraeTec, na área de inovação tecnológica, Fernando Zaidan, falou sobre “Gestão de Projetos de Games: uma estratégia de gestão e negócios em um mercado inovador”. Durante a conversa ele explicou como funciona o processo de criação de games, deu dicas e comentou sobre os desafios desse universo. “No mundo dos jogos tem que se dedicar muito e ter uma estratégia forte. Além de participar de vários projetos para ganhar expertise na área, é preciso também aflorar na equipe de produção de games a paixão pelo desenvolvimento”, conta.

Marcelo Szuster, MBA em Finanças pelo IBMEC, que ministrou palestra sobre “As forças por trás da transformação digital”; o coordenador acadêmico de MBA em Gerenciamento de Projetos e em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, André B. do Valle que falou sobre “O gerente de projetos como fator estratégico para sucesso do projeto”; a Facilitadora de Desenvolvimento para a Vale, Hanna Meirelles, que ministrou palestra sobre como empoderar a verdadeira liderança; e o mestre em administração e gestão de projetos, pesquisador e professor em várias escolas de negócios e universidades brasileiras, Farhad Abdollahyan, falou sobre metas de desenvolvimento sustentável até 2030 e o papel dos gerentes de projetos.

O último dia do evento, quarta-feira (15) iniciou com um painel de discussão que teve como tema: “O impacto da crise na área de Gerenciamento de Projetos em diferentes regiões do país”. Grandes nomes fizeram parte dessa discussão, como o CEO da Excellence Gestão Empresarial e consultor, Adilson Pize; o diretor executivo da CAF Facilities Management e consultor, Carlos Augusto Freitas; o fundador do PMI Mato Grosso, Clebiano Nogueira; o IT Sr. Delivery Manager de uma multinacional americana no Brasil e professor em diversos cursos de MBA pelo país, Juliano Reis; a gerente de produtos e serviços na equipe projetos do Banco do Nordeste e voluntária do PMI , Raquel Ximenes e o presidente do PMI-PR e Coordenador Geral da Integração Nacional dos capítulos ou sedes do PMI no Brasil, Sergio Marangoni.

Os especialistas responderam perguntas feitas pelo diretor do PMI-MG , Leandro Siqueira, que mediou o debate. Cada participante, representando uma região do Brasil, deu um breve panorama da gestão de projetos em diversos setores da economia, contou suas perspectivas de mercado e os desafios enfrentados. Segundo Sérgio Marangoni, na região Norte existe uma escassez de profissionais da área de gerenciamento de projetos, pois a maioria dos gestores ainda insiste em construir carreira nas cidades da região Sudeste como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Precisamos de pessoas. As oportunidades de trabalho existem, basta se adaptar ao mercado”, diz.

O IT Sr. Delivery Manager, Juliano Reis, deixou uma mensagem aos congressistas. “O gerenciamento de projetos nunca foi tão necessário quanto agora. Antes as organizações tinham chance de errar, agora, com o erro, ela pode estar fadada ao fracasso. Por isso é tão importante que o profissional comece a investir nele mesmo, corra atrás de certificações e planeje sua carreira, pois dessa forma, quando o cenário melhorar, ele já estará pronto para o mercado e estará à frente dos concorrentes”, finaliza.

Uma das palestras finais contou com um fator surpresa. O consultor e professor nas áreas de governança, gestão e projetos, Thiago Ayres, que ministrou a palestra: “MotoRide Latin America: lições de um projeto de aventura em duas rodas”, entrou, juntamente com dois amigos, montado em suas motos.

Ayres, que atravessou seis países pela América Latina, falou sobre a importância do planejamento para se realizar uma viagem. “A viagem deve ser encarada como um verdadeiro projeto e diversos fatores precisam ser levados em consideração para garantir que a jornada seja bem sucedida. É necessário organizar, por exemplo, os horários, objetivos, determinar custos e definir roteiros”, diz. Segundo Ayres é preciso levar em consideração também os possíveis riscos de uma viagem. “Nem tudo, claro, pode ser planejado. Em uma das viagens, por exemplo, sofri um acidente com a moto que deu perda total, mas como fizemos um planejamento, garantimos mais de seis seguros, o que facilitou e muito a nossa vida”, finaliza.

A 12ª edição do Congresso será realizada em 2017 em Curitiba, no Paraná.

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A revolução digital pode matar os bancos tradicionais? – Por Simon Mulcahy, da Salesforce

Nenhum tema foi tão discutido no meio corporativo entre 2015 e 2016 do que a revolução digital e nenhum setor foi mais afetado por ela do que o bancário. Não somente pelo crescente sucesso das “FinTechs”, mas também pelos sucessivos artigos de grandes mídias da indústria previrem a desgraça do setor bancário tradicional.

A realidade é que novas instituições financeiras 100% móveis e digitais, como o Banco Original ou o Nubank, já são realidade. Empréstimos, investimentos, pagamentos, transferência de dinheiro, seguros e consultoria financeira estão na mira dos ventos da mudança. E não são alvos apenas do exército FinTech. Apple, Facebook, Google, Uber e outros players tecnológicos estão claramente participando do jogo. Até os supermercados estão nessa batalha, bem como as empresas de telecomunicações, como pode ser observado pela recente oferta da Orange pelo Groupama Banque.

Mas que risco isso representa para os resultados dos bancos tradicionais? A consultoria McKinsey diz que, até 2025, 10% a 40% das receitas desses bancos estarão em risco. Isso indica que o setor bancário deve prestar atenção na evolução das expectativas dos clientes, que são movidas pela mesma tecnologia que está mudando o cenário da concorrência.

Um exemplo prático: antes, o correntista fazia visitas esporádicas para verificar o saldo de suas contas, já hoje, passou a fazer logins diários em aplicativos móveis. A realidade de hoje é que o banco está dentro do bolso – e as expectativas dos clientes estão sendo baseadas nas experiências que eles vêm tendo no varejo. Os consumidores querem simplicidade, querem usar os serviços bancários como quiserem, seja por meio de um aplicativo, em um caixa eletrônico ou em uma agência. Querem que o banco os conheça. Esperam que todos os dados que fornecem sejam revertidos em valor para eles. E os bancos tradicionais já sabem disso.

Apesar de toda essa revolução, acreditamos que os bancos têm aí uma grande oportunidade, pois possuem milhões de clientes, quantidades extraordinárias de dados e muitos canais. Eles conhecem seus clientes e se conseguirem alcançar uma personalização em grande escala em cada interação com eles, a partida estará ganha. Como poderiam, no entanto, fazer isso?

1. Pense em termos de experiências e não em termos de produtos

O cliente está sempre a um clique de distância de escolher um método de pagamento ou empréstimo do concorrente. Cada má experiência de serviço diminui sua fidelidade. A chave para promover a lealdade é oferecer experiências sem esforço em cada ponto de contato com o cliente. Os bancos precisam chegar ao cliente de maneira proativa quando existir algum problema no serviço; facilitar a vida do cliente quando ele muda de canal; tornar a adesão do cliente um processo super rápido; acabar com as experiências complicadas do atendimento telefônico automatizado; pré-aprovar determinadas ofertas para os clientes, reduzindo o tempo de espera; e, finalmente, proporcionar aos funcionários uma visão única do cliente, para que eles possam representar o banco de uma maneira mais completa.

2. Construa uma camada de envolvimento

Quase toda tecnologia principal dos serviços bancários é projetada para um mundo centrado no produto, que celebra o pensamento do “construa e eles virão”. Só que isso é passado. Os bancos precisam construir uma “camada de envolvimento” que proporcione uma visão unificada do cliente para os sistemas e os funcionários do banco. E ela precisa estar na nuvem, com prioridade para Interfaces de Programação de Aplicativos (do inglês API) e dispositivos móveis, e ser muito flexível. Caso contrário, será apenas mais um sistema ou ferramenta em que funcionários e clientes precisam se logar de má vontade.

3. Entregue serviços bancários de alta precisão

Envolva cada cliente por meio de tudo que você sabe dele em tempo real ou quase em tempo real. Entregue mensagens pessoais e contextuais, avisos, ofertas e conselhos por meio do dispositivo mais adequado, no momento mais relevante. Em grande escala. Os bancos fazem isso agregando informações de várias fontes e conectando tudo a jornadas cuidadosamente projetadas e a um motor de decisão em tempo real.

4. Seja ágil

O ritmo dos negócios está acelerando. Os bancos precisam ter condições de reunir feedback dos clientes e reagir a isso mais rapidamente que a concorrência. Os aplicativos são fundamentais para reforçar a capacidade de resposta, mas se quiserem ser eficazes não podem passar pelos tradicionalmente longos ciclos de vida de desenvolvimento. Um estudo recente da CSC e da Finextra com 74 instituições financeiras mostra que 45% delas levam mais de seis meses para construir um aplicativo móvel. Pior ainda, em quase um quarto delas (22%), esse processo leva mais de um ano. Uma abordagem inteligente e que pode melhorar o tempo de resposta, é a construção de aplicativos por analistas de negócios com uma proximidade maior do cliente.

5. Faça parcerias

Empresas de tecnologia têm agido como fornecedores para o setor, vendendo produtos pontuais, seja de serviços bancários fundamentais ou de software para call center. Os melhores bancos trazem mais para perto os seus fornecedores de tecnologia, tornando-os parte da equipe. Essa proximidade beneficia ambos os lados, permitindo uma fertilização cruzada de conhecimentos, ideias e necessidades. Neste novo mundo, os bancos falham quando tentam andar sozinhos.

6. Seja um banco único

O cliente vê apenas um banco e não tem paciência para os silos operacionais e de processo. Por exemplo, quando um cliente realiza um depósito de alto valor, não receber automaticamente ofertas de poupanças isentas de impostos é uma oportunidade perdida. Os benefícios são claros: um cliente que utiliza quatro produtos financeiros gera 730% mais receitas, em média, do que o cliente com apenas um único produto.

Apesar da pressão dos bancos não tradicionais, de agências reguladoras e dos próprios clientes, nem tudo é desgraça para os bancos de varejo em 2016. Os bancos conhecedores de tecnologia já estão começando a se mover em direção aos serviços bancários de alta precisão. Com isso, eles não só ganharão clientes, mas também terão prioridade na escolha dos talentos bancários descontentes que existem hoje no mercado. E quem mais ganha com essa revolução é o cliente.

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ICI desenvolve novo portal de Atendimento ao Cidadão para Curitiba

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Com layout repaginado e funcionalidades que facilitam o relacionamento com a população curitibana, está no ar o novo portal de Atendimento ao Cidadão. Desenvolvido pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba, o portal reúne informações sobre os principais serviços prestados pela Central 156, além de ferramenta de atendimento on-line (chat) e área para cadastro pessoal do cidadão. Com essa atualização, a previsão é de que aumente o número de acessos via internet, que hoje contabiliza média de 8 mil visitas por mês.

“A Central 156 é um instrumento consolidado na cidade de Curitiba. Esperamos que o portal de Atendimento ao Cidadão contribua efetivamente com esse serviço, facilitando ainda mais o fluxo de informações entre o cidadão e a prefeitura”, diz o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta.

Segundo o coordenador de Atendimento ao Cidadão do ICI, Ozires de Oliveira, o objetivo do projeto foi modernizar e ampliar o acesso da população à Central 156. Agora, todos os usuários poderão criar um perfil exclusivo e personalizado ao entrar no portal. “Na criação da conta, o cidadão informa todos os seus dados uma única vez, obtendo login e senha de acesso”, explica. “A partir daí, basta estar logado no sistema para acompanhar e solicitar as melhorias que deseja, sem precisar informar novamente seus dados, como acontecia no portal anterior.”

Outra forma de acesso é efetuando login via perfil do Facebook. “Da rede social, importaremos apenas informações básicas como nome e localização, para que a pessoa consiga conectar-se ao site e concluir o cadastro dentro de nosso sistema”, explica o gerente de Serviços, Luiz Fernando Lucas.

Uma novidade para compreensão do problema sinalizado pelo cidadão é a possibilidade de compartilhamento de fotos ao final de cada ocorrência aberta. “Essa ferramenta vai apoiar o trabalho do atendente da Central, que fará o primeiro atendimento, e também do responsável pelo pedido na Prefeitura de Curitiba, pois a foto demonstra a situação do local”, comenta o gerente. “A existência de foto não implica priorização da solicitação, as urgências já estão predefinidas em sistema e as demais situações são avaliadas caso a caso”, pondera.

Ainda, o portal de Atendimento ao Cidadão é responsivo, o que assegura boa navegação em qualquer dispositivo, com diferentes tamanhos de tela. Acesse pelo seguinte endereço: www.central156.org.br

Fonte: ICI

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Comércio eletrônico fatura R$ 3,6 bilhões no Estado de São Paulo no primeiro trimestre de 2016

O comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, recuo de 7,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Em 12 meses, o setor acumula queda de 2,7%. É o que aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a E-bit/Buscapé.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit traça as comparações entre o faturamento mensal do e-commerce e das lojas físicas no Estado, segmentado em 16 regiões. Também são disponibilizados dados sobre os números de pedidos, tíquete médio e variações reais nas vendas do setor.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista também caiu e passou de 3,6% nos primeiros três meses de 2015 para 3,3% no primeiro trimestre deste ano. Já o número de pedidos online no Estado atingiu 9,529 milhões no mesmo período, ante os 10,267 milhões registrados em janeiro, fevereiro e março do ano passado.

Segundo a assessoria econômica da Federação, a retração no faturamento do comércio eletrônico pode ser explicada, dentre outros fatores, pelo fato de muitas das atividades que mais estão sofrendo com a crise, como vestuário e calçados e eletrodomésticos e eletrônicos, serem exatamente as com maior participação no varejo online.

Por outro lado, o tíquete médio (faturamento por pedido) ficou praticamente estável na comparação com o primeiro trimestre de 2015 e apresentou os mesmos R$ 378. Nos três meses iniciais de 2014, porém, o valor era 9,1% menor (R$ 344).

Para a FecomercioSP, uma das razões para o aumento no valor médio de faturamento por pedido em dois anos é o fato de as vendas do e-commerce terem se concentrado em itens de maior valor. Além disso, a crise econômica pode ter freado a migração das camadas de menor renda para esse canal de compras. E, com a maior participação das faixas de maior renda, o valor do tíquete médio mantém-se elevado.

Capital

O comércio eletrônico na cidade de São Paulo fechou o primeiro trimestre de 2016 com faturamento real de R$ 1,3 bilhão, queda de 5,8% se comparado com o mesmo período do ano passado.

Em relação ao número de pedidos na capital, foram registrados mais de 3,8 milhões, com gasto médio de R$ 340, ante R$ 353 no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com a Federação, embora a Capital tenha sido a região que mais se destacou com maior volume de pedidos, o tíquete médio foi o menor dentre as 16 regiões. A participação do e-commerce nas vendas do varejo, por sua vez, atingiu 4,2%, a segunda maior entre todas as regiões, ficando atrás apenas da registrada no ABCD (4,5%).

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit (PCCE) para o Estado de São Paulo é realizada com dados fornecidos pela E-bit/Buscapé e permite análise sobre a participação do comércio eletrônico no varejo paulista. As informações são segmentadas pelas 16 regiões definidas pelas Delegacias Regionais Tributárias que englobam todos os 648 municípios paulista, abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.

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SAS apresentará soluções inovadoras e participa de painel de Analytics no CIAB Febraban 2016

O SAS, líder de mercado em Analytics, participará do CIAB Febraban 2016 – o maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, que ocorrerá entre os dias 21 e 23 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP).

Na ocasião, o SAS participará do painel ‘A Era do Analytics’, na terça (21), às 14h30, no auditório G3. O gerente de Negócios de Data Management do SAS América Latina, Rodrigo Africani, abordará o tema ‘Governança de dados na era do Big Data’, mostrando como gerir o maior ativo das empresas com qualidade e novas possibilidade de exploração de dados em Hadoop.

O SAS também apresentará lançamentos inovadores para o setor financeiro, com as soluções SAS CI360e SAS Viya, ambas desenvolvidas para aplicação em cloud e lançadas em maio deste ano durante o SAS Global Forum 2016. Além das novidades, o SAS também apresentará tecnologias para as áreas de Risco, Fraude e Data Management.

SAS CI360 integra canais tradicionais e digitais

O SAS® Customer Intelligence 360 é um hub de marketing digital, capaz de combinar dados gerados em todos os canais das empresas (omnichannel), interligando os pontos de contato tradicionais e digitais para a tomada de decisões mais assertivas. A tecnologia oferece uma visão 360º do comportamento de cada consumidor nos canais das empresas.

Inicialmente, a solução incluirá dois módulos centrais. O SAS 360 Discover entrega relatórios e insights baseados em dados comportamentais dos clientes em ambientes web e mobile. O SAS 360 Engagepermite aos usuários criar, orquestrar e otimizar as jornadas digitais do consumidor. Por ser desenvolvida para cloud, a solução poderá agregar novos módulos a qualquer momento, oferecidos como um Software-as-a-Service (SaaS).

De acordo com Fernanda Benhami, gerente de Customer Intelligence do SAS América Latina, o maior diferencial da solução está justamente em trabalhar com os canais tradicionais e digitais em uma única plataforma. “Um dos grandes desafios do setor financeiro está em unificar todos os canais de interação com os clientes e utilizar a inteligência analítica para oferecer soluções específicas, independente se for pelo balcão de atendimento, pelo caixa eletrônico, e-mail ou digital banking”, afirma ela.

Demonstrações do CI360 serão apresentadas no estande do SAS durante o evento, especificamente sobre os recursos de geo-fence, mostrando a interação inteligente com os clientes de acordo com a geolocalização de cada cliente, com ofertas personalizadas de produtos e serviços.

SAS lança arquitetura em cloud Viya

O SAS® Viya™é uma arquitetura em cloud de alta performance para análise e visualização de dados. A tecnologia foi desenvolvida para atender a todas as necessidades de analytics e oferece aos usuários e cientistas de dados uma suíte completa para vencer os desafios de Big Data, com uma plataforma unificada, aberta, simples e poderosa.

Todas as ofertas iniciais terão interfaces self-service, de fácil visualização, bem como interfaces de programação interativa. Elas ainda estão restritas para alguns clientes previamente selecionados, e serão disponibilizadas ao mercado no terceiro trimestre de 2016. A versão de 2016 incluirá: SAS Visual Investigator; SAS Visual Statistics; SAS Visual Analytics; SAS Visual Data Mining e Learning Machine.

IFRS-9 impõe desafios ao setor financeiro

Outro tema de destaque no evento será a nova regulamentação IFRS-9, ou International Financial Reporting Standards 9, que entrará em vigor apenas em 2018, mas já impulsiona mudanças no setor financeiro. “A nova regulamentação modifica o modo como a perda de crédito é reconhecida. Atualmente, as imparidades são baseadas em perdas incorridas, modelo que será substituído por expectativas futuras, ou Perdas Esperadas de Crédito (ECL)”, afirma Renato Fiorini, gerente de Risco do SAS América Latina.

Com a mudança, os bancos precisarão aumentar significativamente o número e a frequência dos cálculos de imparidade a serem realizados, assim como a quantidade de informações que devem ser recolhidos com essa finalidade. No intuito de auxiliar o mercado na transição, o SAS desenvolveu um White Paper com informações úteis, recomendações e as melhores abordagens tecnológicas para fazer a adequação operacional, minimizando os esforços empregados. O documento Achieving Optimal IFRS-9 Compliancepode ser acessado para download gratuito pelo link: http://www.sas.com/en_us/whitepapers/optimal-ifrs9-compliance-107752.html.

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E-bit anuncia Pedro Guasti como novo CEO

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de e-commerce, o executivo, co-fundador da empresa, retorna para modernizar e ampliar negócio

A E-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, acaba de anunciar o retorno de Pedro Guasti como CEO da empresa. O executivo, que é um dos fundadores da marca e esteve à frente da operação por 10 anos, tem agora o desafio de modernizar e ampliar o negócio, por meio do desenvolvimento de novos produtos e de tecnologia.

“É uma alegria muito grande estar novamente à frente da operação da E-bit. Estamos entrando numa nova fase e temos o objetivo de crescer, inclusive internacionalmente. Para isso, é preciso compreender as necessidades do mercado, que são bem diferentes do que eram há cinco, dez anos. O setor agora está mais maduro, temos o mobile se consolidando e um consumidor cada vez mais conectado. Nossa atuação irá ao encontro dessas necessidades”, explica Guasti.

Nesta nova fase, a E-bit desenvolverá novos produtos que colaborem para entender o comportamento do consumidor omnichannel, além de ampliar sua atuação para novos mercados. A empresa também vai investir em novas tecnologias de captura de informações em dispositivos móveis, que ganham cada vez mais relevância na formação da decisão de compra dos consumidores e share nas compras online.

O atual diretor executivo, André Ricardo Dias, segue na função e será responsável pela operação das áreas de TI, Operações, Marketing e Inteligência de Mercado.

Pedro Guasti acumula mais de 15 anos de experiência no mercado brasileiro de comércio eletrônico. Já foi Vice-Presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company e atualmente é Presidente do Conselho de E-commerce da FecomercioSP.

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App e ensino: O novo caminho da educação

Dados divulgados pelo IBGE este ano mostram que o telefone celular se tornou o principal meio de acesso à internet nos domicílios brasileiros. De acordo com a pesquisa, já em 2014, 80,4% dos lares se conectavam a web pelo celular. Esses números refletem o desenvolvimento da internet móvel e a maior facilidade em adquirir smartphones. Diante deste cenário, muitos dos serviços que antes eram pensados para estarem disponíveis no computador agora são preparados em formato de aplicativo para o celular.

Basta ter um smartphone em mãos que é possível pedir um táxi, contratar um serviço delivery de comida, pagar contas bancárias, editar vídeos, ler notícias, entre tantas outras ações presentes no nosso dia a dia. Atualmente, a escola também se apropriou desse método e usa a seu favor o relacionamento cada vez mais estreito dos alunos com o aparelho móvel para motivá-los no estudo. Um exemplo disso é o SAS App – aplicativo do Sistema Ari de Sá de Ensino (SAS), que, em menos de um ano, já acumula cerca de 70 mil downloads.

Só no último fim de semana, foram cerca de 3 mil novos downloads em razão da 1ª Avaliação Acadêmica Sistemática – avaliação que mede o grau de aprendizado dos alunos – aplicada a todas as escolas parceiras do Sistema. A quantidade de usuários que baixaram o app fez com que o SAS App ocupasse o 2º lugar entre os aplicativos mais procurados na Apple Store, durante 24 horas.

O sucesso de downloads do aplicativo está diretamente ligado ao conteúdo oferecido pela plataforma. Nela, os alunos podem conferir os resultados e relatórios das avaliações assim que finalizam as provas e simulados aplicados pelo SAS, além de revisar conteúdos dados em sala de aula por meio de conteúdos digitais, videoaulas – são mais de 1.500 disponibilizadas pela SASTV – entre outros recursos disponíveis no aplicativo.

“Essas ferramentas foram desenvolvidas para potencializar o conhecimento adquirido na escola. Até para o Ensino Infantil nossos livros interagem com aplicativos, tornando a experiência da leitura com a criança mais dinâmica. E isso nós cultivamos até o Ensino Médio com ferramentas que buscam aprimorar o aprendizado, seja identificando as dificuldades dos alunos de maneira personalizada, como faz a Plataforma Adaptativa, ou propondo um planejamento de estudo de acordo com as habilidades e lacunas de cada aluno, como acontece na ferramenta Plano de Estudos que integra o SAS App”, explica Ademar Celedônio, diretor de ensino e tecnologia educacional do Sistema Ari de Sá.

O caminho para o desenvolvimento está no bom uso das tecnologias. E, com a educação, não é diferente. Aprender a aliar tecnologia e ensino de maneira responsável é o principal desafio nos dias de hoje. O acesso à informação cresce, contudo, a quantidade de dados incorretos também aumenta. Sendo assim, o papel da escola, que antes era apenas transmitir conteúdo, passa a ser o de ensinar e orientar, visando discernir as informações disponíveis na rede. “Os professores não precisam ter medo de serem substituídos pela tecnologia. Eles precisam se preparar para que a tecnologia seja mais uma ferramenta que os ajudará a formar o conhecimento de cada aluno”, conclui Ademar.

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