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TreeCompliance: gerenciamento de riscos em tempo real para instituições financeiras

Acompanhando a tendência mundial contra crimes financeiros, o Brasil entra em uma nova era de maturidade de negócios. Lei de Lavagem de Dinheiro, Lei Anticorrupção, medidas regulatórias e políticas de controle e segurança fazem com que o compliance seja cada vez mais alvo crítico e de atenção das instituições financeiras.

Nesse cenário, a tecnologia entra como fator chave para que as instituições tenham a capacidade de gerenciar ameaças como crimes financeiros e riscos de negócios. De fato, segundo estudo da Accenture, realizado com mais de 150 executivos de compliance de empresas de serviços bancários, a melhoria dos sistemas e a adoção de novas ferramentas de tecnologia serão as mudanças mais importantes que a função de compliance terá de enfrentar nos próximos anos, se quiser gerenciar os riscos de forma eficaz.

E para atender a esses desafios, a Tree Solution apresenta ao mercado o TreeCompliance, uma solução completa para gerir as políticas de compliance internas e externas das instituições financeiras, além das determinações dos órgãos reguladores nacionais e internacionais.

Baseada nos preceitos de ‘Know Your Customer’ (KYC), ‘Know Your Employees’ (KYE), Know Your Providers (KYP) e Know Your Transactions (KYT), a solução contém todas as parametrizações de regras relacionadas ao controle de compliance, bem como PLD (prevenção à lavagem de dinheiro) e CFT (combate ao financiamento do terrorismo) para identificar, apontar e tratar os indícios de operações suspeitas, tudo em tempo real e em ambiente web.

De acordo com Odilon Costa, CEO e Presidente da Tree Solution, o TreeCompliance é uma solução ativa, e não reativa como muitas existentes no mercado. “A maior parte das soluções detectam as ameaças depois que as transações ocorreram. Já no TreeCompliance, os eventos são gerados em tempo real, o que permite identificar os indícios de irregularidades no momento da operação, com alto grau de precisão e segurança, propiciando a redução de falsos positivos e mitigando o risco das operações”, diz o executivo.

Principais características e vantagens

– Monitoramento em tempo real, via web;

– Aprovação ou rejeição das operações por diferentes níveis de alçadas;

– Controle de SLA do compliance officer por criticidade do negócio;

– Acompanhamento online e automático de clientes permanentes e eventuais, com visão única e atendendo aos preceitos de KYC, KYE, KYP e KYT;

– Suporte e integração automática das principais listas restritivas públicas e privadas à solução, assim como qualquer lista criada pela instituição;

– Ambiente amigável para utilização pela área de negócios e compliance officer;

– Facilidade na criação de regras de conformidade pelo usuário final;

– Identificação de desvio de comportamento nas operações.

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Honda Clarity Fuel Cell e veículo de condução autônoma transportaram autoridades durante o G7 no Japão

A Honda Motor Co. disponibilizou um Clarity Fuel Cell, automóvel da marca movido à célula de hidrogênio, e um Accord equipado com tecnologia de condução autônoma, para o encontro do Grupo dos Sete (G7) 2016 no Japão, em Ise-Shima, que ocorreu nos dias 26 e 27 maio.

A Honda deu suporte aos planos do governo japonês de mostrar atrações únicas durante o encontro do G7, com a apresentação de produtos de alta tecnologia e inovações.

Na apresentação para a imprensa, realizada no Internacional Media Center, a Honda exibiu diversos produtos, incluindo o UNI-CUB β, um dispositivo de mobilidade individual, o MC-β, um veículo elétrico miniaturizado e o Honda Walk Assist Device, um equipamento para treino de caminhada, além da introdução da “smart comunity”, a visão da Honda para o futuro.

Além de exibir suas tecnologias inovadoras, a Honda permitiu o test-drive e a experiência com os avançados veículos.

Praticidade e zero emissões

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O Clarity Fuel Cell é o primeiro sedã de cinco passageiros movido por célula de hidrogênio no mundo, que adota um powertrain mais compacto, usando tecnologias desenvolvidas pela Honda, todas acomodadas dentro do compartimento do motor. Com capacidade de rodar aproximadamente 750 km (medições Honda), o Clarity Fuel Cell possui uma das maiores autonomias de rodagem em automóveis com emissão zero. O tanque de hidrogênio pode ser reabastecido em aproximadamente três minutos, tornando seu uso tão prático quanto o de um carro movido à gasolina.

Condução autônoma

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A Honda desenvolve a tecnologia de condução autônoma com o objetivo de, até 2020, introduzir os primeiros automóveis para uso desse sistema em rodovias, por meio de sistemas de inteligência artificial sofisticados, sensores de alto desempenho e mapas de alta precisão para reconhecer o que está acontecendo com o veículo e com o ambiente ao seu redor.

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Presidente do ICI é eleito Personalidade mais Influente no CIO Brasil GOV

Luís Mário recebe Prêmio Notabile 2016. Foto: IT4CIO

Luís Mário recebe Prêmio Notabile 2016. Foto: IT4CIO

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, recebeu o prêmio Notabile na categoria Personalidade mais Influente, durante o evento CIO Brasil GOV 2016, em Mogi das Cruzes/SP.

“Ficamos agradecidos pela homenagem, pois esse é o reconhecimento de um trabalho sério e comprometido que estamos realizando à frente do ICI”, comentou Luchetta. “Os resultados positivos são fruto de todo o esforço da nossa equipe, que dia a dia está focada em nosso propósito de contribuir com o desenvolvimento da administração pública.”

O prêmio Notabile é concedido aos CIOs considerados como mais atuantes nas categorias Personalidade mais Influente e Personalidade mais Inovadora. Os ganhadores são eleitos em duas fases: indicação pela internet e votação presencial entre os cinco CIOs finalistas de cada categoria, eleitos na primeira etapa.

CIO Brasil GOV

A 14.ª edição do CIO Brasil GOV aconteceu de 25 a 29 de maio, em Mogi das Cruzes/SP. Com o tema “Experiência Cognitiva”, o evento promovido pela IT4CIO reuniu importantes executivos do setor público brasileiro, que discutiram experiências e tecnologias como big data, mobilidade, cloud computing, internet das coisas.

O ICI também participou com uma palestra sobre a utilização da tecnologia da informação e comunicação para a construção das cidades inteligentes, além de um estande comercial.

Fonte: ICI

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6 atitudes fundamentais dos campeões de vendas

Aumentar as vendas, o faturamento e também o lucro são alguns dos objetivos das empresas. Em tempos de crise econômica, esse caminho, que já é repleto de desafios, ganha mais obstáculos, onde se destaca a diminuição do poder de compra de clientes e consumidores.

Esta é uma época propícia para se rever os processos da organização, especialmente na gestão da equipe de vendas, pois o vendedor é um importante agente de mudança e na realização das metas financeiras. “Este profissional precisa ter uma atuação orientada para o mercado, na qual ele passa a agir como um consultor estratégico do cliente e está na linha de frente da construção de relacionamentos estáveis e duradouros com este público. Ele contribui fortemente para a coordenação das ações e controle dos resultados da empresa”, explica o Prof. Randes Enes, coach, consultor de empresas e professor da FGV.

O vendedor de hoje deve contar com plataformas de TI, como a de CRM – Customer Relationship Management, a fim de identificar grupos de clientes e consumidores e formatar o planejamento para os principais, tendo em vista os que são os clientes de maior potencial (CMP; e os que são os clientes de maior valor (CMV). “O setor de vendas deve atuar integrado ao departamento de Marketing, para juntos analisarem as oportunidades e ameaças, e também com o telemarketing ou atendimento ao consumidor, que servem como termômetros para avaliar a satisfação”, completa o especialista.

Além deste alinhamento com a organização, o Prof. Randes lista as seis atitudes fundamentais dos campeões de vendas:

CORTESIA: a habilidade de fazer com que o cliente se sinta bem-vindo e respeitado, criando um clima ideal para vender.

EXCLUSIVIDADE: o grau de cuidado e atenção individual que o vendedor dedica aos clientes, transmitindo a percepção de atendimento exclusivo, motivando-os a retribuir com a compra.

COMPROMETIMENTO: a capacidade de fornecer sempre o que foi prometido e com exatidão, transmitindo confiança e respeito profissional.

COMPETÊNCIA: o conhecimento que o profissional demonstra ter para os clientes; e sua capacidade de transmitir confiança e credibilidade, possibilitando avançar que permitam vendas adicionais.

SOLUÇÃO RÁPIDA: a disposição em ajudar os clientes de imediato para aproveitar o impulso de compra e também na resolução de possíveis problemas.

INTEGRIDADE: a habilidade de deixar claro para os clientes e consumidores, que eles podem contar e confiar no profissional, criando a condição para a fidelização.

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DATEN anuncia nova estratégia de vendas para o varejo

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos de informática, anuncia sua nova estratégia de vendas para o setor varejista. A reestruturação de sua área de varejo tem como objetivo aumentar a capilaridade e a presença da empresa no mercado por meio da expansão no número de revendas, representantes e parceiros. A estratégia também inclui o lançamento de uma nova linha de computadores, que estará disponível até o final de 2016.

“Após 15 anos como referência nos mercados corporativo e governamental, queremos levar nossa expertise também para o varejo. Estamos investindo muito e montando uma equipe experiente com o objetivo de colocar os nossos produtos à venda para o consumidor final em todas as regiões do Brasil”, afirma Francisco Ferreira, Diretor Comercial de Varejo da DATEN. Segundo o executivo, a expectativa é que os computadores da fabricante estejam disponíveis em mais de 8.000 lojas pelo País.

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Claro renova contrato de serviços com a Cleartech

A Claro, uma das maiores operadoras de telefonia móvel, renova seu contrato de prestação de serviços com a Cleartech, empresa brasileira reconhecida pela eficiência na prestação de serviços de tecnologia e segurança da informação, por mais um ano. No contrato, com vigência até o final de 2016, a Cleartech disponibilizará os serviços de suporte e manutenção do GFX e do Painel de Indicadores.

O software de gestão financeira GFX segue rigorosamente as normas internacionais de conformidade, permite a garantia da acuracidade dos processos, flexibilidade de parametrização e integração de boletos, incluindo a previsibilidade financeira para tomada de decisões.

Sua integração com todas as plataformas operacionais de mercado ocorre de forma automática, principalmente quando voltadas para apuração de receitas e despesas, liquidações financeiras por valores, prazos e contratos, encontro de contas, régua de cobrança e batimentos financeiros e fiscais (SAP). Além disso, atende aos repasses de contratos de bilhetagem, plataformas nacionais e internacionais, bem como controlar receitas e custos de prestação de serviços.

Já a plataforma Painel de Indicadores condensa e transforma os dados em informações diretas com uma análise mais detalhada para tomada de decisão. Como diferencias destacam-se o acesso Mobile com rapidez e segurança, direto a um smartphone, o acesso Web via browser, e o acesso Viewer, um módulo dedicado ao tratamento e criação de slides que reúne e organiza as informações relevantes em formato de gráficos, listas e sinalizadores.

Como principais benefícios, o Painel de Indicadores traz a agilidade, flexibilidade, escalabilidade e segurança. Outro fator positivo é a facilidade de integrar-se de forma não invasiva aos sistemas que a Claro já possui, sem a necessidade de projetos complexos.

Segundo Thiago da Silva Santos, Diretor Comercial da Cleartech, a renovação deste contrato é muito importante para a empresa, já que a Claro é cliente desde 2007. “Ficamos muito felizes com a continuidade dessa parceria, que a nosso ver é sinônimo de satisfação. Isso significa que estamos no caminho certo, trabalhando com dedicação, soluções de ponta e equipe qualificada”, destaca o executivo.

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Crise traz oportunidades de exportação para empresas brasileiras de TI

A crise econômica, acompanhada da inflação e da alta do dólar, podem trazer grandes benefícios para as empresas brasileiras de Tecnologia da Informação. O momento é bastante propício para aqueles que desejam exportar seus produtos e serviços para o exterior, em especial para o mercado norte-americano, considerado atualmente o maior polo de fomento à inovação e tecnologia.

Com previsão positiva de crescimento para os próximos dois anos, os Estados Unidos possuem estimativas que superam a média global. Segundo o último relatório da Forrester, por exemplo, o mercado de TI norte-americano deverá crescer mais de 5% até 2017, oferecendo ao Brasil mais oportunidades para exportar. Sendo assim, as empresas de tecnologia não ficarão 100% dependentes da melhoria da economia brasileira.

“Cada vez mais, as companhias têm buscado alternativas para diversificar os seus negócios e a internacionalização, sem dúvida, tem sido uma opção bastante atrativa para aqueles que anseiam explorar mercados desenvolvidos e com grande potencial de consumo”, afirma Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana e consultor da Apex-Softex de apoio à internacionalização das empresas nacionais de software.

Para a consultora Luciana Paiva, também credenciada do Projeto Softex – Apex Brasil, a moeda brasileira fraca e a expansão do mercado internacional oferecem às provedoras de soluções tecnológicas maiores chances de internacionalização. “Uma das vantagens está na produção do serviço com custo em Real e a comercialização deste mesmo serviço em moeda americana. Além disso, as soluções tecnológicas nacionais são em grande parte versáteis, reduzem custos, agilizam negócios e possuem vantagens competitivas bastante atraentes para mercados compradores de tecnologia”, explica.

Parcerias podem ajudar a reduzir custos operacionais no exterior

Tradicionalmente, as médias e pequenas empresas de tecnologia estão à parte do processo de exportação por desconhecimento ou mesmo por falta de recursos próprios para investir em toda a estruturação necessária. Pires ressalta que os gastos de um empresa que opta pelo processo de internacionalização pode chegar a USD 200 mil no primeiro ano, considerando custos como instalações próprias e contratação de profissionais. “Como a curva de aprendizagem de como abordar o mercado é longa, os resultados podem demorar. Além disso, as boas condições de mercado podem mudar”, diz. Por isso, o especialista recomenda que as empresas brasileiras busquem alianças locais, uma forma de acelerar a entrada no mercado exterior e reduzir os custos em mais de 60%.

Ainda segundo Pires, unir forças com companhias locais viabiliza o processo de entender quem são os potenciais compradores, principais concorrentes, dados de mercado, melhores regiões, verticais alvo e vários outros pontos importantes para que o empresário não perca tempo e dinheiro montando uma estrutura e recrutando pessoas antes de ter um plano estratégico bem embasado.

Para auxiliar os empreendedores brasileiros interessados em explorar potenciais mercados internacionais, Allan Pires e Luciana Paiva listam algumas dicas essenciais:

1. Concorrência

Você sempre terá concorrentes locais. Dizer que não tem concorrente não é vantagem para ninguém, muito pelo contrário! Em mercados desenvolvidos, quem não tem concorrente deve ter um produto que ninguém quer comprar. Por isso, mapeie o território e entenda quais são as vantagens das suas ofertas frente ao que já existe no mercado local;

2. Comunicação

Você não pode simplesmente traduzir todo seu material e metodologia sem adapta-la antes para o novo mercado. Traduções ipsis litteris soam bizarras em qualquer lugar do mundo;

3. Cultura

Tenha respeito com a cultura local. Estude, entenda e se apaixone pelo modo com que as pessoas agem e reagem. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pontualidade é um sinal de respeito e a palavra ainda vale mais que o escrito, portanto, não se comprometa verbalmente se não puder cumprir;

4. Estrutura física

Uma boa sugestão é contratar uma empresa com vasto conhecimento do mercado-alvo e que possa oferecer uma estrutura básica inicial, evitando um investimento grande em infraestrutura e contratação de pessoal. A empresa que for sozinha, sem o apoio de uma empresa de consultoria, desembolsará, pelo menos, USD 200 mil no primeiro ano. Caso utilize uma estrutura para iniciar as primeiras fases, este custo fica reduzido sensivelmente, em torno de USD 60 a 80 mil por ano;

5. Estratégia comercial

Estude o mercado, os concorrentes, a precificação e os modelos de venda. A oferta precisa ser competitiva e a estratégia comercial tem que abranger os clientes, os canais e os parceiros;

6. Incentivo fiscal

Conheça os incentivos fiscais disponíveis, tanto no Brasil como no exterior, bem como a melhor maneira de tirar vantagem dos mesmos. Em solo brasileiro, por exemplo, algumas operações não são tributáveis, já no exterior há diferentes variantes e tudo depende do tipo de solução a ser ofertada.

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Wine.com.br lança serviço inédito no Brasil dedicado a eventos

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A Wine.com.br, terceiro maior e-commerce de vinhos do mundo, lança o Wine Eventos, um serviço inédito para atender o mercado de eventos. A empresa passa a oferecer vinhos e espumantes para eventos como casamentos e formaturas. O Wine Eventos, além dos rótulos, oferece uma consultoria personalizada para cada situação que é prestada pela equipe de especialistas da empresa e também pela equipe Sommeliers Wine. A consultoria vai desde dicas de como servir até como armazenar as garrafas e sugestões de harmonizações. Para aumentar a experiência de relacionamento com o cliente, a empresa lançará um espaço exclusivo em seu site dedicado a eventos com o nome Wine Eventos.

“Identificamos o crescente interesse dos nossos clientes em nos procurar para orientá-los em eventos de todos os tipos e percebemos também que esse serviço não existia no mercado. O Wine Eventos foi pensado para atender cada cliente de forma customizada e para isso colocamos à disposição todo nosso know-how para que esse momento de comemoração seja ainda mais especial”, afirma Luis Martini, diretor de marketing da Wine.com.br.

Com essa crescente demanda de clientes que buscam curadoria para escolhas das bebidas nos eventos, os especialistas da Wine.com.br fizeram um levantamento dos rótulos mais indicados para celebrações. No espaço exclusivo do Wine Eventos, o cliente já conta com uma seleção desses rótulos, os sócios do ClubeW (clube de assinaturas da empresa) têm mais 15% de desconto nas compras.

A estrutura pensada para o Wine Eventos garante que as escolhas sejam feitas de forma simples, rápida e com uma consultoria personalizada. Após a escolha dos rótulos, o cliente preenche um formulário e solicita o orçamento. A equipe de especialistas entra em contato para prestar todo o auxílio necessário para cada cliente.

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Amcham: Empresariado ainda vê gargalos no registro de patentes no INPI

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) tornou os sistemas de registros e ferramentas de pesquisa online mais ágeis para consulta, mas o órgão precisa dar agilidade ao andamento dos processos de registro de propriedade intelectual (PI) e reforçar o seu corpo técnico. A conclusão é do relatório realizado pela Amcham e divulgado nesta terça-feira (31/5), em São Paulo. A entidade ouviu mais de 150 executivos e diretores de inovação e pesquisa em todo o País.

Os aspectos que o INPI ainda precisa melhorar são a agilidade no andamento dos processos de registro de propriedade intelectual (39%) e qualificação e expansão do corpo técnico (20%). De acordo com a pesquisa, a maioria afirma que o tempo médio para registro de uma concessão de patentes leva de 7 a 10 anos (63%). Outros 30% afirmam que o prazo é superior a 10 anos, e apenas 6% consideram que o prazo vai até 6 anos. Quando se trata de marcas, o tempo varia de 2 a 6 anos, na opinião de 90% dos entrevistados. Somente 4% afirmam que o prazo é superior a 7 anos, e 2% consideraram um tempo inferior a 2 anos.

Para a maioria das empresas, nenhuma das cinco diretorias do INPI – Marcas, Patentes, Contratos, Desenho Industrial e Software – consegue oferecer uma estimativa razoável sobre o prazo de finalização de análises de registro de PI. O pessimismo é maior na Diretoria de Patentes, com mais de dois terços de respondentes afirmando que ‘nunca’ (55%) ou ‘raramente’ (23%) há estimativa de prazos. Apenas 17% consideram que as estimativas são ‘sempre’ (3%) ou ‘frequentemente’ (14%) informadas, e 3% não responderam.

Questionados sobre quais as prioridades que o INPI deveria seguir para evolução tecnológica, 40% acham que seria a atualização constante do banco de dados e informações disponíveis online. O investimento em melhorias do sistema (estabilidade, layout e ferramentas de busca) foi citado por outros 14%, enquanto que 11% mencionam a disponibilização online de todo o andamento dos processos e serviços. A qualificação e expansão do corpo técnico também é uma das ações indicadas por 11% dos respondentes.

O relatório, segundo o presidente do INPI

O relatório Amcham de avaliação empresarial do INPI foi apresentado na manhã de hoje (31/5), em São Paulo, pela CEO da entidade, Deborah Vieitas, na presença de Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI. “O relatório Amcham aponta o problema que a demora nos exames de propriedade industrial representa a maior barreira pra inovação e empreendedorismo para o Brasil quando pensamos em cadeia de valor”, comentou Pimentel.

De acordo com estimativas do INPI, caso seja mantido o atual quadro de 263 examinadores, o tempo de espera deve subir para 19,2 anos. “Precisaríamos de um total 5.050 examinadoras para sanar o blacklog (estoque de marcas e patentes não analisados) em um ano”. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem 60 registros de patentes por examinador, enquanto o número é de 1.096 pedidos para cada especialista do INPI.

Segundo o presidente do órgão, a demora em proteger os diretos de propriedade intelectual traz prejuízos para a competitividade e diminui o poder de defesa contra a pirataria. “O empresariado brasileiro, cada vez mais, tem entendido a propriedade intelectual como ferramenta pra sustentar a inovação. Há também o entendimento do governo brasileiro de que o custo da solução é o investimento público”.

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Distribuidora de TI cria unidades de negócios e cresce 30% no primeiro trimestre de 2016

Para crescer no mercado de distribuição de produtos de Tecnologia da Informação (TI), que caiu oito pontos percentuais em 2015, de acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de TI (Abradisti), a Agis reformulou seu modelo de negócios a partir de janeiro deste ano e já comprova resultados significativos ao término do primeiro semestre: um aumento de 30% no faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita de sucesso foi trazer uma proposta de valor com a criação e divisão das atividades da empresa em quatro unidades de negócios (“BUs”, na sigla em inglês): Imagem e Automação, Impressão, Infraestrutura e PCs.

“Cada núcleo conta com equipe de especialistas altamente capacitados para entender as necessidades dos clientes, realizando um trabalho cada vez mais consultivo, além do comercial”, explica Camila Rabelo, diretora Comercial e de Marketing da Agis. “As BUs ficam responsáveis pela distribuição de ponta a ponta, da logística, implementação do projeto, formas de pagamento, até o relacionamento com os fabricantes”, completa. A empresa conta, ainda, com um canal de vendas especializado às revendas que atendem projetos a pequenas e médias empresas (PMEs). Segundo a executiva, a expectativa é que a Agis alcance um aumento total de 17% no ano.

Conheça as novas unidades de negócios da Agis:

Imagem e Automação – Atende clientes que buscam por soluções de LFD (display de grande formato), Digital Signage (gerenciamento de painéis eletrônicos), automação comercial e segurança eletrônica. A unidade cria um projeto de acordo com a necessidade e implementa as soluções integradas com equipamentos das fabricantes Elgin, Epson, LG e Samsung.

Impressão – Especializada em implementação de parques de impressão e outsourcing, a unidade oferece uma linha completa de impressoras e multifuncionais laser e cera, monocromáticas ou coloridas, com diversas características, especificações e aplicações para atender diferentes ambientes de trabalho e tarefas, das pequenas empresas às grandes cias, por meio de equipamentos de entrada e médio porte (A4 e A3) à impressão de grandes formatos (plotters). Trabalha com as fabricantes Xerox e HP, com time especializado em campo e escritório.

Infraestrutura – Equipe capacitada para dimensionar soluções de infraestrutura de acordo com a necessidade do cliente, oferecendo um portfólio de produtos e serviços que suprem todos os aspectos da infraestrutura de uma empresa, como servidores, armazenamento, redes com e sem fio, sistemas convergentes, switches, softwares, serviços e nuvem. Trabalha com as marcas Hewlett Packard, Huawei, Lenovo e APC.

PCs – Com um atendimento especializado, esta unidade de negócios presta um atendimento consultivo, indicando as soluções mais adequadas para cada tipo de projeto, incluindo notebooks e ultrabooks das principais marcas, desktops em diversos formatos, workstations de alto desempenho, softwares (Windows, pacotes Microsoft Office e antivírus) e componentes para pequenas, médias e grandes empresas.

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Pesquisa da FEBRABAN mostra que transações com mobile banking cresceram 138% em 2015

O uso dos canais digitais no setor bancário segue em consolidação no Brasil, com destaque para a forte expansão registrada no ano passado pelo mobile banking, que registrou 11,2 bilhões de transações bancárias, um crescimento de 138% em relação a 2014, quando 4,7 bilhões de operações foram feitas pelos clientes. Os dados são da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, divulgada hoje pela Federação Brasileira de Bancos.

Realizado pela Deloitte, o estudo contou com a participação de 17 bancos, que representam 93% dos ativos dessa indústria no País, e revela que o mobile banking é o segundo canal preferido pelos clientes para transações bancárias: sua participação no total das operações passou de 10%, em 2014, para 21% no ano passado. Em 2015, o Brasil já contabilizava 33 milhões de contas ativas com o recurso mobile, um crescimento significativo de 32% em relação ao ano anterior.

“O número de transações via mobile banking cresceu mais de 100 vezes desde 2011. É um avanço expressivo”, afirma Gustavo Fosse, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN – naquele ano, foram registradas cerca de 100 milhões de operações por este canal.

De acordo com a pesquisa, as transações bancárias feitas por internet banking e mobile banking ultrapassaram mais da metade do total, atingindo 54%. O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões, em 2015, segundo o levantamento.

“O crescimento do uso de canais digitais tem sido impulsionado por alguns fatores. O primeiro deles está relacionado à indústria, já que os bancos têm funcionado como um importante indutor em inovações tecnológicas, preocupando-se cada vez mais em trazer comodidade aos seus clientes”, afirma Gustavo Fosse. “Outro fator diz respeito ao acesso à internet no Brasil, que cresceu nesse último ano e já está acessível para 56% da população“, complementa. “O uso de smartphones também tem alavancado esse aumento; se olharmos o cenário global, estamos acima da média mundial, que é de 37%.”.

Investimentos

O estudo trouxe ainda importantes dados sobre investimentos em tecnologia. Mesmo em um cenário econômico desafiador, os bancos brasileiros continuam investindo maciçamente em TI. Em relação às 10 maiores economias, o Brasil ocupa, com base na proporção do PIB (Produto Interno Bruto), o 7º lugar em gastos com tecnologia da informação no setor bancário, e é o país entre os BRICs que mais investe em TI proporcionalmente ao tamanho da economia.

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, os investimentos e as despesas em TI somaram R$ 19,2 bilhões em 2015. Desse total, 44% foram destinados a software, 35% a hardware, e 20% a telecom. No Brasil, o setor bancário é responsável por 13% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo percentual que a estatística mundial.

Pontos físicos

Apesar do franco crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento aos clientes bancários. Segundo o estudo, o total de transações realizadas em agências bancárias, POS (pontos de venda no comércio), ATM (autoatendimento) e correspondentes foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

O estudo revelou também que, em 2015, o universo de agências físicas sofreu uma ligeira queda, também verificada, de forma mais acentuada, nos correspondentes bancários, PABs e PAEs. No caso das agências, o total registrado em 2015 foi de 22,9 mil, contra 23,1 mil no ano anterior. O total de PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registrado pela pesquisa foi de 45,5 mil, em 2015, ante 51 mil, em 2014. Já os correspondentes passaram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.

“Esses ajustes estão relacionados a três principais fatores: à conjuntura econômica vivida pelo País, que culminou no fechamento de uma série de estabelecimentos; à política de eficiência operacional de alguns bancos, que optaram em realizar uma revisão para solucionar sobreposições de pontos de atendimento existentes; e à própria diversificação dos canais de atendimento”, completa Fosse.

A pesquisa e metodologia adotada

Realizada há 24 anos pela FEBRABAN, em 2015, a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária foi desenvolvida, neste ano, pela primeira vez em parceria com a Deloitte. O estudo foi feito com a aplicação de questionário online junto às instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e também com pesquisas internacionais da Deloitte para ampliar e aprofundar a análise dos dados.

“Conseguimos reunir ­– por meio de dados informados pelas instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e de pesquisas da Deloitte – informações e análises que nos mostraram como o Brasil está posicionado mundialmente em relação à tecnologia bancária, evidenciando, mais uma vez, o perfil vanguardista que o país historicamente ocupa nos grandes movimentos de transformação do setor”, comenta Paschoal Pipolo Baptista, sócio da Deloitte e especialista na indústria de serviços financeiros.

Para conferir a apresentação completa da pesquisa, acesse: www.febraban.org.br ou www.deloitte.com.br. O relatório completo será lançado por ocasião do CIAB FEBRABAN 2016, de 21 a 23 de junho (mais informações em www.ciab.org.br).

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Brasil cai pelo sexto ano consecutivo no ranking mundial de competitividade

Hong Kong tira os EUA do topo e padrão de declínio se mantém na América Latina

O Índice de Competitividade Mundial 2016 (World Competitiveness Yearbook – WCY), divulgado pelo International Institute for Management Development, IMD, e pela Fundação Dom Cabral, apontou a perda de espaço do Brasil no cenário competitivo internacional, com a queda de posições pelo sexto ano consecutivo. O país ocupa agora a 57ª colocação no ranking geral, descendo um degrau em relação a 2015. Neste ano, o Brasil está à frente apenas da Croácia, Ucrânia, Mongólia e Venezuela. O país soma um declínio de 19 posições em seis anos.

O estudo indicou ainda que o poder absoluto da economia dos EUA já não é mais suficiente e o país perdeu seu status como território mais competitivo. Hong Kong (China) desafiou o padrão de declínio da Ásia para deslocar os norte-americanos, pela primeira vez em três anos. A Suíça ficou com a segunda posição e os EUA aparecem em terceiro. Cingapura, Suécia, Dinamarca, Irlanda, Países Baixos, Noruega e Canadá completam a lista dos dez primeiros colocados.

Na América Latina, o Chile é o melhor classificado, em 36º, – queda de uma posição comparando com ano passado – enquanto todos os outros representantes da região estão entre os 20 últimos.

Este ano o Brasil obteve uma pontuação de 51.676 pontos no índice agregado de competitividade, o que indica a posição dos países com relação àquele considerado o mais competitivo. Isso significa que o país está 51.676 pontos atrás de Hong Kong, primeiro colocado. Em relação ao ano passado, o Brasil obteve uma melhora absoluta de 4.286 pontos, mas em comparação com a pontuação de 2010 – ano em que o Brasil ocupou sua melhor posição no ranking (38ª posição) – o país apresentou uma perda de 10%. “Esses dados revelam que a perda de competitividade apresentada em 2016 não é apenas relativa, mas absoluta se observamos no longo prazo. Porém, não trazem necessariamente algo inesperado, já que a situação econômica brasileira continua gerando entraves e alto grau de pessimismo entre os agentes econômicos. Para avançarmos em termos de competitividade é necessário olharmos com atenção para as gestões privadas e públicas”, afirma Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta e análise dos dados do ranking no Brasil.

O Professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, observa os problemas da América Latina: “O setor público continua a ser um empecilho para essas economias. O padrão comum entre todos os países no top 20 é o seu foco na regulação ideal para negócios, infraestrutura física e intangível e instituições inclusivas. No presente momento nenhuma economia da América Latina chega perto de possuir essas qualidades como a medida necessária para fazer progressos significativos até a classificação”.

Apesar de o Brasil já ter dado esperanças promissoras para se desenvolver com destaque entre as economias latinas, sua performance caiu novamente. “O principal fator para o declínio do Brasil é o seu desempenho econômico. O fraco crescimento do PIB, aumento do desemprego em combinação com aumento dos riscos para os investidores têm grande impacto na economia”, disse Bris.

O prestigiado ranking de competitividade – World Competitiveness Yearbook (WCY) – publicado anualmente desde 1989 pela escola de negócios IMD é amplamente considerado como a análise mais importante deste tipo. O IMD avalia mais de 340 critérios derivados de quatro principais fatores: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. As respostas de uma pesquisa em profundidade com mais de 5.400 executivos, que são convidados a avaliar a situação em seus próprios países, também são levadas em consideração.

A queda de uma posição do Brasil em relação ao ano passado é analisada a partir de quatro fatores, cada um divido em mais cinco subfatores. O resultado brasileiro nestes fatores e subfatores está apresentado na Figura 2 abaixo:

Caminhos

O estudo evidencia também que os programas sociais de redistribuição de renda, implementados com objetivo de estimular o motor da demanda interna, foram baseados no aumento real dos salários brasileiros. Como esses programas dependem da taxa de investimento no Brasil, assim como no produto corrente e em exportações, eles se tornaram insustentáveis no atual contexto de recessão, uma vez que o aumento dos salários reais gerou restrição do balanço de pagamentos. Segundo o levantamento, o salário aumentou mais do que os ganhos de produtividade do trabalho. Além disso, o crescimento interno da demanda gerou as pressões inflacionárias. “Os programas assistenciais são essenciais para o aquecimento da economia doméstica no país, além de proporcionarem oportunidades mais justas para os cidadãos. No entanto, com os atuais indicadores, os gastos públicos têm se tornado um problema para os próximos ano” pondera Arruda.

Arruda afirma ainda que o desempenho do Brasil é consequência de questões conjunturais e do esgotamento de um modelo de crescimento: “Ainda que se espere que ocorra a resolução de desafios de curto prazo, como déficit fiscal e controle da inflação, a economia brasileira precisa se reinventar para avançar em competitividade de forma robusta e significativa” complementa o professor.

O subfator produtividade e eficiência ficou em penúltimo no ranking, e mesmo com bons índices de investimentos absolutos, o Brasil vem perdendo espaço em relação aos outros países, já que houve perda de credibilidade dos agentes externos e internos na economia. É importante lembrar ainda que o descontrole da inflação fez com que o Brasil ficasse em penúltimo nesse indicador. “Para que os programas sociais sejam eficientes, é necessária uma melhora dos indicadores citados, cujo foco são os fatores estruturantes da economia e que demandam uma agenda de futuro. Se de um lado não há receita mágica para um novo modelo, do outro não há como fugir das questões básicas como qualidade da educação e promoção da inovação” finaliza Arruda.

Para mais informações, acesse o sumário executivo: goo.gl/i6fHte

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