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Veja como uma empresa de tecnologia pode completar 20 anos experiente e jovem ao mesmo tempo

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Reconhecida pela expertise em software para tecnologia bancária, pela visão de futuro ao movimentar o mercado de tecnologia com grandes eventos, ainda nos anos 90, e com fôlego para apostar em um núcleo de criação de startups, a Visionnaire Informática comemora 20 anos de fundação.

Em 1996, quatro jovens, que voltavam de grandes experiências acadêmicas, se uniram para fundar uma empresa visionária de tecnologia. Flávio Bortolozzi, Manoel Camillo Penna, Vinicius Malucelli e Sergio Mainetti Jr tinham, como ponto comum de contato, a PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná). Os quatro haviam voltado de programas de Mestrado e Doutorado no Brasil e no exterior: Flávio e Manoel com Doutorado na França, Vinicius com Mestrado no Rio e Sergio com Mestrado nos EUA.

O grupo alcançou grandes resultados logo de início. A Visionnaire foi uma das primeiras empresas do Brasil a desenvolver software para a internet. Também foi uma das primeiras empresas a desenvolver software em tecnologias modernas para a época (linguagem Java, Orientação a Objetos, Objetos Distribuídos). Era representante oficial da OMG (Object Management Group) e criou o que foi, na época, o principal evento de desenvolvimento de software corporativo do Brasil – o “Objetos Distribuídos”, que durou nove anos.

Manoel Camilo Penna conta que a Visionnaire foi uma startup dos anos 90. “As empresas estavam saindo do que se chamava de plataforma alta, que eram os mainframes. A grande novidade era trazer para as plataformas baixas, para os computadores pessoais. Pudemos amadurecer processos e enxergar como a tecnologia evoluiu para conseguirmos antecipar tendências. A Visionnaire busca conectar experiências: a do cliente com o nosso conhecimento em desenvolvimento de software”, completa.

Experiente como sempre, jovem como nunca

Em vinte anos de história, a Visionnaire se estabeleceu como uma empresa de Tecnologia da Informação capaz de atender grandes demandas do setor bancário e fornece soluções, por exemplo, para os terminais de atendimento da Tecban, responsável pela Rede Banco24Horas.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final. A Visionnaire criou, recentemente, um núcleo para desenvolvimento de startups. Já tem cases de sucesso como o projeto CaridadX, uma plataforma de crowdfunding voltada para a caridade.

Assim como se consolidou no mercado, com o tempo, a Visionnaire enfrentou os altos e baixos da economia nacional, teve a saída dos sócios Vinícius e Flávio e ganhou mais um sócio. Célio Faria conta que faz parte de um pouco mais da metade dos vinte anos de história da empresa. Ele destaca o fato de a evolução da tecnologia ter facilitado a vida das pessoas: “Estamos trazendo, sempre, melhorias para nossos clientes. Conseguimos sentir o valor agregado que se entrega com a satisfação de quem trabalha e é atendido nos projetos desenvolvidos.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final.

Sergio Mainetti Jr afirma que a Visionnaire tem a experiência de uma empresa madura e o espírito de um jovem de 20 anos. “Não é por acaso que o termo visionário está no nosso nome. Trabalhamos com os mesmos conceitos atuais do Vale do Silício, com programação moderna, aplicativos móveis, realidade virtual, inteligência artificial. A gente tem o espírito de uma startup. Há vinte anos, esse nome nem era tão comum. A Visionnare se comporta com uma startup, mas com a experiência de uma empresa de vinte anos no mercado corporativo, trabalhando com tecnologias complexas”, conclui.

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Bancos batalham para manter seus clientes diante da disrupção causada pelas FinTechs, revela estudo da Capgemini

As FinTechs, startups de serviços financeiros, estão avançando rapidamente na conquista de clientes, enquanto os bancos, em sua maioria, admitem não estarem preparados para lidar com essa ameaça. É o que revela o Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo (World Retail Banking Report – WRBR), levantamento feito pela Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. A pesquisa revelou que quase dois terços dos clientes (63%) estão usando produtos ou serviços dessas empresas, estando mais propensos a indicar as FinTechs (55%) do que seus bancos (38%) para amigos e familiares. No Brasil, 74% dos consumidores estão usando produtos financeiros ou serviços provenientes de FinTechs – sendo que 69% dos entrevistados indicaram suas FinTechs aos seus amigos, enquanto 48% fariam indicação do seu banco aos conhecidos. No entanto, apesar de 96% dos executivos concordarem que o setor caminha na direção de um ecossistema bancário digital, no qual as FinTechs desempenhariam um papel muito mais importante, apenas 13% afirmam possuir os sistemas necessários para viabilizá-lo.

Com uma penetração maior nos mercados emergentes e entre clientes mais jovens, as FinTechs estão ganhando popularidade graças à percepção de que são mais fáceis de usar (82%), oferecem serviços mais rápidos (81%) e garantem uma boa experiência para o usuário (80%). Já os bancos subestimam o valor desses serviços, uma vez que apenas 36% concordam que as FinTechs oferecem um serviço mais rápido (uma diferença de 45 pontos percentuais) e apenas 40% concordam que elas oferecem uma boa experiência (uma diferença de 40 pontos percentuais).

Melhor experiência dos clientes bancários não detém FinTechs

O Índice de Experiência do Cliente (CEI)[1] da Capgemini indica que os bancos aprimoraram a experiência de seus clientes em 2.9 pontos, sendo essa melhoria identificada em mais de 85% dos países pesquisados. Porém, esse avanço geral não se traduziu em resultados tangíveis em termos de comportamento do cliente como gerador de lucro, não afetando a retenção, indicação e vendas cruzadas. Apenas 16% dos clientes, por exemplo, disseram que comprariam mais um produto de seu banco.

O aumento do índice no Brasil foi maior do que a média global, chegando a 4.2 pontos (para 75.3). Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial, para 18º lugar. Além disso, se comparado com a América Latina, o Brasil testemunhou maiores diferenças tanto em termos de experiência positiva (+10,4%) como negativa (-3,7%). Na América Latina estes índices foram, respectivamente, -8,4% e -0,3%.

Os bancos consideram a confiança sua maior vantagem (70%), mas, apesar de registrarem um maior índice de confiança do cliente, eles estão sendo rapidamente alcançados pelas FinTechs, considerando que o número de clientes que confiam total ou parcialmente nelas chega a 88% em todas as regiões. No Brasil, 61% confiam em seu banco, enquanto 47% disseram preferir as FinTechs. No entanto, a grande velocidade das mudanças ? uma preocupação reconhecida por 90% dos executivos do setor bancário ?, menos de um quarto deles sente que possui algum tipo de vantagem em relação às FinTechs em termos de agilidade e capacidade de inovar para lidar com esses desafios.

“A baixa agilidade dos bancos na promoção da inovação deixa as portas abertas para que as FinTechs atraiam novos clientes”, diz o líder global do setor bancário e de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “Há uma oportunidade para que os bancos comecem a trabalhar de forma colaborativa com as FinTechs, mas, para isso, devem formular um plano de resposta rápido, antes que a evolução acelerada do ambiente bancário os atropele no caminho para a mudança”.

Brasileiros preferem acessar sua conta por meio de dispositivos móveis

No Brasil, o contato com os bancos por meio da internet (-6%), agência física (-9%) e mídias sociais (-11%) apresentou queda, enquanto pelos dispositivos móveis (+16%) aumentou. 59% disseram utilizar a internet para resolver suas questões bancárias semanalmente, 49% preferem acessar suas contas por dispositivos móveis, 24% vão pessoalmente até sua agência e 13% usam as redes sociais.

A experiência positiva dos brasileiros demonstrou ter um forte impacto na confiança que os correntistas depositam em seu banco: 73% revelou ter uma experiência positiva, 62% neutra e 50% negativa. Quanto à fidelidade com relação à sua instituição bancária, 46% está suscetível a ficar com a sua atual agência, enquanto 12% pretende trocar (39% e 19%, respectivamente, em 2015).
O percentual de consumidores utilizando produtos ou serviços de FinTechs no Brasil é maior do que a média global (63%), chegando a 74%. Alguns consumidores utilizam até três ou mais empresas deste setor (26%), sendo que 44% revelaram ter relacionamento com somente uma FinTech.

Novas estratégias para uma nova era no setor bancário

Para lidar com a ameaça que essas empresas representam para os modelos mais tradicionais, aproximadamente dois terços dos executivos do setor bancário acreditam que precisam encarar as FinTechs como parceiras e que as estratégias de desenvolvimento dos bancos devam ser voltadas à colaboração (46%) e ao investimento (44%). Menos de um quinto (18%) diz que planeja adquirir empresas de tecnologia financeira ou suas soluções.

“A disposição para formar parcerias com empresas de tecnologia financeira prova que os bancos não estão preparados para atuar em um futuro que consiste de uma série de interconexões digitais seguras”, comenta o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “Trabalhando em conjunto com essas empresas, os bancos podem obter a orientação necessária para desenvolvimento de produtos, além de ter uma voz mais ativa na definição de um papel central para sua atuação no ambiente bancário atual”.

Os bancos e as FinTechs possuem forças que se complementam e que podem ser usadas para criação de uma experiência financeira centralizada e mais sólida para os clientes. As FinTechs saem na frente em termos de agilidade, inovação e exploração de novas tecnologias; em contrapartida, os bancos oferecem capital, uma base de clientes mais sólida e experiência para lidar com os órgãos reguladores. De acordo com o relatório, os bancos precisam “pensar grande” para atender às crescentes demandas dos clientes na era digital. A renovação dos sistemas centrais e o desenvolvimento de softwares baseados em APIs[2] serão prioridades. Os bancos só realizarão todo o seu potencial de crescimento quando aceitarem o papel cada vez mais importante das FinTechs e começarem a trabalhar em colaboração com elas para acompanhar a evolução contínua da rede financeira digital.

O Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo de 2016 apresenta dados de mais de 16 mil clientes de 32 países (incluindo o Brasil), fazendo dele uma das maiores pesquisas sobre a experiência do cliente no setor bancário. O relatório também inclui dados qualitativos coletados por meio de entrevistas com executivos do setor bancário.

Para mais informações, acesse: www.worldretailbankingreport.com e www.efma.com/WRBR2016

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Brexit: entenda como a mudança pode afetar a economia global

A palavra Brexit, formada pelos termos Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída), provavelmente foi uma das mais faladas nos últimos dias. A questão vinha dividindo a população, como mostravam as pesquisas de intenção de votos antes do referendo. A pesquisa mais relevante, da YouGov, mostra uma disputa acirrada em que 44% estavam a favor de continuar na União Europeia e 43% eram contra.

De um lado estavam os pró-saída, ancorados, principalmente, pelo partido nacionalista, sob a liderança de Nigel Farage, defendendo maior soberania da Reino Unido. Do outro, havia os defensores pela continuidade no bloco, a favor de manter a aliança entre as nações, bem como a manutenção dos acordos bilaterais estreitados.

O mercado financeiro demorou para se atentar à complexidade do evento. Entretanto, com uma sequência de quatro quedas consecutivas das principais bolsas europeias, bem como seu impacto nos índices acionários e nas moedas globais, os investidores passaram a analisar cautelosamente os desdobramentos do Brexit .

Principais preocupações antes da votação

Um dos principais afetados pelo Brexit seria o mercado financeiro. O aumento das incertezas juntamente com maior volatilidade dos mercados ocasionariam grandes pressões e choques financeiros impactando e retraindo a demanda europeia, que por sua vez impactaria a economia de outros países.

Segundo os analistas do HSBC, a saída do Reino Unido da União Europeia causaria uma desvalorização de 15% na libra esterlina em relação ao dólar. Além disso, diversos outros tipos de ativos também seriam impactados. As principais preocupações do HSBC eram o aumento descontrolado da inflação e dos custos de trabalho, combinados com uma desvalorização de aproximadamente 20% da libra em relação ao euro.

O banco também temia um abrandamento econômico que poderia reduzir para metade o crescimento do Reino Unido previsto para 2017. As potenciais dificuldades econômicas e financeiras pressupostas pelo HSBC abrangiam a manutenção das taxas de juros nos atuais mínimos históricos.

Os analistas do Credit Suisse viam os desdobramentos do Brexit atingindo negativamente o PIB, ocasionando uma recessão de 1% a 2% no segundo semestre de 2016. Os fatores que explicariam essa queda são: a incerteza que assolaria a confiança dos consumidores e do empresariado, bem como o aumento da inflação decorrente do processo de depreciação da libra esterlina. Os analistas também acreditavam que o Brexit poderia dar forças aos movimentos pró-nacionalistas, principalmente no sul da Europa, causando grande volatilidade à União Europeia.

Os EUA também foi um dos países cotados para sofrer possíveis danos. Diante de uma queda de capital alocado em terras britânicas, a crença é de que haveria um recuo nos preços das ações e valorização do dólar. Isso poderia alterar as perspectivas de crescimento e inflação nos EUA por causa da fuga de capital para o mercado norte-americano. O que também influenciaria o retardamento mais uma vez do aumento da taxa de juros por parte do FED (Federal Reserve), o banco central do país.

As reações do mercado logo após a votação

O encerramento da votação aconteceu na noite da última quinta-feira, 23 de junho. Como os investidores temiam, o Brexit ganhou por maioria. A votação ficou em 51,9% para os que defendiam a ruptura com a União Europeia, e 48,1% para os que era a favor da manutenção do Reino Unido no bloco econômico. A vantagem dos pró-Brexit foi de pouco mais de 1 milhão de votos, significando um resultado bem apertado.

Logo após a confirmação da saída, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron renunciou ao cargo. Em comunicado, o líder disse manter-se na cadeira até outubro, quando acontecerá a reunião de seu partido. Cameron, que era contra o Brexit, disse acreditar que um novo rosto deveria conduzir os britânicos nessa era de mudanças.

O resultado da votação causou um alvoroço no mercado financeiro. As principais bolsas ao redor do mundo apresentaram quedas severas. O primeiro pregão após a validação do Brexit demonstrou uma onda vendedora significativa referente aos ativos de países europeus.

A Bolsa de Londres caiu quase 6%, sendo que grande parte desse percentual está relacionada a ações de bancos e grandes instituições, como Barclays e Royal Bank of Scotland. O índice FTSE 100, um dos principais da bolsa londrina, apresentou uma perda de 120 bilhões de libras esterlinas (cerca de 550 bilhões de reais) já nos primeiros minutos do pregão.

A concordância da maioria dos britânicos em romper com a União Europeia afetou bastante os mercados globais. A cotação da moeda do Reino Unido chegou ao menor patamar dos últimos 30 anos: a libra esterlina esteve cotada US$ 1,3483. O iene, por sua vez, operou em alta se comparado ao dólar. Isso porque a moeda japonesa é bastante conceituada no mercado de câmbio por ser bastante segura e costuma ganhar mais destaque em cenários de instabilidade.

O preço do petróleo também sofreu com a notícia de mudança. O valor da commodity teve queda significativa devido ao receio de que haja desaceleração econômica na Europa e, consequentemente, ocorra redução da demanda.

No mercado interno, a BM&F Bovespa também sofreu implicações relativas à movimentação intensa. Com a abertura do mercado, o Índice Bovespa chegou ao patamar de 3% e o dólar chegou a atingir R$ 3,45, mas consolidou-se em R$ 3,38.

Fonte: Toro Radar

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Data Center da Level 3 em São Paulo recebe Certificação Tier III do Uptime Institute

A Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT) recebeu a Certificação Tier III de Documentos de Design do Uptime Institute por seu data center em Cotia, São Paulo, Brasil, o que significa altos padrões de design na infraestrutura e capacidade do data center. O data center de Cotia é um de três que a Level 3 opera no país.

Sobre a Certificação:

– O reconhecimento da Certificação Tier III de Documentos de Design indica que o design de um data center atende aos requisitos determinados pelo sistema global de parâmetros e às normas do Uptime Institute para Manutenção Simultânea.

– A capacidade de operadores de data center de isolar componentes e realizar manutenção programada sem suspender as operações do data center ou afetar as operações de TI é um elemento chave.

Fatos Relevantes:

– A Level 3 opera três data centers no Brasil e mais de 350 no mundo.

– Os data centers da Level 3 abrigam ambientes de TI tanto da Level 3 como de clientes.

– A infraestrutura global dos data centers da Level 3 tem conectividade direta com seus mais de 320.000 km de rede de fibra e alcance de mercado em mais de 60 países.

– A Level 3 ativou uma subestação de energia com capacidade de 20MW para alimentar seu data center em Cotia. Esta capacidade é suficiente para suportar um crescimento de até quatro vezes na demanda de energia atual, garantindo flexibilidade para apoiar o crescimento dos clientes.

– Os data centers da Level 3 são gerenciados no local por uma equipe de técnicos especializados.

– Para mais informações sobre os serviços de data center da Level 3, visite: http://datacenters.level3.com/

Sobre a Certificação do Uptime Institute:

– O Uptime Institute é uma organização independente de consultoria internacional, geralmente adotada pelo mercado como referência em práticas de mercado sobre infraestruturas críticas de data center.

– No geral, a certificação de design Tier III leva em consideração a construção e operação do data center, incluindo estruturas físicas e lógicas de segurança, estruturas de ar condicionado e energia, somadas a procedimentos operacionais e à habilidade de identificar e isolar eventuais problemas, garantindo a manutenção de áreas específicas sem impactar outras partes da infraestrutura.

“Entendemos que nossos clientes dependem de nós para terem uma experiência confiável de data center e estamos comprometidos em entregar esta solução segura, eficiente e escalável. Desde o início deste projeto, foi feita uma análise profunda para desenhar uma localidade que considerasse a segurança de nossos clientes e a qualidade dos serviços fornecidos a eles, para cumprirmos com os altos padrões exigidos pelo Uptime Institute”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

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Twitter é considerado fonte confiável para apoiar decisões de compra online, diz pesquisa

Um estudo sobre o perfil de consumo na internet com base em dados da Kantar IBOPE Media na América Latina apontou que, no Brasil, a internet e o Twitter são ferramentas importantes no momento de decisão de compra dos usuários. Entre os itens mais comprados pelos entrevistados estão livros, roupas, celulares e acessórios, aparelhos domésticos e cosméticos. A pesquisa sobre o perfil de consumo na web, realizada entre setembro de 2015 e janeiro de 2016, também contemplou usuários da Argentina, Colômbia e México.

De acordo com dados do TGI.net, da Kantar IBOPE Media, no Brasil, 83% dos internautas afirmaram que normalmente fazem buscas na internet antes de comprar qualquer produto e 81% disseram que a internet oferece informações sobre produtos e marcas que não podem ser obtidas em nenhum outro lugar. Além disso, para 71% dos internautas, resenhas online ajudam na tomada de decisão.

“O levantamento também mostrou que os usuários do Brasil consideram o Twitter uma mídia confiável, que oferece informações fiéis e oportunas sobre marcas e influencia nas decisões de compra”, diz Marcela Doria, diretora de pesquisa do Twitter para a América Latina. Ainda sobre os dados do TGI.net, a publicidade no meio digital incentiva compras online 1,4 vezes mais do que para os não registrados na plataforma. Do total de usuários do Twitter no país, 71% realizou compras online – este total é o equivalente a 1,2 vezes mais do que aqueles que não usam o Twitter. Os resultados da pesquisa revelam ainda que os usuários do Twitter preferem usar mais o celular para fazer compras online.

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Blumenau promove feira de TI

Blumenau, berço da Oktoberfest, a segunda maior festa da cerveja do mundo e um dos principais polos de tecnologia do país, recebe no final de julho, a 2ª Infofair Brasil – Feira de Tecnologia da Informação, Segurança Eletrônica e Inovações. Nessa segunda edição, a feira contará com a participação de empresas estrangeiras do setor – 15 delas de Portugal –, e de outros estados brasileiros.

A feira ocorrerá de 27 a 30 de julho, com 80 empresas, representantes de 170 marcas. Elas ocuparão os pouco mais de 3.000 metros quadrados do setor 3 da Vila Germânica, em Blumenau. A promoção é da Via Ápia Eventos, empresa que no mês de maio realizou a Fenahabit (Feira Nacional das Tecnologias de Habitação, Construção e Imobiliário), em sua 12ª edição.

A Infofair

A Infofair 2016 é direcionada ao público que busca aperfeiçoar sistemas já utilizados e analisam as tendências em tecnologia, entretenimento digital, telefonia móvel e ainda aos portadores de necessidades especiais. Serão apresentadas novidades em sistemas, softwares, hardwares, sistemas de segurança, soluções em logística, automação industrial e comercial, tecnologias têxteis, polos de tecnologia, entidades educacionais, cursos de formação profissional. Abre ainda espaço para incubadoras e empresas que desenvolvem aplicativos e sistemas para E-Commerce,

Fórum de marketing digital

Em parceria com a empresa ForumSul, promotora das Conferências empresariais, a Via Ápia Eventos, promoverá a primeira edição do iFórum – Fórum de Marketing Digital do Vale do Itajaí, tendo como tema central: Estratégias Digitais em Tempos de Crise”, onde especialistas mostrarão como o marketing digital pode ajudar empresas a gerar mais resultados com menos. O seminário técnico conta com o patrocínio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Magnus Consultoria e do BRDE, além das parcerias com o Sintex e Instituto Gene. A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), a Santur e o Blumenau Polo de Softwar (Blusoft) são apoiadoras institucionais.

Museu da Apple

Repetindo o sucesso da primeira edição, no ano de 2014, o visitante poderá conhecer a evolução da informática e sua história, numa parceria dos organizadores com a empresa HiMaker e seu iMuseum, dedicado a contar a história da Apple. Com mais de 650 peças, o museu sediado em Blumenau tem, por exemplo, um raro computador Mac Abajour e um Macintosh original de primeira linhagem dos anos 80 em funcionamento.

Visibilidade para startups

Já na primeira edição, em 2014, a Infofair propiciou premiação e visibilidade que permitiram o aporte posterior de aproximadamente R$ 400 mil por parte de outros investidores para o projeto “Atar Ring” ou anel inteligente, desenvolvido pela startup timboense Atar Technologies. A proposta foi a vencedora do Infoideias, um concurso para promover soluções inovadoras e viáveis para o mercado, envolvendo qualquer área e problema do setor de tecnologia.

O anel inteligente ganhou o mercado, propondo que todos os dados pessoais (senhas, cartões de embarque em ônibus, etc.) estejam armazenados nesse gadget, dispensando o uso das mãos para acioná-los. Também Pagar as compras sem ter de colocar a mão no bolso ou mexer no celular.

Depois do Infoideias, a startup já recebeu outros seis prêmios de inovação no Brasil.

Empresas Estrangeiras

Este ano a Infofair contará com a participação de empresas portuguesas da área de TI e segurança eletrônica. A vinda delas é uma é uma primeira ação no sentido de trazer novas tecnologias europeias, além de fomentar parcerias e negócios no Brasil.

Setor gera 4,9 mil empregos na cidade

A realização da Infofair é uma importante contribuição para o Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico de Blumenau (PEDEM) que inseriu o setor de tecnologia de informação e comunicação como um dos cinco eixos importantes da economia local.

A meta é tornar Blumenau reconhecida internacionalmente por dispor de soluções inovadoras e competitivas em TIC para diversos setores. Somente o segmento de tecnologia de informação e comunicação, com 560 empresas, responde por pouco mais de 17% do ISS gerado na cidade, gerando 4,2 mil postos de trabalho, segundo o documento apresentado no início deste ano.

Das 560 empresas, 91% são enquadradas como micro e a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos responde por 41% das atividades. Outros 18% são desenvolvedoras de programas de computador sob encomenda. Programas customizados e desenvolvimento e licenciamento de programas não customizáveis também abocanham parte dessa fatia.

Se unidos aos serviços de informação e telecomunicações, incluindo tecnologias em segurança, o número de empresas sobre para 750, com 4.9 postos de trabalho diretos e pouco mais de 18% do ISS aqui gerado.

Blumenau, polo de informática

A relação de Blumenau com a informática começou em 1970, quando a cidade recebeu o bureau de processamento de dados do Centro Eletrônico da Indústria Têxtil (Cetil). Foi o embrião para o que hoje é o Blusoft – Blumenau Polo de Software. Esse movimento foi imediatamente acolhido pela área acadêmica, pelo poder público municipal, que criou a Comsoft – Comissão de Desenvolvimento do Setor de Software de Blumenau, que em junho de 1992 adquiriu personalidade jurídica e foi transformada em Blusoft.

Na década de 90, Blumenau sediou o Blusoft Brasil. Foi uma feira pioneira, desenvolvida pela mesma empresa que organizava a Fenasoft em São Paulo. O evento serviu para abrir um canal de negociação direta com o mercado da região entre as empresas de software e produtos de informática do polo tecnológico.

Patrocinadores

A Infofair conta com o patrocínio da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), do Banco Regional do Extremo Sul (BRDE, além de parcerias com o Instituto Gene e Sintex e o apoio institucional do Blusoft e da Santur

Infofair Brasil – Feira de Tecnologia da Informação, Segurança Eletrônica e Inovações

QUANDO: 27 a 30 de julho
ONDE: Vila Germânica (Setor 3), em Blumenau)
HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO:
– De quarta a sexta-feira: das 15 até 21h30
– Sábado: das 10 às 20 horas

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Software transcreve áudio para texto

O Data Bucket STT (speech to text), uma API para transcrição de áudio para texto em português do Brasil, ajuda em projetos de busca no mercado, com módulos de indexação para facilitar unir bancos de dados e aplicações como Lotus Notes, Sharepoint e Documentum, comparação de textos, OCR e transcrição de áudio para texto.

Desenvolvido pela E-Storage, o software funciona com lotes de dados ou em tempo real, e pode ser usado, por exemplo, para closed caption, além de permitir a navegação pelo vídeo por meio do texto e calibragem da transcrição por injeção de texto o que aumenta a confiabilidade da transcrição. “Até agora o conhecimento estava “preso” no conteúdo de áudio, sendo inacessível aos sistemas de indexação que são baseados em texto.”

Trata-se de uma ferramenta pensada para ambientes corporativos, desenhada para trabalhar com alta escala de transcrições de fala, ambientes de gravação simultânea multi-threads, possibilidade de incorporar em qualquer aplicação, calibragem por texto não precisando treinar o locutor, identificação automática de diversos locutores por gênero e customização para vocabulários específicos como uso médico, pesquisa cientifica e vocabulário jurídico.

“Ao falarmos em horas de transcrição, estamos falando em horas de fala, ou seja, a ferramenta identifica o silêncio na hora de transcrever, reconhece pelo timbre se a voz é feminina ou masculina, identifica o interlocutor, faz um log de cada palavra falada e cria uma indexação com XML e time code, permitindo a localização exata no conteúdo do vídeo onde o termo foi falado”, detalha Eduardo Guimarães, diretor da E-Storage.

O Data Bucket STT é comercializado em dois formatos: a ferramenta pode ser instalada dentro de um servidor Linux do cliente, ou como serviço, sendo cobrada por hora de uso.

Nos Estados Unidos, este tipo de solução já está sendo usada para fazer analytics, BI, Big data. “Na verdade, ela permite que você alcance o conteúdo falado em telefone, em vídeo, consegue extrair informação desses vídeos e mapear tendências”, explica Guimarães.

As aplicações são inúmeras e o potencial é grande. O Data Bucket STT pode ser útil em investigações, nas escutas telefônicas; gravação de depoimentos, audiências, sessões parlamentares, atas de reuniões, monitoramento de mídia, reduzindo drasticamente o tempo de produção e oferecendo acessibilidade em conteúdos corporativos, educativos e outros.

“Estamos também abertos a parcerias de OEM para trabalhar esse nicho e no atendimento ao mercado direto, começando pelo judiciário, onde já atuamos fortemente”, finaliza Guimarães.

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Thiago Ayres, do PMI-PR: recuperação do Brasil é projeto desafiador para empresas

O Valor Agregado entrevistou Thiago Ayres, presidente do PMI-PR para falar de um projetos mais desafiadores para nosso país: a recuperação da economia e das empresas brasileiras.

Vale a pena conferir!

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Mobilidade e nuvem: As próximas fronteiras tecnológicas da gestão do serviço em campo

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*Por Tim Faulkner, Vice Presidente Sênior da ClickSoftware para Europa, Oriente Médio e África

De acordo com o estudo “Previsões Globais do Mercado de Gestão de Serviços em Campo até 2019”, realizado recentemente pelo MarketsandMarkets, estima-se que o faturamento do segmento mundial de gestão de serviços em campo (GSC), que em 2015 foi de US$ 1,58 bilhões, deva saltar para mais de US$ 3,5 bilhões até 2019. Porém, as empresas que dispõem de técnicos e engenheiros alocados em campo têm conduzido a gestão de forma ainda bastante tradicional e hierárquica. Para que sobrevivam e prosperem no século 21, é preciso que elas abracem o que há de mais inovador em tecnologias móveis e na nuvem. Afinal, o consumidor na era da uberização tem se acostumado cada vez mais a receber repostas e atualizações mais rápidas e flexíveis. Empresas realmente inovadoras utilizam a tecnologia para colocar consumidores e fornecedores em contato direto.

O poder da computação em nuvem e a onipresença dos dispositivos móveis possibilitam que as organizações que operam in loco redesenhem todo o processo da gestão de serviço em campo. Isso beneficia tanto o negócio e os profissionais que atuam nesse segmento, como também o cliente, garantindo que todos tenham acesso às informações que desejam, quando e onde precisarem. A chave para a satisfação é garantir que o serviço seja o mais suave e eficiente possível e que o cliente seja informado em todos os momentos.

A nuvem, além de ser juntamente com a mobilidade, a próxima fronteira para a gestão de serviços em campo, atua como um grande nivelador, permitindo que cada organização, independente do porte, localização ou modelo de negócio, adote e aperfeiçoe as mesmas aplicações e processos, elevando assim o patamar do atendimento prestado aos clientes. Essas soluções ajudam as empresas e seus técnicos a operarem de forma muito mais flexível, ágil e responsável.

Os técnicos na verdade são embaixadores de sua marca e mais do que representá-la, eles devem ser eficazes. Tire o máximo de proveito e aprenda a usar sua força de trabalho. É crucial que as aplicações corretas e úteis estejam funcionando perfeitamente em seus dispositivos móveis. Pois, a verdadeira inovação só ocorre de fato quando a nuvem e a tecnologia móvel são implantadas de forma a permitir que os técnicos em campo otimizem tanto o trabalho como a comunicação com a central, recebendo informações em tempo real. À medida que mais empresas de serviço em campo começam a utilizar sistemas e processos dependentes da nuvem e de tecnologias móveis, enriquecem a interação humana fazendo a diferença para os clientes, seja por interação face a face em uma visita domiciliar, contatos por mensagens instantâneas, telefone ou e-mail.

Além disso, serão perceptíveis grandes diferenças na satisfação do cliente se os provedores usarem essas tecnologias não só para que os técnicos se comuniquem de forma eficaz e instantaneamente com as pessoas que estão atendendo, mas também para autorizar e inspirar a tomarem suas próprias decisões – onde e quando possível – ao invés de esperarem por uma resposta do topo da hierarquia. Com certeza, essa mudança, torna a organização muito mais ágil e focada no cliente.

A produtividade também é impactada com a adoção dessas tecnologias, que auxiliam as empresas a desenvolverem uma infraestrutura muito mais colaborativa e que intuitivamente permite tirar o máximo de proveito de cada situação.

A nuvem e a mobilidade são o futuro da indústria e está na hora das empresas de serviço em campo usufruírem delas para não correrem o risco de serem deixadas para trás pelos seus concorrentes. Aquelas que adotarem as melhores e mais inovadoras soluções de nuvem e mobilidade certamente serão bem sucedidas no futuro.

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Tecnobank apresenta ferramentas para monitoramento de frota e para consulta de recall no Ciab 2016

Com o propósito de desenvolver soluções tecnológicas e plataformas personalizadas que oferecem eficiência, segurança, transparência e agilidade para o segmento bancário, a Tecnobank lança o eGerencie e a Consulta Recall. As ferramentas são apresentadas no Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – Ciab 2016.

O eGerencie é um sistema de monitoramento de frotas que orienta a tomada de decisão de bancos e demais instituições financeiras ao acompanhar uma base de dados com mais de 100 mil veículos registrados.
Pela ferramenta é possível o monitoramento de diversas bases de dados, como débitos (IPVA, licenciamento, DPVAT e multas), restrições (administrativas, financeiras, tributária e judiciária), precificação atualizada dos veículos pelas principais tabelas de preço do mercado, dentre outras informações.

O sistema pode ser alimentado tanto com dados oferecidos pela Tecnobank quanto pelos próprios clientes, sendo totalmente customizado, permitindo atualizações com periodicidade determinada de acordo com a necessidade de cada organização.

A Consulta Recall, parte do produto eVeículos da Tecnobank, conta com o mapeamento de toda a frota brasileira de veículos – aproximadamente 90 milhões de unidades -, sendo a única fonte de dados com informações de recalls realizados no Brasil desde 1999. Ela permite melhor controle sobre os possíveis problemas relacionados as garantias do financiamento, confirmação automática de dados cadastrais e outras informações do veículo; maior agilidade operacional nas diferentes etapas de formalização e pagamentos, além de processamento das informações de forma automática e eletrônica.

Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom), 69% das campanhas de chamamento realizadas no Brasil em 2015 envolveram a indústria automobilística. O total de veículos envolvidos em recalls no ano passado foi de 2,81 milhões, conforme dados do Procon-SP, que atribui à falha no sistema de airbag o principal motivo para essas convocações.

A partir da placa ou do chassi do veículo, a Consulta Recall disponibiliza ano, modelo, marca e mostra os detalhes de todos os recalls pelos quais o carro passou, ou deveria ter passado. É possível saber a data dos chamamentos, as razões para a convocação e os riscos que o problema traz à segurança dos usuários do veículo, por meio da disponibilização da íntegra do comunicado divulgado pela montadora.

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Eletrolar Show antecipa novidades em TI e Wearables

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Smartphones, gadgets vestíveis, câmeras de ação e dispositivos de realidade virtual são algumas das novidades que fabricantes e distribuidores nacionais apresentarão durante a feira

Os avanços tecnológicos impulsionados pelos novos dispositivos continuam a transformar o varejo e podem influenciar a decisão de compra do consumidor. As tecnologias que vêm surgindo, como pagamento sem contato, mobile commerce e internet das coisas estão transformando as relações de consumo e hoje o Brasil registra 168 milhões de smartphones ativos. Há dois anos existem mais smartphones do que PCs na base de aparelhos no País.

Pensando no público cada vez mais exigente e conectado, a Eletrolar Show 2016, maior feira de bens duráveis da América Latina, apresenta novidades em TI e acessórios personalizados para notebooks, tablets e smartphones, além de óculos de realidade virtual e wearables. Esses produtos poderão ser vistos com antecedência de 18 a 21 de julho no Transamérica Expo Center.
A 11ª edição da Eletrolar Show espera um público de 30 mil profissionais qualificados que respondem por 26.000 pontos de venda em todo o país.

Confira uma prévia de algumas das novidades em TI que estarão presentes na Eletrolar Show 2016:

GEONAV
Apresenta o Ceek, dispositivo de realidade virtual compatível com smartphones de diversas marcas. Oferece experiências imersivas para jogos e filmes, além de outros conteúdos exclusivos disponibilizados em um app. Anatômico, tem sistema de ventilação, que evita nebulização e superaquecimento, e lentes antidistorção.

GARMIN
Lança o Forerunner 735XT, relógio de corrida com GPS, recursos multiesportivos e medição de frequência cardíaca (24 horas por dia e sete dias por semana). Sua bateria dura até 14 horas no modo treino e 11 dias quando o produto é usado como relógio. Traz o app Strava Live Suffer Score pré-instalado.

SEAWAG
Capa para smartphone 100% à prova d’água, areia, neve e poeira, a Seawag Waterproof Case 5,7’’ permite fazer fotos e filmagens submersas em até 25 metros. Protege o aparelho sem comprometer a sensibilidade da tela para acionar suas funções, inclusive para fazer e receber chamadas.

DL
Kids On
O Relógio inteligente voltado para crianças possui GPS integrado para que os pais localizem o pequeno onde quer que ele esteja. É possível também criar uma “zona de segurança”, um raio de circulação pré-estabelecido para que os pais sejam notificados pelo celular caso o filho saia do espaço designado. Possui botão SOS, que, ao ser acionado, automaticamente faz uma chamada para um número pré-cadastrado no aplicativo em casos de emergência. Todo o gerenciamento do gadget é feito por um aplicativo que pode ser instalado em qualquer smartphone.

LELONG
Leva à feira seu Porta-Retratos Digital com tela de 7” e acabamento em acrílico transparente. O produto reproduz fotos digitais, e vídeos e músicas em formato MP3. Permite acessar fotos diretamente do cartão de memória, do pen drive, da câmera digital e do computador. Tem funções relógio, calendário e alarme.

MULTILASER
Smartphone MS60 e Tablet M8W
O novo smartphones MS60 será o destaque da marca na Eletrolar Show este ano. O produto possui dual câmera de 13 MP e 8 MP, processador Quad-Core, 32 GB de memória e 2 GB de RAM. Sua bateria é de longa duração. O aparelho vem com três capas coloridas, além de uma de silicone e uma película protetora.

DROID INVUE
Lança na feira a Série 3000 de alarmes para smartphones e tablets, compatível com diferentes tipos de micro USB. Leve e com design compacto, mantém os produtos alarmados e energizados sem fios ou cabos aparentes. São dois alarmes, um na base e outro no produto, que garantem total proteção.

DL
Apresenta o Tablet SocialPhone 700, que reúne todas as funções de um smartphone. Com dual chip e processador Intel® Atom™ Quad-Core, roda com sistema Android 5.1, tem tela de 7” capacitiva de alta sensibilidade, e câmera digital integrada. Possui memória interna de 8 GB e RAM de 1 GB.

BHX BRANDS
Bateria Portátil Ultrafina de Polímero E2U
Composta por dois cabos integrados, sendo um Lightning para dispositivos Apple e um micro USB, possibilitando a carga rápida de todos os smartphones. Com 105g, é a mais leve da categoria, possui indicador de LED e tem 12 meses de garantia.

CANDYWIREZ
Capa carteira
Feita em couro ecológico, a ‘capa carteira’ Candywirez protege a tela do seu iPhone de colisões acidentais e arranhões, além de fornecer espaço dedicado para cartões e dinheiro. Uma capa interior se destaca para que você possa usar o seu iPhone sem a carteira, graças ao seu sistema magnético. Disponível em diferentes texturas e cores foi pensada para atender aos mais variados estilos e já caiu no gosto de celebridades nos EUA. A Wallet Case Candywirez foi indicada pela Teen Vogue como uma das 15 peças de desejo eco-friendly da estação.

BLU
O smartphone BLU Vivo 5, com design elegante e alta performance, opera com o sistema Android. Tem corpo metálico, tela Super Amoled de 5,5”, com resolução HD de 1.280 x 720 pixels, 3 GB de memória RAM, 32 GB de espaço para armazenamento interno e câmera traseira de 13 MP e frontal de 5 MP.

NANOFIXIT
Destaca a película líquida diamantada que substitui a película de vidro tradicional de aparelhos portáteis. A película de vidro tradicional já não oferece a resistência necessária para celulares e tablets – risca, quebra e não protege como deveria. Para solucionar esse problema, a Nanotecnologia aplicada a aparelhos portáteis chega ao Brasil com um produto à base de água que promete revolucionar o mercado. Proteção contra impactos e riscos. Além de oferecer proteção antibactéria, reduz a radiação emitida pelo aparelho celular e é impermeável.

GARMIN
Apresenta a Balança Inteligente Index™, uma tecnologia conectada que mede massa corpórea, magra e óssea, além de apresentar a porcentagem de gordura para praticantes de atividades físicas ou para quem está em busca de bater metas esportivas ou de saúde para ter mais bem-estar e controle de peso. Ela oferece uma configuração rápida, usando um smartphone, Wi-Fi ou ANT+™3. Com capacidade para até 16 usuários, a balança pode ser utilizada por equipes esportivas ou para quem deseja um controle integral da sua saúde – ao subir na balança, ela reconhece o usuário e se conecta sem fio as suas medidas, tornando os dados disponíveis online.

CUSTOMIC
Seu destaque é a Capa Anti-Impacto, da Linha Harbox, para smartphone e com dupla proteção. O produto, que tem uma camada de PC (policarbonato rígido) e outra de silicone, protege os dispositivos em todas as extremidades contra quedas e arranhões, incluindo a tela.

Eletrolar Show 2016 – “11ª Feira de Negócios para a Indústria e o Varejo de Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos, Celulares e TI”

Data: 18 a 21 de julho de 2016, das 13h às 21h
Local: Transamerica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Realização: Grupo Eletrolar

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7 passos para transformar visitantes em compradores

Considerada um dos principais indicadores de desempenho no e-commerce, a taxa de conversão também é muito utilizada para mensurar os números ligados às vendas do comércio eletrônico. No Brasil, a taxa média de conversão é de apenas 1,65%, de acordo com pesquisa da Experian Hitwise.

O dado é um alerta ao setor. Para o especialista em e-commerce, CEO e sócio da Trezo, Armando Leite Júnior, o desafio está em transformar os visitantes em compradores. Para isso, ele orienta ficar atento a alguns números que apontam onde estão os ruídos nesse processo. “Sabemos, por exemplo, que 84% dos compradores online avaliam uma página de mídia social antes de fazer a compra. Ou seja, é fundamental que a loja esteja presente nesses locais”, afirma o CEO.

Para melhorar as taxas de conversão, Armando destaca alguns tópicos importantes para o e-commerce, conforme as dicas e o infográfico:

1) Faça e disponibilize vídeos sobre os produtos, pois eles podem aumentar as vendas em até 144%;

2) Crie um site simples de usar e certifique-se de que os botões sejam fáceis de encontrar, principalmente os de “Adicionar ao Carrinho” e “Checkout”;

3) O e-commerce deve ser acessível a pessoas com deficiências visual, auditiva, motora, entre outras necessidades especiais;

4) Seja honesto (sempre). Se um produto está esgotado, avise o consumidor. Lembre-se de deixar um botão “Avise-me quando esse produto chegar”;

5) Ganhe a confiança do cliente. Para isso, mostre depoimentos e recomendações sobre a sua página em mídias sociais; disponibilize um número de SAC; tenha uma política de privacidade e mostre que sua loja online possui um processo de pagamento seguro;

6) Ofereça vários métodos de pagamento;

7) Mantenha seu cliente atualizado informando-o quando o produto for enviado e qual o código de rastreamento.

Essas são as principais dicas para melhorar a taxa de conversão do e-commerce. Contudo, Armando lembra que o ideal é fazer um acompanhamento constante para saber por que o cliente está deixando a loja online sem efetuar a compra. Para isso, o CEO recomenda o uso de ferramentas como o Google Analytics, Crazy Egg, Click Tale e Olark. “Não se pode esperar que o problema apareça para o consumidor para tomar as providências. É necessário analisar constantemente para corrigir as falhas rápido, de preferência, antes que afete o usuário”, afirma Armando.

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