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Adyen simplifica integração para pagamentos in-app

A Adyen, empresa global de pagamentos multicanal, acaba de lançar mais uma solução para derrubar as barreiras do processo de pagamento: o checkout in-app. Este recurso proporciona ao consumidor, através de seu aplicativo móvel, a experiência descomplicada e otimizada dos pagamentos feitos na plataforma Adyen.

A integração ao recurso é simples e foi pensada para empresas que buscam uma maneira rápida de oferecer um fluxo de pagamento sem atrito e que estimule as vendas. “Optamos por esta integração de pagamentos in-app devido à alta capacidade de processamento que a Adyen nos proporciona. Nossos usuários procuram por maneiras simples e convenientes na hora de receber ou pagar uma corrida de táxi, além disso, a segurança dessas transações se somam à inovação tecnológica e a facilidade da nossa plataforma”, diz Maria Elisa Silva, diretora de Marketing da 99.

O pagamento otimizado no aplicativo é uma garantia, mas além disso, o checkout in-app oferece o recurso de tokenização, tirando da empresa/cliente a responsabilidade de estar de acordo com as regras da PCI – Payment Card Industry. Certificada com o Data Security Standard Compliance 3.0, a Adyen garante que as informações de cartão de crédito de seus clientes estarão no ambiente mais seguro contra ameaças.

Além de Visa e Mastercard, o checkout in-app suporta outras bandeiras, como Elo e Hipercard. Em breve, o recurso também estará pronto para processar outros métodos como Apple Pay e PayPal, por exemplo. A Adyen oferece a possibilidade de processar pagamentos com métodos alternativos do mundo inteiro e alcançar milhares de consumidores. Só no Brasil, o potencial é de 76 milhões de usuários de smartphones.

“Cada passo do fluxo de pagamento é essencial, principalmente em aplicativos, uma vez que a maioria das transações é feita por cartão de crédito. Assim, é indispensável descomplicar a finalização da compra para garantir a conversão. Um sistema totalmente integrado como o nosso garante uma experiência simples aos usuários e liquidez aos comerciantes”, comenta Jean Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

Os códigos para integração estão disponíveis no Github da Adyen.

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Confira as lojas online mais populares nas buscas do Google Brasil

Mercado Livre é o e-commerce mais lembrado. Enquanto a palavra “celulares” é a mais procurada em três dos principais portais de lojas online

A SEMrush, líder global em marketing digital, verificou em seu banco de dados quais são os sites de e-commerce que são mais lembrados pelos brasileiros na hora de procurar lojas online e produtos no Google.

Mercado Livre é o líder nas buscas, mais de 20,4 milhões de pessoas procuraram pela loja no Google. Na sequência aparece as Casas Bahias, com 7,4 milhões de buscas, segunda mais lembrada na hora de comprar produtos online, seguida pelo Aliexpress, portal de vendas online do grupo chinês Alibaba, com 5 milhões de buscas.

O e-commerce Magazine Luiza também figura na lista, empatado com o Aliexpress e com a Netshoes, loja online de artigos esportivos e calçados. Ainda no Top 5 se encontra o Ponto Frio, tradicional loja de varejo brasileira, com 4,9 milhões de menções, seguida pelo Walmart (2,7 milhões).

Nesta lista aparecem também entre as principais lojas online lembradas pelos consumidores Dafiti, Centauro, eBay, Buscapé e Livraria Saraiva.

Produtos

Encabeçando a lista dos produtos mais procurados figura o item “celular”. As expressões “Casas Bahia + celulares” (1,6 milhões de menções), “Casas Bahia + celular” (1,3 milhões) e “Magazine Luiza + Celulares” (1,1 milhões) são as três mais buscadas na combinação produtos com nomes de lojas online.

Também aparecem na classificação “Mercado Livre carros”, “NetShoes tenis” e “Centauro tenis”, “Mercado Livre roupas”, “NetShoes chuteiras”, “Casas Bahia móveis”, “Casas Bahia TV”, “Mercado Livre motos”, “Dafiti calçados”, “guarda roupa Casas Bahia” e “Mercado Livre caminhões”.

Curiosidades

“WalMart USA”, “eBay Brasil”, “Mercado Livre RJ”, “Aliexpress Brasil”, “Mercado Livre DF” e “Mercado Livre RS” são os principais locais combinados com nomes de portais de e-commerce presentes na lista.

Com relação a formas de compra e pagamento, os termos mais procurados no Google são “cartão Casas Bahia”, “Magazine Luiza Cred”, “Magazine Luiza promoção”, “cupom de desconto NetShoes” e “cupom de desconto Ponto Frio”.

Para essa pesquisa, a SEMrush levantou 29.502 palavras-chave de cauda longa contendo nomes de lojas de e-commerce famosas no Brasil e sem seguida selecionou as mais populares.

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Startup lança plataforma pioneira para contratação de eventos corporativos 100% online

O setor de eventos movimenta cerca de R$ 209 bilhões ao ano no Brasil, representando 4,3% do PIB nacional, segundo levantamento da ABEOC Brasil e do Sebrae Nacional. Os hotéis são os locais mais procurados para a realização de eventos corporativos, porém quem precisa organizar um evento sabe como o processo é complexo. Pensando nisso, o empresário Marcelo Moreira, que atua no mercado de marketing e promoções há 25 anos, idealizou a Evnt (evnt.com.br), a primeira plataforma 100% online do mercado que conecta clientes corporativos a hotéis que realizam eventos.

“Evnt é um marketplace que permite que as empresas realizem eventos corporativos completos. Nela, o cliente pesquisa, ajusta, analisa preços, verifica disponibilidade, reserva e fecha o evento. Tudo padronizado e realizado em poucos cliques”, explica Moreira. Depois de fazer um cadastro simples, tanto o cliente quanto o hotel podem acessar a ferramenta gratuitamente. É cobrada apenas uma comissão do hotel sobre os negócios fechados. “A nossa ferramenta disponibiliza e amplia as possibilidades de locais para eventos, agiliza o processo de orçamento e contratação, padroniza as propostas, concentra clientes, melhora a ocupação e reduz custos para as empresas e para os hotéis”, afirma Moreira.

O investimento até o momento foi de cerca de R$ 1,5 milhã e a meta é comercializar 5 mil assentos diários em eventos no Brasil e atingir um faturamento em torno de R$ 1 bilhão em até cinco anos. “Nossa visão é ultrapassar as fronteiras nacionais. Toda a tecnologia foi desenvolvida de forma robusta e com estrutura em nuvem para atender ao mercado global”, explica Maurício Xandó, co-fundador e CTO da Evnt.

Após um ano e meio de desenvolvimento, a plataforma será lançada oficialmente amanhã (29/6), após um período em soft opening. A EVNT já conta com cerca de 20 hotéis cadastrados, entre eles grandes marcas como o Emiliano, Transamérica, Rede BHG (Golden Tulip, Pergamon, The Capital, entre outros), Panamby e Intercontinental. Após o foco inicial em São Paulo, em setembro deverá aportar no Rio de Janeiro e a partir de janeiro de 2017 passa a expandir para todo o mercado nacional.

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Quatro em cada dez consumidores possuem cartão de loja, mostra SPC Brasil

Uma alternativa ao cartão de crédito e outras modalidades financeiras disponíveis para os brasileiros é o conhecido cartão de loja. Um levantamento realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 44,5% dos consumidores possuem cartões de loja e a principal motivação para 38,1% destes é poder fazer mais compras. Segundo a pesquisa, 46,9% dos entrevistados que têm cartão adquiriram essa modalidade de pagamento após receberem uma oferta do varejista e 38,8% fizeram a solicitação nas lojas.

Para os especialistas do SPC Brasil e CNDL, a facilidade de conseguir crédito no cartão de loja deve ser encarada com receio pelo consumidor. “Caso a pessoa tenha feito uma boa análise sobre a pertinência de mais uma modalidade de crédito no orçamento pessoal, o novo cartão pode até ajudar na compra de novos produtos, mas caso o histórico seja de descontrole nos gastos, talvez seja melhor não utilizá-lo”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. A pesquisa mostra que, no momento que adquiriu o cartão, três em cada dez (29,9%) usuários não analisaram as tarifas ou juros cobrados e 40,0% não sabem dizer o número de parcelas ainda não pagas de compras realizadas com o cartão de loja – entre os que sabem, a média é de três parcelas.

O descontrole financeiro de alguns brasileiros com o uso do cartão de loja é confirmado quando se observa que 25,7% dos que o utilizaram já ficaram com o nome sujo em algum momento pelo não pagamento das faturas, sendo que 6,4% ainda estão negativados.

30% ainda utilizam crediário ou carnê

Outras modalidades analisadas pela pesquisa do SPC Brasil e da CNDL são o crediário e o carnê. Cerca de 29,9% ainda utilizam essas formas de pagamento, sendo que 48% possui em média 1,7 carnês ou crediário atualmente e a contratação do serviço foi feita principalmente por meio da solicitação à loja (58,5%) e as principais motivações para ter esse tipo de serviço é poder comprar mais (42,3%) e realizar um sonho de consumo (20,2%).

Assim como com o cartão de loja, parte significante dos entrevistados (20,8%) não analisou as tarifas e/ou juros cobrados, principalmente por causa de falta de interesse. Quase quatro em cada dez consumidores que têm crediário ou carnê (35,6%) não souberam responder quantas parcelas de compras realizadas no crediário ou carnê possuem – entre os que sabem, a média de quatro parcelas.

Em relação à inadimplência no uso do crediário ou carnê, 32,7% dos entrevistados que possuem essas modalidades já ficaram com o nome sujo pelo não pagamento e 5,9% ainda estão negativados.

Produtos mais comprados: roupas, calçados e eletrodomésticos

O levantamento mostrou que o cartão de loja, o crediário e o carnê são utilizados, principalmente, para compras de roupas (75,0%), calçados (64,0%) e eletrodomésticos (34,3%), sendo que 17,6% fazem compras parceladas através destes meios ao menos uma vez por mês. Questionados sobre as principais vantagens das três modalidades, a maior parte dos consumidores cita a possibilidade de parcelar suas compras (28,5%) e a segurança de não precisar andar com dinheiro ou cheque (15,3%).

Para o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, parcelar as compras é um benefício para o consumidor, mas deve ser utilizado com cautela. “Deve-se evitar fazer muitas prestações simultâneas para não perder o controle do seu orçamento”, explica.

“Caso seja o parcelamento seja necessário, é importante fazer um rígido controle do número de parcelas para evitar ficar com o nome sujo”, alerta Vignoli. Entre os entrevistados que não possuem cartão de loja, crediário ou carnê, a principal justificativa é a preferência pelo pagamento das compras à vista (19,7%).

A pesquisa revelou que, para 66,8% dos entrevistados, essas modalidades de crédito são instrumentos positivos, principalmente por possibilitar a aquisição de produtos de uma forma mais fácil (31,0%).

Metodologia

A pesquisa entrevistou 674 consumidores de todas as regiões brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos e pertencentes às todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%.

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Guerra fiscal entre os estados vai voltar, diz secretário da Fazenda de SP em palestra na ACSP

A guerra fiscal entre os estados está parada, mas vai voltar. A opinião é do secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Renato Villela, que realizou palestra hoje durante encontro do Conselho de Economia (COE) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

De acordo com ele, a questão das alterações no ICMS sempre dependeu – e ainda depende – da disposição do governo federal em realocar recursos para compensar a inevitável perda que a reforma teria nos cofres de alguns estados. “Esse foi o motivo que interrompeu as discussões há cerca de quase dois anos”, afirmou Villela, completando que a União poderia ter colaborado de forma mais efetiva para um consenso entre os entes da Federação.

Embora a crise econômica tenha colocado um freio na disputa acirrada dos estados por arrecadação, Villela afirmou que a guerra fiscal certamente voltará, tão logo passe a turbulência. Essa, contudo, seria uma visão míope dos governos, que tendem a ignorar a construção de uma “agenda estruturante”, pensando apenas no curto prazo.

Roberto Macedo, coordenador do COE, chamou atenção para o hábito da administração pública de gastar mais do que pode. Segundo ele, o Brasil sofre de “fiscalose”, uma doença causada por contaminação. No caso, o desastre financeiro da União contamina os entes federativos. “E isso está se generalizando, alcançando o sistema financeiro. Há estados segurando a prestação de empréstimos consignados para fazer caixa”, disse, em referência ao que ocorre no Rio de Janeiro.

Renato Villela ressaltou que os estados vivem um momento financeiro complicado, classificando inclusive como “caótica” a situação de alguns. No entendimento dele, parte da origem do que acontece hoje nos estados está na legislação brasileira. “De 88 para cá, ela vem se caracterizando pela concessão ilimitada de benefícios para cidadãos, grupos e determinados setores, sem muita preocupação sobre como isso vai se dar. É fácil você passar uma lei criando um piso para professores e, pronto, fiz o meu papel. Mas se estados e municípios têm capacidade para cumprir esse piso, isso é problema dos governadores, dos prefeitos e de seus respectivos secretários de fazenda”, frisou.

Durante sua participação, Villela apontou diversas vezes que o aumento da carga tributária – criticado por muitos – não é “decorrente de desvios psicológicos dos governantes”, mas sim do “crescimento ininterrupto do gasto”. A carga tributária elevada é, segundo ele, sintoma e não causa do problema. “A causa é o gasto descontrolado.”

“Enquanto não tivermos uma postura muito forte em relação a isso, eu sinto dizer aos contribuintes brasileiros que não vamos reduzir a carga tributária”. Ele reconheceu, porém, que o sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos e custosos do mundo, sendo sua reforma uma prioridade para o desenvolvimento do País.

SP sob controle

Renato Villela também comentou a reunião que governadores tiveram recentemente com o governo federal para solucionar seus problemas de caixa. O secretário paulista classificou o acordo como positivo, mas reconheceu que há riscos de o PLC 257/2016 não ser aprovado – ou ser aprovado com alterações ou atraso. O Projeto de Lei Complementar colocará em prática o alívio da dívida dos estados com a União. “Existem algumas coisas que foram acordadas que vão dotar as administrações públicas de instrumentos efetivos de redução de gastos”, disse ele, ao comentar os benefícios do acordo. Villela deu como exemplos a obrigatoriedade de se travar, em termos reais, o gasto primário dos governos, e a limitação no reajuste de salário de servidores.

No caso de São Paulo – embora seja o estado mais endividado em termos nominais – a situação está sob controle, de acordo com Villela, e a administração está investindo. “Estamos tentando não parar”, afirmou. “O governador tem uma preocupação muito grande com a geração de empregos que os investimentos trazem. Talvez tenhamos sido o único estado que não parou investimento. Reduzimos ritmo, mas isso é normal”, complementou. “São Paulo, até o final do ano, não vai ter problema”, disse ele, em outro momento.

“Essa é uma das minhas preocupações centrais”, admitiu Villela, dizendo que as obrigações acessórias são exageradas, descoordenadas e conflitantes, às vezes. “Os impostos são complicados, o ICMS é uma loucura. O IPI, o Imposto de Renda são uma loucura. Então, é isso o que gente tem que focar”, observou.

Sobre os investimentos estaduais, o primeiro vice-presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine, chamou a atenção para a necessidade de se rever as obrigações acessórias, que burocratizam e problematizam a política fiscal. “Esse é um aspecto em que o contribuinte precisa da ajuda do estado”, reforçou.

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Positivo Informática Tecnologia Educacional apresenta temas e parceiros do projeto Oficinas do Texto 2016

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O projeto Oficinas do Texto, um dos maiores sucessos do Educacional e um dos exemplos mais bem sucedidos da aplicação da tecnologia na educação, já está no ar e, neste ano, com uma novidade: vídeos convites (https://youtu.be/Hbe6nYJcVAY, https://youtu.be/tk-Iq6loEdo https://youtu.be/JjBZ8e3sajI) gravados pelos autores parceiros do projeto e traduzidos por um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

“Incluir a mensagem em LIBRAS nos vídeos convidando os alunos para participarem da Oficina foi a forma que encontramos de mobilizar também aqueles com deficiência auditiva para esse projeto que é um grande sucesso. Queremos que eles também participem dessa iniciativa e escrevam uma obra em coautoria com personalidades da literatura brasileira”, diz Patrícia Sprada Barbosa, ‎Coordenadora Pedagógica do Educacional, conjunto de tecnologias educacionais para a sala de aula desenvolvido pela Positivo Informática Tecnologia Educacional. Patrícia lembra, ainda, que o convite em vídeo e com a intérprete de LIBRAS acaba mostrando também uma outra forma de comunicação e despertando em todos os alunos o interesse e o conhecimento sobre a linguagem de sinais.

A Oficina do Texto existe desde 2000 e, este ano, os parceiros são o cartunista e consagrado autor da literatura infantojuvenil Ziraldo, o escritor Ilan Brenman, que entre outros sucessos escreveu “Até as princesas soltam pum”, e o ilustrador Daniel Cabral.

Além de livros, o projeto Oficinas do Texto 2016 também prevê a criação de um jornal. O jornal é apresentado com suas habituais seções – cultura, esportes, economia, humor etc., mas o aluno pode alterar tudo, inclusive os títulos de cada uma delas. “Além de criar o conteúdo, cada matéria do jornal pode ser ilustrada com imagens obtidas em um grande banco, dividido em diferentes categorias, criado para essa Oficina do Texto pela equipe do Educacional, informa Patricia.

O projeto Oficinas do Texto também possibilita que o aluno grave um áudio com a história que criou e que depois pode ser ouvido em tablets e smartphones por meio de um QR Code.

Conheça um pouco mais sobre as propostas de 2016:

Deixa eu contar um sonho: o tema desafia os alunos para escreverem sobre um sonho inventado, a partir de uma série de imagens criadas por Ziraldo. As histórias podem ser escritas em português, inglês ou espanhol.

A caverna encantada: o projeto vai mexer com a imaginação dos estudantes, que se aventuram em uma caverna encantada ao lado de Lúcio, um guia munido de um lampião a gás. O parceiro, neste caso, é o renomado escritor infantil Ilan Brenman.

O sonho de Pierre: no ano em que o Rio de Janeiro recebe as Olimpíadas, essa Oficina do Texto apresenta um personagem que foi o grande responsável pelo renascimento desse grande evento, o Barão Pierre de Coubertin. O cenário da história é a cidade de Paris no final do Século XIX, e apresenta o ainda jovem Pierre no momento em que vai conhecer a obra fantástica de outro grande sonhador, o escritor Júlio Verne, considerado o pai da ficção científica. Júlio, com sua obra visionária, irá inspirar Pierre a uma incrível viagem. O parceiro nesta Oficina é o ilustrador Daniel Cabral.

Uma viagem no Tempo: em formato de jornal, essa oficina pode transformar a sala de aula na redação de um jornal que relata uma viagem no tempo e no espaço. Os alunos escolhem um destino e narram os acontecimentos como se estivessem presentes nos mais variados locais e épocas. Cultura, esportes, economia e humor são apenas algumas das seções para as quais os estudantes poderão produzir textos criativos e ilustrá-los com imagens do grande acervo próprio dessa ferramenta, que podem ser referentes a temas atuais ou de épocas passadas, ou, ainda, pertencentes a um futuro distante.

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Veja como uma empresa de tecnologia pode completar 20 anos experiente e jovem ao mesmo tempo

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Reconhecida pela expertise em software para tecnologia bancária, pela visão de futuro ao movimentar o mercado de tecnologia com grandes eventos, ainda nos anos 90, e com fôlego para apostar em um núcleo de criação de startups, a Visionnaire Informática comemora 20 anos de fundação.

Em 1996, quatro jovens, que voltavam de grandes experiências acadêmicas, se uniram para fundar uma empresa visionária de tecnologia. Flávio Bortolozzi, Manoel Camillo Penna, Vinicius Malucelli e Sergio Mainetti Jr tinham, como ponto comum de contato, a PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná). Os quatro haviam voltado de programas de Mestrado e Doutorado no Brasil e no exterior: Flávio e Manoel com Doutorado na França, Vinicius com Mestrado no Rio e Sergio com Mestrado nos EUA.

O grupo alcançou grandes resultados logo de início. A Visionnaire foi uma das primeiras empresas do Brasil a desenvolver software para a internet. Também foi uma das primeiras empresas a desenvolver software em tecnologias modernas para a época (linguagem Java, Orientação a Objetos, Objetos Distribuídos). Era representante oficial da OMG (Object Management Group) e criou o que foi, na época, o principal evento de desenvolvimento de software corporativo do Brasil – o “Objetos Distribuídos”, que durou nove anos.

Manoel Camilo Penna conta que a Visionnaire foi uma startup dos anos 90. “As empresas estavam saindo do que se chamava de plataforma alta, que eram os mainframes. A grande novidade era trazer para as plataformas baixas, para os computadores pessoais. Pudemos amadurecer processos e enxergar como a tecnologia evoluiu para conseguirmos antecipar tendências. A Visionnaire busca conectar experiências: a do cliente com o nosso conhecimento em desenvolvimento de software”, completa.

Experiente como sempre, jovem como nunca

Em vinte anos de história, a Visionnaire se estabeleceu como uma empresa de Tecnologia da Informação capaz de atender grandes demandas do setor bancário e fornece soluções, por exemplo, para os terminais de atendimento da Tecban, responsável pela Rede Banco24Horas.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final. A Visionnaire criou, recentemente, um núcleo para desenvolvimento de startups. Já tem cases de sucesso como o projeto CaridadX, uma plataforma de crowdfunding voltada para a caridade.

Assim como se consolidou no mercado, com o tempo, a Visionnaire enfrentou os altos e baixos da economia nacional, teve a saída dos sócios Vinícius e Flávio e ganhou mais um sócio. Célio Faria conta que faz parte de um pouco mais da metade dos vinte anos de história da empresa. Ele destaca o fato de a evolução da tecnologia ter facilitado a vida das pessoas: “Estamos trazendo, sempre, melhorias para nossos clientes. Conseguimos sentir o valor agregado que se entrega com a satisfação de quem trabalha e é atendido nos projetos desenvolvidos.

O futuro da empresa está no trabalho focado na consumerização da informática, com a integração de todas as novas tecnologias em sistemas de software únicos com foco, também, no consumidor final.

Sergio Mainetti Jr afirma que a Visionnaire tem a experiência de uma empresa madura e o espírito de um jovem de 20 anos. “Não é por acaso que o termo visionário está no nosso nome. Trabalhamos com os mesmos conceitos atuais do Vale do Silício, com programação moderna, aplicativos móveis, realidade virtual, inteligência artificial. A gente tem o espírito de uma startup. Há vinte anos, esse nome nem era tão comum. A Visionnare se comporta com uma startup, mas com a experiência de uma empresa de vinte anos no mercado corporativo, trabalhando com tecnologias complexas”, conclui.

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Bancos batalham para manter seus clientes diante da disrupção causada pelas FinTechs, revela estudo da Capgemini

As FinTechs, startups de serviços financeiros, estão avançando rapidamente na conquista de clientes, enquanto os bancos, em sua maioria, admitem não estarem preparados para lidar com essa ameaça. É o que revela o Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo (World Retail Banking Report – WRBR), levantamento feito pela Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. A pesquisa revelou que quase dois terços dos clientes (63%) estão usando produtos ou serviços dessas empresas, estando mais propensos a indicar as FinTechs (55%) do que seus bancos (38%) para amigos e familiares. No Brasil, 74% dos consumidores estão usando produtos financeiros ou serviços provenientes de FinTechs – sendo que 69% dos entrevistados indicaram suas FinTechs aos seus amigos, enquanto 48% fariam indicação do seu banco aos conhecidos. No entanto, apesar de 96% dos executivos concordarem que o setor caminha na direção de um ecossistema bancário digital, no qual as FinTechs desempenhariam um papel muito mais importante, apenas 13% afirmam possuir os sistemas necessários para viabilizá-lo.

Com uma penetração maior nos mercados emergentes e entre clientes mais jovens, as FinTechs estão ganhando popularidade graças à percepção de que são mais fáceis de usar (82%), oferecem serviços mais rápidos (81%) e garantem uma boa experiência para o usuário (80%). Já os bancos subestimam o valor desses serviços, uma vez que apenas 36% concordam que as FinTechs oferecem um serviço mais rápido (uma diferença de 45 pontos percentuais) e apenas 40% concordam que elas oferecem uma boa experiência (uma diferença de 40 pontos percentuais).

Melhor experiência dos clientes bancários não detém FinTechs

O Índice de Experiência do Cliente (CEI)[1] da Capgemini indica que os bancos aprimoraram a experiência de seus clientes em 2.9 pontos, sendo essa melhoria identificada em mais de 85% dos países pesquisados. Porém, esse avanço geral não se traduziu em resultados tangíveis em termos de comportamento do cliente como gerador de lucro, não afetando a retenção, indicação e vendas cruzadas. Apenas 16% dos clientes, por exemplo, disseram que comprariam mais um produto de seu banco.

O aumento do índice no Brasil foi maior do que a média global, chegando a 4.2 pontos (para 75.3). Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial, para 18º lugar. Além disso, se comparado com a América Latina, o Brasil testemunhou maiores diferenças tanto em termos de experiência positiva (+10,4%) como negativa (-3,7%). Na América Latina estes índices foram, respectivamente, -8,4% e -0,3%.

Os bancos consideram a confiança sua maior vantagem (70%), mas, apesar de registrarem um maior índice de confiança do cliente, eles estão sendo rapidamente alcançados pelas FinTechs, considerando que o número de clientes que confiam total ou parcialmente nelas chega a 88% em todas as regiões. No Brasil, 61% confiam em seu banco, enquanto 47% disseram preferir as FinTechs. No entanto, a grande velocidade das mudanças ? uma preocupação reconhecida por 90% dos executivos do setor bancário ?, menos de um quarto deles sente que possui algum tipo de vantagem em relação às FinTechs em termos de agilidade e capacidade de inovar para lidar com esses desafios.

“A baixa agilidade dos bancos na promoção da inovação deixa as portas abertas para que as FinTechs atraiam novos clientes”, diz o líder global do setor bancário e de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “Há uma oportunidade para que os bancos comecem a trabalhar de forma colaborativa com as FinTechs, mas, para isso, devem formular um plano de resposta rápido, antes que a evolução acelerada do ambiente bancário os atropele no caminho para a mudança”.

Brasileiros preferem acessar sua conta por meio de dispositivos móveis

No Brasil, o contato com os bancos por meio da internet (-6%), agência física (-9%) e mídias sociais (-11%) apresentou queda, enquanto pelos dispositivos móveis (+16%) aumentou. 59% disseram utilizar a internet para resolver suas questões bancárias semanalmente, 49% preferem acessar suas contas por dispositivos móveis, 24% vão pessoalmente até sua agência e 13% usam as redes sociais.

A experiência positiva dos brasileiros demonstrou ter um forte impacto na confiança que os correntistas depositam em seu banco: 73% revelou ter uma experiência positiva, 62% neutra e 50% negativa. Quanto à fidelidade com relação à sua instituição bancária, 46% está suscetível a ficar com a sua atual agência, enquanto 12% pretende trocar (39% e 19%, respectivamente, em 2015).
O percentual de consumidores utilizando produtos ou serviços de FinTechs no Brasil é maior do que a média global (63%), chegando a 74%. Alguns consumidores utilizam até três ou mais empresas deste setor (26%), sendo que 44% revelaram ter relacionamento com somente uma FinTech.

Novas estratégias para uma nova era no setor bancário

Para lidar com a ameaça que essas empresas representam para os modelos mais tradicionais, aproximadamente dois terços dos executivos do setor bancário acreditam que precisam encarar as FinTechs como parceiras e que as estratégias de desenvolvimento dos bancos devam ser voltadas à colaboração (46%) e ao investimento (44%). Menos de um quinto (18%) diz que planeja adquirir empresas de tecnologia financeira ou suas soluções.

“A disposição para formar parcerias com empresas de tecnologia financeira prova que os bancos não estão preparados para atuar em um futuro que consiste de uma série de interconexões digitais seguras”, comenta o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “Trabalhando em conjunto com essas empresas, os bancos podem obter a orientação necessária para desenvolvimento de produtos, além de ter uma voz mais ativa na definição de um papel central para sua atuação no ambiente bancário atual”.

Os bancos e as FinTechs possuem forças que se complementam e que podem ser usadas para criação de uma experiência financeira centralizada e mais sólida para os clientes. As FinTechs saem na frente em termos de agilidade, inovação e exploração de novas tecnologias; em contrapartida, os bancos oferecem capital, uma base de clientes mais sólida e experiência para lidar com os órgãos reguladores. De acordo com o relatório, os bancos precisam “pensar grande” para atender às crescentes demandas dos clientes na era digital. A renovação dos sistemas centrais e o desenvolvimento de softwares baseados em APIs[2] serão prioridades. Os bancos só realizarão todo o seu potencial de crescimento quando aceitarem o papel cada vez mais importante das FinTechs e começarem a trabalhar em colaboração com elas para acompanhar a evolução contínua da rede financeira digital.

O Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo de 2016 apresenta dados de mais de 16 mil clientes de 32 países (incluindo o Brasil), fazendo dele uma das maiores pesquisas sobre a experiência do cliente no setor bancário. O relatório também inclui dados qualitativos coletados por meio de entrevistas com executivos do setor bancário.

Para mais informações, acesse: www.worldretailbankingreport.com e www.efma.com/WRBR2016

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Brexit: entenda como a mudança pode afetar a economia global

A palavra Brexit, formada pelos termos Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída), provavelmente foi uma das mais faladas nos últimos dias. A questão vinha dividindo a população, como mostravam as pesquisas de intenção de votos antes do referendo. A pesquisa mais relevante, da YouGov, mostra uma disputa acirrada em que 44% estavam a favor de continuar na União Europeia e 43% eram contra.

De um lado estavam os pró-saída, ancorados, principalmente, pelo partido nacionalista, sob a liderança de Nigel Farage, defendendo maior soberania da Reino Unido. Do outro, havia os defensores pela continuidade no bloco, a favor de manter a aliança entre as nações, bem como a manutenção dos acordos bilaterais estreitados.

O mercado financeiro demorou para se atentar à complexidade do evento. Entretanto, com uma sequência de quatro quedas consecutivas das principais bolsas europeias, bem como seu impacto nos índices acionários e nas moedas globais, os investidores passaram a analisar cautelosamente os desdobramentos do Brexit .

Principais preocupações antes da votação

Um dos principais afetados pelo Brexit seria o mercado financeiro. O aumento das incertezas juntamente com maior volatilidade dos mercados ocasionariam grandes pressões e choques financeiros impactando e retraindo a demanda europeia, que por sua vez impactaria a economia de outros países.

Segundo os analistas do HSBC, a saída do Reino Unido da União Europeia causaria uma desvalorização de 15% na libra esterlina em relação ao dólar. Além disso, diversos outros tipos de ativos também seriam impactados. As principais preocupações do HSBC eram o aumento descontrolado da inflação e dos custos de trabalho, combinados com uma desvalorização de aproximadamente 20% da libra em relação ao euro.

O banco também temia um abrandamento econômico que poderia reduzir para metade o crescimento do Reino Unido previsto para 2017. As potenciais dificuldades econômicas e financeiras pressupostas pelo HSBC abrangiam a manutenção das taxas de juros nos atuais mínimos históricos.

Os analistas do Credit Suisse viam os desdobramentos do Brexit atingindo negativamente o PIB, ocasionando uma recessão de 1% a 2% no segundo semestre de 2016. Os fatores que explicariam essa queda são: a incerteza que assolaria a confiança dos consumidores e do empresariado, bem como o aumento da inflação decorrente do processo de depreciação da libra esterlina. Os analistas também acreditavam que o Brexit poderia dar forças aos movimentos pró-nacionalistas, principalmente no sul da Europa, causando grande volatilidade à União Europeia.

Os EUA também foi um dos países cotados para sofrer possíveis danos. Diante de uma queda de capital alocado em terras britânicas, a crença é de que haveria um recuo nos preços das ações e valorização do dólar. Isso poderia alterar as perspectivas de crescimento e inflação nos EUA por causa da fuga de capital para o mercado norte-americano. O que também influenciaria o retardamento mais uma vez do aumento da taxa de juros por parte do FED (Federal Reserve), o banco central do país.

As reações do mercado logo após a votação

O encerramento da votação aconteceu na noite da última quinta-feira, 23 de junho. Como os investidores temiam, o Brexit ganhou por maioria. A votação ficou em 51,9% para os que defendiam a ruptura com a União Europeia, e 48,1% para os que era a favor da manutenção do Reino Unido no bloco econômico. A vantagem dos pró-Brexit foi de pouco mais de 1 milhão de votos, significando um resultado bem apertado.

Logo após a confirmação da saída, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron renunciou ao cargo. Em comunicado, o líder disse manter-se na cadeira até outubro, quando acontecerá a reunião de seu partido. Cameron, que era contra o Brexit, disse acreditar que um novo rosto deveria conduzir os britânicos nessa era de mudanças.

O resultado da votação causou um alvoroço no mercado financeiro. As principais bolsas ao redor do mundo apresentaram quedas severas. O primeiro pregão após a validação do Brexit demonstrou uma onda vendedora significativa referente aos ativos de países europeus.

A Bolsa de Londres caiu quase 6%, sendo que grande parte desse percentual está relacionada a ações de bancos e grandes instituições, como Barclays e Royal Bank of Scotland. O índice FTSE 100, um dos principais da bolsa londrina, apresentou uma perda de 120 bilhões de libras esterlinas (cerca de 550 bilhões de reais) já nos primeiros minutos do pregão.

A concordância da maioria dos britânicos em romper com a União Europeia afetou bastante os mercados globais. A cotação da moeda do Reino Unido chegou ao menor patamar dos últimos 30 anos: a libra esterlina esteve cotada US$ 1,3483. O iene, por sua vez, operou em alta se comparado ao dólar. Isso porque a moeda japonesa é bastante conceituada no mercado de câmbio por ser bastante segura e costuma ganhar mais destaque em cenários de instabilidade.

O preço do petróleo também sofreu com a notícia de mudança. O valor da commodity teve queda significativa devido ao receio de que haja desaceleração econômica na Europa e, consequentemente, ocorra redução da demanda.

No mercado interno, a BM&F Bovespa também sofreu implicações relativas à movimentação intensa. Com a abertura do mercado, o Índice Bovespa chegou ao patamar de 3% e o dólar chegou a atingir R$ 3,45, mas consolidou-se em R$ 3,38.

Fonte: Toro Radar

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Data Center da Level 3 em São Paulo recebe Certificação Tier III do Uptime Institute

A Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT) recebeu a Certificação Tier III de Documentos de Design do Uptime Institute por seu data center em Cotia, São Paulo, Brasil, o que significa altos padrões de design na infraestrutura e capacidade do data center. O data center de Cotia é um de três que a Level 3 opera no país.

Sobre a Certificação:

– O reconhecimento da Certificação Tier III de Documentos de Design indica que o design de um data center atende aos requisitos determinados pelo sistema global de parâmetros e às normas do Uptime Institute para Manutenção Simultânea.

– A capacidade de operadores de data center de isolar componentes e realizar manutenção programada sem suspender as operações do data center ou afetar as operações de TI é um elemento chave.

Fatos Relevantes:

– A Level 3 opera três data centers no Brasil e mais de 350 no mundo.

– Os data centers da Level 3 abrigam ambientes de TI tanto da Level 3 como de clientes.

– A infraestrutura global dos data centers da Level 3 tem conectividade direta com seus mais de 320.000 km de rede de fibra e alcance de mercado em mais de 60 países.

– A Level 3 ativou uma subestação de energia com capacidade de 20MW para alimentar seu data center em Cotia. Esta capacidade é suficiente para suportar um crescimento de até quatro vezes na demanda de energia atual, garantindo flexibilidade para apoiar o crescimento dos clientes.

– Os data centers da Level 3 são gerenciados no local por uma equipe de técnicos especializados.

– Para mais informações sobre os serviços de data center da Level 3, visite: http://datacenters.level3.com/

Sobre a Certificação do Uptime Institute:

– O Uptime Institute é uma organização independente de consultoria internacional, geralmente adotada pelo mercado como referência em práticas de mercado sobre infraestruturas críticas de data center.

– No geral, a certificação de design Tier III leva em consideração a construção e operação do data center, incluindo estruturas físicas e lógicas de segurança, estruturas de ar condicionado e energia, somadas a procedimentos operacionais e à habilidade de identificar e isolar eventuais problemas, garantindo a manutenção de áreas específicas sem impactar outras partes da infraestrutura.

“Entendemos que nossos clientes dependem de nós para terem uma experiência confiável de data center e estamos comprometidos em entregar esta solução segura, eficiente e escalável. Desde o início deste projeto, foi feita uma análise profunda para desenhar uma localidade que considerasse a segurança de nossos clientes e a qualidade dos serviços fornecidos a eles, para cumprirmos com os altos padrões exigidos pelo Uptime Institute”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

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Twitter é considerado fonte confiável para apoiar decisões de compra online, diz pesquisa

Um estudo sobre o perfil de consumo na internet com base em dados da Kantar IBOPE Media na América Latina apontou que, no Brasil, a internet e o Twitter são ferramentas importantes no momento de decisão de compra dos usuários. Entre os itens mais comprados pelos entrevistados estão livros, roupas, celulares e acessórios, aparelhos domésticos e cosméticos. A pesquisa sobre o perfil de consumo na web, realizada entre setembro de 2015 e janeiro de 2016, também contemplou usuários da Argentina, Colômbia e México.

De acordo com dados do TGI.net, da Kantar IBOPE Media, no Brasil, 83% dos internautas afirmaram que normalmente fazem buscas na internet antes de comprar qualquer produto e 81% disseram que a internet oferece informações sobre produtos e marcas que não podem ser obtidas em nenhum outro lugar. Além disso, para 71% dos internautas, resenhas online ajudam na tomada de decisão.

“O levantamento também mostrou que os usuários do Brasil consideram o Twitter uma mídia confiável, que oferece informações fiéis e oportunas sobre marcas e influencia nas decisões de compra”, diz Marcela Doria, diretora de pesquisa do Twitter para a América Latina. Ainda sobre os dados do TGI.net, a publicidade no meio digital incentiva compras online 1,4 vezes mais do que para os não registrados na plataforma. Do total de usuários do Twitter no país, 71% realizou compras online – este total é o equivalente a 1,2 vezes mais do que aqueles que não usam o Twitter. Os resultados da pesquisa revelam ainda que os usuários do Twitter preferem usar mais o celular para fazer compras online.

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Blumenau promove feira de TI

Blumenau, berço da Oktoberfest, a segunda maior festa da cerveja do mundo e um dos principais polos de tecnologia do país, recebe no final de julho, a 2ª Infofair Brasil – Feira de Tecnologia da Informação, Segurança Eletrônica e Inovações. Nessa segunda edição, a feira contará com a participação de empresas estrangeiras do setor – 15 delas de Portugal –, e de outros estados brasileiros.

A feira ocorrerá de 27 a 30 de julho, com 80 empresas, representantes de 170 marcas. Elas ocuparão os pouco mais de 3.000 metros quadrados do setor 3 da Vila Germânica, em Blumenau. A promoção é da Via Ápia Eventos, empresa que no mês de maio realizou a Fenahabit (Feira Nacional das Tecnologias de Habitação, Construção e Imobiliário), em sua 12ª edição.

A Infofair

A Infofair 2016 é direcionada ao público que busca aperfeiçoar sistemas já utilizados e analisam as tendências em tecnologia, entretenimento digital, telefonia móvel e ainda aos portadores de necessidades especiais. Serão apresentadas novidades em sistemas, softwares, hardwares, sistemas de segurança, soluções em logística, automação industrial e comercial, tecnologias têxteis, polos de tecnologia, entidades educacionais, cursos de formação profissional. Abre ainda espaço para incubadoras e empresas que desenvolvem aplicativos e sistemas para E-Commerce,

Fórum de marketing digital

Em parceria com a empresa ForumSul, promotora das Conferências empresariais, a Via Ápia Eventos, promoverá a primeira edição do iFórum – Fórum de Marketing Digital do Vale do Itajaí, tendo como tema central: Estratégias Digitais em Tempos de Crise”, onde especialistas mostrarão como o marketing digital pode ajudar empresas a gerar mais resultados com menos. O seminário técnico conta com o patrocínio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Magnus Consultoria e do BRDE, além das parcerias com o Sintex e Instituto Gene. A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), a Santur e o Blumenau Polo de Softwar (Blusoft) são apoiadoras institucionais.

Museu da Apple

Repetindo o sucesso da primeira edição, no ano de 2014, o visitante poderá conhecer a evolução da informática e sua história, numa parceria dos organizadores com a empresa HiMaker e seu iMuseum, dedicado a contar a história da Apple. Com mais de 650 peças, o museu sediado em Blumenau tem, por exemplo, um raro computador Mac Abajour e um Macintosh original de primeira linhagem dos anos 80 em funcionamento.

Visibilidade para startups

Já na primeira edição, em 2014, a Infofair propiciou premiação e visibilidade que permitiram o aporte posterior de aproximadamente R$ 400 mil por parte de outros investidores para o projeto “Atar Ring” ou anel inteligente, desenvolvido pela startup timboense Atar Technologies. A proposta foi a vencedora do Infoideias, um concurso para promover soluções inovadoras e viáveis para o mercado, envolvendo qualquer área e problema do setor de tecnologia.

O anel inteligente ganhou o mercado, propondo que todos os dados pessoais (senhas, cartões de embarque em ônibus, etc.) estejam armazenados nesse gadget, dispensando o uso das mãos para acioná-los. Também Pagar as compras sem ter de colocar a mão no bolso ou mexer no celular.

Depois do Infoideias, a startup já recebeu outros seis prêmios de inovação no Brasil.

Empresas Estrangeiras

Este ano a Infofair contará com a participação de empresas portuguesas da área de TI e segurança eletrônica. A vinda delas é uma é uma primeira ação no sentido de trazer novas tecnologias europeias, além de fomentar parcerias e negócios no Brasil.

Setor gera 4,9 mil empregos na cidade

A realização da Infofair é uma importante contribuição para o Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico de Blumenau (PEDEM) que inseriu o setor de tecnologia de informação e comunicação como um dos cinco eixos importantes da economia local.

A meta é tornar Blumenau reconhecida internacionalmente por dispor de soluções inovadoras e competitivas em TIC para diversos setores. Somente o segmento de tecnologia de informação e comunicação, com 560 empresas, responde por pouco mais de 17% do ISS gerado na cidade, gerando 4,2 mil postos de trabalho, segundo o documento apresentado no início deste ano.

Das 560 empresas, 91% são enquadradas como micro e a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos responde por 41% das atividades. Outros 18% são desenvolvedoras de programas de computador sob encomenda. Programas customizados e desenvolvimento e licenciamento de programas não customizáveis também abocanham parte dessa fatia.

Se unidos aos serviços de informação e telecomunicações, incluindo tecnologias em segurança, o número de empresas sobre para 750, com 4.9 postos de trabalho diretos e pouco mais de 18% do ISS aqui gerado.

Blumenau, polo de informática

A relação de Blumenau com a informática começou em 1970, quando a cidade recebeu o bureau de processamento de dados do Centro Eletrônico da Indústria Têxtil (Cetil). Foi o embrião para o que hoje é o Blusoft – Blumenau Polo de Software. Esse movimento foi imediatamente acolhido pela área acadêmica, pelo poder público municipal, que criou a Comsoft – Comissão de Desenvolvimento do Setor de Software de Blumenau, que em junho de 1992 adquiriu personalidade jurídica e foi transformada em Blusoft.

Na década de 90, Blumenau sediou o Blusoft Brasil. Foi uma feira pioneira, desenvolvida pela mesma empresa que organizava a Fenasoft em São Paulo. O evento serviu para abrir um canal de negociação direta com o mercado da região entre as empresas de software e produtos de informática do polo tecnológico.

Patrocinadores

A Infofair conta com o patrocínio da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), do Banco Regional do Extremo Sul (BRDE, além de parcerias com o Instituto Gene e Sintex e o apoio institucional do Blusoft e da Santur

Infofair Brasil – Feira de Tecnologia da Informação, Segurança Eletrônica e Inovações

QUANDO: 27 a 30 de julho
ONDE: Vila Germânica (Setor 3), em Blumenau)
HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO:
– De quarta a sexta-feira: das 15 até 21h30
– Sábado: das 10 às 20 horas

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