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Startups do Brasil na mira de investidores estrangeiros

De olho nas startups brasileiras, o gigante clube de negócios internacional, GWC Inc., que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo promoverá, pela primeira vez no Brasil, uma das mais importantes competições entre startups do mundo, o G-Startup Worldwide, que será disputada no dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), durante o Global Mobile Internet Conference (GMIC). A startup ganhadora receberá um aporte de 50 mil dólares, três de três dias de imersão no Google’s headquarters, e uma vaga na disputa internacional do G-Startup WorldWide, que reúne os finalistas de outras sete cidades pelo mundo no dia 29 de Setembro, no Vale do Silício. A ganhadora da fase final fatura 300 mil dólares em investimento. As startups podem se inscrever até o dia 11 de julho pelo site do evento: http://saopaulo.thegmic.com

O Global Mobile Internet Conference será realizado no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), e reserva programação com palestras de importantes executivos, entre eles Guilherme Ribenboim, VP Latam no Twitter; E Hao, CEO GWC Global Inc.; Yan Di, Country Manager Baidu Brasil; Fabricio Bloisi – Fundador e CEO Movile e Regina Chamma, Chefe de Desenvolvimento de Negócios – Google Play Latam.

Segundo a Associação Brasileira das Startups, o número de novos negócios promissores no Brasil em maio do ano passado era de 3432, atualmente são 4179 startups no País. Um incremento de 21,7% no período de um ano. São Paulo é o estado que possui o maior número de startups, com 1295. Entre os mercados mais promissores são o de SaaS – Software as Service; Educação e Internet.

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Empreendedora fatura R$ 500 mil em marketplace para freelancers e empresas

Em momentos de crise financeira, uma das melhores iniciativas para driblar a recessão é apostar na capacidade e no talento profissional individual. E trabalhar como freelancer sempre foi uma das aptidões de Monique Medeiros Costa de 31 anos, brasileira e residente na Inglaterra, que transformou suas habilidades em um negócio bastante lucrativo. Em novembro de 2015, ela lançou a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/), um marketplace onde é possível pagar um preço fixo de R$ 20 por quase qualquer serviço ou produto.

Ao se mudar para a Finlândia em 2007, Monique enfrentou dificuldades de adaptação em sua nova vida no exterior, como a barreira linguística, preconceito e o frio extremo na cidade de Helsinki, onde morava (as temperaturas beiravam os 30 graus negativos). “Era muito difícil conseguir qualquer emprego por causa da falta de fluência no idioma, pelo fato de ser brasileira e além do frio que era assustador, mas eu queria continuar no País pela experiência, já que tinha amigos e queria continuar aprendendo inglês. Por isso, mantinha anúncios para cuidar de crianças em sites na Internet”, conta.

Até que certo dia Monique recebeu uma ligação de um senhor, muito educado, para a oportunidade de babá. Ele morava em uma mansão e colecionava vários troféus e roupas de piloto de Fórmula 1. “Eu mal sabia de que se tratava do Mika Salo, o famoso piloto. Consegui trabalhar com a família dele porque eles queriam que suas crianças se comunicassem em inglês desde pequenos”, relembra.

Monique morou no país nórdico por seis anos e chegou a trabalhar como vendedora em feiras roupas. Esse emprego foi tão lucrativo que ela conseguiu abrir sua própria loja de roupas no centro da cidade de Helsinki. Mas o destino guardava um episódio dramático para a família Medeiros. Isso porque, após vários exames, seu marido foi diagnosticado com um tipo raro de tumor no joelho e que o deixou em uma condição incapaz de executar qualquer atividade, por um longo período de tempo. “Quase morri de depressão, pois naquele momento, além de cuidar das tarefas de mãe ¬- seu bebê tinha apenas alguns meses – tive que fechar a loja, porque não dava mais para trabalhar fora com toda a situação “, comenta.

Por conta disso e da barreira linguística, Monique e sua família se mudaram para a Inglaterra, já que todos eles eram fluentes em inglês. Lá, Monique começou a procurar por opções para trabalhar em casa enquanto não conseguia montar um outro negócio. “Eu já tinha fluência em inglês e procurava por uma oportunidade que me desse a liberdade para trabalhar em qualquer lugar, além de poder estar nos eventos da escola do meu filho e acompanhar o seu crescimento”.

A ideia

A empreendedora é adepta do modelo de trabalho “home based”, onde o profissional tem a possibilidade de trabalhar em casa, como se estivesse na empresa. “Não acho produtiva a ideia de ter que me prender a um escritório e cumprir com o mesmo horário todos os dias. Prefiro a liberdade, pois acredito que a falta dela mata a criatividade e a inspiração”, explica.

Inspirada, Monique aperfeiçoou seus talentos e fez de traduções a ações de marketing para empresas na Inglaterra que atuavam no Brasil. Isso fez com que ela se apaixonasse ainda mais pela ideia de unir a liberdade de poder trabalhar em casa, com aquilo que amava. “Na época eu trabalhava bastante e ganhava um bom dinheiro. Fui ficando cada vez mais apaixonada pela vida de freelancer”, recorda.

Foi então que Monique tomou uma decisão que iria mudar o rumo da sua vida e da sua família: montar o próprio negócio. Avaliando a crise no Brasil, já que trabalhava também com pesquisa de mercado, a empreendedora resolveu apostar tudo o que tinha em seu marketplace, serviço muito popular no exterior. “Eu pensei também em ajudar os milhares de desempregados no Brasil a terem uma renda extra, oferecendo a mesma solução que eu encontrei quando o destino me obrigou a trabalhar em casa, ou até dar um empurrãozinho para começarem seu próprio negócio, assim como eu fiz, mesmo com pouco capital de investimento”, explica.

Foi daí que surgiu a ideia da Vinteconto, um local onde todos poderiam comprar e vender serviços e criar a própria história, fazendo aquilo que amavam. “Apostei tudo na Vinteconto porque, no fundo, sabia que poderia ser uma oportunidade de as pessoas poderem mudar o destino de suas vidas, assim como mudei o meu. Existem muitos freelancers que levam o trabalho a sério e esses têm uma chance enorme de sucesso”, diz.

O diferencial

“Faltava um marketplace onde os clientes pudessem encontrar algo a mais do que serviços gráficos, tradução ou marketing. Na Vinteconto, reunimos profissionais das mais diferentes áreas, estudantes e donas de casa que ajudam nas tarefas do dia a dia para àqueles que não têm tempo de fazer, assim todo mundo ganha”, explica. Para a empresária as outras plataformas são muito focadas na criação de gráficos, marketing e tradução, enquanto que na Vinteconto, estudantes podem ajudar como assistente virtual e as “senhorinhas” podem vender seus artesanatos. “É acessar a plataforma e ver como você pode facilitar o seu dia a dia, empregando um pessoal que está a fim de trabalhar e que vai dar o maior valor pela liberdade em trabalhar em casa e ganhar por isso”, destaca.

No entanto, o processo de desenvolvimento da plataforma não foi nada fácil. Para começar a Vinteconto, Monique investiu um total de R$ 57 mil de suas economias. A empreendedora começou com um site bem simples que vendia pequenos serviços e tarefas simples do dia a dia. Aos poucos, ela foi adaptando o conceito de marketplace de compra e venda de serviços e produtos ao melhor sistema de gerenciamento de dados, para criar uma plataforma que pudesse oferecer maior agilidade e praticidade para o freelancer poder vender e o cliente comprar o serviço com tranquilidade. “Foram muitos erros, acertos e diversas adaptações para que chegássemos ao Vinteconto no modelo de hoje, uma plataforma que agiliza a vida do cliente e do freelancer “, finaliza.

A todo o vapor

Recentemente, a empreendedora lançou a nova função “carreira”, destinada a profissionais de todas as áreas que poderão oferecer desde cursos prontos, treinamentos, e-books e até aulas virtuais ao vivo. Com isso, Monique pretende abrir um leque ainda maior de oportunidades para que os freelancers possam monetizar seus trabalhos.

A plataforma já dispõe de uma diversificada e qualificada comunidade, com mais de 1 mil serviços cadastrados. Trata-se de milhares de profissionais que optaram pelo trabalho de freelancer, garantindo a execução de seus serviços e tarefas com altíssima qualidade.

Benefícios para o freelancer que oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão de compra sabendo exatamente o que esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto se reserva a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Vantagens para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques. A facilidade em usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria de serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes. Outro diferencial é o preço, uma verdadeira pechincha. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente, se para ele o serviço é algo simples e que tenha muita praticidade em fazer. A Vinteconto dispõe de centenas de serviços a partir de R$ 20, que custariam centenas de reais em outros lugares.

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Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, revela o resultado da terceira edição de sua série de estudos intitulada “Consumidores e Empresas: Tendências e comportamento no mercado nacional”. Já no terceiro semestre seguido, o estudo aponta o posicionamento de mercado e os hábitos de comportamento do consumidor e dos gestores das empresas brasileiras levando em conta a aplicação do código de barras para identificação dos produtos.

O público consumidor entrevistado foi de 425 pessoas acima de 18 anos de idade e 550 empresas, sendo 41% do segmento de alimentos, 37% de indústrias e 22% do setor de saúde. As entrevistas foram aplicadas em todo o Brasil. De acordo com João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “o estudo já se tornou referência para a indústria, distribuição e comércio, já que aponta os níveis de automação e o desejo dos consumidores de forma inédita”. Para Oliveira, o trabalho tem duas principais vertentes. A primeira é acompanhar o consumidor brasileiro para compreender seu comportamento de compra e sua percepção de uso do código de barras hoje e no futuro. Já a segunda vertente, trata de como as empresas estão adotando as tecnologias p ara identificação de produtos, principalmente o código de barras, e como estão reagindo para atender o novo perfil de consumidor, muito mais ávido por informações.
Do ponto de vista do consumidor, é fato conhecido que a tecnologia alterou a forma como ele busca informações sobre produtos e os meios de compras. Dos entrevistados, 83% afirmam que a internet é o seu meio de se informar. 41% deles preferem ir às lojas pessoalmente, 22% buscam sugestões de amigos e familiares e 21% usam aplicativos de smartphones. Anúncios de televisão, jornais e revistas e contato com fabricantes são as opções menos escolhidas.

No gráfico abaixo, o que mais o consumidor consulta sobre produtos de seu interesse, tipo de informação:

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Outra constatação é a presença do dispositivo móvel incorporado à decisão de compra. O consumidor quer o usar o celular para tudo, incluindo acompanhar no futuro a data de validade dos produtos que consome. Sempre há um aplicativo que o atende, desde a consulta de preços à comparação da qualidade dos produtos.

Segurança do consumidor – No desejo de obter qualidade, o consumidor percebe que há diversas ofertas de produtos falsificados. Ele tem essa percepção e se preocupa com a quantidade das ofertas disponíveis. Países como o Brasil – com grande diferença de rendimentos entre a população – têm problemas crônicos de falsificação de produtos. Portanto, 44% do público entrevistado entendem que o código de barras pode ajudar no combate à falsificação e proporcionar rastreabilidade, identificação e autenticidade do produto ao usar a numeração do código nas suas pesquisas. O consumidor entende que esses são os principais motivos pelos quais o código de barras o auxilia na proteção por produtos originais. Porém, 43% dos entrevistados a inda desconhecem a capacidade de armazenamento de dados dos códigos de barras presentes no sistema GS1 e não aproveitam esse recurso para identificar os produtos que mais atenderão suas necessidades.

Desejo do consumidor – Embora dividido em relação ao conhecimento dos recursos do código de barras, o público demonstra perceber que ele pode ser uma fonte de entrada de informação no smartphone. No futuro, na visão dos brasileiros, o código pode se tornar uma referência para informações gravadas nos dispositivos móveis, já que é o principal recurso dos sistemas de armazenamento de dados atualmente para a indústria, distribuição e varejo. A GS1 Brasil coloca à disposição de empresas e do público o padrão GS1 DataBar, para segurança do alimento; o GS1 DataMatrix, para segurança do paciente, e outras soluções capazes de armazenar diversos itens e atributos dos produtos, possibilitando maior rastreabilidade do mesmo e aumentando o contato do consumid or com as marcas.

Veja abaixo como o consumidor pretende usar o código de barras:

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Acesso a produtos é uma das utilidades do código de barras. Rastreabilidade de alimentos e segurança do paciente são outros exemplos claros que foram identificados pelos entrevistados no estudo, como demonstra o quadro abaixo:

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Percepção do futuro – E o que deve mudar em relação às compras? O brasileiro acredita que novas tecnologias surgirão e mudarão a forma como ele visita o varejo. Ainda não sabe se é por meio de aplicativos, inteligência artificial ou código de barras. Mas acredita que a tecnologia vai revolucionar sua forma de ir às compras. Por isso, entende que terá cada vez mais comodidade e poderá comprar sem sair de casa e com mais segurança. A experiência de compra também será impactada pela tecnologia, e deseja até mesmo comprar via realidade aumentada. A GS1 Brasil já expõe em seu Centro de Inovação e Tecnologia algumas das tecnologias que o consumidor visa para o futuro. Elas já são realidade e estão sendo adotadas pela indústria e empresas de log&ia cute;stica e varejos para integrar todos os pontos da cadeia de suprimentos. Desde o produtor até o consumidor final, passando pela distribuição e o varejo.

Empresas e consumidor – Esta edição do estudo contempla resultados divididos pelos segmentos de mercado Alimentos, Indústria e Saúde. As empresas têm consciência da busca por informações pelos consumidores. Identificam que qualidade é o item mais exigido para o seu produto, o que coincide com a visão do consumidor por busca de qualidade naquilo que consome. As empresas do setor de saúde são as que têm a maior percepção dos seus consumidores por qualidade dos produtos. Talvez seja esse um dos motivos que levam 78% delas a responder que o rótulo é onde os seus consumidores buscam informações dos produtos hoje. 75% das empresas entrevistadas, no entanto, percebem que seu web site é a origem de informação para o consumidor. As redes sociais desempenham um papel relevante, pois 68 % das empresas usam esse recurso para informar o público.

No futuro, todos os pontos de contato com consumidor deverão crescer em representatividade na busca por mais informação na percepção das empresas. Destaque para o crescimento dos aplicativos, que na visão das empresas deverão se multiplicar significativamente, além das redes sociais e sites. O código de barras continua a predominar como principal forma de identificação de produtos pela indústria, distribuição e varejo. De todos os produtos vendidos ao consumidor final, 86,93% são identificados pelo código de barras. Na indústria (higiene e limpeza, cosméticos, química, têxtil, couro e calçados) 92,03% dos produtos possuem código de barras. No setor de alimentos são 81,67%. Já no setor de saúde, que compreende indústria de medicamentos, equipamentos e produtos dest inados à saúde da população, 88% dos itens têm código de barras.

Investir em tecnologia – Apesar do cenário econômico atual, 87% das empresas entrevistadas têm a intenção de investir em inovação tecnológica no próximo ano. Sendo que pelo menos 60% delas pretendem investir até 3% de seu faturamento – bem positivo para o momento atual. Destas empresas que querem investir em inovação tecnológica, quando questionadas se acreditam que os padrões GS1 podem contribuir para o processo de inovação, 79% delas entendem que sim e citam o uso das diversas tecnologias que a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil oferece.

Veja como as empresas pretendem investir em inovação:

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UOLDIVEO reforça sua estratégia Multicloud e lança a maior nuvem pública em OpenStack do Brasil

Uma nova forma de se trabalhar com cloud computing está chegando ao Brasil. A nova proposta é uma das grandes apostas do UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL, que possui soluções completas de cloud computing, infraestrutura, serviços e segurança. Com mais de 2.300 clientes, o UOLDIVEO está ampliando a oferta em nuvem e inovando na linguagem de códigos que dão suporte à rede e lança agora a maior nuvem pública de alta performance em OpenStack do país. “Nosso objetivo é dar suporte na jornada de nossos clientes para o digital. Ao lançarmos a nossa nuvem pública OpenStack, ampliamos o leque de opções que disponibilizamos, aumentando as chances de sucesso e diminuindo o tempo desta transformação, sempre colaborando para uma maior competitividade de nossos clientes em suas áreas de atuação”, enfatiza Gil Torquato, CEO da companhia.

Com a aquisição da Dualtec, empresa com experiência na construção de nuvens desde 2011, o UOLDIVEO incorporou toda a expertise e ainda se tornou Corporate Sponsor da Fundação OpenStack, auxiliando na missão de capacitar, promover o software e oferecer soluções em código aberto padronizado e compartilhado a esta comunidade. “A aquisição da Dualtec Cloud Builders foi o ponto de partida para o UOLDIVEO lançar a maior núvem pública em OpenStack do Brasil”, afirma Marcos Peigo COO do UOLDIVEO. “Temos a maior equipe capacitada para construir nuvens OpenStack e estamos liderando no Brasil um modelo de distribuição contínua que entrega muito mais flexibilidade e elasticidade aos clientes. Além da nuvem pública, essa expertise também pode ser aplicada na preservação de investimentos existentes, com nuvens privadas construídas em cima da mesma tecnologia”, completa Peigo.

O lançamento da nuvem pública OpenStack complementa a oferta do UOLDIVEO de infraestrutura como serviço (IaaS) para atender as mais exigentes aplicações de seus clientes e mercado, como e-commerce, aplicativos sociais, aplicativos móveis, implantações de SaaS / PaaS e Big Data com infraestrutura elástica, escalável e alto SLA.

A oferta de nuvem pública em OpenStack integra a estratégia Multicloud do UOLDIVEO, que traz ainda soluções em nuvens privadas, híbridas e também públicas, em parceria com os maiores players de mercado, como Amazon Web Services (AWS), Microsoft, Virtustream e VMware. Além disso tudo, o UOLDIVEO é a única empresa a possuir Data Centers próprios e oferecer serviços de suporte, gestão, segurança e conectividade, todos absolutamente integrados às ofertas em nuvem. “Essa é a materialização do conceito de Multicloud e vai muito além de um painel ou de um serviço de brokerage como tantos que encontramos por aí”, reforça Peigo.

“Neste formato de ofertas multicloud, conseguimos proporcionar aos nossos clientes a melhor alternativa para cada necessidade, dando o apoio necessário desde o momento da escolha da nuvem que melhor se encaixa na maturidade de suas aplicações à implementação e gestão da solução”, destaca Gil Torquato, CEO do UOLDIVEO.

O UOLDIVEO conta com a experiência de quem atende mais de 2.300 clientes corporativos e possui mais de 1.600 profissionais especializados em gestão de ambientes multiplataforma. O fato de possuir quatro Data Centers próprios permite aos clientes que necessitam trabalhar com soluções híbridas, a interoperabilidade com ambientes legados, todos hospedados, conectados e geridos por uma única empresa que conta com elevados padrões de governança e segurança, atestados pelas certificações ISO20000, ISO27000 e PCI, e também pela alta disponibilidade constatada nos mais de 45.000 servidores e 26.000m2 de Data Center da empresa.

Recentemente, o UOL HOST, unidade de hospedagem, serviços web e cloud computing do UOL, também anunciou que ampliou o seu portfólio de Cloud Computing e passou a oferecer o serviço de nuvem com plataforma OpenStack para pequenas e medias empresas, sendo pioneiro no mercado nacional a oferecer nuvem pública para o varejo no modelo self-service.

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C4C: Tenha uma visão 360° do seu cliente – Por Wilmar Lima

Ao final de um dia cheio de visitas a clientes, captação de vendas e oportunidades, seus vendedores ainda são obrigados a registrar os pedidos manualmente em um sistema ou repassar para uma central de vendas? Depois disso, ainda deve ligar ao seu gestor para informar onde esteve durante o dia, o que fez, quanto vendeu e, por fim, precisa planejar como será o dia seguinte. E se tudo fosse feito automaticamente pelo celular, tablet ou laptop? Isso já é realidade em algumas empresas como a Dpaschoal, por exemplo, que atua na área automotiva e conta com 180 lojas físicas.

Ao ver a necessidade de acompanhar o mercado e os avanços tecnológicos, a Dpaschoal reestruturou o seu site, deu início a operação de e-commerce e substituiu a sua plataforma de CRM, ou seja, mudou a forma de “falar” e de se relacionar com o cliente.

Para viabilizar esta mudança, a empresa investiu na implementação do SAP Cloud for Customers (C4C), a solução de CRM da SAP que, certamente, veio para ficar, uma vez que possibilita a criação de um canal de relacionamento com o cliente e contribui para o aumento das vendas e gerenciamento da equipe, isso sem falar na agilidade e nos ganhos imediatos de informações para as empresas. Por ser 100% Cloud, a solução elimina qualquer necessidade de investimento em hardware.

A solução é robusta e altamente funcional para a gestão de vendas, clientes, marketing e serviços. Ou seja, facilita a vida dos vendedores e agiliza o relacionamento com a marca, pois permite a definição de territórios, gestão de visitas e definição de objetivos de vendas. O C4C viabiliza a gestão completa do processo de conversão de leads em clientes e oportunidades em pedidos (integrados ao ERP), além de um eficiente mecanismo de gestão de pesquisas para medir a satisfação dos clientes em relação aos produtos ou serviços prestados.

A gestão do funil de vendas; o engajamento de clientes por meio das mídias sociais e campanhas de marketing direcionadas especialmente para o público-alvo; a mobilidade e um serviço de atendimento multicanal, que permite registro e categorização de chamados abertos por SMS, e-mail, telefone ou redes sociais também estão entre os diferenciais da solução.

E quem não quer ter uma visão 360º do cliente? O C4C viabiliza o registro de todas as interações que o consumidor realiza com a empresa, como visitas, propostas, pedidos, solicitações de serviço, reclamações e e-mails.

A sua empresa está preparada para suportar essa transformação digital?

Wilmar Lima, é Diretor de Operações da FH.

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Três segredos do movimento do Vale do Silício para o Brasil

No Brasil, o cenário de crise impulsionou iniciativas envolvendo novos negócios, sejam apenas ideias, criação de novas startups, aceleradoras ou, ainda, investidores de olho nas pequenas pelo potencial de criarem projetos inovadores e se tornarem grandes conglomerados, impulsionando o chamado Corporate Venture.

Segundo Allan Pires, CEO da consultoria PA Latinoamericana e da multinacional dinamarquesa Targit, os Estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais são exemplos de que o Brasil está próximo de algo semelhante ao movimento do Vale do Silício por conta de três fatores decisivos:

1. Conhecimento acadêmico – A região do Vale do Silício possui diversas excelentes Universidades, como é o caso da Stanford University, uma das instituições de pesquisa de ensino mais prestigiadas globalmente. O local é cercado por alunos e docentes, que impulsionam a troca de conhecimento constante, gerando grandes ideias. A busca por apoio de uma base forte acadêmica/ conhecimento é tão importante para uma empresa tradicional quanto para as que estão começando agora. Exemplo clássico desse movimento foi a aproximação entre a comunidade de TI e o governo estadual de Goiânia, auxiliando no desenvolvimento de startups, principalmente em termos de financiamento e pesquisa. Outros exemplos de regiões: Santa Rita do Sapucaí e Santa Catarina;

2. Investidores dispostos a correr o risco – As empresas compradoras de tecnologia estão cada vez mais próximas das startups. Exemplo disso é o movimento do Corporate Venture, que traz a proposta de investimento das grandes corporações em negócios nascentes e isolados e que, futuramente, podem ser incorporados aos próprios negócios do grupo empresarial, visando o lucro futuro. No Brasil, já é possível identificar a criação de novas unidades de negócio em empresas já existentes;

3. Alianças corporativas – Apesar de a cultura ser recente em relação à criação de uma rede de alianças, é essencial possuir uma base apoiadora, seja ela da área acadêmica ou mercadológica. Saber identificar potenciais investidores e ofertar a estas pessoas participação societária como forma de inventivo é uma forma de crescer. Atualmente, startups bem-sucedidas ou em crescente expansão possuem aliados.

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Grupo PSA adquire participação na TravelerCar, uma startup que oferece novas soluções de estacionamento e locação de veículos

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O investimento na TravelerCar representa uma nova etapa para o Grupo PSA. O Grupo dá seguimento à implementação do seu plano estratégico para 2016-2021, o “Push to Pass”, para tornar-se um fornecedor de serviços de mobilidade mundialmente reconhecido pelos clientes. Para isso, no último mês de abril, o Grupo PSA anunciou que vai aplicar a quantia de 100 milhões de euros em capital de risco para investir em empresas da área da mobilidade.

Para atender as novas expectativas de consumo

O carro é um meio de mobilidade; a sua imobilização prolongada deve ser evitada e a frota existente deve ser utilizada. A TravelerCar propõe três tipos de serviços disponíveis nos aeroportos, estações ferroviárias e no centro das cidades para facilitar o dia a dia dos proprietários e locatários de veículos:

• Uma oferta de estacionamento gratuito para os proprietários que disponibilizarem seus veículos para a locação. Além disso, se o veículo for alugado, os proprietários são remunerados. O carro é protegido por um seguro total e a TravelerCar administra o processo de A a Z.

• Uma oferta de estacionamento com preço preferencial para os proprietários que não desejarem compartilhar seus veículos.

• Uma oferta de locação de veículos entre pessoas com preços reduzidos. Este serviço é prestado pelas agências da TravelerCar, que garantem a ligação entre os locatários e os proprietários.

A TravelerCar propõe um serviço vantajoso para todos e encarrega-se de tudo. Ela oferece um modelo híbrido entre os serviços de uma agência de locação convencional e uma plataforma de contatos entre as pessoas, proporcionando aos usuários o benefício de um serviço de qualidade, ao mesmo tempo em que adota uma atitude ecologicamente responsável.

A start-up, criada em 2012, conta atualmente com 80 agências e mais de 100 mil usuários em 6 países: França + DOMTOM (departamentos e territórios ultramarinos da França), Espanha, Países Baixos, Alemanha, Suíça e Bélgica.

Brigitte Courtehoux, Diretora da Business Unit “Serviços Conectados e Novas Mobilidades” do Grupo PSA, afirmou: “Uma das respostas aos novos modos de consumo do automóvel é oferecida pelas soluções imaginadas pela TravelerCar. Trata-se de uma nova experiência de mobilidade, à qual o Grupo PSA se associa. Graças a esta parceria com a TravelerCar, o Grupo PSA dá seguimento à implementação da estratégia que adotou para ser um importante player nesse novo ecossistema”.

Para Ahmed Mhiri, fundador da TravelerCar: “Estamos à escuta de nossos usuários e oferecemos serviços adaptados às suas expectativas. O carro é um recurso que pode ser lucrativo para o seu proprietário quando não está sendo utilizado. Não se trata unicamente de compartilhamento do veículo, pois nós também propomos uma solução às pessoas que não desejam alugar os seus carros. Graças a esta parceria com o Grupo PSA, a TravelerCar poderá atingir mais rapidamente a sua próxima etapa de desenvolvimento e implantar sua oferta de serviços em outros países europeus”.

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IBGC está com inscrições abertas para o 17º Congresso de Governança Corporativa

Com o tema “Governança Corporativa: Essência e Aparência”, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa abre as inscrições para o 17º Congresso Internacional de Governança Corporativa, que ocorrerá nos dias 17 e 18 de outubro, em São Paulo.

Assim como nas edições anteriores, os inscritos participarão de palestras ministradas por especialistas brasileiros e internacionais, que vão abordar a necessidade das empresas adotarem as melhores práticas em sua estrutura corporativa desde a base das operações, evitando que as ações sejam feitas apenas para cumprimento de regras. Os debates ocorrerão em sessões gerais e temáticas.

Nesta edição, o IBGC trará mais uma vez a Feira de Governança, que apresenta as inovações sobre ferramentas de Governança Corporativa nas organizações. Considerado o maior evento de Governança no Brasil, no ano passado, o Congresso reuniu cerca de 700 pessoas e estima-se que, neste ano, o número de participantes seja ainda maior. Para se inscrever, clique aqui.

17º Congresso Internacional de Governança Corporativa

Data: 17 e 18 de outubro (segunda e terça-feira)
Horário: a definir
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin – São Paulo

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Wimbledon e GoPro sacarão juntas no torneio de 2016

Rodeada de tradições, Wimbledon se tornou o evento de maior prestígio no mundo do Tênis e reúne os melhores atletas da atualidade. Por duas semanas anualmente, todos os olhares se voltam para as quadras do clube Inglês All England, o que atrai a atenção até mesmo a Rainha Elizabeth II, que tem uma área privativa – o Royal Box – na quadra central para assistir aos jogos. O torneio conta com o talento atlético de homens e mulheres em jogos super disputados de cinco sets. Sem mencionar a assinatura do torneio de que todos os jogadores precisam usar branco.

Embora costumes e tradições sejam aspectos importantes para um campeonato, o evento continua a se inovar ano após ano para melhorar a experiência dos espectadores. Um bom exemplo disso é a nova parceria com a GoPro, que aproximará os amantes do esporte da ação oferecendo pontos de vista únicos. Para os fãs, assistir a uma partida de tênis não mudou muito desde que os jogos começaram a ser televisionados. A GoPro e a organização de Wimbledon querem mudar isso.

O campeonato conta com números incríveis como a partida mais longa já jogada (11 horas e 5 minutos) em 2010 e também foi o primeiro torneio do Grand Slam. A GoPro ficou lado a lado com dois grandes atletas da modalidade de duplas, os irmãos gêmeos Bob e Mike Bryan, os irmãos Bryan e em homenagem aos 10 anos de conquista do primeiro título da dupla em Wimbledon, capturou momentos únicos, por ângulos nunca antes imaginados, dos atletas se preparando para a disputa desse ano. Utilizando as Soluções Customizáveis da empresa, contribuindo para o time de produtores a colocarem câmeras nos jogadores, raquetes, rede e até mesmo nas bolas de tênis.

Além disso, a GoPro lançará semana que vem um vídeo incrível e nunca antes feito em VR (realidade virtual) dos jogadores em quadra., proporcionando uma experiência definitiva de Wimbledon.

Pegue um Champagne, relaxe em sua cadeira e aproveite essa jogada!

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O ano já acabou para o Varejo? – Por Fábio Lopez

O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE. De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo. +

Supermercados de Bairro

Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região. A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos. Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares. Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo

Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo). Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados. Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

Fábio Lopez é diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Mobile: do empirismo aos dados – Por Alberto Pardo

Os smartphones estão nas mãos das pessoas seja enquanto caminham pelas ruas, no local de trabalho, em casa e até mesmo no carro ao dirigir. Sempre conectados. Este olhar empírico já revela o quanto os dispositivos móveis se tornaram parte das nossas vidas. Para aqueles que trabalham no segmento de publicidade mobile não há dúvida sobre o quanto esta relação quase íntima com os aparelhos celulares representa em oportunidade para a comunicação das marcas. Ainda que os profissionais de marketing tenham a mesma percepção, alguns questionamentos persistem. Quão efetivo é a publicidade mobile? Como é o seu desempenho em comparação à outras mídias? Quais são as evidências de que investir em mobile gera retorno financeiro?

A busca por respostas a essas perguntas motivou a MMA – Mobile Marketing Association – a realizar o estudo SMoX.me (Smart Mobile Cross Marketing Effectiveness). O material tem alta relevância por trazer à tona, de forma inédita, os dados da performance de campanhas reais de marcas como Coca-Cola, MasterCard, AT&T, Walmart e Unilever.

Tive a oportunidade de analisar o estudo e, como disse o executivo Fabiano Destri Lobo, Managing Director Latam da MMA, pela primeira vez, o valor da publicidade mobile foi mensurado de forma clara, evidenciando o seu papel como gerador de vendas, bem como a relação do retorno versus investimento ser mais favorável do que em relação à outras mídias. Há ainda insights valiosos para guiar os gerentes de marcas sobre como otimizar o budget com a alocação ideal de cada mídia dentro do mix publicitário. A conclusão que merece ser dita aos quatro ventos é de que a mídia mobile é duas vezes mais eficiente do que os outros meios na análise do funil de vendas. Desta forma coloca-se um ponto final na hipótese de que mobile não seria capaz gerar retorno financeiro para as marcas

Outra percepção confirmada diz respeito ao natural conservadorismo envolvido em mobile, por ser uma mídia relativamente nova. Muitas marcas ainda estão em período de experiência no que tange os investimentos em publicidade mobile. O estudo demonstra, no entanto, que já é tempo de apostas mais agressivas, sem risco e com garantia de bons frutos. De acordo com o SMoX, a média de alocação dos investimentos em mobile dentro do mix é de 3 a 5%. O valor apontado como ideal para se obter os melhores números possíveis seria entre 12 a 20%. Este incremento impactaria em uma melhora de awareness (18%), imagem (17%) e vendas (14%).

Em termos práticos, o estudo detalha uma das campanhas da Coca-Cola, no Brasil. Com foco no público entre 12 e 49 anos, a ação em mobile foi dividida entre os formatos display, vídeo e social. Todo o esforço nesta mídia representou desempenho superior como gerador de resultados, tanto em intenção de compra como em vendas, em comparação a todos os outros meios, como OOH (Out Of Home), TV e cinema.

A análise minuciosa dos dados comparativos, revelam que o investimento adequado em mobile deveria ter sido de 19% para gerar 47% do total de vendas promovidos pela campanha, ou traduzindo, um incremento de 40% no lucro. Já no caso da campanha da marca Magnum, com target focado em mulheres entre 25 e 54 anos e peças em TV, impresso e digital, apenas a realocação do budget, chegando ao nível de 15% do total destinado à mobile, garantiria lucro 9% superior, podendo chegar a 13% com o melhor aproveitamento criativo. Novamente, são provas concretas de que o tempo do conservadorismo em mobile deve ficar no passado. Os números mostram claramente que é possível, e até recomendado, ampliar o share de investimentos nesta mídia dentro mix.

Ao analisar os formatos mobile de forma individualizada, o estudo apresenta, no caso da campanha de Coca-Cola, os vídeos com desempenho seis vezes superior às outras telas (TV e vídeo em desktop). Novamente, a sensação dá lugar aos dados. Para aqueles que acreditam estar investindo o bastante em vídeos, a dica é reavaliar a estratégia. Nesta ação especificamente, por exemplo, dada a eficácia deste formato, o investimento em vídeo de 34% do total deveria passar para em torno de 42%. Outro fator que contribuiria para melhorar o resultado dos vídeos seria o target para mulheres mais jovens, entre 18 e 24 anos, pois foi exatamente esse perfil que melhor respondeu a esta solução.

A mesma constatação vale para a campanha da marca Magnum. A performance dos vídeos em mobile (seja em redes sociais ou não) foi altamente superior aos meios TV e desktop. O resultado poderia ser 25% maior, caso o alvo fosse o público entre 45 e 54 anos e sem filhos. Um detalhe relevante apontado na campanha da Unilever é de que os vídeos de 15 segundos foram mais eficientes em gerar intenção de compra do que aqueles de 30 segundos. A pista é de que a comunicação em mobile deve capturar a atenção dos usuários logo nos primeiros segundos e ser a mais direta e breve possível. Um desafio e tanto.

A análise da campanha de Magnum traz outros importantes insights do ponto de vista da estratégia a ser adotada em mobile. Os banners em mobile utilizados com base no targeting por condição climática obtiveram melhor ROI que os demais e geraram melhor awareness (25 pessoas a mais atingidas por dólar investido). Da mesma forma, o recurso de Rich Media possibilitou impactar 300 usuários a mais por dólar investido, além de melhor ROI.

Estes insumos referentes aos detalhes estratégicos da campanha são fundamentais para que as marcas entendam que a mídia mobile é a que possibilita a entrega da mensagem no contexto adequado, utilizando recursos de segmentação e geolocalização. Definitivamente a era do empirismo mobile está chegando ao fim e o SMoX.me é o “empurrão” final que faltava para que os profissionais de marketing tenham evidências sobre o valor do mobile adversting no funil de vendas, além de parâmetros claros sobre como equalizar melhor o budget, ao otimizar os investimentos e garantir o melhor retorno possível.

Alberto Pardo é CEO e fundador da Adsmovil

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O Brasil está digitalmente preparado para as Olimpíadas de 2016?

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital, está analisando como será a experiência dos usuários com aplicações móveis e web no Brasil durante as Olimpíadas de 2016. Com a chegada de turistas e atletas, haverá um grande aumento no uso das conexões de Internet. A empresa está utilizando seus dados referenciais locais, informações de usuários reais, de Rede de Entrega de Conteúdo (CDNs) e de outros provedores para avaliar a eficiência digital do Brasil no período dos Jogos.

Os dados sobre tendências de longo prazo dos Referenciais da Dynatrace vêm de testes de dezenas de empresas brasileiras varejistas e financeiras em São Paulo e no Rio de Janeiro. Eles representam centenas de milhares de solicitações à web ao longo de um período de 10 meses. A primeira medição analisada foi o Sistema de Nomes de Domínio (DNS). Embora os tempos de resposta do DNS sejam normalmente medidos em milissegundos, consideramos aqui o tempo total gasto para resolver o DNS para todas as solicitações de carregamento de páginas. Uma vez que os sites testados utilizam entre 20 e 120 domínios diferentes toda vez que são carregados, o bom funcionamento do DNS pode ser um problema.

Em seguida, foi avaliada a quantidade de tempo para estabelecimento da conexão para que os navegadores ou telefones móveis possam começar a baixar um conteúdo. O aumento geral da complexidade das aplicações e websites também é um fator que pode afetar os usuários finais no Brasil. Conforme as organizações tomam maior consciência da segurança, podemos ver o impacto de se implementar HTTPS e SSL na experiência do usuário final.

Além dos dados no nível da rede, a Dynatrace utiliza a inteligência coletiva obtida com a solução Dynatrace Synthetic Network para rastrear CDNs, provedores de anúncios, conteúdo de mídias sociais, ferramentas analíticas, entre outros. O Dynatrace Outage Analyzer relatou mais de 300 quedas de conexão em um período de 24 horas. Para websites que usam muitos fornecedores externos, isso pode ser problemático.

A equipe da Dynatrace também está analisando os dados de alguns de seus clientes reais baseados no Brasil. O website de uma grande rede de hotéis teve 45.000 visitas em um período de uma semana. Durante esse tempo, mais da metade dos usuários finais teve uma experiência frustrante ou tolerável, conforme definida pelo Índice Dynatrace de Experiência do Usuário. Os tempos médios de resposta foram de mais de 8 segundos e, assim, mais de 60% dos visitantes abandonaram o site. Destes, 56,3% utilizavam dispositivos móveis.

Foi testado ainda o desempenho de conexão com os principais sites de mídias sociais, que receberão o maior número de acessos de atletas e turistas para compartilhamento de atualizações e experiências. Neste ponto, os visitantes da América do Norte ou da Europa que acessarem essas mídias terão uma experiência muito mais lenta do que estão acostumados.

Ao nos aproximarmos dos Jogos Olímpicos de 2016, vemos que o Brasil pode ter alguns desafios digitais pela frente. Do ponto de vista do usuário final, é preciso estar atento aos longos tempos de resposta e erros de terceiros, que aumentarão a frustração do internauta. Essa frustração diminui as chances de conversão de negócios e pode ser ainda mais prejudicial quando expressa nas redes sociais.

Já as empresas e organizações lutam contra a falta de visibilidade causada pela dificuldade em acessar os sites, gerando investimentos excessivos ou insuficientes em tecnologia, menor conversão de negócios e, por consequência, gastos com canais de interação com o usuário mais onerosos, além de um retorno negativo.

As organizações precisam garantir que estarão devidamente preparadas antes que os Jogos Olímpicos comecem. Para isso, a Dynatrace indica quatro melhores práticas que farão a diferença no desempenho digital das empresas:

Otimize o desempenho da sua entrega

Provedores precisam entender como entregar suas aplicações. Isso pode ser alcançado reduzindo o peso da página, o número de objetos e de conexões feitas durante cada sessão, além do número de fornecedores externos. Otimizar a entrega de um site de varejo é o início desse processo, mas os provedores devem olhar mais adiante para ver como a página é entregue também no lado do servidor. Ter o foco apenas na visão do cliente (navegador) ou do servidor é uma receita para o desastre.

Tenha um plano

Todo mundo precisa de um projeto para seguir. Os provedores devem garantir que têm um plano preparado para quando as coisas falharem, e esse plano não pode ser apenas uma iniciativa reativa de recuperação de erros. Em vez disso, é necessária uma abordagem proativa que enxergue além e garanta que os sites e aplicações sejam completamente testados antes de um grande evento global como os Jogos Olímpicos. Os planos devem incluir todas as partes da organização, não sendo limitados apenas a operações, e devem conter ainda as áreas de Testes, Desenvolvimento e os responsáveis por negócios digitais.

Tenha a plataforma de desempenho digital certa

Um site fora do ar durante os Jogos Olímpicos é uma experiência traumática para um provedor. Não basta ter um plano, você precisa ter também a plataforma certa preparada. Quando as coisas dão errado para um varejista, normalmente ele entra em uma situação de “sala de guerra”. Os provedores precisam enxergar além das ferramentas e utilizar plataformas de gestão do desempenho digital que todos da organização possam usar, incluindo as áreas de Operações, Desenvolvimento, Testes e os responsáveis por negócios digitais.

Entenda os dados

Ter a plataforma pronta é um passo na direção certa, mas você também precisa da especialização para entender o que os dados estão lhe dizendo. A maioria dos provedores tem equipes de indivíduos que entendem suas partes da aplicação e alguns experts que têm a grande visão geral de como tudo funciona. Aplicações modernas são incrivelmente complexas, com centenas – às vezes milhares – de dependências. Vasculhar os arquivos de log (que é o que vemos com mais frequência) é o modo antigo e oneroso de se resolver um problema. Os provedores precisam ter um entendimento da relação entre os componentes da aplicação e os fatores externos da Internet. Embora a maioria tenha alguns experts, é mais importante ter uma plataforma da próxima geração para notificar automaticamente que o evento está ocorrendo, analisar as dependências e descobrir a causa-raiz do problema.

A Dynatrace continuará a monitorar a preparação digital do Brasil até o início e durante os Jogos Olímpicos de 2016.

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