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zanox se une a Social Miner para aumentar o número de conversão no e-commerce

A zanox, maior rede de marketing de afiliação na Europa e Brasil adiciona um grande parceiro ao seu portfolio, Social Miner,plataforma de People Marketing.

O objetivo das empresas é unir expertises para aumentar o número de conversão no e-commerce, através de ações de marketing human to human (H2H) e relatórios de performance, que auxiliam as companhias na tomada de decisões estratégicas para traçar planos de marketing digital, tudo isso com foco na venda online (CPA).

Com cerca de 50 mil afiliados ativos na rede, a zanox possibilita às empresas conectarem-se com novos parceiros e a explorarem novas tecnologias, como as diferentes formas de remuneração por afiliados, além de fornecer, com transparência, todos os dados de análise de performance. Já a Social Miner permite que as marcas trabalhem uma comunicação bem mais assertiva, por meio da análise de comportamento dos internautas e ferramentas para envio de mensagens.

“Cada vez mais, as marcas percebem a necessidade de trabalharem de forma estratégica a comunicação com o seu público-alvo. Nós estamos unindo expertise e tecnologias para oferecer às empresas as melhores soluções para ajudá-los a entender melhor o seu consumidor e direcionar as mensagens certas para o seu target”, afirma Rodrigo Genoveze, Country Manager da zanox.

Para a Social Miner, as empresas estão mais sensíveis ao bem-estar do seu público. “O comportamento do consumidor vem mudando e hoje as pessoas buscam, além de produtos, identificação com as marcas. Com a parceria, além de chamarmos a atenção dos consumidores no momento certo, trazemos uma comunicação mais humanizada, personalizada e oferecemos aos nossos parceiros relatórios completos para análise de resultados”, complementa Ricardo Rodrigues, sócio-fundador da Social Miner.

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Profissional em mutação: o papel do chefe de dados – Por Eduardo Borba

O acesso mais amplo às tecnologias da informação, os avanços sistêmicos, as empresas e os consumidores ávidos por inovação, assim como a crise econômica que afeta negócios no País todo e põe à prova modelos tradicionais de gestão são apenas alguns dos motivos que estão propiciando uma revolução em curso para o futuro da indústria. Essa mudança traz novas oportunidades para o mercado, tanto na educação quanto na geração de empregos altamente qualificados, além do ganho de rentabilidade para as organizações que souberem aproveitar este cenário.

Com a chegada da digitalização no ambiente de trabalho, que propiciou o conceito de Indústria 4.0 (uso intenso da digitalização e robotização em processos industriais, que aumentam a produtividade e agregam mais valor ao negócio), surge uma alteração na estratégia de gestão das empresas, que é concebida com a demanda de um novo perfil profissional: o chefe/ cientista de dados.

Esse profissional, que nasceu em um ambiente de mais fácil acesso à informação e à educação, tem naturalmente capacidade empreendedora e analítica, o que irá ajudar as empresas a avaliar a enorme quantidade de dados por meio de habilidades necessárias para a manipulação e entendimento dos dados. Vale ressaltar aqui que o cientista de dados é a profissão mais “sexy” deste século, segundo a Harvard Business Review, e que ela segue tão quente quanto rara aqui no Brasil.

O emprego desse cientista é fundamental para empresas que já têm uma cultura corporativa baseada em dados ou estão pensando em desenvolver. As que já operam com dados podem reformular o time para multitarefas, tendo em vista profissionais que têm um DNA de Transformação Digital. Enquanto as outras que visam este modelo podem dar o passo inicial com a criação do novo cargo para gerir as suas iniciativas. O emprego deste profissional irá definir o sucesso das empresas neste mercado que apresenta uma revolução em curso.

Pode-se dizer que este novo trabalho pode ser visto como uma quebra de paradigma, uma vez que é preciso criar e amadurecer o ambiente. Esta revolução no perfil profissional nos últimos anos é o que pode se esperar nas próximas décadas. E quem vai executar essa estratégia, num segundo estágio, talvez de forma mais amadurecida, é o público que está sendo formado, os millenius. A capacidade deles de conectividade virtual e pessoal, num ambiente com um vasto número de informações e pessoas, somada à expertise necessária em determinadas áreas, levam à capacidade analítica, rapidez e assertividade na tomada de decisões, dando condições para um mercado de trabalho cada vez mais empreendedor.

Esta é a hora das empresas começarem a repensar seus modelos para receberem, num futuro próximo, profissionais com habilidades pouco exploradas hoje, mas que trarão condições para que as novas demandas de análise e tomada de decisão sejam suportadas e, acima de tudo, bem utilizadas nos negócios. Mãos à obra!

Eduardo Borba é presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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René Abe é nomeado CEO da Rakuten Brasil

A Rakuten Inc. anuncia que René Abe assume como novo presidente e CEO da subsidiária brasileira, efetivo em 1° de agosto de 2016. Como presidente e CEO da Rakuten Brasil, Abe irá aliar a sua grande experiência nas indústrias de e-commerce e pagamentos no país para traduzir a visão geral da Rakuten, Inc. para as necessidades do mercado local. Ele unirá a estratégia global da Rakuten ao conhecimento e às forças locais da Rakuten Brasil para trazer inovações inéditas para o ecossistema brasileiro de comércio eletrônico.

“O Brasil não é só o maior mercado de e-commerce na América Latina, mas também um país com potencial para se tornar um líder mundial. O mercado está preparado para o crescimento e René Abe trará importantes conhecimentos locais para melhor aproveitarmos as sinergias locais com nossos ativos globais e aumentarmos nosso market share no Brasil”, disse Yaz Iida, presidente da Rakuten EUA.

“A Rakuten foi criada há quase 20 anos no Japão com a missão de capacitar as pessoas e a sociedade por meio da Internet. Capacitar o mercado é algo bonito em palavras – mas a sua implementação real traz evolução sem precedentes a todos – e é isso que precisamos oferecer a todos no Brasil. Estou ansioso para transformar a forma como fazemos comércio eletrônico no Brasil com a Rakuten e estou honrado por liderar esta iniciativa”, destaca Abe.

Abe ocupava o cargo de Diretor de Operações da Rakuten Brasil desde 2015, quando liderou o lançamento da inovadora plataforma da Rakuten Brasil para desenvolver operações de comércio eletrônico multicanais. A premiadaplataforma de e-commerce Rakuten Genesis oferece total integração com os sistemas dos varejistas, unificando informações de pedidos, de estoques e das vendas realizadas por todos os canais por meiodoRakuten Nexus. A Rakuten Genesis está disponível para os lojistas sem nenhum custo de setup, de manutenção ou taxas mensais em um ecossistema que oferece logística, pagamentos e acesso a todos os marketplaces do mercado.

Abe possui mais de 20 anos de experiência nas áreas de banking, de e-commerce, internet e FinTech. Anteriormente, o executivo foi vice-presidente do Buscapé, onde liderou as operações de serviços financeiros que foram muito importantes para a sua aquisição pela Naspers em 2009. Antes disso, foi Head LatAm de Pagamentos Globais para a PayPal, Inc.. Abe também éinvestidor-anjo nas indústrias de hi-tech, Inteligência Artificial (AI) e biotecnologia.

“A subsidiária brasileirafoi conduzida com sucesso por Ken Okamoto durante os últimos cinco anos, desde a aquisição da Ikeda em 2011 e o lançamento oficial da Rakuten Brasil em 2012. Ele transformoua unidade no que ela é hoje. A Rakuten é grata pelos seus serviços prestados até este momento e agora nós o recebemos de volta a Tóquio para um outro papel importante em nossa companhia”, finaliza Yaz Iida.

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Abrintel aponta os desafios para São Paulo ser a capital digital da América Latina

A Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) lança o estudo “São Paulo: É possível ser a capital digital da América Latina?”. Recém-concluído, o levantamento mostra as deficiências da cidade e seu potencial para se tornar referência entre as metrópoles do continente em relação a serviços de dados e telefonia capazes de suportar a crescente digitalização das atividades econômicas. O estudo, dividido em sete capítulos, apresenta os indicadores e os entraves que impactam o desenvolvimento do setor. “Nos últimos anos, mais de R$ 8 bilhões foram investidos no País. Até 2019, há um potencial represado de mais de R$ 4 bilhões”, afirma Lourenço Coelho, presidente da entidade.

O Brasil tem 72 mil torres instaladas. Dessas, 5.603 estão na capital paulista. De acordo com o estudo, embora o número seja relevante, calcula-se que a relação de qualidade recomendada é de 1.500 usuários por antena de transmissão de dados (ERB). Portanto, no caso de São Paulo (sobre um cálculo de 12 milhões de habitantes), a proporção é de mais de 2.100 usuários por ERB. Se contarmos a população flutuante, essa proporção pode alcançar até 3.500 usuários, número muito acima do indicado. E quem sofre mais com essa situação são os bairros mais periféricos, em especial as regiões sul e leste. O levantamento lembra ainda que, hoje, um serviço de qualidade, que dinamize a economia 2.0 e transforme a cidade em uma sociedade digital, vai muito além da possibilidade de realizar uma ligação telefônica e perpassa por uma infraestrutura que suporte o crescente tráfego de dados, como os dos aplicativos de celular (Whatsapp, Waze, e-mails, táxis, Uber etc.) e das máquinas de cartão (para pagamentos que vão de estabelecimentos fixos até entregadores de pizza, por exemplo). No caso de São Paulo, para reverter esse quadro, é necessário triplicar o número atual de ERBs.

Pontos críticos

O estudo também revela que a falta de torres não é o único entrave para a digitalização de São Paulo e aponta os pontos críticos que impedem o desenvolvimento da telefonia regional, como, por exemplo, a morosidade no processo de licenciamento (que leva, em média, mais de um ano) e a ausência de segurança jurídica. Já a lei municipal que normatiza o setor é de 2004, mas boa parte das 5 mil torres existentes na cidade foi instalada antes de sua promulgação. Assim, hoje, essa regulamentação se encontra ultrapassada tanto pelas necessidades como pela capacidade da tecnologia existente. Um exemplo clássico é o limite de largura das ruas para instalação de torres: ele foi pensado no tempo em que os equipamentos tinham o tamanho de um contêiner e precisavam de vias mais largas. Atualmente, o mesmo equipamento tem tamanho similar ao de uma máquina de lavar.

Principais desafios

O estudo mostra que entre os principais desafios estão a regularização das torres instaladas e o processo de licenciamento de novas unidades. Já entre as soluções, a mais relevante é a revisão e atualização da legislação municipal conforme os parâmetros da recém-aprovada Lei Geral das Antenas, de forma a atender às necessidades de desenvolvimento, regularização e investimentos do setor. Nesse sentido, o projeto de lei de 2013 (PL 751), que atualizaria a normativa existente, continua em processo de aprovação na Câmara Municipal, um entrave administrativo a impedir que as empresas regularizem os ativos e invistam na infraestrutura.

O estudo conclui que há, no município, uma oportunidade de gerar investimentos e empregos, não apenas por meio da regularização, consolidação e fortalecimento da infraestrutura de telecomunicações existente, mas principalmente pelo aumento da qualidade dos serviços oferecidos para a capital paulista, o que impulsionaria o desenvolvimento econômico local. “Dessa forma, torna-se imperativo nosso engajamento para, principalmente, sensibilizar o poder público sobre as dificuldades para a instalação de torres e infraestrutura de telecomunicações, assim como sobre seus efeitos negativos para os serviços de comunicação e transmissão de dados”, acrescenta Lourenço Coelho.

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Gartner identifica as 10 principais tecnologias em Segurança da Informação em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia as 10 principais tecnologias para Segurança da Informação e suas implicações nas empresas em 2016 durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“As equipes de Segurança da Informação e de Infraestrutura devem se adaptar aos requisitos de negócios digitais emergentes e, ao mesmo tempo, estarem preparadas para lidar com um ambiente cada vez mais hostil. Os líderes de Segurança e de Gestão de Riscos precisam aprender a trabalhar com as últimas tendências tecnológicas se quiserem definir, alcançar e manter programas eficazes que ofereçam, de forma simultânea, oportunidades de negócios digitais com a gestão de riscos”, afirma Neil MacDonald, Vice-Presidente, Analista Emérito e Fellow Emeritus do Gartner.

As 10 principais tecnologias para a Segurança da Informação são:

Agentes de Segurança de Acesso à Nuvem – Os Agentes de Segurança do Acesso à Nuvem (do inglês, Cloud Access Security Brokers – CASBs) ajudam os profissionais de Segurança da Informação a fazerem um controle crítico do uso seguro, em conformidade com os serviços em Nuvem de seus diversos provedores. Muitos Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS) têm visibilidade e opções de controle limitadas. No entanto, a adoção de SaaS está se tornando comum em empresas, o que agrava a sensação de frustração das equipes de segurança que desejam ter visibilidade e controle das aplicações e do ambiente de TI como um todo. As soluções CASB preenchem muitos dos espaços em branco dos serviços individuais armazenados em Nuvem e permitem que os CISOs (Chief Information Security Officers) realizem suas tarefas simultaneamente, incluindo a gestão de fornecedores de Infraestrutura como Serviço (do inglês, Infrastructure as a Service – IaaS) e de Plataformas como Serviço (do inglês, Platform as a Service – PaaS). Dessa forma, o CASB está de acordo com requisitos fundamentais para os CISOs estabelecerem políticas, monitorarem comportamentos e gerenciarem riscos de todos os serviços Cloud das empresas.

Detecção e Resposta de Endpoints (EDR) – O mercado de soluções de Detecção e Resposta de Endpoints (do inglês, Endpoint Detection and Response – EDR) está crescendo rapidamente para suprir as necessidades de proteção mais eficazes, detectando e reagindo mais agilmente diante de falhas. As ferramentas de EDR registram diversos eventos de rede e Endpoints e armazenam essas informações localmente ou em uma base de dados centralizada. Como Analytics de Comportamento, as técnicas de aprendizagem por máquina e as bases de dados de conhecidos indicadores de comprometimento (IOC, na sigla em inglês) são usadas para buscar continuamente informações para identificação de falhas (incluindo ameaças internas) e para responder rapidamente a esses ataques.

Abordagens sem assinatura para prevenção de Endpoints – As abordagens para a prevenção de malwares baseadas apenas em assinaturas são ineficazes contra ataques avançados e específicos. Diversas técnicas que melhoram essas abordagens tradicionais têm surgido, incluindo a proteção de memória e a prevenção contra exploit, que impedem a entrada das formas mais comuns de ameaças nos sistemas, e a prevenção automatizada contra malwares baseados em aprendizado, que utiliza modelos matemáticos como assinaturas para a identificação e bloqueio de ameaças.

Analytics de comportamento de usuários e da empresa – O Analytics de comportamento de usuários e da empresa (do inglês, User and Entity Behavioural Analytics – UEBA) permite a realização de uma análise de segurança mais ampla, muito parecida com as Informações de Segurança e Administração de Eventos (do inglês, Security Information and Event Management – SIEM) que possibilitam um amplo monitoramento da segurança. As UEBAs fornecem Analytics centrados no usuário e capazes de analisar seu comportamento e outros fatores como endpoints, redes e aplicativos. A correlação das análises de vários fatores torna os resultados mais precisos e a detecção de ameaças mais eficaz.

Microssegmentação e visibilidade do fluxo – Quando os ataques conseguem acessar os sistemas corporativos, eles podem se mover livremente pelas laterais (“leste/oeste”) para outros sistemas, antes mesmo de serem efetivamente detectados. Para resolver esse problema, há um requisito novo para a “microssegmentação” (segmentação mais granular) do tráfego (“leste/oeste”) nas redes corporativas. Além disso, muitas soluções também fornecem visibilidade e monitoramento dos fluxos de comunicação. As ferramentas de visualização permitem que os administradores de operações e segurança compreendam padrões de fluxos, estabeleçam políticas de segmentação e monitorem eventuais divergências. Diversos fornecedores de tecnologia oferecem criptografia opcional do tráfego da rede (geralmente, túneis IPsec point-to-point) entre cargas de trabalho para a proteção de dados em movimento e oferecem isolamento criptografado entre cargas de trabalho.

Testes de segurança para DevOps (DevSecOps) – A segurança precisa se tornar parte integrante dos fluxos de trabalho das empresas (DevOps — DevSecOps), alinhando o time de desenvolvimento com a equipe de operações, em relação a processos, ferramentas e responsabilidades. Os modelos operacionais DevSecOps estão surgindo e usam certificados, modelos e padrões para conduzir a configuração implícita da infraestrutura de segurança, incluindo políticas como os testes de aplicativos durante o desenvolvimento ou a conectividade da rede. Além disso, diversas soluções realizam avaliações automáticas para encontrar os pontos fracos durante o processo de desenvolvimento, antes mesmo de o sistema ser liberado para produção. A segurança, sendo conduzida por modelos, padrões ou por um conjunto de ferramentas, terá o conceito e o resultado desejados, com uma configuração automatizada, transparente e em conformidade com a infraestrutura de segurança desejada pela empresa e baseada em políticas que refletem as cargas de trabalho atuais.

Soluções de orquestração do Centro Operacional de Segurança baseado em inteligência – O Centro Operacional de Segurança (do inglês, Security Operations Centre – SOC) baseado em inteligência vai além do monitoramento focado em eventos e de tecnologias preventivas. Um SOC desse tipo deve ser usado para informar cada aspecto das operações de segurança. Para cumprir os desafios do novo paradigma de detecção e resposta, um SOC baseado em inteligência também precisa ir além das defesas tradicionais, com uma arquitetura adaptada e com uso de componentes que sejam relacionados ao contexto. Para apoiar as mudanças requeridas nos programas de Segurança da Informação, o SOC tradicional deve se desenvolver para se tornar um modelo baseado em inteligência, com a automação e a orquestração dos processos, posicionando-se como um facilitador fundamental.

Navegador Remoto – A maioria dos ataques começa direcionando um malware entregue via e-mail ou pelo acesso a endereços (URLs) ou a sites de risco para os usuários finais. Uma nova abordagem relacionada a esse risco é o acesso remoto ao navegador por meio de um “servidor de navegação” (geralmente em Linux) que funciona localmente ou em Nuvem. Ao isolar a função de navegação do resto do Endpoint e da rede da empresa, o malware fica fora do PC do usuário final e a empresa reduz significativamente sua área de ataque ao deslocar o risco para as divisões do servidor que podem ser facilmente reinicializadas a cada sessão de navegação, ou a cada abertura de uma nova página.

Tecnologia Deception – As tecnologias Deception são definidas pelo uso de artifícios ou truques destinados a impedir ou eliminar processos cognitivos do invasor, interromper suas ferramentas de automação, atrasar suas atividades ou evitar o progresso da falha. As capacidades de fraude criam, por exemplo, vulnerabilidades, sistemas, compartilhamentos e cookies enganosos que, quando acionados, começam a invasão, já que um usuário legítimo não deveria ver ou tentar acessá-los. As tecnologias Deception estão surgindo para redes, aplicativos, Endpoints e dados com os melhores sistemas combinando diversas técnicas. O Gartner prevê que, até 2018, 10% das empresas usarão ferramentas e táticas com tecnologia Deception contra invasores.

Serviços universais de segurança – A área de TI e os departamentos de Segurança das empresas estão sendo acionados para estender suas capacidades de proteção para a tecnologia operacional e para Internet das Coisas. Dessa forma, novos modelos devem surgir para entregar e administrar a confiabilidade em escala. Os serviços de segurança devem ser projetados para elevar e apoiar as necessidades de bilhões de aparelhos. As companhias que procuram uma confiabilidade distribuída em larga escala devem focar no que inclua a entrega de segurança, a integridade dos dados, a confidencialidade e a identidade e autenticação do aparelho. Algumas abordagens de ponta usam a confiabilidade distribuída e arquiteturas de cadeia de bloqueio para administrarem a integridade dos dados em larga escala.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Site: Gartner.com/br/security.

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Chega ao mercado o Conta Um, uma conta corrente para os desbancarizados

Mais de 55 milhões de pessoas não possuem uma conta bancária no Brasil. É de olho nesse potencial de mercado que surge a Conta Um, uma conta corrente virtual com cartão pré-pago, benefícios, promoções e serviços exclusivos. A empresa tem, atualmente, mais de 25 mil usuários ativos e espera fechar o ano com mais de 150 mil correntistas.

A ideia do negócio nasceu em 2015, a partir da inviabilidade do uso de boletos e outras formas dispendiosas às empresas que necessitam fazer cobranças recorrentes de valores pequenos de clientes não bancarizados. O Diretor da empresa, Pierre Schurmann, viu nesse contexto uma solução ao oferecer uma conta digital de baixo custo, fácil aquisição e simples gerenciamento.

“O público excluído desse sistema não tem acesso a serviços básicos por não possuir um perfil adequado ao modelo que os bancos buscam. O alto índice de desconfiança, tanto pelos possíveis correntistas quanto pelas Instituições, afeta as possibilidades de relacionamento. As pessoas precisam se sentir seguras e assistidas por um banco para conseguirem movimentar seus próprios recursos”, comenta Schurmann.

Atuando também no auxílio de pagamento de folha de empresas que possuem colaboradores que recebem até dois salários mínimos, a Conta Um trabalha junto a PMEs gerindo os pagamentos. “É uma solução que pode ajudar muito as empresas nesta gestão, minimizando custos e aumentando o controle e segurança. Recebemos o dinheiro das empresas e depositamos em nossa conta corrente virtual, onde o usuário tem acesso a todas as funções de uma conta bancária tradicional e um cartão, de bandeira MasterCard, para adquirir produtos e pagar contas”, explica Schurmann.

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InovAtiva Brasil oferece curso gratuito sobre modelagem financeira para startups

Empreendedores de todo o país interessados em criar um plano de finanças sólido, que garante o interesse de investidores e gera lucros, devem ficar atentos ao novo curso oferecido pelo InovAtiva Brasil. Estão abertas as inscrições para a nova capacitação gratuita oferecida pelo maior e mais abrangente programa de aceleração de startups do país. Neste módulo, que terá início em 18 de julho, os participantes aprendem a elaborar a modelagem financeira do negócio.

O curso é aberto a startups ou qualquer interessado pelo assunto. O conteúdo é destinado àqueles que já elaboraram a proposta de valor da startup e, agora, precisam transformá-la em números. O curso auxilia o empreendedor a se planejar para gerar uma receita que cubra os custos de estruturação e operação do negócio, demonstrando, quantitativamente, que a empresa terá uma boa saúde financeira.

Para Luiz Caselli, senior expert da McKinsey & Co. e um dos mentores do curso, em geral, os empreendedores são muito otimistas com relação à capacidade da empresa em gerar lucros. No entanto, qualquer investidor reconhece quando a modelagem financeira está frágil. “Por isso é que se devem utilizar técnicas que possibilitem a correta precificação do produto ou serviço e a identificação e gestão dos itens necessários para a estruturação e a operação do negócio”, explica.

As aulas são ministradas em vídeos curtos, acessíveis também por celular e que se encaixam na rotina apertada do empreendedor. Além da plataforma audiovisual, materiais complementares são disponibilizados para que os participantes possam se aprofundar nos tópicos que julgarem mais importante.

Neste módulo, o participante aprende metodologias de precificação e a calcular custos pré-operacionais. O curso ainda compreende casos reais como, por exemplo, o relato de Claudio Grando, sócio da Audaces, empresa do ramo de tecnologia da moda. “É preciso que você consiga entender qual é o valor da solução oferecida a seus clientes. Além disso, na interação com investidores, é essencial que você tenha testado previamente a sua proposta”, destaca Grando. Com o curso, o participante estará mais bem preparado para começar a vender de forma mais agressiva e sentir segurança para decolar a empresa.

Curso de MODELAGEM FINANCEIRA para startups
Inscrições: www.inovativabrasil.com.br
Início: 18 de julho de 2016
Término: 7 de agosto de 2016

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E-commerce de energia registra 150 novos contratos em média por mês

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O e-commerce líder no setor elétrico brasileiro, o Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), registra forte movimento em 2016. Em média, 150 contratos são fechados a cada mês por meio da plataforma e aproximadamente 1.500 ofertas são registradas no mesmo período.

O ritmo acelerado se deve à competitividade do Ambiente de Contratação Livre (ACL) de energia no Brasil, local onde é possível escolher os fornecedores de eletricidade. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), de janeiro a junho deste ano, foram registrados mais de 700 pedidos de consumidores para participar do ACL.

Os números da plataforma BBCE foram calculados com base em seu desempenho no primeiro trimestre deste ano. O e-commerce registrou 4.666 ofertas e 450 acordos por meio do seu ambiente digital, no valor de R$ 45 milhões, com a negociação de 700 mil MWh. “O mercado livre deve manter sua competitividade por bom tempo e isso vai favorecer a expansão de nossa plataforma”, afirma Victor Kodja, presidente da BBCE.

Dos participantes da plataforma BBCE, 60% são comercializadores de energia, 26% geradores, 4% consumidores e 10% de outros tipos, como o mercado financeiro. Atualmente, 30% do volume de negócios da plataforma são realizados por usuários que não fazem parte do quadro de acionistas.

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Quantidade de novos bitcoins cairá pela metade no sábado

Desde o lançamento da moeda digital, aproximadamente a cada quatro anos a quantidade de novos bitcoins cai pela metade. Em janeiro de 2009 eram criadas 50 unidades a cada 10 minutos. Desde o fim de 2012, são emitidas 25 novas moedas. A partir do próximo sábado, dia 9 de Julho de 2016, serão criados 12,5 bitcoins e essa taxa será mantida até 2020.

Essa diminuição programada na taxa de emissão da moeda a faz funcionar de maneira bem diferente das moedas emitidas por países. “Nas moedas fiduciárias como o real, o dólar ou o euro, cabe aos bancos centrais definir quais os valores que serão emitidos ou retirados do mercado, ou seja, não é possível saber antecipadamente e com precisão o quanto de moeda estará em circulação no futuro”, diz Rodrigo Batista, CEO do site Mercado Bitcoin.

A diminuição programada dos números novos bitcoins determina que em 2033 haverá 20,5 milhões emitidos, e que em 2140 existirão 21 milhões de moedas. Os entusiastas da moeda digital dizem que esta característica faz com que seu preço sempre aumente, caso a tecnologia seja de fato adotada em larga escala.

“Existe uma discussão bem intensa sobre os efeitos dessa diminuição no curto prazo. Há pessoas sérias que pensam que o valor da moeda tende a aumentar nos próximos dias e há outras pessoas igualmente entendidas que dizem que vai diminuir. Os dois lados têm bons argumentos.”, diz Rodrigo Batista.

Em 2015 os irmãos Winklevoss, conhecidos mudialmente pela batalha jurídica sobre a criação do Facebook, disseram em uma entrevista que a tecnologia pode chegar à casa dos trilhões de dólares, o que faria cada unidade ser negociada por 50 mil dólares. Hoje cada uma é negociada por cerca de 620 dólares nos mercados internacionais.

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Startup do Cietec é vencedora do Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp

A empresa de biotecnologia BR3, associada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/IPEN/USP, foi a vencedora na categoria Operacional do Oitavo Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. A premiação aconteceu dia 5 de julho e o reconhecimento veio pelo inseticida biológico DengueTech, produto que elimina larvas do Aedes aegypti, desenvolvido a partir de pesquisas de cientistas ligados à Fiocruz.

O DengueTech é um tablete que contém o microrganismo Bacillus thuringiensis israelensis, conhecido como Bti. Seu funcionamento é muito simples, basta colocar o comprimido no recipiente onde pode se acumular água, mesmo que ainda esteja seco, e isso já basta para inviabilizar o criadouro por um período de 60 dias. Quando a água chegar e os ovos do mosquito eclodirem, as larvas vão ingerir o Bti e morrerão antes de se tornarem adultos.

A BR3 competiu no Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp com mais de 4.500 empresas. Ao entregar o prêmio ao empreendedor Rodrigo Perez, CEO da BR3, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, destacou a importância de um produto como esse e disse que a Fiesp vai dar apoio para o desenvolvimento da empresa.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é um entusiasta do DengueTech. “A função da incubadora é incentivar suas empresas a inovarem de forma a impactar positivamente a sociedade. O DengueTech, sem dúvida, é um dos produtos mais relevantes que já saíram do Cietec, nos nossos 18 anos de atividade”.

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Você sabe qual é seu Quociente Empreendedor? – Por Thiago Carvalho

Stanford e Binet. Levei alguns anos para conhecer seu nome. Stanford-Binet, para ser mais exato, é o nome que me perseguiu por muito tempo.

Trinta anos atrás, eu estava sendo levado de um médico a outro pois era um pouco agitado. Os exames pelos quais passei me diagnosticaram como sendo hiperativo, mesmo antes dessa patologia virar moda – e gerar bilhões para a indústria da saúde. Um caso de early adopter do DDA (Distúbio de Déficit de Atenção)

Entre idas e vindas a médicos e especialistas, diagnósticos e terapias alternativas, tive contato com um exame que me perseguiu pelas décadas seguintes: o do Quociente Intelectual, ou QI.

O que deveria ser uma ferramenta para apoiar meu desenvolvimento, acabou me incomodando por anos. A cada lembrança sobre meu QI, eu ficava abalado. Eu não tinha – nem nunca teria – o QI de gênios como Albert Einstein, Marie Curie ou Leonardo da Vinci. O que é pior, nenhum tipo de esforço ou programa de ensino me ajudaria a desenvolver um QI de 160.

Ser classificado como “normal” me incomodou, assim como incomoda milhões de pessoas, há décadas. O teste de QI – também conhecido como teste Stanford-Binet – levou pessoas a acreditarem que um número bastaria para mostrar a alguém qual seu lugar no mundo ou seu potencial. De acordo com ele, um número seria o suficiente para dizer o quanto alguém era, ou não, inteligente.

INTELIGÊNCIA É CONTEXTUAL

Outros modelos de inteligência surgiram com o passar do anos, muitos em resposta ao Stanford-Binet, que é batizado com o nome da universidade e do pesquisador que desenvolveu o teste, há cerca de 100 anos. O principal diferencial dos novos modelos de inteligência está no reconhecimento de que ela depende do contexto em que uma pessoa está inserida.

Pense em um prêmio Nobel de economia. Ou melhor, pense logo em três. Coloque todos em um avião e deixe-os por seis meses no meio do deserto de Gobi, na Mongólia. Repita esse mesmo exercício com um beduíno semianalfabeto, que nasceu e cresceu no deserto do Sahara. As chances dos acadêmicos saírem vivos do experimento é inversamente proporcional ao QI dos três, somados. Enquanto isso, espera-se que o beduíno sobreviva ao ambiente hostil. Nessa situação, quem é mais inteligente: o beduíno ou os três PhDs?

Ao retirar acadêmicos do seu ambiente natural e colocá-los em contato com novas experiências, suas habilidades de resolução de problemas caem drasticamente, a ponto de suas vidas estarem em perigo. Assim como no exemplo acima, os novos modelos apresentam a inteligência como contextual. De acordo com a situação, diferentes tipos de inteligência são necessárias e esperadas. Assim, o raciocínio lógico não é suficiente nem requisito para explicar o quanto alguém é – ou não – inteligente.

Entre os modelos que sugiram, o da inteligência emocional e o das múltiplas inteligências ganharam muitos adeptos nos últimos anos. Neles, a inteligência está relacionada à habilidades musicais, interpessoais, coordenação motora e ao controle da emoção, por exemplo. Todas contextuais e passiveis de serem medidas.

QUOCIENTE EMPREENDEDOR

E se fosse possível medir o quanto alguém é – ou não – empreendedor, utilizando as melhores práticas ligadas à avaliações de inteligência? Busquei resposta à essa pergunta durante o tempo em que morei em Nova Iorque, estudando na mais antiga escola de educação dos EUA, a Steinhardt, da New York University(NYU).

Quando retornei ao Brasil, continuei a pesquisa que fiz durante o mestrado em ensino de negócios na NYU, o que resultou na metodologia Quociente Empreendedor, ou QEMP. A partir da validação com centenas de especialistas em educação, ensino superior e empreendedores, criamos uma ferramenta robusta que apoia o ensino de novos negócios, empreendedorismo e inovação. Ao mesmo tempo, desenvolvemos um vocabulário que oferece um ambiente seguro para discussões entre equipes, investidores e mentores.

Como parte da metodologia QEMP, desenvolvemos um assessment que identifica e mensura a relação de um profissional com um projeto de novo negócio. Após uma avaliação de cerca de 20 minutos, métricas contextualizam o envolvimento de alguém com um projeto, baseado em 6 pilares: Controle e Planejamento, Dinâmica do Mercado, Aderência, Perfil Empreendedor, Recursos e Experiência. Por exemplo: é possível medir o quanto alguém Controla e Planeja, comparado com sua habilidade de identificar Recursos ou o quanto entende da Dinâmica do Mercado em que atua ou planeja atuar.

Além dos pilares, a solução mede e apresenta as Dimensões Pessoais. Ou seja, o que é dominante em relação ao projeto: Inovação, Análise, Processos ou Relacionamento. A partir da avaliação, a metodologia apresenta objetivos de ação, adaptados conforme as respostas ao QEMP.

Contextual e andragógica, a ferramenta é uma evolução dos modelos de inteligência, adaptada ao desenvolvimento de profissionais e negócios. Ela é contextual pois considera o ambiente em que o(a) profissional está inserido(a), e andragógica, pois dá liberdade total para o plano de desenvolvimento.

Há alguns anos o filósofo Zygmunt Bauman apresentou o conceito de modernidade líquida, onde argumentou que mudanças na sociedade são e estão ocorrendo com cada vez mais frequência. Acredito que o mesmo se aplica ao mundo dos negócios. A metodologia QEMP é uma resposta – entre outras coisas – aos anseios daqueles que querem planejar negócios e carreiras de forma cada vez mais ágeis.

Thiago de Carvalho é Mestre em Ensino de Negócios pela New York University, Country Manager da Clinton Education e Professor de Empreendedorismo do Insper.

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Monitoramento de notícias: rápido, seguro e eficaz

Com um forte potencial estratégico, o monitoramento de notícias, mais conhecido como clipping, realiza a coleta de informações de diversas mídias – online, impressa, rádio, TV e mídias sociais, em um vasto universo de canais e veículos de comunicação. A estratégia possibilita às empresas tanto conhecer a amplitude de sua marca, quanto sua percepção pelo público, fazendo com que seja possível elaborar novas diretrizes ou reavaliar posições para alcançar melhores resultados.

Com a democratização do acesso à internet e a consequente explosão de conteúdo, o monitoramento estratégico de notícias se torna uma ferramenta essencial na tomada de decisões da empresa, já que através dele é possível não somente ter acesso a todo conteúdo que envolve o segmento de atuação das empresas, incluindo produtos, serviços e concorrentes, quanto principalmente, direcionar às empresas exclusivamente contextos relevantes que interessem diretamente à marca.

Inicialmente realizado por assessorias de imprensa como um complemento do serviço de divulgação dos releases, hoje o monitoramento de notícias deve ser realizado preferencialmente por empresas especializadas na área, não somente devido a captura mais ampla e processualizada de informações, mas, prioritariamente, devido sua classificação e análise segmentada. É possível ainda acompanhar perfis de influenciadores do grande público – como personalidades importantes de determinado segmento – conhecer tendências de atuação, acompanhar os grandes players do mercado e, inclusive, obter insights estratégicos a partir dos serviços de inteligência de mercado.

Segundo Elizangela Grigoletti, Diretora de Inteligência da MITI, “mesmo as empresas que ainda não desenvolvem estratégias de comunicação voltadas para o aumento de sua visibilidade, precisam estar atentas ao movimento do mercado e da concorrência. Já as que possuem intensa repercussão, podem ver nas informações estratégicas um novo caminho de oportunidades que as colocam em uma condição superior de competitividade, estando também sempre melhor preparadas para as dificuldades diárias que precisam driblar”.

Outra grande vantagem dos serviços de monitoramento de notícias especializados é conseguir ter reunida, de forma rápida e precisa, toda uma gama de informações que circulam diariamente em inúmeros canais, possibilitando a mensuração da exposição, a geração de relatórios, o cruzamento de dados e a preparação de análises fundamentais para avaliar ações e planejar novas campanhas.

Nesse sentido, a MITI Inteligência possui uma plataforma própria, integrada e intuitiva, otimizando o acesso a todo o conteúdo monitorado, disponibilizando informações valiosas para as empresas 24 horas por dia, 7 dias da semana, utilizando seu expertise tecnológico e equipe capacitada para ditar um novo ritmo na evolução dos serviços similares disponíveis no mercado.

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