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7 fatores que auxiliam para o sucesso no varejo

Por Paulo Roberto O. da Costa

Em um cenário de recessão de mercado, o que observo em diversos setores da economia é um grande desânimo, muitas vezes condizente com a realidade, em outras, representam um pouco de falta de visão dos empreendedores para o crescimento. Por isso, se torna relevante pontuar caminhos a serem tomados.

Gerencio uma associação de redes de farmácias, a Farmarcas, que obteve um grande feito recentemente. Para se ter ideia, a rede tinha, em junho de 2015, 361 lojas; no decorrer do ano, foram abertas mais 130 lojas, sendo que já estamos chegando na marca de 500 estabelecimentos. Um crescimento acima de 38%.

Outro dado impressionante obtido pela Farmarcas é em relação ao faturamento, que foi superior a 500 milhões em 2015. Lógico que são muitos os fatores que se conjugaram para a obtenção desses resultados. Contudo, existem alguns pontos em comum que podem ser replicados pelas empresas de varejo na busca de crescimento.

Pensando nisso, acredito ser importante detalhar alguns deles:

1 – Dominar o negócio – O mercado não perdoa a falta de conhecimento. É importante que, antes de iniciar qualquer negócio, se tenha profundo conhecimento do ramo, suas peculiaridades, situação do mercado e concorrência, fatores que serão primordiais nas decisões estratégicas.

2 – Ter um perfil empreendedor – Muitos profissionais são sensacionais tecnicamente, mas são péssimos empreendedores. Ao ter um negócio, é importante saber lidar com as incertezas e adaptar-se às mudanças que acontecem por fatores externos e/ou internos. Estar sempre preparado para enfrentar imprevistos, sem medo, estar disposto a correr riscos e lidar com as consequências. Em poucas palavras: se deve tomar uma posição de protagonista nos negócios.

3 – Ter engajamento no seu negócio – Ser empresário de sucesso não requer apenas investimento financeiro, mas também a doação de esforços e de tempo. Não entenda por isso ter que ficar atrás de um balcão por doze horas, pois tomar a frente do operacional de nada vai resolver. É preciso ter uma visão ampla do negócio, quais são as necessidades implícitas e saber liderar, coordenar sua equipe para alcançar a meta.

4 – Tenha uma estratégia vencedora – Para atingir o sucesso, é necessário traçar metas e pensar estrategicamente em como atingi-las. Sendo assim, se torna primordial um bom planejamento de seu negócio, traçando rumos e ideias a fim de concretizar essa estratégia, como por exemplo, uma boa política de compra, que possibilitará estabelecer preços diferenciados do mercado.

5- Ter excelência em gestão – Um grande empreendedor tem seu negócio controlado de forma bastante assertiva, para tanto, é importante acompanhar todos os números que são relevantes para tomada de decisões, bem como os seus indicadores de desempenho. Além disso, é preciso saber interpretar os números para criar ações que possam corrigir qualquer deficiência ainda no seu início.

6- Não atuar sozinho – Esqueça a imagem do empreendedor solitário; hoje, com o espaço conquistado pelas grandes redes, o mercado se torna ainda mais acirrado, cruel e capaz de “engolir” facilmente os pequenos, pelo fraco poder que têm comparado aos grandes grupos. Os empresários devem buscar ações associativistas para sobreviver. Esse fato proporcionará um poder muito maior de negociação e a troca constante de conhecimento e estratégias de mercado.

7 – Busque ferramentas de apoio – Ferramentas de gestão fazem toda a diferença para as empresas, possibilitando simplificar ações que antes se mostravam complexas. Assim, é importante que se faça a diferença por meio do uso de ferramentas e de recursos tecnológicos. Por exemplo: ter um cadastro centralizado de compras, trabalhar com cartão fidelidade, etc.

Paulo Roberto O. da Costa, diretor geral da Farmarcas, associação criada para administrar agrupamentos farmacêuticos e redes associativistas com 500 farmácias associadas

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Google reúne especialistas para falar sobre proteção de dados

O Google apresentará no dia 26 de julho o Atmosphere Digital, com o tema “Repensando a segurança na nuvem”. Evento online reunirá especialistas em segurança, parceiros e clientes do Google Apps for Work para falar como a tecnologia ajuda superar os desafios de segurança e proteção de dados – uma das principais preocupações para quem quer trabalhar e crescer na nuvem. Para participar, é só se inscrever aqui e acompanhar a transmissão, que começará às 10h do dia 26 de julho.

Durante o evento, serão apresentadas as soluções tecnológicas do Google para a segurança da informação e as diferentes formas para manter as empresas mais seguras. Com moderação de Eran Feigenbaum, diretor de segurança do Google Apps, especialistas como Tim Willis, da equipe de segurança do Google Chrome, vão falar de suas experiências sobre armazenamento de dados online.

Dentro dos diversos tópicos, apresentados será compartilhado o resultado da pesquisa realizada com 500 líderes de negócios de 10 países sobre a confiança da tecnologia da nuvem e seu impacto no sucesso das organizações. O Atmosphere Digital será transmitido ao vivo a partir das 10AM do dia 26 de julho, terça-feira, pelo YouTube.

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Roberto Arruda assume diretoria de vendas da integradora Agility Networks

A Agility Networks, integradora brasileira especializada em soluções de segurança, data center e entrega de aplicações, anuncia a contratação de Roberto Arruda como diretor da área de Vendas e Head de Service Providers. Com vasta experiência em vendas, o executivo trabalhou tanto no segmento corporativo como no de telecomunicações, em empresas como Cisco, Juniper e Brocade.

Ao longo de mais de 20 anos de carreira, o diretor desempenhou papel de liderança no crescimento dos negócios na Brocade, onde atuou por um ano como executivo de Vendas Sênior; na Juniper, como diretor de Vendas Regionais durante seis anos; e na Cisco, como gerente de Contas por sete anos.

Na Agility, o diretor de Vendas tem como missão entregar serviços e soluções aos clientes, em que a tecnologia possa transformar seus negócios. “Acreditamos que as organizações possuem a oportunidade de construir uma infraestrutura de TI capaz de proteger os investimentos já realizados. Para alcançar esse objetivo propomos um modelo baseado em padrões abertos, com alta flexibilidade e uma equipe multiespecialista com foco no cliente”, diz o diretor.

Arruda é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Gama Filho, com MBA em Tecnologia da Informação pela na Universidade de São Paulo (USP) e extensão em Estratégia e Inovação na The Wharton School da Universidade da Pensilvânia.

A Agility Networks vem crescendo anualmente dois dígitos (entre 20 e 30%), com faturamento acima de 100 milhões, e tem planos de longo prazo de atingir receita de R$ 500 milhões até 2022.

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Avianca Brasil é a primeira cliente do Airbus Smarter Fleet® Maintenance Mobility na América do Sul

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A Avianca Brasil tornou-se a primeira cliente da América do Sul a optar pela “Airbus Smarter Fleet Maintenance Mobility”. Esta solução digital oferecerá uma visão completa do status da aeronave e das atividades de manutenção em toda a companhia, além de proporcionar mais eficiência aos mecânicos através de dados técnicos e itens acionáveis em dispositivos móveis. Desta forma, a Avianca Brasil será beneficiada pela otimização da comunicação, tomada de decisões e economias significativas.

O contrato inclui a integração dos serviços de Maintenance Mobility ao sistema de informações da companhia, bem como a hospedagem do software e dos dados por um período de cinco anos.

A implementação será realizada passo-a-passo com especialistas da Airbus, que estarão trabalhando in loco com a Avianca Brasil para disseminar a integração e gerenciar a mudança gradualmente. A Avianca Brasil se tornou cliente da Airbus em 2010, e hoje opera 40 aeronaves da Família A320 e um avião de carga A330.

O serviço Maintenance Mobility é apenas um dos diversos serviços oferecidos na plataforma em nuvem Smarter Fleet, desenvolvida pela Airbus em parceria com a IBM. Smarter Fleet Maintenance Mobility é um aplicativo web, composto por uma página da web (para o supervisor); aplicativos (para os mecânicos); e sincronizado em nuvem (Plataforma Smarter Fleet).

O Maintenance Mobility permite que os mecânicos da companhia aérea tenham acesso a todas as informações técnicas que precisam por meio de tablets, otimizando a comunicação e a tomada de decisões e, ao mesmo tempo, economizando tempo durante paradas programadas nas operações da companhia aérea. Graças à integração com os sistemas de informação da companhia, a solução oferece aos supervisores de manutenção um monitoramento em tempo real da progressão das atividades de manutenção de cada aeronave e o status operacional. Também inclui um navegador e-Doc, que permite acesso ao Manual de Manutenção da Aeronave (Aircraft Maintenance Manual – AMM), ao Catálogo de Peças Ilustrado (Ilustrated Parts Catalogue – IPC) ou à Lista de Equipamentos Mínimos (Minimum Equipament List – MEL) a partir de um dispositivo móvel.

Frederico Pedreira, Presidente da Avianca Brasil afirma: “Nós, da Avianca Brasil, somos focados na satisfação dos clientes. Oferecemos serviços de alta qualidade e operamos em linha com os melhores padrões e práticas do setor. Somos movidos pela inovação. A implementação do Maintenance Mobility nos permitirá ir além, utilizando as tecnologias mais recentes disponíveis em comunicação de manutenção”.

Didier Lux, Diretor de Atendimento ao Cliente da Airbus, comenta: “A Airbus está, mais uma vez, fazendo uso dos dispositivos móveis, bem como da tecnologia em nuvem, para digitalizar as operações de manutenção”. Ele completa: “A Airbus ajudará a garantir que os mecânicos da Avianca Brasil tenham acesso direto às informações específicas que precisarem, além de otimizarem o tempo gasto entre a aeronave e o escritório”.

Com mais de mil aeronaves já vendidas e uma lista de pedidos de mais de 450, a Airbus possui mais de 600 aeronaves em operação em toda a América Latina e Caribe. Desde 1990, a Airbus tem garantido mais de 60 por cento dos pedidos líquidos na região, tendo triplicado sua frota em operação nos últimos 10 anos.

Por meio do “Services by Airbus”, a Airbus oferece soluções completas para todo o ciclo de vida das frotas de seus clientes. Seu portfólio inclui desde serviços independentes até as mais completas soluções integradas, dentre elas os pacotes Flight Hour & Tailored Support, atualizações, treinamentos, soluções eletrônicas, engenharia e manutenção, operações de voo Air Traffic Management e serviços de gestão de materiais. Juntas, estas soluções aumentam a competitividade das aeronaves ao adaptarem-se constantemente às necessidades dos clientes. Com mais de 40 anos de experiência no setor de aeronaves e uma rede mundial de mais de 2,5 mil profissionais, os clientes se beneficiam do conhecimento e dos recursos únicos da Airbus e suas empresas afiliadas.

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Metodologias ágeis trazem novos insights para indicadores de compras – Por Carlos Campos

Dois gestores do departamento de compras se encontram. Um deles pergunta: “Olá, tudo bem com você?”. O outro responde: “Estou bem preocupado por conta do meu spend”. Esta conversa aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 7 de julho, na sede da Nimbi onde reunimos 13 executivos responsáveis pelos departamentos de compras de grandes empresas como Nokia, LATAM, Heinz, Vigor, Claro, Eurofarma, Walmart e reforça a importância dos indicadores para a área de suprimentos.

Esses profissionais são bombardeados por dados e relatórios que analisam a performance obtida em cada negociação. Contudo, quais informações são mais relevantes? Para responder a essa pergunta, nossa aposta é fugir do modelo tradicional e recorrer às metodologias ágeis.

Atualmente, as metodologias ágeis não dizem respeito apenas ao desenvolvimento de softwares, mas também à gestão do negócio. Até 2018, por exemplo, 75% das empresas de tecnologia estarão utilizando esses processos, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner.

A exigência do ambiente corporativo é fazer mais com menos, ao mesmo tempo em que é promovida a troca de conhecimento entre todos os parceiros. Foi esta ideia que nos motivou a criar o Centro de Excelência em Gestão de Suprimentos (CEGS), a primeira iniciativa deste tipo na América Latina.

Por isso, reunimos estes profissionais ligados aos departamentos de compras de grandes empresas para fomentar o debate e trocar experiências – sempre com foco na inovação e na busca por ferramentas que auxiliem ainda mais a nossa rotina. Recorremos ao método MoSCoW para refletir quais indicadores são, de fato, importantes para a área.

Essa técnica consiste na divisão de quatro pilares: Must, que engloba os conceitos básicos e essenciais (e que, em tese, poderiam ser usados em todos os segmentos), Should, com os que são importantes e agregam benefícios para a gestão, Could, que consiste naqueles que são desejáveis, mas não são tão importantes, e Won’t, com indicadores que não deveriam ser utilizados com tanta frequência. Assim, conseguiríamos promover a reflexão sobre a funcionalidade e eficácia de cada indicador utilizado atualmente.

Divididos em duas equipes, os participantes levantaram as análises mais utilizadas e, na sequência, participaram de um excelente debate para atingir um denominador comum. Após mais de uma hora de debate, chegamos a seguinte conclusão:

Must (Essenciais)

* Prazos de pagamentos e fluxo de caixa: refere-se às condições financeiras de cada compra realizada

* Savings: o conceito engloba os ganhos obtidos na comparação com uma negociação anterior e, em nossa discussão, compreende também o PPV (variação do preço de compra), estoque, entre outros pontos.

* Homologação dos fornecedores: avalia a qualidade do serviço prestado pelos parceiros.

* SLA interno ligado ao lead time: qualidade do serviço interno da empresa, principalmente no que envolve o ciclo do produto.

* OTIF: indicador que analisa a entrega dentro do prazo e que atende as especificações do comprador.

* Produtividade: dados que meçam a eficiência dos processos e dos profissionais envolvidos no departamento de compras.

* Single Source: quantidade de compras realizadas apenas com um parceiro.

Should (Importantes)

* TCO: é o custo total de propriedade e mede os custos envolvidos ao longo do ciclo do produto.

* IIR e LTIR: indicadores de segurança e confiabilidade dos fornecedores.

* Supply Chain Performance Management: análise de desempenho de todo o setor de supply chain.

* Consolidação de Fornecedores: número de fornecedores que realizam negócios com frequência.

* Acuracidade Forecast: porcentagem de “previsões certas” em cima das negociações realizadas.

Could (Diferenciais)

* E-procurement: porcentagem de compras feitas de forma automática pela Internet.

* Compras fora do contrato: quantidade de negociações feitas fora do contrato com o fornecedor.

* Spend por FTE: análise das despesas feitas em cima do tempo do profissional em cada negociação.

Won’t (Coadjuvantes)

* PTAX: taxa de câmbio vigente (a instabilidade econômica faz com que o dólar oscile bastante e impeça um planejamento a longo prazo).

Evidentemente não podemos considerar como verdade absoluta essa divisão – tampouco era este objetivo. O plano era traçar métricas e análises que façam sentido para o mercado de cada empresa. No debate, por exemplo, tivemos uma dúvida sobre cost avoidance (economia obtida em uma compra após o valor já ter sido orçado).

Um grupo considerou esse ponto como essencial, enquanto outros defenderam como diferencial – certamente é um tema que será pensado e debatido posteriormente. Contudo, se é impossível chegar a uma unanimidade, certamente essa proposta pode ser a luz que abre caminhos na área de suprimentos.

Carlos Campos é Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos. A fornecedora de tecnologia para supply chain management no Brasil atualmente conta com 50 clientes, no entanto almeja terminar 2016 com 150 empresas parceiras. Em 2015 a plataforma foi responsável por aproximar mais de 30 mil empresas, controlar 3,5 milhões de cotações e pedidos e transacionar R$ 10,6 bilhões.

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Startups revolucionam setor de seguros

A everis, multinacional de consultoria, que oferece soluções de estratégia e de negócios, do Grupo NTT DATA, acaba de lançar o relatório InsurTech Outlook. O estudo mostra um novo ecossistema com as empresas de seguros, as gigantes da tecnologia e as startups disruptivas InsurTech transformando o setor, que passa a investir substancialmente nessa nova modalidade de negócios. Em 2015, foram investidos 3,1 bilhões de dólares no mundo.

Segundo o relatório, os fundos de capital de risco das seguradoras estão diversificando seus investimentos para integrar novos recursos digitais em suas estratégias de negócios, para que, assim, possam oferecer um portfólio de serviços completo e de acordo com as atuais demandas dos consumidores.

Modelos de negócios alicerçados na economia colaborativa, Internet das Coisas (IoT), telemática, seguradoras digitais, além de uma nova forma de se relacionar com os clientes, seja por meio de canais como omnichannel e cross-selling, seja pela gamificação e o seguro personalizado são alguns dos desafios do setor, de acordo com o InsurTech Outlook.

Diante disso, inúmeras startups InsurTech estão surgindo no mercado, modificando a tradicional forma de fazer seguros. Mas, por outro lado, fortalecem o relacionamento com os clientes, graças a uma estrutura mais leve, em função do uso da tecnologia.

As gigantes da tecnologia, conhecidas como “GAFAAs” (Google, Apple, Facebook, Amazon e Alibaba) também estão investindo no mercado InsurTech, se valendo do potencial digital que detêm, das informações dos clientes disponíveis e da capacidade de processarem grandes volumes de dados.

Não há dúvidas que, por meio da aplicação de tecnologias de Big Data e Internet das Coisas, as gigantes mundiais da tecnologia transformarão o modelo de negócio das seguradoras, monetizando os dados dos clientes e abrindo o caminho para o desenvolvimento de novos produtos, além de redefinir políticas de seguro inteligentes.

O relatório da everis inclui uma análise do atual e possível futuro envolvimento das gigantes de tecnologia no setor. Cita os dispositivos da Apple que operam atualmente no setor da saúde, enquanto o seu sistema Carplay integrará novas funcionalidades para análise e prevenção de riscos.

Roberto Ciccone, sócio de seguros Américas, da everis, comenta que a indústria está gradualmente se reinventando frente aos desafios da transformação digital e passa a incorporar a inovação em seu DNA. “A questão vai muito além do uso ocasional de tecnologias disruptivas. Proporcionar uma experiência para corresponder às expectativas dos clientes e sistematizar a busca da eficiência é um imperativo”, afirma.

Segundo Ciccone, a everis acredita que integrar os modelos de negócios oferecidos pelas InsurTech é decisivo para a competitividade das empresas no contexto atual. “No Brasil não é diferente e as seguradoras já começam a se redefinir dentro desse novo ecossistema, que incorpora definitivamente as inovações tecnológicas.”

O InsurTech Outlook foi elaborado com base no maior banco de dados de startup B2B – ICT do mundo, o everis NEXT, plataforma de inovação aberta que conecta mais de um milhão e meio de startups a grandes empresas e outros atores relevantes e da indústria financeira.

O documento pode ser acessado pelo link https://goo.gl/nO0QBG

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Legalcloud lança aplicativo para celular que ajuda a contrar prazos processuais

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O Legalcloud, empresa que produz softwares jurídicos, lançou mais uma novidade para os advogados: o aplicativo da Calculadora de Prazos Processuais. O app é totalmente grátis e compatível com os sistemas Android e IOS.

A calculadora oferece a possibilidade de contar os prazos considerando o novo Código de Processo Civil (CPC), Código de Processo Penal (CPP) e o Juizado Especial Cível (JEC). Além disso, ela considera os calendários oficiais de diversos tribunais de justiça do país como: TJSP, TJRJ, TJMG, entre outros.

A empresa lança o aplicativo após o sucesso da calculadora como página de internet. Em um mês online, ela superou a marca dos 50 mil acessos e mais de 100 mil cálculos realizados.

A inspiração para a criação da ferramenta surgiu após as mudanças vindas com o novo Código de Processo Civil, que, além de outras novidades, traz alterações na contagem de prazos processuais, as quais podem gerar dúvidas aos profissionais de Direito acostumados com a antiga contagem.

O aplicativo procura trazer mais mobilidade e rapidez para os advogados verificarem se as suas contagens de prazos estão corretas e realizarem seus acompanhamentos processuais.

Tanto a versão web, quanto o aplicativo, são gratuitos. Em 24 horas, o aplicativo já é um dos mais baixados no Brasil em sua categoria.

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O que as empresas precisam fazer para atrair e envolver os clientes no mundo digital? – Por Asier Bollar

As plataformas de mensagem utilizadas principalmente para a comunicação entre pessoas têm sido cada vez mais usadas pelo serviço de atendimento ao cliente. O gigante Google está testando um chat que conecta empresas e consumidores em tempo real. No ano passado, o Facebook anunciou o serviço de atendimento pelo Messenger, enquanto o WhatsApp divulgou que eliminaria o valor de inscrição do aplicativo e tentaria obter benefícios ao permitir que as empresas utilizem o serviço para interagir com clientes.

Em breve, uma simples mensagem de texto se converterá no principal ponto de acesso para todo o universo do atendimento ao cliente. Pensando nisso, compartilhamos cinco reflexões fundamentais para impulsionar os negócios:

1 – Declínio das chamadas telefônicas

A Aspect Software realizou um estudo sobre o tema e descobriu que se todos os métodos de contato fossem iguais em questões de privacidade e facilidade de uso, a interação baseada em texto aumentaria em cerca de 367% sobre o contato por voz.

Segundo o relatório de 2015 da Dimension Data, as organizações de atendimento ao cliente preveem uma queda de 35% nas interações de voz nos próximos anos. Por outro lado, as solicitações de atendimento por meio de aplicativos móveis, chat e redes sociais aumentarão mais de 20% no próximo ano, de acordo com o relatório do Estado de Servicio da Salesforce.com.

2 – O autoatendimento é a nova experiência

A pesquisa da Aspect descobriu que mais de 70% dos consumidores desejam poder resolver a maioria dos problemas sozinhos, a qualquer momento e em qualquer lugar. Os consumidores querem o chat, o Facebook e o Twitter como canais para interagir com as marcas. De acordo com a mesma pesquisa, 75% dos entrevistados disseram que as opções atuais de autoatendimento permitem que eles não tenham que falar com um representante.

3 – Os lucros estão nas mensagens

A compra do WhatsApp pelo Facebook por $18 bilhões de dólares chamou muito a atenção das empresas para este tipo de comunicação. O HSBC estima que o valor do aplicativo WeChat – que corresponde ao Whatsapp da China – seja de $80 bilhões de dólares. Ao adicionar Messenger, Kik e Snapchat, o valor total do mercado de aplicativos de mensagens é de cerca de meio bilhão de dólares. Mas o verdadeiro valor está nos bilhões de usuários dos aplicativos de mensagens.

O Google e Facebook consideram que o compromisso da marca e a atenção ao cliente nas plataformas de mensagens seguirão o mesmo caminho que as redes sociais.

4 – O que os consumidores desejam

Nosso estudo mostra o desejo dos consumidores por interações sem voz: 38% dos entrevistados apoiaram a ideia de atendimento ao cliente por meio de mensagens de texto e chats evitando as interações do tipo “tecle 1 para isso, tecle 2 para aquilo.

5 – As pessoas não gostam de esperar

Graças ao autoatendimento, as empresas podem se conectar aos clientes por mensagens de texto, redes sociais e aplicativos móveis e oferecer conversas inteligentes, automatizadas e mais eficientes. Estes canais têm o potencial de conectar melhor as empresas e os clientes e otimizar tempo de ambos os lados, abrindo eventuais vantagens para as marcas que os adotarem primeiro.
Dos consumidores que começam uma interação com uma marca por meio de mensagem de texto ou chat, 75% deseja poder ter a opção de falar com uma pessoa, se necessário, segundo estudo da Aspect. Isso significa que nenhuma opção de contato deve ser concebida ou implementada isoladamente.

Asier Bollar é diretor de marketing da Aspect para América Latina.

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Plantronics apresenta o Voyager 5200, headset Bluetooth que anula ruído do ambiente

Businesswoman reviewing proofs in office

Com a mobilidade que os dispositivos móveis proporcionam, é possível trabalhar de qualquer lugar desde que se esteja conectado. Pensando nos profissionais que estão em constante movimento, mas que mesmo assim precisam estar prontos para trabalhar em qualquer lugar – seja em aeroportos, cafés ou ambientes barulhentos, a Plantronics desenvolveu duas ferramentas de áudio: o Voyager 5200 e Voyager 5200 UC.

Os headsets contam com o avançado Bluetooth Plantronics e com a tecnologia de cancelamento de ruídos causados pelo vento e por barulhos externos, Windsmart. O diretor de soluções aos consumidores da Plantronics, Jan Caldarella, ressalta que os profissionais de hoje enfrentam novos desafios. É preciso estar sempre conectado e, acima disso, estar apto para fazer e receber ligações, chamadas de vídeo ou reuniões com qualidade de áudio e voz.

“Os novos equipamentos oferecem um novo modelo de eliminação de ruídos. O Voyager 5200 permite focar no que está sendo dito ao invés de se preocupar com as condições do local onde você se encontra. Além disso, oferece conforto, inteligência, conectividade com múltiplas plataformas e uso intuitivo – marcas da linha de headsets profissionais Voyager”, conta Caldarella.

Windsmart: tecnologia exclusiva Plantronics estabelece novos parâmetros de mercado
Tecnologia exclusiva para o cancelamento de ruídos e barulho de ventania, que acabam com a qualidade das ligações, a Windsmart foi incorporada ao headset – são seis camadas de proteção contra sons ambientes. O design aerodinâmico do Voyager faz com que o vento passe pelo microfone sem turbulência, como uma primeira proteção, mas cada microfone está seguro em uma “wind Box” – são quatro microfones direcionais omni com o algoritmo de cancelamento de ruídos que os mantém focados em captar apenas a voz do usuário e não o barulho em volta.

Outros fatores que guiaram a equipe da companhia, líder global em áudio e voz, foram: conforto para um dia inteiro de uso e duração da bateria. Desenvolvido para oferecer estabilidade e conforto para o maior número possível de formatos de ouvidos, o Voyager 5200 é compatível com 90% das pessoas, segundo estudo da empresa. O headphone não incomoda o usuário desde a primeira ligação do dia, até à última chamada e tem capacidade para até 7 horas de conversação ininterrupta com uma única carga da bateria – e mais de nove dias em stand by.

Com o estojo de proteção, ainda é possível adicionar mais 14 horas de bateria. O Voyager 5200 UC acompanha o estojo de recarga e o adaptador Bluetooth BT600 Class 1, que possibilita conectividade com múltiplos dispositivos. O Voyager 5200 e o Voyager 5200 UC estarão disponíveis no Brasil em julho deste ano.

Tecnologias e vantagens do aparelho

Botão de acesso rápido e multifunções – Deixa a chamada no Mudo com apenas um toque, e possibilita acesso rápido ao Siri, assim como outros assistentes pessoais virtuais de smartphones.

Bluetooth Class 1com alcance estendido – permite se conectar e controlar dois smartphones ou tablets de uma distância de até 30 metros.

Sensor inteligente – Uso intuitivo para realizar chamadas, pausar músicas ou rejeitar ligações com o simples gesto de retirar o aparelho da orelha e automaticamente aceitá-las ao colocá-lo novamente.

À prova de pingos e suor – com o exclusivo nano revestimento P2 que significa que sua conversa pode continuar mesmo durante uma chuva fina, por exemplo. Comandos de voz e Alertas de áudio – use a voz para aceitar ou ignorar chamadas, além disso, alertas de áudio avisam o nome de quem está ligando, atualizações, níveis de bateria, conexão e mais.

Controle seu headset – Com o App Plantronics Hub para IOS e Android é possível administrar e ajustar o Voyager 5200 a partir do smartphone.

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Samsung Pay é lançado no Brasil

A Samsung Electronics Co. Ltd. anuncia hoje que o Samsung Pay será lançado no Brasil no dia 19 de julho com os principais parceiros financeiros. O país se tornará o primeiro mercado na América do Sul a disponibilizar o serviço de pagamento móvel da companhia.

Seguro e fácil de usar, o Samsung Pay pode ser utilizado para efetuar compras em praticamente qualquer lugar1 que aceite cartões de débito ou crédito. Ele permite que os usuários realizem pagamentos em terminais dos pontos de venda graças às tecnologias MST (Transmissão Magnética Segura, em inglês) e NFC (Comunicação por Campo de Proximidade, em inglês) com os smartphones da Samsung elegíveis

O Brasil une-se a Coreia do Sul, Estados Unidos, China, Espanha, Singapura, Austrália e Porto Rico na lista de mercados prioritários para o lançamento do serviço móvel de pagamentos.

Segundo Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, o crescimento de uso de mobile banking em 2015 foi de 138% em relação ao ano de 2014. Isso significa que os brasileiros fizeram 11,2 bilhões de transações bancárias pelo celular, enquanto em 2014 eram 4,7 bilhões.

“O Samsung Pay reforça o foco da empresa em gerar valor para os consumidores e parceiros, trazendo serviços inovadores a seus smartphones”, disse Thomas Ko, Vice-Presidente e Co-Gerente Geral Global do Samsung Pay na Samsung Electronics. “Estamos sempre buscando tecnologias criativas e novas possibilidades de uso para oferecer aos consumidores uma experiência de carteira móvel envolvente e absolutamente integrada.”

“Estamos muito animados com o fato de que o Samsung Pay agora está disponível no Brasil. Como o primeiro mercado da América do Sul a utilizar o nosso serviço de pagamento móvel, o Brasil abrirá caminho para a adoção do Samsung Pay na região”, afirma André Varga, Diretor de Produtos da Divisão de Dispositivos Móveis da Samsung no Brasil.

Amplo ecossistema de parceria

O Samsung Pay está expandindo estrategicamente seu ecossistema de parcerias para oferecer mais flexibilidade, acesso e opções aos clientes. O serviço estabeleceu parcerias com grandes redes de pagamento, como MasterCard e Visa, para levar o pagamento móvel aos usuários. O Samsung Pay será lançado junto aos principais emissores de cartão, incluindo Banco do Brasil, Brasil Pré-Pagos, Caixa, Porto Seguro e Santander. Além desses, estamos trabalhando com outros bancos parceiros, como Banrisul, Bradesco, Itaú-Unibanco, Nubank para disponibilizar o serviço a mais consumidores brasileiros. A lista de parceiros que poderão oferecer o serviço está disponível no site* http://www.samsung.com.br/samsungpay.

*Site disponível a partir do dia 19 de julho.

Mais do que um pagamento

O Samsung Pay é um serviço de pagamento móvel seguro, fácil de usar e pode ser utilizado para fazer compras em praticamente qualquer estabelecimento que aceite1 cartões de débito ou crédito.

• SIMPLES: Para fazer um pagamento com o Samsung Pay, o consumidor só precisa selecionar o cartão em um smartphone compatível da Samsung, colocar a impressão digital e concluir a operação. Simples assim!

• SEGURO: O Samsung Pay usa três níveis de segurança para garantir pagamentos seguros – autenticação biométrica, geração de token e Samsung KNOX.

• PRATICAMENTE EM QUALQUER LUGAR¹: O Samsung Pay é compatível com a maioria dos terminais de pagamento novos e existentes, permitindo que os usuários façam pagamentos com um smartphone compatível da Samsung em qualquer lugar que aceite pagamentos com cartão usando as tecnologias MST e NFC.

O Samsung Pay estará disponível para os dispositivos Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy A5 (2016), Galaxy A7 (2016), Galaxy Note 5, Galaxy S6 edge+, Galaxy S6² e Galaxy S6 edge² a partir de 19 de julho no Brasil.

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Porque você será um empreendedor aos 60 anos – Por Antonio Loureiro

Atire a primeira pedra quem não aprendeu com os pais ou avós que ter um emprego estável, que garantisse seu trabalho por mais ou menos uns 30 anos, ou até a data da sua aposentadoria, era primordial para uma boa carreira e para a vida pessoal de qualquer cidadão. Ou então se você começasse a atuar na empresa como estagiário e fosse galgando novas posições até, quem sabe, alcançar o nível executivo/presidencial? O fim da jornada estava escrito; lá pelos seus 60 ou 65 anos era hora de assinar a aposentadoria e estava tudo certo. Isso mesmo, estava.

Com certeza a ‘fórmula’ descrita acima já foi o roteiro da vida de muitas pessoas – estuda, estagia, efetiva, trabalha e aposenta –, mas isso está para mudar. À medida que a tecnologia vai influenciando a maneira como cuidamos da nossa saúde e, inclusive, alterando nossos hábitos; é de se esperar que a longevidade também aumente; fato que já está acontecendo.

Há alguns anos, quando você começou a sua carreira no mercado de trabalho, a expectativa era de que produzisse até pelo menos os 60 anos. Hoje, e com um número bastante ousado, prepare-se para produzir por pelo menos mais 30. Inovações, pesquisas e até a própria Ciência, estão trazendo novas tecnologias, e esses são os principais fatores para melhoria da qualidade de vida e da maior longevidade do ser humano.

Mas se vamos viver mais, como faremos isso? Talvez você até continue na mesma empresa em que atua há mais de 20 anos; e sorte a sua ter o que chamam de carreira sólida, mas não se engane, as companhias não estão preparadas para isso. O mercado ainda pode demorar para reconhecer que aos 60 estamos em uma nova fase criativa, e que a expertise adquirida ao longo da vida tem alto valor estratégico. Nós e as novas gerações devem viver ainda mais, e somado ao fato de que a tecnologia nos deu cacife para sermos ainda mais ‘donos do nosso próprio nariz’, mais do que nunca, esse é o momento de uma consciência empreendedora surgir.

Quem espera nem sempre alcança

Não durma no ponto, invista em conhecimento e inovação. O que está acontecendo no mercado? A minha área de atuação vai ter espaço no futuro? Atente-se às tendências; a tecnologia tem modificado paradigmas e os hábitos de consumo. Você sabia que só em São Paulo o número de primeiras habilitações emitidas caiu 20% em 2015? Um dos motivos é comprovadamente o uso de serviços de economia compartilhada – Uber, por exemplo – e até a mudança cultural da preocupação com o meio ambiente.

Autonomia será a palavra de ouro nos próximos anos, inovar já é quase que uma obrigação, e o mercado não vai esperar você se aposentar para iniciar, e isso não é de agora: Irineu Marinho, pai do empresário Roberto Marinho, fundou a Rede Globo um mês antes de completar 50 anos. Abílio Diniz assumiu oficialmente a presidência do Grupo Pão de Açúcar aos 59 anos.

Se há alguns anos éramos preparados para um ambiente onde seríamos liderados, esse cenário já mudou muito. Seja aos 20 ou aos 60 prepare-se para trabalhar para você, entenda os desafios da sua geração – mobilidade, fintechs, youtube, startups -, e se você for estagiário, não há problema, empreenda mesmo assim desde já. Os desafios que você tem agora não serão os mesmos daqui alguns anos, então comece a aprender agora o que vai garantir expertise para superar os desafios que virão.

A dica

O que fazer quando parece que não há mais o que fazer? Pois há sim. A questão é não esperar os anos passarem e então começar a pensar em outras possibilidades. Essa dica é para o profissional de qualquer idade; invista em um plano ‘Plano B’ agora, e assuma a empresa em que você atua como uma escola, a sua formação não terminou no Ensino Médio ou na faculdade. É hora de aproveitar os benefícios que a longevidade tem trazido e aplicar agora. E as tecnologias digitais e as necessidades mundiais demonstram cada vez mais o quanto precisamos de bons negócios acontecendo. “O quanto a minha marca profissional atual já está se transformando em uma marca empreendedora atual? ”, aproveite a sua bagagem; nem sempre é preciso deixar a companhia em que você atua para investir em uma atividade própria, mas se for preciso, sempre há o que se fazer. Empreendedorismo não tem idade, seja com 20, 50, ou 70. Qual o problema em fundar uma empresa depois dos 65 anos? Nenhum, e o ânimo vai ser o mesmo de quando você tinha apenas 20.

Antonio Loureiro, sócio-fundador da Conquest One, consultoria brasileira de TI com atuação em Outsourcing e Hunting.

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5 atitudes para você NÃO ter no seu e-commerce

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, de fevereiro de 2015 a fevereiro de 2016, 80 mil lojas físicas fecharam as portas. Em contrapartida, o número de vendas online, nesse mesmo período, cresceu 21,52%. O dado reforça o interesse cada vez maior do consumidor em comprar pela internet. Por isso, empresários deste setor devem estar sempre atentos em aprimorar sua loja online.

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz, lembra que e-commerce não é para aventureiros e requer planejamento e investimento. Entre os cuidados que se deve ter com a loja virtual, André destaca cinco atitudes que, infelizmente, ainda são comuns, mas não deveriam ser feitas. Confira:

Foque nas vendas, a marca é uma consequência

Pensamento: Se a minha loja está vendendo, para que vou me preocupar com a marca?

Esse é um grande erro que alguns empreendedores do e-commerce cometem. Se você não reforçar a sua marca no mercado, em breve ela será esquecida. Surgirão outros nomes fortes, vendendo o mesmo produto que você, com a mesma qualidade, ou melhor, entretanto mais presente. E, assim, a sua loja ficará pra trás. Lembre-se de cativar e fidelizar seu cliente.

Deixe de lado os treinamentos da equipe. É preciso produzir

Pensamento: Meus colaboradores estão cumprindo com todas as obrigações e, por isso, não é necessário investir em cursos para eles.

Se você pensa assim, tenha certeza de que em breve sua equipe estará desanimada e ultrapassada. As novidades surgem o tempo todo. É preciso estar preparado para oferecer diferenciais aos clientes e não esperar que eles peçam por algo. Funcionários mais qualificados elevam a produtividade e a competitividade do negócio, seja no e-commerce, ou qualquer outra área.

Uma imagem vale mais que mil palavras e, portanto, dispensa descrições

Pensamento: A foto exposta no e-commerce já fala tudo sobre o produto, não vou perder tempo descrevendo-a.

Na loja online o consumidor tem visão restrita sobre o produto, que não pode ser pego, nem sentido. Daí a necessidade de investir em fotos de diversos ângulos do produto, vídeos e boas descrições, que transmitem a mesma sensação de quando o comprador esta em uma loja física com o produto na mão e um funcionário repassando mais informações.

Ctrl + C e Ctrl + V

Pensamento: Se o e-commerce do meu concorrente está vendendo muito, vou fazer o mesmo que ele.

Sua loja online precisa ser única, com um design exclusivo e atualizado, que remeta aos produtos que você vende. Copiar o layout do concorrente não vai trazer nenhum benefício a sua loja. No máximo ela será chamada de “prima pobre”. Portanto, contrate um profissional (que tal um designer?) e tenha uma loja original.

Inovar é pra quem tem tempo sobrando, ou seja, não trabalha

Pensamento: Meu e-commerce vai bem, então vou deixar tudo como está e continuar ganhando dinheiro, afinal não tenho tempo pra isso.

Sabemos que ser empresário exige muita dedicação e que tempo livre é quase como uma jóia rara. Contudo, é preciso pensar e investir em inovação. A velocidade das mudanças está cada vez maior, seja em novos produtos ou necessidades e preferências do consumidor.

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