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Dicas para jogadores iniciantes de Pokémon Go

O jogo mais comentado no mundo, nos últimos tempos, chega para dar lições de tecnologia e cria inúmeras possibilidades de uso em marketing, por exemplo. Veja como Pokemon GO cativa os seus jogadores acompanhando dicas apresentadas por Nuuvem, plataforma de venda de games online.

Pokémon GO: Guia Completo para Iniciantes

Pokémon GO está prestes a ficar disponível (tomara) no Brasil para iOS e Android, e para ajudar você a se tornar o melhor de todos os treinadores, a Nuuvem, plataforma de vendas de games online preparou algumas dicas que ajudam mais que Rare Candy. Leiam agora o guia para iniciantes de Pokémon GO e deixe o Ash no chinelo enquanto se torna uma lenda das batalhas.

ABC do Treinador

Quando você abrir o jogo pela primeira vez, terá que customizar seu treinador. Considerando a quantidade de pessoas que já está jogando, talvez seja bem difícil criar um personagem único, então você não precisa perder tanto tempo aqui, já que a diversão está prestes a começar. O jogo te dá a clássica escolha entre 3 Pokémons iniciais, mas se você quer começar de um jeito diferente, aqui vai uma dica…

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Glitch para conseguir o Pikachu

Sim, queridos Pokéfãs. É possível capturar um Pikachu como seu inicial. Tudo que você precisa fazer é ignorar o trio inicial quatro vezes. Na quinta o amado rato elétrico que nossas mães pensam ser o único Pokémon do mundo vai aparecer, aí é só captura-lo.

O jogo é conectado à uma conta do Gmail por um motivo: ele usa um mapa real através do GPS. Então sim, você vai capturar Pokémons na sua rua. Existem vários marcadores no mapa indicando onde encontrar as criaturas, mas clicando no botão na parte inferior direita, você consegue descobrir que Pokémons estão ao seu redor e a quantos passos de distância eles estão de você. Quanto menos pegadas, mais próximos os Pokémons se encontram.

A experiência do jogo é ganha conforme você se locomove e captura Pokémons, então vai lá upar rápido e aproveite pra entrar em forma.

Capturando Pokémons

A mecânica de captura aqui é bem diferente dos jogos normais. Você não vai precisar batalhar contra os Pokémons usando a sua equipe. Ao invés disso, sua possibilidade de capturar é definida de acordo com o nível do Pokémon, o tipo de Pokébola que você usa, sua técnica de arremesso e outros fatores. Os Pokémons vão tentar fugir, então seja rápido na hora de capturar.

A técnica de arremesso é o que você vai precisar dominar para virar um Mestre. O ângulo e a força do arremesso são importantes, então tome cuidado para acertar o Pokémon direitinho. Vai demorar um pouco, mas você pega o jeito. Para facilitar, tente manter seu celular o mais imóvel possível. A estabilidade ajuda muito na hora do arremesso.

O círculo em volta dos Pokémons que diminui na hora do arremesso é o seu foco. Quanto menor ele estiver, mais fácil será capturar o seu Pokémon, então cronometre seus arremessos direitinho e não terá problemas na hora de construir um grande time.

O habitat natural de cada um influencia o tipo de Pokémon que vai aparecer. Pokémons aquáticos serão encontrados perto da água, enquanto Pokémons de grama são mais fáceis de encontrar em áreas de grande vegetação. Resta esperar que ninguém precise entrar num vulcão ativo pra pegar algum de fogo, mas resta esperar uma lista de locais, que com certeza os gamers farão em breve.

Além disso, você pode usar o item Incense para atrair Pokémons até você por 30 minutos. Use-o quando estiver difícil achar alguma coisa no mapa.

Stats dos seus Pokémons

Agora que você capturou seus Pokémons, é hora de descobrir o que fazer com eles. O jogo tem CP (Command Points), que determinam quão bem eles lutam. Quanto mais alto, melhor. Além disso, você vai perceber que algumas espécies variam muito de CP quando são capturadas. Foque nisso na hora de treinar os seus e manter seu time com um nível alto.

Evoluindo Pokémons

Se você quiser subir seus Pokémons de level, vai precisar de Stardust, que você ganha conforme captura outros Pokémons. Já para evoluir você vai precisar fazer mais coisas que envolvem Transferências, o Professor e doces específicos para cada Pokémon.

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Melhore e evolua seus Pokémons.

A maneira mais fácil de evoluir é capturando vários do mesmo Pokémon até que sua barrinha encha, mas antes você vai precisar usar a opção TRANSFER, que libera seu Pokémon na natureza, mas te recompensa por isso. Então escolha bem que Pokémons quer liberar e quais quer guardar. É sempre bom investir bastante em um Pokémon antes de evolui-lo, então foque nisso.

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Liberando Pokémons em Pokémon GO.

Uma outra dica na hora de evoluir o seu level é tirar o máximo possível do item Lucky Egg, que duplica o XP ganho por qualquer coisa no jogo. Junte vários Pokémons e deixe para evoluí-los juntos, dobrando o XP a cada vez que faz isso. O item dura meia hora, então programe-se para aproveitar bem esse tempo.

Pokestops – As Paradas

Essas são áreas que vão te dar itens e ovos. Os marcadores no mapa são os quadrados azuis e quando você estiver perto o suficiente, é só girar a medalha e itens cairão. Existe um tempo até que você possa usar uma Pokestop novamente, então procure bem no mapa e trace sua rota através delas para maximizar seus ganhos.

Ovos

A mecânica dos ovos é bem parecida com a dos jogos, com a diferença de que quem vai precisar andar aqui é você. Cumpra a meta da distância de cada ovo para que ele choque e revele um novo Pokémon. Quanto mais você precisar andar, mais raro será o Pokémon que sairá do ovo. Para chocar cada um você precisará de uma Incubadora. Como no início do jogo você só recebe uma, precisará comprar outra, caso queira chocar mais de um ovo de uma vez.

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Chocando ovos.

Itens

Assim como a Incubator e o Incense, existem outros itens no mundo de Pokémon GO. Aqui existe uma grande lista de itens presentes no jogo e como conseguir cada um deles, então fica de olho. Como todo jogo mobile, existem microtransações dentro de Pokémon GO que podem ser uma boa maneira de conseguir itens, caso você queira desembolsar um grana com isso. Você ganha moedas fazendo atividade in-game, mas comprar agiliza muito o processo.

Batalhas e Ginásios

Quando você chegar no level 5 como treinador poderá se juntar a um time, Azul, Vermelho ou Amarelo. E é assim que você começa a lutar nos Ginásios. Quando você se junta à uma equipe, pode designar Pokémons que capturou para um Ginásio vazio ou algum em que um membro da mesma equipe que você já tenha reivindicado. Assim como Pokéstops, Ginásios também serão localizações reais do mundo, como a casa de alguém, talvez. Você só poderá designar um dos seus Pokémons para cada ginásio, então escolha bem.

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Como funcionam as batalhas de Ginásio.

Assim como defender o seu, você também pode atacar Ginásios que pertençam à outras equipes. Prestige determina quão difícil será dominar aquele Ginásio, então cuidado para não morder mais do que você pode mastigar. Treinar o seu Pokémon no Ginásio aumenta o Prestige do seu próprio, então é um bom jeito de afastar outras equipes.

Se um Prestige chegar a zero, a equipe perde o controle do Ginásio e você ou outro jogador podem reivindicar para a sua equipe o Ginásio vazio.

Curando e revivendo Pokémons

Se seus Pokémons perderem uma batalha, inevitavelmente tomarão dano e podem até desmaiar. Nesse caso, você terá que usar itens de cura. Para acessá-los, basta clicar na Pokébola na as tela, abrir “Itens” e escolher o item apropriado. Pokémon desmaiado? Use Revive. Pokémon levou dano? Use uma Potion.

Economizando Bateria

Logo nos primeiros momentos você vai descobrir que Pokémon GO pode comer a sua bateria de uma maneira assustadora. Uma forma de evitar que isso aconteça tão rápido é usando a opção Battery Saver. Para ativar isso, basta abrir a Pokébola, ir em “Setting” e marcar essa opção.

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Economizar a bateria pode fazer muita diferença.

Dicas de Segurança

O jogo é muito divertido, mas pode ser um perigo se você não prestar atenção por onde anda. Evite usar à noite ou caminhar sem olhar para onde está indo. Dessa maneira você evita vários acidentes e garante que não vai topar em nenhuma outra pessoa que também esteja usando o aplicativo distraído. Não seja como as pessoas do vídeo abaixo. Se for sair pra capturar Pokémons, evite deixar seu carro no meio da rua. Se bem que era um Vaporeon, então tá tudo certo.

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Pesquisa da Philips revela: maioria dos pacientes e profissionais da saúde acredita na adoção de tecnologias conectadas para tratamentos

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHI) divulga os resultados da primeira edição do Future Health Index (FHI), um extenso estudo que revela a forma como os países estão posicionados para atender a longo prazo os desafios da saúde mundial, por meio de integração e de tecnologias conectadas de saúde. O Brasil recebeu uma pontuação global de 50,6 de um total possível de 100, com destaque para o crescente interesse e confiança em soluções tecnológicas; a necessidade de um esforço combinado com o intuito de aumentar o acesso a serviços de assistência médica; e uma maior educação no que diz respeito aos benefícios da adoção de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde.

Evidências comprovadas:

– Apesar do uso e conhecimentos limitados de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde, a melhora na área de saúde, no Brasil, é algo de extrema importância.

– Poucos pacientes e profissionais de saúde acreditam que o sistema de saúde atende às necessidades dos pacientes, o que pode aumentar as preocupações com a saúde em geral. Pacientes e profissionais de saúde entendem que é preciso aumentar o acesso em todas as áreas da saúde para melhorar a saúde pública.

– Embora os pacientes e os profissionais da área da saúde não pensem na saúde do Brasil de forma integrada, ambos conseguem notar o valor que tal integração poderia trazer para o sistema de saúde.

A fim de melhorar a qualidade, o acesso e a capacidade financeira para adquirir os cuidados necessários com a saúde, os sistemas de assistência médica em todo o mundo estão se focando menos em modelos hospitalares convencionais e mais em novos modelos integrados e coordenados por todas as fases do ciclo da Saúde – hábitos para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e atendimento domiciliar.

Analisando as percepções, comportamentos e atitudes dos pacientes e profissionais de saúde, o Future Health Index está focado em três fatores importantes e necessários para se desenvolver um sistema mais integrado de assistência médica: o acesso aos cuidados de saúde; a integração do atual sistema de saúde; e a adoção de dispositivos e sistemas de tecnologia de saúde que estejam conectados.

Ao passo em que os dados ilustram a crescente oportunidade para a tecnologia digital conduzindo a transformação da saúde, o Future Health Index também revela níveis de prontidão em todos os mercados pesquisados, além de também revelar oportunidades de melhoria para incentivar uma adoção de práticas de cuidado com a saúde de forma mais ampla e a nível mundial.

Mais de três quartos (76%) dos profissionais de saúde, em mercados desenvolvidos, concordam que seus pacientes têm acesso aos tratamentos necessários para condições médicas atuais e futuras. Nos mercados emergentes, essa relação cai para pouco mais da metade (58%). No Brasil, essa estatística ficou abaixo de 25%. Em geral, mercados emergentes como a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos parecem estar liderando o caminho na adoção de dispositivos conectados, sendo que os players em economias emergentes esperam que dispositivos conectados possam ser utilizados para gerir a saúde no futuro.

O estudo, que será atualizado anualmente, foi realizado em parceria com uma empresa de pesquisa de mercado global independente. Mais de 2.600 profissionais de saúde e 25 mil pacientes participaram foram ouvidos em 13 países – Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Japão, Holanda, Singapura, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e EUA.

Atribuindo a cada país pesquisado uma pontuação média que poderia chegar a 100, o relatório FHI mostra a percepção de cada mercado sobre os benefícios da integração entre os sistemas de saúde e o interesse pela adoção dessas tecnologias. Os Emirados Árabes Unidos alcançaram a pontuação mais alta (65,3 pontos) entre os países participantes, sendo que a Holanda e a China também ficaram bem colocados, com pontuações de 58,9 e 58,1. Por outro lado, Alemanha, Brasil e Japão receberam as pontuações mais baixas, com 54,5, 50,6 e 49,0 – respectivamente.

“O FHI revelou uma série de áreas significativas nas quais os sistemas de saúde devem investir caso queiram obter sucesso a longo prazo na prestação de serviços de assistência médica”, disse Frans van Houten, CEO da Royal Philips. “No entanto, é encorajador ver que muitos países apresentam uma disposição relativamente forte para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir essas transformações. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores – nos mercados desenvolvidos e emergentes – sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente também a longo prazo respectivamente”, completa.

Outros dados do estudo mostram que:

Os dados estão se proliferando, mas o compartilhamento de dados continua a ser um desafio. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

Essas médias foram ainda menores no Brasil, comparando-se com os resultados nos 13 países pesquisados, sugerindo que o país está atrás de outros mercados emergentes. Muitos pacientes dizem que é difícil (60%) obter seus dados de saúde quando precisam, e a maioria (88%) diz que tiveram de dizer repetidamente as mesmas informações para vários médicos ou profissionais de saúde.

A tecnologia é uma questão geracional, tanto para médicos quanto para pacientes. Em todos os países pesquisados, os pacientes e médicos mais jovens também são mais propensos a usar e compartilhar informações a partir de dispositivos conectados, comparados aos seus pares mais velhos. Mais da metade (57%) dos pacientes com idades entre 18-34 relatam possuir pelo menos um dispositivo de vigilância de saúde e um quarto dos mesmos (25%) sentem que estão bem informados sobre dispositivos de cuidados com a saúde conectados, versus 14% das pessoas com 55 anos ou mais.

No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Pacientes e médicos estão divididos em relação à capacidade dos pacientes em monitorar sua própria saúde. A grande maioria dos pacientes pesquisados (69%) sentem que têm o conhecimento necessário para gerir a sua própria saúde de forma eficaz. No entanto, menos da metade dos profissionais (40%) concorda com isso. Diferentes percepções também existem em termos de quem é responsável pela prevenção de problemas de saúde. Como o aumento da idade do paciente, eles são mais propensos a acreditar que são os guardiões da sua própria saúde – 79% dos entrevistados, com 55 anos ou mais, concordam que são totalmente responsáveis pela prevenção de sua saúde em comparação com pacientes mais jovens (66% daqueles entre 18-34).

No Brasil, apenas um terço dos pacientes (34%) estão bem informados sobre as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde, em comparação com 58% dos profissionais de saúde. Por outro lado, a maioria dos pacientes (79%) e dos profissionais de saúde (84%) acreditam que as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde sejam algo importante para a melhoria da saúde da população.

A integração e o compartilhamento de dados devem ser um objetivo claro. A maioria considerável dos pacientes e dos profissionais de saúde (69% e 85%, respectivamente) acreditam que os sistemas integrados de saúde e as tecnologias conectadas podem melhorar a qualidade dos cuidados aos doentes, e a maioria dos médicos (88%) concorda que a integração pode ter um impacto positivo direto sobre a gestão de saúde da população.

Áreas específicas de melhoria foram apontadas pelo estudo e devem ser abordadas para aumentar a adoção de tecnologias de forma mais ampla e em nível mundial.

· Em todos os países a burocracia é vista como um grande obstáculo. Mais da metade (54%) dos profissionais de saúde e 43% dos pacientes indicam que a burocracia do sistema de saúde é um dos principais obstáculos a fim de coordenar o compartilhamento de dados e a integração dos sistemas de saúde.

· Preocupações com custos, formação e segurança de dados são alguns dos pontos citados por entrevistados em todos os países pesquisados. Mais da metade dos profissionais de saúde e pacientes (52% e 51%, respectivamente) acreditam que os dispositivos de cuidado com a saúde conectados aumentariam os custos de saúde em geral, com preocupações sobre os recursos necessários para as necessidades associadas, tais como treinamento e segurança de dados.

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Para ler o Future Health Index completo, além dos dados de mercados locais, por favor, acesse: www.futurehealthindex.com

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Startup de mobilidade corporativa recebe investimento de R$ 5 milhões

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A startup uMov.me, empresa de tecnologia desenvolvedora da primeira plataforma brasileira que permite a qualquer pessoa, mesmo sem experiência em programação, criar aplicativos móveis corporativos recebeu investimento do Fundo CVentures Primus, gerido pela CVentures em conjunto com a CRP Companhia de Participações. Com isto o Fundo passa a ter uma participação minoritária não divulgada na uMov.me, contando com um representante no Conselho de Administração cuja missão será implantar as melhores práticas de governança corporativa, além de suporte estratégico no projeto de crescimento da companhia.

O aporte, irá cobrir parte dos R$ 15 milhões que serão investidos nos próximos 36 meses com o objetivo, principalmente, de aprimorar o relacionamento e o desenvolvimento de negócios com sua crescente base de parceiros, que conta com nomes com atuação internacional como Manpower, Neogrid, Contax, TOTVS, entre muitos outros. Eles atendem empresas como pra Nissin, Makro, Bradesco, Hyundai, Renault, Embraer, Etna e mais algumas centenas de empresas dos mais diversos portes e segmentos.

O grande diferencial da plataforma uMov.me é a capacidade de gerar soluções completas (automação, monitoramento e gestão de equipes de campo) de alta qualidade, independente de plataforma e sem programação para qualquer segmento de atuação. Totalmente na nuvem, as soluções permitem automatizar atividades de coleta de dados em campo utilizando recursos de GPS, roteirização, conteúdos multimídia, processamento de imagens e muitos outros.

A uMov.me vem trabalhando há 3 anos na construção de uma rede de parceiros que hoje é composto por de mais de 250 empresas (desenvolvedores e integradores), que constroem aplicativos e atendem os clientes finais com soluções como Automação de Força de Vendas, Logística, Equipes de Serviço, Trade Marketing, Auditorias, Eventos, entre muitos outros. Atualmente são mais de 105 mil usuários utilizando aplicativos desenvolvidos com a plataforma, que já passam dos 7 mil aplicativos.

Além do investimento de canais, a plataforma vai receber novos módulos e recursos que irão aumentar a entrega de valor. Quanto aos serviços, os principais beneficiados serão os parceiros que passam a contar com novos serviços especializados oferecidos por analistas de negócios, marketing e de tecnologia da uMov.me para apoiar o desenvolvimento de suas soluções e ofertas para seus clientes considerando a estratégia de negócio de cada parceiro.

A diretoria da companhia segue inalterada, com Alexandre Trevisan (CEO), Daniel Wildt (CTO) e Vinicius Vasconcelos (CBDO). Trevisan reforça o momento: “a empresa segue com gestão independente e tem como principal objetivo ajudar nossos parceiros a desenvolver negócios na área de mobilidade. É a maior oportunidade do mercado de tecnologia e precisa de empresas especializadas e preparadas para atendê-los. Criar a maior e mais qualificada rede de empresas de mobilidade do Brasil é a nossa missão”.

O mercado recessivo não tem sido barreira para o desenvolvimento acelerado da companhia. Em 2015 apresentou um crescimento de 65% e as expectativas para 2016 são ainda mais agressivas. A companhia considera fazer algumas aquisições pontuais como forma de acelerar ainda mais o crescimento. Elas deverão estar vinculadas a novas ofertas de produtos e serviços e na expansão de mercado. A empresa tem alguns parceiros na América Latina mas entende que há muito espaço no mercado internacional para a sua proposta de valor.

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iFood capta R$ 100 milhões por meio da Movile e JUST EAT e passa a operar também no México

A notícia vem para coroar o ano de forte crescimento para a empresa, que consolidou a sua liderança no mercado brasileiro e dá início ao seu processo de globalização

O iFood, plataforma líder de delivery online de comida na América Latina, anuncia a captação de R$ 100 milhões; o investimento foi liderado pela Movile, empresa líder em e-commerce, e pela JustEat, maior mercado digital do mundo de delivery online de comida. Os recursos serão usados para expandir a operação global da plataforma e garantir a sua presença no México por meio da compra de participação do SinDelantal.

O SinDelantal é o maior serviço de delivery de comida do México e foi adquirido pela JUST EAT em fevereiro de 2015. O serviço cresceu ainda mais com a compra da Hellofood Mexico, em fevereiro deste ano. A joint venture iFood e JUST EAT será detentora de 49% da companhia e dividirão a administração da empresa, aproveitando o know-how na América Latina que permitirá escala para estabelecer a empresa como a líder entre os dois mercados mais importantes para takeaway on-line na região. Os termos do acordo não foram divulgados.

“Estamos sempre refletindo sobre a nossa experiência móvel e queremos ser a melhor opção e a maneira mais fácil de pedir comida por smartphones”, afirma Felipe Fioravante, CEO e co-fundador do iFood. “O conhecimento de tecnologia móvel da Movile tem sido essencial para permitir uma experiência de alto nível e nos ajudar a aprimorar o nosso serviço, que é algo que estamos sempre buscando. No primeiro semestre, por exemplo, adquirimos a tecnologia da SpoonRocket para melhorar o nosso backend de logística, com o intuito de otimizar o tempo das entregas e melhorar a experiência não só do consumidor, mas também dos restaurantes, explica.

Desde seu lançamento, em 2011, o iFood já conseguiu incluir mais de 10.000 restaurantes parceiros em sua plataforma, facilitando mais de 1,8 milhão de entregas atualmente e registrando crescimento de 143% em 2015. Ao otimizar tantas entregas, a empresa estabelece-se como líder de mercado tanto no Brasil quanto no México, países que, juntos, representam cerca de 70% do PIB da América Latina. Além disso, os restaurantes têm, em média, aumento de 20% em sua receita quando passam a utilizar a plataforma do iFood, confirmando o apelo que o aplicativo tem com os consumidores.

“A expansão do iFood para o México foi uma decisão natural após observamos o sucesso da plataforma no Brasil”, diz David Buttress, CEO da JUST EAT. “O iFood não só entende bem o mercado local, como tem conhecimento sobre como fazer as coisas funcionarem na tecnologia móvel. Trata-se de uma simbiose bastante positiva, e temos grande interesse em explorar mais esta relação”, acrescenta.

Para Fabricio Bloisi, CEO e fundador da Movile, “com o crescimento e engajamento que estamos vendo na América Latina, o iFood caminha, a passos largos, para se tornar um player global, assim como a Movile e outros produtos e serviços que oferecemos”.

Pesquisa publicada recentemente pela Business Insider Intelligence confirma a importância do México no mercado de e-commerce latino americano. Perdendo em tamanho apenas para o Brasil, estima-se que o faturamento total do país chegue a US$ 11 bilhões em 2019 graças ao mercado de delivery online de comida, de acordo com um estudo realizado pela Euromonitor. O mercado de e-commerce está em franca expansão na América Latina, com algumas das taxas mais altas do mundo, com faturamento estimado em US$ 47 bilhões até 2019.

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Startups: como proteger o seu negócio antes mesmo de começar

Não corra riscos, conheça os primeiros passos legais para abrir uma empresa inovadora

Elas são relativamente novas, mas a fama já se espalhou. As startups, conhecidas no mercado pelo grande potencial de negócios e forte espírito empreendedor, ganham cada vez mais espaço no cenário nacional.

Estimativa da Associação Brasileira de Startups mostra que o número de startups em operação no Brasil cresceu 30,4% entre março e dezembro do ano passado, chegando a 4,1 mil empresas iniciantes. Um cenário animador para empreendedores, fomentado ainda mais pela crise econômica e política instalada no País.

Mas nem tudo são flores. As startups podem ser pequenos meteoros, operando num campo de muitas incertezas, e acabarem com a mesma velocidade em que começaram. Então, se você teve uma ideia incrível e, de repente se junta ao seu amigo de infância ou aos seus familiares para desenvolver essa ideia, é preciso observar alguns detalhes importantes antes de tirar o projeto do papel. Por isso, Tatiana Soares de Azevedo, especialista em direito tributário do escritório Penachio, Moroni Câmara, Mattos & Azevedo Advogados listou alguns pontos que devem ser observados para proteger o seu negócio antes mesmo dele começar:

1. Proteja a sua marca

– Antes de abrir o negócio, faça uma busca no site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), mais especificamente no sistema e-marcas.

“Antes de começar, é necessário proteger a propriedade intelectual ou, pelo menos, analisar a viabilidade ou necessidade de fazê-lo”, esclarece Tatiana.

– Faça um acordo de não divulgação para sócios, investidores e funcionários: curto e simples, com cláusulas que restrinjam a divulgação de informações estratégicas e confidenciais da empresa. Recomendação que se estende para os domínios na internet, bem como para os nomes de contas das mídias sociais.

2. Defina as regras da sociedade

Também é necessário tomar uma série de providências com relação aos sócios:
– Acordo para a divisão das ações. Esse acordo será utilizado mais adiante, no momento da elaboração dos atos constitutivos – contrato social ou estatuto social, dependendo do modelo de sociedade escolhido.
– Definir regras de entrada, de reembolso, de saída etc.

3. Cadastre a sua empresa

Chegado o momento de contratação de pessoal, é preciso abrir formalmente a empresa, com o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).
A empresa pode ser uma limitada (Ltda), sociedade anônima (S/A) fechada ou aberta, empresa individual, sociedade em conta de participação, entre outras. “Com relação ao regime de apuração de lucros, há algumas possibilidades: lucro real, lucro presumido e SIMPLES. A consultoria tributária, nesse momento, será muito útil”, ressalta a especialista.

4. Evite dor de cabeça na hora de formar o seu time

Com relação à contratação de funcionários, a regra geral é o regime da CLT. Um custo muitas vezes inviável para uma empresa que pouco ou nada fatura. Há outras opções? A resposta é sim.
Há uma pessoa muito talentosa no time, que veste a camisa do projeto? Ofereça a ela uma opção de compra, um share da empresa. Na prática ela será sócia, terá um pro labore e participará da divisão dos lucros.
E se, por acaso, a pessoa admitida na sociedade decide sair? E, alguns anos após a saída dessa pessoa, a startup explode de sucesso e faz um IPO? Como fica a situação do sócio que abandonou o barco lá atrás?
“Para evitar que isso seja um tormento para a empresa, é comum que se recorra a um contrato de VESTING”, conta Tatiana Azevedo. Nesse contrato será estabelecido:

– A quantidade de ações que serão disponibilizadas para o sócio que não comprou a sua participação;

– O período para o sócio vestir 100% das ações que lhe foram destinadas;

– O Cliff, que nada mais é que o prazo para a pessoa receber as primeiras ações;

“Imagine que a empresa agrega ao time um diretor comercial, e oferece para ele vestir 5% das ações em 4 anos, sendo 25% no primeiro aniversário da empresa, e o restante, 75%, divididos pelos meses restantes”, exemplifica Tatiana.

Tudo isso por quê? “No momento oportuno os empreendedores esperam alavancar o negócio a partir de um aporte do investidor anjo. Por certo que esse investidor vai querer saber quais as medidas de proteção já foram tomadas”, completa a especialista.

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Grupo Confederativo do eSocial discute novos prazos

O Grupo Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu na terça-feira (19), na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a fim de alinhar os próximos passos para entrada em vigor do módulo do eSocial. A data prevista é setembro de 2016, mas o grupo concorda que é inviável. Além da revogação do prazo, houve também a decisão de concentrar esforços na construção do leiaute definitivo para o eSocial.

O eSocial é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que reunirá todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias num único espaço. O GTC tem por objetivo equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e das empresas antes que o módulo entre em vigor. O grupo é formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do Sebrae e de empresas de softwares.

Em agosto do ano passado o GTC foi dividido em subgrupos com o intuito de acelerar as discussões para a implantação do módulo dentro do prazo previsto, mas por diversas razões ainda não há leiaute definitivo para o projeto. “Estamos vendo os esforços dos atores envolvidos, tanto na realização dos testes quanto nas discussões de alinhamento, com o objetivo de alcançar as melhorias esperadas para as versões que foram apresentadas até agora. Há necessidade de ajustes e definição do leiaute para novos testes, e o grupo está empenhado em produzir uma versão final”, afirma a representante do CFC no GTC, Sandra Batista.

No encontro desta semana, o coordenador do grupo, José Maia, informou que as mudanças pelas quais passou o governo não alteraram o compromisso com o projeto. “Apesar das mudanças, as equipes que tratam do eSocial foram mantidas, e o governo está comprometido com o módulo.” Ele informou que será publicada uma resolução revogando o prazo atual. “Já havíamos pactuado com esse grupo que apenas revogaríamos o prazo quando tivéssemos uma proposta de cronograma para apresentar. Não foi possível construir esse cronograma, mas estamos trabalhando nisso. A revogação não é, de forma alguma, um sinal de que o projeto não esteja sendo priorizado pelo governo.”

Os participantes reforçaram a necessidade de haver um leiaute definitivo para a repactuação de prazo. Por isso, haverá uma oficina nos dias 9,10 e 11 de agosto, em São Paulo, para acertar os conceitos que ainda precisam ser fechados para elaboração da versão final do projeto. Na reunião serão feitos os últimos ajustes no leiaute.

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Seminário propõe como financiar o futuro das pequenas e médias empresas

Realizado pela Fiesp viabiliza organização financeira às micros, pequenas e médias empresas

Precisa investir? Que tal se preparar antes com especialistas do setor? Gostaria de condições especiais de financiamento? Saiba como reestruturar sua empresa de forma sustentável, com estratégias sugeridas por especialistas de bancos e agências de desenvolvimento, na terceira edição do Seminário Finanças e Financiamento. O evento é promovido pelo Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que será realizado no dia 22 de julho, das 8h30 às 13h.

O seminário trará linhas e programas de financiamento como uma oportunidade para as instituições financeiras apresentem suas estratégias de atendimento. Também serão abordadas formas para melhoria da comunicação entre empresas e bancos, com foco na transparência nas prestações de contas.

Terá painéis e palestras com informações importantes para empreendedores e empresários em busca de formas para melhoria de acesso a essas linhas de crédito. Entre os participantes estão diretores e superintendentes dos bancos Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Desenvolve SP e BNDES.

Paralelamente ao encontro, será oferecida a Sala de Crédito, com atendimento empresarial e financeiro exclusivo. A ideia é informar e orientar sobre linhas de financiamento de longo prazo, facilitar o acesso ao crédito, orientar de forma estratégica as demandas de financiamento das micro, pequenas e médias indústrias, quanto a aquisição de máquinas e equipamentos; construção ou reforma de instalações; projetos de pesquisas e desenvolvimento; exportação; projetos de sustentabilidade; capital de giro e compra de matéria-prima.

Para mais informações e inscrições acesse o site http://www.fiesp.com.br/agenda/216518

Programação:

8h30 RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO

Café de Boas Vindas

9h ABERTURA DO SEMINÁRIO

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria

9h20 – Contextualização: A Visão das Empresas e dos Agentes Financiadores

Palestra: O papel da empresa na relação de crédito.

Palestrante: SERASA Experian

Palestra: Obtenção do crédito – transparência e prestação de contas.

Palestrante: Escola de Negócios Saint Paul Institute

10h30 – Soluções: Formas de Financiamento

O que é relevante? / Como financiar hoje o seu negócio? / Pensando no futuro, como financiar?

Palestrantes:

Ana Paula Bernardino Paschoini, Gerente do Departamento Regional Sul do BNDES

Ana Paula Shuay, Superintendente de Negócios da DESENVOLVE SP

Thiago Montero, Gerente de Mercado Pessoa Jurídica e Assessor da Superintendência São Paulo do Banco do Brasil

Representante da Superintendência da Regional São Paulo da Caixa Econômica Federal

Representante do Departamento de Empréstimos e Financiamento – DEF do Bradesco

12h30 – Check List “Ações Objetivas para Acesso ao Crédito”

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria – DEMPI/FIESP

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Palestra online gratuita aborda a importância da Governança de Dados para o sucesso do Big Data Analytics

Celso Poderoso, diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy, ministrará no próximo dia 27 de julho, às 16h00, um webinar gratuito sobre a importância da Governança de Dados para o sucesso do Big Data Analytics. O evento é organizado pela DAMA – Data Management Association, organização de fornecedores sem fins lucrativos e independente que reúne técnicos e profissionais dedicados a promover os conceitos e as melhores práticas em Gestão, Governança e Qualidade de Dados e Informação. Para inscrever-se basta acessar: https://www.eventials.com/damabrasil/a-importancia-da-governanca-de-dados-para-o-sucesso-do-big-data-analytics/.

De acordo com Celso Poderoso, o Big Data deixou de ser uma palavra da moda para tornar-se algo que todas as empresas buscam para melhorar o processo de tomada de decisão. Porém, implementar projetos que envolvam Big Data Analytics sem aplicar princípios fundamentais de Governança de Dados representa um risco maior do que os benefícios que esta tecnologia pode trazer. Nesta palestra, o executivo pretende esclarecer o que é Big Data Analytics, aw integração necessária com a Governança de Dados e como evitar as armadilhas deste tipo de projeto.

Além disso, a ideia é mostrar como a mais recente versão da plataforma MicroStrategy 10 Secure Enterprise, que dispõe de novas capacidades de descoberta de dados e um conjunto de melhorias que a tornam ainda mais fácil de usar, permite aos usuários de negócios conduzirem de maneira bem sucedida aplicações de analytics self-service, garantindo ao mesmo tempo confiabilidade e governança de dados.

Celso Poderoso é economista, especialista em sistemas de informação e mestre em tecnologia. Autor de livros de SQL e Banco de Dados editados pela Novatec. Professor e coordenador da pós-graduação em BI e Big Data da FIAP – Faculdade de Tecnologia.

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Empresa de energia lança prêmio de inovação

A EDP Brasil, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções de energia, anuncia o lançamento oficial do prêmio EDP Open Innovation, a maior competição mundial de inovação no setor energético. O concurso destinado a startups com ideias criativas que poderão ser implementadas no mercado global a fim de definir novas fronteiras do setor elétrico.

A iniciativa nasce da fusão dos prêmios EDP Inovação e Energia de Portugal que incentivavam o empreendedorismo na área da energia. O programa é realizado em parceria com o jornal português Expresso e a aceleradora Fábrica de Startups.

“O prêmio tem como objetivo estimular o surgimento de negócios inovadores e disruptivos, para nos anteciparmos à transformação do setor elétrico e contribuir para o desenvolvimento do setor de energia cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma João Brito Martins, diretor de Estratégia, Organização e Inovação da EDP Brasil.

Os interessados, de qualquer parte do mundo, devem submeter seus projetos com potencial para alcançar mercados em escala global. Para a primeira edição do concurso, os assuntos abordados são relacionados a energia limpa e tendências recentes do setor. A competição abrange os seguintes temas: eficiência energética; mobilidade elétrica; internet das coisas; M2M (Máquina a Máquina); aprendizado de máquina; tecnologia da informação; produção eólica, solar, elétrica offshore, ou demais formas de energia; armazenamento e distribuição de energia; e gás natural.

As equipes deverão ser formadas por 2 a 4 integrantes e já podem se inscrever por meio do site http://edpopeninnovation.edp.pt. O prazo para participar do concurso é até 31 de agosto.

Etapas do concurso e premiação

Concluída a fase de inscrições, até 30 grupos serão selecionados para entrevistas conduzidas por um júri internacional. Nessa fase, os competidores terão a oportunidade de detalhar o modelo de negócio e persuadir os jurados a apostarem em seus projetos.

A partir dessas conversas, serão escolhidas 15 equipes que serão beneficiadas pelo programa de aceleração de startups em Lisboa, durante todo o mês de outubro. Os custos de viagem e hospedagem em Portugal serão de responsabilidade da organização da EDP, limitados a dois integrantes por grupo.

Nesse momento as equipes trabalharão na Fábrica de Startups para acelerarem os seus projetos e terão contato com o método FabStart, que permite simular o produto no mundo real. Essa é uma oportunidade única para compartilhar experiências e aprimorar os trabalhos, ao mesmo tempo em que os times contarão com o auxílio de sessões periódicas de mentoria com profissionais renomados das áreas de interesse.

Os três grupos com o melhor desempenho ao longo de toda a competição, segundo critérios estabelecidos pelo comitê organizador do EDP Open Innovation, farão uma exposição no stand da EDP no Web Summit, o maior e mais importante evento de startups em tecnologia da Europa. A equipe vencedora será premiada no valor de ‎€ 50 mil, montante a ser utilizado exclusivamente no desenvolvimento da ideia.

Os premiados serão anunciados em novembro, após todos os integrantes do programa de aceleração apresentarem, em Lisboa, o pitch a uma plateia composta por colaboradores da EDP, investidores e convidados.

Os participantes com projetos de elevado potencial também serão convidados a integrar o programa EDP Starter em Portugal, Espanha ou Brasil.

O regulamento e mais informações sobre o prêmio estão disponíveis no site:

http://edpopeninnovation.edp.pt/

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Incentivadora de startups recebe credenciamento do governo paulista

A diretoria da Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente (Intepp) comemora a obtenção de credenciamento definitivo junto ao Governo de São Paulo. Seu ingresso na Rede Paulista de Incubadoras de Empresas Tecnológicas (RPITec) está autorizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação; conforme publicação no Diário Oficial. Fato que, entre outros benefícios, abre a oportunidade para celebrar convênios sobre recursos financeiros ou aquisição de equipamentos junto ao Estado. Para o presidente da Intepp, Moacir Del Trejo, a medida representa o reconhecimento público.

“A importância de obter a credencial em definitivo é a de passarmos a estar inseridos numa série de possibilidades da obtenção de recursos junto às secretarias de governo”, afirma Del Trejo. O vice-presidente Emerson Silas Dória diz que estar apto em conseguir entrar em linhas de financiamento é um expressivo ganho para as empresas incubadas. O gerente Luís Horácio Ramos Isique reafirma essa condição e aponta algumas outras vantagens, como as de ampliar a visibilidade da Intepp e a de promover o intercâmbio sobre boas práticas com outros ambientes de inovação.

Em 2013, a Intepp obteve o credenciamento provisório. No final do mesmo ano foi possível assinar convênio de R$ 262 mil para mobiliar e equipar suas novas dependências, dez vezes maiores. Antes ocupava uma sala de 45 metros quadrados no campus I da Unoeste, sendo transferida para o campus II, num ambiente de 501 metros quadrados e com várias salas. Cumpridas as exigências administrativas e legais, avaliada em processo de estágio probatório devidamente monitorado pelo Estado, o secretário Márcio França, que também é vice do governador Geraldo Alckmin, autorizou o credenciamento em definitivo.

O monitoramento foi acompanhado pelo técnico da secretaria estadual Fernando Batolla que, numa visita em março do ano passado, elogiou a estrutura e a seriedade na aplicação dos recursos, que foram disponibilizados pelo governo. “Vejo o credenciamento definitivo como resultado da sequência de um trabalho que cumpriu as exigências do projeto guarda-chuva, instituído em 2014, com o Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI), que compreende o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) e a RPITec ”, comenta Dória.

O papel da incubadora é proporcionar condições para o desenvolvimento de projetos que possam se transformar em negócios empresariais, no que a Intepp tem os envolvimentos da Faculdade de Informática de Presidente Prudente (Fipp) da Unoeste e da Uninfo Jr; Associação Prudentina de Educação e Cultura (Apec), mantenedora da Unoeste; Associação Comercial e Empresarial de Presidente Prudente (Acipp); Prefeitura, através da Secretaria de Tecnologia da Informação (Setec) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedepp); e a Faculdade de Ciência e Tecnologia (FCT/Unesp). A Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Presidente Prudente também está envolvida, na condição de apoiadora.

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Detectar, conter e investigar: regras de proteção em TI – Por Guilherme Bezerra

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A Tecnologia da Informação é um dos setores que mais tem recebido investimentos no Brasil, em meio ao cenário desafiador em termos econômicos que o país enfrenta. O segmento mostra-se fundamental não apenas por fornecer recursos básicos para que as empresas operem, mas também ferramentas estratégicas para a captação e gestão de negócios.

Ao mesmo tempo em que a TI se torna cada vez mais peça essencial nas empresas, a preocupação com a segurança dos dados cresce e tem virado a principal dor de cabeça para os administradores das redes. Para os invasores, crackers, hackers e ameaças em geral, não há nenhum tipo de crise que esteja impactando no desenvolvimento de novas ameaças e ataques direcionados a empresas, independentemente do segmento de mercado em que atua o seu porte. O mundo entende que o coração das empresas está em suas informações e, por isso, hackers estão cada vez mais empenhados em invadir sistemas para obter informações sigilosas que possam fornecer algum tipo de vantagem para eles.

As ameaças estão além de “simples” malwares, usualmente passíveis de detecção por parte de um antivírus. Elas estão evoluindo e, atualmente, é essencial que as empresas atualizem seus métodos e tecnologias de detecção e resposta a incidentes. E, sobretudo, é preciso pensar e agir de forma rápida e certeira. Três estratégias surgem como essenciais para equipes de TI no trabalho incessante contra ciberataques.

Detecção: primeiramente é preciso contar com tecnologias que trabalhem pró-ativamente na detecção de ameaças. Firewalls tradicionais, por exemplo, não têm capacidade de inspecionar pacotes criptografados (https) e hoje existem diversas ameaças e técnicas de ataque que são baseadas neste protocolo. Por isso, é necessária a atenção para a implementação de sistemas integrados, como IPS/IDS, firewalls inteligentes para realização da inspeção de todo tráfego de rede e soluções como SIEM, que são focadas na coleta de logs de equipamentos/aplicações com foco na correlação de informações para identificação rápida de incidentes capazes de permanecer meses camuflados dentro do ambiente.

Contenção: uma vez que um incidente é detectado, o mesmo precisa ser classificado e, a partir disso, serem tomadas ações rápidas para conter possíveis disseminações, interceptações e vazamentos. É de extrema importância que, além de tecnologias, existam também processos estabelecidos para que as ações de contenção sejam tomadas.

Investigação/Erradicação: um dos principais erros das empresas é parar na fase de contenção de um incidente e não investir tempo na investigação. O fato impede que a empresa saiba qual a origem da possível exploração e entenda todos impactos e riscos sobre negócios e infraestrutura. Deve ser essencial que os incidentes sejam investigados e mapeados, para que seja possível estimar quais serão os esforços necessários para erradicação de um novo incidente desta classe, seja por meio de redefinições de regras em soluções, educação de usuários, novas políticas de segurança ou até mesmo possíveis investimentos em novas soluções de segurança da informação.

Os avanços da Tecnologia da Informação são uma realidade, sendo já consenso que a segurança dos dados é uma das principais preocupações das empresas. A invasão a uma rede e o vazamento de informações podem causar prejuízos incalculáveis. A indústria de TI tem desenvolvido ferramentas de prevenção. Entretanto, o papel das empresas nesse processo é essencial, sobretudo ao adotar soluções eficazes, levar em conta as três importantes estratégias do processo da segurança da informação e preparar os usuários para que não se tornem fontes possíveis de abertura das portas virtuais das empresas.

Guilherme Bezerra, Especialista de Soluções da Brasoftware

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Dados: a quem pertencem?

Por Paulo Milliet Roque, Vice-Presidente e Diretor de Inovação da ABES –

Associação Brasileira das Empresas de Software

Os casos de bloqueio do serviço de mensagens instantâneas WhatsApp e a prisão do executivo do Facebook no Brasil neste ano trouxeram, mais uma vez, à tona uma questão pertinente à sociedade atual que parece estar longe de se chegar a um consenso: segurança x privacidade. Por um lado, temos as empresas de tecnologia que têm como parte fundamental do seu serviço garantir a privacidade de seus usuários e do outro as leis que regem o país destes mesmos cidadãos. E ainda entre estas duas forças, a sociedade que precisa se sentir segura ao utilizar as ferramentas digitais e ao mesmo tempo não quer que crimes deixem de ser solucionados ou que criminosos fiquem impunes por conta da falta de acesso à informação das autoridades policiais.

O legislador brasileiro precisa ficar atento, porém, para que as regras a respeito da proteção de dados, sigilo e privacidade do usuário não se traduza em obstáculo intransponível para que empresas possam oferecer uma série de serviços – de interesse desses mesmos usuários – cuja realização envolve tratamento e transferência de dados.

No Brasil, existem leis que tratam do assunto, dentre as quais o principal instrumento legal, o Marco Civil da Internet, amplamente debatido e considerado um grande avanço no mundo todo sobre este tema. No caso atual, em seu artigo 15, exige que um provedor de aplicações mantenha os respectivos registros de acesso (não o conteúdo) em aplicações de internet por seis meses.

As dúvidas, no entanto, se acirraram nos últimos meses. A punição empregada ao executivo do Facebook pode ser considerada justa? Até onde pode-se dizer que a empresa não respondeu à Justiça adequadamente? Os players de tecnologia internacionais ou não estão corretos em disponibilizar ao mercado serviços que implicam na transferência ou tratamento de dados, negando-se, porém, a revelar esses dados às autoridades dos países em que atuam?

Dentre os principais motivos que as empresas alegam para não mudar seus sistemas (e isso é realmente preocupante) destacam-se o dever de proteger os dados, o sigilo e privacidade dos usuários desses aplicativos e a garantia de que as informações privadas não sejam usadas por governos com regimes extremistas, que muitas vezes não respeitam os direitos humanos, por exemplo. Se a cessão das informações ocorrer em algum país, a empresa pode abrir precedentes para outras regiões exigirem o mesmo.

Essas são perguntas que a maioria dos especialistas do setor vem debatendo. A prisão de Diego Dzodan e o bloqueio do Whatsapp podem ser bons motivos para o Brasil avaliar se as leis existentes e suas regulamentações ainda pendentes são suficientes e se atendem às atuais necessidades que a internet vem apresentando à sociedade.

Engajada em abrir um fórum para discussões sobre uso, compartilhamento e proteção de dados, a ABES lançou o portal Brasil, País Digital http://brasilpaisdigital.com.br, focado em informações sobre as leis de proteção de dados, com notícias e casos ligados ao assunto no Brasil e mundo. A entidade ainda atua com um Comitê sobre o Marco Regulatório, que se ocupa de temas relacionados com a internet e reúne vários executivos do setor para debater situações como essas.

Essa foi uma forma encontrada pela entidade para manter tanto as empresas quanto a sociedade atualizada quanto ao desenrolar de casos como os que as empresas Facebook, Whatsapp e Google, entre outras, vêm enfrentando.

O momento agora requer um debate com a participação de especialistas em direito penal, empresas do setor, especialistas em TI e sociedade civil para que se chegue a um consenso onde a internet seja um agregador para a evolução da comunicação e não um instrumento de litígios e espaço seguro para o crime.

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