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Quantidade de novos bitcoins cairá pela metade no sábado

Desde o lançamento da moeda digital, aproximadamente a cada quatro anos a quantidade de novos bitcoins cai pela metade. Em janeiro de 2009 eram criadas 50 unidades a cada 10 minutos. Desde o fim de 2012, são emitidas 25 novas moedas. A partir do próximo sábado, dia 9 de Julho de 2016, serão criados 12,5 bitcoins e essa taxa será mantida até 2020.

Essa diminuição programada na taxa de emissão da moeda a faz funcionar de maneira bem diferente das moedas emitidas por países. “Nas moedas fiduciárias como o real, o dólar ou o euro, cabe aos bancos centrais definir quais os valores que serão emitidos ou retirados do mercado, ou seja, não é possível saber antecipadamente e com precisão o quanto de moeda estará em circulação no futuro”, diz Rodrigo Batista, CEO do site Mercado Bitcoin.

A diminuição programada dos números novos bitcoins determina que em 2033 haverá 20,5 milhões emitidos, e que em 2140 existirão 21 milhões de moedas. Os entusiastas da moeda digital dizem que esta característica faz com que seu preço sempre aumente, caso a tecnologia seja de fato adotada em larga escala.

“Existe uma discussão bem intensa sobre os efeitos dessa diminuição no curto prazo. Há pessoas sérias que pensam que o valor da moeda tende a aumentar nos próximos dias e há outras pessoas igualmente entendidas que dizem que vai diminuir. Os dois lados têm bons argumentos.”, diz Rodrigo Batista.

Em 2015 os irmãos Winklevoss, conhecidos mudialmente pela batalha jurídica sobre a criação do Facebook, disseram em uma entrevista que a tecnologia pode chegar à casa dos trilhões de dólares, o que faria cada unidade ser negociada por 50 mil dólares. Hoje cada uma é negociada por cerca de 620 dólares nos mercados internacionais.

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Startup do Cietec é vencedora do Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp

A empresa de biotecnologia BR3, associada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/IPEN/USP, foi a vencedora na categoria Operacional do Oitavo Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. A premiação aconteceu dia 5 de julho e o reconhecimento veio pelo inseticida biológico DengueTech, produto que elimina larvas do Aedes aegypti, desenvolvido a partir de pesquisas de cientistas ligados à Fiocruz.

O DengueTech é um tablete que contém o microrganismo Bacillus thuringiensis israelensis, conhecido como Bti. Seu funcionamento é muito simples, basta colocar o comprimido no recipiente onde pode se acumular água, mesmo que ainda esteja seco, e isso já basta para inviabilizar o criadouro por um período de 60 dias. Quando a água chegar e os ovos do mosquito eclodirem, as larvas vão ingerir o Bti e morrerão antes de se tornarem adultos.

A BR3 competiu no Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp com mais de 4.500 empresas. Ao entregar o prêmio ao empreendedor Rodrigo Perez, CEO da BR3, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, destacou a importância de um produto como esse e disse que a Fiesp vai dar apoio para o desenvolvimento da empresa.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é um entusiasta do DengueTech. “A função da incubadora é incentivar suas empresas a inovarem de forma a impactar positivamente a sociedade. O DengueTech, sem dúvida, é um dos produtos mais relevantes que já saíram do Cietec, nos nossos 18 anos de atividade”.

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Você sabe qual é seu Quociente Empreendedor? – Por Thiago Carvalho

Stanford e Binet. Levei alguns anos para conhecer seu nome. Stanford-Binet, para ser mais exato, é o nome que me perseguiu por muito tempo.

Trinta anos atrás, eu estava sendo levado de um médico a outro pois era um pouco agitado. Os exames pelos quais passei me diagnosticaram como sendo hiperativo, mesmo antes dessa patologia virar moda – e gerar bilhões para a indústria da saúde. Um caso de early adopter do DDA (Distúbio de Déficit de Atenção)

Entre idas e vindas a médicos e especialistas, diagnósticos e terapias alternativas, tive contato com um exame que me perseguiu pelas décadas seguintes: o do Quociente Intelectual, ou QI.

O que deveria ser uma ferramenta para apoiar meu desenvolvimento, acabou me incomodando por anos. A cada lembrança sobre meu QI, eu ficava abalado. Eu não tinha – nem nunca teria – o QI de gênios como Albert Einstein, Marie Curie ou Leonardo da Vinci. O que é pior, nenhum tipo de esforço ou programa de ensino me ajudaria a desenvolver um QI de 160.

Ser classificado como “normal” me incomodou, assim como incomoda milhões de pessoas, há décadas. O teste de QI – também conhecido como teste Stanford-Binet – levou pessoas a acreditarem que um número bastaria para mostrar a alguém qual seu lugar no mundo ou seu potencial. De acordo com ele, um número seria o suficiente para dizer o quanto alguém era, ou não, inteligente.

INTELIGÊNCIA É CONTEXTUAL

Outros modelos de inteligência surgiram com o passar do anos, muitos em resposta ao Stanford-Binet, que é batizado com o nome da universidade e do pesquisador que desenvolveu o teste, há cerca de 100 anos. O principal diferencial dos novos modelos de inteligência está no reconhecimento de que ela depende do contexto em que uma pessoa está inserida.

Pense em um prêmio Nobel de economia. Ou melhor, pense logo em três. Coloque todos em um avião e deixe-os por seis meses no meio do deserto de Gobi, na Mongólia. Repita esse mesmo exercício com um beduíno semianalfabeto, que nasceu e cresceu no deserto do Sahara. As chances dos acadêmicos saírem vivos do experimento é inversamente proporcional ao QI dos três, somados. Enquanto isso, espera-se que o beduíno sobreviva ao ambiente hostil. Nessa situação, quem é mais inteligente: o beduíno ou os três PhDs?

Ao retirar acadêmicos do seu ambiente natural e colocá-los em contato com novas experiências, suas habilidades de resolução de problemas caem drasticamente, a ponto de suas vidas estarem em perigo. Assim como no exemplo acima, os novos modelos apresentam a inteligência como contextual. De acordo com a situação, diferentes tipos de inteligência são necessárias e esperadas. Assim, o raciocínio lógico não é suficiente nem requisito para explicar o quanto alguém é – ou não – inteligente.

Entre os modelos que sugiram, o da inteligência emocional e o das múltiplas inteligências ganharam muitos adeptos nos últimos anos. Neles, a inteligência está relacionada à habilidades musicais, interpessoais, coordenação motora e ao controle da emoção, por exemplo. Todas contextuais e passiveis de serem medidas.

QUOCIENTE EMPREENDEDOR

E se fosse possível medir o quanto alguém é – ou não – empreendedor, utilizando as melhores práticas ligadas à avaliações de inteligência? Busquei resposta à essa pergunta durante o tempo em que morei em Nova Iorque, estudando na mais antiga escola de educação dos EUA, a Steinhardt, da New York University(NYU).

Quando retornei ao Brasil, continuei a pesquisa que fiz durante o mestrado em ensino de negócios na NYU, o que resultou na metodologia Quociente Empreendedor, ou QEMP. A partir da validação com centenas de especialistas em educação, ensino superior e empreendedores, criamos uma ferramenta robusta que apoia o ensino de novos negócios, empreendedorismo e inovação. Ao mesmo tempo, desenvolvemos um vocabulário que oferece um ambiente seguro para discussões entre equipes, investidores e mentores.

Como parte da metodologia QEMP, desenvolvemos um assessment que identifica e mensura a relação de um profissional com um projeto de novo negócio. Após uma avaliação de cerca de 20 minutos, métricas contextualizam o envolvimento de alguém com um projeto, baseado em 6 pilares: Controle e Planejamento, Dinâmica do Mercado, Aderência, Perfil Empreendedor, Recursos e Experiência. Por exemplo: é possível medir o quanto alguém Controla e Planeja, comparado com sua habilidade de identificar Recursos ou o quanto entende da Dinâmica do Mercado em que atua ou planeja atuar.

Além dos pilares, a solução mede e apresenta as Dimensões Pessoais. Ou seja, o que é dominante em relação ao projeto: Inovação, Análise, Processos ou Relacionamento. A partir da avaliação, a metodologia apresenta objetivos de ação, adaptados conforme as respostas ao QEMP.

Contextual e andragógica, a ferramenta é uma evolução dos modelos de inteligência, adaptada ao desenvolvimento de profissionais e negócios. Ela é contextual pois considera o ambiente em que o(a) profissional está inserido(a), e andragógica, pois dá liberdade total para o plano de desenvolvimento.

Há alguns anos o filósofo Zygmunt Bauman apresentou o conceito de modernidade líquida, onde argumentou que mudanças na sociedade são e estão ocorrendo com cada vez mais frequência. Acredito que o mesmo se aplica ao mundo dos negócios. A metodologia QEMP é uma resposta – entre outras coisas – aos anseios daqueles que querem planejar negócios e carreiras de forma cada vez mais ágeis.

Thiago de Carvalho é Mestre em Ensino de Negócios pela New York University, Country Manager da Clinton Education e Professor de Empreendedorismo do Insper.

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Monitoramento de notícias: rápido, seguro e eficaz

Com um forte potencial estratégico, o monitoramento de notícias, mais conhecido como clipping, realiza a coleta de informações de diversas mídias – online, impressa, rádio, TV e mídias sociais, em um vasto universo de canais e veículos de comunicação. A estratégia possibilita às empresas tanto conhecer a amplitude de sua marca, quanto sua percepção pelo público, fazendo com que seja possível elaborar novas diretrizes ou reavaliar posições para alcançar melhores resultados.

Com a democratização do acesso à internet e a consequente explosão de conteúdo, o monitoramento estratégico de notícias se torna uma ferramenta essencial na tomada de decisões da empresa, já que através dele é possível não somente ter acesso a todo conteúdo que envolve o segmento de atuação das empresas, incluindo produtos, serviços e concorrentes, quanto principalmente, direcionar às empresas exclusivamente contextos relevantes que interessem diretamente à marca.

Inicialmente realizado por assessorias de imprensa como um complemento do serviço de divulgação dos releases, hoje o monitoramento de notícias deve ser realizado preferencialmente por empresas especializadas na área, não somente devido a captura mais ampla e processualizada de informações, mas, prioritariamente, devido sua classificação e análise segmentada. É possível ainda acompanhar perfis de influenciadores do grande público – como personalidades importantes de determinado segmento – conhecer tendências de atuação, acompanhar os grandes players do mercado e, inclusive, obter insights estratégicos a partir dos serviços de inteligência de mercado.

Segundo Elizangela Grigoletti, Diretora de Inteligência da MITI, “mesmo as empresas que ainda não desenvolvem estratégias de comunicação voltadas para o aumento de sua visibilidade, precisam estar atentas ao movimento do mercado e da concorrência. Já as que possuem intensa repercussão, podem ver nas informações estratégicas um novo caminho de oportunidades que as colocam em uma condição superior de competitividade, estando também sempre melhor preparadas para as dificuldades diárias que precisam driblar”.

Outra grande vantagem dos serviços de monitoramento de notícias especializados é conseguir ter reunida, de forma rápida e precisa, toda uma gama de informações que circulam diariamente em inúmeros canais, possibilitando a mensuração da exposição, a geração de relatórios, o cruzamento de dados e a preparação de análises fundamentais para avaliar ações e planejar novas campanhas.

Nesse sentido, a MITI Inteligência possui uma plataforma própria, integrada e intuitiva, otimizando o acesso a todo o conteúdo monitorado, disponibilizando informações valiosas para as empresas 24 horas por dia, 7 dias da semana, utilizando seu expertise tecnológico e equipe capacitada para ditar um novo ritmo na evolução dos serviços similares disponíveis no mercado.

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Brasil exporta modelo de pagamento parcelado

O Brasil é um dos maiores mercados de comércio eletrônico do mundo com compras online parceladas atingindo a casa dos 80%. A cultura de parcelar foi determinada em grande parte pelos serviços de crédito tradicionais e utilizada como uma forma de gerenciar o orçamento, mas é também uma maneira de empoderar o consumidor, permitindo-lhe adquirir bens de ticket médio alto. Os benefícios para os comerciantes são evidentes no resultados das vendas, somado a consolidação de uma clientela habitual e fiel. É interessante notar que, conforme o nível de penetração da internet em toda a América Latina aumenta, a atratividade da compra parcelada vem conquistando cada vez mais os jovens na região.

Enquanto no Brasil o parcelamento é majoritariamente feito com o uso de cartões de crédito, em outros países, essa forma de pagamento está ganhando novas versões no cenário digital. No Reino Unido, acompanhamos o lançamento de planos alternativos de parcelamento pela PayPal e MasterCard, assim como a criação da Amazon Pay Monthly. O país foi o primeiro do mundo a ter acesso a este método de pagamento, oferecendo maior flexibilidade e liberando os consumidores de terem que recorrer a linhas de crédito para adquirir um bem.

O que também diferencia esses serviços é que eles atendem especificamente à crescente geração de pessoas que preferem Meios de Pagamento Alternativos (MPAs) para comprar mercadorias. MPAs incluem qualquer pagamento fora da esfera do mercado tradicional de cartão de crétido ou débito, englobando de eWallets até pagamentos móveis, e agora parcelamentos mensais que estão explodindo no mercado de meios de pagamento global.

Em seu mais recente Relatório Global de Pagamentos, a Worldpay descobriu que os MPAs avançaram sobre o tradicional mercado de pagamentos com cartão pela primeira vez em 2015, ganhando 51% de market share. Esta lacuna deve se ampliar em 2016 e ir além, à medida que mais consumidores optam pela conveniência das opções de “e-payments”.

A geração Y, hiperconectada, tem impulsionado o surgimento de empresas como a Klarna, um dos principais players que oferece a opção de parcelamento. A companhia percebeu que os consumidores digitais de hoje são atraídos pela rapidez, praticidade e capacidade de fazer compras mais seguras e mais simples. Com isso, já atingiram mais de 45 milhões de usuários e continuam expandindo por toda a Europa e os EUA.

Em toda a história do endividamento do consumidor, nossas preferências de compra mudaram com o advento de novos tipos de pagamento e vimos que as empresas que atenderam as novas expectativas dos consumidores avançaram junto com eles, enquanto aqueles que não o fizeram ficaram parados no tempo. Hoje, toda uma geração de jovens busca uma forma eficiente e econômica para comprar produtos mais caros, sem entrar em problemas de crédito. E, embora o conceito de pagar em prestações não seja novo, o potencial do mercado formado por essa geração de consumidores fez das compras parceladas um passo natural para os comerciantes em todos os lugares.

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Datablink oferece solução contra fraudes de cartões de débito e crédito

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A Datablink, líder em fornecimento de soluções de autenticação avançada e assinatura de transações, oferece ao mercado uma solução que previne fraudes durante transações com cartões de crédito e débito. Denominado Mobile 200, a ferramenta impede, de forma segura e imediata, que transações criminosas sejam completadas, garantindo, dessa forma, a integridade da movimentação.
O produto, que previne o acesso não autorizado da conta por meio de autenticação avançada e assinatura de transações financeiras, não veta ou limita a capacidade de compra do proprietário legítimo, um de seus grandes diferenciais.

Com a autenticação de multifatores mobile, o usuário visualiza os detalhes da compra e confirma ou recusa a transação instantaneamente antes de ser concluída por meio do aplicativo instalado no smartphone.

De forma muito segura, e graças à sua tecnologia patenteada, o Mobile 200 pode ser utilizado, ainda, em diversas outras transações, incluindo compras feitas no varejo, on-line e também em saques realizados em caixas eletrônicos.

“Trata-se de uma ferramenta que possibilita ao titular do cartão confirmar ou recusar o processo de compra antes que ele seja definitivamente finalizado. Dessa forma, o produto apresenta uma imensa vantagem, já que evita que a transação seja executada apenas quando a operação é concluída, prática que aumenta consideravelmente os riscos e que custa, anualmente, bilhões de dólares a cada ano aos bancos”, explica o vice-presidente da Datablink, César Lovisaro.

Além de todas essas vantagens, outro diferencial é que o aplicativo também permite que os emissores poupem recursos, uma vez que evita a suspensão do serviço para o cliente, diferente do que ocorre nos casos de fraude.

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Hive anuncia núcleo de MarTech

Como a tecnologia pode ajudar seu negócio? A Hive Marketing Technology, uma das maiores desenvolvedoras de plataformas digitais da América Latina, acredita que esta é a questão-chave para o futuro bem sucedido das empresas de todos os setores. Por conta disso, está ampliando seu escopo de trabalho com o lançamento do núcleo de MarTech, vertente voltada à automação do processo de marketing ainda pouco explorada no Brasil. A área já conta com três plataformas em operação: Beebots, Beepos, e Promotag. A estimativa é que a nova área tenha um faturamento superior a R$ 1,5 milhão este ano e atinja R$ 4 milhões em 2017.

“Constituímos nosso diferencial explorando recursos de tecnologias disruptivas. Nossas soluções estão focadas em inteligência e na entrega de resultados sólidos e mensuráveis para nossos clientes. É grande o número de empresas compreendendo que ações de marketing são cada vez mais métricas e menos show”, diz Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Apostando em soluções de inteligência artificial, a Hive desenvolveu o Beebot, um chatbot (chat com robôs), plataforma que conversa com consumidores para automatização de tarefas de CRM e conversão de vendas de visitantes das plataformas digitais das marcas. Sistemas semelhantes já são usados em larga escala em países como China, Japão e Estados Unidos. “Essa plataforma é capaz de resolver uma série de problemas. O bot pode falar sobre qualquer coisa e atender milhares de pessoas ao mesmo tempo. Além disso, o sistema permite a geração de leads, coleta dados dos usuários e, ainda, possibilita redução de custos”, explica Lisboa.

Beepos é uma plataforma desenvolvida com referência em campanhas de member get member. Ela já está sendo usada em estabelecimentos como Camargo Alfaiataria, Estúdio Geek e Paula Ferber, no Brasil, e na rede de concessionárias Mitsubishi, nos Estados Unidos. Nele, a empresa utiliza o poder da rede de contatos de seus clientes, transformando-os em um importante canal de mídia. A ferramenta funciona na indicação de consumidores para o varejo, na qual um comprador indica o estabelecimento ou produto para um amigo. Quando este último adquire algo na loja, ambos são recompensados em futuras compras.

A terceira concepção é a PromoTag, recurso feito exclusivamente para abrigar todo tipo de promoções online. A ferramenta tem entre seus clientes a P&G, que a utiliza para campanhas promocionais de produtos. De acordo com Charles Betito Filho, COO da Hive, existe forte tendência de as empresas usarem plataformas prontas ao invés de desenvolverem próprias do zero sempre que precisarem de uma solução. O investimento é muito alto e acaba inviabilizando o negócio. “Muitas das nossas plataformas podem ser moldadas de acordo com o cliente ou a ação que ele quer realizar, além de serem totalmente seguras”, destaca.

Há dez anos no mercado, a Hive vive um importante momento marcado pela mudança de posicionamento. “Diversos segmentos de mercado como varejo, alimentos, bebidas e automotivo estão entendendo que não podem se manter competitivos sem o uso eficiente de tecnologia, que é justamente o DNA da Hive. Essa é a tendência e não mudará nos próximos anos”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

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Instituição de saúde do Reino Unido desenvolve app com MicroStrategy Mobile para gerenciar desempenho organizacional

A instituição de saúde do Reino Unido, Liverpool Community Health (LCH) NHS Trust, que presta serviços para cerca de 750 mil pessoas nas comunidades de Liverpool, Sefton e Knowsley, desenvolveu uma aplicação móvel para agilizar a entrega de relatórios gerencias para os membros do seu conselho diretivo. O app OPERA (Organizational Performance Electronic Reporting Application) foi desenvolvido com base no MicroStrategy Mobile e disponibiliza informações importantes para tomada de decisão, em tempo real, diretamente nos dispositivos móveis, substituindo um processo antes realizado manualmente e que demorava semanas para ser concluído.

A organização integra, desde 2010, o NHS Trust da Inglaterra, modelo de prestação de cuidados à saúde arquitetado pelo Serviço Nacional de Saúde (em inglês: National Health Service – NHS). O LCH dispõe de uma equipe de mais de três mil profissionais, sendo 80% deles com formação na área da saúde, incluindo enfermeiras, líderes das comunidades, visitantes da saúde, médicos, dentistas, nutricionistas, pediatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Os serviços do LCH permitem que as pessoas sejam atendidas dentro de sua própria comunidade, de maneira independente, sem terem que ir ao hospital. Muitos desses serviços são oferecidos em qualquer horário, 24 horas por dia e sete dias por semana.

Antes do desenvolvimento do app móvel, os relatórios e análises eram desenvolvidos manualmente, compilados em planilhas Excel, impressos e entregues fisicamente aos membros do conselho diretivo durante suas reuniões. Esse processo levava algumas semanas e por conta desta morosidade, os dados eram apresentados com uma defasagem de praticamente um mês. Com o OPERA, as reuniões tornaram-se muito mais produtivas e assertivas. Os conselheiros podem acessar os dados a qualquer momento e realizar suas próprias análises e pesquisas, de maneira independente, quando julgarem oportuno.

A nova aplicação não só colaborou para a redução significativa dos custos com impressões, como também aumentou a produtividade da equipe, liberando para outras atividades os analistas, que antes passavam grande parte do tempo na concepção de relatórios. O OPERA aprimorou o processo de obtenção de feedbacks, aumentando o engajamento dos pacientes, que passaram a responder às pesquisas de satisfação eletronicamente em um dispositivo móvel, com total confidencialidade. Essa nova abordagem permite à instituição com base nesses retornos realizar análises instantâneas, diagnosticar os pontos falhos e, posteriormente, concentrar-se na correção de quaisquer questões salientadas.

Os benefícios proporcionados pelo app, fizeram com que a mobilidade passasse a ser enxergada com bons olhos pela LCH. Novas iniciativas, visando estender a utilização do BI para a corporação como um todo, estão sendo desenvolvidas e a organização acredita que cada vez mais os dispositivos móveis devem ser parte das ferramentas básicas de trabalho de staff, proporcionando melhorias significativas na prestação dos cuidados de saúde. Já do ponto de vista da governança da informação, os médicos poderão coletar dados mais seguros a respeito dos pacientes e, futuramente, não será mais necessário lidar com registros em papel.

“Escolhemos o MicroStrategy Mobile, pois queríamos eliminar quaisquer riscos inerentes a esse app. Necessitávamos de uma solução móvel que tivesse sua qualidade comprovada pelo mercado e que ao mesmo tempo fosse fácil de ser implementada e intuitiva na forma de usar. Temos trabalhado com diversas ferramentas de BI e a MicroStrategy é de longe a mas avançada plataforma móvel disponível”, Ammy Singh, Head of Solutions da NCS-IT.

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Participação de cartões nas vendas do varejo atingiu 33,3% em 2015, estima FecomercioSP

A participação de cartões no faturamento do varejo passou de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015, sendo que cresceu apenas a parcela das vendas feitas com cartão de débito, enquanto a do cartão de crédito ficou estável. É o que aponta estudo da Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

De acordo com estimativas da Entidade, a partir de dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) e da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), o faturamento nominal do varejo deve ter atingido R$ 1,394 trilhão em 2015 – alta de 3,2% em relação a 2014. O dado não considera os setores de materiais de construção e veículos, motos, partes e peças.

No ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o faturamento dos cartões no Brasil atingiu R$ 1,065 trilhão, crescimento nominal de 8,9% ante 2014. Os cartões de crédito movimentaram R$ 665 bilhões (alta de 7,7% em relação ao ano anterior), e os de débito, R$ 400 bilhões (aumento de 11% na mesma base de comparação).

Se considerarmos apenas as vendas do varejo (comércio varejista e varejo alimentício, de acordo com segmentação disponibilizada no site da Abecs), a receita foi de R$ 463 bilhões, alta de 5,6% em relação a 2014, com faturamento de R$ 285 bilhões (crescimento de 2,9%) dos cartões de crédito, e de R$ 178 bilhões oriundos de compras no débito (aumento de 10,3%).

Com isso, a participação dos cartões nas vendas do varejo cresceu de 32,5% para 33,3% entre 2014 e 2015, mas com um detalhe importante: cresceu apenas a participação das vendas com cartão de débito (de 11,9% para 12,8%), enquanto ficou estável a das vendas com cartão de crédito (20,5%).

Para a assessoria econômica da FecomercioSP, há pelo menos quatro explicações para o aumento da participação dos cartões de débito e a estabilidade da participação dos cartões de crédito nas vendas do varejo. A primeira está ligada às taxas de desconto, que são mais baixas no débito do que no crédito. Diante da queda das receitas e da necessidade de cortar custos, o varejo economiza com um maior volume de vendas no débito.

Além disso, o lojista recebe o valor das vendas com cartão de débito em um prazo menor – dois dias após a realização da venda – do que o das realizadas no crédito – cerca de 30 dias após a venda.

Na primeira opção, assim, os varejistas não apenas melhoram o fluxo de caixa, já que embolsam os valores em um prazo menor, como economizam nas operações de antecipação de recebíveis (empréstimo feito por bancos e credenciadoras aos lojistas, que tem como garantia as vendas já realizadas no cartão de crédito), cujas taxas de juros vêm crescendo ao longo dos últimos meses.

Além disso, segundo a Federação, com a crise, os consumidores vêm privilegiando a compra de bens de primeira necessidade, como medicamentos e alimentos, normalmente pagos à vista, e adiando a aquisição de bens semiduráveis, como vestuário, e duráveis, como móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, cujas compras são mais frequentemente realizadas mediante parcelamento no cartão de crédito. Por fim, o processo de migração dos pagamentos para os meios eletrônicos vem ocorrendo de forma mais intensa nas compras de menor valor, efetuadas com maior frequência no cartão de débito.

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Go Ahead IT é eleita pela CISCO como Melhor Parceiro do Ano

A Go Ahead IT, integradora de soluções de TI , foi premiada pela Cisco, líder mundial em Tecnologias de Informação, durante o Cisco Partner Fórum, realizado em são Paulo, no mês passado. A empresa se destacou em duas categorias: Melhor Parceiro do Ano e Maior Crescimento Regional.

Para Sandro Farah Manzano, Diretor Geral da Go Ahead IT, este reconhecimento vem ao encontro do rumo seguido pela empresa, ou seja, na contramão do mercado, já que tem aumentado o seu quadro e investindo na capacitação técnica dos colaboradores, e na área de serviços inteligentes criando novos produtos, além de receber certificações importantes no segmento. “Tudo isso tem contribuído para nosso crescimento e fortalecimento de nossa marca”.

Este encontro que acontece anualmente, reúne os principais parceiros e executivos da Cisco do Brasil e objetiva apresentar aos seus canais as estratégias e metas da companhia para o próximo ano fiscal, além de premiar os parceiros do ano fiscal anterior que se destacaram, nas diversas categorias avaliadas.

Sandro Farah Manzano, Tiago Colleto e Leandro Rodrigues foram os representantes da Go Ahead IT, para receber os prêmios da Cisco do Brasil nas categorias: Melhor Parceiro do Ano e Maior Crescimento Regional, pelos excelentes resultados avaliados dentro das métricas da empresa e pelo elevado crescimento de 65% na região de São Paulo. A entrega dos prêmios foi feita por Laércio Albuquerque, Presidente da Cisco Brasil, Marcelo Ehalt, Diretor de Canais e João Sardinha, Gerente de Canais.

Segundo Tiago Colleto, Diretor Comercial da Go Ahead IT, estas premiações são de suma importância, pois demonstra o reconhecimento da marca, o crescimento e a consolidação da Go Ahead como parceiro Cisco, o que fortalece e motiva cada vez mais a empresa e sua equipe.

“É a prova de que estamos no caminho certo, oferecendo serviços e soluções da parceira com um atendimento altamente qualificado. Nosso empenho na realização de projetos bem sucedidos, reforçam os resultados positivos que alcançamos com o crescimento regional alcançado para otimizar a parceria. “Não poderíamos deixar de agradecer a todos os nossos colaboradores pelo comprometimento e aos nossos clientes por depositarem a confiança em nossa empresa”, comemora o executivo.

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Siemens funda a next47 como unidade separada para startups

Em vigor em 01 de outubro de 2016, a Siemens criará uma unidade separada para fomentar ideias disruptivas com mais vigor e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias. O nome da unidade, “next47,” joga com o fato de que a Siemens foi fundada em 1847. Reunir suas atividades de startup existentes no next47 permitirá à empresa unir o melhor dos dois mundos: next47 aliará agilidade, velocidade e independência com uma base de clientes global, muitos anos de experiência, credibilidade e solidez financeira. A nova unidade terá financiamento de € 1 milhão para os primeiros cinco anos. Siegfried Russwurm, Diretor de Tecnologia da Siemens, chefiará a nova unidade em uma base de atuação.

“A própria Siemens foi uma startup em 1847 – fundada em um quintal em Berlim,” disse Joe Kaeser, Presidente e Diretor Executivo da Siemens AG. “Com a next47, estamos vivendo de acordo com os ideais do fundador de nossa empresa e criando uma importante base para fomentar inovação conforme continuamos o desenvolvimento da Siemens.” A nova unidade receberá a independência necessária, mas pode, no entanto, aproveitar as vantagens oferecidas pela Siemens. Ela terá escritórios em Berkeley, Xangai e Munique, e abrangerá todas as regiões do mundo a partir desses locais. A next47 se construirá sobre as atividades de startup existentes da Siemens. A nova unidade será aberta a empregados, bem como aos fundadores, startups externas e empresas estabelecidas, caso queiram buscar ideias de negócio em campos estratégicos de inovação da empresa. “Next47 dará a liberdade para experimentar e crescer – sem as restrições organizacionais de uma grande empresa. Nossa nova unidade buscará vigorosamente a estratégia da Siemens e nos permitirá tocar em ideias disruptivas em nossas principais áreas de eletrificação, automação e digitalização”, disse Siegfried Russwurm.

O primeiro projeto no next47, após um acordo com a Airbus em abril de 2016, será a eletrificação da aviação. As duas empresas pretendem demonstrar até 2020 a viabilidade técnica de sistemas de propulsão híbrido/ elétrico para aviões de pequeno porte a aviões de passageiros de médio porte. Outros campos de inovação importantes incluirão inteligência artificial, máquinas autônomas, eletrificação descentralizada e mobilidade em rede. A nova unidade também irá preocupar-se com os chamados aplicativos com blockchain que são projetados para fazer a transferência de dados na indústria e no comércio de energia, por exemplo, mais simples e mais seguros.

Siemens tem colaborado com startups desde os anos 1990. Nos últimos 20 anos, a empresa investiu mais de €800 milhões em cerca de 180 startups. Siemens está em contato com mais de 1.000 startups por ano, lança cerca de 20 empreendimentos cooperativos por ano e fundou, ela própria, mais de uma dezena de startups.

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Fomento à inovação – uma visão do Brasil e da Austrália – Por Jamile Sabatini Marques

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O impacto da inovação em um país pode ser demonstrado de diversas maneiras, desde sua capacidade de movimentar a economia com a geração de novos empregos ou até pela sua habilidade de estimular o mercado a criar negócios inéditos. Mas como o apoio financeiro concedido às empresas de tecnologia pode contribuir para o desenvolvimento econômico baseado no conhecimento?
Foi com essa dúvida que, em 2015, embarquei em um voo para o outro lado do mundo, mais precisamente, em Brisbane, Austrália, para ter o privilégio de ser orientada pelo acadêmico Dr. Tan Yigitcanlar, autor do conceito KBUD (Knowledge-Based Urban Development – Desenvolvimento Urbano Baseado no Conhecimento), em minha tese de doutorado na Queensland University of Technology (QUT), por meio de uma cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Como pode observar, o foco da viagem estava no especialista e não somente no país em que ele está baseado. Estar em outro país me permitiu realizar comparativos com as duas economias sobre as visões das empresas de tecnologia brasileiras e australianas em relação ao fomento à inovação.

Mas antes de chegar aos resultados do estudo, quero voltar a 2013, no meu primeiro ano na diretoria de Inovação e Fomento da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), quando formulamos uma pesquisa para medir o quanto as empresas de tecnologia conheciam sobre os recursos para fomento direcionados à inovação existentes no mercado. Para espanto de investidores como governo e bancos, quase a metade, cerca de 44% das empresas associadas à entidade não conhecem o suficiente as fontes para Inovação e Fomento disponíveis para o setor no país.

Em minha pesquisa desenvolvida na Austrália, parti do ponto de que, dentro do framework de KBUD criado pelo Dr. Tan Yigitcanlar, no segmento econômico, ele considerava quatro importantes pilares: Conhecimento, Criatividade, Inovação e Competitividade, mas ainda não incluía o Fomento/Incentivo como base para que haja desenvolvimento econômico baseado no conhecimento. Para contextualizar a importância de inserir o Fomento neste framework e propor um modelo de fomento às empresas de base tecnológica como estratégia para a promoção do desenvolvimento urbano baseado no conhecimento, submeti algumas empresas australianas – associadas a uma entidade que tem um papel similar ao da ABES no Brasil, a AIIA (Australian Information Industry Association) – ao mesmo questionário feito em 2013 no Brasil.

No total, 75 empresas australianas responderam ao questionário. Dentre essas, 36,5% afirmaram não ter conhecimento dos recursos de fomento para inovação disponíveis no mercado. A maioria, 54,4%, disse nunca ter se beneficiado desse tipo de recurso. Entre as empresas que tentaram pedir o recurso, mas não conseguiram, a maioria entre as australianas e brasileiras aponta o mesmo motivo: processo complexo/burocracia, 47,1% e 40,45%, respectivamente.

Preferencialmente, as empresas no Brasil e Austrália buscam incentivos à inovação para aplicação em Pesquisa e Desenvolvimento 77% e 62,7%, respectivamente. Em segundo lugar, para utilização na força do Marketing/Vendas/Feiras: 46,4 (BR) e 46,3% (AU).

Entre as linhas de fomento que as australianas gostariam de ter mais informações e se manter atualizadas encontram-se as voltadas a Incentivos Fiscais para Pesquisa e Desenvolvimento (56,5%); Programas para Empreendedores (54,8%) e Fundos de Capacitação (25,8%). Entre as empresas brasileiras de tecnologia, o interesse maior ficou no BNDES (72%); FINEP (66,8%) e Fundos para Pesquisa (44,9%).

Dentro desta pesquisa também tive a oportunidade de entrevistar representantes do governo e de entidades representativas do setor de tecnologia nos dois países. No caso da Austrália, a principal questão está na necessidade de promover uma cultura de incentivo à inovação. O país voltou a desenvolver programas de fomento à inovação em 2009, depois de 15 anos sem uma política específica voltada ao tema. A transparência também foi uma necessidade apresentada, pois não estão claros os critérios para participar de certos programas.

Das 400 melhores universidades do mundo, 20 estão na Austrália. O compartilhamento dos espaços físicos e laboratórios das universidades com as empresas foi apontado como um fator relevante para incentivar a inovação no país. Também citaram a necessidade de criação de mais parques tecnológicos e incubadoras, apontando este problema como a razão pela qual o país vem perdendo empreendedores para outros países como EUA, Canadá e Inglaterra.

No Brasil, pouco se mede sobre o impacto do fomento à inovação, porém em pesquisas anteriores realizadas junto às empresas que receberam recurso público para inovar, o governo obteve o retorno deste incentivo no primeiro ano de programa. As empresas cresceram e algumas passaram a exportar, geraram empregos e melhoraram os benefícios oferecidos para os seus funcionários, tendo como resultado o desenvolvimento econômico baseado no conhecimento.

A falta de conhecimento das empresas sobre os benefícios disponíveis demonstra, claramente, a necessidade de divulgação das gestoras de recursos financeiros para estimular e atrair as empresas para adoção desses instrumentos de apoio que poderão ajudar o Brasil a se tornar mais competitivo e deslumbrar novos mercados por meio da inovação e, consequentemente, gerar desenvolvimento econômico.

Respondendo à pergunta acima, há uma tendência de países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) de fomentar a inovação por meio de incentivos fiscais, o qual acaba sendo mais rápido, menos burocrático e mais democrático. Essa seria uma aposta bem acertada do governo brasileiro para elevar os resultados quando tratamos de apoio à inovação, mas o Brasil ainda precisa melhorar neste quesito, trazendo uma legislação mais clara e simples para que as empresas se beneficiem destes instrumentos.

Por Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES: PhD em Engenharia e Gestão do Conhecimento UFSC – Doutorado sanduíche (QUT / Austrália) e Doutora em Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, Jamile Sabatini Marques é mestre em Gestão de Inovação pela École de Mines de St-Étienne, França, especialista em gestão de empresas. A diretora de Inovação da ABES construiu sua carreira atuando, principalmente, na área de gestão, inovação, fomento, fundos de investimento e representação institucional. Atualmente, também exerce a função de Presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação da FECOMÉRCIO – Federação do Comércio de Bens, de Serviços e de Turismo de Santa Catarina, Membro do Conselho International Journal of Knowledge-Based Development (IJKBD).

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