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Especialista dá dicas de como fazer uma campanha de crowdfunding bem sucedida

O crowdfunding (que em tradução livre seria “fomento da multidão), transformou-se em um movimento com dimensões exponenciais. No Brasil, o sucesso se refletiu nos sites de compras coletivas, os quais, ultrapassaram a casa dos milhares em menos de seis meses de existência.

Com isso, o crowdfunding se tornou atrativo e uma chance para realizar um sonho, ajudar as pessoas, concretizar projetos ou lançar produtos. Pessoas ou empresas podem obter o sucesso esperado através desta alternativa, cada vez mais viável e aceita. Entretanto, há uma pergunta que muitos ainda fazem. Por onde começar? Como organizar uma campanha?

Vinicius Maximiliano, autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional explica que uma característica comum a projetos bem sucedidos é a simplicidade com que a ideia do projeto é transmitida. Contudo, simplicidade não se confunde com amadorismo. “Ser simples, significa dizer claramente o que se pretende, quem vai fazer, como e quando. Por isso abuse da criatividade, pois as pessoas quando analisam um projeto, buscam aquilo que elas gostariam de fazer por si mesmas, mas o farão através da janela do seu projeto. Então seja simples, porém ousado”, aconselha.

O autor explica que não se pode esquecer que o financiamento coletivo de um projeto é um negócio. Mesmo quando se trata de questões filantrópicas, o que se propõe a ser feito é uma gestão profissional de fundos para uma causa em si. “Portanto, é fundamental incluir no orçamento assessoria especializada para essa estruturação. Em um projeto de tudo ou nada, economizar nisso pode ser definitivamente negativo. Inclua esses custos no projeto e estruture-o de forma profissional. Afinal, você está fazendo uma “oferta” que outros validarão e colocarão algum dinheiro nela.

Vinicius aconselha que quanto mais transparente o idealizador da campanha for, mais confiança terão no projeto. “Muitos sites já oferecem essa assessoria de lançamento e criação. Além disso, procure um advogado e um contador. Números e leis (mesmo as que ainda não existem!) fazem a diferença em um pais como o Brasil. Pode ser que você nem saiba, mas que exista algum benefício fiscal para quem doar fundos a um tipo específico de projeto, o que aumenta as chances de sucesso”, afirma o especialista.

As pessoas estão cansadas de conviverem com “inatingíveis”. Financiadores de projetos coletivos buscam proximidade, facilidade de contato e possibilidade de opiniões. Ninguém quer um cara ou uma moça que sequer conseguem identificar ou que nunca responde e-mails de elogio ou crítica. “O conceito de coletivo, ainda mais no Brasil, onde somos naturalmente mais sociáveis, assume contornos quase que pessoais. Portanto, esteja preparado para interagir, e muito com seus financiadores”, aponta Vinicius.

Credibilidade é tudo no mundo virtual. Em financiamento coletivo então, é 100% essencial escolher bem. “Diga-me sua plataforma e lhe darei ou não um like!”. Bem por ai. Afinal, sites ou plataformas que não possuem o público alvo ideal para o seu projeto, simplesmente poderão frustrar suas expectativas”, destaca o autor do livro. Para isso é necessária pesquisar, conversar com os sites, com as plataformas, fazer levantamentos, verificar a credibilidade social da plataforma. “Se o site é um veículo praticamente obrigatório, então tem que sempre buscar o melhor modelo e o mais atualizado! ”, defende.

Algumas campanhas são bem longas, chegam a durar 60 dias. Haja material e motivação para todo esse tempo. Imagine o financiador que fez a doação no primeiro dia, todo empolgado com seu projeto. Ao final de 55 dias, por exemplo, ele muitas vezes nem vai lembrar que ajudou. A fatura do cartão de credito já vai ter sido paga 30 dias antes. Assim, é preciso usar a criatividade e manter seu público ativo, envolvido. As pessoas querem saber o que está acontecendo, a evolução, números alcançados. Se a campanha não estiver indo tão bem, o ideal é pedir ajuda. “Conclame as pessoas a se movimentarem para alcançar o objetivo. Faça novos vídeos, mostre números, resultados, produtos em andamento. Enfim, apareça, mesmo durante a campanha! Quem só dá as caras no lançamento, dificilmente vai terminar com o total financiado”, alerta.

Ter um cronograma claro, estruturado e organizado de todo o desenvolvimento do projeto é importante. Afinal, quem financia, quer acreditar que tudo será feito da forma como foi proposto. Uma dica é aplicar algumas regras e conceitos e Project Manager (voltamos a figura da assessoria) para mostrar ao público que existe uma linha de ação para cada passo do projeto. E isso nada tem a ver com o tamanho da arrecadação. Tem relação direta com profissionalismo no trato com o dinheiro de terceiros e que confiam em você.

Caso o projeto tenha como foco um novo produto, maravilha! Mas é preciso ter algo para mostrar. “Quem vem para a rede buscando vender somente uma ideia, pode se queimar no mercado brasileiro. Nossa cultura é bem diferente da norte americana ou inglesa, onde as pessoas são educadas desde cedo para um conceito de “risco de investimento” em ideias. Aqui, somos naturalmente conservadores, desconfiados e céticos. Existe todo um pano de fundo econômico por trás disso, mas o importante é perceber que, se o seu financiador não perceber algo “palpável” ele vai pensar muito mais para financiar seu projeto do que se você tivesse pelo menos um protótipo, por mais amador que seja”, aponta.

Querendo ou não, crowdfunding e financiamento coletivo é um novo e bonito nome para falarmos de investimento. Afinal, as pessoas se identificam com a causa ou projeto, e entregam o dinheiro para que o idealizador possa utilizá-lo. “ Agradeça, se possível diretamente, a cada doador. Não estou falando do e-mail automático dos sites. Estou falando de algo pessoal, único, diferente. As pessoas estão cofiando em você, não interessa quanto doaram ou qual o tamanho do seu projeto. E confiança não se compra, se adquire e se agradece! ”, destaca Vinicius.

Um erro comum é vermos projetos desenhados e estruturados para os “conhecidos” – amigos, familiares, parentes, colegas de trabalho – ou seja, aquelas pessoas que tendem a nos apoiar independente da solidez da ideia. É natural. “Por isso, os projetos têm de ser sempre desenhados “para fora”, ou seja, para pessoas que nunca viram você na vida, não sabem nada sobre você e que terão que acreditar e confiar no que está falando em um vídeo de três minutos. Portanto, crie projetos para fora, nunca para dentro. Salvo se sua família e amigos, sozinhos, conseguirem financiar tudo… ai é bem diferente! ”, orienta o especialista.

Vinicius acredita que toda forma de ganhar dinheiro e atuar na sociedade é válida. Porém, há algumas pessoas com muita gana nos valores a serem arrecadados. “O projeto e a arrecadação têm que ser suficientes para sua realização, não para tornar seu criador rico ou pagar as contas atrasadas dele. O cuidado precisa ser ainda maior quando falamos de campanhas parciais, ou seja, aquelas em que o idealizador, mesmo que não atinja o total pleiteado, ele vai levar as doações com ele. Se for esse o seu caso, não esqueça que um projeto com custos mal equacionados pode simplesmente ser inviável se não atingir a meta de financiamento… e todos os que apostaram na ideia podem ficar muito decepcionados com sua postura caso não entregue o prometido, com muito menos dinheiro”, conclui.

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Aplicativo de decoração traz inspiração com mais de 90 mil fotos

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O Viva Decora, site de decoração, lança seu primeiro aplicativo para Android. A ferramenta, que está disponível no Google Play, conecta pessoas, que estão planejando reformar sua casa, aos profissionais de decoração, como arquitetos, designers de interiores e lojistas, com mais de 90 mil fotos de ambientes.

No sistema IOS, o aplicativo, que disponibiliza o maior acervo de fotos de decoração do brasil, atinge os primeiros lugares entre os downloads na classificação estilo de vida. Para continuar a oferecer a melhor experiência possível aos usuários, agora para os dispositivos Android, o app oferece filtros para buscar referências de um cômodo específico, opção de salvar e compartilhar imagens por e-mail ou redes sociais, além disponibilizar a interação com mais de cinco mil profissionais cadastrados.

“Nós identificamos que as pessoas têm muita dificuldade em procurar exemplos de decoração em portais digitais. Por isso, enxergamos uma oportunidade em continuar inovando, oferecendo a maior base de referências para casas brasileiras e contribuindo para uma inspiração mais real ao consumidor” comenta Diego Simon, CEO do Viva Decora.

Na ferramenta, os profissionais de interiores podem apresentar seu portfólio online, de maneira rápida, fácil e sem nenhum custo. “O número de visitas mensais na nossa plataforma é maior que 600 mil e vem crescendo mais de 20% por mês. O perfil do arquiteto ou designer pode ser usado como vitrine online dos seus projetos, ajudando-o a expor seu trabalho às pessoas interessadas e clientes em potencial” diz Diego.

As inspirações e os ambientes decorados do Viva Decora estão disponíveis no aplicativo (Google Play ou Apple Store) ou no site:www.vivadecora.com.br.

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VI Fórum da Internet aprofunda debate sobre segurança e direitos, inclusão digital, inovação e bens culturais

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) ampliou, nesta segunda-feira (11), por meio das trilhas temáticas do VI Fórum da Internet no Brasil (Pré-IGF Brasileiro), o debate que realiza em suas Câmaras de Consultoria. O primeiro dia do encontro, que acontece no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS), foi dedicado à reflexão e ao diálogo sobre Universalização e Inclusão Digital, Segurança e Direitos na Internet, Conteúdos e Bens Culturais, Inovação e Capacitação Tecnológica. As discussões, assim como a realização de workshops, desconferências e exibição de documentário seguem até esta quarta-feira (13) e são abertas à participação de todos os interessados – seja presencialmente ou a partir da transmissão ao vivo pela Internet.

A 6ª edição do Fórum teve, durante sua mesa de abertura, a participação de representantes de todos os setores. E o caráter multissetorial do evento foi enaltecido pelas autoridades presentes, que reforçaram ainda a importância de levar o debate, a cada ano, para regiões diferentes do País, e o papel da Internet como instrumento de transformações. “A Internet não se limita aos números IPs, são as pessoas que usam e fazem a Internet. É muito importante para o CGI.br receber as contribuições de todos”, destacou Maximiliano Martinhão, coordenador do CGI.br e Secretário de Política de Informática do MCTIC.

José Fortunati, prefeito de Porto Alegre, enfatizou que o Fórum aponta para um tema fundamental: como podemos promover o desenvolvimento sustentável e inclusivo usando a Internet. Em complemento, Demi Getschko, conselheiro do CGI.br, afirmou que os debates devem se concentrar em como aproveitar a Internet para o bem geral e também como preservá-la do jeito que ela é. A alfabetização digital e fluência digital foram lembradas pela professora da UFRGS e ex-conselheira do CGI.br, Liane Tarouco. Em sua opinião, um dos desafios que precisam ser discutidos no Fórum é como as instituições de ensino podem preparar os alunos para que sejam cidadãos do século XXI.

Coordenada pelo conselheiro do CGI.br Lisandro Granville, que ressaltou a construção do debate crítico para a evolução da Internet no contexto nacional e internacional a partir de encontros como o Fórum da Internet no Brasil, a abertura contou ainda com as participações de Cleber Benvegnú (Secretário de Estado de Comunicação), Jaime Wagner (Sócio da PowerSelf e ex-conselheiro do CGI.br), Mário Teza (Diretor da PROCEMPA e ex-conselheiro do CGI.br) e Tiago Simon (Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia).

Trilhas

O lançamento de uma pesquisa, realizada pela Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, por demanda do CGI.br, embasou as discussões da trilha Inovação e Capacitação Tecnológica. Os resultados apresentados – entre eles, a concentração de profissionais na região Sudeste e no cargo de analista de sistemas computacionais – permitiram que o debate fosse dividido em quatro grupos: formação de profissionais para lidar com a Internet, o impacto das tecnologias na educação, no mercado de trabalho e as características interdisciplinares dos profissionais de Internet.

Os projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que alteram princípios estabelecidos pelo Marco Civil da Internet conduziram as discussões da trilha Segurança e Direitos. São eles: a privacidade, a liberdade de expressão e neutralidade da rede. Entre os consensos obtidos pelos participantes, estão a necessidade de proteção da neutralidade da rede e de investimento em educação digital conscientizar usuários sobre os riscos e oportunidades da Internet. Maneiras de estimular o discurso não discriminatório na rede também foram abordadas durante o encontro.

Questões de grande repercussão, especialmente para a indústria cinematográfica, literária e fonográfica, como direitos autorais, compartilhamento de conteúdos e bens culturais, e o desenvolvimento inclusivo do mercado de aplicações foram analisadas na trilha Conteúdos e Bens Culturais. O encontro se propôs ao debate sobre a construção de uma agenda brasileira para o desenvolvimento da economia da cultura e de cadeias produtivas relacionadas às artes e cultura, apoiadas em ferramentas digitais e que contemplem diversos atores.

As múltiplas perspectivas das empresas, do terceiro setor, do Governo e da academia sobre a Universalização e Inclusão Digital foram tratadas numa trilha exclusiva sobre o assunto. Entre os pontos ressaltados pelos participantes, estão a Internet enquanto serviço essencial estabelecido por lei, a importância de diferenciar Internet de telecomunicações ao aprofundar o ambiente regulatório, a necessidade de revisão do modelo de prestação de serviços de telecomunicações, o desenvolvimento da infraestrutura de banda larga para ampliar o acesso e os impactos sociais decorrentes da falta de conexão.

Mulheres na Computação

Exibido pela primeira vez no Brasil, o documentário “The Computers”, que retrata o protagonismo feminino na programação do primeiro computador eletrônico de uso geral, inspirou a mesa de debate Mulheres na Computação. As debatedoras Ana Cristina Benso (coordenadora local do Women in Information Technology, PUCRS), Karen Figueiredo (Projeto Meninas Digitais, UFMT), Tanara Lauschner (Projeto Cunhantã Digital, UFAM) e Priscila Solís Mendéz (Coordenadora Geral do Women in Information Technology, UnB), sob a mediação da professora Liane Tarouco, compartilharam experiências, analisaram influências culturais entre os gêneros, dialogaram sobre as resistências e dificuldades e também apontaram soluções para promover a diversidade na área de tecnologia.

Próximos dias

Preparatório para o IGF (Internet Governance Forum), que acontecerá de 06 a 09 de dezembro, em Guadalajara, no México, o VI Fórum da Internet segue até a quarta-feira (13) com extensa programação. Estão previstos seminários sobre temas de grande repercussão, como tolerância e diversidade na Internet, planos franqueados e zero rating, big data e privacidade, além de workshops, desconferências e a exibição do documentário “Freenet?”. Acesse a programação completa: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao. As inscrições gratuitas podem ser realizadas no local do evento.

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Quando uma startup cresce: o novo momento do VivaReal

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, teve uma mudança no seu time executivo. Brian Requarth, co-fundador e CEO da empresa, deixou o cargo para se dedicar a função de Presidente do Conselho do VivaReal. Lucas Vargas, ex-Executivo-Chefe de Operações, assumiu o cargo de CEO da empresa. Na nova função, Brian vai cuidar da gestão do quadro de investidores, da definição da estratégia e manterá o relacionamento com clientes e parceiros. No papel de CEO, Lucas acompanhará e orientará a execução da estratégia do VivaReal. No dia a dia cuidará das diversas áreas do negócio, dando instruções nas questões táticas para garantir o crescimento contínuo da empresa.

Com trajetória empreendedora, Brian fundou o VivaReal no Brasil em 2009. Enquanto CEO, Requarth viu o faturamento mais que dobrar a cada ano e captou mais de $70 milhões de dólares em rodadas de aportes financeiro. Em pouco tempo, o VivaReal tornou-se líder no segmento que atua, ajudando as pessoas a encontrar a casa dos sonhos e ultrapassando concorrentes que estavam há anos no mercado. Lucas começou no VivaReal no final de 2012 como Vice-Presidente Comercial. O primeiro desafio dele foi cuidar da expansão da plataforma pelo Brasil. Naquele ano, a empresa contava com 60 colaboradores.

“A trajetória profissional de Lucas, seu envolvimento com o VivaReal, os objetivos que nos ajudou a alcançar e o crescimento para o qual nos levou mostraram que ele é a pessoa certa para essa fase de maior consolidação da empresa”, afirma Brian. Com o trabalho de expansão de Lucas, o VivaReal passou a ter 16 escritórios espalhados pelo país, mais de 450 colaboradores e 18 mil anunciantes. Em 2015, ele assumiu o cargo de Vice-Presidente Executivo. Além da área Comercial, ficou sob sua responsabilidade toda a equipe de Marketing. No final do mesmo ano, Lucas se tornou Executivo-Chefe de Operações (COO). Passaram para os seus cuidados o Comercial, Marketing, Pessoas (Recursos Humanos, Administrativo e Endomarketing), Financeiro e Jurídico.

Antes do VivaReal, Lucas era co-CEO no Groupon Brasil, onde também foi responsável pela expansão dos negócios regionalmente. Ele fundou e dirigiu a startup Deu Samba, passou pelo Banco Santander e Bain & Company. No México, trabalhou na empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Lucas é mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard, Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Administrador de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Meu principal desafio será consolidar o VivaReal como a maior plataforma digital de imóveis do Brasil. Hoje já temos mais de 15 milhões de visitas mensais e 4,5 milhões de imóveis anunciados. Nosso objetivo é seguir crescendo e utilizar a tecnologia para transformar cada vez mais o mercado imobiliário, oferecendo transparência e eficiência para os consumidores, corretores, imobiliárias e construtoras”, comenta Lucas.

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zanox se une a Social Miner para aumentar o número de conversão no e-commerce

A zanox, maior rede de marketing de afiliação na Europa e Brasil adiciona um grande parceiro ao seu portfolio, Social Miner,plataforma de People Marketing.

O objetivo das empresas é unir expertises para aumentar o número de conversão no e-commerce, através de ações de marketing human to human (H2H) e relatórios de performance, que auxiliam as companhias na tomada de decisões estratégicas para traçar planos de marketing digital, tudo isso com foco na venda online (CPA).

Com cerca de 50 mil afiliados ativos na rede, a zanox possibilita às empresas conectarem-se com novos parceiros e a explorarem novas tecnologias, como as diferentes formas de remuneração por afiliados, além de fornecer, com transparência, todos os dados de análise de performance. Já a Social Miner permite que as marcas trabalhem uma comunicação bem mais assertiva, por meio da análise de comportamento dos internautas e ferramentas para envio de mensagens.

“Cada vez mais, as marcas percebem a necessidade de trabalharem de forma estratégica a comunicação com o seu público-alvo. Nós estamos unindo expertise e tecnologias para oferecer às empresas as melhores soluções para ajudá-los a entender melhor o seu consumidor e direcionar as mensagens certas para o seu target”, afirma Rodrigo Genoveze, Country Manager da zanox.

Para a Social Miner, as empresas estão mais sensíveis ao bem-estar do seu público. “O comportamento do consumidor vem mudando e hoje as pessoas buscam, além de produtos, identificação com as marcas. Com a parceria, além de chamarmos a atenção dos consumidores no momento certo, trazemos uma comunicação mais humanizada, personalizada e oferecemos aos nossos parceiros relatórios completos para análise de resultados”, complementa Ricardo Rodrigues, sócio-fundador da Social Miner.

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Profissional em mutação: o papel do chefe de dados – Por Eduardo Borba

O acesso mais amplo às tecnologias da informação, os avanços sistêmicos, as empresas e os consumidores ávidos por inovação, assim como a crise econômica que afeta negócios no País todo e põe à prova modelos tradicionais de gestão são apenas alguns dos motivos que estão propiciando uma revolução em curso para o futuro da indústria. Essa mudança traz novas oportunidades para o mercado, tanto na educação quanto na geração de empregos altamente qualificados, além do ganho de rentabilidade para as organizações que souberem aproveitar este cenário.

Com a chegada da digitalização no ambiente de trabalho, que propiciou o conceito de Indústria 4.0 (uso intenso da digitalização e robotização em processos industriais, que aumentam a produtividade e agregam mais valor ao negócio), surge uma alteração na estratégia de gestão das empresas, que é concebida com a demanda de um novo perfil profissional: o chefe/ cientista de dados.

Esse profissional, que nasceu em um ambiente de mais fácil acesso à informação e à educação, tem naturalmente capacidade empreendedora e analítica, o que irá ajudar as empresas a avaliar a enorme quantidade de dados por meio de habilidades necessárias para a manipulação e entendimento dos dados. Vale ressaltar aqui que o cientista de dados é a profissão mais “sexy” deste século, segundo a Harvard Business Review, e que ela segue tão quente quanto rara aqui no Brasil.

O emprego desse cientista é fundamental para empresas que já têm uma cultura corporativa baseada em dados ou estão pensando em desenvolver. As que já operam com dados podem reformular o time para multitarefas, tendo em vista profissionais que têm um DNA de Transformação Digital. Enquanto as outras que visam este modelo podem dar o passo inicial com a criação do novo cargo para gerir as suas iniciativas. O emprego deste profissional irá definir o sucesso das empresas neste mercado que apresenta uma revolução em curso.

Pode-se dizer que este novo trabalho pode ser visto como uma quebra de paradigma, uma vez que é preciso criar e amadurecer o ambiente. Esta revolução no perfil profissional nos últimos anos é o que pode se esperar nas próximas décadas. E quem vai executar essa estratégia, num segundo estágio, talvez de forma mais amadurecida, é o público que está sendo formado, os millenius. A capacidade deles de conectividade virtual e pessoal, num ambiente com um vasto número de informações e pessoas, somada à expertise necessária em determinadas áreas, levam à capacidade analítica, rapidez e assertividade na tomada de decisões, dando condições para um mercado de trabalho cada vez mais empreendedor.

Esta é a hora das empresas começarem a repensar seus modelos para receberem, num futuro próximo, profissionais com habilidades pouco exploradas hoje, mas que trarão condições para que as novas demandas de análise e tomada de decisão sejam suportadas e, acima de tudo, bem utilizadas nos negócios. Mãos à obra!

Eduardo Borba é presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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René Abe é nomeado CEO da Rakuten Brasil

A Rakuten Inc. anuncia que René Abe assume como novo presidente e CEO da subsidiária brasileira, efetivo em 1° de agosto de 2016. Como presidente e CEO da Rakuten Brasil, Abe irá aliar a sua grande experiência nas indústrias de e-commerce e pagamentos no país para traduzir a visão geral da Rakuten, Inc. para as necessidades do mercado local. Ele unirá a estratégia global da Rakuten ao conhecimento e às forças locais da Rakuten Brasil para trazer inovações inéditas para o ecossistema brasileiro de comércio eletrônico.

“O Brasil não é só o maior mercado de e-commerce na América Latina, mas também um país com potencial para se tornar um líder mundial. O mercado está preparado para o crescimento e René Abe trará importantes conhecimentos locais para melhor aproveitarmos as sinergias locais com nossos ativos globais e aumentarmos nosso market share no Brasil”, disse Yaz Iida, presidente da Rakuten EUA.

“A Rakuten foi criada há quase 20 anos no Japão com a missão de capacitar as pessoas e a sociedade por meio da Internet. Capacitar o mercado é algo bonito em palavras – mas a sua implementação real traz evolução sem precedentes a todos – e é isso que precisamos oferecer a todos no Brasil. Estou ansioso para transformar a forma como fazemos comércio eletrônico no Brasil com a Rakuten e estou honrado por liderar esta iniciativa”, destaca Abe.

Abe ocupava o cargo de Diretor de Operações da Rakuten Brasil desde 2015, quando liderou o lançamento da inovadora plataforma da Rakuten Brasil para desenvolver operações de comércio eletrônico multicanais. A premiadaplataforma de e-commerce Rakuten Genesis oferece total integração com os sistemas dos varejistas, unificando informações de pedidos, de estoques e das vendas realizadas por todos os canais por meiodoRakuten Nexus. A Rakuten Genesis está disponível para os lojistas sem nenhum custo de setup, de manutenção ou taxas mensais em um ecossistema que oferece logística, pagamentos e acesso a todos os marketplaces do mercado.

Abe possui mais de 20 anos de experiência nas áreas de banking, de e-commerce, internet e FinTech. Anteriormente, o executivo foi vice-presidente do Buscapé, onde liderou as operações de serviços financeiros que foram muito importantes para a sua aquisição pela Naspers em 2009. Antes disso, foi Head LatAm de Pagamentos Globais para a PayPal, Inc.. Abe também éinvestidor-anjo nas indústrias de hi-tech, Inteligência Artificial (AI) e biotecnologia.

“A subsidiária brasileirafoi conduzida com sucesso por Ken Okamoto durante os últimos cinco anos, desde a aquisição da Ikeda em 2011 e o lançamento oficial da Rakuten Brasil em 2012. Ele transformoua unidade no que ela é hoje. A Rakuten é grata pelos seus serviços prestados até este momento e agora nós o recebemos de volta a Tóquio para um outro papel importante em nossa companhia”, finaliza Yaz Iida.

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Abrintel aponta os desafios para São Paulo ser a capital digital da América Latina

A Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) lança o estudo “São Paulo: É possível ser a capital digital da América Latina?”. Recém-concluído, o levantamento mostra as deficiências da cidade e seu potencial para se tornar referência entre as metrópoles do continente em relação a serviços de dados e telefonia capazes de suportar a crescente digitalização das atividades econômicas. O estudo, dividido em sete capítulos, apresenta os indicadores e os entraves que impactam o desenvolvimento do setor. “Nos últimos anos, mais de R$ 8 bilhões foram investidos no País. Até 2019, há um potencial represado de mais de R$ 4 bilhões”, afirma Lourenço Coelho, presidente da entidade.

O Brasil tem 72 mil torres instaladas. Dessas, 5.603 estão na capital paulista. De acordo com o estudo, embora o número seja relevante, calcula-se que a relação de qualidade recomendada é de 1.500 usuários por antena de transmissão de dados (ERB). Portanto, no caso de São Paulo (sobre um cálculo de 12 milhões de habitantes), a proporção é de mais de 2.100 usuários por ERB. Se contarmos a população flutuante, essa proporção pode alcançar até 3.500 usuários, número muito acima do indicado. E quem sofre mais com essa situação são os bairros mais periféricos, em especial as regiões sul e leste. O levantamento lembra ainda que, hoje, um serviço de qualidade, que dinamize a economia 2.0 e transforme a cidade em uma sociedade digital, vai muito além da possibilidade de realizar uma ligação telefônica e perpassa por uma infraestrutura que suporte o crescente tráfego de dados, como os dos aplicativos de celular (Whatsapp, Waze, e-mails, táxis, Uber etc.) e das máquinas de cartão (para pagamentos que vão de estabelecimentos fixos até entregadores de pizza, por exemplo). No caso de São Paulo, para reverter esse quadro, é necessário triplicar o número atual de ERBs.

Pontos críticos

O estudo também revela que a falta de torres não é o único entrave para a digitalização de São Paulo e aponta os pontos críticos que impedem o desenvolvimento da telefonia regional, como, por exemplo, a morosidade no processo de licenciamento (que leva, em média, mais de um ano) e a ausência de segurança jurídica. Já a lei municipal que normatiza o setor é de 2004, mas boa parte das 5 mil torres existentes na cidade foi instalada antes de sua promulgação. Assim, hoje, essa regulamentação se encontra ultrapassada tanto pelas necessidades como pela capacidade da tecnologia existente. Um exemplo clássico é o limite de largura das ruas para instalação de torres: ele foi pensado no tempo em que os equipamentos tinham o tamanho de um contêiner e precisavam de vias mais largas. Atualmente, o mesmo equipamento tem tamanho similar ao de uma máquina de lavar.

Principais desafios

O estudo mostra que entre os principais desafios estão a regularização das torres instaladas e o processo de licenciamento de novas unidades. Já entre as soluções, a mais relevante é a revisão e atualização da legislação municipal conforme os parâmetros da recém-aprovada Lei Geral das Antenas, de forma a atender às necessidades de desenvolvimento, regularização e investimentos do setor. Nesse sentido, o projeto de lei de 2013 (PL 751), que atualizaria a normativa existente, continua em processo de aprovação na Câmara Municipal, um entrave administrativo a impedir que as empresas regularizem os ativos e invistam na infraestrutura.

O estudo conclui que há, no município, uma oportunidade de gerar investimentos e empregos, não apenas por meio da regularização, consolidação e fortalecimento da infraestrutura de telecomunicações existente, mas principalmente pelo aumento da qualidade dos serviços oferecidos para a capital paulista, o que impulsionaria o desenvolvimento econômico local. “Dessa forma, torna-se imperativo nosso engajamento para, principalmente, sensibilizar o poder público sobre as dificuldades para a instalação de torres e infraestrutura de telecomunicações, assim como sobre seus efeitos negativos para os serviços de comunicação e transmissão de dados”, acrescenta Lourenço Coelho.

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Gartner identifica as 10 principais tecnologias em Segurança da Informação em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia as 10 principais tecnologias para Segurança da Informação e suas implicações nas empresas em 2016 durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“As equipes de Segurança da Informação e de Infraestrutura devem se adaptar aos requisitos de negócios digitais emergentes e, ao mesmo tempo, estarem preparadas para lidar com um ambiente cada vez mais hostil. Os líderes de Segurança e de Gestão de Riscos precisam aprender a trabalhar com as últimas tendências tecnológicas se quiserem definir, alcançar e manter programas eficazes que ofereçam, de forma simultânea, oportunidades de negócios digitais com a gestão de riscos”, afirma Neil MacDonald, Vice-Presidente, Analista Emérito e Fellow Emeritus do Gartner.

As 10 principais tecnologias para a Segurança da Informação são:

Agentes de Segurança de Acesso à Nuvem – Os Agentes de Segurança do Acesso à Nuvem (do inglês, Cloud Access Security Brokers – CASBs) ajudam os profissionais de Segurança da Informação a fazerem um controle crítico do uso seguro, em conformidade com os serviços em Nuvem de seus diversos provedores. Muitos Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS) têm visibilidade e opções de controle limitadas. No entanto, a adoção de SaaS está se tornando comum em empresas, o que agrava a sensação de frustração das equipes de segurança que desejam ter visibilidade e controle das aplicações e do ambiente de TI como um todo. As soluções CASB preenchem muitos dos espaços em branco dos serviços individuais armazenados em Nuvem e permitem que os CISOs (Chief Information Security Officers) realizem suas tarefas simultaneamente, incluindo a gestão de fornecedores de Infraestrutura como Serviço (do inglês, Infrastructure as a Service – IaaS) e de Plataformas como Serviço (do inglês, Platform as a Service – PaaS). Dessa forma, o CASB está de acordo com requisitos fundamentais para os CISOs estabelecerem políticas, monitorarem comportamentos e gerenciarem riscos de todos os serviços Cloud das empresas.

Detecção e Resposta de Endpoints (EDR) – O mercado de soluções de Detecção e Resposta de Endpoints (do inglês, Endpoint Detection and Response – EDR) está crescendo rapidamente para suprir as necessidades de proteção mais eficazes, detectando e reagindo mais agilmente diante de falhas. As ferramentas de EDR registram diversos eventos de rede e Endpoints e armazenam essas informações localmente ou em uma base de dados centralizada. Como Analytics de Comportamento, as técnicas de aprendizagem por máquina e as bases de dados de conhecidos indicadores de comprometimento (IOC, na sigla em inglês) são usadas para buscar continuamente informações para identificação de falhas (incluindo ameaças internas) e para responder rapidamente a esses ataques.

Abordagens sem assinatura para prevenção de Endpoints – As abordagens para a prevenção de malwares baseadas apenas em assinaturas são ineficazes contra ataques avançados e específicos. Diversas técnicas que melhoram essas abordagens tradicionais têm surgido, incluindo a proteção de memória e a prevenção contra exploit, que impedem a entrada das formas mais comuns de ameaças nos sistemas, e a prevenção automatizada contra malwares baseados em aprendizado, que utiliza modelos matemáticos como assinaturas para a identificação e bloqueio de ameaças.

Analytics de comportamento de usuários e da empresa – O Analytics de comportamento de usuários e da empresa (do inglês, User and Entity Behavioural Analytics – UEBA) permite a realização de uma análise de segurança mais ampla, muito parecida com as Informações de Segurança e Administração de Eventos (do inglês, Security Information and Event Management – SIEM) que possibilitam um amplo monitoramento da segurança. As UEBAs fornecem Analytics centrados no usuário e capazes de analisar seu comportamento e outros fatores como endpoints, redes e aplicativos. A correlação das análises de vários fatores torna os resultados mais precisos e a detecção de ameaças mais eficaz.

Microssegmentação e visibilidade do fluxo – Quando os ataques conseguem acessar os sistemas corporativos, eles podem se mover livremente pelas laterais (“leste/oeste”) para outros sistemas, antes mesmo de serem efetivamente detectados. Para resolver esse problema, há um requisito novo para a “microssegmentação” (segmentação mais granular) do tráfego (“leste/oeste”) nas redes corporativas. Além disso, muitas soluções também fornecem visibilidade e monitoramento dos fluxos de comunicação. As ferramentas de visualização permitem que os administradores de operações e segurança compreendam padrões de fluxos, estabeleçam políticas de segmentação e monitorem eventuais divergências. Diversos fornecedores de tecnologia oferecem criptografia opcional do tráfego da rede (geralmente, túneis IPsec point-to-point) entre cargas de trabalho para a proteção de dados em movimento e oferecem isolamento criptografado entre cargas de trabalho.

Testes de segurança para DevOps (DevSecOps) – A segurança precisa se tornar parte integrante dos fluxos de trabalho das empresas (DevOps — DevSecOps), alinhando o time de desenvolvimento com a equipe de operações, em relação a processos, ferramentas e responsabilidades. Os modelos operacionais DevSecOps estão surgindo e usam certificados, modelos e padrões para conduzir a configuração implícita da infraestrutura de segurança, incluindo políticas como os testes de aplicativos durante o desenvolvimento ou a conectividade da rede. Além disso, diversas soluções realizam avaliações automáticas para encontrar os pontos fracos durante o processo de desenvolvimento, antes mesmo de o sistema ser liberado para produção. A segurança, sendo conduzida por modelos, padrões ou por um conjunto de ferramentas, terá o conceito e o resultado desejados, com uma configuração automatizada, transparente e em conformidade com a infraestrutura de segurança desejada pela empresa e baseada em políticas que refletem as cargas de trabalho atuais.

Soluções de orquestração do Centro Operacional de Segurança baseado em inteligência – O Centro Operacional de Segurança (do inglês, Security Operations Centre – SOC) baseado em inteligência vai além do monitoramento focado em eventos e de tecnologias preventivas. Um SOC desse tipo deve ser usado para informar cada aspecto das operações de segurança. Para cumprir os desafios do novo paradigma de detecção e resposta, um SOC baseado em inteligência também precisa ir além das defesas tradicionais, com uma arquitetura adaptada e com uso de componentes que sejam relacionados ao contexto. Para apoiar as mudanças requeridas nos programas de Segurança da Informação, o SOC tradicional deve se desenvolver para se tornar um modelo baseado em inteligência, com a automação e a orquestração dos processos, posicionando-se como um facilitador fundamental.

Navegador Remoto – A maioria dos ataques começa direcionando um malware entregue via e-mail ou pelo acesso a endereços (URLs) ou a sites de risco para os usuários finais. Uma nova abordagem relacionada a esse risco é o acesso remoto ao navegador por meio de um “servidor de navegação” (geralmente em Linux) que funciona localmente ou em Nuvem. Ao isolar a função de navegação do resto do Endpoint e da rede da empresa, o malware fica fora do PC do usuário final e a empresa reduz significativamente sua área de ataque ao deslocar o risco para as divisões do servidor que podem ser facilmente reinicializadas a cada sessão de navegação, ou a cada abertura de uma nova página.

Tecnologia Deception – As tecnologias Deception são definidas pelo uso de artifícios ou truques destinados a impedir ou eliminar processos cognitivos do invasor, interromper suas ferramentas de automação, atrasar suas atividades ou evitar o progresso da falha. As capacidades de fraude criam, por exemplo, vulnerabilidades, sistemas, compartilhamentos e cookies enganosos que, quando acionados, começam a invasão, já que um usuário legítimo não deveria ver ou tentar acessá-los. As tecnologias Deception estão surgindo para redes, aplicativos, Endpoints e dados com os melhores sistemas combinando diversas técnicas. O Gartner prevê que, até 2018, 10% das empresas usarão ferramentas e táticas com tecnologia Deception contra invasores.

Serviços universais de segurança – A área de TI e os departamentos de Segurança das empresas estão sendo acionados para estender suas capacidades de proteção para a tecnologia operacional e para Internet das Coisas. Dessa forma, novos modelos devem surgir para entregar e administrar a confiabilidade em escala. Os serviços de segurança devem ser projetados para elevar e apoiar as necessidades de bilhões de aparelhos. As companhias que procuram uma confiabilidade distribuída em larga escala devem focar no que inclua a entrega de segurança, a integridade dos dados, a confidencialidade e a identidade e autenticação do aparelho. Algumas abordagens de ponta usam a confiabilidade distribuída e arquiteturas de cadeia de bloqueio para administrarem a integridade dos dados em larga escala.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Site: Gartner.com/br/security.

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Chega ao mercado o Conta Um, uma conta corrente para os desbancarizados

Mais de 55 milhões de pessoas não possuem uma conta bancária no Brasil. É de olho nesse potencial de mercado que surge a Conta Um, uma conta corrente virtual com cartão pré-pago, benefícios, promoções e serviços exclusivos. A empresa tem, atualmente, mais de 25 mil usuários ativos e espera fechar o ano com mais de 150 mil correntistas.

A ideia do negócio nasceu em 2015, a partir da inviabilidade do uso de boletos e outras formas dispendiosas às empresas que necessitam fazer cobranças recorrentes de valores pequenos de clientes não bancarizados. O Diretor da empresa, Pierre Schurmann, viu nesse contexto uma solução ao oferecer uma conta digital de baixo custo, fácil aquisição e simples gerenciamento.

“O público excluído desse sistema não tem acesso a serviços básicos por não possuir um perfil adequado ao modelo que os bancos buscam. O alto índice de desconfiança, tanto pelos possíveis correntistas quanto pelas Instituições, afeta as possibilidades de relacionamento. As pessoas precisam se sentir seguras e assistidas por um banco para conseguirem movimentar seus próprios recursos”, comenta Schurmann.

Atuando também no auxílio de pagamento de folha de empresas que possuem colaboradores que recebem até dois salários mínimos, a Conta Um trabalha junto a PMEs gerindo os pagamentos. “É uma solução que pode ajudar muito as empresas nesta gestão, minimizando custos e aumentando o controle e segurança. Recebemos o dinheiro das empresas e depositamos em nossa conta corrente virtual, onde o usuário tem acesso a todas as funções de uma conta bancária tradicional e um cartão, de bandeira MasterCard, para adquirir produtos e pagar contas”, explica Schurmann.

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InovAtiva Brasil oferece curso gratuito sobre modelagem financeira para startups

Empreendedores de todo o país interessados em criar um plano de finanças sólido, que garante o interesse de investidores e gera lucros, devem ficar atentos ao novo curso oferecido pelo InovAtiva Brasil. Estão abertas as inscrições para a nova capacitação gratuita oferecida pelo maior e mais abrangente programa de aceleração de startups do país. Neste módulo, que terá início em 18 de julho, os participantes aprendem a elaborar a modelagem financeira do negócio.

O curso é aberto a startups ou qualquer interessado pelo assunto. O conteúdo é destinado àqueles que já elaboraram a proposta de valor da startup e, agora, precisam transformá-la em números. O curso auxilia o empreendedor a se planejar para gerar uma receita que cubra os custos de estruturação e operação do negócio, demonstrando, quantitativamente, que a empresa terá uma boa saúde financeira.

Para Luiz Caselli, senior expert da McKinsey & Co. e um dos mentores do curso, em geral, os empreendedores são muito otimistas com relação à capacidade da empresa em gerar lucros. No entanto, qualquer investidor reconhece quando a modelagem financeira está frágil. “Por isso é que se devem utilizar técnicas que possibilitem a correta precificação do produto ou serviço e a identificação e gestão dos itens necessários para a estruturação e a operação do negócio”, explica.

As aulas são ministradas em vídeos curtos, acessíveis também por celular e que se encaixam na rotina apertada do empreendedor. Além da plataforma audiovisual, materiais complementares são disponibilizados para que os participantes possam se aprofundar nos tópicos que julgarem mais importante.

Neste módulo, o participante aprende metodologias de precificação e a calcular custos pré-operacionais. O curso ainda compreende casos reais como, por exemplo, o relato de Claudio Grando, sócio da Audaces, empresa do ramo de tecnologia da moda. “É preciso que você consiga entender qual é o valor da solução oferecida a seus clientes. Além disso, na interação com investidores, é essencial que você tenha testado previamente a sua proposta”, destaca Grando. Com o curso, o participante estará mais bem preparado para começar a vender de forma mais agressiva e sentir segurança para decolar a empresa.

Curso de MODELAGEM FINANCEIRA para startups
Inscrições: www.inovativabrasil.com.br
Início: 18 de julho de 2016
Término: 7 de agosto de 2016

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E-commerce de energia registra 150 novos contratos em média por mês

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O e-commerce líder no setor elétrico brasileiro, o Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), registra forte movimento em 2016. Em média, 150 contratos são fechados a cada mês por meio da plataforma e aproximadamente 1.500 ofertas são registradas no mesmo período.

O ritmo acelerado se deve à competitividade do Ambiente de Contratação Livre (ACL) de energia no Brasil, local onde é possível escolher os fornecedores de eletricidade. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), de janeiro a junho deste ano, foram registrados mais de 700 pedidos de consumidores para participar do ACL.

Os números da plataforma BBCE foram calculados com base em seu desempenho no primeiro trimestre deste ano. O e-commerce registrou 4.666 ofertas e 450 acordos por meio do seu ambiente digital, no valor de R$ 45 milhões, com a negociação de 700 mil MWh. “O mercado livre deve manter sua competitividade por bom tempo e isso vai favorecer a expansão de nossa plataforma”, afirma Victor Kodja, presidente da BBCE.

Dos participantes da plataforma BBCE, 60% são comercializadores de energia, 26% geradores, 4% consumidores e 10% de outros tipos, como o mercado financeiro. Atualmente, 30% do volume de negócios da plataforma são realizados por usuários que não fazem parte do quadro de acionistas.

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